Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05889


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Full Text

Annotto lft4S.
Ter$a *fefr
O DIARIO publlca-se todo os dias ame
no forem de guarda : o preco da assigna-
tura he de 4/rs. por qtnrtcl pagoi aattaniit-
dm. O anniiucios dos asignantes ao inse-
rido a razio de 20 rls por liuha. 40 rs. em
tvpo difiremele as rppeticps pela mptade.
0 qire no forem assUn.intes pagao 80 rs.
dor liulta, e 160 em typo difireme.
PIIASES DALUANO MEZDESETEMHJl.
La nova a las7h e 15 min. da inanha.
Oeacentr a 9as 3 h. e 4 minutos da lard.
I.ua chela a 15 as7hor. e 54 min. da man.
Mengoaate a 23 as 10 hor. e 6 m. datarde.
PARTIDAS DOS CORREiO*J
Goianna. Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas feiras.
Cabo, Seriiihaem,.rtlo Formato, Porto Cal-
vo, e Mace j, no I. 11 e 21 de cada inet.
Garanhuns e Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 h. e 42 min; da tarde.
Segunda as 4 b. e6 minutos da mabha.
$
de Outuhro.
Atino XX N.
..-- i-.i_______
m
us ih SEMANA.
13 Secunda S; Eduardo, and. ilnJ.dos orph.
edoJ. do C. da 2. v. do J. l. da i. v.
14 Terca 9. Calisto, auil. do I. do clv. da
]f L* v., e do .!. de pal do I, dist. de tarde.
15 Quarta S. Therea, and do J do clv.
da 2." v, o do J. de pai do 2. dist. de t.
10 Quinta S. Gallo, aud. lo J. de orph.
e do i. M. da I. v.
17 Sexta S. Mariano, aud. do J. do clv. da
1. .i do J. rtepai do 1. dist. de lard.
18 Sabbado S. Lucas, aud. do J. do clv.
da 1. v., e do i. de pai do 2.dist. de t.
19 Domingo S. Pedro d'Alcantara
CAMBIOS- NO DA 13 DE OTJTUBRO.
Cambio sobre landres. 27 d. p. M a fiO d.
Par 370 riMs por franco.
Lisboa 120 a 125 p. c. pr. p. m.
DVC. de le. de boas firmas I V, p. / mes
Ovro-Oncas hespanholas 3|#800 a 324000
Moedade (IflOO vel. I78II0 a 18/000
.. .. de #400 nov. 17*200 a-17*5110
de 4/000 0/300 a 9/501)
l'rala -Palnces : 1/980 a 1/970
Pesas Columnares. l/"70 a 2/000
Ditos Mexicanos I #920 a 1/950
Moedas de 2 patac. 1/760 a 1/800
Acedes da C." do lleberibe de 50/000ao par.
DIARIO DE PERMAMBUCO
PARTE 0FFJCIAL.
Governo da provincia.
ZPEOIEHTB DO DA 7 D" CORRERTE.
OfOrintA" eninmunilaniB dat armas eaoonmmit-
snrM-pagaHnr. tcieniifieatidii-o* de aoh*r-*o Humeado
ririirgiau-ajiidanle do tegundo batalhao de rtiliiaria a
|>, con) exereiri" na provincia da Bahii, o dootur An-
tonio Jote da Puniena Letta.
Dilnt A"t meamiia.au presidente da relaclo e ao-ini-
pect-ir da lhi**nararia da fatend*. intelligenniamln-o* do
catar licenciad" por teia mu et. cura vencimentot, o au-
ditor da gente do guerra a jnix de din-itn da primeira
vara do crimn denla comarca. Joaquina Monea Machado.
DitoA' Marlinhn da Coala Agr, prcvrniriilo-o de
have-lo 8 M. o Imperador nnmeadn ooininaudaiile su-
perior da guarda nacional da Bon-Viala.
DitoA inspector da llicnonraria da fatend i, orde-
nando, que ao negociante Gaudino Agostinho do Barros
manda* faier entrega dna 2:321/ ris, renebidu* da Ma-
nuel GoiicaUea da Silva para iiidcmnisac^o d que
aquello negoaiante despenden coiu a compra do 101)
taecat de farinha, que, por encoinmenda do presidente
da dir provincia, para ella remetteo.
DitoAo nietiiio, acieiiiincaudo-o dademiitSa, dada
pelo gotern imperial J.iao Domingues da Silva, do
lugar de provedor ila aado do p.rln_ deala oidnde, e da
nomeaclo de Luil de Franja Mus Tararea para subt-
titui-lo.
DilotAo metmo e ao presidente da relagn, scienti-
ficaiiilo-os de eatarem licenciado*, por aei metes, com
vciieiuieutua, o deaemhiirgador da rrlncan deata provin
cia, Pedro Feruandes Rodriguut Chavea, e por tro, aeni
ordenado, o jui do direito do civel da Comarca do Bo-
nito, Franciaco Perrira Dntra,
DiioAo eiuniiiund.inte daa arma*, reeonunendando
o exceucao da ordcn imperial, que mandn dar baila do
arrrieo as toldados da eompanliia de i avallara do pri-
meira linli, Joaqnim Joto da Silva o Jos Fraueiano do
Espirito Sanio, ao do segundo bntalh&o do nrtillinria
p, Manuel Francisco do Nascimenlo, ao do priineiro
batalhAii de ucadorea Ciclarlo Joa BitenCourt, e|u
ninsieodeate mciniii batalhao Manuel Machado dv Sonta.
DiioA" onniin andante superior da guarda nacional
do Limoeim, eoinmuliiennd.i haver mandado paaaar pa-
tenta do reforma ao tenentc da quinta ooiiipanliia do
respectivo segunda batalhio.
EXTEFI0R
INGLATERRA.
O bil sobre otraflro de escravos para o Bratil.
Ao editor do Timei.
Sr. N'uma. ou duas occasioos rcenles elogiaste) o
lili de lord Ahridren sobre o trafico de estratos para o
Brasil, e por causa delle felicitastes o pai/, como seo-1
do urna medida justa eeficaz para a suppresto do tra-
fico de esersvos : mas eu como nacional do pail, con-
fia cujos subditos e propriedades be destinado esie de-
creto, nao esfou absolutamente tan contencido deque
os vos-os argumentos o discursos sejio tao concludentes,
como tem duvida os considera a maioiia dos vossos Jei-
to res ; por este motivo, islo he, porque concebo ser es
sa medida radicalmente viciosa, sustento que ella ha ha
seada sobre un principio de in|uslica, que entolve i
violacao de direitos nacionaes. Sendo tao notoria a vos-
sa imparcialidade, cundo nella como uint gatantia de
0 EQ1L1BIUO FEMIN1N0. (*)
i.
Traasporemot agora, cora permittlo do leilor, um in-
lertallo de cinco aanoa.
Acabava o relugio da pequen* villa de Rhosny, perto
da linda ciilade de Maulea-au'r-Saine du dar duaa horaa, e
ia ultimas vibnicea du lino agitatao anida o ar com
ubiil eatreiuecimenlo, quando Benedicto Desro,uais, a-
jicaiid-te de una carruagem do alugool, penetrara em
uin vado paleo plantado de arbustos rsrua, cujos ramos
i'ukertns de florea dri rauuvao delicioao perfume uos ar-
icdorea : d'alu dirigio-ve para a habilafao que elevava u
branca e eiigrayada fachada na extreniidade do um tabo-
lelru da maia fina e inacia relva.
Airatctaado w paleo com u pasto affoiito do propie-
tario, enlriiu elle em casa,o acbaudo meia-aberta a por-
la de una rala alfaiada com gimi auperior, date aem
ollia para o interior, como quero eslava cerlo do que o
sen auditor hatia de iieoraaariaiuenle all catar:
A ntantaa immcilialaa iiutta tapada, Josepbina,
'n|"#i- cala uiauhaa em Paru, o apreaao-iue a an-
"i.iiiltt^tfcetin agradavel noticia, porque.....
Mat Ugn vio que a ala catata deaoceupada c que t
i eche poda irupnndt-r a anaa totea. Com a niaior in-
ilitierenga toCoo a campanilla, eem quauto eaperava al-
(iiiii criado, p.n-,e milito tranquillo a arraigar algn
popeit aohre una meia.
Dcpoia d'alguua minutos apretentoii-tb usen criado-
giate Jour, linio moslraa de admirado.
Onde ettaaSra.P |ergntoii-lhc Benedicto.
A Sia. aaluu a oatallo. Peco deaoiilpa a Vio. du o
() Vi que admillireii esta orla as vnssas columnas; e ao
metmo lempo espero ser desculpado de tlguma imper-
feilfe expretsio das nimbas opinies, ou Je quaesquer
erros da lingoagem em que vio enunciadas. Ousare
lambein implorar a vosia indulgencia pela vehemencia
uue eu posta mostrar na discussao da materia, sob o
fundamento, mi natural, Je que possa ter razoatel-
mente desculpadt alguma impaciencia, con que con-
templo urna deliberada violadlo dos direitos do meu
paiz, praticada por urna potencia superior.
Primeramente perguntatei, se be fura de duvida,
que e'sse bil esteja em harmona com a lei internacio-
nal ? Ero, segundo lugar, se a convengao, em que se el-
le batea, foi jamis ISo formal e comprehensivamente
adoptada, que soflra a InterpretacSo que intenta dar-
llio o ministerio "ingle ? Setos, Sr., examinardes a
niitoria dessa convenco, persuado-me de que seris
forcado a responder pela negativa. Sustento que a con-
venco nao admiti tal interpretado. 0 trafico de es-
cravos, nem he piratana pela lei das nac5os, nem pela
lei municipal do Brasil ; elisongeando assim e exaltan-
do o autor de urna medida que ameaca de confiscacio
os bens, e de punicao as pessoas dos subditos de um es-
tado independente, arrogando-se jurisdicco sobre uns
e outros, em virtude de urna lei, em que o Brasil nlu
tem parte, n5o faieis, atruvo-me a direr-vo lo, cousa
que contribus, nem para os interesses da bumanidade
nem para os substanciaes daquella nacao, sobre que
exerceis 18o grande influencia. Seguramente alguma
fstalidade dovodc rodear o vosso governo nos seus ne-
gocios com o Brasil. Um resultado significativo da sua
I ol tica absurda e pueril, ora se vos offerece no direito
diferencial, que tai ser lancado sobre as fazendas in-
glatas, que entrarem nos portos do Brasil. Todava is-
la nao be mais do que urna represalia de medidas, que
nio obstan (o serem injuriosas nacao quo as adopta,
to anda legalmenle juslificaveis. Conseguinlemento
se a Gr Bietanha quiter lerir morlalmonlo um ramo
importante do seu commercio, pode fate-lo com a gra-
vidade devida, e ser escarnecida do resto do inunde pe-
lo seu incommodo Porm, o caso he diflerente. quan-
do ella ameuca umu nacao cs'rangeira e amiga de vio-
lenta mgi rencia nos seus navios, e para com os seus
ntullios, fundada n'uma autoridade usurpado, e de-
ducida de urna interpretadlo illegale toreada dos trata
Cettamente, coma interpreta(3u que a lnglnter
ra d ao tratado sobre o trafico de escravos no Brasil,
por urna parle, e por oulra ao tratado hespunho! du
Utrecbt, oflerece a face da liuropaum brilhante exem-
plo de honra nacional e de boa f 1 Com ludo, se ella se
achasse enllocada para com a Franca n'uma posi^ao em
ludo semelbanle aquella, em que ora se acha para com
o Brasil, teiia proposlo urna medida, qual a que pro
jecta ? Oustria executa-la?
Nao pretendo Iratardos resulladosda miseravelpolti-
ca da Inglaterra em referencia ao trafico de cscravos.quc
bem notorios sSo elles a todo o mundo militado; e lr
vio llie d. escarment: mas allrevo mea ptedizer, que
esse acto pirtico, se for levado a effeilo, producir a
anniquilacao do vosso coinmercio com o Brasil. Nao
e dte suppor nem por um momento, que urna nacao
independente se submetta tranquillamento a urna vio-
lacao to alio/, dos seus direitos; e se o Brasil nao pode,
cuino a Franca, competir com a Inglaterra pelas armas,
elle se deslorcura por hostilidades fiscaes. Debalde se
lazem protestos de que esse acto do parlamento sera exe-
aMBBEMBaatasBstBMttEnatmM3asMMMt>racts3M:
Siippunhainn-nos sos, o nao conl.ua-
ter feito esperar.
mus cun o Sr. tenao aiuanha.
Heataim ; terminei oanirua negocios mais depres-
tado que eaperava. Mat nao te trata disto. ASra. tahiu,
diiea tu P
Sira, Sr.
Por este tl de queimar Ella que tu vive bem a
sombra ; he eapat de vir docnte.
Mas Vm. nSo tubo quo detdc pela manhaa se caca
no bosque de Rliosnv; viole e tantos cavalloa, umu oen-
tena de cadellot, e na trombetas que reacio a acordar os
morios! Dcvo estar bem bonito!
A Sr. nlo podia ir s ente dirertimento ?
.Oh! nao. Sr. diz Jote, que apelar da sua desver-
gnnh'a delacoio o da b.inhumi* experimentada de aeu
amo, pareca um pouoo ombaracado. Pnineramente
aininipaiibava-a Germano, edepoi.....
Muilo bem [ interrumpen Benedicto, continuando
a arraigar ut.inua papel*, o Sr. Julio Robineau he tem
duvida o seu cavalheiro?
Nao, Sr.
Nao? repelo Desronais, e gempro noten lm do
brandura; o cutan quem?
_ O Sr..... ora cu nio lenbo cnbeca para nometl....
Viu. ha du adovinhar...... aquello moco que condoli a
Sra. na calenlia pela fesla da li.nideira ?
Ah Mr. deSaiut-Auand, dit Benedicto com a
mesnia indilTereiica.
__ Juntamente! He precito ter muilo asno para nao
cumervar um nomo tao fcil! exclama Jote, que parece
cada vci mam admirado da impertnrbavel traiiquillidade
do seu amo durante eatat eiplicac.ca.
t'oiaque Saiiit-Amand a aconipanlia, replicn o
amo, citoii tocegado. Elle he tao prudente como hm
caraleiro, e k *eu lado ininha mullier nlo corre rteo
algiim. Etl bem I Rolira-ie. eru precisar de ti, lucorei.
A'etlat palatrua o criado deo inea visita direita ,
torrinJo-ae em arde mofa; eenoollicudu u hombros,
diime la ooiuaigo : lato be muito! croio que anida quando
i nutro cuuteguisae o* eu tos, elle Iho dira muito
obrigado! He mai* um du* bon* rapase!.....
cutado com restricta e escrupulosa attencSo aos inte- tpollulc5o do trafico dos escravos, para que poisa ief Uo
resses do commercio licito; toda a experiencia proclama
o contrario. Os vosso tribunaoi do vice-almirantado
colooial sio notorios pola sua corrupcao e escandlons
injustiva. Ainda naquelles casos, um que as sentencas
dessos trihunaes sao 130 manifestamente injustas, a in
tentada espoliacao Uo evidente e t > atroi, que nio pu-
de ser sustentada pelo tribunal de appellacao na metr-
poli-, a mieravel victima do^ystema apenas rocupera
um resto da sua propriedade no caso du bom resultado:
mas tem de pagar as cusas; o. o que ainda be mais duro,
tem de ouvir com toda a prohabilidaJo allegar-se esse
acto de irrisoria indemnisacao, como um acto da justi-
pa, gnerosidade e boa f da Inglaterra Isto no he
ludo; aodemandar-se essa indemnisacao lanr.a-se mao
de todos os obstculos, que piesuggorir a ingenuida-
de do empregados sem escrpulo; delongas di natu-
reza a mais texatoria rodeio todo o progresso da ques-
lio; econseguiotementc, como algumas rttei acontoce,
sendo limitado o termo concedido para expedir-so a ap
pellaco, fica a parto pritada de recurso pelos latos do
subalternos interesseiros, que de proposito relecm a
prova documental nocessaria para instruir a sua appel-
lacao. Isto nio he ficcio; pois que os ptoprietarios de
navios perlencentes a subditos da vossa navio talve? pos-
sio altesta-lo. Portanto, aftlrmo que com esse acto
ucnbum navio brasileiro estar seguro nos mares d'Alri-
ca. A sua nacionalidade ser bastante para sua con-
demnacio por sentenca do immaculado tribunal do vi-
ce-almirantado de Serra-LcOa; e he muito bem sabido,
a que extremo podem ebegar as autoridades daquella co-
lonia modelo, quando se (rata da condemnac&o do um
navio apretado. Occorre-me umexomplo familiar na
descoberta de urna toatativa clandestina para se intro-
ducir ferros a bordo do navio tnetcante brasileiro Iir-
melinda, com vistas do assegurar-se a sua conliscacio,
cujos pormenores se acbio referidos nos vossos docu-
mentos parlamentares, se bem mo record, delKU
Porem, abstenbo-me do entrar no desenvolvunento da
cotrupcio e depratacio desse miseravel lugar, de
que he difiicil decidir, qual he peior se a epidemia mo-
ral, se a physica.
' e pois o trauco do escravos nio be piralaria, nem
pela le das riaioe*, nem pela municipal do Brasil, sob
que fundamento jurdico poder. a Gro-llrrlaoba arro
arc funceoes legislativas sobre os subditos daqticllc
imperio, e cumuiinar-lbes penas a quo assuas lei- os
Rio subjeito P Dio Ibe os tratados tal direito, ou fui
jamis concedido pelo Brasil um privilegio lio especial
a Giao Bretanba ? Tem c>ta potencia a certeza de que
os outros estados europeus, que esli ligados ao Brasil
pur vnculos de ainuado e suinmercio, Ibe consinlii
usurpar tal autoridado ? Ainda quo Brasileiro, nio sou
amigo do trafico dos escravos. inguein mais sincera-
mente estimara a sua extinecio ; eaoio ser a nter
venci da (rio Bretanba, orejo quo ello teriu ha muilo
murridu martt natural para temple assim no Brasil,
romo em qualquer nutra paite. Porem a sua existen-
cia, e a sua coosequenlc o'usbumani tadu ainda nao es-
li reronheeida* corno meios justificativos para una
putencia agressra deixar de parle le tas nacoes, e
aprestar urna esquadra de corsarios contra ocniunier-
co de oulro estado mais fraco. Portanto, urna denun-
cia st- roolvpa do trafico do escravos nao pdu servir de
resposta as quesees a cima propostas De mais a In-
glaterra anda nio ha tanto lempo que se purificou da
* A iiiipesaibiliilade de Benedicto ootn rffaiiu em nada
se altern : quaiiiioeJJe aeaebiiu ai), apei.ii-do que ac
bava de aaber, ehegoo nina i adeira para a mena onde ca-
tatan oa papis, o poi->ea lomar anas nota.
Em quauto ae elle entrega rain uceupaeSu, vainus
nos dlter .ligninas palavras do que setegmo ao ten cam-
nenlo oom a hllia do Mr. de Cliamhry al o momento,
em que nos nnhamoa,
Como BenediotO desde a tila cliegada a Parii hatia
patsado ala grande e feito boa figura, n.o Ihe faltaran
amigos, quo o a presen taran nar sociedades, onde foi a-
oolhido coiu aquella deferencia reservada a quem po>-
Hiie nina furluua i:olisideravel, o quando se amibo que
era litro eaulteiro, eaaa deferentiia se Irocou em aduiir.i-
C.io muilo capa/ de Imonge-r lima peaaoa, Cuja bonhu-
na natural nao fuste lio caraclcmadii.
Dcuuu-se Benedicto alagar por al;;nm lempo sem
mo*trar-scsncinao de mudar de poai^ao. Depoia eiu fin,
ennontrou Juaepltina, urna daa no cas rara* que no
vemu preced-ule oblivera maiur voga. J.i labenoa cp-
nio i vista dclla perdeo ello a tua fra indillereiij, e to-
mou a resuluc-iu duaccasar, a cuino era fin conseguiu
aiiofaier os seus desejo*.
Mas esloeasaineoto nao se fe sem excitar alguna inc-
xerico no cirlnlo une BenCdiolu froquentav* depoil da
sua residencia en Parii. As inullicres, que por tua pro
pri* cunta', ou en favor de alguma protegida haviao ani-
lidonadu um neo calabeleciinenlo, viriu-ae cruelmen-
te embada*, u espalbarjo por onde ello ia, na boato* oa
mais ridiculos o odioso a respeito de Derosiiaia. Como
a tu* luocidadc to bata pastado fura da tranca, e
iieiibiiiu loa que as oiivio eslava em calado de deamen-
lir foriiialuieiilo ai prupoticfl* lanzadas por oda ou por
aquella, io ellas por diaule, aem eiicnnlrarein obstcu-
lo*, na sua obra de maidude, que dario invej i* ao mais
ooiiMiinado iutrigaule. Dizio <|ue se nao sabia o que era
oslo mlroao ; que quauto a soa fortuna, poda a *ua ori-
gi-ui nio ser Io pura c-mo eingeral se imaginava; que
pessoas quo haviao residido na Turqua nao coiihee.i.lo
em Cciiatnilinupla familia alguma du negociantes do Hu-
me de Detronais : quo o ministerio dos neguciot etlran-
prodig* da sua execraca i para com aquelles paiief de
- ujos subditos alguns so empreguem anda nelle. Com
tuda, succedo co-n as nacat talvoz o mesrno que cotn
os individuos ; pois ha bem ahilo, que nao ba mai*
desapiedado e cruel perseguidor da castidade perdida do
que a prostituta reformada.
Porm, antes quo concilla, permitti-me chamar a
vossa alinelo para outr.i cunsoquencia desia medida,
que paieco haver esiapado .i vossa red lio; o tena a
sor esla, imprimindo vos o ferrete da pirataria em todos
os navios, quo navegarern com bandeira brasileira no*
mares d'Afnca para um fim illegal, fareis das tripolagSet
desses navios verdadeiros piratas; consideracio quo nio
deixa do-ter inloresse para os vojsos marcadores deou-
ro < ni irl'nn na costa, o tambom para os subscriptores
do Lluyd. pois que he muito do presumir, que ningueo
>e subjeite gratuitamente a penas, que Ibe so importas
por urna potencia, quo nio t-m oulra autoridade psra
exercor a jurisdicQo, quo se arroga, nenio a que Ihe
hadada pela leido mais orle. Sou, Sr. vosso obedi-
enle servo Um Brasileiro.
Londres
FRANCA.
O Constilucionnel enfurece-so contra ai medida
que o gnvetno ingle/, so propo tomar a respeito do
Brasil, para o fin de acabar cora o trafico de escra-
tos :
a A Inglaterra prope-se, dir o Conttitueionntl,
subjeitar o Brasil, i nicstna neerssidade. 0 Brasil (i-
nha em dilli-rcntes pocas fuito couvenc.de* com a In-
glaterra para a extinecao do trafico de escravos ; a ul-
tima, que era du 1850, durou pelo espseo de la an-
uos, e expirou em marco passado. O Brasil recusa
obslinadamenle renova-la, c concluir urna nova. Qual
he a conducta da Inglaterra neste cato .' Ella lanca
mi do I" uiiign da convenci de '8:6, isto be, de un
desses prembulos geraes que, se pOom em todos os tra-
tados, o pretende a furca ter inspeceo obre a bandei-
ra brasileira. lio impossivel violentar e mais aber-
tamenteos principios da le internacional. A pirata-
ra lio um direito contra a lei das narOet, e sendo O
piratas perseguidos por todos us paizes, esto subjeitos
a ser julgados e punidos por qualquer naci, em eujaa
inaos cohitem Was por isso que um paiz na sua ju-
risprudencia nacional assemelha uin crime i pirataria,
pab que respeita a sua punicao, nio se teguo, que
elle abandone aos outros paizes o seu direito dajurii-
difao sobro aquelles dos seus subditos que commette-
rem ese crime. Assim, porque o Brasil declarou co-
mo pirataria o trufico dos m gros, nao tem outra na-
ci direito do Untar como piratas os Brasileiros que
negociarem em escravos Somento cada naci tem
o direito do executar as suns proprias leis a respeito
dos seus subditos, e nenhuma nutra pude por si usur-
par i sse direito. Tamben) os Estados- Unidos e a Fran-
ca assente bario o trafico do escravos a pirataria. Se-
ria estriinhii que a Inglaterra srim o consentimenlo des-
sas potencias trataste como pi-atas a cidadios ameri-
canos ou franca es culpados do fazer o trafico dos es-
tratos. Quando as leis mglezas assmnelhiio o trafi
cu de estratos a pirataria, o parlamento inglez tete o
cuidado de estipular que os natos e subdito* inglezes
captuiados por pirataria s podessem ser levados ante
os tribunara inglezes. Porque rali i.pois, quera Ingla-
jtmmmmimsaauumKammmmmmmmtmmammmmmmmi
giros poasoia iiiforuiaces ; mat talvrt nio aoubeoe lu-
do : que se dovia por lauto naturalmente auppor, que a
espci-ie de iiiyalcii- que envolva na antecedente de Bo
neditlo, ueciiliava fnelos poiu-o honrosos. Os mai* t*v
mtra/io* formaran iioiiji-cliiras, e as impingirlo come
resulladoa de roinuoiosas invealigajee; as ancdota, *
aventura* aorgirau de luda a parto: era i quera mais no-
ticias dava \ ].\ os pais de Dcarotiai* au havifto sido ne-
gociiiiuca, e mu corsarios, depoia piratas, gente deiae-
o o corda, que limpavfio os mares do Levante de gera-
liiii en geraciu, o a guerra das llellenaa, o at devatla-
coea que dclla f irlo eniisequeneia, laet eran em ultimo
reeulladu as fume* odi-aaa du riquezas muilo para dee-
jarem Sflni duvida, mas sob c-ndic.io de tercm adquirida*
honradamente.Bm unim,er* necessano etur deeidi-
d.uneiile abandonada de Ueos, e sor falla de toda adeli-
cadeza para lauenr-se no bracos do aeinelhantu humera.
Todava qu iiido os malvolo* eoiniuentario* filerao o
seu curia, cuno en Pri* ludo tcgasia du prosa, firio
iliininuiiido oa clamorea, ale quo cestario de ludo. Co-
mo iiaer que teja, Josephina, a quem teu pai baria cui-
dad-.-- preservado dv tuda esta bulla, Josephina, dsc-
olos mis, rciioiibeeeo pouco depoit do ten casamento,
que a sua ventura podia ser cmplela. Nao*i milis alle-
gado uiua piiaic.iu inesperada ; nao s seu marido o
motlrara alfavel e atienoioto, sempre benvolo para
com ella como que depoi* de um ealudo, que a tu fi-
itur.i c laclo femiiiinos abreviarlo, ella julgoii poder
allir.n.ir que Bcuediclo seria sempre o metmo, ainda
in ando -in dia o seu amor ae nao conservaste no metmo
nivel. Com eft'eito ella se ceititic-io, do que atqualida-
dea de Dearonai* Ibe eran na tu r*e* c nao nmpirada por
mu aei.limcutn que na verdade lem o poder do niodi-
or na naturezas mais pronunciadas, pureiu pastagBira-
inenle; regosijou-su do resallado do suas obacrvafOat,
c e-i -i up issou-sc de tio vivo reconhecimento poraeu
marido, que a despeiio da sua neoestidado de agradar, o
er admirada de ludo, jur.ui mental me ule e ooiuiince-
i id.ide, l.uer da ana parto ludo, qu oontribuitte para a
felieidade daquclle que a hatia eaoulbido entre lantat
oulrat, lalvct igualuicnie meruoedurat.


I r
fraimpor so Brasil aquillo a que ella mesmi nSo se
quiz tulijeitar pela itia parle ? lia aqui urna flagrante
violaco dos principios mais clomentairs da lei das na-
Ci-a. Ha lamhem um clamoroso abuso de poder A
Inglaterra aprovrita-se da sua superioridade naval, e
da flaquera de 1'ortugal e do Brasil, para opprimir
estas duas patencias. Fila rommctto uin acto de ini-
quidade em nonie da philanirvphia.
(Timti.)
INTERIOR
BAHA.
CHAPADA tlMM'NTlNA.
Ive chamar u ait ncHo do publico e mesmo do go-
veroo a Irequente emigrado que ae ba leito n ales
ltimos mezes as lama diamantinas, das difieren te
citases dos habitantes desta capital que, largando de
niio seus estabelerimenlos empregoa c suas pro
lines, presurosos so entranlo no reconcavo da pro
vincia demandar urna fur luna, que a prodiga natura
za e a abcnr; ada teira da S.nta Crui prodigalisou. sen
muita fadiga e nenhum obstculo quclles que
emprehendein eiliaurir de leu seio esta mina inex-
linguivel de riqueza e ci elicidade. Sobe i poni
de admiracio o quanlo lem exportado para aquel le-
serios o coiniMTi ni de-la capital ; milhares de con-
loa de ris se h.io transformado em diversos gneros,
que alli Irem prumpla extracten ; o se desta permuta
de gneros alituin incremento lem vindo ao commer-
cio ; soascifraa arrecailadas para a fa/rtida teem apte-
sentado augmento em suas suinmas ; se as transaci/Oes
coiiuiierriae teem mostrado n.ais vida durante esta
emi/rai'ao; he do concluir quealguma ulilulade geral
tem trzido a descabal ta dos lavras diamantinos a pro-
vincia da Babia, e a alatumas que Ni II. mi em c inl'K lo
inmediato. (Jm concurso de mais de 30 mil cidadeos
acba se bojn em residencia nos Ires pnncipae ponto,
que ronsliluem as lavras ; e diirerentes gneros de ne-
gociaco tem-te alli etsbelecido o adoptado pessoas
ha que erectamente i-xir ibem o diamante, empiegan-
do particulares procesaos e dillerenlea apparnbos :
outras liicni de comprar a retalho, lormaiido grande
quantidaue da uilaias, e dirigtndo-se para cala capital
ou n.esmo para A corle a v- inicien. | articulares; ou-
traa, prelenndo o negocio de caholageui, empreguo-i-
eiii comprar e vend r gaera* de primeira oecessidade
tos que actualmente all existem, e no i|Ue tem lirado
incalculavel interesso. I'inla-se o lugar del ininns do
Assurua como um lugar de deleite caprasivel em que
reina muita ordrm unio e segutanca individual ; os
seus habitantes, u despetto da hcleiogeneidade de clas-
aes, re-|eil;io fe mutuamente, e exclusivamente se ein-
pregaonoramo de negocio, p-ra o que, de>preando
seus coilllliodoS e lamillas, -e enli.iiiiiao no 8 lo da
natureza ; nenbuma autnridade pohcial ou militar la
existe, e os 11 unes al boje sao desconbeados pera os
pacilicos habitantes da Serra-do Sincora : entregue-
todos a una e-|it.iiic.i de elicidade, cuidao estes ci-
dadans em indagar qual o terreno, c qual o lugar que
mais proporces garante ao es/eculadjr mineralogista.
que cava a (erra s com o intuito de echar um ger-
men de leliciiiudu ; e de fado por aqu se espalha que
distas crnitnai de aliaras extrahidas das minas diaman-
tinas dill'ereutes particulares team adquirido colossal
lorluna (O CtmtHtreio). s
^^S!~!~mmmmm -----L-----------1
Publicando i pedido.
CAKM N
que em honra tina Exnis. Sr bnelo de lloinarncn, c Dn-
tningo Malaquiasdu Aguiai Hice Ferreira, vice-prci-
ilrnle derla provincia, ai rummcmladur na ordena ilr
Clirslo, recilnii, 6IU presenca th uicvino \ms. Srn, ,
Joan de Barros Falcan de Albuiuierque Maraubao, be-
rharel formail" em scu-ncia* juriilioas o aoeiaee, aaaciu
correspondente das oriciladc auxiliadora. naeiniial d.i capital ilo imperio, ila academia du Arcada
de Huma, edu instituto llMlunnu de Franja.
Amiti don u ci-l, tutiep des grandes /Imei.
VoiTAIRE.
lili I iliini dos Cena I ol rundida maiinde !
Unce eiuMiii, delicias dua luiiuaims.
Tu s um tirnie est'.iu lis alma gr.Hlik'8.
Bella reunan, onde a anillado
Dasperla aesacciea brandas, auarea!
Tu em Irrnm transpnrtra me arrebalaa
\' mniiiCena, din Densea murada!
Mi'deln Ha virlude 1> par snlilima!
Ol yinluil" prerlnrn de raiidurn,
De mornl, de ratn, de Ins. de siso !
Que anena de ternura deaonrlinn
N'prte almo da, candida nmiade,
TiiiIii i'liein de affeno, nnnanjrradu !
I'erfnine nabaieiia o rale nniign
Ai' tenj|i|n exretan eleva em leus Inuvnres;
va cen tuliaa a Fama na apregna,
E proapero destino aobranreiru
A* ningiri liaonja, torpe invrja,
Ua f.'ij. cleniisar. tranapoiiHn na a'o'lns.
(eneman barftn, gloria da |lrin !
Once ornamento aeu! ten firmo entejo !
Quo inexhaualntheaiiurii do bmidadc,
l'aii pura, enatural e mageatuaa,
Rrilliante eapelho de inclitaa virindes,
No clinrn Jinijfo lena, fiel, prestante.
Patrintiarao puro, inmaculado
Llie i'nelie < onraro, asiento d'nlina :
HJxireniosii rundirte, pni prurlento,
\ uslero adorador (la prubidade,
">(') nella lem o ser, ai'IIS |nllf a nieiltol ;
Fm da virlude o preiniu de si mesmo,
I)j inl'.ime ii|rniirl;u, as negraa vestes
lamis robrju-lhfu peitu bemfaxrju;
Ti illi.....le a senda da verdade uiigunta,
Caita sulimissii a fronte as leia do Eterno,
legue n lielii;io, aeu Cllllo evinrin
l)o fern r.-i-inliamo a lurliii nrdente
Chelas rallo vigor apaga, extingue,
A* iir.-in ila mentira deapednea ;
K a san pbilanpliia branda, e pura
Que era Iwfeju oelesle estende ana homena,
Que us marca das cieneiiis illumina,
E as rebeldes paiXO>* deaeiifreiadas,
Punen a punen r.iJHiniidn uusa exliugui-las,
He ilo sen eiir-em' imijuc Ihesourn.
Saeriisaoia nniiiinlo en lerailu!
M niea da simas geuereaaa!
(jinic do ('.un s, eiieu encanto,
Froeln da reflexan, ilu mulim atfeeto,
Doce enlaei-, ailraetivo, esseneia, e vida,
S.n'ieluiii .i ,,f lliei.o. do peilo alent,
Que magesluao qnsHlM re|iresi-nta !
fulla em mus desf.i7.-sn a N:ituretn
N'uin (lia festival, que exornan raigas.
O piililuil do reiuursns nao fusila
Ns sajjrndns allaies da nmiade.
Caradura, araildsu, singelea,
Dole do enraeso, dol* de apreco.
Mesiaa alma heis so eiicmilra reinfio.
Ol: bella bolrilevaa, wansao, dilusa,
Onde n iinioeenea, a paz, il"-e alegra,
.\ 11111 ,i udi.id.-i. upirailii aempre,
Da milis aalila virlude ato u f.nl-lu.
tlf veneno nqui, Inrpe calumnia,
Que flmenla a .uibicau desenlreada.
flan supra furiosa, atroi. nefanda.
ingelfiS Cor.ii;oi'S san a estatua.
Que a amiiade fuuduii para os amigos :
Kslaliias no lyraiions imloiiiaveia,
Da huili.inidade al-jn.-e furioso.
Erige eailulaea, o erinie, a infaiuia.
Tu do ilustre b.irAo amigo charo,
Es brillianle fanal iln prubidade.
As ahitas pirmide pasmosaa,
>l.....linelo do urgiilho, e da vaidaile,
(.'njs i lino i. Gmsratear se alrevfiii,
Sobre as alas dna n-eulo se esleiiu,
lliin de cintilo se extinguir, em p turnai-sc.
DeixS que n valo cunto em doce nuiro,
Do leu dilecto auiign, e de li uiesiuu,
0< /neelaro exeuiplua iiicnioraiiuus,
Qi.euleiii d" rvm passsrafl aeguroa.
A I'-mu.i. dadiva dos iNiimes, *
l'iegoeira inmortal de feima nobrri,
A iimiiaile consagra tillares, templos *.
0 lurbllhao das eras, da idmle,
Jamai piule apagir tac iiiuuuiiienluS.
En lenlm um eoiai;ao que mi perienco!
Eu son Indo |.i miit ni fie .uin'" da
A prol de vnrau iioiue, l,.na- -nxni,
l'arei i|ue una doce arruolm de aleona,
1 eeeudu liyiuiio, c embudando a i ai bit,
A gratulan Unwiuigii au astro uba.

CtMMEitclO,
Durante o trezanuos que se segur.1o, pareca sea*
peranna dos dnus espon a nuil completa; nada ner-
lurliou esto unan formada sol) na mal tcllie auspicios ;
Benedicta iiu.tr.iv.i-e aempre S.tifeilo, r seu (cun u-
nilornie e benvolo e baria anda mais descniolvido ,
JasepUiua, anagaoi*, aduraila, i xalind pnr sen uiariou.
brilli.iuiln i lista de nina casa esplendida, dando fesJna,
e reecbi ndo-o, eorri'Uilu de eouiinuo de mu ouir-.
praser, e bre ludo ei liji.-ando a iii.uor prrle ilaiinetlea,
que em uinio lempo lomasen a sen resuella) are d> pro-
teelora, Joseptilua difeiuo no, nao aehava n lempu
Millie i'ini- para gozar du vida, e nai sabia i-uiiiu pnilia
i|.;ueiii nnrrer lie ilei.;()slo.
Alas in-:n seillple u jiraaer he piazer. diz n |meia nrien-
tiil; depuis ile alguna anima lie existencia irivnla e holi-
C-'sa a dama sentln-sc ponen a |iuueu rahir rm lal ralftaiai
de languidez, que c.iinlialidi n priucipiu cuiu f< liz Ti-
siiltudo, vi u final a doiiniia-la. Veidalle lie i|ne sen
tieniu e\|ln aaa pe h llmenle i-sla nma Miiiarau de ana
atis aiiiuaelU indo i.....i vitaridade, |Hirque rataaiir*
;ani.-.M i'm .- ai'iisiliva ae enervan inaiitia asefarcaas; pnr
que nellas essa niesiiu fieqoi ocia .le i-iiac6es fodes li-
ra de proiupt a faraalaUda de sentir. Como i|aacri|Mr fo-
se, debalde J..eptuua lllolllpln-ou lis tullceles e dl-ir*C-
Cdu de tnila a eapecic, nao llie baslats in.ii u miimln a
uecupji o en pcusaiucuix ; n, van empregat a eu ma-
rido lodo o ftelai e cuid >d*' em enibelli-i'er-liie n da, a-
liora pareciao-llie mala liiugas do que em nutro icmin.;
o ent.llmenlo, e.la aii|jiiiia que eouaidala o p. brr la-
borioso, r elle ciiiilo-rsur ole mal d neo uei. so
Alaudega.
Rkmumknto di ni a la................11:305 j0.r)3
ternvel eiilaiaoe uin coine^uu a api ..\ iinai-fe (hila, c
f'aier-lhe si nlw ana delulil4il.ua influenoia ; que imp r-
lasa a|aie ella reo piluiaa.e, e i,.rn .. a rerapiiuler es
niaaei rusa rase que llie-lavan scilipir udireltu deas
char-e felu. e a sua logiea su .li.laiia ,, eo e,p,nl ?
ae o aeu a^rai;*.'nao re. ubi-calor cae a vida aj. pri-
ineiro ISu esiiiiiala perd d.ariaiuente ile sen lalur.
Benedn I eeae cuiiera>a-ae empre telit a aeu mu-
do, iatu he, calmo, malleravel, buiu e prateiileim.
j.aiephina ulhva-o alsumua vcus caan inveja, de ou-
iraa ovm^deapcilo.
Hatla inuiloa raeiea que ella eslava nesto catado de
lnguidas inaappurlstr^ea qual as innlherra iMerem
todo u pceo escapar, anda a expensaa de aua honra n
eon-idecij-ao, ipiandu Benedicto vein um da anininci.lr-
llie una faial noticia. Ao que elle diaia, aun fortuna es-
tala tocicuicute cuita|iriniicitid.i. Desde u aeu calamento
e para sansfe/.er ao luxu rmnosu da vida del'.n-ix, Dr-
r. snaii Imita veinlidn nina |r.uiih- parle de ana Ierras,
e alirado-ai' n ci-pecieaee-; apelar de sua infelicidad.
nas priinnras lem.iiivas, elle c. ominara afnutameute,
i'fperuudo recuperar perdido, e se ii-soidara a alquil.
haii.|ueirus i'sir.iniji ros pala lllinir-e una fabrica em
ti rumie (acula, que detia Imhci lunar na AHeinaiih. A
einpreta .1 o no primeiro noo c.perane i degrandesbe-
in hcio, mas iiilinini-lrad re-ufi. isOeilarJo ludo o per-
der, a fabrica paren, r quaudo tem a liquidacao, alem
il" capital perdido, a iicieil-de aehuu-ae alcancada Oiini
difieren es forneei dores em urna aomuia cmiadriavel.
A.. ettnfi saar eele deaaslre, (|ocdiiuiinjia a ua luelnnn
ilc ihiii leryo, Hi-nedicln pareca breludn deseuliso-
lail.i pnr que BUS imillicr lena de ffrer privara} a, a
qual desua parid au ebsUnie moalrar-se ainda ha paiu-
e iau ilrspiriailnra das tiquciaa, oiiiitn aeiisivi 1 fui a
ei.' guipe. Has sen marido ajiinlou, quo tal vez nao (--
livctac iitiul tiniii pcriiiilo; que elle su propuuha alo-
mar jios-oalmeiit. pnrie na liqoidaci e i|uc entrevia ja
os muios de ublif-ur a rennuicau os tclhacoa, que ba-
iiao airunniilo a eu.prein; e terniiiiuu dizeiidu que a aua
preaenc.i ir.t luc ssaria na Allrmanha, e prop-s a aua
mulhci MC.oiupaiiha-lo.
Esie abalo, as picei upaee que selhe srguriii tu
pn.jei i., de amia vi.oem >az louga, arrancarau do u-
b lo J..ep|iuia" aua perigosa laaiguidez. Em sel de fi
car nnii abolida ella se senta reanimada por este iue.i-
iiciite inesji rada; tuimu inirepida n aeu paittdu, fea ia
pr. rinantos ila v i.ioein, e Ir da depila corra lia
poia, au la.lo do sea marido, pela unad.i de Strii-
buaju.
t-.lla n ao..iiiiiiIii.ii eiu luda a suas estacoea na Allr-
manh. percurreo p.iz cuau elle, parlicip ndo daa ana.
auccessivas esperancis, e decepc-e, e cuncluindo por
DticarregaO koft 14.
BrigaeCumberlandfsrinhs.
Ilr igueA rmoriqumercsdoriil.
BrigaeSultanacanos d ferro.
BrigueEcho fariobs e bolaiinba.
importacaO.
ECHO brigoe smeriesno, rindo de Philsdelphii,
entrsdo no correte mez, a coDiignaa;io de Malbeus
Austin&C, manifeitou o seguinte :
168 barris potssss, 1630 barricas fsrinhs de Iri-
sjo, 420 barricas bolaiinhas, 1 caixa olesdoa.lbar
ril tints psrs typograpbis ; toa coosigoalarioa.
CUMBERLAND, brigoe-eaenna americano, sid-
.loaJePhilsdolobia. entrado no crranle mea, a con-
signacio do Malbeus Auitin & C, manileatou o le-
guinte :
II10 barricas e 116 meiai ditas lariohs de trigo:
aoi consignatarios.
Geral305*313
Consulado.
BKNDIMENTO DO DA'11.
Provincial42*278
Moviiuento do l'orto.
Navio mirado no dia 13.
Pigoeira-, 38 diaa, brigae portaguex frimavtra, de
175 toneladas, capitio Joii Callos Ferreira Suares.
equipagem 15, carga vinho e albos; a orden).
N'avio lakido no mesmo dia.
S. Cal harina ; patacho braiileiro Temerario, eapitio
Manoel Jos Prado, carga aal.
Observofdet.
Atravessrio no lameirlo o brigue brasileiro Marta
/., e s bsrea brasleirs Improviso, indos do Asa, ca-
la com 6 dias, e aquello com 10; mas, apena largarlo
o pratico, aeguirSo para o Rio-do-Janeiro.
Paisou para o Sul um brigue.
Editaes.
Perante a cmara municipal desla cidade, naa ma-
nlas de I i .boje;. 16, e finalmente de 18 do correnta,
se ha de arrematar por lempo de um anno, contado do
I.' do dito met, o rendimento da afencao e reviso. de
conforiuidsde com o regulamento de 12 de marco do
anuo prximo passado A quom mais der sobre
13:653,660 rs ren lmenlo do anno (indo.
As pessoas que Se propoierem a arremata-lo, pode-
reo concorrer nas indicsdss pracaa, manidas daa ne
c-ssarias habililaroes, e fiadores idneos. E para que
chegue ao conhecimenlo de todos so mandou fszer pu-
blico pela imprenaa. Recite, 11 de outubro de 1845
Lni* Frtnrico de Mello Cavaleanli, pro-presiden-
te.Jallo Jote Ferreira de .'/guiar, secretario.
Perante a cmara municipal desta cidade se blo
de arrematar,nas manhaaade I) (boje), 16, e finalmen-
te de 18 do corrente, por tempo de um anno, contado
dol.s do dito met, a quem mais der sobie o pieco
medio dos tres ltimos snnos, separadamente, os tu-
llios dos acouguet da Boa Vista e Cinco-Pontai.
As pessoas que se propoinrem a arremata-loa, pode-
rse comparecer nas indicadas pracas, e para aaber nos
procos, ns contadoria municipal em qualquer dia ut!,
de tnanhaa. E para que chegue ao conhecimenlo de
todos, se man lou laier publico pela imprenss. tVci-
le, II de outubro de 1845 Luis Francisco de Met-
i Caralcanti, pro-presidente. Joo Jote Ferreira
de Agina, secretario.
Miguel Archanjo Monleiro de Andradt,offtcial da i'm-
peiialordem da /iota, caval tiro da ae Chfitlo e
inspector da al/andega de l'emambuco, por S. M.
Imperial, obenhor O. Pedro 11, que lieos guarde.ffc.
Faz saber, que no dia H do correute aomeiudie,
na porta da alfandega.se bao de arrematar l'es camas
de ferio no valor de 30> rs., impugnadas pelo guarda
Honorato Barboza da Costa, no despacho por lectura
de A St. Martin sendo dita arremalaco subjeita ao
pagamento das d>reiloa,
Allandega, 13 de outubro de 1845.
Miguel /trekanjo Monleiro de Andrade
Uet larages.
No ce-consulado da Prussia, nesta cidade, de-
seja-ae aaber da Carlos Yon Hagan subdito Proniano,
(anteado do m|or Von Kapbengsl) que veio de passs-
gem ou em servir] no navio ingler. Umttd.cpilan lier-
Ibold, ebeaado de Hamhurgo este porto em 98 de ju-
llso de 1844: cujo Von Hage, fni aqui deaembarrado
por causa de molestia, e nlo continuou pnr isso no dito
navio que proaeguio para Caloutla Boga se por lano
quem delle tiver noticias, baja de as declarar neste
vce-consulado, em beneficio do mesmo Von Haven.
Vice consulado de S. M. el-rri da Prusiia em Perolm-
bueo, aoi 10 de outubro de 1815.
Jos Digo da Suva.
Viee-conaul da Prussie,
=0 administrador da mesa de recebedoria de' ran-
daainlernaa geraea, tendo annunciado pelos Dura s,
que ninguem poderi vender cartas de jogar sem aerem
piladas,o pagar o imposto de cenlo e aessenta lis por
cada baralho, ninguem tem comparecido a sellar; e
uor essa omiasio ellevai por em eiecurio o artigo
4. do regulamento de 15 de junho de 1845, que he o
seguinte:
Artigo 4.a Asearlas quo aeacharem exposlasa venda
oa em uso em mSosde particulares samo sello designado
no artigo antecedente, oa com o sello falsificado, senS
apprehendidaa, e aquello, em cujo poder forem en-
contradas, nea aubjeito a urna n.ulta de 50,000 rs.
por cad baralbo, alm daa penas do artigo 167 e 168
do cdigo pnala.
E para que chegue a noticia a todos, lr,o o presen-
te annuncio. Recebedoria, 11 de outubro de 1845.
Francisco Xavier Cavaleanli de Albuquerque.
jfdminislracOo dos ttlabelecimenlos de caridade.
Perante a adminiatracio doa estabelecimenlos d ca-
ridade, ae hio de arrematar, a quem mais der, aa ren fas
daa caaaa da ra Direita n. 8 ; na ra do Florianno ns.
17, 47 e 49 ; no becco da Ceivelha n. 5 ; na roa do
Fagundea na. 32 a 34 : na ra de S. Jos ns. Bell;
na ra da Cateada n, 34 ; na ra da Boda ns. 3 e 7 ;
na ra Nova n. 43 ; por delrai da dila n. 18; na ra
da Moeda n. 31 ; na ra de Fra-de-Poitas n. 73. e
no fundo da mesma n. 70 ; na ra de S. Thereta ns.
4 e 7 ; naaCinco-Pontaa na. 70 e 98; na roa de1 Hortas
n. 33, e na ra da Gloria n 65.
Os licitantes poderao comparecer na casa daa lula ses-
soes, na ra do Cabuga numero 5, no dia 17 do cr-
tenle mea, pelai 10 boraa da manbia, munidos da leus
fiadores idneos.
Sala das sessO-s da administracao dos eslabelecimen-
tos de caridade. em o l.'de outubro de 1845. 0 es-
criturario, A. A. de laidas Brandao.
THEATRO PUBLICO.
A NOVA COMPANUIA ITALIANA
dar a 7.a reprraentacio lytica, em continuado das
24 prometltdas aos >rs. assignanles, quinla-fetra, 16
de outubro. O director avisa aos xn. que inacreiero
oa seus nomea para a compra dos bilbelra da recita
du ELhXiit D AatoR. que ellea ja se acbio promptos, o
que por isso os podem mandar buscar, quaudo Ibes a-
prouver.
U agrado peral com que foi recebida esta prca fz
esperar a toda a c tnpanbia um concurso lio brilbante
como o que a honrou na primeira repreaenlaclo. a* que
pela duvida em (|ue a ronipaohia eslava de ser bem ou
mal encuita pelo respeitavel e illuslrado publico,foi,pina
asaim dizer, um ensato geral.
Agora, porem. que acompsnbia esta perfeilamen-
te convencida, peina applausos que recebeo, do qusn-
tui ella agradou, envidara todos ua seus tslorcos para
m'elhor desempenho dos seus papis.
O direotor declara que na noute do sea beneficio
neo enlrirso na platea mais pessoas do que aquellas
que nella cabem ; mas que os bancos, conlendo cada
um 8 pessoas, nSo eslavio todos desoecupados, porque
slguns huuve em que apenas eslavao 4 ou 5 pessoas;
e que so alguma conlusao appnreieo na platea aunenor
fui por n>o se guardar a disposicio estabelecida a rea-
peilo doi lugarea, poia por estarom numeradus os as-
ientos dos bancos nos meins bilheles com que os Srs
especladore os devem oceupar, fcil be ettarem com
toda a commodidade, e quando por engao os seui
lugares esleiio occupadoi, podem recorrer aos porte-
los pata oa lazerem deaoceupar.
O bilbelesde cainarulea e plateas, assim como o lo-
Ihetos da IraduccSo da peca.achio-ae ja a venda em ca-
sa do director, ra Nova. n. 7, o no da da representa-
i ao no botiqun) do thealro. ,
sonteressar vivamente mi rcsulladii de um negocio, qm
poda resiituir-llie, se tnaae bem suecudidn, una grandi
parle da fiiiiiin.i, que ella agora laalimava amalgmente
haver perdido. Bala viageni prndiizio ainda nutro eff.-i-
lo, a'.em da actividade que llie dera ao siingue o energa
aos nervna ; ella aeniio mu arTecto maia verdadeiru i
aiaatia lerno por aeu marida, cuja bundade e docura ae nS
lieiviJo amis desmeiiiido no nieio daa liquielaciVa pni
que pa.sar.i, e que pareca com clleito duplicar ai xelu c
'lili;eiicias para d|rular-lhe, e atlemiar as Coiisrqurn-
a de sua imprudente cspcculafci, ainda que em
lini elle >ii as hcuveaae eiiiprelieudido na iileia de stti-
leninr pnr maia lempo, o luso de tima existencia que elle
saina A di sliiiu lira va.
Finalmente depua de um anno de viagena pnr ludo
o e.niios da Adviiiaiiha. de tribolacoes, du penaa, ddea-
forcm, de nciividade de que iingiietu o julgra capaz,
Benedicto Cunseguin reembolsar quaai a lutalidade d
' apilaea, que lluvia enipregailo na abortada empreza.
Juseplina aemia-ae arrebatada de alegra i mas linha re-
ebidu nina boa licao. l'.lla iii--snm exigm do marido un
euiprcjjn menos produciivu, pnrm maia seguro, dn,
soia eapitae. e prometleo viver omn cconuiuia, arran-
jando-se de meiueirii que nao desecase externriuenle da
lo.Men, ,|ue d'anlea necopara no niiindu.
l'ni aigiiiit lempo ilepois da ua n lia que a joven da-
ma excituii aeu luaridu a comprar a linda herdade de
Khosur. Passando ta seis mezes du bum lempo tu, cai-
po, varinva-sn a vida, e por nutra parle ar>quirAu-ae na
Miel.. de vnllar pelo nvi rilo Paril, cent jo si ni risco
de eoiiipronieller a fortuna rooovava-.e a vida brtlhanie,
Iuo em nutro tempo solevara. Esto arranjo agraduu
vea em prrsrnca-i de objeotoa, de que lio enamurada se
sentir un anno precedente, adiumu-se de sentir au-
mente tuna moderada satisfarn, c nada de abaludorea
irausporle. All, omnii cui Paril. ante da sua Viajara)
Allnuanlia. em breve acitlo ella certo vacuo, e quniu
uetn a pureza da atliiiiusphera, liem o calilo dos paa-
rn, nein o snsiirru dn brisa pndiinmaia ditrahi-la,
fm-llie nrceasano finir algn conlieciiuciiin m villa,
' reerber algn niuigo*.
Benedicto, oniuo aempre, ai hnii n aeu desaju milito
natural, dco-lhe iuteira approvncaii, p receben rom
comante beuevnleiioa l-doi quantoa le apreieiilrau.
hntre esle dslinguiu elle pariii-ularmeiile Julio R.lii-
neau, fillm du o tarn deAlantei, que havia leilu ari-
airiplura de venda da herdade. Julio enlrava miln mu
seus iletuln anima; chegadu reenteiuciilr de Parts, eli-
do acabara de raier na aeu esliidu pie-parad nos, drvia
antes de ollar a estudar Direilo, |iasaar uniaiiiiii no duna
na ua cidade natal, o sin em o fin de fortificar junio
a seus pai a sua saudo elua medien declarada frioa 0
delicada. Huuve anida nutro visitante que veio i!opm a
.er pnr igual bem recebido em Hlmsuy : fui u cumie de
Saiil-Auand. rapaz elegante parisin.e. que quatro Ue-
tea dn anua re.i Jia em um c.asiell.. da vi.iuhaiioa, e que
fi'S i'unliecnni uio rom Beiiedmtu e ana inulher naa otr-
cumtlaiiciaa que snbeniu-.
Vulletuos purat a Benedicto. Acabava elle aorrgado,
a redaecn de aua nula, quaudo nuvio abrir-!' n pon
da illa precipitada e eiiiepiiosaiiieuie. o aprcu-niar-se
o moco Hoblncoil. tsle, u visla do dono da ea lieoii
lauco, e confuso, e por algn .......i-ntm liraiUn,
aere dccidir-se acnirar mi retirai-ae. Ucsruiiais porem
uilo a Beiiedictn, que immcdialaincnledispoz ludo deluenhuina alinelo deo a exireum pertutbacao do maii-
aeordo cora o determinado
Mu nmm -nlo em quo tma acbainua, nrc.ua por desotu
meses que o epoo Dearoiiat lian, o couipiad a her-
laile de Bhosny. Na primeira cslaco, Josephiua fieuu
iithtisiasniaila pela vida dn campo. No inVento so |n-u-
ava noseus ho-aquea, jardn, tanque, e flore to bel-
lao agradaveia. No seguinte arro Vnltult ella COBi
transportes dealegria aKhosny; roas acliaudu-ae ontra
i ebu nrriii-e para elle, fez-llir um gestn cuiividaiulo-
.. aaproxiiuar-ae, udisau-lhe rom a aua onatiiutada bran-
da rus:
Bous dias, ineu amign, cutre, entre; a aua visita
uin poda vir man a prupuaitu: faen Via. de cotila, que
ilinlia tuilher, eperandu que eu o auiauliia chegas.e,
sabio a paaacar. Estoo poi tanto abaolniaineiitr o ; se
mu lem giaude wedu da luiuba cuiiipanhia, fique para



SE
- I
3S=
Avisos maritimos.
ir
Segu viagnm para o Assu'.em pnucos das, obli-
gue-escuna Deliberando: quero no mesmo qui/errarre-
gaa, entuma ae na ra da Cadeia do Rccife n 40.
Freta-,e para qualquer porto o brigue nacional
Fil bre e-prompiu recebar carica : trata-io com Ma-
noel Jos \Iicnado M diluiros, na ra da Madie-de-
Deo. n. 5, 1." andar.
Vend o inuito elero brigue americano Echo,
de lote de 197 tonelada*, forrado e encavilhado de c .-
bre. e promptia seguir v agem a qu Iquur paite; o
pretndanles uinjio-te ana aeui consignatarios Ma
tbeua Auitin & C., ra do Trapiche, n. 36.
Para a etdade do Porto segu viagem cora brevi-
dade o bergvntim p/>rtuguez Importador, capillo los
Francisco Carneiro : quem no inuiiuo i|Uiier carregar
OU ir depaa>gem, dinji-seao mesmo captlio ou ao
tea consignatario Manoel J -squirn Ramo* e Silva.
as Para o Rio de-Janeiro segu com brevidade a
barca Firmeza' pira carg-i, passageiros e esoravos a
(rete, dirjaos* a Gaudino Agostinbo da Barros, na
praya do Corpo Santo, q. 66.

Aluga-se segundo andar do labrado aira da
matrit da loa-Vista o 2 coro 3 talas e 9 quar-
toi : a tratar na mesma ra n. 23.
= Francisco Munis de Almeida retira-te para a
Babia.
= Aluga-se para cata francea urna crioula, que
sabe engommar bem coser e fa/er lodo o arranjo de
una cata coro u-uiia perfeie/io e aeio ; e lanibeiu nu-
tra dita, que Tai todo o arranjo de una casa e compra
na ra o que or precito ; do Alterro dos- A logados,
n. 63.
= Aluga-se um segundo andar de 1 sobrado da ra
da Senzalla Nova, muito fresco com commodot el
_
-
gg"L?
venci ; lambem contina a liirpar dentei, e
entubar com nuro e prota e lt todas at mait ope-
rac5e perlcncentos a sua arte : ua la Nota n, 2 ,
segundo andar.
"Troca-ae orna imagem da Conccicio. de pedra da
Rabia por 20.-000 rs. ; na ra da N:nr.allj-\elba ,
a. 142, segundo andar.
= Arrrnd-e o sitio de Joaquim Coellio Cintra,
oo Cldeireiro com ptima ci-sa de tivendi l-aixa
para capim e outros rouito* arranjos, como sao boa
condecid"*: a tratar rom Arn-mo Fortunato da Siita.
Aluga-se o primeiro and-r, luja com armario e
dependencias da casa, sita na ra Nova, n. 7.
con'n ha no solio : os pretndanles dilijo-se a piaya do Roga-ae no. Srs. a bailo dt-claradoa de fa/eiem o
Le.la.
James Crabtree Se Companbia farao leilo por
intervencio do eorretor Uliveira de muitas faiendat
ingieras proprias do mercado para linalisar algu-
mas lacturaa: boje, 14 do correte as 10 horas da
manilla ero pnnlo do seu armaiem, ra da Cruz.
Avisos diversos.
= A direerjn da sociedade theatral Mclpomenense
dveite aos Srs tocioa, tanto oa que ja atsignsrlo para
at cadeiras, como os que anda nio assignirio, para
que compareci em o armaren! do tbesoureiro da mes-
ma sjcib lade, para assignarcm e liraremseus numeos,
e mandaren) pregar suas fechaduras, antes de haver a
representaco do prsenle moi; para que ao d-'pois oiii
bajad quouas de niouebarem assento d-palbinha.
= A pessoa. que do dia setta-feira foi ao p da ca-
deia procurar por Joaquim Jos da Costa Oliveira, para
Ibe dar parle de um prelo fgido, perleocenle ao mes
mo Oliveira, que ra apparooer na dita casa, ou em cata
da Manoel Antonio de Jetus, na ra larga do Horario,
juoto ao qusrtel de polica, o. 18, uuannuncio sua mo-
rada para ser procurada.
= Aluga-se a casa de 2 andares e sollo, da ra do
Atierro da Hoa- Vista, na esquina da travessa do Martina,
com comino los b.ntanl-8 e esta pintada de novo, grande
quintal planta 10 todo de cipin, e algn* arvoredot de
fruto; a fallar na ra do Aragio, casa n. 1 segundo
andar.
A padaria da ra da Gloria, n. 5o, he julgada
pelas villora*, por que tem pastado, a ser conservada e
hem enllocada, duque tero termo da ultima vistura,
conformo as postura* da ca-cara municipal, oque se
garante: quem a pretender pr -oure a Manoel Ignacio da
Silva Td'seira, que fara negocio.
' Pelo jui/o de orphiot se ba de arrematar urna es-
crava por noma Tbaraia no valor ds 30*000 ra. no
dia 16 do corriente, pelas 4 horas da tirdr, e uro torre-
no vsgo, na ra do Jardim do bairro da Ba-vista, per-
lencente aos herdeiruc do finado LagAa.
O Sr. JoSo Bento de Torre* queira apparecer na
lojadarua da Cadeia do Re.-ile, n 48, pars rece-
bar urna i arta vind* do Ido-de-Janeiro
Quem precisar de urna ama branca con.) bailante
leite, dirija-io a ra da Guia n. 23.
O abaixo issi^iiario roga
aoSr. Fernando trrela Eles-
bo, que, antes de se retirar
para llacei, cuide em dar
cumprmento ao n< gocio, que
tratou coro o abaixo assigna-
do.
J. O. Campos.
Sahio hoje o Liberal Ajogadense
n 5.
fatrrmoa nina panilla do billiar, rio qi>anto Joscphina
nii- rhrga.
Pareca, qnrlolo nln onvi* nr-m comprehendia, ci'n-
tervaiido-re imm-ivel lipona; rntri'luiilu vj.i* o |;ral-<
amiea'i'l !-> |ii'ar--naia. enl.i-- riinite lo>na>"C em ai,
dco aleona panno, e vrtf raliir sobre urna poltrona an
lado do pro- rielarlo da he: dado.
__ Meo I)--! iliai---li-et.-ni i iiniid iu-nlao ninia al-
enlo. VMi. rala 14-- pjllid.-! Arha-ae inilispiialii meo
chnrii aii-ig--'1..... Ali jaaei; anda enhio em vir aj-
de Miii-Ii He limito; u t'ierciiio lir nao-larri, III i u
nbii- lo' pernicioso..... Entao, como se eai ?
_ Milhor..... luuilii mrlhor..... agradeyo aun bon-
,1,,!,,..... dit o Hlho rio notario com \ui apenas inlelli-
givel, e iimpand o roalo.
_ Elle iieni pode fallar rirlama Benedicto rom toni
cutre rnlhador, e affei tunan : rater urna viagem deataa,
per rate pitas i-fferecer-lho | nrn?..... Ora rala lie boa rian.|iii
jiutaiiiMiir uin-' grr.fj de mlaga, e al|;omas gollaa del-
ln rao niaiavilliua....... Vejamos, vejam-.a, o caso u|-
he draeaprrado, Sr. delicado, vamoa tratar de remediar
aa auaa doiidicra.....
E bltand- prgoii d'uma garrafa de eriatal, que eatava
obro iiiiih bandija com alguna r-p-t, eneheo* um dea-
Iva d licor que eatava na garrafa, e jiri'acutuu-o m
r|i.
A'- le I'" 'imples arto dr liumnnl.iade e brucvolen
cj, Julio rraponili-u primeiro p-r mu niovinicuto de
eMili.iilo rctonlirr.iiiiinto. Drpoia liuitve no scu scui-
blante una rrpriiiina rev-ilufio, que exprima una du
lor-aa confusa, ''' Dual cobriu o rto ci-m as md-a.
__ Tullir, iiieu rhar-, diaae Ihc brandamenlo Ui-sro
naiaett'errr- ndo-llir orpulaga, v vera cuino d'aqui a dona
niiuut-ia r sent alegre.....
Robu a-i i-lli-'U pala u aeu hospede, e urna lagrima
Ihe brbulliuii.....i-lili"........ bi beu alguiuaa gultaa, c
dipoi ropo na bandija.
Eeiiiao! ruinu riiamm no? Eia-nua triomplian-
(r........ Dialo aabia cu! iliaar licneilielo com boliriude.
ra bem, auuu amigo ; pon quo aa curca lhe vem ao roa?
Independencia livraria i-s. 6 e 8.
= Aluga-se, pelo lempo de festa urna casa no P-
co-da-Panella a margena do rio junto a do sacris-
tn da matriz: na ra do Queimado, botica n. 15.
Na relinacao da ra da Senialla-Nova. n. 4, pre-
cisa-se de um caitriro, que d fiador a sua conducta.
Desappareceo do p-der do abaiio assignado., no
dia 10 do crrante as 10 hora* do dia urna lettra
saccada no Ceara por Jos Mara Eustaquio Vieira a
lavor de Manoel Jos Salgado por 15 das precisos,
sobre o Snr. Jos Antonio Basto de.ta prar,a por
-4uem o dito saque foi acceito cm 9 do correle e c-i-
dido pelo mesmo Sr.'Salgado todilu abaixo assignado ,
da quantia de700 rs.; previne,portanto,a todaequal-
quer pessoa a quema mencionada lettra (or oflerecnla
nao fa(a transacelo a'guma para cujo firo j so acba
entendido o dito acceitante, o Sr. Jos Antonio Basto ;
rogando-se, porm.a qualquerpessoa, que pussa achara
dita lettra o favor de a entregar na ra do Crespo,
loja n. 4. ou na ra da Cadeia de S Antonio casa o.
i por cima da luja de chapeos; pois do nada pode
servir dita lelt'a aem a cumpetente firma do meslo
abaiio assignado. Franciico Joaquim Cardoso.
Precisa se de um caixeiro para venda qu a lo-
me por bataneo e d liador a sua conduela : na ra
do Mundo-Novo n, 16, casa de Nicolao Rodrigues da
Cunha.
Aluga-se, no becco do Dique, urna casa terrea ,
com quintal pequeo e cacimba cozinhi fura o com
muito bons commodos para familia: a (ratar na ra
do Crespo n. .'I.
Aluga se urna casa terrea na ra Imperial, n.
153 ootn boa sala ni frente 3 quartos sala atrai,
cozinba lora : a tratar na ra da Florentina padaria
a. 3
Antonio Marques da Costa Soares, retirando-so
desta provincia para a cidade de Londres, e nlo poden-
do pessoalmenle deipodir-se de todos os Srs. seus am-
uos eproveila-se deste meio para pedir-Ibes descul-
e ao mesmo lempo oflerecer-lhes aeu prestimo na
quel'a eidade.
Ollerece-se um crioulo do idade de 18 anns ,
oflicial de sapateiro, para criado de alguma rasa : quen-
Ueeu prestimo se quicr utilisar dinja-se a ra da
Praia n. \7>.
Aluga-se um casinba ou um quintal com parte
eobeita nio sendo lor-ge da ra dos Quarleis : a tra-
tar na mesu-a ra, n. Il
AluiiSo-se os segundo e tercuiro andares da casa
da ra do Queimadu, n. 14, com bostantes commodos.
o terceiro tem um solio com bastantes commodos : a
ir, tr no segundo andar da mesma casa.
Precisa-.se de um caixeiro pBa venda ; na ra
da Senialla-Nova n. 2.
CJueni pierisar de um homem para relinar assn-
car dirija-se s ruu das Cruzes, n. oo.
- Precsa-se de pelas para venden-m a/Cite de car
rpalo; paga-se a 400 rt. a caada: na ra da As-
sumpcio n 16.
Lotera do seminario.
AniMiil'aa, ludo corren le me7,ao mcio
dia, ando as rodus desta lotera no con-
MStorfo da igreja de Nossa -enhora do
Hosario, ficjuem ou nao bilhetes, que o
Seminario os tomar por sua tonta : o
resto dos bilhetes acha-se venda nos
lugares j annunciados.
Dentista.
M S. Mavrson cirurgiao dentista a inslaiwa
de varios amigos, esolveo-se a demorar por ora a sua
viagein para o Sul ; entretanto hr. sciente que rece-
lieo um complelosortin-enlo de denles artiliciaes de ou-
Vm. nao la-
to, podeu-os r-inseraar..... diga-tno, mi
bia dn til i ac,ada de l-oj-!.....
Que rayada? pirgiintoii Julio admirado e nindjo
balhiK'i'nte.
E- ravalgada no bonque de Rliomy ; faiem la hur
je orna eflvadn de prinnipea; minlia in-illor quitguiar
-lo raprrliicnlo, e Saioi-Aiuaod a arompanlm.....
_ Ah!...... O Sr. Saiiil-maiid....... repeli o rnpai
rom rforc raein poder d-r una paluvra maia.
Si ni, aire), proi-eguio Urarunaia, vejo o que foi ; o
notan Viaiuhn anli.i que ininha niolhrr eatava a; jo1-
gu que o paaario arria una ngradavi-l OnIraccS-, c vri
rraaiia la a -na aolidao..... He um amavel rapas aquel.
lo .S.-int -A iiiaiid. nio trbn?.....
Mujlo amavel, com effeito, diise Julio, eifor^nn-
do-ie por aorrir-ae.....
Ol! Jusephinn, que he milito difeil, tem por el-
le urna e.t'mo particular.....
laa nao me admira, rrapondeo Robines, tratando
aemprc de muatrar-tS tranquillo,aintja qo cada palavra
de rjearonaia f-iia- utir nina runinn-co ilcitrira.
Maa baata de fallar de S^inl-Amand, cutinaou ea
te metiendo ilcbaixo do lo.c ua d>irumeiit>. qno ha
pone iirranjava; eat decidido que o Sr. iiosf.n n hon-
ra dr juntar r.mime, peiinilta-iiie que me deten.bara-
ca'deala papela-la; en vuu o meu gabinete c vi-liu ja
pura ileaalia-lo ao bilhar. Em quanlo me e-pera, l.n
uin livro cin eilampna, ou o alhutn de niiulin niullir.
onde arbaia ulguuiaa pintora de aquarrlla; o Vm. que
he e-ioliei eilur, dir-mr-lin aobre tiles algoma cuiiaa....;
en v.-lto htica dn ipinului.
E ahio.
Julm nocla rripondrrn : Rn>>u .iiuiiquillado na toa ra-
li-ira, o lod-a ruii-pn heii.lerao fae-lmeiito o que elle
i-oliii, uotm'do aoub-rrm aac.iun.ia, que o tinlilo leva-
do neaae da I ea.a ilu Mr 1)--anuais.
Com cima ditae.....a, Jnliu Kubineau havia feito oa
aeua 17 anona. Seo t.-lhe d.-iieado e elevad.i tilllia ele-
gancia natural, o r--atn oval e curad- romo o de oina ra-
paiiga na era baldo du exj.retiao, e as l'eiCV hoaa r
puiaa annunciava dclu adeS deeapint; una excvaii-
favor de apparecer no Atterro-da Itoa Vista, n. 21
que se Ibes deseja fallar a negocio: Joaquim Galdino
Alvet da Silva 0. Maria Jos Jos lioncalves da
Silva, Jos Vieiia d uliveira Maciel, Antonio Ro-
drigues do Moraes Antonio Pedro Rodriguel Guima-
raes Pogg Jnior, fre KlmcIgiMo de S. Emilia, fre
Joio do S. Leopoldo, Theorphude Soura Jardim, Jos
Eernandes Brasil Manoel Kerreira Chaves Joaqun-
-le uliveira Mullo Joaquim Alhuqunrque Fernandes
Gama, Francisco do llego, Joio Jos de Oliveira
Maciel Manoel Ambrollo da Conceiv-io l'adilba. Jos
severino Joio Antunio da Silva Pessoa, Jos Fran
cisco Carneiro Jos Coelho das Neves Antunio Jos
Duarte Paulo e Mello Ju; Antonio Rodrigues ,
Antonio Joaquim do Freitas, Francisco da Fonseca ,
Caetano Auretianno Carvalho Couto.
Aluga-se o segunoo andar e solio do sobrado da
ra Nova n. 65- a tratar com Antonio Ferreira Li-
ma ou na venda por b-ixo do dito sobrado.
Na ra do Mundo-Novo n. 41, engomma-so e
cose-se toda a qualidado do roupa tanto de homem
como de senbora e por preco commodo.
Na nova fabnca de espiitose licores na travs
sa da Concordia ultima casa n. 19 por dutraz do
Carino lia um bom sortimento do licores finos o or-
dinarios ago'ardente do reino e de Franca, dotan,
gnnebra em botija e em caada espirito du ~>li ..r.ms ,
em grandes e pequeas porces. Estes espirito* s3o fa-
bricados c ni toda a pcileicao, e as suas boas qunlidades
se recummen io aos auiadoics do boin e barato : as
amostras sempre sio Irsncas para ns compradores o por
preco mais rummodo do que ein outra qualquer paite.
Tundo-te terminado a sociedade Saisset & Com
panbia por venda do estabelecimento o liquidadlo
pertoneento aquella tirina ao abaixo assignado !az es-
te participacio a todas as pessoas, que sao devodoras ao
mesmo estahelecimvnto quedeveiiO vir quanlo an-
tes remir os seus dbitos: ualmento participa a to-
das as pessoas, quo se julgarom crodorns por Irttras ,
ou por cuntas da mesma firma SaiS9e| & Companbia, de
se apresentarem na ra da Cruz n 22 dentro de
15 das, passados os quaes nio he uii.it o annuncian-
tn responsatel por tais ttulos por se ter fechado peste
prazo a responsat-ilidade da extinula firma com a sa-
bida do procurador geral dos socios de, I'ranea. llo-
cilo, 10 -le. ouiubio de 18)5. J. Soum.
()lleieee-se urna pessoa coro boa lettra, para es-
creverem qual-jurr esciipto;io ou fazer alguma es-
ripiura(i-) particular do que tem pratica ; ou mes-
mo para caixeiro du ra : quem do s--u prestimo se qui-
jar ulilisar dn 11i su a ra de .">. Hita-Nova o. 2V, ou
annuncie.
Manoel Das embarca a sua esclava Mana, de
ii cao para o ArC"iv. ,
o o, r. cmlMica paro fora da provincia o es-
cravo Joaquim Catango, do Sr. Aniotiio Amancio
da Costa morador em Massangana.
I'iecisa-se de um caixeiro para urna venda, que
tenba bastante pratica', e d liador a sua conducta : na
ra du Livraroento n. 58, venda junto ao lampio,
= Aluga se um seunndo andar com baslanles corn-
il- odos cacimba solio coiinha de Ierro por I 1/
rs. mensaes s lo na la laiga do Itoiariu n. -35 : a
tratar na loja deimudezas poi I-amulo ii-esuio sobrado
= Ha S-- dmbeiro a piuinio sobre penboies : na ra
Nova n 63
Antunio Das da Silva Cardial tem para vendei
2o e tantas ir-vis de i-.iHia-.-ar i de en mu lio. du hO pal-
mos de cn prido : na ma da l'raia, n. 17.
I'iec sa-se alujar urna ama. que tenba bom leite
para criar : no Alieno dn lon-\ isla n 31).
^ Na ra do Atierro dos-A fugados n. 7 d-Se
a/eile de e i rpalo dr venda, a 2000 rs. a cauada.
Qualquer tenhor dono ou mestre de embarca-
edet, que tenba de ir ao As m carregar do sul, c quitel
r celier para aquello porta, um ctrregamenlo juito
englol admenle dirija m a tua ds Ciuze* n. 40.
que achar com quem tratar; assim como comprao-so
000 a 800 oli|ueirei do farinha sendo boa a por pre-
co commodo.
Pn risa-so !'serradores forro, ou captivos, para
serrarem urna poriAu e pinbo : atrai do Ibeatro falho,
arma/eni de Joaquim Lope de Almeida caixeiro do
V. Joto Malheus.
= O Sr. Il-nriquo do Oliveira Soare queira diri-
itir-searua da Cadeia d Rfcile. loja de Joio da Cu-
nta* Magalhie*. para su lhe entregar urnas encornse,
dat, vi mas do Porto.
= Alugin -e bicha*. 6 lambem se"appicao : aa ra
do Pilar em Fra-de-Poila. loja de harbeiro, n. 114.
Precisa-*e do ,'tO e 10 bomens forros, ou escra-
vos robusto* e acostuinados ao trabalho de pt, pan
fa/erem urna levada de 300 bracas de extenslo a le-
sna e n.ea distante desta p-rata : quem qui/er engajar-
-e para e>se lim dirija so ao engenho Ucha, fregu-
ra do* Afogados ou no terceiro andar da casa do sa-
nador Manoel de Carvalho, sita na ra do Collegio,
oide achara com quem tralar, das 6 a 9 hora da
manhia e das 5 as 6 da lardo.
Manuel Francisco da Silva manda pa'a o Rio-de-
Janeiro o escroto J5 C> rreia pardo, a seu enhor.
Prertsa-se de um perflieno Portugus da idade
de 12a 1 t anuos que saiba ler paia ser admittido
em urna venda com pratica ou sem ella mas que
d fiador a sua conducta : a tralar ha ra do Ootovel-
lu n. 31.
O abaixo assignado lar publico e eerlo a quem
convier .im- elle e-la constituido procurador bstanle
de Eugenio Saisset e essa procuraco cassa e anoulla
uroa outra proruracio que dito Saisset fes nesla cida-
dade anles de partir para a Franca na qual cons-
tituir o Sr. Jos de S. Auna Araujo; e para que nio
haja pretexto du ignorancia, faz publico o expendido.
F. H. .uliens.
Aluga-so o segundo andar du obrado silo na
ra da Penha n. 9 rom bons comn odos o rotu-
lo fresco por preco* de 12.V rs. mensa** : a tratar na
mesma ra venda por baixo du lobrado do Sr. coro-
nel Joaquim remani.
liu abaixo assignado declaro oo respcilavel pu-
blico que o Sr. Antonio Joaquim Vidal deii iU de ler
ingerencia alguma no negocio de minbacasa, desde o dia
:'0 Jo setembro de 1845. Joito Jost! de Carvalho
Moraes.
Na luja do Joio Loubet, na ra do Pas*eio-Pa-
blico junio ao arco de S. Antonio, conlino-se a co-
l.rir chapeos de sol do seda, pitra homem e senbora ,
de fu i la-cores e pretns, asssim como de panninho de
Indas as qunlidades : na mesma loja vendem-se chapeos
da sol, do seda para homem a 5 rs ; ditos de
liana lavrada a 7i rs. ; tambem te coneertio por
multo m- inis preco do que em outra qualquer parte.
-- Armonio Joaquim Vidal declara ao espeitavel pu-
blico que denou do ler a ing rencia que tinha na
loja de lir. gens do Sr Joio Jos de Carvalho Moraes ,
desde o da 30 de setembro do corrente anno.
= Precisa-se de uro moleque de bom tamanbo, pa-
ra tratar de um quaila j em um sitio perto desta praca;
i-ag O se li.) rs mensaes, d.mdo-se o sustento : quem o
tner diiija-se a ra Imperial n. 39.
oarregado da robraoc* de sua* dividas a seu cunbaJo
Antonio liapii-la Itibeiro de I. na Jnior.
__ Aluga-se o piiiueiro andar do sobrado da ra da
Cruz, n Recita n. .->', pintado du novo : a tralar
no mi sino sobrado.
va tio>ole* pnrem oro mas rrliiriVa na loeiedad, em
que elle apiuaa oniraia, data a uin iiiniii-irii o ni Si I
deral.nlio e a ana linguugeni lana bfailarj, que a pri-
lyenll vala, milito pn jiidieutiiu a i-pini-io que de ana iu-
lelli-eneiii ae pr. Cnr^va f.-n-r. NA prueeilia raaa liini-
arsde peill.'Uiu:id.'dc d'.ilma ; pelo contrario lillha-a
elle bi-iu f.'rma.la; n.aa aim dr ulna grande aeiiibiliila-
le, de completa falta de experiencia, deuinrxtreiii rle-
lejo ile appr-nai,'a, c por ronsri|uenria dr un rerei
exagerado Ir apreaentar-ae peranto' ua outros guiando
de menos calima duque VIH ei minenlo anda confu
Ibe dizia poda ello aspirar.
Aprt.ie d eduracao de c-dlegio, era elle ebrio de in-
riiiinl.'ib- e do canilura ; o quo rro grande parle era de-
udo i viva ti ruina que veiuia por aena paia; aeu pum-a-
moiilo eatava sempre em Mantea, e d'aqvi reaullou, que
conservando aemprc a incluon-a n lajea com na tena
i-,ini.mida, raoapuu em parle a nina iuliinidadr quejiro-
enra prrnialuraioeine i lanos r,i i-li-rc, n ri-apoil dn
pa-xoea futuras da vida, nerca i|uo poi nenlinin modo
t-nirS" noa prrgrammaa onivrrailarioa.
Com 17 amina pitia, c a dorjieilo d,< edneacio. pnblii i,
elle havia lirado puro. Mas au o con coracao conservara
a Mogilea nativa nio era elle menos apio, por ua ua-
tiirea, deixar-ie dutuinar por rrulmi-iilu Irriiosc af- I b.inle lia milito lempo, XVU-ie de repunte. So no pri-
Compras.
= Cotnpin-sc palha de louca ; na ra Nova ou-
niro 5
Comprio-se 4 carrinhos de niio para carregar
matoiiaes; na* Cinco-I'untas. n. 27.
je l.uinpiio se. para lora da provincia escravoa
de 13 a 2 anuos ; sendo do bonitas bguras pagio-se
bem: n.i ni.-.a t.. in-,,1 uo S. Antonio sobrado de
um ailar do varauda de po n. 20.
Compra se um raixilho de alcva, novo, OU Osa-
do ; quem titer,......i....... para ler procurado.
Cumpiao-se dous esclavos perito ofDciae* de
pedreiro e dous carpinas ; na ra da Senialla-N elha,
n. 110.
anliava s. tenlia em ai movimrnti-a de pratrr ineff.ivel,
asaumoi e Iranaportea, eujat cansa igtmrava, maa quo
IIio dnpliravAii ns I iras do pi-naaniento, e a rilieidado
.la aim exi'lrnria. Kui reib-r drlle ludu se riiibellriava,
tanto o ai n I do ico, e a verdura dos eampua, como al o
murmurio du regato que rurria junto ao jardim de leu
(mi. Cuino elle eiit.au oaiiiavn r-nio a ternura por sua
noii siiiirus de amor que engronsavlo i 1-kIsi ai hura, que
atavio prestes a derramar sr; r apelar daa aoaa i rudi-
g.ilnladea, sempre Ibr reslav.t com quo prorer nuvat
largelas.
A prioieir.i vei que aro pni o cnnduiio a herdade, e
que elle sr nelinii rm preienca dr Jnaephina. esta Iraba-
ib.iva na sala ao pe ilo sen marido. Cuntata ella cnlo
21 amina, e nada havia anda perdido de iua fretoora,
di- .-na ;;i ac i- ib -a neerasidadu coigenitn de agradar,
que desrnvolvendo se, leva ilirecUntcnle lautas inullie-
ri-s i rrj-ies peri-osas. tino oa seos rnenntoa, e espi-
rito formado pelo contacto d.i aorirdado pariaicnio, o
meilior ilni'.or na teteneia dn linguagein pcame, agra-
da \ el e oca, na deixou rila de de Iniubrar o notao bom
mancebo. Julio em oompauhia do aeu pai mulliplicou aa
visitas, osen enrabio Iruabiirdandu da ternura e titu-
f. eiun-MS. Soainiagiunrtio ardenle e iifouln quaud ao,
anilla que liuda e nominada cm prraruca do uulrua, co-
iiietavn n otlereeer-llio oa qu.ulr.-s rm antadi-rcs, que
noalucina vida, o an ajejwt drsgrai;adanieuto leen*.
iii-iii lio depresau os crucia embaiuientua dua Idade sc-
guinlrs.
Seua votos, limitadna al anlo not rcaulladm ela
.i-
COs.eii affeclu de seua pina, Urgavao-e putii o a puli-
eu, e ludoa oa lias don-olma elle mu o lados priva
ipil* a ettatrnvia irna mais aiiimaila e pi ante, Kn-
ue a. aeosacoes unVaa para ille, e que perturbado a
sua aliini CHonnlanilo-o. a que reaullsva da presrura do
nina mulhrr *moa c forun-s era a iujs f.-rte. tssa vi.i
ui gen i loa e duro Irruid -Ibe na un* idee, ri-iinm llie ato
i nrj-,3.1 que Csti icrrnlo VIbrava Ooino a curda ue
nina b.rpa aoboa dedos du ariisla. I'- quuudo depoia ae
metro iiiiimeiiie raataiicni an pobre rapaz alguinaa duvi-
ilas si.bie a violencia doa sentiuienloa, quo Juaephina
Ibe inajuraw, nao lardarla elle milito rm v-las diisipa-
daa ; A exallac/su que ao prinripi (cutio ao juntarlo era
breve o inquicUfao doa recro do toda a natureu ,
una ngiiac febril, que nio era lalve so.o encantoi,
maa quu o ni desamparaVa sena para o dcixar en do-
loruia languide, Mas be que enliu nao ae tralava maia
de um des.ea amores vngut e rnnfutna, que para aedu-
nl-u so Ihc b.it i.lo mostrado as ducuras qn rearrvin ;
iialava-se du nina paixa licni oar.ieteniada, vinlia
ella c.-oi ti-du o seo cortejo do cuidados, auxiedadrs,
agooias, pr .....io dos quaes a anriedad* e a uaturrsa
reunida* ua faiem pagar aeniiuiriii drlir.adu quo nos
perniitlvHi, r|uasi laa raro cuino elle vale na verdad.
(Ce* t i n uar- M-ft a),


= Comprlo-so doui escriTOi un pedreiro e ou-
tro cirpina.pira umaenoommeoda do Itio-GranJe-do-
Sul ; sendo bonitas figuras pago-se em : na roa
do Collegio armazem n. 19.
Vendas.
-^ = Veode-ie ni praca da Independencia, livrana ni.
.8.0
METHODO FAC1LL1M0
para aprender a ler, tanto a ledra redonda como a ma-
nuaeripta, oo inais curto espacu de lempo poisitel por
I milio Achiilcs Monteverde nova edrao.
KaM obra te acha ja adoptada na maior parto das
avilas, asaim de Portugal como do Brasil; e conten
os principios de leitura com inuitos excrcicioa no fin de
cada liccio de avilabas para accelerar os progressos
dos principiantes grande copia de boas matunas, een-
tencas e peosamentos moraei varias noces sobre aa
artel e ciencias, explicadas com a maior clrela ; al-
pumai regrai de civilidade, descobrnnent, o mais he
tos memoravois do imperio do Brasil com urna noti-
cia geograpbica do mesaio imperio e da sua dynastia ,
*c., &e.
= Vende-so urna porcSo de cera amarella do ser-
t jo por pre(o commodo ; na praca da Iodependenoia,
livraria ns. 608.
= Vende-se farinha de mandioca, milito fina de
superior qualidade e chegada ltimamente de S. Ca
tbarina pela medida vt-lba ; a bonlo da sumaca 5. -
j4ntonio-dt~l'auaua, ancorada na praia do Collegio.
= Vende-se una bonita escrava de i'i annos, en
gonima cozinha e cose chao ; duas ditas mocas, de
todo'o servico e sao c|inl ndeiras; urna negnnlia ,
euniamuUtinlia.de lia lannos: na ra larga do
Momio, n. 4(j, segundo andar.
= V^nde-se un muleque de 17 a 20 annos de
bonita figura sadio co'inha u diario de urna casa 1
be bom comprador ; 3 escritos de 2o a 30 annos, pro
priospara o servico de campo ou para engenho sein
vicios nein achaques por preco commodo o motivo
da venda he pelo aenbor reiirar-sn : no Allerro-da-Uoi-
Visla n. 2b, primeiru andar.
Mimo ba'diol
v = Vendem-se chitas claras e escuras, de bonitos pa
ilries a >50, I lid 180 e 200 rs. ; riecadue da moda ,
e chitas francezas, muno linas 220. 2V0e 280 rs
O cavado ; ores de casia pntala dos mais lindos pa-
drdes, que actualmente alisten), a 3000 e 4000 rs. ;
casa* lisa, amito fina a 400 e 500 rs. avara, cambraia
lisa fina a 180 e 800 is. a vara; panninho lino, a
520 rs. ; panno de linb i a 520 rs.; tirina du cores de
puro hnho para calen a 010 rs. ; ditos pardos, a 560
rs. ; ditos brancos trancados, muito superiores a 080,
e 1000 rs. a vara ; chapeos de sol, de panmnho a 9liU
o 110O rs. ; canilimas de littraa para vestidos com va
ra de largura mullo fina a lliiO rs. ; ditas mus es-
beltas aOVOrs ; loncos de sed- para algibuira e de
setin, para grvala a 1000 rs. ; dito. >le Cambala do
cercadura, a 3t.) rs., litis de diversas cures < larguras ,
i !i .niadas d>- (inii'irn, a 60 rs. a vara ; ditas ruis es
treitas, a 20 e tO rs. a'vaia; e oulras multas laren>
das por preto commodo : no AUerro-da-Boa-\ isla ,
loja de fa/endas n. 10.
= Vende se un diccionario Magnum Lexicn ; urna
Snlllta r lakn .1. -. V-:i:......., C !..-.. ,_J.. ...
bomuso: no Atierro da-Boa-Vista loja n. 51
= Vende so urna escrava crioula de idade de 25
annos, pouco mais ou menos, sabendo engommar ,
coser, vestir urna senhora o cozinbar; na ra das
Cru/os n. 20 segundo e terceiro andares.
= Na venda da esquina defronle do Roiario por
bsixo do sobrado de 3 andares n. 39, vende-se cha
liysson muito superior a 2360 e 2210 rs a libra ; di-
to ucbim a I600rs a libra ; dito parola a 1600
rs. ; manteigi ingle/a nova, muito superior, a 880 rs.;
ditafranceza a720rs ; dita de pi.rco a 440 rs. ;
queijos muito novse frescaes a 1800 rs ; presuntos
inglezei para fiambre a 520 rs a libra ; dito rte Lis-
boa a 280 rs. ; linuicjs novas a 560 rs. ; biscou-
lo doce, fino, a 2i0rs ; latas torradas a 240 rs. ;
passas, alOOrs farinha de Maranho muito alva .
efina, a 120 rs. ; cevadinha de Franca, a 160 rs a
libra ; cevada a 160 rs. ; cal em grio a I 0 is. ;
dito moldo, a 300ra.; Ittna nova a 320 rs.; n.e-
carro, a 280 rs.; espermacete a 800 rs. ; corn.li-
ba a 560 is.-a libra ; latas com sardinhas em conser-
va a 900, 1500, 2000 e 2300 rs. ; frascos com con-
servas de Lisboa a 2400 rs ; ditos pequeos comen-
chovas a 400 rs ; muito superiores charutos de rega-
la, da Babia e da Ierra; vinho do Porto engarrafado,
muito velbo a 600 rs. a garrafa ; dito em pipa PUH ,
a 280 rs. garrala ; vinagre tnuito forte a 140 rs. a
garrafa, e 1000 rs. a caada.
= Vende-se uan negrinha muito linda de idad
da 14 annos, recolbida e com bons costumes: 3 ei-
cravas, de idade de 18 a 22 annos, engommo bem,
csemecozmbo ; 3 ditas de meia idade com varias
habilidades; 4 escravos de naci um delles be bon
canoeiro e camaroeiro : na ra Direita o. 3.
=Vende-se, ou arrenda-se a loja da ra do Quei-
90, a. 14; a tratar no segundo andar por cuna da
na loja.
= Vendem-se mcpII' n(e vinhosde diflerenles qua-
Madesede bom e sto; cerveja branca e prela de Lon-
dres ( de Barclay & Corrprnhia ) da n.rlbor que h
eem nieias Kai ralos ; agurdenle de Franca, muito
superior r palliele e escura em cascos e engaira
ada ; para os fr> guatea ba a n ostias no estripi. rio;
e um resto de salitre refinado em pnrcao ou por bar
osi ra do Trapiche, n. 40, casa de Cbnslophers
= Vende-se 4 escrava mogas, de bou figuras. a
'o recolhidas cosem engommo a coiinliio ; 3 J
las com habilidades e sao quitandeiraa ; 6 escravos
moX'oa, muito robustos e ptimos para o trabalho de
campo : na ra do Crespo n. 10 primeiro andar.
=Vendem-se doui molequel de 14 annos, pouco
mis ou menos, de muilo bonitas figuras e proprios
de todo o servico; um pardo mofo, carreiro; lodos
sem vicios nem achaques : na ra da Cideia de S. An-
tonio, n 25.
= Vende-se urna porgao de garrafas vasias, muito
limpas ; na praca da 5. Cruz, o. 2.
Caa da Forlunt, na ra Dinita. a. 12.
Anda existe um resto de camillas o moioi bilhetes da
lotera do seminario que corre iofallivelmenle oodia
16 do correle.
Vende-se ama excellenle e bonita mulatinha de
16 annos, mucama recolbida cose muito bem e toro
"uir.,4 habilidades ; 3 molecotis de bonitas figuras ; 5
escravaa para todo o servico para fi'ira da provincia ;
urna escrava perita costurera borda marca, e engom-
la com prrfeirao ; 5 molecoles de bonitas figuras ;
escravos de naci, um he bom carreiro : na ra de
Agoas-Verdes, n. 46.
- Vende-se urna venda com poucoa fundos bem
afreguezada para a Ierra sita na ra do Padre Florian-
no, o. 73; vende-se por seu dono estar muito doen-
lee reliar se para lora da provincia, tratar da sua sau
pe : a tratar na mesmu venda.
Vende-se um oitante horisontal; urna taboidi-
nha nutica ; historia deNapoleio em porturuez ; No-
vo testamento du Jess i.brisio ; a Biblia em portuguez
Indicador de cambio; Magnum Lexicn, novissimun,
lalinum et lusitanum ; M. Tulls Ciceronis oratio-
nes ; e muitas mais obras pertencentes as aulas ,'tin-
ta de muilo superior qualidadu por barato preco;
um grnue sortiiiionto de pennas de ac a 120 rs. a
duzta e 3 pennas por 40 rs.; e um grande sortimen
lo de miude/us por barato prego : na ra do Crespo ,
n. II
No porlo das canoas da ma Nova arma/em de
capim junto a serrana vende se mandioca propria
paia se dar a cavallo.
= Vende-se una parda boa coslureira e perita co-
zinheira para lora da provincia ; na ra do Seve, ca-
sa de J.is Marianno d<- Alliuquerque.
_ Vendu-se a venda n. 38 junto a ponte da Pai-
sagem-da Magdalena: a tratar na iiesma venda.
Vendein-e dous pretos um he bom carreiro ,
na ra da Cruz n 3
= Vendem-se 600 couros cortidos de cabra-, por
piego commodo ; no Alt- rro da-Boa-Vista, loja o. 26.
= Vende-se uru muleque de 12 annos, muito lin-
do a ronusto proprio para aprender algum cilicio ; no
becco do IVixe Frito, n. 1.
Y LOJA DA ESTRELLA
ftua do (uevntado N?25
^ujihcme: Sette
Vende-se tu un trancaiiu iifaneo muilu lino
* para calcas, a 1000 e 1500 rs. a vara ; um
laucos de seda de cores, a 1000 e 1600 rs.
o de
resto
cada
rica
& Dooald-on.
=* Vende-se 1 piano, por 40 rs.; urna cama de r
macio barato ; oa ra do Crespo loja n. ll, a- dir.,
quem vende.
Vcndem-sc chapeos de
sol de seda, para Senioras e
meninas, de muito bous gos*
los, pelo barato preco de
2/600 res: na ma da Ca-
deia do ecile, loja dt- fazen-
das ii. o>.
de
um.
- = V ende-sc sal do Ass a bordo"do paiacuo or.-
ti'ra : o inesmo patacho, depois que desearregar o sal,
I- ni de seguir para qualquer poito do Norte : quem o
quizer Iretar, ou carregar a rete, entenda-se com Joao
Vaz de Olivera na ra da Cruz, n. 57, primeiro
andar.
= Vende se urna guarnirlo de movis do mogno ,
para sala; um bergo de Jacaranda ; messs ; cadenas;
camas; c vaiios outros Iqectos: na ra Nova, n. 7.
Vende se panno de linhoaberto ou tr. inoia de
todas as larguras para babados e sapatus de borracha ;
na ra larga do liozano n. 24.
= \'eiidu se una salva de prala de lei para 6 co-
po* d'agoa de muitu bom gusto o tambem pode ser-
vir para levar vi las nos bapliaados vinda ltimamen-
te da cidade do Porto a 280 rs. a oitava ; na ra da
Sen/alla-\ elba n. 142. se. undo andar.
=\ tnde-ae assucar letinado branco e mascavado ;
cafe cevada molda de boa qualidade por comino
do prego : na refinago da ra da .Vnzalla o. 4 e
deposito Ja praca da Boa-\ita n. 7.
= Na casa da I no ra estreila do Rosario ba
para vender meios bilhetes da presente lotera do se-
minario a 4500 rs.
= Vende-se urna prela moga recolbida muito
bem parecida coiinbeira engommadeira cose sof-
fnvel, e lava de sabo ; na ra do Aiagao, n. 1, se
gundo andar.
=.Vende-se um escravo do 20 a 25 annos, bem
parecido muito sadio e sem defeilos, entende de bao-
queiro e de oiestre.de assucar ; na ra do Chieaiado,
case de Antonio da Silva Gusmio.
= Vendem se roquetes para padre ', chegadoa lti-
mamente do Pollo ; na praca ua Independencia, n. 2.
=-Vende-seum cavallo por prego commodo; ns
ra da Cadea-Velha n. GO.
= \ endern-se ricos cortes de cassa de lindos psdres,
com 6 varas e meia ; chales de laa e seda por prego
muito.comu.odo : na ra do Queimado loja de fa-
zendas n. 27. de .Manuel Juse bontalvej.
*= Vende-se um sitio na estrada de S. Amaro para
Belem com muito boa cusa a moderna para gran-
de familia muilos rvoredos de fruto Ierra para
plantario, baila para hortalict,, e pasto para 4 vac-
cas deleite: a tratar na nvsma, p Irada passanslo a
ponte o pruneiro sitio do lado direito ou no luajoj'1
Kangel n. 17. onde melbor se pode informar. Iconi
= Vende se cal branca fina a 1280 ra. o alqueiraJ
pela medida velba ; na ra da Praia armazem o. 7. \
=Vende-se unta cadcirinba em bom uso por pre- marca
go mais cummodo que he possivel; o* ra Velba, o. 6o.
Vende-se um carro de duas rodas, muilo bem
construido o qual esta se pintando ; assim como uu.
dos meliioies cavalloa para carro : no Alterro-dt Boa-
Vista a tratar coin o segeiro Miguel, ou na ruado
(mimado, fija de chapeos, n. 27.
"> \endu se um luido preto cozinbeiro e outro
geobador de linda figura ; oa ra da Senzalla-Velba,
o. 110.
ge Vendem-se duas canss para eonducSo de fami-
lia, ahertai, com urna tsboa no fundo, todas de ma-
ra amarella bem enoavernadas e encavilhadas fei-
tas a moderna eom paoeiro para se assentsrem senho
ras;'o tambem duas esoas grandes abertal, urna
carrega 500 lijlo* de alvenaria grossa e a oulra
750, tambem novase bem feitas ; todas por barato
preco : na ra da Concordia, o. 15.
V ende-se urna elegante canoa nova, de um s peo
deamarello, de u.uito boa qualidade eom60 palmos
de comprimen!. propria para qualquer conslrucclo
de obra que della le quizer faarr; um pi de bucardsi
grande, que, seirado, d duaa bucardaa, pela muita
grosura que lem s fe vende com ai caoOai; urna
porcio de cavernas grandes, de sicupira : oa ra de
Apollo, tanque d'agoa 0.28.
- Vende-se cha bjisoo em caixai de 13 libras, em
porgoese a retalho; e potaisa americana ltimamente
ebegada em casa de Matbeus Austin & C. oarua da k-4l-
fandega Velba o. 36.
= Vendem-se saceos de tapete e couro para levar
roupa em viagem, por preco oommodo; oa ra da
Cadeia loja de Joio da Silva Braga o. 49 e na ra
Nova, o. 5.
= Vende-se ama excellenle rabeoa com ma ci
xa ; na ra de Horlai, n. 140.
= Vende-se farinha do mandioca muito fina de
Mag em saccas e de S. Catharioa, eS. Matbeus,
pea medida velba ; tudopor meaos prego do que a
bordo visto nao se ler de pagar o enorme tributo in-
titulado maodinga, aos pretos eanoeiros: do caes
do Collegio, urmazem de porta larga o. 15.
= Vende-se um pardo mogo de boa figura ; um
preto crioulo, mogo : a tratar eom Jlo Jos de Csr-
valho Moraei, no Recife.
Chtgutm ao barato I
Na bem acreditada loja da ra do Crespo o. 14,
de Jos Francisco Dial, vendem -le riquissimoi corle*
de cambraia transparente de todas ai cures, de quadroi
largos e cbadrezei do ultimo gosto a 4800 r*. ; ditoa
de superior cbila de liitrai de todas as, cores, aveludada
e do ultimo gosto a 4500 rs ; um lorlimento de bi-
coi e renda, muito linas e de toda ai largurai, pelo
barato prego de 100, 160 e 240 rs. a vara; pecas de
cambraia lisa transparente, a 3200 rs. e a vara a 560
ra.; fioissimos corles de tarlatana, com 9 varal, a 4
rs. ; corles de cassa-cbilai, a 2j rs ; leogoa borda
dos de trez pontai, a 320 rs. ; e oulras muitas faieo-
dasj annuiiciadus nos Dianoi ns. 221 ,i2, 223 e
8*4.
es Vendem-se vellida cera de libra ede 10 em
libra por menor prego do que em oulra qualquer
parte : no armazem perto do arco da Conceicio de
Fernando Joa Braguez, eem caa de Gaudino Agos-
linbode Barros na pracinha do Corpo Santo, o. 06.
= Vcnde-se (arelo muito oovo d.egado ultima
mente pelos mdicos precoi de 2560, 3200 e 4000
rs. a sacca ; na ra da .Vnzalla- Vellia n. 138.
= Vende-ie urna morada de casa de sobrado de 2
andares sita no Alterro-da-Boa-Vista n. 22, com
muito bons commodoa e bem construida : no sitio do
Hospicio o. 21 ou na ra de Hurtas, o. 140.
= Contn-se a vender agoa de lingir oa cabel-
los e suissas: o methodo de applicar scompanba o vi
dros : na ra do CJueimado ns. 31 e 32.
Vendem-ae caseta de pombos em conta : no pa-
leo de S. Pedro, n. 3.
Yendem-se saccas grandes de iarelo,
chegadas ullimamente: no armazem de
Guinares, no caes da alfandega r em
casa de Costa & Unofre rtia do Amorim
n. 35.
Vende-se muilo superior potassa da
Uussia chegada ullimamente, e cal vir-
gem de Lisboa por preco commodo :
na na do Trapiche, armazem de assucar,
n i?.
Vende-se, na loja n. 4 da praca d
Independencia, rap princeza de Lisboa,
em botes e meios boles, ao preco de
>|5oo ris: este rap he muito fresco e
chegado ltimamente de Lisboa.
Vede-se cera em vela, da melhor
fabrica do liio de Janeiro, e em caixinhas
pequeas de too libras, com o sortimento
seguinte:
6 libras de 3 em libra.
8 ii 5 >i
13 8 >i
i4 u 10 M
i i 13 u
ao M 4 n
a4 16 M
ioo libras
pelo mdico preco de ff44 ris cada li-
bra: na ruada Senzalla-velha n no
Na labrica de vinagre e espiritos da
na d Gloria, n. 5g vende-se vinagre
tinto e branco de superior qualidade em
pipas, quartolas e caadas ; espirito de
Vinho ; agoasai denles e licores de difieren-
es qtialidades ; tudo por preco milit
otnmodo.
Vende-se a famigerada champanhe
C 0, que nunca se vendeo por me-
nos de a^'ooo rs o gigo de duzia ,
a 2S000 rs., para haver promptd extrac-
co: em casa de Me. Catmont & C.
Vende-se cera em velas de superi-
or qualidade e da mais acreditada *br-
tei^uarj e melhor possivel por
que cont/r S em libra e as cai-
xas sao pqu em casa de Mi noel
Jos MehaflprSiUneiros, ra da Madre
de Dos* n 5, piimeiro andar
Vende-se muilo bom fogo a preco
de 3o reis, contendo cada um mol lio 100, a
140 mexas, e por grosa a 3,fooo,islo ao
depois das 8 horas da manha : no arru-
gue da ra dos Quarteis n. 11, casa pinta-
da tricolor.
Vende-se potassa russiana nova-
mente chegada: a tratar com 1. J. Tasst
Jnior.
- JVa travessa da Concor-
dia, sobrado nico de um an-
dar, vende-se um par de .ala-
ternas ricas e de gosto.
Dilhetes, meios bilhetes,
quartos eoitavosda lotera do
iio-de-flaneiro,a 94^ rs os bi-
lhetes, e os meios a I %f rs.:
na ruada Cadeia, loja de cam-
bio, n. 58.
Vende-se trelo muito
novo, chegado ltimamente,
pelos mdicosprecosde !^500,
5?20O e 4>000 a saeea ; na
ra da ^cnzalla-Velha n.
158.
Vendem-se meios bilhe-
tes da lotera d< Seminario
(|iie corre no clia 1*5 do corren-
te impeterivelmele: na ra
do Collegio loja n. 1.
Vende se um relogio de
ouro, de patente, muilo bom
regulador, com una correnti-
nha, tambem de ouro : ua
travessa da Concordia, sobra-
do nico de um andar.
- Vend-se um sitio, silo
no pateo da faz, povo.icao dos
.i loga dos com os finido ule
baixci-mar confinar com o
canal do rio, que corre para a
ponte do Molocolomb, e di-
versos a rvoredos de fructo, tres
cacimbas, entre asquaes urna
de excellenle agoa potavel; ca-
sa de pedra e cal, leila ha pou-
co, com per ft cao, goslo, ecom-
modos pira grande fainilh ,
cosinha loi a, e muito spaco-
sa, e.tli baria para dous caval-
los. Os pre tendentes a este pre-
diodirijao sea ti avessa da Con-
eoraia sobrado nico de um
andar.
* Vende-se o diccionario de Moraes,da quarta edicto;
na ra da Conceicao da Boa-Vista, n. 68.
" Escravos Fgidos
i do Kio de Janeiro por preco mait
-'-
commodo do que em qutra qualquer par-
Fugio no dia 13 de letembro p. p. um pre-
to crioulo de nomo Goncalo de idade de 30 annos;
o qual foi do Sr. coronel Francisco de Barros i-ego,,
lenbordo engenho Sauh;.eujoiigoeei lio ot sigui-
les : boaligura, pernas um pouco arquaadaa olhoi
eibugilbadoi ; levou camisa de algodio trancado com
mangas sem punhoi, ceroula comprida de algodio
fino e alvo com butoes pretos no eos urnas calaos de
biela azul oulrai de riscado de lislrai azues e ama-
rellai um panno da Coala e um chapeo de palba
noto : quem delle dir noticia ou o trouier a ra do.
Cabuga n. 16 sera generosamente recompensa-
do ; rogndose a meiuia appreheniioa toda aa auto-
ridades policiaes.
= Fugio, no dia II do correte urna prata de no-
mo Joaquina de naci Cacang representa 30 ao -
noa bans, ebeia do corpo nariz chito fen de cara,
cor fula com urna pequea costura na faoe e quorda ,
com falla de doui denles da parte de cima sendo um
de cada lado com carne sobre oa olboa peitOMMue-
nus e mrenos; temas nadegaa um tuto ajjjpiada
para Iras o be bem filiante ; letou ealido IP^aoga
aiul e paono da Costa anda um tanto suja : roga-ie
aa autoridades policiaei. a qualquer peisua ou cim-
panhaa a aprehendi e levem a aeu senbor. Domin-
icos da Sil Cunpos, na ra das Cruiei, n. *0 que
erio gratificados.
PERN.
} NATVP. DE M.r, DKFAUAl8q6.


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