Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05880


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Full Text
Anno
do 1843.
Sexta
ffera
I nflRKl publicarse todos"'os das qnc
-.v., forera de guarda: o pceo da assigna-
uira he <>e 4/rs- por'quartel pngif-adtanla-
i ,'osannuncios dos asignatilei sao inse-
rios a raSo de 20 res por linha, 40 rs. em
l'odillciente.eas repelieses pela rWdr.
. aiie uo lomn asstxnanles pagao 89 rt.
jur linha, c 160 nu typo d.gig-eiitc.
1I1ASK.S DA LIJA NO MKDK SETBIfHRO.
. nva a 1 as 7 h r 15 mln. da malthaa.
,"" .,,'.,. ., .,s 3 li. e 4 minutodrtard.
a 15 a 7 hor. 64 m.fl.'afukttn.
{"ame a 23 a, 10 hor. e 6 m.^r,,,
_------------------------------------------------------------------_-
PARTIDAS T^OS CORREIOS.'
Coiattna. ParaMjKa, e Rio Grande do Norte
indas e Sextas fe iras.
Cabo, Srrinhaem, Rio Forinoso, Porlo Cal-
vo, e.Macrjn, no 1. 11 c 21 de eada inez.
Gnranliiiiis e'Honito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as (Quintas fcirai.
Ortflg todos os das.
l'RF.AMAR DE IIOJE.
Priincira as G h, e M mln. da manhaa.
Sronnila ns 7 li. e 18 minutos da tarde.
do Ontnbro.
Anno JtX S. 00.
DAS DA SEMANA.
*) Segunda S. Miguel Alchanjo s. Fra-
terno, s. Gudelia. *e
riO Terca S. Jerouvmo and. do J. de D.
da f v. e do J. los Feitos.
1 Qtiarta Ss. Vcrisstmo, aud. do J. de D,
da 3. vara.
2 Quinta S. Eeodegario, aud. do Jnii de I).
da i. vara. C do J. M. da I. e v
3 Sexta S. Candido aud. do J. de 1). da
I. T. do (iv.l.-e do >. dos Feitos.
4 Satinado S. Francisco de Assi, aud. do
J. de I). da 2. var,
5 Domingo S. Pl
CAMIIOS NO DA 2 DE OIIT1 URO.
Cambio sobre Londres. 26 d. p. 1J a%l d.
u Parla 370 res por franco.
.. Lisboa 120 a 1251>. c. pr. p. m.
Desc. de let. de boas Orillas 1 V, 1 V n- V
Oiiro -Oncas liespanliolas 3II00 a 320'.l
Moedade G/flM) vel. 17#WM1 a-18000
. de 6>400 nov. 17200 a 17K>flO
de -\fim 0/30H a
l'rattt Pataco. .... pil i
.. Pesos Coluinnares. li'iSO a
Ditos Mexicanos 1*020 a
Moedas de 2 patte. 1/280 a
0.VMI
l#J7
2M00
l#94i>
1/300
Acccs da C do Heberibe de o0>000ao par.
DIARIO DE
PARTE 0FF"ClAl.
Governo da provincia.
i:\rFOiF.NTE DO DI A 27 Do PAISADO.
OlHeio Ao cnroninntlanle das arrois, reoommentlan-
i, mande tlinriatm>nt: apreienlar > cramandanto ge-
m il" ei.rpo de polici. o numero de liraca*. (|ne elle dis-
lericr ncceiiarin para na primeiras rondas nocturna.
p,riiri|......mo conimandante geral do eorpo de polica.
DitoAo rhefe rf leglo da guarda nacional de Piio-
,1,>-Albn. declarando, que o retpedivo mirado' deve
inilriiir lodo o balnlhori da mr-aoia legiio; por aso
que, de conformidade rom na ordena imperet fui elle
ninirafl para eurar da inalruccSu do (oda a guarda na-
cinnal daqunlle municipio.
PortaraAo diredor do arsenal de guerra, ordenon-
,ln, il *t precisas proideneias, para que no dia 30 det-
te roe (leteinhr.r) ae comeen a pastor pira borlo do pa-
| nidio b.-Joi-Americano a farinlia e o nui, <|ii pelo
rainal sub toa di recelo teni de mandar-ie paro a illia d*
Femando.
Commando das Armas.
QlAIcTEL GENPBAl tlA CIDADE UO RECIFB.2 DK 0f-
TUBRO DE 1845.
Ordem do dia n 53.
Declara-se menle, por eiceno delicenca. aoSr. copi-
taoFrsneisco do Paula de Albuquerque Grillo, do 1 "
bslilbao de ccsdore do excrcito: o que, na corformida
de do artigo 3.'da lei de 26 de tnaio de 1845 se Tai
publico. Antonit Correa Sidra, brigadeiro com-
mandante das armas.
EXTERIOR.
KEPUBMCA ARGE8TINA.
UTA COLLIXTIVA DOS SRS. 0USBLEV E DIFPAUDia.
A etigeueia de que u g.ivcrno orgntinu rctiraaao ai
furcasaiiiiliaresAfa eiquadra argentina do territorio e
cuta ilo Uruguay, o saueoioiaaie assim a bita e detbon-
rma mnunlin de adeniadna neutra n indrpeudenoa orion-
1*1. alianiltfunndo no meaiiio lempo un nlliado fiel, e
ronai-ntiiirin no deopojo do diroilo .lo belligerante, lio o
que na Sra. Ouaeley e DeH'nudia quiacrau eliamar arbilrn-
rianieiilr obrigacao conlraliidu pelo governo orgenlino
una aeua tratados dvl2S e de 1S40 be | reciao que,
an y,temar cant aecusn^e de mu modo eapcioao, te-
nli rai|uecido lodo o sintiiiiciilo do coiitiderocSo pu-
lliene de decoro petaonl, poit qno nneiii aa relie-encina
de fin-toa eapitaftj a e.onlraveneao dosnicaniot tratados
riii da mi.i miao eapeei.il.
A allianca do governo argentino coiu"* gorerho lega I
d.i lt< ptiblirn di i Uruguay, -umcaiiiento para a guerra
cnilr.i o iniuig) comiiium, lie deiunaindo legitima o d
iininirae.ier elevado, pura que potan denouiiiiiir-ae : -al-
lianea eoni eerto numero de Orientaos e calrangeirot
n'lil.i ,eii : e o objeclo tleala allianca, iliu do julio t
iii'ee.-nino para teyornnen eoininnm, esla liiititado la
iruraiu;a e leude n aaaeyirar aolidnnieiilo a abaoluta e
peieila independ ocia do Kulnil-' Oriental
li.te punta qoe te indieflo na nula cilleetiva
i "iii uiimi naneii.ii, gyr.il e f.ilaa, meieeeiu cria u eajie-
iinl mieiifa, tanto fe par* em quo jutllfieao ao guver-
Margeiihn |rar du ealndot nnierieiiuo* e mural c a boa ordem
ialeruacional na preaervaco do principio do legtli.lade
ed" dirrito de indepcniloncin daa nacea^
Tr.it.nina primeiranieiite do't faelot un preodciilei;
dep.ii. d, jiriucipioa: "tialtoeiito do inlere.tea.
l'ALiospaicasaiaiw.:Em 1S30 o 1S31 variot re
l>Hilc. emigradui da Conhdcrafto Argentina, capila-
loail,,, |,r Lavalle, e prntegidoa por Rivera no Balado
Orniit.l, inv.ulira.i rmn mo armada a provincia arge.n-
li" d'Entre-hioa para conqniala-la. ForSu repelli.lo
" iluso Inoartdca e regreaaa/*o so runo do auua ala-
lae..
t"i 1S34 mandara.) un einitaafii a Bolivia para oom-
aiiiarcm .. tyrann. Santa Cru a aubvcr.ao d iirdrm
publica o., deaiiieii.braiBeiil do l^rri l.riu da Contide-
"fu Argentina.
Km 10 dojulhn de 1*36 robellro-o capitanoad.-t
F"r Rivera contra o gove.. legal da Repblica do Uru-
I euny. / -'
Ele g.ivemo legal o ienial (hoja rettabelccido depon
dc un., intcirupcau por violencia o intervciico etlrau-
gf'ra) erapre.idido petii general ribo. Fui elein. Iivre-
m,nie peloa povo*. Foi a esprctf pura O legitima
* i:aiimiloic*H u du vol nacional. A rebellino de Hi-
'rteemigradoa'svlvageua uiiiliM'ioi que iriun.pliou en,
!>38 cun prulecyiu dat forqa navaca frauteiua na
K'o-da-Pral, ..ppoabtu faci tljfi.rca, de conquial a
M"eo da le c invadi "i lorot du iiidepciidcncia,
""da cc.iniiinr-a oriental, como Jeto Jai ai maii
I"1" (acto do iima'inte:rvenc4o uangeira, illegal e li
omitid.
De cutio at boje a naijio ni" ac reuni liviemenlo
I'a exprimir tjf ten voto o exercer o sen dircilot : a
'"urp.ci.. petun Hteandalota wrdade publica e depoit de una err* de hullidadet in-
'antvea e .le criiuet fui MibiHInida nn chindo de Mon
loiidu por un. preduiuuii mililitr a ligio frnncei.
Quando Iriuinphuu a usurpando, "I"*1 ,'',D >erni'n o si.-i iubaliluic.Su pela eonquiala estrnngeira, o caudi-
h.i liivcra o niaia avlvageia unitario, unido a I urca
Iraiu-eini, ainc6riirem previa declaracao de guerra e
loniro a ilha de Marlim-Garci*. inUgranto du terri-
riu argenliuo, cm uotubro do S838; publicarao,dcpot
de oulratlioatilidailet, uro Manifest de guerra no Du
ramo em fevereiro de 1839; invadirn a provincia ar-
guni,.... de Entrc-Rio; proinorMn a tedie'. rebel
lio em Corrientct; c tronxerlo a t.idoi os ponlot do
territorio argeniioo urna goerra de exterminio que
marrhou loba direccao doa agenle da Franca no Kin-
da-Prat. (i)
Aprrtrnlnii te, poit. um inimigo commum alactn.lo
aa dual repblicas do Prata e ana aeui dout govcrnot le-
gaei. Juila e iiccettariainente sdoptro este, cm con-
rnquencia, ni meiot de una defensa coninium : forma-
rio, mando do cii indiiputaveiidireilnt de belligeran-
te, nina allianca de guerra o unicaiocnle para a guerra.
O priraidentc legal, cm na Orientar que coinmandava,
nuxiliou o governo argentino no territorio da coufede
ro9ii para debellarai, inimign oomiunnu e o goveru
argentino, por aeu turno, auxiliou a governo legal o
riental para nrnbnr no lerritorlo da Repblica do Uru-
guay, como inimigo do ambui, para reitabclccer trida-
mente a pa* e para nfiancar retpectiva leguranja e in
dependencia abaoluta epeifeiln dorada urna dna duaa
republieai
Teem bavido e lia dous bclligeranltct legilimoi; um
representa o dircito de tegiiranca o. independencia dn
E|ladoOrienla!, por ler o nico poder legitimo icgundo
a onnttiluican detta repblica, o porque eaaa constiliii
co, obro da nato, no pd ter alterada tcnSo pela
meima naco : n oulro repretcnta o dircito do teguran
ca da Confederara.. Argentina para defender-to contra,
como inimigo injusto o aleivoto.
O belligeranlo oriental legilimo tom da tua parlo man
de nove mil Orientad em armai, a decilln de lodot na
liabitanteadat villas e rampaiilin da repblica, o Onrpo
inleiro da uaco. O belligeranlo usurpador qno se llie
nppe nlo be tnatenlado por Orienlae, e im por ct-
Irongerot; no domina de r'aoto senflo em Montevideo :
eetl facto ato repretenta trnlo o oeeupacAo militar del-
ta cidade por Iropatregularet anglo-franeex.it incorpo-
rada a tret mil Fraileases e Italiano! que teem suttciila
doa retinencia do Montevideo em a proteocao dat cas
quadrai eombii.adat inglexa e francea. A tal grao clie-
gouj em 1841 esteetcandalo, quo o depulmlo Tliien,
demunatrando antea rnmara do depuladoi de Frani,n ci-
te faetn, ohamou a Montevideo uta colonia francea
de Montevideo. A poalerior ocrupacio militar anglo-
franreta lira inleiramenle an incona'.itacional c intrato
governo de Montevideo toda aappareocia do naci.ina-
liJade.
Alem dii o benipubliroa do Etliulu Oriental na ca-
pital, nn dceurao c por rffeito da otarpaoin e da nter-
venco eilrangeira, viero o ler prn de enrnngeiro.
Todui Ol edificio poblicm forjo vendido a vil precot
a cues fiiraiigeims. Adininiirao aalfaodega, recebara
at niai renda, c ato adquirirn por nfimo prec nina
paite considerasel da prata cm obra, joias e proprieda-
dea d.n Oricnlaes pmacriptot p< r nina autoridnde barba-
ra, e dai preciosidades dna igrejaaque nrrebalou o alie-
nen fita nietma aiilnridodo intriia e iminoral.
Com que titulo ou prelexlo poilcrao, poia.e.tabclccer
oiSra. Outelcy e Deffaudii que lia una allianca dogo.
vr rno argentino ? Com cirio numero de Orienlae o c-
trangeir.ia a ii.ld leu, quo loro u objeclo palelo o re-
c.nliecido de in.pr pela forca una luuibiiica de mu-
no, e que oonitiluu um alaijiio directo iiulepciidenci
uiieulal P
O que ha patento o rcconlieoido lio o fado de que um
erlo numero de Orienlae, aclualnienlo n.enor do qui-
nlicntn, obedece n Santiago Vniquet; que alo nlimen-
lado eiiistcuiadoi toa recuraos anglu hnucejes; que
ooBvierlo na entrega .1 eapiul da rcjmbliei ooalifu
anglo-france/a; que rile feclo. Illa i altera radi.al-
mento o gi.verni. o a roiiflituiv*0 oriental, aeiilu lam-
befli n independencia dn republiia e que eila utnrpa-
cio eoloniaddrn nao deixa mu Orienlnc a allernaliva
poativel de quolquer allianca liiin.illianlr; bu uiiican.en-
le a impoiicoarbiliaiio c cm condicoet de um jugo
e.trangeiiu, poruccordne intermedio de alguna traido-
res qoco [.edirloeacceilrio, porlcicm perdido lodoa
., aeu '-(.reos c elemeiiloi dojransloriio a de guerra
i.m que teem afligido cilai rcpublicii e prejudicado ot
iulereitet do nculraci.
En, tal tltnaci, exigir do governo argentino que re-
tire ai tuna f..rc,.a nuxiliare O a aun canuadin, no lia
.ena.i pcdir-lhu a renuncia dos leu direitoa do bellige-
rnnle, e o abandono de um allindo fiel a legitimo, o da
.ibrigaca.. profunda de tua srguranca; lio pedir-llie a
dcalionra da naci a que preside, e a .aneco linni.ll.aii-
le e fatal de um oslado do uoiiaaa directanroula uoulrariu
irguraoca da ooi.federaCAo, a independencia do lata-
du Urientnl, a cuiivcncei do 1828 c 1810, oao pnnci-
piu de iiao-inicrvcuca o du nlo-coloniaaco europea
quo ii.tienUo os estados aniericanot cm prvtervacio da
indr|ieiidcncia o aegurauca coiiimiim.
Como poda o governo argentino adherir a leinclliati
le exigencia iimullanea a uecupoclo de Monlevnleo, a
itentaco de torea iiavac no rala, c no injusto e ng-
gravanlo deicnnlieeimento da soberana e independen-
cia da repblica, negando Ibo o dircito do bluqueiu do
porlua iiiimigot P
A propixifo, poit. contero em i menna urna aggrei-
lao, uiu germen do diicui da, um ubjcclo tiniitru, in-
compillvel com o eapinto do pal a do coucllincao.
Anda a.irra o goicruu argentino nao recusou mime
dia tmeme retirar ai furca auxiliara argonlinat o a ei-
quadia, .en.|,ro ^uc atiin o pedir o aou alliado o pie-
idenlc Oribu.
F OtSri.OuselcreDcrfriidisnSuiiidii.au na nota cul-
leclita ette facto'proeoiinente. Paiccc-nua perceplvel
(1) Slo palavroi do Sr. Uoiirlinc, quo cxpi cale
juno verdiideiro ute ai cmara de Fraima; o longu de
o oiitadutrsm, fui puiado^or vanoi depuladoi na.
aeitci de abril do 1811.
o motivo que lirerSo para ella reticencia. Ha uro gover-
no legal quo impera inilopenilenlenienle em lodo o ler-
ritorlu oriental, obedecido e defendido pelo orioiilaoe,
protector ellicnt dn ealrangeiro naquelle territorio r
ile tena nlcreaica. Para o neutro, e iuj aimla para ot
intitulado! paoifietdnrc,he um faetn eonuminail.. u a
regra o a praliea be qun ot nenlroi deveiu recunlicocr o
facto do um goverm. aatm eiUlielooi.1, teinpre que re-
cetara a pro tercio dei te para tcuisubditos ocommer-
eo, Etc recnlieciincnlo he provisorio: nao decido a
qurtlia do direlu entre va euntendenlet : admilte um
facto imapiilavel: em Ifoca da proteccJo a antoririadi
etfei ti va. d a aeqiiieHeeneia einqiinnto doro aquella.
O* intitulad "paciri.ail.rc longo de promuvereui
alguna geUo jjiiylo deata aiiloridada, apetar da Ingla-
terra e da Franca terem reconliecidn, niuila vetos, au
(uridadei de fado precaria c iniubiitlcnle, 0 ineapa-
ic de darejll nina completa piuteccao ana tOUI sujldikia
c c.iinniereio, recutftrlo roouoheeer at o fado, tratan-
do aq, presidencia Oribe de general a toldo c.lr.ing.iro,
. .. de eori numero du Orenlaea a naco nteira que
leilabeleceo o defenilo u overii derribado em 1838
pela rcbclliao o inlervrnc eslrangeira.
Eiln ollpOlicio anli-nculral nao poda deixar de reve-
lar o designio de que te exigi a retiada da forca
e etqtradra argentina para diapor arbitrariaorante, com
mal probabli.lude de etilo, da torio e indopendennia
du Eatado Oriental. Nao au qilis rccunlicccr um < au e-
viibiilo de guerra civil entre Orientad; porque o bando
rebelde que a uecasieiiou, dcitruido o iiup.itento anle o
proiiiiiiciamenlo e poder da nncao oriental, fui anbililui-
do pelas forcasepola iuflueaoia doa wesmoi iutilulai)i>i
pacificadorca.
Aisini prociirraii ctle iiiiicnnienlo aplanar com aiti-
Roioa osobataoulot a urna incipcr.ula e ioiqua onnqiiii-
la; ao ineimo lempo quo pretendern deipojar ao goter
in, argentino do sen claro c permito dircitu do belllge-
ranic.
_A icr-tc realiudii a inliinaco, aConfederacloArgen-
tina ficara oompruiuotlida eroaua aeguranca, privada,
de tena dircito, huiuitliada : ua linura; hcava o go-
verno legal oriental, spu alliado fiel, prfidamente aban-
donado, para que Ilutaste a s contra a itilcrvenc.
anglo-franccta, do faci representada pelo armamento
ritrangero era Moiilevido e pela inlcrveoc.i daa a>
qoadraa onmbiuadaa, o contra a ituraenia influencia
poder do tal flggreKO.
Era laio ntpor roa derrota, a a que he mal,a renun-
cia de direit.i tupreiiioa que os calados teem neceasidn-
de de aiiatenlar a lodo Iranio, o do segarnos 0 o do in-
dependencia.
O governo argentino detrja a paz : amim o manifos-
touaosSia. Ouscby e U.ITaudioin termos uplicilos e
saltifoclorioi. nSo repellio nenbuma proposivao. S-
menlo pedio, com clara juetifa c nece>ndadu, que te ini-
ciassem as negnciacoes tobre bases conlormot a honra
da repblica, a (idclidade, a tuas obrigaces com um
alliado americano, ao repouso duiadouro eavalabili-
dade da ordem o da independencia dot novos estados
americano*.
O estado desle paiiet lem sido o de. sgilaco e de
guerra ; e honra ao governo argentino o facto de que,
nio t nao pdem impulsr-te-lhi. at convulsocs que ja
teem experimentado, ou que podom tollier para o lutu-
ro, senao tambem o de que aobren.enle combato pelos
principios lgaos, em que nicamente podem fundar-se
solidamenlo a pal o os inleretscs do commercio
progretso civilisador dat naroel.
A causa da ctlagnocao das rvlacoes o empretas com -
merciaet, o de lantot oulros males, proim ua tubver-
sao da ordem legal perpetraos pelos selvagens unitario!
com intervenclo cslrangeira; subversao alentada at ho-
ja pela intervenco anglo-francc/a de laclo, e protegido
ltimamente pela niervencio abetto dos Srt. Outeley e
Deflaudis.
Convem 4 ordem, paz, ao repouso e dignidado dos
estados ainercanoi casa poltica? Convm a Europa?
He por ventura a politice da pacificoco e do progretto
commercial do mundo ? NSo. He a poltica doa trant-
(oruot, dot goirres interminaveis, da ruina commer-
cial e dat dejgrscas da humanidade He a poltica dos
intitulados pacificadores.
O governo argentino, ao emponhar-ie oeata guerra
teve por objeclo iinmedialo a seguranca nacional. Nao
se termina etla gue'ra, porque nio ^e Ibe aprsenla,
nao te Ibe propi meio algum do termina-la com tegu-
ranca e honra.
Na origem e decurso della conlrabio com o governo
legal da Repblica do U'uguay obrigacOutsolemnei na
defensa quo ai aggresse de um inimigo commum os
obrigou a fazer. Conlrahio a face do universo eiaai sa-
grada! obrigat.'vi pata a guerra quo o ligao com os (ra-
udos mail aolcmnei; o a Conloderacao Argentina, que
aetnpre preferio os maioret tacrificius desbonia pri
ineiro perecer a seu lado so o exigir a tua teguran-
ca, o seu dever e a tua honra.
O governo argentino encotitra-te a este retpeito no
memo caso de teguraoca e de honra em que ae vio cons-
tituido o governo de Su M. Brilaonica as oegociaces
de pacificacSo de 1808 com a l-ranea e a Russia. O im-
perador da Kuitia o o imperador dos l'rancezes repel-
liio como pallo na ncgooiaeiu a maiuria da naci het-
panhola, que, alliada ao governo bnlannico, comba-
lia contra um governo intruso aleado pelo poder cstran-
geiro. Aquelles soboranos chamavio quolea valorlos
e liis patriotas insurgentes hespanbes. S. M. Bri-
tsnnica n pellio aemelbaole injuslifae deshonra, e na
sua declaracode 16 de dexembro de 1808 mauilestou
aos doui imperudoies o seguinte :
NafespoUa dada pela Franca aetta pioposiclodeS.
M. \fi-se o artificio mu urdido a que ella recorreo para
preem hero objeclo do momento. All se di lodaa naci
hespanliola a denominaco degradan! de imurgoniii
heiptinhi>ei,o se repelle como inadmiisivelo insultante a
pellejo do admitir ao governo de Hespanba epmo par-
te em urna negociavao.
n Com tanto assombro como dr recebeoS. M., do
Imperador da Itussia,urna resposta semelhante en subs-
tancia, ainda qumenos inconveniente no tom ano
modo. O imperador d Russia mancha com o nome do
insurreicio os gloriosos esforcos do povo hespanhol em
favor do seu soberano legitimo e da indopondencia da
sua patria dando assim a sanecio da autorizado deS.
M. I. a urna uiuirpacio quo nao tom exemplo na hit-
tona do mundo.
El rei nio loria hesitado em aproveilar a occasiio
deconsenlir cm urna negociado que podesse oflerecer
a esperaoca ou a pcispccliva de una paz compalivcl
coui a Justina e a honra.
S. M. scnlo profundamente que se tenba termina-
do do um modo que dove aggravar e prolongar ai cala
niididesda Europa i masa honra do S. M. e a goucro-
s-dado da nui.o britannicn nio permiliem a S. M. con-
sentir cm entrar cm ne^ociacio abandonando um po-
vo bravo o fiel que combate pela conservaco do que
ha de mais grato pura os homens ecujot calreos se
lem ompenliudosoleuinemon o S. M. cm segundar em
una causa cuja jusliahelio evidentemenlomaiiiresla.il
O governo argentino nio pude teparar-sa desses prin-
cipios e nlercsscs gi raes dos naces, e muilo menos
na circutnslancia grnvissima de tiegar-so-lhe com es-
candaloso insulto e injuslica o dircito do bloqueio so-
bre um porlo inimigo.
Vejamos agora o que prescrevem os principios, o quo
estabelccom os Iralados de 182* e 1840.
Pbincimos e tratados. -Odireito de bolligeraobj
he um dos que conslituem a soberana e independencia
do um oslado. Nouhum i atado neutral pode nlervir
para impr-lhe condicOes ou lixar Ibe termo. O di-
rcito do inlervencio nio he rrconbecido pela le das
Oleos, lio absurdo c liberticida. ( Lord Uolland
e lord Gioy..) Somclhanl dircito nio exilie na lei
das naces. ( Sjt Itobcr Peel. )
A inienei.co dos Sis. Ousulcy e Deflaudis lie (.ois..
segundo os principios de humanidade e utos civilista-
dos inexistente na lei das iiavdet, absurda e libar-
. .
Ilctda.
Fundar-se-ha por ventura om tratidoi 1 Ha algn,
diieito adquilido ? Nio.
A convenci do 1828 entre a Confederacio Argcnli-
naeo^llrasilcontm um acto de garanta por estas po-
tencias cm favor da independencia do Estado Oriental.
OfTereceo auxilio ao governo legal durante um periodo
determinado, que |i expirou, lendo ficado em estado
de perleila o absoluta independencia a Repblica do
L'rugay. Has nm a ConfedetKcSo Argentina oem o
Brasil cedCrio jumis o dircilo Jo belligeranlo not ca-
sos em que o exigissem u sua seguranca u honra contra
essa misma repblica, o menos o cedrio no caso de
ataque de um inimigo da propiia repnbliea.
l'or oulra parlo, subsiste a allianca do governo ar-
gentino com o ptesidente Oribe. A Franca, ao sepa-
rar-so da lucia que creario ot seus agentes no Prata em
1838, e que agora accenddrio de aovo, nio s respet-
tou no governo argentino o su dircilo e a sua allianca,
S' nio que se obri^ou solemnemente t retpuita-lt pelo
art. 4. da convenci de "9 deoutubro de 1840, em
todos os catos e sein conlrcdic&o alguma. Nesse met-
iiio artigo se recordou a garanta d'antemio ettabeleci-
da pelo governo argenlino em favor da independencia
do Estado Oriental na convenci de 1828 com o lintil.
O governo ingle/, nio garanti esta convenci de 1828:
foi mediador ; e terminou o seus officiot com a celo-
bracio da convenci de puz, segundo he lei a uto dat
nacoea. Nem meta o leve lord Pooiomby, o ministro
tnglo/ mediador, a salitlacio de discutir ou tecordar as
minutas dessa conveocio. Cjuando chegou ao Rio-de-
Janetroji eitavao ajustada!, o coucluido o trato, peloa
un lustros argentinos e biastleirot.
Que dircito adquirido ha poit, por parte da Ingla-
terra o da Franca, para inleivir nesta guerra ? Cltro
esl. pelos priucipioa e utos inlernaciooaet, o peloa
tratados, que nio lia tal diroilo.
O governo argentino uta do seu direito de beligeran-
te, ladcpendenlemente de ter este direito a priaaaira
prerogaliva de todo o estado iodepeodente, a Fraaca
se ol rigou a respeita lo, para esta mesma guerra, sub-
sistento ja a allianca entre os dout goveroot legaet do
Prata, pela citada convenci.
A retpeilo da Inglaterra, alm do direito natural, a
Confederacio Argentina pude invocare tratado de 1826
com a Grio-Brelanba, pelo qual ot dreitotde sobera-
na u independencia da repblica, iodisputadoi, exil-
enles o reconbecidos pelai nacdei, ficiio repouttodo
cm uinu garanta especial da f publica.
O intitulados pacificadoresquebrantarlo ludo,
o principioi. os iraltdot, a moral e a boa f. A tua
exigencia para que se relirassem a etquadra e as forcat
argenlinat, poo um veto pe (ido tos dircilot niturieie
adquiridos de belligeranlo que lem a Confederacio Ar-
gentina. Da misma maocira, a presencio de urna
tuapentao de hostilidades, substente a do desconheci-
mento do bloqueio, alacava directamente o diieito dtt
gcoles, os Halados c u soberana c honra da repblica. I
*
-r*L


42.
' l'ncs sao os proposites de pacificarlo que se aprcscn-
tro ao governo argentino. Cortameote nSo Icem tal
catador. Si> sio actos tic intimado, de insulto e de
violencia, nrompnlivcs coni todo o principio o inte
reate de pasedeconciliucio.quc contrariiriocomplota-
ruer.te desde os primetros pastos ai bo.'S e pacificas dis-
posicGesdo governo argentino e de seu chufe, o general
R.isos.parnoliler una pacifcmoo geral sorl.i honrosa.
Mu ensivel he tatnhctiique.porelTetode lie- violencias
follas 'u estado amigo da Inglnlcira e da Franca, se
tenhi i nt rpei'ido os resultados e o etilo que, por in-
terrsso geral, poderiio ter os sinceros e amigareis < ru-
cios do mediacio procustos, em nome do sou governo,
pelo honrado Sr. Guilhermc Brent, rncarrcgado de
negocios dos Estados Unidos o admitlidos pelo gover-
no argentino em virtude do carcter imparcial, neutral
o razo'vel com que lorio oflerecido.
Declarase tambem na nota collecliva que se trata,
por dous intermediarios cstrangeiros, de convocar ao po-
o oriental para que possa eleger livre e legalmentcas
suas cmaras e o seu presidente. O poto oriental ele
geo as suas cmaras e o seu presiJcnte em 1836. Sub-
vertida esta obra da naci pela rebclh&o e pela nter-
vencao francesa em 18~>8, interrumpeo-se a ordem
constitucional e livre : entrou o IJStema de usflrpafio;
e igora prevalece em Montevideo o de conquista.
Como vai convocar-so o povo oriental e por quem
senao pelos mesmos usurpadores e conquistadores ?
Essa parte da nota collecliva se entendera perlera-
mente no sentido veidadeiro de pacificacio ede justira,
se nella se promettusse a cc< sacio c dicaz e leal de todo o
armamento, interveneo e influencia anglo-lrancera ;
que su evacuara Montevideo para nunca mais ser oc-
cupaiio ; que,as esqualras combinadas lornario a neu-
tralidades e que, retirado o poder anglo-francez simul
laneamente com a retirada das (breas argentinas que
pedisse o governo legal em virtude de nrgociac,0>s com
os intitulados pac ficadorts, e retirado esso poder an
glo-francei para nunca mais apparecer, se dcixasse a os
Orientaes sem um alliado para a guerra da sua indepen-
dencia, mas tambem sem um poderoso inimigo estran-
geiro di-ssa mesma independencia.
A nota collecliva, demando subsistenlos os elemen-
tos, e proseguindo no plano de forca e de conquista,
la; um insulto cruel indepenpencia o iibrdade do
povo oriental.
Kstes (ocios sao lo evidentes, que no podem con
tradiier-se com pretextos, ossimcom (actos contra
ros (|ue reponbao o estado normal da poltica e da
guerra. Muito menos podem eontiadi>er-se com pala
ras luisas, denominando absurda a convicc.ii> publica
lormada em presenta de Tactos rcaes e subsistentes cm
progressiva aggressio. Absurdos serio esses fados,
obra dos Srs. Ousclcy e effaudis ; mas mu lgico e
justificado heiTcr quo aoccupaco militar de Montevideo
por Coreas anglo-franceas, e o* ataques Confederacao
Argentina, sem causa nein pretexto, corn violac3o de
todos os principios e tratados, sao lacios de conquista.
Mtis o fa< persuadir o empenho que mostiio os inti-
tulados pacificadores para justificar o armamento es-
trangeiro em Montevideo. Alm t'esaes cstrangeiros
so lerem armado para opprimir e saquear a cidade de
Montevideo, como tcem |ira(icado e pralicio iniqua-
mente, sem quo iiiiiL'iii'in leuda auieacado suas vidas
ou propriedados, esludadamcnte so esquece na nota
collecliva que semelbanlo armamento fui offici&iriienle
drsapprovado pelo governo franres em d^clafaroes pu-
blicas. ICstes actos ofciaes, roiiimamcados sos belli
geianles, c annunciados ;-'s potencias ncultaes, nSo o
o rotractados ale boje por nenhum modo. E demais.
itesdo 1843. o governo legal oriental, tratando como
"Me hbil com os agentes de Franca garando em
suas pessoas e propriedades aos Franceses o demais cs-
trangeiros que tornassem neutialidae. Ainda sub-
siste inalterada cssa generosa garants.
Assim |>ois, ainda a este espeto, a memoria dos
Srs Ousrley e. UefTaudis nao foi fiel. A sua cialtac&o,
ou odio aos dous govcinus legacs, os ceg rao ao extre-
mo d falsidnde e do exceso das pandes de parlidode
que su apresinlao deploravelmenlo animados.
(Gacela Mercantil )
(7 ao Commircio.)
PRTLGAL.
M
Corretpondencia do Tima,
Lisboa, '20 de agosto.
Drpois d'um perfeilo lulao e de muila bulla das
gamas, do accusafdts e recro anaces, comi-ca a sere-
nar o CBnipo da bata I h ii eleitoial. e principiao os fados
a tornar-so distinguiris O partido vencedor be o mi-
nisterial ; mas elle eslevo a combaler sombias ; os scus
sectarios tcem de vollar de toda a parlo s cortes pela
mais extraordinaria maioria ; e o governo cinpregou a
for;a para proteger a urna sem motivo algum plaus-
vel. I ao mamfrsla terri sido a denota de toda a oppo-
siilo colligada, que (orea he rrconhecer que os parti-
dos Miguelista e Setembrista, oulr'ora (Ao formidaveis,
ja nao tcem existencia em Portugal, e nao passao de al
guns individuos, que se intitulao che el e igaos des-
sos partidos.
O resultado das eb icOes primarias. Coilas a5 do cor-
rente, dcmonitrou evidentemente a frca do ministe-
rio. O acto immcdulo do processo foi a reunido dos col-
legios eloitoraes, para a qusl foi designado o dia 17, em
tooo o reino ; conseguintomente reunio-se o da pro-
vincia da Kslremadura naquelle dia nos pacos da cma-
ra municipal; c a primeira cousa de que tralou, Coi da
'formaco da mesa cleiloral, que', produzio um com-
plexo puramente ministerial. Depois nomerlo-se c m
uiisses para verificaron! os diplomas dos eleilores, to-
dos os quaes lorio echados em devida lorma, excepcio
doa do concelho do Anciao, que infeliimenlc econteceo
pertencerem a opposico. Aqu apresenlou o Sr. Pas-
aos (Msnoel) contra a validado das nleicoes,desde oprin-
cipip al o fin, um protesto, que nio fui admitlido.
v A provincia da Estremadura (incluindo a capital)
elegeo os scus 24 deputtdos a favor do governo por urna
OMona de 117 votos contra 29 Ui candidatos minste-
raes sio asseguinles notabilidades: Joaquim Jos
Falcio, ministro da marinba, e Jos Bornard i da N|-
va Cabial, ministro da Justina (nicos membros doga
liioete, que nio sio pares), Bernardo Gurjio Delin-
que .es presidente da cmara doa depulados), Carlos
Mtalo liorna, Joio Rebello da Costa Cabral, e outros
de menor nota. Dos rejeitados si principis persona -
gens daopposigio sao asseguinles :-Manoel da Silva
Pastos, Almeida (jarreta Jos Maria Grande. Silves-
tre Pinbeuo, Mouziobo^e Albuquerque, Silva San-
ebea. Joaquim Antonio de Aguiar, viiconde de Anda-
luz, (notarol Miguelista), etc.
Por despacho telographieo do Porto sbese, que
a lista ministerial triumphou all por urna maioria de
155 votos contra 11. Braga', Villa-Real, Viseo e Guarda
deiio resultados igualmente favoravois ao governo. Em
Evora leve a o p posicio a maioria d'um voto.
(i O Zargo trai noticias da Madeirs at 10 do cor-
rento ; tinbi'i sabido alia oscloitores minisleriacs por
18 votos, contra 3
O espirito de violencia, que apparecco no porto de
Moz a 5 ainda nio est acalmado. Os jornaes da oppo-
sico publicio diariamente noticias de pequeos cho-
ques entre os militaies lavoiecidos polas autoridades r
pelo povo, e do numerosos prisos.
A ralailniphe das oleicfiea, cnin titula divergencia
do programla da antagonista do ministerio, be altr-
huicla pelos sena orglna, nio lano ao lerroriimo cabra-
lino, se lii'in quo o ministro da jos ti<;n seja diariamente
aprcsenladn como um boniem cubarlo de eriinc, cm
una qonlidade boa; nms riles term dciitinriadn trai-
ga na suas proprias fileira,e cxprobrod.i cobarda a
-cus correligionarios. Quando se levanlou o elandartc
da lilu-rdaile rm Almeida, liesilaslcs e nppcllnsles para
na dlel(6aaj quandti a urna eal em voixas mina, queris
rcrulucifl Todava, um laelo esl evidentemente
demonstrado o Rsenlo gauliuu as eleive; o gabi-
nete est inliabaiiivel.
L-sc n'uma Mlia mlniaterlal do Porto :
A'5 do rurrenle (agoalo) foi sollo JoSo An'oni
(Inicia, que linhn sido preso por motivos elcilorae.
Temos b saiisfa^io de annunoiar, que bonica*
iiiiolc i|co-se ordem para n llura doExm. Sr. Joto Al-
ves Branda Piolo deSou.n Coiitinlio IlaUeoifio ( quanl
i'Bliinnria oearecreiro ver se livre da responsabilidad
de mu tal nome), o o lllni. Sr. Justino Ferroir Pinto
Bastos, que CKtavfio presos no nislelln da Fox. .Muito e<-
tiuariamoa lamben que asta ordem ti vase eomprehen-
dido u lllni. Sr. doiilor Francisuo Ignacio Pcreira Ru-
lna.i, i-uj.-v idade,aaber e padeninicnlos pe causa dB
tutnslIlulCiO o lorojo ili;;io de toda a consiilemcio.
" Esle respeitaieia eidadios turan mettido em pri
-lio na veapera das cleicCc, e s.dtos logo drpuis que el-
las o concluirlo.
O conde de Tojnl, niiiiinlro da faienda, ncompsnha-
iln pelo nflicinl-iuaior da sua repntlicSo, o concelheiii
Lobo, sp|>im! ii'iiiii vapor, frotado pelo governo, para o
Porto, nfini ds fixar alti o sitio da nova nlf.indega. S
Ke. t.inibeni len em mira faier mua visita do inspOO*
\o i liolia se, tenlriooal dna alfundegat at Vianna. A
son amencia seria por cerca de 15 dia.
ii O Diario do Gtterno desln mandan tr.u decreto
renes, iioiiieando o patriarcha eleilo de Lisboa vite prc-
-1 ilc-n lu da (iiinaia dos paro, u conccllieiro de oslado
efieclivo, c coiifiriiido a distinecio t\c esmcelhriro do
olndo OStraordinarina ao conde de Tojal, ministro da
nrleuda; n Jos Joaijnim Gomes de Castro, do negocio
eirani'iros; n Joaquim Jos Falcio, da mariiiba; a J-
se Bernardo da Silva Cabral, dajuatica; o a asis 8 no-
tabilidades, onlro na quaea se i onla o visoondo da C-
mara, enviado extraordinario c ministro plouipotenoiu
rio na corle de Parix
O ministro dajurtica voilou segunda ve ao Porto
no dia 11 de agosto pura coocluir a sua mistao eicilo-
ral. -
lar umofliciaf, eslava condemnado .morle ; o mui-
tos outros estavto conderonados a prislo n'um pretidio. |
A tarde de 20 passou-se tranquillamenlo, eesparjM-
sc que nada occorresse durante a noote. Corria^Pe
Burgo. Ssragossa, Toledo e Sevilba tambem resisti-
rlo do mesmo modo que Madrid.
A 21 eslava Madrid tranquilla ; as lojaa no mesmo
ostsdoqueno dia antecdante com as portas smeia-
abertas. Ditia-se que varias ciJades da visinhanca li-
nhio seguido o ixemplo de Madrid ; e os conductores
das diligencias andalutas contavio quo ara quasi i
possivel eomprar-se cousa alguma ao longo d
Irada.
es-
INTERIOR.
HESPANHA.
A Gazela de i de agosto publicou o seguinte de
eruto,datado de Saragossa a 28 do ulho, o relerondado
por Pedro Jus Pidal.
l)e cunformidadu com a 3." seceio da constitui-
do, o com o parecer do meu concelho do ministros,
por esto decreto o seguinte :
a l.o pica dissolvido o senado actual.
2." O concelho de ministros passar immedialamon-
te a propr-mc as pessoas, que segundo a consliluicio
devem coinpro novo senado
El Casiellano julgava ptovavel, que o decroto para
a uissoluco do senadu fusse logo seguido pela convo
cacao das corles, c pela aptesentatao da le eleiloral do
actordo com a nova constituieio.
t ttpeclador dizia, que se cria beni iundado um
boato, quo circuluva mui getelmenle, (i cerca de pr-
xima modificatao do gabinete ; c accresccnlava, que
se deuio Hornear dous ministros addicionaes, unpara
as obras publica, e oulro para as colonias.
.VS. M.M. as rainhaa de Hespanha chegrio a Mon-
dagron, pe lo das horas da lardo do da 16, lendo
(eilo a jornada de 14 unidas, desdo S. Sebasliao, em 7
huras. Ellas pararao em Bergara para examinar o mo
nutiionlo em memoria da celebre convenci, que indi-
ca o sitio onde bouvo lugar a reuniao entre Espartero
e Maroto.
O Journal dtt Dbats.do 2% do agosto,publicou a se-
guinte noticia de Madrid de 19, recebida no dia 23
pelo governo francs:
o lenuo o ministro da lasenda recusado acceder aos
desejosdos mercadores de Madrid, que tiobao pedido
alguma modilicucao no noi o sytlema tributario, seguio-
su urna grande agilacio ; reunirio-so numerosos gru-
pos as ras, c pravas publicas; Cecbirio-se imtuedia-
lau.cnle todas as lujas, e as autoridades forio briga-
das a servir-se dss tropeada guarnicio. Foro necessa-
rias muitascargas do vallara e una descaiga de mos
quetaria para dispersar a mullidlo. Dizia-so lerem si-
do moras duas pess.ias e que linbio sido gravamen
te lendo* dous ofliciai s o um sargento.
a Quando o correio parti de Madrid, deisou em
armas luda a ;uarnicao, o hsviio sido reforjados to
lusos postos militaros. I'inliao chegado consideraseis
r-loii,. s de Guadalaj.ua c Cuenca, e o capifio-general
bavia sido revestido de poderes extraordinarios pelo
oiistros presentes em Madnd ; elle (o at autonsado
a declarar em estado de sitio aquella capital, se as cir-
cunstancias o exigissem. A cidade eslava tranquilla,
pusto que ainda levemente agitada O chele polilico
tinba publicado una proclamaclo mui enrgica, eor-
denou que e lornassetn a abrir as lojas debaixo das
mais severas penas. Tinbio sido preso mullos logia-
tas que desobedetiao a ordem.
Hl Heraldo do 20 refera que a tranqoilidade esla-
va completamente restabolecida, e que o povo come-
V'ava a conhncer a loucura de oppr-se i le. Uisia elle,
que minios logista uiudaiio de accordo, e tenciona-
vao come(ar de novo a negociar; o que pela sua con-
ducta em fax-lo mereca Madrid a liberdade. 0 in-
fante D. Francisco sabia dalli cora a sua familia para
Pampelona. Tambera ae aonuociava a nomeacio do
general lirelen, em lugar da Concha, para capillo-ge-
neral da Catalunba; o era lugar de lirelen, era no-
I tes la vio poucas lojas fo-
RIO GRANDE-DO-NORTE.
GOTEBIfO DA PaOVniCIA.
Corretmmdeneia do Exm. Sr. doutor Casimiro Josi
de Mora Sarment com a tketouraria de fazenda.
AtiNO DB 1815.
A goito 29.
N. 177.Tenho presento o aeu inicio em que em
transmittio as informacSe que de Vmc. exig em date
de hontem a cerca da averia encontrada na ccs de
farinha de mandioca,vindasdo Pernambuco na barcaca
Santa- Uta-de- Cania: t como se a indispensasel sa-
ber-se qual a porelo de farinha o variad, e mesmo a
falta que se encontrlo as sacca, compre que Vmc.
mande proceder a esse exsme por meio de peso, cojo
alvitre lembra Vmc. em seu citado onlcio, como maia
prompto, e menos dispendioso; dando-me depois cir
cumstanciada conta do resultado desse examo. Dos
guarde a Vmc. Palacio do governo do Rio-Grande do-
Norte, 29 deagoslode 1845.--Dr. CaiimiroJosdt Mo-
raes Sarment Sr. inspector da alfanJega doatt ei
dade.
Da 30.
N. 178.Altendendo ao que V. S. oipOe em seu
oicio, hontem datado, sob n. 181, relativamente a
deficiencia de lundo no cofre de tbesouraria pa-
ra o pagamento de ordenados aos empregadn pblicos
nocorrente mes, cumpre-me diser-lhe que fica V. S.
aulorisado a mandar fazer tses pagamentos pelo fun-
dos deitinado para a obra da fortaleza dtaSantoi-Reii-
Magos; devendo ser o deposito desses fundo indemni-
sado, log que tenba ebegado o supprimento do cor
rente exercicio. Dco guarde a V. S. Palacio do
governo do Rio-Grande do-Norle 30 de agosto de
de 1845. Dr. Casimiro Jos de Moraei Sarment.
Sr. inspector da tbesouraria de Cazenda detta pro-
vincia. /
Correspondencia do Exm. Sr. Di. Casimiro Jos de
com a the
Abril 28.
MoratSarment com a ihesouraria provincial.
Hf.Havendoboje tomado pose, e entrado no
fxercico docargo de presidente desla provincia, para o
qusl S. M. o Imperador houve por bem nomear-me
por carta imperial de 4 deste mes : assim o communico
a V. S. para sua indiligencia. Dos guarde a V.
S. Palacio do governo do Rio Grande-do-Norte,
28 de abril de 18*5. Dr. Casimiro Jos de Mo-
ran Sarment.hr. Joio Ignacio de Layolla Barro,
inspector da tbesouraria provincial.
Dio 29.
N. 2.Respondendo o cilicio sob n. 58, que V. S
dirigi a esla presidencia a 13 do mes passado. acom-
panbado de todo o popis relativo a re*ltuiclo dos
dircitos de 28 saccas que pretende o negociante Do-
mingos llenriquo de Oliveira; cumpre-me significar-
IbequeaVmc. compete, i vista dos documento que
ajuntou o mencionado Domingo, ou e quaesquer ou-
tras diligencia, que lbe parecerem necessaria julgane
essas saccas lorio das que se salva; ao do naufragio do
bi igue dinamarquez sabido de Pernambuco com desti-
no para Hamburgo, e se conseguint mente, lendo ja
pago o tributo que he imposto quelle genero, deviio
ellas, i vista da legislacio em vigor, paga-io segunda
ve/.i omoallirma oprediclo negociante,acontecer inad-
vertidamente, quando, depois do beneficiadas, forio
por por Jos (uinliliano da Silva embarcada para
Pernambuco na harca?a Conceicdo; resrrvando-ie es-
ta presidencia sobro negocios detta ordem o direilo de
decidir definitivamente, caso aprtese sinls aegra-
vada, e recorra da deliheraco quo V. S. houver de
tomar. Dos guardo a V. S. Palacio do governo do
Rto-Orande-do-Norte, 29 do abril de 1845.Dr.
Casimiro Jos de Mi raes Sarment. Sr. inspector
da tbesouraria provincial. _________
PEftNAMBcCO.
Rendimento da rata da recebedoria de rendas internas
geraes, do me de telembro prximo pastado
A saber:
Siza dos lien de raiz........
Diroitos novse velho.......
Ditos de chancellara........
Dizima da mesma........
S-llofixo.....1:693,1601
Dito peporcional 1-.745,2801 '
Licenc dos despachantes da aICsndegt .
Emolumento de certidOes......
Carlas do hachareis.........
2." decima, de mi mora .... .
Imposto sobre casasoe modas, roupa, ele.
Dito sobra lojas abortas.......
Dito sobre seges e carrinbo......
Taxa de escravo*..........
4:913,694
141.400
6,620
233,270
3:438,4*0
100.000
1.730
8.000
494,592
S0.000
2:632,300
30.000
1:180,000
Pobret.no-Porto al 9 de agoato, e pelo brigue /io,j;
versas folln de Liabo, que ohesslo a 22 do ineaniu n
na, ootno trasem 6 2 da do nvanco | corr^ifmn,!,
eia, qijia cima ramierevemo, pouco aocrcscanu0 *"
iinticirhcllo conlida. ai
Consta va baver chegado ao Porto, no di.i '1 o mini,.
iro da jnslica, que para nlli |inrtira a 1| n .. | p( ""
Parece quo ha na portara do ministro <\< un lJ'
xn transcripta, mais lignina npprobenaao, qunt, ,'
(riloJJHLiielisla, ulliinamonto levantado, do o0
siiiiplnspas(talho cleiloral. '"
Um jornal da opposico, a Rtvoliirdo de-Setet,!,,, ,
20 annuoci. por um voto, aahindo eeito depulados o Sr*. Anuir?'
Roberto do Olivoita>aTainas Rranoo, Joio Bapii.i. ,t ^
meidaGamoll. Joaquim Antonio de Aguwr, Joaqni-'
Antonio de Magalhaes, Joaquim Filippc de ShmJ0|
Ignacio P#reir Derramado, Jos Maria Grande, '^
(lomea ata Silva Sunche. Luis da Silva Mousinho d< i|.
buqurrqne e Manoel da Silva Paasoa.
Terctira direecB.-- Primeira repartidla,
Constando nete ministerio, que oa aectasio d
usurpacio, ainda depois do dia 3docorrcnte, em nae
paraobterem as eleicOes dos seu candidatos commei.
lrio toda a qualidade de t'.entsdos (os quaes em ,|,
das orden dadas pelo governo nio podem deiur,
ter merecido a mais seria alinelo das auloridadet^
tiouloa mostrar-se inquietos e perturbadoras di -
hlica tranqtiillidde em varios ponto do reino; e qu(o
seu fim he ir mais longe do queobter um Inurn,
que ulgirio fcil, masem que a naci nio conseaba
rcpelimdo os a negando lbe o aeua vol; e combosi
oulro im,que, a nio se empregarem enrgicas proii.
dencias que reprimi as sioistraa intencSes dos faccio-
sos, podem occorrer as mais serias conseqnenciss pa
a estabilidade do tbrono, da initituicScs vigentes, i
da traoquillidsde publica : Manda Sua Magestsde
Raimu, pela secretaria de e-tado do negocios dures.
no, dar conhecimenlo destas circumstsocias aogovar-
nador civil do districto de Aveiro, a recommQodir-lai
mui positivamente que se baja cora a maior vigilitei,
a este respeito. procedendo e fa'endo proceder icio
seos subordinados na conformidada das orden ajas-
Iruccoetquesuccessivamente Ihe tem tido commusici-
da, com o maior rigor contra todo o que, sbuioda
da tolerancia o juitica com que bio sido tratados, n-
tentarem de algum modo contra a ordem esUbehcida
e instruecea do pais ; na cortesa da que a ment
Augusta Senbora inpor a mait estricta responsilili.
dade aquellas autoridades que por desles ou lalli de
energa deiiarem progredi o mal, nio dando as previ.
denciat opportuna, ou Rio procedendo de prompia
contra o lediciosos o perturbadores da tranquillidarle
publica ; devrndo tambem dar accessivamante caot
do que forem observando subre Uo importarle nlijecls
para conhecimenlo do governo o para se tomirea
lodaa as medidas de seguranza que a circumitsecisi
exigirem PecodeMara, 11 de agosto de 1848.
Anlnio Bernardo da Coila Cabral.
N. B. Mulalit mutandn se etpedirio portaras
todo o goveroadore civls dos districto do continente
do reino
COMMEBCJO
13:260.046
Peilencente a arrecadscio do
rendimento do correle
anno........
dem dem da divida activa .
10:730.564
2:539.492
13:260 046
Recebedoria, 2 de oulubro de 1845,.
Oeseritto,
EtUmislo PtrnratU,
DIARIO DTTimiBMOr
Alfandega.
RBNntMENTO do da 2.'................5:447j828
DetearregaO boje 3,
Galera Columbus marcador as,
Brigue Hozadem.
BrigueImportadoridem.
IMPORTACA.
COLUMBUS; galera inglesa, viuda de i.:crpuol en-
trado em 30 do prximo pnsiadn mes, ronsignsd Me.
C.ilmont ( C.; mniiitealoii o eogiiinlc :.
18 barricas ferragens; a W. >. Qt.
28 eaisas o S fardos fasendas d'algodSo, n R. Jsmer.
son tS C.
86 barr forrngona, 1 fardo fasendas de algodlo e lis,
34 caisaa, c 9 fardos dita de algodio. t cana lnli,!
dila ferragens, 4 dita miiidesa, 47 tesc de ferro, 1
barril ago'ardenle, 2 ditos alieno, 40 ecos e i barriti
ferrogeus, i embrullio |iai*l ; a Gao. onvvorlliy & C.
2 caitas ferragon, 160 feivee de piado ferro, 1Jan-
ie folhaa do cobre, 2 barra forragcaia. 43 canas e
fardo fasrndaa de algodio, 100 b.rri manleiga. 4 |-
aas c 2 fardo fasenda de liefh, 0 onia q'"1!"'.*
tas fasendas do seda, 9 barricas lampad, 5 brrii el
caijta droga. 6 caita miad', 2 cais fnienil
nlgodAo ella, 1 rmbrulbo livro, 4 caita aannltl
embrulho, ignora-so ; a ordem.
3 caisaa, o 22 fcrdo. faieudaa de algoda. 5 bnmrs
louca, 22 dita vidro, o gig-s lunfa. 3 fardo fatrniiu
de laa, 1 caita livro e papel; a Jame Crabuce & '
29 cita fasendas do algodio, 2 ditas dita de lis,
R. Royle & C.
100 barris manleiga; a Diogo Cockb" & ^ ,
78 caita e 20 fardo fnteildn de i,lSo,l|.'. W """
sor.d.do linl.o. 6 caita. Mhas de rol.ro. 2 embr.
1 caita, ignora-ae; a Mo. Calui'nt & ^,
8 Ku-do. f.sonda. do lintio, 23 Caita, dita
dio; a Johnalon Palor & C. .
155 barrica, cervoja. 18 fardo, e 12 caita .
de lii.ho. 32 fjrdo e 46 caisaa4a. do algodio,
xa dilaa delta ; a J.no Paln o C.
2 caita couro do lu.tro ; a J. hVJIei" t-- ^
8 fardo, fasoud. de alg4a.; Doai.o Yvu" *
9 .aceo. fardo, 2 bnrru lingon. ; N>>h.
10 Jloododa.de ferro | o C. Srr & <" -
11 fardo, fnss-nda do algodio ; a Lalham & *- ^
8 fardo, e 10 c.itaa faacndaa do algodio ;
son & C.
4 caixa saaahina, 4 dila,
man.
da t\f
ignora-.o ;
, D, W. Ba-
'i6 oaitaa f.e..da. d linbo, 4 fardo lilas de U^
isa. e 7 fardo, dilaa de aljodlU, fcfardoa dil"
,W.K.
meado Manso para o Aragio. Heslavao poucas tojas w- lo "Tt'r*
cbadai. Uui doa presos apanbados no acto de apuoba- RecoLewoa pelo brigi. IsnfrUdm o Pertoduo-tfot | Bravo &
o ,
nho; a Admn.oii llovvie C.
28 cana, e 50 fardos htendae de algodio ;
Sraith.
1 caita fascndJc laa, 1 difa gee.o cm po,
Perreira & C ,. M.iinr. C
30 f.rd...taaenda. do algodio; a Ro..dl Mello *
1 pinot a Morny.
1 vasca imirina; Grcrn.
1 cita, sgnoro-ae ; a Amorim.
I dna tilo; a Carvalho. ,, I J Mo
II fardos a 3 caita faienda. de algodio ; a >
leiro. ... Vi*"*
1 barril tinta, caia alham droga;


A barrica corteja, 40 queij, o 20 preinnioi; a
Arnnj". _
24 qneijoa e 1J preinntoi; n rnntei.
2ciDl>rulli<>i. ifnr-e < Dr May.
1 brril manteijr; Johnitoii. j
| ('iiibrollio, ignora-ie, 1 barril manto'*;*; Conibcr.
2 chapeo*, 1 caita o'l eniWiillii, ignorarse; a Pwig-
4 caita, ujiora-ie; a Miranda.
I ,.,!, ||iu c 1 caita, em>ra-se i a DanouiB
| rmbrulliu, ijjnura-le ; n R Consulado.
RENOIMBMTO DO NA 4.
Cerl-67l<67*
Proncial--282738
Aluviiueiitu
do Porto.
Xavio$ lahidni no dia 2.
S MjIIipus; lancha branleifa ir"! da Penka, mestre
Jos Ferreira e Silva, carga lijlo
Sinlos; brigue brasileo Ntro, copito Joiquim Pe
,|ro ile Sa e Faria, carga (al.
Alcobaca ; lancha A". S. da Vena, cipitio Jos Fer-
reira Lores carga tijol >.
JUacei ; apor de guorra.brasileo Guopiais, com-
manaote o capito-tenente Guilherme Cario Lai-
sance.
Rio-de-Conlai ; hiate braiileiro S Joaqun Impera-
dor-dos Anjoi, capito Joaquim de Souti (rame-
do, ein latro ; patsagoro, Jut Penlo da Fonte-!
ca, Purtugues.
Edita!.
A cantata municipal da eidade di Oltnda e $eu termo,
tm virtude da lei &c.
\, Aviaos mariiipios.
ahrr O brigue nacional Novo-llom- Fim m gue parare]
Kto-de-Janeiro, impretcrivelmenl.' no da i do crren-
le; anda recebo tlgumo carga miuda, passageiros, oues-
cravos afrete:lrata-secomocopilaue dono Joaquim Fer-
nandos Coelbo, ou coro Mauoel Jos Machado Malhoi-
ros, na ra da Madre-de Deoi. n. !i, primeiro andar.
= Para a Babia sai, nestes 4 dial, a sumaca 6'. An-
ni: para carpa e passagero, Irala-se coin "Novaos <$
Companbia, na ra do Trapiche n- 34.
Para Liverpool sahira coro toda a brevidade, por
j ter a rnaior parle da carga prompta.a bem coohecida
e veleira galera ingieza Volumhut capitio Daniel
Creen: quem na aneaaea quizer arregar ou ir do pas-
agem, dirija-te ato> coniignatarioi M. Calmonl &
C., prac do Comnereio n. II.
Para o Cear *ai sexta-feits, 3 do corrente, im-
prcteiivelmente, a sumaca S. Benedicto, mettre Joa-
quim Jos da Silveira; pode receber no conv pipas,
e passageiros : trata-se com o mesmo mestre, ou com
Luiz Jos de Si Araujo na ra da Crui, n. 26,-
= Para o Rio-de-Janeiro pretende sahirimprele
rivelmente, no dia 4 do corrente, a sumaca nacional
Perola: quem na mesma quizer ir de passegem, ou em-
barcar eacravos, dirija-se ao leueonsignalario Manoel
Ignacio de Uliveira, na ra de Appollo n. 18, ou ao ca-
pitio a bordo. _____I
Leiles.
= No dia 4 do corrente, pelas 10 da manhaa, tem de
se proceder a leilao judicial, do urna porcio de barricas
de arinba do reino, dous barra de manteiga armia-
da e urna porcia de as'ucar; objecto* estes arrematados
a raauerimento de Jos da Silva Saraiva, leilamenteiro
e rtrfentarante dos heos do tallecido liento Antonio
llomingtiei : os licitante* compareci na ra Nova, na
padaria que foi do dito fallecido, as indicadas horas.
T .11 .. ___ T3_____:___c__________u_u
Va saber, que, nio l-ndo apparecido licitantes paral n|LA, que faz Francisco Sevenanno Kabello
7 &Filho, de urna porfi do grandes e superiores molhos
.jncarem nos contratos desta cmara, de novo
publico, que tora lugar, no dia 3 de outubro (boje
i ultima praga dos contratos seguintea : o imposto
das canoas d'agoa do Varadouro as casinhas da ribei-
rs, al-ricio e revitio do! petot e medidas, o erma-
jem grande e pequeo ambos no lugar do Varadouro.
E para que chrgue ao conhecimento de todos manda-
nos publicar o presente pela imprenta. Cidade de
Olinda, 27 de Selembro de 1845. F'ilippt Mantel
de Chin Leal, pro-presidente. Joio Paulo Fer-
nia secretario.
Uei'iarages.
= O administrador da dioso da recebedoria de ren-
das internas (ieraes faz trenle, a todos ot donot das ly-
pusrspluas esisteotea o'osla cidade, que, de encontr ao
art 3.doregulamentode.l6 deoutubio de 1844, dei-
urao de dar as rclaooes dos operarios dallas, al o ulti-
mo de Janeiro prximo pastado, que ctUo no cato da
pena imposta no artigo 5.' do mesmo regulameolo, vit-
lo que por esta lalla anda ae nio p Je | roceder ao lan-
caiiiento espectivo : e, querendo evitar qualquer recla-
macaocom o pretssto de ignorancia, anda espera por
K das, contados da data destu ; lindos os quaet, ficio
collfcUdos pela mi ior quantia, por que deviio ser, con-
lorme o citado artigo 5."
Itecebedoria. ii de aelembro de 1843. Franciico
.Vane Cavalcanti de Albuquerque.
= U administrador da mesa da recobedoria de ren-
das geraet internas avila a todos o* pussuidores de ca-
ndas, botes, alvareogea, balitiras do interior, e de seges
e carrinhos, que detsftrio de laier naquella mesa ai de-
claraioes eligida* no rt'golainento de lo de junho de
18IV, que, teo pttio de 8 dial, contados da data dei-
to.no (Oiiipafecerein a.faer at mesmafc,deilarec_Oei,io-
raocollectados pelo dobro, como determina o citado re-
gulaiiienlo ; nio adiiiillindo-te, depoil de feito ores
pectiso lancaniento, reclamaco alguma : e para que
cbe;uu a noticia a lodos, faca o presento annuncio.
Recebed na, 23 de solembr > de I8W. I'rancitco
Xavier ( aialcanti de Albuquerque-
.AdminitrrcOo dot eitabeleeimentoi decaridade.
Peronte a adminislracio doi eitabelecimeiilot do ca-
ridade.se nao de arrematar, a quem mait der, as rendas
das casas da ra Uireita n. 8 ; na ra do Florianno nt.
17, 47 e 49 ; no becco da Caiv^lbi n. 5 ; na fu do
fagundet ns. 52 e 34 ; oa ra de S. Jos' ns. 5 e II ;
ea ra da Cateada a. 34 ; oa ra da Itoda o. 3 e 7 ;
Siua Novo n. 43 ; por detraa da dita n. 18; na ra
Mocda n. 31 ; oa ra do Fra-de-Poitai o. 73, e
no tundo da uioima o. 70 ; na ra de S. Thereta ns
*c7; nasCiaeo-Pontaant. 70 e 98; na ra de Horta.
a. d5, o na ra da Gloria n 63.
O licitantea poderad comperecer na casa Jai luaa tes-
loei, naruadoCabuga n. 6, nos das 3, 10 e 17 do
I cnenle oiei, polas 10 bofa da inanbia, munidos de
bus fiadores iJonooi.
Sala dat lesaiVs da adminiltravio dos etlabelecimen-
losdicandade.emo 1.* d<- outubro de 1845. O et-
criplurario. A. A. de Laldat BrandSo.
O arsenal de guerra compra aieite decarrapalo,
aili' de coco e lio de algudao: quem estes gneros Uver,
quuei turnee r, mandatJ>*uat propoitat com seui ul-
lniios precos.em caria fechada,a directora do mesmo ar
nal, al o da 4 do corrente mei. Directora do eTie-
Inaldo guerra. I." de outubjo de 815. Noimpcdi-
[niento j0 esc ipturerio, o amanuense, Jodo Ricardo da
Conipanhia Italiana.
Sabltado 4 de outubro ser represeu-
tl* pela priineiru vei a opera lindi.s.suna
LIXlll'|3K AMUR ein beneficio do d-
rfclor da companliia Jos Marinangelt ;
elle Uulo espera da intelligencia deste res-
peitavel publico. O follietos yil\ versos
I pot lugueies ) da pee, vendem-se por
^Jo res, na casa do director, ra Nova
" 7, segundo andar, como tamben os
ilutes de camarotes e platea. No dia
d representacao acho-c tro botiquim
uo Theairo.
de cebollas, chegndos de Lisboa no brigue portugus
Itoia, em pequeos lotes, a vonlade doi compradores:
boje, 3 do corrente, junto ao arco da Conceicio, ai 10
tioras do dia, por conta e risco de quem pertencor
Avisos diversos.
Alaga-se urna boa casa em Fura-de-Portas, n.
60;eoulrano Poco da-Panella para grande fami-
lia pastar a (esta ; un aobradnbo no becco do om
Fim em Olinda : quem ai pretender, dirija sea F-
ra-de-Portei, a lallar a Maoocl da Silva Neves.
O abaiso assignado avisa ao respeilevel publico,
quejulga nada dever nesla praca; mas, la alguma pet-
soa se julgar sua credora, baja de apn sentar suos con
tas no prazo de 3 diaa, depuis que este veja, para serem
pagas, em Fra-de-Porlai, n. 147. Bernardino de
Axevedo Hamos.
= Urna aenhora tolloira propde-se a ensinar mo-
llinas a lr, escrever e contar, grammalica portuguesa,
bordar de ouro, de matiz, de Troc, de sedo, de lacada e
de susto, lavarinto paasado e cheio, marcar do quatro
qualidadea, (ater costura cha e vestidos da moda, cha-
peos e tocados para tenborua, toquiubas para meninos ;
assim como tomar algumas meninas, que morarem
longe para assistirem em caa, por proco razoavcl, e oa
mesma casa coso-se, para fi'ira, toda qualdade decosluia,
por preyo commodo : quem do seu preslimo soquier
uttsar, dirija-se u ra da Manguoira, n.9.
=Maria Magdalena de Luna, curadora de seu mari-
do l'.iequiel Jos de Carv. lho, obleve licencado respec-
tivo juizo, para permutar a parte, que tem, no engenho
denominado Una, na Ireguezta de S. Anlo da cidade
da Victoria, moenle e corronlc d'agoa, com bots tor-
ras, no valor do 28:000,.< rs., cuja parlo be da quanlia
de 21:497*258 rs queieacha arrendado por 1: lOOi
rs. : quem quizer la nuncianto na casa de sua residencia, na esquina da ra
larga do Kozatio n. 39 primeiro andar do sobrado, que
faj esquina defrnte da igreja, que receber em per-
muta propriedadet oesta cidade, e a desobnga de pou-
co mais do 2:000j rs., que o seu casal so acba a dever.
= Aluga-se, para te pastara fetla, urna casa terrea,
lita na puvoacio do Mooteiro, com duas salas mu gran
des, qualro quartos, cozinha lora, com dous quintaos
murados, cacimba e porlio com sabida para orto, es-
tribara para dous cavallos e quartos para negros: quem
o pretender, dirjase a Boa-N isla, travesa do Verai,
obrado n. 15.
= Prccisa-ie do un. feitor que taiba tratar de po-
mar encbertai o de borla : no Atlerro-da-lloa-Vii-
ta, o. 45.
a= Precisa-te de um rapaz para caixeirp de urna
venda, que tenba l aonot de dado o juntamente
de um (eitor para um sitio que entend de planta-
rles: na ra da Concordia n. 15.
=. Aluga-se um preto para qualquer ervico o at
para plinlaces tialar de gado e tirar leilo : quem o
pretender, dirija se a ra do Rosario da Boa-Vitta ,
n. 32.
= Na serrara da ra Cadea de S. Antonio o.
17 precia-te de torradore lorroa ou captivo!.
A petsoa, que tirou do corroio gcral denla cida-
de urna carta, por engao vinda do Uio-Grande-do-
None paraoSr. Jote de Torre Bandeira quena
entrega-la a Aolooio Jos Gomes do Coneio ou a
Maooel Cerdoso Ayies na ra da Cadea.
= Quem liier 3 servente d podreiro, eos quier
alugar, dirija-se a Antonio Jos (ioii.es do Correo.
__ llercce se. para ama do cata una crioula, que
labe cosor, engommar, coinhar o fazer lodo o mais
soi vico de urna casa : no becco do Lima na Cinco-
PonUs. n. 29
" Foi por engao, que sabio o nomo do Sr. Jos
Burle no Diaria a. 219.
Preci-ie alugar um moleque : quem tiver di-
rija-ta a praca da Independencia n 2.
= 0 padre Francisco Coelbo do Lanos e Silva con
tina a receber alumnos para a tua aula particular de
grammalica latina na ra de S. Ftaociseo antiga-
mento Mundo-Novo, n 66.
= Alugiq-se o torcero andares dos obrado u.
4 e 6 do Atlertaj-da-Boa-Vista ; a casa terrea na ra da
Soledsde n. 35, com quintal, cacimba e commodos
para grando familia por 12* r. mensaes : quem as
pretender dirija-te ao eteriptorjo do Francisco Aoto-
nio de Oliveiri & Fllho u run da Aurora, o. 26.
= Beniode Bairot Faleto de Lacerda por n e
como tutor de teui filhos menore declara, que nen-
liuma pessoa arremate o terreno da Iravessa do Mon-
lego que ae acba em praca a requerimenlo de Po-
lornilia Florentina da Soledade pela tegunda vira do
civul ; porque protesta o haver, por meio do evfio com-
petenlo do poder de quem se echar.
= Aliigao-se 3 sitios por anno ou para passar a
tesla, com grandes casos de vivenda coclieira, estriba-
ra com porto de desembarque e banho no rio Cap
baribe na Ponte de-Ucl 6, deronle do sitio de fran-
cisco Antonio de Olivetra a quem qualquer pretn-
deme te deveri dirigir.
= Quem annunciou querer comprar urna cadera
de arruar dirija-se as Cinco-Pontas n. ItiO.
= Aluga-se o terceiro andar do sobrado da ra do
Queimado n 32: a tratar na loja do mesmo sobrado.
= Na noule do 30 desetembro para o primeiro de
outubro correle, forlsrio, do quintal da caso n. 16
da ra do Horario da Boa-Vista urna baca de rame,
grande em muto bom estado : roga-te a quem ella
Ior oflerccida baja deapprebende-la e leva-la a mes-
ma casa ou annunciar, que se prometi guardar se-
gredo ese recompensar a quem a entregar.
Avilo publico.
= D. Francisca da Cunha Bandeira de Mello, viuva
do finado Joio Carlos Poreira ri Hurgo, e seus (ilhos .
pelo presente avisio nos devedores da casa ou a quacs
quer outra peisoas quu tenbio transaeces com os
mesmo que despedio de seu caxeiro, e procurador
em combranfas ao Sr. Manoel Luiz Vieira ; e para que
nio occorra algum incoveniente, p r falta dette aviso a
lempo se faz o presente, boje, 2 de outuluo de 1845.
Quem tem ennunciado querer comprar urna ca
deira dirija-se a ra Nova n. 52 q'ue nio llie dos
agradar.
= Oflerere-so um horneen para feitor do obras
fura dista praca ou para sitio o mesmo p na
levar cartas e papis de circumstancias fra da praca ;
assim como so llercce para administrador de engenho:
quem do seu preslimo se quizer ulilisar, dirija se ao
largo doTeico n. II.
Aluga-ie, em una das principos ras dcsla ci-
dade urna loja vasia com armacao envidra(oda o
prampla com dous grandes quartos interioies urna
gr.-nde tala ludo no fundo da loja co/.inba fra com
(ogio do ferro quintal independente e cacimba por
prego muto commodo : quem a pretender, dirija-so
a iuo Nova n. 8.
Aluga-se urna grande casa no Pflco-da-Panella ,
junto ao sobrado do Sr. JoSo Pires: a tratar na ra do
Collegio n. i oa na ruado Queimado, loja n. 8.
A pessoa, que foi a casa n. :>7, terceiro andar, do
Atierro da-Boa Vista, para alugar a casa do Monteiio,
queira decidir so i|ur ou nio.
f-ahio a luz o n. ti do Echo da Verdade com
suas molinas.e Cilio muilo inlerissanlcs os seus artigo,
principalmente o que trata da mora e icsurrei<;ao do
Sr. Francisco Cornciro : est a vend nos lugares do
costume pelo proco de 40 n
= Precsa-se do um feitor para um sitio na Magda-
ena por etpaco do um moz : na praca do Corpo San-
to n. 11.
Nos abaixo assgnados declaramos ao rcspolavel
publico, qu du boje em diento est dissolvida a socie-
dado.que dolamos debaitoda firma Bossone & Castro;
c ii11iii'.iii.1 o o socio Manoel Alejandrino do Castra
com o gyio do mesmo negocio, o licando o dito (.astro
rcsponsavel por todas as IransaccOe filas al osla
al. Pernamburo, 26 do selembro de 1845.
Antonio Atara leitone. Manoel Alejandrino de
Castro.
Quem precisar do urna ama deleite, subjola,
que tem mml.i bom Icilc, dirija-seo ruada Guia,
n. 58.
Preciso-so alugar pretal para venderem azelo de
carrapato : na ra do Alterro-dos A logados, n. 7.
Aluga so urna boa rasa para so passar a (esta,
caada, pintada de novo, corn commodos para grande
familia, com grande quintal lodo murado, com porlio
de Ierro, na ruB da Capunga, quem vai para o rio de
Capibaiibe, no terceiro pur'.io do ferro ; lambem tem
boa agoa do beber, estribara paro dous cavallos: quem
a pretender, dirjase ao becco da Lingoeta, sobrado
por cuna da venda da Sr. Aj res.
=Aviia- zos.que a nova fabrica e loja de chapeos quo oxislia na
ra do Passeio-Publico, translero se para o largo du
Collegio, confronte a casa amorella de Magolbiea Bas-
to; aonde conlinua-sc a vender loda a qualdade de
chapeos de massa, trncese!, de castor, do Chile, e
de soda, bonete pora homense menino, a precotcom
modos.
= Alugio-se at catas terreas do pateo de palacio do
governo nt. 7 e 9; e o tegundo andar do sobrado da
ra da Cruz, n. 60 : a tratar na ra da Cadeia do Be
cife o. 40.
= Prccisa-sc do um moco que entenda de \< da-
ra e tambem de oulro que nada entenda ; poit te
entina com tanto quo seja robusto ; prefere-se dos
ebegados ltimamente de Portugal : no becco do Pei-
te-Frito, n 3.
a; Precisa -se de um homem que entenda de mos-
tr e casa de caldeira para ir para Alric ou Miro-
nhio ; no principio do Atierro doi-Afogadoi, n 31.
= Alugio-se o primeiro segundo e terceiro n-
date do sobrado da ra do Queimado, n. 14, com bas-
tantes commodos e pintados de pouco lempo ; o ter-
ceiro lem um tolio com bailante!commodus : a tra-
tar no segundo andar do meimo sobrado
A petsoa, que annunciou precitar de 400 r. ,
com hypotbeca em urna cosa dirija se a ra do Kan-
gol, II; tambem te da a mesma quanlia em peque-
a! porcfle, com penboresde ouro.
= Aluga-se o primeiro indar do sobrado o. 1 do
Atierro da Boa-Vista ao pe da ponte: a tntar com
o seu proprielario, Joaquim de Uliveira e Souia ou
na loja de louja.
= Precisa-sc de um cozinheiro ou cozinbeira ,
torra, ou captivo; e tambem de urna ama, ou mu-
Iher captiva que aaiba coser lavar engommar o
queire laier o icrvico de urna casa do pouca familia : na
ra da Cruz, no Kecife n. 40.
Retratos daeueneolypo.
= Mr. Roberto participa ao reipeitavel publico,
queieacha inorando no Atiorr.,-d-Boa-V3ta, n. 52,
aonde o acharad prompto a loda hora do dia para ti
um quorto de hora so acba o retrato prompto c se gi-
rante sabir com toda a perteicJo c gualdadc-; polo m-
dico prero de fie rs. cada um. ajft
= Alugu te a cata terrea da ra do Padre FloUtin-
no, n 18, com bons commqdijl, o tgoa de cacimba
meieira : a Irator na rua da Cadeia do Becife n. 25."
Agencia tic passaportes.
Ni rua do Ranga!, sobrtdo n. 9, tirio-se passapor-
les para dentro o fra do imperio, e despaclio-se escra-
vos ; ludo com muila bresidado e por preco mais
commodo do que em outra qualquer parte.
Acaba de chegar do llio de Janeiro
na barca firmeza o muito superior rap
denominado Princcza novo Lisboa sendo
este o nico rap que se pode por a par
do verdadeiro Lisboa : ns pessoas cjue qj-
zcrein comprar ii'nijao-se s lojas dos
Sis. Guin.ii fies *c Setc, rua do Queimado:
Victorino & Guimaiiies, rua dosQuarleis;
\ntonio Domingues Ferrcira rua do
Crespo, ou no deposito, na ma d'Apollo
n t.
s B. J. Fernandos Barros gratificar generosamen-
te quem Ihe lizer entrega, em sua casi defronte da
igreja de S. Francisco, de um mulatioho, cu jos sig-
naos siio os teguinlet: chama le Jos, lie lilho do
serlao do Cear, represento ler de idade ll i 13 annos,
de cor entre lusca e amarellaoa, cabellos enroscados e
bom prolot, olhos grandes, vivse ns fiordo ro.sto, na-
riz apapagaiadn, bocea grande o labios lino, dentes al-
vos, largoi e leparados, pescoco curto egrosso, peitoi
largos, venlre saliente e opillado, pernas grossi, ps
apalheladose dedos cimbados, falla xpressiva, regris-
ta o cantaroleiro do tondilhas do serlio; costuma inti-
tular so forro e orpbio: fugio no da 23 de agosto pro-
timo passado, levando camisa comprida doatgodio da
trra.
Pede-sc a pessoa a quem so empenhou ou deo um
annolio de ouro formado da (ranea, ou encadeiamento
le duas cobras, (endo estas dous mui pequeo ru-
>in, qoe lingein osolho, e o annel um bullante no
centro, qoe queira manda-lo entregar na casa n. 15,
primeiro indar, na rua do Cadeia deste hairro deSin-
to Antonio, e se satisfar a quantia, quo te tenba dado,
o promtese guardar seredo; ma, quando nio entre-
gue, se publicar seu nomo, o meio por que bouve o
dito annel, e e usar da accio legal, c competente pa-
ra o haver. SoimTnsnteniente se pede o meimo a res-
pailo de urna colber de prala de comer ioup, cuja co-
Iherhe lisa, o tambem te satisfar a quantia, queso
tenba dado.
Pncita sede utn criado, quo alba bolear, tra-
tar o curar cavallo, quo tenba boa c nducta, tem vi-
cios e nao seja moC/i : annuncio, ou procure na casa
da rua da Cadeia desto bairro n. lo, primeiro indar.
=Aluga-o, rio rio Capibaribe, pelo lempo da leta
ou por anno, urna casa para grande familia com olio
bastante grande, cosinha fra, coseira, casa para pre-
tos, estribara para 4 cavallos e caoimba com boa agoa,
no Ijgor da Capunga com fente para o rio : alratar oa
rua daMadre-de-l)eos. calan. 36, segundo andar.
Aluga-8o una casa terrea na rua da Gloria da
Boa-Vista, n. 37 : a tratar no pateo da S. Cruz pa-
daria n. 6.
= Precisa te de um preto de mea dudo ou de
um moleque ; na Soledade. podara do tobrao"* n. 22
= Roga-to ao Sr Joio Lope do Santo Macado*,
baja do vir tirar um babu quo ctislo na mo do Anto-
nio da *>ilva Angelo no prazo do 8 din; do contra-
ro ser vendido para pagamento do ditoSr.
= D-se dinberoa juros com ponhore de ouro e
prala, mesmo em pequea quanlia : na rua da Prai,
n. 22.
= Aluga-se urna casi lerrea na rua Bella, com
duas salas, dual alcova, um quarto no interior da
cata roznha fra. quintal e cacimba: a tratar na rua
do Collegio n. 15, segundo andar.
Na madrugada do da 30 do passado fugirio do
porlo da rua Nova .' proncbes de louro ordinarios;
quem dellos der nolica ser generoamente gratifi-
cado na rua do Sol n. 19.
Aluga-se o segundo andar do so-
brado silo na rua Diieita, com bons com-
modos: ;i tratar na"rua do Collegio, se-
gundo andar n. i'|.
Agencia de passaporles.
__ Na rua do Collegio,botica n lO.eoo Allerro-da-
Hoa^ isla loja n. 48, tro-se pawaporte para dentro e
fra do imperio,astim como deipacbio-se eacravos:ludo
com brevidade.
Casa da Fe9.
Ba estreilado Bozario c. 43.
= O abaixo assignado lendo etabelecido, na for-
ma da lei o decreton. 357, de 27 de abril de 18M ,
ortigo 35 urna casa do vender bilhetca e eautellaa
de todas as lotera desta provincia prestando por es-
ta venda flanea como morca o mesmo artigo 35; con-
vida a lodos os que goslao deste ogo a compraren
aisuscaulolla ; cu|asscachio garantida comaiua
lianca a fim de que o premio! que cada um tiver
do tirar, sejaO no dia marcado pago a villa dai mei-
mai cautella e na mesma casa.
Presentemente as cautellai que te achio a venda
too ai do Iheelro publico por ter a primeira lotera ,
que eita garantida cos a lei cima na qual nio ha-
veri nullidade por ser o seu Ibeioureiro reiponiavel
por qualquer abuto ou lalla que houver de apparecer.
Lrevemenle te annuncar o da em que deven andar
ai rodat. pela grande ettracgao ,que eilio lendo ai ceu-
lellai por terem de diminuto preco que a todo
convida a tua compra. Ut preco dettat caulellas si o :
declinla 1/000 rt. o vigsimo a 500 i.
Lourenco Joi /tomdo de Luana.
Compras.
^oi Sn. de engenho.
Angelo Franciuo Cuneiro compra safras de
mel uu qualquer quanlidade, posto na fabrica da
Navarro ; paga io a 3200 rs. pr barril de 22 caadil-
la r retrato por meio do ipparelhu daguerreolypo : em|o barr para conduelo terio Ior nocidos da fabrica.
MUTILADO
'


w
es
r= Comp
da 1.1 O a ni
!.oiu: na ra da Cad
um andar do varano
a da provincia escravos
bonitas figuras pago-se
S. Antoniu sobrado de
. n. 20.
= Compro-se dou* eicravos um pedrciro e ou-
tro carpina.para maencommendu do Rio-Grande-do-
Sul ; sendo bonitas figuras pagio-so bem : na ra
do Collegio armazeni n. 19.
= Compra-so um tcrno de pesos de um arroba at
urna, quort ; no Alterro-da Boa-Vista n. IV.
Compra-so 15a de frccba, ou sumoma ou iSa
de Angola ; na ra Nova n. 5.
== Compra-so urna varando de ferro, de 24 palmos
escaasos de cotnpiimento, o 2 de largura ; nu prava
Ja Independencia livraria ns. <- e 8,
Compro-se para o Rio-Grande-do-Sul es-
cravoi do ambos os seos de 15 a ;5,'i annos coin lia-
hilidades, ou cm ellas: ni nu do S. Jj Iftco 10
brud'on. 4, das 7 as Olieras da iiiunuflVdo iiieio
dio as 4 da tardo. ___
Vendas.
Rom e barato I
,=Vendem-se riquissimos cortes de riscado chinez ,
do 16 covados, a 4500 rs. o eortc; riscados franceses ,
misto finos, a 221) c 30 K. O covado ; superiores cur-
tes do chitas muito linas, de 1.1 covados dus mais mo-
deren* a 5200, 5500, 3800 o 4500 rs. ; cortes de
daieom 10 covados escuras a ItiO, 1800 e 2000
rs.; lindissimos cortes de larlatuna muito suporiur a
4500 rs de goslo o mais moderno ; cortes de notos
padrees de cassi-chtas transparentes, de muito hoin
goslo; a-2400 e-2500 rs. ; casimiras de muito bom
goslo para calcas de superior qualidade de quadros
elistras, a 1200 o 1400 r. o covado; bretanhas de
rolo-, elCOO, 1800 o aOOl) rs. a peca ; esguo de
superior qu.ilid "le e de puro linlio mullo lino a 1500
rs. a vara ; brelanha de 6 aras de linlio puro lina,
h -2800 e 5200 rs. ; superior lustao branco alsn.o
covado; pecas de bretanba da Franca de 4 pilmos
o meio de largura do qualidadu a mais superior lin-
do de linbo puro de 6 varas c meia a 500 rs, a
iieca muito lina, tal e qual ao esguiao; bretanhade
linbo muito fina a 500, 6*0 c 720 rs. a vara ; su-
perior brim trancado branco do puro linbo muito li-
no a 1000 o 400 rs. avara ; panno lino azul e prc-
to a25O0r. o covado; setiin .de Maca o palo para
collele de superior qualidade a 3200 e 4600 rs. o
covado ; chita a 120, 140, lo o 180 rs. o covado ;
ditos linas escuras a 220 e 240 rea o covado ;
p*s*ei da cintas, a 4o00, 5800, 500, t.000 e boOO rs.,
escuras.; madspolao, i 150, l e 180 rs a vara ; di-
to fino a 200, 220 e 240 rs. a vara ; madraste fino ,
u -2H0 rs. a vara, e a pera muito lino, a 5-00, uiu o
5500 r. ; superior madapoldo entestado a 5800 rs.
a pcari roadapolao a 2800, 3200 o 340J rs a peca;
dito fino a 4000, 200 e 4600 rs. a peca ; chafes de
laa e seda muito ijnos e grande, a 'laOO, iKUO e 5000
rs. ; cliudrede linbo, de muito boa qudiiJidoe pio-
pno para jaquota r. 320 r. 6 covado ; aleni destus la -
zendas ha outras inuital de superior qujlidadu por
barato preco : na ra do Collegio, loja n. 1, de An-
tonio de Azevedo VillaroucoA Irrno.
- Vende-scchi hvsson em caias do 15 libras, em
puredese aretalho; em casa de Maibeus AlKtm &. U. na
ra da ilfandeg'i ^ elba n. 36.
=3 Vendom-se e ilugiio-se muito boas bichas ue
ilamburgo muilo grandes e as mulbores <]Ue ha na
trra; e vao-se applicur para mais oommudidide dos
pretndanles ; na ra estrella do Rorario (Vlronle
da ra das Larngoiras loja de barbeiro, n. 11).
= Vende-se superior tinta Iranoezl em garrafas
grandes; dita de marcar roupa ; estojos d*- navalha,
o contento ; capachos redondos e compridos ; sapalos
de borrada; riquissimos corles de carnbraia ebegj-
dus ltimamente; superiores caisas de tartaruga e mas-
as ; as mas moderna aboluudurjs dourudas para ca-
sacas ; medidas para alfaiate pelo diminuto preco de
80 rs. ; ludo.muito barato : na ra largado hozario ,
n. 2i.
=Vendom-so esoravos pecis para o tr.ilialho de
campo da praea ; um dito bom canoeiro ; um di-
to bom ( rreiro de luda obra d>' engenbo ; um dito bou,
coi'fiheiro ; dous ditcmsVrryia idar^e, por _o0f rs ca-
da um bons p .raQrsbarorem o b larem senti-
do a uoi sitio por a istq,ftn(cm Icosluinados ; dous
mulatinbK de 10 a 12 rmiuss* duas pretas do 20 an-
uos recoUiidas cosenvengommo e cozinhao; duas
ditas por 50> rs. cada una co'inhao lavo roupa
e venden) na ruj ; duas negrinhas do 12 a 16 annos :
ua nado Crespo u. 10, primeiro andar.
= Vcndc-se una canoa grande de 60 palmos de
comprido deum su pao, propria para abrir, para
canoa aberta ou d'agoa o n>esmo para barcaga; duas
ditas abertas tamberii grandes que carregao mil ti-
jolo de alvenaria ; urna dita d'agoa, ja usada : na ru
de Apollo tanque d'agoa, n. 28, das ti horas da rna-
nkii aa 4 da tarde.
= Vende-se urn c; ln de prata coin patena e ao
Iber, e duas pedrasd'aras; na ra de Hurtos, n. 140.
= Vende-se urna parda, que sabe engommar o co-
ser por preco commodo : na ra estreito do Hozario ,
loja de chapeos defronte do sobrado de Antonio Jos
de Msgalbaes liaste.
= Vendem-so 18 fscravos ; sendo um preto de 28
sano* medre de marcineiro e carpina de proGssio ,
de bonita figura; 3 bonitos moloques do 13 a 14 annos,
6 negrinhas do 12 a 15 annos c m alguuias babilida-
des ; 4 preta de 20 122 annos de bonitas figura ,
eozinhao e engommao ; 4 preto de 22 annos: na ra
da Flores, n. 21.
= Vendem-iesellins inglezes para montara de se-
nhora ditos para homem muito bons, lisos c borda-
das taceos de couro e tapete para levar roupa em via-
gern guarda-lama estojos de navalhis muito finas ,
castice* decasquinha ingle/a o mais superior pos-
sivel relogios de ouro c prata patente inglez, ca-
becadss de linbo com apparclbo de sola branca, ditas
raucas de sola branca tinteiros de patente ludo por
preco commodo ; aa ra da Senialla Nova, n. 42.
Vende-se urna escrava de naco da idade de
14 a 16 anno cornalgumas babilidade ; a vitla do
eoatprador se dir o motivo da venda : na ra do Cal-
deitwiro n. 72. -
3= Vende-se ana psrdinba de 20 annos de boni-
ta Ggora engomirta, cose, \h. renda cezinha e I
va de siba^ urna cabrinba do 13 annos, cose o (a!
renda; uua negrinba de 7 annos, propria para ser
educada ; urna escrava crioula, de 24 annos com ul-
gumis habilidades, com um filbo molequede 7 annos;
urna negrota deIS annos; outra dita de naejo de
l8nnos ; una escrava de nar,^^ mora para lodo o
servico ; dous moleques do IsjBhos; dous escravoi
pecas de 22 annos ,' un erioiilaHWutro de naeao : na
ra dasCruzes n. 22, segundo andar
Vendom-seos seguintcs livros iiovos, em I roebu-
ra por preco muito mdicos em casa de J. P.
Adour &.Companhia ra da Crur., no Recife, n. 21 :
Atlas histoi ique c cbronologique des littoratures an-
eiennes ftjroodcrnes, dnssciences o des beaux arts
de loutes les natious.
1.a science populaire de Claudios: simples discours sur
loutes dioses', bisloirc philosopbie, scienees, arts,
voyages, &c.
36 petili vtilumcs dans uno bolle.
Voltair Esssi sur les musurs 4 v. in %."
\ ullaire Correspondance indito 1 v. in8.'
Babel Choix de romana des meilleurs auteurs mo-
dernos 3 v. in 8." avec gravures.
Tabliaux. Contei el Romans du 12.'" el 13/" sicle,
5 v. in 8." ornes de bdlcs gravures.
Collcction de Neul jeux de cartea instructivei.
Vende-so farinha do mandioca a 3000 rs. a
sacca ; na ra do ICinsol D. 25
= Vcndem-se 200 palmos de terreno no lugar
de ebiribe, com as extremidades ao rio do mesmo no-
mo e 1500 palmos de lundo a metalo de estacada ,
com boa baix.i para eapim varios arvoredos de fruto ;
assim romo 1700 telhas l carros de pedra para pa-
redo ou alicorees : a tratar no boceo do t'adr com
Vicente Alvcs Kibeiro ou em Ucbiribo com o Snr.
ornellas.
= Vende-se urna cama de condur nova, por pro-
co commodo ; na ra de Agoas-Verdes, n. 36, loja
de marcineiro,
\ endo-se um oratorio com 5 palmo de comprido,
e 5 de largura com 4 imageni, por prego commodo :
no Atierro da-lloa-Vista n. 14.
Vende se urna tartaruga verJadeira o bastante
grande : em 1 ra-de-Portas n. 21.
-=Vende-se lagedo de Lisboa o ladrilho de mar-
more do muito boa qualidade : na ra do Vigario ,
n. 19
= Vende-se urna escrava moca e de boa figura, por
preco commodo, por nao ler habilidades; a tratar com
Manoel Gomes Viegas na ra do Crespo.
Vende se, por commodo prego um Hediente
escravo crioulo com principios deollicial de pedrciro,
possanie sadio fiel e scui vicios ; ao comprador le
dir o motivo da venda : na run do Vigario, o. 23 ,
segundo andar.
= Vendm-ie taboasde pinho da Suecia, maii lar-
gas das que costurnao a vir, e da melhor qualidade, por
ser de pioln branco e sem nos pioprias para enverni-
sar ; sendo costado, costadinho, assoalbo lorro e pa-
ra fundos do barricas; assirn como americano de todas
as larguras c comprimentos, com as mesmas dimen-
ces cima c mais barato quo outro qualuuer ven-
der : atroz do tiiealro vdho armazem de Joaquim Lo-
pes de Alrm.ida, caixeiro do Sr. Joao Malheus.
Vende-so una marqueza urna meia-commo-
da um jogo do bancas um toucador urna cama de
Usado urna duzia de cadeiras; no pateo do Collegio,
loja de bauleiro.
= Vende-so un.a farda nova de guarda nacional,por
12i rs. ; uina barretina de pello com pluma o cor
des, |ior Sj rs. ; una dita de oleado por 2500 rs. ;
taino o cauana por 10/rs. ; grvala por 500 rs. :
na ra do Nogueira n. 27.
= Venderme dous cscravos de boas figuras, mui-
lo robustos e proprios para o servico de campo ; oa
ra da Cadeia do Bccile, n. 40.
;-= \ enile-s urna secretaria por preco commodo;
na ra da Cadeia, n. 14.
es Vende-se urna lacha do muito bom gosto in-
Irancada c du muito bonita vista para inspector de
quarteirao por preco muito commodo ; na ra do
taogel, luja n. ,J.
= Vende se, na travesa da Madre-de-Dos, o so-
brado n. 7, de dous andares e solo em clios pro-
prios a dinlieiro ou a prazo : a tratar na ra da Cruz,
n. oO.
es Vende so una preto do gentio inda moca e
em cont; a vista do comprador, se dir o motivo da
venda: no principio '!o Alterro-dos-Alogad, n. 31.
= Vende se urna poieao de barricas quo lorio de
laiinha de trigo ; no becco do l'eixo-Frito o. 3.
Chtguem ao barato !
Ka bem acreditada loja da ra do Crespo n. 14,
do Jos Francisco Das vende se um novo lorlimen
t de fazendas lulipas ; a saber : chitas de ramagen pa-
ra cubera muito finas e de cures tixas pelo baralo
proco do 200 rs. o covado ; riscadose chitas para ves-
tido, a200e 240 rs. ; cortes de chitas, du lindos
pudiots, com 15 covados a .10(10 is. ; ditas trance-
zas muilo largas do quadros o lislras, a 280 rs. o co-
vado : chitas escuras ; ditos pelas, a 160 rs. o covado;
riscados liancezcs rniudos muito largos, proprios
para vestidos jaquetai^alcamisa a 200 rs. ; ditos
largos a 300 rs. ; bnnfWancuzcs de quadros, mu
to encorpados a 320 e 3ti0 rs. ; dito branco muilo
eucorpado e trancado de puro linbo pelo barato
preco de 560 rs. a vara ; dito muito fino a 880 e
1280 rs. do misturado de olgodao a 480 r. a vara;
cassa-chitas rnuito largas e de lindos padres, a 400 rs.
avara; castores escui os muito encorpados para cal-
cas pelo barato p'eco do 200 rs ; maJapolo en-
festado muito fino, a 5800 rs. ; camisa de meia mui
to final n. 80 ; merm de duas larguras muito fi-
no a 2800 rs ; dito de superior qualidade a 4j
rs. ; cainbraio lisas transparente a 3000 rs.; tar-
latana coin 9 raro, a 40U0 rs. ; chales do laa muito
encorpados a 1000 rs. ; lencos finos para tabaco a
480 rs. ; olgodao americano, muito encorpado a 220
r. ; lucias para meninos e meninas a 200 r. ; di-
tai para homem a 200 e 240 r. ; ditas para enbo-
ra a 520 rs. ; o outra muitas fazendas por barato
preco.
Vendem socastitaes de vidro ,a 1440n. o par ;
protos rasos e lundo, a 880 rs. a duzia; e oulrai
muitas loucas por preco commodo : na ra do Ran
gel n. 11.
= \'endo-se urna prela crioula, de 20 anno de ida-
lonila figura sem vicio slgam coiinha o
de una caa ensaboa, e lom alguns principios
do engammar; o motivo da venda se dir ao compra-
dor : no Allerro-'da-Boa-Vista n. 2 primeiro an
dar.
Vende-so umsellim francez em bom uso, por
prego commodo ; no Attcrro-da-Boa-Vista n. 14.
f IO.I.A DA ESTKI'L!.
Kii-'t (loQm'i.iii.'Ki'u \2.)
G^LHEIML
Vendem-se pannos fino do tidal as qualidade e
cures ; casimiras elsticas, do lislras e quadros ; tetins
de cre o pretoi para rlleles; brin trancado fins-
si mo ; esguiio de linbo superior ; cassas c cambraias
lisas e bordada ; luvas de teda, linho, e de pellica, pa-
ra homem e senhora ; lenco do sed do todas as qua-
lidadeie procos; chapeos pretose branco de todos as
forma; e outras mai fazenda por prego mais bara-
lo do que em oulra qualquer parte
= Vende-se urna parda de 18 annos, de muito bo-
nita figura de boa conducta o que se alione boa
cozinbeira por ser esta a sua oceupagoo engomma
hso, e coe ci So ; o motivo da venda se dir ao compra-
dor ; pois nao se vende por ella ter vicio : no becco do
Peixe Frito, n 1, primeiro andar.
= Vendem-se 60 a 80 terrenos sitos na ra nova
por detraz da ra da Concordia, que parlom com as
traveisasdo Monleiroe Caldeireiro ; este terreno of
lerecem urna grande vantegem pelo commodo^quo teem
para se descarregar os materiaes mesmo dentro dos
ditos, e lugar em que o mesmos se achilo situado;
os quae se vendem por muilo mdico preco : a tratar
na ra larga do Bozario junto ao quorlcl de polica,
D. 18.
= Vendem-se, por barato prego, 200 barricas va-
sias-, ja com algum dofeito ; porm servem para re-
ceber assucar ; na ra larga do Kozario, podara n. 18.
=^ Vcndem-se duas pretas mogas de todo o lervico ,
eodo urna muito boa cozinbeira e lavadein de sabSo
evarrell; uina dita do 18 a 20 annos de bonita fi-
gura propria para mucama : na ra larga do Itoza-
rio, n. 46, segundo andar.
=Vende-se um escravo de nac5o de meia idade ,
ptimo para sitio o entende do padaria : na ra Di-
reita, n 18.
= Vndese um preto de 20 annos de bonita fi-
gura bem possanto para fra da provincia ; as
Cinco-Pona n. 71.
= Vende-se urna boa flauta do bano ; urna cortei-
ra propria para se escrever; dou Telemacos; um
relogio ; urna esorivaninha ; ludo por preco commodo :
na ra do Nogueira n. 48.
= Vendem se 10 escravos'; sendo duas prcta la-
vadoras o co/inheirat; urna parda, que engomma ,
cose e corintia ; um preto sapateiro ; um dito canoei-
ro ; dous moleques du 14 a 16 annos; 5 prelos para
o servigo de campo : a tratar com Antonio Rodrigues
Lima no largo do Corpo Santo, n. 23.
= Vende-se um carneiro grande e muilo mango ,
com lellim, proprio para carregar menino : na ra do
Quarleis, padaria n. 18.
= V'cndem-sc jogos de bancas de angico dita de
Jacaranda mesas de nicio de sala camas, marque-
tas cadeiras urna mesa grande propria para car-
torio ou tribunal, cadeiras para meninas pucha-
dores, ou bolOes para obras de marcineiro ; tudo por
prego commodo : na Camboa-do-Carmo, n. 8.
x= Y'endcm-se as seguintcs obras : Au jour le jour
par Fredcrico Souli ; La Cointeise de Rudolstadz par
Geo. Sand 10 v. ; Hisloire de la bello Cordire el
da ses trois amoureux, 1 v.; La plus heureuse du femme
morid par Charlotte du Sor ; Annscs de el-rei D. Joao
III do re Lui/ de Souza ; Podreida poema heroico
da liberdado portugueza ; La inaison rustiquo ; Pasoal
Bruno romance de Dumas ; Hisloire genrale par
Millol fallando-I. e dous voluuies ; urna purco de
Jornaes do Commtrciu ; ludo por lar alo prego : na
ra do Crespo n. 17.
== Vende-se fardo de muilo boa qualidade novo"
e o melhor que ha presentemente nesta praga poli
preco de 2560 rs. cada sacca ; na ra da Cruz no Bel
eile, n. 20, primeiro andar.
= Vendem-se roseiras peito de Venus, a 2000 rs. ;
um casal de rulas de Ilamburgo brancas e com ovos ,
por Hij rs. : na ra da Alegra n. 8.
= Vende-so,porOOOf rs., 1 terreno enlreasduas ponte
da estrada Magdalena, o segundo do lado direito, que
estero alorado a JooTliomaz Pereira o onde ainda
boje existe a calinita por elle foita e quo anda Ihe
portence ; mas que est obrigado a vender por senten
.a contra elle proferida e paisada em julgado ; o ter-
reno tem com palmos de Irente na luir da estrada ,
e 500 de lundo ,e oeste 75 palmos, sen do todas as
deipezai feita* a cuita do comprador : a tratar na ra
Imperial n. 64. Ttodoi os ttulos torSo apreientado
o entregues ao comprador.
= Vende-se ou aluga-ie um litio para 60 pastar
a lesta no lugar.dos Remedios defronte da igreja ,
com urna grande casa o mai duas casinhas tendo
famoso banho perto de casa por preco commodo : a
tratar na ra des Flores n. 21.
=Vende-se um sobrado novo deum andar soto ,
em chaos proprios, sito na ra do Fogo, n. 27 pro-
prio para algum senhor de engenbo : a tratar na ra
estreita do Koiario n. 10 lerceiro andar.
Casada Fortuna, ra Direita, n. 12.
= Vendem-se caulcllas, e ineos hilhetes da lote-
ra iL Seminario.
= Nos Arrombados continu3o-ie a vender travo de
25, 32 e 40 palmos de palmo e coito e palmo em
quadro e de maiores grossuras ; encbamei de 20 a
40 palmos de diversas grossuras ; corrimaos e maos
travesas de 30; caibros de 25 a 40 palmos; o recebeai-
ie encommendes a vontade do compradores : a tratar
no mesmo lugar com Manoel Pereira de Azevedo o
no Recife ra do Rozario coin Joo Jaciutbo Ca
bral.
Vcndem-ie 6 escrava de naci de idade de 18
a 22 anno muilo lindas ptimas para mucamas,
connhio o diario de urna casa; um moloque de idade
de 18 anno! na rus Oireila n. 3.
Vende-se uwia excellenle parda de idcde do 20
annos engorommlra fax doce de todas as qualidades, e
cose moito |tem ; urna pardinba con'nubilidades; Uina
escravs|*alJlo de idade de 18 anno; do bonito
figura oom haMli'ades; dua's escra'va boas quitan-
deiras elfivadeir; um bonito moleque de 16 anno ,
optimdplgcm ; um dito do 12 annos ,' (je bonito fi-
gura ; un escrssJjJBf nacao corr principios de pe-
drciro ; um dito por 28;M rs. proprio para o campo :
na ra de Agoas-Verdes, n. 46.
= Vende-so um toalha de bretanba, toda aberta
de lavarinto por prego commodo ; na ra d S. Rila,
n. 27.
Vende-se urna escrava de naci Mocamhiquc ,
de idade de 22 annos de bonita figura coso chao ,
engomma lava bem roupa e be purfeto c zinlieira ,
do ptima conducta oquese allanes-, urna porda do
20 annos muito reorcada ptima para ama do casa,
cozinba lava engomma liso e cose chip : na ra das
Cruzes ,' n. 22, segundo andar.
Na barra dos banhos ha boje para
vender peixe vivo a 160 reis a libra.
Vende-se n loja de calcados da pra-
ea da Independencia n 28 coiti poneos
fundse muito alregueada : os comprado-
res appareco na mesma, que todo negocio
se far.
V*ende-se cera em velas, ebegada
prximamente do Rio de Janeiro, teodo
o sottinientode 3 at 16 velas em li-
bra, c por preco mais commodo do que
em outra qualquer parte : em casa de
Manoel Jos Machado Mailieiro na ra
da ladre de Dos n 5, primeiro andar.
Vendem-se meios bilhetes da lo-
tera do seminario que corre sem falta
alguma no dia 9'do correte: na ra do
Collegio, loja n. .1.
Vende-se, na loja n. 4 da praca da
Independencia, rap princeza de Lisboa,
em botes e meios botes, ao preco de
5s5oo ris: este rap he muito fresco e
chegado ltimamente de Lisboa.
Vende-se farelo em saccas pelo
mdico preco de a'56o, 3'ioo, e'4.sobo:
na ra da SenzalU^vellia n i38
Vendse vinagre bran-
co nacional a 400 ris a ca-
nalla vellia : na ra do aterro
dos tingados u. 7.
Vendem-se lonas da Rus
sia n. com um pequeo to-
que de a varia, muito rccoin-
tiendavei* para encerados ,
camas de vento e ouiro.-> usos
scmelbanics, pelo barato pre-
co de OO ris a vara: na ra
do Crespo n. 16, segunda lo-
ja, quem vem da ra das Cru-
zes
Vende-se, por commodo
preco urna duzia de cadeiras
de Jacaranda, um par de ban-
cas da mesilla madeira, dous
pares de Linternas, c um par
de jarros de louca, grandes,
mui ricos e de mu i lo bom gos-
to. Para ver, na na da Con-
cordia, sobrado nico de um
andar, em qu porou o 8r.
Ilanoel Eligen j e cuja Irente
fica confrontefrpontc da Boa-
vista : para tratar, nesta typo-
graphia, das 6 as 8 horas
mauliaa e das tres da tar
em diaute.
t

Escravos Fgidos
^= lugirao, no dia 2&dastembro p. p. .doengo-
nbo Coqueiro, dous escravos um de nqme Manuel,
crioulo bem parecido, de bonita figura, com um
pequeo talhoem um dos cantos da bocea, de idade
de 2 annos ; o outro de nome Denedicto do nacSo
Rebolo, bem parecido o de bonita lisura do dado de
21 annos : quem os pegar, leve a ra da Cruz n, 4$,
quesera generosamente recompensado
k = Fugio dos Arrombados, em meiado do mez
p. um preto de nume Jos, de idado de 20 innoi po
co maii ou menos, de eilalura regular cor lula tem
um marca =0' no lado direito ; levou roupa brin-
ca chapeo de couro; be bem conheeido por andar
tempre tirando areia as cornss da Pistagem; sou le-
nbor he Joi Antunet Guimar3es: quem o pegar te-
ujfHo dito lugar dos Arrombados, a casa do dito
,. I lunes, ou no Kecife', no Forte-do-Mattu ao Sr.
noel Joaquim Pereira; quesera recompensado.
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PSRN. ; NA TVP. DE M. F. DE FAMA t#45.


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