Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05885


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Full Text
A nno fie 1845.
-I JL!lL.'.!i '
Quinta feira
O DIARIO publica-te todo9 os dios qne
nao foroiu de guarda: o preco da asigna-
tura he de 4/ rs>. por quai le pagni aAinntn-
do. O annuncins dos aislan-tules .So inse-
rido a'ra5o de 20 r.'is por linha, 40 rj. ein
tvpo diBereiite, e as rcpetices pela metade.
Os que nao forem assianantes pago 80 rs.
dor linha, e lO cni typo dill'ereule.
PBASES DA LA NO MEZ DE SETEMI'RO,
La nova a 1 as 7 h e 15 mln. da maiiha,
Crescente a9as 3 h. e4ininulosda tard.
La chela a 15 as 7 hor. e 54 mln. da man.
Mengoante a 23 as 10 hor. e 6 m. datarde.
PARTIDAS. DOS^CORREIOS.
Coianna, Pnrnlivba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Senas (Viras.
Cabo, Se rliihaem, Rio Formnso, Porto Cal-
, vo, e Maoej, no 1." 1 e 21 de cada mci.
Garanhuns e onito a 10 el4.*'
Boa-Vista e Flores a 13
Victoria as Quintas fel
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
I'rimcira as 11 li. e 42 rain, da manha.
Segunda as 12 h. e 6 minutos da tarde.
de utunro.
DAS DA SEMANA.
I'. SeRila.la S. Rumo, aud. do I. dos orph.
e do J. do C. da 2. v. do da 2. v.
, 7 Terca S. Marcos, ntirt. do I. lo-civ. da
'- I." v., c do J. le p.ti do 1. dist. 8 Oitnrta S. Krlgidn, aud dn I do clv.
da2.'v.,edo J de pa* do2.*/|i-t. le t.
9 Quinta S. Dionotio, aud. do J. de'orph.
edoJ.M. da 1. v.
10 Sexta S. Francisco, nd. do I. do civ. da
1. v., e rio .1. depu do I. di|. de tard.
11 Sabbado S. Firiuino, and. do J. do civ.
da 1. v., c do J. de pai do 2.dist. de t.
J.2 Domingo S. Cjpriano.
Anno X-N MS,
CAMBIOS BO > QUTVHRO.
Cambio sobrftafjj? s.J6 *. p. la a 60d.
,, Ipart' WO .r.'-is por franco.
T.(hna 120 a 125 p. c. pr. p. m.
Oec. dPlet. de bu.is firmas I V, I '/,r> %.
Oiiro-Oncas hespanhol.is 3lT>00 a 32*10
Mo.dade (ifJOO vil. !7*>II0 n I8*W0
de 6/100 nov. 17*200 a 1? '>%
u de 4^KX) 0.*Ja IRVNl
Prnta-Palacflos .... I%'. '^J*
PeW oliiinnares. UVW a !ff
Ditos Mexicanos U1MH fj*0
> Moeda* de 2 palac. 1/280 a 1/3X1
Acedes da C do Heberibe de a0/000ao par.
DIARIO DE PER3HAMBUCO.
i i t
. PARTE OFRCIAl.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS F.STR ANGE1R0S.
O TRATADO CI)M A CONFEDERACAfl ARGENTINA.
(ConrlllS.l|.
Pem do Diario n 217.
NOTA DO R. D. TlliiMAl GUIDO id R. CARNFIRO IXk.
F LfgajAo Argentina. Viva s Coufederajao Ar<-ntiiut
Itin-dr-Janeiro, 2o de abril lo 1843. Aun 34 da liber-
dadn, 2S da independencia e 14 da Coufederajao Argen-
tina
Illtn. e Exro. Sr. Honorio Hcrmcto Carneiro Lean, se-
nador dn imperio, concelheiro, ministro secretario le
estado dt negocio* estrangeiros, &c., &c-
Oabaixo aitignad, enviado extraordinario o ministro
plenipotenciario daCunfederajo Argentina, (evo a hon-
ra de dar conta ao Exm. Sr. governador o capitao-gene-
ral da provincia de Buenot-Ayrea, oncorregado das rcla-
c5et exteriores da repblica, de ter nssignado um trata-
do de allianca oftemiva e defensiva entre a Confederojao
o S, M. o Imperador do Brasil, cujo ministro plenipo-
tenciario era Buenoa-Ayrea estava encarregado de apre-
lenta-lo a S. Ex.
Oabaixo aisignado deo oonta aS.Ex. o Sr. ministro
dos negocias citrangciroi-da Confederado de (er decla-
rado bii Exms. Sr*. ministro* do* negocios estrangeiros
e da norinha, nomeados por S. H. Imperial para estipu-
laron) o dito tratado, achar'-ie aem poderes eipeciaes pa-
ro itto, eque, aceita e protocolada esta declarado, se
tinha decidido a auignar o tratado itib tperati pelas ra-
zos que o absixn assignado expt ao sen govorno, soli-
citando ein virtudc della* a ralificajao de S. Ex., crin
resposta receben a explicarlo *egiiin(e, que o obaixu ai-
signndo ae honra era (raiiacrevcr a S. Ex.
Instruido S. Ex. da dita nota, orileuot ao abaixo u-
signado rciponda a V. Ex-, quedeado j aao inui aprc-
.. ciavei* ao governo o* diligentes estfeos com que
a desenipeiilia o delicado posto mi que se aclia cnlloca-
.. do, e com que lein provado mais o nohre inlercssc que
o anima pela gloria e dignidaile da ConfederajSo Ar-
>. entina. Alas que no meio deala manifcstoju o do*
a vivoa deaejua que oniuiao ao governo, nao he posii-
vel decidir-ae a ralificajao do tratado, aegundo est
redigido eaccordado neaaa crM qnc llio fui npre-
sentad pelo Ex. Sr. ministro de S. M. o Imperador
i. junto nelo gorcruo.
S. Ex. sent sobremaneira quo i siimma urgencia.
i aem esperoaigumo, em que avisa o dito Exm. Sr. mi-
' nialro a sabida do vapor Conductor lala runiinuni-
a carao, nao Ihe permita detolhor a V. Ex. Ba poderosa*
u raices que llie aaaialem |>ara nao ratifica I". V. Ex
u notar quao inconveniente cria um tratado late gc-
nero aem u coiiciirrrnria e acqiiieaccnria do Exm, go-
u verno legal da Repblica Oriental do Uruguay, espe-
. cialmcnte quando oExiu. Sr. prrtideute brigadriro I).
.. Manuel Oribe eal reconlu-cido, c cacha vierccudu
n tuna nltas funtcoca cid quaai todo 0 territorio ori-
.. enlal.
A admiaao dos ortigo* do tratado, ein que u- per-
i. milis (ropa* de S. M. o Imperador a entrada no ter-
- ritorio oriental; oa que ae referem eipulaao dua ebe-
... fea orlrntae e partidario do aclvngein iiiiilario pardo
.. Rivera; a iinullauca eoi.penicao do cxerc.ito quo ae
acba em urmaa contra o nietmo Rivera, ao qual cat
incorporada urna grande forja de Orientara; oa que
u so referem ana partidario dos rrbcldi'a nniolinodoa
.'uiiircliilaa lo Rio-Grande, o aun nao adoiiaan o o)-
lo no territorio oriental, suo unir* (anta* ruica que
fmoin nbiiiliilsmeiitc neccaaaria a toa acsjuiaceucin.
i. Em lal catado o enlace de eircuiiitancina, ciu a < nn-
currencia do governo oriental, appartceria buinillia-
da a (upreiua auloriibilc legal daquclla repblica, r
violada a un soberana c independencia. esle nies-
.. mu Molido lie que estima obaoliilameiite neceaiaria a
- coiiuurrencia da aupreiua nuloridade legal della para
o ennni uni trntadu de nllianca utfeiiiva odefenmva
com o enverno leS. M. o Imperador do liiai.il, para
cujo eflVito, em viiin deataa u de nutra* poderosas ra-
ioe, confia obter n ana conformidade.
0 governo da Confederado adopta deade j o prin-
- ripio da reeipi'oiidaile contra o amotinado caudllbo
.. Denlo G.'iicalves e scils partidarios rebeldes, nnarclii-
u tas inniiuiidos da raua ama do continente aoierica-
. no, iniuigo vi* de ana elevajio e dignidade, c ae
enmprax em encontrar no gabiuels do imperio una
mibre dupusican para pu-lu em pralicn; e j que nao
i. I lie heposivrl lai-lo nete momento, pela encuna de
guerra Legalidad? reineltera o V. Ex. urna minuta do
i. trotado d alliunca ofifenaivae dclenaiva entre o gover-
I. nn de S. M. I., o da Contedera^ao Argentina e o do
.. Eatiido Oriental do Uruguay, para que, dcbaixo d.,s
ba*e* que conlenba, te ri'ircm approvadas por S. M.,
a *e celebre a alliatica t*o ncceaanria para a paz c iian-
u quillidade do uuperis, do (alado Oriental c da Confc-
u deroco Argeiiium. f'-^f
He nllajsenli: satisfactoria ao governo o benvola e
i. dillincta inaiuiriacao que S, M. o imperador Ihc fci
[i com cate seto "o recunbcciiiicnto da juuca que o guia
.. na presente guerra cu rrtra o uiurpador do poder legal
i. da Bejiublica OrBjital o lunxcliitsdur daa repblicas
- vmnlia ; e
> der-ae curo
< lieaao, tend
. re* eipeoiae
. fu, V. Ex.
. kim "o nian
i do governo imperial para cntLii-
no coin etpccia! frauquea e ad-
j declarado achur-se cm pude-
Coniequento a c*lci tcntiiuen-
l do Exni. Sr. guvrmadur, -
inerno de S. M. rctribnindo-
llie da mancir* ruaia viva e cxpreaaiva dispo*ire* to
ubrigantea e aniignvcis, e i|iic debaixo de toe concci-
lo* devolveo ao Exm. .Sr. mini.lro do imperio junto
u deate governo o referido ti alado aem ralibca-lo.
O abaixo aaaignado nao diaaimulara que llie tena sido
ollamente salrlaolorio ter podido prever toda* aa raides
dedund pelo leu governo, para nao preitar-je rali-
floacao do tratado do allianca do 24 de mareo, porque,
lavado do raellior otpirilti ein favor do inlerc*e* de *eu
pal* e-de todo o meio honroso que, eitreitaudo a* rela-
jees entre a ConfederncSo e o Brasil, concorresse para a
eilinecAn da autoridade intrusa o traidora da Repblica
do Uruguay, nio eslaria disposto jamis a poapr estas
cuiisidrracoes a nciibuin entimento men* -levado e pa-
triotico.
Mas n abaixo assignado nao pode deixar de renonhecer
c de recoinniendiia altamente ti considerado do governo
imperial os duns granile principios que resaliau na res-
poata do governo argentino.
O priaiciro refere-*o ao respeito religioto do governo
argentino para com a olierania e independencia da Re-
pblica Oriental, poi* que, prevendo que o* direilos
inherente* a ctta qualidade appareneriao violados, *e no
tratado nao tomsete parto a suprema autoridade legol
daqucllo catado, antei quer privar-a das transcenden-
tes cuteis consequencias douma allianca imtncdiala com
S. M. I. que dor lugar a nterpretaces offensivos ao ca-
rac(er daconlenda em quo est empentado, o a anas vis-
tas detintereaiada* e justas.
Parajulgar estrictamente desla poltica, oabaixo as-
signado se perniitie iiivirar o teatemunho do Sr. minis-
tro dus negocio* eitrangeirns. Familiar he o S. Ex. o
conliecimenlo da censura dirigida ao governo argentino
ubre *eu* fin* ulteriores na guerra contra o caudilho
anarchico da banda Oriental. OpiuiOes absurda* empe-
nbadasem contaminar o meatno gabinete imperial tecm
sido cinittida na Europa e na America, para deapir de
mrito da jiulica ma empreta fundodo no dircito in-
ccincuaao de repellir a guerra eom a guerra, ena nu-
ccaaidado de afailar do frunteira o germen funetlo lere-
voltas.
A cata emprcia tcm-te querido coracteriisr da plano
lo naiirpnco, oiinvcr(cndu-e cm objecto de eugrande-
cimenlo pc*soal um penamento dictado pela cunveni-
cncias naciouou*. O* inituigo* do Coufedera;ao n.1u lem
cessado le proelouia-lo; e o governo argentino, nao cuu-
lenlo com ter uppnsto ale hojo a forja dua lautos, auxi-
liando eom o tliesouro o onm o aaiiguc da repblica o
ouluridode legol do Estado Oriental, cr-se obrigado em
Berta modo pela gloria do seu nomo a dar esto ves a S.
M. I, um nuvo tcalemunlio de reapeilo aus Iratadu exil-
ente*, negando-so a estipulacOea suaeeptivei do icreni
apresentadas como actos do uiurpajoo ou do prepoten-
cia obre a repblica indcpeiidenlo do Uruguay.
Ae governo argentino nu pudia ser ocoulta a siimnia
impurtancia de aaaociar uu justa causa a poderoso in-
lluencia deS. Mogeaiade. O abaixo aeignndo, como re-
prcM-nlaiile da Contrdrracn, pruinovco una allianca
(tu grata ao cu govenio c tflo wuluatiienio vonlajoaa
para a pat o properidado do ambo* oa estado*. Urna he
de ni nliuuio inaueira recusa-la u prcUndcr fund- .9 so-
bre kiaea (olida* c incuua exposta iicunccilos ek. i icos
o deslustrosos. O governo argentino contempla a oilian-
ja mais seguro e proficua, *c o puvo oriental c sen go-
verno legol independente nu dcscobrirem nello inulivu
roioaiel de luspcila oudoalorniu; e oo sacnticar o go-
verno argentino mu lempo iuavoliavel ein ineiu du* oc-
tuaes aiivcesso* da guerra paro obler aquelles tns, mus-
ir quonlo S. Ex. deteja chegarao objeclo.que u trotado
du allianca de 24 do marju levo em vina, mas que nao
pode Ivvar-ae a exccuco pela condicOe que S. Ex.
julgnu inaduiiaivei*.
O seguudo principiu declarado pelo governo argenti-
no revela, e heposaive), nu.a oniplaiiunlu ouohnnc
adbeaau a uiiieoa baiea periiionenlea de tirganiaajao i-
ealabilidode dos aacve*. S Ex. ucteito pur principio de
reciprocidudu o de ver deconoorror poro destruir a re-
belliuo no Rio-Giandu,e du rctoursr.de occoido cun S.
M. I., aquella tiea prnvincia a arde legol do imperio j
e anda que um direito positivo de guuriu conduio oo go-
verno argentino a participar da liebre gesteada inten-
tada por S. M. contra tac rcLcldca, niio lie luenna ctrli
que S. Ex. acieita un coiuproiniu le troiuceiidcncio
vital ao repnisu o engrandcciiiiento ulterior do impe-
rio, e d com cato drdieacao limo pruva relcvoiile dceu
voto em favor de urna oliionja ulil e duuduura cutre
anibiia o* palie*.
O abaixo assignado confio que, penetrado o gabinete
do S. M. doa aineeios voto do governo argentino em fa-
vor de una li;o que atiimcu o* inleressr posilivu da
Ci.ule,le acao e do Brasil, favorecer o desejo do abaixo
aisignadil de que S. M. 1. e persuada de que o nao rati-
ieajao do IrnMdu de ollionco de 24 do inoreO' procede
uiiieaniente de umo voniade decidido de parle doguver-
iiu argentino de iibrogor ealipulajoea ilioi* conforme* a
mutuas uunvciici, lindo o grolo vruliiro du retribuir
aiiiplanienlo a* nniigavcia e obrigoulca dispuncOta de M
M. |iaru coin Conlederaiao Argentina.
lico guarde a V. Ex. uiiiilua auno.
TttoMAi Guido.
ROTA OO *n. CARNEIRO LKA Ao SR. D. TUOMA1 GL'IDO.
N. ;,._ abaixo ofignado, iniiiiitio e secretorio de
estado iulerino do* negocio* ctroiigeiro>, accua.i o re-
evpcao da nulo, em dolo do 2i> do uici passoilo, na qual
o Sr. geiicroi D. Tliomax Guido, enviado extraordinario
e niiniatru plenipotenciario da Coiilederagao Argentina,
referindo 1er dado coulo ao cu guvuiuo de liaver firma-
do um Iroiado de allianra ollenaivo edelcuaivn coin o
firoail, declara nao ter ido eslu tratado ratificado pelo
seu governo, e paisa a aspar o* motivo* da nao rotirica-
co declarados pelo uuniatruda relaeoe cxlcnoies da
repblica du Buenos-Ayres, no oflicio quo diiigio ao
Sr. general, que na dita nota vein copiado luteroliiieiiti-,
O abaixo aasignado deo cont a S. M. o Imperador din
olivo irtrriciin na mencionada iiuio,bein como la de-
claraco que fui l'elia ao Sr. Guido, do qne pela etcuua
Liyalidode lliu er remetuda uina minuta para um novo
tratado de allianna oll'onsiva e defensiva entro o gover-
no de S. M. 1., o da Confedeiajao Argentina e o do Ea-
Utdu Oriental do Uruguay, par que debaixo de oua ba-
le*, te fireui approvadas por S. M., e celebro a allian-
ca, tilo necessaria para a poi do imperio, du listado Ori-
entol o da ConfederocSo Argentina; e receben ordem do
mesmo augusto Senhor para declarar ao Sr. general que
o governo imperial, convencido da voniaireiii que deve-
la resultar ao Brosil, i Cnnfederacao e ao proprio Bala-
do Oriental do Uruguay, do tratado celebrado enlre o
Sr. Guido e o plenipoenoiario brosileirm, quo deixou
deer ratificado pelo governo da Confrdcracio, "ao pu-
de deixar de lasiiinor umo emehnle los motivo* em que ae funda, parase traier d*flciildadc*
e embaraco realisacao de nina allianca quo se reco-
nhece como necessaria e ulil ana don governo; na
que entretanto aguarla quo o minuto Ihe ja aprsenla-
da, para tomar uma deliberado arespcilo oom conhe-
cimenlo de cousu.
Fateildo esta dcr.larac.ao, o aliaiio assignado nao se
diipenaar de faior notar ao Sr. Guido que os motivos da
nao ratificocao dcclorado pelo seu governo esto em in-
teira oontrodiceSo coin o leltro o espirito das notas que
duronto toda a lila missao oSr. Guido havia dirigido ao
governo imperial, especialmente as ultima*, que provo-
ciirio a celobraefio do tratado que deixou do ser ralifi-
endo.
A urgencia d* allianjn reputada necesaria, e que, no
entender do Sr. Guido, virio a ler lugar lra de lempo
e nao prodiiziria o bem desejodu aeeopea.so por plenos
poderes que auiorisassem ao plenipotenciario da Conrc-
derajftn, nao para firnia-lo, como para celebrar o tra-
tado de pai definitivo com o imperio c o de limites, des-
opparcueo desdo quo o governo imperial se decidi oom
dependencia das referidas eniidiccs que a principio ha-
via posto; e o quo lio mais, apparecenr por parto do go-
verno da Con federa jio cundieres (ae, (uu didiculiau,
mnhi iiDpusiibilitao, a tuua allianca quoaindu *e julga
necessaria.
Remita da* raines du nSo ratificarlo quo d o gover-
no da Goufederajo, u que vcem copiada* na noto do Sr.
(nido, quo o inlervcucao do gencrol Oribe, quo o dito
governo ciuiiidero anda ennio preiiilenl.u legitimo do
Repblica do tliuguiiy, aera exigida no novo tratado le
allianca que e Inniver de faier. O abaixo auignado,
procedendn com o froui|ueia que da lenidad d,gver-
no imperial se leve esperar, fnr auafir. Guido a obaer-
vacoca o quu d lugar uuu eiuelbante ejugtue.io. 0 go-
verno imperial reconhece que o general Oribe Fui dopn-
jado do guverno do E*(odo Oriental por meio violento,
o persuadido que, o o dilo general (altano legolmente
oo governo da referida repblica, dara ao liroil e a o
eslodo viinho garanlia de fcgiircnco, almeja que 0*'
aosuccco tcnbu lugar; poiuui o governo imperial nao
pode concordar cun oda ConfederacAo Argentina no
ponto de conideror deade ja o general Oribe como pr-
ndenlo la liepiiblion Oriental. Turmiuado oqualrien
nio di: ano presidencia, coniquaiilu fono ello privado do
excrcicio lo poder escculiio dur.inlo o ltimos tre
metra, nao so podo conceber como, coin boa ra'o, e
pntso su*(enlor o iluracao de sua presiden. 1,1 oinda na
octuolidade, e deve-ae duvidar momo que o gencrol 0-
ribo acceda o tol principio, que deve uih punco lempo
priva-lo do cxereici do poder quando o eoinigo. ftao
endo pelo coialiloijiio do Filado Oriental permiltido a
reeli-icao do pi;ciilrnle i ni que mcdciem quatro anuos
enlre a ceaco du na autoridad, oinda continua actu-
almente, iegnir-*e-lio o impuniLilidade de poder elle
er recb ito, una vci que c nao queirn violar a coiiti-
tuijiu do pai/, o que o nao deve iippf. Accrc.ce
que, i-inda niiimo que o guverno imperial eunsiderau
.. general Oribe como presidente legitimo do Estado do
Urugiiov, 10 adiara iinpossibilitado de levar o elleito o
allianca eom n Confedenjio Argeuiina, urna vea que el-
le foe uniu da porte cunlrolontes do trotado; por-
qiiniilo, sendo neeeisario, cgiindo a coinlituicao da re-
pblica, que o notados c inicif-iii com noulieoimeiilu
do cnado, e que o niiihi.scao se lu^;* euw approvacao do
aaauublea ger.l nenhuiiin denc eiicuiiuloiicias e po-
llern verificar no citado ociunl do coiiaus. So o gover-
no da Confedcraciiii Argentina lela tanto o cuniprinicii-
tu da eoiistiluii,ao do lutado Oriento!, que sltenla a le-
gltimdodedo presidente Oribe, em raan do ler elle li-
Sb privado vinlenlamentc doexercicio do poder exetu-
tiv suicide completar na quatro anuo ufo pude que.
rera violadla dea artigo* dossa menua eoiiatiiuijao pie-
(endeudo que elle |ica iniciar tratado* em conlu-ci-
mento do irnado, e raiifice-iue aem approvacao da o-
enibleo gerol; a leudo ossini, o exigencia ic ionio iiiiii-
trutsvel, cniiroriu oo inleresve do don governos, ao
Estado Oriental c do proprio general Oribe, quo lili na
vaniog ni da ollionco da Cvumderafiu eom o iiruil, jqe
llie dara facilidade do podirar-*o da enlode de Monte-
video e du poder per umo eleicjo valida er eleito preai-
deule ds Rejuiblica do Uruguay.
O abaixo assignado jnlga a cate respeito ilever Icnibror
ni,-i. Guido que o tratado de Cliaiiniont, celebrado cm
o 1. d marco de 1514 por quatro grandea potencias do
Europa, linha por lino principal estabeleceraallin;a dos
Jila potencia* e o entrada daa auoa tropo no lerriloiiu
a Fiauca, e que nello nio fui parte controlaiilu Luu
XVIII, que alias CM considerado pelo logloterra uina
daa dito potencio, como legitimo re da Franja; o nao
Hitara de ponderar que, o o concurrencia du um rei
jolgodo legitimo uo fui neucrtario poi a um tratado dcs-
la especie, menos so pode considerar necessaria a du uiu
presidente temporario,cujo poder legal espiran, ha mais
de quatro anuos. O baixo oaignouo, cm se alongar
nar coiiiidcrajoea dette genero, eiuqu.inio uo tiver ple-
no ciiiilieciHicnto da baici que prometi enviar o go-
verno da ConCedsrsjau, nao deixari do contestar o prin-
epio novo adoptado pela Confrdei.-.Joarepeilo do Bra-
lil quu vem eulre o motivos de nao ratifiuajao, o que
tai.lo iiiai nolavel he quanto o Cuufedorajao, pela* no
lo do Sr; Guido, havia luitenlado o contrario, c o icio
pralicodo reapeilo ao Bolada Oriental. Entre o* dito*
motive* coiu que o governo da Confvdcrajao juili&cn a
*ua recula de rali Reacia vem declarada a permisslo qiie
e d tropas le S M. o Imperador de entrarom uo Es-
tado Oriental. 0 abaiso assignado lenibr.i ao Sr. Guido :
l.o, queo Estada Oriental he t.o i.-idependenle pira o
Brasil eoioo para a C-iiifederaj5.> Argentina; 2., que aa
tropas do Confeil.rocao leem entrado cffuctivamenle no
Rstoda Oriental, em algum tratado ostensivo que Ihe*
perojittilte e**a entrad; 3.. que, doda a rxisteiiuia do
alg.....tratado com o general Oribo. era elle millo aw
rali&cacio, e que eaaa nao podo ler llovido pelo falla da
approvacao da auemblca geral do lito ralada; 4., qaa
o governo la Gonfedoraja.i foi o proprio quo provou
iiic.duleslsvelmerle peranto o governo imperial ter o
Brasil sido hoitiliado pelo governo exilenle em Mon-
ti-vidou o pelo general Frueluoi.. Rivera; ., quo. da-
da* aa diioa hostilidades, nao pudo o governo da Gonfe-
derajtu doixar d reoonlicr quo seria juata a guerra que
o governo imperial fiesae oo dito estado; 6.*, que con-
cquentcnienio poro a entrada do anas tropas no territo-
rio da Republica Oriental nao i-ra rr'er.iaa, dadu iiaMu
de guerra,a permiiiao ncni de Oribe nero de olguina pn-
Iciicio; 7., que o tratado au ratificad ni dava ao go-
verno imperial seinellianlu permiiiSo de que ello nen-
luiina ncccsidaile lem, por Ihepcnencer someoto o de-
liberar a respeito o que julgar justo e non veniente.
Oabaixo aasignado *o terminar eala ola leaici-
pr oo Sr. Guido o opinin em quo est o governo im-
perial lo quao infundado lie o recejo quo nianifcal o
governo da Confedeiajao do poderem er tuapeiudaa
auoa inloncfie* ulteriores cerca do Eatado Oriental ae
por ventura e bouvesse ratificado o tratado celebrado
pelo Sr. Guido em noine do ConfederajSn.
A concurrencia do Brasil com o governo da Confedo-
rojao poro n pouifioacao da Ropublica do Uruguay, que,
pelo estado excepcional em quo se tem achodu, tem pro-
movido a guerra civil no Brasil o no territorio da Confe-
derajio, loiige du dor oo a taei luipeitaa, a* diuiparia,
u u ubaixo assignadji er quuus potencias europea*, que
pareeein uspcitor o intnjoe* ulloriore* daConfodera-
cau a reipcito da Repblica do Uruguay, seguras por e*-
so concurrencia, lerioo renonhecido o bloqueio de Mon-
levido, o quo focililaria a oceupac desss praja eo
prouipto pi-eeiie.liimcnto do fin los don* governos. O
auaixoaasignado julga que, se u tratado em queslao fos-
e ciinhecido por eisai potencia, a ana rejeijo eria
mancapai le dar logara suipeilaa do que a iuo ratifica-
cao pur parta I Cunfcdewjao,- purquont, icndu obvio
que oortig 10 destratdo, oiuvrvado fielmente pe-
lo dou governos, darla po*ivel garanta de nio preteu-
dereiu elie* oiieiiiar contra a indepeiideiioia e a mtegri-
dade da repblica, poder er entendido quo eau artigo
motivara a rejeica e uto ai nutra roiei prudutida*.
coja proe.edenwaTlllo podo *er apreciada.
O obaixo ataignadn reitero au Sr. D. Thomat Guido oa
pruledo* deiua perfeita calima e dislincta oontidera-
co. Palacio do Rio-de- Janeiro, um 2 do maio de 1843.
oNonto IIebmeto CARastRO Lba6.
[J. do Commereio).
BISPAO E PERNAMBUCO.
DomJoaoda Putificacao Mar quu Pirdeg&Q, contgo
regante de Sanio Agostinho, por grac de Deoie
da Santa S apoitolica, hispo de Pernambueo, dt
concelho deS. Al. Imperial, tic. tic.
A lodos os oosios dilectos diocesanos sade, pai, e
bencaodc Jesu Cbristo.
iloso dio, no qual, em nomo e pela virlude do Eter-
no Pastor o Divino Espuso da santa igreja, com esta
teconciliamos o 6r. Joaquim Francisco Biptiila de
Mello tala, detido o ligado com o vinculo da escom-
munbao maior, do qual foi por nos desligado n abiol-
vido publicamente,no dia do corrente pela* 10 horaa,
na sacrista da tgieja matriz de Santo Antonio delta ca-
pital; assi>tindo a este solemne acto o nosso Rvm. ?i-
g.irio geral e o llv. escrivo da cmara episcopal, o ob-
lervadas todas as formalidades piescriptas a respeito pe-
la vigente disciplina ecclesiaslica, a qual o Sr. Osal
tributuu a devida obediencia com teligiosa edificajao de
todos os circumitantcs, que concorrrio a cumprir o
preaeito da audiencia da nnssa, amgnando o juramento
de respeitar as leu ds sania igreja, e particularmente a
le anatlieuialisa o publico percursor do clero, por cu-
o crime loi declarado ctconiinungado vitando. Feliz
odiadoNossa Senbora do llosario. (protectora e de-
fensora da igreja universal, a cujoa lilho prodigalita
os urgentes autilius dimanantes do celestial theaouro
conliodo a la distribuijo, para oao aberrarem do ca-
niinlio da verdade) no qual comparecemos naquella
igreja para ctercer uuia de nosiaamats nobres attnbui-
ces, cooperando ao brilbante triumpbo da religiao,
que nos designa coerdciroi da eterna gloria com Jesui
Cbristo!
Duina roligio, quem poder comprehender a oCG-
acia de la virlude A quem sera licita a appreheniSo
do ti us altissimos designios incgnitos escoaoex do hu-
manu eiilciidiiiiento Ab I'u lis a que agitat 0(00-
races para o* lazo- sensiveis e inclioadoa ao cumpri-
uioiitu do dever de conformar o procodimento com a
crema !
S tu t propria para regalar aa acedes doa que (a
abrajao e seguein Nao s tu a que persuades indul-
gencia ao ingenuamente contrito, acolhes ot que,
afastando-se por algum tempo do ciarlo da luz, o!-
tio a proieguir na detestajao do erro?
Embora teu abandono e poitergaclo faja digno de
latnenlar-ie com lagrimas de sanguc Tusoccorra o
indigente, consolas o Iriale, proteges o infelit, favo-
rece 0 atribulado, autilias o auliclo, conlotlaa oa qu
em ti confian : a dor e a oppresaio encontrio em ti aau-
davel medicina, pela qual aaatificaa o sincero peniteo-
ILEGIVFI


=
8
Se
te '. S'> lu heetiucls esfque, pela firrrrza na fidelidade
Je 6ua> promesa.*, consegurm a Iruicio daqu'IU glo-
ria, que I eterna jnstic cnnfere aos dignos de ni- rmi
navel remuneraren Tu mnmi nos ensinas que j mais
podYiii g<>sr solido prajer.pcrfeils paz e Iranquillidade
de espirito, oa que recusan, ou desprezlo saborearos
suavsimos ru'-tos, provenientes de la praliea.
Os que seguem contrarios sentimenloi pcrcorrijo en
espirito o lobo terrestre, o contemplando os males,
qiieopprjnprm'o univetsi. quasi destituido de recurso
humaocieu fligado de esperar o termo de sua inaud
tt veacin, digan, e ronlessem sem t-mor de erro, que
a. subtraciu aos deveres, que a religiao nos impd,
no|Q nua ig respaila, e o pode temporal, a quem
ella manda prestar legal submisso, he o impulso mo-
triz.de tanta insubordinacio as Icis, o de 15o aborreci-
da, o | nauseante desord :m, com a qual amitos se
teem lamiliarisado, para promnverem illeitamento in-
teresses particulares com escandaloso tropellamento da
probi laue daquelles, que a todastiJ luzes merecem a
iiiaior considerado.
Aquella, diremos, be a promotora do desenvolvi-
menlo daspuixes mais exasperadas, nutridas pido de-
testavel espirito 'le parcialidade, (por todas as leis re-
provada) para grangear atleices criminosas, quando
pela maior parto fundamentabas no amor proprio, e
no nteroste do* amigos smento da sua conveniencia,
nao premeditado o detrimento d'aquelles, que proce-
dem de boa fe, e que conlio n protecelo das leis em
seu favor, persuadidos da indefeclibilidade do sua per-
manente subsistencia.
He innegaVol, porm.que maiscedo ou mais tarde as
paiies precipilio noabysmo os que a ellas so entreglo
em rcflexlo om sua responsabilidad!) perante Aquelli1,
quem esto presentes os mais recnditos pensamentos,
os mais oceultos movimentos do eoratao humano.
Para confrmaeao desta importante e incontestavcl
verdade invoquemos, fillio* sempro diloctissimos, otes
temunbo verdico d'aquelles, que.refreando as paiies,
e reprimindo os vicios pelos dictames da religiao santo
de nossos pas, couvenridos esto do dever de amar esta
nesma rcligiiio, apreciando seus dogmas ; se tarriveis
para os que nellcs nao crAem, vanlajosos todava para
es que se glorian na demonsliacao de praticarein se-
gundo a le que protestan.
K para quo nao omitamos nesta mui opporluna oc
casino um dos mais essenciaes deveres inseparaveis do
nosso ministerio, admoestamos os nossos iliuccsanos,
qoe illicilamente comtiiunica-scm com o Sr. Oala,
(seja qu*l lor sua quahdado. emprego, ou' coodicio,
puis que a lodos, eiclusa qualquer excopcio, se es
tende nossa espiritual jurisdctDo), uiligcncem quaes-
quer Reverendos sacerdote approvados. para cujo im
competentemente os autorisamos, ou de seus Reve-
rendos peruchos, nor meio do Sacramento da peni-
tencia, ou lora dcsle, a absolvilo da oxcommunhlo
menor, em que incorres-em, tendo em vista nossa no-
vissma pastoral, pela qual Ibes lzetnoi veros proprios
deveres sobr'este ohjecto.
Palacio da Soledade, C de outubro de lS.'i.
Ju'w, hispo diocesano,
Governo da provincia.:
Xr-BDllMTE no niA 3 DOCOlMSTB.
{Concillado, t
OllieinAo juiz de direlii interino do eriine da en-
maren ilo Bonito, dorlaroodn, que d i respectiva canutra
inonicipal lleve eligir a ?nti.-far.io iln requisiCin, que llie
fea, ile unisona, par nella reunr-se a segunda leain
do jurT visto que lie aquella ranoicipalidndo abrigada a
lima tal NquilicAo, U piule, ecg.....I" 0 ililpoitO no arti-
go 13't do Oi'dign do proeeiao rriniiiial e viso de 23 de
iiovciiil.ro de l.Vi'l, fiter preparar, pira reuuiSii do
inei-inn tritoinal, o contialorio rio qualquer igreja, un
alguna casa particular, te niatO convier o 100 projiric-
turio.
DitoAu oomniifario-|iajador, riculifir.iiTtlo-o de
liaver mandado indeniniaar a na repartirn !< OlwSOO
in..eii: que importa o rnrliixniue fiiriiretJ aguarda
nocional e no i befe *!* polica.
DitoAo ilineior do nrrrnal de guerra, intelligenoi
iiinlo-ii de'ter solicitado du ministerio du imperio u in-
lieinoiiioco aquelle arsenal don l'ity87U ri*. driprndi-
il.. flora diversos concert no palacio do guvarnn
RiloAo racimo, noli cuando i cuinprn de '2(10 lo-
ma de ninipepii para mainifaeioracao de cornnhns ile es-
pingardas, das inaileira, do que precisa para sntisfa-
jer una requiicio do commnuilante do furto do Hu-
raco.
OitnAu presidenta do enncidlio gernl do aalubrida-
do, (oniniiiiiienndo ler opprovado o legulaiiientu inter-
no, per aquelle eoneelloi nrgnoinado, oiiin exilnsfio da
parte, que nl.riyava a cmara municipal n dar cara par
a pernean da vaeeinn
PurtariaReformando Antonio AntM de Albuquer
quo mi pofto de ollera da priineira cnmpaiiliia do ca-
quiidrao ieeavallaiia dn gnarda naeivnal de Goianna.
Commando das Arm;s.
D'ordcm'i.n Senbor general Antonio Corroa Sira,
conimandante das armas desta provincia se loz publico,
na ronformidade do artigo 3." da lei do 26 de maiu de
1835, que. o capilo do 1.'balalho de caradores do
ciercilo l-rsncisco de l'aula de Albuquerque Grillo loi
considerado ament por eiceaso dn licenea na ofdcm do
da d 1." do coi rente, soh n. 52.
Ouarlel general na cidade do Recife. 7 de outubro de
1845. yoie da Silva Guimaraes, ajudantc 'oTdens.
RIO ^,R^NDE-l)O-N0RTE.
f.iiVKIiNo DA PaOVINCI \.
Corrttpondencia do Exm, Sr. douioi faiimirojoi a$
Moran Sarniento com a thetouroria provincial.
Mato 17.
N. 17. -Tendo o parocbo da fregoazia de
em data de 15 do crtenle mez* trazido a eonsideracqp
le'ta presidencia o estado de ruina em que se echa
respectiva matriz, e quo. nao se arcuilindode prompto,
necessita : ordeno, portanto, i V. S. que faca entregar
ao referido parodio a quantia de 200* ri.que o 42 ar-
tigo 2.da le de 8 de novembro de 1843,' tobn. 103 ,
foi votada para rnnaros da mencionada matriz. I*8**'
RUirde a V. S. Palacio do governo do Rio-Gnnde-
do-Norte, 17 de maio da 1815 Dr. Casimiro Jote
de Maraes Sarment. Sr. inspector da tbesourar
provincial.
N. 18.Tenho presentes oa oflicios qoe V. S. nw
dirigi sob ns. 9o e 96,bontem datados, acompinbadM
dos quadros dos dillerentes impostse dijimos das dif-
ferentes regue/ias desta provincia queobtiaerSo landos;
e hem assim dos que nSo tiverio licitantes sobre este
otjecto: cumpre-me dizer em respoata a V. S. quede
verificar a arrematarlo de todos aquellas a que appare-
efiro lancadores, peos o da passagem do Ro-Salgado,
cuja arremataci* fica suspensa al segunda ordem mi-
nha, e os dos tff'imos dos Touros, que V, S. man-
dar novameoto p6r em leilio, visto baer-me V. S.
verbalmente asseverado que boje ba probabilidad, ou
antes certera, de que appareca maior lanco elle.em
ronsequencia dos novos esclarecimenlos que V. S.
minislrou a diversos individuos. Quanto aos di-
zimos e impostusdssdiflerentos freguoiias, a cuja ar-
rematado englobada nao appareceu lancador algum,
ordeno a V. S. os mande por em Icilo porcabeca,
romo determina o artigo 3.da lei provincial de 11 de
novembro de 1841. Finalmente, no tocante a ultima
parte do seu olicio n 96, tenbo a dizer-lbe que es lat-
irs que bouverem de assignar os arrematantes dos con-
tratos queobtiverSo lanQos, deverO ser pagas a nove,
e doze meses contados da data de boje em que appro-
vo as referidas arremalacSes Dos gusrde a V. S.
Palacio do governo do Rio-Grande-do-Norte, 17 de
maio de 1845.Dr. Cat miro Jote de Moraet Sar-
ment.Sr. inspector da thesouraria provincial.
N. 19 Espcc V. S. as convenientes ordens ao
administrador das rendas provinciaes das freguezias de
S. Jos e Goianninha para enlregarem adsposicao dos
parochos das mesnasas quolas de200$rs., que foro
consignadas na lei do orcamento provincial em vigor
pata reparos das cuprllas mores d'aquellas matriies,
sendo que os mesmos parochos tenhao ja dado cunta
doemprego que liverao quaesquer quolas,que por ven-
tura Ihe tenhSo sido abonadas anteriormente para a-
quellefim. Ireos suarde a V. S. Palacio do governo
do Itio-Gronde do Norte. 17 de maio de 84&.Dr.
Cuiimiro Jos de Maraes Sarment.Sr. inspector
Oa 20.
N. 20. Interado pelo seu olicio n. 98, boje da-
tado, dos motivos que fuerio com que os dizimos dos
Touros nSo oblivessem maiscincoenta mil ris, como
V. S. me havia assegurado, tenbo a dizer-lbe que ap-
provo a arrematarlo pelo prego que elles alcanc&rSo, e
nrsla conformid'ade, pode V. S. consumar o contrato.
No tocante ao mais quo V. S. me dit no dito seu ofl
ci, respondo que amanhaa ou depois resolveiei como
lur mais conveniente sos inletesses da laienda provin-
cia. Dos guardo a V S. Palacio do governo do
Rio-Grando-do Norte, SO de maio de 1845.Dr.
Casimiro Jote de Aforaes Sarment. Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Diev%i.
N 21.Para que esta presidencia possa activar a
coliranca das dividas da faienda provincial, rumore que
V S. me romelta com a maior urgencia possivel urna
nda o de todos os individuos, quo esliverem devendo
a provincia, e cujas luttras estiveretn vencidas at/i
ultimo de abril (indo; devendo outro sim declararme
nanlas execu^ues rslao pendentes em juio, por que
i|uunlias, e se por ventura bouvorem deixado de ler o
divido andan.cnto, qual a raiao Dos guatdeaV
S. Palacio do governo do Rio-Grande-do-Norte, 21
de. maio de 1845. Dr. Casimiro Jote de Moraet
Sarniento.Sr. inspector da thesouraria provincial.
Da 25.
N. 22.Mandando abonar ao 1." c inmandante do
coi | n di pulira,a quantia de 1Ci800rs para pagamanln
de duas praras do mesmo corpo que sabem em dili
m tifia do servico publico.
Dia 24.
N. 23. Comuiunico a V. S. em resposta aoseuol
Picio de 5 do correnle mea, que desde 6 do mesmo
tenho dispensado a Jos da Costa l'eteira e a Mafal-
do Joaquim de Mello da comnnsso.em que se acbavr
nessa thesouraria, e nomeado nesla data ao negocianli
Antonio Cerqueira Carvalho, para com o cidadio Jos
Ignacio Fetnandes Barros Bolaiinba, continuaren! nos
(tdhalhos da sobrcdila commtssio; para o que V. S.
franqueara a casa' c os livros compet ntcs. Dos guar-
de a V. S. PnlfCio do govetno do Rio-Grande-do
Norte, 24 de maio de 1845. Dr. Casimiro Joscde
Muran Sarment.Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial.
C0MM4ND0 SUPERI0 D GtUnDi.^NAClOlUl. DO MDHI-
CIPIO l"> BECIFI.
Illm Sr.NSo tendo V. S. al* o presente remet
tido o mappa geral da legio do seu interino comman-
do. dos mezas de agosto e setembro passados. como Ihe
Psparl.lcumpre vista dn i.do artigo 1 "do decreto de 14
de julbo de '834 chamo poresta vez a attencao da
V. S. sobre o eumprimento deseui devere, esperan-
do que com orgencia fara enviar-me os referidos map-
ps, que se faiem necesarios para por -lies se poder
escalar o aervijo da goarnicio ; devendo V. S., quan-
do semelhante falta provenba dos commandantei dos
oorpos sob leu commando, reiponaabilisa-lo, para qoe
nSo conlinuem a ser ommissos no eiacto eumpri-
mento de suas obrigacoei. Dos guarde V. S. Quar-
tel do commando superior da goarda nacional do mu-
nicipio do Recife, 2 de outubro de 1845. Francis-
co Jacintho Pereira. Illm. Sr. lente coronel
Francisco Carneiro Machado Rios, chele interino da
segunda legio. >
Illm. Sr. Constando-me.lque algum oliciaef do
3 t batalbio orSo reconhecidos e empossados nos res-
pectivos poitos pelo tenente coronel chefe do mesmo,
aem que as suas patentes trvessnm o compra-se deste
commando superior, e isto contra as ordens estabele,-
cida a semelhante respeito ; cumpre que V. S. Ihe
faca constar, que loi irregular o seu procedimeirto, e
quo d'ora em diante tenha muilo em considerarlo o
encto eumprimento das ordens deste commando su-
perior, que convem sejo restrictamente observadas.
Dos guarde a V. S. Quartel do commando superior
da guarda nacional do municipio do Recife, 2 de ou-
tubro de 1845 Francisco Jacintho Pertira.1IIm.
Sr. tenente coronel Francisco Carneiro Machado Rios,
chefe interino da segunda legio. _______
MiKANHAO'
lia um mei n viit parte lera tidn lugar urna serie de
desastres notavel; naiifragrSo as rostas do Cear <
liri;ue-ere.iina Carolina, perteneenle no Sr. Joniinini
Msrques Rodrigues, e Kepluno, perteneenle oi Sr*.
Menilu Lauoe, todos denla provincia; denianilandii o
nosso porto, OnoFragoii n barca purtuguesa Krmelindtt,
jirocrdi'iite iMPernaniliiiro, 1 0111 um rico carrigninento
do aasucares, cale. No din 14 (setembro; inceiidi-
(ju-.se, e rdco coiiipletaiiienle a grande cnn de obrado
da ra' da Estrella, em que inoravSo ns Sra. Jos Fcr-
reirn dn Silva & IrinSo, devorando o fugo immcntidnde
de ftieudns da lija e nrinaieii, tudus oVmoveis, ronpas,
*c. Finalmente, antes de hnnlcm (1S deselcmliro) nsu-
frngouem fronte da cidade nina canon grande cnrrcgodit
qo vinba do Itapnciir. Felitmenie us tripolacfiea se
lilo salvado.
(Puhlicador Maranhente .
Publicaijoes a pedido.
Decreto n. 2Z de 2i de julko de 1842, alterando 0$
dispoticBes do 6." do artigo 145 do regulamento de
22 dej'unhode 1836.
Convindo obviar os inconvenienle a que do lugar
asdisposic6esdo6. do artigo 145 do regulamento
de 22 de junbo de 1836, na parte relativa as declara-
ces de accrescimos e dminuicoes aos manifesfos: hei
por hem ordenar que as ditas decIsracSea, que, em
virtude do referido paragrapbo, deven ser feitas dentro
de vinte e quatro horas depois da visita da alfsndega, o
sejao no actoda mesma visita. Os meitres das embar-
cacSesdecommercio que vierem da Europa e costa 0-
riental da America e occidental d'Africa ficSo subjeitoi
disposico deste decreto, depois de lindos nove mezes,
contados da sua data, edesoito mezes as que vierem de
alm dos cabos da Boa- Esperanza e Horn.
O visconde de branles. Palacio do Rio-de-
Janeiro, em 22 de julho de 1842. vigessimo primeiro
da independencia e do imperio. Com a rubricado S.
M. o Imperador. Fieond *f obrantes.
Aviso de 9 de setembro de 1842, declarando as penas
que devem ser impostas aos commandantes de em-
barcacOet, por trazerem mais ou menos mercadorias
do que as constantes dos manifestos.
O visconde de Abrantes, presidente do thesouro pu-
blico nacional, ordena ao Sr. inspector da thesouraria
do Cear que faca constar ao inspector da alfandega da
cidade, em resposta ao oflicio por ello dirigido ao the-
souro na dala de 1.4 de julbo deste anoo, sob n. 2, que
as penas que devem ser impostas quando o comman-
dante da embareacio declara Irazer a seu bordo mais
ou menos mercadorias do que as constantes dos mani-
festos, mas nio justifica nio ler havido intenclo de
fraudar.no podem ser outras sendo as dos artigos 155
156; por quanto, anda que nelles se eiceptuem
as mercadorias cujo accrescimo ou (illa for declarada
pelo commandante, he obvio que taei declararles, nio
sendo devidamente justificadas e altendidai. como eli-
ge o artigo 148, se devem reputar como se feitas nao
fofiem. As dipoiic,oei dos ditos artigo teem lugar e
(icio em seu vigor depois mesmo do decreto de22 de ju
Iho ultimo, que nio fez maiique exigir que as docla-
races dos commandantes forsom leitas antes da visita
de entrada no porto.
publico naciona', em 9 de setembro de
Visconde de Abrantes.
preparado do corceo do ancioso auditorio ; finda que
foi. eletou-ie o panno. Aos olhos dos espectadores se
passatio sernas, qoe pela la bondade. e pelo eieel-
lenle desempenho e execuoai, que tiverio. diftir.il. le
nao impoiiivrl, me fra descrever; por uso me cifro so-
monte em fallar de alguns doi actores, que mus figu-
rarlo no peg. O Sr. Pereira Frinco, esludante do 3."
anoo jurdico, representando o conde D. Alviro, pro
paiiou (segundo ouvi diier) a espectativa; e, no mea
entender, o Sr. Franco pode ser imitado... pode d
(cilmente 1er igualado... mas nunc eieedido: com
voar mais alto que a aguia, que devassa os ceoe Vue
ricos tramportea que efUaente e natural manen
diser! que promptidlo e facilidide em plisar '4o a-
meno para o terrivei. do melanclico para o ri >.o.
do delirio para a realidade! Quem diisera, vende o
Franco desesperado correr lurioso contra a porta, q
sejajecbar para wmpre a Branca, a amante do seo co-
relo, o dolo da sua vida, e oppr barreira immensa i
sua felicidade, ser o mesmo. que ao depois luavemen
teconvenava com Branca ? Quem anda o conheeerta
qual espectro leguindo a Antonio Baracbo? Ob JM.
Franco tudo comp|fbende, eludo eiecula : a maislle-
ve circunstancia de um drama he por elle advertida,
como a principal ideia do autor ; joga com todos os af-
factos, e arrebata todoi 01 ouvintei, e domina, edmo
Ibe apraz, todos os espectadores : so o mundo tio mal
nio julgaise do scenario, e nio olhasse com tanto des-
den para os actores, certo voi diria : genio, segu a
la vocacio. O Sr. Agnello, que frequenla tambem o
3.anno, oceupou o papel de Antonio Raracho, e com
tanto carcter o desempenhoo. e lio ao vivo represen-
tou, que o tomei pelo homem oflendido, o vingador
da deihonra de sua irmla. O Sr. Nunes Goncalvea. es-
ludante do 5 anno, les de D. Fernando pai de Bran-
ca : collocou-se I cima de todo elogio, ptimamente
deiempenhou difliceis transportel, proprioi do horoem
apiiionado. O Sr. Cunba, esludante do 3." annn. com
tanta faci lidade e bom successo representnu o carcter
de Branca, que me falli eipreisdes pira Ibe tributar
os meus ardentea votos, e ofleiecer-lhe a coros, qu
to devidamente merece. Quem, vendo o em scena,
deiiaria de tomal-o por urna dama! (ranrlorma-se com
summa habilidade para o carcter de urna mulber: que
apaiionadas eipressdes! que eipreisivos accionados !
que pisar de scena que ademanes! que mellifluidade
de voi! oh o Sr. Cunba arrebatou a platea. O Sr.
Alcanforado, que frequenla o l.^anno, preencheocom
grande arte o carcter de Leonor, deiempenhou scenas,
que rivaliirio com as eiecutadas pelo .Sr. Cunha : o
Sr. Alcanforada bastante agradou aos espectadores.
Nio too mais minucioso, e nem ais oceupo mais par-
ticularmente de cada urna das aceas, que muilo teriio
para admirar-se, porque longo vai ja este artigo. Nin-
guem me julgue exagerado, porque deiio eos especta-
dora!, que aisistirSo h representsclo, a liberdade do
desmentido. Acceitem, Senhores acadmicos, os cor-
diaes parabens de um
Amigo dos ntudantes.
COMMEBCIO.
PERNAMBUCO.
CMARA MUNICIPAL DE CIDADE DO REC1FK
CIRCULAR.
Tendo 1 cmara municipal desla cidado de resolver
sobre diversos ohjectos de sua competencia cuja deci-
sio mnito interessa a.i letvco publico e algns dos
quaes ja deveriao estar decididos, o que se nio tem ve-
rificado pelas repetidas fsltas dos vereidores e dos
supplentcs chamados para tomar posse e jursmento ; e
sendo de urgentenecessidade que a cmara se rena
convido (1 Ys. Ss. para comparecerem sessio do dia
10 do correlo a6 horas do costume esperando que
Vs. >$. nio faltem : e quando por algum motivo jus
lo o ii.io possao fazer, rogo-Ibes me communiquem em
tempo para aer chamado o supplente a fio de que
nio continu a soffrer anda mais o servQo publico.
Recife 8 de outubro de 1845. Luis Francisco
de Mello Cavalcanti pro-presidente. Joda Jos
Ferreira de Aguiar, secretario.
Thesouro
1842.
ESPECTCULO.
l'BIMEino IIE OUTUBaO EM 0L1NDA.
O Mateara Negra.
Nio be lencio minba elogiar/ muilo menos ana-
lysar o Mascara Negra, insigne prodcelo do ta-
lenloso autor do Doui Renegados, que, alm de dei-
necesisrio seria intil ; porque, elogiado eanalyn-
do por outris pennas que nio a minba, tem elle sido
Porm nio me leva o animo (car silencioso, a vista
do excellente desempenho que no primeiro de outu
bro tove por uns jovens que cursio a acidemia de
Olinda. Ob I Certo : foi urna das maii encantadoras
noutei, a em que.melbore sensscei eiperimentou mi-
nba alma, e mais docemente palpitou meu coracio. A
minha lencio, sim, he smente fazer um breveesboco do
talento dramtico dos acadmicos, que representarlo, e
adiantar-lbes oa meus cordiaes embona, pela summa
penetrado, com que coroprehendrio o Sr. Mondes
Leal.
Auislindo uoi dramathurgo Francez a repretentaclo
de um drama seu em um dostheatros de Franca, ad-
mirado e contente eiclamou : resinarlo o meu pensa-
mento: e assim leria dito o esperancoso joven Porlu
guer, se estivesse presente representacio do seu dra-
ma, na cidade de Olinda, desempeohada pelos Srs. L.
A. Peteira Franco, A. Agnello Ribeiro. J. J. F. Cu-
nba, A. M. Nunes Goncaives, C. F. Guedes Alcinlo-
radoeoutrus, que individualmente nio nofieio, para
o*o me tornar fulidioio, o mesmo por nio lber dos
seui nomes, restaodo-me somente grsnde praier em
tributar Ibes as minba leliciticoei, pela boa eiecucio,
que derio aos seus pspeis
Esta representacio foi mais um louro, que se ajun-
tou i rica corda dn dramaturgo Portugus. Alm de
estar o pequeo thealro acadmico ricamente adorna-
do, graca 101 afs dos directores, a galera cheia de
Senhoras, a platea summamente apinbada sem um lu-
gar desoecupudo, ferindo os outidos urna arrebatadora
msica, o desempenho da peca tocou o requinte da ad-
miradlo. Comecou o divertimento por urna harmooio-
sa symphooii, que servio como de prembulo para a
Alfandega.
Renmuento do du 8.................13:598*767
Descamga hoje 9.
BrigueSultanamercadorias.
IMPORTAgAO.
SULTANA, brigue inglez, vindo de Londres, exi-
liado no corrento rcez, consignado a M.c Calmont *
Compaohia, manifeslou o seguinle :
47 pecas de cabo. 50 barricas cerveja, e 1 caia fa-
zendas de seda ; a M.c Calmont & Companbia.
4 embrulbos gssetas ; a diversos.
100 barricas cerveja, 3 bahs calcado ; a F. Robil-
liard.
1 caia diuheiro de curo; a Jos Antonio Lourenro.
30 barris salitre, 1 caix drogas, 4 ditas fazendas de
algodio, e 4 ditas chpeos ; a Foi Btotheis.
8 vssos de Ierro, 2 volunes 176 (errolhos, 376 ca-
nos do ierro, l'caiia lerregem. 56cbpas de ferro. 28
lOrmas dito, 8 vlvulas con.pletas; a companbia de Be-
binhe.
24 caias veles ; a Jobnston & Nash.
i caia livros e impressos; a W. A. Cooper.
100 barricas cerveja ; a Cbristophers di Companhia.
10 caiaas 4 barrica cobre; iLli, Ferreira & Com-
panbia.
1 caia 2 colchas, 1 dita biscoulo ; a J. C. Gomes.
SO barricas graia ; a James Crablree & Companbia.
4 barricas tinta ; a Geo: Kenwortby & Companbia.
Consulado.
Geral-
RENDIMBNTO
-1:213*683
DO DU i.
Provincial767*222
Mov ment jo Porto.
Navio entrado no dia 8.
Babia ; 14 dias, brigue hrasileiro Anna $ Contlan-
ca, de 163 toneladas, capillo Antonio Gonc,ales dos
Santos, equipagem 12, cirga latinha ; a Manoel
Ignacio delveira.'
Navios tbidos no mesmo dia,
Bio-de-Janeiro ; brigue hrasileiro Novo-fom-Fim,
capillo Joaquim Ferpandei Coelho, carga sal e oais
gneros : psssageiros. Jlo Reierra Cavalcante, sua
senbora, 1 filho menor e 2 escravos, Jos da Silva
Bezerra, Brasileiros, e 10 escravos a entregar.
dem; sumaca braiileiri Perola, capillo Francisco Ni-
colio de Araujo, carga sola : passageiros, Fernando
da Serra Carneiro, Zeferinn Diaa Ferreira, Brasilei-
ros; Barlholomeo Auba, Francez.
Par!.; hiate .imatona, capillo Manoel Soare Bole-
Iho, cirg asiucare maii geperoi: naarageiroi, Gui-
omar Filis Soare, iua mulber, 5 filhos menores,
Brasileiros. e 2 escritos.
Pottos do Norte ; vapor de guerra Curti- Brmsileiro,
commandante o 1.'tenente Joaquim Salom Ramos:
paiiigeiroi. pira a Parahj^. doutor Jlo Coelbo
Bailoi, com 1 oscrivo, dou9 Feliiardo Tosca no de
Brito, ccrl escravo, dour Miguel Joaquim Ayres
do Nucimnto, sua senbora e 2escravos; para o Rio-
Grande-do-Norte, o major Fabricio Gomes Pedroia;
para o Uaranhio, o commsiario Jos Germano Pi


~
de Carvalbo, doutor Joi Jaosen do Passo, e o cooe-
gi'i nsilo Pereira da Cunta.
L)ei laiagocs.
ie-
CC8S0 JUHIDICO DE uLINDA.
Por ordem dosia directora se repele, que l se
r5 examinados con mai favor 01 esludante, que vie-
rem Humeado em lista geral assigoada pelos ebefes
do* estab- lecimentos, onile tiverem esludado. A isto
ajunta-se por ordem da mesma directora, que lera
examinados erri primeiro lugar 01 alumno do collegio
da ana; depoii os do lyco ; dapois 01 do collegio de
SanlfcAotonio, e aulaa publicas ; o no fim oulros
iqssr. Mas segundas 6 quartas-eiras, hsver os
i'iamei de geograpbia e franeei; na* termal e sexta-fei-
rai, rhetorica e philosophia; us sabbados geometra
o ingle?. ; bavendo o de latim lodosos dias.
A preferencia sor tirada, por sorte, de urna urn
los mesmos estudanlei.
Secretaria da academia jurdica de Olinda, 4 de
outubro de 184j.
O bochare! Eduardo Soatgs de Albergara,
Official,serv ndo do secretario.
D'ordemdo lllm, Sr. direotor do lyco convido
ao Sr. profeisor de prianeirai lettrus de Goianoinba,
Joaquimjoi de Luna Freir, de presente nesta cida-
de, para comparecer na secretaria do mesmo lyco, a
fim de sor ouvido sobre o abandono, que fez, daquella
cadeira; visto ignorar-se onde nesta mesma cidade re-
side, e nao ter sido encontrado para Ibe ser entregue o
oficio, que oeste sentido se Ibe dirigi em data de 7 do
crrante.
Secretaria do lyco, 8 de oulubro de 1845.
O secretario,
Joo Facundo da Silva Guimardei.
=0 admiaiilredor da mesa da recebedoria de ren-
das geraes internas avisa pela ultima vez aos tbesourei
ros das irmandades dos beni de mo mora, para que
venbio pagar o ultimo semestre de 1844 a 1845, ven-
cido no ultimo de junhop. p. pena de se proceder
a ezecutivo, se por ventura nao viereio pagar al 15 do
correle: e para que chegue a noticia a todos faro o
presente annuncio. Recebedoria, 7 de oulubro de
1845 Francmo Xavier Cavalcanli de Albuquerque.
-O arsenal de guerra compra caldeirs de ferro,
linteiro e arieiro de estanbo, e pa de Ierro : quemes-
tos gneros tiver. mandara as amostras, com a sua pro-
psta em carta fechada, a directora do mesmo arsenal,
at o da 9 do correte mei (boje). Directora do arsenal
deguerra, G de oulubro de 1845 No impedimento do
escripturario, o amanueose, Joo Ricardo da Silva.
=0 arsenal de guerra precisa comprar panellas de
ferro, bacas de rame de diflerenles tamanbos, ecas-
tcaes de casquinha: quem estes genero tiver, man-
dar suas propostas em carta fechada, com as amostras,
a directora do mesmo arsenal, al o dia 10 crrenle
mez. Directora do arsenal de guerra, 6 de oulubro
de!845.No impedimento do escripturario, o ama-
nueose, Joo Ricardo da Silva.
arsenal de guerra precisa comprar praocbdes
de amarello de 30 palmos de comprimento 18 po
legadas de largura e 18 dita* de grossura ; aras de
madira forle com 20 palmos de comprimento a duas
polegadas de dimetro que lejio diretas, e olo te-
nhao nos; pedatos de caibroscoai 20 palmos de com-
primento e 4 polegadas refocsda de dimetro ; to-
ros de ginipapo com 7 palmos de comprimento; arco*
para jarras de madeira : quem taes gneros livor, man-
dar! suas proposta com seus utlimos precos, em carta
lechada, a directora do mesmoarsenal at odia 9 do cor-
rento mez (boje). Directoriado mesmo arsenal de guerra,
4 do outubro de 1845. No impedimento do esorip-
turario o amanuense, Joo Ricardo da Silva.
O arsenal de guerra precisa comprar plvora pa-
ra cartuxamede ftil; quem este genero tver da me-
Ihor qualidade, mandar sua proposta em carta fecha-
da com a amostra, a directora do mesmo arsenal, at
o dia 10 do crrante mez. Directora do arsenal de
guerra, 7 de outubro de 1845. No impedimento do
escripturio o amanuense Joto Ricardo da Silva.
stdminitrafdo do patrimonio doi orpkot.
Perante a admmistrucao do patrimonodos orpbaos se
ha de arrematar a quem ruis der, e pelo lempo que ha
de correr do dia d'arrematacio at o fim dejunhodo
J849. a renda da casan 4, sita no largo do Hospital
dol'araizo: aipessoas que se propozerem a arrematar
dita renda, podero comparecer nacasa das sessoes da
mesma administracSo, nosdias9 (boje), 12, e 16 do
correte mes, ao meio dia, com *eus fiadores.
Sala das sessoes d'adroinistravao do patrimonio dos
orpbaos, 3 de outubro de 1845.
. J. M. da Crux. '
Esciipturario.
Admini\tro{Ho dot ulabeleeimentoi de caridade.
Perante a admmislracio dos eslabelccimentos de ca-
ridade, se diodo arrematar, o quem mais der, as rendas
das casas da ra reila n. 8 ; na ra do Florianno o.
17, 47-e 49 ; no becco da Carvalba n. 5 ; na ra do
Fagundes ns. 52 e 34 ; na ra de S. Jos ns. 5 e 11 ;
na ra da Calcada n. 34 ; na ra da Roda ns. 3 e 7 ;
na ra Nova o. 43 ; por detrs da dila o. 18; na ra
da Moda n. 31 ; na ra de Fra-de-Ports n. 73, e
no fundo da mesma n. 70 ; n fu de S. Therexa o*.
4 e 7 ; oas Coco-Ponla ns. 70 e 98; na ra de Hortas
n. 33, e na ra da Gloria n 65,
Os licitantes poderafl comparecer na casfdas suas sesteas defroole da de n. 9
soes, na ra do Cabuga numero 5. nos dias 10 e 17 do
correntemex, pela 10 horas da manhia, munidos de
seu* fiadores idneos.
Sala das sessoes da administracao doestabelecimen-
tos de caridade, em o !. de oulubro de 1845. O es-
cripturario. A. A. de Laidas Brando.
Avisos mananos.
_ Para o Kio-Grande-do-Sul segu breve o velero
patacho Emeliann, o qual aioda pode reieber alguma
carga tniuda, e lam lons commodos para passageiros e
escravo* : quem pretender, podo entender-so com A-
moriai & Irmo na ra da Cadeia n. 45.
Para a Colinggba segu viagein em poucosdias,
em lastro ou com cara* que tiver, a sumaca Santo-
Antonio-fei-dot if na: quean nella quiterTfcrregar, dirrfallB. stu ce
signatario Manoel Joaqun) Ramo* e Silvjai '
s= Para o Arcely sabir muilo brevffa sumacaFe-
lieidade : quem na mesma quiser carregar, dirija-se|
ao seu proprietario Antonio Joaquim de Souia Ribeiro,
oo rus da Cadeia do Recife, o- 18.
Segu viaaem nra o Assu'.em poucos diai.obri-
gue-escuna UeJibrracdo: quem no meimoquiercarre-
gae, entenda-ae na ra da Cadeia do Recife, n. 40
O patacho nacional Novo-Saraica segu para a
Baha at o dia 15 do correle; recebe carpa, passa-
geiros, e escravo* a frete : trata-se com o capiao do
mesmo, ou com Manoel Jm Machado Malheiros.ne
ruada Madre-de- Dos. ,n 5, primeiro andar.
- Par o Aracaiy s guir infallivelmente. no dia 16
do correnle, o hiate Novo-Uhnda, estando ja tratada
quasi todt'a la carga : quem anda pretender carre-
gar, poder! enlender-se, com lempo, com Antonio Ro-
drigues Lima, ns piaca do Commereio, oa na ra da
Cadeia-Velha, n. 1, 1.' andar.
g Para Lisboa sabir* at o dia 20 do correte, por
ter a msior parte de sua carga prompta, o muilo velero
briguo p'irtuguei Roa, forrado de cobre, de que be
capitio Jos Francisco da Costa Roso: quem nelle qui-
tar carregar, ou ir de passagem, para o que tem mui-
lo bons e asseiados commodos, trate com o sobredi! j ca-
pillo, ouaom o eo consignatarios Francisco Severi-
anno Rabello & Filho, no largo da Assembla.
= Para o Rio-de-Janeiro legue com brevidade s
barca Firmeza: para carga, passageiros e escravos a
(rete, dirijio-se a Gaudino Agoitioho da Barros, na
prava do Corpo Santo, o. 66.
Leil.
Jone Patn & C.. nao podendo concluir o seu
leilio de farenda inglesa comecado quinta-feira
paisada, continuario o metmo boje, 9 docorrente, as
10 hora da manhia, no seu armaiem, ra do Trapi-
che-Novo.
t
Avisos diversos.
Lina Seobora Portuguesa, viova, seni lilaos, bem
comportada, se oOerece para ama de ama casa, para
lavar, engommar, cozer, tratar de meninos, e para ou-
tr'o qualquer servico que Ihe leja ouerecido, menos o
de co'inba : defronte do Passeio-Publico, loja de sa-
pa leiro.
F.Duprat avisa aos leus devedores, que tem en-
carregado da cobran(a de suas dividas a seu cimbado
Antonio Baptiita Ribeiro de Faria Jnior,
Perinuta-ie, com um sitio pertu da praca, tendo
este casa para grande familia um sobrado nesta cidade,
eilo a moderna, com goito e bem edificado, atlen-
lendo-se as diflerencas dos valores : a quem Ihe con-
der, dirija-se a ra das Trincheiras, n. 19.
OITerece-se para ama de una casa de familia, pa-
ra o servico iolerno, urna mulber parda, de. idade pro-
vecta, de coslume* boneitoi, muilo zelosa em seus de-
veres,e de capacdade : dirijio-se a ra do Brum,fabri-
ca dos Sr*. Metquita, Dutra & C.
Pede-se ao Sr. fiscal da Iregueiia de Santo An-
tonio, queira lanror suas vistas para a ra do Calabouco,
oode estao lazeododa ra deposito de cilicis.
Avisa-se aos Sr. quo teem eopenhado, no arma-
ra azem de louca da ra larga do Roiario, un penborea
pela quaolia de 40 rs., que no praio de tres dias coo-
tados os venhuO tirar, do contrario serS vendidos pelo
principal e juros, e mo nao responsabiliso mais por el-
les, por lrma alguma.
Aluga-so urna ama de leite captiva esem filho;
oa ra do Cabug, o. 9, terceiro andar.
Hao-de arreinatar-se a quem mais der, no dia 11
do correte mei de outubro na praca do Sr. doulor
uiz de direito da segunda vara do civel, os pertences
de um Ibeatrinho armado em urna casa na estrada de
Jo&o d Barros, perteocenie ao Reverendo vigario Luii
Jos de Albuquerque Cavalcanti Lns avaliados por
50s rs. penborados por execucSo domesmo Reveren-
do vigario contra Theinotheo Pinto Leal Jnior, es-
crivao Magalhies.
Precisa-so de um caiieiro Portugus de idade
de 14 a 16 aonoa, que d fiador a sua conducta, e sen-
do dos chegados oo ultimo oavio de Lisboa; em Olinda,
ra do Amparo n. 7.
= Arreoda-se pelo lempo de testa o sobrado que
foi de Antonio Coelbo da Silva, sito oo corlme dos
Coelhos: a tratar no mesmo sobrado.
__ Roga-se ao Sr. Jos Tbeodoro de Moraes de la-
zer o lavor de apparecer no Atterro-da-Boa-Viita, lo-
ja n. 26, que se Ibe deseja fallar a negocio,
Quem tirou, por engao, do correio urnas carias,
vindasdo Norte pelo vapor S. Salvador para Cons-
tantino Jos Vianna e queira entrega-las, anda mes-
mo abarlas, pode faze-lo oo Atterro-da-Boa-Vista ,
loja o. 26 ou annuncio por esta folba para ser pro
curado.
Reipondendo ao annuncio da Sor Petronlla
Florentina da Soledad, ioserto no Viario de Pernam-
buco n. 222 declaro que aioda oto eslou caneado ,
e nenbuma pessoa pude cancar, quando discute e sus-
tenta o seu direilo em cujo caso eslou defendendo
o meu direito e d meus filbos menores ; e protesto
reveodicar pelos meios, que a le (acuita, a propriedade.
que debati de loda a m f.-e illicito palrooato quer
boje a dita Snr.' cbamar-sea posse.
'.Dent de Barros l-'alcio de Laceran.
Quem annunciou querer comprar um melbodo
para rabeca querendo um, dirija-sea ra da Moeda,
__ Aluga-se o armazem da caa o. 15 da rea do
Amonio por preco commodo : a tratar no segundo
andar da mesma casa.
= Precsa-se de um bom forneiro que ontenda
bem de massas para tomar conta do servico de urna
padaria : a (aliar na ra larga do Rozario. venda n. 46
= Deseja-se fallar ao Sr padre Antonio Tbomai
Teiaeira vigario de Macei a negocio de seu iote-
resse por soanouncie sua morada.
Troca-se urna imagem da ConceicJo, de pedra da
Rabia por 20..000 rs. ; oa ra da Senzalla-Velba,
n. 142, segundo andar.
= Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 45 da
ra estreila do Rosario : gratar na venda por baixo do
mesmo sobrado. ^a
Aluga-se o segundo andar do lobrldo da ruado
Rangel, n. 50, por cima da venda. #>
= Precisa-se alugar urna preta para o servico de
urna casa de pouca familia ; na ra do Queimado o
14, aegundo andar.
Nao ae entende o annuncio desle >iario do 7 do
correnle eom o Sr. Julo Carlos Corris de Lemos,
ofHcial do quarto balalbao de a'lilharia a | 6
Previne-se ao puLlico, que a casan. 13. da ra
da matrii fta Boa Villa he quasi metade de orphaoi,
e aue se nao annue na arrematarlo annunciada oo
Diaiio<, peloSr. Jooda Sdveira Borge*.
Na noulo de 7 para 8 do correnle roubflrJo do
armarem do abano assignado alrai do Ihealro velho .
lOcaixa* comaablo com a marca no lampoRa
Imperial n 116 Pernamhuco (endo j em dia
atrasados roubado mais una : desle roubn julga-se ter
o ladran ficado dentro do armaiem escondido em oc-
casiaode se (ecbarem as portas; porque as abri por
dentro *, asaim como tambem forcejou para arrombar a
carleira ; levo tambem um tinteirn de etnho com
prato do mesmo pregado e um arieiro pequeo: ro-
ga-se a pessoa a quem for odnrecido qualquer dos obje-
ctos dsr parle no dilo armaiem que ser gratifica-
da e promelte-se guardar segredo.
Joaquim Lopet de Almeida.
= Desejafte fallar com o Sr. JoioJoa Uorge, na-
tural deS. Tirio : n -. sua do Crespo, n. 17.
= Francisco Camello de Mendonca rctla-ie para
fura da provincia. a^a_
J. B. da Fonseca Jnior comprou o I ilheto n.
3377 da primeira parte da 18.* lotoMa. do seminario ,
para oa Snru. Antonio Ignacio FerrflNLe Jos Garca
do Reg; ficaodo dito biihele em poder do snnun-
cante.
Um mulher de bons oostumes se enearrega da
eriacio de meninos de peito impedidos e desimpedi-
dos e tambem recebe meninos para desmamar, no
que promette esmerar-ie: quem de seu prestimo so
quizer utiliiar, dirija-se ao pateo do Terco n. 26 ,
segundo andar.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra da
Cruz, no Recife n. 55, pintado de novo: a tratar
no mesmo sobrado.
na Aluga-se o segundo andar da caa nova da ra do
Dique, e o sobrado de um andar da ra ja, Viracho :
Irala-se eom Antonio Joaquim do Sou/a Ribeiro.
Precisa-se de urna ama, que queira criar um me-
nino : quem eitiser neta circunstancial, dirija se ao
paleo da matriz de S. Antonio, sobrado n. II.
Alugio-se os segudoe terceiro andareida proprie-
dade da ra da Cruz do Recile, n. 49 : a tratar no ar-
mazem da mesma.
= Aluga-se o aegundo andar da casa n. 8 da rus
da Aurora, com commodos bstanles essseio : a tra-
tar oa ra da Crux, o. 13, no cscriptorio de Ridguay
Jamisioo & C.
Aluga-se urna casa no Monteiro
beira do rio Capibarihe, tendo os commo-
dos seguintes: um terraco na frenle, duas
salas, cinco quartos corredor ao meio ,
e outro corredor ao lado para serventa
da mesma casa, quintal murado, estriba-
ra para dous cavallos, e um quarto com
tarimba: os pretendentes fallem no Ater-
ro-da-Uoa-vista no terceiro andar da ca-
sa n. ^7.
Aluga-se urna casa de tres andares
e um iuiri)te, todo envidracado cuya casa
tem bastantes conimodos e est toda pin-
tada, e preferc-se alugar a tima s pessoa:
os pretendentes dirijo-se ao Aterro-da-
Boa-vista no terceiro andar da casa n. 37.
Na praca da Indepen-
dencia n. 34, continuare a
fazerconcertasen) pentes, cai-
xas e toda a obra de tartaruga,
assim como tem boas caixas
le tas pelo San ico.
Aluga-se uas sitio na Capunga para te passar
a 'ella ou poranno com bstanle* ps de larangei-
ras a niuita borlalica : a tratar na ra da Praia ,
n. 66.
AlugSo-se duas casa* terrea*, por muilo com-
modo preco na ra da Soladade com duas salas, 6
quarlos cozinba lora quintal murado, e outro cer-
cado : a tratar na ra da Aurora, n. 58,
= Tirarlo urna orla do correio, vinda do Sul, pelo
vapor Correio-Braileiro, entrado no dia 6 do corren-
te para Joto Baptisla Paula da Silveira ; roga-ie a
pessoa, que a tirou o lavor de a entregar no pateo do
Carmo casa n. 13 que multo se Ibe agradecer.
Aluga-se um segundo andar com bastantes com-
modos, solio com duas camannbas, e cozmha de fer-
ro ; ludo moderno e tem quintal o cacimba ; por
14 n meoiaes: a tratar na ra larga do Rozario,
n. 35.
Quem contratar a compra do terreno annunciado
a vender-e por 600j rs. na Pasagem-da-Magdalena,
a tratar na ra Imperial, o 64 acbar-se-lia engaa-
do le es** compra fi/cr ; pois que esse annuncianle
l he proprietario do tolo, e aiarvore de Irulo a casa
e cacimba qoe sobre o mesmo solo esli pertencem
a outro proprietario que ouli'ora o lora do rws*no
olo e boje residenlens ra da Gloria, sobrado n. 59.
= Aluga-se um aobrado de um andar e solio mui-
lo proprio para pequea familia sito na ra da Praia,
n. 74: a tratar na loja do mesmo tobrado.
Ua, para so alugar oa Capunga, um litio perto
do rio com muito boa casa com commodos suflicien-
les para lamilla; a qual se acha pintada e caia a de no
vo; o sitio he cercado de limao com cacimba de mui-
to boa agoa e alguna arvoredos de fruto : a tralar no
Mondego botica n. 64.
Casa da Fe\
Ra estreila do Rosario c. 43.
= O abaixo assignado tendo eitahelecido, oa for-
ma da le e decreto n. 357, de 27 de abril de 1844,
artigo 35 urna casa do vender Lilbetei e eautellas
de todas as loteras denla provincia pn atando por es-
ta venda fi-nca cono marca o mesmo aratao 35; on-
vida a todos os que gostio drste jogo ..s^^aqiprarem
as luai eautellas ; cujasseachao garantida eam-aiua
banca a fim de que o* premios que cada um tiver
de tirar, sejaO 00 dia marcado pagos a viata das mes-
mas eautellas e na mesma casa.
Presentemente ai cautellai, qoa ao oebio a venda
sao as do tbealro publico por aer a primeira ioieria ,
que est garantida com a lei cima oa qoal nio ha-
veri nullidade por ser o seu Ihesoureiro reiponsavel
por qualquer abuso 00 falta que bouver de apparecer.
Brevemente se annunciari odia em que devem andar
as rodas, pela grande extraccjo.que esli tendo as cau-
tellas por serem de diminuto preco qoe a todos
convida a sua compra. Os preco deslas eautellas lio :
decimos a 1/000 n. e vigeiimoi a 500 n.
Lourenro Jote /forado de Lunna.
= Arrenda-se o sitio de Joaquim Coelbo Cintra,
00 Caldeireiro com ptima casa de viveoda baixa
para capim e oulros muitos arranjos, como sio bem
condecidos : a tratar com Arcenio Fortunato da Silva.
Preciii-se de urna mulber Poitugueza, para ser-
vir em urna casa de pequea familia; na roa da Praia ,
o. 49. segundo andar, ou annuocie sua morada.
Manoel Pereira Magalhies embarca o seu escravo
de nome Domingos par o Rio-de-Janeiro.
Precisa-se de um escravo para carregar um
panacum de pao para o mallo, oa compendia da um
homem; pagando-se mentalmente dez mil ris, e d*n-
do-se o sustento: na ra da Guia, padaria n. 58.
Troca-se um S. Antonio, de pi, feito em Litboa,
obra muito bem feita; na ra do Pire, n. 14.
Preciis-ie de um lYrtuguoz para feitor de um
pequeo sitio perto da praca, subjeitsndo-se a trabalbar;
no Corredor-do-Biipo, n. 8.
Lotera do seminario.
No dia t5 do correnle mez de outubro
andao infallivelraenteas rodas desta lote-
ra no consistorio da igreja de Nossa ,Se-
uIioim do Rosario : os amantes deste licito
ogo pdero comprar o testo dos bilhetes
inteiros nos lugares ilo costuma
Precisa se de um rapaz para caistatj idade
de 12 a 14 anno* quo saiba 'er*^M^| (P*8'
Pistor na ra da Lingota n. 3.
Aluga-se o segundo andar do sobraoo^B %de
S. Francisco, n. l3, comdua*salss muito frese*,
sendo urna torrada de papel, 5 quarlos muito grandes,
o um gabinete ludo muito clar por ser caa dees-
quina cozinha em cima com trapeira 7 quartoi,
dous gallinheiros grande logio e lornoi : a tratar do
primeiro andar do mesmo sobrado.
yPerdeo-se, no dia 5 do correnle um coraos de
ouro de braco com 13 oilavas na ra da Penha ,
confronte a sacrista do Livramenlo ; quem 01 achou e
qui/.er restituir, leve a ra Direita o. 66 que se-
r recompensado.
Dentista.
M. S. Mawsoo cirurgiao dentista a iniUneie
de varios amigos, reolveo-ie a demorar por ora a sua
viagem para o Sul; entretanto fai sciente quo roce-
beo um completo ibrtimenlo de denles artificiaos dono-,
va invencao ; tambem contina a limpar denles, e
chumbar com ouro e prata e fu todas as maia opa-*
racoespartencentesa sua arte : na ra Nova, o. 2,
segundo andar.
. Avilo publico,
= D. Francisca da Cunlia Bandeira de Mello, viuva
do finado Joio Carlos Pereira de Hurgoa, e seus filbos,
pelo presente avisio aos devedore da caa ou a quaes-
quer oulras pessoas, que tenbio transaeces com os
meimos, que despedo de seu caixeiro e procurador
em combrancas ao Sr. Manoel Luiz Vieira ; e para que
nio occorra algum inconveniente, por falta deite avio a
lempo le fax o prsenle, boje, 2 de outubro de 1845.
Aluga-se o segundo andar do so-
brado sito na ra Direita, com bons com-
modos : a tratar na ra do Collegio, se-
gundo andar n. 1/4.
=. B. J. Fernandos Barro gratificar generosamen-
te quem Ihe Iser entrega, em sua casa defronte da
igreja de S. Francisco, de um mulitiobo, cujos tig-
naes sao os seguintes: chama se Jos, be filbo da
serlio do Cear, represeota ter de idade ll i 12 annos,
de cor entre lusca eamarellaca, cabello enroscados e
bem pretos, olbos grandes, vivos e n flor do rosto, oa-
riz apapsgaiadn, bocea grande e labios lino, dente al-
vos, largos e separados, pescoco curto e grosso, peitoa
largos, entre saliente e opillado, perna grosiae, pea
apalbetados e dedos cambados, falla expretsiva, regris-
la e cantaroleiro de toadilha do serlio; coituma inti-
tularse forro e orpho: fugio no da 23 de agosto pr-
ximo pastado, levando camisa comprida dealgodio da
trra.
Precia-se de um bomem de trabalbo para aju-
dar a retinar assucar ainda que nio enlenda do olS-
cio tem mestre para o ajudar: na Soledade venda
o. 20 esquioa que volta para Belem.
Precisa-se alugar urna ama para o servico in-
terno de urna casa ; no Atterro-da-Boa-Vista, n. 36.
se Alugio-se as casas terreas do pateo de palacio do
governo, ns. 7 e 0 ; e o segundo andar do aobrado da
ra da Cruz, o. 60 : a tratar na roa da Cadeia do Re-
cile, o.40.
Agencia de pussnportes.
Na ra do Raogel, sobrido o. 9, tirio se pasiapor-
te para dentro e fra do imperio, e despacbio-se escra-
vos ; ludo com muita brevidado e por preco muito
commodo. -
- O arrematante do imposto de 20 por cento sobre
consumo dai egoas ardenles de producto braiiteira
avila aoi Sn. que ainda nio pagaiio dito consumo ,
venbio faie-lo noi dial 9, 10, 11 e 12 docorrente ,
na ra Direita, o. 80; (indos os quae, se proceder na
forma da lei contra os que deixarem do pagar.
Compras.
Compra se urna prensa de copiar cartas; na da
Moeda, casa defronle da den. 9. fc
= t.omprao-se, para fra da provincia escravo .'
de 13 a 20 annos; sendo de honiUa figura pagio-ae
bem: na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado do
um andar do varanda de pi o. 20.
Comprio-se dous eicravoi peritoi olase* de
pedreiro e dous carpioas; na ra da Sanialla-Velaa,
I o. 110.


Compra so todo e qual-
cjucr pe! velhf de tartaru-
ga : na praca da Indcpcnden-
cia n. 5*.
m Compra-se una canoa nova psrt ni'br rom vela,
quo (arrogu 80 alijtieiies deca : a tr.i'sr na ra do
Hospicio, n. ,
Conf rlo-e apnliccs da cxtincla comp3r.hia ; na
praca do Corpo S'Mo n 11.
es Compra-se un lacho de (amando regular ainda
sendo usado ; na ra de Hurlas n. 11'.'.
Compr5o-se lions estratos ofliciacs do carpintoi-
ro pedmiro saudaveis e <|uo nao tenhao mais do que
1\ annosdeidade; na ra da Crux n. 45 em casa
do Nascimeoto Schaeffer & Cnmpanbia.
- Compra-se penna de rabo-de-junco: quem (ver
annuncic, ou dirija-se ao Corredor-do-Bispo, n. 8.
Compra-se la do (recha, ousumama ou laa
de Angola ; na ra Nova n. 5.
= Compra-se palba da louca ; na ra Nova nu-
mero 5
= Comprao-se, constantemente, b tijas e garra-
fas vasiai; na ra do Rangel n. ;4. fabrica de li-
cores de Victorino Francisco dos Santos.
Vendas.
Casada 'entuna, ra Direita, n. 12.
= \cndem-se cautellas, o meios bilhetes da lote-
ra do seminario, que corre iiifallivelmente no dia 15
do correte.
- Yenilu-se cha bysson cm caixas de 15 libras, em
porcoesearetalbo; em casa de MalbcusAustin & C. na
ra da ilfandega Velho n. 36.
v = \eiie-se superior (inta Iranceza em garrafas
grandes; dita de marcarroupa ; estojos acontento ; capachos redondos e compridos ; sapatos
de borraclia ; riquissimos cortes de cambraia ebega-
do ltimamente; superiores caixas de tartaruga o mas-
v sa ; as m.i s modernas abotuau'uras douradas para ca-
nacas ; medidas para alfaiate pelo diminuto preco de
80 rs. ; tudo muito barato : na ra largado Hozario ,
n. 24.
= Vendem sedos escravos de boas figuras, mui-
to robustos e proprios para o servico de campo ; na
rui da Cadoia do Recife, n. 40.
Vende-se farelo do muito boa qualidado, novo
e o melbor que ba presentemente nesla procs pelo
preco de 2560 rs. cada anrea ; na ra da Cruz no Ite-
cife n. SU, primoiro andar.
Vende-se un; sobrado noto do um andar solio ,
em chaos proprios, sito na ra dj Fogo, n. 27 pro-
prio piraalgum senhor do engenho : o tratar na ra
cstreita do Roiario n. 10 (erceiro andar.
= Vendem-se saceos de (apelo o couro para levar
roupa em tiagem por preco commodo ; na ra da
Cadeia lojadeJuo da Silva raga n. 49 e na ra
Nova, n. 5.
- \ en bom estado ; um cavallo para carro muito I om ;
urna cudeira nota de arrutr leita na haba ; um 1110-
li' ui< de idad de I (i annos de muito bunila li.ura :
na roa ettreita do Kozario n. 43, secundo andar,
das 6 as 9 horas o 11 na da wanliaa.
= Vende-se urna escolenle mbeca com sua ca-
xa ; na ra de lionas n. lio.
Vendem-se du/iasde pra(os rasos para soupa, a 880
rs. ; assucar mascavado a 1920 rs. a arroba e de 8
libras para cima pelo mismo preco'; cha bysson a
2210 e 2 JGO rs. a libra; diouchim a lHOrs. ; di-
to perola, a 2240 rs. ; e todos os mais gneros de
venda por preco commodo ; na ra Direita viuda
n. 63.
= Vendem-se ricos sellins inglezes, com assectos
de veludo para montara de senhora ditos elsticos
ara bomem lisos o alcoclioados, couros de poico in-
glezes e relogios de ouro e prala patento inglez ; na
ra da Cruz o. 2.
\ endem-te muedas vclhas de ouro do 4 ola-
vas a 18.) rs. ; na praca do Corpu Santo, n. 11.
= Vende-se urna pernio de pedra', propria para
calcamenlo do ras aliccrccs ou. outrai obras: a
tratar coui Jos Gomes Leal.
= Vende-se urna grande morada do casa de pedra e
cal, titano Monleiro n. 14; quem a pretender,
annuncie.
= Vende-se tinta preta decscrever da fabrica do
Arnold de Londres i-rn casa de Geo. Kenworthy &
Companbia, na ra da Cruz n. 2, que so os ni-
cos agentes importadores da tinta dessi fabrica nes-
ta praca.
= Vende-se farinha de mandioca ,'muito fina de
Mago, em saccas e de S. Calharina, e S. Matbcus,
p !a medida velha ; ludo por menos proco do que a
bordo, vislo nao so ler de pagar o enorme trbulo n-
tituladomandinga, aos pretos cauoeiros : no caes
do Collegio, urmazem de porta larga 11. 15.
= Vende-se, ou arrenda-se u loja da ra do Quei-
1: ado n. 14 com urnas poucas de fazondas ou
sem ellas : a tratar no tegundo andar por cima da mes-
ma loja.
= Vende-se farinha da trra a 3000 ra. a sacca;
na ra do itangel n. 28.
=Vendem-se 6 escravos pecas muito mocos, bons
para o trabalbo do campo e da praca ; dous ditos bons
carreiros ; 3 escratas motas recolhidas, cosem, cogorn-
nifio coziiibao e lavao roupa ; 3 ditas boas quiUndei-
rag e serventes de urna casa; urna dita de ineia idado,
por 20 rs., cozinha lava roupa e vendo na ra : na
ra do Crespo, o. 10 pritneiro andar.
= Yendem-so saccas comfarnbado Rio, muito
boa e em conta : no caes da Aandega, ermaiem n. 6.
Vende-se urna preta com um lilbo de mezei,
a qual cose, cozinha lava engomma e faz todo o
mais servico de una casa; na ra do Caldeireiro, n. 52.
= Veode-se urna preta de naci Angela de bo-
nita figura ter 18 annos he recolhida cozinha o
diario de urna casa lava de sabio e engomma liso : na
roa do Rangel n. 54.
= Vende-se urna venda com poucos fundos, a casa
onde ella est tem duas frentes; vende se por causa
do dono querer ir pura fura da prtca a tratar do sua
saude ; e urna escrava : na ra Direita, n. 120. lem bom uu
=Vende-ie um titio na Passagem-aa-Magdsleni ,|dar.
junto da casa doSr. J080 Pinto de Lomos, com porto
de desembarque 00 fundo por botar para a camboa
los Remedios ; assim como mais 88 palmos de terreno
drntro do niesmo sitio pioprios par*s'edificar com
algunsarvoredos de frutos e tambem com porto de
desembarque ; urna parte de um sobrado na rus de
Agoaa-Verdes, n. 48 com fundo para a ra de llor-
las, com dous arrnazens, muito proprios para nego-
cio : na ra das Flores n. 25 de ininliaa at as 9
horas, e de tarde das duas em diante.
= Vendo-se um pardo moco de boa figura ; um
preto crioulo, moco : a tratar com Joio Jos de Car-
valho Moraas no Recife.
= Vende-se um moleque de 13 a 14 onnos sem
molestias nem vicios; na ra Nova o. 5.
= Vende-se um lindo preto cozinheiro, e outro
ganbador de linda figura ; na ra da Seozalla-Velha,
n. 110.
= Vende-se urna flauta de bano com 4 chaves,
e apparelhada de prala ; na ra da Cadeia de -s. An-
tonio n. 24.
= Vende-se urna escrava, de idade. de 28 a 30 an-
nos co/inba o diario de umacatt : oaroa Nota, o. 8'1
Vendem se duas escravaide 18 a 20 annos, de
bonitas figuras, para todo o servico ; urna dita que
engomma, corintia lava de sabao e varrella e be
boa quitandeira; urna negrinha muito bonita pro-
pria [iara ser cuacada : na rut larga do Roxario, n. 46,
segundo andar.
= Vendo-so urocscrovo, proprio para o servico de
campo ; na ra do Queimado luja o. 9.
= Vende-se, ou arrenda-se um sitio na estrada do
Arraial, com casa do vivenda de pedra e cal, com 3 salas,
0 quartos estribara para 4 catalina, corintia fra ,
cercado para vaccas, e rio dentro do mesmo sitio, por
preco commodo : a tratar na ra da matriz da Boa-
Vista n. 19.
Cheguem ao barato !
Na bem acreditada loja da ra do Crespo a. 14,
de Jos Francisco Das, vendem-se riquissimos cortes
de cambraia transparente de todas ai cores, de quadroi
largos e cbadrezes do ultimo goito a 4800 ri. ; ditos
do superior chita de listras de todas as cores, aveludedas
e do ultimo gosto a 1500 rs ; um lortimento de b-
cos e rendas muito fines e d todas as larguras pelo
barato preco de 100, 100e240 rs. s tara; pecas de
cambraia lisa transparente, a 3200 ri., e a tara a 560
rs. ; finissimos corles de tarlatina, com 9 varal, a 4s
rs. ; cortes de cassa-cbilas a 2 n. ; lencos borda-
dos de trez ponas a 520 rs. ; e oulrai muitag hien-
das ja annunciadasnos Diarios ni. 221 222 223 e
224.
= Vende-se urna porc.5o de ferragem e poteame,
reda de leme de ferio ; peoes de tergas ; dous maca-
cos ; e mais miudivas ; tudo de marea;ao Hitados
de um hrigue francez, que naufregou na costa do Nor-
te : no becco do Goncalves armazem do Araujo ou
a tratar com Flix C. Madail, em Fra-de-Fortas,
ra do Filar, n. 157.
= Vendo-se a bordo do berganlim D. Ajfomo ,
tundeado defronte do trapiche da alfandega das fazen-
das, farnba de mandioca, de S. Calharina, de muito
boa qualidado em porcoes e a retalbo.
= Vccdem-se dous mob ques, de idade de 14 an-
nos pouco mais ou n enos ; um freto peQa de ida-
do de ."Sin 20 anuos, de muito bonita figura icm
vicios neriiachaques proprio para todo o lertieo ; um
pardo de 20 annos, caireiro ; um casal de escratoi ,
sendo um preto de nidio o urna parda boa lavadeira ,
engommadeira cozuiheira cose chio, e be rendeia :
na ra da Cadeia do S. Antonio n. 2o, por cima da
loja de chapeos.
= Na venda de Luiz Jos Marques, defronte do
becco do '1 rem vende-so cha nacional o melhor
Vende-se ama morada de casa torrea, na rus da
Calcada n. 20, em chaos proprios ; na rus de Hor
tas n. 100.
Vende-se urna elegante mulalinha mucama re*
colinda de idade de 18 annos, de excedente con-
ducta coiemuito bem e tem outras habilidades,
para fra da provincia; uma escrava mucama, de idsde
de 16 annos, perita costureira, engomma, boida .
marca tudo fas com prrfeiclo ; doiai lindas molecas
de naci de idade de 16 a 18 annos ; 6 escratas ho-s
Muitandeirai ; dous lindos moleques, de idade de 13 a
15 annos ; 4 escravos para todo o lertieo ; doui boni-
tos escravos, bons serradores, e ptimos para arma-
zem de aisucar : na ra de Agoai-Verdes n. 46.
Vende-te om pequeo (orno de esmaltar ouro
prata por preco commodo ; no Atterro-da- Boa-Vis-
ta fabrica de licores, n. 26.
Vende se um ptimo sobrado de dous andares ,
na ra ettreita do Roxario n. 27 com quintal e ca-
cimba ; na roa do Queimado, tobrado de um andar
o. 35, por cima da loja de ferragens.
=Vende-se uma preta de naci propria para to-
do o trrico por preco commodo ; p% rae do (asi
do, n. 4. tegundo andar.
Vcndetn-se meios bihetes da lo-
tera do seminario que corre sem falta
algtima no dia i5 docorrente: na ra do
Collegio, loja n. 1.
Vende-se, na loja n. 4 **a praca da
Independencia, rap princeza de Lisboa,
em botes e meios botes, ao preco de
5s'5oo ris: este rap he muito fresco e
chegado ltimamente de Lisboa.
Vende-se cera em velas, da melhor
fabrica do Rio de Janeiro, e em caixinhas
pequeas de 100 libras,, com o sortimento
seguinte:
6 libras de 3 em libra.

que tem apparecido no mercado assim como todos os
mais gneros do venda por preco commodo, a dinbei-
ro a vista.
=Vende-te urna taita de prata delei, para 6 co-
pos d'agoa de muito bom golto e tambem pode ser-
vir pera levar telas nos baplisados tinda ltimamen-
te da cidade do Porto a 280 rs. a oitsta ; na ra da
Senzalla-V elba n. 1*2, segundo andar.
= Vende-so um relogio para cima de mesa regu-
lando muito bem por preco commodo; na ra da
Cruz, armazem n. 48.
= Vende-se um escrato cabra, de 25 annotde ida-
de oplimu para pagem ou pera lodo o sertico de
campo de enxads e machado : a tratar na ra da Ca-
deia do Recife, loja n. 48: e para vero dito escrato,
n sitio de Francisco da Silva na ra de S. Goocalo ,
na Boa-Vista.
-= Vendem se ameixas, ebegadas ltimamente de
Lisboa; na rtia Nova n. 57.
= Vendem se um cochicho c um canario de im-
perio bons cantadores; em Fra-de-Portai, ra do
Filar, n. 114.
s= Fin casa de Fernando deLucca, na ra do Tra-
piche n. 34 acaba do ebegar pela barca Columbas,
queijos lundrinos ajames, arenques em barril pe-
queos ludo muito fresco; tambem se acba lempre
um grande sortimento de vinhot de todat ai qualida-
des : como vinbo de Xerry ; dito da Madeira ; dito do
Forlo ; vinbo do Rbeno ; dito de Malaga em meiat
garralas ; t.larelte tinto o Manco; Sauternet; Haul;
l'raignac e mais outi os, lodos das melhores qualidades;
marrasebino; brandy; agurdente de Franca; cognac;
vinagre branco ; arvejo &c. ; rap 'roblo ; barutos
regala de 20* a 55 rs. o milbeiro, e em' porcao
oais em conta.
= Vendo-se uma escrava de nsc3o de idade de 20
annos com algumas habilidades ; na ra Nova loia
n. 23.
=Vendem-se tsinhat do Rio Grande-do-Sul, mui-
to frescaes c do muito boa qualidade, por barato pre-
co ; como tambem se traspatsao as chaves d um arma-
zem com lodos os pertences propriot para carne : na
ra da Frua n. 4U.
= Vendem-te meias de seda preta, muito superio-
res a Sj rs. cada par; na ra do Crespo loja de
Santos Neve & Guimarot.
= Nendem-so telas de cera de libra, e de 10 em
libra por mepor preco do que cm outra qualquer
parto : no armfxem perto do arco da Coneeico de
Fernando Jos Brnguez, c em casi de Giudino Agos-
linhode Barros ni pracinha do Corpo Santo, n. 66.
8 5
12 8 u
i4 10
i(i 12 M
30 B i4
a4 iG a
too libras
i
elo mdico preco de is'44 r's CB^a 1'*
ra: na ra da Senzala-velha n. no
RAPE' IMPERIAL.
Este rap, iniitaiitio ao rap
princeza de Lisboa, vende-se
em libras, meias libras e oita-
vas, ras lojas se^uintes: ra
do Cabug, dos Sis. Randeira
de Mello, e Francisco Joaqun,
Duarte ; ra i\o Crespo (naes-
cadinha), Domingos Antonio
Ferreira; pracinha do Livra-
mento, Ferreira e Oliveira; A-
terro-da-Boa-\ista, Thoniaz de
Mattos Pereira Estima, e Cae-
tauo; rufe da Cadeia do Reci-
fe, Guedes.e Mello: o preco he
de 2^000 rs. a Jifera, e 30 is. a
oitava.
Ycndem-se chapeos de
sol de seda, para Scnhoras e
meninas, de muito bons gos-
tos, pelo barato preco de
i^COO ris: na ra da Ca-
deia do Recife, loja de. azeii-
das n. 35.
-- Vendem-se bilhetes, meios
bilhetes, quartos e oitavos da
lotera do Ilio de Janeiro: na
ra da Cadeia, loja de cam-
bio n. 58.
Sa ra do Crespo, loja
u. 16, vende-se um completo
sortimento de bicos francezes,
por preco que muito agrada
aos compradores; assim co-
mo se continua a vender lonas
da Russia n. 1 pelo mdico
preco de 500 ris.
Vende-se vinagre bran-
co nacional a 400 ris a ca-
ada velha: na ra do Aterro-
dos-Afogados ii."7T.
Na travessa da Concordia,
sobrado nico de um andar,
nde-te un. berco com leu. cortinado.. ndalvcilde.'l.-SC doilS pai'CS tic W
s al
ii o
jarros de porcellana com suas
competentes mangas e riquis-
simas flores de panno: tudo
de muito bom gosto.
-- Vende-se um sitio si
no pateo da Taz, povo tcao d
Afogados com os fundos h
baixa-mar confinar coi
canal do rio, que corre p
ponte do Motocolomb, versos arvoredos de fructo, tres
cacimbas, entre asquaes uma
de excellente agoa potavel; ca-
sa de pedra^^^ciahapou-
{6o, com perfeico, gosto, e'com-
modos para grande familia ,
cosinha fra, e muito espaco-
sa, estribara para dous cavaU
los. Os prctendentes a este pre-
dio dirijo-se a travessa da Con-
cordia sobrado nico de um
andar.
Na ra do Crespo n. 8, loja de
Campos & Maia, vendem-se corles de
ohitas escuras finas avtdadadas, dos mais
modernos goslos a4,'ooo e 4#5oo ris;
chitas finas de ramagem para- coberta a
200 ris o covado; assim como outras
omitas fazendas por muito barato preco.
Vende-se muito superior potassa da
Husaia chegada ltimamente, e cal vir-
gem de Lisboa par preco commodo:
na ra do Trapiche, armazem de assucar,
17.
= Vendem-se uma pirds, e uma preta, mocat e de
bonitit (gurai; a vista dos conipradoret se diri ai
hibilidadet: na ra do Collegio, venda n. 12, de
Sebistiao Jote Gomes Penna.
= Vende-te na venda da ra do Vlgirio que (ai
eiquina para o Forte-do-Maito, muito boa cal virgem,
cabeca de carneiro, por preco muito em conta.
Sebsttiio Jos Gomes Penna tem para vender,
urna porcSo de cera amarella e tambem ende a re-
talbo por preco commodo em ma venda na ra do
Collegio, n. 12.
= Vende-te umi preta criouli e uma pirdinha de
11 a 12 annos ; na rui da Cadeia-Vellie, n. 43. '
Vendem-te chicotei pare carro e montara, che-
gadotiultmamente : na ra da Cruz, armetcm o. 48.
= Vende-te gomna-lica para fabrica de chapeos ;
dita fina para obras de marcineiro ; pspelSo dos ni. i
e 60 por preco commodo: na ra da Cruz, arma-
zem n. 48.
=Vendem-se bengilasde canna verdideira da In-
dia e de bamb com cssldes elegantes, por preco
commodo ; na ros da Cruz, armazem n. 48.
=Vtnde-seatucsr refinado, brancoe mascavado ;
cile cenda moida de boa qualidade por commo-
do preco : na refinicSo da ra da Senzalla n. 4, e
deposito da praca da Boa-Visti, n. 7.
= cata da l na ra ettreita do Roiario ha
para vender meiot bilhelet da presente lotera do se-
minario a 4500 rt.
=Vende-ie um preto de me a idide proprio para
o ser*ico de cimpo tem vicio algum ; na travesa do
Carcerero, n. 17.
= Vnde-te urna porcio de madeira de condur ,
propria para camas, por preco commodo ; na iua da
Praii n. 20.
Escravos Fgidos
no paleo do Terco, n. 2, segundo ao-
Ilernas lavradas, e um par de
= Fugio ou furtarSo no da 28 de letembro
p. p., pelat 8 horas da nouje um esersvo da Costa ,
de nomo Antonio estatura regular denles limados ,
um tanto desapartados uns doi oulroi.ar risonbo, corpo
regular, de laade de 40 annos pouco mais ou me
noi, ollios vermelhoi, cara redonda e descarnada ,
falla pouco no indar abre um pouco ai pernas no
pdireito lem urna grotsura proteniente de um Licbo
que tirou tondeappirecem algumai mi re ai, de cos-
tura! ; tem um dado dot ps lorio, umi cov no em-
bigo que perece quebrado ; be emboto pouca barba;
tem em uma das pn um corle de ouce ; lovuu uma
tina de despejo cimiti de ritcado azul com listras
brancas calca de mieedooii bastante sujas. Roga-
se nauloridadei polieiaes de verem te o prendem e
peiioii patteulares que delle toberem, de o leva-
ren) a leu senhor na roa da Cadeia de S. Antonio ,
n. 19 primeiro andar, que serSo generosamente re-
compeniadat.
50#000 rt. de gratificacSo
a quem pegar oeterayo crioulo de nome Victorino ,
representa ter 20 annos de idade fugio a 29 de no-
vembro do 1844 com os sigmes scguiqtet : pernas
final, bastantecomprdss ptapalbetados semblan-
te carregado, beicos grossot com urna cicalnt, urna
belida om um olbo : quem o pegar, leve ao engenho
Poeta fregueiia dos Afogados.
Fugio, no dia 27 do corrente um cabra de no-
me Loii, representa ter 20 a 25 annoi de idide, eita-
tura baila tem barba alguma cara redonda ; levou
uma trouia de roupa ; protavelmente elle ba do igno-
rar o caminos d'aqui e ba de perguntar a aigueiii
por ellet,_ por nao ser d'aqui, niat.sim do Ceara, donde
teio, ha 5 semanas : quem o peaW, leve i ra da Crui,
n. 10, quej/Jfacompensido.^
PEHN. J NATP. DE M. F, DE FARI.1845.


i mwn 11 ......'

CONTA

DA
fteceita e Hspera
DA
ADMINISTRADO
DOS
cacr-J
Do I.: de Abril a 30 de Juulio
DE
1845.
Na Typographi de M. F. de Faria. 1845,

m ii i if ni fi........l
'

^"
mu
i
2
ta da Rcceija e Despraa de Junho
1845. Receita._________
Abril l Saldo em caixa ...''........ "'" / <' 309*721
, Pela importancia 4e huma lettra, que se acha protestada por no paga, sa-
cada por Gaspar (le Menezes \asconcellos de Drumond, eacceita por
Antonie Germano Rigueira Pinto de Souza, vencida no 1 .* d JunhO-
de 1841 ...........' 509*095
dem de 7 litas vencer-se de 23 de Feverejro de 1846 23 de Agosto
de 1847 proveniente do arrendamento da casan. 42 ..... 813*750
26 dem receida da Thesouraria das Rendas Provinciaes do subsidio, per-
tencenteao Hospital de Caridad*, do mcz de Maro findo .. .' 500j000
dem da Casa doeExpostos dem. .. i. ;. ,. r. M **9'9?
30 dem do Hospital dos Lazaros dem ..WV ... ..'.;. M 250*oto
dem do Procurador da Administracao, pelo rendimento dos predios ar-
recadado neste mez, como consU do IrVro respectivo .' 2:130*075
Uaio 26 dem da Thesonraria das Rendas Provinciaes do subsidio pertencente
ao Hospital do Caridade, do met de Abril findo I 500*000
81 dem do Procurador da Administraco pelo rendimento dos predios ar-
recadado neste mez, como consta do livro respectivo ... .! 478*130
'- i
5:740*771
*


***w

i
cimentas de Caridade, verificada
de 1845.
1815.
Abril 1."
do I/de Abril a 50



Maio
28
1."
*
10
14
15


2
Despeza.
Importancia paga au Regente interino do Grande Hospital, que e omiti
no trimestre lindo, como consta do documeato n. 2 do mesmo trimes-
tre, e como se v na Portada n. 1........
dem aos Empreados, e amas da Casa dos Expostos.de seas vencimentos
ein Marco findo .-...,..... ...
dem a Jaquim Ferreira Ramos & Irmao, por 21 pegas de madapollo
ordinario ( que forueceo ao Hospital de Garidade) para mortalhas e
ataduras....... *
dem aos empregados da Administrgflo de seu ordenados de Feve-
reiro e Margo .............*
dem aos do Grande Hospital idem...........
dem aos do Hospital dos Lazaros idem...... 6
dem a Jos de Medeiros Tavares por bichas para o Hospital de Caridade,
desde Julho de 1843 a Fevereiro do anno prximo passado. ... 7
dem ao ditodo mez de Junho findo do dito........8
dem ao Padre Joaquim Antonio Gongalves Lessa, Regente do Hospital
do Paraizo, do foro das casas ns. 35, 36, 37, 38, e 61, at 31 de De-
zembro do anno passado.......... 9
dem ao Regente interino do Grande Hospital de Caridade por diversas
despezas que fez no mez do Margo passado.........
dem ao do Hospital dos Lazaros idem..........
I Jen ao da Casados Expostos iJem ..........
dem ao comprador dos estabelecimentos de Caridade com a compra de
diversos gneros que fez no mez de Margo p. p.......
dem ao Solicitador da Fazenda Jos Ribeiro do Amaral, por custas
em que foi con Jemnado o Hospital de Caridade .
dem ao Procurador da Cmara Municipal desta Cidade pela licenga
para reparar a casa da ra N-vi n. 48 o concertar a calgada .
dem a Bartholomeu Francisco de Suuza como liquidalario da firma
de Rartholomeu d Ramos por cunta dos medicamentos torneci-
dos aos eslabeleciuientos de Caridade at o ultimo de Junho
de 1843.................
dem aos empregados e amas da Casa dos Expoitos, de seus orde-
nados vencidos em Abril findo...........17
dem aos da Administrago idem.......... 18
dem aos do Grande Hospital de seus ordenados e ragdes vencidos
em Abril findo ,...........**
Idem aos dos Lazaros idom............20
dem a Jos Moreira da Silva por aluauel de cadeiras e bancas para a
revista geral desteanno, na Casa dos Expostos.......21
dem ao raestre carpina Jos Vicente Ferreira Barros por material, e
mSo d'obra do concert da casa n. 7, na ra do Padre Florianno 22
dem ao Capello do Hospital dos Lazaros por quatone missas ditas de
Janeiro a Margo lindo........... 23
dem ao mestre pedreiro Gongalo Jos da Silva por concertos que fez no
Hospital de Caridade............
dem a Doming s Jos de Olivvira Soares pela pintura na Casa dos Expos-
tos, no mez do Fevereiro findo ... .......
dem ao comprador dos estabelecimentos de Caridade com a com-
pra de diversos gneros no mez de Abril p. p. ......
dem ao Regente interino do Hospital de Caridade, por diversas despezas
qae fel no mez de Abril findo...........
Idom aos do Hospital dos Lazaros idem.........
dem ao da Casa dos Expostos idem..........
24
25
26
27
28
20
60*000
248*952
63*000
125*002
411*404
30*000
105*600
27*520
211150
10 11 12 123*750 19*180 85*600
13 298*142
14 13*384
15 2*000
16 500*006
244*918
62*499
205*997
35*833
16*120
55*000
46*270
18*920
26*000
313*030
108*460
36*220
58040
3:361*991


11 I
0
4
1845. Receita.
Transporte. .'............;.....
Jonbo 14 Recibido da Thesourara das Rendas Provinciaes do subsidio pertencenle
ao Hospital dos Lazaros do mez de Abril Ando.......
a dem da Casa dos Expnstos Wem ..........
26 dem da Thsourar d*s Rendas Provinciaes do subsidio penencente
ao Hospital de Caridade do mez de Maio lindo......
a dem de Joo Pires Ferreira por contad curativo no Hospital de Cari-
dade de seos estraves, hura de neme Luiz (lal) al 20 do frrenla, eoutro de neme Luiz (uioulo) desde 16 de Abril
leo 1.* de Maioi razio del 280 ris por dia .
48 dem do Procurador da Adminislraco pelo rendimento dos predios ar-
recadado neste me...............
5:740*771
250*000
250., 000
600*000
100*000
147*M0
6:988*271
Sala das SeuOes da Administncu doa Estbela


*~


1845.
Maio 17
Junho
9
14
16
21
9
23

25
26


28
30
- r

^W %i 5
Transporte .-T.'........ 3301 #991
Importancia paga a Benedicto das Chaga por 53 gillinhas que foroecBO
no mezde Merc.o findo ao Hospital deCaridade......'30 33*920
Uem ao mestre pedreiro Gonzalo Jos da Silva por material e mo d'o-
bra do concert da casa na ra Nova n. 46 ........31 125*950
Uem ao Regente do Hospital dos Lazaros por diversas despezas que fea
no mez de Maio do passado.............32 27*340
dem ao do Hospital de Caridade dem.........33 139*110
dem ao da Casa dos exposlos dem.......... 94 64'240
dem ao comprador dos estabelecimntos de Caridade com a compra de
diversos gneros no mez de Maio..........35 310*430
dem ao Solicitador Lopes Nelto para as despezas Judiciaes ... 36 20*000
dem a Benedicto das Chagas por gallinhas que forneceo em Abril p. p. 37 40*960
dem a Bernardino.de Sena por bichas que forneceo 10 Hospital de Carid -
da desde 28 de Janeiro 28 de Abril lindo........38 73*000
dem a Antonio Jos Pereira por (atondas paraenxoval da exposta Rachel 39 51*220
dem a Antonio Ferreira Braga por 18 colxes, e 12 travesseiros para o
Hospital de Caridade.............40 47*760
dem a Jos Luiz dos Santos por 20 pares de sapatos para Caasa
dos Expostos................41 16'08O
dem aos ompregados da Administrado de seus ordenados vencidos em
Maio (ledo................ 42 62*499
dem aos ditos do Hospital de Caridade ... .43 216*597
dem aos dos Lazaros dem ........ 44 35833
dem a Joaquim Ferreira Ramos &lrmfio por madapolao, a fitas para a
Gasa dos Expostos e Hospital de Caridade........45 66*420
dem a Benedicto das Chagas por gallinhas para os Hospitaes de Carida-
de e Lazaros r.i .............46 44*160
dem ao mestre pedreiro Gonzalo Jos da Silva, pelo concert da casa
n. 18, daruadnCalabouco .'...........47 4*840
dem a Franeisco Joaquim da Costa Fialho por azeite de carrapato torne-
ado de Janeiro, a Marco ...........,|.| 48 155*400
dem ao dito pelo concert do armario da casa da Administrarlo '. 49 3*160
dem aodito pelos concertos de carpina feitos no Hospital de Caridade e
Casados Expostos .i '.^ ...........50 10*080
dem a Antonio Ferreira Lima pelos gneros fornecidos nos mezes de
Dezembrop. p., Janoiro, eFevereiro do correte......51 211*950
dem a Baroardino de Sena, barbeiro sangrador do Hospital de Caridade,
deseu ordenado desde 7 de Janeiro a 30 de Abril a razo de 120/f
ris por anno...............52 38*333
IJem a Goncalo Alves da Silva por bichas para o Hospital de Caridade,
desde 12 de Agosto at 14 de Dezembro do anno passado ... 53 99*000
dem ao dito Goncalo por bichas desde 2 a 20 de Janeiro do corrente 54 37*000
Importancia de huma lettra que se acha protestada por nfio paga, sacada
por Gaspar de Meneies Vasconcellos de Drumond, e aceita por An-
tonio Germn o Igueira Pinto de Souza, vencida no 1." de Junhode 184 2 509*095
dem de 7 ditas a vencer-se de 23 de Fevereiro de 1846 a 23 de Agosto
de 1847, proveniente do arrendamento da casa n. 42..... 813*750
Saldo
6:620*118
368*153
R.' 6:988*271
cimento de Caridade, 30 de Junho 4o 1845.
Nanotl do Natcimento da Cotia Monttiro, Presidente,
Antonio Martint Ribeiro, Thesouroiro.
Patricio Jote Borgu dt Friilat,
atuaa^aaa



'I l.1 '-IH^ir
IlLIII., -g~*
ti'*i
KC-PW

f~

_ 6
JxLAJlJL-A- dos enfermos e expostos, que existifo, entrarte, sahi-
ro, morrero e exisem nos Hospitaes de Caridade, Lazaros e na Casa dos
Expostos de Abril a Jiinho do crtente anno A saber:
Hospital de Caridade. SEXO MASCULINO. SEXO FEMIN1N0.
------ 4 1 .1 fc 1 1 S 1 O l 1 5 c 1 i S 4
34 33 38 7* 14 i5 34 53 3 7 9 *9 4 b 45 40 >9 13 9 0 7 II 24 ti 6 6 30 4 5 14 13 9 9
45 45


Hospital dos Lazaros. SEXO MASCULINO. SEXO FBMIMNO. |
0 3 1 e 0 1 1 .2 8 .> *** 1 c .5 ** 05 0 1 S i;
i5 i5 0 0 0 ~~o 0 0 0 0 0 1 0 1 i5 i4 14 7 7 8 0 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 8


Casa da Roda. SEXO MASCULINO. SEXO FEMININO.
** 68 7 70 i "5 *>* c hj 6 3 O 8 c Ni 0 3 1 S *-* H O *<* 1 0 5 1 e 3 0 I 1 S 5 1
0 0 0 0 3 1 5 9 71 72 65 99 103 io3 7 2 1 10 0 I 0 I 4 0 4 8 102 io3 100


Somma.....
Sala das Sessoes d'Adminisracao dos Estabelecimentos de Caridade 3o de
Jnnho de 1845.
O Escripturario.
Alexandre Americo de Caldas Brando.
_^


Full Text
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