Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05893


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Full Text
Anno ce I84i.
Sabbado 18
0 DIARIO publica-e todos o dias qne
nao forein de guarda : o preco da asigna-
tura he de 4/rs. por quartel pagtu adianto-
do. Os annunclos dos assigimues o infe-
ridos a raaSo de 20 ris por liona. 40 rs. rm
ivpu iliuVrenle, 001 rpppticOes pela niPtadp.
O qu nao foi-Pin assk-nantes pagao 80 rs.
dor liuha, e 1(50 em typo ditl'eteute.
PBASF.S DA LIJA NO MF.Z DEOUTUHRO.
La nova a 1 as 8 h e 39 inin. da inanha.
Oescente 8 Bfi h. e 13 minutos da man.
I.ua clu'ia a 13 as 7 hor. e 37 inin. da man.
Mengoante 3 as 5 hor. e 55 ni. da tarde.
PARTIDAS DOS CORREI08.
Coianna, Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas p Sextas feiraa. >
Cabo, Srrinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macer, no 1. II e2I de cada mes.
O.irnnhuns e 'onito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
I'rimeira as 6 h. e 54 min. da manhaa.
Segunda as 7 b. e 18 minuto? da tarde.
de Outubro.
Anno XX N. 955.
. DAS DA SEMANA.
13 Segunda S. Eduardo, aud. do J. dos orph.
e do J. do C. da 2. v. do J. I, da i. v.
14 Terca S. Calisto, aud. do J. do el, da
I.1 v., e do S. de pai do 1. dist. de tarde.
15 Qnarta S. Thereza, and do J do eiv.
da2.'v.,cdo J de paz do2.dist. de t.
16 Quinta S. Gallo aud. do J. de orph.
e do J. M. da I. v.
17 Sexta S. Mariano, aud. do 3. dn eiv. da
1. v., e do J. de paz do 1. dist. de tard.
18 Sabbado S. Lucas, aud. do 1, do cir.
da 1. v., e do J. de paz do 2.dist. de t.
19 Domingo S. Pedro d'Alcantara
CAMBIOS NO DA 17 DE OUTU8RO.
Cambio sobre Londres. 27 d. p. 1 j a 60 d.
Pariz 370 rit por franco.
> Lisboa 120a 125p.c.pr.p. m.
Desc. de let. de boas firmas 1 '/, p. /. mea
Oiiro Oncas hespanholas 31/600 a 32I00U
Moeda de W400 vel. 17*800 a 18#000
de 6400 nov. 17#200 a 17*500
u de 4*000 9*300 a
Praia-Pslacdes "... 1/360 a
Pesos 'ohi ni nares. 1#70 a
Ditos Mexicanos 1/92H a
Moedas de 2 patac. 1/760 a
9/500
1/970
2O00
11.V
1/800
Acce da C do Beberibe de 50/OOOao par.
--II i III ni IH
DIARIO DE PERMAMBUCO.
PARTE 0FF.CIAL.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 13 D COItREITE.
(Concluido.)
Offieio A" presidente da retacan, goientificnndn-n
de liaver onneedidn a Lnircncn. Bcicrra Cnrnoirn da Cu-
nlia a drmitiAu, que pedir, dn rargn dn primeiro sup-
plenle dnjuit municipal do Hn-ilu Alho.
DitoAo chefe da IcgUn de Olinda, inlclligcncian-
dn-o de ter nppri.vadn n propnstn para nflieiaes d<> rra-
pertivi. segundo balalhio, que reio ciu o seu nflicio de
7 dcst roez.
Dil'A" j'ii relator dn junta de jottica, rnminuni-
cnml.i linver convocad.> n me.ma junta para o dia 23 do
Ourreute. Gllim.iu-ie reapriln nn rugaos togndo dn
junta de juattea. e ao ciimninudatite desarmas, para fa-
xcr rumiaran rugan militares.
DitosA" presidente da re|co, ao inspector da the-
soiirarin da fnionda, e mis dona jutes de direito d.i cri-
nie do Rcoife, participando a rem-njio dojuil municipal
o d'nrphos dos teriimn dn Brejo e Cimbres, Vicente
Ferrer Gomes, para o de Iguaroas. Tambem se par-
licipou *n jmi de direito ,du Urejo, A uanura municipal
lyapcotiv*, -de lgunrnc e ao removido.
DitosAo niiinm.iiiil.inlc das armas eo coinmissnrio-
pngador, iiitelligenriandoos de liavcr o primeiro len-
te do qiisrto batalhao do.artilhria a p. Luis Amonio
Lacombe, olitidu dn gnvern imperial dous metes de li-
ceuca par* ir curie dn imperio.
PortaraMomeando primeiro supplente do juit mu-
nicipal do termo do Pn-du-Alho ao bacbarel Jone Pc-
reir da Silva.
Gommando das Armas.
QUARTEL GENERAL NA CIDADE DO RECIPE, VI DE OU-
- TUBRO DE 1o45.
Ordim do da*.0 68.
0 brigadeiro commandante das armas ordena, que o
Sr. coronel Joaqum Jos Luiz deSouza, coinmandan-
te do 2 batalhio'de artilbarii a pe, entre no eiercicio
de suas fungues. Antonio Correa Hidra.
INTEBlOrt.
RIO DE JANEIRO.
PijLITICa CBKaL.
Ases-do di 1845. l.*artigo.
Esta, ba urna semana, concluida a I .nga sessio le-
gislativa de I8i5 : debutados, senadote, ou |s se teem
retirado, e *oltado ai suua occupacfiaa raimaras, ou
para isso se prepario. Dctena. pois, a*$Mtt'-se urna co-
mo (alta no mundo poltico, em resultado do emmude
umenlo da tribuna E entretanto, quem ba abi, que
repare nesse einmudecimei.to, a nio sor quem, pegan-
do ni Jornal do Commereio. |i Ibe nao acba esaas Ion
gas columnas do typo cego.dep.isilo de modelos do elo-
quencia, para divertiment. dos vindouros ?
. Mo bavia quem nao soubesse. que as cmaras nao
eiercio a menor induencia no poder, na diiecco da
soriedade, e a opmio, a que ja nao corresponaiao
nem ao menos llies oulorgava etsa allenco, que resul-
ta de inedo do mal, do recelo da lrca : reliraro-se, e
apenas o jornalisli. e ,anda receloso, que llie nao at-
ienda o niais benvolo dos mus tenores, tai com elles
oceupar le.
E entietanlo eataaessao loi immensa: oa chele do
um partido poltico, ainloria. que elle ostenlave, in-
quinaro-se, suicidario-se Esla sess ba de ser nos
fastos do Brasil urna das mal importantes. Um parti-
do oella se apresenlou, unido em imir.ensusima tnaio-
-,,aflwtJaft'iiiuiiiMii > uflETi
EQiUBhlO FEMLMNO. (*)
Algnns niinulosdepoi. Julio preparou-se tambem pa-
ra vnllar tasa de s.u pai*. earonais offereceu-llie o
braco pura o acmp-nliar ale o pateo, on.le um earnnlio
o esperava. 0 rapaz.-coiii os ulh* sempro bnix-.s, enr-
vou-se tremendo ante a dona da casa, sera pronunciar
una palarra, e sigui o seu Conductor.
Entretanto o c>nde, logo que se vio Fra, cnforqui-
Ihi.is o seu latan, de angue puro, entermu aa espora
ni.filtre d brinau animal, e parti como um ralo na
dimeao sen cnstell. E.ta anliga rasa do seos pal,
em nutro lempo vasta ee.plendid. pmpriedade ci.j.-s li-
mites apenas sede.c.bria.. da janellas da nubre re.i-
dencia. e limitar* luje ..Ig.ioia eiraa de trra, grac...
ao d.in.inin d eirroento pl.-beo, case bicho roedor da.
aristocracias. Agora que o conde se achara o permittia
su* pl.vs.o.....uia oiuiiifoatar lodo o man humor, e o
de.abafa'va coutai.du vigorosainenle o entallo, que ra-
zia.o pos.itcl para oorr-.pond.r a. allenVe de seu ae-
nhor, cgalnoava c mo roau a andnrinhn. De repente
Amand deixa-se rahlr para trai angulado nas re-
deas, e faz parar ose.mlatSo, e b.len lo na testa Com a
uijo que tinlia diseiiili.rai ada, exclama :
Eu son um bruto! He mpo.airel que os motejo
de Josephina fes.eni dirigidos a miui. Aquella secna era
O Vide Diari n." 232.
ria, compacta (assim a proclimavSo), e to numerosa
quao patritica. Dos seu* adversario?os principaes che-
les estavio banidos por esse ostrzeismo de que foi victi
ma Ari.lides, e que be a sentenga de todas* aa ceguei-
ras, qu r democrtica, qu6r monarchics ; ante elles
apenas um, ou oulro apparecia, aentinella das saos dou
tricas, para de vez em quando pugnar por ellas. Esse
partido havia amontoado promessaa -em seus clamores
contra o seus adversarios, ludo Ibes attribuifio em cri-
me, de todas as desgracas publicas os aecusavau, u pon-
to qun, einda nao tomando muito ao pede latir todas
aa obrigar,5 que nessas desabridas censura indirec-
tamente contrahiao, de sobra baviao-se directamente
obrigado a esmagar o patronato, a firmar,o reinado da
justica, da lei igual para todos, a estancar os canaes
dos desperdicios, a liazor as desperas publicas a parda
receita a salvar a liberdade a liberdade e-pecial-
mente, a liberdade cima de ludo. A era da prosperi-
dade brasileira devia comecar no dia em que reassu-
missem elles o poder; e to compenetrados estavio da
sublimidade da sua missSo, que ato nSo havia podido o
seu patriotismo resignar-se a esperar pelo jogo natural e
legitimo do rgimen representativo, quo Ibes dsse o
poder: cada minuto, que passavao fra dclle, era u ni
anno de atraio para a patria, a ponto que, nao pudendo
te-la assim alrazar-so, resoNrao coagi-la a acceda-
lo : queriao latet-ihe todos esse immensos beneficios,
obrigando-a pelas armas a acceita-los como dominado-
re A patria ingrata os havia tepellido ; ma Dos.
que, nn meio dusapparentes absuidos da marcha dos a-
contecimentos, condu los por um fio todo providencial,
(ei que, em urna intriga decamarilha, destros pandi-
Ibeiros, par manterem os seus interesses individuaese
Ilegitimo, os fossem tirar do p, em que o seu impru-
dente arrojo o involvra. A sociedade, que tinha re-
gostado todos os seus (actos e suas promessas, a socie-
dade, que vio quanto desenvolvimento, quanlo abuso
da torca governamental, que de crime linhio aido per-
petrados para de promplo os rehabilitar, de prompto cs-
magar os seus vencedores, a sociedade achou-se pos-
suida de urna immensa expectacao : espetava, que os
resultados correspondessem aos esforcos empregados, e,
so ver todo cbagado o cadver do imperio, para curva I
a esses gibantes da liberdade, a esses gra<>-| romette
doies de prosperidade, de economa, de juitioa, olba-
va atienta para elles, e diia-lhe Eia o que pro-
mettestes !
Em breve essa immensa especiado tranuformou-so
em ridicula decepcao: foi anda urna vez a realisacio
poltica do mon Bar(urinj,com a nica diflerenca,i)ue
nem o ridtculm mu da fbula reskltou de todos esses
esforcos.
Reunidos em immeiisiasima maioria, comecrao tra
lando o n.ais pussitel de se homogenearem Erao lilhos
da violencia; como toleraiiao entre si, quem nao apre
ientasiH diplomas como osseus, rubricados pula polica?
Eleicdes p. rnambucanas, cearens s, babianas, foro pu-
nficodas, smente asquerio lao legitimas como a elei-
eao, conlessadamente sediciosa, do padre Ceia.
Dada assm a meJida do seu zelo, comee rio a river ;
daqui, dalli, quolidianamenle multiplicavao promessas
de relormas, de melhoranienlus, e, para justilical-as.
abalavao todas as leis, todas as instilui(ea, al conlra
os mais simplices regulamenlo6 inve-tiao: haremos
de rever lodos etses monstruosos regulannntos liscaes,
diziao, bavemos de rtvogar todos esse itnposios oppres-
sivos. bradavao ; havemosdu inventar um S)slema de
rectulnoiento.quoacube com essacacada debomens.que
ho|e exisl ; bavemos de re/ormar a guarda nacional ;
pois nao be guarda nacional um corpu que nao tem a
esculla dos seus cheles ; bavemos de dar ao pan urna
lei de eleicus, que proteja as supposlas minoras contra
por torca resultado de um qui pruquo, cdecididamen-
te en purtei-mo cuino um ano!
Pcuaou um asante, o pucliou por UIDlenco parnaba-
nar-se, por que enlia grande calor. Dcadubrniido-n,
vio que ni era sen, e recuriloiidn-sc deque te lutria
servid do de Julio par lhecnchugar o talo na occa-
aiau da sua rriae uervoaa, e aascnlnii que aeui duvlda
liuha por engao uictlido na aua u'gibeia. li como o
cv.iinin.is-c ilciiovo, deacobrio um pedafo de papel n.t
eulro a doblas. BaDnuu inmbem o papel, e ao ulti-
mo claran do crepsculo leo ir ou i|0*tfu |.alavras de
urna letra, quo elle conl.eceu imiuedialaueute aer a
sua.
Mas a sin adiniracn pnssnu alm de ludo quanto se
jide imaginar, quaudn a palavra, que elle dcifrou Un
pruvirau que liuha u Dtlo una parto da dcclarsr,5o a-
nioroaa, que elle havia dirigido JusephHta por inlcr-
inedio do lbum, lato foi para elle um raio de lut; B por
abi fcil lhe toi adevinhar a troca eteculada por Julio.
Agora cstro explicados todos na motejo de Josepbi-
na, a ua admiracio c n.ao humor qoandn serla tan mal
uientada por um comparce, sobre quem e suppuui.i
com direito do contar.
__ He piceiM. ri'p.irar j;i a ininha falta, sub pena de
pausar por mal inhbil do que o ealudaniiuhu, de quem
alias nao esperava a tal pee! Taiubeiii nSo ha nada
mai tacil ; iittentnrei que repreentava meii jiapel
ante pasanr por mo cmico, do que pelo mais conflic-
to tolo!.....
E da anta, onde Josephiua sentada em urna grande poltrona,
pensava anillarla, o deitando a nibrca, cm e aiiuunciar
de uutra raaueira, dise em votbaixu e turnar de mlei-
ligenoia:
a supposta maioria, que proteja a naci contra o go-
verno..; havemos... bavemo... havemos. .
Toda aa promessas anteriores lorio ratificadas e am-
pliadas. Era a primeira idade da cmara : a creduli-
dade, a presumpcao juvenil lovrao os seu membrosa
suppflr, que he lio fcil legislar como tagarellar... Em
breve lhe veio o desanimo. Ninguem sabe o que entre
elle te passoii, eosseusallos directores, ocerto he, que
apenas, por honra da firma, uai.ou outro proj ctinbo
servia, de ez em quando, para o entrolenimento das
sessdes ; mas. nem ao menos bouve essa abundancia de
trabalbos, por pessitno, por incompletos, que lossein,
que dessem todava teslemunho dos seus bons desejos.
Se nada (ez em cumprimento das promessas, tal vez
promulgaste tustentasse algunsd'sses grandes princi-
pios talradores, que, urna vez promulgados, ombora lo-
Ko nio triumpbem, (icio todava firmes, e servem de
futuros alcerces i grande poltica de um partido. Reu
amo as nossas recorda^Oes e vejamos sa os houve, es
ses principios.
Eslabcleirao em these, que o governo nao se devia
oceupar com os trabalhos do parlamento, para nao cum-
promettersua existencia e n quesloes de gabinete ; que
o gorerno nao devia dirigir as cmaras, nem tomar
parte naadiscussoes, para nio tolhor a liberdade do le-
gislador. Emps principios, expressamente proclamados,
essa resurreco da doutrina do regente Fcij, quando
quera, que, sem harmona com o governo, as cmaras
lizesiem a legislacio, que cntendessem (sem duvida, pa-
ra que o governo a nao executasse, uu delta abusaa^e ) ,
elles meamos ao depois os dernbario, (azendo valer os
principios contrarios.0 culpado de tudo 0 he o go
verno, diziio. Eatou envergonhado ; nio'sei com
quo cara bei de apparecer aos meus constiluintes, a
nio ser dizendo-lbe, que c nada lizemos fui por cul-
pa do ministerio. Como nio apparece esse ministe-
rio, bradavao, como nao rem matar as saudades dos
seus amigos? Potstcm medo dequesles de gabi-
neto?
Nio acbamos, pois, abi o principio fixodo doutrina,
que a cmara etlabeleceo
Proclamrio mais, que o vinculo, que prenda as
provincias, era lodo voluntario, que nodiaein iue una
maioria, em qualquer dellas apparecene o dssosse
quero separar-me, obrigo-me a pagar a quota propor
conal dos encargos nacjonae, al boje conlralii io,
nada haveria. que se I e opjir. Seria esse o grande
principio, que o luturo lera de detenvolver ? Dcos o
nio queira; mas lealmenle, quando attenlamus para as
ameacas de cooflagracio geral, para a poltica de op-
pressao, que esss homens suslontio o actitio, nao vo-
inus, que outra revelaco de pensamento possa apre-
sentar-se.
Lima grande preoecupacao presidio, do principio a
liiii, aus trabalhos da Cuinaia, ao procedimento dclle
Sis. Una permanente desconflauta do ministerio, urna
permanente deaconlanca de uns grupus para com os
outios grupos, un permanente receio do futuro. A
vilenla proscripcio do partido ordeiro, do meio da
qual haviao elles surgido, mostraba ll:es, quo. rom to-
das as suas lorca e posuoes no paiz olMcial, poim, sem
lorcat nopaitreal, podiio ser, de um momento para
outio, completamente esmagados, e vendo no minis-
terio miseros calavenlos translugas do partido pros-
cripto, quo todas as consideraies liatiio propostodi-
nte da (orne do poder e do incitamento do orgulho of
fendido, recciatao mais quo tudo ollcnder esse orgu-
bo, causar inquietaciu a esses fauniitos do po ler. s.i-
biao ao demais, que, proscripto, esmagado o partido da
ordem nao esta lo vencido, que, em um momento
de respiro, que lhe u a oppressio, nio ostente lorcat
maiores do que liuha em 18il, em 1842, e pon r-
E.tii taiiateiin eommigu, miuha 9roborar
A ira. Uisroiiai que nao liuha oiividu rollar o cun-
do, estremecen i casas pularraa, e rulliido-sO den Oum
Molnu nclle. Encarou-o pr alguiii tempo antes de
responder, e dccidiud.i-se a final :
A que proposito he ea perguuta ? ditse ella com
bastante sequidao; suppunha a V. oxccllenciu j no
nielo dos seu adrogados.
Uli! eaaeaSrs. p.Mlem esperar, replica Saiiil-Amand
determinada a suppuriar iodo os fbrore* de J<>ac|.hina i
mas a bra. da-me a entender que ainda nao acha bem ri-
.1 leutans.nlo o no.-so rnpaziuhop
(Ju diz? perguuta Juaejihina moslrandu no rusto
nonil-si.i diH'erenca.
Parece-iue que os seus golpes-foran bem directos,
e que se ru podia tirar liiclhor pjrlido da descoberta,
que uidutl a iva. a faier.
i- Que! dn Jotuphina perdendo intciraiiienle u sen
mudo rescivado, pul o Si', .-alna.....
I Ira essa he boa I puia a Sra.....
Acho o caso ciigracadisaimo I interrumpe Josejihi-
na rindo-se, e cu que marlclava a eabeca para chara
explicueau dna suas maneiras I Nao, o cpio he ver.dado he
pie o Sr. pareca lio mortificado como ello.
Pagana para me ver!..... .
Agora que pi'ueiro o eu fim, posao ditc-lo : olhc
que a cxpreas&o do seu roato nao poda ser mais engra-
nada.
Creio que eu eslava bem exquisito diste o conde
i|iie coln cata o recelar de o ha ver calado de mai.
Impaga vel! dilJisephina continuando a nr. Mas,
Bjuiitou recobrando ati
petar deasa tcena.....
E perqu?
riedade, na rerdade iigura.tenho
ceiavio qualquer procedimento, qualquer roto, qual-
quer palavra, quo, alterando a actualidade, dsse aos
eu contrario um momento de respiro. Igualmente
nio conliavio uns dos outros. As deputacei de S.
Paulo de Minas viio enm olboa vosgo ai do Norte, e
dccusavio de tudo subordinar a mcsquinbo interesse ;
em quanto que os praieir. s de Pernambucn descon-
liando sempreda | rsenrn do miniltro Hollanda noga-
nite, e das suas amizades com aa deputatOet de S. Pau-
lo e Minas, diziio m pillo : Querem nos empur-
rar para a oppusirio ; mas nio bao de consegu-lo ;
aflcrramo-nos ao ministerio I
Nesse estado de completa desconfianza, sondo o medo
a loi do ministerialismo, que outro procedimento pu-
Ujeria ter tido a enmara ? Soflria as consequencia de to-
do o poder 11 legitimo : a sua illegitimidade he o leu
primeiro castigo ; pois destroe-lhea toda a independen-
cia de iccao, toda a (orea de vontade.
2. RTICO.
Mais de urna rez, no correr da nossa polmica, ht-
teinos feito sobresabir o pensamento, coro que termi-
namos o artigo que, com o mesmo titulo que este,
no numero passado publicamos : o medo'foi agrande
lei,que determinou todo o procedimento da cmara.
A cmara EolTreo o mal da sua posicio, muito maii te-
na ganbo o partido por ella representado, muitomais
tenao gaoho os cheles dse partido, se nio bourene
sido lao completo o seu triumpho de 1844. Empre-
senta de urna minora de 30 a 35 roto, teriao na
lucta criado alent ; essa minora o teria despertado.
Em (alta della, cabnio na triste somnolencia que pre-
senciamos, o quanao, descontentes de si meamos,rom-
piio em algumas queixas, de promplo erio ella aba-
ladas pelo medo. Sun, tinhao diante dos olhos o eiem-
plo : um partido lortissmo, numerosistimo, recom-
mendavel por todos os titulo, que, no tempo mo-
derna, assegurio o predominio,capaeidade dedi-
carlo, riqueza, uniao, pureza de intencSes, longo
seivicos,tinha tido a desgraea de incorier no minis-
terial desagrado, e tanto havia bastado, para quequa-
tro a cinco votos apenas, na cmara electiva, letle-
i.uhIi-cui a sua existencia. O triumpho,pois.desse
partido, por ser tio completo, foi Ibe o seu maii lu-
nestu pesadello: se 20 ou 30 opposiconistas abi estivei-
sern nos bancos da cmara, vendo-os vencedore como
apoio da opinin publica, elles proprioi confianio
nesse apoio, nio tenao medo, e diriioelle veoc-
rio ; nos tambem venceremos.
Anda mais, quanan o impulso da indigaacio levava
estes ou aquelles a quererem romper em oppoiiclo :
o que tamos faior ? diziio logo ; diminulissima trac-
cao, nenhuma influencia exerceremos, o ministerio
untinuara lirmo em numerosa maioria, e nos apenai
perderemos os nossos interesses Bqui, e a posicio do
nossos amigos da provincia, que depende do nosso mi-
iiisleiialismo. E anim, por muito lories conectiva-
mente, reconheciio-so fraquissimos individualmente.
Se bouvesse na cmara urna minora da oppusicio de
iO a 5S votos, cada deputado, que se Matisse com im-
pulsos de indignatao, seria mais indpendente, mai*
soubor de si; pois, rompendo com o minsleiialismo,
nao ia annullar-se em unidade, ia amoscara existeocia
do ministerio.
A cmara tete a impericia de o nao reronhecer ;
pois nodia em que annullou a opposicio, eicluiodooa
deputados do Ceara, de Pernambuco e da Babia, aq-
nullou-se a si mesma. Hoje estamos cerlistimos que
dessesSrs. os que meditao um pouco lio de lerienti-
ilo tardos arrepeiidimentos : tanto be certo que,por lei
providencial, o abuso da" orea castiga-se a si iiieimo.
Assm, Iraca em presenta do ministerio, sem a me-
Pois ja se nio ternura dn desmaio daquelle impru-
dentetiuho ? N levamos a tuina muito lunge, e eston
penalizada. Mas tainbeni quem so nio teria uffendido?
E da parle de urna tnniicn tao modesta, tio tmida, que
ueu. se anima a encarar a gente, poder-se-ia esporar
essa aluvilO de phrases dignas da mais incrirel no-
rella?
Ai! miiili.i Si a., dit Saiot-Amand, decidido re-
nenliomente a fazer de vira vot, o que pela manilla
quitara rater por meio da sua epstola, e empregaado
.em iranticio urna ros enmmovida; ai! a este respeito,
aeria cruel accuaar i elle a, por que a melada da sem
r.is.io perieuce Sra.
v Que ligntica iio? exclama a rapariga, fingindo
una sorpreta to profunda como se nunca huuvera aus-
pcitado pur um mumeuto aa intencQe secretas do
petit-maiire.
- lto signiea, replicou este, dando a sua ros urna
m llevan cada vez mais apaixonada, que sea Sra. be taeil
mostrar una ainzade sempre limitada, nio esl no po-
der de ninguem cunter os seus sentisMutos em iguaes li-
uiies.
Sabe o Sr. que acho esto tasa noro, e que me in-
quieta? diz JoKcpluna, c.forea.udo-e cutio por rollar
a sua Icviaiidade ordinaria, ainda que o ligeiro rubor
das face altesta menos indiffercuca do que ella quer
mostrar. |
Entio muito nial tradut elle, o que eu lauto tinte i
contina o cunde a ipieiu ato escapa aquelle aimptoma
niumadur. Masque! taabo eo rasio de fallar? E a des-
pean dos meus esforcos fiar oonservar na su* pretenc*
una alegra ficticia que dissiiualasse a ininha perturba-
f;io, he pn,i\el que a Sra. nio a tenha adevinhado?
Vamos la tambem o Sr., decididamente be uta



2
or confenos em si nem no futuro, ei-la que. sem ru-
mo nem direrrio. vi i abarrar em urna qurslio rons
titucional, realmente in portentissima, a de que pen-
dcn o futuroinnovad ir e progressista e o futuro conser-
vador das nossai instituues : acamara era democr-
tica, ile i* en.) ei li r se, rom lodo i.s tslimulo da
suas eonviccncs e nteresses, nrsia quesilo : ei la que
se arroja com energa.. .. vai ludo levar do vencida
au, ti la que re ei-la que eslria, ei-la que torna
soporfera e lnguida a Ma disctalo, e deixs morrer a
quistlo, vencida contra as suas id>ias e iiileresses....
porque a reflexio lez vir o medo !
Assim, Iraca em presenca do ministerio, sem confi-
a'nca em si nem no futuro, ao psso que proclan>a pen-
samentos da natureta dos que no numero passado com
memoramos, ouve o ministerio proclamar principios,
no ja completamente anti-dcmocratiros senio de todo
arruinadores do rgimen representativo, e lern de ca-
lar se'! O ministerio dn Ihe, que pude governar sem i
apoio das maniras. i|ue pile ruinar uupustos sem or-
ra ment, que turan filigranas dos primeiros lempos
do rgimen representativo esss que>tes de orcamenlu,
eque, quinto a maiona, sao ellas arliticiaes, arran
jadas por meios indignos.. .. A cmara nem protesta :
Como prot tara se lew eunseieneja ila suh truque-/a ,y
Assim, aprrssn-so de votar lodas as cnnsignacesd'
umorcamcnto inonstro,por alto principio de eoti/iinca!
assim, vola crditos <|ue se Ihc prcvo exagerados! as
sirn d.i fundos paro pagamento de depetas ja leitas,
sem que nem ao nn-nos (enha o ministerio o Irsli Iho
de pedir esse dinlieiro do justificar essa despe/a E
como havia oe ella mostrnr-se renitente quan o a algu
mas centenas deconlos doris, quando nem ao mo
nos se senta com lorias para disputar uin principio,
um principio que oais vale do que centenas de con
tos?
Nao he infelizmente novo esse acontecimento de
um partid, fortissimo no parlamento, morrer de fra,
queta no meio de lod i a sua torea : a historia parla
mentar francea o memo unsaprsenla : no da, en.
que a ca.nera em K23 ctclu dente Manuel no dia.em que, para nin se inquinareni
nesse altentado contra a lilierilade do depulado os a-
migos de Manuel com elle se rclirarao. o partido rea-
lista, que acabava de Jar golpe de tanta forga, senhoi
das sessoes, sem opposico que recelar, pareca poder
azer muito .-. nada fez, nem ao menos a opini&o se
dignou acompanha-lo, nem mesmo para fa/er Iho a
honra de combate-lo.
Mas porque, como na cmara que escluio a lWanoel.
nao se formou no seio da nossa uina opposico qual
quer ? porque n5o se spresentou um como o ultra
realista La Hnurdnnaye, para combat' r o minislerio i'
porque ? por motivo mu simples. O partido realista .
senhur da cmara, e pralicando 8Clos revolucionarios
para ser anda mais senhur della. nlo devia a sua tor-
ca ao ministerio, mais sim ao funesto resudado de
urna impensada lei de eletrues ; |.,i ourdonaye e o
seus amigos, realistas e ultras, tinlio conlian(a no
pai/ eleiloral, qual eslava urgani-ado : os nossos. po-
ilin.nao tinboessa t, antes a piofunda conviccioem
contrario.
Entretanto, no fim da sesso, a cmara nu por ca
sualidade, resultante da indolencia, ou por calculo
sagas, retirou-se, deitando occupada urna hahiliss:
ma posirio que b turna senhora do futuro : deitou o
ministerio sem le de turca oavues, so vi lei de orea
ment, resuscilnu por algum modo a grande questio
da tusan, < assim armada, na srsso do anno que vem
anno imporlantissimo, pois he o das deudas espera
sem duvida.com um pouco de babilidade, impr a
lei a quem este anno Ih'a ui.po/.
(Conlinuar-it ha.)
l'atl "Miga Tir:r?--.-.--irr.-*&tw*WVl'aTWB
liernca indefinida para ruror na furnia da lei; i.nr.i dr-
pois Imperar pi.r ah orada pnssn ruin um dunlnr sem
scicncia, que de ludo aabe nu on a mi liiigoa, e que oil-
ro lodos as dedicas rom tisana de revaila un de uiacel-
lo, e arnv torear o pnlin, nem ver, nem apalpar, araba
ruin n d.rnlc de mu n'ipro, e Ir* n durnca un bnlsinhn
rsquridn d. fraque Cuino re lr.i bicho peconhcnlu. Es-
Mamo no dedo, quando te pica, porem nunca o lo-
gran; e anda que un rcpntsctn dependo de um fio, ae
eale quebra, nu meamu ir.slauo ooiije ooma tnaior des-
trea.
He tonto pora temer, que vos pode fa/er perder a que
rida, ni amigos, n em prego, e al a vida. Com uin ju-
dia ridicula, as nmlherea tiritarlo" o votan amor, o qu
India aite de curar, pora r-arrrgnr coro a nuil di coca de'maa vnsqinser ni posear ao votan lado, Bchele
vuivat, e arr nprdrrjndn p.lnt orpllkoi, cono sr futsr Jd repartilo vo drtpedir Um traque cnenlo, urna
tanto fiara fairr milagree. Sim.Sr. eslude para ir vivir eale alegra, pode servir de alvo oerleirn n'ura desafio.
E se pelo eonirnrio tota ten favorito, pnr vo-ha mil A-
dmiis, disfarcarl e..m etiifadnt o detcaruado dtt osps-
duat mi do prilo, enuubrir-vi.t-ha a barrigas da* poma*
eoni largos paiiialomia, estreitar-vut-ha com fauhat o
pansudo veiure; e sahirri de oasa um nutro; de provin-
i'iiioo roiiverlei o vussn exterior eiu alfaeuilia; estran-
oeiro ou eamponeo, de tal arto mudar a ten arbitrio
formal e presenca, que ulo vot Cuiihcoori nem a mai
que vot pari.
Vde-n n'nma etculhida tnniedadn, irmpre rodeado
de deveiloree que evilAo tt-n nlliar altoneiru : tahe, le-
va um elegante oflleial de jn|jey; entra. ciperfio-u nii-
uierusas punfet nonio a um ministro Todut o rogao,
nulo leo.em soberana da tua theiuiira.
Alliin, te ludas estas roifi-s ni convencen), vou dar a
ultima, a mai poderosa cconvincente. Quero ter I-
fuate, porque de alf.ii.-itr paro alfaiot- nao te pngo ido
llmdurn, e devendo eu ligninas ao meii, tirara taldada
a cunta, logo que rjaniut cumpaiilieirn do o|Ieio.
(P. do$ F. no Porta.)
Variet^ade.
Gosiar outtot Inioret de que ihe uffereearaot o ar-
tigo sub......Momea, trasladado eotii algurout innrrrr-
ce. iln l'assitmip > rfe Grnnadn. que noiluelle pait da
Hesperldit valen ao rdilor a suipenitu do aro piriodicu
pelo chele poltico, e a inulta de viole mil ro.! !
QUKRO SER ALFAIATE,
Sim. Sr., quero teroltaiaie, e paro itto tenho mulla
e mili |.....ilerosns e inilrstroi live, raie; sr oto ka ti
vesse, na,, era u piinieiru que sem illas u detejnu en
Ounsegnio?
Va eu ser tdvugadn n'um poit em que nao bn lei ou
bn lama e Un mas que nao lia mul rscllirr. Va ter
advncailu, i aro serpersi-f'oiilo |i..r pnrleiros, aenasaVu
por procuradores, ihbruihado por rsrrivar, rmiilem-
nado por juitet, que me IMrrrgaro romo ae foro beata
de carga.
Mflo o sija, nada qneira com oS a, D. Jutlica, oaii-
re-uie ao rorpo huuiauo etliidr-u dos ps eabeca, n-
lliesu fsqut-li-lus, poisc pelos liuspitur o mociiladr, tire
din de deelaraefli replica J-iWphina, augineulaiidu us
teus e.forjos para se nmoler un tum faceto.
Ali riclaiiio o rumie, luir.o-.lo rada ves mais o
ataque da praca. eu llie rogo, inoha Sia. nao me dei-
xo erc que a iiuulia protunda a eterna affeiciu niu llie
inspira au lucnue bstanle Cajipaixtu para mo latli-
roor!
A citas palo vras dilat com amala locante evpretsau
Josephina ralremerro. Tinlio ella urna nreriidtdo de
riilnl.-i de exercer o poder dos seus encantos, do eltrahir
as liumrnogriis; mas consruliudo em taicr uascer es-
perancas, nunca livrra n dem dr se llenar aria.lar for.i
de cerina Irruios. Aleni dalo te ella in realiade uin sen-
ta aiHur pr sen marido, ajualleravel onJade riete Ihe
inspirava |irufuudo recuuln iinentn, eo peusauenlosii
de o tr.ihir a revultsva.
Puf eertn que lia milito irinpo suspeltva o motivo d
atiiiluil.iiie eSaiul-Amand ; lisungroila pelas llnicites
de uta prima de lio olla jerurelim, havi.i iiitiil.nl,, |,r-
o conde o iolere.se que antes Un- inspirava o fillio d
notario; :ni lnlia pr.ite.u.l,. nrmnuenle limitar esta
M'oVatrelacors auracerl.....anejo inuioroiori .; e com
efftocnii.gnioafatajrori|.iu eni.r hola a rxplicacau ,
contervr-so em va*atallose., e reiicenea. Mss no-
te moiucnlu a cnuia er,iBlriraoinite mitra ; u alaonc
toroava-ic serio e vignroto, e vio que na., poilia j!|u,ij.
lo. Por oulra parle era precita lomor um partido deci-
tivo, tub pena de dar oso au conde, e remulleren com
termr, que llie cuitara rqajacro do que havis peii.adu
u roni|ier coinplrtuinriue cura eHc. Hesii-n |ioi. |M,r |-
guui lempo, proeornn I urna respuslo, que rio n.i.l., a
omio*oiui-lti'se, .em rom ludo ser miiiln drsai.....ado-
ra, nas perturbada pelo olbr ardeotc r Fascinador, que
tinlia tobre si, i pude diier e beiu tiiuidamente.
n um penbaseo, rasar eoiu uiuca de pe raeliadu, |rr vi-
aiado pelo ndiniui.lradnr do Coliorllio, e ilrsacrcdiladi
pelo barbriru e pelo alienar, riraes ou ufllcio.
Mas de lerrlerigu, nieo filbo. lisian asoianiS ha 40
anuos rom devoto rulbusiaaiuu vn-nser agura, par ra-
|i.r fniiie d'rggir.so, Irazcr a srlla na barriga bolUu os
ruiirgos, nu andar na esjiinlia cuiiiu es paruebus : mal
pnr mal, antes ser o licenciado Cabra, du que ministro
du aliar.
0 remedio ero um rmpregulo, ho a que Indos otpi-
roo; nfto se pasa pnr nula disto,o nao he preuitii que-
mar as pe.lauaa. nem saber lr, nem esereier.
Moa eo i|ur au trullo rata voracSo. vou fo'rr-me
proprietiirio. He vrrdade que teuho n pagar declina rus-
lir.i, dcima urbana, ileeiwa indnslriol, novo imrioslu.
qnalro porrenio, impoltu dos criadus. impottu dot ca-
vall. a, impuslo das ealiadaa, Papilaciu para oarslrndat.
rioro por nenio addirlonaei, subsidio Iliterario; alui
ilo ap|ieudiecs monicipaei, como quuta da dcima,
reors do vinlin, reaes da carne congrua, ele ele,\ c
ao flUndo na demanda com o viaiolio, uoi lumbni pa-
ra o adiniiiislridor, fular anabbade, direiios paroehiae
e nutras bagotellaa : anda assim be mailo boa coma
viver um hollino da suas rendas, ee llie deixao algnma
musa. Porem ntfrrrce-se-mo um mlhn do obstculos,
e um tSo convincente como a rialaira divina hn au
ler eu nem prupriv lado ririu aquillo cum que se com-
pran os inrloci.
Onde n1o ha, el-rei u perde : eleigoei no caso. Tanto
bride niecberr trapacear com na cidadint ronlribuin-
le, pregar-lbr qur lodua sao uns lodrus c rguislat. e
quo amur da patria c.inio o meo nflo enconlrio albures
pie br de sabir elri.u; edepoitatu favs mulada, de-
puiadu; que uin tan riles lAo tolos que van m-niear us
iilroa. podendo noniear te a ti Mas ratatiu duroitus
lo d.....r depulodo. que nao me .l;'i gana; r de mais be
preciso saber fuer rr lder a cunta, fater iqipos^ao cuns-
rieuciosa efetirar em ordem, ou ter bonncu de aramrs:
r parn nada di>su trullo geln.
periudilta, lilleralo. poeta. Jess! r leen penlenc o
niin para o ser periodista ? Para janlar em Curdova, e
l-rmr na Canarias Lillerato. porta ? para morrer de
fume cuma (.ervanles. Poit rollo militar .-na, be preci-
an (ramiocabrea; qnatro pruniiiiciamenlut. cello se cu.
ranal ni duui palliriadas.
Militar para logo poetar t tercera trecon, nu fioar
fina Ho quadm. e morrer pbivein; ser maoequim de fi-
giires, e andar :i'uwa bntandina....
Man lia que srismar, nem mitra vulto adar-lhe. Que-
ro ser alt'.u.ite.
0 atraalo he um senhur nbsoluin, mondo desptica
mente o. sen ,>|Uraes curto poro n direila, dteme po-
ra a esqui-rda. emiio Im ila na isbepa; de todo lira pro-
veiln. Ha buceado mais apetecido ? He melliur que ser
rardral.
Vive-so n'um gabinete de loto, forrado de elegante
papel, aderezado oom grandea rspellms, eommudat
franecza, tecretaria de mngno, rrlngus de msica, me-
a de marmore. jardineiras da Indi. Obedecem ao aeu
menor tcoon desde o Iraiessu nprendit que fugin da es-
culo, al o tiaodo oflloial que eme obstina duennegu.
mi a libre du lacoiii, Um uuuieroso curo de vugens de
airoM ma ni lina.....deehapclillho de seda ou palha, e,l-
licllo penleado para Irui da meiba, limpo e garboso ves-
lid", sapaln de pulimento, face risuiiha e fresca, olbot
eoniioisladorcti bocea pequinina e du fcil inrritn, de-
pendo da tua Ibesoura. i) alf.iiale at dirige, aeoiisi llui-
as na peno-a caneira do agullia ensiiia-lhei o qualidoib
e cunta du pnspoiitns. He o mlln ilaqucllas odaliscas
ese,.Iba dus r|'arign inais cbislusas, que pnr rsla Ierra
de gioca ae cruio. Se uin estranhu dirige o rstoi rondii-
gueirat mroinat oleumo graca, leni em retorno una
eliufa, que o delta Iriu i'iniiii aguo de ca terna, sroao le.
va algnlB sopapo beiu Ungido, ou una pieadela rom o
udispensavcis Ibesuiiras, que trniem a cinta cuino dis-
Unrliviido ullii'io. I'i lew a n un si re alfaiale, a este nao
sr Ibe responde si-nAo com o torriau nos labiot
lli/ia mu solleirayu que o iiililber propria era IDuilos
veies liaste qur eslnrvava. NAo susicntarc eu lio di.,
paralada pinito, multo mal quaodu o alfaiale Bpr..-
veila I .'lo bew o sua, fiueudu-a velar oiu quanlu pasrea
e coser em iiuanlu aliuliava.
Na llespanba ningnem pode mentir sean o guenlo
mat o alfaiale tem Uto por nbrigaciu cdireito impres-
crrliiel be inberente a sua arte.
O alfaiale deilo a ibesmira pelo mein e curta para
liante. Veste-se ilu alhcio; e u..... teru mdo que na
ra o di.po, eooio mais que una vet (em ai.....Irado a.
elegante quem tirarla o fraque uu a eaiaoa A tnd.
ma medula; ao militar lliAII bravo, au luala,. ni un eiu-
perligadd, aojuil maisorgulboso, lala-,, cuino uiain -
|uiu, ajiisla-llus a medida, assculn-lbei us costuras.
COMMErttlO
Tenhii eu liberdadu, Sr. conde, para poder respon-
der a tara palavras "
Oque! pruseguio elle coro empbaie, se Ibe oll'e-
rrccssrm una devutaCun ab.uluia, uin......... anillad
rtolutiva, Iriu nada Ibe reelauairin ciu truco, niu i
jolgana a Srt. livie au nn.iiu.-i para periuiltir, aulburi-
sar P.........
tjue loor ora! diste Joiepliina drpoit de haverain-
da (le balde procurado palana.- mais severas.
Nlo he luiicnra, mulla Sra. uca, cu conliego u
seu enracao ; oto he e.lc omeu ouicu c.liidu, desde que
a conlne.. ? Sb uuia apparrnr.ia de leiiaudnde felicei-
raoebea degrac, descubru nelie urna scusrb'lidade
qie me da espelunca. Ali! en lenbo mulla ie ua cncau-
i.ulm a boiidade, cun que atequi me Iriu tratado a Sra.
e veju que bu deoculbrr inrui vulos tan puro o Uu dci-
interetaadot.
U 3r. nlo pensa nuqucdi! exelaniuu JuiepovTi.i
ColO tul al le ad a.
Penan, una I replica S.iint^Amond oninadu, e pc-
gaiidu-llo- na mao, irala-e da miulia ventura, do desti-
no deluda a uiinlia vida ; e a Sra. (lo boa, lao inriga
mi lera a rriirldaiir de destruir transpone que.....
l.ab-se, Sr. iuiermiupe colli viris JoSepIlint,
retirando mito e ri'cuandn, abi icio lucumaridu.........
II
Aifandega.
Bendimento do da 17,____...........10:028*003
Deicarrega hoj 18.
BriguePrimaveravinbos.
IMPORTACAO.
A'iMOlQVE, brigue Irancez, viodo Jn H vre.
entrado no c rrente mei, a consgaselo de Didiei Co
lumb er & C., niintlestou o seguinte :
30 caitas e 5 fardos tecidos de algodlo, 2 ditas titas
de dita, c2 ditas tecidos de dita, 2 ditas lencos de algo
dao, 2 ditas suspensorios, 1 dita merino, 1 lardo casi-
miras, 1 emhrulbo amostras ; a J Kcller & C,
4 liarris vinbo: a F. Dubarry.
1 cana relngios eobjectos, I dita borlegaria, 3 di-
tas cadtnhi s, 1 dita oculos ditos de ver ao longe lo-
netas, micoscoprio, e cordSes ; a Meros & Sicard.
16 caitas e 1 fardo tecidos de algodao, i dita lencos
dito, 1 dita ditos de tila e algodlo, 1 dita ditos de
Ida, lia e algodao, 1 dita tecidos de seda e algodlo,
I dita papel paotado, uina machina de lacrar e carlei -
ras, 2 csixas suspensorios, 6 ditas com 6 filt'os para
agoa, 1 dita merio. 9 ditas perfumaras, chapeos de
sol de seda, bengalas, adiara, carneirai, agoa de Co
l"nu, ele, 5 dilas -bezerros de lustro, o objectos de
cbapeleiro ; a Scb.fleitein & Tobler.
2 caitas porcelana, i ditas papel, 1 dita tecidos de
seda e chapelsria, 1 dita perfumara, 1 dita mercara;
a 1. D Walpbeopp & C
1 caita livros; a V. l/.abel Ribeiro.
1 caita urna bomba e 2i caitinhsi com rrvilhss, 2
caitas papel, 1 gigo conservas, 1 caita queijos, 1
pote manleiga, 1 caita ameitis, 4 pies de assucar ; a
P. Belenul.
50 gigos vinbo champagne; a M.e Calmont & C.
H caitas conservas 5 ditas papel, 1 dita pelucia, 1
dita armas, 1 dita tecidos de la, 0 ditas sardinbas, 12
ditas obras de seMeiro, calcado, porcelana, chapeos de
sol, tecidos de seda, ditos de algodao, bonetes de seda,
lencos de algodlo, instrumentos da msica, e per-
fumarias, 1 dita redomas de vidro; a J. P. Adour
&C.
9 voluntes drogas, 1 gigo e 1 caita vidroi drelo
gios; a B. F. de Soua.
I caita livraria e instrumentos de cirurgii; a J. F.
Pin'o (juinariei.
1 caita Itlograpbis, -2 barril limaa, 6 ditos vinbo, 1
guarda-louca, 1 commoda, 1 mesa, 2 volumes cadeirss
e ditas de bracos, 2 armaiios e outrns movis, I vol-
me camas de ferro, 2 ditos mesas e utensilios deco>i-
nha, 3 caitas porcelana, 1 dita livros, 1 volumo me-
sas ecols6es, 1 secretaria e outros objectos, 1 caita
marmore, 1 dita nitro para agoa, 1 lita vidros de
candn.m, 1 dita lelogios de parrde, 1 dita objectos
le uso, 1 dita csrneira, i dilas consent, 1 baril
mostarda, I caita chapeos de sol, de seda, 2 ditas teci-
dos de algodao, 1 dita ditos desuda, e I uvas de algo
dao ; a ully & Chvanos.
00 barris o 40 meios ditos manteiga ; a J. J. Mon-
teiro,
80 barris e 40 ditos manteiga, 2 caitas chapeos, 2
ditas perfumaras, i ditas mercar ia, 2 barra tinta em
p, 1 caita bejotarias; a o dc.cn.
e iiiiuTia! pcosou o cunde com alegra, edeu ao
rosto o serenidad do rigor em presenca du um mondo,
que ie aproxima.
f-nm cH'i iiu D tronis, rujns poomi ic uiivo, appo-
reee.i | p.rta d tala. Anda que elle nao devia contar
m Saint-Aiiinnil, iirui |mr ..... taslrou-e admirado
e aotvs dingiudo-se liaa elle, Ibe diste cun luuu buli-
|dade:
Sera o Sr. Un amavel, que nos sacrificaste m seus
advngadot, meu charo?
Nao, meu bnm aiuign. Ja rauiln dltanto d'tqui reco-
nbeei que me aibava reo de polica por desvi de um
b nru de .ella per leneenle a Mr. Robilieou ; luiuei-me de
rratortol e viiu enlregor o leen ; ei-lo aqu, e vuu-me
rsgurirando. Adeo, Benedicto; adeut, madama.
K sabio milito lepidu.
Drsroiiti teulou-te em nina poltrona drfronte de ma
iiiiiIIkt, que apeona acahuala o tua eominnCu, e anda
lava tuda preocrupadu.
uardou rllu pur algum lempo n tilenciu, depois le-
vantando os ulbos para Jim pinna, dissr-lhe:
> Parroeis-iue Inste, miaba boa amiga, ter-vot-ia
algorn fallado a respritu de Julio?.....
Do Sr Julio?..... prrgunloo a mulher lahindo do
sua preueeoaacto. Que quereitdiser?
Esse pobre rapaz me da ouidadn, quandu eo o oun-
duzia ao carrinbo, tcvu urna nova fraquesa, c desmaiuu
em nu u breos.
De veras! exclama Josephina que senle cniao vi-
vos remoran du seu cnnipcrtmucnio ao juntar, c cuoie-
9a o rucear fuueiia cunsequeneat.
Sim, sim e anda islu nao be ludo.....
tu que anda, meu Dos, perguula ella amulada,
e eiqueceudu coiiiplrtaineiite S.iiiil-Alliand para ae oc-
cupar dusriijuvrorival.
Quandu elle turno o a ai detta ultimo ivnonpe, mili-
to mai lunga do que a primeira, peguei-lhe na man, c
conheci que eslava o ni urna icbre turliltiilia.Receio em
vrrdade una molestia grave.
Uh meu Ucus!....... exclama de novo Josephina,
qur te neciisa mentalmente du ha ver sido a primeira cau-
sa dessa desgraca.
2 caitas livrari; a A. F. Caroeiro,
1 dita dita ; a T. Btrros.
1 dita tecidos da lia, botdes, bolins, papel de m-
sica, e a visU de Par ; a Joaquim de Aquino Fon-
seca.
1 caita passementaria, cambraiss, vrlbutina. bicos,
bnrdaduras, filas de sfiJs, me'ceirit, luas, flores, fa-'
rinbt e Irutaa seceaa ; a Buessard et Mtllochau.
1 caita bicos, I dita camhraia*. 3 ditas sflJas, 13 di-
tas e 2 fardos tecidos de algodlo, I caita ditos de sA la e
algodlo. 1 caitt calculo, 1 fardo lettrai imprecas. 2
caita palles de couros, 1 dita pannos da lia, 2 fardos
tecidos de la e seda, I caita passementaria de algodlo,
2 embrulhos amostras ; a Kalkman & Rosemund.
1 barril vinbo ; a Le Bretn Schramm ij C.
1 caita tucos e sccessonos para bilbar, 2 ditas cal-
cado, 1 dita flores e lavas de pellica, 1 dita brins de li-
obo, 1 ird casimiras, 1 dita carteiras, psliteiros, e
pentes de cbifres; a Cals Frres.
80 barris r. 40 meios ditos manteiga, 40 caitas qaei-
|os; a B. Latirrre di C.
300 barris e 200 meios ditos manteiga, 1 caita (i-
' de algodlo, I dita cand eiros de lati. 7 clisas, te-
cidos de algodlo, 5 ditas vidros, 3 ditas tecidos dola,
I dita lencos, 1 dita espetos, 2 ditas lecidus de sida,
chicotes, cordsi para instrumentos, lonetas e lencos
de algndio, 9 ditas porcelana, 1 dita agoa d Colo-
nia, 1 dita bonetes e outros objectos. 1 dita suspenso-
rios, 3 ditas calcado, 1 dita chapeos de sol da panni-
nho. 1 dita estojos para barba, 2 ditu becerros, 2
ditas perfumaras,2 ditaiquincalheriis,2d lascarneiras,
1 dita caitas para rapa e formas para chapis, 3 ditas
brinquedo para menininos.lfJOO ggos batatas; a Didier
Colomtiier &C b
1 caita bezerros e pentes de tartaruga; a Maooel
Joaquioi Memos e Silva.
1 caita pannos, 1 dita tecidos de seda, roupt frita,
calcado, e ferros de limpar denles. 1 dita moaica e
instrumentos dita, 1 dita bicos de algodlo, 4 ditai me-
dicamento*. 1 barril doce ; a St. Martin.
1 caita tecidos de lin1 o, I dita ditos de algodlo, 4
ditas calcado, 1 dita bezerros, 2 ditas sellara, 1 dita
caitas para rap, bejotarias, tecidos de sida e algndio.
Nas e tecidos de sida, 20 gigos champagne; a Lenoir
Puget & C.
5caitas tecidos de tila, 3ditasbrm, 1 dita cha-
peos, 1 dita brim, esmbraias, sedas e chalet, etc., 1
dita merino; a Mouvernay
1 caita chapeos parasenbora, 2 ditas ditos dsela
para ditas, 1 caita flores e eacovas, 1 dita chapeos do
sida, aljofares, pentes de tartaruga, o outros objectos,
I dita cainnhatde melil e perfumara, 1 dita bejota-
ria ; a M. Bernel.
2 bsrrts vinbo. 2 ditoi ago'ardente, 1 ciita vidros.
I dita redomas de vidro, 1 dita tecidos da algodao, 5
dilas papel de impressio, 1 dita alfinetes, 1 dit. con-
servas, 1 dita industria parisiense. 1 barril obras aa
flandres. 6 caitas calcado. 1 dits botdes d'osso, 1 di-*
ta papel de cores, 2 ditas chapeos, 2 di tas seihlanta-
ria, I dita caitas para rap, 1 dita agua de Colonia, 1
diti chapeos de sol.de panoinbo, 3 dilas papal, 2 ditas,
pentes, escovas, e lettras para imprimir, I dita perfu-
maras, 1 dita papel demostris, 2 ditas modal novas,
l dita pennas, 6 ditas com sen filtros para agoa; a A-
vrial Frres.
2 caitas conservas, l dita frutas. I dita ignora -se, 1
dita sardinhas ; ao capillo.
2 barris ignora-se, 1 dito feijdes, 1 dito lenli Ibas, 1
caita instrumentos, 1 dita cooservis, 1 carlio de lia
para bordadura ; a Mele.
1 barril vinbo; a Sauvage.
2 csrneiros; a Lazar;.
1 caita faiaosa; a Duhourg.
Consulado.
BENDIJIKNTo OO DU 17.
Geni349*332 Provincial184a964
Movituenl do Torio.
-^
Vacio mirado no da 17.
Trieste; 78 diss, polaca austraca Burone-Patcottint,
de 186 toneladas, capiUo Jlo Puglieie, equipagem
11, c neo B bilmrd.
Editaes.
O Illm. Sr. inspector da Ibesouraria da laienda
drsta provincia, em cumprimento da ordem do tribunal
do tbesouro publico naciooal n. 107, de 23 de agosto
ultimo, abaito transcripta, manda later publico, que,
do pnmeiro deietembro de 1846 em diante, se prin-
cipiara a lser, nesta provincia, o descont de que trata
Parece que elle conhecen a minha inquietaran,
porque me disae, dexando-ae eohir. mbre ai alcatifa-
das do earnnho: Nao lenl-a cuidado. Sr. Dcamn.ua, nao
lia de aer nada ; odemais a morte niu he lio urdile des-
gmci! E aiiuu tallando, turna-se, niat bein triste, o
istu meabalou.
Eu ucreio, rctponde Jniephiua compadecida e em-
barazada.
Certmenle, e desconfi que esse mncu lenha al-
gum de.gnslo secreto.....
Um menino! ubaervnu Joiephna anda nisit cun-
fuia; e t.io querido de seus poi.t
- Tal vet me engae ; mas be pstiial, A final, mi-
rnara omga, nlo nos devenios aflligir desmedidamente.
Pnmeiro por quo nao temo culpa disto, e deput pr
que lulves nao venha a aer nada. Oro bem pruseguio
elle mudando de loiu, o dio fui paro vos de grande fatli-
ga ; tao des huras, pelo inlercsto de vutta saiule, Jute-
phina, pecu-vus que. mf vades drilar.
Sim. meu amigo, rrspoodeo esta dstrahida.
Ah!..... csqiiBclo-iUe diier-vot, que compre i es-
las mallas, qun cuiibui cjru a imasa tapada........ moa
bein Nosaiuauhaa lereniot tempu de'Oonvertar uittu.
Bal nniic. minha bou amiiia.
A Sra. Desroimis aproxiinon a fronte, aobreoqual o
bando depotituu um beijo temi-poternal, temi-eonju-
gal; depon dtngio-sc para o ten quartu d dormir, A o
sabir da sala ptrou, reflectm unt instante, e voltaadu-
te pora Benedicto, diite-llie cam alguuio tiiuidei:
Meu amigo, nao vos raquees mandar aiuaubla ce*
do saber uoliriat du r. Julio, bem?
Nao, por ceno, lde tranquilla, e boa oote.
;C#rilinuor-st-o.)


3-
o artigo 5 di le de 6 do outubro de 1835, n noi
do 2,000 r da 1.' estampa. Secretaria da theiouraria
d Pernambuco, 13 de desetemhro de 1815.
O official-m ior,
Ignacio dos Sanios a Fomeca.
Ordem a que se rtfert o edilal tvpra.
N. 107. M.inorl Alves llranco, presidente do tri-
bunal do thesnuro publico nacional, conformando le
om o perecer do cnncelbeiro de estado, inspector geral
da cniza da emortisacAo, ordena que o Sr. inspector da
laesouriria da provincia de Pernambuco manden-
uncier p-los prriodic >s. o por editaes. que, do I *de
siembro de 1846 era diante,se principiar a nter nei-
ll provincia o descont de que trata o artigo 6 da lei
de 6deouluhro de 1835. naa nota* de 2 000 da 1.'
eiUrfipa, mandadas substituir pelo ordem do 27 da u-
Ibo do anno pangado; devendo o rneamo Sr. inapector,
logo que reoeber esta ordem. transmiiti-la a toda* aa
ef'arSesde fzenda da provino'.,, pura fazerem os com-
petentea aonunciot pela* lolhas onde a hnuver, ou por
'editaes, a fim de que e tenlia disso conbecimento 'ni
todo* os lugares di provincia, e lenbio oa seus habitan-
tes o lempo necessirio para aa apresentar na theaoura-
ria O que o Sr. inapector cumprir. Thesouro pu-
blico nacional, em 23 de ag >sto de 18l.'.Manoel
Alves Rrnnco. Cumpra-ae.Theaouraria de faen-
da de Pnrnamhuco, 12 de aetemhrode 1845.Silva
Perante a cmara municipal denla cidade, na me-
nbie de 18 do corrente(boje), se ha de arrematar por
tempo de um anno, contado do 1. do dito mea, o rendi-
miento da efencao e revisto, de conformidade com o re-
glamento de 12 de marco d<> anno proiimo passado a
quem mais der aobre I3.6S3.660 n., rendimento do
anno lindo.
A* pewnea que se propnterem arremata-lo, pode-
tk concorrer na indicada praca munidas das ne-
cesarias babilitacdes, e fiadores iJnneos. E para que
cheque ao conhecimento de todos se mandou fezer pu
blieo pela imprensa. Recite, 11 de oulubro de 1845
Luis Frunnisco de Mello Cavaleaiti, pro-presiden-
te. Joo Jos Ferrara d A'guiar, secretario.
Perante a cmara municipal desta cidade se hSode
arrematar, na mvnhaa d* 18 do corrento (hoje) ,
por lempo de um anno, contado do 1 do dito mea. a
quem mais der aobre o preco medio dos tre ltimos
annos, aenaradamente, os talbos dos acougues da Boa-
Viita e Cineo-Ponlai.
As pessnas qiie s* propozerem a arremata-tos. pode-
ro comparecer as indicadas praca?, e para saber ria
precns, na contadura municipal em qualquer dia til,
de manbia. E cara que ebexue ao conhecimento de
lodos, se man lou laier publico pela imprensa. R ci-
le, 11 de outubro de 1845 Luis Francisco de SI el
lo Cavalcanli, pro-presidentu. Joo Jote Fefira
de Aguia-, secretario.
quem pretender, cntenda-se enm o consignatario Ua-
noel Ignacio de Oliveira, na ra de Apollo, n. 18.
/Ivisos diversos.
Miguel Arckanjo Mnnteiro da A ndrade,officidl da im-
perial ordem da liosa, eavaleiro da le Chnslo e
inspector da alfandega ds Pernambuco, por S. M.
Imperial, oSenhor D. Pedro 11, que Dos gurdele.
Fai saber, que no dia 18 do corrrenle, ao meio dia,
porta da alfandeg* se bao de arrematar quatro caitas
com noventa e sen chapeos de seda para Sra. no valor
de 800*000 'is. cento e viole cadeiras de ledreira, no
valor I56jOO0 ris, e quatro commodas no de 96j000
r.'t impugnado ludo pelo amanuense Gabriel Allonso
Rigueira, nos despachos, por factura, ile Cala Jnior, e
rtlanoel Joaquim Ramos & Silva; sendo a arremataran
aubjeita adireilos. Allandega, 17 de outubro de 1845.
Miguel Archaijo Monleiro de Andrade
Det larayoes.
Admini'tra^ao dat eilabelecimenloi decariiiadt.
Perante a administrarlo doa estabelecimentos de ca
ridade.se ) de arrean-lar, a quem mais der, as ren las
das casal ns. 17, 47 e 49 da ra do padre Kloriinno; n.
5 do becco da Caivalb.; ns. 52 e 34 da ra do Fagun-
dei; n. 11 da ra de V Jos", e 5 da travesa -do nas
mo ; n. 31 da ra de Manuel Cdetv, n. 41 da rus Nova,
e 18 por delrat da mesma ; n. 51 da ra da Moda ;
n. 70 da ra de Fra-de-Porl-s ; ns, 4 e 7 da de S.
Therea ; ns. 70 e 98 da daaCinco-Pontas ; n. 33 da
ra de Moras e 6o >ia da Gloria
Os licitantes poderad comparecer na caa das sessfles
da mesma administrarlo, na ra do CabugA num no dia*24 do corrente, pelas 10 horas da manhaa, mu-
nido! de seui liadorea idneos.
Sala das seis a da administraran dos estabolecimen-
toideearidade. 17 de outubro de 184o. O escriplu
rario, A. A de < aldat Rrand&o.
A adnnm-lraro dps estalielecimenlos de cari
dadec nvila atlas ai peaioas, que quiztrem vinlar
o hospital de enrulado amanilla 19 do corrente ,
da em que ba revista geral, a fim de tornar-se o acto
mais publico e importante, para o que estara aberlo at
9 horas da noule. O escriptureno, Alexandre Ame-
rteu de Celda* Brand&o.
v- A sumaca .V. Joaquim recebe a mala para a Ba-
bia no dia 20 do corrente aa 11 horas da rnanhia.
Avisos itiit idnios.
Para a Babia lahir em pouros diai a sumaca S.
Joaquim, metlre Luiz Vieira de Mello, forrada e pre-
gad de coin : pata car-a a Iretei conimodoi, e pai-
ageiroi, treta le com M. D. Rodrigues, ra do Ira
piche, n. 26.
__para a cidade do Porto segu viagern com hfevi-
dade o bergantn) porluguez Importado', capito Jos
Francisco Carneiro : quem no malino <|uner carregai
ou ir de passagem, dinjs-se ao mismo capillo ou ao
leu consignatario Manoel J auuim Hamos e Silva.
= A sumaca Sania- Mara- tva-Sorte principia a
receber carga para o Aracaty, segunda feua 20 do
corrente, p r ier a meior prie de leu carregamento
prompla: os pretendenles dirijo se ao capillo a bordo,
ou a Vicloiino Teiteira Leite na ra larga do Ro-
tario. n. 24. 1.* andar.
Sague viagern para o Ass com a maior brevida-
de poasivel.por se achar j prompto e recebendo carga,
o brigue nacional Jpiter: quem do inclino quizer
csrregr ou ir de passagem, entenda-se com Jos Mo-
reir Vianna, ou com Jos Vellozo Soare, ra da
Crui, n. 54.
ss Paria Babia tai impreterivelmegle no dia 25
do corrente, o biigue Anta e < onstanca recebe
carga a fete commodo e passagoiros, alo o dia 24 :
Victorino de Castro Mouraavisa as pessoas.a quem
interessar, que os dbitos provenientes da toja de fa-
zendas na pracinba do Livramento pertencem ao annun-
ciante, por ser terminada a sociedade, que dav.i a Jos
de S e Souza, dos lucros, como socio de industria;
cando ao annunciante a cobranca da divida activa, como
a obrig-rao de pagar a divida pauiva.
= Coutina-ie a dar almnco jintir e ceia por
preco muito commodo ; tudo enm asseio e prompti-
dao : na ra do Queimado, o 32, seguddo andar.
Perdeo-se na noute da lesla de S. Tbereza
4B0j rs. em cdulas; sendo cinco de 50| ri. e duss
de 100c rs. : quem as ach iu e quizer lera bonda-
ile deas restituir sj dart 'OOt rs. de gratilicarao ; a
ditas cdulas estSo assignadas no verso por Reii Fonse-
ca : a pessoa, que as tiver, leve a Fra-de- Portas, con-
fronte ao hospital de marinha o. 147, primeiro
andar.
Aluga-se umsotSo iodependentee muito fresco,
na travessa da ra Bella: a tratar no sobrado da mesma
ra.
F. E. Alves Vianna embarca para o Rio-de
Janeiro os seus dousescravos, Josepha, parda e Isi-
doro crioulo.
AlugAo-se os segundo e tercairo andareidoso
tirado da ra do Queimado, n 14, com bastantes
commodos : a tratar no segundo andar da mesmo so-
brado.
Oflerece se urna ama com muito bom leite, para
crtar em sua casa algum menino : quem de leu presu-
mo se quier utiliaar dinja-sea ra do Mundo-Novo,
n. 60.
Joaquim Victorino Coelhova para o Rio-de-Ja-
neiro.
A pessoa, que precisa de 300 rs. a premio ,
dando por hypotheca urna eicrava cozmbeira, dinja-ae
a ra da Seozalla-Velba n. 110, p>ra tratar.
Precisa-io de U'n preto captivo, mensalmente ,
para tocar bomba; nio faz mal quo tenha falta de vis
la l o que le pretende h" que sej robusto : quem o
tiver, dirija-se a Manoel Antonio da Nlva Molla no
Poito-dai-Cinai, no Recife. n. 32.
Perante o Sr. doutor juiz do civel, da 2.* vara, se
biode arrematar, na praca di- boje, 18 do corrente os
pnucos beni deixadoi pelo finado Joaquim Jos da Costa
Oliveira, penhorados eos hcroviios do mesmo, poreze-
cucao de Antonio Francisco de Moura.
Alugao-io, por muito commodo preco, duaa ca-
sal terreai muito largas na ra da Soledade com
duaa talas cada urna 6 quartos, corredor ao lado, ro-
zinba fra quintal murado, e outro cercado : a tra-
tar na ra da Aurora n. 58.
A peisoa. que annuncion no Diario dn Per-
nambuco de 17 do corrente precisar de 300* a pre-
mio bypotbecando urna esciava dirija-se a ra do
Queimado, n. 14, segundo andar.
Deseja-se fallar a pessoa autorisada, ou procurador
doSr. Thomaz Alves Maciel, morador no Brejo da-
Madre-de-Deos a negocio de ioteresse.
Preciaa-se de una piioa que tenha habilita-
cio para dar liedes da lingoa latina em urna casa par-
ticular : a tratar aa ra Oireita n. 36 primeiro an-
dar.
Na ra larga do Rozario n. 38 abrio-se um
acougue, onde llavera diariamente carne de boi, muito
gorda a cortada com todo o asseio posiivel; assim como
todos os domingos e das lanos havera carneiro gor-
do ludo muito em conla,
Precisa-se de urna ama iccca que saiba coz-
nhar prelerindo-se algumu que tenha estado em casa
e-trangeira ; na roa no Brum na lundicio ingleza ,
se dir.'i quem precisa.
Quem precisar de urna ama com bom leite e
lem filh > dinj-se a ra I) reila n. 9; adverndo-
se que be pura criar em casa de sua senh ra.
O doutor Pedro de Albahide Lobo Hoscoso,estn
do residindo nesta cidode pretende eiercer sua pro-
fissio medico-cirurgica : as pessoas que se quizerein
servir de seu pre-timo poJem procura-lo em la
casa, na ra do Seve. As pessoas pobies serio recei-
ladas gratuitamente iodo a casa do annunciante, as
7boias da u.anhaa ou a tarde.
A rienda se urna casa na ra Bella n 12, com
liona commodos para una familia ; a tratar na travesta
do Veras na Boa V'iita, n 13.
=3 J. H. Borgei Diniz embarca para o Rio-de-Ja-
neiro seus escravos Marcellino eJanuaria, cnou-
los.
= Pelo juizo do civel da 2 vara, escrivio Souza, se
va o arrematar os seguinles penhor,es de ouro: 1 relogio
de ouro patente, 2 ditos orizontaes desabnete, 2 di-
tos ditoi de vidro, um dito dito para toucador, urna
corrente para relogie, trez trancelini para ditos, um
par de pulc iras de fila-grana.umeordao com urna redo-
ma, 2 ditos com dual cruzes, um par de fivelas para
ligas, urna caita para rap, un alfiiete de brilbant*-.
uina corrente para lenhoia; por etecurio, que move
Joaquim Jos de Moura contra Joo Francisco dos San-
tos Siqueira, nos dial marcado! na mesma execucao.
Joaquim Hereira Arantes faz scien-
te a seus deveilores. que Jos Alaria Tei-
xeira' de Novaes Villasboas deixou de ser
cobrador de suas dividas desde o da 16
do correnle, e que dessa dala etn dianle
nao levar em conla recibo algum passado
pelo mesmo.
Aluga-se- urna loja de urna porta,
com armaco prompta e nova, para miu-
dezas, sita na praca da Boa-Vuta, por
commodo preco: tratar na venda da
esquina da mesma praca ao voltar para a
ra detraz da Matriz.
Nos abaixo assignadoi (atemos iciente ao publi-
co, que temos dissolvido amigavclmente a sociedade,
que linhamos na loja de ferragens do Atierro-da-Boa-
Vista, n. 76, cuja so-iedede gyrava dehaizo da firma de
Rezado & Fonieca; ficando o ioco Rozado obrigado aa
transaccSe que at esta data ih tenho feito debaiio
da lobredila firma. Recife, 16 de outubro de 1845.
Joaquim Alves da Fonseca Jnior.Jtionymo Ribeiro
Rosado. m
Joaquim Jos da Costa Fajores faz sciente ao pu-
blico, qu quem tiver penbore de ouro ou prala em
sua mi, os v cir no prazo de oito dial: do con-
trario nio se respomabilisa mais por lies; pois que
alguns j nio cegao para o principal e juros.
=Furtario, do boliquim (raneo/ da ra Nova, n.
69, ha cinco para seis das, um grupo de broo'e repre-
sentando Abrahad repudiando Rebecca e seu fnho ;
quem souber do dito grupo, avisando o dono do dito
lint quim, suri generosamente recompensado: ou mes-
rno se a Iguma pessoa o tiver comprado, que rendo resti-
tu -lo, Ibo lera entregue o importe que por tile tiver
dado, e promete-se guardar segredo.
= Um boii em Purluguez que tem tobeja pratica
de venda e da conhecimento de sua conducta se
oflerece para tomar conta de alguma por balanco pa
ra administrar comprometindose a dar iguaes lucros
aos fundte, que a mesma tiver "com a condicio des-
le seren divididos a meio com o proprietario da ven-
da, eos fundos nioterem menores de 1:500/rs. sem
que da mesma venda se faca pagamentos a praca, por
espaco de 12 mezes : este mesmo negocio se far com
qualquer pessoa que duti ja por de novo tal nexocio ,
nao se escolbendo aqui nacionalidade ou qualidacle
de pessoa : a quem convier annuncie para ser pro-
curado e melbor se expor as vanlagens do negocio.
as Precisa-so aiugar um preto cozinheiro e que
tambem seja capaz de lazer as comprasnecessarias : nes-
ta typograp ia se diri quem precisa.
= Aluga-se um segundo andar com bastantes com-
modos na ra larga do Rozario n 35 por 14 3 rs.
mensaes : a tratar na loja d: miuderas por bailo do
mesmo sobrado.
= Precisa se de 500i rs. a juros por tempo de um
anno bypolbecando-se urna escrava co'inlitira e di
todo o sei vico de urna casa ; sendo o juro do dmbeiro
o ser vico da escrava : quem quizer dar, annuncie.
= Precia-ie de una mulher forra para coziohar
para pouca familia : na ra da Praia, n. 22.
Da-ie dmbeiro a premio com ptnborcs de ouro
e prata mesmo em i equenas quantias na ra da
l'raia.n. 22.
ar Otlerece-se um moco de 14 a 16 annos para
caixeiro de loja de leria.ens miudeas ou botica :
quem de seu presumo precisar dirija-se a ra do
Collegin, n. 16.
Una mulher parda ou preta que louber co-
ziohar e quizer ir para urna casa de pequea familia,
dando-se-lhe de comer e vestir dirija se ao bairroda
Boa-Vista ra dos Pires n. 4 casa de Luiz Man-
guioho.
Aluga se um moleque cozinheiro ; quem o pre-
tender, dirija-se a ra Uireita, n. 23.
Pretende-se comprar a casa terrea da .ra do
Mondejo, pertencente aos cinco filhos da fallecida Ma-
ris Joaquina de S. Anua; qualquer pessoa, que ae
achar com direilo a dita casa ba de dirigir-re, no pra
o de 8 dias a ra do Crespo loja n. 4.
Aluga-ie por prego commodo o terceiro an-
dar do sobrado da ra do Queimado, n. 52 : a tratar
na loja do mesmo sobrado.
Precisa-te fallar ao Sr. tenenle Jos Francisco dos
Sanios, que morou na ra do Caideireiro por isso
queira annuncianua morada.
Precisa-so dja urna pessoa forra, ou captiva, que
sirva de portas para fra : na ra de Hurtas, casa nu-
mero o.
LOTE R1A O SEIII!>A RIO.
As rodas d'esta lotera, cujo anda-
mento teria tido"lugar l5, como cstav
promttido, se o juiz, destinado para pre-
sidil-la, o contrario nao bouvfsse deter-
minado, andao im> reterivelmenle no dia
ai d'este mez. Poucos sao os bilbetes,
que ninda resto: e quem os pretender,
iide procura-Ios nos lugares j annttn-
ri nlos, aleas i horas do refeiido dia.
Aluga-se o segundo andar do sobta-
do sito na ra Uirelia, n. 20, com bons
commodos: atiataruarua do Collegio,
egiindo andar n. 1 '1.
Alugao-se as casas terieai ni. 7 e 9, defronte do
ihealro novo; bem como o segundo andar do sobrado
11. 60 da ra da Cruz do Itecile: quem ai pretender,
dirija-se a ra da Cadeia do Recite, n. 40
=Prelende-se eflectuar a compra do urna casa ter-
rea, sita no becco do Quiabo n 4, do buirro da Boa-
Vista; a pessoa que se achar com direilo sobre a dita
casa, poder comparecer no praio uo SJiaidadata
diste em diaotu ; se nao perder o aeu direilo contra
ella.
Deieja-se fallar com o 'r. Jos do Reg Barros,
ou com o seu procurador; por isso pede-se que annun-
cie a sua morada, ou dinj -se a ra da Alegra no bair-
roda Boi-Vista, n. 13
= Auxustin Sommier, cidadio Francez tem de
faier urna viagern a Babia.
Jos Moreira da Costa faz iciente que d'ora em
diante lira a>signando-se Jos Moreira da Costa Maia ;
isto por haver pessoa de igual nomo.
= Oflerece-se pora lora desta praca um rapa
Brasileiro branco casado com pouca familia pa
ra eosinar primeiras lettras, grammatica e Irancez, por
ter ja oceupado este mesmo lugar ; o qual ensina o,
ijui alumnos com o melhor relo possivel: quem de leu
presiimo se quizer u ti litar dirija-se a ra do Ran
gel, n. 5, a tratar com o mesmo, quedar conbeci-
mento de sua conducta e do tralamento dos seus
alumnos.
Di se dioheiro a premio com penbores de ou-
ro mesmo em pequea* quantiai, na ra do Ran-
gel, n. 11
Na ra do Rangel ba um cano em um ter-
rado logo quem entra da pracinba do Livramento .
por onde se bola quanto agoa porca ba : e como ai pos
turas da cmara municipal probibein csses canos ro-
ga-se ao Sr. fiscal respectivo que baja de lomar isto
sobre as suas vistas, a fim de que a visinbanca nio con-
tinu a ser incommodada com osmjscbeiios das agoas,
que sahem pelo dito cano.
Preciaa-se de um cauciro para ama venda na ci-
dade da Victoria : na ra da Penda venda por baixo
do sobrado do coronel Joaquim Bernardo.
SOCIEDADE THEATRAL
/ THALIENSE.
O primeiro secretario avisa os Sn. iocoi que o*
bilhelwpara a reeita* de boje, 18 do correte, diitri-^
buem-se boje mesmo em cesa do respectivo thesou"
reiro na ra do Queimado n 07.
Da-se sobre penhores de ouro at a quaotia de
100 j rs ; na ra das Cruzes n. 39.
Fugio, ou furtarao, no dia 28 de setembro
p. p. pelas 8 horas da noute, um escravo da Cosa,
de nome Antonio, estatura regular, denles limados,
um tanto desapartados unsdos outro*, ar riiooho, corpo
regular, de idade de 40 annos, pouco maia ou me-
nos, olbos vermelhos, cara redonda e descarnada;
falla pouco; no andar abre um pouco ai pernal; no
p direilo tem urna grossura proveniente de um bicho
quetirou. aonde aiqiarecem algumas marcas de ooi-
turas; tem um dedo dos ps lorio, urna cova no em-
i'igo, que paiere quebrado; hecanhnto, pouca barba;
tem em uma das ps um corle de lotice; levou urna
lina de despejo, camisa de riscado azul com luirs
Mancas, cairas do maiedonia, bstanlo lujai. Roga-
se as autoridades polica, s de verem se o apnrebendem.e
pessoas particulares, que delle souherem, de o leva-
. em a leu senbor. na ra da Cadeia de Santo Antonio,
n. 19, primeiro andar, que receberid oOj 11.
= Madama Millochau que levo.urna loja de mo-
dal na ra Nova n. 59 acata de mudar-10 para o
Atterro-da-Boa-Vista n. 3.
Aluga-se o primeiro andar, loja com armacio o
dependencias da casa, sita na ra Nova. n. 7
Faz-se pu blieo a pessoa, que pretende comprar a
casa terrea da ra do Mondego, qoe os berdeiroi lio 6,
e nio 5 como di? o aviso; pois faitou mencionar a ber-
deira llerunlia, filha da fallecida D. Maria Joaquina
de S. Anna.
Preciss-se de 30 e 40 homens forros, ou escra-
vos, robustos e acosluinados ao trabalbo de ps, para
fa/erern una levada de 300 braca! de exlensao a le-
gua e 11.na distante delta praca : quem quizer engajar-
e para esse fim dirija se ao ngenho l)cba, fregu-
a dos Afogados ou no lerceiro andar da casa do se-
nador Manoel de Carvalbn, sita na ra do Collegio ,
onde achara com quem tratar, dai 6 ai 9 horai da
manhia e das 5 as 6 da tarde.
aa Manoel Ignacio da Silva Teiieira participa aof
Srs. seus freguezes que Ibes comprio p3o, que.se al-
gum for passar os mezes de calor para aa partes da Pai-
srfjient -da-Magdalena, Ibe pode mandar o pi que qui-
zer e a horas proprias por ter portador, que o ni
levar a alguns Senhores freguezes sendo preciso l da-
rem seus nomes e moraJia na praca da S. Cruz, pada-
na de urna s porta.
Casa da Fe9.
Ra estreHa do Rozario c. 43.
= I) ahano assignado tendo estabelecido, na fr-
ma da lei e decreton. 357, de 27 de abril de 1844,
artigo 35 urna casa de vender bilbetea e cautellaa
de todas as loteras delta provincia prestando por el-
la venda lianca como marca o mesmo artigo 35; con-
vida a lodosos que gostio deste jogo ,. a compraren!
assuascaulellas ; cujas se acbao garantidas com a sua
lianca a fim de que os premios que cada um tiver
de tirar, sejao no dia marcado pagos a vista daa mea-
mas cautellas e na mesma casa.
Presentemente as cauttllai, que te achio a venda
sao as do tbeatro publico por ser a primeira lotera ,
que eit garantida com a lei cima na qual nio ha-
vera nullidade por ser o leu Ibeioureiro reipooiavel
por qualquer abuso ou falla que buuver de ai parecer.
Brevemente se annunciar o dia em que devem andar
as rodas, pela grande eitracfio.que esli tendo ai cau-
telas por seiem de diminuto preco que a lodoa
convida a sua compra. Os precos destaa cautellas lio :
decimos a 1*000 rs. e vigsimo* a 500 ra.
Loutenco Jos liomdo de Luana.
Dentista.
M S Mawson cirurgiio dentiata a instancia
de varios amigos, resolveo-ie a demorar por ora a aua
viagrin paia o Sul ; entretanto fa< sciente, que rece-
rco um c-limpelosoiliiiicnlo de denles ailificiael de no-
va invenco ; lambem contina a limpar denle* e
chumbar com ouro e prata e faz toda* a* maii ope-
faioes pertencentesa sua arte : na ra Nova, n. 2,
segundo andar.
Compras.
' Precisa-se comprar para o hospital do quarto
balalhio deartilharia a p, o seguinle : sonda* de cor-
da de tripa surtidas ; ditasade gomma elstica mani-
rs ; dias surtida! de gomma elstica ocas; algalea* de
prata surtidas : as pessoas que tiverem para vender ,
queitao apparecer no diio hospital, dat 7 aa 10 hora*
da manhia ou em casa dj douor Pedro de Albabide
Lobo Moscoso na ra do ."-evo para tratar.
Compra-se una cadeira de balanco, noia 00 em
meio uso americana, com espaldar de palbioha ; na
rus da Cruz no Recife n 40.
=Comprio-se anana/es verdes pira doce, em gran-
des e pequea! porc5ei; barril para doce : Da roa
da Madre de Deo, n. 9.
Comprio -le quartoiai e barril vaiiot : oa ra
Direita n. 9.
= Compra-ie urna canoa de carrea, ainda que
seja em meio uso por preco commodo ; M rui do
Vigario n. 13, primeiro andar.
Compra- se urna rede de tre/malho ou unei-
ra ; quem tiver, annuncie.
= Comprio-se para lora da proviocia eacravo*
de 13 a 20 annos ; sendo de bonita* figura*, pagio-M
bem : na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar de veranda de pao n. 20,
= Comprao-se dous ecrevos, om pedreiro e ou-
tro carpina para uioaeneommenda do Rio-Grinde-
do-Sul ; sendo bonita* figuras, pagio se bem: oa
ra do Collegio, irmaiem o. 19.
Compro-se douawcravos peritos ofBciae* de
pedreiro, e dou*carpi**; n* ra da Seniella-Velba,
n. 110.
Compras* ora torrador de caf, Miando em
bom estado ; na ra da Penha venda por baixo do
obrado do coronel Joaquim Bernardo.
)


a
Vendas.
Veode-se o ptaca da IooepeDdencia, livraria o.
6 e 8, o
METHODO FACILLIMO
para aprender i ler, tanto a leitra redonda como a ma-
nuscripti, no mais curto eapaco de lempo possivel por
Emilio Acblles Mqoleverde nova edacio.
Esta obra se arh \t adoptada na maior parte dai
aula, assim de Portugal como do liasil; e coatein
os principios de leilura eom rnuiloi esercicioi.no liui de
cadalicio, de avilaban, para accelerar 01 progressos
do* principiadles, grande copia de boas inauuas, sen-
tcnsaiepensainenlo; inoraei varias noces sobre as
artes e ciencias, explicadas eom a maior clarera ; al-
gumas segras de eivilidade, descobriment, e mais fac-
tos memoravcia do imperio do Brasil eom urna noti-
cia geograpbica do mesme imperio e da sua dynastia ,
&c., &.
= Vendem-se duas escravas de nacao, de bonitas
figuras uaia de 18 aonus cozinba lava e serve bem
a una casa e a outra oplima quitandeira ; urna rro-
leeola crioula de 14 annos: urna dita de 24 annos, en-
gomla coiinba e lava eom um illio moleque de 7
annos ; dous moleques um de 13 annos, e outro de
16 ; um mulslinho de 18 annos, ptimo para pagom ;
um cscravo de nacao de 5 annos, de bonita figura:
na ra das Cru/'es n. 22. segundo andar.
=Vende se ou arrenda-se a luja da ra do Quei
mado, n. 14; duaicaisinhasde lerros para cirurgiio.
por preco commodo : a tratar no segundo andar por
cima da mesma luja.
= Vemle se um casal de rolas brancas de Hambur-
go por'i2jrs. pea do roreiras peito de Venus, a
1600 ra : na ra da Alegra, n. 8.
= Yende-se um escravo crioulo. muilo bom car-
rejo, por preco commodo ; na ra da Cadeia do Re-
cie, n. 43.
= Voodo-se um papagaio muito Tallador, bonito e
bastante manco ; na ra estreita do liozario casa do
barbeiro, n 19.
= Vende so cevada muito nova a 120 rs. a libra;
na ra das Cruzes n. 40.
< =Vende-se um piano ; um armario de guardar rou
na por preco commodo : na ra dasCruzes n. 30.
= Vende-le um sitio pequeo na^'asiageni-dn >lng-
dalena em muito bom lugar; na ra da Cadeia-Ve-
iba n. 60.
= Vende-se urna cscrava, de dude do 20 a 2C an-
nos perita cozinheira, engoinmadeira de toda a iiua -
lijado de vestidos de senbora o ioupa do bom ni. la*
va de sabfi e varrella. e fai todo o mais servido de urna
casa eom lodo asseio e arranjo ; no pateo do Paramo ,
n. 25
Vemle-se a vonda sita na ra de Apollo, n. 19,
para pagamento de seus oledores : a tratar na rnesma
venda ou na ra do \ igario, eom Joaquim Pinbeiro
Jjrome.
= Venle-se um moleque de 12 annos muito lin-
do proprio para aprender i.i.;um ollicio ; no becco uo
Peise-Fnlo n. 1, primeiro andar.
= Vende-se urna negrinba de 8 annos, muito
b iIk! Bem vicios eom principios de costura: jorn-
ala imito lina pora ennommar a 120 rs a lit>ra ; po-
tes de barro d'ugoa doco, proprios para fazer boa igoa;
alguidares de todos us tamanbos ; panellas grandes ;
ludo vidrado ; (echaduras grandes de duas brocas ; tu
do por preco commodo : na ra da Madre-de-Dos ,
D.9
= Vendem-se cortes de cbita em retalbos ; na ra
da Cadeia loja n 21.
=\ tndem-se dous pares de casticaes para lanternas,
de prata obra de muito bom gosto, ehegada do Por
to ; assim como diversas salvas e casticaes para dentro
de mangas ; faqueiros, colbeies para soupa e acba ,
avulsas; paliteiros ; apparelhos para cba ; escrivani
nhas ; ludo obra do Porto o de muito bom gosto ;
aderemos de brilbaati s e diamantes ; anneisde bnlban-
tes ; alfnetese boloei; aderemos de oui o e pulseiras;
inanias de ouro para senbora; correles e trncelas
para bomeo e senbora, muito modernos ; e outras di-
versas obra de ouro c piula por preco commodo : na
ra doCabug, loja n. 3, de Manuel Antonio Gon-
calvet.
= Vende-so una porefio de caixinhns dos melbores
pbospboros, que aqu leem vindo por preco commo-
do lano eaixa por cuixa como em porcao ; assim
como una porra o de laceas eom (arinba de mandioca
de superior quaiidade : na rua du Cruz armazem n.
B4 a fallar eom > anoel Antonio Pinto da Silva.
Vende-se urna morada de casa terrea na ru de
8. Jos ; na ra Dueita n. 101.
Vcnde-ie, para ra da provincia urna boa cs-
crava crioula moca, cn^omma, cozinba bem e cose
aigum couu sem deleito., vicios, ou achaques: a
tratar eom I!. J. Ilarat He A1".ma.
, LOJA DA ESTRELLA
Kua HoUufimri.cloN?25
Vandemse luvas de sea i. r loUas sem ue
200 rs. o par : ditas de leda preta rom moro a 240
rs. o par; ditas de pellica de cies para bomem a
640 n. o par ; ditas molaaas a 80 rs. o par.
- Yende-se um prelado bonita figura', de naci
Caita de idade de 22 annos muito diligente sabe
cotnhar o diario de urna caa muilo litnpa em seus
servicos e he boa quitandeira : na ra do Queima-
do, n. 32, primeiro andar.
Vende-te urna caaa lerroa eom bom quintal e ca-
cjmba sita na ra do Cbleireiro n. 24 por prec,o
commodo ; na ruado l-'agundes, n. 53.
= Vende-ie urna tipoia em muito" bom estado, por
preco commodo ; na ra do Paiaeio loja de fazeodas,
n. 11.
= Vende-se urna preta moca recolbida mui bem
nrecida boa engornmadeira cozinba cose cbio ,
na de sabio e lar. lodo o mais teivic de urna caa ;
na ra do Arago n. 1, segundo andr.
= Em casa de Augusto Corbett, na ra da Cadeia
do Recie, n. 46 sempro ba uiu esplendido torti-
ment dos melbores vinbol, que ba a saber: Porto,
muito vclho ; Xeiry ; Maiieira ; Bucellas ; Clarete;
Champagne; Tcluuido U'ca existencia de mperiore
goal ardentes de l'ranca em porces de urna duiia
para cima por precos razoaveii
= Veodem-6e oa Myilerios de Paria 5 volu
mes bem encadernadoi por piejo eom modo ; oa ru<
doQueimado, n. 2.
= Vende-se superior cerveja branca da melhor, que
existe no mercado tanto em porcio como a retalbo ;
em casa de Jones Paln & Companbia na ra do 1ra-
piche, n 10.
=- Vende-ie farinba de mandioca de boa quaii-
dade a 3200 rs a aacca ; na ra do Creipo luja o.
15 de Antonio i Cunba Soares Guimariei.
= Vende-se cobre de forro sor lulo e penos do
mesmo ; em casa de L. G. Ferreira & Companbia.
= Vendem se 3 escravos; sendo um preto peca ,
de 18 a 20 annos um moleque, de 14 annos e um
pardo ca reiro de 20 annos; lodos sem vicios nem
achaques, e proprios de qualquer servico de casa e
campo: na ra da Cadeia de S. Antonio, n. 25
= Vende-se Bzeile de carrapato de caada para
cima a seis patacas; na ra de Apollo armazem
n. 4.
= Vendem-se 4 escravos do naci mocoi de bo-
nitas figuras, sendo um bom canoeiro e camaroeiro ;
5 esrravas de idade do 14 a 22 annos de boas con-
duelas sendo duas peritas engointuadeiras eozinhao
bem o diario de urna casa e lavao de sabio e varrella;
um mulalinho, de idade de 12 annos : na ra Direita ,
n. 3.
=. Vende-so, a bordo do brigue Fiel, aal do As-,
de superior quaiidade por preco commodo: a tratar
cm Firmino Jos Flix da Koza & lruiSo na ra da
Moi'd.i n. 23 segundo andar.
v= Vendem se os verdadeiros chapeos de castor, da
niais acreditada fabrica de Lisboa, de elegantes formas,
p,.|o harato preco de 9 rs ; chapeos Irance/es do ulti-
mo olo de Panz a 7000 n. ; superiores chapeos de
maS'a e do alias largi-S, a 6000 rs. ; e de todas as mais
qjalidadeaat o diminuto preo de 2000 rs. ; chapeos
,le castor sem pello, proprios pjra monlaria pelo lem-
po de lesta a 4000 is. ; chapeos de palba do Chile ,
pelo commodo preco de 3000 4000 rs.; chapeos de
tudas as mus quahdades para bomem, senhora e me-
nino por precos muilo l> ratos ; lencos de aetiin bes-
nhol de bonitos padrde a 2000 rs : na nova fa-
linca e loja de chapeos no largo do Collegio defron-
te da casa do Sr. Magalbais Uasto.
Vende-se poUs>a nova da Itussia ; cal virgem ,
de Lisboa por preco commodo: na ra de Apollo,
18.
Vendem-se dous molequ-s de idade de 1S an-
nos de bonitas ligurai ; um mulalinho da mesma
dade ptimo para pagom : no armazem d farinba ,
le porta larga delronte do caea do Collegio.
Vende se um escravo pardo de idade 30 annos,
oflicial de carpina e pioprio para o lervico de enge-
nlio ; na ra do Qoimado loja o 51 ou na ra Di-
reita n. 88.
= Vendem e 4 escravas mocas de boa* figuras ,|
.So rccolhidas, cosem engominaoe coiinhio ; 3 di-
las eom habilidades e sao quitandeiras ; 6 escravos
mocos, muito robustos e ptimos para o trabalbo de
campo: na ru do Crespo n. 10, primeiro andar.
= Veudem-so 16 escravos : prelas eom habilida-
des de 12 a 20 annos, de bonitas figuras ; moloques,
do 13 a 15 annos, muito lindos; um pardo e urna
pardo eom habilidades, de 20 a 22 annos : na ra das
Flores n. 21.
= Vende se cera de carnauba de primeira qualida
de em porcaoe a retalbo por pieco muito commo-
do por se querer dar a conla de venda; na ra da Ca-
deia defroote do beco do Capioi, loja de ferragens,
n. 59.
i/uioiarafo!
= Vendem-sn chitas claras e escuras, de bonitos pa
droes, a iBO, 160, 180 e 200 19. ; riscadus da moda ,
echitai fraocezai, muito linas, a 220, 240 e 280 rs
oren,a,o; cortes de casa pintada dos mais lindos pa-
droes, que actualmente exislem a 3500 e 4000 rs.;
casia lisa muito lina, a -!00e560ra. a vara; caubraia
isa fina a480e800rs. a vara; panninbo lino, a
520 rs.; panno de linbo a 520 rs.; brins de cores de
puro Imlio para calcas a 640 rs. ; dilos pardos, a 560
rs. ; ditos lirancos tuneado., limito superiores a 680,
e 1000 rs. a vara ; chapeos de sol, de panmnbo a 960
e 1100 rs. ; cambraias de lislras paia \eslidos eom va
ra de largura muilo lina a UuO rs. ; ditas mais es-
trellas a 640 rs ; lencos de seda para algiboira e de
aetiBi para grvala a KiuOrs. ; ditos de cambraia de
cercadura, a 360 rs., litas de diversas cores e larguras ,
chamadas de cinleiro, a 60 rs. a vara ; ditas mais es
trella a 20 e 40 rs. a vara ; o nutras muitas laien-
dai por preco commodo: no Atterro-da-Boa-V tata ,
loja de fazeodas, n. 10.
Vende-so poiassa muilo nova, de superior qua-
iidade em barns pequouos; na ra da Cadeia do le-
nle armazem de assucar n. 12.
=r \ eiule--e sal do Ass a bordo do patacho Ult-
ima : o mesmo patacho, depon que descairegar o aal.
Ir ni de segn paia qualquer poi lo do Korle : quem o
quizer Ireiar, ou carregar a Irete, cntenua-se cun Joao
Vaz de Uliieiia na ra da Cruz, n. 57, primeiro
andar.
=s Vende-se urna guarnlco de irioveis de mogno ,
para sala; u di lineo de jacaiand ; mesas; cadeiras ;
camas; e vatios oulroi i bjeclos : na ra Nova, n. 7.
Vende-se panno de linho aberlo ou treuioia de
todas ai larguras para babados e sapatos de borracha ;
na ra larga do hozarlo n. 24.
\ ende-se um luido pelo cozinbeiro u outro
ganbador de linda figura ; na ra da fceiizalla-Yelba,
o. 110.
\ eiicle-se ib bjs'on em caixas de 13 libras, em
poredese a retalbo; e poUssa americana ltimamente
ehegada : em casa de iutbeus Auslin & C., na ra da
rillandega V Iba n. 36.t
= \ ende-ae unta excellenle rebeca eom sua cai-
xa ; ni ra de Hurlas n. 140.
= Vende-se una morada de casa de sobrado de 2
andares, sita no Alterro-da-Boa-Vista n. 22 eom
muito bons commodos e bem construida : no sitio do
Hospicio, n. 21 ou na ra de Hullas n. 140.
= Vende-se um eicravo crioulo de 20 annos, de
bonita figura ; as Cinco-Puntas n. 71.
=\ende-seum eolebao de uiairoquim para urna
pesioa, doto, poif nuot a servio ; na prsca da Boa-Vis-
ta venda n. 18.
=Vende-ie rollo hi imburguei, dito a raneeia mui-
lo bom a 10 rs. a oi lava ; no deposito do rap do
Bandeira rus ectreiti do 8ozario n. 6, defroote da
ig"-ja.
Remedio para a tu rdei du* ouvidoi inveterada ,
no sin io de nammcnlo.
= Vende-se na cic lade de Braga em casa de Joa-
quim Rodrigues da C unba ra da Conega, n. 9, ou
na do Porto roa da S. Anna, em casa de Manoel de
Almeidu Brandio, n. 139, remedio muito elDcazpara a
surder dos ouvidos in veierada,nSo sendo denascimenlo:
cusa um vidro ebeio 800 rs., lacrado eom a firma de
eu autor; cujo rec nedio be na sua applicacSo mui-
to suave e nada mi ommodalivo :
InstrutcBt* para uso daquellc remedio.
Pela manha em jejutn urna hora pouco mais ou
menos depois de vos baverdes levantado da, cama lan-
careisdenlro nos ouv idosquatro ou cinco pingas daquel-
le remedio assim mesmo fri como esta tapando-os
depois muilo bem eom algodio em rama; o mesmo
praticareis a noule a o linca r-vos na cama ; em quanlo
usareis nquelleremed ioevilareis,o quanlo vosfor possivel,
de apanbar vento ou muito calor ; nao suando neu.
molbando os ps ; abstendo-vos de comidas salgadas ,
a = Vende-se farinba da Ierra a 34 rs. a saeca e
medida a 5500 ra. : na ruado Rangel, n. 25.
Vendem-se garrafas vasias em gigoi: aa ra da
Cruz. n. 10.
Vende-ie um benito piano de armario, novo, eom
muito boas votes, ebegado ltimamente: na ra da
Cruz, n. 10.
= Vende-ie una parda moca de bonita' figura, cfcn
um filbo de 6 a 7 annos de idade a qual co/inba ,
faz perleramente doces de todas as qualidades, engom-
ma cose, borda de susto o faz renda ; o motivo da
veoda se dir ao comprador: na ra da Cruz n. 34 ,
primeiro e segundo andares.
em Vende-se urna escrava crioula de 13 annos de
idade eom principios de costura propria para mu-
cama ; na ra Augusta n. 50.
= No tanque do agoa, no fiai do Becco-Laigo, ba
continuadamente canoas d'agoa do Monleiio, do Pra-
ta e aa cidade as qu.es so veadem para navios as-
sim como em pipas, a 320 rs. equartolas, a 240 rs.
= Vende-se sal de Lisboa pola medida velba a
1200 is. em porciode alqueirepara cima; urna pur-
ea o de breo a 1400 rs. a arroba; urna porcio de gar
rafas vasias e botijas por preco commodo ; arroz
pilado brancoe vermelho ; dito eom casca : na ruada
Praia venda ao entrar no becco do Carioca, por bai-
lo do sobrado.
Vendem-se as verdadeiras pilulas
vegetaes do dr Brandreth, chegadas re-
centeiente : na ra do Cabug, bilica de
Joo Moreira Marques.
Veude-se cera em velas, da melhor
fabrica do lio de Janeiro, e em caixinhas
pequeas de joo libras, eom o sortimento
seguinte:
6 libras de 3 em libra.
8 5
12 8
i4 " IO M
iG w 13 ))
ao 4
34 16
100 libras.
pelo mdico preco de is'44o ris cada li-
bra: na ru da Senzalla-velha n no
Nentleni-.se sacens grandes de farelo,
chegadas ultimamente: no armazem de
GuimarfS, no caes da ollandega e em
casa de Costa & Unofre ra do Ainorim
n.35.
Vcnde-se potassa russiana nova-
mente ehegada: a tratar eom J. J. Tasso
Jnior.
Vende-se a famigerada chatnpanhe
matea C U que nunca se vendeo por me
nos de ijjsooo rs o gigo de duzia ,
a uTi.s litio rs., pa.ra lia ver prompta extrac-
cao : em casa de IMc. Calmont & C.
Contii.i'io-sc a vender o excellente
doce de goiabe, em caixoeszinhos, muito
bem feito: na ra do Crespn. i4-
KE1S 3s'8oo
A" bordo do brigue Le5o alqueires
pela medida velha.
Vende-se farinba de mandioca ehegada
ultimamente de S Cutharina de superior
quaiidade tanto em gosto como na cor, em
porco e a retalbo ; os pretendentes diri-
jao-se a bordo do mesmo brigue, ou ra
da Cruz n 54* ou rua de Apollo arma-
zem n. 31.
Vende-se nrelo muilo
novo, chegado ltimamente,
pelos niod icos presos de^SOO,
5^200 e 4.? 000 a saeca ; na
rua da fcenzalia-Velha n.
158.
Bilhetes, meios bilhetes,
quartos e oilavos da lotera do
io-de- Janeiro, a i^V rs os bi-
lhetes, e os meios a VXff rs :
na ruada Cadeia, loja de cam-
bio, n. 58.
Na loja da praca da In-
dependencia 11. 4 vende-se o
excellente rap princeza de
Lisboa, pelo muito mdico
preco de Sf^500 ris cada bote,
besneeessario he tecer enco-
mios ao sobredito rap; por-
que sua primorosa quaiidade
he assaz bem conhf cida pelos
amantes da pitada luzitana;.
restando ao vendedor dizer,
que aianca aos compradores
a boa quaiidade do tabaco, e
que at nao tmida tornar a
recbelo depois de aberlo,
urna \ez que se Ihc ache al-
gum pequeo deleito.
--* Vende-se vinagre bran-
co nacional, a 400 ris a ca-
ada velha: na rua do Aterro-
dos-.ilogados, n. 7, e no Atier-
ro-da-Boa-\ isla, fabrica de li
cores de Salles & Chaves
Farelo muito novo e o melhor que
ha presentemente nesta praca, a a;s'56o
cada una saeca : na rua da Cruz do Ke-
ctfe n. a6, primeiro andar
Rap imperial.
Este rap, imitando ao rap princeza
de Lisboa, vende-se em libras, meias li-
bras e oitavas as bijas seguintes: na
rua dos Quarleis Victorino de Castro
Mmua ; rua do Crespo, Domingos An-
tonio Ferreira (na escadinha) e Gomes
Se Carvalho ; pracinba do Livramento ,,
Ferreira e Ulivejra ; Attcrro-da-Boa-
Vista, Tbomaz de Mallos Pereira Esti-
ma, e ("aciano ; rua da Cadeia do He-
cie, Guedes e Mello. 0*breco he de 2$
rs. a libra c 3o rs. a oitava.
= Vende-se sola de muito supe ior quaiidade ; coo-
ros miudoa e heterros lano em porcio como a V'e-
lalbo : na rua da Praia armazem n. 7, ou na pra-
ca da Independencia n. 2.
Vende-se muito superior cha liysson da India ; n
rua do Crespo loja de B J. silva Magalbies, n. II.
= Vende-se um prelo canoeiro de bonita figura ,
sem vicios e nem achaques ; na rua da Cadeia do Re-
t fe loja n. 20.
= Vende-se urna venda eoi muito bom lugar, e
liemafreguezada para a Ierra; no Mundo-Novo rua
de S. Francisco o 68.
Escravos Fgidos
'Fugiooodia l3docorrenle.de um litio nu Gi-
qui. urna preta crioula ue nome Escolstica, i|ue re-
presenta ler '-i-armn ile idade; cuja preta loi eicrava
do Sr. J'fio Francisco Bistoi, em poder de o,u<-mven-
dia fuzenila e venoida por JVao Fredenco da Abreu
llego ajse Gon^altei dos antoi: qutm a pegar ou
ilella tver noticia, dilija ie.no I ru lo Collegio, loja
de chapeos, o. 27, que sera recompensado.
I'ugio, no ilia 7 (Su correle, um cala de no-
me Luis reprsenla ter 20 a 25 annos de idade, esta-
tura baixa sem barba alguma cara redonda ; levou
urna trouxa de loupa ; piovatelinenlc elle fas de igno
iar oscaoiinbos d'aqui e ba de pergunlar a alguem
por ellos por nao ser d'aqui e sim do Ciara don-
de veio, ba 3 semanas : quem o pegar, leve a rua da
Cruz ,o. 10 quo ser recompensado.
Fugio, ou furtaro, no da 11 do correte, um
moleque de nome Caelano de nacao Hbolo de ida-
de de 16 a 18 annos, beicos grossos, cor retinta, eom
acalmes as pernas pueba um tanto pela perno, di-
reita pea grandei; levou camisa e calca de algodio
trancado de laceo : quem o pegar, leve a rua da Ca-
deia do Hecifo n. 13, ou a rua da Senzalla-Velba ,
n 144.
= Fugio nodia 16 do correle, aa 11 horas di
noule, um moleque, de idade do 20 annos pouco mais
ou menos eom os signaes seguinles : estatura regu-
lar cor fula beicoi grossos ; lern urna marca em um
dos olhoi por cima da lohrancelba ps meios grossos ,
eom signaes de custicos; Isvyu camisa de biela en-
carnada ceroulas de algodio ludo ja velbo ; mas jul-
ga-se ter mudado de roupa por ler sabido eom duas
caifas de riscado a/.ul e urna camisa branca eom co-
larinbo e punhos azues : quem o pegar, leve atora-
do Portas vendan. 92, quesera recompensado.
Fugio, no dia 13 do corrente mez de outubro ,
um preto de noaie Antonio de afio Cabuodi de
idade do 50 annos, pouco mais ou menos, estatu-
ra regular cor preta, cara lisa olhos apiiombados e
vermelboi; costuma a fugir e andar pelas tabernas
ebrio ; he canoeiro ; levou camisa de ganga azul cu-
mulas de estopa : quom o pegar, leve a seu senhor ,
atraz do hospital do Parizo no fundo do quarlel de
polica casa terrea o. 6 qua ser geuerosameole re-
compensado.
MHN. } NATVP. DE M. FJ PE FARU18/5.
i. ,~-


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