Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05900


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Full Text
/I nno de 184$.
Segunda feira 17
O DIARIO publlca-se todos 03 dias qne
nao forem de guarda: o preco da asigna-
tura he de 4/ rs. por quartel pagos adianla-
dat. O annunclos dos asignantes sao inse-
ridos a raio de 20 ris por linha, 40 rs. em
tpo diflerente, e as repeticfles pela inetade.
Os que nao forera assienantes pagao 80 rs.
dor linha, e 160 em typo diflerente.
MASES DA LA NO MEZ DE OUTUBHO.
La nova a las8h e39mtn. da manha.
Crescente a8 as 9 h. e ]3 minutos da man.
Iua cheiaa 15as7hor. e 07 ralo, da man.
Mengoante a 23 as 5 bor. e 55 m. da Urde.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna. Parahyba, c Rio Grande do Norte
Segunda* e Sextas feiras.
Cabo, Serlnhaem, Rio Formoso, Porto Cai-
ro, e Mace yo, no 1 .*. 11 e 21 de cada mes.
Oaranhuns e lonlto a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Oiiada todos os dias.
PREAMAR DE HOJE-
Prlmeiraas3h. e6min. da Urde.
Segunda a 2 b. c 31 minutos da manha.
de Ontnbro.
________Lj.
Anno XX N. f JO.
DIAS DA SEMANA.
27 Segunda S. Klexbat and. do J. dosorph.
e do 1. do ('.. da 2. v. do J. V, da 2. v.
28 Terca S. Gaudinso, aud. do J. do civ. da
.' v., e do J. de par do I. dlst. dp tarde.
29 Guara S. Feliciano, and do J do civ.
da2.a y.,edo J de pai do2.dlst. de t.
30 Quinta S. Serapiao, aud. do J. de orph.
e do J. M! da I. v.
31 Sexta S. Qulntino, aud. do J. do civ. da
1. v., e do .1. de pas do 1. dit. de tard.
1 Sabbado t f& Festa de todos os San-
tos.
2 Domingo S. Victorino.
CAMBIOS NO DA 25. DE OUTTInRO.
Cambio sobre Londres. 27 d. p. lia 60 d.
Pan 370 ris por fr.anco.
Lisboa 12 a 125p. c. pr. p. m.
Desc. de let. de boas Armas 1 '/, p. / mes
Oaro-Oncas hespanholas 3I#*M)0 a 32*roO
Moedade 400 v-l. 17*4110 a I7#00
de G400 nov. l/f'00 a I7'3H)
de 4/000- 0^200 a 9*510
Prnla-Pata, oes .... I>tfl0 a UVII
. Peeos Coluinnarrs. tW0 a 2 000
Ditos Mexicanos 1/0211 a le!'50
Moedas de 2 patac. 1/700 a 1/720
Acedes da C.a do Beberibe de 50/000ao par.
DIARIO DE PER1MMBUCO

PARTE 0FRCII.L.
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DI 20 DO CORRERTE.
Ofllnin A commandante Ha* armas, determinando.
que, em execueftn d<> imperial avisn de 9 He setembro
desleanno. faja renovar, im deposito de reenitas desla
provincia, a praca do ex-aargento-ajndatite graduado
d-i wgiindn batalh a de irlilbaria p, Manoel Ferrcira
da F-n*eca Lira.
Dito* Au* tenentes-enroneis reformadas do* bata-
Hies primein e segundo da guarda nacional du muni-
cipio de Goianna, ordenando, que. sen) pera1* de lempo,
e coran outr'nra so Ihes determinou. passem aos sous
ancorasnrea todos ns objee.tus ao* mesnio* batnlhet per-
teneente*. que tenhSo em *eu poder. Partripou-sp
au oomminiiante superior interino da guarda nacional
do municipio de Goianna.
Dito A'cmara municipal da Goianna, scientifi-
candn-a de hafer jubilado, oom metade do ordenado,
pmfessnr He primeiras leltrat de Pedr*s-de-Fugo, Jos
Ignacio Ribein Trapn.
Dito Ao director dn arsenal de guerra, declarando,
que n enmmandanle do terceiro batalliio da guarda na-
cional desle municipio lanibem fui autorisndo para man-
dar faser o porte da bandeira, de cuja acquisicio fui in-
cumbido.
Porlnria Concedemln ao baeharel Fulgencio Infan-
te He Albuqncrque e Mello a dispensa, .que podio, do
lugar de primein.uppleulo do juit municipal e de ur-
jililos do lermo dn Cabo. Noirifloii se baoharel Du-
arle Corlho de Atbuq'ierque e Mello para substituir o
dispensado; opartripuii-.o ao presidente da relacao,
nojuisde direito e ao municipal do Cabo, e cantara
respectiva.
IDEM DO DU 21.
Oflicio A commandante Siiperiur da guarda na-
cional detie municipio, determinando, qne) no dia 38
deste mes faca podar em frente da groja de Nossa Se-
nhorn d" Terco un guanta de honra do segundo bnta-
lloio, para aidemnisnr a festa da luesma Seuhura o acom-
ban bar a rospeetiva prncjaaio.
Porlaria Dispensando o alferes reformado de pri-
iim ir.i linha. Jnio Alvca Pragana, do lugar de instructor
da guarda nacional do municipio de tjoianna, e nonie-
andu, para substitu lo, a Luis Francisco de Paula Re-
g. Cmiuunicou-se ao inspector da fheaoururia dn
lui''iul.i, ,i.i mol mu ndanto supprior interino da gualda
nacional du luuuiipio do Guianuo, ao dispensado e ao
uumeatlo.
dem do da 22.
Offlcin-- Ao ruin mandante Has armaa. scientifienndo-
o de Icr mandado satisfaicr. pela pagadura militar, o
que se despenden com a coiiducAn de 12 piafan doontea.
viudas d" Rn Firio.no. rm nina barcada.
Di! Au inspector do arsenal de umrinha, validan
d o emiirato, porque mesiro do berguuim Fcliz-U
nido obrigoo-sn n cmiduiir familia, f.ijflo earroipara
o Ri.i-Grande-do-Norle. Parahyba e Cearo. --Ofllci .u-
se mu presidente* das menci., midas provincia, prev-
nind Dito A,i inspector-fiscal das obras publicas, de-
clarando, em rrspo.la au gen i.flli io du 10 diste miz
qup. iiMn nao haver sido approvada pela presidencia a
disiribuiao parcial, que fes rugaobeiro em chele,
da verba, dos 2.0. 4 5.0, 0 0, 7.0 ,. 8.0 ,| arl.l3 da
lei provincial ,,. 144, (|1e S. me. espedir titulo de pa-
gainenio para a> ..bra comprehendiilaa no 2 ot a
quaniia de 33:000>000 r., no mcsiiio v.tada : e que
a "bra da barroira du Catanga deve ser "Efectuada por
eoiita do 6.0 da citada lei ; "Bu s pur haver sido ar-
rematada em aguato desle niiiio, romo por perlciner a
estrada do Po-do-Albo, e srr o eu produrto applicavel
as dispusifoc* da lei proviueial n 115.- Paiiicipuu-ac
ao iimpectur dn tbesuuraria da* renda* provinctses e au
ei'geiihciro em cliefe da* obra* publica*.
Commando das Armas.
QDARTEL CERER-t RA CIDADE DO RECtFE, 22 DE 0U-
TUBRO DR 1N45.
Ordim do dia n. 61.
O Sr. general manda lazer publico a consulta abaixo
transcripta do cnncelho supremo militar reioitida a 14
de maiode I82:
Senhnr. Manda Voisa MsgPilade Imperial ,
por portara expedita pela secretaria de estado dos
negocios da guerra em 20 do correnle mes de a-
bril, remellar ao conreino suppremo militar o ro-
querimento e mais papis do soldado do 1. regiment
de caahllaria ligeira Manoel Francisco Coelbo de Ol
veira'atoares, fim deque o referido concelho consulte
crut) WTleilo, se.tendo o conoelho de direccio julgado ha-
bilitado para ser reconbncido cadete o dito soldado, e
recusado o ex-commandaote das armas da corte, re-
conhecer a docisio do conreino, como opposta ao li-
tar de 16 de marco do 1757, esl o sobredito soldado
no caso de ser declarado cadete. Nao teodo osupplicante
mostrado por documentos legaes, ser lilho legitimo,
nem legitimado; e ainda quando o mostrasse, nao
provando ter a nobrea necessaria para ser recoohecido
cadete, nos termos do alvarS de 16 de marco de 175";
muito justa e acertada fi a opposicio do referido 61-
commandante das armas, a reconhecer como legal a
decisio do concelho de direccio cerca do supplicante,
pois que o sea voto,na conformidade do referido alvar,
importa a reprovacio da opiniSo emitlida pelo referido
conceibo de direccio,por contraria i lei; e por tanto :
parece ao conceibo, que nao pode o supplicante ser
reconhecido primeiro cadete. Rio-de-Janeiro. 29 de
abril de 1842.Moreira.fodrlguts. Callado
Atlvim. Pertira Pinto. Gontaga Suart de
imdra, ResolucioCojnoparece.Palacio do Rin-
da-Janeiro, em 14 de maio de 1842. rCom a rubri-
ca deSua Msgestade o Imperador. Jusc Clemente
Peieira. tumpra-se,e rcgiste-(e. Rio-de Janeiro,6
de jucho de 1842, .Moreira.~Vaiconcellos. Con-
forme. JoSo Jaeques da Silva Litboa, (inicial- maior.
lisia conlorme. O oflicial-maior Antonio Jote de
Oliveira.
Jote da Silva Guitnartt,
Ajudsnle deordens
INTERIOR.
T
O EQIL1B1U FEMIMNO. (*)
Olhava Julio para o* seus cantarada* com are* de su-
perioridade, em quantu elle* assim diacutiiu o mereci-
inenio dn bando fnii.iiiino ; e vendo que so cnlavio um
puDcu, tnniuii u copo de punche, mulhuu nelle o* bei-
(oi, conoertuu a garganta e respundeo i
Siin, eim......... alo guapas, deliciosas, de chu-
peta!
Valo urna mina cada um do* seus sorriioa!
Era-o amanuense quero assim falla va.
- Quero nao dara oseu lugar nos elyscus para re-
ceb,t o nctar da mau de toda* etsaa Hcbe*, dii o my-
thologioo.
Cuta he felis este Julio, observa o aprendis d'ad-
Togadu; grujas areupai, frequenta a* alta espheras,
ondegirto tuda, e.sa dama., que elle v, c lites falla.
quando Ihe^pras.
Ora .de,..! he unta lentacJu horrivel.
- Purccrtu! quaudo a cu usa nada deve produsir.....
C) Vido Diarit o.' 239.
RIO DR JANEIRO.
EXTRACTO DA SESSA DO SEN \ Do DR 50 HE AGOSTO.
0 Sr. Fateoncellot : Sr. presidente, von dueralgu-
oa* pnlarrn* para defcmli r-me He alguinas nrgnicnes.
queme fes n nobre ministro da faienil. En ni" du\id.
que referisse faet'S. que nflo & exactos, un (pie nfto fo-
ro ennsiderados como deviao ser, porque en nflo tive
tempu para faieressss averigiiacfies Nm arompanliiirA
a es>ss tnbelli* a. neees.aria. espiiroc<5ci, e pur Uau en
litio contesto a minha... a minlia ignorancia respeiti
de muito* Hesse* facto*.
No que, porciii, insisto lie em que nltnjie pnssivel que
o eorpo legislativo forme idea deala divida, que se ilii
liquidada no tliesouro, sem que teirMo tomado contas :
i meu favor lenlio a opima" do Sr. mtuistro da guerra,
que lioniem di-se que n que lie ,|ccoA>Ap que sp ln-
mem cunta*. Ora. como lie i|ue j|> IMWr saber nr lia
dficit He reeeila, sem que lenlu cJ^p*nienl" exact,,
lo qne se arrecadon da renda publica, sem que lenlia
preurnte na cuntas dn lltesoiiro?
O nobre ministrada fiiienda dia que be neeessarto
qup en possu rnnveneer-me da importancia du dficit
em balancos, sem cuntas Eis o que di/ o nubpe minis-
tril da faienda. P.u des" jo que se declare no joma
d. cana, que en entend que nflo poda formar idein
exacta do dficit, .em que se tomnssetn emitas, sem que
o governo apresentnssc ao eorpo legislativo ns blancos
as coutas ; sem que os eslodassenius. e vista dellesde-
nidisseinos se bavia dficit mi senAohnvia. Eia-aqui o
que eu deseju que se publique. Saiba-se que eu ua
He qnnl outro Tntalo no meio das aguas!
A! paieco-te Tntalo! dn o filhu dn notario pi-
cado ao vivu em scu amor proprio por esta ubser-
vac&u-
_ Mas meu amigo.....
Pori'iit meu charo amigo.....
So nao tena a prrtcncao.....
A nSo querere. persuadir-no*.....
De seres amadu d'slguma dril*......
Que e. o Jpiter do urna nova Alrmene.....
Ah! ah interrumpen Juliu, pondo-so muita* ve-
te* na* puntinha* do* ps, passei egura do Tntalo a J-
piter !
O ponche do oopo diminuiu de um terco.
Pois ouve, nSo tur. muito o ser um deo. pira me-
recer o curaeflo de urna dex.s divindade..
Au ouvir esta ubservacfiu, nin levo Julio mais a co-
ragem de resistir tentacAo de embasbncsr us seus uu-
vinle.. A despeitu da vos interior que Ibeacunselhava o
slenoiu, exaltado pela* libacoe, o pela v.idade, nao po-
de reler estas palavras:
__ Sem habitar oOlympu, pode-ie ainda assim, meus
amigos, ter pretenjes sobre um. de.s. divindade*.
__ Que dte, tu ah ? cxclatn rao os rpales aturdidos
Jo golpe, c tilhaiido embados para o seo amigo, cuja.
expres6e* lite parecem cunter urna explicavio iropos-
lima cousa de que devo ter certera! disse Juliu
baitibiilcHiidu-se.
Dar-ae-ba caso que urna destas deidadea te ame ?
pnssndar nm vnto regular obre a materia, em que o
toiiiem emitas, como bem disse hontem > Sr ministro
da guerra, que tiesta parte est en) cuntradircio oum o
Sr. ministro d fatenda.
OSr. H. Cavalcanti (minislro) : N* opinian He V.
Exe.
O Sr. J'atconeeoi : 0 nbre ministro Ha guerra
pode fnier idein e eunlieeer o dficit em comas?
O Sr. H. Cavalcanti (ministro) : V. Exc. c*tabcle-
ee a. enusas sen geitu.
O Sr Fateoncellot : tima lei deelanu que o* ba-
Inncot devifl serapresentados Hou annu* depiis H,i-
quello, em quO ella regeo. O nobro ministril Ha faienda
arhon qne eate prato era conaidoraiel, por oonseguin-
le reduiiu-o a 18 meto*.
O Sr. A. Branco (ministril) : Nao be exacto.
O fateonoelloi: Ora. tentlu o nobro ministro Ha
faienHa revgeHu a le. p.reee que devia ter demonstra-
do a pnssbilidado de apresentnr irabnlaiicmvem 18 me-
te* ; mis Illa he o que na tem reito. Oque cu sei he
que o nobro ministro da faienda ainda nao apresentuu o
bilancn de 1842 a 1843, apetar de terem decurridu nin
n ISnieic*. como mais de2 anuos, do anuo do orca-
mentu respectivo.
O nobre ministro aelinn-me em contradinvllo por hon-
tem apresentar urna emenda, snpprimindo a consigna-
Pln para a pre Jonh Brijn, e boje ter apresentado um
artiga substitutivo. Eu no neg o crdito, o que de-
claro he qne o governo v pagando o que dever de exer-
eieios (indos rom o re*to desse credit- decretado em
1843, quo o ministerio asseverou existir nintl Como
nSo se tem despendido todo esse crdito, e como lia
presiimpe.So duque militas dessns dividas nflo So renos,
e istose verifienu na enmara dos deputndos, onde, quan-
do *c lia era urna tabella fulano de tul dsia um
di-putado ; eu fui procurador desse liomcni, oelle'oiu
quer teeelier o dinheiru, etc.. e eu enlendo que u ro-
tante deise crdito he snfficiente' para pagar o que se
c.tiver devrndo de exercicio lindos.
Demais. hontem asseverou na rasa n Sr. ex-minislrt
da marinha, que. indmido por informaees dns provin-
cias, tinha-se lersiindidndequn havia una divida Con-
sideravel na ana repartir;* ; mas Hept'is. averiguando
este negocio melliormenle, conheeco que nin ota tfrO
importante a divida : e o Sr. ministro da marinha o da
guerra ro tifie.o iato.
Senhnres, estas tabella* o que veem a faier em ultima
analyse he um convite a que lodos esse* suploslos ere
tlre> vio pedir dinlieiro ao thesouro, e por isso OH nflo
duiidn que nimia e continiiem a pagar umitas dividas
de anuos niilerinres ; mas o eorpo legislativo pode for-
mar dem He laes dividas, sem se terem tomado fnntae ?
Ru, perianto, nfloestou em eiinlrndiecS. quando boje
aprsenlo una emenda lubslituindu lodo o cn-didu para
que o governo puasa dUp&r (no pagamento desloa dii i
das)do resto deane nutro crdito, o quando fr necessa-
ria algiuun qnnn'.ia para *atifaier a todos esse* paga-
mentos, poder pedi-ln no annu seguinte.
Ora. disto temo, muito* (templo* ; nimia em 1843 se
niinnli'ii nm crdito, e he una regrn gernlmenle admit-
tidn auniilar parle d"S crditos, quinlo n experiencia
nmstra que e podem dispensar. Nao tem, purlaitto, n
meu artigo adililiro nenhmna Oppoaft ao governo,
he um artigo regular, nflo fas mni din que ai.lorisar o
governo que nSo se oiga entorilado [nem se pode jul-
gnr visla da lei de 1843} a despender csae crdito i-ura
o paga.....uto de.tns dividas, que se Purera liquidando.
Quanto escuna Jonh Bryan, eu hontem uftereci c-
meinla, pedindo n suppreasfl-i desse pagamento. Bu nao
deseju fferecer muita emendas, nftn porque me inr.uuv
mmle sua rejeirln, mas porque'achn istu mais decoro-
n ; porin. quanto emenda relativamente escuna
Jonh Bryan, eu nflo poderia Henar de i.fturece-l, ate
leudo a meu cargo o ser omicellieiro de eslndo : eu li-
nda neoncclhad.i a eorra ele respeito. Ha niuilos cli-
so* di-ste*. e estn porta lie milito larga pnra mais se es-
coarcro o* dinheiros publico*. Mas, enifini en "So enlro
nesta questo ; o que cu quero he ter o meu Voto livre,
he poder consultar que .e no pagui-m dividaa que leen
ainrla mais votos a favor du que esta prrteilCtu. Se tiAo
foaso a comprometimiento, en au contestara a legali-
dad dvsla divida, deixaia-a ir com aa nutras, tinli.i
De mor?
Como Venutamou a Marte?
Pergunifln au mranio lempo u* mancebo* cnnfrrndi-
do*, abriiilu grande* ulhuo e perdendo as ultimas du-
vida*.
Deo* deCylhera! ajunta o mylhologico, que le
res este rapm, para que assim I lie concedas tao formla
amante?.....
Eu nada tenho 1 diz o amanuense; mas e me of-
ferecessera um inilliAo, com n cundicau deo por a seus
ps ; acceita-ln-hia !.....
Dcu* de bondade exclama o adrogado aprendis,
qne ainda nflo recebra bilhete amnroio, que nflu fosse
ornado de nina chusma de erro orlngraphicos, nma mu
Ihcr que tem diamantes, sem seren falsus! Mas se ella
niKiimasse, a tniii, cu llic dira..... eu lite dira..... mas
em fim nu Ihe dira absultitainonte nada, porque lienm
aprvnlhdo!
Que pensaries vos entao, meu* amigos, replira o
til lio do notario, desfruclando com delicia* ete enthu-
siaiiuo, e senlindu-se curo a lingua cada ves mais sulla,
que pensaries vos, se vus eu dissetie que aquella que
amo, he bella entre na bellaaP
__ Desmio que ella est aqu I era pessoa '. ella pro-
pria!.....
E nio v* precipitar-te a seus ps?!
Eu c nao me impurlava orna o que di.scssem !...
Eeu.cu..... eu..... uh! grande Deo !.....
Vus .os loucoi.' meus amigos, da Julio absor-
veudo o segundo tercu do liquido cuuloudu nu cupo.
milito boa companhia ; mas eu ontendn que, adiando-
ae o thesouro ameacado de pagar muita ouira* dividaa,
em melhore circiimalaucia*. e que entretanto ntu alo
dividaa. en Hevia resnlvar unieu voto, pruiiunoiandu-nie
contra este pagamento.
Eu devo declarar ao nobre ministro da faienda, que
pela lei de 1827 governo decida toda* as queslAes de
preas em grao de revista, p entin penau que ae d la-
rnu que era espeeinlissimn, de acc'rdo com um dpcreto
de novenibro de 182C ; ma* a nova lei du euncelh da
estallo, aiteiidendo a que as quesli5es de presa* estarlo
muito cuune\as cun a poltica d governo e cora aguer-
ra, reservn o eunliecimcntu dessaa questcs para o
cnnselho de citado.
Anda ha pouoo ae fe urna pres* : he verdade que
uo f,, no cuncrlhii de estado ; ma* por isso nfio respon-
d eu. Como liaba de votar sobre a materia, entend
que devia uffcreeer a emenda. Ei* a raiio, por que li-
iiiitei-mc a pedir a snppressSu do pagamento da esouna
Jonh Unjan i no quero espraiar-mc mais ubro este
negocio.
O i>y. R. Torree : Pcdi a patarra rnente para dar
algumns explicsces respeito da escuna Jonh Bryan.
Eu creio quo bouve rregitlaridade nesto negocia, pa-
ra se cnnliecer istu basta ler-se o oflicio do 20 do Janei-
ro do 1842, dirigido au Sr. ministro de eilrangeiro* de
"litan pelos don militares, queforai uumeadus Inusado*
note negocio. A cnmmissu cncarregnda de examinar,
o'e 11'' Em coiisequeiicia doste convenio o roinitro
Lraaileiro com o ministru pleniputenciariu dos Estados-
tlnido* numerau luuvadns para prucederem a eita liqui-
die.au ; istu era nin convenio anterior. Quainiu o Sr.
Paulino entrn para o ministerio furu-lh, underecado*
ses papel*, c a liquidago feita pelus arbitros, e o Sr.
Paulina nflo !' senlo manda-Ios para o thuiouro ; mas '
llover.i-so lato praliear Nio *o devia ter mandado an-
teriormente para o cnuci-llm de calado, queja existia ?
i'.irece-me que BIH. I'om.intu, Se ha irregulai'nlade, cu-
ino cu creio que ha, ueste negocio, julgo quo nflo pode
er arguda ao Sr. Paulinu, quo nio les scuflu manda-lo
para o thesouro.
O Sr. A. Maakmi* i Nao poda approTar.
O Sr. R. Torres' Nflo podia npprorar, se nio aclias-
so a lii|itiilucJ" bem feiU t ma*'parece-mo, que.achan-
ilo-n bem feita, ello nio tinlia uutru' arbitrio seuo res-
pejlar o ciiiveiiiii anterior feilu pelu luinistrn dn Brasil
e u ministro plenipotenciario dos Estadus-Dnidu* Erflo
apena, eslas explicsces quo eu linha a dar sobro eate
objecln,
Eu ni insistirei mnia ni queatio do crdito que ae
disculo, porquo me parece que ns pruprius ministros
rroonheciMii que he dosnecessario. A prosa he a confi*-
bii do Sr. ministro do guerra, que hunlem denlamu,
que em 1 s't'l e tinha pedido urna quantia niaiur du que
era ncfesaario para e faser < pagamento da divida que
existia, e que essa quantia fui dada pelu curpu legislati-
vo. I.to jiistiiicn o artigo substitutivo do Sr. Vasnun-
eellos. que mninla pagar a divida de qne so trata oom o
resto do crdito di' 1843, que exisltn anida em abril do
anuo correnle cnao me parece provnvel, era rnioavel,
line para ea s teiihau pago 800 e lanos eolitos, que
existiflo nioda ib-ssc crdito 30 cu ped de inois du que
era ueccssariu, como disse o Sr. ministro da guerra, de-
ve existir o exeesso ; o Sr. ministre da fairuda dcclaron
1,11* exista o em abril S00 e tanto, cotilos, e nao liepui-
sivel que. no Pspaco do d-ms anuos, estas parles nio
viesaeiu reclamar ns sitas dividas. < vcssetn de abril
para c He, pui, multo de presumir quo a maior parte
deala quantia exista nu tliesouru.
I'ort nito, so he exaotn o que diste o Sr. ministro da
guerra, que se pedio pelu ministerio da marinha urea
i|i.iniia muilo supi'kior aquella que era dovitU, he mul-
lo iiatucal que o nicsuio acotilecess Com o* nutro* mi-
iiisleiius, e entiu, lia ven.lo excedente do crdito de 1843,
para que vanins abrir novo crdito para pagar eata di-
vida ? Emendo, pule, que < senado deve appruvar o ar-
tigo substitutivo du Sr. Vnaeuncellus, ao menua eu hei
de volar por i lie, sem nlias querer negar a existencia
destas dividas, mas p.rece-me que nau iinpoririu na
quantia de 7f>0 conloa de ris.
Si'gue-ae a discussio do art. 2.u da propoita cota a
emenda da nutra cmara.
Diie-me c..... ella he alta? eu nflo posso suffrer
pvgmeas.....
Heloura?..... oh! aslouraa!..... que differenca
"las murenas!.....
Espirituosa ? As muflieres sem ideias, he bem a-
borrerida cousa!.....
He espirito, a grana, a belleza humanisadas I
responde Juliu, daiidn larga, ao prater de elevar o qne
elle ama, e do a si rae.mu se exaltar.
Mas, replica oescrevente doadrngadu, como te
liouvesio tu para Iho declarares uteuamor? Urna pea-
ana dua grandes circuios. Eu torno-rae titnido como um
pinto diente de urna mullier que nio traja arental!
Meus amigos, dis Robineau com o* teua rea de
importancia, quondo a gente sabe vivar, entende-sepor
ineapalavras. Por exemplo, eu nflo reoebi urna con-
fissu expressa, o todava, pur certos indicios, nio me
he mais pcriniltido duvidar.....
Cumo lie! interrumpe oesorerenteadmirado, por
cerlus indicios?
-m NSo se declarro ainda cumligo ?.....
Ora pui! eniio tu nio es ititeiramento seu a-
menle?
Julio tornou-se de repente vorinelbo. Vio que pela
sua ultima cuntidencia, acabava de destruir urna parta
du i tleitu me entio produsido, e que a sua gloria abai-
xava cunsideravelniente na opiniio do* tena ouvinte*.
Seutio-*e prufundameute liureilhadu, e reounheoeo que
para recobrar ana primein pusifio, era precito dar um
grande golpe. Mudo besilou por um instante; mas lugo


r I
O Sr Faicono'llos : Sr. presidente, fu lenhn on-
tra mei-a que nfferccer ao governo, pira noin cllct fi-
2er mi despieza.
Fu quer piropr iu|iprrsilu 1)0 nmpn.il do marinli.i
de Pnrto-Alegro (riadtn); ah rfnu en 4'jll cnlm. Quie-
ro prnpr a inppresiftii lia despera frita rom o romniia-
anriad d exrrnito do Rio-Grande d Sul; quero pr-
nfiear a importancia da receila e da despera por toda a
rxtensio do imperio do Braiil; no te caso sumos for-
jados a dar um espaco de lempo considrate! o cs-
peco do 2 annos para a apresenlacio dos batneos; mal,
no caso de urna divida ja seronhecidn de orna divida
que ae diz liquidada, conceder-te 2 annos he nao se
por, emfim, nutra receila, cuto que governu ha de f.-l6ulr pteceilo algum financeiro, he querer desfigurar 0f
ter esa detpota, >rm ar nrcewiri ountrabir novo im- "* 'actos be querer por urna de-peza, j feta e liqui
nrralinios. Vu, portento, formulsr. arranjar a emenda, dada, ti
prrsiiniin. vi-u, pnani, rurmuirr. arranj
Qiiarenla e nile conloa do rii lambi'm se di rao vara >
jj., veril gastar cm imaginan edifiriu dos invlidos:
ni nina imlavra, a ininlia emenda lia de prrfatrr a quau-
tia d-'t 760 *ntnl| o rumo na lie qneali d ornamen-
to, t Hebrea niinilma pudem agora demonstrar que a
des|ietaa, ruja au|i|>rcsaa eu prupoiih, ni nao imitis
mi drsnrrriairiai, cura j ae teiu demonstrado na eaaa,
bren que revelia ds nobret ministrna. que nunca qui-
teran areeilar debate 1 este respeito. (0 nbre orador,
di'poia de f.,rumiar a ana emenda, a le.) Temos aqui um
excoso a de 200 eontua.,,
O Mr A Machado Que di de camnla an guvernn.
O S. Foicouctlos : Senhure. j ae tem deiiiiini-
trado que mulla dalas verbas A du|ilirnlaa, que nu-
tras pmleiii ser auppriinidaa por detniccaaarina, que ou-
traa al i treni empreg, omo lie a d cdifirio pura
na invnlidoa : lem-ae consignad diuheiro para esle
edifiei eontra aa infr)uaces du govern ; parere, pur-
tant, que, apireaciitaud-se gura ealn grande neeeaai
dadr de pagar o defirit, deviui-se aprufeitar ralas ver-
lina, que licm aid vtads MSI coul cimento de causa.
Entra em disrucan o artigo terceiro.
O Sr, VaseonetUot; Sr. presidente este artigo
terceiro manda presentar a conla da despera autnrisa-
da por e rente de 45 a 46 sub a rubrica cemelos (india,
nos termos prescriptos pelo decreto de 20 de fevereiro
de 18i0 Eu nao sel que relacio tenba esta despeza
coin o exercicio actual lito be novo isto be anti-li-
nanceiro isto so pode servir para que nunca o corpo
legislativoebegue ao conbecimento dos crditos que
est concedendo ao governo Que relacio tem esle
crdito com o exercicio actual ? He um crdito de
oiercicios (indos cuja conta pode ser apresentada in-
dependente da do exercicio actual. At para mais con-
vencer da irregularidade do atligo do translomo da
poslergecio de tudoquanto be fisralisacao linancoira ,
nao bs urna divida aqui que perlenca ao exercicio de
45 a 46 alo todas dividas de annos anteriores a este
exercicio. Para que, pus, havemos de demorar estas
contas? Haa respailo d>-stdScontat as mes mas rezces, que
oliri;arao ao poder legislativo a reservar o conbecinv n-
to das despetas publicas e da receita do estado para 2
annos depois de verificada a receita e a despeza ?
Senbores, a doutrina financeira a esle respeito be
tao clara, tio evidente que basta que figuremos um
exemplo at domestico : temos um comprador em ca-
sa ; se demnrarmos por muito lempo a lomada de ron-
tas a este comprador poderemos quando elle apo-
sentaras suas contas, panado muito lempo, formar
urna ideia da necessidade das despezas que elle fez ou
sea despeza fui frita na importancia, em que era indis-
pensavel se recebeo todas as quanlias como as re-
ceben ; em fin podem-se faier os exames necesarios
para fi-calisar estas despezas ? Carece que nao. Todos
nos experimentamos de um da para outro os esqueci-
menios de diversos actos ; como, poi-, se lilo de avaliar
fados depois de passarem muitos annos da sua verifica-
rlo ?
Ora, esta regra que ninguem pode contestar nao
tem sido entre nos observada com a pontualidade, que
cumpria por isso que as distancias das provincias, a
difliculdade de colligir todos os esclarecimentos para
serem a despera e receila justificadas inmediatamente ,
nio era possivel deixar de se conceder um largo praio
para esle fim; mas, tod>s as vetes que se puderem
justificar os factos sem esta detenga. sem este largo es-
paco he de rario que se diminua o prazo. Que ne-
crssidade peigunto eu, ha de se demorar a conta des-
la despeza tanto lempo, quanto se demora a da receita e
despeza do estado do presente exeicicio isto be 2
annos depois? Ha alguma razio '.' Esta despeza nao
esta inicuamente solada de loda a outra ? Pode o go-
verno rpi-licar alguma deslas quantias para objectos di-
versos ? Nio esli liquidadas, como elle assevera ?
Eolio, para que 2 annos de espaco ?
A dispoiicio deste artigo he nova, pens que em-
parte nenhuma do mundo civilisado se encontra seme
Ihante. Todas as quantias concedidas para creditot se
conaiderio especialissimas, de maneira que o governo
nio ai pode applicar a outros objectos senio quelles
para que aa pedio; entretanto, apelar desla ie..ra ge
rain ente seguida em todas as nacos aqui, por esle
artigo 3 so se obriga o governo a apresentar al con
tsa 2 annos depois como se estas despezss estivessem
nos mesinas ciicumstancias das despezas geraes do es
tado!
Nio ha, eu repite, a tnesma razio : no caso de des-
peras geraei ti em anda de seren feitai ai mesmas
despezas, a receita tem anda de ser arrecadada ; teem-
te de colligir o esclarecimentos oecessanoi para te ve-
ii'iuiiiaaaiTiiTraia^aM
par de outra, que ainda nao est (cita, que
anda nio eiti liquidada eque por conseguinte nio
se pode demonstrar senio em um muilo maior espato
de lempo. Ora, he evidente que estes factos verifica-
dos avaliado* logo depois que elies le realiso pode
rao ser melhor apreciados, do que decorrido um gran
de epaco entre a sua existencia e o seu examo.
Eu quero, Sr. presidente offerecir urna emenda
regulando a presentarlo doi crditos : qualqurr que
eja o resultado, que ella tenba para mim, he sato mui
lo indiferente e nio podendo continuar a disctalo
por ter dado a hora nio lei se a devo aprsenla?
agora...
O Sr. Prnidinti: O nobre senador pode apre-
senta-la.
O Sr. Va$cnactlhs: Entio a emenda que eu
quero oflererer deve ter lugar antes deste artigo : a pri
meira em-nda lie esta : durante as sessoes da as-
ir mbla geral o governo nao poder faier depria al-
guma que nio esteja decretada na lei do ornamento,
ou superior i decretada,sem que seja proposta ao poder
legislativo por elleapprovada. Esta disposiclo me
parece que eit < de acord com a conslituicio do esta-
do eque he admittida em todos os corpos legislativos
de mundo civiliado. Urna vez que a constituicao do
estado incumbi ao corpo ligislativo fixar a despeza pu-
blica nio pode o governo decretar despezas, que nio
eslejlo fiada pelo poder legislativo, ao menos durante
assessSesdaassembla geral. Seo governo livesse de
baver taes crditos sem a interveucio do corpo legisla-
tivo vinba elle pelos menos a ter auloridado de fixar
aidespezat. que nio tiveisem sido previstas no orca-
mento ; e bem ae v quintos inconvenientes nio re-
sullariio deite systema.que infelizmente tem sido adop-
tado pelo actual ministerio. V. Exc bem v que o
actual miaiiteriotem feito muitas despetas, .para que
nio rstava autorisido pela lei do orcamento, e na pre-
senta das cmaras, sem que ellas fossem ouvidas an-
tes de ter deliberado taes despetas. Ho preciso, poia,
por um termo a esta marcha, que nio he regular, que
nao esta de accordo com a constituicao. Ora, eu limi-
to s esta providencia ao caso de eslarem reunidas ai
cmaras, porque, como nao desejo escassesr ao gover-
no o meioi neceisirios para o desempenbo dos aeui
deveres, desejo que se fique enlendendo, que, na au-
sencia descamaras, o governo pode lazer drpezas no-
vas, que nao eslejio decretadas pelo poder legislativo,
ou que srjio superiores s decretadas pelo poder legis-
lativo, urna vezquojulgue indispentavel fare las.
[Do Mercantil.)
coto rhostrjs de decidida determinacan, deapeju o rop
de ponche, metteu a inSu no collo, e relirandu-a vag.i-
ruaa, cm urna especie de solcniiidadc, aatim reapuii-
deo a ultima pergunta doi leui cnuarada:
Nioiei; iai este prnhor, que me fui abandona-
do em urna memoravel circuinitaiicia, talvs puna dia-
ipar na vossai duvidai.
E triumph.mte tacou do icio o bracelete de Jmr-
phim.
Mae em qoanto ni teus amigos, de nuvo confundidos,
aObre rile ae preoipitavio para de mail pierio eiamiua-
rera u objerl de ana admirara, e de aua inveja, vi
Julio una ina |ierfeiiameutn calcada, que de repeine ar
n|irsimu da ja, e lli'n lubtraliiu, aem que nraae pri-
meir iiimrntu deiorprcu lhe viene o acord deaiip-
por a eile turto.
Volluu-ie eatupefaeto e deo com o olhu em Sainl-
Aniand, que all se bavia intrumeltidu tem delle da-
re ib fe.
Kuininava eate cuidadoiamente ai Irtrai gravadas so-
bre o atacador d pulaeira ; e quand acabmi, levanten
a cabefa, eocarou Julio e disae-lbe, riionha e pulida-
mente:
He lera tirar nem por: J. D..... Julio Durmea-
an..... OSr. iierdoa?..... reonheoi-o as auai mlui.
Sarita que uimha lia perdro eile braeelete a enirar a-
qui, e ha nina hra que opmcur i matanoiaa suas.
Cuinuhe, Sr.! diz Juliu anda atordoado. Ha bi
por torca cogaoo, e.....
POLTICA GERAL.
O SR. t.IMPO NA CMARA.
Da primeira liri >, que o -r. Limpo deo sua maio-
ria, ficou profundo resentimenlo em alguns. Obede-
lrio submissos, mas depois reflectindo, e sob o azor-
rague doi amigos edos ininigos. que procurarlo des-
pertar-Ibes os bros, comecurio a resmungar : li-
semos de ver; o Limpo ho um demonio, sabe que nada
valemos; mas emlim havemos de atarraxa-lo.
A esses descnnlentamenlos unio-se-lhes urna des-
confianca Emliora os nrgios da oi'posicao no pou-
passem o Sr. Limpo e at se mostrassem inclinadissi-
miis a lomar, contra elle, as dores pela cmara, tea c-
mara mostrasse querer repellir a ignominia persuadi-
rio-sc esses coitados, que nio sonho senio com a op
posicio, que o Sr. Lunpo servia adrede os inlensses
ella, e quera fazer urna mudanca de poltica, que Ibe
deixasse as garantas da lei e da justira.
A sao linda mais unin-se o manejo de orna poten-
cia, de que de ba muito nio fallamos, e que, sabendo
que eraoSr. Limpo incapaz depactuar comogrio-
iouro-de-anta, e de entregar-lhe o dominio absoluto
da pobre provincia do Ido-de Janeiro, travou com elle
combate, a ver se Ibe dava o tombo.
Que posic>o tomava o resto do ministerio em ludo
isso, que posicio tomavo esses rosentidos, esses des-
confiados, contra o resto do ministerio, bo o que nin-
guem quiz s.lier e a ninguem* importa: oSr. Limpo
he a primeira capacidade do ministerio, e urna daa pri -
meiras capacidades do paiz : os seus collegas (icio co-
nertos cun a sua sombra.
S fallava um ensejo para o rompimento. Sem mui
lo se importar com a contradicho em que ae iio por,
es-es senliores aproveitrio os accontecimentos do Rio-
da-Prala, e o pater patratus do partido, o ?r. P. Sou-
sa, doutrinou o seu Gabriel, deo tempera as suas ar-
mas... 0 combate lu tiatado.
Honra ao Sr. Limpo! acceitou o elle com a intrepi-
dez de queni tem aconsciencia da sua orea, de quem
Nio mr engao, rilmi eertiaaimu. Se quer anm-
piantiar-nie onde iiiiulia lia eatn, ai prvoi ter uu mei-
m nujl.iiite.
E enriando familiarmente o braco no do aterrado filln
d imlari, incii|.ai cola do |>|ir-llie a menor reaia-
teucia, o ni maimi |nir.i a sala onde ae dansava, em quan-
t ui ina niaiircboi quasi lio estupiefaelus tWlBW
aru caiuarada, vrndu-o partir, ilizein devagarinhu en-
tre ai:
Que significa isto? e que nos contava elle?
O bracelete da tia daquelle bi.meiii nio havia pa-
ra que gabar-ie!..'...
E cu que invejava a la fortuita !
E eu queja deapretava Virginia 1
E lodos urna a fita riclamr&i
Ora bem a lciu fui levrra!
Entretanto, pallido de culera e terror, poil que pre-
via o alcance deate incidente, tegnii Juliu o ira con-
ductor maquinaluirnte, lio fura anida eslava do conibi-
lar duai ideiai, e de tnmar um partido. Mai a aua deiea-
per.icao nio teve ni a la limites, quamlo vi Saini-Anuiid
em ves de ae dirigir aua piarenla, parar limite de Mina.
Orarunaia, que nao dansava eut.i, e eslava a, e apire-
aeniand-llie o corpu do delicio, dner-lhe cuto a inaiur
civilidade:
Minlia Sra., aqui o Sr. Julio nmatrava glorilo
ainda agora a aeua ainigus cale bracelete, que urna mi-
iiIim |iareuta aqui puniera. B-iu v a Sra. qui eu devia
reclaiua-lo, a tiui do evitar da piarle de rapases lovianoa
'em cabal ideia da fraqueza da doclidade dos seos novos
dversarios, de quem tem o alto senlimento da digni-
lade do governo, da tolidariedade moral dos gabinetes),
."oio nos pontos de poltica interna, ao menos nos de
poltica exterior.
O Sr. Gabriel tinha servido de voz ao Sr. P. Soute
para accomtnetter a eisei. que, de frente, S Exc. nio
animava a atacar. DiHamado, ineaclamente com-
nentado. o projecto de convenci, por ellas feilo, de-
ra tema a mais odiosas e injustas arguides: o Sr
Limpo pul veris m-as. e moslrou que as estipulacoes
nelle arceitas nio eriosmente asdecorosas ao imperio,
senio as nicas aennaelbadas peloestudo dos verdadei-
ros inleresses do paiz. Nio damos a substancia dos ar-
gumentoideS. Exc, mataosnossot lettores folgamos
le declarar, que elle* a acharad no nosso artigo do nu-
mero pillado.
A proclamado da solidariedade dos ministerios em
poltica exterior assanhou a biles desses senbores, pois
le prompto despeilou a desconfianza que os preoecupa;
'eceil'io que esa solidariedade, assim admente pro-
lamada, so eslendrsie logo a alguns pontos eardiaes de
nlitica interna, e logo, e logo,. Essa eipressso, pois,
loi por files acolhida com todo o deifavor, e he de pre-
ver, que nos seus concilibulos, senio na tribuna, a
tenhSo impamente rommentado, emhora seja ella co
no axioma de intuicao em lo lo o paix que nio anda
entregue a revoluroei e reaccoes continuas.
Assim felicsimo na parte do seu discurso,em que de-
fendeo os estadistas do partido ssquarema, nio foi S.
Exc. lio f liz na dele/a do Sr. Ernesto. Trez erio ai
interpellacOes do Sr. Gabriel ; a I.1, sobres mistan A-
brantes ; 2.", sobre os meios de proteccio aos subditos
brasileiros, residentes no Rio-da Prata ; a 3.', subie
a detencao de Fructo Rivera.
A' primeira o Sr. Limpo dexou entrever, que real-
mente bouve alguma cousa, assim a modo do que li-
ten) dito ; lallou, porm, diplomticamente, deo a en-
tender ; porm, nioodisse, e expoz os motivos, por
que assim se deveria ter feito. Coofessamos, que a po-
sicio do Sr. Limpo, nesse ponto, era dat mais delica-
das. Esse acto era do Sr. Esnesto, que te bavia con-
tentado com responder, todas as vetes que igual in-
terpellacio lhe era feita.declarando csthegoricamente e
sem explicscdes, que nio se havia solicitado a inter-
venco. Deveria ser o Sr. Ernesto, quem por si res-
pnndesse; mas o Sr. Ernesto, que, no principio da dis-
ctalo, tinba estado presente, insensivel a ludo, harta-
se immediatamente retirado, para ir dormir em sua
casa. Com a aua consummada babilidade de tribuna,
soube, porm, oSr. Limpo aproveitar-se da acquies-
cencia dada pela maioria e pelo proprio Sr. Gabriel ai
fleclaiacoes sem explicaroi'S do dormiohoco Ernesto, e
fazendosobretahir a vergonhota contradicio desses se-
nbores, disselhes pouco mais ou menos. Se a vossa
insistencia agora, em ponto em que ba quatro mezes
vos d-les por sstisfoitos, quer diter que nio tundes bo-
je confianca no ministerio, mostrai-o mais explcita-
mente. Certo, tem razio, o Sr. Limpo ; nio be po-
rm menos certo tamben) que o Sr. Ernesto, apro-
veitando se do Ilimitado ministerialismo.que entio pro
fessavio esses amantes do pio-de-ldo Pombalele. col-
locou o seu successor em apuros, e fax que agora tra-
gue bem amargurado calis essa pobre maioria lioso!-
Iredora entio, e boje lio arrufada. OSr. Limpo ni
teria um meio de brilbantemente safar-so dessa posicio:
era expor com toda a franqueza os actos do seu prede-
tessor, e concluir mocinbos, reparem que Vmcs se
slio enndemnando a si mesmos com essa extempor-
nea insistencia ; entendei-vns com o Sr. Ernesto, cu-
jas repostas j vos satislizerio.
Quanto a seguranca dos Brasileiros, affisncou o
Sr. Limpo, que todas as providencias estsvao dadas pe-
la noss3 marinha, pelo nosso exercito no Rio-Grande,
para queseja elicaz a proteccio que Ibes he devida.
Outro ponto, a que o Sr. Limpo respondeo satisfac-
toriamente, fui o que era relativo ao tratado com o Pa-
raguay. O governo reconheceo a independencia dessa
repblica e est firme nesse reconbecimento ; ao pro-
testo que enlio Ibe foi intimado por parte da repbli-
ca argentina, oppoz um contra-protesto. 0 tratado
cuja ratificarlo est suspensa, he outro, e esse mesmo
nio est ratificado, porque nadi estipula quanto aos
limites do imperio com a repblica, como era esten-
cial seconvencionasie.
No ultimo ponto, porm, sentimos que S. Exc. foi
fraquissimo Fructo esta detido no Rio-de Janeiro,
porque, inimigo do imperio, alliado dos rebeldes,bave-
ria loucura em deita-lo poder-nos ser ainda nocivo -
Nio, Sr. Limpo, nos nio temot jurisdiccio sobre o
vencido di India-Morta, para convencimos a sua po-
sicfio d asylado em posicio de prisioneiro de guerra ;
e por mais conlrario que bouvesse elle sido ao imperio,
por mais positivas que sejio as provas que tem o gover-
no de sua deslealdade, no Rio de-Janeiro, be esse ho-
mem nosso hospede, e como no-so hospede nio lhe po-
demos imper a nossa bospitalidade quando elle ji a nio
a quer.
Dessa exposicio do discurso do Sr. Limpo ji se v
quanto oeste ultimo ponto di elle fcil contestarlo ;
assim tambdm quinto muslo-branles, esas loucura
dosberoes de 1844. CoosU-nos que na sua replica,
qaa dutu tres horas, o Sr. Gabriel aproveilou-ie det-
sesdous pontos. Infelizmente lallou o Sr. Gabriel
em hora ji to impropria, que pouco nos poderlo n-
(ormsr do que disse, e (orea not he aguardar a puLli-
caciodo seu difeurio para delle ajutarmot.
Oque, porm. do discurso do Sr. Limpo esleve im-
pagavel, o que tanto mais applaudimoa quanto com a
cmara actual, com o ministerio pombalele, ji disto
eitavamos drsacostomados. foi franqueta prmica
cmara, loi e mentar : o ministro nio quer adhes5es. que nio sejio
mui sinceras, nio quer maiorias rrsmungantes. arru-
fadas, equevotio, pelo calculo de interesse de posi-
c5es, todo o que deltas exige o ministerio. Se oio
teem cnnlianca no ministerio, declarem-o, eii o resumo
da loa lingoaeem. Responde-lhe, porm, a voi do in-
tercale. Nada ; havemos de atorar tu lo. al que o
notso dominio usurpado se consolide, al que os meios
de geral conflagraran eslejlo lodos prompto!.
Nos, que conhecemos os homentinhos, apostamos,
que toda essa trovoada, que est armada, dar ainda
urna vez em cousa nenhuma.
O ministro quer ludo publico, prometi lo-to com-
municar i cmara, ao paiz, promrtte etpor-lhe todos
osseut pemamentos. Erre, ou acert oSr. Limpo. pe-
lo menos he o restaurador de urna cou vamos etquecidos : he um ministro do rgimen parla-
mentar.
^^__________________(Do Brasil, )
PERNAIYIBCO.
JURY RECIPE.
QUINTA SESSA OBDINAIIA.
Praidencia do Sr. ouior Rodrigues Selle.
Da 26.
Reo Simio Antonio de Santa Anna, '
Crime Uso de laca de ponti.
Advogido O bachirel Lourenco Avelioo de Albu-
querque e Mello.
O reo loi absolvi'le.
COMMEhcIO.
AI Candeda.
Rbndimento do da 25................. o:5l6j440
Deicarrega hoje 22.
PatachoSlavomir.farinha.
Consulado.
BENDIMKNTO DO DU 24.
Geral847*792 Provincial32*031
rint, ca|iaiei do |irejudiear a jima pieaioa, que eu rei-
|ieito. Mai quer u Sr. Ruliineau queeilajnia venha da
Sra. para o que arria precian ter-lh'a dad, o que niu
lie adiniisivrl. Pelu que, nprro da la bmidade que lhe
(oca seniir que elle nada pnde ter em leu |iuder, que .1
Sra. lenha pertencidu, e muito inenoi que d'iaa lhe le-
ja peiiiiiitid faier iisteuiac cun naco de una re-
liiiiaco, que tilo fono liu beiii eilabulecida como a
da Sra
Havia Jutcphini primeira villa d'olhiu reoonhecid
u ieu traite. O |>equeuo discurso de Saiut-Aniaiid, Un
|ierfidainente le ido de faliu e de verdade lhe deaoubri-
ra a ini|ierdavel leviandade, deque Juliu catata crinii-
uau ; leve um grande aualu, e mure 11 re lanc.nu olhoa
depirofundu e dolnrniu es|ianlo mu ora iiiulher que
e sibia runter, quando I lio convinha, nioderou de au
bit o aeu transporte, e vultandu-ae para Sainl-iiiiand.
lhe dille em pulid! termu, mal aasai clarui para Ibr
faier lentir o aeu deipeitu por ver-ie-lhe brigada:
Agradeco-lhn, br, meu, nieii prueeder. aueiae
cuiu etl.ii bu neu eate bracelete qtioira muatra-lo a
Sra. ana pareula, e a upiniAu della tirar tuda ai nuaiia
duvidai.
Ubcdeco-lhe, minhiSra. Quanto a Vm., Sr.Robi-
neau, ajunlou ello voliindu-ie para o hllio d nutari
que caiiiaaj.ido, anniquilad a aeu lado a penaava n
I'' J iaeplnn.1 llena sentir nesse inoiurnt, pruvavel-
mente llie ne indifferenie agora aaber o parecer de mi-
nha chara tia Doiucrion.
RRAQA DO RF.CIFE. 25 DE OUTUBRO DE 1845,
AS TRES HORAS DA TARDE.
REVISTA SEMANAL.
CambiosAs lrensacc,des da semana continuarlo a 27
d. p l) rs.
Aasucar As entradas do novo, em carga de cavado,
teem sido limitadas ; por isso o preco tem
subido, a as vendaa do embarricado masca-
vado regulara a 2,200 n. a arroba, e do
brinco de .t,2(IO a 3.'V.Q n. a dita, eencai-
xado a 1,800 n. por arroba sobro o ferro.
Algodo Teem continuado asenliadas limitadas, e
efleclurio-te vendas a 5 200 rs. a arroba de
l.'sorte, e4700 ri. de 2.'
Couros salgadosO deposito be crescido, e as vendas
teem sido aaoderadas da 117 libra.
Azeite doceNio ha do Mediterrneo.
BacalhoNio existe nenbum, nem meimo para reta-
Ibo
Batatal Faltad]
Carne teccaNiocbegou cartegamenlo algum doran-
te a semana, e o deposito he de 21000 ar-
robas, tendo tido moderadat as vendaa de
2,000 a 3,600 rs. a arroba do Rio-Grande.
Farinha de trigo Chrgou um carregamenlo de Tri-
este de 2128 barricas, que.se dit,foi vendido
a 16.600 rs. a marca SSSF, e 14,100 rs.
da dita SSF: outro carregamenlo entrado
dos Estados-Unidos seguio para aipnvincia
do Sul: e o deposito em priuieiras mios be
de 2100 barricas.
Dita de mandioca Cbegrlo diversos carregamentoi
no deouno da semana, com os quaes aug-
menlou o deposito,e nio obstante as sabida!
pira ai provincias do Norte, os presos esto
mus fiouxns.
Queijos flamengoiVenJiao-se de 940 a 1120 ri.
cada um.
Sabio amarellodem a 105 rs. a libra.
c liuguaroiros miii longos o desagradiveii cominela-1 E ten esperar respoata, o caiqtailho nuduu prufun-
damente a Mina. Deiromii e dirigio-ac para outro pon-
to da sala.
Apiar do ponche, Julio a quem alii havia ja pana-
do a bebedeira, quitera ver-ae Imige d'nlli cen legoai.
Oesejra fugir, e cuino que pingad ata va ao lugar piur
una turca auperiur a aua Vuulade. Quo jualificaci lhe
era |n>iiaisel em la ardun niuiuentt t'atendo rio fim
de.seapier.idu eaf.irfu, e aem ouaar per ulhu em Mina .
Deirur.aii, ganha do um sallo a purla, evitando o
camaradaa que lhe vio au encontr, chrga a cacada,
caima tuffuoadu! e procurando o ar deaoo para o
pateo 1
Ah, gyra, a panul largui, agitado, alguna minuto,
bitendu deapiedadu a fronte, u peitu, deaeipierad, fu-
rimo contra ai mesiii ; dcpoii, a medida que reflecto
nai cooaequeuciaa du leu cumportaiuentu, cada tea ae
torna a aua eolera maia terrivel, ate que, callead ees-
hauridu, para e lenta-ae aebro um frade du pateo. Por
imito teiii|io ahi ineditnu allliolu e trille, ate que, nhin-
ilu de repente de tua miuubilidade, vai au vestbulo,
chama uro criado, e ilii-lhe ciiforeuidu:
V duer a Mr. Saiot-Amaiid que algurm aqui es-
t em baixo, que lhe quer fallar immudiatamunte. Ue-
preaa.
Saint-Amand deaceu quasi ao inesroo lempo.
Juliu, mal u aviatou, correo ao aru enooutrn. Tra-
vou-lhe por ana vei du bi-ac.n, arraaln-o para a ra,
ireuiiilo de furr e niu de tiroidea, que cutio uto era
iuaii tmido oiufelis!.....
(Cfiinir--ia)
J


Apenas entrarlo no nosso porto, durante a saman
fio-la 5 embarcacfles,tundo sahido7,eezislindo boje 50:
seoio 1 americana. 39 biasileira, J franceza, 2 in-
glezat, 5 portuguezai, e 2 sardas.
i*
Muviiuento do Porto.
iVari'oi sahidnt no dia 21
Ceir; brigue biasileiro toaru, capillo Jos Antonio
Cabral. carga farinha.
Cetra por Parahyba e Rio-Granda do-Norte ; brigoe
hrasileiro Felix-Uniio, capillo Francisco di Silva
Matta, carga larinha.
\avini mirados no dia 26.
Lisboa ; 33 dia*. bogue portuguez 6bnrsico- ria, de 323 toneladas, equipagem 16.capillo Manoel
da Costa Noves, carga vinbo e mais eneros, I Tho-
snaz da Aquino Fonseca. Passageiros. Jos Ferreir
Brlo. Jos Luii Pereira Braga e Manoel dos Sanios.
Portugueses; Antonio Kusebio R bello. Francisco
Prudencio Mello, Ventura Jos, Jos dus Santos t
Jlo F'uza.
Porto; 45das,brieue portuguez Varia-Feliz, equipa-
gem I 3 cipi'io Antonio Luii Gomes, carga vinhu r
mus geni-ros. Antonio Joaquim >le S u/a Rilieiro
PiiM-ig iros, Victorino Moreira de Souzi, Urasileiro ;
Alaria Joaquina da Costa, com urna lilha menor Bo-
niacia, preta, coro urna filha men ir, Joaquim Anto
nio iln l' orno, Anl mi Carduzo da Silva, liento Jos
Antunet, Julo Martina de Marros, Jos Narcizo d
Sil, Francisco Teizeira da Cunta, Jos Nogueira
Custodio Moreira de ouza. Jos Dias da Costa, Jos
Jorge Tarares, Francisco Diai da Costa, Alt-xandre
Antonio Pereira Dias, Antonio dos Santos, Manoel
Soares, Francisco da Mlva, Manoel Ribeiroe Manoel
Duara, Portugueses; Jlo Antonio Savarito e Do-
mingo* Martina, Hespanhoes.
Navios saludos no meimo dia.
Babia ; brigue hrasileiro Anna e Constan/:, capillo
Antonio Goncalves dos Santo*, carga carvao animal
e outros gneros; passageiros, Francisco Mara Du-
prat. Francs, e uro escravo ; Antonio Moreira Lo-
pes, Portugus; MigUil Joaquim de Castro Masca-
renbaa, Gregorio de Castro Masearenbas, Jaimes
Carlos Leal, padre Antonio Muniz da Silva, Jlo
Muiiii da Silva eumescravo, Brasileiros.
Rio-Gran le-do Sul ; patacbo hrasileiro Emiliana, ca-
pillo Vicente Ribeiro dos Santos, carga sal, assucar
e ago'ardente ; passageiros, 12 escravos entregar.
de Oliveira Faneco : para carga e passageiros, trata se
com os consignatarios .FirminoJ. F. da Roza & Ir-
mio ou com o capillo.
Para Lisboa segu viagem a escuna portuguesa
TarujoSc Ftlhot, capillo Francisco Antonio de Al
neida : quem na mesma qui/er carregar ou ir de pas-
sagem, dirija la ao capillo, ou aos consignatarios
''irmino J. F. da Roza & Irmao na ra .do Vigario .
o. 23.
Para o Cear segu, em direitura deste porto, o
bergantim nacional Ecko para onde ple recebar al-
gum carga passageiros: trata se com o capillo Ma-
noel Jos de Azevedo Santos, ou na ra da Cadeia do
Recife.n. 12.
Para Pqrto-Alegre e Rio-Grande-do-Sul, sa-
bir*, com muita brevidade, o patacbo Olivia a : quem
luizer carregar escravos a Ir. te entroda-te com Jlo
.Vaz de Oliveira na ra da Cruz, n. 61, primeiro
andar.
A sumaca Santa-Mara-Roa-Sorte pretende sa-
hir at 10 do me/ de novembro para o Aracety : quero
muer carregar. entenda-secom o mcslre Jos Joa-
luim A Ivs defronle do trapiche novo ou com Vic-
torino Teizeira l.eite na ra larga do lio/ario n. 4 ;
pois j tema maior parle deseucarregamentopromplo.
Para o Rio-de Janeiro sejiuira,no da 31 do cor-
rente mez, a barca Firmeza ; recebe alguma pequen
qualidade de caiga, assim como escravos a frete : os
Sr.,quesero fallado para te transportaren na referid
barca, queirio entender-se com o capitao Narcizo
Jos de Santa Anna. ou com Gaudmo Agoslinbo de
Barros, visto acbarem-se quesi preencbidos os cama-
rotes.
= Precisa-se fallar com Julo AUes Corris genro
do alfares Lourencinbo, queaotigamente moravio na
Corita termo de Tabaiaona ou memo coro a sogr
do mesmo Correia ou coro seua procurad res nesla
praca para negocio dos meamos : na ra de Apollo ,
o. 34.
-= Aluga-se o segundo andar e sotio do aibrado da
rua Nova n. 65 pnr230s'rs. : a tratar com Anto-
nio Ferrera Lima ou na venda por baixo do mesmo
sobrado.
Le. loes.
Kditaes.
=0 Ulna. Sr. inspector da thesouraria de fazenda
manda lazer publico, que, em confonnidade das or-
den* ji anteriormente publicadas, no dia 9 do m-i de
novmbro protimo futuro tem de fin lar o pra'o mar-
cado para a substituidlo das notas de cinco mil ris da
2.* estampa por valor igual, principian lo-se d'ahi em
dianloeom descontos prozressivos de lOpor cento om
cada mez. Secretaria di thesouraria de fazenda de
Pernainbucn, 25 de outuhro de I W5 O official da
secretaria. Emilio Xaviir Sobrara di Millo.
= Kalkmann & RosemunJ lara<5 leilau, por inler
venci do correlor Oliveira,, de variedade de larendas
inglesas, francesas, suissat e allemiet, de seda, lia, li-
nlio e de algodioas maisproprias do mercado: quin-
ta feira, 30 do correte, as 10 horas da manba no
seu armazem na ra da Cruz.
Me. Calmont & Companhia fario lejlio, por in-
lervencao do eorretor Oliveira de algumas fazendas
ingleas, para realisarem faturas principalmente de
urna porclo de lindos lencos de riquissima seda pre-
tos e de cores para o pescoco da ultima moda e pro-
prios para a fesla em lotes a vontadade dos comprado-
res assim como de urna caiza de ditos de cores para
algibeira. ltimamente ci-egadot de Loodret : quarta-
feira 29 do correnle as 10 horas da maobaa do
teu arma/ern largo do Corpo Santo.
Avisos diversos.
=A Sia. D. Francisca, miradora no bairro do Re-
cife, queira apporeeer na ra das Larangeiras, n. 12,
2 andar, fim deconcluir o negocio, sobre quo tratou
no dia 24 deste mez.
= Do porto da ra Relia urtrao urna canoa de car-
reire.comolctreironappaFlor-do-/lio, militme-
neira, com embonos e pintada nio de Iresco : quem a
pegar e levar a dita ra, n. 37. sera recompensado.
Aluga-se a casa grande do Cajueiro com o seu
- Da casa do baixo assignado fugio um seu mole-
que de nome JoSo. naci Mucambique. de idade de 15
I annos, cara redonda, olhos grandes, beicos grnssos e
salientes, e com um signal de fnrda no peito esquerdor
quem o encontrar, e Uouser i ra do Hospicio n 14,
do bairro da Boa-Vista, ser recompensado de seu tra-
balho.
Jtronymo Martiniano Figueira de Mello.
Aloglo-se os primeiro a (erreiro andares da eaaa n.
19. da ra do Apollo; urna dita terrea, ha pouro acaba-
da em Fina de-Portas, no principio da ra do Gua
rarapes, e esta com bons commodos para familia, lendo
um grande solio com bonita vis'a p. r.i o mar, Olinda e
Sanio Amaro : os prelendentes dlrijlo-se a mesma ra
de Apollo, armazem de loio Jos Rodrigues Lnfl]r.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado, n. 9, da
ruado Queimado; a tratar na lo|a do mesmo.
Desej-se fallar comoSr Lui/Jo< Villela, e.
no casd de nio existir, com algum seu herdeiro, pira
negocio de seu inleiesse : no largo do Collegio, luja de
chapeos, defronte da casa de Magalhacs Basto.
Dentista.
M S Mawson cirurgiio dentista a instancia
de varios amigos, resolveo-se a demorar por ora a sua
viagem para o Sul; entretanto faz scienle que rece-
beo um complelosortimento de denles artificies do no
va invencio ; tambero contina a limpar denles e
chumbar com ouro e prata e fas todas as mais ope-
racSet perlencentet a sua arle : na ra Nova, n. 2,
segundo andar.
LOTERU DO THEATRO.
'"As rodas Jesla loteria andio impreterivelmente no
dia 2o de novembro prximo futuro visto ler-se rea-
lisado o andamento das do sominano Os respectivos
bilheles acbio-se a venda na lujado thesoureiro, na ra
do Queimado n. 39; nado Snr. Meneres Jnior .
rus do Collegio ; na bqtica do Sr. Moreira ra do
Cabug* e no bairro do Recifo as lojas de cambio
dos Srs. Vieira e Manoel Gomes
Aluga-se o segundo andar do sobra-
do sito na ra Direita, n. 20, com bons
commodos: a tralar na rua do
mais barato do que tnha-se feito : 01 pretndanles
dinjio-'e aos Srt. J. P. Adour & C, rua da Cruz,
n. 21, no Reeile.
= Na foja de Hypolito Saint Martin & Companhia,
rua Nova n. 10. ba novosorlimenlo de fa/enda* co-
mo eostumao receher por lodos os navioa qne veem de
Franr, ; como sejo : setins lavrados e matizados e*-
da para vestidos e chapeos chales e mantas de listra* e
quadros, e de outros padrees modernos, mant-letes
'lerharoalnle superior bieo de blonda muilo alvo e
de todas a* larguras chapeos de seda e de palha para
enhora e ludo o mais que pertencea lojas francesas.
= Empr.cade 30 do crrenti so arrematar, anterjnp. e "'^", ""0 cbae b'm P1""
a caroara municipal desta cidade. a alelo e revisa.. '"df d.e p0",ar "" b.llo 'parrairal e oulras arvores
das balances, peso e medidas do municipio do Rec.fe, "
a quem mais der sobre 10:217.745 rs.
E para que chegue ao conbcciroenlo de lodos se mao-
dou fazer publico pela imprensa. Itecife, 25 de ou-
tuhro de IS45 Uatfael Joaquim do fego e Alba
queiqui, presidente.Judo Jote Ferreia de Aguiar,
S cretarm

ei larages.
O arsenal de guerra precisa comprar o instrumental
segumle: oito clarinetas, orna requinta, ilnus flautins,
um pistn, urna corneta de rbaves, um clarim de har-
mona, duaa trompas, dous trombones, dous of-clyds,
um jogo de pralot, urna caiza de ruf.i e seus perlences.
e um triangulo : quem estos_ instrumentos quizer forne
cer, mandara Iraze-los, com suas prnpostas ero carta
fechada, a d'iecloria do mesmo arsenal, at o dia 27 d
correnle mez.
Directora do arsenal de guerra, 23 de oulubro de
1815. No impedimento do eteripturario, o amanuen-
se, Jodo Rica-do da Stlva.
. O arsenal de guerra precisa comprar quatro ca
vinotes e cem arrobas de cabo de linbo, velbo; quem
taes gneros livor, mande trazer suas propostas, em car-
ta lechada, e un devnote por amo-Ira, a direcloria do
mesmo srtensl. at o dia 29 do correnle mez. Diroc-
tona d.. arsenal de guerra. 25 de outubro de 1845 No
impedimento do eacriplarario.
O amanuense, Jodo Ricardo da Silva.
= Pela presente slo novamente convidados os senho-
ret sccionislas irem realisar as acedes, que tdhtcrevrio para a edi-
ficaeJo do mesmo em casa do thesoureiro Jos Ramos
IdeUliveira.
Admini,trocao do patrimonio dos orphdos.
Nio teoJo concorrido licitantes arrematarlo das
Irendas da cata n. 4. tita no largo do Hospital do Pa-
Iraiio ; mesma administraclo manda fazer publico,
ique ditas renda* vio novamente praca no dia 31 do
Konenle mez. p. lo meio dia : pelo qne. as pestoas. que
o propuzessem dita arretacao, poderd comparecer
ia casa das tessdes da administracio, com seus Gadores.
iecile, 25 de oulubro de 1845.
O escriptorario,
J. M.tla Cruz.
ivisos martimos.
. 1 n' **'" *f8ue om muita brevidade o ber-
Itntim Oeos-ra-Guurda. para onde recebe carga a fre-
'' panageirui: os prelendentes podem tratar na rua
^^'^Hwife.armazem n. 12.
rauJti"* Am ,e*ue 'gem em poucos dias o
erreira n*"n"1 F'"'' c,p,Uo Manoel Marciaono
s..... uen,no mesmo quizer carregar, ou ir de
passagem dinja-ie. ru, do v arj 8, ,,
|rD"u,eoo,,noi, F.rmino J F. da Roza *
Irmao
s.~KLr!Li.,boMegu"'i,em -com mulbrevid
o bergaotioo larujo-Pnmeiro, capillo .Manoel
commodos para urna
g-ande familia eacba-s. bem arranjada ; tambem se
alugio 4 casas no mesmo lugar, com bons commodos
pa se morai ou passar a lesia trndo tod.s banho,
porte acharem, perlo do rio ; adverle-te que se alu-
gio todas juntas a um s alugador ou cada urna de
per si ; aluga se mais urna olaria na Passagem-da
Magdalena, di -fronte da Capunga tendo barro den
tro para toda obra terreno para plantarles e pasta
gem de vareas : a Iratir no mesmo sitio do Cajueiro ,
a qualquer horado dia.
= Precisa-te de um caizeiro capaz que entenda
do servico de padaria o que il fiador a sua conducta,
para tomar cunta de urna dita por balando, e di-se bom
ordenado: as Cinro-Pontas, n. 63.
Precisa-se de o m caizeiro para urna venda que
d fiador a sua conducta ; em Fra-de-Poilas rua do
Pilar primeira v nda a direila indo do Bom Jess.
J. W. Graham relira-se para fra do imperio.
CJuem precisar de una ama secca dinja-se a
rua da Penba n. 21.
Toma-te roupa para engommar, tanto vindo
lavada como tambero se obriga mandar lavar com
toda promptidio e asseio ; na rua estrella do Rosario ,
n. 16, segundo andar.
No deposito do rap do Bandeira na rua estrel-
la do Rozarlo n. 6 di-se gratis a todos os fregu-
es antigos e presentes e aquellet, que gostarem de
urna boa pitada urna a duas oitavat, diarias, de qual-
ijuer do dito rap, e rolo bamburguez e islo por
lempo indeterminado ; e vendem se os melbores cha-
rutos da Baha a 20 rs. e a 3 pur 40 rs. ao cento ,
1200 e a 1500 rs.
Precisa-sede dous homens que Irabalhem em
um sitio muito perlo da praca ; tambero so alugio 2
escravos mensslmenle dando-se-llies de comer para
trabdlharem no mesmo sitio : na rua da Cadeia do Re-
cita n. 25, que se dir quem precisa
Precia.-te alugar urna preta que saiba farer to
do o sernco interno e eiterno de urna casa que seja
fiel e de boa conducta ; na rua da Conceicao da Boa-
Viala sobrado n 8.
= Prrcisa-se de um menino de 10 a 12 annot, para
caixeiro, dos viudos, ba pouco, do Porlo ; na rua da
Praia arma/ern n. 66.
Quem precisar de urna'apaz Portuguez, de 19
annot para primeiro caizeiro de venda, do que tem
bailante pratica dirijo se a rua Nova o. 50.
__ Quem quizer dar de dois al quatro contos de
ris, com seguranza em predio, t com os juros de um
por cento ao mez, pelo lempo de trez annos, recebendo
os juro mensalmente, dirija-se a rua do Fagundes, casa
n.7.que ahite diri quem o quer; cujo predio be igual-
mente livie, e nesta cidade.
Quem tiver urna imagem de N. S. das Dores e
outradeS Antonio, sendo obras perfeitas e que-
rendo troca las.adirija se a rua das Trincheiras, n. 18.
Deseja-se fallar ao Sr. Felicianoo Pirry Vidal .
que veio de Portugal, ba 3 ou 4 annos, pouco maisou
menos, para negocio de seu interesse : no paleo da
S. Cruz na Boa-Vista n. 6 ou aoouncie sua mo-
ma to Collegio,
segundo andar n. i/J.
Um moco se oflerece a algum Sr. negociante para
caixeiro de rua ou de es cripta; pois lem muilo boa let-
tra: quem precisar annuncie.
= Urna senliora de bons co'tumes so encarrega da
crircao de meninos de peito. impedidos e desimpedi-
dos, e lambe m recebe meninos pora desmamar,
no que promelte eimerar-se: quem dj seu preslimo
se qui/er utilisar, dirija-se ao pateo do Terco, n. 26.
segundo andar : na mesma casa vende-se um relogio
oe par>'de,muito bom regulador,por prero commodo.
' Roga toa quem fr ollerrcida, souher noticia, ou
mesmo liser achado una seriema, que julga-se ser a-
|ia nliiidii, n fasor de levar na ruaNova, n. (i,que se re-
compensar o seu trabalho.
Agencia de pnssapnrtes.
Na rua do Collegio,botica n 10.eno Atierro da-
Roa-Vis|a luja n. 48, tirlo-se pass*portes para dentro e
fra do imperio, assim como despachio-se escravos: tudo
com brevidade.
= Pnra esclarerimenlo de qunm ignora, remonde*
se ao autor do laronico annuncio inserido no D.-novo
n. 211, 3? e 33, qu o cmara municipal hem teieo-
le esta .le que naquelle terrado tempre asisti um ca-
no, aun serve de despejo asi anoas, que recebe do te-
Ihado, e nao de agoa i m momias,ronm diz em seu 11 or-
dz annuncio; o que liem claro est, nao s a vista dos
moradores daquella rua,como tambem de todos quantof
por alli pas>in.
= Avisa-te ao respeilavel publico nue 0 te-reno, an-
nuncia.lo i venda nos Dia-ioi ns. 238 e 239, sito na
rua do Rrum em F.'ra d Portas, da parle da mar
pequea, com 33 palmos de frente, e 150 de lundo,
alterrado e prnmpto,_ com urna casa de madeira, esta
hypothecadu e ponhorado pelojuizoda 2.a vtra.es-
crivio Reg.
= Aluia-so urna casa na povnacao do Mnnteiro, a
lerceira da carreira que foi de Domingos Rodrigues do
Passo, com 2 boas salas, 3 grandes quartos, co/inba
lora e estribara, quintal murado com portio para o
rio e por prero commodo : na rua d'Alegria ,
n. 36.
Perdeo-se desdo a ruadoCabugs at o principio
da do Queimado, um bollo de carniza, de ouro, com
escudo, espada e lacea atravestsdas; quem o tiver a-
chado, e quier entrega-lo na rua Nora, n. 44, lera
gratificado.
= Avisa sesos Srs. Alezsndre Lopes Ribeiro, Jote
Raymundo Ferreira, Manoel Eugenio do Patrocinio,
Manoel Antonio Teizeira. que no praio de 8 dias, a
contar da data desl-, ventilo letgalar 01 seus penho-
ret; do c ntrario terso vendidos para pagamento do
principal e juros, (cando os mesmos obrigados a repOr
o que (aliar : na rua das Cruzes, n. 42.
=Nio so enlendecom o Sr. Manoel Jos de Araa-
0 Machado o annunciojleito nesle Diario, a. 235: e
para evitar mais pergunlas, declara-aeque as'pessoat,
com quem o annuncio se entenda, j to retirarlo des-
ta provincia. '
=rQuem precisar de urna ama de leile, dirija-se a
rua Direita, padaria, n. 26.
\ = Na praca da Independencia, livraria ns. 6 e 8,
subscreve-te para os
ANNAES
ett
MKD1CINA BIIASII.IKNSK.
Jornal mensal publicado na corto do Rio de-Janei-
ro, e orgao da academia imperial de medicina : cada
n* conten 32 paginas rm 8." fraocez, impressio n-
tida.
Compras.
Acha-se a venda on. 61 na praca da Independen-
cia, livraria nmeros 6 e 8.
A CARRANCA.
O n. 37 acba-se a venda na praca da Independen-
cia, livraria ns. 6 e 8.
O CLAMOR PUBLICO.
Sahir.i hojeo n 55, e achsr se-ha venda na praca
da Independencia, livraria nmeros 6 e 8.
SOCIEDj\DE
PHILO-DRAMATICA
Hi je ha srssio extraordinaria da commissao admi-
nistrativa, e o primeiro secretario roga aos Srs. coro
missionados, que bnjao da' comparecer pelas 7 ho-
ras da noute na casa do costume.
Casa da Fe9.
rada.
RUA ESTREITA DO ROZARIO, N. 43.
Tendo o Ibesoureiroda loteria do theatro marcado o
dia 25 de novembro para o andamento das rodas desta
lotera pelo novo regulamentn de 27 de abril do anno
p.; o proprietario do ettabelecimento da casa da l,
onde se vendem caufellas da mesma lot ra do theatro,
convida a todas as pestoas, que goslio deste interesan-
te jogo, concorrao quanto antea a comprar dastuas
cautellas, e nao esperem para os ltimos das prximos
ao andamento das rodas, a fim de que nio venhioa
(car sem ellas, pela muita extrarcau que cstio tendo, e
mesmo pelas garantas que lem a bem dos comprado-
res ; affiancando Ibea que no dia marcado pelo the-
soureiro con erao infallivelmente ai rodas, fiqueo ou
nio bilbetes.
O proprielario convida a lodos os seus (reguezes, q
comprarem das tuat cautellas, a virem ou mandaren
na casa de seu estabelecimenlo,no da em que correrem
as rodas da lotera cima, das 4 horas da tarde al as
8 da noute,onde acharad a lista da extraccioda mesma
lotera, a uro de taberem no mesmo da 01 premios que
por torte Ibes tiverem sabido Os preros das cautellas sau:
decimos a 1.000 rs., vigsimos a 500 rs.
=.\'a praca da Independencia,livraria 01. 6 e 8, pre
cisa-se fallar aoSr. Laurenlioo Antonio Morena de
Carvalho.a negocio de importancia.
Traspasta-te a venda da rua do Fogo, n. 20,com
lodosos seut perlences : a tratar na misma.
=1-'. Duprat.nio tendo.por falla do lempo, podido
despedir-te j.essoal de todas as pessnasde suaamizade,
dirige-Ihes,por esto,os seus comprime.itos de desped
da, e Ibes oro-rece os teus serviros na Babia.
Aluga se o primeiro andar e loj. com (odas as
suas dependencias,na casa sita na rua Nova, n 7; tam-
bero se aluga a loja do dito separadamente, por preco|o
Comprase urna cadena de arruar nova 00 em
meio uso ; na rua do Trapiche-Novo n. 48
Compra-se urna correte de bom ouro, de 20 a
30 oitavas, sem fetio : quero tiver annuncie para ser
procurado.
Comprio-te os perlences de urna venda excep-
to a armado ; na rua do Carnario n. 7.
Comprio-te nssos; na rua Bella, n 30.
Comprio-se quartoas e barra v/asios : na ru/
Direita n 9
Comprio-se dous escravos peritos ofBciaes de
pedreiro e dous carpinas; na rua da Senzalla-Velba,
n. 110.
Comprao so efectivamente cascos despejados de
vinho ; botijas e garrafas vasias: na rua de S. Rita ,
n. 85.
No armazem n. I do caes da Alfandega, compra-so
urna bomba de ferro psra cacimba,ero bom uso.
Comprad-segarralas e botijas valias, e tambem se
irociio por gneros de venda : na rua do fiangrl,
n. II.
Vendas.
Vende-se a casa terrea
do paleo do Para izo n. 24:
na rua das Larangeiras, n. 12,
segundo andar.
Vendero-se chapeos do Chile a 3*000 : na roa da
Cadeia do Recifo, Inja de Joio da Cunha Magalbies.
= \ ende se una negrinha de idade de 15 annos ,
de bonita figura, sem .vicio algum; no Atterro-da-
B.oa-Vista n. 21.
J. As Sen horas do grande tom.
JNa loja da rua do Crespo n.
II, de Berilo Jos da Silva Ala-
#alhes, lia um riquissimo sorti-
mento de cortes de vestidos de
sedas e de cambraias, de difiPe-
rentes tecidos e de gosto mo-
derna; assim como elegantes cha-
peos de crep.
= V'endem<-se superiores canarios de imperio,chega-
dos prximamente do Purto, em viveiro ejl separados
em gaiolas muilo cantadores, por piecoJ commodo :
a rua eslreita do Rosario, veoda, n. 8.


II
FOLFINHAS
DE
846
Porta e Algibeira
PARA
1
Vendem-s e na praca da In-
dependencia., loja de livros n. 6
e 8; na ra da Madre de Dos,
venda da esquina defionte da
igreja; na Bo a-Vista, def. onte da
matriz, botica do Sr. Moreira;
em Olinda, botica da ru do Am-
paro, e loja do Sr. Domingos,
nos Quatro Ga ritos.
Vender um ptimo re-
logio de oiiro, patente horizon-
tal, muto bor^ regulador, por
preco commodo: ncsta typo
graphia.
= Vondo-se um carro novo de duas rodas, ou tro
ca-sepor um velho ; lamliem vendem-se escovas para
lavar e escotar carros: na ra do Collegio fabricada
cbapeo n. 8.
= Vende-se uma corrente de ouro de lei com 34
oiava, sem feitio; na roa das Cruies, n. 42.
= Vende-so uma das melbores vendas da ra da S.
Crui, n. .'i, a dinbeiro ou com desobrigada praca ;
tem bons com modos para familia: a tratar na mesma
ra n. 1, ou 5.
= Vende secara de carnauba, muito clara e cou-
/ ros d* cabra ; na ra do Trapiche-Novo n. 18, pri-
\ meiro andar.
. = Vende-se uma preta de naci Costa de idade
de 18 annos, de bonita figura, com principios de
engommar ; na ra estrila do Ro/ario segundo an-
dar do sobrado na esquina o'a ra das Larangeiras.
= Vende-se potassa muito nova, de superior qua-
lidade em barris pequeos; na ra da Cadeia do Re-
cife armazem de assucar n. 12.
= Vende-se uma escolente rabeca com sua cai-
xa ; na ra de Hortas, n. 140.
= Vende-se um lindo preto eozinheiro, e outro
gaohador, de linda figura; na ra da Semalla-Velba,
d. 110.
- Vende-se cha hysson em caixas de 13 libras, em
porcoese aretalbo; e potassa americana ltimamente
chegada : em casa de Malbeus Austin & C na ra da
ifandega Velha n. 36.
=Vende-se ateite de carrapato a seis patacas a ca-
ada ; na ra do Alterro-dos-Afogados n. 7.
= Vende-se assucar mascavado de arroba para
cima, a 2080 rs.; na ra D:reita, n. 53.
= Vende-se um sitio no lugar do Gigui com ca-
sa de taipa um bom viveiro que entra agoa em toda
mar com mais do cen ps de coqueiros, e outras
maisarvores, muito bom terreno para mais plantates;
no largo do Collegio loja de cbapeos, defronte da
casa de Magalbiei Basto.
mm Vende-se, por preco commodo um rico appa-
relho de porcellana para cha com sois pratos ; na ra
doQueimado, n. II.
= Vendem se duas escravas de nacao com bastan-
tes habilidades, sem vicio algum; no pateo da S. Cruz,
n. 18.
=Vende-se uma venda em muito bom lugar, e afre-
guezada para trra ; a qual vende o que paga do alu-
guel : na ra Velba n. 65.
^f Vendem-se duas escravaa de nagAo, de idade de 18
a 24 anona de bonitas figuras uma dallas coiinha ,
lava e serve bem a urna casa e a out;a be ptima qui-
tandeira ; urna crioula de 26 annos, de boa figura,
engomme, cozinba e lava bem de varrella e sabio ; 2
moleques, de 14a 15 annos; um esrravo de nacao
Costa de bonita figura proprio para earregar pa!an
qunn ; um mulalinbo de 18 annos, ptimo p-ia pa-
gem ; um escravo crioulo de 26 annos para u ser-
vico de campo ; urna crioula, de 24 annos, com ba-
dadei : oa ra das Cruies o. 22, segundo an-
preco commodo: no Alterro-da-Boa-Vsta loja de
miudeas, n. 54.
=Vonde-se a historia universal pelo abbade Millot,
em portuguez 10 v. com pouco uso ; no Atterro-
da-Boe Vista, o. 34.
= VenJe-se uma preta de naci Angola rapari-
ga de 20 annos rose muito bem lava engomma ,
cozinba e tambero serve para quitandeira sem vi-
cios nem achaques ; um preto linda pega, molecio
de 20 innos forcoso e proprio para engenho e coii-
nba&olTrivelmenle : na ra da Senzalla-Velha, o. 110.
Rap dt Gata.
Ha ebecado recentemente a este deposito, vinda do
Rio-de-Janeiro pela barca Firmeza uma superior
Tornada do muito acreditado rap grosso e meio-gn sso,
talvez o mais genuino em qualidade que at aqui tem
vindo a esta cidade e acha-se a venda em libras, meias
ditas e oitavaa n.-s lojas dos Srs.: Joaquim Candido
Leal de Barros Tbomai Pereira de Mattos Estima ,
Manuel Francisco Rodrigue* e Caetano Luiz Ferrei-
ra no Alterro-da-Koa-Vista ; Jos Thomax de Cam-
pos (uaresma e Teixeira & Andrade ra Nova ;
Francisco Joaquim Duarte, ruado Cabug ; Victori-
oo de Castro Moura Victorino de Guimaries, e Vi-
cente Jos Gomes, ra dos Quarteis ; Antonio Do-
mingos Ferreira ejoio Henriqueda Silva, ra do
Crespo ; Joaquim Jos Lody ejoaquim Dias Fernn
des, na ra larga do Rosario ; Jote Jorge do Roiaiio ,
ra do Livramento ; Jos Joaquim Lopes Moreira, ra
ireita ; Silveira& Freitas, ra do Queimadoj Gua-
das & Mello Pootes & Mello e Antonio Gomes da
Cunha e Silva ra da Cadeia do Recife.
= No deposito de rap de Gasse ra da Crut, no
Recife, n. 38, acha-se a venda o muito superior rap
do Principe, chegado recentemente do Rio-de-Janei-
ro a preco de 1401) rs. a libra.
=Vende-se na ilba de S. Miguel no lugar da
Alaga duas legitimas constando de dous formaes de
partilbos; na ra Direita venda o. 53.
= Vende se uma mulatinha de 12 a 13 annoa
com habilidades, e de bonita figura ; oa ra Bella,
o. 28.
=\ ende-se urna preta da Costa de bonita figura ,
muito moca sem vicio oem achaques e he muito ro-
busta ; ao comprador se dir o motivo da venda : na
ra da Senzalla-Velha n. 76.
= Vende-se uma escrava, de 22 annos, de bonita
figura engomma, cozinba e he muito boa lavadei-
ra de sabSo e varrella ; duas ditas de 20 annos pro-
pries para venderem farendas e quitandas, por seren
de boas figuras ; uma negrinba e uma mulatinha, pro-
prias para se educarem : oa ra larga do Rosario o.
46, segundo andar.
= Vende-se um bonito jogo da gloria, pot 1200
ri. com sua competente explicarlo e ensina-se a
joua-lo ao comprador, caso queira ; na ra do Ran-
gel, n. 41,
Vende-se superior essencia de aniz
em garrafas de ao oncas, por preco com-
modo: no aterro da Boa-Vista, na fabrica
de licores n. 26.

ar.
= Vendem-se saccas com farinba de Mag, a 4800
rs.; ditas com milho a 4000 rs. ; gomma de en-
gom'mar, a 12000 r* o alqueire velho; farinba de
S. Malbeus, a 3800 r*. eemsacca, a 4200 rs. ; na
ra da Cadeia de S. Antonio deposito de farinba ,
n. 19.
= Vende-se resina de angico de superior quali
dade em porcao a 480 ra. e a retalho a 570
rs. a libra ; na ra doCruzes esquina do becco da
Pol, o. 2.
= Veodem-se, por prejos muito commodos, viohos
excellentes, de diflerentes qualidades, e de bom gosto ;
cerveja branca e preta, de Londres ( de Barclay & C. ),
a melhor que bu e em meias garrafas ; ago'ardente
de Franca muito superior, cor palbele e escura, em
cseos e engarrafada para os freguezes ha amostras
do escriptorio ; um reato de salitre refinado em por-
ta o ou por barrica : na ra do Trapiche n. 40 ,
casa de Christopbers & Donaldson.
=Vfnd-ie oleo de lin ara em botijas, a l'JOO rs. o
galio aemjlibraa 280 rs.; queijos.a 1440rs ;cba bysson,
a 2400 is. ; ditociquim, a 1600 rs ; toucmho sem
carne a 280 rs.: cevadinha e cevada a 160 rs.; lu-
tria a 280 rs.; macarr&o e taoari a 200 rs. ; tapio-
ca a 120 rs. ; papel al maco a 2400 rs. ; dito meia
LoJIanJa e de peso, muito em coota ; manteiga in-
gle/a a 960 rs. ; dita Irancexa a 480 e 700 rs.;
tabacolimor.le, da Babia a 280 rs. ; bolaxinha in-
glesa a 160 rs. ; espermaceti a 800 rs. ; vinho do
Porto a 320 rs a garrafa ; copos para agna a IfJO
rs.; caf a 140ra. a libra ; e lodos os mais gneros
por preco commodo : no pateo do Terco venda n. 7
= Vende-ae um diceionario Magnum Lexicn; uma
Selecta ; a obra da Virgilio ; um Saluitio ; ludo por
IUECHAS PHOSPHOUICAS-
No Aterro-da-Boa-Vista, na fabrica
de licores n. 16, de Frederico Chaves,
acha-se estabelecda a fabrica de mechas
pho.sphoricas aonde acluro sempre
rinde porcao de macos de 100 a 15o
mechas, pelo diminuto preco de 3o ris
cada um, a rclalho, e em porcao a 20 ris:
tambem ha caixas que conten dentro 100
macos, e outras mais, muito boas para
se transportarem pata o centro, e para as
outras provincias, por serem bem acondi-
cionadas, e se afianca a qualidade do fo-
co, por ser feito com toda a perfeicao.
BEIS 3s'8oo
A' bordo do brigue Leao alqueires
pela medida velha.
Vende-se farinba de mandioca chegada
ultimameiite de S Catharina de superior
qualidade tanto em gosto como na cor m
pnrea e a retallio ; o pretendentes diri-
jao-se a bordo do mesmo brigue, ou ra
da Cruz n. 54, ou ra de Apollo arma-
zem n. 21.
Farelo muito novo e o melhor que
ha presentemente nesta praca, a 2'56o
cada uma sacca : na ra da Cruz do Ke-
cife n. 26 primeiro andar.
Rap imperial.
Este rap, imitando ao rap princeza
de Lisboa, vende-se em libras, meias li-
bras e oitavas as lojas seguintes: na
ra dos Quarteis Victorino de Castro
Moura ; ra do Crespo, Domingos An-
tonio- Ferreira (na escadinha) e Gomes
& Carvalho ; pracinha do Livramento ,
Ferreira e Oliveira ; Atterro-da-Boa-
ista, Thomaz de Mallos Pereira Esti-
ma, e Caetano ; ra da Cadeia do Ke-
cie, Guedes e Mello. O preco he de 7
rs. a libra c 3o rs. a oitava.
Vende-se um piano inglez horizon-
tal, pelo mdico preco de rjo.'ooo ris ;
na ra do Crespo, luja n 16.
Na loja da praca da In-
dependencia 11. 4 vende-se o
excedente rap princeza de
Lisboa, pelo niiiilo mdico
reco de S#500 ris cada bote.
Ucsnecessario he tecer enco-
mios ao sobredito rap; por-
que sua primorosa qualidade
he assaz bem conhecida pelos
amantes da pitada luzitana;
restando ao vendedor dizer,
que alianca aos compradores
a boa qualidade do tabaco, e
que at nao duvida tornar a
rccebe-lo depois de aberto,
uma vez que se lhe ache al-
gum pequeo deleito.
A fabrica de salmo da
ra Imperial n. 116 tem mili-
to superior sabao, e vende por
preco commodo; c, sendo por-
cao, mandase trazer em ca-
noa para o Recife.
--* Vende-se vinagre bran-
co nacional, a 400 ris a ca-
ada velha: na ra do Aterro-
dos- A Togados, n. 7 e noAtter-
ro-da-Ioa-Vista, fabrica de li-
cores de Frederico Chaves.
Vende-se cera em vejas, da melhor
fabrica do Rio de Janeiro, e em caixinhas
pequeas de too libras, com o sor ti ment
seguinte:
6 libras de 3 em libra.
8 5
12 8
4 10
16 12
20 4
*4 16

too libras
pelo mdico preco de f'44 i"s cada li-
bra: na ra da Senzalla-velha n. no
Vendem-se velas de carnauba, fa-
bricadas com azeile de coco, muito alvas
e seccas, e dSo muito boa luz, por preco
commodo t na ra do Mundo-Novo
n. 17.'
iNa fabrica de vinagre e espiritos da
ra da Gloria, n. 59 vende-se vinagre
tinto e branco de superior qualidade em
pipas, quartolas e caadas; espirito de
vinho; agoas ardentes e licores de difieren-
tes qualidades ; tudo por preco muito
commodo.
Vendem-se 6 escravas mocas, de 16a 20 annos,
com boas habilidades duss sao rec Ihidaa cosern
engommao e cozinbio ; 8 escravos mocos fortes
bons para lodo o trabalho tanto da praca como do
campo ; na ra do Crespo, n. 10 primeiro andar
= Vende-se uma preta mofa, recolnida mui bem
parecida boa engommadeira co'inbeira, cose chao,
e lava de sabio ; na ra do Aragao, n. 1, segundo
andar.
= Vendem-se caixas com muito boas velas de s'bo;
aio armazem do Vieira Guimaries, no caes da Alfao-
4ega.
I = Vende-se uma escrava de naci de dado de 2
annos, com muito bonita figura, boa engommadei
ra cozinba o diario de uma casa ; uma dita de ida-
de de 15 annos. re col h ida ; 3 escravas de naci, um
moleiiue e um mu lat n lio ; 3 escravas de naci lavio.
coiinbio e sio quitaodeiras, a 3504 rs cada uma : na
ra ireita n. 3.
Vendem-se duas pardas com 4 ilhos de menor
idade ; um mulalinbo de 12 annos: na ra do Ca-
bug loja de Pereira & Guedes.
Vendem-se 30 colheres de prala ; 6 cordOes de
ouro ; 3 parea de brincos ; duascruses ; 2 treni-elins;
uma corrente de relogio ; duas estrellas para olicul ;
8 botdes de punbo ; 4 ditos de abertura; um allinete
com diamantes ; 4annel3es; uma moeda guarnecida;
3 relogios ; tudo de ouro ; pratos rasos e fundos a 880
is. a duxia; catticaes de vi iro, a 1140 rs. o par ; cepos,
a 100 e 120 rs. ; cera amarella a 240 rs. a libra ;
sacca* de fejio mulalinbo e outras muitas loucas e
gneros de venda por preco mais commodo do que
em oulra qualquer parle ; na ra do Rangel, n. 11.
= Vende-se um pialo de Angola de 30 annos
com uflicio de canoriro ganhador de ra ; bom ca-
ranguegeiro, e proprio para o servico de casa sem
vicios; na ra do Crespo n. 12, loja de Jos Joaquim
da Silva Maia.
ALERTA!
=Vendem-ae chitai escuras e claras a 120 140 .
160 180 e 200 rs. o covado ; ditas finas a 220
rs. o covado; superiores gravatas de setim preto de
Micao pelo barato preco de 500 ra. ; pannos finos
preto e azul, a 2500 rs. oeovado ; madapolio a 160
e180rs. a vara; dito fino, a 200, 220 e 210 rs avara;
bretanha fina de linho puro a 560, 640 e 720 rs. a
ara ; pecas de ditas de 5 varas e meia, a 2800 e 3200
rs.; superior setim de Maco preto, a 3200 e 4200
rs oeovado; etguii > de puro linho muito fino, a
1500 rs. a vara ; pecas de bretanba de ro'o a 1600,
1800 e 2000 rs. ; pecas de chitas a 1500. 5200. 5600.
5800 e 6000 rs. escuras; ditas de madapolio, pro-
prio para aapateiro a 2400 n. a peca ; ditos, a 3200
e 3400 rs.; ditos finos, a 4000, 4400 e 4600 rs, a pe-
ca ; madrasta fino a 8200. 5400 e 5500 rs. a peca ;
madapolio entestado. fino a5800rs. ; chalas de lia
e seda a 4500 4800 o 5000 rs.'; cortes de chitas
com lOcovados, a 1500. 1800e200rs ; ditas ti-
nas da ultima moda, a 3200. 3500. 3800 e 4000 rs. j
e outras muitas fazendas de todas is qualidades, por
muito barato preco : na ra do Collegio o. 1 loja
de Antonio de Aievedo Villarouco & limao.
= Vende se a armario e mais pertences da venda
n. 7 no Recco-Largo do Recife propria para qual-
quer piineipiante, por ser o aluguel da casa, onde
ella e.t, muito barato ; na ra da Somalia-Velba,
n. 102.
= Vende se um preto de naci Rebollo de idade
de 25 annos, de bonita figura; na ru do Jardim, o. 30.
= Vende-se um rioo pandeiro com parallos e
coberto de pergamiobo excellenle para se tocar em
preiepes; na ra das Cruies, loja de encadernador,
n. 39.
Vende-ieum moleque de bonita figura, de idade
de 14 a 16 annos ; no Atierro-dos-A logados, o. 31.
Vende-se um moleque de bonita figura, de ida-
de de 10 a 12aonos, proprio para lacaio ; no Altar-
rodos-A togados, n. 31.
Vendem-se casacas pretal de diflerentes qua-
lidades ; ditas de diferentes cures; sobre-casacas da
panno de todas as qualidades; ditas de merino du-
reque, brimedelia ; aquetas de panno de todas as
cores; ditas de merino, duraqua, franklim, de brim
liso pardo e trancado, de bretanba, de chita e risca-
dinhua ; calcas de casimira de quadros e littras, e li-
sas de panno de diflerentes qualidades ; ditas de lia de
quadros de brins escurose braocos ; colletes de todas
as qualidades e deludas as modas; casimiras de titiras,
quadros e lisas; brins de diflerentes qualidades; pan-
nos de todas as cores; merino preto verde e atul cla-
ro para vestido de senbora por ficar muito lindo ;
casimira branca muito superior; sedas para colletes, de
diflerentes qualidades ; lencos de diflerentes qualidades
para grvalas preta e modernas ; cbapeos de sol, de se-
da e de panno para homem ; ditos para senbora ; ditos
francezes de castor brancoa e protos ; camisas de
madapolio fino ; e outras muitas fatendas por preco
commodo: na ra Nova n. 32, loja de M. A. Caj.
Vende-se um escravo de naci, de meia idade ,
nptimo para sitio por ter bastante pratica ; na rus
Direita, n. 18.
Vende-se leite puro: na porta da venda de Joio
Jacintho Moreira na ra das Crujes, as seis boras e
meia da manhia.
Escravos Fgidos
Desappareceo no dia primeiro do corrente um
escravo de nome Pedro de idade de 35 a 40 annos ,
de naci Cscange bstanle barrigudo de fnaldade ,
desdentado do queixo superior, pis meios incbados,
pouca barba ja pintando cabello branco altura re-
gular bastante grosso; levou camisa de madapolio,
calcas de estopa branca jaquela de brim pardo ja
velba chapeo de massa preta ; ba noticias, que elle
anda na Venda-Grande, da parle do Su I : roga-se'as
autoridades policiaca, capilies de campo e pessoas
particulares a apprebenaio do dito escravo, e leva-io ao
seusenbor, Francisco Jos da Silva, na ra de S.
Francisco n. 68, que serio bem recompensados.
20000 rs. de gretificacio. -
Fugio, no dia 20 do corrente mez de oulubro ,
pela manhia um preto crioulo de nome Iridoro, al-
io, magro, falla fina representa 25 annos de idade ,
he offieial de al/aiate e hoiieiro anda calcado e inc-
lua se forro ; coosta estar oceulto em casa de um par-
do liare passando parte do lempo por calogis de pra-
tos cnoulos forros; lagares estes, por onde he fcil en-
contrar so ; foi escravo do Em. Si. bario de Itama-
raea : quem o pegar leve a seu senbor, F. E. Altes
Vianna na ra da Senxalla-Velba n. 110, que re-
cebar a gratilicaco cima.
Fugirio, no domingo para segunda-fe ira 30
desetemhro. do poder do deprsitano particular, o
mejor Jos Francisco de Faria Salles, os seguintes es-
cravos. que perlencrio ao fallecido padre Pedro Fran-
cisco Bezerra ; a saber: Canuto, ciioulo. alto, pou-
ca barba de26annos; tem um signal no queixo di-
reilo seco docorpo pernasfinaa: Antonio, cabra,
de 22 annos estatura regular ps grandes signal de
ferida na perna esquerda cara redonda grosso do
corpo com signal as costas da mo etqueida : Pau-
le, crioulo cor fula, de idade de 16 a 18 annos, bei-
cos grossos, muito curto da vista pelo que anda com
a visla haia como ceg : quem os pegar leve ao en-
genho Jardim em Paratibe, quesera recompensado.
= Fugio no dia 15 do corrente do lugar de
Ponte-de-Uchoa um pardo acaboclado com os sig-
naea seguintes : de mais de 40 annos de idade, estatu-
ra media, magro, barrigudo, falto de quasi lodos os deo-
les bocea frangida beicos reculbidos, e com ares de
aparvalhado. de non e Gaspar; levou camisa de esto-
pa ceroulas de algodio e uma troxinba com camisa
de riscado e calcas de estopa: quem o pegar, leve a
ra da Cadeia delronte da igreja de S. Francisco ,
que ser recompensado.
Fugio, no dia 13 do crranle, de um sitio no
Giquia uma preta crioula ido nome Escolstica ,
representa 24 annos de idade estatura regular falla
pouco intelligivel; tem falta de um denle na trente ,
andar disfarcado ; levou vestido de chita rouxo ja usa-
do saia do lila preta camisa de bata velba panno
preto e uma louce de rocar ; quem a pegar, leve ab
largo do Collegio loja de chapees defronte da casa
de Magalbies Basto.
Fugio 00 dia 20 do corrente, um cabra de no-
me Cosme natural do sertio, do 28 annoa, pouco
mais ou menos cara larga altura regular, pea gros-
sos ; levou camisa de algodioxinho trancado e calcas de
algodio atul ; ja tem sido pegado duas vezes no Pio-
do-Albo : quem o pegar, leve ao armaxem de. couros ,'
no becco do Gonealves n. 1, que ser! bem recom-
pensado.
= Fugio, de um sitio do engenbo Junqueira um
escravo de nome Antonio de navio Congo estatura
regular pouco se entende de sua falla secco do cor-
po ; levou ceroulas de algodio e camisa de bata :
quem o pegar,leve a ra das Trincheiras, n. 18,que se-
r gMtilicado.
PER. } NATTP. DE
*.F,
DE FAH1Alfcq.5.


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