Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05890


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Full Text
Airao de 184$.
??
O DIARIO publica-se todos os
nao Ibrcm de guarda: o precjk
tura he de 4/rs. por qu.iriel pagos
(Ins. Os annuncios dos signantes
ridbs a raiiio de 20 ris por linha,
tvpo difireme, e as repetifoes i.fia trie Ud
que nao forem assisnantes pagas SO (*
dor lluha, e 160 cm typo diUcrenle.
PBSES DA LA NO MEZ DE SETEMBRO.
La nova a 1 as 7 h e 15 min. da manhaa.
Crescente a 9as 3 h. e 4 minutos da tard.
Ln chela a 15 a 7 hor. e 54 min. da man.
Mcngoaute a 23 as 10 hor. c 6 m. datarde.
Quarla ftira l
\
PARTIDAS DOS CORRBKJ,
na. Parahyba, c Rio Grande do Norte
. ._urraal"e Sextas Oirs,
ab, Sriirmaein, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, o Maccyo, no 1.". 11 -21 de cada mea.
Garanhuns e 'onito a 10 e 24.
JiotyVista e Flores a 13 < 28.
victoria as Quintas fe iras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 4 h. e 30 min. da (arde.
Segunda as 4 h. e M minuto; da manhaa.
do Ou!obro.
J3IAS DA SEMANA.
13 SegundaS. Eduardo, and. do J.dofcrph.
e do J. do C. da 2. v. do J. H. da i v.
14 Trrja S. Calisto, and. do I. do <. da
1." v., c do .1. di' par do 1. dist. di- twilr.
15 Ouarta S. Therrta, aud do J dojpiv.
da2.* v., rtdp J. de par. do2.dist. dr1
16 Quinta S. Gallo aud. do S. de orph.
rdoJ.M. da I. v.
17 Sexta S. Mariano, aud. do J. do civ.tfa
1. v., edo J. de paz do 1. dist. de tari.
18 Satinado S. Lucas, and. do J. do rV.
da 1. v., e do.l. de paz do 2.dist. de t. k
19 Domingo S. Pedro d'Alcntara
Anno XX N. ftt
CAMBIOS NO DA 14 DE OTJTTBRO.
Cambio sobrJtopdres. 27 d. p. la a 60 d.
^ T>ariz 370 ris por franco.
Lisboa 120 a 125 p.c.pr. pin.
Pese de let. de boas li rias 1 /, p. /. mez
Otiro-Oncns hespanbolas 3I#600 a 32*00U
Moedade (#400 vel. 17#800 a I8#000
. de 6/400 nov. 17^200 a 17*500
de 4/000 !>#3lKI a 0/500
Prala-PalacflM I/160 a 1/970,
Pesos <:oluinnares. 1/'I70 a
n Ditos Mexicanos 1/921) a 1<
Moedas de 2 patac, l/t U-
Accdes da C* do Bcberibc de SO^OOOao par..
DIARIO DE PERMAMBCO
PARTE OFFICIAL.
MmiSTBRIO DA FAZBNDA.
Extracto do expediente do da i'ide utembro.
A thesouraria de Goyaz, em solacio as duvidss pro-
poitas pelo procurador fical: primeira, te depos do
foilo e concluido o intentarlo dos bens do* defunlos e
senles se deve por om prsca, para serem arrematados,
todos os bens movis e semoventes, nos termos do artigo
29 do regulsmento de 9 de maio da 1842, ou se de-
vem os mesmos bens ser administrados pelo juizo s
por espaco de seis mezes, como diipe o artigo 21 para
o bens de raz, psri serem entSo arrematados, se den-
tro desse praio nao apparecerem seus donos ou berdei-
ros | segundo, se os cofres de que falla o artigo 29, e
paraos quies devem ser recolhidos os productos, etc.,
sio os dos orphios ou os das tbesourarias, e no primei-
ro caso, se devem arrematar-se tambero oouco, prsta,
pedras, etc ou ser enviados s tbesourarias as pro-
prias especies; e terceira, se ss porcentagens de que
trata o artigo 26 devem ser deduiidas da somma li-
quida do inventario, nlo obstante entregaren]-se no
devido tempo os bens aos berdeiros, ou smente do li-
quido em dinheiro que entrar para a thesouraria, a-
peiar de ter o juizo acautelado e administrado os bens
at serem entregues a seus cinos ; se declara, quanto
i primeira duvida. que a diiposicao do artigo 29. pelo
que respeita aos bens movis e semoventes, be lio
clara, que nfto pode ser objecto de duvida, e que a cer-
ca dos bens de raz se deve observar o artigo 8. do no-
vo regulumento n. 422, de 27 de junho ultimo; quanto
asegunda, que, vista do artigo 29, combinado com
o 31,as palavrasconheci ment em lrtna passado pe-
la estaco respectivabe manifest que os cofres sio os
daslhesourarias, e que para olles deve entrar directa-
mente todo o dinheiro, ouro, prata e pedras preciosas;
e quanto terceira, que as expresses de producto
que se arrecadare apurar,empregadss no artigo 26,
signilicSo claramente que a porcentagem s se deduz do
dinheiro liquido que produrirem os bens arrematados,
ou que fr acbado em especie no espolio do intestado.
dem do da 13.
A' thesouraria do Cear, respondendo ao oTicio n.
30, de 29 de maio : 1.', que orscrivio.em cujo poder
eslava o protocolo, e que nello escrevia sem o compe-
tente sello, deve responder integralmente pelo impor-
tada revalidacio, ficando-lbe embota salvo qualquer
direito que Ihe possa competir, para h ver do seu an-
tecessor ; 2.a, que vista do artigo 68 do regulumen-
to de 26 de abril, be cloro que as multas devem ser
cobradas execulivamente perante o juizo da fatenda
quando as partes recusem paga-las. ; 3., que nio po-
de entrar em duvida, avista do artigo 14 da le e 21
de outubro de 1843, as palavras nos prazos que o
goveroo marcar, que s ostio subjeitos ao sello eita-
belecido por esta lei os papis pausados depos da pu-
blicarlo do respectivo regulamento.
MINISTKMO DA MARINHA.
Helando doi vffieiaeido corpo da aunada e da artilha-
riu da mura.ha, que /ordo attenlidos t contempla-
dos na 1.' classe em cumprimento do decreto do
21 de agosto do crreme anno, e a que se refere o
aviso delta data
CORPO DA ARMADA.
Che fe de diviiCo.
Jos Pcreira Pinto.
Capitn di mar e guerra.
Francisco de Assis Cabral e Teive.
Felii Joaquim dos Santos Csssd.
Bartbolomeu Hiyden.
Capitn de fi gata.
Filippe Scbort.
Rodrigo Tbeudoro de Freitai.
Pedro da Cunba.
Baltbsiar Vctor Mara Boisson.
COW'AMII.. ITALIANA.
O ELIXIR DAMOR. ,
A Companhia Italiana d ainanbia a segunda repre-
tcnlicao do Elixir d'/lmor, que tao limngero ac-ollii-
mento recebeo do Pnblico a primeira vez que foi icc-
na. Hae he agora nossu proposito entrar em urna analise
deta peca, nem tio Jiouoo dos actores que a execut-
rao; trahtlho heessoquo, para termina-lo, devemos
guardar o desempenho dcsta segunda recita, na grata
esperanosv le pdennos alargar o muso juizo nu parle
favoravcl sTeompanha; o nossu intuito por hoje se li-
mita a avivar o detejo dos amadores da acesia lyrica,
pnis que queremos esposar os dosss prazeres com o
nterrsset d que no-Ios procuran ; e lembrareinos do
mais, queetta coiupuhhia, com tantos obstculos, e lo
snzinha, e tln desamparada, espera anciosa ver aman la
os bancos dos especindores apinhados, como urna fraba
retribus do seus arduos trabalhos, de seus supe-
riores e continuado! esforcos.
Victor de Santiago Subra.
Bernardino de Sena e Araujo.
CapKtfs-rsnsnfei.
Jos Goncalves Victoria
Augusto Wenceslao da Silva Lisboa.
Sabino Antonio da Silva Pacheco.
Rodrigo Jos Ferreira.
Joaquim Jos de Oliveira.
'rimaros tenmtei.
Toaquim Hartins.
Henrique Manoel de Morses e Valle.
Antonio Mana Gomes.
Joio Maria Psreira de Lacerda.
Manoel Lopes Pinhel.
Joio Bsptista de Oliveira Guimaries.
Joio Climaco Nunes.
Cbristisno Benedicto Oltoni.
Jos Eduardo Wandenkolk.
Segundo tenenle.
Manoel Pedro dos Res.
CORPO DE ARTILUARIA DE MARINHA.
Primeiro lente.
Fernindo Antonio Willovy Ssyio.
Segundo lenle.
Hygino da Silva da Costa Freiro.
Secretaria de estado dos negocios da marinba, ero 29
de setembro de 1845. Manoel Carneiro de Campoi.
(J. do Commercio.)
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA S DO CBRENTE.
OfficioAo presidente da lelacio, declarando ficar
scientedeacbar-se em effectivo servigo odesembarga-
dor Joaquim Tsixeira Peixoto de Abroo e Lima, vo-
gal do junta de justir;a ; e de ter, por isso, cessado o
exercicio que na mesma unta tinba o desombargador
Manoel Rodrigues Villares.
Dito Ao commandante das armas, seientificando-
o de baver dispensado a guarda nacional doservicoda
guarnido da prsca; e recommendando a expedicio das
necessarias ordens, para que teja elle exclusivamente fei-
to pela tropa delinba. Participou-se ao comman-
dante superior da guarda nacional do Recite-
DitoAojuiz de direito Antonio Alfonso Ferreira,
aecusando recebido o seu officio, em que d parte de
baver entrado no exercicio de chele de polica d'esU
provincia.
Dito Ao doutor Manoel Mendes da Cunba A/eve-
do, aecusando recepcio do seu officio, em que cotn-
munica que no da 7 d'este mes tomara conta da 2.' vara
crime d'esta comarca.
Ditos Aos inspectores da thesouraria da fazenda.
alfandega, e arsenal de marinba, ao ebefo de polica e
ao administrador da mesa do consulado, recoiniiien-
daodo, reconhecio como vce-consul da Grecia nesta
provincia a Antonio da Cunba .loares Guimaries.
Communicou-so ao dito Stares Guimaries.
Dito Ao engenheiro em chele das obras publicas,
approvando, que a ponte da lacarunaseja pensil e nio
demedeira, como d'antes estava projectado. Partt-
cipou-seao inspector da thesouraria das rendas provin-
ciaes, e ao inspictor-liscol das obras publicas.
Ditos Ao commandante das armas, ao inspector
la Ihesourario da fazenda, e ao commandante superior
.nterno da guarda nacional dos municipios do Brejo e
Cimbres, declarando-Ibes, que o alfares de 1 linha
reformado Francisco Marques da Silva foioomeado ins-
tructor para a guarda nacional de Cimbres, e nio para
a do Brejo, como por engao se Ihescommunicou.
Dito- Aoinspictordoarnenaldemarinba,exigindocr-
cumstHnciadainlormacioacercadaavariaencontradaem
algumas dassaccasde feijio e larinha, que emuma ga-
ropeira daqui se remetteo para a Parahiba, i fim de que,
em cumprimento do imperial aviso de 13 de setembro
prximo passodo, se possa proceder contra quero res-
ponsavel estiver por urna tal avaria.
EQU1L1BLUO FEMIMlNO. (*)
ii.
No dia em que Julio dcscobrio o segredo do sen corn-
co, fic.iu espantado. Anda elle se achara todo sobo
imperio de uin sem numero de prejuitos, que nao embn-
racao mais a raocidado deste lempo: o ejemplo do seu
pai e de su mfii, o inellior par da cidade do Mants, Ihe
faiia considerar o casamento nonio urna nsliluicao santa
e sagrada. Alm disto era elle naturalmente bom; u Sr.
Desronois o ocolliia com especial bcnevoluncia, como
uuein nem reparava no seu aconbainento etimidet, oque
bastara poro inspirar ao rapaz un vivo reconheoiinento ;
e por aqu se julguc da sua desesperacao, quando ae vio
obrigado a reconlieccr que os seos votos secretos nao
tendas o.nada menos do que a deshonra daqnelle, quo
tantos direitos linba sua eslima e affecto! Ao principio
luctou comcorageiu; fe esforcos desesperados; que
podia poreui urna vontade de 17 annos contra nina pai-
iflo, que snbjuga as mais poderosas oapacidades ? Luc-
tou, mas foi vencido; acabou por urna dessos iuooas
Iransaccdes em quo consentimos cora nosco mesmos, pa-
ra harmonizar nossos desejos com as exigencias de nos-
aa consciencia; autorisou-se a rollar a Rhosny, mas
jurando guardar o segredo do seu amor, quaasquer
() Vide Diarit n. 229.
Pito Ao mesmo, exigindo informacio sobre a pre-
tencao do Joaquim Elias de Moura ao lugar e conta-
dor da contadoria d'aquelle arsenal.
Portara Ao mesmo, ordenando, manda dar bai-
xa ao marinheiro Dqmingos Antonio ; por bivtr este
documentalmente provado ser subdito hespantof.
Participou-se ao vice-consul do S. M. Calholica nesta
cidade.
EXTERIOR.
O TRAFICO DA ESCBAVATDRA.
Documentos rilalivoi t convenedo entre a Gro-Iirt-
tanha e o Brasil.
N. 2.
O CONDE DE ABERDEN AO SR. IIAMII.TON.
Foreign- Office, 4 de junho de 1815.
S'snnor. goteroode S. M. prestou atienta con
sideracio ao assumpto de vosso despacho, trafico da
esersvalura. n. 8, de 22 de marco ultimo, cobrindo
copia e trsducQio de urna notificacio quo vos foi feita
em 12 daquelle mes pelo Si. Ernesto Ferreira Franca,
communicando-vos que, segundo as convences en
tre e Grio-Bretanba o o Brasil, para a abolicio do tra-
fico da cscravatura, as diversas eslipulaces contidas na
convenci de 28 de julho de 1817, seus artigos addi-
cionaes, insirueces e regulamenloscessariao no dia 15
de marcoullimo.isto he, no dia seguinte ao da notilica-
(;io;mBS que o governo brasileiro nio duvidar concordar
que as commissoes mixtas, brasileiras o inglczos, es
tabelecidas nessa corle e em Serra-Lea conlintiem a-
inda por seis mezes, para o nico fim de concluirom
os julgamentos dos casos pcndenles, e daqucllcs quo
por ventura tenbiooccorrido at o referido dia 13 de
marco.
Ao receherdes esle despacho, apresentareis imme-
diatamente ao governo brasileiro uma nota, cuja mi-
nuta vai inclusa, e me infurmarois do dia cm que fr
presentada. Veris pela dita minuta que o governo
de S. M. admitte que a convenci de 1817 com to-
dos os seus annexos expirou no dia supramencionado;
quo concorda na conlinuacao das commissoes mixtas
at lo de setembro proainm luluro, para o (im pro-
posto pelo governo brasileiro ; e que declara que o gO-
vernodeS M vollando aos direitos e obrigaces que
tem S M. em virtude do i.'artigo du convenci de
1826, esta preparado para exercer css-'s direitos, o pro-
pora ao parlamento as medidas legislativas necess: rios
para habilitar S. M. a levar a pleno efleilo as disposi-
ro',s lie.-'i- artigo.
Remello vos com sello volante uma instrucQo para
os commissariosde S. M., participando Ihci a proxi
mi lerminacio dos seus poderes.
Os commandanles dos cruzadores de S. M. recebe-
r instrucces immediatas dos lords do almir miado
rupeilo da expiracio da convenci do 181", e da
cessacio do seu direito de reitistar o deter navios se-
gundo essa convenci. Sou.etc.
Aierdien.
Minuta da nota que oSr. Hamillon llamillon deve
apresentar ao ministro brasileiro.
Osbaiio assignado, &c., suhiiiotteo ao governo du
rain lia sua soberana a ola que o Sr. Ernesto I'erreira
Franca, &c, Ihe dirigi cm 12 de marco ullimo, na
qual este ministro declara, da parte do governo impe-
rial do Brasil, que considera acabados, d.-sde 13 demar-
co daquelle anno,os quinte annoc, durante o? quacs, se-
gundo as convences entre a Grao-Brelonlia e o Brstil
sobre a abolicio do trafico de escravos, devia continuar
em vigor aconvencio de 28 de julho de 1817, equeem
consequencia deviao cessar desde aquollo dia todas as
estipulares contidas na dita convenci de 28 do julho
de 1817, seus arligoi addicionaes insirueces eregula-
mentos annexos. Accrescenta oSr. Franca que atten-
dendo-se, por intelligencia das duas altas partes con
tratantes, accordou-so entio em dar o espago de seis
rj^AHIMSgIXfl'JC3WMSff IWIfflpi"WjaIHilfci
que fossem os sffrimcntos que d'abi lUo devessom re-
sultar.
Distemos, que por esse lempo havin Jnsepbina reca-
bido nesse estado do inanicSo e aborrimeuto, de que um
revez da fortuna a tintn por momentos retirado. Tinba
ella o tacto muito seguro, B havia muitas vetos experi-
mentado o poder de seus encantos, para nio ailivinhar,
depois de algumas visita do mancebo, a causa da sua
excessiva perturbaos, cuja menor parte canamente pro-
viiiiwi do na timidez natural. Urna mnllier nunca desclc-
nlifl absolutamente uma paixa, mesmo quando nada es-
pera della. C"in o seu natural egoiainn ile nanmrada,
essa* iiii;;nificanciq|a<|.ttc em nada comproniotteiii,
ecendi> neuipro muiloT^oscphiiia nenhum escrpulo
g de cnTreiBJl fg<>, qae havia arcendido, salvo o
ir que nao seapercebia de quo o incendio a* esten-
ini'rad.i vez mais. Alen disto, esto manejo rompa o
monotonia de sua vida pastoril, c a diverta ; e esta razio
njn era mais que sulliciente para tudo justificar a seus
olhs? m. I
Entretanto conseguid perfectamente os seus fins. Ju-
lio as anas primeira visitas, so havia sentido tio pun-
co dcslro, lio mal maullado, tau atabalhoado em pre-
aonco da dama, to iuteiramenlc convencido estava de
que Ihe devia parercr muito digno de despreto, que
conseguio tem grande trabalho lomar areauloola dodis-
siinular o seu amor iquclla quo lli'o inspirava. O inte-
resso pessual porein exerco sempre a ua inflnencia ale
sobre os melhorcs genios logo que elle acreditou per-
roetes sos navios brasileiro empregadoi no trafico, par
serecolherem livremenle aos portos do imperio, urna
vez quo tivessem deixado as costas de frica at o dia 13
de marco de 1830, em que. segundo a convenci de 23
de novembro de 1826, cessira completamente ese tra-
uco, o governo imi erial nao duvidar hoje concordar
que as commissoes mixtas brasileiras e ingletss, esiabe-
lecidas no Rio-de-laneiroe em Serra-Lea continen)
anda por seis mees, isto he at 12 de setembro futuro,
para o nico fim deconcluirem os julgamentos dos ca-
sos pendentes e da |Uelles que por ventura tenbiooc-
corrido al o referido dia 13 de marco do corrente
mno.
A nota do Sr. E. F. Frsnga foi attenUmente exami-
nada pelo governo de S M.
As diversus eslipulaces das convences de 28 de julho
do 1817 e do 23 de novembro de 1826, e a correspon-
dencia que depois se seguio entre os governos do Brasil
e da Grao-Bretanha sobre a execucio desses empenhos.
forio cuidadosamente examinadas, e o ahaixo assignado
recebeo ordem de trazer recordacio do governo brasi-
leiro osseguintes fados.
Em 26 de sgosto de 1828, o visconde do Ittbayans,
enviado brasileiro junto a corte de Londres, propo/. em
uma ola ao conde de Abcrdeen, eolio ministro dos
negocios estraogeiros de S.<*M., que fosse prorogado
o prazo fixado pela convenci de 23 de novembro de
1826 para a cessacio final do trafico. O governo bri-
lannico recusou entio annuir a esta suggestio, e no
anno seauinle o governo brasileiro, em uma nota de
13 de fevereiro do 1829, dirigida pelo marquet de
Araraly a lord l'ousomby, entio enviado de S. M. no
Rio-de-Janeiro, deelarou que, fazendo a proposta
supramenciooada, a legacio imperial em Londres nio
linha coinprobendidoas ordens que Ihe havis sido ex-
pedidas, oque o governo brasileiro so limitsva ao de-
sejo de quo o governo de S M. Ibo deste uma garan-
ta de quo os cruzadores inglezes nio apresariio navios
brasileiros empregados em negociaces de escravos que
tivessem comecado dentro do prato em que esse trafico
uinda era legal.
Lord Aberdeen, em uma nota que dirigi ao cava-
Ibeiro de Mallos, no dia (i de setembro seguinte,
significou o ssseiitimenlo do governo de S. M. a esta
ri'iiuiMi.Mo ; e o govorno brasileiro, adoptando a ex-
pressao com que Iflra expedido o assenlimento publi-
cou no dio 4 de novembro uma portara declarando
que tinha recebido do ministro britannico asegu-
rante de que os navios brasileiros empregados no trafi-
co da escravalura que podessem provar ter sabido da
costa d'Alrica antes ou ateo ilia 13 de marco de 1830,
continuars e concluir suas viagens 6ona fide em di-
reilura d'Alrica para qualquer porto do Brasil tem in-
correrem na penadeserem tratados como piratas,segun-
do a convvncio. >
Tal oi.pois.o accordo enlre as duas altas partes con-
traanles quanto s circumslancias sob as quaes os sub-
ditos e navios brasileiros senio lientos de pena, anda
que so provasse terem lomado parte no trafico de etera-
vos depois do dia 13 de marco de 1850 ; e o Sr. Fran-
ca vera que nio se fez, como suppot, menclo alguma
de um prazo lito de seis metes, durante o qual se da-
ra tal Hirrujilo MI navius brasileiros.
V-se mais, examinando a correspondencia enlre
os dous governos, quo em 4 de outubro de 1830, o
cavalheiro Mallos deelarou ao secretario de estado de
S. M., que,sendo totalmente prohibido o trafico de es-
cravos aos subditos brasileiros, desde odia 13 de mar-
co de 1830, e que oslando os que nello tomas sem
parte subjeilos a seren punidos, segundo a convenci
do 1826, pelos tribunaes ordinarios das partes contra-
tantes, tinha ordem do govorno imperial para concer-
tar com o governo do S. M a dissolucio das commis-
ses mixtas estaheleiidss em Serra-Lea e no Rio-de-
Janeiro, porse terem tornado inteiramente supeifluas;
dovendo cessar as func(es desta em deiembro de 1850,
e as daquella em junbo de.1831.
;.iu- i niiimtfta
;eber, por certos olbarc, por algumas palavras equivo-
:as, que o nio julgavio inteiramente indigno da alten- '
ci, a Sua paixiO fot do repente- progressos imniensos;
onfraqueceo-se-lhe a volitado de respeitar aempre a mu-
Iher do homcni que u honrava ; verdade ha, quo anda
eslava longo decuidar em provocar uma explicacao pre-
cita o clara entre Josepbina e elle tanto raail nio sa-
bendo como baver-se para isso ; porom, anda quo nio
a.'iii li.riiira murara, e pungentes reraursos, cestou de
luctar, de combater comsigo mesmo; o sempre aecusaa-
do-se, do iodi;nidado, decovardia, do perfidia para com
o excedente Desroiiais, para com aquello que Ibe mus-
ir va um atcelo quas paternal, abandonou-se chorando
ao cnlpavcl scntiiueiito que teapuitava de tua alma, e
cm breve to deixou intoirauciito arrebatar.
Neste ponto te acbava o pobre ran^*, quando um ines-
perado iiioidcnle vcio anda augmentar a sua perturba-
co o terriveit angustiat.
Nio baviio quinte das quo Mr. de Saiiit-Amand filia
mal visitas berdailo, quando Julio reparou, com gran-
de espanto teu, n.i di He re lira que ti: lia va operado na
naneira do Josepbina. O detgracado mancebo era re-
cebido cada vez com nuil frieza, em quanto todos ota-
gradot> erSo prodigalitadot ao petit-maitri. Apctar da
sua inexporenvia o candara o contraste era Uo visto,
que o filbo do notario por um momento nio pode labo-
rar no engao, e foi obrigado a reoonhoeer quo a im-
portancia do recem-chegado na casa aogmentava todos
os diai, cm quanto a delle diminua pouco a pooco O
'
-


6
Responden-se bo ravalheiro de Mallos, em 10
zemhro de 1830. que a dissolujiodes conmiisiDuiMiij-
Ui nos periodos tuggerijotjpr du/iiia mu to ic/con
Tenientes, raorqusnlo devia decorrer algum tempt/i an-
tea de e poderem constituir tribuniea para eiejfcnrem
juriidii^-o criminal, em eaioi de piralaria, iegfmdo as
estipulacSes da convrrrlo.
csd*
No .lia 30 de marco de 1831 replicouo eaivalheiro Jg7 q""'"arto ".."'
e Matloa que as commissoes mixtas liuhao si/do D.H- vt,S"a't7.qu"l
tHn em 43 de niarjo prximo pasudo, pr
iiiesmo lempo, qiit- a* Commie6re mixlaecori1
enes funrjoe al 13 de erlrinbro, para deriflil
pendente, c aqiicllra que punto ler oocurrido antea i
13 11- marco ultimo.
O Sr. Franca amienta que, lando o Urasil abolido o
trafico de e.rravue em 13 Je marco do 1330, oa 15 m-
">' a queso refero 11 artigo separado da eonrenoao df
que consegnintemento toda
s
pidas rom o fim de julgarem da legalidade da/detengio
> navn s empregados no trafico de escratotr, masque
fra era impossivel continuar a disputar a/legalidade
al detenejo, porquanto todo o trafico m escravos
Jllegal.
Vor este fundamento o Sr. de Mallos suggerio que se
devia recorrer aoa remedio neceuarios mas que a pro-
tecjlo illegil dostribuoiei mistos nio devia ser sanc-
cionada. *
. Em resposta a islo o viseonde Palmerslon. entio se-
cretario de estado, communicou ao Sr. Mallos que o
governo de S. M. nSo poda chegar a nenhuma outra
decislo enio i de que em irtude do artigo separado,
de II de setembro de 1817, as commissoes mixtas po
digo continuara exercer as suas funcjet at la an-
nosdepoisdo dia 13 de marco de 1830, ou at que
os dousgovernns viessem a urn accordo e completas-
sem as alleracei contempladas por aqnelle ai ligo para
adaptar as ettipulacdes da convenci de 1817 ao iia-
tus da total abolicio do trafico de eicravos. Lord Pal
merstop expressou ao mesmo lempo que o governo de
S. t, eitava prompto para entrar em negociecSes pa-
ra tses alterajoes.
Seguirio-se negoeiacoes, e por parte do goerno de
S. M., com um ardente desejo do chegar a urna con-
cluiio aatislactoria que estivesse de accordo com a bonra
e interesse de ambas as partes, e que assegurasse o
complemento do aeu ohjeclo commum.
Repetidas representarles se fi/erao ao governo bra-
sileiro sobre a continuarn do trafico de escravos na-
quelle paiz, e sobre a neci sB'dade de medidas mais ac-
tivas e poderosas para o reprimir : e no anno de 1835
ebegirio a ser sssipnados aitigos addicionaes a con-
venci pelos plenipotenciarios das paites contratantes.
Desgracadamenle nunca estes artigo) loro ratificados
pela cora do Brasil.
Em 23 de agosto de 1840 apresentarSo-se novas pro-
poiicdes por parte da Grio-ltretanba, formuladas so-
bre um memorndum rediaido pelo governo brasileiro :
mas, quando forao propoHas pela Giio-Brelaube, re-
cusou o governo brasileiro acceita- la,.
No lili 26 de agosto de 1841. propz governo bra-
sileiro certas rilipulnjes; e em abril de 1842 o abaixo
asaignado aubnielleo 00 governo imprria, priipnslaa
para modificar aquellas eetipulajora eom 11 fim de cn-
srguir elliiMiiiirotr aa inienjiV daa partea qoe aeaig-
nrlu n nonvrnjao de 18*26. M.ia, no ilin 17 de oulu-
brodaquelle auno, o governo braiileiro julgou conve-
iiienie, nao r rrjeitar inleiraueutu iiquellaa modifica
jora, ecnlo l. dala, dirigid pelo Sr. Aurcliano no abaixn aaiiignnd
que 11 ;i vi i-iii imperial lllii a Considera, que unirs
dirpneicoe, alm ilaa que ja exislcn, s*o agora dee-
' neceaSHrins, para conseguir rxiincjo toi.,1 do trnli-
> co, maa que laiulieiu conanlera prudente nao adop-
tar nenliuuua i-uiraa.
Ciiiic.|iii nie.nviiie. devolveo o Sr. Aurcliano ao abai-
xn aesignado o eeboCn ile roiivencl, recusando pe-
remptonaineuie entrar iiieaum eo, nrg.M i.in'n sobre
ella. Ialo reorreo em e|iuoa em que oa coiiiounrio
brilnmiica ronimiiiiirnva'u ao governo de 8. M., que
em neoliiiin periodo te tein feilo o trafica) de eaeravo
i!" llr.i.-il, em eaenla iu r.ii.ih-, como na acliialldniie
e fat, mermo no Rio-de-Janrjru.i
Temi aaaim o (on-rou di, lir.mil, 11.10 obatanle ha-
rer-ae montrado a iieoeaaidadr de adi>ur novase main
deciaivn medidaa de reprerao, rejeitado nbertaueute
lodoa na |.aaoa. que ae diro para tornar o paetu dr
1817 tnteira e perniaueiitemintn IVlia.. ordrtiun o go-
verno de 8. M. ao abulto aaniguado, que hie>ae a ileila-
rajao cuntida na ana nota do 1 de aetembro de 1843,
iato li'1, |ue, m- o gnveno. braaileiro anda roOHSaaae en-
trar rom a Gran Un l.nii n em t. n.|ir. u,ih-t,r furm que deaat'in pleno linio a declarada! uileuoca da
partea, qoe aaaigur a eouveucJo de lH-0. para n to-
tal e final aludir., do trafico de eaeravo ou Brasil, o
governo de 3. 0. tomaria por ai mi, u com oa aeu> pro-
prios meioa, as medida que a julg.me nbrigado a adop-
tar para levar a pleno ecompleto linio o objecio bu-
mano da ubnjr.icao impusla n 3. M. pelo artigo primeiro
daquella e.inveiij.'oi. Verdade lie, que por nstiurfoea
expedidaa aiibacqueiitemeiite pelo govvrn di: 3. Al., tr-
ia va aulonsad o abaixo asaignado a aproveilnr qual-
quer dirpoai^fio, que i gove uu brarileiro nianifealaa-
ao, oieaiuo uaquella lardia llora, pura entrar lioarraigo
fumines acuna referido; maa o abaixo n*iguadu aenle
diirr, i,ue nin pode descubrir nenbuin indicio de una
diuporii'ao quo o hnbililaase a obrar eflieaimeule mi en-
tidodaiioellaa iiistrue(oee.
A srguiiilc coiiiinniiii .ic.io de importancia, que liuuvo
enlre os don governos sobre as auai relafoes a respeito
do.lrafiuo do eacrovoa, lio a uoln du Sr. Frauda, de 12 de
niarc,o paaiado, que recentemente chegoo ao oonlieei-
uiento do governo de 8. Al., e na qual o governo do
Braail requer, que a convenfAo de 1817 se d por aca-
laqnelU conaenfao, a qual ae refere o
rtigo addieion.il, rstau acabadas.
rere, poreni, que baja decreto ou lei alguna
de o dia 13 de marea (le 1830. A priineira lei a eale
reapeito, ao menos, pela* que ronsta ao governo da S
Ai. he a de 17 de nnvasnbro de 183i, o a de abril de
1832, em nenhuma das quaea se fat referenoia au dia
13 de marco de 1830.
O governo brasileiro, portento, deve firmar-se Iulei-
ramenle no primeiro artigo da convenc de 1826, ra-
tificada em 13 de marco de 1827, e austenlar que como
ni re elle e o governo brilannieo o trafico do escravos
frito por subditos seos, lera sido piralaria desde 13 do
margo de 1830, as estipuladnos de 1817 j n*o el" ap-
plieaveia i canvciiflo.
O abaixo asaignado leve ordem pnra enmmunicar au
governo imperial do Brasil, que, depois de madura-
mente reflemir no naso, o governo de S. M. csla dia-
|ioato a rer, que a intelligenria dada prlo Sr. Franca
lie exacta qnnolo esti|iulugora -nlre os dona paitea i
e portento julgn se obrigado a declarar ao governo bra-
aileiro, que a convenci de 1817 onin todo oa eeua an-
nexoa, eatlo o drvem eer considerados como acabadua
em 13 de marco de 1848.
Islo poeto, o abaixo aesignado lera ordem para nbeer.
ver, que o governo de 3. M j nao lem nutro meio.
em filiada de convengan de 23 de novembro de 1826,
sean u de dar pleno effeilo as estipulagSes do primeiro
artigo daquella runvencao, em virtode da qual o gover-
no de S. M. adquiri o direilo demandar capturarlo-
de oe eubdiloe breaiiriros, encontradoa em alto mar fa-
tendo o irafieo de eaeravoe, de pun loe eomo piratea,
e de diepor doe navioe em que frem capturados, beni
como das fasendae, quo Ilion perlen(a ooino boua pira-
lorum.
0 governo de S. M. tinlia esperado al n ultimo mo-
mento que o gnvcrno brasileiro, renovando e amplian-
do as eli|iulnr.o>e exislenlce entre oa done paitea, offe-
receria Grao-Rrelnnha uniros nirios de darefcaeia,
por iiperaces cnllei ti vas, a ciinvenc.'o de 1826.
Deegracnilamcnte lian aeconiereo assini; e o vigor e
bom etltu com que ora he feilo o Iraficu de eacravoa,
debaixo da bandeira bra.ileira, nao deixlo no governo
briiinnieo outra alternativa, arnSo a de appellar para
os direiloe c obngaycVe. que lem 3. M. em virlude do
ertigo primeiro da referida convenci.
Onbaixn nteignado lem eoniequenlemenle ordem pa
ra declarar, que o governo de S M. cela preparado pa-
ra exercer aquelles direitos, e que ho da eua inteiifo
propor inimedintamento ao parlamento a approvaplo
das medidas legirlalivas, neceaeariae para linbiliinrem S.
M. a por as esiipula^es daqucllo artigo em comjilea
cxecuclo.
A reepeilo da propnsta do Sr. Franca para a continua-
rlo das funecoes das eommissea mixtas, com quanlo
o exemplu com que elle sustenta a ana proposla ae nas-
Irassc ser inexacto no principio desta nota, o governo
de S M. annue que aa commissoes mixtee inginas e
brasileiras. ratabeleeidaa no Rio-de-Janeiro e em Serra,
Leda, foiieeiiuiein at 13 de aetembro prximo futuro-
para o nico fim de roneluirem a ailjudieael doe rosna
lledenles, e ilnqoclles que por ventura lenlilo ucnurri-
do antea de 13 de marco prximo paeaado.
O coinniissnrioa de S. M. rereber cnnsequenle-
c......ir instriieiea para rase fim n na coinmandaute
do rriiiadores lerniinagao da conveiiv" do 1817, B oeasaclo do sen
direilo de captura, em virtude da mesina.
0 abaixo asaignado, ele (Canfintta.)
te toda a barca. A igoa aobe altura de
palmos am todos es bsnheiros, e achio-se el les circu-
lados de varinhss da Ierro, por cujos intesvsllos psssa
livremento a sgoa com a corrente da msr, e com a im*
(nenia rapidrt que todos conhecem em lemelbtnte lu-
gar, o que torna aagoa sempre batida e lmpida nos
bsnheiros. 0 centro da barca oflerece urna sala onde
podem commodamente descanfar as familias, anteae
depois do banho, ou as pessoas que s vio visitar o es-
tabelecimento ; e at ja ahi notamos um ncleo do ca-
l, que deijaramos ver ornado e completo oriental.
No pL.
roVBrasil, abolindo trafico de eacravoa geralmenie dea- como urna necesiidsde reconbecids para depois do ba-
nho. Queremos mesmo lisongear-nos de que na noute
de S. Jlo que vem, que be o anniversario da abertu-
ra da barca, j o Sr. los da Meya lers suficientes re-
cursos para olferecer nessa tila um excedente conforta-
bit is familias respeitavais que abi frem por fon pas-
sar a noute, e renovar sobre o rio as ceremonias do dea-
tino, a que a nossa poesa nacional te presta, lio la-
gueira e lio alegre.
Sabemos que logo ao principio fura a barca mu fre-
quentada, mas que, pesiada a primeira aura de curiosi-
dade, tambem a concurrencia lora indo a menor, a pon-
to de mui pouco baver produiido este anno so leu pro
prietsrio; todava, tambem hecerto que, qusndo o pu-
blico se penetrar dss vantsgens de semelbsnte estsbe-
lecimento, sera o Sr. Jos da Maya compensado como
deve da apalbia em que por ora permanece o seu ca-
pital.
Nos nlo preciamos que no Brasil se ntroduiao os ba-
nhos recendentes e appsratosos do Turco ocioso, nem os
do moderno elegante da rica Surrate: os rios que
benhao a mor parte das nossas capitaes, e os que regio
no interior grande parle do territorio, lornecem a po-
pulado excedentes banbos d'agoa doce, lio neceisarios
e lio commodos ; mas oque precisamos de mais, be
que se adopte e se introduta em nossas ciddes o pode-
roso tnico dos banbos salgados, como um remedio se-
guido boje com tsnta fortuna para a cura de graves pa-
decimientos que em nosso clima se dio; muitos dos quaes
hlo sido ja curados com os banbos da barca, desde o
pouco lempo que ella oflerece este meio therapeutico
aos habitantes de Pernanibuco. Tomados mesmo os ba-
nbos salgado* como limpies habito bygienico, elletof-
ferecem ao publico urna modicidade de prec,o, que nio
guarda proporcio alguma com os banbos desla especio
ni Europa. Em Londres, um banbo commum d'agoa
silgada sobre o Tamiss. ou qualquer outro rio de In-
glaterra, custa um schelling; e em Parli um franco, so-
bre o Sena, ou qualquer outro rio de Franca:a primeira
destas modas corresponde boje eotre na a 500 n., e a
segunda a 400 rs.; em Pernambuco um banbo d'agoa
salgada sobre o Capibaribe custa 160 rs., a por assig-
natura 80 rs. Em qualquer cidade, ou villa populosa
da Europa, ou da America Septentrional, temelbante
inferioridade de preco altrabiria barca tal effluencia
de banbos, que dentro em pouco laria esta industria a
fortuna do propiietario; em Pernambuco v-se elle por
ora desanimado, sem poder dar ao seu plano toda a
extensio que elle trepara Ser isto fado das notsss
cousas, para as melbores tentativas que entre nos se a-
levantio ? Suppomos que nio ; antes queremos per-
suadir-nos que, quando a autoridade medica juntaros
seus sos nossos accentoi para demonstrar como o aeseio,
a laude e a longevidade lucrio com semelhante estabe-
lecimento, veri enlio o Sr. Jos da Maya coroadas as
suss fsdigas.
Consta-nos que o seu projecto envolve o eniaio de
urna escola de nataco tm um grande banheiro geral,
que pretende construir : seria este um tmmenso servi-
co preslsdo i nossa mocidade, de que se poderiioapro-
veitar todas as nossas casas de educaQio, que se nao a-
cbio ssenles sob condicio alguma das que um gymna-
sio requer, para exercitar os tenroi renovos que tem de
succeder-nos.
Em quanto, porm, todos os votos do Sr. Jon- da
Maya nio sio satisfeitos, elle tem ja colbido urna gran-
de recompenss, a gloria de urna empresa til, e as
heneaos dos homens Ilustrados.
uniforma? | o ae o snachinisla dispoe de onlra for-
ma, por een' u arbitrio. H immnnia a economa
qi(0 se eonafgne oom oatn invonclu, visto que aaeim ae
evitan a despetaa-decarvloedo lenha, a aa frcqiieslies
rrparaea, qu e pe! continuada ercSo do fugo, exigem
na vaporee. (Ext. do Jomas* do Hatrt it 15 d'es/oiio).
-------------
O TllABAUIO EM COMMUM DESTaeE A BIVAUDiD*.
Tem-ie exegerado urna rixn, quo honvo enlre oe opo-
rerioe inglcies e franceses, empregadna noe trabadme do
deaembarqoe {dtbaroaiere) do caminhode ferrosa Gran-
ville. Eia-equi ciroumelaneiadamrnte Indo quo ha
de verdico. Alguna obreiros se crabri-egrlo, bobendo
de paroeria: um d'ellea doo um soco n'outro, o frln
amboe immedialaenenle preeoa a reoolhidoa ao corpo da
guarda Iriolon', : todo se liinitoii a isto Gracae ao telo
inlelligente da noasa polica militar, nica que lem o
encargo da mentar a ordem era toda a linde, nio tevs
anda lugar, desde o comeen doe trabalboi al o presen-
te, um so deaturbio que merrea altencAo enlre na roui-
lua milharea de operarioa franirtee o nglciee, que ac-
tualmente esto empregadoa nu districto do Havre.
(/dan).
C0MMEtlO
AlFandega.
RENmiiKirro do du 14.............-----9:924^658
etcamgaO kojt 15
RrigueArmoriqutmercidorisi.
Briguefc*o dem.
Brigue Cumbtrland fsrinba.
BrigueYimauerameresdoriss.
Consulado.
BEHDIHEHTO DO DU 13.
Geral1:439*258
Provwcial-52ii447
lili RIO UE I'EIIVIHBICII.
Hovoiento do Porto.
Hatioi lahidoi no da 14.
Aracsty sumsca brssileira Carila, capillo Jos Gon-
calves Simas, carga farioha e fumo.
Liverpool -, galera ingleza Columbui, capillo Daniel
Green, carga aisucar e algodlo.
BHHSHBS5
Det laratya.
No vico-consulado da Prussia, nesta cidade, de-
seja-se saber deCsrlos Yon Hagen, subdito Prussisno,
(anteado do ma|or Von Kapbengst) que veio de passs-
getn ou em icrvigo no navio inglez tVmlad.cipitio Ber-
tbold, ebegado de Hamburgo eite porto em 28 de ju-
dio de 1844: cujo Von Hago foi aqu desembarcado
por cauta de molestia, e nio conliouou por isto no dito
navio que proseguio para Calcull Rogase portento
i quem dalle tiver noticies, baja de as declarar neste
vice-consulado, em beneficio do mesmo Von Hageo.
Viceconsulado deS. M. el-rei da Prussia em Pernsm-
bueo, aos 10 de outubro de 1845.
Jote Digo da Silva,
Vice-coniul da Pruuia,
cbrgava de vagar ao eetado deera couaa incomuiuda e
Saleaagradavel, que se chama um importuno.
Sentio enlio oa primeirui aiaomoe de niume, esea
alros enferniidade moral, lio diablico como o pruprio
Satans, e oom a qual a uaturein nos prendnu, u lini de
noa fater eem duvida adiar mai branilaaas dores du in-
ferno. Tornou-se pois cioeo, e irlo junto 8o queja sen-
lia, acabuu de iranatornar-lhe o espirito, e de tirar-lhe
iHomrnlaiie.iinenie rase resto de liunradrt natural que
por tanto lempo o hnvin ajudado a combaler o aeu amor.
Quando elle vio oa rpido progreaeoa do oaequilho iij
boas grabas de Joeepliina, nSo leve maie escrpulos ;
eentio eo o desejo furniso de derribar o avu rival, e pas-
eou a^irelender ate eea suprema recompensa, que sem
competidor talsez nunca ourra solicitar, maa que nao
poda aoffrcr que outro viesse mais tardo arrebaiarlli'a.
Er poriu preciso fallar, explie.ar-ee, c eo elle au aeu-
tia cbeio de forja e de eloquencia, quando eslava sil,
na praaeofa de Josephina era cumpleiemciile domiuado
pela sue invencivel limidet.
D'alii foi elle notando em ponen lempo, que, quando
ae achara em presence do petit-maitre e da luadalua, o
eeaegrstoe Comprimido, euaa palvra hrsitanlee, eeen
Bbdo ecaiihado davo ao aeu rival occasiao a ssYbteji.r
finoa e encapados ao principio, maa cujo sentida nio
pedia ficar por mu lo lempo equivoco; e que o monja
dor, liara pr-l sem dunda waia depreaea, procura-
va reo|. to t,,rua-lu ridiculo, aoa olhos da Sra. Oeero-
naia. Oebalde lenlou elle no cornejo eusleuler o ataque
A BARCA DOSBaNHOS.
Um dos objectos, de que o Otario di Pernambuco se
H-ni para sempre com vivo interesse, sera dequalquer ra
nio de industria recente que entre nsappareja, psra
melhorara condicio de nossos compatriotas e nos faier
sentir todas as vantagens de que a civilisacio be suicep-
livel. Ora, o estabelecimento, de que hoja daremos
conta, reuoe em si o duplicado proveito de turnara exis-
tencia muiio mais agradavcl sob o clima ardente em que
nos adiamos, e de desenvolver poderosamente a iccao
da medicina e hygiene publica.
A barca doi banhoi salgados que boje possue o Re-
rife sobre o rio, acha-ie efleclivnmente aberta desde
24 de unho do anno pesiado, depois de muitai difTi-
culdades que leve de vencer o seu proprietsrio, o Sr
Jos da Maya, para a por no estado de seguranca e as
seio em que ella se acha. Por muitas veies a temos vi-
sitado, chavemos sido testemunba da ordem e decen-
cia que ahi se conserva no ser ico. Oito banbeiros.
com capacidade para familias de seis a oito pessoas, me-
lado dos quses destinados exclusivamente para asse-
nhoras, e por tal arte construidos lodos que nio he pos
sivel vr-se de um quem n'outro ae banba, guarnecem
ira i, reo rival.
Beni quiera elle Inmbrm nberreVJi
isto Bobrepiijava esra orgasajhtn i
para as sences lern dy q
la. Nlo pode porlaulo anida deet <
e replica-lo, tirnrn-lbe o eua comuiocao tuda a preaen-
ca d'eapirilo eduplireva-llie o cnib.irac.o, c Saint-A matul,
abusando da aeguridade que devin longa frequeneia da
sociedade, o esmagave n'um iuitanle. Envergonliadu,
confuso, desesperado de se vressim biimilhado permi-
te o objeelo do aeu role socrelo, cada veiecachava luc-
ilos capas de tirar desforra; de snrlo que rosignou-e n
ealar-se, e s iratou em silencio de pedir u Deoe lio-
prrdoaeee o uio que eenlia crescer oo sea Au/ajao con-
tra o ae rival. .j.
Bem qnitern elle tambem abarreVJer a Josephinn ; mas
iiaivri. feiua'
ara nsaSaixiV-a^p
amor; loalavia, tantas c liaoriiHi-jdi|sf agiOc
vilo a flJJbl canjar urna coovp|eii;lo fraca e delicada,
eentio e reaolvro rrapregai' o que Ihe reatare de
i,oral para provocar enifim orna explicaco, depoie da
qual ao menoa nao ficaria mais ein crois incorletae.
Convencido de que nunca (.diaria, assenlou escrever.
Nsquelles dias Mr. Drsronnis devia ausntar-se por ne-
gocios, c elle ento aproteilaria aoccaailo para entregar
ume carlea Josephina, depois duque, ou llic seria aber-
lo o paraiio, ou ao Ihe restara morree
Eaereveo poe, nao obstante a remita de eua comci-
encia contra rasa tctio, que mais forte foi a peixlo. Be-
nedicto devia deinorer-ee em Perii tree dies. Nu de eua
partida Julio eabio de Mentes cdirigio-se para aberdade.
Anda elle oto bavia entrado no buaque de Rbusny cyat
Variedades.
M'iTOa DE NOVA IHVENCA5 PARA 01 CAMINHOS DE FERRO.
Fasem-se actualmente em Lnndrca importaulissimoa
eniaios para o futuro aperfcijoainento doe caminlme de
ferro. O novo proceeeo daa machinas de ar compremi-
do do Sr. Paiary, captiva a alinelo doe engenheiroa e
operarioa; e lento o inventor, eomo tudas aa peeaoae
que examinarlo csse apparelho, eslo persuadidae de
bom xito na eua applicafio aoa caminlme de ferro. A
elasiiridade du ar lio o nico motor que ae emprrgn
O ar comprimido intrudui-se as estancias, em reci-
pientes, quo o deixlo eacnpar-ae pouco a pouco, au
mermo lempo que a furc,a do prselo a que he subioilii-
do di o niuviuifuto eo locomotivo. Para eelabelreer *
rapidez de modo quo eeja eempro graduada, e nlo de-
clive, a proporcio que se rarifat a qunnlidade do ar cun
dentado, iine-se ceses recipiente outro, que, para aa-'
aim diter, aerve de regulador, abriudo paaeegem ao ar,
Uo aumente quanto a principio baala para dar ao coniboi
a r|iidoi conveniente, o inauler a eua marcha eempro
ae pernee Ibe oomecavio a tremer, o corsean a baler-lhe
com violencia, e a vista a perturbar-ae, Keaielio e quix
continuar ; roas cm breve reconheceo, que naquello dia
eer-lhe-hia furjoao adiar o aeu designio, porque nio at-
liugiria nunca ao termo de sita viageni.
fo dia eeguinle, drspertou com furcaa norae, e parlio
com maie rexilujlo que na veepera; com ludo muilee
vetee ee vio euff..eado, quaudoalraveseava o busque d
Klioeny, e ao vor o ledo de cees de Oesronais por cima
dn nrvoredo da lepada, o corpo ee Ihe cubri de auor
friu. Knifim reuni Indas ee eune forjes, e depoie do al-
guma heeitajlo tornou apdr-sc ein marcha. Cinco rai-
nuloe depois ulhou em derodordoei, e vio que eetava no
mein do nina run dearvuredo que encobria ae jenellae
da eela. Antee do pasear adiante, q.iii Julio tomar res
pirajio e penaar de novo no que ia fater., Meditando aa-
eim, lanjou oa olhoe para a aula, por entre aa fulhae.
Qual nio foi enlio o leu desespero au descubrir S.uni-
Amand sentado e percorrendo es f ilhas de um albur* !
Ainda qoe, conformo ae pretenjoee que allribuia au
irtit-mnitre, devia elle prever cele ounlratempu, nlo 6-
oou por isao menoe aterrado. Mae einda all nlo devia
acabar a eua agona. Gibando segunda ves, vio o seu ri-
val tirar um bilhete da certeira, e introdusi-lo no lbum
de Joeepliina, o quel foi olio eurrindo-ee por eobre uiua
mese, llm sjjpmenlo depuis enlrou a dama voalida de
amatuna ; Salftl-Amand seudou-a cun milita graja, a aa-
. THEATRO PUBLICO.
A NOVA compahhia italiana
dar a 7.* represenlacio lyrica, em cooliouacio das
24 promettides aoa Srs. aisignantes, quinta-feira, 16
de outubro. O director avisa aos Srs. que inscrevrio
oiieusnomes para a compra dos bilbetes da 2.' recita
do blexir d'amor, que elles jl se acbio promptos, e
que por iiso os podem mandar busesr, quando Ibes a-
prouver.
O agrsdo geral com que foi recebida esta peca faz
espersr a toda a companbia um concurso lio brilbante
como o que a bonrou na primeira repreaentacio, a que
pela duvida em que a companbia eslava de ser bem oa
mal acceita pelo reipeitavel e Ilustrado publico,foi,para
assim dizer, um enssto geral.
Agera, porm, que acompsnbia est peritamen-
te convencida, pelos applsusosque recebeo, do quin-
to ella agradou, envidar* todos os seus eslorjos pira
melbor desempenho dos seus pspeis.
O direotor declara que na noute do seu beneficio
nio entramo na platea mais pessoas do que aquellas
que nella cabem ; mas que os bancos, contendocada
um 8 pessoas, nio estavio todos deoccupadoi. porque
algum bouve em que apena* estavio 4 ou 5 pessoas;
e que se alguma conlusio appareceo na plslea superior
fui por nio se guardar a diipoeicio eilabelecida a rea-
peito dos lugares, pois por rslsrem numerados os s-
senlos dos bancus noi meios bilbeles com que os Srs
espectadores os deven, oceupar, fcil he estarem com
toda a commodidade, e quando por engao os seus
lugares estejio oceupados, podem recorrer aos portei-
ros psra os Iszerem deaoceupsr.
O bilbetes de camarotes e plateas, assim como os lo
Ibetos da traduccio da peca,acbio-se j a venda em ca-
sa do director, rus Nova, n. 7, e no dia da represenla-
cio no botiquim do tbestro.
Acaba vio-sc por tanto tudas aa llnsVe. As intencoee
do caaqinllm pelu que aeabava de paaaar-ee finavio cla-
ramente explicada. U hilbetii que ficra no lbum nnn-
linha provavelmeiiie tambem urna declarajlo maia fcil
a escrever do quo a apreecnlar du faoe a fsce. Mas qual-
quer que foseo o aeu conleudo, erdia Julio no deaeju de
o ler. Preeipitou-ee a oulra lachada do edificio, para
entrar pelo interior da casa. Ucegracadameiile alguna
criados, de quem niu quera eer visto, Ihe impedilu a
paesagem; Voltuu de novo ao logar em que salivera,
turne n tentar oaeealto por muitaa vetoa, al que ajiro-
veitnndu um moiuenlo favoravel, cheguu ao sello aem
eer vieto de nmguem.
Suppunha elle aoha-lo Vasio....... mne apenas abra a
porta di com oa olhos em Benedicto, que comu dise-
mos, rollara do Paru um din antee do quo o eeprraito,
e que sentado una mesa Conipnlsava os ecue papen!...
Julgue-se du estado du pobre rapai!..... |
Pnrecia-lhe que eobre a frente tinba escripia o peusa-
iiento que all o troucer.i, e lembrandu-ae que acera
que havia preparado pela manh.la e'quetinha na elgi-
beira e pela grueeura doe eeue ve.tirio eslava erperada
daquello a quoin ella indignamente ultraja va, tremeo de
lerrur e de iudigiiaciu contra si mesmo, e durantefsse
nstame fatal, julgou-ao coui torjae de renunciar oaJSu*
criiuinueue projecios.
Agora est explicada a sus extrema perturbejlo em
hiri amboe; d'alli u pouoo ouvio Julio a bulha de ca-lquanto fallara com DeeronaA. Quando ae ella vio eo, o
vallua, que galopavlo, e depuii nada maii ouvio. | seu priueciro movimenlo ai voliar-se para a porta por


Avisos martimos.
Segu viagem pn o Rio-de-Janciro, em pouco
din, o brigue americano Ecko: quem no mesmo quizer
ir de passagem, para o que tem moito boni commodos,
tute coai 01 Jeui consignatarios Matheus Austio & C.,
ra do Trapiche, n. 36.
Para a Babia lahir em poocoi dias a sumaca 5.
Joaquim, meitre Luix Vieir de Mello, forrada e pre-
gada de cobre : pata cara a fretes commodos, e pat-
sagoiros, tratase com M. D. Rodrigue, ra do Tra-
piche, o. 26.
Frela-se para qualquer porto o brigue nacional
Feliz, de prlmeira marcha, (orrado e pregado de co-
bre e prompto a recebar carga : (rata-ae com Ma-
noel Jos Machado Malbeiros, na roa da Madre-de-
Deoi. n. 5. i." andar.
Para a cidade do"Porto segu viagem com brevi-
dade o bergantn) portuguez Importador, capitio Jos
Francisco Carneiro : quem no mesmo quiter carregar
ou ir do passagem, diriji-se ao mesmo capitio ou ao
seu consignatario .Manoel J .aquim Ramos e Silva.
= Para o Rio de-Janeiro segu com brevidade a
barca Firnu*' para carga, paisageiros e escravos a
Irete, dirijan se a Gaudino Agoitinho de Barros, os
praca do Corpo Santo, o. 66.
U p*trfchp nacional Ncrvo-Saraiva
pedido dealguns cirregadores, demo-
ra r-se-l) a at ao da 11 do cor rente, em
que sahir impreterivelmente ; ainda re-
cebe algumi carga e passageiros : trata-se
com o capitio M R. 'menta da Cunta,
ou com Manoel Jos Machado MalLeiros,
na ra da Madre-de-Deos, n. 5, prioieiro
an PrectiPCe de im caixeiro para una venda que
tenba bastante pratica, e d fiador a iua conduta; na
roa do Lrvramento, n. 38, venda junto ao lamplo.
- Precisa-se de um pequeo Portugus para caiiei-
ro de urna padaria : trata-sena ra larga do Rozario,
n. 23.
= Aluga-se umi casa terrea na ra da Gloria, o.
37, concertada de novo : a tratar bo pateo da S. Crut,
padaria n. 6.
= Qualquer Sr. negociante que precisar de um
moco para caixeiro de escriptorio.muito capar, e que d
fiador a sua conducta, dirija-ce a Boa-Vista, a fal-
lar com o padre Bacalho ou annuocie.
= Precisa se de um moco Portugus de idade de
16 a20annos, quesaiba trbalar em padaria o pa-
ra tomar conta de urna fregsezja de vender p3o aqui
mesmo na praca : as Cincq-Pontas, n. 30,
= Aluga-se um pequeo armazem no becco do
Goncalves: a tratar na ra da Cadeia do Recite, n. 43
=r D. Maria de Piobo Borges faz certoao respeila-
vel put lico e a quem convier, que um tica, qu Ihe
passou o fallecido Jos Pereira Campos, do l:(J0Oj

valho, por anno I^Jaffi e porTemeilre
'^PPmy'adiaotados, rernettido^i nmeros pelo cr-
relo. 4m^
Pertleo-ie, na nouted^qr-13 do corrento urna
earleira conteodo dentH) v^ios papis de importan-
cia : quem a achar, leve ao j^cial de justiga Jero-
nymo Sebastiio de Moura Ca-Ib jue gratiiiear com
dous mil rs.
Precisa se de nota ama deleite que seja livre ,
tenha boin leite,fljUt^uTa*OQndocta : quem so achar
nestascircumstaMlM, dirija-as a ra da Aurora n.
8, primeiro andar. *jT
rs. em cobre no anno de 1833, por compra de utrn
4 visos diversos.
Lotera do seminario.
Hoje, 15 do corrente me, ao meto
di, andSo as rodas desta lotera uo con-
sistorio da igreja de Nossa i^enhora do
Rosario, icjuem ou nao bilhetes, que o
Seminario os tomar por sua conta : o
resto dos bilhetes acha-se venda nos
lugares j annunciados, at 11 horas da
maoha.
A CARRANCA.
Sahir ho|e o n. 34, e acbar-se-ha a venda as 11 ho-
ra* da minhia na praca da Independencia livraria n-
meros 6 e 8.
O doulor Ambrosioni, medico ecirurgilo italia-
no apresentou o seu diploma a lllm.' cmara munici-
pal do Reile, e obteve a licenca pelo exercico da sua
profissio. Tendo sido por varios annos assistente a
clnica oculstica da muito celebre unversidade de Pa-
rs, e adquirido conbecimentos oas molestias dos o-
ibos, offerece o seu prestmo pelo tratamento e opera-
res das ditas enfermedades. Dirijio-se, ou na botica
do Sr Joaquim Jos Pinto Guimaries, ou no Apipuco,
engenbo Dous Irmos.
Se alguma pessoativer. para vender, as obras de P.
Ancbietta,P. Claudio d'Abbevile, Vandelli, Velloso,
Anude da Cmara,Eschwege, e outros livros amigos de
viageni.trissoes,botnica, ou historia natural do Brasi
queira indicar a casa, para ser procurado, na botica do
Sr. Joaquim Jos Pinto Guimaries,na ra Nova.
Previne-sea quem posss interessar. que o abaxo
aaaignado, capitio da barca ingiera Harlequen que se
acba actualmente neste porto, nao se responsablisa
por qualquer cousa que alguem fiar aos marujos da
mesma barca; pois que nenbum se acba autorisado
para fazer compras: e para que ninguem se chame a
ignorancia, te faz o presente.
Andrew Pitcavin.
Fugio, oa furtrio, no dia 28 de selembro
p, p., pelas 8 horas da nouto, um escravo da Costa,
de nomo Antonio, estatura regular, denles limados,
um tanto desapartados una dos outros sr risonho, corpo
regalar, de idade de 40 nnos, pouco mais ou me-
nos, olbos vermelhos, cara redonda e descarnada;
falla pouco; no andar abre um pouco as pomas; no
p direito tem urna grossura proveniente de um bicho
quetirou. aonde apparecem algumas marcas de cos-
turas; tem um dedodos pt torio, urna cova noem-
bgo que parece quebrado; becanboto, pouca barba;
tem em una das ps um corle de louce; levou urna
lina de de-pojo, camisa de riscado azul com lialras
brancas, cairas de mscedonia, bastante sojas. Roga-
se as autoridades policiaca de vercm se o apprebendem.e
pessoas particulares, que delle soubeiem, de o leva-
rem a seu senbor, na ra da Cadeia de Santo Antonio,
n. 19, primeiro andar, que recebera O 50 j> il,
ON\ZAREN0 N. 128
est a venda na ra estrella do Rozario, caja da F."
onde Benedicto havia dcsapparecidu' e pedir perdi a
c da maldade que premeditara contri etm bnniein lio
manso o Uo benvolo. Mat o oioso furor que o ha ta
levado liilu. uio poda .laaim diaripsr-se inleiranienle.
Elle o senlio despertar-so lio ardentee Icrrlvel como lia
peine. logo que sena olhos errantes se Bxrio sebro
i lbum di Ji>*- pinna. Enlio o aro primeiro desojo dr
aabrro contraen do bilhetedn sen rival, lornu-ae urna
pauto nica e irrosistivel. Levaiiluii-si* de um salto, ta-
petar de tua fraquea, agarrn no tlbum, folheou-n por
um momento; mas de repente pan.u. Aoabava elle dea-
chr o oLjrcl uV ama indagaces, qaie havia sido intro-
dusido entre umn fulha e um dcnouhu nieio despre-
gadu.
Se enlio rahre a cesa al-"ascua aliceroea, nio buu-
vera elle fcio menor nmynenln para escapar luorle ;
para rile ">' oouea di|na de atiendo havia nn raun
do ; o fatal nianiisoripln que tirilla entre os dedos, e que
elle trmulo deeilobrafil.
Ao primipi" drbalde lento decifrar na caracteres
Iracadoa por Sainl-Amand, tinlia a vala lurva, o aanjoe
nfloia-lhe ao roslo cam tal violencia, que pnreoia-llie
pnrsjb-llic o crneo. Soffria Unto, que ratero quaai
lechar > lbum, ea relirar-ae, mas o infernal taaliaiuU
iiue nos iinpelle a alargar as nussas feridsa, o releve;
furca de delcrniinaOJIo cunaUuio aproximar o bilhotc
doa olhos, e leo.....
Era urna deisas lio Vistas dUlarncfiet de aaor. Ape-
casa que Ihe vendeo fica Ihe foi pago pelo dito
fallecido, ba muito : e cerno consta, que dito val fui
furtado do poder do mesmo e que andio a querer fa-
zer negocio com elle pelo preaenle annuncio (az cor-
to que est paga e iatitfeita delle e nada Ihe deve
o dito tallecido ou seus hordeiros a quem tez pu-
blica declaracn.em presenca do Sr. doutor juiz da pri-
meira vara dj civel de um tabelleio publico, e de
teslemunbas, ficando inutilitadoo dito tica ou val ; e
quem o tiver nio o podera presentar que nio tenha
a pena e o rigor da lei.
= Madama Millochau que teve urna loja de mo-
das na ra Nova n. 39 ac La de mudar se para o
Atterro-da-Boa-Vista n. 3.
= Osaununcios, publicados nos Diariot nt. 208 e
209, niose entendem com os Srs. Joaquim Galdino Al-
ves da Silva Antonio Jos Duarte e Antonio Jos
Ouarte Jnior, com por engao se publicou.
Quem annunciou querer comprar uns ctixilbos
de alcova queira dirigirso a ra do Rangel, venda
nova de Luir Jos Marques, defronle do becco do
Trem.
Carlos Monleiro Teiseira previne a todos os seus
devedores que nio paguem de i oje em vante conla
alguma aoSr. Goncalo Uurges da Fonseca pois tinba
em seu poder ; urna relacio e como bouve motivos
da parte do dito Fonseca, que Ibe diiem respeitu por
isso Ihe a tomou ; e para que depois nao baja duvidas,
Tato presente annuncio.
Quem annunciou querer comprar um eaiiilhode
alcova ja usado dirija-se a ra das Cruzes, a. 30 ,
primeiro andar.
D-se um cont de ris a premio sobre firmas
a conttoto : quem quizer, annuncio.
Na ra streita do Rozario n. 43, (azem-se e
vendem-se chapeos de seda para senbora touquinhas
para meninas, eoutras muitas galanteras, ludo par
menos preco do que em outra qualquer parte.
Precisa-se de 300 rr. aojuro que so conven-
cionar bypothecando-se um bom escravo oflictal de
pedreiro ou um predio, ou dio so mais escravos pa-
ra seguranca por lempo de um anno : quem este no -
goco quizer aier, dirija-se a ra dosCoelbos, n 11,
ou annuncie para ser procurado.
Roga-se as pessoas que entregarlo trastes ve-
los para serem empalhados, na casa da ra de S. Jo-
s e ltimamente no principio da ra de Hortas n.
3 bajio de os ir buscar al o dia 25 do correnle ; do
contrario serio vendidos para pagamento da despeza ,
que com elles te tem feito.
= Joio Frederico de Abreo Reg remeti para o
Rio-de- Janeiro a entregar a Antonio Rodrigues da
Silva Vianna a escrava crioula, de nome Andreza.
0 abaiio sssignado, leudo firmado um reqaeri-
mento com grande intervallo em branco por cima de
sua assignatura econstando-lhe ter deiapparecido es-
te requerimento Aprcssa se em prevenir qualquer
abuso que por ventura se faca da sua assignatura ,
como o que outr'ora se praticou com a do fallecido Joa-
quim Jos Mendes ; e por isso faz scienle ao publico ,
que nao assignou lettra obrigacio', nem titulo al-
gum de divida ou responsabilidade ; e que portento
be falso qualquer que appureccr possa nesta, ou n'oulra'
piaca com a sua assignaluia ombora se prove ser
esta verdadoira. Outro aim, declara, que se d'ora em
diante assignar alguma lettra obrigacio ou lianca ,
do que Dos o preserve nio ser valido etse titulo,
semque a sua firma seja repelida no verso. Patricio
Joi forges de Fr*ta$.
Quem precisar de urna ama com muito bom leile
ji experimentado dirija-te ao becco de Joio Francia
co oa Boa-Vista n 7.
Jiamalhcte da$ damat.
Peridico musical e potico publicado no Rio-de-Ja-
neiro.
Trat msica para piano e para piano e canto es-
tampas e inieressanles artigosde leitura.
Subscreve-te na ra do Crespo n. 2, loja de Go-
Furtrio, anteada hontem ,' pelas 7 horas da noute 'sumprio n. 10.
fra : a tratar na ra da Florentina, pasan*
Aluga-se un casinha ou um quintal com parle
colora nio sendo longo da ra doa Quarteis : a tra-
tar ofsaosma Hit, n. 11.
Alugio-se os segundo e tereciro andares da cata,
da ra do Queimado, n. 14, com bostantes commodos,
o tereciro tem um solio com bailantes commodos :
fritar no tegundo andar da mesma cata.
Precisa-sede um caixeiro para venda ;
da Senialla-Nova n. 22
- Preeita-se de pretas para venderem azaite
rpalo ; paga-sea 400 rs. a caada: oa ra
minados,
loder: a
i
tar da ana inexperiencia da lingungein das pailAes, Ju-
lio n ti i viiiliou ijuo Jiibi'|iIiiii.i iiJu era nmadu como doria
a-lu, como elle a ailinvo. Mas, ai! n na imain.ijJ.,
'\nllada luoslrou-llio ao iiieamu lempo a dama domnii-
du-so locar por eaaaa esprcuOea vulgares. Vio-a aorrir-
e, e re.pondor-lhc com a aua Uo doce omuo penetrante
'vos: Taiubi'iu vos cu amo!.....
Ainda que ello ja houvease aoffrido muito, vista
denle quariro recoiitiereo que poda nutfrer anda milito
mais. Sua naluresn se trauarurmou n'uiu insianle; de
brando, liruido o uffeutuuao que era, lornou-se ralico-
roso e i rase i vi-I; leve pnisamento de vingsnea c de mor-
lei eslava furioso, eslava lonco!.....
Kr.iio nao nha elle mais OQjupauiu de Benedicto, de
.0 e occuqava. Mil extravagante idoi.is se Ihe cru-
avao no cerebro, de repente o diabo I lie dietou ao ou-
vido um projeclo, que elle ao principio repcllio como
em dcinaM audacioso e insensato ; mas que em fin a-
doplou, dando de novo oovidos a diablica tentacao......
lio verdade, diz elle depois do haver meditado.
aainl-Amand manobra nt-ate niomenio, para que Mada-
ma Oesruuai ao cuid em abrir o lbum, assim que ciic-
gar a caaa. Se ea poicase a sninha caria no lugar da
dulc Uluu! Ella nao poderia mais duvidarjte que eu a
mu, eu depresap s.iboria a miaba surto...^
Nto bccum iouiIo, leitore mous, o pubre rapa 4a
lio proles esquecer aa honradas rcsolucea, que acaba-
ra de inapirar-lhe a bondade de Benedicto. J vo-lo-
44 pateo de S. Pedro casa n (j, tendo entrado o rou-
bador pela anella penetrado pela alcova da mesma
casa, e aberto as gavetas, urna oaixinha enversidada,
contendo um alfinete de senbora, com um grande bri-
Ihante ; um annelio com a firma J. M.; um brin-
co de placa com brillantes; urna m eda de 6400 rs. ;
outra de 4/rs. em urna argola ; 5s rs. em cdulas ;
dous patacoos ; cabello encastoado em ouro ; um galio
de dito; e diversas obras de ouro. Rroga-se a peatoaa
quem for offerecido qualquer |destes olijectos de dar
parle na mesma ctsa que se gratificar e se^promet-
le guardar segredo : tambem roga-se aos Sra* inspec-
tores de quarteirio toda a vigilancia e pesquisa; pois
li i quem visse e conhocesse o vulto, na occasiJo da sua
sabida.
= A pessoa, que no dia sexta-feira foi ao p da ca-
deia procurar por Joaquim Jos da Costa Oliveira, para
Ihe dar parte de um prcto fgido, pertcncente ao mes-
mo Oliveira, queira apparecer na dita casa, ou em casa
de Manoel Antonio de Jezus, na ra larga do Rozario,
junto ao qusrtel de polica, n. 18, ou annuncie tua mo-
rada para ser procurada
= Aluga-se a casa de 2 andares e solio, da roa do
Atierro da Roa-Vista, na esquina da Iravessa doMartins,
com commodos bastantes e esta pintada de novo, grande
quintal plantado todo de capim, e alguna arvoredus de
fruto; a fallar na ra do Aragfio, casa n. 1 segundo
andar.
A padaria da ra da Gloria, n. 55, be julgada
pelas visturas, porque tem passado, a ser conservada e
hem collocada, do que tem termo da ultima vstora,
conforme as posturas daca'cara municipal, oque se
garante: quem a pretender pr cuto a Manoel Ignacio da
Silva Tetieira, que far negocio.
O Sr. Joio Bento de Torres queira apparecer na
loja da ra da Cadeia do Recife, n 48, para rece-
ber urna carta vinda do Rio-de-Janeiro.
Quem precisar de urna ama branca com bastante
leite, dirija-se a ra da Guia, n. 23.
O ahaixo assignado roga
ao Sr. Fernando Correia Eles-
bo, que, antes de se retirar
para lacci, cuide em dar
cumprmento ao negocio, que
liatn com o abaixo assigna-
do.
J. O. Campos.
tm Manoel Ignacio da Silva Teixeira participa aos
Srs, seus freguezos que Ibes comprio pao, que.se al-
gum for passsr o mezos de calor para as parles da Pas-
sagetn-da-Megdalena>lbe pode mandar o pao que qui-
zer e a horas proprias por tor portador, que o vai
evar a alguns Soohores froguozes sendo preciso s da-
re in seus nomes e mora lia na praca da S. Cruz, pada-
ria de urna t porta.
= Francisco Huniz de Almeida relira-se para a
Babia.
= Aluga-se, para casa ira ncett, urna crioula, que
sabeengommar bem .coser fater todo o arranjo de
urna casa com muila perfeif,ao e asseio ; e tambem ou-
tra dita, que faz lodo o arranjo de urna casa e compra
na ra o que for preciso ; no Allerro-dos-Afogados,
n. 65.
= Aluga-se, polo tempo de fesla urna casa no P-
co-da-Panella a margem do rio junto a do sacrs-
to da matriz: na ra do Queimado, botica n. lo.
a Aluga-se um segundo andar de 1 sobrado da ra
da Senzalla Nova muito fresco com commodos e
cozinha no solio : os pretendentos dirij&o-se a prar;a d i
Independencia livraria ns. 6 e 8.
Na refinacio da ra da Sentalla-Nova, o. 4, pre-
cisa-se de um caixeiro, que d fiador a sua conduela.
Precisase de um caixeiro para senda que a lo-
me por bataneo e d fiador a sua conduela : na ra
lo Mundo-Novo v n. 16, casa de Nicolao Rodrigues da
Cunba.
Aluga-se, no becco do Dique, urna casa terrea ,
com quintal pequeo e cacimba cozinha fra e com
muito bons commodos para familia: a Iratar na ra
do Crespo, n. ff.
Aluga se urna casa terrea na roa Imperial n.
153 com boa sala ni frente 3 quartos sala atraz ,
Troca-se urna imagemdaConceicio.de pedrada
Babia por 20,-000 rs. ; ua ra da Seozsa-Vsha,
ti. 142, segundo andar.
Aluga-se o primeiro andar, loja con armaciqjSjL
dependencias da casa, sita oa ra Nova, n. 7.
Aluga-se o segundo andar e solio do sobrado da
ra Nova o. 65 : arralar com Antonio Ferreira Lij
ma ou na venda por baixo do dito sobrado.
Na ruado Mundo-Novo o. 44, engomma-se e
cose-se toda a qualtdade de roupa tanto de borneen
como de senbora e por preco commodo.
Na nova.fabrica do espiritos e licores oa Iravet-
sa da Concordia ultima casa n. 19 por detraz do
Carino ba um bom sortimeodjwde licores fios 8 or-
dinarios ego'ardente do reino e di- Franca deiauiz,
genebra em botija e em caada espirito de Wlaos ,
em grandes e pequeas porcet Estes espiritos SUvTi-
bricados c mi toda a perleicio, e at tuat boas qualidades
se recommendio aos amadores do bom o barato: ai
amostras sempre sio francas para os compradores a por
preco mais commodo do que em outra qualquer parto.
Tendo-se terminado a sociedade Saisset Cosa-
panbia por venda do estabelecimento e liquidadlo
pertencente aquella firma ao abaixo assignado lai es-
te participacio a todas as pessoas, que sao devedorat ao
mesmo estabelecimento, que devorad vir qnanto an-
tes remir ot seus debito: : igualmente participa a to-
das as pessoas, queso julgarem credoras por lettraa ,
ou por conlas da mesma firma Saittet & Companbia, da
se apresentarem na ra da Cruz o. 22 dentro do
15 dias, passados os quaes nao be mais o anounciao- I
te responsavel por tacs ttulos por se ter fechado nesso
prazoa responsabilidade da exmela firma, com a sa-
luda do procurador geral das socios de Franca. Ite-
cile, 10 de oulubrode 1846. J. Soum.
flerecu-se urna pessoa com boa lettra, para es-
crever em qualquer escriplorio, ou faier alguma es-
eripturacio particular, do que tem pratica ; ou mes-
mo para caixeiro de ra : quem de seu prettimo te qui-
zer utilisar, dirjase a ra de S. Rita-Nova, o. 24, ou
annuncie.
Manoel Dias embarca a tua eterava Maria do
naco para o Aracaty.
Precsa-se de um caixeiro para urna venda quo
tenba bstanle pratica e d fiador a sua conduela : na
ra do Livramenlo n. 38, venda junto ao lampeio,
= Aluga-se um segundo andar com bailantes com-
modos cacimba tolio cozinha de ferro por 14/
rs. mensaes sito na ra larga do notario o. 35 : a
tratar na loja demiudezat por baixo do mesmo sobrado.
= D-se dinheiro a premio sobnsjpnhores : oa ra
Nova n. 63.
Antonio Dias da Silva Cardial tem pira vender
2o e Untas travs de camassari docaruncbo, de 40 pal-
mos de coaiprido : na ra da Praia, n. 17.
= Precisa-se alogar urna ama, que tenba bom leile
para criar : no Allerro-da-Boa-Vitta o. 36.
a Na ra do Allerro-dos-Afogados ,0.7, d-se
azeite de Garrapato de venda, a 2000 rs. a caada.
3* Precisa-se de serradores forros, ou captivos, para
serrarem urna porcao de pinbo : atraz do tbeatro seibo,
armazem de Joaquim Lopes de Almeida caiieiro do
Sr. Joo Muthcus.
Aluga-se o segundo andar do sobrado, tito na
ra da Penha n. 29 com bons commodos o mui-
to fresco por preco de 12j rs. mentaet: a tratar na
mesma ra venda por baixo do tobrado do Sr. coro-
nel Joaquim Bernardo.
Na loja de Joio Loubet, na ra do Patteio-Pa-
blico junto ao arco de S. Antonio, conlnt5-ie a co-
brir chapeos de sol de teda, para hornero e tenhora ,
de furta-cres e pretus as-iiii como de panninbo do
todas as qualidades : na mesma loja vendem-se chapeos
da sol de soda para homem a 5a rs. ditos do
barra lavrsda a 7j rs. ; tambem se concertio por
muilo menos preco do que em outra qualquer parta.
F. Duprat avisa aos seus devedores, que tem en-
carregado da cobranca de suas dividas a seo cunbado
Antonio Baptisla Ribeiro de Faria Jnior.
a
rapo
uto
ti do i
ii%i se
fe
niu ii
diste; elle au tinba mais c.ibeca, c as paixdea de lal sor-
te revolvido o sanguo do deagrac.idn, que rstava elle in-
capaz de todo o raciocinio. Nao o deaprazeis, pois, l.is-
limai-o!.....
Sein saber bem o que fazia, nbrileoeodu mais afore
inslinetiva dujauais anas, faculdades racionaos, rile pina
carta nrft|tWta^SjUsjttaii>l-Amaod. o n
ii i qu mellen na nlgibeira. Feito
^5j/-lo ootra tez ciu cima da
me.a: J ISsaBl
Aa cqnn i|iienvias h> al Hk> bem temeraria a vis-
ta do noWtaCiil^ U affSjssiSstaCao enlio ao seu espirito :
se nV^rlMKrV^BfljHsSlo o repelliria com
i(aMt*snAo dracnbrwia*|SJV nraao Benedicicstau mr-s-
aiiit-Auaud a sua carta ante do qu Jotepliina p
quereriao ellos por motivos diffrrenles lomar urna
rrivel vin;;anea ? Poia bem, lamo uullior! dase
elle cnniaigo ; o uno padecer nao tem igual, ventura.
Huirle! SO me ella deaprea, so a morto me cou-
vm .
Sr.. disae-llio enlio o criado Jos apparecendo
inupinadamento entrada da sala, Mr. Desrunaia o
eapera no bilhar.
Ah OSr. Dearonais. .. ab aim, j l vno,
responde Julio, lio assustado-pur estas palavraa, e lio
abatido como um cuuderonado avisado pelo verdugo,
e ae deve preparar ao anppliciu: Todava achou-i*
la com bastante energa para ergucr-ee, atraveasnr
K.
Compras.
H
Comprio-se 4 carrnbos de mi para ctrregtr
mtteriaes; as Cinco-Pootas, o. 27.
Compra-se um tronco que etteja em bom alta-
do ; na ra das Larangeiras n. 18.
i iiiiiiun Ma a--mj-awasiivaaa--sM-slsl
a sala, e dirigir-ae lentamente para onde Benedicto O
esperava.
Eagrimia eate o taco eapera do seo adveraario, que
riilrou na aala abaixando na olhoa, coro reoeio de ea-
eonlrar o ulhar benigno do seu hospede. Kinfim for-
ra do ae excitar, Julio consegu,srnio fazer inteiramau-
le ba eoiilinencia, ao menos disaimular em parto ana
pxctaaiva perlurbacin; e suaa numerosas dislrsrcCes
durante a partida fro altribudas uoi rosto de indis-
uticiii.
Em qnanto elle assim I notara no bilhar, recolhia-so
nsephina do sen passeio acompanbada de Sant-Amand.
Quando ella au apeon, aoube a volta intempestiva da
eu marido. Esta noticia parece que Ihe produtira utM
gradase! iinprcssio ; sebero que aa suas faces se oe-
rasaSSl de repeino de uro vermellio mais vivo do que o
rdinano Quantu ao petit-maitre, o uao que tinba do
nudo invrentinavu a oouier-se : nio deixuu pol
presentir o seo rao humor; roas l diaaa oosnaigo.
Com mil diabos E o afn- que fiouu na aala! Sapero
que Uparonais nio lera achado a minhs oarU; mas i
nio beata, he neoeaaariu que a mulber a veja o teta
compniroelter ningueo. Alinelo I. ..
E "frrecco o l.racu a Joaaphiaa. a ae dirj|p coa os-
la para o bilhar, Uo tranquillo eosoo aa eefivaeao tasa
menor preooupaclo.
(C^iaa^i>>a>).
i_


i
*
= Coroprio-se, para fo'-. i prtovincia etuavoa
de 13 a 20 aonos; sendo do bonitas figuras papo-ae
bem: rra ra da Cadeia de S. A ntotai sobrado de
un andar do varanda de pao n. 20.1
- Compra-se um caixilbo de alcov'a, noto, oa usa-
do ; queco tiver, annuncie nra sor procurado.
Comprao-se dous escravos per ilos olciaes de
pedreiro, e dous carpinas; na ra da Senwlla-Velha,
o. 40.
= Comprio-se dous escravos, um p edreiro e ou-
arpia,para umaencommenda do R lo-Graode-do-
sendo bonitas figuras. pagio-so bem : na ra
|legio armo/un n. 19.
ompra-so urna mesa de jaotar, .quo esteja em
meiSuJo deamarrello, eom gaveta; no ra da Con-
ceicio da Boa-Vista n. 9.
Vendas.

m
jfc-------------------------___--------.
= Venda-se na praca da Independencia, iivrari d 0g,
Ge 8, o
METHODO FACir.LlMO
para aprender a ler, taoto a lettrs redonda corro a ma-
nuseripta, no n Emilio Acbllea Mnnleverde nova edi ao.
Esta obra se teba j adoptada na maior parte das
aulas, assim de Portugal, como do Brasil; e contem
os principios de le tura coto muitoi ejercicios,no lim de
cilla Iiecjo, do syt labal, -para acnelerar os progressos
dos prkifiifiantes, grande copia do boas mximas, sen-
terniijrpVn artes e sciencias, explicadas con >. a maior clareza; al-
gnmaa regras de civil iilade, desi lobrmento, e mais Tac-
tos memratela do imperio do Bi 'sil com urna noti-
cia geograpbica do mestno imperio eda sua dynastia ,
&e., &c.
= Vende-se urna porcio de t era amarella do ler-
tio por prego commodo ; na pr ica da Independencia,
Jivraria os. 6 o 8.
= Vende-se potassa muito nova de superior qua-
lidadt em barris pequeos; na ra da Cadeia do Re-
cita armazem de assucar n. 12.
= Vende-se superior Cbacnpag ne, novamenle ebe-
gada ; em casa de Avrial Irmaos na ra de Cruz ,
n. 20.'
i = Vende se urna venda na ra da S. Cruz 6 : a
tratar na mesma vrodd.
= Vendem-se 16 escraios : pretas com habilida-
des de 12 a 20 anrios, de bonita figuras ; moloques,
de 13 atennos, muito linilos; um pardo e urna
parda com habilidades, de .a 22 anuos: na das Fio
res, n. 21.
= Vende-se urna preta de naci, de boa figura,
cotinba o diario de urna casa cose, lava de sabao e
varrella sem vicios nem achaques ; na ra larga do
Rozario n. 46, primeiro andt r.
= Vende-se urna cama de armaco ; 18 cadeirai;
duas bancas; urna commoda ;. um toucador; urna me-
ta de meiO de tala um sopba ; urna mesa Ue jantar ;
tudo de madeira de Jacaranda obra feta no Porto ,
e de muito bom gosto : na ra da Cadeia do Recile ,
loja n. 54.
= Vende-se, ou arrenda-se um sitio emS. Amaro,
com mais de mil palmos de (rente e 3000 de fundo, casa
de vivenda, encllenles fruteiras, boa agoa, e capacida-
de sufficiente para dar pasto a 8 vaccas de leite : a tra-
tar na ra do Crespo n. 17, loja de Santos Neves &
Guimaries.
s Vendo se urna escrava, de idade de 13 a Han-
nos cose engomma, cozinba, e lava de sabio ; na
ma da Cadeia do Recite n. 59.
=Vende-se rolSo bamburguez, dito a Iranceza mui
to bom a 10 rs. a oitava ; no deposito do rap do
Bandeira ra estreita do Rosario n. 6, defronte da
groja.
=Vende-se urna casa com litio d muitas fruteiras,
na cidade de Olinda, ra de S. Francisco: a tratar na
ra do Rrum do Ricile n. 22, fabrica de Mosquita
Dulra Companbia.
= \endem-se duas escravas de nacao de bonitas
figuras urna dellas de 18 annos cozinba e lava de
sabio e outra de 24 annos, ptima quitandeira ; una
crioula, de 14 annos; urna dita de 24 annos, cose ,
engomma cozinba e lava com um filbo moleque, de
7 annos; um mulatinbo de 18 annos, de bonita fi-
gura ptimo para pagem ; um escravo de naci de
25 tonos, pira tod o servico ; na ra das Cruzes ,
D. 23 segundo andar.
= Vendem-se pelles de guaras ( pennas encarnadas
para flores )*m pequea e grandes poredes por bara-
- to preco ; na do Trapiche, o. 26 casa de Maooel
Duarte Rodrigues.
sas Vendem-se cortes de cassa do ultimo gusto por
preco commodo ; na ra do Queiniado, o. 2, loja de
Maooel Jos Goncalvei.
= Vende-se superior tabaco simonte da Cacboeira
dadjahia em latas de duai libras; urna porco de to-
ros de madeira de angico ; urna pouca de cera de car-
nauba por prepo commodo : oa ra do Crespo lo-
ja de Gomes & Carvalbe.
= Veode-ae cera de caroaba de primeira qualida
de em porcio e a retalbo por preco muito commo-
do por se querer dar a conta de venda; na ra da Ca-
deia defronte do beco do Capim loja de ferrageoa ,
o. 59.
= Vende-se farinha de mandioca muito (na, de
superior qualidade e chegada ltimamente de S. Ca-
thanna pela medida velba ; a bordo da sumaca S. -
ji*tonio-dt-Paudua, aocorada oa praia do Cullegio.
*= Vende-se una bonita escrava de 22 annos, en-
gomma cozinba e cose chao ; duas ditas mocas, de
todo o serurjo, e sao quit-ndeiras; urna negrinha ,
e urna mulatinba, de lia 12anoos: na ra larga do
Rozario, n. 46, segundo andar.
= Vende-se um moleque de 17 a 20 anoot, de
liooila figura aadio co/ioha o diario de urna casa e
be bom comprador ; 3oscravosde25 a 30 annos, pro-
pjtot para o servico de campo ou para engenbo sem
vicios nem achaques por preco commodo *% motivo
da venda be pelo seobor retirar-ae : oo Alterrffoa-Boa-
Vista n. 26, primeiro andar.
Vmiio barato!
: Vendem-se chitas claras e escuras, de bonitos pa
drOas a J50, 160, 180 e 200 rs. ; risoados da moda ,
e ehitas francazas, muito finas, a 220, 240 a 280 n
o covado; corlea de casia pintada dos mus lindos pa-
droat, que actualmente eustem a 3500 e 4000 rs.;
cassa lisa puito fina, a 400e560rs. a Tira; cambraia
lisa finta, a4be80Ors. a vara; panninbo JsQPy *
520 rs. ; panno de Itlo a 520 rs.; bros de crfde
puro linho para calca *640 rs. ; ditos pardos, a 660
rs. ; Jilos brncos trajeados, muito superiores a 680,
e lOO rs. a vara ; chapada df sol, de panninbo a 960
o 1100 rs. ; cambraiasde lislras para vestidos, com va-
ra de largura muito fjfjjfc a ObO rs. ; ditas mais es-
treitas, a 640 rs. ; lencos#e seda para algibeira e de
setim p-jra grvala a 1600 rs. ; ditos de cambraia de
cercadura, a 300 rs., fitas d dlttjas cures e largura ,
chamadas de cinleiro, a/jJ rs. a ma%* lrei',ai, a 20 e 40 rs. aojara; e outras muitas faien-
da'i por preco commodo.: ao Alterro-da-Boa-Vista,
I'jja de fazeodas, n. 10.
= Vndese um diccionario Magoum Lexicn ; urna
Selecta; a obra de Virgilio ; um Saloatio ludo em
bom uso: oo Atlerro-da-Boa-Vista loja o. 54.
= Vende-ae urna escrava crioula de idada de 25
anoos, pouco oais ou meaos, sabendo engommar ,
coser, vestir urna seobora, e coiiobar; oa ra da
Cruzes o. 20 segundo e terceiro aodarei.
= Na veoda da esquina- defronto do Rosario, por
baixodo sobrado de 3 aodares, o. 39, vende-se cha
hysson multo superior a 2560 e 2240 ra. a libra ; di-
to uchim a 1600 rs. a libra ; dito perola a 1600
rs. ; mafjteigs ingleza nova, muito superior, a 880 rs.;
dita franceza a 720 rs. ; dita de porco a 440 rs. ;
queijos muito novos e (rescaes a 1500 ra. ; presuntos
inglezes para fiambre a 320 rs. a libra ; dito de Lia-
boa a 280 rs. ; linguicas aovas, a 560 rs.; biscou-
to doce, fino, a 240 rs. ; fallas torradas a 240 rs. ;
passas, a 400 rs farinba de Maranbio muito alva ,
e Gna a 120 rs. ; cevadinba de Franca a 160 rs a
libra ; cavada a 160 r. ; cal em grio a 140 is. ;
dito moido a 200 rs.; letria nova a 320 rs.; ma-
car rao a 280 rs.; espermacete, a 800 ra. ; carnau-
ba a 360 rs. a libra ; latas comsardiobssem conser-
va a 900, 1500, 2000 e 2500 rs. ; frascos com con-
servas de Lisboa a 2400 rs. ; ditos pequeos com an-
chovas a 400 rs. ; muito superiores charutos de rega-
la, da Baha c da trra ; vinho do Porto engerralado,
muito velbo a 600 rs. a garrafa ; dito em pipa PRR,
a 280 ra. a garrafa ; vinagre muito forte a 140 n. a
garrafa e 1000 rs. a caada.
= \ende-se urna negrinha muito linda de idade
de 14 annos, recolbida e com boni costumes: 3 ei-
cravas, de idade de 18 a 22 annos, engommio bem,
cseme connho ; 3 ditas de meia idade, com varas
habilidades; 4 escravos de naci um delles be boa
canoeiro e camaroeiru : na ra Direila n. 3.
\ ende-se, ou arrenda-se a loja da ra do Quei-
mado, o. 14: a tratar no segundo andar por cima da
mesma loja.
= Vende-se 1 piano, por 40 rs. [urna cama de ar-
mario barato ; na ruado Crespo loja n. ll, e dir
quem vende.
= Vndese 4 escravas mogas, de boas figuras ,e
io recolhidas, cosem engommio e cozinbio ; 3 di-
tas com habilidades, e sao quitandeiras ; 6 escravos
moyos, muito robustos, e opinos para o trabalbo de
campo : oa ra do Crespo o. 10 primeiro andar.
= Vende-se urna porcio de garrafal vasiaa muito
limpas ; na iraca da 5. Cruz o. 2.
=Vendem-se dous moloques de 14 annos pOUCO
mais ou menos de muito bonitas figuras e proprios
de todo o servico ; um pardo 111050 carreiro ; lodos
sem vicios nem acbaquei: na ra da Cadeia de S. Ao-
looio, o. 25.
Caa da Fortuna na ra Dirtita, o. 12.
Aiuda existo um resto de cautellas e meios bilbetea da
lotera do seminario, que corre iofalliveloieote hoje
15 do correte.
= Vende-se urna parda boa costureira e perita co-
zinbeira para lora da provincia ; oa ra do Seve, ca-
sa de Jos Mananto de Albuquerque.
= Vende-se um moleque, de 12 annoi, muito lin-
do a robusto proprio para aprender algum oflicio ; no
becco do Peixe-Frito o. 1.
= Vende-se sal do Ass a bordo do patacho /i-
tfira : o mesmo patacho, depois que descarregar O tal,
l< 111 de seguir para qualquer poito do Norte : quem o
quizer Irelar, ou carregar a frete, entenda-se com Joio
Vaz de Olivera na ra da Cruz, n. 57, primeiro
aodar.
\ endo-se urna guarnirlo do movis de mogoo ,
para sais; um bergo de Jacaranda ; mesas; cadeiras;
camas; o varios outros 1 lijecios: os ra Nova, o. 7.
Vende-se panno de linho abarlo ou tremoia de
todas as larguras para babados, e sapatos de borracha ;
na ra larga do Rozario n. 24.
= Vende-se urna salva de rala de lei para 6 co-
pos d'agoa de muito bom gosto e lambem pode ser-
vir para levar velas 001 baptisado vioda ltimamen-
te da cidade do Porto a 280 rs. a oitava ; na ra
Senzalla-Velha n. 142, segundo andar.
Na casa da l' na ra estreita do Rozario ba
para vender meios bilhetei da presente lotera do se-
minario a 4500 n.
= Vende-se um lindo preto cozioheiro, e outro
ganbador de linda figura ; na ra da Seoialla-Velba,
n. 110. .
Vende-se urna elegante canoa nova, de um l po
deamarello de muito boa qualidade com 60 palmos
de comprimento propria para qualquer conslruccio
de obra que dola te quizer fuer; um pi de bucardss
grande, que, serrado, d duas bucarda, pela muita
groisura que tem s se vende com ai canoas; urna
porgao de cavernas giandei de tupir : na ra de
Apollo, tanque d'ajjoa 11. 28.
- \ ende-so ch Iijsson em caixas. de II Bbraa. em
porcoeso aretalho; e pot-ssa americina ultirnamen
chegada em casa de Maibcus Aislin & C. nenia lrtl-
faodega Velba o. 36. JM
= Vende-ae una excellenlo rebeca com fu c
xa ; na na de Hortas n. 140.
= Vende-se farinha de mandioca muito fina *e
Mag em saccaa e de S. Catharina, e S. Matheus,
pi la medida velba ; tudo por meos preco do que a
bordo, visto oio 10 ler de pagar o enorme tribuid io-
titulado maodioga, aoi prlos caooeiros : no caes
do Collegio, armazem de porta larga n. 15.
Cheguem ao barato I
Na bem acreditada loja da ra do Crespo o. 14,
de Joi Francisco Din vendem-se riquissnnos cortes
de cambraia transparent de todas ai cre, de quadros
largos e chadrazea do ultimo gosto a 4800 rs. ; ditos
de superior chita de listrss da loda ai corea, aveludadas
V 0
io ultimo goito a 4500 ri. ; um ortimenio de fal-
cse reoda, muito finas e de todas ai larguras palo
barato preco de 100. 160 e 240 ra. a vara ; pecaa de
cambraia lisa transpareote. a 3200 n., a a ara a 560
ra.; Gniuimos corte de tarlatana. eom 9 varal, a 4
m. ; eortei de cassa-cbitai, a 2 n ; leneo borda
dos de trez pontai, a 320 ra. ; e outrai muili fazen-
dasja aonunciadasnos Diariot nt. 221,222, 223 e
224.
= Veodem-ie velude cera de libra ede 10 em
libra por menor prego do que em outra qualquer
parte : no armeiem perto do arco da Conceico de
Fernando JoaBraguez, eemeasade Gaudino Agos-
tinho de Barro, na praeinba do Corpo Santo, n. 66.
= Vende-se urna morada de caaa de sobrado de 2
andares. aila 00 Atterro-da-Boa-Vista n. 22 com
muito bom commodo a bem cooitruida : no litio do
Hospicio n. 21, ou na roa de Hortai, n. 140.
Rap de (Jai.se.
Ha ebecado recentemeote a este deposito, vinda do
Rio-de-Janeiro, pela barca Firmeza, urna superior
fornida do muito acreditado rap groio e meio-groso,
talvez o mais genuino em qualidade que at aqu tem
vindo a ella oidide, e acba-ie a venda em libras, meia
ditase oilava, as lojsi dos Srs.: Joaquim Candido
Leal de Barroi. Thomaz Pereira de Mallos Estima ,
Manoel Francisco Rodrigues, e Caetano Luir Ferrei-
ra no Atterru-da-Hoa-Viila ; Joa Thomaz de Cam-
pos Quareima e Teixeira & Andrade ra Nova ;
Francisco Joaquim Duarto ruado Cabug ; Victori-
no de Castro Moura Victorino & Guimaries. e Vi-
cente Jos Gome ra do Querais ; Antonio Do-
mingo Ferreira ejoio Heoriqueda Silva, ra do
Crespo ; Joaquim Jos Lody e Joaquim Dial Fernan-
dei, na ra larga do Rozario ; Jos Jorge do Bozaiio ,
rus do Livramento ; Jos Joaquim Lope Moreira, roa
Direila ; Silveira & FreiUi, ra do Queimado; Gue-
dei & Mello Ponte & Mello e Antonio Gome da
Cunh e Silva ra da Cadeia do Recife.
= No depoaito de rap de Gaste, ra da Cruz, no
Reeife, n. 38, acba-e a venda o muito uperior rap
do Principe, chegado recentemente do Rio-de-Janei-
ro a preco de 1400 r. a libra.
V ENoe se um carro de 4 roda, que est novo ,
e lmente com a* pintora estragada, por prego com-
modo ; na ra das Flore coebeira de Jos %lr*a.
__Vende-se urna caa lita na ra do Caldeireiro ,
com duai salas duaicamarinbas, cozinha lora, quin-
tal cacimba e em cbioi proprioi; ni ra do Fagun-
des, n. 53.
s Vende-ie, por I5f rs., o diccionario de agricul-
tura exlrabido em grande parte do curso de agricul-
tura de Rosipr, com muitas mudencas principalmente
relativa a theoria, em oitavo fraocei, 5 v. : na praca
da Independeocia livraria di. 6 e 8.
Veode-ie urna propriedade de doui an Jares, na
travessa da ra Bella por preco commodo ; tambem
se recebe metade a vista e outra matado a prazo : na
travessa daa Cruiea loja de alfaiate.
Vende-se a armario da loja da ra Nova o. 18:
caa onde ella est tem commodos para urna peque-
a familia : a tratar na mesma loja.
Vende-se a Mulber Feliz dependente do mundo e
da fortuna 3 v. pelo diminuto preco de 2500 rs. ;
01 praca da Independencia n. 4.
___ Vendem-se saccas grandes de farelo,
chegadas ltimamente: no armazem de
Guimaraes no caes da all'andega e em
casa de Costa & Onofre ra do Amorim
n. 35.
Vende-se muito superior potassa da
l'.us.sia chegada ltimamente, e cal vir-
gem de Lisboa por preco( commodo :
na ra do Trapiche, armazem de assucar,
n 17.
Viuide-se muito bom fogo a preco
de 3o reis, cot ten do cada um molho too a
iqo mexas, e por grosa a 3sooo, isto s
depois das 8 horas da manhaa: no acou-
gue da ra dos Quarteis n. 11., casa pinta-
da tricolor.
Vende-se potassa russiana nova-
mente chegada: a tratar com J. J. Tasso
Jnior.
Vende-se cera em velas, da melhor
fabrica do itio de Janeiro, e em caixinhas
pequeas de 100 libras, com o sortimento
seguinte:
6 libras de 3 em libra.
8 N 5
13 8
14 10
16 )1 13
ao l4
4 u l6
100
libras
pelo mdico preco de i'44 r's ca('a "'
lira: na ruada Senzalla-velha 110
Vende-se a famigerada chanipanhe
marca C G, que nunca se vendeo por me-
nos de 37000 rs. o gigo de duzia
a a5'ooo rsM para haver prompta extrac-
cSo: em casa de Me. Calmont & C.
Xa travessa da Concor-
dia sobrado nico de um an-
dar, vende-se um par de lan-
ternas, ricas e de gosto.
llhetes, meios bilheles,
quartos e oitavos da lotera do
Ro-de-eJaneiro,a 24$ rs osb!-
lhetes, e os meios a lB^rs :
na ruada Cadeia, loja de cam-
bio, n. 58.
Vende-se farelo muito
novo, chegado ltimamente,
pelos modicosprecosde!560,
5^900 e 4^000 a saeca ; na
ra da feenzaa- Velha n.
158.
Vendem-se meios bilhe-
tes da lotera do Seminario
que corre hoje, l&ido corren-
te, mpeterivelmente: na ra
do Collegio loja n. i
Vende se um relogio de
ouro, de patente, muito bom
regulador, com urna correnti-
nba, tambem de ouro : na
travessa da Concordia, sobra-
do nico de um andar.
Vende-se um sitio, sito
no pateo da Paz, povoacao dos
A loga dos com os fundos at
baixa-mar confinar com o
canal do rio, que corre para a
ponte do Motocolomb, e di-
versos arvoredos de (Vuelo, tres
cacimbas, entre as quaes urna
de excedente agoa potavel; ca-
sa de pedra e cal, feta ha pou-
co, com per feicao, gosto, e com-
modos p ira grande familia ,
cosinha fra, e muito spaco-
sa, estribara para dous caval-
los. Os prctendentes a este pre-
dio drijo-se a travessa da Con-
cordia sobrado nico de um
andar.
=Vende-se o diccionario de Moraes.daquarta edicto;
na ma da Conceico da Boa-Vista, o. 68.
BE1S 3s8oo
A' bordo do brigue Leo Alqueires
pela medida velha.
Vende-se fariuga de mandioca chegada
ltimamente de S Catharina de superior
qualidade tanto em gosto como na cor em
porrilo e a retalho ; os pretendentes diri-
jSo-se a bordo do mesmo brigue, ou ra
da Crus n. 54) ou ra de Apollo arma-
zem n. ai.
Vende-se urna boa escrava, a qual
acha-se no Rio-e-Janeiro, e serve para
algum Sr. negociante dessa fazenda que
a queira vender, ou para o Rio de-Janei-
ou para o Rio-Grande-do-Sul: o motivo
da venda verdadeiro, e ser afianrado
ao comprador, o qual (leve annunciar sua
morada para ser procurado
Vende-se vinagre blan-
co nacional, a 400 ris a ca-
ada velha: na ra do Aterro-
dos-Afogados, n. 7.
Escravos Fgidos
=r Fugio no dia 10 do correte urna eicrava da
nome Libaoia de naci Cagange de dade de 125 a
30 annos, cor bem preta ; levou vestido de chita com
flores miuda alguma cousa desbotadas saia por ci-
ma do vellido tatobem deibotada argolai de ouro
coitadn as orelhas ; nio levou panno ; tem os dous
dente da freote podres e he alguma couia coroada de
earregar peso ; tambem levou um taboleiro vasio : ro-
ga-se as autoridades policiaei, ou outn qualquer pe-
soa que a pegar de levar ao paleo do Hospital do l'a-
rtiiio B. 23, que leri recompensada.
= Fugio, no dia 11 do correte urna preta de no-
me Joaquina de naci Cacange repreaenta 30 ao-
nos bata, cheia do corpo nariz chato fea de cara,
cor fula com urna pequea costura na face e-querda ,
com falta de dous dontes da parle de oima sendo um
de cada lado com carne sobre o olboi, peitoi peque-
nos a murchos; temas nadegas um tinto miniadas
para trat, a be bem fllenla ; levou vestido de ganga
aiul e panno da Costa anda um tanto tuja : roga-ia
as autoridades policiaca a qualquer pesaoa ou cam-
panba a apprebendio e levem a leu lenbor, Domin-
go da Silva Campoi, ni ra daa Croiei, n. 40 que
serio gratificados.
==
PERN. i NATYf* DE li M FAMA. lfc/,5.


Full Text
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