Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05897


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Full Text
A niio de 184.

Quinla M'ik 33
O DIARIO publca-e tjldos os dial qne
nao fbrem de guarda: o prrco da assigna-
tura he de-4/r*. por quartel poyo adianto-
do. O annuncio do assignantes o inse-
rido a rao de 20 res por linha, 40 rs. em
tyno diflerente, e as repetlce pela metade.
Os que nao forem assignantes pagao 80 rs.
dor linha. e 160 em typo diflerente.
PHASES DA LA NO MEZ DEODTUBRO.
Lu nova a 1 aa 8 h e 39 min. da manhaa.
Crescente a 8 as 9 h. e 13 minutos da man.
La Chela a 15 as 7 hor. e 37 min. da man.
Mengoante a 23 as 5 hor. e 55 m. da tarde.
PARTIDAS DOS COf\RF.IOS.
irto Cal-
la mes.
Colanna. Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Fort,
vo, e Macey, no 1 1 r e 21
Garanhuns e Monito a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas felraa.
Oiinda tedos o* diat.
i
PREAMAR DE HOJK.
Primeira as 10 h. e 54 min. da manhaa.
Segunda as 11 h. e 18 minutos da Urde.
de Outubro.
Amtf XX NT.
das da semana.
_^0 SegundaS. Aurelio,aud. do J. dosorph.
i/ e do J. do (.'. da 2. v. do J. M. da 2. v.
21 Terca S. TTrsula, aud. do J. do riv. da
1.* t., edoJ. depaido 1. dist. de tarde.
22 Quarla S. Cordilla, aud do J do civ.
da2."v.,cdo J.de pan do2.*dlst. de t.
23 Quinta S. Romao, aud. do J. de orph.
e do J. M. da 1. v.
24 Sexta S. Raphael, aud. do J. do civ. da
1. v., edo J. depai do I. dist. de lard.
25 Sabbado S. Crispim, aud. do J. do civ.
da 1. v., e do J. de paz do 2.dist. de t.
26 Domingo S. Evaristo.
CAMBIOS "W0 DA 22 DE OUTUBRO.
Cambio obre Londres. 27 d. p. Lj a 60 d.
u Paria 370 ris por (Vaneo.
i) Lisboa 120a 125 p.c. pr. p. ui.
Desc. de let. de boas firmas 1 '/, p. / mes
Ouro-Ontas hespanbolas 31*000 a 31#500
Moedade 6/400 vel. 17t*400 a 17/000
- de 6/400 or. 17#000 a 17/500
de 4/000 '. 9/300 a J/5U
Proia-Pataco* .... 1/950 a 1/170
Pesos Columnares. 1/I70 a 1*990
Ditos Mexicanos 1930 a i*t960
Moedas de 2 patac. 1/760 a 1/800
Acedes da C." do Beberibe de 50/000ao par.
DIARIO DE PER1VAMBUGO
PARTE OFF.CIAL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 16 DO CORRERTE.
OicioAo inspector d thesouraria da faiemla, recommendando, que nal despeaa rom aguarda nacional da
provincia, em o exercici de 18451846, se regule pela teguinte
TABELLA.
Sold.
18 Cornetas de quatro bitalh3ei do Recile .
4 Dilot de dito............
1 Trombets do eiquidro do dito ; -. .
2 Comet de doui batslhdes de Oiinda .
1 Trombeta do esquadrio dito .....
3 Cornetas de dous batslboea de Iguarac .
6 Ditos de 6 ditos de Goianoa.
.788**00
. 175*200
. 65700
. 87(J00
. 6B700
. 87*600.
262*800
1 Trombeta do esquadrio dito............65*700
87*600
65*700
87*600
65*700
J3I*400
65*700
175**00
2 Cornelai de dous batalhoes de Nazareth .
1 Trombeta do esquadrio........
S Cornetas de dous bstalhoes do Pio-do-Albo.
1 Trombeta do esqaadrSo........
3 Cornetas de tres batalhoes do Limoeiro .
1 Trombeta do esquadrio........
4 Corneta* de quatro batalbdes de Santo Aillo
1 Trombeta do eaqua,drio dito.............65*700
3 Cornelai de tres batalhoes do Bonito.........131*400
9 Ditos de dous ditos do Brejo............87*600
1 Trombeta do esquadrio dito............65f700
2 Cornelai de dous batalhSe* de Cimbres........87*600
A Ditos de quatro balalbes de Garanbuns........175*200
1 Trombeta do esquadrio dito.............65*700
2 Cornetas de dous batalbdes de Flores.........87*600
3 Trombetas de tres esquadroes de dito.........197*100
4 Cornetas de quatro batalhoes ds Boa-Vista.......175*200
1 Trombeta do esquadrio..............65*700
5 Cornetas de cinco bstalnSes do Cabo..........219*000
1 Trombeta do esquadrio do dito...........65*700
5 Cornetas de cinco batalbdes de Seriohiem e Bio.Formoso 2)9*000
1 Trombets do esquadrio .............65*700
1 Corneta do batalbio delpoiuc...........43*800
4:095*301
Fonigens para um trombeta do esqusdrlo do Recie .
2 Intlrudores geraes dos municipios do Becife e Oiinda a
17 Instructores parciies para igual numero de municipios. a
Elapt.
1:576*800
*
I
87*600
I
l
*
*
I
I
l
*
I
*
I
I

l
t
s

I
I
I
f
*
I
I
I
#
Fardamento.
528*500
73*000
21*900
36*500
.21*900
56*500
109*500
21*900
36*500
21*900
36*500
21*900
5**750
21*900
73*000
21*900
51*750
36*500
21*900
36*500
73*000
21*900
36*500
65*700
73*000
21*900
91*250
21*900
91*250
21*900
18*250
Total
66**1001:624*250
Duptiai dittnai.
8 Bandeirudesedse portes.............
1 Estandarte....................
8 Cornetas de toque................
l Ciarla.................
Coro o loroecimento de cartuxos para saltas, e outrs miileres
480*000
2*0*000
70*000
13*000
960*000
480*000
560*000
60*000
104*000
30*000
7:383*950
233*600
5:0*0*000
754*000
1:000*000
14:411*550
Secretaria da protincia de Pernambuco, 16 de outubro de 1845.O oflkial-maior, A. 3. i Oliveira.
Dito Ao mesmo, declarando, que, visto, aegunil
informa, iiln haer na alfandega lugar rago do segundo
csuripturario, devit mandar subr'estar na cxeuucao d<>
derreto, que nnina para um (al lugar a Antonio Fran-
oisco de Muiira, eniquantu reapeitu nlo resolver o go-
terno imperial.
DitosAo mesmo e oo presidente da relacSn, soienti-
candn-ns da remuelo de Jlo Quirino Rodrigues da
Silva da vara crinie da comarca do Poiiedo, na Alag,
para n de Garanhuns nesta provincia, e da do Franoisoo
Antonio de Suma desta para a da rpita! da Parahiba.
DitoAa inspector da thesouraria das renda pro-
vinciae, determinando, que a orJem do chele de policia
mande entregar 6.6I/90 r. pelo que se despenden em
miembro ultimo cora o presos pobres da cadeia desta
cidade.e enfermara respectiva.Participnuae ao chele
de policio.
Correspondencias.
Sn. Redactores.Publicando Vincs. urna refutacOo
do Sr. bacharel Jos Vieire Rodrigues de Carvalho
O EQIL1BKIO FEMININO. (*)
vi.
Nao he possivrl drscrerer o qne senlio Mina. Robi-
neau.qnaude, srutindo tnpr-lhe um dedo no hombro, e
volundii-se, enearnu com Benedicto, que coin o eu
rosto sereno, se incliuou au ouvido, e Ihe disse devaga-
rinho i'
- Tranqnilliic-se, minlia chara Mma. Robinean, as
rerelnrfir incunsequenles do doutor parrcrin t-la go-
mad" ; mas, quae Ihe que uto da pane de minha mulher e da roinba,
cosa a iuviolaral dieericlo.
Ao instir eu palacra lio Iranqoillizadoraa compa-
rativa a que ella espera.. mulher d notario (con
lio admiras!, qao na* pode responder urna pilavra, e se
f Vida Dimri, d. 235.
Silva ao manifest, que Cu publicar em minha protin-
cia, o Ceara, quando all me achei ullimaienle, dig-
nem-se dar tambem publicidade em sua mesma folln
ao seguiote artigo; para que todos qusnlo tirio esta ap-
paratosa refutac&o, vejio tambem a defeta de quem,
em um exilio e lora de toda a influencia poltica, espe-
rata ser tratado com alguma generosidade por seus ad-
versarios, que nada teom soUrido e sempre teem gozado
de posicoes excellentes.
Assim, Srs. Rodadores, concedi-meduas paginas
da seu Diario, psra que aquelles, que me nio conhe
cem, que ignorio-anda deque carcter alo os que
com taoto empeobo me detrabem, vejio a resposta de
quem tem sido to atrozmente calumniado.
Espero, porianto, de sua justiea e imparcialidade, que
olo demorem publioaclo das relexoes inclusas. De
\ mes. constante leitor, etc.
Jos Lourinco de Catiro i Silva.
Villa da Pesqueira, 25 de setembro de 1845.
limitou a deitar una olhos espantados sobre o seu in-
terlocutor, apertar-lhe as mos, e debulhar-so em la-
grimas.
Est boin I ent bom dit o dontor sbitamente a-
calmado pelo estado em que via a aua cliente, he verda-
de, cu (uu arrebatado I he o aiugne!...... Tonibein nao
vejo grande mal em diter que este rapas he....... o que
todo nos fumo, innu oa meno, isto depende dasorg-
nisacea...... Mas nlo e trata disto. Mandem ja o rneu
iloeuie para o seu quarto, lornrm-m'o a por na cama,
facao-in'n transpirar, o amanliaa veremos..... Ah ago-
ra que eslamo em regr, Mr.,e Mma. Duironais, tenhn a
honra de us comprimenlar.
Benedicto e aua mulher correpondrao tardia civi-
lidade do doutor, o retirirlo-se em fiu. Nesle momen-
to a pliysioimroi do pnnieiru exprim tobem a suo
bonhomia natural, que eran necessari.ii a perturbaban e
prevente de Robiiieau para ronservar algum recro.
Como quer que e|, Deirouain metteo-e com u mu-
lher no earrioho que os esperara, e parti rpidamente
n direeefio da sua herdade.
Quando elle cntrava no bosque do Rhosny. avislou ao
longe e no mrio do urna nuvein de porir um cvlleiro
que te dirigi par o cu lado : al-uns pasaos distante
do earrinho o cavalleiro parou, e Benedicto ounhvceu
que era Saint-Amand.
lieflexcs tobrt a refutadlo documentada, do t'uiz de
diieitodo Ico, o Sr. Jote Vitira Rodrigues de Car-
valho a Silva.
CJaem olbsr psra q titulo pomposo re/utacH* docu-
mentada, que o Sr. bacharel Vieira Rodrigues da a sua
delea, que oceupou 3 nmeros do espseoso Diario,
sem dutida se persuadir, que os documentos apresen-
lados sio do tal naturea, ou de pessoastao qualifcadas
e reoonhecidsmente terdadeiras, que nio deixio a me-
nor dutida sobre tudo quanto adirma o mesmo Sr. ba-
charel, que tanto se inculca de urbano e generoto
Todos sabem nesta quadra quaato be lacil o arranjo
de documentos do quilate d'aquelles, que o Sr. Vieira
mais conhecido por Vieirio) epresenta em sua refata-
cio documentada ; e se os que assim attestio guardio
odio e riocor a quem se pretende contrariar, quem ha
ah, que desconheca quanto sao suspetas essas atiesta-
cues ditaJas talvet pelo mesmo Sr. Vieira, atienta a
consummada ignorancia de quasi todos os signatarios,
nossos inimigos declsrados 1 .
A' excepcio do Sr Laurianno, boje smente nosso
adterssrio em senlmentos sobre os partidos, nenhum
dos outros dissimula o odio, que muito gratuitamente
nos guardio, e o mal que nos desejio.
Deiejsrismos fugir sempre de entrar em exames, que
degradlo a qualquer dos nossos concidadios : nosso ca-
rcter e educaclo repugna em oflender ao mnimo dos
nossos patricios; mas, se elle nos forcio, obrigio-nos
aislo, por protertiaecynismo, detrahindo nossa nas-
cenle repulaco ; se nio duvidio conspurcar e diffa-
mar aquelles com quem jamis se podero hom-
brear, forca he, que entremos em urna anatoma (eral e
descriptiva, para que todos reconhecio a perfeicdo e
importancia dos membros principaos tre/utaedo do-
cumentada.
Tendo de defender-nos do labo de calumniador ;
ignorando-se, nesta provincia, o que sio aquelles, que
sssim nos detrahem ; cumpre, que demonstremos o que
sio no Cear os importante! e contpicuot cidadoi, que
tsnto abonio tudo quanto assetera o ex chele de po-
licia.
Taes attestacSes publicadas aondesio bem conhecidos
seus signatarios, cobririlo de ridculo i quem as soli-
citasse para abonar sua conducta ; mas o Sr. Viei-
ra Rodrigues, ra comnosco, nenhum pejo tete de recorrer impor-
tancia notoria de um desprezvel C'Aeo /i/endet, inju-
ria de seus honestos prenlos, quo de director da casa
de correccio dra baixa para carcereiro da mesma casa :
d'e.se desgrscado, que, sendo despejado de urna das vil-
las da provincia toque de xocalbos, laxos e bacas,
por comprar quantos furtos os escravos faziao a seus se-
nhores, boje he anda suspelo de continuar na mesma
induttiia, e que foi. quando guarda d'ossas vctimas
do rancor, um til instrumento da oppressio e injurias,
que soflrerio.
7t> vergonha o Sr. Vieira, e deattai pudor em eo-
ristarsua lanca (ormidatel contra nos pvgmdo, e nio se
pejou de solicitar a abonacao de seu humilissimo es
crivio, mui digno irmio do lamigerado Jacaranda ("),
(que vive em embriagues habitual, cabindo pelas ras
publicas), para poder justificar tuaconduta honesta e
genio dcil, attestando igualmente com minuciosidade
e cadencia, tudo quanto se julgou preciso para contra-
riar o que mui resumidamente publicamos em o nos-
so manifest.
Heum dos mais vis empregados, que rogo do Sr.
juir. assim se exprime : He preciso no ter o minino
conheemento dt V. S. (o Sr. Vieirio), e aiio/uanwn-
It o nao ter communicado, para dizer-te, que V. S.
trata a qualquer petioa com improperios, ou intuitos;
por uto a/firmo, que V. S. alli ( em casa da Sra. .
Florencia, quando foi obrigada a subjeitar-se ao um
exame da junta cirurgica.por nio querer desistir de seus
caprichos e atrocidades o mesmo Sr. V. entio chefe de
policia, que mui positivamente ordenara a seu escri-
(*) Quando (aliamos neste individuo, encerramos
nesto nome ludo quanto ha de infame e de atroz par
de urna audacia sem coragem. /. L.
Bons das, meu charo, disse-lhe Desrona fniendo
tambem alto. Entio vein procurar-no ? na vimos de
Manes, deiximo agora oiRobineau; o fillio est in-
teiramente reitabelecido, o te estiremos oom o pobre
Jllliolilllm.
Ali ah! exclama o conde cora urna inflexio sin-
gular. E a Sra. aoompanhava-o ?
Sini, Sr.; mas diga-me, nlo vera passar comnosco
o resto do da?
Sim, meu amigo, responde o conde olhando para
Josepliin; visto que no tras o bol leu m da aaude do Sr.
Julio, o.'io vejo o que va f.ir.er a Mants.
Enlau, replica Desrona tranquillamente, tio bem
conversaremos aqu como no herdade, marchemos, raen
charo.
O conde exclou o seu cavallo, e o earrinho parti r-
pido como o vento.
Chegados aRbosny, o proprictario entrn para casa,
deixaudo Joaepliina e Saint-Amand debaixo de nm ca-
ramanchel, quo os abrigara do sol e do calor.
Olli.iva a conde em silencio para u visinha, quo pa-
reca nao dar pur isso, e brincara com a cadeia da ua
loneta. Em fin, tomando a palavra e com acerato onde
er faeil descubrir a irona o sarcasmo, disse-lhe :
Com que, minha Sra., est inteiraiueute aocegada
a respeito do Sr. Julio ?
vio, que fsse ella recolhida ni casa de correcelo, ola
obstante fortes empeaos em contrario), te comporto
com aquella decencia < delicadeza, que Ike he propria,
pedindo com termot affaveis e urbanos, que (3^u wtan-
datte abrir a porta dajtrimeira tala sem ter compelli-
do a mandar proceder a aquelle exame por eiperito sio
maldade, ou perteguico.
Nesta attestacio, que ousamos asseterar com toda
conticcio de nossa alma ter sido redigida pelo proprio
juix abonado, rerd os leitores atratex d'essa orasidisrsi
docilidad inculcada com lio desatascando artificio,
que o ex-chefe mandou, dettrminou mui potitivamtn-
te, que a iota uzease abrir aquella sala fechada, t
sem nenhuma commaoicacio desde a sabida do corpo
de seu marido assassinado, pira smente satisfizer o
seu bem conbecido canibalismo, fazeodo espalhar (poi*
antes de so apresentar j se sabia ), que ia assistir ao
exame da junta (do que mui bem poda se ter excun-
do, nlo tendo por esta excusa nenhuma responniali-
dadej para fazer descancarar essa sala, que os da casa
nio podiio ver sem rito horror, e que elle quera cod-
tomplir com infernal alegra ; essa sala aonde qualquer
coracio, que nio fsse o seu, nio encontrara nenhu-
ma consolacio, sentimio a dr de urna eterna saudade ;
nesia sala aonde o espirito jamis se poderia destiar da)
mil horrorosas recordsc,es, tendo suas paredes e moteta
salpicados do sangue innocente da Ilustre tictioi de
um nefando concilibulo, cujos votos e decises erao
restrictamente observados pelo ex-ebefe de policia.
OSr. Vieira, que bem lembrado esteta de ter sido es-
te um dosmaiores ultrajes, que fuera a essa infeliz
muitoestmavel viuva, gritando na ra como um po-
cesso, que quera immcdiatamente ter rtcebido na tala
principal da cata, poit era um jutz de direito t eneje
de polica, quando da parte da viuva se Ihe pedir, que
se dignasse entrar pela porta da ra transversal, que a>
dar a outra sala nio menos decente, ra mui frequen-
tada e formada de edificios mui oobres ; o Sr. Vieira,
que bem lembrado eslava da brutalidade e grosieria,
com que disse em alto e bom som nio atttnder rttao
alguma para deixar de ser recebido nessa aala de horro-
rosas recordaces, jurando a seus deoses (Satans, As-
modeo e Beelzebub), que desta ves aerilo quebranta-
dos o tolos d'aquella desolada tinta; o Sr. Vieira, beau
convencido de ser este o principal ponto da aecusacao,
que Ibe fizamos por este seu inhumano procedimento,
que (o censurado por lados de seu credo, exceptuando
os membros do nelando concilibulo; o Sr. Vieira esft
sumnia, que boje est penetrado (mas nio ar'ependide,
que sua alma be de empero forte, eest bem resguar-
dada sob um duro couro d'aot) de sua to excrate!
impiedadc, procura peloorgio de seu mui'.importante
escrivio atenuar a gravdade de tio repugnante cynis-
mo, publicando, que om termot affavttt e urbanos
mandara pedir, a Sra. D. Florencia, que fizut* abrir
a porta da primeira tula.
Nesla declarado, feita pelo proprio escrivio do Sr.
Vieira, e com terdadeiro conbecimento do mesmo Sr,,
porque nio poda oceultar o que foi com indignadlo
presenciado por dezenas de pessoss; essa exigencia, ar-
rogantemente feita por um bacharel formado uaaa
nerme mulher, sempre tratada com respeito e conside-
rado, e que soffria urna pena injustamente applieada ;
essa exigencia, que com horror e indignacio ba anda
boje lembrada por toda a familia e amigos do assasaioa-
do, observando os geitos hediondos com que fra ella
feita, nio poda ficar no oltido, pois linha de adocer
com seus termot affaveis e urbanot o que entio aourfp-
rava com palavra e gestos desabrido.
Se o Sr. Vieirs tem, pois, confessado, embori adul-
teradamente, esse ultrage feito i tiuta do primeiro do
melbor dos Cearenses ; se, como senbor brutal, aara-
cusou grossoira e caprichosamente i entrar na sala que
Ibe fura aberta, para exigir que fosse tranqueada outra
que elle mesmo indicara, como se (ora dono de casa;
ae nao quiz atlender tio justo e religioso motiro
qual o de poupar familia dolorosas recordsedes, odssm)
ousa pubicar que na o iosultamoa e provooamdt,
quando em o nosto manifest apenas a presen tazaos aoa-
m
ara eflalo n
elecimestto,.
Pens que com eSHlo no podemos lisonjear de
seu perreito restabelecimesHo, responde a dama cose san-
to sangue fro, que s uui amante poderia abi deseafarsV
inlencao de morder.
Dou gracas ao coo, minha Sra.; vou proonrar
Iranquillisar-me tambera a respeito de um mancebo djsX
tae alto mrito, a tal vea me permittr agora tallar-loe
de algumas ideias que me tem ocoorrido ha dex da* k.
esta parte, o que nao tenbo podido faser ategora.
O Sr. conde sabe que sempre O 01190 oom $raat)
pr.ucr.
Queira perdoar, minha Sra., soppoz observar peb
contrario, que depnis da itiolettia do Sr. Julio arraoja-
va-se de orle que me fosse ropossirel di ter-1 lio asas
palavra obre objecto, que ura tercero.....
Arranjar-me? meu Sr., arranjar-me ? inUiresaas-
peo de proinpto Jnsephina, esquecendo o leviano^B-
racler de indifferenie que baria revolvido oonaasraar.
F.ica-ino o favor de peusar que a o acaso..... .
Anda um re, Ihe peco perdi, de a contrarias",
minha Sra. replica o pelit-mailr em mudar de tosa f.,
leoha prueuraJo oom alguma iutelligenoia todas aa oe-
eaaifte, e nio tenho podido chegr ao aaeai fim, a, vaata
r de a encontrar s, como gara. Aaaenlai porianto
que certas cuosbinacOes da aa parto deataxilo aa ra-
nhas.
ILEGVEL


A
m
Mi bem motivadas quoixas, lenlindo n odios pretericio
coi que, i deipeito doa desejos de lodo* 01 domos cor-
religionarios, urna ( vcntade caprichosa, e que nos
lem sidosempre adversa, riicava nosso nome da chapa
para com forc o instancia recommender a iuppltncia
daquelle, que, sendo boitil ao partido, que nos ufa-
namos de pertencer, de mais a mais ultrajara e perse-
guir a infeliz viuia do mais dedicado e leal dos Ceeren
es. e que pelo mesmo partido se havia sempre compro-
metlido, sendo por fim immolado na hecatombe tern-
vel de alguns daquellcs a cujo credo pertencia este, que
aos nosios era imposto e bem recomniendado, sendo
alias seu mais virulento detractor T '. Onde esta, pois,
i insulto, que diz cm sua rsfutaedo Ibe basemos feito.
quando apenas manifestamos, dando maior publicidade
6 rgie leu procedimento, do qual tanto alardo (et na-
quella poca de horrores e espantosa impunidade ? I
Onde achou o Sr. Vivir eisa calumnia, que diz Ibe
levantamos, se elle mesmo confessa que eiigio ser rece-
nido netse lugar, que tantas magoas causava a toda a
familiTda victima ?!
O Sr. ei-chefc de polica.ainda nao latsfeito com tio
execravel e impa exigencia, n5o secondoendo (porque
sua alma he insensivel aos tormentos de seussemelhan-
tesj de ver, entre toda urna familia em eolucos, a viuva
banhada ern lagrimas, luctando entre a dr di sauda-
de de seu marido ss9*ssina>io pelos amigos d'aquelle.
que 15o cobardemente a insultava ; entre a magoa de
a/er fugir para hem longe o filhrnho em orphandade e
anda em tenra idade, p&ra suldrahr te ao recrutamen
tode que lora amecado ; luctando em fim entre a in-
certeza e o temor de Ihe ser infensa a decisio da junta
crurgca, que tinha de julgar de seus ncommodos, e
ir naquelle mesmo instante soflrer urna sentenca injusta
entro mendigos e incorrigi\eis e-cravos na casa de cor
recelo, para onde a lodo o custo procurava arrastB-la o
ineshnravel chele de polica: este Sr., nao contento ain-
da de presenciar tantas lagrimas sabidas de corares ul-
cerados procurando rasgar mais, dilacerar estas leri-
das ainda nio cicatrizadas com esse gesto de insolen-
te, mola, que Ihe he lio bahitual, com esse ar de sar-
casmo, com que opprime suas victimas, o Sr. Vieira si-
mulando em fim um assi nto de voz internecida, quan-
do em seus rozos becoi voltejave o soirizo do desprco,
pergunta i lacrimosa viuva se tinha sido all, que lo-
ra atsa^tmaclo o sempre chorado Sr. Facundo.
Fi>i n.-Mn, que so roniporloii o chrfo de poliein. que,
procurando a lado cuito arrasiarrss.-iinreli n in.miind.-
carrero da correccS.i, que nao so ennduend em vc-la
eni 19" misero oslad", i-lln que em lodo o lempo foro
pur Indos ciiti.s(Iit.'kI.i f respeilada, nrese momento de
magna e de snlucns, dirig' grus.cir.. insulina e ullre-
imitadoe pelo que ilrbaixo nada perdnavio, nJo de.cul-
pandos mnima falta, nao obstante tercm tndoprnslitu-
'lo e desvirtuado, dando milharcs de esemplos do revul.
lentes arbitrariedades.
Venccndo ainda a repugnancia que temos, quando
somoi Toreado a entrar em algumas personslidades, a-
gora indispensaveii, porque temos de noi deender de
irguicei infames, indignas insinuaedes; quasi del
conbecido nesta provincia, em que encontramos asylo
seguro, e urna protecclo decidida ; tendo-se publica-
do tantas diflamarcs contra os mais prestantes Cearen-
ses ao lempo, que se prodiga lisio mil encomios a seus
detractores, que.inculcando %ine importancia e pro
irfatfe.procurao peider-nos co conceito publico ; eum-
pre i vista de tio justas e ponderosos motivos, algume
cousa dizermos sobre a opiniio, em que sao lidot os ou-
trosiignatarioi na refutando documentada.
Deizando de parte os senbores cirurgies mures, Sil
verio Jos da Cruz, nosso rencoroso adversario, to pu-
olicamente desconceituado, por se (cr curado de fei-
licoe ter, ha pouco.dado um punbal a um seu subor-
dinado para assassinar o alferes Brasil, em satsfacio de
alheias vingancas ; nao nos querendo oceupar como
oulro nosso collega o Sr. Santiago, por ji ter jurado,
que ouvira dar morras e vivas quandu em 1840
nos, acompanhado de toos os nossos amigos da capitel
e suas familias, passamos com decencia em frente da
sua habitarlo, festejando a elevarn de S. M. I. ao
Ibrono ; deizando tembem o Sr. Portugal conbecido
alli pelo moco porquo, no ouvindo quasi rede
o puuco vendo, nio poda ouvir nem ver oque dase
e fez o ez-chefe do polica ; n5n tendo nade que dizer-
mos do Sr. Joio Baptista da Cunha Jnior, que.desem-
penhando o papel, que Ibe dorio de presidente de
cmara da capital, soube inculcar tanta independen-
cia de carcter e desempenho de deveres, elle que ere
nesse lempo e anda boje contina a ser um humilii-
simo famlico compositor da folha, do que era enlio
collobnrsdor n Sr. Vieira, em favor do quem agor at-
ieste em ar de laman ha importancia; donando,poil.
este cortejo do cid a daos tao compicnoi, e que pelo seu
prcitimo eslo sempre promptos e ittrslar ludo qusnto
seus sen I ores exigerp, psssaremos ao officio do Sr. dou-
lor Pedro Perene Ja Silva Guimerics, en'io jui' de
direito interino, Em face deste officio, julga o Sr.
Vieira difender-se da acensaran, que se Ibe fe', do ter
calcado em un carero vil o mu digno tupido, nosso
conlraparenie, <> Sr Joaquim Joio Barbosa, porque,
segundo o Sr. Vieira, jazendo aguelle juiz nova r-
quisico, para que ettrs pietot, sentenciados pelo de -
poimenlode urna m testemurihe chsmade ad hoc, los-
tem tirados da tala da cimera, elle, tumo che/*
je, a i|iieni por Uto agrados motivos chorar*, i;. ,;Zl _1~j~... J"LIL~'Zml """7 ""' '* 1f"
Beenri ludis... urna pura vrrd.de. e que muguen, Y" A' kJ TsT*"?. M ,U,ta reqms.co,
ee atrever a negar, a na,, sern, nqnelles na rafutacHo \'em""to cah,r em /'""*' m""5- >or venturade-
nasiRnadn*. nflo teren.oa lien proved. que o Sr. Vieira fornea participaco de que etses preiot i$ achavUo
j em oulra ptuj.
He multa a protervia do Sr. Vioira, em querer fazer
acreditar, que, nessa poca de atrocidades autorisadas,
havia algum receio de punieio, quando todo o mundo
sabia, que se escnlbra, dedo.pescoas adaptadas ades-
empenhar c .da urna o papel, que se Ibe dava, para as-
sim, por meiodeslas iminuadas requisicoes, inculcarem
como deveres o que nao piisave de cumbinacScs feitai
em um prostbulo para judicialmente opprimir-se, com
apparenciasde rigorosa justca, todas es influencias do
l..il" npposto. Lia assim, que te e.scollii presidente
do cmaras, |Utes de direilo interinos, direclore i a
conercao, para que, desempenhando cada um o papel,
que se Ihe marcava, fizesse acreditar lora da provincia,
queochefedo polica nao podia dispensar te dealgung
rigores, pelas reiteradas exigencias de impertinentes
emprtgados, quando era pui lodos sabido, que nada
se publicava, ou ,'azia-se sem re -ni oran mies tomada
no tal concilibulo. Era preciso absolutamente igno-
rar o que entao se passava, ou desconhecvr e qualquer
dessesempregados ido exactos em seus devees, 'So in-
dependentes em suas decisoes, para de todo nio acre
ilitar que era assim, que se arranjeva urna perseguirlo
C'incetlada contra lodos que nao erao da santa crema
Se niocsliveramos bem penetrado da veracidade de
ludo quanlo deixamos dito; se nio fra um facto ii-
ronlestavel, presenciado por quasi toda a nossa lamilla,
que o Sr. Vieira ultrajara e insultara una senhora dig-
na de acatamento, pela sua condii'So de viuva, e pela
lembranca da comidereeao o respeito com que fre sem
pre traluda, e que pela injusta per>eguicao, quesoflria
dp quintos coneorrrao para o assassiniu de seu consor-
te infrli/, merecie ler tratada com mais generosdade e
brandura; so a historia verdadera de tamanbo ultraje
nao convencer nossa alma ; se por um s momento du-
videssemos de autoridade desses factos; so mesmo des-
confiassemns que havia exageratao cm ludo que se nos
contou ; ou, se pelo contrario nos persusdissemos um
s instante, de que oSr. Vieira tratara essa infeliz com
a docura e deiencia, quo declarara em sua rrfutecae,
por eos, que jamis Ihe nllenderiamos em qualquer
das nossas publicarles: nosso agradecimenlo, ltenlo
o terror de entio, sera eterno, so conviccao tive.seinos
de que.nao obstante querer anastar casa de correccio
a consorte de nosso sempre chorado sim, certameote
chorado to, o Sr. Joan Facundo de Castro e Menezes,
a trataste com urlianidade, e sinceramente se mostrease
Rodriguen liednptud do umn ndole perversa, do un
Ijeniu eminentemente inesor.ivel ?!
NSo hr,pok, rom'ns otiestores reiligidn pelo mesmo
nboiiadu, e aifnnde por a'ico Mondes, e irniSn de vis
.lae.ii-.ioiliis. que I .i do pmvar quo te comportara com
toda a decencia o docilidade, e que astaz generte fra
i om aquella dovulada vun: e se fomoa Ido cobarde o
llrueraenle otfoiididos, ae iiussa dr be t aolumne-
mente juatifioadn ; ao oasini in-ult.-ialo, Sr. Vieira! o
manen do meo inollior amigo c prenle, como me acou-
taia aeprotocador.se tao propinle, uinnifestanioa imesea
queixaa ao noaaos coneiiladao. resentido com n prefo-
reiieia, que o dora ao iiieolente peieoi daqnelle, que pelo partid ae iledieira, c que morrera
por llio guardar oouatauto loaldade?!
Km quatro aune litigiosos a torpezas e violencia;
iicsseh longos auno de eruois |iflri-iineiih.8, eiu que de
lodo rz|uietu pela cania publica, e ao bem estar de ola
ion correligionario* tivemos do rodigir, n s, Irea pe
riodieoa siiiieuladns i euatl do producto do noas.i fa-
diga e vigilia, iiunoa, n&u ob>tauie na riiterados in-
sultos do que eran victimas imMoi luelbore amigo e
prente*. Minien diffamatnoi nrubum do nuasoa antngo-
niata. Milbari de vezo provocado, violentado eni lio-
o direito, nao In.eaio.s janiai insultos IIOHI iuultos :
esc alguuin vezein rrpreaulia publioavaioo fuito ver-
gonhoao de elf una do* nosin irivcraerioi, por ernu
vilmenle calumniado e Ileo.liili. u,. niaia sagrado de
sua honra o mai prestante de nonio ronridndtol, nao
ore sem ennvicolo intime de que diiiamoe une verdade,
e riija piililjeidadc provocada era exigid por niiugoi
ofTendido fieanilo.oi.s a penueelu de qor ISlim ben
servinmos a rnusa sama da Kbrrdarfa, BreuMndn rom
drnodo onniilnies dr lantll dcproibciVa evioleociaa.
Eae fielo attntadol ou p.r nnSIOI senlidii, ou pe-
lo tettemiiubo de pessoaa, que julgavann-s iiDo no qoe-
rerem coni|irumeiter no coiueiln publoo, all esiSo.
Moo oicriptoa. que ei.rreui por todo o imperio, que
se ai b.ni em poder de muitns........ uin trinemos, ama
arjo deiiieiild<.. nem nnnea reci iarenin, que srjo
acrurndo i\v infamet,
I'oilerianio nlg.....n vez ser lazado de deniasiadameii-
to enrgico, mi i-m mrllior tirmo, huje naia edoplad"
unjomo rdante, aiii na deigiild.nie do com-
bate, leii.io de detender ippriiuido, e acensar seusnp-
prearore; mas por maledicencia, por mero derjo dr
dclraliir, minen do tal nos aocnauu n < oimcicneia :., 1.1
de tai s vicio nunca enaopoii noa prima : Cie lodo-
cal iiuiiiiiiidn temo enipre fngidu; e r oamanoe eom
mai ou menos ardeucia, era-no ito perniilinlo as
pretcnca de ai tos reiterado comniellido pelo podrr, e
au r|ianloai as un ideias o a niinlia preiriifj
arjui ne"sre momenio..... ..
Ah! ueste momento, lie Lem differente, minha
o men Ljeiio el m
Sra.!
i a.aito vell.o. e se ru tename
agora tratar dille, nem a Sra.'nilendcria o que eu que-
ro diier, r era i cir ponto quo ee coulavn cegar.
A Sr. Dearoiiai fez um moviiiienl.i de inpei'irncia,
mas serrnando-sc immedialaueuic replicn com bem ar-
reciada fleugma:
I'oiabem! ontan ornveraemoi n'oulia coima.
- D Sr. Julio, por rxcniplo :' perguiitou o conde
com a nirsme apparenle indiHerenr..
Josephin, < om o ulli,,, oheio de colera, tornna-ir
varmrlh; mlrio-llie dua perol pela burda da pal-
pebras, e nao dio pala vi n.
O*.ndo gnzuu por um n.tante da sua victoria, mas
mallo perapie.i para abuaar dello, tomn |go nina
phyeionomia de lompunco, e ciclamou com laitimuaa
voe: *
Eunu um mseravol! bem indigno de amiade
que a Sra. ne lem feito epcrr ali! dignar-te-ha aSra.
ecur um deipeito centuravel que procede da violen-
cia dul meua serilimrnlo ?
'Sr. conde, diz tmidamente a dama, esta lingoa-
1!""....... o Sr. en be tu u i lo bem que cu nao pustu ed-
uiitli-la,......
Tambrm por itso nao a buuvera eu empregndo, e
nSo foro o ealupldo c odiosos rcceioi. que ha oit
da ne pemrguein. Sin, Sr., a ana amizade, a ana a-
ntudaao, unioditer, que algum direito tenlio a ella,
n a neceitaroi com.i praier extremo. Me a Sr. nao sa-
be qual fui u meu deaespero, quando julguei a minha
pura oWtVafi'i drspretadn por amor d'onlro.
Que lembranca iulerrompo Josephina. deiando-
e tentar pela farilidade da jualiheacan. Nao r explica
as minha viaitas familia K. tunean pelaa circumstan-
eias em que rso rapaz cahiodoenleP Nio era do meu
devor, depnis do Ihe haicr moalrado toda a cnormidade
laaua loucura, provar-lhe que ainda aitiiu nlu quera
eu .pira iin.rte f..c a punieio da na falta? 4
Ei-la que ar juetificu! pensou Saint-A muid, e
ronta roniBigo? lalo quor iliter qua o rapazilo vai em
progresan, o que rila mteme. E continuando em voz
alia, com limallas drquriu ledeixnva lograr : Sim, mi-
nha Sra., lem mil vezo rasiu, c eu ou um lonco. Meu
Deo! Pcrdoar-me-lia Sra toda a iiiinhaa aaneira?
ii.'io trino n todo mala ou menos necea.ida.Ir
de indulgencia? diz coui gracioso sorriso a da ni, luda
aati.lciia do o ver rom tanta facilidade livre de urna ex-
plieaciii que lauto tema. De|i.i ergu nile-ie de repente
accreaccuibU : Trullo, Sr. conde, alguiuaa orden dar.
enternecido, presenciando os oIuqoi de lio desolada
familia. Mai a s presenta do Sr. Vieira, em casi
daquelle a quem tanto dillamare, o nio querer oscu-
sar-iede se a presentar ebi, nao sendo alias preciso, de
algum modo j convence de sea proposito em insul-
ta-la. '.
A nobre indgniejio, porm, que epreienlamoi em
o nosso manifest, quando muito de leve tocamos no
ex-chefo de polica ; esses sentimentos tio naluraes abi
representados, e que com admirac/io dos nosios se corn-
municrio aoi cora^oei dos proprioi correligionirios
do Sr. Vieira ; esta mtnifesticio tanto eo vivo repre-
sentada, e que excitou o entbusiasmo do mu digno e
respeitavel anclan, o Sr. commendador Manoei Gomes
Berford que, sendo aliai nosso antagonista em poltica,
manifeitou a bordo do vapor, que, i vista daquelle mi-
nifeito, noi farie deputado, te fra do Cear influencia;
tio nobre. manifeitifio de sentimentos, nio pode ser
de urna elide que nio lente o que diz, nio pode neicer
de um corago deiconhocido e depravado ; nio podnm
laes sentimentos deiiar de emanar tenio de um cora-
cao generoso, que sabe reconhecer o beneficio e detei-
ler a pervenidade. Julgamoi ter victoriosamente com-
betido o Sr. Vieira, mostrando nio sermoi calumnia-
dor, e que nada provio ai att'-sUcSes, que abonio o el-
che fe de polica em tua refuticio doeumentedi.
' O Sr. Vieira, prometiendo i principio nio entrar em
lira com nosco. cstcndendo-io por fim em tre nme-
ros do Diario, diz como por escarneo, que o morde-
mos como e csscevel, e fugimos para Pesqueira, exilio
inviolavel'... a espera do e//eito ; e que, a estarmos no
Ceari residindo, noi chamara eoi trhumes. Nio obi
lante nono natural acenhemento, e e perde d'esie ha-
bito esquecido em quasi quelro annoi de exilio, eque
tente facilidade ns deve para eicrevermos, o que agor
tent nos cusa, declaramos muito cathegoricamente ao
Sr. bacberel Vieira, que nio tememos sua amoaga. A
indignacio, que nos milla com a lembranca dos seus
leitoi, a conviccao, que cada vei toma maii forca, de
que be o Sr. Vieira um insolente perseguidor, que
sem a rezao de algume ofTeon recehida offendra e ul-
trajara fi liras, que ie ligio ao coracio, nos daro bai-
lante desembar. co pera dizermos ludo quanto lentimos
a seu respeito. Oulros, qua nio teji os tribumei,
que nada resolvan lem o vosso aeeoo, que sobravio
i conteni de oceultas insinuacdei, e que nio recuezan
ente meio algum para anniqular icui contrarioi; em
tribunnei, que nioiejio menivolla vosii, nio tememos
nunca sor a ellei arrestados! Mai.... te manifestis
lento pudor em entrer em lies comnoico, como ho-
rnero vos contradiris no mesmo instante, prometien-
do de entrar em combate com eite vosso insignificante
adversario perente o tribumei do piit, le no Ceara
noi acbassemoi ? !... Nio! recusamos dar crdito ao
vosso tio inculcado pudor, quando no tneimo instante
aprcientais tio vergonbosa conlradicio. Se noi peje-
mos de cor.tender com qualquer, em partealgumao
devoremos chama-lo i combate. A coutonda pela im-
prenta envergoube menos do que perante os Iribunaei :
alli nunce se deve temer o juizo de parcialidede ; a jui-
tica e a razio triumpbao sempre peranle o juizo impar-
cial do publico, que libe repellircom despreto aoque
nio procede com decencia e pudor, publicando infa-
mias e islsidades. Mai nio sao desle tribunaes, que
fallis!... sao aquellos, que condemnavio a honra e
a innocencia, que ultra/avio o pudor e e juitica lio
esses, que nio existem egore, e dosquies lendes justas
ssudedes I E se esperances concebeii de os ver aindi
restaurados.... entao vos essiguramos, que nio lereis
o gotto de nos ver peranle elles, porque jamis nunca
deixeremos nosso exilio inviolavel.
Nada responderemos quanto as nsjnuacdei, que fi-
zeit, tio oflemiva a honra de urna honesta e desolada
viuva. Vosn ndole o educara.) em todas as vossai ac-
edes sobresahe: deipeito de voisa esludada lmulacio
sois sempre (rbido pelo iostincto de vosu ndole per-
vert O publico, que noi contempla, decidir com
justica. Vosso carcter be o da infamia ; eii porque
diflamiii a todos.
Aqu desojaramos terminar, ecaber com reflexSes
que j noscansio o espirito ; que assaz nos mortificao
guaes recordaedes ; porm urna exposicao lemelbanle
devemosa todos,quo lrio a refutacao documentada,
e que gnorio quem somos nos, e o que teern sido e
ainde sao os que, inculcando lantei virtudes, dilLmao
nosso carcter, e o dos nosso melbores amigos.
Somos insignificante e nenbum merecimento temos ;
mas nunce procuremos abonar nossa conduele, justifi-
car nosse ndole, solicitando atlestai oes, que serio sem-
pre rejeitadas por quem lenba sangue nal facei, e hon-
ra no coracio. Somos um indigno, com quem te-
an pode contender sem perde do pudor, e nenhum
laclo spresrnlais para justificar lio gratuita c vil isser-
cio. Somos incapaz de entrar em Irca com o Sr. Viei-
ra, e em toda a nossa vida nio fomos ainda luipeito de
urna torpeza, de qualquer accao, que envergonhe nom
familia e amigos, quoetsaz nos bonrario ouvindo nos
sos brsdos, que altendrio aos nosso clamores, e que
se indignarlo com a pretericio que soflremoi, nio sen-
do nos contemplado na chape que lo orgeniou ni cor-
lo : nio merecemos e honre de contender com o Sr.
Vieire. o, em nome de urna r< ipetavel congregacio, ee
O conde offereceo-lhe o braco, e era quanto a cun-
duzie ia li conmigo dizendo :
Suppd-me ernatlornado, nio importa, urna vez que
a puz prevenida de que velo ubre ella e o labrlliozi-
nlio. Agora lrala-e de matraquea-la ; o ante do quin-
te di.m i-la-lin em meu braco!...... Ah! minha do-
noaa Sra. eu n&o ciimi habituado a dio deixarcni ataini
aoprar a dama i tenha cuidado nieto!.....
afirme, que tivemoi sempre honrla diilioccio ne aca-
demia de medicine. Somoi um vil, ne mente do Sr.
Vieire, e em toda a parte temos a fortuna de aermos
bem considerado por todos, que nos eonbecem ; io-
moi tratado comdislioc(io por cidadioi distinetns o
honrados, e lmente o Sr. Vieira noi recus mais
pequea patente na ordem social. Entre nosso
collegas, reunidos em sociedade, eramos col locado sem-
nre noi mais omnenles lugares: aqu mesmo em
o noiso exilio, e onde existem peisnas muito illustre-
das, fomoi eleto presidente de urna lociedade instruc-
tiva, compoita dot melhores cidadios delta villa e leu
termo : pelo proprio teidor Alencir, que eo Sr. Viei-
ra nao he tuspeilo, fomot assaz honrado, quando
em!8iO. lastimando elle e degradacio em que ca-
chava o Ceiri, eicreveo que, ndo envergonhava de
ser Clrense, porque ainda exista um Joi Laurneo
e alsuns oulros seus patricio<, e he o Sr Vieira ni-
camente que se envergonha de entrar comnoico em l-
ca E onde estio os ttulos do Sr. ex-ebefe de polica,
onde leu merecimento e replselo para essim noiqua-
lficar ? ? Vi que toii um bechirel, que occupaii tio
honroto emprego ; vos que estis no ceso de abonero
merecimento d s voiioi subordinaos e doi me*moi voi-
ioi iguaei; se aquelles recorris,e dentro o maii indig-
nos escolhcstei pira abonarem voin conduele e a do-
cilidade de vossa ndole, nenbum direito tendel pira
deprimir onos contrarios, e serde* ecreditado.
Queodo muiloi doi voiioi correligionarios, em con-
tinu hoitilidide eomnosco, censurio e acbio injusta a
pretericio, quetolTremos; qumdo lodoi cites voi ro-
dillo teut luflregoi, a deipeito de empenboi podero-
sos, e voitae reiteradas lupplica; quendo O meimos
tenhore deutor Pareira e Emilio Ayre declirio votar
em ni, pera revendicarmoi nosioi adqueridoi drei-
los, feridoi por ume vontede caprichosa; como.em pre-
senta de bonril tio subidas, recussis /or vergonha um
cmbete com quem tem lempre merecido considerario
e importancia ? Mai... para que continuronos com
quem aisim nos diflama, le depois ontrou comnoico
em combate, te dcil recorreo a abonacio dos-que
compravio furtos i escravoi, e aoi que andio em ha-
bitual embriaguez ? ?
Se tanto diisemos detu tal ou qual importancia, de
quetorr.O! gozado,nio he por querermos fazer alardo de
nossa peisoa e saber: quando su us procura aviltar,
he licito, que algume couia publiquemos em defea
doi que noi honrio.
Pouco nos rosta a diier pare justificar o mais qne
temot escripto. Nio quer o Sr Vieira, que tenha urna
indo/e perverta : te leui ultrajes e insultos nio hastio
para prever, ehi est leu sanguinario discuno como
promotor ne Bshie. Reunido o jury pare julgar doi
autores e cumpliera di tedelo de novembro, o Sr Viei-
re, 'com eengue fri perverio, requer com instancia,
braveja lurioio, para que todoi ot teut patricio!.com-
prometido! nessa tedelo detgraceda.ie imponha a puna
capitel, a maior dos nossos codigoi. Aoi olhoi do Sr,
Vieira nio existiio cumplicei, e simple! erroi e fallas;
erao todos dignos di pena capital.
So a* leii divinal e l.uminei fiiem diitinccio sobre
tudo ; te em urna ledico, ot dolidos e atlentidos nio
podem deixar de ter diflerenles; te lodos nelle envol-
vidos nao podem commeller actos iguaes; le em tudo
ba, pois, manileiti deiigualdede, sanguinario he o ma-
gistrado, que e lodoi sem diitincclo in.pe a meima
pena, apena maior que exilie.
Se tambem como bomein le recula ao poder de urna
generle emocio ; te nenhuma compeixlo, tio natu-
ral a humanidede, o assalte no meio de lentes viclimei;
te a lembranca das recordarles da inlencia ib extingue
de todo no coracio..... meii dirimente : te nenhum
desses vosso patricios, Sr. es-promotor, algum voiioi
contemporneo!, companheiroi nos voiioi esludos,
comparcei em voiioi gozos, carnerada! erA vom juven-
lude ; le nenhum voi Inipirou a menor compeixlo ;
se contri todos inallitei poli pene de morte, perver-
t ho e ndole do Sr. becharel Jos Vieira Rodrigues de
Carvelbo e Silve ; e assim tem sempre pensado
Jos Lourenco te Castro e Silva,
Srs. Redactores. Appircceo no da 20 do pre-
tente mex no leu conceituido Diaiio um pequeo ar-
tigo entre os avisos diversos, relativo a um ajuntamen-
to Ilcito que he todas as noutei na ra denomina-
da Praia do Celdeirero e tambem acerca .do
acontecimento criminoso de ser espancado um Por-
luBuez pedeiro e 15 deste mesmo mez que tete
lugar no principio de mesma ra assignado por um
morador da ra da Concordia.
Cbegando eo meu conhecimento, que algumas pei-
soai, s com o fundamento de tambera eu ter mora-
dor na mesma rui teem-me, asseverando a outrai,
ndigilido cumoj autor do referido artigo ; e con
quinto partilbeo mesmoi lentimentoi do seu autor ,
( quem quer que elle for) iito be, de nao pouper mel-
lazrjoi, e vagabundo!, e faze-lot reipeitar o publico,
e de anbeler ver a lei sempre desafronteda ; todava ,
nio devo deixar passsr como meu o menciooedo artigo,
nem cerregar com tua reiponubilidede moral, nem
pretendo irrogar a mim a gloria de seu autor ; por lu-
do isio Sn. Redectore, peco-Ibes, hijio de em
Vil.
Depni da ultima visita doi Dearonail ao notario de
Manto, lanto a ulho vito progredio o mrllioramenti
de Julin, que Mr. Thnniaaaoii d'alii a qualro da doi-
poi!iiidn-o da familia, llio dic : Eo nto tenln. mai
que t'azcr aqu I cale nmen quo paiaeie, que ae diatraii,
que edivirta, como honrado rapas, o eequeca-ae do
mrdiru, lio o comelho que (eolio ilar-lhe.
Ora Julio linha depois Jaquelln visita concebirlo um
plano delinioto, rale havie ido o aeu mellior medico;
por quanto, iiroiuelfiidn-llir urna ventura inmensa, nr-
atcre.ceniou : lelil... Sr. conde, algum. orden, d.r. nl.um remor.o Ibe deixava : eque mai. era nece.>ri..
querobr.terabond.de de ne aoompenher at a oeea ?J para recobrar a eaude que por dc.e.peracJo perder'
Sim, di.ie rile depois qOe e retirare Madama De.ro-
naie, e com aquella confianza que procede de inexperi-
encia dai paxe., ella me perduou minlm impruden-
cia ; inlereiie-io de novo por mim, dalo caloucerto;
me a dra do nina falta revolta este anjo depuren,
Cumenle quo a ame eu, e Ulve me amar tambem, mea
aob rundidlo de que a nalurea doa meu eiiliment!
nio (ira a ana delicadeza. Enlao, he liso oouia lio dfli-
oil ? Ella he bella e encantadora, te fra li'vre, livera eu
feito ludo por omiiegnir ler cu marido; raae po. que
lio i.to impuiiivcl, porquo nio eerri eeu irmin? Que
euoanloa nio ha ehi? Serci bom r honrado ; empenliar-
me-hei por nbter ciuiadnraclo eealiiua; cunlar-lhe-hei
ludo, minha ideias, meu pmjeetn, iiiru eiforc!. e
quando eliognrem ae ventura, se Den m'ai conceder,
pur me alentar.....dir cll : Saiiafeia rsluu de v,
meu innlii. Seu irmao | repet elle enlliuii.smado
oh! lim, por toda vida! Sera um eulto, uina adorecio
que e iiinguciii offendera ; atua-la-bri, o nioguein rao
detprcxar. Meu Deo. nomo me ni., lembre mais or-
do dalo, .in voi de correr nimba e a tua peda, cuino
o ia faseudo?
E o ingenuo mancebo, esquecido da fregilidade do eeu
queror na. aua primrirai rol.iriVa com J.mephin, oren-
do da ba te ler de.coberlo o mellior rueio do Iramtor-
mar a mi pexio, e nio de a engaar, embeTeeeo-ie na


3*
abono da verdade e por faor a mim, declarar ao p
desta fim de deanacer lio leviana assercio qu
eu nSo sou o autor de ta( artigo e que nlo tire parle
directa, nem indirecta em sua publicarlo Oque
muit obrigar oseu &c. Juttmo Marlyr Correia
de Mello.
O annuncio, a que te rete o Sr. correspondente, nao
he obra sua. 0> RB'
COM1YIECIO
Alfandega.
Bbndiiiwto do du 22.................5:364*075
- Duearreg hoje 23.
BrigueCamOesmercadoriai.
Geral358*212
Consulado.
REN0IMEHT0 DO DU 21.
Provincial27*335
Moviiuento do Porto.
Navio entrado no da 22.
Babia; 13 das, patacho braiileiro Novo-Lobo, de 174
toneladas, capitio Jos Alvet, equipagem 11, car-
ga (arinba ; a Manoel Ignacio de Oliveira.
Navios lahidoe no mesmo dia.
Par com escala pela Parnahiba e Maranhio ; brigue-
escuna nacional Guararapee, commandante o 1.
tente Jos Seeundioo Gouienaoro, boceas de lo-
go 10. Passageiros : para a Parnahiba, o corone
Jos Francisco de Miranda Oiorio ; para os Portos
do Norte, o lente coronel Jos Ferreira de Azeve-
do.eaua familia, os eommissario* Marcellino de Sou-
za Mello. Silvestre Ignacio do Bom Succeiso, e o ei-
soldado Jlo llarbuza de Gnes.
Barcel na por Porto-Rico ; brigue hespanhol Batelo,
capitio Jos Fourrodooa, carga assucar e couros.
Panageiro, Manoel Prez, Hespanhol.
Edita!.
Vai de Oliveira na roa da Cruz n. 51, primeiro
andar.
= Para S. Mntheos segu, at o dia 25 do corrente.
o hiate nacional Flor-do-feeife ; anda podo receber
algumacargaa frite, e passageiro* : os prelendentes
dirijio se a bordo do tnesmo. a tratar com o capilo.
Para a Babia seguir breve o hiate Coneeicio-O-
liveira : quem no mesmo quizer carregar, pode tratar
com Arfiorim Irmios, ruada Cadeia, n. 4o.
= Para a Babia sai impreterivelmenle no dia 25
do corrente, o biigue Anua e LonHanca ; recebe
carga a frele cotnmodo e pasaageiros, al o dia 24 :
quem pretender, entenda-se com o consignatario Ma-
noel Ignacio de Oliveira, na ra de Apollo, n. 18.
Para o Rio-Graod-do-Sul segu em poucosdias
o veleiro patacho Emeliana : quem no mesmo quier
embarcar esc raros, para que o tem bons commodos.pde
entender-se com Amorim Irinius, ra da Cadeia. o.
45.
= Vonde-se a sumaca brasileira Quator te-de-No-
vemliro, forrada de cobre : a tratar com Gaudioo Agos-
tinbo de Barros, na pracinba do CorpoSanto, o. 66.
A sumaca Santa-Mara-Boa-Sorte pretende sa-
bir at 10 do me/ de novembro para o Arscstj : quem
quiter carregar entenda-se com o mestre Jos Joa-
quim Altea defronle do trapiche noto ou com Vic-
torino Teixeira Leite na ra larga do Rozario n. 4 ;
pois ja tem a maior parte deseucarregamentopromplo.
O patacho oco Saraiva segu para a Baha ,
hoje23 do corrente: os Srs. passageiros queirao adiar-
se a bordo as 9 horas da manbia.*
Leiles.
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria de fazenda
mana fazer publica, para coobecimento dos ioteressa-
do. a ordem do tribunal do tbesouro publico nacional
do 9desetembro ultimo. abaixo transcripta, que mar-
ca o primeiro de abril do anno futuro para comecaro
descont gradual, na forma da lei de 6 do outubro de
1835, nai notas d cem mil ris da 2 estampa (verde),
actualmente em substituicio na corle; e convida
possuidores das mesmas notas, para que quanto antes as
faci trocar por outras na mesma tbesouraria, visto es-
tar proiima a poca em que vio deixar de ser recebidas
as estarces publicas da provincia. Secretaria da tbe-
souraria de fazenda de Pernambuco. 16 de outubro de
181o. O offkial-maior, lanado dos Santos da Fon-
teca
Ordem a que e refere o edilal tupra.
N. 121 A. Manoel Alves Branco, presidente do
tribunal do tbesouro publico nacional, participa ao Sr.
inspector da tbesouraria da provincia de Pernambuco,
que, 'por portara desta dala, ordenou, que se marcas-
seo primeiro de abril do anno futuro para comecaro
descont gradual, na forma da lei de 6 de outubro de
1835, as notas de cem mil ris da 2.a estampa (verde),
actualmente em 6uhstituicio nesta corle, a im de que
mande fa/er publico por editaes, e nos peridico* por
repetidas vejes,para conhecimento dos interessado.Tbe-
souro publico nacinal, em 9desetembro de 1845.
Manoel Alvee IIunco.
= Ka'kmann & Roserrrund fsrd leilao. por ioter-
vencio do corretor Oliveira,. de variedade de fazeodas
ingleas, francezas, suissas e allemies, de seda, lia, li-
nbo e de algodio as mais proprjas do mercado : sexta-
feira, 24 do corrente. is 10 horas da manbia no seu
armazem na ra da Cruz.
= O corretor Oliveira far leilao de grande porcio
de fazendas, todas de lei, e proprias do mercado con-
istindo em chitas. madapoldes de varias qualidades,
setins, lencos de seda linhasem novellos, ditas em
meadas reros c apeos, meias, fitas calcado para
homemesenhora bonetes, pentes, &c. ; cujas fazen-
das serio vendidas sem reserva para liquidacio de
contas: boje, 23 do corrente as 10 horas da ana
nbia em pontu no seu escriptorio ra da Cadeia.
Roga-seaoSr. Ibesoureiro da lotera, que est
correodo ,- hija de no pagar, caso saia premiado, o
n.eio bilhete o. 2660 ; cujo brinete foi doencaminha-
do do babu de Antonio Barbosa da Silva Coutinho.
Quem precisar de um bomem casado, com pou-
ca familia para caixeiro deengenbo o qual d fia-
dor a sua conducta, annuncio sua morada para ser
procurado.
Aluga-se para se passar a fesla urna boa casa
terrea no Monteiro com duas salas mu grandes, 4
quartos cuzmha fura cacimba quarlos para pro-
tos estribara para dous cavados dous quinlaes mu-
rados com poilio e aabida para o rio : quem a pre-
tender dirija-se a Boa-Vista, Iravossa do Veris ao
tirado n. 15.
0,Natareno o. 129 est a venda na ra estrei-
do Roiario, casa da F. Est muito interessante
seu redactor que se acha reatsbelecido, vai conti-
nuar nos aeus trabalhos, e entrar em conta com seus
adversarios e com os traidores que esto sacrifican-
do o Brasil.
Precisa-se de 120* rs. por 3 a 4 mezes, so
bre 52 oitavas de ouro em obras com uns poucos
de diamantes, e 53 oitavas de prata em obras pa-
gando-seos juros, que seconveociarem; na ra das
Cinco-Pontas. o. 2, primeiro andar se dir quem
faz este negocio.
Aluga se o terceiro andar do sobrado da ra do
Queimado, n. 52 : a tratar na loja do mesmo sobrado.
Alugio-se a segunda e terceira casas da ra da
Mangueira do Pco-da-Panella indo deste lugar pa-Id
ra o Caldeireiro ladodireito, ptimas para se passar
a fasta ou morar: quem as pretender, dirija-se a ra
da Cruz no liedle, n. 6, segundo andar.
Aluga-so urna casa terrea na Estancia com duas
salas, 4 quartos quintal e cacimba : a tratar no caes
da Alfandega armazem grande defronte da eacadi-
A visos diversos.
l)e laragao.
Companhia de Bebinbe.
Os Srs. accionistas da companhia de Bebiribe
queirio realisar urna prestacio de 4 p. c. no prazo de
30 das, contados desta dala em diante. Escriptorio da
companhia. 20 de outubro de 1845. O secretario,
B. J, Fernandet Danos
A COMPANHIA ITALIANA
QUINTi-FEIRA. 30 do Crrente OOS
dar a 8.* reprnentnfdo lyrica pura completar assg-
nnlnr.-iM, que j fra.. pagua : e pela ultima rea ae repre
pillar a niuiiii npplaudida prca, em tres aclns, du Sr.
Car. DuniPlIi o
ELIXIR DE AMOR.
O bilhote le eaniaruiee e pintea, asiim imism oa fo-
Iheliia du irniliirc'm da peca, vrudeni te deide j em c-
a da director, ra Nova, n 7, icgondo andar : aos Se*
nhore, que inscrcvfa seus humes para rata ultimo
reciu du Elixir, iei;iii garantidos os bilhelcs ale odia
kvisos martimos.
Para Porlo-Alegre e Bio-Granrfe-do-Sul, sa-
nir, com omita brevidade, o patacho Oliveia : quem
quizer carregar escravos a Inte enlenda-se com Joao
Aluga-so urna boa casa terrea com solio, em F-
ra-de-Portas n. 60 ; oulra dita no Poco-da Panella ,
para grande familia passsr a festa : quem as preten-
der, dirija-se a Fra-de-Porlas, a fallar com Manoel
da Silva Neves.
= Precisa-se de urna ama de leite: na ra das La-
ranjeiras, n. 12, 2. andar.
Continase a fazer ade-
remos de cabellos de muito ri
co gosto, pillee.ras, aunis, fi-
tas, tranceJins de quilquil
modello, flores, &c., &c., til-
do na mesma coiiformidade
cima dito, por prego mdico:
na ra do Cubug, lo jas de fa-
zendas, ns. 4 a 6.
= Torna-sea advertir, que se nio contrata a com-
pra do terreno annunciado pelo Sr. Manoel Zeferino
dos Santos, a vender-se por 500 rs. sem entendei-se
com Jos Joaquii Bezerra Cavalcanli na ra da Glo-
ria sobrado n. 59 a fim de que seja esclarecido do
obic que a (al respeito eiiste em juizo.
= Troca-se um oratorio grande com um cruxifixo
grande, ludodouradoeencarnado de novo; no At-
terro-da-Boa-Vista loja de miudrzas u. 54.
= Precisa-se de um caixeiro que tenba pratics de
venda e possa tomar a mesma por balanco ; ao qual
se ollerece inleresse : qunm se acbar nestas circuns-
tancias dirija se ao Alterro-da-Boa-Vista loja de
miudezas, n. 54-
Manoel Ferreira Ramos embarca par. o Rio-de-
Janeiro sua escrava de nome Jcsepba de mcSo An-
gola.
A pessoa que annunciou no Diario de bon-
tem, precisar de um cont de ris a premio, dirija-se
ao Atierro-da-Boa-Vista loja n. 14.
Joaqun) Victorino Coelho retira-se para o Rio-
de-Janeiio,
Na ra da Cedeia-Velne loja o. 9, de Pontea
Si Mello ha superior rap de Lisboa ; na occasiioda
venda, dar-se-bi amostra, responsabelisando-se os
mesmos pela boa qualidade.
J. J. Tasso Jnior embarca para fura da provin-
cia o seu escravo de nome Maocel crioulo.
ua fnllaciosa concepcao, que Ihe pareca conciliar sena
nrdeiitea desojo com ai exigenciaa de sua natural pro-
Lidnde.
Cfinservavin-ae entretanto Mr. e Mroa. Robnoau aob
a moni* iinpreaiiu de cninniuin lerror, dcpoii daa re-
vt-liicea Iruiunda nina teiniv eia do notario a reipeilo de
Benedicto. Nada ni.iia era precito para oa excitar ex-
tirpar do curactu de leu filbe um amor, que, aparten
ua illi'i'iiiniiiljili-, acarretava ops ate ai medoiiliai con-
equenoiaa. I'ur imi Mina. Rnbiuenu, como muis pene-
tranie neaUi maleiiai do queaeu marido, metleo iiunie-
iliatiminie bumbrua tarda, e ooidccou um curan de
'mural nter, adnead com habilidnde peina luppliom e
lagrimal, e terminado pi-ln aincaca de murrer do pi-tar
c eu fillu. peraeveraaie em una unixio rriminuaa e er-
riyada dr pirigm.
Siippnnlia-ac Julio, depoii da 'dnpcio du aeu novo
plano, lriK de toda % censura ; todava un ierre,
miliario hiiia rrcear, iiue raie plan nu iBii.fixPiie
anda a sua mi i, < 11Uc a u ff.icao rrduiida mr.iuo a
pian imiocnici ,.r..pi.,ue, fo.ae ubiecl de nova b-
araaoa-a, in.t.nciua, lagrimal. Pela primeiro tex em iu
Md.aedplermHinu p,. Bngir em Mina. Robine.n.
M.iatrou-ap cmpletaiiieim. rendido ai raafiea que Ihccl-
I. fi.li valer, e recni.lieredor d graviH.de o rsactidtu
daa c.n.id.-racea que ella expuuha, e fr<-llie a final a

Pretende-se eflectuar a compra de urna casa ter-
rea, sita no becco do (Juiabo n. 4, do bairro da Boa-
Vista, pertencenle ao lilho do fallecido Joaquim Jos
dos Reis: a pessoa que su achar com direito sobre a dita
casa, poder comparecer no prato do oito das, do con-
trario perder o seu direito contra ella.
Nicols Lacroix, subdito Belga, e Pirre Masson,
subdito Francez, retirio-se para Lisboa ; levando o 1
em sua companbia sua mulher, Mariana du Jess, Por-
tuguesa.
No dia 18 do corrente, appareceo um boi desen-
caminhado: quem for seu dono, dinja-le a Soledade,
casa n. 7, que la se dir quem o tem, e dando os sig-
naes e pagando as despezas, Ihn sor entregue.
Aluga-se por prepo commodo a lojaeacochei
ra do sobrado a. 12 da ra do Arago : a tratar no
mesmo sobrado.
= Desencaminhou-se, da loja do abaixo assignado,
urna lellra da quanlia de 169a620 is., sacada em 18 de
s.'lembrn p. p. a 50 das pelo annuncianle e accei-
ta por Dsvis & Companhia : o acccitanle j i est sciente
de nio pagar senio ao abaixo assignado. JodoLcite
de Azevedo.
= Aluga-se urna preta que seja fiel para o ser-
vico interno e externo de urna casa de familia dando-
se-lhe o sustento e durmida pagando-se por mei o
que se conveocionar: na ra da Semalla-Velba n.
48, segundo andar, ou annuncio.
= Aluga-so, por commodo preco urna boa casa,
com duas salas Oquailos, cozinba copiar e quin-
tal murado sita na ru. Imperial snnexa ao sitio do
finado Machado : a tratar oa ra Direila n. 82, pri-
meiro andar
= Precisa se alujar um moleque para servir a urna
CAsa ; na prc,a da Independencia n. 2
Aluga-se urna casa propria para se passar a fesla,
da outra banda do Caldeireiro no sitio Trapiche :
a tratar com Anselmo Jos Pinlo de Mello no mes-
mo sitio.
LOTEIUA DO THE A TRO.
As rodas Jesta lotera andio impreterivelmente no
dia 25 de novembro prximo futuro visto ter-se rea -
linado o andamento das do seminario Os respectivos
iiil beles acbio-sea venda na loja do tbesnureiro, na ra
do Queimado n. 39; na do Snr, Menres Jnior
ra do Collegio ; na botica do Sr, Morrira ra do
Cabug ; e no bairro do Recife as lojas de cambio
dos Srs Vieira e Manoel Gomes
D. Maria Roza de Assumpcao viuva de Manoel
Rodrigues do Passo declara, que de boje em diante
be seu procurador tanto em juizo como fura delle,
oSr. Manoel Anlonio de Andrade ; brando sem vigor
todos os poderes dados aos outrosseus procuradores, al
boje nomeados.
Antonio Joaquim Rebullo Pessoa embarca para o
Rio-de-Janeiro o seu escravo crioulo, de nome Fa-
bianno de idadede lOannos.
= No dia 20 do corrente, desappareceo da ra Au-
gusta urna cabra (biebo), com duas cabritas sen-
do a cabra amarella com as orelhas cortsdas, urna ca-
brita da mesma cor ea oulra prela : quem as achou,
querendo rebtilui-las dirija-se a dita ra Augusta ,
n. 46, que se gratificar.
=c Raymundo Pinto de Abreo embarca o seu escra-
vo crioulo de nome Pedro para fra da provincia.
= Quem quizer dar de um at dous cont*de ris ,
com boas firmas oa hrpolheca em um sobrado im
um dos melbores lugarea desta cidade pelo tempoque
se convenciooar dirija-se a ra do Aragio, n. 7.
= Precisa-se alugar ama ama para o trrico intes-
no de urna casa: no Atterro-da-Boa-Vista, o. 36.
= Precisa-se de um feitor para tratar de um aitio
aqui mesmo na praca: procure na roa Nova, o. 57, que
achara com quem tratar.
= Precisa-se de um rapaz de 10 12annos, para
caixeiro de urna venda : na ra Imperial, o. 445.
=A abaixo assignada,viuva do finado Victorino Fer-
reira de Carvalbo, acha-se procedendo inventario dos
bens do seu casal, pelo juizo de orphios, serivio Pe-
reira ; e por isso roga a todos os credores do dito fi-
nado, i)*jio de apresentar Ihe as suat contas, no prazo
de 8 diat, contados da publicar/So devte. ,
Mana Carolina Ferreira de Carvalko.
Precisa-se de um ortelio, que entend d* orta, e
precisa-se de outro para trabajar debaixo da admini-
tracio deste, que be para engenho parto desta prafja,
paga-se bem : a tratar na ra Direita, venda n. 23.
= Jos Antonio de Abreo e sua silba Izabel Marga-
rida relirio se para fra do imperio.
Um moco se otTerece a algum Sr. negociante para
caixeiro de ra ou de escripia; pois tem muito boa lat-
ir: quem precisar annuneie.
Aluga-se o segundo andar da propriedade da na
a Aurora, o. 8. com bastantescommodoaa ansio : a
tratar na ra da Cruz, n. 13 escriptorio de Ridgoay
Jamisson & Companhia.
Roga-se ao Sr. J. O. Campos, se
sirva declarar, se o seu annuncio, inserto
no Diario de Pernambuco n. a35, se
(niende com Manoel Jos de Araujo Ma-
chado.
Aluga-se o segundo andar do sobra-
do sito ua ra Direila, n. 20, cem bocb
commodos: a tratar na ra do Collegio,
segundo andar n. i./i.
Dentista.
M. S. Mavrson cirurgiio dentista a instancia
de varios amigos, resolveo-se a demorar por ora a sua
viagem para o Sal ; entretanto faz sciente qae rece-
beo um completo sortimenlo de denles artiGciaea de no-
va invencio ; tambem contina a limpar denles, o
chumbar com ouro e prata e fas todas .as mais ope-
racoes pertencontes a sua arte : na roa Nova n, 2 ,
segundo andar.
Compras.
que
na,
Compra se urna escrava moca aem vicios
saiba engommar e coser : na ra Direita, n.
segundo andar.
= Comprio-se uns Senos, livro nutico; qaoso.
tiver, onnuncie.
Compra-s um sellim inglez, em bom estada ;
na ra do ttangel n. 54, onde electivamente com-
piio-se botijas e garrafas vasias.
= Comprio-se para fra da provincia eacravos
de I3a20annos ; sendo de bonitas figuras, pagio-te
bem : na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado do
um andar de varanda de pao n. 20.
= Comprio-se dous eicravos, um pedrairo e ou-
tro carpina para urna encommenda do Rio^Grande-
do-Sul; sendo bonitas figuras, psglo-te bem: na
ra do Collegio, armarem n. 19.
Cumprio-se quartoias e barril vasios : na raai
Direila n 9
Comprio-se 4 bancos de botar amostras em lait
de fazendas: na esquina do Livramento n. 69.
Compra-se cobre verilha funda por motada do
seu antigo valor; na ra doCabug, loja de miadexaa,
n. 1 D.
Comprio-se dous escravos pretost mariabairos,
ou proprios para isso, de 18 a 25 anuos de idade: aa
ra da Cruz, n. 45.
Comprio-se dous escravos, peritos officiaes do
pedreiro e dous earpinas ; na ra da Senzalla-Velba,
n. 110.
Vendas.
npprovar o loor por que elle su bnveria com os habitan-
te da quinta de Itlioiny.
Um pontu eipinhnau porni fallava discutir. Tratavi-
aedaprimeira visita auiDeironaii: depoil de niuiloa
diai de bi-biaciio, 11111:1 manbia invocou Julio toda a sua
oorageni, o procurando dar remanso a ua voz, forruu-
lou O ICO de, jo.
Madama Mollinean empallidecco, gaiton-ie, repeli
acama dos acui terrn, tomn 3 pedir, loriion a cho-
rar, e concluio por exigir a interrupcao completa dai
reUcea do tilbo com os Deironail.
Julio responden, que csia rclc<5ci, quo depoia dai
auai prumriiai nenlmni perigo maii i.ffi-rrciau, c nlo
podio de repeine inlerromper ; que drixar aiaim de ir
a quinto, alem do que tal proceder leri de umnitruoso
vuta doi te t<-111 n 11 hu de nll'.icio dadoa pelo propria
lorioa dilla, cria loinnn tli r um deapropoiil.., porque
Uula iiijjniliilao teria inven.imil, e a e\plicic:"io que
propiiu Benedicto nns dcia que e llie luppunhlu prn-
irararia ei arjan, em vei dcduaipor, aggravaria maia
ai iujs inipritai.
Tinb.10 e'ilai rarfiei algum valor. Depoia de lnver re-
fleclidu, r por inuilu ti-iiipo cuncerludo com o marido,
demorando do da em dia o aeu cunientiiiicnlo, Mina
Ri.bineau auloriiou rro fim aeu tiln, a faxer a disputada
vi.ila. Bem quixera ella acompnlia-lo, mai a lembran- .
9a da acea em que tanto ie liaviao expoitos ella e tea. era j urna louuna iruiucnsa do ventura, e cada paiso
marido com oa teui suato, a fex renunciar cite pro-
jeolo
Como referir agora o que na alma do mancebo io pai-
nii, .(liando, paliando alem dai ultiinai rana da cidade,
aa aclioii 10 entregue am teui 1 ensamenlm na curada,
cm r.uju fim cilnva Joiepbina ? Panuu primeiro un lon-
go .llir em deredor de ai, para aiiegurnr-ie, qan a 111a
iilidau nao icria perturbada por nenhora importuno,
depoia o. uiiiniou a ana inarrlia, abaorvido Vuliipluoia-
mente as deliciniai cliimer.ii. que depoia da ana ulti-
ma rciolufio, nem inclino Ihe ciist.it nr remnriii
Anda una vene a adiar un preien(a dna mulher en-
oanlaili.ra, nica, e aem recri pela rcce'pciu que o ei-
perav.t; rni que li.nu sido prrdi.ado : nao era a delei-
tosa harmona do aun vui a oliinia vpx que linda uti-
do, a prora diim DpI surte i* elle piiconlra-la indul-
"i'iite, b>.a, miseiieiirdioM, e .Inmuto a hora que plisa-
ra ao en lado, nada perturbara a divina ft lii ula.le que
contata tlpafriietnr.
E sim arrobado se equecia do ai mesmo. e s va a
realidade, quan.lu por ac... algum mis sllenle ou pe-
ilr.i do cainnho o fui troprcar eioliir dos ipiii doura-
iloa sonhns. Emao pnrnva, media com o vista o paco
peronrridu durante o sen ultimo exlso. o a si mesum
aecusnv de liintn se hv*r aproximado do alvo, que
todava arJi por ottingir, que cada um deiiei exlases
Vende-st a casa terrea
do pateo do Pa raizo, n. 24:
na ra das Larangeras, n. i'i,
segundo andar.
Vende-se urna escrava, de idade de 90 a 25 aaaaa,
sem vicio algum perita engommadeira de vestida >_
soohora e roupa do bomem cozioha perfeitameale ,'
ensaboa lava de varrella e (ai todo o maia arraasjpi
da urna casa com asseio e perleicio ; ao pato do Pa-
raizo, n. 23.
deixava atrax de i um goxo. E elle que a tanto lempo
padeca! e de dore lau nguda! nlo devia ser poapado
do ieus praxeres, e procurar aaborea-loa toda, o sea*
del les perder nada?
Por isa elle que amara toda a naturasa, aa bellas ar-
vore da florcita, como aa lindat florea do prado, ni
fe?, nesio dia caso dos carvalbo de Rhosny, todos seus
vcllios aniigoa. que mullas rezes ihe haviao preitado
hoipitaleira o laudare! sombra.
Quando depoia de baver aiiisn perenrrido toda a *m~
Irada, elle se ochou enifim era frente da propriedade de
Benedicto, a si mesmo prrguntou, se estara Joseplsina
. Lembrando-ie que ahi poderia eilar Saint-Amand,
enlio como um fro dolornao por lodo o oorpo; na
porquo e Ihe deiperlauo o mitigo ciume : ainda que al-
ie na., loubesse explicar a sua actual aeguridade, o so-
lo cr qu* nio recciava que outro obtivesse melhor la-
gsr que elle no curelo da joven dama. Maa para a ooav-
leinplar vuniade, para guiar de sua greca e eooaoiles
de >ua prearnc, quera citar s, anda que por aa o-
tuto fuo, e o quera com o maior arder.
Corren, pon, a hbilac*o de Benedicto, penelroai no
interior, elancnuiim rpido olhar sata ante eh est-
irar. Jowphiiin, 'mollemeule eiteodid em ora* Iaameo
a poltrona, lia, e ninguero com Hla eaUva. Jallo eatre-
meceo de prater, e avancou Irtmendo.
(Casilsoitor ae ao.)


= Na roa das Cruiei, loja de encadernador, tu 39,
vendem-se os seguintes livros:
Visgene$de Antenor 4 v. 5000
O Robissoo de dous annoa, 2 V. c->(l00
v.
4000
8000
1600
1000
2000
2800
4000
2000
1000
1500
1000
1000
1000
Seleitina ou os esposos sem o serem 4
Nova Heloisa, 4 v
Elementos de civilidsde 1 v.
O Tratado da tyranoia 1 v.
P. Virgilii Moronis opera, so3.* volume.
Dous Robissons, 3 .
Historia de Gilbras, 4 v.
Vagens de Gullive 5v.
Historia Sagrada, so o segundo volume
Obra? do marque;, de Pombal, 1 v.
Historia da Carlos Vil 1 .
Orlando lurioao s o segundo volume
Joanninha s ospgundo volume
Manual do cidadio brasileiro, por JoiinodoNesr
cimento Silva com a ci>nstiluio do imperio
por F. L. de Caralho Mureira 6000
= Vndese um pardo moco proprio para todo o
servico, e he carreiro : a tratar com Joau Jos de Car-
valho Moraes no Recife.
= Vende-se arinba de mandioca de boa quali-
dade a 3200 rs. a sacca ; na ra do Crespo lo|a n.
1S i de Antonio da Cunba Soares Guimaries.
= Vende-se cobre de forro sortido e piojos do
mesmo ; em casa de L. G. Ferreira & Companhia.
= Vende-se oseite de carrapato de caada para
cima a seis patacas; na ra de Apollo armazem
n. 4.
=r Vende-se potassa nova da Russia ; cal virgem ,
de Lisboa por preco commodo : na ra de Apollo,
n. 18.
^ Vende-se potassa muito nova de superior qua-
lidade*, em barra pequeos; na rus da Cadeia do Re-
cite armazem de assucar n. 12.
= Vendo-se a dinbeiro ou metade a praio, com
firmas, que o cambio rebala urna venda em muito
bom local sortida e bem afregueada por motivo
do dono ser obrigado a relirar-se para Portugal, em
raio do mo estado de ssde ; oused sociedade por
dous annos a qualquer pessoa que enlenda do nego-
cio e que d fiador : na ra do Collegio venda n.
v 12, de Sebssliio Jos Gomes Penna.se diri.
= Vende-se um alambique de cobre com esquen-
ta-garapas e os mais objeclos peitencentes a urna esti-
lacao tudo de ptima eonslruccio, e com muito pou-
co uso -, na ra da Aurora n. 42, segundo andar ,
se dir.
= Vendem-se 18 rscravos ; sendo pretas de 17, a 22
annos com habilidades moleques de 12 a 15 Bo-
nos tudoi de bonitas figuras: na ra das Flores,
d. 21.
=Vende-se urna mulatinba de idade de 18 a 20 an -
nos, de bonita figura sem vicio algum ; na ra do
Cabugi, n 3, segundo andar.
= Vendem-se saceos de milbo e harria de mel ,
tudo muito novo ; na ra da Cadeia do Recife n. 8.
= \ ende-se a armacao da loja da ra Nova n. 18:
a casa, onde ella esta, tem commodos para urna peque-
na familia : a tratar na mesma ra n. 32.
= Vende-se urna eicellente rabeca com sua cai-
xa ; na ra de Hortas, n. 140.
=Vendem-se,por 500* rs., os cem palmos de terre-
no que ja se ofierecrfio a venda neste mesmo jornal ,
por6U0rs. entre asduas pontes da estrada da Mag-
dalena o qual pertenceo outr'ora ao Snr. Jos Joa-
qun) Rererra Cavalcenti, e esteve alorado ao Sr Joio
Thomai Pereira e boje pertence a Manoel Zefirino
dosSsntos, aquemse poder dirigir quem o quizer
comprar.
= Vende-se urna casa terrea em chaos proprios, na
povonQio dos Afolados, ra de S. Miguel, n. 70, cons
truida de pedra cal e oiloes meieiros quintal murado
e cacimba : a tratar na ra atrada matriz da Boa-Vis-
ta sobrado de um andar, n. 11.
Fatenda tnutiu baratas, que eontido aot comprado/es
= Vendem-se brins do linbo branco muito supe-
riores a 500 rs. a vara panno de linho a (00 rs.
dita, e querendo peca de 15 varas emeia por 8700 rs.;
esguiSo superior, a 1280 rs. a vara, e a peca de 12
jardas o meia, a 10* rs. ; cassa lisa muito fina, a 400,
480 e 640 rs. a vara ; lencos decambraia de cercadu-
ra a 240 e 320 rs, ; chales pequeos a 500 o 00
r.; pannos traes proprios para lardaroento de pre
t .s de acompanharem enterros pelo barato preco de
i i e 2 rs. o covado ; dito preto bom, a 3o00 rs.; ru-
cados para eseravos, a ICO, 180 e 240 rs. o covado
cortes de tarUtana de muito bom gusto 4000 rs.
cortes de cassas as mais modernas, a polka a 4000 .
5000 e 6000 r. ; colins de qui dros e lislras de todas as
cores, os mais modernos para calcas, a 2^0, 400 480 e
500 ra.; chales de seda a 3500 rs. sendo os melboies
que team vindo ; lencos de seda a 800 e 1600 rs. ; e
outraa muitas fazendas por preco muito commodo ;
advettindo que tudo esta em bom estado : no Alterro-
d-Bo-Vista loja n. 14.
=\ ende-se larinha da Ierra o alqueiie raso, a
3600 rs., e a sacca a 5000 rs. ; na ra do Rangel ,
d. 26.
= Vendse um lindo preto cozinheiro, o outro
gaobador de linda figura ; na ra da Senzalla-Velba,
q.410.
, \ ende-se cb* hvsson em caitas de 13 libias, em
porcese aretalho; e potassa americana ltimamente
ebegada : em casa de Malheus Austin &. C., na ra da
Ifandega Velba n. 36.
= Na botica da ra do Rangel vendem-se os re-
medios seguintes dosquaesa experiencia tem confir-
mado os melbores efteitos : denlifico que tem a pro-
priedade de limpar os denles cariados o restituir-Ibes
a cor esmaltada em muito poucos dias ; o uso do dito
remedio fortifica as gengivas e tira o mo ebeiro da
bocea proveniente nao s da carie como do trtaro,
que se uoe ao pescoco destes orgios ; o remedio be
designado pelos nmeros 1 e 2 r orebata purgativa ,
aui til aa enancas e as pessoaa de toda e qualquer ida-
da ; be composla de substancias vegetaes nao conlem
mercurio, nem droga alguma que possa prejudicar ;
remedio para curar calos, em poucos dias ; dito para
curar dores venreas antigs, equeteem resistido ao
tratamenlogeralmente applicado; dito para provocar
k meostruaeao e accelerar a ac?8o do ulero nos partos
nat'uraes em que no ae precisa daa manobras scien-
fificas da arte ; dito para resolver tumores Ijmphsticos,
vulgo glndulas; dito para curar bobas e cravos sec-
cot, o mais efficaz que ae conhece at aqu; dito oxi-
mel de ferro muito til mi cbloroies, vulgarmente
chamadas frialdades; pos anti-bilioaos de Manoel Lo-
pes ; canslas de gelatina conteudo balsamo de cu-
pahiba ; ditas de oleo de recinos purificado; ditas de
cubebaser/i p fino; ditas de assalctida; ditas com pos
purgantes; ditas de ruibarbo da Chiba ; ditas de sul-
phato dequinino de 1 e2 graos cada capsola; alga-
leas velinlias elsticas ; pilulas de sal de csbacinbo ;
agoa das Caldas, ebegada prximamente ; remedio que
cura a frialdado dentro em 40 dias mesmo estando
incbado ; macella nova a 240 rs. a libra : o preco de
lodos estes remedios he mui razoavel, e os booa re-
sultados da sua applicaco he que devem fazera sua
apologid. __________^^^^
vos
( LOJA DA ESTRELLA^ '
RTiitdoQueWadoN?25
CUILHERME SETTE.
Vendem-se cortes de casimiras elsticas de lindos pa-
dr5es. chegadas ltimamente pelo brigue Armotique,
a 6000 rs.; luvas de seda de todas cores, a 200 rs.; di-
las de pellica branca a 320 rs. o par.
= Vende-se urna porcio do prata velba; na loja da
esquina do becco da Congregacio n. 41.
=Vendem-se duaa du/as de facas e garios para so-
bre-mesa com cabo de marfim e lollia prateada gar-
ios so, de diversos tamanhos todos de prata ; colbere
de dita; um apparolho de tampas da metal para pra-
tos ; cacao preparado; ludo de superior qualidade :
na ra da Cadeia do llecife n. 39.
= Vende-se por preco muito commodo urna
canoa de carreira nova e bem construida armada em
cter, com rsmos duas velas, 3 bandeiras e todos
os mais pertences ; carrega 8 pessoaa, muito a vontade,
propria para patseio tanto no mar como no rio ;
qual se acha de.'ronte da escadinba do Collegio : a tra-
tar no armazem do larinba defronte do Passeio.
=Vende-se aieite de carrapato a seis patacas a ca-
ada ; na ra do Alterro-dos-Alogados n. 7.
=Vende se urna venda na ra da Senialla-Nova, n.
2, com poucos fundos, e muito afregueada: a tratar na
mesma venda.
= Vendem-se osseguintes livros: diccionario de
l-'onseca.em rancez,6; Prozodia de Pereira em lalim,
6000 rs. ; Virgilio 3 v. 2680 rs. ; Horacio 1 v.,
80U rs.; Sintaxe 640 rs. ; Selecta latina 1000 rs.;
Ciceronis, 1 v., 610 rs. ; Cornelio 1 v. 1000 rs. ;
grammalica latina 640 rs. ; dita Iranceza U ; his-
toria da Grecia, 2 v., 2a rs.; Lettres de Sevigne,2 v. ,
2000 rs.: Lelatiur, 1 v., 640 rs. : historia de Prilly ,
1 v. 2000 rs. : na ra do Nogueira n. 27.
= Vende-se um relogio, sabonete de prala bori-
sontal bom regulador, com o seu competente tran
celim deouro por preco mdico ; na ra larga do
Rozario n. 29.
s Vendem se dous pretos bons trabalbadores de
enchadas, eumdelles be bom carreiro; na ra da
Cruz n. 5.
= Vende-se um banheiro com ps de roda de
amarello ; um preiepe pequeo do Menino Dos; urna
mesa de amarello usada; una marqueza de condu-
r; tudo por preco commedo : na ra do Rangel ,
n. 17.
=V ende-se agoa a 10 rs. o caneco dos canos do
rio da Prata ; no sitio por detraz do sobrado do falle-
cido Mnnteiro.
Vendem-se, na praca da Independencia livra-
ria ns. 6 e 8 os seguintes livros em Irancez por pre-
co muilo barato : obras politices de Rignon mem-
oro da cmara dos depulados 4 v. ; obras completas
do abbade Mahly 12 v.; obras completas de Madama
de Souta 12 v.
= Vende-se urna cabra (bicho) parida que d
bastante leite e mu propria para criar menino por
ser muito manca ; na ra do Nogueira n. 44.
i- Vende-se um silio na estrada dos Afilelos, conti-
guo ao lado direito da casa de M P. Quiniela ; na ra
doAragio, o. 1. segundo andar.
Vendc-t na fabrica de ii/>irtlot da ra de S.
hila, n. 85.
Ago'ardenle do reino......caada......... 800
Dita de'Franca'............ ......... 960
Ago'ardenle de ans........ ......... 640
Kspinlode inbo.......... ......... 10C0
Genebra................. ......... 720
Dila....................botija.......... 200
Licores..................caada......... 800
Ditos...................garrafa......... 160
Ditos finos................ ......... 400
Ago'ardenle em pipa preco conforme o grao.
- Vendem-se no Atlerro-da-
lloa-Visia, loja de miudezas,
de Tbomaz Pereira de Mallos
Estima, superiores navalhas,
em ettojos, chegadas ltimamente de Inglaterra e
pela sua qualidade se responsabilisa o annunciante ;
gaiulas de apanbar baratas ; calungas Irabalbados por
machina i ramos de flores franeexasde muilo bom gos
to ; agulbas francesas em caitas; ditas canlofaa : pa-
pel de cores ; dito de peso e meia bollanda ; botOes pa-
ra caifas muito finos, de porcellana ; ditos para ca-
misa brancos e de cores; pentea finos de bfalo ; di-
tos de marfim; ditos de tartaruga ; luvas pretas de se-
da para homem ; ditas de la com borracha ; carreteis
de linha com 200 jardas ; meias para meninos e me-
ninas ; ditas mui finas para senbora; gargantilbas pre-
tas para luto ; -fitas de seda lavradas de bom gosto ; ca-
ivetes finos para pennas; tinta de marcar roupa ; li-
nba de meada, muito fina ; dita de peso; meias pretas
para senbora ; retro/ de todas as cores; suspensorios
de seda ; leques ; colberesdecasquinha muito fina
grandese pequeas; escovaa para denles ; ditas para
roupa ; espelbo, de damas ; pos para denles ; bicos
rendas; tbesouras douradas muilo finas; e outraa mui-
tas miudezas tudo por preco muito commodo.
= Vende-se um preto pepa, de 20 annos; um par-
do carreiro coma mesma idade pouco maisou me-
nos ; um moleqoe de 14 annos; todos de bonitas fi-
guras sem vicios nem achaques e proprioa para lo-
do o servico de asa e de campo ; um casal de esrea-
,, sendo um prelo de naci e urna parda boa en-
gommadeira, lavadeira, cozinbeira, e que cose chao, e
be muito desembarcada para todo o servico dd urna
casa : na roa do Crespo loja n. 4.
w Vende-se assucar masesvado de arroba para
cima, a 2080 rs.; na ra Direitt, n. 53.
VVende-se um diccionario porluguet por Constan-
cio novo impresso em 1844 ; obra de Condillsc ,
8 v. Vida de todos os Santos, com instrueces das
fests'mudareis; Analyse giammatical e lgica com 60
e tantos eiercicios; Philosopbia de Baeon, 2 v.; gram-
matica porlugueza de Constancio ; dita de Soares Bar-
bosa ; grammalica ingleza de Constancio ; dita de 3a-
k ; Macarel direito da gente ; diccionario inglez,
2v.'; dito de Moraes. da quarta edicSo; Bertoldo;
Solidio: na ra das Cruiea, loja de encadernador,
39- ci
__Vendem-se adragonas ricas para ofnciaes de nleira
de guarda nacional, vindas da corte ; galio dourado
verdadeiro; dito entre-fino dourado a prateado ; cha-
peos do Chile a 3600 rs. ; roquetes para padre: na
praca da Independencia n. 2.
Vende-se urna negrinha de 13 a 14 annos, cose,
engomms, coiinha e lava ; na ra da Cadeia n. 69,
segundo andar. .... i-j
_ Vendem-se 200 couros miudos de boa qualida-
de e tamanbo ; na ra do Crespo, n. 4.
__Vendem-se velaa de carnauba de 6, 7 e 8 em li-
bra a 8960 rs. a arroba; na Boa-Vista, travessa
do Veras, n 80.
= Vendem se chapeos de castor, brancos, muito li-
nos, qualidade e ultima moda do principe Alberto, di-
tos de massa franeexes do ultimo gosto i polka, e de ex-
cedente qualidade, ditos de palba do Chile.muilo finos,
e oulras muitas qualidades de chapeos de bom gosto, e
por preto mais commodo do que em oulra qualquer
parte: na fabrica de chapeos, deJoaquim de Oliveira
Maia, na praca da Independencia, ns. 24 e 26.
'Vende-se urna preta moca de nar;o, ptima pa-
ra todo o servico, a vista do comprador ae diri o moti-
vo, por que se vende : na ra Direita, n. 120.
__Vende-se urna venda com poucos fundos, na ra
Direita n. 120. cuja tem moradia para a ra das A-
goas-Verdes : a tratar na mesma.
Vende-se urna mesa de jantar, com abas das
bandas por preco commodo : na ra Direita, n. 120, se
diri quem tem para vender.
Vende-se urna preta de naci Cacange, de vinte
e tantos annos. boa figura, ensaboa heme faz todo o
irvico de casa, menos connbar, e vende na ra: quem
pretender, tanto para a Ierra como para fra. dirja-
se a ra da C'uz o. 46, que se Ibe dir o motivo, por-
que se vende.
_ Vende-se um excedente relogio de repeticio, e
caixa deouro. por prego commodo; vende-se, porque
o dono retira-se para fra da Ierra : na praca da Inde-
pendencia, lvraria n. 6 e 8.
__ Vende-se o excellente doce de ora-
ba, em eaixSeszinhos, muito bem feito :
na ra do Crespo, sobrado n. 14 n0 3."
andar.
REIS 3s8oo
A' bordo do brigue Le3o alqueires
pela medida velba.
Vende-se arinba de mandioca ebegada
ltimamente de S. Catharina de superior
qualidade tanto em gosto como na cor, em
porco e a retalho ; os pretendentes diri-
i So-s a bordo do mesmo brigue, ou ra
da Cruz n. 54, ou ra de Apollo arma-
zem n. ai.
Farelo muito novo e o melhor que
ha presentemente nesta praca, a a'56o
cada urna sacen : na ra da Cruz do Re-
cife n. a6, primeiro 8ndar.
__ Vende-se cera em velas, ebegada
prximamente do Kio-de-Janeiro, tendo
o sortimento de 3 at 16 velas em libra,
e por preco mais commodo do que m ou-
tra qualquer parte : em casa de Manoel
Jos Macbado Malheiros, ra da Madre-
de-Deos, n. 5, primeiro andar.
que at nO duvida tornar a
recbelo depois de aberto,
ma vez que se Ih aehe al-
gum pequeo defeito.
Vende-se vinagre bran-
co nacional, a 400 ris a ca-
ada velha: na ra do Aterro-
dos- Afogados, n. 7. e noAtter-
ro-da-Boa-Vista, fabrica deli>
cores de Frederico Chaves
Meios bilhetes, quartos e
oitavos da lotera do Bio-de*
Janeiro, os meios a 12,? rs.:
na ra da Cadeia, loja de cam-
bio, n. 58.
Vende-se cera em velas, da melhor
fabrica do Rio de Janeiro, e em caixinhas
pequeas de loo libras, com o sortimento
seguinte:
6 libras de 3 em libra.
8 5
la 8
i4 n IO
i ti M 13
ao 4
a4 i 16 H
ioo libras
pelo mdico preco de ii'44 r^'* cao-a '*"
bra: na ra da Senzalla-velha n no
* Lencos de cambraia de
linho muito fina, e muito bem
bordados a 7^000 ris cada
um: vendem-se na ra do Ca-
bug, lojas de fazendas, de Pe-
reira & Guedes.
A 20 BIS.
Superiores palitos de tirar fogo : no
acougue francez ra dos Quarteis.
x A fabrica de sabo da ra Imperial
n. 116 tem muito superior sabao, e ven-
de por preco commodo j e, sendo porcSo,
manda-se trazer em canoa para o Recife.
- Vende-se urna armacao
de urna* loja, propria para
qualquer estabelecimento, na
ruis ova n, 33: tratase na
mesma.
Eseravos Fgidos
Rap imperial.
Este rap, imitando ao rap princeza
de Lisboa, vende-se em libras, meias li-
bras e oitavas as lojas seguintes: na
ra dos Quarteis Victorino de Castro
Moura ; roa do Crespo, Domingos An-
tonio Ferreira (na escadinba) e Gomes
&c Carvalho ; pracinha do Livramento
Ferreira e Oliveira ; Atterro-da-Boa-
Vista, Tltomaz de Mattos Pereira Esti-
ma, e Caetano ; ra da Cadeia do Re-
cite, Guedes e Mello. O preco he de ai
rs. a libra c 3o rs. a oitava.
>a loja da praca da In-
dependencia n. 4 vende-se o
excellente rap princeza de
Lisboa, pelo muito mdico
preco de 3^500 ris cada bote.
Ilcsnecessario he tecer neo
mios an sobredito rap; por-
que sua primorosa qualidade
he assaz bem conhecida pelos
amantes- da pitada luzltana;
restando ao vendedor dizer,
que aianea aos compradores
a boa qualidade do tabaco, e
Ha trrx para quatro metes, que est.i fgido um
preto pertencente a Joio Rufino de Souza Peixe, que
o houve por beranes deaeu finado pai, Joio l'rancisco
de Souxa Peixe ; cujo preto lem os signaes seguintes:
de naci Costa, falta de cabellos na coroa da cabeca ,
rosto redondo alguna talboa grandes e etrpolados as
macies olbos grandes espertos e vermelhos nariz
afilado, miosgrossas, e os dedos bstanles curtos, ps
curtos grossose comidos de bichos a roda ; masca fu-
mo ; falla mal e com difiieuldade no movimeoto da
lngoa; o andar be declinando o corpo parr traz : tem-
se recommendado particularmente a alguna capities de
campo e por meio deste se Ibes recommenda nova-
mente e a qualquer autoridade que o peguem le-
vando-o no pateo do Carmo n. 18 segundo aodar ,
queae pagara toda a deepeza, recompensaodo-ae gene-
rosamente.
Fogio, ou furia ro, no dia 11 do corrente, um
moleque de nome Caetano, de naci Rebolo de ida-
de de 16 a 18 annos, beicos grossos, cor retinta, com
cicatrizes as pernas, putbaum tanto pela perna di-
reita pea grandea ; levou camisa e calcas de algodio
trancado de sacco : quem o pegar leve a ra da Ca-
deia do Recife o. 13, ou a roa da Senzalla-Velba ,
n 114.
Fugio, no dia 18 do torrente, pelas l9 boras da
manbia, um preto de nome Domingos, que represen-
ta 30 annos de idade pouco mais ou menos, com os
signaes seguintes: bastante alto,, cor fula, um eofai-
te redondo na testa, e alguna tainos as fontes, denles
da frente todos quebrados de afio Gabio ; levou
camisa e ceroulas de algodiozinho fino, e calcas azues;
foi visto no mesmo dia as 7 boras da larde na cids-
de de Olinda no Varadouro : quem o pegar, leve ao
sitio do Mondego, junto do Sr. Luiz Gomes Ferrreirs,
que sera generosamente gratificado.
201000 rs. de gratificacao.
Fugio, no dia 20 do corrente mez de outubro ,
pela manhla um prelo crioulo de nome Itidoro, al-
ta, magro, falla fina representa a& annos de idade ,
he offieial de alfaiata e holieiro anda calcado e inti-
tula se forro ; consta estar oceulto em casa de um par-
do liare passsndo parte do lempo por ralogis de pre-
tos cnoulos forros; lugares estes, por onde he fcil en-
contrar so ; foi eseravo do Exm. Sr. bario de llama-
rse : quem o pegar, leve a seu saobor, F. E. Alves
Vianna na ra da Senzalla-Velba, n. 110, que re-
cebera a gratificacao cima.
PBHW. : NATY. DE M. F, DE FA1U41845.


Full Text
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