Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05879


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Full Text

1843.
ca-sc todos os
O MARI*
nao foreiii de guarda : o preco da assign
tura be de 4/ rs. por quarlcl pagos ad unta-
dos. O annuncioa dos assignantca ro inse-
ridos a rozno do 20 res por liiiha, 40 rs". erii
ivpo dlfierente, c as repetirles pela melado.
Os que nao forem assignantes pagiio 80 rs.
ilor linha, e 160 cu; typo diBereute.
Quinta fei
PHASES DA LA NO MEZ DE SETEMBRO.
La aova a 1 a 7 h- e 15 min. da manha.
Ciescente a 9 as 3 h. e i minutos da tard.
I.ua chela a 15 as 7 lior. e M luin. da man.
Mengoaote a 23 as 10 bor. e 0 iu. datarde.
do Outubro.
Anno XX N. 219.
PARTIDAS DOS CORRIOS.
Gotanna, Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas e Sextas fciras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, c Mnccyu, no 1." 11 e 21 de cada me;
Garanhuus Honlto a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e2H.
Victoria as Quintas fciras,
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira as G h. e (i min. da manha.
Segunda as 0 b. c 30 minutos da tarde
DI AS DA SEMANA.
Segunda >f< S. Miguel Wchanjo s. Fra-
terno, s. Gudelia.
Terca S. Jeionvnio aud. do J. de D.
da 1 v. c do J; dos Krito*.
Qifarta Ss. Verlsslnio, aud. do J. de D.
da 3. vara.
Quinta S. i>odRaro, and. do Jim de D.
da 2. vara, e do J. M. da'l. c 2. v
Sexta S. Candido aud. do 3. de I). da
1. r. da eivrl, e do J. dos Keitos.
Sabbado S. Francisco de Assi, aud. do
J. de D. da 2. vara.
Domingo S..Placido
CAMBIOS NO DA 1 DE OUTCBRO.
Cambio sobre Londres. 26 d. p. lj a 60 d.
Paria 370 rls por (Vaneo.
Lisboa 120a i.5p. c. pr. p. m.
I>esc. de let. .le boaj njfha. l Vil'/j P- "'
Ouro Oiicns hrsp.inhoans 3lft00*a 32#0l'
Mn/da de 6^00 Vel.*f5f90O'a 1R#Hl)0
de 6/400 nov. 17#200 a TWK)
,. >. de 4/000 9/30(1 |*sno
/Vam-PatacoVs .... 1/l-t a 1/970
Pesos Coliininares. l.#'W0 a 2/000
Dito* Slexie.inos 1/9-20 a IjBXtt
Moedas de 2 paUc. 1/2*1 a IM
AccOes da C do Beberibc de 5o/)00o per.
DIARIO DE
PARTE OFFtCUl.
Governo da provincia.
BIPEDIEUTE DO DA 25 D PASI]IJ.
OOIoioAojuil relator da junta dejositOa, transmit-
tinJn, para ser a meamn presente, n prnoes do" soldado
di orpiihia provisoria, Antonio Joro Francisco.
DitoAo rnrarrrgado da agencia das barcas de va-
por, luliirilando-n fater seguir par.) > portn do Sol,
findn o praio dn i'tlylu, a barca llahianna, vinda do
Norte. Espedirin-ao ,11 precisas orden* para qne o
eornmandante do vapor fosse receber na thetouraria da
fatenda quantin. quo lem ella do remetieran theanii-
r; n rnmmunicuu-so ao inapeclor da Ihrsournri*.
DiluAo inspector do arsenal de mariulia. declaran-
do, que, apenas seaclie preparado o paladn Pirapama
pido futc-lo seguir para o lugar, que so ada desli-
loAo inspector dn lliMpiilwia das rendas provin-
cias!, ordenando, >ca ndiantnr suido at doieinbro fu-
turo nos tres oflieiacs do cerpo de polica, quu van to-
mar o cninmaiiilo dos detUcarnento do Bonito, Brejn e
Flore.Parlicipou-aeao cnminnndnnte gernl do oorpo
do policia.
DitoAo delegado do termo de Naiarelli, scicntifi-
cando-o do lia ver mandado pagar o* 74.780 ria, por ol-
io despendidos coni os concert da respeotiva codeia.
Pnrlarin Reaolvondn, que a di visao dos dous distric-
tns da (obdelegacja do TrocunhScm eja feila pela estra-
da do Carpina ao riigcnlio Floresta e ao rio TraoiiuliSem,
e por este abaixo ato as extremas; e a dos dona dialric-
to da subdelegada de Nazarclli, pelo chao do (aunara,
na estrada, que veto de danna, estrada do Baraua a
cnoontrar a propriedade de S. Bento, romo desla ao ria-
cho Ribciro-Grinde, por.este n oima al o Rolo, e d'ahi
por nina estrada, que d na que vem do engenho Cana-
viera para o de Morojo, seguindo por osle esgculio, pe-
la dita entrada, encontrar os limites da freguctia.
Ciiniiuuiiiuou-seao diere de pulieia nterin), a vista de
cuja representacau dvleriiiinoii so esta divinan.
Dita Ao direotor do arsenal de guerra, determinan-
do, faca receber guardar 7 grauudeiras iiiiitiliaadat,
que com o ro^p*******; p.rionoe. roniuiioit o oln-fn da
IcgiSn do Igoaraaa.Prliepuii-se.au mencionado obe-
le de legiao.
luBM no da 26. v
OflleluAocomnianrfiiiiie desarmas, rcoonimenilau-
ilo a exeeucSo dn imperial o riso de 27 de jiinho dcste
anuo, que manda inspeccionar tuda a tropa de priiueirn
liulia existente nenia provincia.
DitosAo inenmo, e no eomniissnrio-pngador, trnns-
inittiiulo copia do aviso, expedido 3 dcste mes (agosto;
cm ndditomento ao db 27 de julliu ultimo, que elevou a
140 ris a diaria, com quu dovcui ser succorridas as pra-
rss sentenciadas.
EXTE*. R
lll'l'l II.ICA ARGENTINA.
BUENU8-AYR&S, 1S Dt ACOST 1)1. 1845.
Entrarla de forras naraes anglo-francetut fias conflu-
encias dos rios Paran' e Uruguay.
No dit 10 do crente passriu pelo canal da illiO de
Martin (arcia nina enrveta francesa do 18 pecas e om
paladn inglcz coui lima peca de 18 em alliinde de com-
bato. Opavilhio argeniino trmula va no reducto da illio.
Niu encontrando a menor ronistenria e.ta eslranlia, esta
singular cipodicSo nnglu-francea, aeguio aguas aeima,
internando so na direcclo .do Guan rom varia haleci-
ras e lanchas de desembarque. Depnia apparecro em
frente da ilha o brigou de guerra ingles Acorn, fondean-
do tu mil da entrada principal. 0 coniinaiidanle deste
navio solicitiiu dn coinmandaiite di ilha varias informa-
cea que olc recusou dar, como contrarias no sen dever.
Quit saber taailiem se existia aljrum obstculo que es-
lor.atae a entrada dn canal. U coitiiiiandaiite da ilha res-
ponden que e liiilian deitado algons navios a pique para
impedir que aefoicasse a entrada. Procuroii mais ocoai-
inandnule iugle ublcr periuissau para que descuibarcns-
ncn na ilha ua neun nflcinca, r se liles veudesne carne
fresca. O commandanie da ilha rcsprnnlcu que ni 1 i ii.'m
devia lremolar seno o pavilh-i argentino, ncm perrail-
lir-se siibininistracao de carne fresca seni ordein ex-
presa d governo argentino. O coinniaiidaiilc ingles re-
tirou-so depois disto para bordo do /icoru.
A expediclo anglo Irannem pcrinaiieoia eolio per-
toda bocea do Guniu, sunduinlo e ro onliccendo a en-
trado.
Esta uUriiacSoaruiad, cm ntliludo ISo hostil, noa
nusana ris interiores, sem piovi declarocSo de boalili-
dades cm furnia, inrm motivo algoiu parj einprehender
ou justificar tal dedara{So, se se tivesse fcito, he una
nova deuioiisIrucSo dosciioruios alternados que perpetra
ii intcrvrucin anglo francesa.
Pela le das nacAea os vasos de guerra que se presen-
lo com carcter amiga vd, necessitSo prriiiiasSo para
entrar naa bahas e porto interiore*, e se pparcct m all
cusa attitude lioiiil c proroptoa para combate, conside-
ro-so Inl acto como un provococao irregular c repug-
nante.
O easoaque lludiiuua he mis grave e odioso : por-
quo inlersem a in'racco esunudalusa de convoucoes pu-
blicas, u a previa perpelraciu de uiu ataque purhdo con-
tra esquadra argentina em frente de Montevideo, que
rompen dealealinoute essns mcsuias eonvcufiJes garanti-
das pela fe publica.
O art. 1.0 e fundamental do tratado de 1 de fevereiro
de 1825 entre i (jrJn-rJrctnntia e a ConfedctacSn Argen-
tina, prfidamente violado pola diplomacia e forja naval
inglesa no Rio da Prata, devia ler preservado esta rep-
blica do tuda a aggressao injusta e aleirosa ; pois que
smbns ss nacaos contrabirSo a aeguinto obrigaclo : Art.
1." ilavor amisado perpetua entro oa dominios o subdi-
tos de S. M. o rei do reino unido da Grao-Bretanha c
Irlanda o as provincias unidas do Rlo-do-Prata o aeua ha-
bitan tea,
A f do tratado c a amiade perpetua que prometteo o
governo ingles forjo quebrantadas pelo scu ministro e
pelo aeu almirante no Prata, nSo so sem causa justifica-
tiva, srn.ni tambera sem previa declaracSn do guerra,
que lio a nica que legitima as hostilidades, n respeilo
das potenciss neutras, independenteroente dajualicaou
iniquidade da causa que perdas se sustenta. O minis-
tro ingles ordenou a captura da esquadra argentina, a
violaran da correspondencia dente governo debaixo de
pavillio neutro, e mu a expediclo hostil sngnas inte-
riores da repblica, sem ler interrumpido previamente
a furamuiiicticau diplomtica uu notificado a guerra.
Pelo contrario, depois do pedir os scus passspnrtcs ao
governo argentino c de qbt-lus, appareceu ulna decla-
radlo ofllcial do ei mmaniliiiili- das furcas brilanniraa na
bulla de Buenos-Ayres, na qualsc reconheeia expldta-
menic a plcnn e nalisfartoria protecflo que o governo
argentino linlia dado sempro a pessoas a propiedades
britannicas.
Alem disso, he flagrante a vidacao especial do art.
2. do tratado consuminadu pela inlrrveocJo de torcas
inglesa hostia iuib conllueueias do Paran o Uruguay.
Nesae artigo estipuluii-se o arguinlu:
0 habitaiitea dos dous pases gutar respccliva-
uiente franqueza de chegar aegurns c livrcmcnle com
anas embarcacea e cargas a todos os pontos, portos c
rio onde seja ou possa ser pcrmitlido a nutres eslrnn-
geiro* chegar, entrar nos meamos, permanecer e resi-
dir cm qualquer parle dos ditos territorios respectiva-
mente. >
Inaudita c cruelmente' foro quebrantadas essns con-
venede* por un ministro inglec, quo na sua enrta cre-
dencial, na sua audiencia de rccrpc.au e cm scus csurip-
tus o palavras ofliciaes ajircsenlnu smetite aeguruuca*
de a iu izado o de pai.
Qiianlo lio ministro osu uoiilra-almiraule frunces, ni
he menos grave n iufrnccao que flserSu da cunvcucSo de
29 de outubro de 1840 entro a Cunfederocau Argentina
e a Franct, convenci que parecen iSn'prnpria para ga-
rantir esta repblica contra tunca leivosos e indignos,
desde quo restabelcceo eoni 3 sello da f publica as boa
e migareis relaces entre o don estados. Ogoreino
argentino eameroo-so cm conaervn-las, fiel aos princi-
pios o a honra npetnr dos escndalos do armenio francos
em Montevideo, e da ntervrnoan do coulrn-aluiiraiile
I.iine cm favor dos barbaros inimigos da cunfedera^ao.
Quandu devia esperar o governo argentino quo a sua lo-
oldadc o muderacSo fossem devidamento cumprdiendi-
il.m e estimada prlo governo francez, o bario Deffaudia,
sen ministro de paz e de amiade nao s appmrou
o anteriores neniado*, senao que ninndou praliear ou-
trns imvos daeiinrniatima e irritante desli uldaile, man-
dando niesmu collooar postes linstis de tur fas francesas
nos cais interioro* Al repblica.
Tnes exeessos nem ttiesuiu esli em harmnnia com as
tristes e indecoros liefie de p.icifieacAo o de afteotn i
independencia do Estado Oriental. Depois de lera coa-
lisio anglo-francoia usurpado acidado do Montevideo
tomando posto delln Ooiu foifas numbiiiad.is, e arvo-
raudo all o pavilbio anglo-franees, calndeos suas r-
rupces sobre as aguas o costa* orgeiriinan ; eaiinum a
deslc modo que iiflo medito em deler-se cm violencia i-
aleivosia para tixnr a baso da conquista coiubiuadasubre
os territorio* americanos.
Esto aggrensoes nio teem precedente na paginas mui
tristes dn ainluru e abuso dn f rea. Dcvi......s rcsislir-
llies cun ns armas quo empunliamus, e os Americanos to-
dos que jiilgueui u repillau Utas opprobru-sa esangui-
iioleula invasio contra a independencia o nrguranca
communi.
[Gacela Mercantil).
os Argentino* no seu odio os sclvagens unitarios e ao
jugo estrangeiro. As divisos do esorcito de Curdo va
sobre as fronteiras do Santa F foro reforfadas coro urna
columna de infintaria e envallana. Opovo de G'-rdova
c os departamentos da campanha rivaiislo nobrriueute
em cooperar com nrdentc deeisio c energa a defesa na-
cional e as medidas do governo.
(dem).
VIVA A COHFEDEAACA ARGENTINA MOUIU OS 8ELVACENS
t'NITARIOs!
O governador e capitio-goncrnl da provincia de San-
ta Vr. no K\ ni. Sr. governador e capilo-general da pro-
vincia de Bnciion-Ayrrn D. Juan Manuel de Rosas.
Era coiifurmidadc com o que cniiimuiiquei a V Ex.
nan milita anteriores, seui minlias marchas, e petar
dn endiente do rio Salado, fis pastar a vanguarda, que
carrrgou ubre n do iniuiigo, eoni|tnta demnis de 500
humeiia. t'oi esta cnni|ilctnmento derrotada, deivnndo
ni, campo eousn.de cenlo cinrnenta morios. O selvn-
gein unitario Mascarilla ps-no cm precipitada fuga com
u rento da ana gente, o contino a persegui-lo.
Logo quo tenba dado oabo dcllc, daiei a V. Et. cunta
de ludo, do* prisioncirus que se tiiero, c dos muilna
apresentados, que ninda conliuuao a chegar diaria-
mente.
A elida dorio Salado nao fu um obstculo para vis
notaos vnlentcs. A nosia vanguarda passou, e baslrl
300 homens para lancear e perseguir os telvageiis uni-
tarios, tiendo o resto da forra itiacuva, porque fugio o
iniDgu cun tanta cubardia, que, ao apro\inarcm-sc
os misto, pi-ne em pavorosa fuga.
He fura de Jovul.i que, ou oalcnncarei u cxlermiiiarci
para sempre, uu lera de tngir t, abandonando ludo
quanto'teni. lie esta a alternativa do selvagem unitario
vagabundo Mascarilla.
Toniiiins-llie noventa rezes qne tinba, assini conn
a cnviilli.'ila, que ailar por Irezcntos cavallos ma-
gros.
Os selvagens unitario* nada lecm deixado cm pe nos
lugares por onde ti cm patsado, ncm ovelhan ncm vaccas
magras. Consumirlo ludo no meio de espantosa desor-
den! ; ludo astillaran.
Deus guardo a V. Ex. muitus auno*.
Pascual Eciiague.
. rotwf/.
;/. a"o Commercio,.
i
ENTERKH.
llucuoi-.iyres, 13 do agosto
Folgnmnn ler de publicar ns importantes noticias que
temos de Santn F o de Cordura.
O selvagem unitario .Mascarilla, ao aproximar-ae o
exeroilo no mando do general Eehaguc, linha aahido da
cid.ule do Santa F, dirigindo-ee no Arrnio-dc-Agoiar.
Depoit de hnvcrcni sido derrotadas c entiladas suss par-
tidas pela vanguarda das torcas ao mando do general
Eehague, fui corrida a vanguarda d\ niisrravel horda in-
eursoru, em numero de 400 homens, na caada de Mala-
quiaa, fugindo em precipitada fuga e dispersan. No ili.i
2o do jullio ultimo, fui derrotada urna partida de 00 ho-
nicna.o mono o fniuoso selvagem unitario Julin Cortea
que n coniiiian lava. Oa derrotados iucorjiorario-se vo-
luntar 'iniicute forra vencedora.
Neste estado, o general Kchnguo avanfnu enm o
exercito aobre o selvagem unitario Mascarilla para enr-
tar-llie o retirada. Todaa as partidas do selvagens imita
ros lia van sido corridas e ouliladas, drizando porfi do
morios, prisioueiroa o pastados. O cnthusiasmo dos
Santafcsinon em defesa do suas Icis, da independencia e|
honra da repblica he rdeute e heroico. Augmenta-ao
diariaineme o excrcit,o ao mando do general Echaguo
com estes contingentes de patricios. Drsdc que comrc-
rio as opernfe, que j dio lio glorioso resultado, !<
se lera palsado un da tero que se aprsentelo 30 ou 40
homens. Todos os ludios dos dsenos da fronteirn de
Sania Fe puiiu as operaefie do ejercito federal. 0 rl-
vagem unitario Mascarilla nio tcm podido ganbar un
so Indio. Prucurou aeduzir alguna por meio do selva-
gem unitario Julin Corles ; mas os Indios avisarlo o
general Echaguo. dosto trama, denunciarn o lugar on-
de esta va Corte, e este fui sorprendido, derrotado e
inorto.
A proviucio de Cerdosa e o scu digno governador dio
uin excinplo glorioso do patritico denodo que anima
RIO GRANDE-DO-NORTE.
GOVERNO DAPBOVINCM.
Correipondencia do Exm. Sr. doutor Casimiro Joti
de Moran Sarment com a theiourariade jazenda.
ANNO dk 18-15.
Agosto 20.
N." 1C3.Em conformidado das ordens imperines,
Irnnsmiilidas n esta presidencia pela secretaria de estado
dos negocio dn imperio, compre que V. S. mande rece
ber de Manuel Machado de Miranda lleiirii|ue a quan-
lia de 114,780 re, impiirlaiicia de 30 suecas do fari-
nba de mandiuca, que o menino fui enearregad do ven-
der na villa de 8. Cunalo, pelo prcf o do Hin-du-Janei-
ro, dedusidas as despezas do ti an.-poi te- o atsim est quanlia, como todas as mais, que llio hmiverem de ser
en I regu, proveniente da venda da f.rinlia, que orde-
nei se liiesso cm outroa muitus logare da provincia,
dever V. S. mandar rcciilhcrem depntiln nrsan thutuu
raria ate segunda ordein dista presidencia Dos guar-
de a V. S. Palacio do governo de llio-Granilc-ilo-Nor-
te, 20 do agosto de 184o. Dr Casimiro Jos de Maraes
armenio.Sr. inspector da thesouraiid de tatrnda ties-
ta provincia, Jm,
,u 1G4.Na conformidado do quo Ilie urdenoi em
ollii i" detia data, tob o numero 1G3, cumpre quo V. 8.
receba igualmente do negneinnte Joaquim Ignacio Pe-
re ira a quanlia de 33,'280 re, importancia da venda
de o/2 nacas do familia de mandioca, que por esta pre-
sidencia fui iimesmo enenrregndo de vender pobreza
desla capital, e pelo costo do Rio-de-Janciro, dedusidas
as despezas de cominean. Dos guardo a V. S. Palacio
do governo do Rio-Gr.inde do Norte, 20 de agosto de
lS4o. Dr. Casimiro Jos do Moraes Sarment. Sr.
inspector da tliesourarin de fasenila desla provincia
Dia2\.
N. 105.Transmiliiiidii um exrmplar da collcrcio
da Icis do imperio, c das decisOr do governo, perlrn-
cente ao auno p. n,
Dia 22.
JO 100.Participando ter dado o conveniente desti-
no ao oflicio do inspector n.o 31, dirigido ao Exm. Sr.
ministro dn fnzenda.
N. 167. Ao inspeflorda alfnndegn, aecutando o rc-
cebiuienlo de Uin nlliein, i|ur dava cunta lio detlinu,
que leve o familia recolhiihi noa armascus daquella re-
articio.
Dia 23.
N. 108.ConiinunicRiido, que foi dirigido ao Exm.
Sr. ministro da fazenda o oflicio n. 32, u ello dirigido
yjiu Ib.
N. 109. Reineltendo balaofo provisorios da recci-
tn e despea do imperio no exercicio de 18421843.
N. 170.Enviando provitSes do tribunal do lliesnu-
rn publico nncinnnl sob nmeros 38 e 30, indo a pri-
meira acuinpanlind.i de 10 excmplnrcs do decreto n>
422, de 27 do jiiiih ultimo.
N.O 171.Mandando entregar, vista doprcl que Use
for apresenlado, ao lente as ordens dn governo, JoAo
da Gama Lobo Beules, a quanlia do 37,120 re, para pa-
gamento da escolta, que conduzio recrutaa da villa do
Acarv a etla capital.
Dia 20.
W. 172, Transmiti a V. S. os inclusos tio*
por copia, expedidos pelas secretarias de oslado doa ne.
goniot do imperio r jiisticu, relativamente a ccssaoS d
eontnbnicS exlraordin ira sbreos vencimentot do to-
das as pi-ssoa* qne na recrbilu do* oofre* publico*, a
um de quo V. S d iiiteit.. exeeiicu a i quemo no* mes-
nio no ada determinad i Don* guardo a V. S. Palacio
lo oiivcnio do Itio-tirande-dii-Norle, 20 de aguato de
184.Dr. Casimiro Jos de Moran Sarment. Sr.
inspector da Ihesouraria de fatenda des! provincia.
Dia 27.
N. 173.Respondendo o oflicio, que Irpuxe o mp-
pa din falla dos empregadoa de fatenda, corresponden-
te ao anuo finauceiro dn 1844 1815
N.o 174. Ao innpeetiir da alf.indeg*. ordrnnildu Iho,
qne mande receber do inestre da barenfa Santa Rita de-
Cassia. e faca recollier nos armasen d'alfandega, 270
sancas de tai "iba de iiinndiiioa, viuda da provincia do
Prrnnuibuen; e rccomnieiidaiido, que teji, na pretcncj
do dito niestre dn barcufa, examinad* a* (ocas, a fin
de eouliceer-se.ne esto inte i ras ou falsificadas, ou so es-
li avnriadas, etc., ele.
\." l'.i.Commuiiieaudo, quo obacharcl O taviauo
Cabral Rauoao da Cantara lomo a poste, prntteu jnrs-
oiento dn emprego do procurador-fiscal da llicsouraria
lo lasendn dest provincia.
Dia 28.
N.a i7B. Acabo d- receber o ten oflicio, de boje
Jalado, eB quo ma participa baver rucolhidu ana nruia-
zens ila Ifandega lli'J sncoas do lannlia, das 370, que
em ullieiii de huntem lliu nrdouei rooubesso do ineslre da
bareaea Santa Rita do Catsia; o constando entretanto de
relela junta80seu mesmo ollicio, que furn rec.oll-
das 200 sacras, iiuiu grande parle das quacs ohegnii ava-
riada, faltando alem disto una saco para completar n
Homero dat 270, quu I lie devia er entregue pelo meslro
da dita bareaea, compre quo Vino., com a pnssivcl bro-
vidade, me declare n ratio da diffcrrnca, que te observa,
do uiiinero das sncoas entro o tou ullino e a relnco que
o aeoitipauhou; assim como a iiatnrcsa da avaria milla
enrunlraila, dundo prucedentu, o em quo e funda Vino.
para avallar a nvaria mnsnutign, o mais nuidern; de-
vendo igualmente declarar-me toda a observace que
julg.ir neccssnrias, pnrn que a presidenoia clieguo ao
mais exacto couherimcnlu desle obieotu. Doos guardo a
Vine. Palacio do gorerno do Rin-Grnnde-do-Norte, 28
.- _---- ..un. r..;; r~. J. U~... ,Jnr.
m-uto. Sr. Jlo Beriiardiuo .\unes, inspector na ai-
f.indega detl* cidnde.
PEhNAMBUCO.
Hendimenlo total d'xl/andega de Prnambuco, no mtz
de Setembro prximo patsado.
Rendimento total
Kesliluices
Direitos de C0 p / de consumo
a 11 50 a
a 40 B
a 30 M a
9 5 M
1 20
10 B ^
9 u 11 11 ii
.'i B
B 4 )>
1 1) 11 a
Reexportafo do 1 p. /
Gneros naciooaes i p.
Premios dos assignados de '/p. :
Armaienagem de '/> p. V>
Mullas
Emolumentos de certides
Sello dos despachos

88:784.327
132,793
88:651,532
2:929,877
2:89.407
69:653,178
10:327,353
6,173
332,324
29.623
163,770
115.620
8,229
6,133
52,485
1:701.905
483,348
122
7.W6
6,45
l| _^6
651,532
0 escrivao d'alfandega,
Jacorn Gftardo Mara !umachi dt Mello.
-*J----------------
Rendimenfo da mesa de rendas interna* provin-
ciacs no mez de setembro proiimo p. 8:333,228
Decimal dos predio* urbano*
Sello de berancas e legado*
Meia siza doa escrito* ladino*
K-cravos eipoitadoi para fra da provincia
Pastaportei de policia
Novos e velbo* direitos dot empregidoi
provinciaei
Imposto sobre fabricas de chapeos
do tabaco
lerrarias
Matricula do grammatica latina di espi-
til
Ditas do seminario
Juros da divida activa provincial
Multa de 3 pot cuito
4*86.662
1:887,833
1:390.R0O
90.000
3,000
UZ
23,600
12,800
90.000
10.000
46.305
15,026
8:333,226
Mesa de rendas interna* nrovinciies, 1.de outubro
de 1846.
L. F. dt Helio Cavalcanli,
Eicrivio e administrador.


K
DI'.RIO DE I'EIIWIIIUCO.
Prla galera Columbui liveui..* jurniet nglczcs, que
nlcancio n 29 ile .ijjimiii ultimo. As notinM lo Parit, ro
rebinas *m Lnndrea, elii'glu a (J, de Madrid a'21, de
Lil>*n a 20, du Nevv-1 o k n 15 daqtiolle mes.
Na piutio do 3 du julh liara .....ule de Aberdeeu
oprrenl.i.'n, t leve .i jiiiiniiirn leitiii, ,.t casa dos lord,
uai bil sobre n oommorr-iu da rturav.itur.i no Brasil.
caj 6ni i'in fivzor revivar o artigo 1. du tratado de
1S26. pelo quid, paitado* 3 mino depon dj ma ratifica*
cAo.grria u mrinu -.ooimercin o.uiih leradn oomu pirata-
ra. Aquello artigo, diz n /Vaaaa, linha-aetrnadi> illu-
urio pela uoiiieucan decoinniimic mixta* para prorea-
aar o delnqueme*; u que ludia piiatn o negocio fura da
alfada du almirantaJn. Do facto, deade a onncluaSo 1 .
tratado havia elle sido violado aystemntic.-imeiito pelo
frovrrno braeileiro, que, einlioi i reconhcccaie *ua vali-
dado, irupedin n ana exemicao por indu* o* meio .10 eu
alcance. O bil teve a torunda leitnra 110 da 7deju-
llio; e a 31 propus Sir R. Peel na oaaa dni continuo, que
ae recchce n relalorio do mc*inn bil.
Mr. M Gibaon repeli ai mas tarjare* nlijooc"*
cato lili, e un decoran da ma argmaenlaclO perguntou
a Sir. R. I'cel, ie o ministro braaileirn tinlia frit ilgum
proteato contra ello'' Se o havia feito. ronvinlia que
foaac imioMintaiHeiite posto lobro a mesa para informa-
nSu do parlamemo.
Sir H. Peel explioou a Mr. M Gibton a oitipuIncVa
dos differcntei tratados Ooro 11 B'aail, e refntou do ih.vii
a* nhjcrcoe, que Mr M. Giblon havia fondado sobre
unta falsa interpretaban dcllaa. Elle r.niiHriuou, que 11
ministro brasilriro tulla protestado contra o bil, liavia
poiicoa da; e informou a casa de que os miiuslroa di
S. M nao podan couaeiilir na apreaenlncio dease pro-
tcalo, scni que apreaentaasem ao mesmo lempo a uu
reapoata.
Fui, pos. admittidn o relalorio; e feilai .ligninas e-
iiiciidas verbaea na elauaulaa do bil, accrearentadaa al-
gumaa notas, e depois de urna breve dcur.fo, em qw
lomarlo parle alguna mitro* membro*. m.indou-te leun
jiriinir o bil, para ser lido trrecira vez na iuanli3a e-
ginte.
Na easa dos lord, em estilo de 7 de agosto, fez lord
Campbell urna iiitcrpellaca ao lord chaneeller, relativa
a nina visila de S. M. K. Allemanlia; porque elle drar-
, java saber, como liavia de ser exereid a amurillado re-
al, durante a ausencia da rainha ? lN'niitrus era* liavia
ooatunii) de oomeor-so nina regencia, un lord* magistra-
do*,- nein elle julgava, que na circuiii*taocias eativcanoin
to mudadas que auioriaasscm urna pratioa diiferen-
ttf daquella : por couseguiule pedia, que o iufnrni:i*cin,
ae o guvemo linda iulcnoiu de noiuca tac magiatra-
do.
O lord clianaeller dase, que daria unta respnaln non-
risa e dislifteta, O governo uSo tinha armrihante leu
fo; baria cuullado as oais eniineute* autoridaclca Ic-
gaea. e esta* eran de parecer, que nao ora inister esta no-
nieaco.
A 8 voltario a rainha o o principe Alberto, acoiupn-
nliailo da comitiva real, da residencia de Osborne na
ilha de Wight para o palacio do lim kinghain
No 111m.no dia cubare,,11 el-roi dos Paiiea-fiaixoa em
Wonlwich, de volia ao elimnenle
No da 9 rnrerroo a miuliD em peoa o parlamento,
qnc fui adiado para 2 de oiitobru. eom toda* as formali-
ilade* do i-itylo, depois de ler lido a falla, coja traduc-
es n daremos iionlro numero.
No egiiiole dia (1(1) eiuharcou a rainha de Inglaterra
com 11 principe Alberto para Antuerpia, onde chrgOu
no nirmoo dia a iinute; e na umiihaii de 11 part para
Liege. D'aqui egiiio a 12 para C'dugne. teudii rreilnila
nesln diTrta em pnlsi10 ile Rrulil, perieuceute ao re
da Proaaia, punca milhaa distante daqnclla eidade
Por deapm.lio du cunde da A bordeen, dirigido a Sir
Jamca Gruhum, e datado do Roienau, pertu de Cnburgn
a 20 de agosto, cunatava que,tendo-*e a rainha despedi-
do, em Siulzculel*. do rei da Pruasin, por qnem fina re-
1 cbulj, em A i\ la-CbapcIlo. aubira o Rbeim na manilla
do dia 10 al Mayrnee. onde dcar.anccn ; ,1 18 durmi
em'VVortcburgo, emcuju palacio fui recebida pelo prin-
cipe de Batiera, na ausencia do rei, que ae achava em
Munich, d'.illi ehegoii a Rosenau a 19. leudo depui*
eln-gado ao ducado de Cnburgn. onde fui recebida pelo
duque reinantej c ah permaneca aten dia 24.
O rei, a rainha, e familia real de Frene* liahio che-
gado ao castillo d'Eu a 4 de agesto 10 horas da
noute.
O Moniteur de 11 dina, que a prinreza deSaxc Cnhur-
H aoth* (Clemrntinn do Orlcansj dera luz a salvamen-
' to nm prlunipc nn camello d'Eu, no sabbado anterior pe-
ta inniih'i.i. La Franca aiiiiuiicinu me 11 embaixailur
1 franecz resllenle em Londrr linha apreaenladu au re
da llnllanda tima carta antugrapha. na qual el-rei I,
' Philippe rnnvidata S. M a vir a Pariz tratar k bre di-
versas iiuesiocs impnrtantes. O rmbaixador de Frailen
rerlelio pe*nalniente o convite, que lodavia u re da
' llnllanda nao acceiton.
O Journal des liabais publicou utna caria de Zurleh,
de 7 do agosto, a qual pareca indicar, que a Suiaaa e-
. tava em vesperal Turna nuva guerra civil. O me
jornal musir>a depois, que un decreto da dtela contra
oajeiuila* produiiria falae* conSHqueucias para a paz du
repblica.
Aa fulhas de Pars, de 13, cnnlinho tudas boatos i
cerca da prujeclada rolla Un marechal Bogeaud a Fran-
ca; na* anda era duviduao, ae para aubniluir o mari'-'
chsl Snult nu minialcrio da guerra, 011 e para receher
cxplicares da censura que elle liavia feilo do eu yle-
ma de guerra em Algcria.
O rei receben a 11, no caalcllo d'Eu, urna carta de S.
M. Siciliana partiripandu-lhe o nascimenlu do prin-
cipe Luis Mara Fernando Pedro d'Alcantara, 6II10 do
_ conde d'Aquila.
O tribunal de caitalion annullou a 14 a decisao da
, cour royatt de Parii, a qual declarou que, nao ba-
vendo lei contra o duello, no havia fundamento para
proceder-se contra M. Beauvallon, por baver morto a
M. Dujatrier, grente da Pertia, n'um duello.
O Momltur de 17 dizia que o re recebera a 15. em
Eu, una caita do general Pierrol, inlormando-o da
*ua elevacio presidencia da Repblica do liaytj. 0
duque o a duquna de Nemour* proseguieo no eu gy-
ro pelo Sul d Franca. Depois de te demoraren, .lous
jtfias em Monl-de-Mar*an. puitiraoa 20 para Uayonna.
Onde ehegaro no mesmo da. O principe e a prince-
10 de Joioville, teodo chegado a Pnz igualoiento a -0
eguirio para Ku a 22. Mr. Ihiera tinba voltado'
do Vicby a Pariz, e tencionava sabir para a Heipanht
O maire de Ruam, n'uma proclamaco dirigida nos
habitantes d'aquella eidade, solicitando a la caridsde
em favor da* victimat^o tulo de 19 de agosto, irfe-
ria que o numero dortiurtoa,tirados debeixo das'ruinas
das tres fabricas arrazadas por elle, passava de 60, e 0
dos feridos de 100.
As noli. .1- o Argel.de t .arnuuciavio que se falla-
va outra vez na elevaco do pa... catbegorfa de vice-
reioado para o duque de Aumale ; oque 1 cria qun
eslava projecladb para baver lugar logo depois da volt*
do marrcbal Bugeaud a Franca.
O ptinu-ipe de Silomo, com a sua comitiva, chegoo a
fiuam s -i horas da tarda do dia 21, e foi recebido
pelo prefeito, pelo general commandante dadivi-iio, e
pelo maire. S. A. R ncainpanbado por estes funecio-
n rin.t,visilou depois a catbedral, e outros monumen-
tos principaes d'aquella antiga eidade, e subsequente-
01,'o!f j inii i;i com o principe quo sabio do Ruam pa-
ra Eu na manhia seguinte s 8 horas, conduzdo pelo
correio confidencial do rei.
O Monieur publicou varias ordenancas reaes, data-
das de Eu a 14, olcvmdi a dignidade de pares de
Fienga ao generaes visconde B.innemain bar5es
Durrieu e Deguereau, conde de Montoznn, bario Tu-
pinier, e Messrs, Fulchiron, Girol de l'Anglado,
II trt.-n iiiii, e Raguet Lpine. Todot estes novos pares
cao Miembros da cmara d >s doputados.
O Journal des Debis annunciou que o marechal
Rugeaud devia embarcar em Argel para Franca a 5
de sntembro, em virtuite de una licenca, que havia re-
cebido do ministro da guerra.
0 general Larue, enviado francez a Marrocoi, tinba
voltado a Paria.
La Presse havia annunciado que M. Guizot voltaria
lambem a Pariz no dia 50 do agosto, e quo a sua esta-
da em Val-de-lcliur lliu tinba rcstabclccido comple-
tamente a sado.
Communicado.
Estamos aqui bem tocegados : dizio os Srs. Nune*
.Machado 1 Urbano em uin aparte, quando o digno de-
putado Ferraz em un de seu. brilhanles discursos tocou
no lastimoso estado em que, ba |uasi um anno, se acha
esta nossa provincia de l'eriiambuco Sun, e mats
socegadoscsturiao ainda esses Srs., se livessem ja en-
vergado as suspiradas becas, quo os po/efsein de una
vez por IA a Salvo dos peii^os do incendio, que atero
em sua patria >itn, hem socegailos estatao, mas es-
se socego e'a semelhante aquello, de que gozava e-
ro, repastando se de ) r.i'i-r ao contemplar do alto do
monte a coufl socegados; poroto esse socego era como o da cascavel,
que, certa da actividade do veneno por ella inoculado na
sua preza, detia-a ii desesperada ludan.lo com es vas-
cas da muite. em quanto ella,sem 11101 tilicar-se, vi, se-
guindo socegada e vagarosa, cevar-se em sua victima
ini, nada de moilifieacoes, a senlelha produ/.ira o in-
cendio detejado. Elle tinha de appnrecer no dia 2o de
soiemlirii, iiiez para sempro funestamente memoravel
nos annaes da no sa provincia, e do fado appareceo.
A nao seren os ceiios de m l, os intoressadamen-
te cegos, ninguoni bouve, que nao visse, quanto esse
ger.il dcsin.iiitel.iinei.l 1, pralte.o'o em Ptrnatlibuco pelo
seu ingrato lilho .Manoel de Souza Teiseira, era calcu-
lado para sobre as ruinas do pailido da ordem erguer a
fluencia e podero dos clubs d s invisveis.dosltoinons
do punbal, dos bomens das \eaperassciltanas e das san -
gtiai copiosas. Todos os interessei legitimo* ettreme-
ceiio na provincia ; tudas as loitunas se terrorisaro;
todas as almas hem loimadns senlirao a dor pungente,
e as gonial, que sempre traz comtigo a previso o pro-
senlTiienin de um -iniie prximo desasir. Este es-
tado 111 ei vn tubto de ponto, quando se vio entregar o
cninmarido do crpo nico, que na deficiencia de tropa
de linha etteiava a confianca publica, o crpo de poli-
ca, com o mior cynismo, as maos de um homem, cu
jo nomo anda i.ssoitado 6 enibranca.de todas as desor-
dens havidas nesta eidade, ou nunp, itilb, da> por elle,
ou por elle piomotidas e ennm andadas ; quando se
vio o hatalh.1 dos Alogados entregue a outro bomeni,
que, 1 rn o do primetro. requinta ainda no espirito de
tangue, e de leroctdade. Desdo logo ctpeirao todot
um arronco dos cinco mil a cada instante; desde logo
un crecido numero de cidados [restan les mais salien-
tes em sua pronunciada reprovscao da cunducta atroz
do ministerio de 2 de fevereiro, o de seus escravos en-
carregados nss provincias da niissn horrivel de punir e
anniquilar a virlude, o mrito e a lealdade, virio-se vo-
tados ao punhal e ao trabuco dos sicarios. No era, pois,
possivol liiarem calados,e morrerem comocordeiros sem
darem um gemido, sem exhalarem um suspiro. Nao, a
responsabiltdade era grande para os amigos da onleni.
cu|o dever era suslentar as leis, a liherdade. a conttttui-
v'ioei montrehia constitucional e quando osdepu-
dosda provincia na assembla geral, no t ettavo so
cegados no meio de todo este geral dc?mantelamento da
soctedade nesla provincia, porm, pcdiSo mais, o de-
ver etigia, que se hradaste.
Bradou se com emito, hradou-semuilo alto, panqu
a voz robusta do velho Pernami uro rebombaste em roda
mesmo do tbiono do 'r. I>. Pedro II desse tbrono a
tanto custo, e com tantos, porm agiadsvei*. sacrifi-
cio sustentado contra os choques impetuosos dettes Srs.
Carneiros. e seut comparsas. Dco-so o alarma, e bra
dou-se aot Ceot, e ao mundo todo. Eu mesmo, vete
rano e Iraquejado na instabilidad disto, que sr chama
poltica e opimao, conhecedor dos notaos boment, r
das nostas loutas, nao pude-ficar indiflerenle ans ma-
les, que cu previa certos, equis unir minba dbil voz
ao nobre e generoso clangor do tlarim patritico, que
einhocvao os amigos da ordem. Ahi esto, enlr'outroi,
os coinmunicados dos uumeos 20 e '29 do Lidador.
Leiio os Pernajnbucanos, lea o Sr. Antonio Pinto Cbi-
1 burro di Gama, leiao os Biasileiros todos, e vejo se
ha ahi urna asse cao, que nSo seja urna veidado de Tac-
to, quo nao seja urna prophecia, ja em parle verificada.
Eu havia dito em o numero 29, que dava desde ja por
perdido o crpo de polica, e como incapaz de merecer
a confianca, qur das autoridades legitimas, qur des-
te manso, pacifico e imlustiioo povo, que dorma ou-
Ir'ura a somm sollo, tob a vigilam ta e disciplina deste
crpo, que tanta* vezes ba poeira a turbulencia d. qurll, s, a quem pelo mais desa-
forado acinte agora se eotrrgou o seu commando: pro-
phetisei irrecusavel dentro em pouco a sua dissoluQao.
Mas, do que valia tudo contra a emperrada connivencia
deste atroz ministerio, e contra a servil complicidade de
seus delegados em Pernambuco! Etlou. pon-m, conven-
cido, que nosso* justos clamores, e sobre tud 1 a elo-
quencii dos factos inconteslaveis temechoado enrgica -
mente e com vantagem nolcoracSes de nossos compro
vinciannos.
Tardou, porm alfim appareceo a segunda setembri-
sada,sanio tiuefTectivi e dolorosa, ao menos igualmente
ajustadora. Um de nossos amigos leve as 0 horas da
manhia aviso do que ia acontecer, (porque nem lodos
sio igualmente inos, e a gratidao tem ainda, gracas a
Deos.alguma influenoia), mas por umadaquellas inqua-
Itficeveis duhiedaJes mu i communs na gente de bom
coracau, nio t nio oominunicou a seus ano ;os; mas
elle sabio a seus alazores. O assassinato imaginario de
Francisco Carneiro foi adrede assoalbado na eidade, pe-
la volta das i horas da tarde. O irmao Antonio nio se
uiostrou tardo em apreseoafr-so no quarlel do crpo d
seu ominoso commando, immediatamente, ou porojur
effectivamente soasse a chamada de campo, ou porque
houvesse chamamento privado, o crpo esteve no seu
posto, que nio era o de bunra, e a chusma atterradora
dosinvisiveis apretentou-se ostentiva na bocea do quar-
lel, em furibunda orgia,vociferando vinganca e tangue.r
pedindo aunas 6 insligacoes de um relaxado, que, peta
vergonha e opprobrio da ordem serfica-, enverga em
sua mjtersvel carcassa o habito humilde e penitente do
seu S. Patriarca. as Cinco-Pon as, Alogados e pot
estas ras a mesma tumultuosa secna apparecia,suscita-
da por um t'gre pintado, que tinha dado bote sobre um
cavado alheio. pelo Ozali, que esta cumprindo senten
ra oa ilha deFernando, pelo Jacintbo dos oculos,nomes
todos famos s no registo dos crimes e attentadot, com
outras aves de sinislro agouro. Se o sangue no cor-
roo, se victimas por ento se nio fizerio, nio he isso
devido i falta de vontade das famintat barpyas do Si.
Galvio, nem desenvolvida actividade e zelo doSr.
presidente Cbicborro; mas dedicacio. zelo e promp-
tas medidas do Sr. commandante das armas Sira, que
em quanto dava suas ordens sos seut subordinados,
e expeda urna patrulba de cavsllaria a examinar o
fado do pretendido attatsinato, luctava em palacio con-
tra os preconceitos do presidente, e contra as aspi-
races de vinganca e de sangue, que empresenta do
Sr. Cbicborro apresentava Antonio Carneiro. Custava
a S. Esc o acreditar na pessibilidade de que fsse falto
o assassinato, e taet erioos preconceitos, com que veio
da corte, taes os que Ihe infltrou o altamente crimino-
so Manoel de Sou/a e tua pandilba, que te nio pode
prevenir contra a transudacio do veneno, que em seu
corceo nutria contra os amigos da ordem. S. Etc.
deisou entrever acrenca, em que eslava, de que a noti-
cia, de que tal aisastinato nio havia acontecido, era a-
drede etpalbada por nos para arrelecer o ardor patriti-
co dos cinco mil. Muilas obrigaedes estamos devendo
ao Sr. Antonio Pinto Chichorro da Gama E porque
no desejava S. Exc., que arrefeceste o ardor satnico
do uin fr. Capistrano e da sua diaholiacamente fanatita-
da grey ? Tema por ventura, que grandes males iosuI-
tas, m dote nao deixar correr desencabrettado o carro
da revolucio? Obi Qualquer presidente, mesmo o
conde do Rio Pardo, comprehenderia bem, que era
do interette da administraco Segundar os esforfos da-
(uelles. que mesmo contra as suat conucges, em quan-
to fsse isso potsivel, procurasteis negar o facto, para
evitar a anaicbia.
Felizmente.por esta vez mallogradas ficirio as espe-
rances dos clubs dos invisiveis, talvez porque no seu
afn nio haviio tomado as piecisat piecuuces para
evitar lio prompta apparicio de Francisco Carneiro,tio
vivo, e lio sadio como nunca etleve em sua vida; ou
porque pretendesseni smente dar ao Sr. Cbicborro
urna amostra do seu panno ; ou porque nelle enxergas-
tem demasiado orgulho pouco consistente com a submit-
tio, que te julgavio com diieilo a exigir delle ou
slguns vislumbres de vacilacio incomprebensivel. Em
lim, por esta vez dissipou-se a trovoada,porm a conti-
nuar/ande Antonio Carneiro no commando do crpo,
a conservafjio de oficiaet, que * dados recelos, nao he urna garanta contra futuras ten
tativet, porque as metmat causas produ/em sempre os
meimot efleitos, e isio produ'. um estado em extremo
violento, que nao s obriga os cidadios pacficos a
lanificios onerosos para acharem em si mesmoa a pro-
tercio, que nioencontrio na loica publica, e as au-
toridades legitimas poim urna situacao hostil na pro-
vincia, un pelo menos urna neulrolidado armada, que,
astustando as familias e as fortunas, faz parar, senio
rocuartoda a industria, e dcstecar todas as fontes da
riqueza publica.
Nossot antigoi reccios continuars sempre os mes-
mos, mesmissimiisos nossot prctent.montos, em quan-
to continuaren) os mesmos elementos de desordem :
qualquer que teja o tocego dos Srs. Nuncs e Urbano la
na corte, nos teremos de vflr segundo, lerceiro, e
quarto movimenlo gmeoio. Ha muito que os toldados
do crpo de polica toh o commando de Antonio Car-
neiro teem perdido a disciplina. Assentinellas da boc-
ea do quarlel, em presenca do (argento, diziio, quando
P'ssava slgui-m com a barba rapada de um certo modo,
rifa noue temos malrica de.... Do meio detsa com-
panhia, que acompanhava para a sepultura o corpo
deste oflicial, eujus detalinot em Iguarais haviio pro-,
vocado o bacainarte vingador da honra ultrajada, par-
11 a o. mesmo na forma, palabras intultuotai e ameacado-
rat contra qualquer, que Ihe nio dava ares de prai
eiro, e o soldado, que andava distribuindo cartas de
convite para esse acintoso oflicio de morto, que a
igreja e a religiio querem que s tenba por movel a
piedado ebristia, ia insultando e ameacando as pessoas,
que vis as varandas sem o ebeiro da praia. Conti-
nuando, pois, as coutis.cotno vio, outras desordens de
mais funestoi retultadot teremos de ver nesta eidade.
Dizem. que o Sr. Cbicborro etli um pouco abala-
do na tua fe praieiral : Dos o permita, que o caso
nio he para menos. E como seria potsivel que S. Exc.
nao cumprehendesse que alore, publica, estabelecida pa-
ra tegiiranca da sociedade, nio deve servir para satis-
lacio da odiot petsoaes, e particulares vinganca* ? A
vida do Sr. Francisco Carneiro nio be mais preciosa
do que at iie tanto* cidadio* piolante*, ebefet de nu-
merla familia, que teem sido sacrificadas ao desenfrea-
mento de paiides brutacs. Lastimoso he sem duvids
que a impunidade, que a relaxacio de tudo quanto en-
tra na organitacio do poder judiciario, tenba tio lar-
gamente semesdo a immoralidade, qoe parece que nio
vivemos em ama toeiedade organnada, mas no meio
de um povo selvagem, em que tudo be individual, e
cada um se faz justica por suaspropriat maos; mas cu-
tio recorra oSr. Antonio Carneiio a seos meio* inrii-
vtduaes, ti por sua propria coota vingar-te de seua pea-
sogas inimigos, setal he com efleito o nosso etta
venture-se aot riscos, em qoe ae poem aquella.' '"
pratieio eases crimes; se tem amigos, ou sicarios
oacompaobem, aventure-ie; mas nio queira {^
ngaoc,as com a forca publica, que nisto ha mujr"
xa cobarda. Mas ninguerh ae illude com essaico ""
>t ideias tio outras, e mui antigs, sio a mofm/a''
Srs. Carneiro*, tirar do meio,-seja como fr, i0li '
entidadas, que leem desde muito lempo atrapJbuj *
projeeW'deie* Sra. e da sua grey ha muito lempo" "
certos nomes sio em Poroambuco a eapinha da gtrj
ta dos invisiveit, e todot os pretextos ai* hons par
tos los. Sou tentado a diz-er mesmo, que. desde"
so pode verificar, que massss se podem por em c,^"'
por urna vinganca particular, reputo em muito u,,^
a vida do Sr. Francisco Carneiro; porque ia qu,
bem desempeuhou o popel de morto de tbealrn
ousa pode pegar para realisar urna tragedia ao ii.'
se tanto for preciso para realitar as vsperos iicji '
as : pode mesmo ser, que o zelo de um de seuicre/
tea julgae necessario esse saciificio, e sem ninguem "
saber Iba d o golpe. Na historia da revolucio frtnce,
ba um (acto mui sabido 'de dous ardenlet, que ((ir
poterio a fazer-se asstssinar em certo canto de nu
para fazor cahir a culpa sobre o partido contrario,* e!
citar de novo o grito a la lanternt! FaieuiiipJ
tanto votos ao Co para que sustente a conveniod0
Sr. Cbicborro. Sabemos que os praieiros o ttiodei-
xio respirar, que o teem em cerrado cerco; e taei coi.
sas Iba tornarn a melter na cabeca, que tudo venki
ficar perdido. Ocaso he serio, e os amigos di ordt
devem estar muito e muito prevenidos : em caso cmet-
gente procuremos vender caro nostas vidas; porque m
meio do conflicto a luda te prolongar e o toccoriu na
cbogsr ainda a lempo. Entio, praieires da pnii
votsa vida be um vento.
Correspondencia.
Sri. Rodadores.Um artigo, que vem na fnit
Universal Lisbonense de lude Janeiro deste anno.iobi
epigrapheUm Urpkeo, que attrahe ovos e babalst
transcripto que seja no seu oitimavel Diario, he 1 ras-
posta mais eabal a ioqualtficavel ousadia nunca vista do
>r Gamboa: elle bem sobe, que os vus nesle uii
sio caros, e as batatas raras, mormente no lempo em
que estamos.... por isso a despeito da sua larliuitni
attracio 'levose batatas os espectadores eouvicleido
seu dueto nio o poder satitfazer: paciencia latrai
do lempo, lempo vem. OuvioSr. Gamboa ? L ni 0
artigo.
Um orpkeo que altrahe batatas
1. Haviio annunciado os Cariases, que na noute de 9
do correte um Irlands chamado Dona Id son, em-
ria, no theatro da ra dos Condes, us cntra-.cioi,
varias cancdei popuarea de sua trra. Excitou eurio-
sidade tal annuncio, e nesie dia a nchente fui real.
Effrctivamente o Irlande; appareceo no fim do primei-
ro acto da peca, e cantou ; mas lio sem sabor, 1 dti-
eotoamento que a platea manifettou logo a tua desap-
prova(io. O homem, porm, julgando-se emtuicwi,
e nio no palco, levou aquillo muito a mal, e fez mu
arreme(os e vitagent para os espectadores, (unido
voltou para canlarolar segunda ves, nao 10 fot tsiron-
dosamente pateado, mas accommeltido de omadeicirg
cerrada de batatas, os, e cslalot de enliudo, invo-
ca (felizmente pan elle em pouco intellegivel injln)o
auxilio de teus patricios pira o desafirontaren Sett-
vetse maior voz, herrara, que Ibe niandissetn de Loa-
dles alguma esqusdra.
a O Sr. Simiih oflicial ettraogeiro a nosso tenico,
levanlou te sobie o banco em que estiva, o denliou
imprudentemente a platea ... nada 11 eooi! de reprnle
todos se ergurio. e poserio se em snovimento. O Si.
Macldo. joven oflicial do nosto ejercito, e lilho do hi-
ri de S. Coime, ariemecnu se ao Sr. Simiik, e lo
tamhem o Sr. coronel Barro, dizendo, que acceitm,
por aquella assembla de Fortuguezei, o desafio, leo
era
a O tumulto ia crescendo, e taris graves cooiequenci,
te nio inlervieste a auloiidida faiendp retirar o Sr.
Similh da platea, e restabeleceodo a ordem. 0 Sr.
Dona/dson, cantor du nenbum ment, julgan, tjm
nos bavia de escarnecer impunemente : enganou ir. 0
Sr. Simith dara melhor documento de ti, acontelbio-
do o Sr. Donaldion a ir cantar para ilguma Ubeai
de Londres, pura nio arriscar o espinhaco a pagarpela
garganta.
a Mas a quem a maior censura cabe, he s emprtu:
se nao conhecia o que apresentava ao publico, fez nial:
e o conhecia, fez ainda muito peior.
COM ME ilO
Alfandega.
Bendiiiehto 00 da 1."................2:S*9779
Desearregaii hoje 2.
BarcaHarisquenmercadoriat.
Galera Colutnbusdem.
Rngue Imporiadotalbos.
Bngue/eisamrreadorias.
BarcaFi mezacevada.
IMPORTACA.
, HARLEQUEN, baa ingina, vinda de Glasgow,
enlrada em 27 do mas pastado, a ronsignacio de Adiar
son Howie & Companhia, manifrslou oteguinte:
BU tonelada* de carvio do podra, 200 barrica cer-
veja. 85 fardos e 80 canil fazendas do algodo. 22 f*r-
dos dita* de linbo, 4 barricas er, 2 ditas eniofre, di-
tas pot***, 1 dita pedra borne, 2 barr oleo de linbac*.
27 barrieai tintas, 100 barril arenquet. 17 barrica"-
dros, 2 caixai queijos, 2,000 lijlo*. 1 barril loucink
1 dito carne. 6 di'os lingoas, 1 caia fazendas de i'J'i
5 gigo* garrafa*, 1 caixa rhapeos de sol, de seda. 1 *"
ca rolbas de corca, 1 barrica feragen, 1 fardo a"U-
deas, 20 ancora* e 7 crreme* de ferro, 1S gigosloo-
ca. 200 ditos bat.ta*. 100 barrw-polvora, 4 barr"
salitre ; aos consignatarios.
1 i caitas lazendas dealgodio; a Russell Mellors*
Coinpanhia. ,
6 barrias obras de (landres; a ordem.
1 caixa roupa ; a H. Jamerson & Companb's.l
6 fardte 8 caitas fa/couas de algodio; aJobot*
Ion Pster & Companbia.
ROZA, brigue portugus, vindo do Liiboa, toW-



MU
fc n0 corrents mei. a consignada de Francisco Seve-
"n0 Rabello & F.lho, manife^tou oeeguinte:
' aesaid>g.i; ajoao Moreira Marques.
]0 borricas larelo, 1 barril carne, 26gemeUssde
. a Jos Poreira da Cunha.
2i harria peiie, 1.000 molhos de cebollas; a Fir-
,o Jos Flix 'U Roza.
20 barra el virgen; a Jlo Pinto de Lemos.
18 barricas cevada ; a Joe SaporiL ,4.
20dit.su.ta; a Manoel da Cunha GuiroarSe rcr-
'Tc'aixe fazendas de la ; a Manoel Antonio da S'lva.
^ barricas* 2 caixas drogas, l dita pinceii ; a Do
Bingp. da Sil. Teueirr
, pipa viotao ; a Jos Pereira.
8 barricas cavada, 1 caixa livros impressos ; atran-
fiito Lucio Coelbo.
1 cia inania de tidro 1 ao bario de Itamerac
6 pipas magro, 4 (lilas vinbo ; a Maooel Jus Ma-
,ito vlalbiiroi. .
G5 padres decantara ; a Jos Ramos de Oliveira.
1 cana chapeos; a Jos Teixe.ra Bastos.
I eajsa livrus impressos; a Nascimento Scbaeller &
CTacca'alfazema, 1 dita hundas de algodio; a An-
tonio Vlonteiro Corris de Oliveira.
2caixa. chapeos ; a Policarpo Jos Lajn.
AuuartoUvinbo ; a Francisco JoSo de Barros.
luisa chapeos eternizados; a Iboiuaz de Aquino
F .rr 39 ditas e 72 barris vinho. 1 caixa pinceis. J
d.ia ea.sinba vasia. ; a Francisco Sever.aooo Rabello
* Isaia obras de lati. 1 dita bracos para balangas,
3 barns carnes. 1 canute livros. 15 canas chapeos pa-
psenhore, 1 dita ditos para homem, 1 dita drogas,
1 000 molhos cebollas. 1 condeca miudezas, 1 caixole
fljres, lcaiiae2embrulhos. ignora-se ; aordem.
Consulado.
RENDIMEHTO UO DI* 30 DO P.P.
frrll1:97 Ia912 Provincial--lj03jBo
iloiiiuenu do Porto.
A'afo entrado no dia 1.*
iMa'heus; lidias, patacho brasileiro Amizade-
lonstante, de 100 toneladas, capitao Antonio Joa-
quimdeSoiua, equipagem 9. carga larinha; a Oau-
dmo Agoslinho de Barros.
A'afo tahido no meimo dia.
Bihia; sumaca brasilera ?oa-i/>erunca, capitao Joa-
quim Antonio da Gratai en lastro: passageiro, Ma-
no. I dos Santos Braga, Brasileiro.
Editaes.
Olllm. Sr. inspector da Ihesouraria da laisnd a
desta privincia, oni cumpritnento da orden do tribunal
do Ibesouro publico nacional n. 107, de 23 de Bgosto
ultimo, abano transcripta, manda lazer publico, que,
dopnmeiro desetemhro de 1846 em dianle, se prio
cipisra a lazer, nesta provincia, o descont de que trata
o artigo 5 da lei de 6 de outubro da 1835, as notas
de 2.000 rs da I. estampa. Secretaria da tbesourana
de Pernambuco, 13 de de setembro de 184-5.
O olUcial-maior,
Ignacio dn Santos da Fonteca.
Ordtm a que se refere o eaitat supra.
N. 107.Manoel A Ivs llranco, presidente do tri-
bunal do thesouro publico nacional, conformando-se
como parecrdo coneelheiro de estado, inspector geral
da caixa da amortisacfto, ordena que o Sr. inspector da
Ihesouraria da piovincia de Pernambuco mande n-
nuncur pelos periodic "S, e por editaes, que, do 1 de
Miembro de 1816em diante.se principiar a faier nea-
li provincia o descont de que trata o artigo 5 da le
de 6 de outubro de 1835. rus notas de 2,000 da 1.'
estampa, mandadas substituir pela ordeni de 27 di jo-
Ihodoanno passado; devendo o mesmo Sr. inspector,
logo que receher esta ordem, transniilti-la a todas as
esiaresde lezenda da provincia, para lazerem os com-
pelentesannuncios pelas folhas onde as bouver, ou por
dilles, a lini de que se lenba disso conhecimenlo eBl
todos os lugarrs'da provincia, e tenbo os seus habitan-
tes o lempo necessario para as apiesenlar na ihesoura-
ria O que o Sr. inspector cumplir. Tbesouro pu-
blico nacional, em 23 de agosto de 1845.Manoel
.{lili franco.Cumpra-se.Thesourana de f/en-
i* de Pernambuco, 12 de setembro de 1845 Silva
camwa municipal da cidade dt Ulmda e seu termo,
un va lude da le &c.
fu saber, que, nSot-ndo apparecido licitantes para
lancarem nos contratos desta caniara de novo se faz
publico que lera lugar, no dia 3 de outubro prximo.
' uliima praga dos contratos seguinles: o imposto
das ranMR d'agoa do Varedouro as casinbas da ribei-
" slencio e revisti di>s pesos e medidas, o arma-
'"> grande e pequeo ambos no lugar do Varadouro.
E para que rhegue ao conbecimenU. de lodos manda
mo* publicar o prsenle pela imprensa Cidade d-
Olimla. 27 de Setembro de 1845. fihpp* Man. el
V Ck'te Leal, pro-presidento Joo Paulo Fer
st-rretnrin _______
ELIXIR DE AMOR em beneficio do di-
rector da companhia Jos Marinangcli ;
rile ludo espera da inteligencia dste res-
peitavel publico. Os follictos (em versos
portiignezes ) da peca vendem-se por
32o res, na'casa do director, ra Nova
n. n, segundo andar como tambeai os
bilhetes de camarotes e platea. !No dia
da representacao acbao-se no botiquim
do Tbealro.
Avisos martimos.
= O hiate Novo-Olinda seguir para o Aracaty no
dia 16 de outubro, tendo parte do seu carregamehlo
tratada : quum nelle pretender carregar, se poder en-
tender con Antonio Rodrigues Lima,na praca doCom-
mesco, ou na ra da Cadeia do Kecife n. 1, primeiro
andar.
O brigue-escuna/xao/ seguir breve para o Rio-
Grande ; ainda pule receber alguma carga : quem no
mesmo qui.-er carregar, embarcar escravos, ou ir de
passagem, pode entender-se na praca rom o capitao Joa-
qun Antonio Gadre, ou con A iiorim rmeos, na ra
da Cadeia n. 45.
Obrigue nacional Kovo-Bom-Fim segu para o
Rio-de-Janeiro, imprelerivelmento no dia 4 do corren-
te; ainda receba olguma carga miuda.passageiros, ou es-
cravos a (rete: trata-secom ocapitaoe dono Joaquim Fer-
nandes Coelbo, ou con Manoel Jo< Machado Malhei-
ros, na ra da Madre-de Dos, n. 5, primeiro andar.
= Para a Babia sai, nestes A das, a sumaca S. /1n
ni: para car^a e passageiros, trata-se coin Novaes&
Companhia, na ra do Trapiche n 34.
Para Liverpool sabira con toda a brevidade, por
ja ter a maior pirte da carga prompta.a bem conhecida
e veleira galera ingleza Columbas capitio Daniel
Creen: quem na mesma quizer earr^gar ou irdepas-
sagem, dirija-se aos consignatarios M.' Calmont &
C., praca do Commer.io n. ti.
rra e tambem de outro
ensina cm tanto que
Le.ln.
Jones Patn & Companhia laraoleilo por in-
terveneo do corretor Oliveira, de muitas lazendas io-
glezas de varias qualidades para ultimaco de factu-
ras c proprias do mercado : boje, 2 do correte, as
10 boras da manha om ponto, no seu armazcm, ra
do Trapicbe-Novo.
Avisos diversos.
fl'O
De^ Iaiacuc;s.
_ = A sumaca S. f*/.*dtcto recebo a mala para o
1 p-r.i, ln,|,t as 11 boras do dia.
= O biate mozonas werbe a mala para o Par,
"odia 3 do correte, as 11 horas do dia.
A sumaca Ptiola reoabe amala paraoBio-de-
Janeiro, no dia 4 do crrante, as 10 boras da manbia.
, O arsenal de guerra compra azeito decarrapato,
dito de coi o o fio de algodio: quem estes gneros lijar,
"lU'zei lornre r, mandar suas propostas rom seus ul-
Iiimu precos.em caita ficbada.a directora do mesmo ar
Mnal, al o da 4 do corrente mas. Directora do arse-
"'le guerra, 1. de outubro de 1845. No imped-
anlo oo escripturario, o amanuense, yodo Ricardo da
Sxlta.
Coiupanhia Italiana.
Sabbdo 4 de outubro ser represen-
tada pela primeira vez opera lindissima
que nada entenda ; pois se
. seja robusto; prefere-se dos
chegados ltimamente de Portugal: no boceo do Pei-
xe-Frito n. 3.
=*: Precisa-sede um hornero que entenda de mos-
tr e casa de caldeira para ir pura A Inca ou Mara-
nho ; no principio do Alterro dos-Mogados. n 31.
= Alugao-se os primeiro segundo e terceiro an-
dares do sobrado da ra do (^ueimado, n. 14, con bas-
tantes comrnodns e pintados de ponco lempo ; o ter
ceiro tem um solio com bastantes comrnodns : a tra-
tar no segundo andar do mesmo sobrado.
jr" Desappareceo da Magdalena um catsvallo
castsnho, grande, comosquetro ps calcados estrella
oa testa, e com os joelhos relados de urna queda :
quem o achou diri|a-sea ra de Agoas-Verdes n.
66 que ser generosamente recompensado, ou na ra
Nova, luja n. 52 .sedira quem pertence.
A pessoa.que annunciou precisar de 400j rs. ,
enm hypotbeca em urna oasa dirija sea ra do Ran-
gel, II; tambem se d a mesma qusntia em peque-
as porres, com penhores de ouro.
= Alupa-se o primeiro andar do sobrado n. 1 do
Alterro da Boa-Vista ao p? da ponte: a tntar com
o seu proprietario, Joaquim de Oliveira e Souza ou
na luja de I utico.
= Precisa-se de um rozinheiro, ou cozinbeira ,
lorro ou captivo; elambemdeuma ama, ou mu-
!ber captiva que saiba coser, lavar engommar e
queire later o servico de urna casa de puuca familia na
ra da Cruz, no Kecife n. 40.
Retratos daauerreotijpo.
= Mr. Roberto participa ao respeitBvel publico ,
que se acba morando no Atterro-da-Boa-Vista, n 5'2.
aonde o adiar; o prompto a toda hora do dia para ti
rar retratos por rneio do apparelho daguerrenlypo : em
um quarto de hora se acha o retrato prompto e se ga-
rante sahir com toda a perleicio e igualdade, pelo m-
dico preco de 6c rs. cada um.
Aluga-se, em urna das principaes ras desta ci-
dado una loja vasia com armario envidracada e
irompta om doua grandes quartos interiores urna
gr-ndosala ludo ni fundo da loja co/inha fra com
ogo de ferro quintal independenle e cacimba por
prejo muito commodo : quem a pretender, dirija se
a la Nova n. 8.
= Aluga-se a casa terrea da ra do Padre Florian-
no, n. 18, com bonscommodos, e agoa de cacimba
meieira : a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 25.
Aluga- se a casa terrea junto a ponte da Magda-
lena : a tratar na ra du Cadeia-V elba n. 26.
O abaixo assignado fai bublico que vende a
paite, que tem no engenbo Burarema. em Serinhaem,
4 leguas distante do perto do Hio-Formoso, com urna
muito boa estilacao a qual vende para o Serlo an-
nualrnente 4 contos de ris de ago'ardenle vendida na
porta ; ten muito boas Ierras de canna lavradias e re-
gadas pelo rio de Serinhem, excellente sobrado dos
melbores em lodo o Serinbem e Una e sobre to-
das as bondades quo tem este engenbo. tem mais a
seu lavor ter muito bonsSrs. visinhos : quem disto so
quizer inlormar o sahera do Sr. Manoel Concalves da
Silva. Burarema, 20 de agosto de 1815. Cor/o
Frederico da Silva Pinto.
Agencia tic pasmportet
Na ra do Raogel, sobredo n ), tirao-se paatapor-
tes para dentro e fra do imperio, e despacho-se escra-
vos ; ludo com muila brevidado e por prero na"
commodo do que em oulra qualquer parlo.
Sexta-feira, 3 do corrente as 4 horas da tarde
na praca o doutor juiz do civel da primeira vara na
ra Nova, so bao de arrematar por ser a ultima pra-
c,a uns movis pinlioradosa Antonio Klein.
Acaba de ebegar do lio de Janeiro
na barca Firmeza o muilo superior rap
denominado Ji inceza novo Lisboa sendo
este o muco rap que se pilc pdr a par
ilo verdadeiro Lisboa : as pessoas que qui-
ceretn comprar diiijuo-se s b'jas dos
Sis. Guimaiaes& Stte, ra doQneimaUo;
Victorino & Giiimariies, ra dos Quai teis;
sntuiiio Domingues Ferreia na do
Crespo, ou no deposito, na ma d'Ap'dlo
n. 18.
a* B. J. Fernandes Barros gratificar generosemen-
le quem Ihe fizer entrega, em sua casa delronte da
igreja de S. Francisco, de um mulatinho, eujos sig-
noes sao os seguinles : chama se Jo. he lilho do
setlSo do Cear, representa ler de idnde ll a 12 anuos,
de cAr entre lusca eamarellaca, cabrllos oirosrados e
bem prelos, olhos grundes, vivos e na flor do rosto, na-
riz apapagaiadn, bocea grande e labios linos, denles al-
vos, largos e separados, pescoco curto e grosso, pello
largos, ventre saliente e opillado, pernas grossas, pes
apalhetadose dedos cambados, falla exfressiva, regris-
ta e cantaroleiro de toadilhas do serlo; rostuma inti-
tular se forro eorpho: fugio no da 23 de agosto pr-
ximo passado, levando camisa comprida dealgodo da
Ierra.
Pede-se a nvssua a quem se empenhou ou deo um
annelao de ouro foniirdo da tranca, ou encade amento
de dues cobras, tendo estas dous mui pequeos ru-
bins, que fing m os olhos, e o annel um brilbante no
centro, que queira manda-lo enlregar na casa n. 15,
"primeiro andar, na ra da Cadeia deibr bairro de San-
io Antonio, e se satisfar a quantia, que se tenba dado,
e promete-se guardar segredo; mas, quando neo entre-
gue, se publicar seu nome, o rneio por que bouve o
dito annel, e se usar de accio legal, e competente pa-
ra o baver. Semejantemente se pedo o mesn o a res-
peito de urna colherde prata de comer soups, cuja co-
Iher he lisa, e tambem se satisfar a quantia, que se
tenha dado.
Prrcisa-se de um criado, que saiba bolear, tra-
tar e curar cavados, que tenba boa c n.lucta, sem vi-
cios, e nao seja moco : annuncie, ou procuie na cssa
da ra da Cadeia deste bairion. 15, primeiro andar.
=Aluga-se, no rio Capibaribe. pelo lempo da lesta
tar a pral, que lem emponhada o na falta sera ven-
dida para pagar o importo de s.ua letlra, e juros que
teem decorrido desde dous do levereiro do correle
anno ; na ra da Cadeia do Recife, n. "7.
Aluga-se urna casa terrea na ra da Gloria da
Boa-Vista n, 37 : a tratar no pateo da S. Cruz pa-
dana n. 6.
ss Aluga-se o segundo an lar da casa nova na ra
do Dique : a tratar com Antonio Joaquim de Souza
Ribeiro.
= Precisa-se de um preto de meia idade ou de
um moleque ; na Soledade. padaria do sobrado n. 22.
= Roga-se ao Sr. Joio Lopes dos Santos Macedo,
baja de vir tirar um babu que existe na mo de Anto-
nio da ilva Angelo, no prazo de 8 das ; do contra-
rio ser vendido para pagamento do dito Sr.
= D-se dinheiro a juros com penhores de ouro e
prata, mesmo cm pequeas quanlias: na ra da Prai,
n. 22.
= Aluga-sa urna casa terrea na ra Bella com
duassalas, duas alcovas, um quarto no interior da
casa ro/inha fra. quintal e cacimba : a tratar oa ra
do Collegio n. 15, segundo andar.
.= Na madrugada do dia 30 do passado lugiro do
porto da tila Nova, 5 prancbocs de louro ordinarios;
quem delles der nolicia ser generosamente gratifi-
cado na ra do Sol, n. 19.
\luga-se.o segundo andar do so-
brado silo na ra Direita, com bons com-
modos : o tratar na ra do Collegio, se-
cundo andar n.
14.
O CLAMOR PUBLICO.
Sabio boje o o.'49, e acha se venda na praca da
Independencia livraria ns. 6 e 8.
=Francisco Jos6 Pavao laz publico que tem, pelo
juiro da 2.' vara do civel, escrivSo Santos; feito em-
bargo em bens de Jos Mana da Silva: pelo que avisa a
toda e qualquer pessoa quo tenha do contratar com o
mesmo Jos Mara da Silva, tobre a compra de urna di-
vida que por parte de sua mulber tem de baver do ca-
sal do finado Manoel da Cunha Miranda, cuja divida
pende.por lide judicial.no carlorio doescrivo Molla: o
para que ninguem se chame a ignorancia, se laz o pre
sent annuncio.
Nosabaixo assignados declaramos ao repeitavel
publico, quo de boje em diante est dissolvida asocie-
dade,que linhamos debaixoda firma Bessone & Castro;
c.ntnuando o socio Manoel Alexandrino de Castro
com o gyro do mesmo negocio, o Picando o dito Castro
responsavel por todas as transacies feilas al esta
ata. Pernunibuco, 26 de setembro de 1845.
Antonio Alaria lesione. Manoel Alexandrino de
Castro.
O abaixo sssignado avisa ao respeitavel publico,
que julga nada dever nesta praca; mas, se olguma pes-
soa se julgar sua credora, haja de apresentar suas con-
Us nd prazo de3di8s, depois que esle veja, para seren
pagas, em Fra-de-Portas, n. \M.liernardmo de
Azevedo Ramos.
Hoje, 2 do oulubro, na porta do Sr. doutor juiz
de o pbaos, se hn de arreinalur os ilugucisda tasa n.
127, avahados cm 20' rs. mensaes, e pelo lempo de tres
unos: be a ultima prafa.
Quem precisar de urna ama doleite, subjeita,
que lem muito bom Icile, dirija-se a ruada Guia,
n. 58.
Precisa-so alugar pretas para venderem szeilo de
carrapato : na ra do Aiterro-ilos Alegados, n. 7.
Aluga-se urna boa casa para so passar a lesla,
caiada, pintada de novo, com commodes para grande
familia, com grande quintal todo murado, com porteo
de ferro, na ra da Capunga, quem vai para o rio ae
Capibaribe, no terceiro por'.ao de ferro ; tambem tem
boa agoa de beber, estribarla para dous cavallos: quem
pretender, dirija-se ao becco da l.ingoeta, sobrado
por cima da venda do Sr. Ayres.
=Avisa se ao publico, e em particular aos fregue-
tes.que a nova fabrica e loja de chapeos que exislia na
ra do Pdsseio-Publico, translerio-se para o largo do
Collegio, confronte a casa amarella de Magalbe Bas-
to; aonde continua-se a vender toda a quahdadede
chapeos de massa, Iranrezes, de castor, do Chile, e
de seda, bonetes para homens e meninos, a precoscom-
modos.
s= Precisa se de urna mulber bem comportada,bran-
ca! parda u crioula, solteira ou viuva, sem filiaos pa-
ra se empregar no trafico de urna casa, e que saiba
bem fazer doces de todas as qualidades : quem Ihe con-
vier.procure, na ruada Aurora, o leiceiio aodar da casa
n. 62.
Na ruada matriz da Boa-Vista, casa n. 5, ha
quem muito precise fallar ao Sr. Jorge Magno Falcio,
e a Sor.* D. Mara Lemos de Albuquerquo.
= Alugio-se as casas terreas do paleo de palacio do
governo ns. 7e9; e o segundo andar do sobrado da
ra da Crot, n. 60 : a tratar na roa da Cadeia do Re
cife 40.
nSr. Francisco Manoel da Cunha Medeiros tem
urna carta vinda do Maranhio na loja da eiquinalou por anno, urna casa para grande lamilia com soto
que vira para a cadeia junto eo arco de S Antonio I bastante grande, cosinha lora, coxeira, casa para pre-
-_ pede-se ao Sr. Jos Burle se digne mandar sollos, estribara psra 4 cavallos e cacimba com boa agoa,
Atterro-dos-Afogados, n. 9, satisfazer a conta, de que|no ligar da Capunga com frente para o rio : a tratar na
he devedor, ba tanlos mezes.
= Precisa-se de um moco ,
ra da Madre-de-Deos. casan. 36, segundo andar
Constando ao abaixo as-
signado que ein seu nome se
lem pretendido tomar dinhei-
ro, fazendas c outros objectos
de valor, previne a o publico
que nao se responsabilisa por
cousa nlguma que nao lr por
elle tomada, pessoalmente ou
por escripia seu.
Caetuno Piulo de Veras.
A pessoa que precisar de urna escrava, costumada
a criar em casas particulares, para ama secca, queira
procurar na ra do Collegio n. 16.
Fugio, da sexta para sabbado, 27 do passado, alo
lugar da Magdalena, do sitio de Antonio Nobre de Al-
meida Jnior, um boi manso, lurado de pouco, de cAr
amarelloda, e novo: quem o pegar, levando ao dito si-
tio, ou ra Augusta casa do mesmo Nobre, ser bem
recompensado.
= Quem precisar de una ama para casa, que sa-
be roiiubar lavar e engommar dirija-se a ra de
S. Francisco por baixo das armas do hospital da Or-
dem lerceira quo achara com quem tratar.
= Desappareceo, da amarrarlo do becco do Capia ,
no Retilo, urna.cana de carreira de um s peo,
com um rombo na proa j preparada loi pintada do
encarnado por lora e verde por dentro ; cujas tintas
est&o desbotadas ; tem panneiro de pinho, e outro pe-
queo na pos 4 bancos, inclusive os dous do ca-
nociro : quem dola souber e der nolicia, dirija-se ao
caes da Allaoduga n. 5. quo sera gratificado.
ex 0 Sr., que mandou empenbar, por um seu e-
cravo um Irancelim do cabello com passadores de
ouro, e alguma prata em cbapa pela quantia de
26j rs. e pelo lempo de odias, eje se tem passado
mais oe 3 me/es queira vir resgata-lo no prero de 8
dias. contados da dala deste do contrario ser vendi-
do para pagamento : na ra Nova venda n. 65.
Ouemtiver para dar 200 rs. a premio com
boas firmas,annuncie por esta (olba para serprocurado.
= Piecisa-se alugar 5 pretas para vendenm bolos :
na Camboa do Carino casan 14.
= Ollerece-se um bomem do idade sem familia ,
para ensinar primeiras lellras ou lalim a meninos
de qualquer familia que more fra desta cidade; po-
mo nao mais d>- 5 a leguas: quem quizer utilisar-
sedo seu presumo dirija se a ra Bella n. 45, para
Iratar e informar-se.
= Precisase alugar urna ama secca, que seja de
bons costumes e seiba tratar de enancas para urna
casado pouca lamilia. Dirigir se ra do estreila do
Rozano n. 30, terceiro andar.
= No armazern da casa da ra da Cadeia n. 17, se
_cba de novo una serrara, onde pi derao acbar madei-
ra de louro para ai>solho da melhor. tanto (m qualida-
de, comoem largura ; astjm como, costado e assoalho
de amarello : no mesmo rma/em anda se contina a
vender cal branca e preta, e lijlos de todas as qualida-
des, por mdico prego.
BOTICA CENTRAL DO INSTITUTO
Ilomeopalhico do Brasil!.
Possuo lodas as sustancias expenanentadas na Eu-
ropa, nos Estados-Unidos c ultiman.ente no Brasil e as
dynamisacSes feilas pelos processos.'rnecan icos dodr. Mure
Dislnbue praluiii mente a, vaccina djnamisada e to-
dos os outros preservativos iecessarios as epidemias
reinantes, e responde a quilquer consulta, que a res-
peilo de livros, medicacods, remedios e rgimen Ibe
lor dirigida. /
Platica elementar da hojmeopathia pelos Srs., Mure
eMarteus.
Enriquecida das primeira experiencias puras feilas
no Brasil.
Preco 8,)000 rs e 10- rs. com urna boa encader-
nar.'io.
Folhono homeopathica. 2. anno, contando noticias
sobre o estado actual da homeopalbit, o rgimen, eos
estatutos do instituto homeopalbico.
Pieco 320 rs. com grando abatimento a quem com-
prar porcAes maiores.
Dirigir-se por correspondencia agencia do instituto
homcopathico no Rio-do-Janeiro.
Trocio-se duas imagens sendo urna deN. S.
da Conceifo de pedra da Babia e outrs de N. S.
da Agiella muito perfeila ; na ra da Senzalla-Ve-
Iba n. 142, segundo aodar.
= Ensina se grummatica latina com toda a perlei-
e em breve lempo ; o da ksma sorte pbilosophia
queenlenda de pada-| = O Sr. Maooel Antonio da Silva queira vir resga-Ie rhetorica
. I So
iga-le rl
na ra Nova o. 52, primeiro andar.


4
Costa & Onofre participio an publico, que no
da 27 dt" sctembro p. n. disolvfirao arriigavelmeote a
soci>dade, que ItnhSocom o Sr. Jio Raptieta Frago-
so Jnior, na loja de louca da ra da Cadeia do len-
fe n. 6, de baixo da firma de Costa & Fragoso ; leu-
do agradecer ao dito Sr. Fragoso o seu comport -
inenlo e as boascontas, que apresentou durante este
lempo ; tendo uiais a declarar que a firma de Costa
ii Fragoso naJa dcve e que dosta data om diante
fira perWocendo a dita loja de louQa ao dito Sr. Fra-
goso.
Precisa se de uin rapaz do 10 a 12 aunos que
saiba Iit e escrever dos ltimos cbegados; na ra lar-
ga do llozrio luja de miudezas o. 35.
Compras.
Aot Sri. de engenho.
Angelo Francisso Carneiro compra safras de
niel ou qualquer quantidade posto na fabrica de
Navarro ; paga se a 3200 rs. por barril de 22 caadas:
os barris para conduco sero fornecido da fabrica.
zs ComprSo-se, par fra da provincia escravos
de 13a20annos; sendo do bonitas figuras gagao-se
bem: na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar do varande de pao n. 20.
= Compriio-sc dous eicravos um pedreiro e nu-
tro carpina.para umaencommenda do Rio-GranJe-do-
Sul ; sendo bonitas figuras, pagao-se bem na ra
do Collegio armazeni n. 19.
= Compra-se um terno de pesos de um arroba al
urna quarta ; no Atterro-da Roa-Vista n. 14.
Compra-so lia de frecba, ou sumama ou 18a
de Angola ; na ra Nova i. ,'i.
Compra-se una cadeira de arruar,,
que esteja em bom estado; fjnem tiver
annuncie.
Vendas.
T
Hom e barato
=V'entJem-sc riquissimo9 cortes de riscado chinez ,
j de 16 covados, a 4500 rs. o corte, riscados francezes ,
muilo finos, a 220 o 300 rs. o covado ; superiores cor-
tes de cbitas muilo linas, de i3 covados das mais mo-
dernas a 3200, 3500, 3800 e 4500 rs. ; cortes de
ditas com lOcovadot escuras a i 00, 1800 e 2000
re.; lindsimos cortes de tarlatana inulto superior, a
4500 ra degostoo mais moderno; corles de novos
padrdes de casia chitas transparentes de muito bom
gusto a 2100 e 2500 rs. ; casimiras de multo bom
gusto para calcas de superior qualidade de quadrus
e lislras a 12(10 e HtlO rs. o covado; bretanbas de
rolo,'a 1600, 1800 e 2000 rs. a peca; esguio de
superior qualidade e de puro linbo multo lino u 1500
re. a vara ; bretanba de ti varaa de linbo puro lina,
a 2800 e 5200 ra. ; superior luslio branco a 1 s' rs. o
covado; pecas de bretanba de Franca de 4 pilotos
meio de largura de qualidade a mai* superior sen-
do* de linbo puro, de 6 varas e rneia a 0500 rs. a
peca, muilo lina tal e qual ao esguio ; bretanba de
linbo muito fina a 500. tii-tl o 720 rs. a vara ; su-
perior brim trancado branco de puro linbo muito fi-
no a 1000 e 1400 rs. a vara ; panno lino aiul e pre-
til a 2500 rs. o covao ; setioi de Macao preto para
collete de superior qualidade, a 3200 e 4500 rs. o
covado,; chita* a 120, 140, 100 e 180 rs. o covado ;
1 dijas.- linas escuras a 220 e 240 res o covado;
fecal de chitas, a 4500, 5200, 5500, 0000 e 500 rs.,
escuras ; madtpolao, 150, 100 v 180 rs a vara ; di-
to lino a 200, 220 e 240 rs. a vara ; madraste fino ,
a 280 rs. a vara, e a peca muito lino, a 5200, oiOO e
5500 rs. ; superior madapolo entestado a 5800 r*.
a peca ; madapolo a 2800, 3200 e 3400 rs. a per;;
dito fino a 4000, 4200 e 4000 rs. a peca ; chales de
13a e seda muito finos e grandes, a 4500, 4800 e 5000
rs. ; chadrez de linbo, de muito boa qualiddee pro-
lirio para aqueta h 320 rs. o covado ; alcui destas fa -
zendas ha outras muitas de superior qualidade por
barato preco: na ra do Collegio, loja n. i, de An
Ionio de Azevedo Villaroucoii Irmo.
- Vende-se cha hvsson em caixas de 15 libras, em
pore&eie aretalho; em casa de MalbeusAuslin & (.. na
ra da Ifandega Velba n. 36.
Vende-se una escrava de Angola muilo bem
parecida, alta e corpolenta representa ter de idadu
"5 annos sem nunbum vicio nein achaques cozuiba
o diario de urna casa engomma, cose soflrivelnienle ,
e faz muilo bem bicos e rendas; na ra do Queiuiado,
casa de Antonio da Silva Gusino.
= Vendetn-se o alugo-se muito boas bichas de
Ha ni 1 urgo muito grandes e as melbores que ba na
trra ; e vao-se applicar para mais coinuiodidade dos
pretndanles : na ra estrella do lio/ario defroote
d,cua das Larangeiras loja de barbeiro, n. 19.
= VVwjie-se superior tinta renceza em garrafas
grandes; dita ele atarear roupa ; eslojoa d- navalhas
acontento ; capachos redondos e compridos ; sapatos
de borrada ; riqu\saimos corles de cautbraia ebega-
doi ltimamente; superiores caixas de tartaruga e mas-
sa ; as mais moderna* aajotuaduras douradas para ca-
sacas ; medidas para allaialfe pelo diminuto preco de
80 rs. ; tudo muito barato.: na ra largado Hozado ,
n, 24.
=Vendem-se 4 escravos pecas para o Irabalbo de
campo, e da praca ; um dito bom canoeiro ; um di-
to b>m ferreiro de toda obra le engenho ; um dito bom
cozinbeiro ; dous ditos de mia idade, por 250 rs ca-
da um bons para trabalharem e b. taiem senti-
do a um sitio por o isto estarem acostumados ; dous
mulatinhosde 10 a 12 annos ; duas pretas de 20 an-
uos, recolbidas cosom, engommao e cozmho; dua*
ditas por 300* rs. coda urna coiinbao lavo roupa
e vendem na ra y duH negrinnas de 12 a 16 annos
na ra do Crespo o, 10, primeiro andar.
Vendese cera em ve'
prxima/flente do Kio di- Janeiro, tendo
o soi tiuit-nto de 3 at 16 velas em li-
bra, e por preco mais commodo do que
em oulra qualquer parte : em casa de
Manot-I Jos Machado Mallieiro na ra
da H.ilii de !) = Vende-se uoia caoa gran je de 60 palmos de
las, chegtida
comprido deum s pao, propriu para abrir, pan
canoa liberta ou d'agoa e mesm o para barcada; duas
ditas abortas tambeai grandes quecarregio mil li-
jlos de alvenaris ; urna dita d'agoa, ja usada : na ra
de Apollo tanque d'agoa, o. 28, das % boros da ma-
nbaa as 4 da larde.
= Vende-se um escravo bom ofiieial decarpina, de
toda obra da pnca e de engenho ; na ra do Crespo ,
n. 10, primeiro andar.
= Vende-se um calix de pral a, rom patena e co-
Iber, e duaspedrasd'aras; na r oa de Horlas, n. 140.
= Vende-se a/eite doce ef8 520 rs. a caada ; di-
to de coco, a 5000 rs. ; dito de i ;arrapato, a 2240 re. ;
arinha de matarana e araruta ; sag; tapioca ; ceva-
dinha de Franca ; cevada ; cbd volate ; gergelim; len-
tilba pan soupu ; bervilha ; pare al de machina alma-
fo a de peso ; cb byssoo superi or a 2400 2560 e
2880 rs. ; caf, a 4000 rs. a arr oba, e 140 re. a libra;
massas finas para soupa ; e todoi i o mais gneros de
venda : na ra Nova venda o. 65,
=Yendem-se 20 escravos; le ndo 14 machos com
algumas habilidades, sendo um o flicial carpioa; 5 par-
das e urna preta que cosem cozinbao e engommao ;
duas negrinhas di< idade de 9 a II ann s ; todos de
bonitas figuras, por preco muito commodo : na ma da
Cruz venda n. 51.
= Ycnde-se um moleque do /i annos do muito
bonita figura e proprio para todo o servico ; na ra
da Cadeia de S. Antonio por cima da loja do cha-
peos n. 25.
as Vende-se urna canoa de cono'uzir agoa que es
11 em niriii estado, o por isso se vende muilo em conla ;
na ra do Cahuga, n. 5.
= Vende-se urna venda com poueos fundos, e tero
alregue/ada lodo o negocio se lara em razo de seu
dono se querer retirar para lia sita na ra de S. Ili-
lu-Nova n. 7 : e tratar na mesma venda.
= Vendem-se 5 livros em branco de superior pa-
pel manufacturados em Inglaterra, proprioa para
qualquer casa de comoiercio ; urna carteira para escre-
ver estando aioda muilo boa poi ter lido pouco uso :
na ra da Cadeia do Recite caa n. 59.
= Vende-se urna parda, que sabe engommar e co-
ser por preco commodo : na ra eslreita do Rozario ,
loja de chapeos defronte do sobrado de Antonio Jos
de Magalbaes llasto.
= Vendem-se 18 escravos ; sendo um preto de 28
annoi mostr de marcineiro e carpina de profissao ,
de bonita figura; 3 bonitos moloques do 13 a 14 annos,
6 negriiibasde 12 a 15 annos c ni algumas habilida-
des ; 4 pretas de 20 a 22 annos de bunitas figuras ,
co/inbo e engommao ; 4 pretos de 22 annos: na ra
das Flores, n. 21.
= Vende se uin mulatinbo do idade do 18 annoi ,
de bonita figura queseive para um tudo; urna pro-
la de 2o annos de bonita figura : na ra larga do Ho-
rario n. 24, primeiro andar.
= Vendeut sesellins inglezes para monlaria de se-
nhora ditos para boinein muito bons, lisos e borda-
dos saceos de couro o taple para levar roupa em via-
goin guarda-lama estojos de navalhas muilo finas ,
casticaes de casquinha ingleza o mais superior pos-
livel relogios de ouro e prata patente inglez, ca-
bezadas de linno com apparelbo de sola branca, ditas
rolicas de sola branca linteiros de patente tudo por
proco commodo ; na ra da Senzalla Nova n. 42.
'Vendem-se os seguintes livros novos, em l.rocbu-
ra por pretos muito mdicos em casa de J. P.
Adour Si Coinpaniiia ra da Cruz, no Becifo, n. 21 :
Atlas bistorique e chrunologique des littoralures an-
ciennes e modernos, dessciences e dos beaux arts
do toutes les natious.
La sciein o populaiie de Claudiui: sin pies discours sur
louies dioses. Listone pbilosopbie, sciences arla,
voyages, &c.
36 petits volumes dans une boile.
Voltair Fssai sur les U4curs 4 v. in 8.
Vollaire, Corrosponuance medite 1 v. in8.
Babel Cboix de romana des moilleuis auleurs mo-
derues 3 v. in 8. avoc gravuros.
Tnbliaux, Conlea el Romana du 12."*" et 13." sicle,
5v in 8.", ornes de bolles gravuros.
Collection de Neu< jeuz de caries instructivos.
ss Vende se urna escrava de naci de idade de
14 a 16 annos cun algumas habilidades; a vista do
comprador se dir o motivo da venda : na ra do Cal-
deiroiro n. 72.
= Vende-se diclionaire de M. lirulien de La Mar-
tinier,-6 Ionios eiu folio, 20,)000 re. ; Tratado do
malriinomo por Pedro Herbosa 2 tomos em folio,
10*000 rs. ; Tractalus de Fructibus por Francisco Gal-
li 1 tomo em (olio 9000 rs.; l'iaxios modiioe por
Paulo Seerbait, um tomo em lolio 12j000 rs ; >a-
crorum Hibliorum por varios autores um tomo em
folio, 12i>000 rs. ; Hroviariuui munaiticum dS. P.
Benedicli, 1 tomo 6 re.; Magnum dictionaiium la
linum et gallicum 1 lomo em lolio IOj re.; Atalas
bisloriqui cbronolugiqui, geograpbiqui et geneologi-
qui ; Atlaa universal 12 rs. ; diccionario ue Moraes,
16/rs ; urna Biblia em portuguez 5| rs. ; Arcbvu
Popular, 3 tomos 12/ ra.; Elemens de perspectiva
praliqui a l'uaago des arlistes 1 lomo 6/rs.; Van-
vueru platica judicial 1 lomo 22 rs. na ra lo
Crespo, n. 11.
= Vende-se urna pardinba de 20 annos, de boni-
ta figura engomma, coso, laz renda cozinba e la-
va do sabio urna cabrinha de 13 annos, cose e la;
renda ; urna negrmbade 7 annos, propria para ser
educada ; urna escrava crioula, de 24 annos com al-
gumas habilidades com um lillio moleque de 7 annos;
urna negrota de 15 ancos ; oulra dita de naci de
18 annos; urna escrava de nagao moca, para lodo o
servico; dous moloques do 13 annos; dous escravos
pecas da 22 annos um crioulo e oulro de naci : na
ra dasCruzes n. 22, segundo andar
= Vende-se o sitio da Paisagem-da-Magdalena ,
que foi do finado Antonio Annea ; na ra da Cadeia-
Vellia, n. 60, aedira quem vende.
= Vende-se familia de mandioca a 3000 re. a
secca ; na iu do Rangol n. 25
= Vende-se, ou aluga-te um sitio no lugar do Cal
deireiro com boa casa de sobrado ealribaria para 3
cavallua coebeira senzalla para pretoa bastantes
arvoredos de fruclo ; na ra Direita n. 3.
assim como 1700 (albas, 16 carrol de pedra- para pa-
rede ou alicerces: a tratar no beccodo Padrt com
Vicente Alves Ribeiro, ou em Bebiribe com o Snr.*
Dornellas. '>
= Vende-u urna cama de condur nova, por pre-
co commodo ; na roa de Agoas-Verdes, n. 36 loja
de marcineiro. ,
=Vende-seum oratorio com g palmos de comprido,
e 3 de largura, com 4 imagem por preCo ommodo :
no Atierro da-Boa-Vista, n. 14.
Vende so urna tartaruga verdadeira e bastante
grande : em 1'ra-ie-Portas, n. 21.
= Vende-se sal do Ats a bordo da sumaca Feli-
cidad \ a tratar com o aaropnetario, Antonio Joa-
quim de Souu Ribeiro na ra di Cadeia do Recife
n. 18.
Vende-se lagedo de Liiboa e ladrilho de mar-
more de muito boa qualidade : ni roa do Vigario,
o. 19
= Na roa da Cadeia do Recife n. 46, ba sempre
urna grande e exceilente ezistencia dos melbores vinhee,
que leem vindo a eite mercado, a saber : Porto, mui-
to telbo Xerry Modeira Bucellas Champagne ,
e Clarete muito superiores e um bom lortimento de
ago'ardentes de Franca ; para os compradores prova-
rein as amostras de todos lio sempre patenteadat
no cscriptorio.
Vende-se urna escrava moga e de boa figura, por
preco commodo, per nio ler habilidadea: a tratar com
Manoel Gomes Viegas na ra do Crespo.
Vende se, por eommodo prego um exceilente
escravo crioulo com principios deofficial de pedreiro,
podante sadio fiel e sem vicios; ao comprador te
dua o motivo da venda : na ra do Vigario n. 23 ,
tegundo andar.
= Vendem-se taboaa de pinho da Suecia, mait lar-
gas dai que costumio a vir, e da melbor qualidade, por
ser de pinho branco e sem nos, pioprias para enverni-
sar; sendo costado, costadinbo, assoalbo forro e pa-
ra fundos do barricas; assim como americano de todos
as larguras e comprimentos com as mesmas dimen-
< oes cima e mais barato que outro qualquer ven-
der : atraz do tbeatro velho armazem de Joaquim Lo-
pes de Almeida caizeiro do Sr. JoSo Matheus.
= Vende-se urna marquesa urna meia-commo-
da um jogo de bancas um toucador urna cama de
casado una duzia de cadeiras; no pateo do Collegio,
loja de bauleiro.
Vende-se urna farda nova de guarda nacional,por
12 rs. ; urna barretina de pello com pluma e cor
Hes, por i) rs. ; urna dita de oleado por 2500 re.;
lalim e canana por 10/ rs. ; grvala por 500 re. :
na ra do Nogueira n. 27.
= V endem se dous escravos de boas figuras, mui-
to robustos e proprios para o servico de campo ; na
ra da Cadeia do Recife n. 40.
= Vende-se urna secretaria por preco commodo;
na ra da Cadeia, n. 14.
= Vende-se urna lacha de muilo bom gosto in-
trancada e de muilo bonita vista para inspector de
quarteirio por preco muito commodo ; na ra do
Kangel, loja n. 3.
= Vende-se urna (oalha de bretanba toda aberta
de lavarioto por preco commodo ; na ra de S. Bita,
n. 27.
Vende-se, na travessa da Madre-de-Dos, o co-
brado n. 7, de dous andares e solio, em chaos pro-
prios a dinheiro ou a prazo : a tratar na ra da Cruz,
n. 50.
asa Vendem-se caslicaes de vidro a 1440 re. o par ;
pralos rasos e lundoi, a 880 rs. a duzia ; e outras
muitas laucas por preco commodo : na ra dolan
gel, d. 11.
as Vende-se urna preta do gento inda moca e
em conla ; a vista do comprador, te dir o motivo da
venda : no principio 'lo Aiterro-dos-A logados, n. 31.
= Vende se urna porcao de barricas, que lorio de
farinha de trigo ; no becco do l'eixe-Frito o. 3.
Cheguem ao barato I
Na bem acreditada loja da ra do Crespo n. 14,
de Jos Francisco Das vende se um nevo sorlimen
t de fazondas limpas ; a saber : cintas do ramagens pa-
ra cubera muito finas e de cores fizas pelo barato
preco de 200 re. o covado ; liscadoae chitas para ves-
tido, a 200 e 240 rs. ; cortes de chitas, de lindos
roes, com 13 covados a 3000 rs. ; ditas trance
las muito taigas, de quadros e lislras, a 280 re. o co-
vado : chitas escuras ; ditaa pretas, a 160 rs. o covado;
riscados Irancezes miudos e muito largos proprios
para vestidos jaquetai e camisas a 200 re. ; ditos
largos a 300 rs.; brins francezes de quadros mui
to encorpados a 320 o 300 ri. ; dito branco muito
encorpado o trancado de puro linbo pelo barato
preco de 560 rs. a vara; dito muilo lino, a 880 e
1280 re. do misturado de algodio a 480 ra. a vara;
cassa chitas muito largas e de lindos padroei, a 400 rs
avara; castore escuros muito encorpados, para cal
Cas pelo barato p'eco de 200 re. ; madapolo en-
testado muito fino, a 5800 rs. ; camisas de meia mui
tu finas n. 80 ; merm de duas largurai muito fi-
no a 2800 ra ; dito de superior qualidade a 4
rs ; catnbraias lisas transparentes a 3000 re.; tar-
latana com 9 varas, a 4000 re. ; cha lea de lia muito
encorpados, a 1000 ri. ; lencos finos para tabaco a
480 ra. ; algodio americano, muito encorpado a 220
ra. ; meias para meninos e meninas a 200 rs. ; di-
tas para bomem a 200 e 240 rs. ; ditas para aenbo-
ra a 320 ra. ; e oulraa muitaa fazeodas por barato
preco.
= Vende-se urna preta crioula, de 20 annos de ida-
de de bonita figura sem vicio algum cosinha o
diario de urna casa ensaboa, e lem alguna principioa
de engommar; o motivo da venda aedir ao compra-
dor : oo AUerro-da-Boa-Vista n. 2 primeiro an-
dar.
Vendem-se cxcellentes cortea de cambraia de
quadras e lislras, a 4000 ra. ; dilai de lislras matia-
daa a 3600 ra. ; ditos de cassa pintada com 10 co-
vadoi, a 1600 rs.; ditos de cbila de cores escuras a
1500 ra. ; ditos de 13 covados de rnu.to bom gosto ,
2000 e 3000 rs ; peca de chitas de florea niiudi-
nba, com 38 covados a 4500, 6300 e 5600 ra
ditas de madapolo engommado proprio para tapa-
teiro com 20 varaa, a 2500 ra. ; ditaa de aannas
rente que lem apparecido a 280 rs. o cov(d0 *
tos de algodio e seda a 300 ra. ; cassa-chitai de a
sent escuro e de cores fizas, a 180 e 200 r.
d* "a com cercadura a 160 rs. na duzia
" ; golas de cambraia bordada da India a 400 it
taadefildeliaboparasenbora a 1200 rs.; ,,,"1
cochoadas para aenhora, a 1600 re. ; casimiras de L
ditas de laa insieran^
'OCOi
1800
di-
godflo a 440 ra. o covado
lura jaunuitoencorpadas a lliOOrs. o covado ; br,
brancf-vfc Irahoe do quadros do eres a 1200 a'ifinn
r. avara, dito de linbo ealgodo, a 700 rs ./
de algodio de odres, 360 ra. o oovado; e outr'as mu-
tas fazenda por barato preco: na ra do Creoo Ir!
n. 10, da viuva Ctfirba Guimsra*!.
- Vende-se um moleo,ue de idade de 12 annos d
muilo boa figura sem vicio algum proprio panto'
dooaervico ; na ra larga do Rozario por eiid,
botica n. 36 terceiro andar.
- Vende-e um earrinbo de 4 rodal, pira condo-
lir gneros, novo e forte iguaes aos que trabslblo
na alfandega por preco commodo ; umpardaiodn
propriat para conducio de canoas eootrosobjectoi pr(
prioi de engenho : no flm do Becco-Lsrgo (,"
d'agoa. "
Vende-te um preto de naci Congo com triata
tantos annos, sem vicio algum; vende se por preei,.
na prega da Boa-Vista loja de sapateiro, se diraquat,
vendo.
Vende-ae umsellim francez em bom uso, tu
preco commodo ; no Atterro-da-Boa-Vista o. 14,
Vende-se urna armarao de loja ds miude/n, o,
para lazendas e mesmo para oulra qualquer couia M
ra Direita o. 79 : a tratar na mesma casa
LOJA DA ESTRE]
KuadoQueim '2
v CUI.LHERME SETTF
Vendem-se pannos finos de t idas as qualiadei e
cores ; casimiras elsticas, de lislras e quadros ; ti
de cores e pretos para colletes; brint trancadoi fiots-
simos ; eSRuiio de linbo superior; eaaaas e csmbriin
lisas e bordadas; luvas de seda, linbo, e de pellica, pj.
ra bomem e senhora ; lencos de seda de todas ai agi-
lidades e procos; chapeos pretos e brancoa de tolas h
formas ; e outras mais fazendas por preco mais bara-
to do que em oulra qualquer parte
aa Vende-se urna parda de 18 annos, de muito bo-
nita figura de boa conducta, oque se afianca boa
eozinbeira por ser esta a aoa oceupacio eDsoman
lno, e cose c o ; o motivo da venda se dir oo compra-
dor; pois nao se vende por ella ter vicio : no beccodo
Peize Frito, n 1, primeiro andar.
Vende-se a loja de calcados da pra-
ca da Independencia n 28 com poneos
fundos e muito aireguezada : os comprado-
res appareco na mesma, que todo negocio
se far.
Vende-se agora na ra do Crespn.
t4 o excedente doce de goiaba, que ven
dia outr'ora o preto Felizardo, da Boa-
vista.
Vendem-se meios bilhetes da lo-
tera do seminario que corre sem falla
alguma no dia 9 do correte: na ra do
Collegio, loja n. 1.
Vende-se, na loja n. 4 da praca da
Independencia, rap princeza de Lisboa,
em botes meios botes, ao preco de
5'5oo ris; este rap he muito fresco e
chegado ltimamente de Lisboa.
Vende-se farelo em sacras pelo
mdico preco de ai56o, 3200, e 4?'ooo:
na ra da Senzalla-vellia n 138
* Venderse vinagre bran-
co nacional a 400 ris a ca-
ada vellia : na na do aterro
dos A logados n. 7.
-- Vcnuem-se lonas da Rus-
sia n. '1 com um pequtno to-
que de avaria, muito recoin-
mendaveis pura encerados,
camas de vento o outro.-* usos
semelhanics, pelo barato pre-
co de 500 ris a vara: na ra
do Crespo n. I t, segunda lo-
ja, quem vem da ra das Cru-
zes
Escravos Fgidos
da
Vendem-ae 200 palmos de terreno, no lugar Jodia, com24jirdai, a 3600 pecas de ganga aaul
da India com 14 corados, a 1400 ra. ; ditas de pan
mnbo, com 12 jardas, a 2800 ra. ; riscadinbos do
quadros o iiitris de bom gosto o man lino e Iranspa-
de Bebiribe, rom as extremidades ao rio do mesoio no
me e 1600 palmo de lundo a niela Je de estacada ,
com boa baixa para capiin varios arvoredos de fruto
Deaappareeeo, daruada Grutal o Attarro-da-
Uoa-Vala um preto de nome Jos, de oacao da tol-
la Bu com 3 riscas oa testa ; lem Ire marcii de
ferro no rosto ; tendo urna na testa e outra eui cid
face peito todo riacado com alguns dentei quebra-
dos estatura regular ebeio do corpo bem pareci-
do de figura ; levou calcas de riscado de algodonobo.
camisa de algodiozinho de mangas curtas ; tendo li-
bido a vender, pao pelas ras, com um panaeum
grande a toalha de alp daoxinbo trancado ooo con
Iranja ; iqgiunodia 28 do passado : quem o p*,,r-
leve ao Marro-da- Boa-Vista padaria n. 66, que se-
ra generosamente recompensado.

CERN. NA TYP. DE M
F DF FAI'J lW|5,


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