Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05878


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Full Text
Anno de 1845.
Quarta feira
O MARIO publlca-se Iodos os dias qne
nao forem de guarda : o preco da asslgna-
tura he de 4/ rs. por quartel pago, adianto-
do. Os annuncios dos assignanlcs sao inse-
ridos a raio de 20 ris por linha, 40 rs. ein
trpo difireme, e as repelices pela metade.
s que nao forem assignantes pagao 80 rs.
dur linha, e 160 ein typo differeulc.
PFJASE8 DA LA NO MEZ DE SETEMBRO.
La nova a 1 as 7 h. e 15 min. da manhaa.
Oescente a 9 as 3 h. e 4 minutos da tard.
La chela a 15 as 7 hor. e 54 rain, da man.
Mengoante a 23 a 10 hor. e 6 m. datarde.
PARTIDAS DOS CORREI09.
Coianna. Parahvba, e Rio Crande do Norte
Segundas e Sextas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Forrnoso, Porto Cal-
to, e Macoy, no 1. 11 e 21 de cada mes.
Garanhuns e Honito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Ollnda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 6 h. e 18 mln. da manhaa.
Segunda as 5 h. e 42 minutos da tarde.
de Outubro.
Anno XX S. f 1*.
DIAS DA SEMANA.
29 Segunda S. Miguel Alchanjo s. Fra-
terno, s. Gudelia.
30 Terca S. Jenmvmo and. do J. de D.
da v. e do J. dos Pcitos.
1 Quarta Ss. Verissimo, aud. do J. de D.
da 3. vara.
2 Quinta S. Leodegario, aud. do Juiz de D.
da 2. vara, e do J. M. da 1. e 2. t
3 Sexta S. Candido aud. do J. de D. da
1. v. do civel, e do J. dos Keitos.
4 Sabbado S. Francisco de Atsis, aud. do
J. de D. da 2. vara.
5 Domingo S. Placido
CAMBIOS NO DA 30 DE SETEMBRO.
Cambio sobre Londres. 26 d. p. lj a 60 d.
Parli 370 res por franco..
Lisboa 120 a 125 p.c.pr.pj.
Desc. de let. de boas firmas 1 V 1 Vi P- %
Oro -Oncas hespanholas 314600 32#0(Xi
Moeda de 0/400 vel. 17>D00 a 18/003
. ,. de 6/400 nov. 170O a 17*500.
de 4.4DOO 9/300 a fltOO
Prora-Palacoe* .... 1/940 a l7
Pesos Columnares. 1/980 a 2#000
. Ditos Mexicanos 1/920 a 1#M
Acedes da
Moedas de 2 pauc. 1/280 a 1/300
la C* do Beberibe de 50/000ao par!
DIARIO DE PERKfAMBUCO
PARTE OFFCIAl.
Governo da provincia.
EXCEDIENTE DO DA 24 DO C'IRHENTE. I
(Concluso.)
OfllciAo niunmndanle da arma e so onmmiss*
r-pegadr. icientificand-! 1I.1 nmeieio do padre
Antonio Franeiicnda Trindarie para cipelll da tilia de
Fernando.
PortaraDindo an bacharel Francisco de Panla Vel-
let de Gnivera demi.l do lugar de promotor publico
do lenno do Brejo. Removeos" para a mencionad
cargo ao promotor publico de Natarelh, Bonlu Jote de
Son/a; nn>eu se. para tubsiiiuir o removido, ba-
oharel J-ninym Salgad de Castro Aori.di; e enmmuni-
cou-e* M presidente da relelo, ao inspotr da tliesou-
raria da faxenda, aos juitei de direilo, e ana municipal*
dos lupromenonnadoi ler.....s, ea respectivas canMrai.
DitaOrdenando, que a' terceir cnmmindinle do
enrpu He polica Jos Goncajve da Silva, o ao primeiro
iirgrnto do nteimooorpii Antonio Pereira deSonia.se
passem nnmeacoes, a este de terceiro eommandsnte da
segunda oumpanhia, e qnelle de segundo da quarta
Pariicipou-.oeneoaimaiiriauo geral do eurpo de poli-
ca. ao inspoctor da thesonraria das renda* provin-
cia. ______
Commando das Armas.
Os soldados da companhia d e cavalleria do exercito,
Manoel Flix da Rosi, e'Guilbernie Francisco da Silva,
que psUulbsvao 00 AMerro-dos-Afogados, etn cumpri-
mento das ordens, que pela presidencia da provincia
tere este commando, 00 desempenho das que receb-
ro os ditos soldados o ciusrtol da polica, forio em a
noutede.2!lto oerrente, nao t atacados por alguns
individuolf pitos, como mutilado gravemente o pri-
meiro eon Pas prohibidas, contundido o segun-
do! Sobra al procedimento este commando reclama 1
atlflociovdfl V. S mxima em presenca de haver suc-
cumbido soldado Jos Tbomaz de Aquino, do 2. ba-
talhio de arlilharia a p, que nesli tpesma occasiio lora
conjunet invente baleado ConvWscienliBcar-lbe quo
os sobreditos soldados se achao em curativos do hospital
regimental, em consequencia das leridas e contusdes
que recebrio:asiimfica aecusadaa recepelo de seuoffi-
cio emque depreca a prisio do pacientesDos guarde
a V. S. Quartel general na cidade do Recie, 30 de ae-
tembro de 1845. -Antonio Correia Sidra. Sr. Manoel
Camello Peisoa, subdelegado da freguezia de S. Jos.
EXTERIOR.
REPBLICA ARGENTINA.
Buenos-Ayres, 13 de'agosto de 1845.
Contina a reinar neata cidade 11 maor aonego. O go-
verno tem empenhad todos os seus e.forcos para que
nem de levo srja pertuibada a tranquillidodu publica,
pnra que nln ae faca o menor insulto nos citrangeiroi.
para que iodos aejao retpeiladoe. Este acto de poltico
do gn vernailor Rosas tem aquietado os nimos e reita-
belecidn aconrianca.
. O vellm Br\vn foi acolhido com aa maiorea lumias
inilitare e incaet. Foi rer.ebido' qnando detcnibarcou
com urna salva do 21 tiros, o deo-lhe o gencrnl mu baile
pnra w uuaj meafargnran forio oonvidodo* o ollieiars
dos dea* vaporea que condiiiirnu o almirante e sua
gente.
A Ilia de Martin Garcia foi de.nccupodo pela* foreaa
argentino*. t> n sol arlilharia ervi para levantar una
batera na Ponia Gorda, na fot d Paran. Di-*e agor
que Martin Garoi f-i posteriormente uceupada por 150
Orientar*, lirado* da oost*. o* quac orvorrao all a *ua
bandeir*.
Floje tein-*o iiuvido una forle canhunada para o lado
da Colonia: ignnramoa o motivo,
Ogovrriiidr Rosaa tem mandado entregar a milito*
dos chamad"* Unitnrioa a* ana prnpriedades que cita-
A TROVOADA.O
PeUi rasfle que deitamot cxpotlai eslava Mma. de
Leurtal preoccnpidi e ailencinsa om preacni;.i de Mr.
Pansa. Com rffeitu, o pequen aceo.iu de temor que
aentio o enroca de Amelia, a respeil da su* aahid com
Anielmn, fui ante in.tinctivu do que voluntario, bem
[Jtiti o qne nos causa o 1 tinque de un corpo quo pasna ;
1 nao asiini a sua revolla contra a nrcessidade de fi-
ar Mr. de Fortis. Este calamento era o fin da b.> vi-
ifta a Saiiit-Germain; uceupava o ten prnsainenlo, eo
gtav* com grande abnln : era elle que a havia induiidu
"(itVrogar Mr. Fcrnu, e que a f.nia meditar em alen-
nbrea sua respota. Havia timbera 111 alma de Ame-
na vnx, que uio grado aeu Ihc falla* e a iuipellia a
_. revolla.
ftfse pelo que fosse, a sui juveiitude niurmurava de
afl ver Inda cncadeada a um velho. Quando aoideaaeii
snnos Amelia havia esposado Mr. de Leurtal, nao linhu
rcBunciado o aranr, nem uelle anda pvunado, e sua ho-
() Vido Dir n. 217, m^*
vio seqnestndas. Afflruja-ie que cita medida se tornar
geni.
Lope relirou-ie de Sinla F. Ha dun venoei so-
bre esti retirada. Diiem un que, tendo conseguido
o lim da ui hem succedida tenttva sobre Santa F,
que era apoderarse das artnss e miis recursos de guer
ra que all se aebavio, te retirou faieodo apenas a no
cessirii resistencia paca dar lempo ao seu comboi de
ganhar o deserto do Chaco; diiem oulros que foi bali-
do por Echaguee que nada pode levar.
{Carla particular.)
19 de agosto.
NOTA COIXECTIVA DE M OUSFiEV K DO BARAO DEEFU-
DISA*ANT!AGO VASQ0EZ.
Pnblicnu-seno Nacional de Montevideo urna notaaol-
leetiva de M. Ousoley e do barao Deffaudi a Santiago
Vaaquei.
Ene ellranhn documento, que inserimos em no*sa*
columnas, eonlm a maii singular irregularidido o inde-
enrosas inexaelidoes.
Tras data de 4 do correnle. No ilir 31 de jolln ulti-
mo deipedirlo-seoiSn. Omeley e Deftandis, sera de-
(larnr hstilid.i;le, e deixindo lubiittente a c.ominuni-
rieoo diplomtica. Terniinrio por e*U forma a aua
miado etpeciil junto ao governo argentino; e nao *abe-
mo* com que carcter 011 com que direito furroiilrao,
no campo do inimigo, urna dcolaracao injurio** Con-
federicao Argentina e ao governo legal da Republico do
Uruguay, falta naatuat rcferonciii mit proemuentet,
e insanavol na tu* tem-raxio e irreguliridade.
No dia 11 de jullui fui detida a etquadra argentina por
orden* do* Sri. Ouscley o Deff.indis; no dia 1 do .orren-
lo foi capturad* por um golpe do traicSo; no da 3 fui
bloqueado illegalmente o porto do Bneeo. A nota eollec-
tivi, longe de indicir on motivar dealgum modo onci
indecoroiol e irritante* oxceoi, conten *ora altcraolo
I* infiei* derliracoei do p*s, ainiade e oonciliaao, a
coja aombra e pcrpotrrAo aquella* ineiperoda aggrei-
i6e, que na nula collecliva aeeomiderio como io nao
exiilioera, 011 como se fonuaiiem a lodo citado nor-
mal tio arbitraria, e cruelmente invertido.
Quando se ten iim prticindido de far.lo* do tanta
influencij quo iib.iiluem n iiitilulaila p.icittcacao por
um prirttb de ataque lnj...tirhjvl revilk. m.oife.la-
inente um deaignio ambicilo, niogiiem rlranliara, nrra
amfeom que *e refere ocur*o de urna ncgnoacau
violenta deade o* leu primeiro* pino, nem a* infun-
dada* aceusacoes dirigida* ao governo argentino coi
abnoluta falta de snieridade e de judie*.
Referciu o* Sr. Ouieley e Dcffaudi* que o governo
intruau de Montevideo (iinteiiUdn unicaineiilc pelo ar
mmenlo eatringeirn o pola intrrvencSo da ciqnadra au-
glo-francesa, ante* da* negociacoe) acceitou promptn
e confiadamente a mvdiacAo deide o dia 11 de julho ul-
timo Esta deferencia 110* encho de oonlentomento e de
dmiraco. Nao o eitranhamoi; ninguem veri nena ic-.
quoacencia e nos scntimenlo* benevelns que excitou
euan a consequrnoia de urna pnscau deaesperad po
parte do governo intruso, e o resultado de um plano da
conlisao anglo-franceta egudo desde a ililervenoAo do
commodorc Purvs o do armamento frincet em 1843 O
governo intruso vio deaappiu-oi'or todo* n* *eus vilen-
lo! recurio* o elemento* tic guerra. TTetlandarle da rc-
bellila aleado por Rivera em 1838. debaixo da proteo
ca de agontei frannetci, cita ubliluido ein ludo o ter-
ritorio oriental polo pavilhi* nacional sustentado pe
governo legal c por luda a naca, queontao inrfreo um
ataquo aun independencia ca *un noiistitiucflo A
chrgada do* Sr. Ouneley e Dcffaudi, a hordai de Rive-
ra na ranipanha entava romplelamento aiiiiiquilada pela
na derrota total na India-Mora. O governo inlru-o de
Mnnlevido, redmido ao etreilo reeinlo den cidade,
em reeurio nem crdito para mslentnr o guarnicao es-
Irangeira que o defrnde, com una torca nacional que
nao cunta 400 Orientar, nao poda evitar o triumpho do
enverno legal, nem prolongar pu/ uini lempo a guerra
contra eilo e contra 11 governo argentino, originada em
1838 na aggreiidc de Rivera a emigrado! rebelde!di
Confederavao Argentina. Nao linh outro niuio do ial-
vncSn lenao o de entregar e iiiterveiictti anglo.fran-
ceta. e icccder a ludo o que eta propoxeiie, larrificiii-
ne*lidde e grotidao nao Ihc haviio permittid que nel-
le peiuaiic durante o lempo de casada. Mo depoja que
ella havia perdido icu marido, as incsiuss homenngen
que Ihe desagradavio, Ihe linho feilo ouvir urna palo-
vra, em quoclhi pensava quandu ja nlo aouvia, o que
Ihc pareca que devii ler doco a ouvir pronunciada por
urna (O, que todava anda Ihe nao havia fallado. De-
balde deipreiava o amor que Ihe juravio, porque o dei-
pretava, *rntiodo que havia outro melhor que ella ina-
piraria, e relriLuirii.
Explicii-rae pur que a planta, quo ao principio orei-
ceo direila e forte aombra, o inclina, *c torce, arr*-
te-e, 011 c linca poro ganhar um rain de sol, quando
chegn o lempo d* lloreacencia, o eu voidirei, por quo
ni idide da puberdade u coracan aspira ao amor, porque
e torce o ae inclina como a flor case sol, quo nunca
vi, mas cojos raioi roagm tico admitan a Ira ve de
todo o obstculo. Amelia nao ama va i se canue com
Mr. do Forlii, nfio faxia o ncrificio de um tal ou tal a-
ior, nao obandonav por elle nem o paliad nem o pr-
senle, icanhado e deierlu lailm, que ella nlo havia
povoado; mai dava-ihe o futuro, eie oimpo vnlo, on-
de corre o brioo* 1 epermci do verdor do auno*, ene
rioo dominio quo Deui uoi deo icm lirailri*TiveU.
Como hivia lido felis com Mr. do LeurtaLaMajelii,
cujo cuncA nbia acooiumudar-ie cora pousSae havia
retignajlo urea igual felieidade cora Mr,fPi Forlia;
mai logo que iiiipeituu que nem ena meara* terii, a
vox interior que olla IJxera oalir, ie luvia erguido para
do, como icmpre tem laorificado, o principio patritico
a nacional.
Mas os Hous governns legiei teem um* posicao
divena. Victorioioi contra o inimigo oommum, el .
vio o termo da guerra com 01 tem prnprios recurso,
naoionaes, veneendi. raesmu ngrandei JiUIr.nidade* p-
pn.ta pela inlervenco europea de ficto. Zel..i. da
independencia e honra n*c..nal, nS prii5<> abandonar
rile priiicipin quo nobro ejiitamrnto defondem. A
liuniartf-T que *e Ihe dirigi**era dovo cr calculada.
...bre e*i* po*ieo victono.* e .obre e..e d.reito inpre-
ino de mberinia c independencia nacional. Denlo fun-
dir-ie tirabem, pnii que ie!pre*enlvlo com o titulo
de mcdiicSo amigavcl, no principio ioternaeiiiniei que
regulao a conduelo de luda **poteuci* mediadora que
..pira c.neiliacao culo guerra. O direito de raed.a-
cao termina com a oceeitaca.. 011 recua daa propnaicoc*
por um do belligerante. O que 11 reru. niu offmile
em I- medadr; usa noioamenle de uro direito
perfeito e indi.putavel. A.im a Franca recu.ou a me-
diar! da Inglaterra pan ajo.tar a.differcnc* cora a
Coiifedcraco Argentina em 1838 e 1839. e fi.ou pcrfei-
taraente soli.feilo o governo brlannio. Nlo teaoi. que
o agente franeexea nlaciMcm a independencia do E*.
lado Orenial, derribando ao prcdento Oribe, e coro-
ando com um poder outocratico *o rebelde Rivera, nem
que oxeedesem o *cu direilo de beligerante*, pronio-
vendo siedicco e a guerra de oxterminiu contra a Con-
frilera^Ao Argentina.
Al primeini palavni ofllciaei do Sr. Ouicley forio
etii : Como minilro de S. M., meui nonitinloi ei-
forconeray cimentar aindi tnaii 01 laco deamixade e
de bm inteigencia que folxmento anbtiitem entre 01
dnu governni e que iffertao 14o eiiciuiialioeii:e o ieui
mutuos itlterei.es. O arlo inimedioto foi a aprsenla-
cto do una nota era que inlimava ao governo argentino
que retiraiio do Eitado Oriental ai forca auxiliarea or-
gentini, o a eiquadra bloqueadra de Montevideo pa*
dia-.c an governo argentino a renuncia irroaliiavcl do
direito de belligerante, quo tem excrcido indipulada
mente em toda eat guerra, o prfido abandono de um
allindo fiel contra o inimigo coramiim. e a lubililuicio
impoiiivol de urna .iluaclo viclorioia, quo dovia *e-
gurur o prompto rettabeleciinenlo da pa, por urna der-
rota que sfistov* cid* re maii o terna da guerra. O
raeim Sr. Uuialaycunhi'ccn ou iSectou cnnlieocr 9.CX-
eeiio do paito quo tinnha dado, e as mil pielei.filea au
e reprodiisira nene carcter tena depoi dachegada
do bario Deffnudia, o de um modo collectivo.
O bario Detfaudi. cheguu a Montevideo; levo confe
rencia ou entrcvi.tas com o governo utruio nena ci-
dide; e antea que a negociar, collecliva livc.te effcito,
deembarera a forca navee anglo-lronrciai que oc-
cuplo Montevideo, sendo uccciivamento reforcada
durante o curio daquella nagoalaCjOO.
Eito. facloi crSoalgunn coui* mando que in.i-
nuacoe ou prnpoiicoei -; c preiigiavo 01 c.o.ndalos
..ib.equentc. deiggreitoet i..)iitlat c baixa, lub.tilui-
dn a todo o principio o icniiiuenlo do pat, de coiieilm-
cao e dignidade.
A negoeiacao rollcctivi, o pretexto de prriervar a in-
dependencia do Eilado Oriental, cuja captol linha id
ocepada de interna por forcat onglo-francexai, iem
explicaca.mlguino.eeom l0rfCCO ii.ai.ifetta da cont-
liluicSu oriental, inculcon, na iclirada dai forcoi e e
q.irdra irgenlinai. que n.ai. que nunca drvilnjiiilamen-
le coiiliouar o etoreirio do direit de belligerante. pni.
que pe deicmliarque da forc engl fraileras em
Montevideo, o pelo reforco o altitude amcacadrn dai
e.i.uidr. combinada, no Prata. era claro que um nov
epoderoio inimigo tuUiituia repentinamente a belli-
gerante vencido, e te inlerpunlio a.iim nao para pro-
longar a guerra no leu proprio deieiiloco como tambera
para aggrrdir o independenci c teguronc dn dua re-
"0 goicrnn argentino penelron de prompto o roy.terio
deiiiiepcrdaleivoi.. Cheio de mudenca e de
prinripioi aerifico!, nio admill nem rcpellio ai inli-
macei qne Ihe cro apreaent.daa debaixo de doroi ac
lo. de forca previamente contuiumodui. Limtnu-ie u-
uiraiuenta a pedir que, pit quo te iralatie do urna ne-
goiiacao importante com um citado independenle. te
reeonhecetem o. direito. de.10 como belligoriulo para
Ihegritir, que Ihc ero neceiiaria maicr ventura. Oh I
crede-roo, toda a paixfie humana, lem e.le nsoiuo,
que ai revelio a ai propria. Foi ni hora em que Luis
XIV reemou um regiment ao Principo Eugenio, que
e.le conhecco que era feilo paro commandar exerciloi.
Fui no nietnio unante que o raodetli e apalhica eipe-
raaO* de Amelia e doavain eco, que ella *e admirou de
nlo haver lido oulr melhor e iiibii elevada. E como lu-
alo 10 Ihe oprcientava a ideiu, como ella le admrala
me.iiiu lempo da ua perturbtco o doa aaaja deej..i,
ietanlou oollii'S e de tora de Antrliuo 6lot nella.
O rubor do pudor lubo-lhc Al facei; pareceo-lhe que o
ulliar do mancebo Iho havia peneliado n'aliua, e odci-
nhado loda at ni igitavOea; e se o sei.timento mvo-
luiitario quo leulio net.e niomeiilo, livee ouiado fal-
lar, ella terla ixclamido OSr. he de una extraordi-
naria curioiidide.
Mo ito nao foi dito, e Amelia anda man perturbado
ido coiulringimenlo que. 10 oondemnon, ficou vea-
lo e ogonada pel la liluict, pelo dever em que ie
iulgavo, e disto a Mr. Ferou.
Queira perdoar, Sr. te por ruinhi culpa o enoar-
regrlo de tao enfodonlia uiiito. Vm. lera de 10 avii-
tir qointo antet cora Mr. Dilloii em ruAo di! noticui
laque me falla Mr. Cinibet, e cqtilve....... lera du-
1 Ja neuhuina parlrei deniasiadainento Urde; vilto que
it negocio! que o chamlo aSaint-tiermain alo de ur-
gencia.
Aiitolmo *orro-e o replicn:
bloquear um pdrto iniaiigo; direitoi que haviao tido
detoonheeidoi irbitnrimente pola etquadrat franoexa
e Inglexa no Prata, fallando le publica, aua tratado! e
neutralidad*. _
0 governo argentino, animado de um deerjn nobre da
evitar complicare* o Jifllouldadea. nem intinaou o$
precedenlri que inhabiltavAo ao. gnvornoi de Inglater?
ra e de Franca par* deiempenhareai propria a oonveoi-T
onleraenle mitiA qne invoeavAo .eu. raini.troi, lea-
do que permaneca impune., tem laliifaoio era repa-
racao alguma par* a repblica, ai violencia oommetli-
dai pelo commodore Purvi, 01 offemvoi e inti-neu-
traei proeedimentoi d contri-ilmrante Lame, aauai
d alonto que cobrou o inimigo, da duracao da guerra e
de toifoi 01 nialri que le deplonvo. Francamente en-
trn em benvola! expr.ace. com doui raimatroa 10
vrqiiedccliravloonia wiaaAo de t>ax e amitade, maa
tem admillirnen. repellinuai propoiicSet, como W.i-
m-nte te cilabelecn na ola Culleoliva a que allodimoi,
e manifettoo que ai tomara era onuiideraclo, naii que
e renonheeetiera a diretoi do belligeriule daConte-
deracl Argentina
Sera caraeleritar a la rasao o fallando aoa usse
form.a diplomtica., os ministros deiprexarfu eita jiuU
.nli.'iaale; recularlo reconhocer o bloqueio de *nte-
viden. eenlraroa..iin na negociacl o.nn iimciracier
hoitil. FallrJo denle o principio nentnlidade e anti-
lade, iinieai batri inbro as quiet o governo argentina
nodi tomar era comideraclo ** propo.icoe. para rcjei -
tal.souaceeita-l... e exP6r cnlAo 01 preaedentea o a
actoaldide da queman.
O governo argentino ooniervou a eiqeidra era frea -
lo de Montevideo ate quo mitinearle o* miotroiOuae-
ley e Deffaudit que dcioonhooiio o direilo de bellige-
rante e a independenci* d bindeira da repblica. Ba-
t roandou quo 10 retirme a eiquidra argeuUna. villa
que 1 declarado diplomtica approvava o abuio da for-
ca dai etquadrat combinadii. e nlo era pomvel reni.
lir-lhesparae.tnbelecerobloq.ieio. Anteriormente po.
de-secrer que os almirantes oombinidoi procedilo ar-
bitrariamente; depoi. vo-te que dip.omao.a era a ori-
gen de.sa perfidia, no momento era que man eliomis-
mente fatuto oitentsclo de amiiade.
Porm a etquidra argentina nlo pode relirar-ae. Foi
detida no maii delicado da corre.pondenc.a e captura-
d^eu-ia-au* de pintara. A nota eolleotiva
(do 4 d oorrenic) deira em ilencio elle trille pUodi o
do?2deii.lhno2deagoilo. a. violenoia. preeonpUi
por aquella, qne linda ii.voein o. uaaa internaeioaaaa
01 principio! de humanidade depoi de l-loi ultraja-
do to enormemente !
Alm de qne, aniel que te apreienlaaaem ao governo
argentino 01 intimacoei mglo-rrancetti. liaha-llie ef-
ferecido 01 ten. .ervic" amigaveia pan a pacificacio o
encarregad de negooioa d,.i Eiiadoa-lnidoa. o honra-
do Sr. Brent Jr., era nome e cora auloruacAo do *eu go-
verno. O da oonfedcncl parlicipou e.l* eironmitan-
oii ao Sr. Omeley; e eite falln om differenle oeeaiiSe
com 11 Sr. Brent, e una vei perante o minutro du rela-
cei Klrrinree, ficen Ju > Sr. Omeley concorde em cer-
oa pomos principie., de que logo e* retnclou, e oon-
iradiuanae intmicoei eolleeiiv.i. Fulmu.adaa ealaa. o
-nveroo argelino renovoii a declincAo mu explcita
e iu.io do que 1180 podio biolutamenie deiprelar a ain-
cera e reipeilavel prpt9 governo doi Eatedoa-
Unidot pe orgoo do ten encirregado de.negocio.. O
Sr. Omeley c o bario Deffauli*. louge de arilaeareei ea-
la diflii-Hldade, recularlo aeecer-ie ao Sr. Breot, o
exigir que o governo irgeiitino, llera de conienlir no
de.pojo do, .eu direilo. de belligerante, commette*** a
baixeia de um ocio do inimiude para coro um governo
umigo, onicrieano e poderoto.
A* indieaffie da nota oolleclva nlo frralo aenio
urna .crie de reliconc'iu e de CtUidadea a lodo, oa re*.
peitot; o cuita 1 erar quo fotae einripta e publicada por
,1..,,. negociador.!, que ehegarlo e.laa oo*la procla-
mando o. principio* da civiliaaclo e dignidade dea aa-
{Oel.
0 governo argentino tilo rejeitou iniinnieoei ou pro-
poticei de paeilicaco, mal lira taque* direetoi ao-
beraiiia, iudepedencia o honn nacional, coma *Ao o dea-
oonheoimenlo do direito de belligerante e a irapeaieau
Mat he quena vordade, rainhi Sra., e negocio
que me leva a Saint-4erm*iu, nada lera com e minha
chrgada la inaii cedo ou min larde.
Que lignifica entlo eite bilhete do Mr, Cambet?
Ditte Amelia com certo ir de orgulbo.
He um pretexto...,*... ____
Um pretexto, porque? Ditte ella compreitetae
crgiicndo-.e d.icodeira. _
Um pretexto para nlo acompanher a Sra. aaaiot-
Germn, retpoudeo Antclmo, erguendo-ae larabem.
Um pretexto, repeli coinpa*tad*mente Avuelia,
libando com tutto ero torno de ai, e vendo-te t fechada
mu um hornero, que ella apenai conhecia, um pretexto
uiro nlo ircoiuinigo a Sainl-Germain, e seas duvida
pira que outro.......
_ Nlo, ininha Sra. lisie Anselmo ujterrorapendo
Iroelia, 10 oomprehendrr-lhe a iiippoiiele, nada diaio
tnlrou nopcniamenlo de Mr. Cambet; ncat pode paitar
pelo pentamento de ninguem oonea que a pa offen-
der. Petjo-lhe perda de Ihe confe*aar uaaa nseeenicc de
Mr. Cambet; mal....... o hornera lem medo.do oamioha
de ferro.
De vera! die Amelia, anda un poooa abala-
da da oft. .11 im.guiuri. que temer, a* nodo-ea da
explicaclo que a iraiiquilliaave. De vena! Iw tem
modo r t -
_ Si.n, Sra., e asedo qae aa elevojulgir inmaeivel.
po. quo reia|io i oltixaa prota quo Mr. Dalloia en-
tendeo dever lugeila-lo.

I


de m co injusto e n (Tensivo an governo ninericnnn,
I ni amigo da repblica.
Sin pouBn riTinuii desdo lonja uma iiKfieiiaHn'ile hns-
Udade. lie absolutamente inexacto n ijn<- Hit a ola
naKrciiv.-i n este respeitn. O governo argentino denta-
ron que nfto pedia liiinar em oiinsidorncSo a pmpoaicao
da urna soepcris.tn inmediata de hostilidades, pniqualn
,ii niinitlrnii de Inglaterra e de. Franca n'm ficsacm res-
ya Imstilidadc il<> desconhccimentii din direitoa de
gornnte da Confcdor.io.ao Argentina, o nfin aplanas-
i n qucslanda previa abertura de pacificar! feita pe
Sr oncarrrgndn de nrguoiui dn* Estados-Unidos eni
nome iln i'ii givernn.
Chi rffi'itu ns Sr. Onseley e T)cffudis salrm ou de-
Irrlo que ns usns internaoionnes e ds principios da
hattnaoidade estaten) desde logo inna tiiapenafto do hus-
tfidades. a Cnmn pnis, nu com que firn yieraistirin nn
liostllidado do desconhecimanlo dn Idoqucio ? Cora
pretendan que o governo argentino anmiissi- a rasa aus-
pensao. dcixanrio subsistente contra si, e em deshonra e
ruina dn pata, a hnslilds'dc mais grave p Queran, pnis.
fien Senrmrca qne o governo argentino se dearmaase
immediataiuete, emqunto ellos continua wo atacar.
Os principios de Iniuionidalc, ai Icia e usosinlornacio
liaes ufl prescrevem nem justifinio srnaelhantcs esean-
dalns. Alm do que, ns ministros exiga a euapeiisAo de
ln>st:li/ladrs an niesnii terapn que susleqlavSn e doixe-
vao subsistir nina Imslilijade gravissima originada por
riles mesmos; ns principios e usns das incoes civilisnilas
nio eitaluein a suspcnsAn mmeiliata de hostilidades, a
n5n ser por acto voluntario d1>o)li{Tonte; nem pode
eiigi lo o mediador Onmil obligacao para r'nm elle, pu-
mo ni pode etigir pela fi.rca quo se admita a medin-
Cio. nem uffeiider-ae, se se rrcuta.
Estes sio os principios dulcidas nacoes; estes So
o usos da Inglaterra e da Franca ; as nacoes civilisadas
nio reconhecem oulros, e por consequencia a nota col
lectiva .jiromove. urna innovacao funesta no systema ge-
ral dos citados.
Nio se citar uma doulrina ou un simples uso (duaf
r.oueas diversas paraos efleitos internacionaes) que es-
tatueque um helligerante deva suspender as bostilide-,
des f equisicio de uin estado neutro ; que a media*
fio deva mpor-se violentamente, ou que teja licito e
proprio da civilisario das nscSes impor a um estado
indeprndente coatcio em seu direito de seguranca e
armas, para que desista das suas hostilidades e deiie
subsistirs que contra elle eiercem aquellas mesmos
que Ibe mponhlo tal coaccio.
A suspensio de hostilidades, ao tratar se da negocios
preliminares do pa/, he smenle de uso interna
eional quando be voluntaria o igual. No cuso presen-
tos mesmos intermediarios que a prnpnterio, preten-
dern imp-la, deixando subsistir em todo o seu vigor,
ecomosseus fataes elTeilos, a hostilidade do desro
riheciinento dos direitoa de bolligerante da repblica,
. que neo smenle he um ataque directo e injustifiravel
sua soberana e independencia, mais tsmhem uma
bostiliJade subsistente, deque o inimigo tirou e goza
grandes vantagens.
Asiim. lodos os passos do Sr Ouseley e do'harin
Deflaudis teem sido hostis, inteiramente contrarios a
todo o principios sentum nto de paz ; nao se apresen-
laro senio paraamecar estacar, rompendo itnme-
latamente hostilidades tem causa, sem formas n> m
declarado ou manifest previo como estatu a le pu-
blica, e he uso eslabelerido mui especialmente entre
as nacoes da Europa, cuja cvilisacio invoclo.
A ocoupaciode Monlevidn pelas forras anglo fran-
ce/ss, comecada oo meio das negociarles, e consum-
tnada boje, be B mais vvb e clara contradigo do ob-
jecto simulado, na nota col lectiva, de conservar a inde-
pendencia perfeita e absoluta da Repblica do Uru-
guay. Esle laclo de conquista nao p le sanar-se com
nalavrasque (antas vetes se teem mostrado fallares. A-
taoou-fo a confederacio a pretexto de paz e amiiede.
o se usurpa aos Orientaes a sua capital a pretexta de
torna los independentea Este he o laclo flagrante :
vejamos agora os precedente, os principios e interesses
que envolve esta grande, queslao americana, que os 0-
lientaes e os Argentinos sustentao e firmemente susten-
tarn com as armas, cusa de todos os sacrificios.
(Gacela Mircantil)
22 de agosto
.... Ou as apparencias me engano muito, ou tere-
nios Rlguina salsada dentro de pouros dias. Ogoverna-
, dq> ubngju#U>dn o mundo, velhos e moco, a pe?ar
em armas), e reina uma agitado surda que presagia
tu/manta. Pesaoas quo teem intima relado com gente
-lo governo, e que venderlo gneros do paiz, procuro
por todos os meios aprcsssro seu ombarque, odizem
' qu* cumpre por ludo abordo por esles tres ou qualros
di"- [Carla particular.)
\J. (Jo Cum mercio.)
sucioi sem saudade, e talve slgons me vio praguejao-
do, porque tive a ousadia de levantar um pouco o v
que a >s olios dopovo encobre os mytterins parlamen-
tares. Injustos! nao me levars em conta nenhuma
das minhas virtudes, nao dirSo que fui imparcial em
ludo quanto referi, que nem uma sve me dominou
o espirito faccioso que ludo porverte e deturpa. Tenho
vonlade de fazer as pazes com todos os deputados, a-
triolai, pairulheiros, maromiilai puntudos; no que-
ro quo continen) no odio que saai votaro,e porisso pe-
co-lhes que dcm o dito P0trtiiT0 Aflirmem q
he mentira quanto escrevi, o protesto por estas tres c.
rapetas synt|jpic8S que meadornao. por quanto ba
das triangularles, que nio Ibes irei a
mbor
icetai
e iTUd
l
INTERIOH.
RIO DE JANEIRO.
O HELOGIO DA CAMAIIA DOS DEPUTADOS.
[Cerrepondutcia remrvaila. Carreio dn Crtt).
SSr". Stnlinc/la. Nao falla muito lempo para q_
que deserto esle sali, e aqu me deixarsd todos esses
Que provn, menSr.p J
A fe praier de acnnipanba^R....... Mr. Cambrt,
creio que devo diier o que doli aci de bem, pnis que a-
iuUjh de descubrir uma asneira ti bomoru; Mr Caiu-
bet lem pela Srn unta affeicau, uma ternura, umn admi-
rac, que n Sra. talve n.i aaiba; nunca falla na Sra.
*(in una especie derespeito religioso, e por cerlo a
: ideia eje Ibe prestar um servio.", pr mais inaigniAennU
que fossr-, ler-lhe-i lirado o medo, sealguinn omisa o
podesse vencer; mas Mr. Dalluis enganou-so, o medo
jiode anais du que a Sr,
Uli! disse Amelia, eommevida forlemenle desae
reapeito de um velho pela sua pesaos ; ol muito sinliL
rea pe rio.
fc. elle njni de uma bnrrivel mancira, cnniinaou
Anselmo riudii-se. Desde as silo doras da man,a., que
ella esl de po, e a Sra. nio pode fazer ideia das suas a-
gilaces : enlr.iva e sabia do ciciaUorio a cada inslaule,
ciiiuii se proi uraasa que aooniec-aae alguma e..us> qne o
podesse demorar i dina que era nnu loucura ir ao t*wi*
po tinta lempo lio deteslatel lenllo nio rhovis, e nunra
Mr. Cambe! fallmu sua visiia do domingo a h.m-
Germain. qnalqoer que aejf o lempo que faca), ralhav->
commigu, (iurqueeu o ni* tirava do um embaraco, que
elle alias nio confeasav. EnaKm rbegou a bora em que
lio devia vralir; deimu >< escripiurro. fechando a
porta rx-in grande bulla, volli.u indo mal .maullido,
com dous tslbuecfla Wba, aem poder calcar as Uvas,
sagrado na
mo, E se imda assim nai estio contentes, prosynbio
Ilesos seusartigos de paz eallianca, e mesmojle fe-
deracio, e asseguro que nio recussrei um so Deixem-
sa de arrufoi : sou bom companttoiro para apatuscada,
e tenbo alm de ludo a vantagem de nao empatar as va-
sas a nmguem, nem impedir que cada qual embarque
a sua bisca, como melbor Ibe parecer.
Dadas estas satisfaedes ex carde. permitl9o-me liccn-
ca pira dar ao amanleitico Sentinella noticia de quanto
se passou aqui n'estes ltimos dias. He meu intento por
termo a minha carreira de rstadista e publicista, e ser.
esae a ultima carta queescrevo : nio o faria, se o vele
rano Sentinella cstivesse prevenido ; mas nao he bom
|iie elle, na esperance d esta carta, ficasse logrado, e
nio podesse dar em lempo conta d'essas ultimas sessoes
aos seus leitores. La vai, amigo Sentinella; prepaieo
ouvidos e ouca.
Aqui apparecrao na segunda feira os diplomas, ou
plenles dos deputados pelas AlagOas: felizmente ja p
de aquello povo respirar desassombrado ; taltez que a
gora administren) justica n'aquella provincia, talver que
baja segursnea da pessoa f de propriedade. Comea-
la modo de eleii.oes arra/a-se o Brasil, nio ba que du-
vidar ; e melbor seria que se concordasse desde ja em
um ponto, que por cerlo iris a ser pedra angular do
soergo publico, e da prnsperidade do paii: a concor-
data (eria um ou, qusndo muito, dous arligos, que lio
como soguem (salva a redac(io) :
Art. I. O Imperador nomeia os ministros; e estes os
senadores, depulados, e para os mais cargos de eleiclo
popular.
Art. II. Quando parecer conveniente ao ministerio,
nio se leuniraas cmaras legislativas e assemblas pro-
unriaes, mandando todava pagar aos seus membres o
competente subsidio e ajudas de cus'o.
Nio Ihe parece, meu camarade, que ror este meio
ludo correra honanc> so e prospero n'< slo pair? Se qui-
zeiem adoptar n alvilre, faro um servicoao povo. Mas
vamos ao que serve : Idrio se as pslentea dos deputados
Reboucas. Mariz Sarment lavares Bastos, e padre
Aflonsn, Os dous primeiros sao pessoag muito conbe
cidas do* Alagoannos e que Ibes lem feito numerosos
e importantsimos beneficios Dix-me o Saldanha que
ah esli na ante-sala o Reboucas, o Cavaras Bastos, e
o padre Aflonsn ; e para nio perder occasiao, accres-
cenluu que o Reboucas he um coripheo, o 'Cavares Bas-
to hevigeiimo dedeputado, eoAflonso he padre.
As patentes forio remetilas commissio respectiva, e
lamb>ni Ibe Ionio remeltidas as actas e mais papis eon-
rernenl s A eleico, que o ministro do imperio foi man-
dando por pololSes, o
Hoje continuou a disrussa do parecer da commis-
sio. Parece que o governo lem empenho nonegocio.
precisa dosvolos dos seus eleilos, porque s 11 lior. s
nio havia gente para fazer casa, e esperrio-seoilo mi
utos paia quo se reunissem. O Souza Franco tomou
a palavra para oppor-se ao parecer e pretendeo de-
monsliar que as eleiedes erio nuiles, porque das actas
mostrava-seque nao tinba havido eleicio, visto que Ihe
faltavio solemnidades essenciis. Maso governo quer,
e o que se Ihe ba de fazerr1 A inda que nio houvesse ac-
tas, elles c* havio de entrar o coripheo Reboucas,
o vigsimo Tavares e mais oulros representantes do po-
vo alogoanno, lio bons como os das provincias jare
presentadas. Isto de actas he uma pela que inventario,
eque nio serve para nade, comanlo que ellas digio
que o Sr. presidente leve tantos votos, etc. E por-
que esl agora o Soura Franco com essas nicas ? Olbe
la para o Gri-Para, o diga como ho que l se fizerio as
oleicues : todas ellas manquejio ; mais por aqui, mais
por all, vem sempre alguma dse Ihe Ora, suppondoque, em ver do Marques Lisboa, era o
Souza Franco o presidente das eleirOes, o que feria?
Omesmo que fez aquelle ; somonte com adinrenla
dos nomes dos eleitos ; einda mais elle, que sacrifico-,
a propriB dignidade psra servir o governo, comochris-
tiamente confessou n'isla casa. JM
F.nlrelanto approvurSo-sp es penfues da baronc;a d
Taquary e mais oulra. Enlrou emdiscussio o erren
damenlo do rincio deSaican, que o Candinboda Bus-
sia pedio: o Alvares Machado parece que nieveaU mu
to de accordo com osla maganeira, e lembrou que a c-
mara ja tinhs decidido nio entrar n'csta diseossao. em
quanlo nio estivesse prsenle o Si.ministro da farenda
Fallarfto o'I'homaz Gomes eo'Gabriel. e afna) fui
prncurando o obapn, que linha na rabera ; c como en
lil pedia d-iar de me rir, rbegou-so para miin com
mus re..loc.io do que seria neresaarin para ir por ca-
minlio de ferro do Pars n S. Prter.burgo, e so pos a
blalerar cmiira incivilidude da genlc moca. Eu creio
ipie so lliohoiivera replieadii, me litera elle proposl
mu duelo para escapar aos pongos da Incnmocn. Mh
nio quu en dar-lho meio fjril ,ir fgr ,, ,c |prrr
Conlinuei muito serio a meu irabalbo, enlao percorre
elle o ecri|.lorio com uma colera que nio poda disfar-
C.ir, atirandu euiu ns livros, enviudo os (oradores lias
ciirleiras, esmagando as pinnas quando Ihe ucerren a
ideia deulliar para o quu eu faiia Anda o uioiinba vis-
to, e j | rila va:
i.lo iiao be assim; ha seis erres) nesto quadro.
Mas, dn-se-llie i ii, quaes >iu ellos ?
Ora esta! salliu aos ulhns.
Todava.
Todava...... todava...... Encarregario-o de cl-
culos, um que Vm nao npto denle. Vou tornar a faser
eu uiesino chic quadro
Porein, madama de fenrlal.....
Poisliem!..... ir Vm. acoiupanha-la em mea lu-
gar, em quaiilo eu vou tmbalhar no ten.
Mas cu uio uus.irri apresentar-ioe.......
Ol! ae lio s isso, vou dar-llie para ella.......
E poi-se h esorever, diteudo-mo so ine.no. tempe,
supponlio lerem rliegadn noticias, oliendo
n. Mu quero dizer aui a qualquer, quu Vm. nio aa-
approvado que te mandssse convidar o ministro da guer-
ra; para declarar se quera o rincio P* pasto. Ah !
se o tal rincio estivesse por aqui a mo de semesr, e
nio fsse l tio looge no Rio Grande-do-Sul o Hol
lnda tomava conta 'elle, sem fazer mi cara : e como
oto engordara!.....
Virio i diseussio os filkos Ilegtimos, e estarlo 01
patriota* eviando-os qusndo se leo o parecer da com-
missio de poderes, que nio encontrou-urna s espi-
nba as elaices dss Alagoas ; mostrou, p-irm, tama-
nbo zelo pela constituido, negando assento ao padre
A(lonso, que be supplente, que Iodo o mundo fi'ou
mTermos de apoplexia. O Nunei pedio que ae julgas-
se urgente o parecer, e assim se venceo. O Wander-
ley tomou a palavra, e disse quatro rousat e meia so-
bre ai eleiedes das Alagoaa: para que aa cansa, doutor?
Contra oceo nio valem mos
e contra a pancadaria de votos nio ba nada que fazer.
Nio vio como os eleitores pelo Ceari frio todinhos
excluidos d'esta casa T nio vio como frio igualmente
tratados o Aprigio, o Sebastiio do Rego.oMaciel Mon-
teiio e o Nabuco T Pois agora hio de ser admiltidnsos
5 Alagoannos pela mesma razio por que aquellas forio
excluidos. O Wsnderley nio sei que aggravos tinba do
senador Lopes Gama, e disse que tambam poda recor-
rer ao diccionario das injurias para responder eo que
elle disse no sensdo ; mas nio o faiia para que nio at-
tribuissem ao fogo da juventude. como ao logo da ju
venlude se altribuiriio as pslavras do dito senador. Es-
tas palavras lorio ouvidas com bilaridade ; mas nao sei
poique. Ha sonadores bem mocinbos. A diaeussln
ficou adiada pela bora, e poupario-se uns tantos mil
reis, que os taes que estavio na ante-sala pretendilo
empalmar, se ci entrassem.
ste deputado pedio ao governo que lanessse suas vis-
las para a pobre provincia das Alagoas, que desse pro-
videncias so menos para dar aos Alagoaoos seguranza de
pessoa e de propriedade, pois era all demasiado o sof-
rimento. O Junqueira atslhou-odixendo que isto tam
bem se entenda quanto ao passado. Vou gostsndo do
Junqueira; tem as veres franqueza i D. Mannel : se el-
le nio eslivesse mal commigo, dava-lhe uma boquinha
na face. O Urbano drfendeo o parecer da commissio ;
tambem nio era necessario. ONunea Machado men-
dou emenda para que fsse sdmiltido o padre Allomo.
e afinal foi approvado o parecer. Nio foi novidade. En-
Irario e tomarao sss>nto o coripheo, o vigsimo, eo
Mari/. O padre Aflonso foi recambiado : com as va-
gens e torna-viagens ba de molhor. r muito.
Seguio-se a diseussio do arrendamento do Saican ao
Candido Baptists de Olivera e Souza Coulinho Vare-
lio, em presenes do Hollsnda, que declarou nio po
der dar informaves a lal respeito ; mas nio fez objec-
tio i resolucio. Amigamente, qulndo sequeria ar-
rendar alguma cousa que perleotia i naci, ou a corda,
faziao-se, editaes, que se aflixavio nos lugares mais p-
blicos ; acudiio os ci ncurrentes, e quem mais data re-
cebia o ramo : e quando por acaso se pretero essas
regres, por toda a parte ae ouviio queixumes, e dixia o
povo: Com efloitu, Thomaz Antonio, ou Paulo Fir-
nandes, ou outro qualquer, tem grande valimento pa-
ra com el le, e quei por Torca romprometler o nome
do subersno. O progreuo agora segu outra mar-
cha ; manda fazer leis para que se arrende a individuo
certo qualquer proprio nacional, e ninguem se queixa:
com semelhanle progresso daraS com tudo em pantana.
A diseussio ficou adiada.
Ora agora, my dear Semine!, toca-!be a sua vez.
Muito Ihe agradeco o acolbimento que deo a estas po-
bres carias, sem saber quem Ih'as remeltia : continu
delender as columnas do seu peridico
Dos
Thoono
E LlBERDADE
e fura grande servido ao Brasil.
ET CONSUMMATUII EST I
E acoliou-se
O F.P.LOG 10.
Paco da camara'dos doputado*', 19 deagosto de 1845.
RIO-GRANDE-UO-NOBTE.
GOjajUte DA PBOVINCIA.
Corres pendencia vo Exm. Sr. doutor Casimiro Jote
do Moraet Sarmtulo com a tke-
tou/aria de atenda.
ANNO \>A 1845.
ivjoiio7.
N. 149. Com1 quanto deva o 2. lente do impe-
rial corpo de eng nbeirns,Manuel da Silva Pereira, res-
tituir o que de mais V. S. Ibe mandou abonar; com
quanlo Ihe bouvesse eu ordenado em eflicio n. 88 de
28 de junbo ultimo, que Ibe mandasse descontar o
que elle havia peicebido indevidamenle, visto que a su
commissio be de esidencia, e nio activa; nio deve esse
descont ser feito de'tima vei, como V. S. determini-
ra a pagsdoria; pur quanto deste modo ficaria aquelle
official privado de todoa os seus encmenlos de um
mez, e impossibihtsdo de subsistir, sem que disso re-
sullasse utilidsde alguma publica, assim como nio ha-
tera detrimento de se lealisar de um modo mais suave
a odemo.sacio a que elle be obrigado : por consegun
te ordeno a V. S. que. revogando a sua deliberadlo,
nio mande descontar cousa alguma ao dito oifiwal, em
quanto elle nio houversatisleito o que recebeo no Rio
para o seu transporte a esta provincia;por conta do que,
segundo as ordens imperiaea. ja se Ihe deduz todos os
mezes a metade do seu sold e gratificado. Daos guarde
a V.S Palacio dognvernodo Rio-Grande do-Norte,7de
agostode 1845.-Dr. CaiimiroJosde Moraet Sarmtnto
Sr. inspector da thesouraria de fazendadesta provin-
cia.
DiaW.
N. 180. Cumpre que V S me inlorme.qoala ra-
zio.por que anda nio aatisfez a ordero desta prestden-
cie, pela qual se Ihe mandou que fornecesse o espi-
llo ooromandante da fortaleza da barra desta cidade
14 prendas de chumbo, 3 lanterpssde vista, e um
jogo de balaocas. Dos guarde a V. S. Palacio do
governo do Hio-Grande-do-Norte ll de agosto de
de 1845. Dr. Casimiro Jos di Moraet Sarment.
Sr. inspector da thesouraria de fazenda desta pro-
vincia.
N. 151. Communicsndo a nomeaeio du hachare)
Jos Uenrique deOliveira para aervir interinamente o
emprego de procurador-fiscal da thesouraria de fa-
zenda.
Dia 12.
N. 152 Participando que forio transmitidas ao
Kxm. ministro da guerra asduas coritas da despeza mi-
litar, que virio inclusas no officio n. 172,desta data.
Dia 13.
N. 154.Cumpre quoV. S. me oforme rom i
possivel brevidade.quantas saccas de fannha anda exis-
ten) no aimaz-m da alfandega, das que forio a elle re-
colhidas por ordem desta presidencia. Dos guarde a
V. S. Palacio do governo do Rio Grande do-Nor-
te, 13 de agostode l8i!r. Dr. Cas-mito Jotde
Motan Sarniento. Sr. inspector da alfandege desta
cidede.
N. 155Mandando abonar os vencimenlos de rin-
da e volta escolta de guardas nacionaea, que condu-
mio, da villa do Principe a esta capital, 5 reorutaa; cuja
pagamento ser* feito a vista do prel assignado pelo aju-
dente as ordens da presidencia.
N. 156. Em addilamento ao meu officio, boje
datado,sob n. I55,cumpre-me dizer-Ibeque doveman-
dar pagar igualmente os vencimentus dos o reclutas
vindosda villa do Prineipe, avistadopret incluso, as-
signado pelo ajudante de ordens da presidencia, aa
impoitancia de 10.800 rs. Dos guarde a V. S. Pa-
lacio do governo do Rio-Grande-do-Norta, J3 dee-
gosto de 1845. Dr. Catimiro Jote de Moraet Sar-
ment.Sr. inspector da thesouraria de fazenda desta
provincia.
N. 157. Acusando o recebimento do cilicio em
que informara o motivo, por que deiiuu o inspector do
satisfarr a requisijio do commandanto da fortaleza dos
Santos-Ruis-Megos desta capital.
Dia 18.
N. 158. Faca V. S. eztrehir, e remeta-me copia
aulhenlica de todas ss fulbaa semanaes das ferisa dos of-
ficiaes srvenles, e mais pessoas, quo estivno em-
pregados na obra da fortaleza da barra desta cidade, e
que lorio pagas por essa thesouraria ao 2.* l-
ente Manoel da Silva Pereira. Dos guarde a V. S.
'Palacio do governo do Rio Grande-do-Norte, 18 de
agosto lie 1845 Dr. C. J de M. Sarment. Sr.
inspector da thesouraria de faienda desta provin-
cia.
N. 159.Particioando que leve, o conveniente des-
tino o oflicio n. 30, dirigido ao Exm. ministro da fa-
zenda, acompanbado dos balancos da receita e despeza
da thesouraria de fazenda, e da substituido das notas,
(ydopertencente ao mez de julbo (indo.
N. 160.Ao inspector da allandega, mandando
entiegar a Manoel do Naseimento Thenorio trala e
qualro saccas de arinha, das que virio da corte.
Dia 19.
N. 161.Ao mesmo, mandando entregar a Manoel
do Naseimento Thenorio 6 saccas de larinha, dai que
virio da corte.
Dia 20.
N. 162Ao mesmo, mandando entregar ao cida-
dio Joaquim Ignacio Pe eir uma sacoa de farinba.das
que virio da corle.
lie o seu oflicio ; quanl.i o Mr, Dallos. dir-lhe-ha Vm.
o que quitar......... Aqu lem, eisaqui a carta. EnUo
mo vai ?
Confeaao-lhe, minha Sra., que a minba vaidada
de caixeiro nao foi at oponte de resistir as agonaa des-
so pobro lioinrui, litu dellaa compaixio, accilei, n ereio
quu Ihe dei grande praier, porque iiumediatuiuenle ex-
clamou cum a sua exccllcnt bunbuniia :
Eisah o que be ser moco, todas as venturas se
Ibe cliegSo : os velboa faieiu-llio o irabalho, e elle vai
para o campo cora una raullicr encantadora.
Amelia coron.
Quera perdoar, minha Sra., continuou Anselmo,
he Mr. Cimbel quem f.illa, e se a Sra. aoubeste quanias
rccuiuiuendaces mo fes elle !
Quo rocuniuiriidacoesi'
Anselma calou-so por alguna |mumentoa; o depois
responden:
Forio longas, e sobre miiitos nlijeetos..... Disse-
""'..... Maa iaao que importa iSr.? Cbeyou aduer-
me: au inaiata mullo para ir pelo caminlio de ferro,
Correspondencia.
Srt. Hed.ictoret. Tendo-se-me asseverado que um
moco do Rio-Grande-do-Norlc, que frequenta a aca-
demia de Olinda, empregava todoa os seus estoicos para
que os peridicos deala cidade acceilassrm os seus ea-
criptos contra o presidente do Rio-Grande-do Norte,
me persuad que esle mor;o, i quem dei caitas de re-
eommendadk) em lavor de seu mano, que era promo-
tor, e de seu lio, que era, e anda parece-me que be,
ajudante de ordens d'aquelle presidente, se contives-
se as raas da decencia e moderacao; poique posto
que nio livesa com elle relsc5es o kupi>unha bem e-
ducado:ede logo me piepaiei para defender aquello
olio que (or dn seu guato, tanto ba o meu desej de sa-
tianrtvrra Mr. Cambci.
Na vordade, Sr. disse Amelia mala picada du que
alegro, nio obslanle rir-io quando aaaun fallava, na
verdade lem Vid feito um eminente servico a Mr. Cam-
liel, que Ihe deve eslar milito obrigado.
Recejo bem que s ello < esteja, disse Anselmo
serrindo-se, c com os cilios em madama Leurlal.
' Se o seu reconbeciuivntu fur igual au seu terror,
ser inmenso, meu Sr.
Se aSra.pcnsa, replicou Anselmo anda rindo-ae,
que lenbo exagerado os terrores de Mr. Cambe!, desrn-
ganar-se-lia quando rbegar a Sainl-Gerniain, porque
Mr. Cambo! be um hroe a par de Mr. do Foriis, Esta
lem ataque de ervos, S ao unir o nome vapor ; qa*as>
em Ierra, quer no mor, o vapor be para elle um inuoa-
tro borrivel. Diaque he o minntauro, (|uem n seteJfc
sacrifioa lodoa oa annua milbarea de victimas. Tomou o
Irabalho de exlrabir dus jornaes a narraci.. de todaai
expluseadecaldeiraa, do todos os choques de carrf
gens ; conla os cadveres, calcula as pernos c bracul
quebrados, soinma.......
Pnriii i .vista dos repelidos sucerssos, deque oH-.
., glu milicias de inda a parle, uin he issu inteiraniente to
he mu apVi praier, que Vm. com a sua cobeca de mcolridirulo, como Vm. pretende seuhor meu,'disso Amalia
doiidorrasLauhariuuilu agradavel, mas quu nto aeduzi-1 iilerrumpeiidu Anselmo cum lum spero,
ra por ceTM-a urna mulher lio seria, tan tranquilla, taol
perfeila oumo madama de Leurlal. E eu esluu prumptol
a obedecer aus coniellios que receb, ea seguir o oauii-1 *' (CenfsfHsr-M-4a).
m.


^^
presidente ajaierguicCes, que por ventara Ibe oseem
feiUs por este moco ou por outro qualquer, de um mo-
do compative! com a minha dignidade, com a do a-
migo ausente ; mas cbegou a vez dedetengahar-me.
No /. idadur ulluno appareceo a aprogoada corres-
pondencia desle moco, que lee a Imarria de assignar o
nu nome por iot-Mro, para que no Rio Grande e entre
o esludantcsse lallasse do si. nao se envergonbando
deeaerover as torpazat, ue se lem em sua correspon-
dencia, e cuja leitura basta para caracterisa-lo ; Ul-
vesque elle.nio compraheodesso o ridiculo, e infamia
de que se cobria.
Confesso que, apeiar do proposito, em que eslava,
senti toda a repugnancia de entrar em lica com seme
Innata contendor, que nada mu merece de que o des-
prazo : iora demasiada bonra responder as sandicea e
grosseiros insultotjj.eom que o Sr. Jeronymo atauou o
seu araniel, preparado de longos dia, ae nao mezes,
atoa de que repugna eom o meu carcter entrar na
via dos insultle torpezas, para os quaca, contestando
ru inhabilitado, annuncia este Sr. um talento precoce;
edo-lbe a palma de bom grado.
Urna cireumstancia, porm, me determinou oceu-
par-rae da mencionada correspondencia, e foi o refe
nr-se ella, nao sei se por piopna autoriJade, ou se
por consentimento de alguem, ao Sr. Figueira de Mel-
lo, de quem aou ami.o ; declaro qoe o que rabiscou
o Sr. Jeronj'no he urna miseravel calumnia s propiia
dalle, e desafo ao Sr. Figueira de Mello paja que en-
cele urna discusso, exhiba os lacios a este respailo, le
be que pisto leve parle, o que duvido e nio posso a-
creditar; que eu em notne de meu amigo, o presidente
do Kio-firandado Norte, nao duvido de acceita-la,
pois que lenho a ma s profunda conviccao da lealdade,
e oubreza de s- ntimenlos de dito meu amigo,e nao du-
vido de defender a sua bonra, como a minha pro-
pria.
Antes de terminar estacarla devo declarar que de
multo lempo sei qne o Sr. Jeronymo so empenba com
o directores do I.idadur para que abi fossem impressas
as suat lucubracSes, e que ltimamente o conseguir;
maa nanea me embaracei eom islo, nunca dei o menor
passo para obsU-lo. posto que tenba relaiOes, e al
intimidada oom alguns destes Srs. que sio publica
mente reconheeidos como tana ; e ellea que me desmin-
ti, ae nao digo a pura verdade. l'inha a oonscien-
cia mu tranquilla a cerca du moderscio, prudencia e
acert, com qoe tem procedido o presidente do Itio-
C-re*de, para que reeeiassa qualquer censura 4 seu res-
pailo, e al desvjava que se ma porporcionasse occasio
da poder justilioa-lo de qualquer arguicao ; por este
lado fllo linhs receio algum, e nio me persuada que
o Lid ador estampaste em auas paginas os miferaveis e
grosseiros insultos dos eorreligionariot de Manoel Ki-
beiro do Ass, bem conhecido pelo que praticou pesia
cidade; e que para O unco fm de vilipendiar torpe-
mente a um bomem honesto acreilass* o pacto, que se
llie propunbj,e de que se jactara este Sr. Jeronymo por
toda a JH .cpmo crianca e inconsiderado que lie;
nesti parte I tambero illddido, e ebegou a vez do des-
engao. GaRla o Sr. Jeronymo agora com as paginas do
Lidudur para ehalurdar se, e insultar brutalmente o
presidente do Rio-Ggrande- do Norte; pode largamen-
te cavar o seu despeito pela demissio de seu roano pro-
motor,que axia luccumiir a$ victimas sepuhura.(')\
e dada por motivo jusiiliuado, eque prova o documen-
to junto; pude mesmo cava-lo contra mini, pois que
Ibe oio deve ser negada o direilo de defe/a ; eu Ibe
prometi nio ocoupar-me mais com elle, note se bem,
com elle; tenbo felo mais do que devra. Esla retposta
servir por, todas, e oern esta intima teria, te nio lora
a cireumstancia cima ponderada; fique, pois, enlen-
dendo o Sr, Jeronymo que nio quero, que nio deve
oceupar-me com oa teus brilbantes escriptos ; fioa-lhe u
campo livre, e desempeado ; e ao Lulauur dou os pa-
raban por la o excedente acquiiicio. Sou, /c &c.
J. B. G. A.
- VivaS. M. olmperador, o Senhrir D. HedroII.
Vivi o poderes constilucionaes do imperio.
Quartel do *.? batalbio deartilbaria a p de t.* li-
ona no Hospicio em Pernambueo, 28 do aotembro de
1843.Jos Vicente de AmoriniBexeria, lente co-
ronel commandante.
com
Alfandega.
RNDiiiKirto dd du 30 no p. p..........4:83l/i232
ftacarregad hoje 1."
BrigueImportadormercadoriai.
(alora Co/umbusIdern.
BarcaFirmexadem.
Consulado.
BENDIM8NT0 DO DU 27 DO P.P.
Geral961*801 Provincial350H82
iloviujeuto do Porto.
IVavio enlrado no Ha 30 do paitado.
Lisboa ; 33 diis. brigue portoguoi Hoza, de 125 to-
neladas, capitao Jusfc Francisco da Costa Rocba, e-
quipagem 12, carga vinbo e mais genero* ; a Fran-
cisco Severianno Rabello: passagoiros, Francisco So
verianno Rabello e sua sobrinba Mara Cornelia de
Oliveira.
Edital.
N. 1. lllm. Exm. Sr. Nio tendo sido possi-
vel reumr o jury da villa du Goitnninha, vendo-roe p ir
ifcso na necetsidade de dissolver a sessao. cu jos trabalhos
devenio ter principiado no dia 2 desle mez, marcado
para esse im, surcede que o promotor publico Leoca-
dio Cabral Raposo da Cmara, que Com muila ante-
cedencia; a sein eu o saber, haiia partido desta cap
tal para acuella villa, nio se tenba anda recolhido i
capital, ^ecorrendo nove das drpois que levantei a
teisio referida, esou informado que d'alli seguir para
o enganbv Curiha: e cmo eu deva agora convocara
segunda tessio do jury desls capital, e nao o pssa faier
pila falta do promotor, que romo clavicularlo deve as-
silir ao sol tea me n tu, ao qual com tudoeu poJeria pro
ceder, se pr-^enlura elle, quando se retirou, livesse
entregue a chave da urna ao respectivo subdelegado ;
julgo de meu doier levar o expendido ronsideracio
I",te. para deliberar como juUar acertado : e seja
que tor a deliberc*o que V. Exc a respe lo tomar,
Ibe rogo seja com vistas de me tirar do embarazo em
que me vejo de s< rvir com um empregado, que sobre
ser inleiraineii'.e nlialiil, he de man meu inimigo ju-
rado. Dos guarde a V Esc. Cidade do Natal, em
12 de junbo Ue 1845. lllm e Eim. Sr. doutor Casi-
miro Josa d- Murae* Sarment, presidente desla pro-
vincia.JuHo Paulo de Miranda.
A camaia municipal da cidade de (Jltnda e $eu termo,
em virtude da lei *c.
Faz saber, que, nio t-ndo apparecido licitantes para
lan^arem nos contratos desta cmara, de novo le faz
publico que lera lugar, no dia 3 de outubro prximo ,
a ultima praga dos contratos seguinles : o imposto
das canoas d'aitoa do Varadouro as casinhas da nbei-
ra altrricio e revisio dos pesoa e medidas, o arma-
zem grande e pequeo ambos no lugar do Varadouro
E para que chegue ao conbecimento de todos manda-
mos publicar o presente peta imprensa. Cidade d-
Olinda, 27 de Selemhro de 1845. Filippe Manoel
de Ckritto Leal, pro-presidente. Jodo Paul Fer-
reira secretario
te quero Ihe Ozer eolrega, em sua casa defronle da
igrrja de S. Francisco, de uro roulatinbo, cujns sig-
naes sio os seguintes : chama se Jos, he filbo do
sertSo do Cear, representa ter de dade 11 4 12 annos,
d cOr entre fusca e amarellaca, cabellos enroscados e
bem pretoi, olhos grandes, vivse na flor do rosto, na-
riz apapagaiadn, bocea grande o labios linos, denles al-
vos, largos e separados, pescoco curto e grosso, peitns
largos, ventre saliente o opillado, pomas grossas, pl*
apalbetailos o di'daaaiflibados, falla expressiva, regns-
ta e cantaroleiro deToailitlias do sertSo; costuma inli-
Ifrar se forro e orpho: fugio no da 23 datoslo pro-,
simo passado, levando camisa compridajBalgudio da
} abaixo assignado anuncia ao respeitavel pu-
I licojaja'e, ape/ar das maiores diligencias, nio foi pos-
sivel fareiorrer as rodas da lotera do seminario epis-
copal no oa marcado, em razio de acbar-se anda por
ettrabir urna nio pequea porcao de bilhetes, nio obs-
tante haver o seminario resolvido fazer o sacrificio de
tomar por sua conta 500 bilbelea. Mas, como felizmen-
te a estrac?So tem sido mais rpida de ante-hontem pa-
ra ca, espera oabaixo assgnado mu breve poder an-
nunciar o andamento impreterivel das rodas, confiando,
entretanto, em que a religiosidado dos concurrente*
visla do um fim lio pi, se desenvolver mais nwfes
ltimos das, a fim de que o seminario nio expon ha o
>eu pequeo beneficio a tamanhas contingencias da sor-
te. -Joi Hento da Cotia.
O Sr. Polibio Francisco dus Santos tem urna car-
ta, na ra do Trapiche n. 34, segundo andar.
- Pedn-ie a pessoa a quem se empenhou na deo um
nnneli de ouro formado da trenca, ou encade menlo
de duas cobras, lendo eslasdous mu pequeos ru-
liiris, que fingem osolbos.e o annel um bnlbanle no
centro, que queira nianila-lo entregar na casa n. 15,
prmeiroajdar, na ra da Cadeia di-st liairro deSan-
Ueclaracao.
= Manoel Francisco Coelho, prolessor publico de
grammatica latina da freguesa de S Jos Jesta cidade,
avisa aos paia de familia, que o exeicicio d'aula de la-
lim da mesma freguesia eomega no dia 1. de outubro:
os inleressados compareci na aula e casa de sua resi-
dencia, na ra do Fagundes, n. 20.
Companhia Italiana.
Sabbado 4 de oulnbro ser represen-
tada pela primeira vez a opera lindissima
ELIXIR DE AMRem beneficio do di-
rector da companhia Jos Vlarinangeli ;
elle ludo espera da ntelligencia deste res-
peitavel publico. Os follietos ('em versos
porltigiiezes) da peca, vendem-se por
,'iiu res na casa do director, ra Mova
n. 7, segundo andar, como tambein os
bilhetes de camarotes e platea. INo dia
da representado achao-se no boliquim
do Theatro.

ivisos manlinios.

Fublica^o a pedido.
Camarades! O governo imperial ordenoua marcha do
batalbio para esta heroica provincia,patria de Itrasileiros
Ilustres e nossos conterrneos, que oulr'ora parlilhario
copmuioa a gloria do tnumpho na poca da indepen-
dancia, a depois, em 1838, na susteolacioda ordeui pu-
blica da provincia da Babia, a que perleocemos.
A briosa conducta, quebaveis ostentado desde 1839,
atMatenho a bonra de commandar-vot, tanto na rOrte,
naa provincial do Maranhio, S. Paulo a Minas,
onde havemos militado, e ltimamente grande parle
dava as Alagoas, e na nossa meiroa provincia, don-
irfba pouco, partimos, he a maior garanta que tenbo
i esperar de vos a Gel execucio do todos os preceitos
da disciplina e subordinado, a fim de continuronos
couanra do governo imperial o a estima
publica. |
Cantaradas I Seja (como sempre) nossa divisa,
obdiaaciauniioe pundonor militar.
Viva a nossa santa religo.
('} Trecho de um libello accuiajorio.
Para o Aracaly an nestes das a sumaca Flor-do
Angelim; a qual se acba quasi earregada : para o res-
tante da carga e passageiros lrala-se com o roeatra
Bernardo deSouza ou com Luiz Joa de so Araujo ,
na luada Crut, n. 26.
= biate Novo-lmda seguir* para o Aracaly no
dia iti de outubro, tendo j parte doaeu carregamenlo
tratada : quem nelle pretender earregar, se poderi en-
tender com Antonio Rodrigues Lima,na praca do Coin-
mercio, ou na ra da Cadeia doHecifen. 1, priroeiro
andar.
O brigue-eicuna Itabel seguir breve para o Rio-
Grande ; anda pode rceber algum* carga : quem do
mesmo quizer earregar, embarcar eacravos, ou ir de
psssagem, pode enlcnder-se na praca com o capitio Joa-
quini Antonio Gadre, ou com Amorini Irroios, na ra
da Cadeia n. 45.
U brigue nacional A"dte-Bom-Fim segu para o
Rio-de-Janeiro, mpreterivelmente no da 4 do corren-
te; anda receba elguma carga oiiuda. passageiros, ou ea-
cravos afrete.'lrata-eecomooapitioedorio Joaquim Fer
nandas Coelbo, ou com Manuel Jos Machado Malbei-
ros, na ra da Madre-de eos, n. 5, primeiro andar,
i= Para a Rabia, sai nestes 4 das, a sumaca i. An-
nn ; para carga e passageiros, tratase com Novaesi
Companhia, na ra do Trapiche n 34.
Le.Iao.
Jones Paln & Companhia lario leilio por in-
lervencio do corretor Oliveira, de muilaa lazendas io-
glezjs de varias qualidades para ullimacio de factu-
ras e proprias do mercado : quinla-feira 2 do cor-
rente as 10 horas da manha cm ponto no seu ar-
mazein ra do Trapiche-Noto,
Avisos diversos.
= bilbete n. 3579 da 1.* parla da 18.* lotera a
favor do seminario de Olinda perlence ao Sr. Silva Res,
do Maranhio.
O L DADOR
>ahira bo|e o n. 55, e acbar-se-ba a venda ai 3 ho-
ras da larde na praca da Independencia livraria nme-
ros 6 e 8.
* B, J. Fernanda! Barros gratificar generosamen-
o AnlonrB, e se fatisfar a quantia, quo se tenba dado,'> no Rucil
o promtese guardar segredo; mas, quando nio entre-
gue, se publicar seu nome, o meio por quo houve o
dito annel, e se usari da accio legal, c competente pa-
ra o haver. Semejantemente se pedo o mesmo a res-
peilo de urna colberde prata de comer soupa, cuj co-
iberhe lisa, e lambem te satisfar a quantia, quem
tenha dado.
Precisa-sede um criado, quo saiba bolear, tra-
tar e curar cavados, que tenba boa c nducta, tom vi-
cios, e nio seja oioqj : annuncie, ou procure na casa
da ra da Cadeia desle bairro n. 13, primeiro andar.
Aluga-ie, do rio Capibaribe, pelo lempo da (esta
ou puranno, urna casa para grande familia com solio
baslanle grande, cosinha fra, coxeira, casa para pre-
los, estribara para 4 cavsllos e cacimba com boa agoa,
no lugar da Capunga com frento para o rio : a tratar na
ra da Madre-de-eos, casan. 36, segundo andar.
Quem quizer alugar um preto para servente ou
outro qualquer servico, falle na ra da Praa, no tan-
que d'agoadoSr. Cardeal.
= Aluga-se urna preta para o servico do casa : a
tratar na travessa do Lobato D. 18.
Toma-so al a quantia de um cont de ris, com
oa juros de um e meio por cento com muilo. boa
firma, ou coro bypotheca em predio de muilo valor:
quem quizer dar dirija-se a ra da Gloria sobrado
de veranda de pao n. 89.
= O Sr. Manoel Antonio da Silva queira vir resga-
lar a prata, que tem empenhada e na Lilla sera ven-
dida para pagar o importe de sua leltra, e juros que
leem decorrido desde dous do levereiro do correnle
auno ; na ra da Cadeia do Recile, n. 47.
O NAZARENO N. 120
Aperar do mi estado de saude de seu redactor, foi
forcado pelas occurrencias do dia a dar este numero. Os
Biasileiroi livres, que pensem nos curios artigoi da
redaccio.
Vende-se na na ra ettreita do Rnzaro. casa da F;
na praca da Independencia loja do Snr.Themoleo ,
e em mi do Sr Torres.
A abaixo assigna'da moradora na Roa-Vista
na ra da Alegra n. 4- fa/ecienle ao Srs. credo-
res do Sr. Manoel Gomes de Oliveira qu nao se res-
ponsabilisa pelas dividas do mesmo Sr ; pois ella nAo
as fez nem Ihe deo abono em parte alguma. Eescusado
he procuraren! a mnradia da mesma lenhora Joanna
Mara da C'onceico.
Aluga-se urna rasa terrea na ra da Gloria da
Boa Vista n. 37 : a tratar no pateo da S. Cruz pa-
daria n. 6.
Ho|e, primeiro do correnle, se hio de arremalar ,
por ser a ultima praca a porta do juii do cvel da se-
gunda vara Nafcco de Araujo um escravo e varios
movis, assimuealm una ferros e utensilios de urna casa
de ourites renerza; quem os pretender comparece na
praca.
= Aluga-se o segundo an lar da casa nova na ra
do Dique : a tratar com Antonio Joaquim de Souta
Ribeiro.
Constando ao abaixo as-
signado que em sen nome s^p*
tem pretendido tomar djiihci-
ro, (azendas eoutros qbjectos
de valor, previne o publico
que nao se responsabilisa por
colisa alguma que nao lr por
elle tomada, pcssoalmente OU
por escriplo seu.
Cae/ano Pinto (la Vetas.
A pessoa quo precisar de urna escrava, costumada
a criar em casas-aarlicalares, wpara ama sacca, queira
procurar na ra do Collegio n. .16.
Fugio. da sexta para sabbido, 27 do passado, do
lugar da JvTegdalcna. do sitio de Antonio Nobre de Al-
ini'ida Junior, um lioimanso, lurado de pouco, de cor
amarelldda, enovo: quem o pegar, levando ao dito si-
tio, ou ra "Augusta casa do mesmo Nobre, ser bem
recompensado.
*= Kir piesfi-se dinbeiro sobre penbores de ouro ,
prata edAmantus, oucompra-se. fa'endo conta: oa
ra das Causes, n. 11 primeiro andar.
= Quem precisar de urna ama para casa quo sa-
be cotiohar lavar e engommar dirija-se a ra de
S. Francisco por baixo das armas do hospital da Or-
dem lerceira que achara com quem tratar.
= Precisa-so fallar coro o Sr. Frederico Augusto de
Lemos a negocio de seu inleresse ; e como se ignora
a sua ino/ada podor-se-ha dirigir a ra da Praia ,
n. 40 A. *
Di'sjpp neceo, da amarra^io da. boceo do Capim ,
tecilu urna cauoa de carreira de um so pao
SOCIEDADE
PHILO-DBAMATICA
O primeiro secretario lembra aos Sr. socios que
boje ha sessio ordinaria.
k Precisa se de um preto de meia idade ou de
um moleque ; na Soledade. padaria do sobrado n. 22
= Roga-se ao Sr Juio Lopes dos Sanios Macedo,
baja de vir tirar um babu que existe na mi de Anto-
nio da ''Iva Angelo no prazo do 8 diaa ; do contra-
rio ser vendido para pagamento do dito Sr.
Precisa-se de um caixeiro para venda : na ra
do Amorim venda n. 17, se dir quem precisa.
= D-se dinbeiro a juros com penhores de ouro e
prata, mesmo ero pequeas quantias : na ra da Praia,
D. 22.
3= Aluga-se urna 'casa terrea na ra Bella com
dues talas, duas alcovaa um quarto no interioi da
casa cotinha fra, quintal e cacimba : a tratar na ra
do Collegio 11. 15, tegunJAndar.
= Na madrugada do dia 30 do passado (ugirio do
porto da ra Nova 5 prancLes de louro ordinarios;
quem delles der noticia aera generosamente gratifi-
cado na ra do Sol, n. 19.
Aluga-se o segundo andar do so-
brado sito na ra Diteita, com bons com-
modos : a tratar na ra do Collegio, se-
gundo andar n. i4*
eom um rombo na proa j preparada foi pintada de
encarnado por liAarye verde uor dentro ; cujas tintas
esli desbotadas ; tem pannetro de pinho, o outro pe-
queo na pina, 4 bancos inclusive os dous do ca-
noeiro : quem dola souber e der noticia, dirija-se ao
cacada Allandega n. 5. que sera'gratificado.
= Osilio denominado Engeoboca no lugar
dos Keflaidios, pVtencentb a 1). Catharina Caetana de
pcaRos Aniunes jeha se bvpothecado a Manoul
Ferreira Dinu.
= Oar., que mandou empentar, por um seu es-
cravo um trancelim do cabello com passadores de
ouro o alguma prata em chapa pela quantia de
-li.) rs. e pelo lempo de.") das, o j se tem passado
mais de 3 me/es queira vir resgala-lo no praro de K
dias, contados da dala desle do contrario ser vendi-
do para pagamento : na ra Nova venda o. 08.
Ouem tiver para dar 200 rs. a premio, com
boas firmas,annuncie por esta folha para ser procurado.
= Hoje 1, de outubro, as 4 boras da tarde, na
praca do Sr. doutor juiz do civel da segunda vara, na
ra do Sol su ba de arrematar urna casa no lugar do
Pdco-da-Panclla ponborada a Aodi de Medeiros
Coito.
Precisa-se alugar o pretat para vendaren bolos :
na Camboa-do Caimo, casa n 14.
= Ollereee-se um bomem de idade sern familia ,
para ensinar primniras lettras ou lalim a meninos
de qualquer familic que more fra desta cidade; po-
rm nio mas de 5 a 6 leguas: quem quizer ulilisar-
so do seu greslinio dirija se a ra Bella d. 45, para
tratar e mlormar-se.
= Precisa-se alugar urna ama secca qua teja de
bonscostumes, esaiba tratar de crianza, para urna
casa de pouca (amiba. Dirigir se ra do estreita do
Rozario n. 30, turceiro andar.
= Augustin Sommier, proprietarioda fabrica de car
vio animal, establecida na ra Bella n. 30, previne ao
publico, o particularmente aos Srs. proprietanoa de en.
geobo. e refinadores de assucar, que se acba com gran-
de sorlimento desle carvio de difieren les nmeros, e
comoconvem ao lakrico e refinacao do assucar; e bem
assiin pos de marfim de primeira qualidade; ludo a pro-
l'os muilo moderados.
= Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra das
Ciu/.es n. S com bstanles commodot para lami-
lla ; quem o pretender, dinja-ie ao segundo andar do
mesmo
ss Noarmazem da casada ra da Cadeia o. 17, se
acba de novo urna senaria, onde pi derao acbar madei-
ra de louro para assoalho da ruelbor. lano em qualida-
de, como em largura ; assim como, costado e assoalho
de amaiello : no mesmo armaiem anda ae contina a
vender cal branca e preta, e lijlos de todas as qualida-
des, por mdico p co,
=; Deseja-so lallar ao Snr. Jos Ribeiro da Silva a
negocio de seu inleresse : na ra do Rangel casa de
Luj Jos Marques a fim de receher umaa encom-
mendas, vindas de Braga, de sua familia.
* = Aluga-se a casa leriea da ra do Padre Florian-
no. n. 18 com buns commodot, agoa de cacimba
meieira : a tratar na ra da Cadeia do Recife 0. 25.
= Fin ies|iii por parle di-seus clientes exarado no Diario a. 213,
cuinpre-uie declarar, que estuu reconbecido em I uno
como inventariante do minha fallecida togra e que
depois de haver comecado o inventario, por estar da
posto das chaves da casa da lallrcida prata, ouro, ea-
cravos ter felo a despeas do funeral alm deou-
Iras raiOes que nio he occasio opporluna do investi-
gar foi que appareceo a caprichosa opposicio de seus
clientes; mas, cm quanto esta nio lor decidida, sou an
o inventariante e por islo mesmo habilitado a cuidar
dos bens e interessesda heranca confiada a meu cargo ;
esta be a verdade que oio pode ser contestada o
que aulorisa o meu primeiro annuncio. Jos Goma
Villar.
Trocio-se duas imagens sendo orna da N. S.
da Conceicio de pedra da Babia-, e oulra de N. S.
da Agreda muilo perfeita ; na ra da Senzalla-Ve-
Iba n. 142, segundo andar.
= Ensina se grammatica latina com luda a perei-
cio e em breve lempo ; e da mesma sorte philoaopnia
e rbetorica : na ra Nova n. 52, primeira andar.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio,botica n lO.eno Atterro-da-
Boa-Vista luja o. 48, tirio-se passaporlet para dentro e
fra do imperio, assim como despachfto-se esclavos: tudo
com brevidade.


== Alugo io, parn paiur a lesta 4 moradas de
casat eoin m'uitos eonimodos e banbeiro parlo para
so tomar nanho ; e alugao-se por preco nuil comino-
do do que nos outrol annos: tembi-m se aluga uma
olaria na Passagem-de-Magdalena defronte da Ca-
rlinga colft barro para tbda obra e grande terreno
para ter 10 ou mais vaecas annuaes, por ter bom pas-
ta t a tratar no sitio do Cajueiro.
3= Aluga-se uma casa no pateo de S. Jos : a tra-
tar na ra do Livraineoto, botica n. 22.
.Zeferino Dias l-'erreira retira-se para lora da pro-
Tiocia.
Aloga-se uma preta que saiba tender na roa ,
u seja fiel : na ra Direita padiria o. 24.
Hoja, primeiro de outubro na porta do Sr.
dootorjuit da segunda tara docivel, e Ka de arrema-
tar uma casa torroa no lugar da Casa-Forte, eom
as frentes de lijlo e os lados de taipa penhoradaa
Vicente Ferreira de Mello por eiecucao de Jos An-
tonio Marques, araliada no mdico proco de 400* is.
Compras.
K Comprao-se duas pretas de 12 a 18 annos, que
saibio coser engommar o lavar ; na ra da Madre-
de-Deoa n. B, primeiro andar, em casa de. Manuel
Jos Machado Halbeiros
= Compra-se uma cadeira de arruar, queeiteja em
bom estado ; quem tivor, annuncie.
= Compr8o-se 3 travs; sendo de sapucaia cora-
do ou massaranduba : na ra do Litrameoto boti
ca o. 22
Compra-se um diccionario Magnum Lexicn e
uma Selecta ; na ra de Hurtas n. 68.
Comprio-se urnas taboas de Senos, vro nuti-
co : quem livor annuncie para ser procurado.____
Vendas.
a oOO ra. a
bretanba de
rs. a vara -, su-
= \endom-se 10 arrobas de cera amarella, da trra;
na pracada Independencia livraria ns. 6 e 8.
Hom e barato !
=Veodem-se riquissimos cortes de riscado chinez ,
de l6covados, a 4500 rs. o corte, riscados francezes ,
muito finos, a 220 o 300 rs. o covado ; superiores cor-
tes do chitas multo linos, de 13 covados, dasas Mo-
dernas a 3200, 5500, 3800 e 4500 rs. ; corles de
ditas com 10 covados escuras a 1600, 1800 e 2000
rs. ; lindissimos cortes de terlatana muito superior, a
4500 rs de gosto o mais moderno ; cortes de notos
padres do cassa chitas transparentes de muito bom
gosto, a 2400 e 2500 rs. ; casimiras de muito bou.
gosto para caleas, de superior qualidade de quadros
e listras a!200eUOO rs. o covado; bretanhas de
rolo a 1600. 1800 e 2000 rs. a peca ; esguio de
superior qualidade e de puro linho muito lino a 1500
rs. a tara ; bretanha de 0 taras, do lindo puro lina,
a 2800 e 3200 rs. ; superior luslao branco a ls rs. o
cotado ; pecas de bretanba de Franca de 4 palmos
e meio de largura de qualidade a mais superior sen-
do de linho puro de ti varas e meia ,
peca muito fina tal e qual ao esyuio
linbo muito fina a 660. 640 e720
periorbrim trancado branco de puro linho muito fi-
no a 1000 o 1400 rs. a vara ; panno fino aiul e pre-
to a 2500 rs. o covado ; setim de Macao prelo para
collete de superior qualidade. a 3200 e 4600 rs. o
covado ; chitas a 120, 140, 160 e 180 rs. o covado ;
ditas finas escuras a 220 e 240 ris o covado ;
pecas de chitas, a 4500. 5200, 5500, (000 e 6500 rs.,
escuras ; madtpolio, 150. 160 e 180 rs a vara ; di-
to lino a 200, 220 e 240 rs. a vara ; madraste fino ,
a 280 rs. a vara, e a peca muito lino, a 5200, 5400 e
jO rs. ; superior madapolao entestado a 6800 t.
a peca ; madapolao a 2800, 3200 e 3400 rs a peca;
dito fino a 4000, 4200 e 4600 rs. a peca ; chales de
laa e seda muito finos e grandes, a 4500, 4H00 e 5000
rs. ; chadrez de linho, de muito boa qualidade e pro -
prio para jaqueta a 320 rs. o covado ; alm dcslas a -
rendas, ba outras muitas de superior qualidade por
barato preco: na ra do Collcgio, lujan. 1, de An
tonio de Aievedo Villarouco& lrmio.
- Vende-se cha bysson em caitas de 13 libras, em
poredese arotalbo; em casa de Malbeus Autin & C. na
ra da tllandega Velba n. 36.
Vende-se uma escrava de Angola muito bem
parecida, alta e corpolenta representa ter de idade
"5 annos sem nenhum vicio nem achaques cozinba
diario de una cosa engomma, cose soilrivelmvnle ,
e fai muito bem bicos e rendas; na ra do Queimado,
casa de Antonio da Silva Gusmio.
= Vende-fe um molt-que de 12 annos, crioulo ,
de bonita figura ; na ra da Cudeia do Recife n. 47 ,
priuieiro andar a tallar com Jos Pires de ,.Moraes.
= Vendem-se 12cadeiras, duas banquinhas lu-
do de Jacaranda e uma cama de oleo com colchos,
ludo com poueo uso ; na ra da l'raia n. 22.
*= Vende-se uma canoa aberta em bom uso, que
carrega un milheiro de lijlos por preco commodo ;
na roa da Cadeia do Recife n. 57.
=s Vendem-se e olugao-so muito boas bichas de
Hamborgo muito grandes e as melbores que ha na
trra ; e tio-se applicar para mais commodidade dos
pretndenos : na ra e>lreita do lio/ario defroole
da ra das Larangeiras foja de barbeiro, n. 19.
cae Vende-se superior tinta francesa em garrafas
grandes; dita de marcar roupa ; estojos dr- natalhas
acontento; capachos redondos e compridos ; sapatos
de borracl>a ; riqusimos cortes de cambraia chega-
dos ltimamente; superiores caixai de tartaruga e mis-
sa ; roais modernas ahotuaduras douradas para ca-
neas ; medidas para alfaiate pelo diminuto preco de
80 rs. ; ludo muito barato : na ra largado Horario ,
o. 24.
=Vendem-se 4 escravos pecas para o trabalbo de
campo e da praca ; um lito bom canoeiro ; um di-
to bom ferreiro de toda obra de engenho ; um dito bom
cozinbeiro ; dous ditos de meia idade, por 250 ri ca-
da um, bpna para trabalharem e b. toiem senti-
do i um sitio por a iato estarem acostumados ; dous
mulatiohos de 10 a 12 annos ; duas pretas de 20 an-
nos recoifeidaa colero, engommao e coiinhlo; duas
ditas por 500* ra. cada uma co/iobao Uvio roupa
evendemoarua ; dual negriobasde 12 a 16 annos :
ni roa do Crespo o. 10, primeiro andar.
=s Veode-ee am cali de prata, co paleo e ec-
Iber e duii pedm d'arai; na ra de Hortii, n. 140.
Na tenja nota defronle do beeeo do Trem, con-
tinua-se a tender, em grandes e pequen as porces, er-
ro! em sacca, por alqueire e arrobas por preco mul-
lo em conta ; boas costelles de porco, muito Irescaes;
boa manteiga de 400 rs. al 880 rs. libra; e todos
os mais gneros de venda, de boa qualid ade e por preco
muito commodo, a dinheiro a vista.
= Vende-se uma parda de 18 annos, de muito bo-
nita figura de boa conducta oejueie afiance, boa
coziobeira por ser esta a sua. oceipayio engouimj
no, e cose chio ; o motivo da venda se dir ao compr
dor; poisnitfse tende por ella ter ticio : nobeccod
Poixe Frito.^aftl, primeiro andar.
=' Vende-se uma canoa grande de 60 palmos de
comprido de um s peo, propria para abrir *PP,r*
canda aberta ou d'agoa e mesmo para barcada; dual
ditas a bertas tamben grandes que carrega mil li-
jlos de alvenaria ; uma dita d'agoa, ja usada : na ra
de Apollo ,. tanque d'agoa, n. 28, nbaa as 4 da tarde,
= Vende-se umescravo bom oIBcial deearpini, de
toda obra da pnce e de engenbo ; na ra do Crespo ,
n. 10, primeiro andar. .
=. Vende-se uma preta da 20 aonos de bonila fi-
gura i ptima para todo o servio e mesmo para mu-
cama ; uma negrinba de 12 annoi- muito bonita e
j faz lodo o servico de uma casa ; urna bonita preta de
muito boa figura ', coiinheira quilandeira e lavadei-
ra de sabio e varrella : na ra larga do Rozario, n. 4o,
segundo andar.
= Vendem-se 5 escravos. proprios para todo o ser-
tico ; ao comprador se dir o motivo da renda : na ra
doi'I'anoeiros, n. 2, segundo andar.
= Vende-se sola ; couros miudoi ; beierros; cai-
nsde tartaruga : na ra da Cruz n. 26.
Vende-se uma muito boa caiteira com estante
para litros, enternisada ecomgaeetas; unappare-
Ibo de porcelana dourada para cha : na ra das Cruzes,
n. 11, primeiro andar.
== Vende-se cera em velai de ptimo sortimento,
por preco commodo ; na ra da Madre-de-Dos, o. 5 ,
primeiro andar.
== Vendem-se 20 escnvoi ; sendo 14 machos com
alguinas habilidades, sendo um oIBcial carpioa; 3 par-
das e uma preta que cosem cozinbo e engommao ;
duas negrinhas de idade de 9 a 11 anooi; todos de
bonitas figuras, por preco muito commodo : na tua da
Cruz venda n. 51.
* Vende-sea obra de Gilbrn de .Saotilbina em
bom estado ; no Alleiro-da-Boa-Vista n. 14.
= Vende-se uma vacca muito boa, parida, com
cria femea ; atraz dos Marlynos, ra do Caldereiro ,
n. 46.
=r Vendem-se os utensilios de lazer fogoi artificiaos
e os mais objectos perlifcenles sos inesmos fogos lu-
do por preco commodo ; velas de carnauba em por-
teo e a retall'O. com diflerentes lamanbos e muito bem
leitas: na ra da Conceico da Boa- Villa o. 20, o1
no armazem de Rufino Gomes.
= Vende-se un moleque de 14 annos de muito
bonita figura e proprio para todo o servico ; na roa
da Cadeia de S. Anlonio por cima da loja de cha-
peos n. 25.
= Vende-se urna canoa de condurir agoa que es-
t em meo estado, e por itso se vende muito em tonta ;
na ra doCaliuga, n. 5.
ss Vende-se uma venda com poucoi fundos, e bem
alregue/ada lodo o negocio se fara eowazio de leu
dono se queier retirar pera fia sila na ra de S. Ri-
tu-Nova n. 7 : a tratar na niesma venda.
= Veode-se aieile doce a3520rs. a caada ; di-
to de coco, a 3000 rs. ; dito de Garrapato, a 2240 re. ;
larinba de mataiana e amula ; sag; tapioca ; ceva-
dinba de Franca ; cevada ; chocolate ; gergelim; len-
tilha pan soupa ; bervilba ; papel do machina alma-
co a de peso ; cha bysson superior a 2400 2560 e
2880 rs. ; caf, a 4000 rs. a arroba, e 140 n. a libra;
inassas finas para soupa; e todos os mais genero! de
venda : oa ra Nova venda n. 65.
= Ycndem-se dous cavallot, sendo um ilazao, bom
passeiroe carregsdor, e outro prelo, pasieiro por
evitar a despe/a que esli fazendo : a fallar com Jos
Antonio de Magalliae* Basto ou n8 coebeira que foi
do fallecido Tliomaz juuto ao tanque d'agoa da ra
da Cadeia de S. Antonio.
= Vendeui-so 3 livrot em branco de superior pa-
pel manufacturados em Inglaterra, proprios para
qualquer casa de comuicrcio ; urna carteira para Mere
ver, catando linda muito boa por ler tido pouco uio :
na ra da Cadeia do liedle casa o. 59.
= Veode-se uma pardo, que lab* eogommar e co-
ser por preco commodo : na ra estrella do Rozario ,
loja de chapeos defrootodo sobrado de Aotooio Jos
de Magalhaes Basto,
= Veodem-ie 18 escravos ; sendo um preto de 28
annos niestre de muren.ciro e carpioa de proGssao ,
de bonita figura; 3 bonitos moloques de 13 a 14 annos,
6 negrinhas de 12 a 15 annos c m alguinls habilida-
des ; 4 pretas de 20 a 22 annos de bonitas figuras ,
co/inhao e engommao; 4 pretos de 22 annoi: ni la
das Flores, n. 21.
Remedio para a tutdti dui ouvidoi inveterada ,
no tendo di naicimento.
> Vende-se na cidade de Braga, em casa de Joa-
quim Rodrigues da Cunba ra da Cooega, n. 9, ou
na do Porto ra de S. Anna, em cala do Manoel de
Almeidu Kraodao; n. 139; remedio muito flicaiparaa
surder dos outidos inveterada,nuo sendo denascimento:
cusa um vidro cheio 800 rs. lacrado com a firma de
seu autor; cujo remedio be na sua applicacao mui-
to suave e nada mcommodativo :
ImlruecBei para uso daquille remedio.
Pela manhaa em |ejum uma hora pouco mus ou
menos depois de vus bsverdei levantado di cama leo-
careisdentro nos ouvidosqualro du cinco pingas daquel-
le remedio sssim mesmo fri como esta tapando-os
depoii muito bem com algodao em rama ; o mesmo
platicareis a noute ao hncar-vos na cama ; em quaolo
usareis aquelleremedioevilareis,oquaolo vosforpotlivel,
de apanhar vento ou oiuilo calor ; nao suuodo neu>
molbindo o pl; abstendo-vos de comidas silgadas ,
aiedas, ou muito reimosss.
= Na fabrica de heorea do Alterio-da-Boa-ViU ,
n. 2 acha-seiempreprompto um lindo sortimeoto
de gurifai de cbarope finoi de muitas quslidades ,
bem como ; de grozelle terdadeira de Fran-.a de i-
oiigre frmboi, otobita mincuja lidra liaio ,
flor de larangeiras gomma arabia e da terdadeira
reiini de ingico muito bom pin o paito por preeo
commolo.
= Vende te um mulatinho de idide de 18 annos,
de bonita figura que serte para um ludo ; uma pro-
la de 25Tannoe de bonita figura : na ra larga do Ro-
zario n. 24, primeiro andar.
Vende-se uma crioula de idade de 28 annoi,
eom uma cria de 6 meses; a qual eoxioba cose, en-
gomma e faz docei, sem vieioi nem aehiquei: na
ra do Queimado, n. 57.
= Veode-ie um Inncalira com 12 oitatu de bom
ro uma oioeda eocastoada; na tua do Jardim ,
o. 34.
= Vendem-se sellios ingieres pin monlina de se-
obora ditos para bomem muito booi. lisos e borda-
dos liceos de couro e pete pin lenr roupa em U-
gem guarda-lama estojos de oivilhii muito finas,
ciiticaei de caiquinha ingleza o mais superior pos-
si vel relogioi de ouro e prata patente inglez, ca-
bezadas de linho com apparelbo de sola brinca dito
rolires de sola branca tinteiros de ptente todo por
preco commodo ; ni rui di Seozalla Nota n. 42.
* Vendem-ie o leguiotei litroi notoi, em broebu-
n, por preyoi muito mdicos, em casa de J. P.
Adour & Compaohia roa da Cruz, oo Recife, n. 21:
Atlas biitorique e chronologique des littentures ao-
ciennes e modernei, deisciences e des beiuz arts
de loutes les natiooi.
Li leieoce populado de Cliudiui: simples discoors sur
toules cboses, histoire, philosophie, icieocei, arto,
voyagei, &e.
36 pvtits tolumes dam une boite.
Voltair, Essai lur le no 41. io 8.*
Voltaire, Correipoodioce inedite 11. io8.'
Bibel Cboii de romios dei meilleu luteun mo-
dernes 3 t. in 8. itec graturei.
Tablisui. Coutei et Romini du 12.*~ et lS.* ncle,
5 t io 8.', orn! de bolles griturei.
Collectioo de Neu< jeux de caries instructiva.
= Vndese uma escrita de naca de idade de
14 a 16 annos, com algumas habilidades; a vista do
comprador le dir o motito da venda : na ra do Cal-
deireiro o. 72.
s =* Veode-ie dietiooiire de M. Bruen de La Mir-
tioiere, 6 tomoi em folio, 20j000 n. ; Tratado do
matrimonio por Pedro Barbn, 2 lomos em folio,
10*000 .; Tractatus de Fructibus por Francisco Gal-
li, 1 tomo em folio 9600 n.; Praiioi medico) por
Paulo Sterbait, um tomo em folio 12*000 ra ; Sa-
crorum Bibliorum por tarioi autores um tomo em
folio, 12*000 ; Breviarium monisticum SS. P.
Benedicti, 1 tomo 6* rs.; Magoum dictionaiium ll-
tioum et gillicum 1 tomo em lolio, 10* ra.; Alalas
bisloriqoi, cbronologiqui, geogriphiqui et geoeolugi-
qui ; Atlas universal 12* rs. ; diccionario de Monas,
16/rs urna Biblia em portoituez 5* ra.; Archivo
Popular, 3 tomoi ,12/ ra.; Elemeo de perspectite
pratiqui, a l'usage des artilles 1 tomo 6/ra.; Vao-
ueru pratica judicial 1 tomo 22* n. : ni rui do
Crespo, o. 11.
= Vende-se urna pirdioha de 20 aonoi, de boni-
to figura engoman, cose, fez renda eozinha e la-
t desabio; umacabrintude 13 annos, coso e la
renda ; uma negrinba de 7 annoi, propria para ter
educada; uma escrita crioula, de 24 annos, com al-
gumas habilidades, con um filho moleque de 7 annos;
uma negrota de 15 annos; outri diti de nicao de
18 annos; uma escrava de naci moca pira todo o
servico; dous moleques de 13 annos; dous escrivoi
prcas da 22 annoi, um crioulo e outro de odo : "
rui dn Cruzes o. 22, segundo andar
= Vende-se o sitio di Passsgem-da-Magdalena,
que foi do finado Antonio Annes ; na roa da Cadeia-
Yelha, n. 60, le dir quem vende.
= Vende-se farinba de mandioca a 3000 n. i
secci ; ni ra do Ringil n. 26
= Vende-ie, ou aluga-so um litio no lugar do Cal
deireiro com boi casa de sobrado estribara pin 3
civalloi, coebeira lenzilli pan pretni, bastantes
arvoredoi de fructo ; di rui Direita o. 3.
Vendem-ie 200 palmos de terreno, no lugar
de Bebiribe, com as extremidades ao rio do nesmo no-
mo e 1 500 palmos de lundo a metale de estocada ,
com boa baisa para cap arios arvoredos de fruto ;
assim como 1700 telhas 16 carros de pedra para pa-
nde ou alicerces : a tratar no becco do Padre com
Vicente Alvos Ribeiro ou em Bebiribe com o Snr.
Dornellis.
= Veode-ie um cama decondur nnvi, por pre-
co commodo ; o ro de Agoai-Verdei, o. 36 loja
de marcioeiro.
Vsnde-se um oratorio com 5 palios de comprido,
e 5 de largura, com 4 imsgeo, por preco commodo :
no Atierro da-Boa-Vists, n. 14.
Vende-se uma tartaruga terdadeira, e bstanle
gnnde : era lra-de-Portas o. 21.
= Vende-se sil do Ass bordo d sumici Feli
cidade: tintar com o propnetirio, .Antonio Joi-
quim de Soun Ribeiro, ni rui di Cideii do Reeife,
n. 18.
Vende-se lagedo de Lisboa e ladrilbo de mar-
more de muito boa qualidade : na ra do Vigario ,
n 19.
v Veode-se um csrrinho de 4 rodal, pira condu-
zir genero! noto o forte iguaei aoi que trabalbo
na alfandega por preco commodo ; um par de todas,
proprias para conduelo de canoas e oulros objectos pro-
prios de engenho : no fim do Becco-Lirgo, tinque
d'agoa.
Vendem-se espimdore; oa ra Direita casa
terrea o. 44
Vendem-se peQii de ouro de 4 tatas telhas e
notai; na praca do CorpoSanto n II.
Vendem-se pa'lhas de coqueiroi pin bsnheiros ,
no sitio do cajueiro junto ao do Sr. Francisco Ribei-
ro de Brito ; oo pateo do Carino, loja de tartaruguei-
ro n. 2
Veode-se, ou aluga-se uma canoa aberta que
carrega 400 lijlos : ni ra ireiti, pidirii n. 24.
Acaba de cliegar do Rio de Janei-
ro o Appendice tachigraphia ou arte
de escrever to de pressa como se falla ,
com mappas dos signaes inclusive um,
pelo qual se aprende esta arte sem mes-
a formar os caracteres do eltihabeto e
mais igaeSes pelos pontos e Imitas tremi-
das : alm de ser esta arte muito Blt,
torna-se necessaria para o bom desenyol-
vimento dos estudantes preco a(H
ris : Bibliotheca dos jovens que se dedi-
c3o ao commercio contendo exphcacSes
de arithmetica opera$5es mercantil, os
cambios a escripturaco dos livros em
partidas simples e dobradas contas cor-
rentes de juros recprocos obra esta uti-
lissima para os caixeiros e guarda-livros,
preco lGoorw: Novo divertimento ,
contendo a propriedade do9*umeros,_
zendo-se por estes diversas e divertida
adivinhacoes o jogo das senhoras e
muitos outros entretenimentos proprios
para as reuniSes de familia, por 4<>o ris :
vendem-se na praca da Independencia,
livraria n. 6e 8 na ra do Collcgio n.
13, e na livraria da esquina da ra do
Col legro.
Vende-se a loja de calcados da pra-
ca da Independencia n 28, com poucos
fundse muito afreguetada : os comprado-
res appareco na mesma, que todo negocio
se far.
Vende-se, na loja n. 4 da praca da
Independencia, rap princeza de Lisboa,
em botes e meios botes, ao preco de
5'5oo ris: este rap he muito fresco e
ebegado ltimamente de Lisboa.
Vendem-se as verdadeiras pilulas
vegetaes do Dr. Brandreth, chegadas re-
centemente : na ra do Cabug botica
de Juio Moreira Marques.
Vende-se agora na rus do Crespo n.
t4 o excellente doce de goiaba, que ven*
dia outr'ora o preto Felizardo, da Boa-
vista.
Vende-se farelo em saccas. pelo
mdico preco de ai56o, 3'aoo, e 4'ooo:
na ra da Senzalla-velha n. i38
... Vende-se vinagre bran-
co nacional a 400 ris a ca-
ada velha: na ra do aterro
dos Alegados n. 7.
- Vcnuem-sc lonas da Rus-
sia n. com um pequtno to-
que de avaria, muito recom-
iiicndavcis para encerados ,
camas de vento c outro* usos
semelhanics, pelo barato pre-
90 de 500 ris a vara: na ra
do Crespo n. I ti segunda lo*
ja, quem veiu da ra das Cru-
zes.
= Na roa da Cadeia do Recife o. 46, ba tempre
una grande e excedente existencia dos melhore vinho,
que leem tindo a esto mercado, a saber : Porto, mili-
to telho Xun y Madeira Bucelln Champagne,
e Clarete muito superiores e um bom sorlimento de
ago'irdeoles de Franca ; pira oa compradores prova-
rein ai amostras de toooi sao sempre patentes Jas
no escriptorio.
Escravos Fgidos
Fugio, de Olioda um preto vclho, de 40 a 50
annus, de uome Piulo blixo, cor preta sem denle*
inferiores e oa parle superior quebraooi,' pernis ilgumi
couia arqueada, rosto eogilbido alguna cousa an-
da sempre encostado a um pao : quem o pegar, levo
a ra larga do Rozario n. 46, segundo andar.
Desappareceo, da ra da Crui al o Atterro-da-
Boa-Vista, um preto de nome Jos, de naco da Coa-
la Bui com 3 riscas na testo ; tem Ire marcas de
ferro oo rosto ; seodo uma oa leiti e ouln em cada
faca peito lodo riscado com alguoi denles quebra-
dos estatura regular, ebeio do eorpo, bem pareci-
do de figura ; letou leas de rucado de algodioiioho,
cimisi de algodiozinho de mangas curias ; tendo li-
bido 1 tender po pela ra, com um panieuoa
grande e loalha de alg< diozinbo trancado novo com
Iraoja ; fugio no dia 2$ do panado : quem o pegar,
leve ao Atterro-da-Boa-Vista padaria n. 66, que se-
r generosamente recompensado.
= Fugio, no du 5 de Agosto p. p. uma preta de
nome Marcellioi de naco Cabinda alto magrei-
rona pes bastantes grandes e mal leitoi, ciri cm-
prida cabello preto muilo ladina : quem a pegar ,
jete a ra larga do Ko/ario n. Mi, segando andar.
Jtcummendacau. ,
Fugio, no da 8 do mei p. p o escra.vo'Ma-
noel, de najio Coila r estatura mediana cor fulo ;
tem uma cicatriz no beico luperior ja foi sur(ido de
continuo esti mascando fumo ; este escrito ji morou
ni fregoezia do Allinbo ou Papacaca : pelo recommenda-se autoridades policliei o livor de te-
rem i o prendem issim como aos capitiei de campo,
i quem se gratificara, se o eonduxirem potoaco de
Jaboatio, a casa de Jos Aotooio Pereira.
tre pela simples indicacao de se ensnar|PERN. ; na tvp. de h. f, vi fabia iH/|5.


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