Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05877


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Full Text
A nno de 1049..
Terca fcira 50
pea
Wa-sc (oos oj das qne
nao forcn de guarda : o prr^o da assigna-
tnra he de 4/ rs. por quartel pagos adianla-
i-idoa a rawo de 20 ris por liuha, 40 rs. ciu
tTM*jafHr*>(e' c a*/epeticocs pela inetade.
io forcn assignantes pagao 80 rs.
I'IIASE? DA LA NO HEZ DE SETEMBRO.
I.ua nova a 1 as 7 h. e 15 niin. da inanhaa.
Ore sceiite a 9 as 3 h. e 4 minutos da tard.
I.ua chela a 15 as 7 hor. e 54 niin. da man.
Mengeente a 23 as 10 hor. e 6 m. datante.
>PHBfeS!_
Coianna. Parahjrba, e RO Grande do Norte
Segundas c Sextas fe i ras.
Cabo, Scrinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, c Macey, no l. 11 e21 de cada mexj
Caraiihuns e Monito a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 e 23.
Victoria nas Quintas fclras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 b. e 4t min. da tarde.
Segunda as 4 h. c( minutos da manhaa.
lo Setembr.
Anno XX N. 917.
DAS DA SEMANA.
CAMBIOS NO DA 29 DE SETEMURO.
20 Segunda S. Miguel Alclianjo o. Fra-
terno, s. Gudelia.
30 Terca S. Jeronvmo aud. do J. de D.
da 1. v. e Jo J. dos fritos.
1 Ouarta Ss. Verlsslmo, aud. do J. de D.
da 3. vara.
2 Quinta S. Leodegario, aud. do Juic de D.
da 2. vara, e do I. M. da 1.
da
e 2. r
3 Sexta S. Candido aud. do J. de D.
1. t. do civel, e do 3. dos Keitos.
4 Sabbado S. Francisco de Assis, aud. do
J. de D. da 2. vara.
5 Domingo S. Placido
Cambio sobre Londres. 26 d. p. 1# a 60 d.
> Parle 370 res por franco,
a Lisboa 120 a 125p.c.nr.p. m.'
Desc. de Ict. de boas firma 1 '/ 1 'p. /,.
O aro Onca hespanbola* 314800 a 32J0OH
Mocdadc jHOO vel. 17/900 a 18u00
de 0/400 or. 17>200 a 17500
de 44W0 9/300 a 9/500
Praia-Palacoc* .... 1/M0 a 1/970
. Pesos Columnares. 1/980 a 2/000
Ditos Mexicanos 1/M0 a 1/9-40
Moeda de 2 patao. 1/280 a 1/300
/Ifcc5ei da C* do Beberlbe de 50*D00ao par.
DIARIO DE PERN AMBUCO.


PARTS OFFiCM.
RIO D(lSJEr.OC10S ESTRANGEIROS.
Continuara.)
:-2 DE MARQO T)E 1843.
em nnvBDi SMCTlSaiuA trindade. uma f. indivimvei..
Sii Mgetado n Imperador do Brasil o n gnvernador
e capitn-general da provincia do Buenoa-Ayroa, encar-
regado dn relajAe exteriores da Cnnfedernjio Argen-
tina, desrjandn restabelecrr a pal un Repblica Oriental
do Uruguay o ni provincia du Rio-Grande de S Pedro
do Sol; eoonvenoidoa do qus' gnvcrnn do Fructuoso
Rivera be iuoHmaspivel Coma pax interna 4a ajjk rapa
Mica, o com a )fce leguranca do imperio e dos estados
liinitrophes : convencidos de que a perpeluact" do sen
podar, manlido por urna poltica dolosa o sem fe, nSo s
poa riil perign a existencia poltica da inesina repbli-
ca, qu pelo artigo 3." da onnvcnjio preliminar de pai,
do ?7 de agosto do mil oitncciitmi vinte o oito, ambos <
governo* se iibrigrin solemnemente adofender; sean
que fomenta rubcllia-i da provincia do Rio-Cirande de
l'cdr.i-do-Sul contra o tbrono constitucional do Brasil;
c considerando qo- os rebeldes da dita provincia se teem
alliado e unido a Fructuoso Rivera par fiuermii a guer-
ra ao imperio e a Confcderaolo Argentina, oorou prorio
documontos autlieiiiicos du (po ambos os gorernos es-
tn de pnssc; e querco.lo por termo a este estado de coli-
sas, reslabeleoer o imperio da Ici na Repblica do Uru-
guay, e nmiro nsscgnrar tainbem a pa do ira erio oda
Confederaco Argentina; accordran cin celebrar cutre
i un tratado do Disnea oFfcnaivn e defensiva. E para
este fin nomer.'io por seus plenipotenciarios; a saber :
Site Msgeslade o Imperador do Brasil os lllnu. e
Sts. Honorio Hermeto Carneiro Lelo, doseiic.n-
sensdordo imperio, niinistro u secretario de oa-
iieriio dos negocios eslrangeiros; e Joaqii.im Jn-
>a Torres, do sen ooncellin, depulnirii na-
jrernl legislativa do imperio, ministro e secreta-
riado dos negocios da marinlin.
pvernador o capilio-gennral de Buenos-Ayres,
cncalNiyedo das rclajoVa exteriores dn Confedera jio Ar-
gentina, so Illm. e Exm. Sr. general D. Tliomlt Guido,
enviado extraordinario e ministro plenipotenciario da
lucarna repblica junio a S. M Imperial.
Os q(|ses, depois ds> harcrem trocado oa seus plenos
poderc re|ic( tiv", convierto nos arligos segiiintes :
Artigo 1." Sna Magostado o Imperador do Brasil e o
gnverito encarregado das rclocV exlerioros da Cnife-
derajio Argentina se nnom cni alliqnCa offensiva e de-
fensiva contra o poder e antoridade (|iie cuereo Fluc-
tuoso Rivera na Republiea do Uruguay, c contra os re-
beldes da provincia do Rio-Grande de S. Pedro-do-Sul,
o contra os partidistas do dito caudillio e dos menciona-
dos rebeldes.
Art. 2.0 Ambas as alias partes conJWsntes se com-
pro inettem a rmpregar as Fe reas de mar c Ierra de que
podercni dispr. de eiinsegnircm a completa pacifica-
ci da provincia do Rio-Grande de S. Pedro-do-Sul c
da Rrp'nblica do Uruguay, cem o restabelccimento da
pat e da antoridade legal em ambos os territorios.
Art. 3.Sua tlagesladc o Imperador do Brasil, lugo
que o presento tratado livrr sido ratificad", declarar
blAquende o porto de Montevideo, e qualquer outro do
territorio d Repblica do Uruguay, que eslcja domina-
do por Forros subjeitas no mando de Fructuoso Rivera.
us portys bloqucisdos ser mantilla urna foria naval
ilo imperio suflii icntc para faier i-FFectivn o bloqueio; v
o governn da Cnifcdcrncao Argentina se obriga a auxi-
liar esta lores < ore oa vasos de guerra de que pudr dis-
pr, o Ollar,*, lii-nro drbaixu das orden do coiuinnn .
a furca imperial.
, As provisoos de guerra c do boroa.e os fundos
er oenessidado a F^rca naval do imperio, serio
as pelo governo encarregado das relaees cxle-
I CoiiFederafan Argentina c devidamente pagos
eruo imperial.
a, O governo enrarregado das relacoes exterio-
res da. Coiifederaclo Argentina se obriga a foru.cer ao
oxercit" imperial do Rio-Grande de S. Pedro-do-Sul ale
o numero de seis mil eavallos, mi mais se fieui preci-
sos, que serio poslos dispoei^ao do general do exerci-
to imperial, no maiscurtu praio possivcl, c pagos pelo
A TROVOADA.
Anselmo Ferou convidado polo aceno dnSra. de Leur-
IjI, fcilB una respeitosa reverencia, entrou o a segniu
em silencio at a salo, oudo a Sr. Ilie fez nova signa"
para acnlar-sc, c entrn para o qiiarto em busca do ba-
les e do chapeo; mas no momento ero que acabava de
caar a uvas, o apegar no guarda-ebuva, rscureceo
o ule o da. IIna (lesnas IroToada* que so formio
momento, csliudeo obre a lUliiiio.pliern coni es-
^^^Bt raiiide/. grossas e rarregadas nuvens, c un nic-
f^^^Vdnus niinutu brilharao os coriseo, cslrundou o
trovSu, e chuta cahio a potes.
Amelia voltou a sala onde haiin deixado Anselmo, que
cslfv* aveonsidernr aiuntainente o boultvart, para oqual
Ju asjauellat.
lio iinpossivcl fsier viageiu cun scinelbanlo tciu-
p(>,4liae.illa.
E anda mais impossivel, dso o Sr. Ferou com al-
guiD soanliaiiienlo, por que as oarruagen que haiia* na
() Vid DUri n.' 216,
governo impOrial, se fr exigido, segundo o preco con-
veneionndo entre o mencionado general e 0 das forjas
argentinas.
Art. 6.a As tropas da Confederacin que, passando a
frnnleirn da Republiea do Uruguay, entraren] no terri-
torio do Brasil para obrarem contra o inimigo com-
mum, fioarfi as orden do general em choro dooxcrci-
to imperial; o as tropas imperiaes que com o mesmo in-
lontn entrarem n,o territorio da Republiea do Uruguay
sn pnr s ordens do general das torcas, confederadas.
Para regular os cnnvmaiidos, oonsiderfl,i-se Frouteiras
entre o imperio o o Estado Oriental as que erio reeu-
nhecidas entre a provincia do Rio-Grande e o referido
estado ante da sua independencia.
Art, 7 As trpa nlliadas do imperio e da Conceda,
racao Argentina serSo pagas, alimentadas, vestiflas e
munic.iadas durante a canipanha pelos seus respectivo
governos. ,
Os curativos dns pracas serio rouluamcnle dedundos
Hos prels ou sidos respectivo. 0 pagamento de qual-
qner nutro auxilio extraordinario que as forjas de un
dn governo cinlrntantes reeeberem das do nutro ser
regulado entro os goncraes em chefe de ambos os exor-
dios.
Art. 8. Concluida a guerra, nao ser parmittido a
Benlo Goncnlves nem aos ontrns chcFes dos rebelde do
Rio-Grande que Frem designados polo govorno impe-
rial o residir no territorio oriental nem no da ConFcde-
rac.in Argentina
0 governo da ConfederacSo Argentina se obriga a ex
pula-los do seu lerritorio o a tomar, de accordo com o
governo imperial, as medidas que forem necessarias pa-
ra a sn* expulsio do territorio do Estado Oriental.
O governo imperial igualmente so obriga a
do territorio binmlciro a Fructuoso Rivera
chefes que Frem designados pelo governo da
ci, e a tomar, do accordo com o mesmo gov
medidas necessnrias para a su* expulsio do listad
nial.
Art 9 o Osontros rebelde da provincia do Rio Gran-
de de S. Pedro-do-Sul que se nsylarem no territorio do
Estado Oriental on da Cnnfederacait Argentina uio pe-
ders residir a menos de dnientas leguas da frontolra
referida provincia. Semelhanteme** aos partidista
Frueto ou outros disidentes da.C.Uufrderocao
nsylarem no lerritorio do imperio, nao era pernj
residir na proi)ili|S*j||ft>Jiy
e S. Paulo. J
Qiiaesquer do menciouadoi ueste artigo que o aco-
llierem no respectivo IpJtiKliostW-nt" a guerra fira-
r5 dcbaixo d* viliga^oi. policial lo reFcrido gover-
no.
Art. 10. Rclabelccid a pai'ea utoridado legal na
Repblica do Uruguay, nio poderi ahi permanecer Tor-
ca alguma de terr dependente do qualquer do alta
partes contraante; lvo so o governo da itiesma tepu
Mica o exigir, e fr iaso accordodo cnlrc as ollas parte
contraanles, A^quacs delcrminar o nninero, arma e o
lempo que de va durar esse auxilio.
Art. H. Se a* tropas do excrcilo confederado entra-
rem no lerritorio da provincia do Rio-Grande, ou para
" reiaJjBecimento da pal ou em perseguicio do inimi-
go cnmmuin, o dcsocoiipar, logo que cesMi o motivo
dessn nperacio, ou que isso seja ordenado pelo general
em chefe do exeroito imperial.
Art. 42. Sendo de miiliin inlerese paro o imperio c
para a Confedt-racfto Argentina a relebrajio do tratado
Jefinitivo de paz entre ambo os paites, conformo a es-
tipnlacfio do artigo deaavte da convenci preliminar de
violo sete de agosto de mil oilucentos o vinte oito, am-
bas as alias partes contraanles promcltrm numearoom
a inainr brevidade possivcl os respectivos plciiipotencia-
rins para a couclusao do dito tratado e do de limites da
Repblica do Uruguay.
Art. 13. A troca dns ratificacSes dcslc tratado se for
sn Buenoa-Ayrer, denlro do piaio de cincoenta di** d*
data desto. .'
Ero testemunbo do que, nos abaixo assignadoa, ple-
nipolcnciario de S. M. o Imperador do Brnl edo gor
vernoda Confederacio Argentina, em virtudedos nossos
plenos poderes, an-if naiiio o presente tratado, e Ihe fi-
lemos por o sello das nossas arma*.

Fcito na cidado do Rio-de Janeiro, aos 24 do mei dclu^homem que o partido ordeiro reeonheceMe por mu
eorrlligiomrio, e que o motivo dewe ttentsdo loase ia
1S43.
(L. S.)
(L. S.)
Honorio Hermelo Carneiro Ledo.
Joaqtiim Jote Redrigiws Torree.
(Continuar-ie-ka.)^
praca acabAo de ser tomados, e d'uqui ao eaniinbo de
ferro lie bastante longe. .
Isso para mim nio seria grando obstculo porque
gusto de lindar; mas uio com este tempo.
Se asMiu he, hsver soinenle urna pequea demo-
ra, por que Irnvoada tio vilenla dura pouco, e em vin-
te minutos poderemot partir.
Esperemos.
O rapas inelinou-se.
Queira scniar-se, meu Sr.
Anselmo sentou-se de un lado d* sala, o Mina, de
Lcurlal do outro ; elle com o chapeo e bengala na mo,
ella de lucas, de chales, de chapeo, ambos promptos a
se ergnereiii ao primeiru ciarn de boro, lempo, mas tio
enibarac.idus uro como o outro, e talveicom punca Min-
iado de cntrurem em oonvcrssclo. Anselmo corra com
a punta dn bengala os desenlies do topete; Mina, de Lcur-
lal, nio leudo cousa inelhor a facer,*J*Hreliiih-e ero a-
pertar s prega do giiarda-ohuva na argola de marfim,
que as cerrav*. Esto sileooio era bem fastidioso ; Ame-
lia julguu quo sondo a dona da casa, ella competa rora-
ptlo, e dase Mr. Fero
DIARIO DE PERXAMBIICO.
Quaiido um partido loni a forja publica, o a antorida-
de ana disposijo,- qnando esso partido pode por rucio
de promesiai de fortuna, e licongcando as pnixoes mais
lirutaes. e as ideias subversivas e anti-sociaes. mover a*
masas turbulentas da popnlajii, j preditpostas para a
prrturbajio pela ocioaidnde e miseria, pelas doutrinn
subversivas do urna imprensa, cuja initsin lie a deaor-
dem; quaiido til partido nio roceia dos seus adversarios
enio impotentes queixume, bradoaineflliiaies contra as
infraecSes das Ici; esse partido podo lombrar-se do fa-
cer urna tentativa aventuro, quo Uio revelo al que
ponto podo obegara nrdencia dos s.'ua naserlas, o furor
de seus sicarios, a resignajSo dos oppriinijo, o offri-
nieiito de cus contrarios; eae partido, tim, pode ter eiu
vista experiencia aiuilras, podo tentar qu.iuto veulin
una cabec.i de voleo, um peito de lera. Para acre-
ditar porm, que hoincn* que > teem par si o sen direi-
tii, de qne (i poder etenrnece, e a loi quo o governo cai-
ra acidioso aos ps, se aventurero a promover urna sub-
vcrsAo do mi armada, urna guerra civil toda desigual,
be preciso ser milito estpido, e para procurar face lo
eredilar he neoessariu ser milito descarado. Ora, isto
he o que fex jornal nflieial no seu numero de sabbado,
avaliainlo em lio ponen a perspicacia dos seos bou Ilu-
tares, qne nio duvidou dar como cousa assentada o in-
eonteitavcl. queo boato da miirjo do Francisco Carnei-
ro era obra do-n)rii(lo ordeiro, era eatrategia para co-
nbeeer como rocfberiSn o ion adversarios esso acto,
que 9b "inda a folha ofllcial, est ha milito premedita-
do pelo nnsio lado.
CiiNanmosii*, quequaudo algum perverto prcme-
ditisie noi erime, procurara evitar toda a iudiscrijio
quo podeaso excitar qualquer siisprita, a fin de so Iho
fruitrir a tentativa, a tiro do arredar do si toda a im-
' tiroii-no* poreui a Folha ofllcial dcsta illusio,
se, que como o partido ordeiro premcdi-
_ rncico Carneiro, quiz ripalhar o boato
fmeama unirte; e uonfessamus que a folha of-
ailo : nlTSW!' pnrlido-sJs^regoailo pe-
la imprenta veperas sicHtttiaiodia de doseogaiio?
nio lem ahi indicado o biieamarteeo punbal eomn rneioa
decentes c legaes deeonibnter o eu adveraariu ? nio
lem designado us senajornaes al os niinies de algu
nias victimas P Tero, sim; logo porque nio nos hade el-
le julgar pnrsi ? E qimndo nos nio julgassc, porque nao
nos imputara mais essecrime, que Iho pesa nomo nu-
tres milites sobre a amaldijoada cabeja ? Nio be esse o
neo syslema ? Fe ello jamis oulra cousa ?
Enbora |ioi visse o partido ordeiro confundid a nd
minidrajio da provincia com a policio, e a polica com a
inainovidadedeordem;enibora pessos decujanior-
te se devia espaldar o boato fosse tio ligada por vnculos
de singue c de inten[Set tu conimandaiilo da forja poli-
ial roinposla deardentes e formando o caico do bta-
Ihao do vinco mil, embora eo boato cuilitio um bom
par de vida n niuilo dui sena, correligonarioi, eto. etc.
ele. etc. etc. ele. o partido da oi'dem som duvida nem
oonlrailirjio alguma bavia de aventurar-se a um liseo
manifest s para ter a vantajoea vanlanem de aber se
o seo adversarios sio ripate de commeiter atlentado
'que defcoberta ), e ocrasiio de lastimar o desastres
eaiado da provincia o empolgar" astim n governo que
ambiciona Se ha eom i licito alguma cuma de uiaii ci-
tiipnlo do que ito, a praia no-lo ir motrando.
Tantas o (io repetidas veiei tem os orgioi desie par-
titjo dado provas manifeslas, explieilai, inconteitaveis
a que o leu distinclivo be attassinio, roubo e exler-
m'o, que be cnu>* lohro i qual te nSo pode idmit-
tir discussio; mas quindo aiiim nio losse.esse boato di
re de Fuocisco Carneiro teria suscitado a prova
is convincente de que esse be o espirito dominante do
partido. Suppoebamos que com efleito houvesie lido
amtsinado Francisco Cirneiro, que o ssssssino fosse
O Sr. conbece a casa de campo de Mr. Dilloi ?
Sim, Sra.; ella lem a bondado de me convidar a la
ir pasaar todos os domingos. ^W*
Ha de ser urna bella babitajio ?
Adrairavel, Sra.
Mr. Dalloii ho lio rico!
K a*> em tanpo uin hornero de goito : na
ii de todas as comas: parece antei a can do um rico artis-
ta do que a de um banqueiro.
Entao Vni. he amante da* artes?
Oeeiipo-ine dllaa nas roinhas horas vagai, quan-
do o trabalhoa do escriplorio ettio lermiiindo.
Rcatihelcceo-iu de novo o silencio, e una ideia occor-
reo i Mi", de Leurlal: cesa ideia levou a Sra. a dixcr a
Mr. Ferou:
__ Cuino Vm. vsi todos o domingos a casa do Sr.
Oallois, ha de provovelmente conbecer aspessoasque
freqneiilo a sua casa do campo ?
Sio aquellas mesmas que a Sra, lera visto sem du-
vida ero sua casa aqu em Par*.
Ah I pois rilo nio tem rclajei coro alguna habi-
tante de Saint-Germain?
_ Milito puncas, excepto com Mr. Dauby e sua se-
nhora, velhos proprielirios, que lem um filhu quo he
meu cumpanbeiro.
S ee!
jk_. lia anda um tal Mr. de Fortii,
Mr. da Fortis! dix Amelia de repente; que humero
teiramento poltico : que faria o partido deate Carnei-
ro, ia fosse aveno ao aisainnio rjrrrm'nio ? O que
vos Cuestes ? dkei.iim, homens descindos e infame,
o que vos fi/eitei T Nio tinheis do vomo lado esaa eo-
borle de aganle de polioii, verdadeiroi esbirros pira
acabrunbirem o homem honesto ? Nio tinheii a pri-
meira autoridado di proviucia i vona diipoiijlo, a da
toda a vosia ronliinc ? Nio tinheis a forja policial, a
a guarda nacional desse lugir a voasi ditericio T Nio
obedeca i autoridade legal a forc de linba que existe
ni provincia 7 Que te poda mais fuer, poto voaio Car-
neiro do que o que se tem fcito em todos o piire onda
hi urna sombra de governo. quando a ouiadia doaat-
sisiinos cheg a leva-Ios aie atacarem lochefada oa-
eo ? Ja ouviitea dizer que um governo ainda o mais
despota, ao ver-ie ferido mortalmente em um dosieui
membros por um pulido desrpgrado e furioso, lelem-
brissc de exlerniim-lo em assuida odesordem? que
fii's-in o proptioi igenles da polica, e o commin-
dantei da forca publici el instigidoreif desse extermi-
nio ? Enio foi isto oque vos fiie>tes? Poii quem grita
no aquitelajnento de urna tropa ji insubordinida,
quero grita pajil runa etn alio o bom som, a em pla-
no da, o o repela tfliiicadaniente, e piisa de bocea em
bocelfodoi ttut baionitat divem morrer; matem-
t Indot etlet AosnAi de pera ; acabe te eom tila up-
poiicionittat ; quem instiga por esti manein gen-
te desenlie ida quem dispde ludo para a execucio
de semelhtnte attentado, nio tem por divia o isiisi-
nio, o roubo, o exterminio ; e os que estupefactos.
transidos de terror, e com o olhoi no Ceo, donde so
Ibes podia virsoccorro, esiei tim be que hastiarlo em
bandeira de salteadores mais erozeido que todos ossil-
teidoredeste mundo ? lito be, que he inlamia du n-
lamias. Infamia du infamias he ite-lo com oslenta-
cio! Infamia dai infamia he depois de fize-lo, de tor-
nar-ie reo de tio borroroio crime, imputi-lo aoa que
tinhio de er victimas desse mesmo infernal syslema !
Dizeii que a populijSo se indignou, que a familia do
uppoito aisisiinido verteo ligiimu de dor pelo espa-
to de tres horai, e que aa cimas ainda fumeganles dos
infelizei J-io Carneiro e Rimbeit pedem dos tmulo*
em altas tore VINGANCA! Escspou-vos aqu a pa-
lavra quo no peito lendes, que nao reparsstes eom a
mil cabida rectifcijio : oipraieiros repllenlo puohal
e bacimarle. Maicom que pertendieii vos sacrificar aos
irados manes dos vosios correligioosrios morios todos
os opposicionistis i' com as leis ? com o vosio adminis-
trador magistrado que nio pactua com assassinos e sal-
teadores i1 A vindicta das leis nio vos satisfaz ; a po-
pulado em massa, em anarchia, nio he quem eiecuta
as leis, nem ellas se esposio com gritos, com insultos,
com vocifericdes snarchisadoras.
O vosso administrador s energa moslra fon dos ol-
ios arriscados, s nio pactu con os controriot; o
vosso sdministndor entregou tudo etn tosas mios, pon-
do a parte abastada da populijio i discrielo da famli-
ca, e rodeou-se dos vossos chefes em cooielbo migno
pira decidir de um ciio em toda ai regras ordinario,
como so te tratasse da salvajo du estado. O que fes o
vomo ebefe, fa-lo-hia Pedroxo.
As cinxai de Joio Carneiro e Bimbert pedem viogaa-
ci; mis contra quem ? U primeiro contra um miseravel
que bavia sido anteriotmente seu guarda-coata, equa
por outro foi ao mesmo lempo asiassioido I Mais um
seto de vinginca, que revela que agenta do vosso pir-
tido nio quer, nem nunca quiz recorrer s leis. O se-
gundo pflde vinginca de urna fimilia a eujo seio lavara
a prostituicio e 8 deshonra, servindo-se dos soldados
que commandava pan miniar s segurinji publica para
o garantirem nos actos de la perversidade Vos que
lendes tantas vexes proclamsdo a vingaoca, a vinganea
em toda a sua bar bar idade, vs que abusis da forja que
a autoridade vos di pira tomardes as mais baixas vin-
gancas, onde cliNllciii ibi a oflenn da honra daa la-
Jplgo quo he um hornera de bem.
J nio be rapai?
Por certo que nio, minha Sra.; be homem de nn
cuenta anno*, rouito bem coniervado, por que tem
lo cuidado na sua pesio.
Que euleude o Sr. por iiso ? Ser um velho gaiteiro P
Timbero nio ; c milito pelo contrario i oreia, oo-
mo Ihe dase, que he um homem de bem; mu tem mu
manas.
Talvet quer Vm, dicer sua ridicularii.
Nio ooio choroir.-lhc aim am um inciio.
Um incito, dii 0 Sr. P Uro homem de cincoenta
annoi, Sr. meu, nio be um aociio, replcou Amalia.
Auielroo deitou urna olbadella furto para o retrato
do Mr. da Lcurlal, e coutinuou lorrindo-ie :
Mai se o Sr. de Forlii uio he um velho, na rce-
me til polui ieui cotume: levnt-e regularmente a
inesina hora; deita-ie leropre aa de*; como com diicri-
jlo por roedo da indigeitei; esculhe o hu ailados
com recelo de irritar o estomago, ou o migue ; obier-
va a todo o instantes o grao de temperatura do aea
aposento, para a conservar na termo medio que nio eeja
ero muito quelite nciu limito Fria ; nio larga a roupa
de invern, tent quando no icntimu grande calor
com o nosas calca d|sai traxcomiigo o *eu barreta
de edo parajantar na fifi onde a ala deate roiatcr ha
um ponen mai freica; e pelo invern tem o ouidado da
ae por longe do Fogio, que Ihe fas ubir o sangue cabeoa.
O que o Sr. dis, replioou Amelia, be o retrato ate
um hornero rouito ridiculo.
Nio, Sr*.,-porque eila rdiculaiiat, ae aasiro **
quer chimar, slu protrgtda* por um do* eipirito* maia
finoi e mordente qne conbeeo.
Coro que Mr. do Furtil he um homem de pirita!
Sem duvida, e asa toda forja do termo: cro opi-
^bbbb.JbbbH


> -
- =^f-t
milias, e a aut desaflronta ? Amrldicoado tej equelle
que rnuba as attribuicoes da Divindudc ; porm Icm-
] ai-veis que os domos cdigos filaren rio circunstancias
llenuantes mesmo nos casos do assassinstn. Por no*
irnos lodo o acto de barba] ido.le por menor que
n-ja para tingar a maior ofjensa possivel ; mas quando
< orine he davidu a desaflronla da honra ofTendida com
t atiU'o Ja fori*a,eaggravada com a persegu!So dos que
se revoltSo contra tacs escndalos, por certo quo deve-
inps esperar quo os trihuoacs apreciem a deleza, o 01
motivos excusaveis do crimo para enndemnarmos o au-
tcjrdcsse crime,que alias podiaserum i nece^sidade. Mas
crho Bimbcrt era amigo poda commetter quantos at-
toutado Ihe suscitusso a sua maldad*', e devia ser res-
pcitado. Mas se as cinzis desses homens esssssinados
por motivos que nada tinhio do polticos bradao vin-
ganca, quaesserlo as vozes dos nfelizes quo suecumhi-
i "u> ao baca marte dos sicearins de vnssss covardes e i na
mes autoridades s pelan suas opiniOrs?.....
A familia do vosso Curneiio, chomu por tres horas
lagrimas dedor, e essa lainia cotisla le sete senhora*;
por quantas huras eborario as lamillas ds victimas por
\s designadas nessa lisia dos trinta. indicados publ
cntente polas voies dos vossos agentes ? de quantas^se"^
nhoras se compOem ellas;' Fazei-nos esse computo, c
vede se com tantos dados como temos para suppor
Lalo obra de vosa casa e inveneto vosu, ni i temos
sobrada rasiopara vosexprobramos a nialvadoza e bar-
l'ri'lode, s proprias dos mais ditmnadus me nlros.
A p-ipolfcio. gente honesta, lem duvda sentin-
ilignaclo ao saber de um assassinalo ; mas no caso em
iiuestio. os que senliriio indignado, nao tiverio lem
po para laso, o horror o o susto embargarlo Ihesqual-
quer oulro sentimento, os outros nio (oi indignadlo o
jue senlirio, esse sentimento nobre nao se manifestou;
(uror, lerocdide, sedo do vinganca, espirito ile assss-
sinio e exterminio, isso sim virio todus ; oulra cousa
IIO.
Agora quaes sao essas calumnias esas falsidades que
ineontrou o jornal oficial em nossas poucas linlias de
26 do coirente ? Minorou essa folha o horror do qua-
ilro que oflereco esta cidade nessa tarde *|i)n promellia
lio luctuosa nnule, rom a d'claraban de se nao haver
tocado rebate ? de haveiem dnbrado os sinos de S.
I'rncisro nao pel seu correligionario, e sim por um
inno do Espirito Santo P Rcunio-se ou nio ofnrpn
iic poliria noquaiti'l, e ahi esleve ap quedo durante
astees tres horas? Reuni se ou nao .oesse mesmo
quartcl urna mullidao infrene, que em grande vozeria
pedia armas P
Cromos que nao o negar a fnlha oflleial : pois islo
he o essencial; pouro importa que viene essa gente ahi
ter, que todas as praeas do rorpo eslivessem reunidas
eni con*rqucncia de rebato de cornetas, ou de aviso e
convite de qnanlos I'irilaiimbos houverio ahi que ar-
ranjaio cavados para iindarem por todas as ras lo-
cando um verdudeiri rebate, que produzio mais elTeilo
do que causara o mesmo toque de cornetas. V. oque
vale eme bilheto de Fr. Joa*|um ea sua mal contada
historia ? Concedamos poie.ni que assim 'oi, houve
menos essa infamia ; houverin lantas outras!
Negis que houvessem insultos ? podis negar ludo;
s se vos entendis quo insultos s podem ser ussim
urnas cacetailas, alguma Tacada, mesmo algum tiro ;
isso r.io houve ; anda que. sabo Dos quiin'.o csteve
inminente ; mas houverin insultos, o at iijaquclles
quo n3<> lio permittido di/.cr ante gente honesta ; hou-
vetu sim, mas ciao fuitos pelos vossof aos DOMO!, a
neste caso dcixio de ser insultos, sao cnusas justas, do
centrs, louvaveis : ha de-afoio que dito um udeiio
parece insulto i um praieiro ? lio impovivel; e quan-
do negui9 eslo facto priticado as ras e ante quanlo-
translavn, ou se achato pelas anullos quc'muilo ke
que no* pergunteis como quem quer fazer crcr que sao
i iusa.1 que nunca succederao, quaes erao esses cidadao*
da lista sanguinosa ? qu.il fui O pregado! da capella im-
perial que mova as massas ? (ucea foiio as autondu-
iii s que so proparavao para derramar o sangue de nossos
Musgos? Que innujcenuia de virgena! Unta innocen-
cia' como rubor, cousa que elle* nunca s >ubcrio por
[rropria experiencia o que era, e que.por isso crcem qu
i inguem sabe. Esses miseraves alugados escriptorc
que entre lodos os seus cornil
iionarioi. que estiveiiio no qujrlcl d<' polica, eludo*
ahi'ndovio ser, nao haicra um s que descobrisso,
ijue communicasse ao n ems por gailw, eses o outios
actQt ? lnlaincs'. que al ni ile Imins ns vicios leudes o
n i oli-.rilia J j que nenhuma responsaliilidade, da>
pooiio sei sensn'is, ten les a receior, para i|Ue
n'efais rousss 18o sabidas ? nuxt ai ao menos a coragem
ii'aquell- s em cuja clas*c estis : a dos l.icinofosot I
\ <"is liem sabe,s, qu dissemos a verdude no nue ha
via de essencial, e que alguma ineimhJao sem impor-
tancia, foi devida as circunislancias do miimenlo, con-
vem-vos porm negar ludo, laier esclamafes, intu
c ir quo nao houvo senao o resultado muito louv,ivel de
nina noticia desastrosa ; porque a nda nao cliegou o
momento de deitardes por lena a mascara, anda he
preciso continuar a impostura para certa gente ; ilueo
-TsiiiiiiiiasiiiBciia> i'ifiea pidiii a*, tem preiencflo Iliteraria*, hoih f un-
l'.iiv'ie, n Sr. de F-rli lie um Ininicui que jiilga i'Vr-
ramento, quiini que direj arcenatapte, lano a ruasas
cojiio ni peMoaa AriU'd de nityeiperieneia iinpnsii-
vel, e qlie parece n3o llioliaver deixailo illuoAoaljjuiii.i,
aaliealili distu mu ilinleetM di^ faViin.a rruiis pun ex-
priiiiirAsjieu juiio : ilefgrngi'ilo ilaquelle que u alara
pnrqiiorllc be sem piedade niemiiu para OS || no nunca
lie fiero nial nlgum. A mni ligeira ilmervecio Feil
P"r < He, t"rna-n- aljiinni8 cie a nui divertida inee-
tiuln. Domiog" pasando encontrn elle iu lapada du pa
i.ieiu una senhura anda bella, nina ja ido*, con mu ra-
pai inulto nioCo, e perguntuu-iios, oque iiensavniuoa
claqucllc^iar. T"iloa ihm-imo que era luii e fllio ; mag
Mr de Furlia julijoii que era lima telha Injjleta o um cas-
ijiiilln) Frailen, e ajuinlou que a rarriingcm em que el.
Ipfltnviio nionladii era da rica Ingleza, que esta liavi.i
pago conta du olf.iiule que l.i/ia "bra para o lindo inan-
cebo, que os brilhantea do cliod.i bengala que este
iraiia na mo, crio tirados 4Bjpa,uui nnturo adereco,
que ella teria Hitii reformar pelo aeu iMvalleiru; c njun-
tud t-ru (im todas conseqiiencas deata suppoiiyiu, e o
qu ta de mais curioso nulo, be quo sesoiibc depoia ter
elle jualamenie udevinbndu.
Muito liabil UeJtaaV Forlia! Pelo aeu modo de
]>ensar, una mulkei n lUl '"'";" <'"> homem,
sem oniiiproinrllPrHaiHI
>.h. chrga a 1P^^B a_lempo claro,
c eu eitou as mas ordens, uimii
vos que fos sem noticias veridiess dos vossos bellos ac <
tos por esse vapor que parti para o sul, e assentsstes
de tirar disto um deslorco (atondo eabir urna chua de
insultos sobre aquelles, que mais leudes a peito offen-
der; eassim ides de abysmo em ahysmo, al que ou
lancis para gloria vossa este paiz quo vos aboilou as
voragens da anarebia, ou fiqueis anniquilsdos por tor-
ca de vossas proprias'msldados.
Tamhem nio vos daremos mais palha este resprito,
voltsi com quanlas sandices o insolencias quierdes ; os
lacios lorio muito pblicos para que tomemos a tarofa
de convencer da sua veraeidade o quem mais que con-
vencido della esti.
iaiem justica, e nio ha homem honesto qne se nio en-
vorgonho do que ello tem soffrido oom tma longani-
midade admiravel. Alm do seu immenso saber, reune4
ellooutras qualidades eminentes, como summs probida-
de, costumes austeros, e urna vida exemplarissimr;
faiendo-se por isso credor da gersl eslima de todos oa
bomens honestos e probos dests cidade; e pde-se ss-
segursr. que o nome do general Abreu o Lima he bo-
je geralmente apreciado em toda a provincia da Per-
nambuco. ^ &
ommunica(!t)s.
ESTAMOS JUSTIFICADOS.
Quem dissesso (ora de Pernambueo o que aqu se
passa presentemenlo, ninguem o acreditara ; quem
expozesse com verdade a serie de lacios, que se desven-
dio n nossns olhos, seria tido por um visonsrio : e to
Ldavia ni > ha que duvidar do ludo quanto vemos e ou-
vimos, pois que asim o quer o nosso mi fado, ou a
n'ossa miseria. Tinha-se dilo mil vezes, que a admi
nislracao do Sr. Manoel de Souia era o effoilo da co-
lera divina sobre os nossos peccados, porm nunca se
arrfditnu que chegasso al a prevaricacio. Ssbia-se,
pnrqueo diriio os propiios praieiros, queoseu predi-
lerlo (inha posto barra adianto de ludo quanto era es-
candaloso patronato; mas compromelter assim a auto-
ridade. leva la de rojo at a prostituido, isto s esla-
va reservado ao 2.' vice-presidente dos 36 das. O ar-
tigo doSr. Joto Ignacio Ribeiro Roma he lio explci-
to, a sua narracao lio roncludenle, que para duvidar
de ludo aquillo seria necessario urna f de brome na
moralidade do Sr. IManoel deSouza.
Sem embargo o que mais revela o mi estado das
nossas cousas lie o artigo do Sr. general Abreu e Lima,
escripti naquella lingoagem vehemente e concisa, de'
que l' elle ho capar. Os senlimentns do general i cer-
ra da nnssn politice, as suas conviccoos a clto respeito
a moderaran dos scus principios esobre ludo a cxacli-
dio com que elle concebe o estado do paiz, tem produ-
cido no publico urna sensaefio, quo ninguem pode cal-
cular sem ouvir os diflerentes partidos, em que se di-
vide a nossa cidade. Um s artigo tem leilo mais do
|Ue toda a imprensa junta, ha muilo lempo. Porm,
como se justificara o nosio lado do que lem dito a sua
imprensa h cerca do genio irascivol e irreflectido do Sr
Chirhorro? Fui mister una circumslancia excepcio-
nal, como essa em que se ai.liou o general em presonca
do Sr Chichorro, (o necessario urna traicio para, mo-
le lo a juslificar-nos, sem contacto de partido ; por-
que emfim o general contina praieiro como d'antes.
Respeitamos os homen honestos da^odos os parti-
dos, porque toilos leem suas convirces e leus motivos,
e por isso tinhamos pelo general Abreu e Lima urna
sympi.lbia, quo. mais larde ou mais cedo, se bavia de
tornar em verdadeira amizade, tanto mais, quanto elle
acaba-de fazer um servido importante ao nossu partido,
justificando-nos parante cst< cidade, e at perante o
Itrasil inleiro. Quem ler o artigu do Dtario de Peinam-
/uro de 2G do crrente ver que nunea a nossa i'mpren-i,
a foi lio explcita o Un clara, pois s urna circumstan'
ria 4avoravel poda desmascarar a impostura de tantos
velbacns, servindo-se do poder para fins particulares
Agradecemos ao Sr. geneal^Abrou e Lima o bom jui-
o. que (ormot do Sr Rorlo da Boa-visla, porque
at nisso somos completamente justificados, pois nio
he elle nem nunca foi nosso correligionario, e por con-
sequencia nio hesu'peilo.
Todavio releva observar, que o general comprehen-
deo perfeilamenle o estado do paiz, e as tendencias
dos dous parlidos. e eremos que suas vistas profundas
nao csc.ipari penelracio deste povo. Ha urna ne-
cessidade lio palpitante de paz e de ordem, de garantas
ederepouio que parece urna rousa (cila de proposito
a ridirula auada do Sr. Anlonio Carnero com a pre
tendida morte de seu irmio, na vespera do da em que
foi publicado o artigo do general Abreu e Lima. To-
do r*le povo estava ainda transido de susto pelo terror
da vspera, quando o general bradou com sua voz ge-
nerosa e patritica: fi'ira de urna rcconsiliacio verda-
deira e sincera, cu nio vejo salvacio para os partidos
e muito menos para miiiha patria. Esla concisa al-
lorncao lio mais expressiva e bullanle do que todos os
discursos ou latidos das farcoes exacerbadas poi mesqui-
nhos inlereseof, ou por odios pessoses. Asseverao-nos
que tal he boje a disposicio dos nimos no Rio-de-Ja
ueiro, e que verdadeira, a/enilo-se mutuas c ncrsses.
Finalmente desejamos que o nobre general nio -
bandoue a imprensa, e que j agora leve ao cabo
obra enmecada, ainda quando os seus trabalbos littera-
rios soflrao algum atraso ; sabemos que tem summa (a
r.ilidade de nsrrever, e com a sua vasta erudicio Sera
sempre lido por esto povo rom natlen{ioe anhelo,
que meiecem os seu* escriptos. O general era pouco
conhecdo no seu proprio paiz, porm hoje todos Ihe
Queira p'.r favor, diisc Amelia, ver se j ha algu-
ma clin o i((coi na pi ai'.i.
Nao. Sra. aluda nio. MaaaSrn. sabe andar.
Prefin ciipernr, leapoudeo Amelia,
As obs' rvnces de Mr. de Forlis baviau ainedrontadn
Amelia, que leve um reeeio inrlinetivo de'.-itravcsaar n
meinde de Harii no braco de um innc.ii gentil, anbrc
quem eriio l.o plauaiveia oa eomnieiilari'/a : firirau
poia ambos ainda non inmmua lugares un defronte do
oulro.
Nao era lano pelo lenior Mr. de Forlis, que Mina, (lo I.curial navio mudado de
rmolnciio ; inaa antea pela ideia deque nearailer que
llie allribua o Sr. Frrou, nao seria lia excepcional, que
ella o,i o pudOfSf enoiMiIrar no eiuiiiubo outro aiijcitn.
i|ne vendo juntos, mu bello rap.n com una linda moca,
rucase aa lueamaa siipposices, aliaa maii plamiveia, do
que as que miniara o vollia luglein. .Sein dnvida tace
eoiiiraentarinn ilrvn ser inilitTirenlea para Amelia, n
i'aso de p.irlircm de gente que nao sa conhcceiie ; mas
lenibravn-ae <|uc poda ser vala por um deases homena
de quem pouro antes c quritava co cu prninroe/ito
o quiil o.oi deixaria do diter na priiueira reunido ra
que se aehasae, e com ar niyaterinao :
NA.isabem? A bella Mimi. de Lenrtiil, quo parece
inculcar que um coiiipriilitnlo a pode eorapromeltuv,
u onirci-a psnaeiando > com Mr. Feruu. SM
li! F. onde 5o elle.*?
Issu he o quo nio indaguci, e nio rao divert
0 THEATRO PUBLICO.
Alvilrc para cessarem as castoadat nojenlai de urna
parle do eipeciadoris s para katerem bom cmi-
cos no Ikeatro do Sr. Gamboa.
Com quanto desspprovemos a maneira descomedida
e impropria com que o Sr. director se porlou na non-
te de 4 do corrento tanto mais, que n'um tbealr ,
qur na sala qur na acea nio ba nacionaea nem es-
trangeiros e sim espectadores, que pagrio para se
diverlirem aprendende, o actores que Torio pagos pa-
ra divertirem ensinan Jo no podemos, nem devenios
dexsr deconfesssr, que a platea exorbita as vezes de
seu direito ; sendo que tambera por todos he reconbe-
cido que o provocador he o proprio queixoso : por-
tento pedindo venia ao Sr. director, vamos lazer
algumas reflexSos O systems seguido pelo aetual di-
rector tem sempre sido pessimo : apanhando i alcapio
individuos, que por sua educscao comportamento ,
officios que exercem e classes de onde sabem se tur-
nio despreziveis, S. S. tem provocado em grande porte
essas cassoadas nojenlas que nem morecem o nome
de pateadas; S. S tem feito de emprezsrio director
ou o qur que seja do bu ikealio especulacfio para
ganbar mais dinheiro, que gloriafe deste Sr. podiio to-
mar licQos quasi todos os emprexarios Je bons thealros,
que em ver de ganbarem arruinio nisso as suas fortu-
na!, ou'as albeiss) ; S. S. recheia as pecas de seu re-
pertorio dramtico de termos a duplo sentido; S S.
consente se he que tamhem nio o fsx que os seus
actores faci gestos indecentes, prndigalisem trocs-
dilbos s proprios de alcoices; S. S. consente que de
cima do seu palco se atirempara a platea esses sus-
pirios estelos beijinhos derretimenlos, &c. &c ,
a todos instantes j nos dos, farpas, e al nos pro-
prios drama* : e ludo isto se faz e se consente fpo-
que as capacidades de taberna do theatro de S. Sr.,
achando muito difficultoso o estudo do pensamento des
autores e at o esludo machinal dos papis colorio
esse desleixo depravando o gosto da mor parte dos es-
pectadores, por Isl arte quo no seu tbeatro sio aplau-
didos com (uror os equvocos obcenos e framente ou
nada o melhor desempenho de um papel: e isto ji he
velho I
Para remediar esle mal de espectadores e cmicos,
repetimos agora publicamente ao Sr. director, o que
por vezei temos dito particularmente, e temos que he
esle o nico alvilre capaz de fazer prosperar a scena
brasileir, se be que S. S. deseja isso de coracio, o
quo duvldamos. Abrir urna escola de declamarlo, et-
colher, para alumnos, individuos de soffrivel educscSo
Iliteraria, sem antecedentes, senio deshonrosos, ao
menos pouco elevados para csptsrem o respeito do seu
audiclono ; ter bons regulamentos internos; bave-
rem duas representsedes por mez. em quanto esses no-
vos actores nio podrem oom mais mas essas escolhi-
das. segundo a (orea do teu tktalro e actores, bem
esludadas e ensaladas ; que se nio our;a mais o apon-
tador que o actor, nem so teja s*!" procurando ter na
cupola d'aquelle a parle que reprosenta ; pagar se
aos actores do modo, que estes nenvmendigem, nem se
deshonren! ; alm de*l* paga estabelecerem se pre-
mios para aquelles que,'no decurso do anno, tverem
sido mais assiduos o estudo, tverem mais propris-
menle e incln r desempenhadoseus papis, esc tverem
comportado mais decente e respeitosamente. Final-
mente veja-se urna vei nesso theatro bon
publico honrar os artistas. Acal
para representar no tbestro de Pernambueo gallinh
servem s ; nio se repita que aqu nio ha gosto ; por-
que a prova rm contrario mais concludente, ba que
nao obstante as conslinuas rotnbsrias e burlas com que
do ha muito tempo o publico espectador he mimoseado
pelo Sr director, nio obstante os pessimos actores que
S. S. recruta do tompos em lempos, vai gente asiistir
aos seus espectculos: que far quando isso ludo
nao existir mais ? Para que so ponha em execucio este
alvilre, bastar que o Sr. director troque pelo amor
do ganho o amor da gloria. Pernambueo, 14deso-
lembro de 18*5. O Bibliopkilo Szamontro.
lutillil'inc. uiai-
o honusjf. a arte, e o
ihe-se ajdeia deque
rnambuc gallinbis
efdo de ter sido u. qoe o offeni. se digne de m psjr-
doar, obrando desfarte o que Deoa prescrevo. como
V. S. melhor que eu deve sabor, como lente ni*
urna academia do direito, mas tambem como seeerdote,
que, na pbraze do evaogelho, deve ser o modeJ$lot
mais bomens.
A resposU, pois. de V. ser para mim mata urna l-
elo. Dos o guarde, pois. he de V. S. muito ltenlo
venerador e oriado -* Joaquim Francisca Baptutu e
Mello Oxa/.
Recife, 25 de setembro de 1845.
Exm. llevm. Sr. Tive a honra de recebar*
(icio de V. Exc. Revm. inclutido a carta de Joaquim
Francisca Baptista Mello Oxal*. Respondo s esta cer-
ta carta, como V. Exc. Revm. ver ns qoe tomo a li-
berdade de incluir neste, e que V, F.xe. Revm, ter a
bondsde de Ihe mandar entregar : ficando-me a con,
lacio, que a pastoral de V. Ene. Revm. produxisse cm
lio feliz resultado. Dos guarde a V. Exo. Revm. Olis-
da, 27 de setembro de 1848. Exm. e Revm. Sr, I
Joio da Purificsclo Marques Perdiglo. eonego rearan-
te S. Agostinbo, por graca de Dos e da Sania S A-
postolica, bspo de Pernambueo, do concflbo de S. M.
O Imperador, etc. Mestre-escola, Antonio Jos
Co-lho.
__ Sr. Joaquim Franeisce Baptista e Mello Oala.
Deo me cordeal praxer a recep?io da,iua carta, que me
foi enderecada por S. Exc. Revm.; pois o principal fim
das minhas diligencias neste caso nio era tanto aatit-
facio tw juslica, e menos a vinganca propria, como
obrigar a Vote a cabir em si, e evitar a sua parda. Sen-
do isto assim, be clsro que de todo o coracio Ihe per-
do a grave injuria, e damnos, que me fez E par qne
fique bem persuadido da smoeridade com que de todo o
coracio Ihe perdo, se Vmc. tiver alguma necessidade
de mim, 0% cousa. em que o posta servir, ver a promp-
lidio, com que o faco ; ludo isto em observancia do e-
vangelho, de que sou discpulo. Olindt, 27 de setem-
bro de 1845.Servo e atiento, etc.
Padre Antonio Jote Cotlko.
COMMEStIO
a Jos Franeitoo Ribeiro de
a Tbomaz de
AO PUBLICO.
lllm Sr. doutor Anlonio Jos Coelbo. Do processo.
que se me nslaurou. nio consta ter sido eu, que oflendi
i V. S., pois nio houve urna s pessoa, que isso visse,
ejurasso ; como porm sou ebrutio, e respeito a reli-
giio dos nossos maiores, rogo-lhe que, se est conven-
Aifandega.
Rbnmsibnto do da 29................2:541 #292
Descarrega koje 30.
BrigueGolden-FItececarvo.
BrigueImportadormercadoras.
Ba rea Firmezadem.
GaleraCo/umbusdem.
Barca//artiguendem.
importacaO.
IMPORTADOR, brigue portugus, viudo do Porto,
entrado no crrante mes, consignado a Mauoel Joaquim
Ramos eSilva; manifest* o eguinte:
5 caitas rolliaa de nrtico ; a J"i Gmicalves da Fonto.
5o' barril prego, 1 caixa prdraa, '2 fardo prnoira, 3
caita ferrageus, pentea e paliloa. 10 barra carnea, 2
nunlieles ferrageus, 1 caixa dilo*. i ditas linbat, 2fardo
8o, i caixa palito, 1 dita fio, 40 enatra batata.. 100
ditas albos, 8 barricas cevada; a A. V. d Silv'Bar-
roea.
1 enibrnlho palhncas
Sonsa.
1 caixa imagen, i fardo ni i u den t;
Furia. .
1 caixa chapeo, li dita fazenda du linbo, O tuina ar-
dile, 7 barris carne, 12 ililua aieite, I caixa obro do
prala; a Manoel Joaquim Ramo e Silva.
1 barril \inlio, 1 eiubrullio, ignora-; 1 gaiola pai-
sarn, 80 duza garrunchus ; a Antonio Joaquim de Se-
quera.
1 caixa obra de prala ; a Jote Alfonso Monteiro.
1 dila dita dedila; n Jone Antonio da Cunt.
Scanaitra mackes. 526 carieira, 2 mdxo, 15"co-
nnp, 4 commoda, 35 laceas tVijIo, i pnrclu de prdra
granel,20 barri ferrsgena, 1 caixa reirs, 10U0 reate
do cebolla; a Joc Francisco Carueiro.
1 lata obra de prata; 'Joi Affonio Moreira.
2 caita chapeo, 2 aern paiiifo, 24 volunics caixa
para chapeo, i caixa ferrogen, \ caldciia de cubre ; a
Joi Gmnea Villar.
1 embriillio fiuenda; a Joaquim Jm do Mour;
3 caixa linlia c tramoia a Joa Antonio Bailo.
2 dita imagen ; a Vicente Alvc de Sooi Curvallio.
1 dita calcado, 1 dila fatendo de linbo. S Hila a rebe-
le, 2 barr carnes, 4 dito aieite ; a Joi MoUquias da
Silva.
1 caixa massas para chapeos; a Jos Das Siiue.
' 3 caixa linhas', nieiaa o tramoia, 2 dila maisaa para
chapeo; a Joaquim Monteiro da Crus.
4 fardo fazenda d'olgndo ; a Joflu dos SanlOSuoe
Lima.
1 embrulho fazendas de linbo ; a Francisco G
do Cabo.
1 dito ditas do dilo ; a Joaquim Gor
do Cabo.
1 caixa obras de prala a Joaquim Jos Ferrelra.T
1 dila relrot ; a I.nii Antonio Sequeira.
8 barris azeile ; a Jo Manuel Monteiro Braga.
2 oaixa botr c tramoia, 1 embrulhu obras de palha;
a Antonio Joaquim Alves Ferrcira.
segui-los; roas o que ei he, que io vestidos e en-
feitailo como dou iinmoradiis do 15 anuos, que vio p-
-ar o doiningo no campo.
Nio bavia Mina do (.curial levado mai longo o fcil
deaenvolviolento do man propsitos a que ea noticia
podio dar lugar, tu cahisio cm ma llngiia; ma bavia
ascui ido primeiro que ludo, de nio tahir senio em
carruajera, valo que nenio nio be to fcil reoonhocer-
c agente, c penaava que logo quo chegasso ao carai-
nho de ferro, etlaria a salvo de toda o uppoicSo nioli-
aioM da parle do que a cuiiheciSo, e podeuein onnon-
tro-la, por io que all lodo haviia de prever que ella
ia a rasa de Dnlioi, com o que ficaria explicada a pre-
enga de Ferm; que vinbn a er limpletmenla um guia
como Cambet, e nado maia.
Alm ilmo o sen pensamento voou com mais rapide
nealas rrllexe do que n o fjienio, oque nio Ihe deo
lugar a pesa-las coaaSj aerirdade deaida ; porque entSo
teria ella examinado a raafio de adiar qua Anadino tanto
coinprumettii, o uonboceria quo em menoa de dos
iniuulo bavia deacoberto quo ello ora bello, moco, ele-
gante, que falla va oom fai ilidade. julgava do que diiia,
e nioatrnria ler talento, re ella Ih'o quiieaie perniiilir ;
ma Amelia nio indagou a cauta do sou rsccio, e o seo
pcmaruuto Htou-so em cuua mai grave e mai triste:
HHh reflectir obro o que acubava de saber de
Mr. dy ifacii. U retrato que dedo fatia Anadino nada
de sqiraheiile, c ee homem era o moridVi que
destinava Amelia. Casar com sesaolhsiia) indi-
viduo, niu era expor-ie o aceitar o papel de,
oie do ojifermeira, ou ao men d nina, oa asnoa rue-
Ibur, e para me ervir de palovr que nio deixe equi-
voco, do aia-esposa, isto he, tutnar o encargo do lodo
os de vero de ama de velho tollciro, menos a faruldad
de e por ao fresco quando elle he inaupportavcl ? Por
eerto nio era Mni. de Leurlal amante de prazere ; a me-
diocre fortuna de cu marido nio llie dara para ioso,
ma chegav para alifter o cu gilo; e todava
militas veie india ello evitado em attenfiu idade de
Mr. do Leurtal aquelles cm que ello nio tomava parte ;
ou deixado o divertinieuto no momento em que maia
brilhamu c tornava para ella: ma dcalo prqucHo .icr
Ocio voluntaria do aeu prazere i una vida regulada .
por um relogio, e.oiu una occupafo invariavel marca*
da em remisaio para eudo hora ; dea concento fcia
cun complacencia o reoebida como graca i um dever
prncncbido ou reclamado; dee acato devido uc-
canlo de er altcnciota com Mr. de Leurlal, a um eos-
tune regimenial, de que ella niu poden preaeindir
aein desagradar a Mr. de Furti, havia urna diffoteiica
infinita, urna dialancia maior que e.te mundo, porque
havia a alma lodo inteira de Amelia, tod a >ua devoia-
V,iu. e indcpciidtiioi, ludo u qua u seu rer.ouheciaMnaat
poda conceder a una iiobrc proteccao, e ludo o quo
u diguidodo devia rrcuaar um trio eguumo.
(CiaiMsr--*).

i %pf



3
4 ci*e ign ; Manntl Gnncalve di Sil.
18 barr rarnei, 2'cuubete fcrnigen; Manoel Ig-
iiai.ii d'Oveira. .
9 caita lairiancn; Join Gome.
i dia mataos para rhnpeo, 1 pipai eteito, 4 cn-
tra cebolla, 1 barril oarnc.U caita niiadeu, 4 barril
vinho-, a ordem.
i barril come ; J Antonio de Carvalho.
4 raitai fio; a j\,8o Lcila dn Azevedo.
6 fardo cealo ; a Manuel Fernandu Giiede.
1 barril vinagro a Antunio Airo Miranda Guimi-
rle.
12 oaixt eevada, I runlieto litro e obra de prata,
100 oanaalraa batata, 60 aannrla aieilona. 40 canai-
traa afia ; a Jote Carina Ferreira Soirii Jnoiur.
1 jumemto ; a Maooel Jos de Souzi Carneiro.
1 dito ; a Jal Eugenio da Silva Ramos.
1 barril vioho, 1 dilo prego; Antonio Joiquim
Paaietos.
2484 reaten de cebollas; a Joiquim Ferreira Ra-
mo*,
1 cuohete quadro ; a S. P. da F. Bastos.
I barril vinho. I dito carne; a Antonio Josquim
Forre ira de Sampaio.
1 gaiola passaro ; a Francisco Antonio Areia.
1 barril vinho ; a Joao Luis alachado.
2 caitas drogas, 1 viveiro passsros a Manool An-
tonio Tgraa.
8 fardo, 9 barrios ferragens, 50 ranislras a-
Ibos ; a Joto MaUobiat Leal.
A\ barricas drogas ; a Joaquim Jos da Coslafteitio.
1 viveiro canarios; t JoioCorreia Lima.
10 barricas ferragens, 2 caima ditas emiudezis, 2
ditas palitis, t fardo peneirat; a Jos Leio de Castro.
1 tata carn ; a Joaquim Goncalves Cselo.
1 dita miudezas; a Joio Henriques da Silva.
2 cana miudeas; a Maooel Pe reir Rosas.
1 dita imagen; a Francisco Xavier Marlins Bastos.
l barricas psioeo, 50 canastras albos ; a F. J. F.
da Rosa.
6 cunheles ferrjgens, 15 barricas ditas, 1 caixa dita,
1 dita palito, i dita caixas de cbifre, 1 dita fazendas,
20 canastras albos; a Joo Antonio dos Santos An
drade.
tO barris azeile, 32 ditos vinho, 2 fneias pipas
dito, 1050 mlhos de cebollas ; a Rosas Braga di C,
4 caixas drogas, 2 ditas eevada, 5 saccas paingo,
20 ditas feijio; a A. J. da S Barroca.
132 canastras alhoi, 1 Tardo rolbas, 55 canastras
miele*; a Manoel Rodrigues Carneiro.
12 barricas pregos, 1 barril aieite, 1 caixa obras de
prata, 1 dita massss para chapeos, 2 gaioLs passaros;
a Jos Pervia da Cunba.
comprar vilet em em do caita da compinhi* na ra 30desetembro correnta, e o seo psgsmento pode ser
da Cndeia do Recie : cada um vale para urna canoa de
agoa be 320 rs.
Recile 23 de sotembro de 1845. O caixa, M. G.
da Silva.
Companhia Italiana.
Sabbado 4 de oulubro ser represen-
tada pela primeira vez a opera lindissiina
ELIXIR DE AMOR em beneficio do di
rector da companbia Jos Marinangeli;
elle tudo espeta da inteligencia deste res-
peitavel publico. Da folhetos (em versos
portnguezes ) da peca vendem-se por
3^0 ris na casa do director, ra Nova
o. 7, segundo andar como tambem os
bilbetes de camarotes e platea. No dia
da representadlo achao-se no botiquim
do Theatro.
Avisos martimos.
Aloviii.eiilu do Porto.
Navio entrado no dia 29.
Boston; 40 das, barca americana Nili, de 180 tone-
ladas, espillo Knott Pedrick, pquipagem 10, carga
pixe ; b L. G. Ferreira di Companbia.
/Vario iahidoi no meimo da.
Hamburgo; ijjtacbo sueco Experimento, capillo Fran-
^^^Kna, carga a nieima, que trouxu.
Cear ; biigue brasileiro Paquole-dt^Pemambuco, ca-
pito-Joio Goncalves Res, carga arinba de man-
dioca.
Cotinguih*,; sumaca brasileira lioinrio-de Mara, ca-
pillo Joao Jos Teixeira,'carga vario genero.
S. Malheus; sumaca t'elit-Fentura. capillo Joo Fer-
reira da Silva, em lastro : condu/. 1 escravo a en-
tregar.
Rio-do Janeiro; barca ameiicana .Vi7, capillo Knoli
Pedrick, carga a mesma, que trouxe.
biervofao.
Fundeou no lameirlo o brigue portuguez Hoza.
Eciital.
Olllm. Sr. inspector da Ihesouraria da la/endu
desta provincia, em cumprimenio ordem do tribunal
do Ihesouro publico nacional n. 107, de 23 de agosto
ultimo, abano trans ripia, manda lazar publico, que,
do pruneirq de seleml,ro de 1846 em diante, se prin
cipiara a fater, oesta provincia, o descont de que trata
o artigo 5 d tes de C de oulubro d.; 1835, as notas
de 2.000 r da 1.a estampa. Secretoria da Ihesouraria
de Pernambuco, 13 do de setembro de 1845.
O ollicial-moior,
Ignacio dos Santos da Fonitca.
Ordem a que le refere o edilal supra.
97. Manoel Alves liranco, presidente do tri-
^^r (besouro publico nacional, conformndose
parecer do concelheiro de estado, inspector gerel
I Va ainortisacSo, ordena que o Sr. inspector da
raria da provincia de Pernambuco mande r-
pelos peridicos, e por edilaes, que, do'l de
setetnbro de 1846 em diante.se principiar a faxer nes-
sa provincia o descont de que trata o artigo 5 da le
de 6 d oulubro de 1835, as notas de 2,000 da 1.*
estampa, mandadas substituir pela ordem de 27 do ju-
lhodoaBtto panado; devendo o mesmo Sr. inspector,
logo qipreceber esta ordem, Iranstnitti-la a todas as
es'acottsie lasenda da provincia, para lazerem os com-
pele! lajnuncios pelas folhas onde as bouver, ou por
odites, Ifim de qdese tenba disso conhecimenlo em
todos os lugares da provincia, e lenbio os seus habitan-
tea o lempo necessario para as apresentar na Ihesoura-
ria O que o Sr. inspector eumprir. Thesouro pu-
blico nacional, em 23 de agosto de 1845.Manoel
Alces franco. Cum'pra-se.Thesouraria de Calen-
da de Pernambuco, 12 de lelembrode 1845.Silva.
i
Para o Araeaty sai oestes dias a sumaca Flor-do-
ngelim; a qual se acba quasi carregada : para o res-
tante da carga e passageiros, trata-se com o niestre
Bernardo de Souza ou com Luiz Jos de S Araujo,
oa ra da Crux n. 26.
= O hiele Novo-Olinda seguir para Aracaly no
dia 16 de nutubro, lendo j parle do seu carregamenlo
tratada : quem nelle pretender carregar, so poder en-
tender com Antonio Rodrigues Lim, na praca doCom-
mercio, ou na ra da Cadeia do Recie n. 1, primeiro
andar.
=Achio se promptas, para serem freladas paraqual-
quer porto, principalmente para odo Rio-Grand-do-
orte, as barcacas FIr-do-Mar e Kicforia ; as quaes
peglo carga correspondente a 20 caixas : trata-se as
mesmss barcacas Tundeadas no trspiebe do algodio.
0 brigue escuna zabel seguir) para o Rio-Gran-
de at o lim do presente mes ; anda pode receber al-
gumi carga : quem no mesmo quizer carregar, em-
barcar escravos, ou ir de pasiagem, pode entender-
se na praca com o capillo Joaquim Antonio Gadre, ou
com A norini Irmios, na ra da Cadeia n. 45.
Para o Rio-de-Janeiro segu com brevidsdeo
veleiro brigue Bom-Fim : quem no mesmo quizer car
regar pode entender-so com o dono e capillo Joa-
quim Fernandes Coelho ou com Manoel Jos Macha-
do Mal huiros, na ra da Madre-de-Dos n. 5.
Leila.
. Ruisell Mellors & Companbia fario leillo por
intervenclodocorretorOliveira.de algumas fazendas
de geral ex trcelo, inclusive rendas e bieos de* fil de
algodio, e de oulras fazendas, para fechar contas :
hoje, 30 do corrente as 10 horas da manhia, no seu
armazein ra da Cadeia.
---------------___
Avisos diversos.
Uet lai agocs.
s= Manoel Francisco Coelho, professor publico de
boi tica latina da Iregoe/ia de S Jos Jesta cidade,
sos pas de familia, que o exeicicio d'aula do la-
Kji da a.esma freguena comees no dia 1.' de oulubro:
ainterestadns compareci na aula e casa desua resi-
dencia, na ra do Fagundes, n. 20.
COMPANHA DE BFB1RIBE.
P"eaixa da companbia de Bebiribe avisa aos Srs. ac-
cionistas, quese icba Gndo o prajo marcado para o
recolbmiento da ultima preitacio pedida de 6 por een-
to i qa*> tem de prestar contas no principio de oulu-
bro prximo.
Os donos de canoas, nue quizerem msndar re-
cebar agoa do Piala em Ponle-de-Ucha poderlo
O CLAMOR PUBLICO
O numero 48, echa.-je vajid na praca da Indepen-
dencia litrarian. 6 e 8.
A CARRANCA.
Sabio boje o n.'32, e aclis se venda na praca da
Independencia livraria ns. 6 e 8.
Constando ao abaixo as-
signado que em seu nome se
tem pretendido tomar dinhei-
r*o, (acidas e outros objectos
de valer, previne ao publico
que nao se responsabilisa por
coiisa alguma quenaolr por
elle tomada, pcssoalmente ou
por escriplo seu.
Caelauo Pinto de Veras.
J. L. B. Cabral mttdoii a sua resi-
dencia para a ra de Apollo n. ao, e con-
tina a licionar o desenlio e pintura a
oleo.
= Tendo-se mandado por um prelo, no dia 26 do
rorrete, um caminho de fazendas, contendo 9 pecas de
esquilo e 28 duziss de lencos brsncos de cassa, para en*
Iregar na luja do Sr. Manoel Ferreira Ramos, desenoa*
minbou-seo dito pretocom a farenda; o qual acbava-
se de caltas de ganga axui, camisa de riscado escuro e
bonete, be de boa estatura, um tanto cheio do corpo,
rosto redondo, mogo, com pouca, ou nenbuma barba,
e pelas indagacoes, que se ba feito sube-se ser forro, de
nom Antonio, necio Cambinda, e que atsiste por de-
tras da ra Nova, ou na ra de S. Amaro : portento
roga-se a qualquer pessoa, que do dito preto tiver no-
ticia, ou a quem fdr offerecida dita faiends, o obse-
quio de apprehender, e. participar em casa de Adam-
son Howie & Companbia, na ra do Trapiche n. 42,
ou na ra Relia n. 9, que se gratificar, pagando-se
qualquer despeis, que fizer
Hoje, 30 de setembro, he a primeira praca das
quatrocriss pen'uoradas a Antonio Jos Pcreira do Mon-
donga, porexecuclo de Magalhies Coelbo & C., pelo
|uixo da 1.a vara, escrivio Souza.
A pessoa que precissr de urna escrava, eostumada
a criar em casas particulares, para ama secca, queira
procurar na ra do Collegio n. 16.
Fugio, da sexta para sabbado, 27 do correte, do
lugar da Magdalena, do sitio de Antonio Nobre de Al-
tneida Jnior, um boi manso, lurado de pouco, de cor
a mure liada, e novo: quem o pegar, levando ao dilo si-
lio, ou ra Augusta casa do mesmo nobre, ser bem
recompensado.
En.piesta-se dinheiro sobre penhores de ouro ,
prata e diamantes, ou compra-ie, fa/enfo cania: na
ma das Cruxes, n. 11 primeiro andar.
,lvis>i-se ao Sr. Manoel d'Anuda .CflsVr, da
Serr-Grande do Plane, ou a seu procurnor SfJjfe
Cidade, que a sua letlia de 76*a000 se veo.ee jop,
teriScado em casa dos senhores Mesquita Dulra di C ,
na roa do Brum, onde se acba a pessoa autorisada par
0 dito rcebim nto.
Antonia Pereira Barros comprou por conta de
Francisco Fidelis Barroso, do Cear, o meio biiheteda
primeira parte da 18." lotera do seminario de Olioda .
"n. 1281 ; a qual corre boje, SO do corrente.
Tiiou-se por engao, do correio, ama carta, vinds
do Porto, para Joaquim Pereira da Silva ; cuja carta
foi feita em Fornelo : a pessoa a quem pertencer, diri-
js-se a roa do (ueiinado n. 32.
= Quem precisar de urna ama para casa que sa-
be cotiobar, lavar e engommar, dirija-se a ra de
S. Francisco por baixo desarmas do hospital da Or-
dem le r ce ira que achara com quero tratar.
= Preciss-se fallar com o Sr. Frederico Augusto de
I.emos a negocio de sea interesse ; e como se ignora
a sua morada poder-so-ha dirigir a ra da Praia ,
n.46 A.
Perdeo-se, no dia 29 do corrente urna carteira
com quantia de 103/rs. em cdulas, desde a ra do
Cabug at a ra Nova : quem a achou e quizer resti-
tuir declare por esta folha que ser generosamente
recompensado.
No dia 28 do corrente, sahio Jos M aria dos San-
ios da casa de seu cunbado Joio Lopes de Lima e
como nio apparecesse al o da 29 e nem lenba no-
ticia do que be sucedera, lar. ello o presente annuncio,
a lim de ver o resultado de dito seu cunhado.
Quem aununciou no Diario de Pernambuco,
querer comprar urna cadeira de arruar dirija-se a ra
da Cinco-Ponas n. 160, ou annunce.
O jui. da irmandadedo SS. Sacramento da fre-
guezia de S. Jos do Recife faz scienle que domingo,
5 de oulubro, inlallivelmente deve haver mesa a lim
de se tratar da festa do orago da mesmi freguezia ; por
isso rog aos Srs. irmios mesarios, bajo de compa-
recer pelas 9 horas do relerido dia.
O abaixo assignado lendo por vezes sido insta
do por algumas pess.as para ensinar a cscripluraclo
por partidas dobradas avisa, que vai coiiiegar a dar
eslas liedes no primoiro de oulubro, em sua residen-
cia, na ra Formosa n. 2 trez vezes cada semana ,
nis segundas quaitas e sextas das 8 as 10 horas da
manhia. Jos da Maya.
= Desapparecco, da amarragao d > becco do Capim ,
no Recie, urna canoa de carreira do um sj pao,
com um rombo na proa j preparada loi pintada de
encarnado por fra e verde por dentro ; cujas tintas
esto desbotsdas ; tem panneiro depinho, ooulro pe-
queo na pia 4 bancos inclusive os dnus do ca-
noeiro : quem della souber e der noticia, dirija-se ao
caes da Alfanduga o. 5, quo ser gratificado.
= Preciss-se alagar una burra c m cria para dar
Irito a um doente : quem tiver, annuncie, ou dirija su
a estrada de Jlo de Brrros sitio defronle da espolio
da Conceicio: tambem se compra urna ovclba com le-
te lendo cria.
s= O sitio denominado Engenhoca no lugar
dos Remedios, pertencente s* D. Catharina Callana de
Vasconcelos Antunes achl-se hypolhecado a Manoul
Ferreira Dioiz.
= 0 Sr., que msndou empenhar, por um seu es-
cravo um trancelim de cabello com passudorea de
ouro e alguma prata em chapa pela quanlia*\le
26* rs. e pelo lempo de 3 dias e j se tem psssado
mais de 3 me/es queira vir resgala-lo no praro de 8
dia, contados da dala desle do contrario sera vendi-
do para pagamento : na ra Nova venda n. 65
Quem tiver para dar 200j rs. a premio com
boas firmas annuncie por esta folha para ser procu-
rado.
= No primoiro de oulubro, as 4 horas da tarde, na
pisca do Sr. doutor juiz do civel da segunda vara na
ra do Sol se ha dearrematar urna casa no lugar do
Pogo-da-Paoolla penborada a Andr de Medeiros
Coi lo.
Quem precissr de urna ama para o servigo de
urna casa de pouca familia dirija-so a ra do Codor-
niz, n. 14 a fallar com a dita que be do maior
idade.
Aluga seo segundo andar com sollo o cozinha
ao mesmo da casa n. 50 da ra de Agoas-Verdes:
a tratar na rus do Crespo n. 15.
Preciss-se alugar 3 pretss para venden m bolos :
ns Camboa-do Csrmo casa n. 14.
ss Ofierece-se um homem de idade sem familia ,
para ensinar primniras ledros ou latim a meninas
de qualquer familia que more fra desla cidade; po-
rm nio mais de 5 a 6 leguss: quem quizer ulilisar-
ledo seu presumo, dirija-se a ra Bella n. 4, para
tratar e inlormar-se.
= Precisa-se alugar urna ams secca, que seja de
bons costumes esa Iba tratar de eri angas para urna
cesa de pouca familia. Dirigir sea ra do estrella do
Rnzario n. 30, terceiro andar.
A pessoa, que annunciou querer comprar urna
ovelbs com cria dirija se ao pateo do Carmo ven-
da n. I,
= Precisase alugar urna pequea casa terrea, no
bairro da Boa-Vista : quem liver annuncie; que,
dando-se fiadora contento, tratar-se-ba do ajuste.
D -su dinheiro a premio com penbores de ouro,
mesmo em pequeas quantits ; na ra do Rangel ,
o. II.
= Augustn Sommier, proprielario da fabrica de car-
vio animal, eslabelecida na ra Bella n. 30, previne ao
publico, e particularmente aos,Srs. proprietanos deen-
genbo, e refinadores deassucar, que se aclis com gran-
de sorlimento desle carvio de differenles nmeros, e
como convem ao lubrico e refinaclo do sssucar ; e bem
assim pos de marlim de primeira qualidade; ludo a pre-
gos mu i lo moderados.
Lotera do Seminario.
As rodas desta lotera andao imprete-
rivelmentc boje, 3o de setembro, iquem
ou nao bilbetes por vender : os poucos
bilbetes que ha achao-se venda nos lu-
gares j annunciados.
=:Arrends-se o 1. andar e aloja da cssa-doSr.
Bennger na ra Nova n. 7, entrando no arrendemento
daloja a armacio e asessas terreas que lazem parte da
mesma I ja;podendo esta e suss dependencia alugir-se
separadamente do 1. andar: trata-se do ajuste na
mesma loja.
=F. Duprat,lendo a faier urna viagem para fra da
provincia, | ede as pessnas a quem for devedor, que lio
mandem suaa conlas al 30 do corrente setembro, para
serem pagas; aproveila esta occasiio para envidaras
pessoas. que Iba detem, hajio de pagar scus dbitos
com toda a brevidade, na ra Nova, n. 7.
= O bacbarel Fonseca, por parle de seus cliente*,
berdeiros da fallecida Scnhora D. Constancia Maria FaL.
co do Bego, reitera o seu aviso, publicado dos Dia"
rio* nmeros 213, 2l4e2l5, islolie; que em juizo
Senhor Villar nio foi reconbecid anda inventaran-
te do casal daquella Senhora ; por quanto nio (em la-
gar o que diz o mesmo Sr. no Diario n. 215. OJO-"
ramelo, que foi prestar no eartorio, de seu lvre ar-
bitrio, sem scencia dos berdeiros, com o fim salves de
preterir I quem pertuncia faze-io, e sem que procedes-
le despacho, que a isso o sdmittisse, nio o pdecom-
tiluir inventariante ; este acto, que o Sr. Villar chama
comego de inventario, he intoiramenlo nullo; nelle nio
leve interlereneia alguma o Sr. juiz, que m m ao me-
nos rubricou-o, oque era indispensavel para sua vali-
dada; nio lorio citados os berdeiros e nem requereo-
seanomeacio de tudor aos orpbios. dando-se oulra*
faltas, que f rao dedusidas em juizo. Niu exislindo, as-
sim, inventariante; os clientes do annuncianterequer-
rio ao Sr. juiz, bouvesse do nomcar quem exercesse es-
se cargo, lembrando eolio a S. S. um herdeiro. que
tem em seu favor a reuniio de todas as condicoes exig -
dss; pois que era o nico, que babitava a casa da mea-
ma tallecida, onde esteva at dias depois de sus morte,
est muito par do estado do casal, e merece a confi*-
anga de todos os prenles ; n'esse procedmento nlo te
t senio o aso de um dircito dos berdeiros, e jamis
capricho, como diz o Sr. Villar, que alias parece estar
d'elle pnssuido !
Se o Sr. Villar est na posse das chaves da casa, daal-
guma pr.it e ouro,foi porquo fez urna violencia ao her-
deiro, que se achata em casa, e a posse desta! eousts,
eessa violencia nao Ihedao direito a ser hoje iavenUri-
anle; se lez.despe/as do luneral, o herdeiro lembrado
ao Sr. juiz tambem at fe/, e algumas primeiro que elle,
e ndubitavelmente sem a intenrlo, que talves n'vtsp
eccasiio oceupatsu o Sr. Villar. Por ludo isso nio do-
ve-se julgnr habilitado ii administrar os leus e inleret-
ses da beranca, quo elle diz fura confiada a seu cargo.
Esperejnais algum lempo pela doslo do meretissimo
Sr. juiz ; os autos ja esli na conclusio; nio ha motivo
para o Sr. Villar tur 'anta pressa !
=a Troca-se urna porcio de covados do ganga azul,
lisa e Irangada, propria para ualges, jaqueles e saisade
prelas de olaria, por um, ou dous milheiros de lijlos :
a quem convier, dirija-se alraz do Carmo, na ra da
Concordia, venda n.4.
= Aluga-se o primeiro andar do sbralo da ra das
Cruzes o. 28 com bustantes commodos para fami-
lia : quem o pretender, dirija-se ao segundo andar do
mesmo
= No armazem da casa da ra da Cadeia n. 17, se
acbs de noto una serrara, onde pederaoacbar nisdei-
ra de louro para assoslho da melhor, lano em qualida-
de, como em largura ; assim como, costado e assoalho
de amarello : no mesmo armaiem anda se contina a
vender cil branca c preta, e ti jlos de todas as qualida-
de-, por mdico prego.
= Deseja-se tallar ao Snr. Jos Ribero da Silva a
negocio de seu interesse : na ra do Rangel, casa de
Luis Jos Marques a fim de receber urnas encom-
Hiendas, vindas de liraga, de sua familia.
ss Quem precisar de um Portugus para restilador
de engenho ou para ouiro qualquer servigo ; sendo
na praca, ou fra della dirija-se a ra do Collegio,
fabrica do chapeos n. 8.
sss Precisa-se alugar pretas para venderem tteile de
carrapato : na ra do Alten o-dos-Alogadot, o. 7.
= Precisa se saber, se nesta praca ou fra della ,
existe alxum li I lio ou paiente do fallecido nessa
cidade Portuguez Manoul Bernardo dos Santos na-
tural de Cotelenit-do-Rio,provincia de l'raa-dot-Mon*
tec, a negocio de seu interetse : na praca da Bua-Vista,
o. 13.
= Aluga-se o segundo, ou torceiro andar da casa
da ra do Queimado n. 14, com bastantes commodos,
co/inha fina ; o terceiro lem um sollo cm bastantes
commodos : a tratar no segundo andar da mesma casa.
= Aluga-se a casa tenua da ra do Padre Florian-
no, n. 18 com bons commodos agoa de cacimba
meieira : a tratar na ra da Cadeia do liecife o. 25.
= Em esposta so annuncio do Sr. doutor Fonseca,
por paite de seus clientes exaradono Diario n. 213,
cumpre-me declarar, que estou reconbecid em juito
como inventariante de minha fallecida sogra e que
depois de baver comcesdo o inventario, por estar de
posse das chaves da casa da lalleoida prata, ouro, es-
cravos e ter feito a despezss do funeral, alm de ou -
tras raides que nio be occasiio opportuna de investi-
gar loi que appareceo a caprichosa opposicio de seua
clientes; mas, em quinto esta nio lor decidida, toa eu
o inventarenle o por isto mesmo habilitado a cuidar
dos bens e interessesda heranca confiada a meu cargo ;
esta be a verdade quo nio pode ser contestada e
que autorsa o meu primeiro anouncio. Jos Gomes
Vtllar.
O abaixo assignado faz publico que pessoa algu-
ma faga negocio, e ne*coniprc a melade da casa meia-
agoa, sita na ra acfBom Goslo, que foi do finado
Joo Quaresma, e hoje perlence a Jos Quaretma,
testamenteiro daquclle liaado c he-deiro; visto estar a
mesma melado da dita casa ponhorada por alaguen de
casa quo o abaixo assignado penborou a dita casa, e
su acba seguindo ui termos da dita penhora pelo earto-
rio do escrita i Molla, e pela 1 vara do civel.
Miittiel Amero deSousa Reis.
O abaixo assignado, fabricante de chapeos deso,
no Passeio-Pblico, previne ao respeitavel pblico, que
elle acaba de receber um sortimento completo de cha-
peos de sol, de todas as qualidades, tanto de seda, co-
mo d'algodio ; elle lem tambem chapi os de sol pa
senboras. e meninos Adveitu igualmente, que, ten-
do a sedas, as mais ritas, de barra lavrada, furia cores,
lisas, 4c, &c., ettt ao csso de satislaxer qual-
quer encommenda, com toda a presteza ; elle postue
tambem algodio trancad, liso, e de todas as qualida-
des dos padioes inaia modernos: elle, em fim, cobre, e
eoncerta todo os chapeo* akLMl, com a maior perfei-
cio, e promptidlo. ;. JoSo .oubtt.
Trocla-te lia'ji gen, sendo urna deN. S.
da Co Irar da Babia e oulra de N. S.
da Agrella ntuiio perfeila ; oa ra da Senzalla-Ve-
Iha o. 142, segundo aodsr.


= OSr. Manool Antonio di Silva queira vr reage-
tar a prali, que tem empenhada c na falla ser ten-
dula par, pagai o importe de m;' luir, e jurue que
leem dei.orrido desdo dous do levereiro do torrente
1; na ra da Cadeia do Recile, n. 47.
> Alugi-se uma casa no pato o S. Jos : a tra-
tar na ra do Li1 .amento, botica n 22.
7.1'luriao Das Ferreira reli;a-:o para lora da pro-
ilrcia.
k Alugao to, pata se passsr a testa 4 inoradas "de
com mijitos c.mmodos ebanheiro perto para
arlidiihu; e alugao-se por preco inait coinuio-
i que nos outroa anuos": tambe ni so aluga urna
aria na Passagem-da-.Magdalena defronte da Ca-
punga coni barro para toda obra e grande terreno
para ter 10 ou maii vacca annuaei, por ter bom pai-
to : tratar nn sitio do Cajueiro.
-4i*V- -'-:
Compras.
= Cotnpro-so duas pretas de 12 a 18 annoa que
saibo cosor cngominar o lavar ; na ra da Madre-
da-Dos n. 5, primeiro andar cin casa de Mantel
Joc Machado Malbeiros
= Compra-se uma cadeira do arruar, quecsleja em
bom oslado ; queni (ver, annuncie.
= Comprao-so 3 travs ; sendo de sapucaia cor-
ceo ou niassaraoduba : na ra do Livramento boti-
ca n. 22
Vendas.
do de jscarand, e ama cama de oleo com colcho>i,| Vende-te uaaa moito boa carteira eom estante
ludo rom pouco uso ; na ra da Praia, n. 22. jp.ira livros envernisada ecom gavetis; um appare-
~Vende-se una canoa aborta em bom uso, quo. fho de porcelana dourada para cha : na ra das Crutes,
carrega un inilheiro do lijlos por preto coinmodo ;
na ra da Cadeia do Itecife n. 67.
= Vendem-se e alugo-so muilo bas bichas de
Hamburgo uiuito grandes e as melhores que ha na
trra ; e v3o-se applicar para mais commodidade do
pretondentes : na ra estrella do lo/ario defronte
da ra das Lsrangeiras, toja de barbeiro, n. 19.
Veinte-so superior tinta franoeza em garrafas
grandes; dita de marcar roupa *eslo|os d<- navalbas
acontento ; capachos redondos e compridos ; sspalos
= \endem-so 10 arrobas de cera amarolla, da trra;
na prafada lodependencia livraria ns. 6 e 8.
Bom e barato I
=Vendem-se riquissimos corles de riscado cbinez ,
do 16 corados, a -1500 rs. o corte; riscados francezes ,
muilo finos, a 220 e 300 rs. o covado ; superiores cor-
tea chitas muito linas, de i .'I covados das mais mo-
derase a 3200, 3500, 3800 e 4500 rs.; corles de
di||seom 10 covados escuras a 1(500, 1800 o 2000
rs. ; lindissimos cortes de (arlatana muilo superior, a
i'iOOrs do gostu o mais moderno ; corles do novos
padrSes de cassa-chitas transparentes, de muito bom
gosto a 2100 c 2500 rs. ; casimiras do muito. bom
guato para calcas do superior qualidade de quedros
e liatras al200eli00 rs. o covado; bretanbas do
rolo, a 1600, 1800 e 2000 rs. a peca ; esguia* de
superior qualidade e de puro linho muilo lino u 1500
n. e rara ; bretanha de varas de linbu puro lina,
a 2S00 e 3200 rs. ; superior fustfio branco a la rs. o
covado ; pecas de bretanha de Franca de 4 palmos
e meio de largura do qualidade a mais superior sen-
do de linbo puro de 6 varas e meis a (itiOO rs. a
peca, muito fina tal oqual ao esguio ; bretanha de
linho muito fina a 560, 640 o 720 rs. a vara ; su-
perior brim trancado branco do puro linho muito fi-
no a 1000 c 1400 rs. a vara ; panno fino azul e pre-
to a 2500 rs. o covado ; selim de Macao preto para
collete de superior qualidade, a 3200 e 4500 rs. o
covado ; chitas a 120, lo, 160 e 180 rs. o covado ;
ditas finas escuras a 220 e 240 ris o covado ;
pecas deshilas, a 4300, 5200, 3500, 0000 e 6500 rs.,
escuras ; madspolo, a 150, 160 o 180 rs a vara ; di-
to fino a 200, 220 e 240 rs. a vara ; madrasta lino ,
a 280 rs. a vara, ea peca muito fino, a 5200, 5400 e
5500 rs. ; superior madapolao entestado a 5800 rs.
a peca ; madapolo a 2800, 3200 e 3100 rs a peca;
dito fino a 4000. .200 e 4600 rs. a peca ; chales de
lia eseda muito linos c grandes, u 4500, 4B0O e 5000
rs. ; cliadrez do linho, de muito boa qualidudeo pro <
prio para jaqui-ta > 320 rs. o covado ; alm destas fa
zendas, ba outras muitas de superior qualidade por
barato preco : na ra do Collcgio, loja n. 1, de An
ionio de Azevedo VillaroucotSi Irino.
=3 Vcndom-se saccas delarintiu muilo boa e no-
va a3100rs. com tlqueire da meoidu velha ; na
ra da Cadeia-Velha n 47, primeiro andar.
= Vende-se potassa muito uova e de superior qua-
lidade Itecife, armazetn de assucar, n. 12.
Vende-ae muito boa cera para igreja cliegada
ltimamente do Kio-de-Janeiro ; na ma da Senzalla-
Velha, ni 110.
= Vende ao uma salva de prala muito rica para
6 copos de agoa e tambem poje servir para levar vela
em igreja para baplisado : na ra da Sen/alia-Velha,
n. 142, segundo andar.
Vende-se um escravo crinlo de idade de 25
annoa, bom oflicial dculfjialo, ptimo bolieiroeco-
vende e o motivo.
- Vende-se cb tiritn em caixas de 15 libras, em
porcOeaearetilho; em casa de MatbeusAuslin & C. na
ra da Ifandcga Velha n. 36.
=Vendem-se meio lu des da lotera do semina-
rio-! que corre impreterivelmente no dia 30 do cor-
rente : na ra do Collegio, loja n. 1.
" Vende-se uma escrava do Angola muito bem
paeeeida alta e corpolenta representa ter de idade
'') anuos scni nonhum vicio nein achaques cozinha
o diario de uma casa ongomma,cote soflrivelmente.
o faz muito bem bicos e rendas; na ra do Quoimado,
casa de Antonio da Silva (iusmao.
= Vende-se um moleque de 12 annos crioulo ,
do bonita figura ; na ra da Cadeia do Recife n. 47 ,
primeirVndar a fallar com Jos Pires de tMoraes.
= Vende-se umcalix de prata rom patena e co-
Iher, e ditas pedras d'aras; na ra de Hortas, n. 140.
Casa da fortuna, na ra Di-
re i ta, n. 12.
Anda existe para vender, garantido na forma da le,
um resto de cautellas da lotera do seminario; cujas
rodas indio boj* infallivelmcnte ; e tambem meios
bilbetes a 4500 rs.
Vende-se agora na ra do Crespo n.
i4 o excellenle doce de guiaba, que ven-
da outr'ora o preto Felizardo, da Boa-
vista.
Vende-so uma correaje de ouro de le, sem uso
algum; um papagaio nuo hilador ; uma banca de
ai|ico : no largo de Ji. S, do Terco o, ,2, primei-
ro andar.
*- Vendem-el2cadeirai, duat biaquinhat, lu-
dos ltimamente; superiores caixas de tartaruga e mas-
a ; as ma'fmMernas abotuaduras douradas psra ca-
sacas ; medidas para alfaiate pelo diminuto preco de
80 rs. ; ludo muito barato : no ra largado Rozrio
o. 24.
=Vendem-se 4 escravos pecas para o trabalho de
campo, e da praca ; um dilo bom canoeiro ; um di-
to bom ferrero de toda obra de eogenho ; um dilo bom
coznheiro ; dous dilos de meia idade, por 250f rs. ca-
da um, bons para (rabalbarem o b tarcm senti-
do a um sitio por a islo estarem acostumados; dous
mulalintiosde 10 a 12 annos ; duas pretas do 20 an-
nos, recolhidas cosem, engommio e cozinhio; duas
ditas por ~tt),> rs. cada uma corinbio lavSo roupa
e vendem na ra ; duas ncgrinbss de 12 a 16 annos :
na rus do Crespo n. 10, primeiro andar.
= Na roa da Cadeia do Recife n. 46, ba sempre
una grande e cxcollcnte existoncia dos melbores vinbos,
que teem vindo a esto mercado, a sabor : Porto, mui-
to velho Xeny Mudeira ucellas Champagne ,
e Clarete muito superiores e um bom sorlimenlo de
ago'ardcnlcs de Franca ; para os compradores prova-
rem as amostras de todos sao sempre palentoadaa
no escriptorio.
=t- Vende-se uma renda na ra da Cru/, no Recife,
n. 58 : a tratar no armazem de louca, n. 62.
n. II, primeiro andar.
= Vendem-ae ptimas meiai de seda para padres ;
agnlhas de ato fino em ricas caixinhas a 320 rs. ;
ricos botOes do retroz de lindos padrdes para eolletei e
sesudos ; ptimas navalbas de barba ; suspensorios da
rerdadeira borracha ; ricas caitas de tartaruga para ra-
pe1 ; coifas de fil para senhora e meninas ; luras cur-
tas pretas para senbora a 800 rs. ; brincos e adero-
tos pretos; chicle* de montara muito baratos;- fa-
mosas espoletas para cacar ; e toda a sorte de quinque-
= Vende-se um escravo perito oflicial dcsapeleiro :
na ra da Aurora n. 56 segundo andar.
= Vende-se uuia preta de na{53 por preco com-
modo por se ter preciso; na ra do Hospicio, n. 17.
= Vendem-se, na cidade de Olinda duas mora-
das do casas; sendo uma terrea e a outra do sobra-
do : a tratar na mesma cidade ra do Amparo casa
n.22.
Na renda nova defronle do becco do Trem, con-
tinuo-se a vender, em grandes e pequeas porees, ar-
roz em sacca, por alijueires e arrobas por prego mui-
to emeonta; boas costelias do porco, muilo fretcaes ;
boa manteiga du 400 rs. at 880 rs. a libra ; e todos
os mais gneros de venda, de boa qualidade e por preco
muito commodo, a dinheiro a vista.
Vende-se urna cadeirinha em bom uso por
prego commodo ; gales de todas as qualidades : na
ra do Encantamento armazem o. 11, por baixo do
sobrado do Reverendo rigario do Recife.
= Vende-se uma prela de idade de 25 a 30 annos;
na ra da. Cruz, no Recife, n. 63, lerceiro andar.
= Vende-so una parda de 18 annos, de muito bo-
nita figura de boa conducta o que se aliante boa
cozinbejra por ser esta a sua oceupagio engomma
liso, e-fcosecl'5o ; o motivo da renda se dir ao compra-
dor ; pois nao se rende por ella ter vicio : no becco do
Poixe Frito, n 1, primeiro andar.
= Vende-se um moleque de idade de 16 annos,
pouco mais ou menos muito sadio proprio para to-
do o scrut'i ; na ra da Cadeia do Recile, loja de JoSo
da Cuiilia Magalhes.
= Vende-se uma canoa grande de 60 palmos de
comprido de um s pao, pmpria para abrir para
canda aberta ou d'agoa e mesmo para burcaca; duas
ditas abertas tambein grandes, quecarregSo mil li-
jlos de alvenaria ; urna dita d'agoa, ja usada : na ra
de Apollo tanque d'agoa, n. 28, das 6 horas da ina-
nbaa as 4 da tarde.
i = Vende-se superior cerveja branca, com muilo
bom paladar bem acondicionada e com a nova in-
vcncSc de ser a rolha coberta de metal branco, que
com facilidadeso sacca por nao tor rame ; tanto em
portocomo a retalbo : em casa de Jones Patn &
Companbia.
Vende-se, ou arrenda-se a loja do sobrado da
ra do CJueimado n. 14, com uma pequea porcSo
de I i/i'inias ou sem ellas ; duas caixinhas do ferros
para cirurgia, por preco commodo; ellas e algalias de
gomma clstica do todas as grossuras : a tratar no
segundo andar do mesmo sobrado.
= Vende-so um escravo bom oflicial decarpina, de
toda obra da pr.ca c do engonbo ; na ra do Crespo ,
n. 10, primeiro andar,
= Vende-so um escraro de nacao, de meia idade ,
ptimo para sitio o enlcnde do padaria ; na ra Di
reita n. 18.
= Vtndeni-.se 5 escravas de natao muito lindas ,
de idade do 18 a 20 annos, engommao e coziohio ; 3
ditas lavadeiras e quilandeiras ; 3 escravo de naci:
na ra Dircila n. 3. far.
= Vende-so uma porcao de saceos razios ovos,
que servem para farinha ou para assucar ; em caa
de II. Mebrtens, na ra da Cruz, n, 46, primeiro
andar.
= Vende-so uma preta de 20 annos de bonita fi-
gura ptima para todo o servico e mesmo psra mu-
cama ; uma negrinha de 12 annos muito bonita o
j faz todo o servico de uma casa ; urna bonita preta d
muito boa .figura cozinheira quilandeira e lavadei-
ra de sabo e varrella : na ra larga do Rozario, n. 46,
segundo andar.
= Vendem-se 5 escravos, proprios para todo o ser-
vico ; ao comprador le dir o motivo da venda : na roa
dos Tanoeiros n. 2. segundo andar.
= Vende-se superior tabaco da Babia em p em
libras e em botes como o rap : na ra da Cadeia do
Recife venda n. 1, que fui do Pilomba.
= Vende-se a renda n. 100, sita na ra Imperial :
a tratar na mesma renda.
Vende-se sola ; couros miudos ; beterroi; cai-
xas de tartaruga : na ra da Cruz n. 26.
Vendem-se 3 relogios de ouro : uma moeda de
dito guarnecida ; dous annelei; parea de rosetas pa
ra meninas ; 4 botdes de puoho ; 3 ditos de abertura:
3 cordOes ; uma cruz ; uma tirela ; um pr de brin-
cos ; 24 colberesde prata : na roa doRangel, n. 11.
= Vende-te um sellim inglez em bom uso ; na
rui Augusta, n. 66.
de borracha ; riquissimos cortes du cambraia chega- Baeriti e ferragens, bules e cafeteirasUe metal do prin-
cipe ; saca-rolhai de patente; cindieiros e obras de la-
ti ; tudo por preco baratissimo : no Atterro-da-Boa-
Vista loja n. 78.
= Na botica da ra doRangel rendem-se os re-
medios seguintes dos quaes a experiencia (em confir
mido os melbores efleitoi: den tilico que tem e pro-
priedade de limparos denles cariado. < restituir-Ibes
a cor esmaltada em muito poucoi dias; o uso do dito
remedio fortifica as gengiras e (ira o mi chairo da
bocea proveniente nao s da carie como do trtaro,
que so une ao pescoco desle orgSos ; o remedio he
designado peloi numeroi I t 2; orchala purgativa,
mu til aa criancas o as pessoas de toda e qualquer ida-
de ; be composta de substancial vegelaes nio contera
mercurio, nem droga alguma quo possa prejudicar ;
remedio para curar calos, em poucos dias; dito para
curar dores venreas antigs, e que teem resistido ao
trata ment geralmeote applicado ; dito para provocar
menslruicio e accelerar a aegio do ulero no paitos
naturaea em que nio se preeva dai manobras iden-
tifica) da arle ; dito para resolver tumores lympbaticoi ,
vulgo glndulas; ditopara curar bobas e cravos sec-
eos o mais efticsz que se conbeco al aqu ; dito oxi-
mel de ferro muito til naa cbloroies, vulgarmente
chamadas frialdades; pos anti-bilioaos de Manoel Lo-
pes ; capsolas de gelatina conteudo balsamo de cu-
pabiba ; ditas de oleo de recinoi purificado; ditas de
cubebas em p Gno ; ditas de assaletida ; ditas com pos
purgantes; ditas de ruibarbo d Clin. ; ditas de sul-
phato dequinino de 1 e2 graos cada capsola ; alga-
lense, velinhas elsticas ; pilulai de sal de ctbacinbo ;
agoa das Caldas, ebegada prximamente ; remedio que
cura a frialdade dentro em 40 dial mesmo estando
ieehado : o preco de todos estes remedios be mui ra-
zoarel e os bons resultados da sua applicacao he
que derem fazer a sua apologa.
= Vende-ae cera em velas de ptimo sorlimenlo,
por preco commodo ; na ra da Madre-de-Deo, n. 5 ,
primeiro andar.
= Vendem-se 20 escraros; sendo 14 machos com
algumas habilidades, sendo um oflicial carpina; 3 par-
das e uma preta que cosem cozinhao o engommio ;
duas negrinbas de idade de 9 a 11 annos ; todos de
bonitas Ggurai, por preto muito commodo : na ma da
Cruz venda n. 51.
Vtnde-se i obra de Cubras de Saiitilhana em
bom estado ; no Alterro-da-Boa-Vista n. 14.
= Vende-se uma racca muito boa, parida, com
cria femea ; atraz doi Martynos, ra do Caldereiro ,
o. 46.
\ endem-se o utensilios de fazer fogoi artificiaea
e oa mais objectos peitencenle aos mesmo lugos tu-
do por prego commodo ;' *cls de carnauba em pr-
elo e a retalbo, com diflerentes lamanbos e muito bem
feitas: na ra da Concerni da Boa-Vista n. 20, ou
no armazem de Rufino Gomes.
= Vcndo-se um moleque de 14 annos de muito
bonita figura e proprio para todo o servico ; na ra
da Cadoia do S. Antonio, por cima da loja de cha-
peos n. 25.
= Vende-se uma canoa de eonduzir agoa que es
U em mi estado, e por isso se vende muito em conta ;
na ra do Cabugi, n. 3. '^ *
= Vende-se um venda com poucos turraos, e Lem
alreguerada, todo o negocio so (ara em rezan de aeu
dono so querer retirar para fra lita na ra de S. Ri-
ta-Nova n, 7 : a tratar na mesma renda.
= Vende-se sieite doce a 3520 rs. a caada ; di-
to de coco, a 3000 rs. ; dito de carrapato, a 2240 rs. ;
(mirilla de matarana e aroruta ; sag; tapioca; cera-
dinha de Franca ; cevada ; chocolate; gergelim; len-
(ilba pan soupu ; hervilba ; papel do machina alma-
(o e de peso ; cb byssoo superior a 2400 2560 e
2880 rs. ; caf, a 4000 rs. a arroba, e 140 rs. a libra;
massas finas para soupa ; e todos o maii gneros de
venda : na ra Nova venda n. 65.
ss Vendem-se dous cavados, sendo um alazio, bom
passeiro e carregador, e outro preto paiteiro por
evitar a deipe/a que esli fazendo : a fallar com Jos
Antonio de MagalhSes Basto ou na cocheira que foi
do fallecido Tliomaz junto ao tanque d'agoa da ra
da Cadeia de S. Antonio.
asi Vende-ie a loja de calcado da praca da Indepen
deocia o. 28 com poucoi lundoi, e muito afregue-
da : a tratar na mesma loja que todo o negocite
--Vundem-so 3 livros em branco de superior pa-
pel manufacturados em Inglaterra proprios para
qualquer casa de commcrcio ; una carteira para eicre-
ver, estando ainda muito boa por ter lido pouco uso :
na ra da Cadeia do Itecife can o. 59.
= V ende-se uma parda, que sabe engommar e co-
ser por preco commodo : na ra estreita do Rozario ,
loja de chapeos defronte do sobrado de Antonio Jos
de Msgalbies Basto.
= Vendem-se 18 escravos ; sendo um preto de 28
annos, meslre de marcmeiro e carpina de profissio ,
de bonita figura; 3 bonitos moloques de 13 a 14 annos,
6 negrinha de 12 a 15 annot c m algumas habilida-
des ; 4 pretas de 20 a 22 annos de bonitas (guras ,
coinhao e engommio ; 4 pretos de 22 annoi: na ra
das Flores, n. 21.
Vende se uma excellenle parda de idade de 18
annos sem o menor ticio boa cozinbeire eengom-
madeira ; uma dita de 20 annos com boas habilida-
des ; duas escravas para todo o servico ; uma dita boa
quilandeira e lavadeira por 330* rs. ; um bonito es-
cravo com principios de pedreiro ; um bonito mo-
leque de 18 annot; um dito de 13 annos; dous escra-
vos para todos servico ; um dito proprio para litio, ou
engenbdBkfior 3204 rs. : na rui de Agoas-Verdes .
. 46.^
VeisarSn-te meios bilbelet de lotera do semina-1
rio, a4500n.; na ra do CJueimado n. 87,
Vendem le velas de wnsnbids 7 e 8 em li-
bras ; na ruado Ratujel n. 52.
Vende se superior essencia de aniz
em garrafas de 20 oncas, por prep com-
modo: no aterro da Boa-Vista, na fabrica
de licores n. 2(i.
Vende-se farelo em saccas i/elo
mdico preco de as'56o, 3200, e 4^000:
na ra da Senzalla-velha n. i38.
Venderse vinagre bran-
co nacional a 400 ris a ca-
ada velha: na rua do aterro
dos Afogados n. 7.
Vendem-se meias pretas de seda
para padre, chegadas ltimamente de Lis-
boa : na rua da Cadeia do Recife, loja de
faxendas, junto a do Sr. Leal.
Vender-se, na loja n. 4 da praca, "da
Independencia, rap piinceza de Lisboa,
em botes e meios botes, ao prMto de
5|5oo ris: este rap be muito frelio e
chegado ltimamente de Lisboa.
Tendem-se as yerdadeiras pilulas
vegelaes "do I)r. randretb, chegadas re-
cntemele : na rua do Cabug botica
de Joo Moreira Marques.
Acaba de chegar do Rio de Janei-
ro o Appendice tachigrapbia ou arte
de escrever tao de pressa como se falla ,
com mappas dos signaes inclusive um,
pelo qual se aprende esta arte sem mes-
tro pela simples indicaco de se ensinar
a formar os caracteres do alphabeto e
mais ligacoes pelos pontos e Imitas tremi-
das ; alm de ser esta arte muito til,
torna-se necessaria para o bom desenvo
vimento dos estudantes, preco as'
ris : Bibliotheca dos jovens que se dei
cao ao commercio contendo explicar.
de arithmetica operacoes mercantis
cambios a escriptura^So dos livros em
partidas simples e dobradas contaa cor- /
rentes de juros recprocos obra esta ul
lissima para os caixeiros e guarda-livre
preco is'Goo ris: Novo divertimento*,
contendo a propriedade dos riume/O, fa-
zendo-se por estes diversas enj das
adivinliacSes o jogo das sen Le
nitiilos outros entretenimenlos proprios
para as reunioes de familia,_ por 400Tis :
vendem-se na praca. da independencia,
livraria n. 6e 8 na rua do Gollegio n.
13 e na livraria da esquina da rua do
Collegio.
-- Vendem-se lonas da Rus-
sia n. com um pequt no to-
que de avaria, muito recom-
mendaveis para encerados ,
camas de vento e outros usos
semelhanlCs, pelo barato pre-
co de 500 ris a vara: na rua
do Crespo n. 10, segunda lo-
ja, quem vem da rua das Cru-
zes.
Escravos Fgidos
Fugio, de Olio da um prelo elbo de 4
annot, de nome Paulo baixo, cor preta tem
60
tes
lve
_ *yte
interiores e na parte superior quebrados, pernal algas
cousa asqueadas, rosto eogilhado alguma cousa asi-
da sempre encostado a um po : quem o pegar ,
a rua larga do lio/ario n. 46, segundo andar.
No dia 27 do cerrente, (ugio ulna escrava de m-
gio de nome Angela com os signaos seguintes: rol-
lo redondo bem preta com marcas de bechigas, uma
cicatriz de um lado do roslo por baixo do dJio ,
olhosgrandes, nao muilo alta lera 18 a '20 aMpa ;'
levou vestido branco e panno preto; andavajj "na-
nbia vendendo pao e de tarde veli quem a pegar, le-
ve a rua da Gloria n. 10 ou na- roa de Agoai Ver-
des, n. 46, que ser bem recompensado.
Desappareceo, di rua da Cru/. at o Attarro-da-
Boa-Visla um preto de nome Jos, de nacao da Cos-
ta Ba com 3 riscas na testa ; lem tre marcas de
ferro no rosto ; sendo uma na testa e outra em cada
Face peilo todo riicado eom a^unt dentes quebra-
dos estatura regular, cheio do corpo bem pareci-
do de figura ; levou caifas de riscado de algodloiinho,
camisa de algodiozinho de mangas curtas ; terido sa '*
bido a vender pSo pelas ras, com um panac
grande e toalha de alg.dozinho trancado noto ,
franja ; fugio no dia 28 do correle ; quam o pu,
leve ao Atlerro-da-Boa-Vista., padaria n. 66, que
r generosamente recompensado.
= Fugio, no dia 5 de Agosto p. p. urna preta
oomeMarcellios de naci Cibinda alta migrel1
roa ps bastantes grandes e mal leitos, cara e> n-
prida cabello preto muito ladina : quem a pegar.,
leve a rua larga do Borario n. 40, segundo andar.
fERN.
} NATYP. DE M. F. DEFAMA 1845.


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