Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05876


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Full Text
>**
-._:____________________________________________________________________
ira. 519
todos os dias qne
'guarda: o preco da asslgna-
_/rs. porquaricl pagot adianto-
indos dos asslgnantei aoinse-
rH^^Bio de 20 ria por lluha, 40 rs. em
tvpo difireme, c as repeticflcs pela metadc.
Os que nao forero assienantes pagiio 80 rs.
clor linba, e 160 cin tjpo dillereiite.
PHASES DA LA NO MEZ DE SET
T.ua ora a I as 7 h e 15 min. da n
a Gas 3 h. e 4 minutos*-----
I .na cuela a 15 aa 7 hor. e 54 min. da maa.
Mcogoaote a 23 as 10 hor. e 6 m. da tarde.
PARTIDJ
"ORREIOS.
Goianna, Parahyba, e Rio Crande do Forte
Segundas e Sextas felras.
Cabo, Seritihaeui, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no I." 11 e 21 de cada me
Oaranhuns e 'lonito a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas fciras.
OltasjeuoAos es
de Setembro.

Ai.no M N, 910.
a*
DAS DA SEMANA.
29 Segunda 4f s- *Hjj\el A-'ehanjo s. Fra-
terno, s. Gud<
30 Terca S. Jeronvato aud. do J. de I).
da 1 v. e do J. da* Feitos.
! Cuarta S. Veslsslno, aud. do J. de D.
da "3. vara.
2 Quinta S. Leodegario, aud. do Juii de D.
da 2. vara, e do 1. M. da I. e 2. v
3 Sexta S. Candido aud. do J. de 1). da
1. r. do civrl, c do J. dos Feitos
4 Sabbado S. Francisco de Assla, aud. do
J. de D. da 2. vara.
5 Domingo S. Placido
CAMBIOS NO DA 27 DE SF.TEMBRO.
imi'i. ,vu res por irauco.
iltoa 120 a 125 p.e. nr. p. tn.
ftoas firmas t '/' VsJP- '/#
spanliolas 31#600 a- 32#00U
Cambio sobre Londres. 26 d, p. 1 j a 60 d.
Par. 370 ris por Trauco.
Lisboa "
Dse, de let. de boas I
Ovro Oncas hesp
Mocda de 6#400 vel. 171800 a 18#000
. de 0*100 nov. 17*800 a 17*500
de 4/000 9/300 a Itf.VXi
Prnta-Patnces .... 1>W0 a 1/870
Pesos i eliminares. 1/080 a 2#000
Ditos Mexicanos 1/920 a 1/040
Moedas de 2 patac. 1/280 a 1/3!
Acedes da C* do Itebcribe de 50/0O0ao par.
Mcy. off>a>v,nir-'T- ,-r-a.w.- *>.
'-M*^*n:Jl*--z-i-' *lim
ERNAMBUCO.
EjRTE QFF?CIAL.
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTUAUGEIROS.
0 T1ATAD0 C"M A COWFBOERACAO ARGENTINA.
(Cotslinsaeda.)
OTA DO SK B MOMAS GOtDu AO "H. CARK'KIRO LEA.
Legacio Argentin. Viva aConfoderagio Argentina I
Rio-de Janeiro. 12 de fevereiro de 18i3 Anno 33 da
liberdado, 27 da independencia e 13 da Conlederacio
Araeniioa.
Illm. eExm. Sr. Honorio Hermolo Garneiro Leio.
senador do imperio, coneelteiro, ministro o secretario
de eiUdo dos negocios dajostiet, e interinamente dos
negocios ejtrengaros.
O abaixo assignado, enviado extraordinario e ministro
plenipotenciario da Confederacio Argentina, Ico com
meditacio a nota, con dala de 9 do crranle, do Exm.
Sr. Honorio Hermeto Garneiro Leio, ministro a secreta-
rio d'estado dos negocios estrangeiros, em resposta Js
notas de 4 de Janeiro prximo pastado e de 19 do -Janei-
ro de 1812.
O ibaixo assignado, antes de oceupar-se do quo con-
sidera msis urgente, se permiltira observar ao Sr. mi-
nistro que a citada nota de 19 de Janeiro, relativa aot
negros negociados por Fructuoso Rivera, para o excrci-
lo de seu commando, com o che fe dos insurgentes do
Rio Grande, Rento Gonfelves, foi respondida em 26 do
mesmo mez e anno, pelo retpeitavel antecessor de S.
Ex. no ministerio, pelo teor da copia que o abaixo as-
signado lem a honra de aeompanhar; o ainda que a ul-
tima de S. Ex Sr. Honorio adhere aubslancislmente
ao mismo principio que adeS. Ex. o Sr. Aureiiaoo,
sem embargo ve com aatisfaio dar-se nella alguma
maior latitud em pro dos interetses recprocos do Bra-
sil da Confedersco Argentina.
Paisa agora o abaixo assignado a.occuprr-se da res-
posta do Sr. Honoriosua nota de 4 de Janeiro ultimo
na qual S. Ex. declara:
1. Que. para que o bario de Caxias possa continuar
vigorosamente a campanos, asra conveniente ter em re-
serva al seis mil cavados, alm dos existentes, e que
estimsria que etse numero de bonscavallos Ihe podesso
ser subministrado pelo governo da Conlederacio Ar-
gentins, debaixo de condicOes convencionaes; e que o
itinerario para a cavalbada deve ser fixjdo pelo barSo,
d'intelligencia com os agentes da Conlederacio enesr-
regados da subministrado.
2 Que o governo imperial nio tQJBd* em conven -
cionst com ogoverno da ConfederacloArgrntina o tru-
far em com mu ni da pacificaco do Estado Orientar-e da
provincia do Rio-Grande, obrando os dous governos
coajuncta ou separadamente contra os rebeldes do Rio-
Grande e seu adiado Fructuoso Rivera, de conformi-
dad com as estipularles que para isso se fizessem, bem
que o governo imperial jlgou artigo essencial de qual-
quer convenci, ou antes do trotado definitivo de pal,
lixacio dos referidos limites com tulTicienles garantas
de sua inteira observancia por parte, seja dos governos
contraanles, s< ja do Estado Oriental.
o.' Que, conveneionado o auxilio de cavalhadas, as
eslipulaceg para obrar dn accordo contra Rivera e os
insurgentes do Rio-Grande devoro ser reservadas para
ocessito em que, habilitado o abaixo assignado de ole-
nos poderes, tenha Ingar um tratado completo que de-
fina os limitvi do imperio e do Estado Oriental, com
as precisas sguraocas da monutuncao da independencia
do mesmo Estado.
4.' cearommerciaese de oavegscao exigidas pelo recipro-
co ioteresse das duas partes, bem que as estipulacOes
desza naurea nao sejio condices indispensaveis da
convenci ou tratado definitivo projeclado.
Gi5iei(i--t.- i- aaaaaaaB
=**=-
A I ItOVAD A.
STQuanto primeira das doulsracoet, o abaixoassig
nado teve a honra de antecipar-se exigencia do i
terio, propondo igual numero de cavados no pn
de convenci passada a S. Ex. o Sr. ministro co
nota verbal do 5 docorrente; o abaixo assignado nio
duvida de que,logo que o governo argentino soja inlor
mado desta necessidado do parte do imperio, e da sp-
plicacio dos cavados i guerra oontra os insurgentes do
Rio-Grande, e contra seus adiados os rebeldes soqua-
r.es de Rivera, dar* as ordens mais positivas ao general
em chefedo ejercito confederado, para que se lealise o
auxilio ese regule a marcha dascsvslhadas para o pon-
to que designe o bario de Caxias. O abaixo assignado
niosmente aproveitari a primeira opportunidade de
instruir o seu governo da urgencia daquelle auxilio, so-
nio que julgoria conveniente que seslgum vaso deguer-
ra brasileirose tivesse destinado para o Rio da-Prata, se
anticipasse a sua sabida para conduzr os despachos da
legaQSo.
Quinto i segunda e terceira declaraco, sebe alta-
mente grata ao abaixo assignado a honrosa resolucio do
governo imperial de tratar.com o governo da Canfedera-
tio Argentina, da pacifieseao do Estado Oriental e da
provincia do Rio-Grande, v com pena qoe se annulla-
ria tal plano se se tivesse dechegar a condicio do um
tratado definitivo de pal, comprehensivo da fixscio de
limites, com mutuas garantas respeilo a independencia
do Estado Oriental, e no qual tsmbem so estabeleces-
sem bases do commercio e de navegacio.
S. Ex. oSr. ministro permittiri ao abaixo assigna-
do que, usando da franquea e boa f com que sempre
tratou do corresponder i confianca do seu governo, so
explique com candura pela entidade mesma dos nego-
cios do que se trata, e pela bonra dovida aos tlenlos
de S. Ex.
Questao lio nao decidida ainda, se ao imperio e Re-
publica Argentina compete "exclusivamente o direito de
lixaros limites i Repblica do Uruguay, sem interven-
ci directa nem indirecta daquelle estado. Nem basta
a conformidado deopiniSo ero que felizmente se en-
centra abaixo assignado com a de S. Exc. para dar
este ponto por ventilado e como urna rjHTrenldadi- Lu-
cida. Se este s lopico bs de offerecer materia de lar-
gas discussoes, he do" crer, podesso iotrincar-se muilo
mais, se ao meimo lempo se tuesto destratar do estt-
belecimento das linhas divisorias, e consultar-so os in-
terines maleriaes e polticos inseparavelmeote nnidos i
designaco das fronleiras, >
Queslio he. Sr. ministro, se depois da solomnidade
dos compromissos conlrahidos pelos governos signata-
rios da convenci do paz, de 27 de agosto de 1828 sob
a mediacio da Inglaterra, roilerados pela Conloderacao
ante a Franca na convenci de 29de outubro de 1840,
se requer alguma outra para sfisnear a validado e sub
sis te neis daquelle pacto ; e caso quo algumas garantas
se livasjssm de agregr mutuamenle, anda n>0 ao dis-
culirioTriem scriao, na opiniao do abaixo assignado,
de fcil desenvolviinento.
Questio, e complicada, be tambem, quaes sejio as
bases de inlercsse reciproco para o desenvolvii^ento e
prosperidado do. commercio e da oavegacao nascento
entre o imperio e a Confederaiio ; e o reto mais atino
nio alcaocaria descobir nn ios claros do intelligencis o
euvencio conimum, sem gastar um tcu menos lato em compulsar razoes estadsticas de um i-
oulro pais para dar luz aos trabalbos e estipular todas
as conditdrs de um tratado. Necessitare apreseotar
provas histricas anle a illustracio do Sr. ministro para
persuadir a S. Li. de que a melbor vontade se torna-
ra impotente para submettera um periodo fizo o ter-
mo deslas pegociacSes ? As medidas de salvscao e de
seguranca ler-se-bio deixado alguma ver aleo desenla-
ce de questOes do cospniercio, navegacio e limites ? Es
t certo o abaixo assignado de que S. Exc. nio aceeila-
ia, nem por um momento,tio grande erro.
Exc. oSr. ministro conhece que se trata de urna
a quo arde ja as fronleiras do imperio ; de oom-
bsierum inimigo a cavado,unido ao: sublevados contra
o throno imperial ; de decidir, se ao governo do Brasil
convem unir-M a um exorcizo argentino que vem mar-
chando sobra sfoozevido, em perseguicio deum trai-
dor i republiei o ao Braiil; de evitar que o fementi-
do Rivera, acossado pela invasio, penetre as fronleirss
desto paiz e engrosse as lorcas dos Rio-Grandenses;
que se trata em Sm de saber, se, depois que o govern
argentino facilite a mobilidade necessaria para o exer
cito impi'rial, declarar* ou nio a guerra o imperio io
rebelde Rivera o a scus sustontadorei. o sa ss armas do
ezercito confederado tcem de lidar sos ou nio com o
inimigo commum.
Poder rer compilivel, Sr. ministro, com a pri
meira destas circunstancias, com o carcter da guerra
na Banda Orientil do Uruguay, o com a posicio ac-
tual dos exercilos contundentes, que, anles de tomar
o governo imperial um partido, deva celebrar-so trata-
do definitivo de commercio e limito ? Asolucioque
V. Exc. der nio pode ser duvidosa, porque ser inspi-
rada porum es.-larecido espirito, eporum sontimento
de patriotismo e de respeilo ao bom seutido.
Nio ho lmenlo a conveniencia de immcdialas van-
lagens a que aconselbo a liga entre os governos do Bra-
sil e da Confedersco Argentina ; nio s para suTucar
a insurreifio do Rio-Grande, e pora desbaratar o pH*
noanarchico du Rivera deveriio mancommunar-so os
esforcos de um e oulro estado. A allianca de ambos
os estsdos pira restabelecor a ordem legal ni Rauda
Oicntal e para destruir nella todas as sementes per-
niciosas i pai das naces limilrophcs, servira tambem
para faxer entender as potencias martimas que ousario
amoscar com a sua intervengo armada no Rio-da-
IVata, que so Brasil e i Conlederacio.incumbe nica-
mente velar sobre a independencia da Banda Oriental,
e evitar as traicSes dos que, sacrificando a nacionalida-
de sua ambicio e ao seu egosmo compromettem ar
eaUlenoi poltica desse estad.i, creado por eonsenli-
mento reciproco em prpveilo da segurases o paz da
Confedersco e do imperio, e quo o Brasil o a Confe
deracio'estio resolvidos a afugentar a influencia o a
poltica europea do urna repblica situada em suai
fronteirap.
Sem embargo, o abaixo assignado, penetrado da uti
lidade dedar quinto antes estabil.dade o ezpansio is
bases estipuladas na enunciada convenci de 1828, e
de que finalmente se ixem os limites da Repblica do
Uruguay, ter s salisfacio de transmitir ao seu gover-
no a ola de S Etf. Sr. ministro, com a esperancu
de que S. Exc. consagrar a i-sle assumptoa sua mime
diala e seria coniideraso, tendo multo prsenlo o es-
pirito da quartadeclaracio da nota de 9.
O abaixo aisignadn nutre a esperance de chegar
promptamente a urna mutua e til inteligencia, pao
menos pelas amgaveis ideias do Sr. Honorio para com
a Conlederacio Argentina e pela lealdade deseus prin-
cipios, senao porque, fazendo juslica a alta capacidad^
e ao carcter firme do illuslre chelo da Conlederacio,
compteliendto amplamenlequanto be do inlercsse ro
eipruco que os dous governos te entendi dignamente
para a restnuracao da ordem legal no Estado Oriental e
par. a pacificaco do Rio-Grande. Esta intelligoncia
mutua, Sr. ministro, nio contraria o progresso dos
males presentes, se, pertendo instantes, nio se asso-
cisr logo o governo de S. M para obrar immcdala-
mente de accordo, tomando a oflensiva contra os ini
Iigos do imperio e da Confedoracoo Argentina.
Dos guarde a V. Exc. muitosannos.
J que me ubr lempo, permilli-me charos leitore
que vos o.nle urna anrcdntn, que bem pudera servir de
,,kji, t" par una comedia, se fr cu bomcn para fa-
i.-J. Sea ininha. histria lie inverotimil nio odnei,
Z^Bfc O'ie he verdadeir, que se pasten neila cidade
dwPaVli, qoeeomrc'oii na rnaUoudy e ubi ncabou, que
nao he du lempo da revnlucio, puis que ac plssuu faz
domingo oito dias. Eiil o que lie? dir-uie-beis. Vou
diter-vo-io do melbor mudo que poder; cscmeacrcdi-
lotrtca, eu....... Mas seria diirr-voa d'anlen,8o o deccuaJ
reda, oque lite tirara luda grn(a.
Ainda quenSo qnrru foter comeda estabelecerci co'zn-
tudo prinieirainente una dccornclo. Imaginemos una
desta Imliitccocs acnnliadas mas elegantes, bnbilmenle
distribuida*, em um eapafo quo no lempo do nuanta
a vos apenas seria ufllciente para urna aala mediocre;
unm desloa casas nrr.mjndas qunsi enmn om.i carteirn de
vilgrm, nnrie nada billa e cada cuota (em usen lugar
designado, mas que nada se podo deisar'desarruniado,
sob pena de todo desmantelar; urna antecmara quo lio
o vAn entre duas portas, urna sala de jamar, onde as ca-
deiris estJo a roda da meza, com os asiento! debaixo
dola, para haver livre eirciilaeio, nina sala para a qual
se fixerio estes piannos verticoo que sio lio bonitos e
i.'io pesados, e um quarto do dormir, onde s cabero
dual pciiiin com ciniiliejo descarr.ii.jarein cuino urna,
c fama ideia da cana onde inora Mma. Amelia de Leur-
i.-il. Est ella agora nu eu quarto, e araba de vestir-sc
U seua orraiijos a.'io de quein vai para o campo, mas lu-
do lie novo v esculhido. Amelia t-so ao espellm, mas
parece pensativa. Nio se adiar ella bonita o.un o seu
vestido de mursulina branca? Nio pudeier; porque.
nulo mais meigu, lallie niaia flesivtl, p inais peque-
nos, uiiva mais divas e afiladas ainda miigucni vio. To-
dava a sua jireucciipaciu bo tal que duaagrandea lagri-
mas Ibo esliu cabindo dosnllios* o nio o apercebo di-
que n sis* criada, Justina, que Ihe i-rna de cnuiarisla,
de cusiubeira, ^c. c., depois de ludo ba ver oolluca-
do eiactamcnto cin seu lugar, nio se retirou dn sala, e se
Occupa eiu saecudir a poeira quo nio existe. Ma em fin
a Sra. du-LiuruI rrp.nrou que a criada all eslava ainda
e disse-lbe :
EiilSo, que esperas?
Quera pedir n Sro. innf eouso.
E que cousa ?
A Sra. ra buje a Saint-Germain?
V.u.
Como niu rollar icnio a imite, nio precicar
miin de da
Entcndu ; qncrca sabir.
SiiO, Sra. Moje ho domingo, e todos es criado^
primeiro andar vio divertir-so a Versailles, c me oajT
drio. t^LjHJfe
E(u,elo que tejo, acaitan ests em
jos douiin|ueirus.
Tomax Guido.
Vesii-nii! pnr precaurao no caso de quo o Sra. me
Mkene perinittir.....
Ti. Pois siin, podra subir, logo quo cu mo for cm-
bsira.
f Mas.....
'. Quo temos anda I
Ellrs vio-ie d'uqui a um quarto dohora.
Se he s isro, vai-te, que eu nio lenho necessida-
do de ti.
' Muilo obrigailn, minba ama. Eu (erri cuidado de
recolbcr-mc cedo para despir a Sra .....
_ Puis bem.
_ A Sra. lia de ceiar?
Nao bunieu coalume.
Nio importa, icmprc prrparore alguma coma.
' Bem! bem!
Justina retirou-se, e Amelia depois de ver que ainda
uto crio dez horaa, passou para a sala, onda te poz a
ni.nr, eiidireilaiiilo os prega do vestido, alocando uro
rcetele, adiando o cabellos ; Justina tornou a appa-
Eu vou sabir, Sra.
Esta bom.
Como a Sra. lem a bondade de sabir s, lera cui-
lachar bem a porta.
tambein o Sra. de fechar a* j.inedas,
^nAo sla seguro, e iccabiisc urna tro-
udu isto.
pesiar sssie me nio bei de esqueccr.
roiiari dizer ao porleiro que dciio subir
l^oeai a vier proonmr?
n, CARN'EIRO LA 0 IR. D. THOUil GUIDO.
N."2. O abaixo iisijrnadn, senador dn iinjierio,
eoneelbciru, miuislrn o secretario d.t esta lu dm nego-
cios da juilica. o nterin* dos negocios eitrsnjeiroe,
accua a recepci" dn nota quo; ca 12 do mea OurrentO,
dio pnasraoSr. D. Tliunm Guid i, enviado extraeros
n.ii-ni e miuislrn pleni|iotenei.iri.i da Coiifederco Ar-
fs-niiiM, em resposli que u abaixo assignado Iba esere-
vi'tj. em Vilo mesmo nioz, respondendo aos quelites
quo esa mira ola do .'i de Janeiro Hiera o Sr. Guido ao
antecessor do infrascripto. abaixo ailignado apret-
ou so a levar preseni-.i de S. M. o Imperador a referi-
da nota, c tem do siirnifioar a Sr. Guido, du ordem dn
menino augusto Senil"!', que ogoverno imperial pesou
maduramente ai coiitidcracVs que fas rel.itivanidolo aos
incunvenientes que podem resultar do iralarem os doua
governos ao nseatnu lempo da oonvoiteio para loennie-
guira pn lie.ie,l,i da provincia de S. Pedro* o da Repu>
blii.i Oriental do Uruguay ed- tratado ilerinitim de paz,
em conformidado du arligo 3." da convenci preliminar
le '27 ile ii.,i.,i de IS'.S, ritamlo so os limite entre o
imperio e a Repiiblira Oriental, e oili|iiilando-ae sobre
a relacAei cowmeruiuea cutre Brasil o a Confederacto
Argentina.
Em rcapusta, o abaixo aiiign.-ido tem a significar ao
Sr Guido que o governo imperial sebn procedentes ai
poiuleraers rolelivaa conferci dn tratado de qons-
mereio, e nio duvida adiar ec Iratadu para poca mais
tranquilla, em que ambas as naco coiicurdcm coro re-
eiproeidade ical nn enndicc das mu rolacile cona-
mereiiies. Nio pensa, porni, aisiio emquaiilo ao trata-
do definitivo do paz o deniareact de extrema enlre o
imperio o o catado limilropbo pela forma quo maii cou-
aeulaiiea parecer S partes contraanlo, quo opuorluiia-
meiile puilem aulorisar o roipentivol plenipotenciarios,
a quein dever& conceder aiiiplm mndalos para alteu-
lerein rom madureza o imparcialidade a aulas aioonii-
itnefioi que possio apreeiilar-so ueste negocio.
A ceiebraco do tratado definitivo do paz com eitipu-
bxfio sobre os limites do Estado Oriental com o imperio,
o deel.ir.ie.io o definicin do modo e forma pela qual am-
bas i iKiroes bfto do defender a independencia do dito
eiiailu, lie poii una onmlico sema qual o governo im-
perial nio palle fuer aliinia ealipiilacio que o obrigua
n ubiar emiiia Frueto Rivera o em seqaase.
Em verdiido, o g> veruo imperial, indopriidento de al-
guma convenci, pode cvenlualniente ler compollido a
tomar medida contra o dito Fruclo Rivera o aeui e-
quazca, o nieamo a fazer-lhca guerra. Taea serlo os ca-
sos : 1., do recollicr-io Fruotn na provincia do Rio-
Grande, c unir-ac aos rebeldes; 2.a, de lunlbcrem-se os
rebeldes dn Rio Grande no Estado Orienta!, o de ahi se-
rum protegidos por Fruclo, recusando-s* o governo du
ililo eslnilo a lomar contra ellos n medidas enrgicas
|oe o governo imperial exigir. Estes casos, cuatros
que se poib-m dar irm duvida, podi-r iodo, ir ao go-
verno imperial a operar contra Eructo; pnrnt urna tal
lleliberacto, devrndo ser tomada euiu altenclo unioa-
meiile |i ii itii-ariio du Biii.nulo, difiero muilo da
que poderia ser loiiiadn em coiisequtuioia de convenci
i'i'in o ;o vci no argeniino. SemelliauUi nonveucio impu-
ro ao imperio de\ere diflieci do prcenuher;- e como,
alom diao, a expulsan de Eructo, que ambos os gover-
no se eaforcaro por conseguir, tomaria nmito pruva-
vel o elevacin do Oribe a presidencia do EalidoOrieu-
lal, fiirtno be que o governo imperial c garanta das
preleiicna outr'or.i -m.inifelaila por cle cliefo quando
investido da mesma presidencia. Aamn, o abaixo nssig-
oiiiin r>.ga ao Sr. I). Tiiomiiz Guido Imja do ooinipunicar
o expendido ou sen guvcriiu, do cuja bo f relaces
de perfeila aiuizado eprra o governo imperial o bom
accordo e feliz resultado das negoriacVi que ie vio en-
celar. O abaixo aisigiiado reitera ao Sr. Unido as ex.
pressei da sua perfeila estima o disliucli coiuideraclo.
Palacio do Hio-de-Jai.eirn, em 17 do fevereiro de 1543.
Honorio Hermolo Carneiro Ledo.
NOTA DU SR. D. TlloMA/. GUIDO AO SR. CARNEIRO LEA.
I.rgacio argentina. Viva a Confodorac.V) Argentina!
r. Dalloii; aquello ve-
ttigo para me icoinpa-
Siiu! O guarda livroi
Um Mr. Cambel, deve vir to
nbar a S.iiiii-liei-in.iii).
hni.io vou-nie. Arlis, minba ama, muilo obriga-
i^.i. minba Sra. ; divirta-ie heni.
' A criada sabio, o um triste torriso psssoii pelos labio*
do Amelia ao uuvir esta recomroendacio de Justina.
Amelia veudo-se s, lannou u olho melancolious para
o sen vestido novo. Era a primeira ves que se vesta da
bi,loen depois de treze metes do vio vez; sentou-se esa
frente do retrato de um homeni quo poda ter oincoenta
anuos, c poi-te i onaidera-lo, c entio Ihe vierto M
Icmbraiica o ideias que vou referir.
u V fiiate* um nobre amigo, e bom marido para
m i ni, Mr. de I.curial. Cnnheoeitei-me orphi, educada
por beiioticeHcia domiia lia, que nulo l olhou para a
plana ca que so achnva, ciquecendo-se de qoe a fortaaa
que possuia dcsappareccria com asna vida, ede que oto
deixaria tanto mais pobro, quanto atis riea en tireise
vivido; tanto maii abandonada quanto mais meaoostu-
niava a viver cein gente, para quem o nomo mais reeoas-
meiidavel, nada rafas, qnando pertence nma niulher.
relites sio usbosnons. Em oulro lempo davio-se aas -
llios mais rrlhoRdo nossos fidalgos todas os bens da fiv
milia, anida boje, quando acontece seren pebres, tasa
elles quaai atu dolo no no me ano podem dar a ama mu-
Ihcr. Burguesja lia aindaK|vie eomprio otillo dotaar-
queza ou visoondystWa. Mas que importa a um banqaeiro
catar oow a tilba de mu Noaillei ou de um Monlntorcn-
ey, lo ella tem de cbamar-so madama Dupont ou mada-
ma Durand? Vos, Mr. de Lcurlal ludo itto prcvitlea, o
me offerocestes a vossa modesta fortuna e o vosso nosao


Bin-de^Jaiicirr., 21 de frvrrciro de 1843 Anuo 53 di
libordnde, 27 de u.d-pendencia e 13 d Cunfcderac.o
Argentina.
A.. Ulm. c Exrn. Sr. H..nor.) Hrrmrto Carneirn Lodo,
senador do imperio, r ministro e aerrcltrio de esladn
doi negurius de jualica interino due negocioi rtlrau-
geirua. .
O abaixo ntiignodo. enviado extraordinario o minia-
tro plenipotenciario da Cnifrderac.o Argentina, leve a
honra >i reerbera unta, com data de 17 do crrenle, do
Exio. Sr. Honorio Hcrmeto Carneirn Leo, ininialro
secretario de citado dot negnoiui cslrongrima, na qnal
iirsistiniln por agora da pri toncan do tratado decoin-
inercin, cunto una daa conaidoracet pn.postas para en-
trar mi allianca com n Confe.lerac.o Argentina na guer-
ra contra Rivera o aciw aualrntadorea, o omprasando re*
la qnrstio para pora maia tranquilla, tctcrveS Bxo.
declarar, de uniera de S. M. 1. : Qun a rclebric.o do
tratado definitivo do poiriim ettipuIncOei iobrcoi li-
roitea do Eiladu Oriental com n imperio, e declamo!.
e detiuicao do modo c forma pelo qu*1 ambas na
< coc bao de defender a independencia do dilo calado,
he urna cundirn icm a qual nln pode faier rsipnlu-
" C*" algunia que u obrigur a obrar contra r rcsOnina*]
Rivera o tena icquaiet. Du lio terminante r
o abaixo atiignado dar cunta au acu govcrim -pai1
< n tiver n l.em, o honre cora oa puderra nccciSVuius
ara ajuaiar un o onlru tratado; maa entretanto u abai-
xo assignado runiprs uoi dover ao fatrr a S. Exo. algu-
mai nbsorvacci tubro a naIureta e cnniiquciiciai doac
curdo adoptado era tan grave negocio.
A pat quo Muiente exiate entre a Confederarlo e o
imperio, lia quime auno, fundada na convenci preli
minar, c robualecida pur nnmernaoa artoa d lealdado c
de benevolencia mutua, uto orcurre ao ahaixu atigna-
d quo pono correr n menor perigo pela falla do tratad
deiinitivo, e ser difllcil cmnpreliender a vantagem ile
pospr a nni.u do amboa oa ealadoa contra do Uruguay, o do ajuile propoatocoiuo cundilo previa.
Maa, ae nao pode adutii ac n maia leve ratiu de .lesenn-
fianca na continuado da pat por parlo do governo nr-
geulino, aein o otfendcr gratuitamente, o que do oerlo
nlo cabe no animo do governo dea, M., eomu lio que ao
aubjeila, Sr. miniatro, a um tratado, maia de pura f..r-
nula que de neceaaidaiie inimediata, n cstipulac.n de
neiaa oalculaduapara suffuoera rcvuluc.odii Kio-ran-
de, para reprimir ao aeu anudar e colaborador ? Cu-
ino he que o governo imperial v Iranquilliimente acua
nimigus r as tropas de Kivera enmbater junios contra
aa tropa argentinas anulando a Hepublica du Uruguay
e disputando o iriomplio darebelliSo maia onunoaa po-
ra cate pas ? 0 abaixo assignaJo quiera 1'ompreln lder
a utilidad)-do tal prnccdimenln; urna duvnla muio d
que o governo de S. M. poulia rom ello a cuben di
triatea reauliadoa oa uuerea.ea do Braail, ae entregar I
nm lempo illimilado, e a cundicea nin urgenlea, a al-
lianca com mu governo amigo paro apagar um vaalu in-
cendio aobro mas frouteiraa
Se rum respeto ao tratado definitivo de pai coma
Confederarlo, nula a cnlenjer que ie prefiri ludaa aa
conaeqiicnriaa de um mal praijco e progreaaivo, em-
qUanto nio ae remov.o aa eventualidad- uieiioa pmva
vei de ni intrlligeiici* entre a Ci-nfcdt-ruc.ii e o impe-
rio, o in-gar-ae a iodo a estipulaban contra Rivera u leu
aeqnoie, n menoa que ame u eatipiihiu oa limiiea du
Ealodo Oriental, d lugar a algomaa reflcxoea que aeri-
fica o abaixo anignadu a pnucipioa de cuuciliacso. Scoi
embargo, dcade que u abaixo aaaiguado uto er poaaivel
circumicrcver a urna poca lixa o dealiude dua liuntea do
Estado Oriental, e deade que falta anda una baao para
fivn-lua drtioitiviimciito, uno jiil,uii por cerlo tal liego
ciacAo iacnta de una Cuinrovcraia que requeira um irr-
reiro, ou qualquer vulro meio para ti>rmiua-la. E en-
tretanto, o gabinete imperial coniinoaria iralando cio
amigo ao actual governo pcrhdo da Banda Oriental ? Fe-
chara us olhot ante a aua llianc* com os inimigoa do
imperio, erniiarniiria que um atenlureiro como Rive-
ra Irafir.aise com a inilepeiideueia du E.ladu Orieulal ?
Por ultimo, o nao ler Conuordudo o goveruu imperial
com a Confederacin Argentina aobre ulgiim ponto dcli-
nh divisoria do estado neutro, redimira ao governo
imperial da rrapnnaabilidaile que lile iiupOe para i o ni
aquella repblica a aiinvenclu preliminar de pat S.
Exo. he aobejamente ill..aliado paro suppfiriem d.|lic.,l-
dadei mu tratado delimite, e para nao ver etu cada
tima daa liypulliese.....dicadaa cuniproiiirllida a meama
irgiirancn nacional, ae dependesse de urna negociara.,
complicada o | ora raan um iiiimigo em aune frouu-i-
roi que ni re.peita a neutralidadu e quo escarnece a
augusta dignidode du Ihroiiu du lirasil.
0 abaixo aaiiguadu reconhece ciplicilamcnto n con
veinencia da celebravao do tratado definitivo do pai en-
tre o impvr.o ea CoiifederacHo, e o de l.miles do E.ladu
Jrienlal du Uruguay. Un. o nutro derivan de Compro.
ini.io. e de iiitereiiei mutuo conaulladua na convenci
preliminar. A um c nutro ac lena preaudo o uverno
argentino aeu. beaitacao, ao nina di.curd.a civil de maia
de Irce annoi, ao um iiijualo e longo bluUBio do urna
iinfSo marilimn europea, ac ulliuiaiuenlo o guerra pro-
vocada pelo usurpador do poder publioo da lianda 0.",-
ntal do Uruguay, nao o nvea.eiu forCado a cnecnlrar
todua os seos cuidados para salvar n cxialencia da repu-
nlica. Aasim pon, u abaixo a.signsdo nao pensoo di,.
anuir ncm um niomrnl da idcia do S. Exo. o Sr. mi
nistro cerca da utilidad de tara tratados; difiere -
aaVnle, e o repele do urna inauoira decidida e franoa, ato
pensamenln do Sr. niiniatni de re menor a cunvencao
contra Rivera ao xito daqucllea1lratadua, srjs qual f6r
n motivo que sn irrogue para cita moratoria. Conservo
embora o gabinete brnailciru a sua polifilo espoclativa
em frente do thcatro da guerra em que combato um go-
veruu amigo puncos inierrsses u peina do imperio. O
governo argentino nao ao pcrmitiir censurar esta po-
li tica, por maia que nin veja iiclla una provn plausivel
da sympalliia pea causa da Cuufedeimc.lo O governo
en i-aro u a cuuleiida contra n rebelde Rivera hado em
tuna armas e em aua jualica, e a continuar a paaao fir-
me, rospriando o diroito do governo imperial do ni<
aisnriar-se a lide ein quanlo uiio I lie npouvnr. O gover-
no argentino se lianngcnr se.npre, aeja qual fr o exi
to de leus caforens, de ler acreditado benevolencia para
com o Brasil e leal adheslo ealabilidadodo throno im-
perial, adverlindo no governo de S. M. dos perigus com
que o ameaca oto viaiulio funesto S. Exo. nao tem can-
sado de diier ao Braail: Um a ven i un i ro levado ao po-
li der em bracos de eatraugeiros uiurpuu a autoridad*
legal da Repiiblica do Uruguay, cumprumellendu a
independenria que as nacfies liniilrnphet se obr.grto
a defender Esse mesrao eaudilho forinou alliancas
com vultos inimigua; a rebullan dv Rm-Grando vive
de cus aoi.corrot. O teu plano lie anarchisar o iuipc-
rio e iraubtornar o llirono; o u governo du S. M u ahg
" be cuento suas lamenta veis consequencias. Contra S
> quelle fe...cutido marclilo as tropas argentinas o <-'
n clareeidn Orientnet para acabar com urna influencia
hicompativrl cum a nussa ooinmum segnranen. A in-
ii dependencia uruguaya aera sagrada, e os ducilusr.on-
algnadut na cunvencao do pas cora o Bia.il goisrafi
de inimiiiiidade perfeila A eala deelaracao amiga
vi-I e veras, > gabinete de S. M. responde que fura a
guerra n Rima, s o pat exilenlo com a Confederar
te ratificar por um tratado, o to anles ditm te Irafarein os
limita da Hepublica do Uruguay....
S. Exo u Sr. ministro julgnr da coherencia deala
eundico, quaudo peso tudas aa suas consequencias, e
quando rcH.ctii que a prmueaia de guerra contra Rivera
ile parle do governo do S. M. nao pudia aer feila sera t-
la reconhreido juila na moralidade do seus conselhot; e
que esta jualica, emanada do uffensas o de perfidias in-
queslionaveis contra este paix, era ae debilita nom for-
tifica pela falta uu ajuste de tratados pendentes, pois que
ulo se qiieslionfto nein pax nom liuntea com a (Jonfede
racao, sean que ae traa unicamenlo de corlar malea
ir.oiseeude.ilei. para um e nutro pan, acabando cun a
ii.lluenc.ii maligna daqurllo osudillio.
O abano assiguado nao se prujiot nutro nbjeeto com
as observacrs i.iiecrdcutes scuo u do convidar com
ellas a S E\c. ii Sr. ministro a reconsiderar u negocio;
mas, iiir.ji.ji-to a pedir inslroc.roe ao sen goveruu, ruga
a S. Etc. que, se antes da subida do paquete ingles csli-
veste diapusia a siihida de ulgum vaso de guerra brasi-
lero para o Rui la-Prata, ae digne commuuiear-llie al-
guinas huras antes da partida para apronfptar na arua
drspachu. e galibar um lempo n que a urgen, u dos tuu-
eessos na Repblica do Oruguay da un grande Valor.
Den. guarden V Exc. ni m tus anuos.
Tomas Cuido.
p!rm n 8 n """" ""r" detio deploravcl fu.uu
uvTu Si0'que raSb" ,,r"ereera V "'-
f!Ii t "'r^'L' V'" "" ""'" I"'"'"' "alo
fuste mais forte do qe a da vaidade
-me a, l,.oj.ri..-ol KWerZZZ^Z.
ree.,mpeM.,e. : durante o. duu. a,..,,,., ,., 0(lfn VUK
tnaVun"' "T.1*- ""^. Hdo a .norte.....
arparon, cnhoc que t.i.heit a.tegurado vua.a viuva
^duqnanto a. r.vnlucoc. vo.^.. MuST^
donheei: Ti f" ii"",lU ^ ,udu U,u "" "'
donhecida Ene lulo que deis... ,ra-ln-.,ei era meo cu-
to. nio cuino o do um mando, q .e..ueec D..r
n-ora^e,,,,, ,........ If*^
T,....; 1TS"r6,""U '-**. 'crdo.,-,e pu.s
JZ m-d, JB 'ri *"'--'' cedido ....
miX funun. sf" ',Ue,,, C"fi..... '"""' I'---
TZSita.*,"!/',w-d-*- *>>'".. ..
wm?,Z V"doe,Ur '" o quem me
salvado da valuimiw, em oiiaulo .- f ">
nem da tn.idao q,..nJo .uVnthrmlfaL TT
tu te e l,uu,e..e lido de vo. u. Z n,^J '7. "'"
muio forte; .iod. ,, ^^ ,, *
NoTA DO SR. CARNIBO LBA AO SB. D. TH0HAX CUIDO.
K. 4. O abaixo assiguado, sonador do imperio.
c.mcelheiru, tninislro e secretario da citado doi nego-
cios da jualica e interino doi estrangeiros, tem
bwnrade accuttra recepcio da nota, que, em dala da
'21 do correte Ihedllgto o |f. general 1). Tnomaz
Guio enviado extraordinario e ministro plenipolen
cierto da (iorilederacao Argenlini na qual o uiesu.o
Sr. Guido faz noval consideracdei e observaces, ten
denle a demonstraros inconvenientes que usullirso
das condices medanle al quse o govefno un pe.. I es
U prompto a conlrahir com a Cunludeocu Argealioa
una alltanca deleuiiva e ollenaiva contra os rebelde, do
Rio Grande Fructuoso Rivera e seus se^ua/ei, a Gm
de conseguir a pactlicacao d. dita provincia do Kio-
Grande e do Estado Oriental expelltndo do territorio
daiduts naedes o do referido esfado tanto os men-
cionados rebeldes como ['rucio e seus sequtxes.
abano assignado preatou a devida silencio i
consideracOes foilas pelo Sr. Guido e fsr,endo-as ebe-
gar ao conbcciiiientodeS. M. o Imperador, paisa a
responder ao contexto da ola do Sr Guido,em confor-
midad das orlen do momo augusto Senbor.
Ugoveino iinpeiial acolbeo com grande ssliafarjioa
proposta de urna allianca para ofimda pacilicacao da
provincia do Rio-Gande e do Elato Oriental, eesla-
belecendo o meiose condc,des mediante as quae. oa
dous governoi poderiao conlrahir ai obiigaide* quo
se julgassem convenientes ao referido intuito n.o te-
ve cerlainenle em vista crear dtfuculdades que podes-
sen, en,baratar a cllectuaco da alliar.it piupoala e
conseguinlemenle de seus ufis litis. A inteoc.o do go-
verno imperial nao (oi outra seoao procurar reslabek-
cer essa allianca no nter, sse riciproeo dos dous gover-
s, e dar-lbe bases soldate duradourss; o a. pon-
deracoes feilss de novo pelo Sr. Guido nao parecem tu
abano assignado nem demonstrar a imposatbilidada Ou
conseguir os fins propostos mediana as relendas con
nio leut Boma, e suaa dividas. Eis o que me dase Mr.
D.illuia, bumem de bein como vl. Elle rao fot ver orfin
que aiiencao so observa a vida do urna mullier cuino ^i,
com que malignidado to cummcntao ai tuat palavrat.
todos os seus paltos, e ate o leu olliar. Enchen-me de
temor, e he por isso que vou boje a aua can ver o hu-
mera, con. quera me quer unir. Ni he pois raqui-ci-
mento, n.o he ingratidio para com maco o que vou fa-
vor, inoii Loih e nubre marido. E anda quo me leuli.u
dito que aqu lie quo ae me propoe, he todo o quo vos
ereit, delicado, geiiennu, indulgente, nunca ter para
ni i m aquillo que fosles sea, eu vu-ln-jiiru. Elle nunca
me arrancara do coracio a lembranct dos vossus beneti-
oios, da vossa bundade, da nubrria do vussooura9.11.
Oepois de vos haver cbnradn, tinto quo chortrei 11 n.i-
10 nome, que me acra preciso deixar tumben.; aera umu
nova separae.ii, perdoai-iuc te couiinto nclla. Tem um
fin honroso, n.o he aaairo, Sr.? e nao vus agallareis
com a vossa luulhi-r, 11 vusa Ulna, a vossa Amelia, a
Fallando dista guisa entre ai Mua. Leuital tu havi
inseiiai'eliueule posto dejoelboa ame ette retrato: .
luoigii c luido rosto ae I lie lia va lavado de lagrimas, q
er.u do trisleta, mas aein desesperarlo e ein roiuon
e que Corr.o luaveineulc. Oissereis no v-la aiti.u
tal poatora e cmii 01 ulhut filos neiaa pintura, que
dicOes, nem metm que elln poatlo emb.raptr rea-
li.aclo d. alli.nt;a com a celeridade e promptidle, que
o inleresae dal duas oacSes exige.
Declarou o governo imperial que. allianca devra
srr estipulada no tratado definitivo de pa. e que oelle
e doten (xar os limite, entre o imperio e o Estado
Oriental c eslabelecer-se o lempo e o modo com que
. duts nacdei devero defender a independencia e in-
tegridade do reipectivo estado.
Osienltmentos amigaveia e benovolos do governo
imperial para com a Conledcracio Argentina nio aoiau
certamente maiscordiaes esincorot, depoi. da celebra-
gao do tratado definitivo de pat, do que o .lo na ac-
(ualidade, medanle o tratado provisorio ; e pelo que
toca Confedertclo Argentina, o governo imperial
est convencido que, pelo menos, durante a adminis-
trarlo discreta, enrgica e pulriotica do actual gover-
n.dor de Buenos-Ayres, duracio de laes entimentos
nlo pode ser duvidosa ; mas nem por isio se torna para
elle monos vidente a neeeuidade de celebrar o tratado
definitivo de pax. Primeramente he esta urna obriga-
cio que foi pelos doui governos coiitrahida pelo artigo
17 do tratado de 18-28, e nlo se pode acler raxio ou
fundamento para procrastioa- la no momento em que
a. duas naedes, maniendo o. sentimento. os mais ami-
gaveis, julgio me.mo conveniente estrellar ou ampliar
Oa. relacOes, cootrahiodo urna allianca ofleotiva e
defensiva, contra inimigos communs que perlurbio .
su. pax interna, comprometiera su., relaedes externa, e
obstlo i sua prosperidade.
Depoit, devendo-se no tratado definitivo de paz
ajusfar e fixar os limite, entre o imperio e o Estado Ori-
ental, e ahi estipular se o lempo e modo pelo qual os
dous governo. bio de delender a independeneia e inte-
gridadr do estado ; e sendo estas estipulicoes, no en-
tender do governo imperial, de indispensavel e indis-
pula vcl vintigem, indispensavel igualmente se toro, o
tratado em que ellas devem ser fetts.
Se o governo imperial deve cslorctr-se por ac.b.r .
domin.cSo e influencia de Rivera ; e se o consegui-
mento deste fim deve necesuriamente ftzer preponde-
rar no Estado Oriental oulra. influenciis, o meimogo-
verno serit culpado ante a naci se nio procur.sse
prevenir se e acaulelar-so contra as pretenees exage-
rada* dessa. influencia., j oulr'ora manifestadas A-
lem disso, a mesma conveniencia que indux o. dous
governos a e.Ueit.rem suaa relacde* alliando-se, as
vantagens que dessa allianca devem resultar, demom-
trio indubit.velmen(e a nece.sidade de solver a ques-
tio pendente de limite, que tanto pode tfleclar e influir
em aua. relacues futura..
Nem se diga que as quesISes desl. n.lurexa slo dil-
uais de solver, e que a allianca til aos dous governos
poder ser por esta condicio embancada, apelar de
seus bont desejos dse enlenderem.
O abaixo assignado, tendo ja declarado que o gover-
no imperial nio tinha em vista accrescer o seu territo-
rio, julgava haver desde o comeco destruido esta ob-
jeccio ; entretanto elle nlo duvida ser maia explcito,
declarando que o governo imperial nio preteude que
se fixein outros limite, genio 01 mesmos que j. lorio so -
lemnemenie e.tabelecidos entro o imperio e o Estado
Oriental pela convenci d 18l9,celebrada entre o go-
veroador e capillo-general conde da Figueira, por
parle do Brasil, e D Prudencio Morgiondo, pela de
Montevideo.
O. abaixo assignsdo nio (em prsenles as acias desla
convenci; entretanto, referindo-se a nota que della
da o viicondedeS. Leopoldo nos seus innaei da pro-
vincia de S. Pedro, declara que a linb. divisoria pot
ella e.tsbelecida principia na costa do mar na Angus-
lura-de-Ctsttlbps,' busca1 as vertenle da Laga-de-
Palmares, a Pequea Canhtda, o airoyo de S. Luiz,
legua e meia da sua barra, dahi segu pela costa occi
dental da Lagoa-Uerim, resalvando sempre a distan-
cia, para o Sul, de dous tiro. d can bao de calibre 24 ;
sobre o Jaguario ate I sua confluencia coom ojagua-
rio-Cbico, busca o galbo mais ao Sul, curia em lioba
recta os .erros de Acegul, a Cruz de-b.-Pj
-l'adio, s
emanar n
depoi. ao galbo principal do Arapux, al dcieuH
Uruguay, pouco abaixo do Fovo-de-Belm
O abaixo assignado observar! que esla convenci,
solemnemente justada entre os dous referido, plenipo-
tenciarios, foi posta em execuco e cumplida, lavan-
lindo dous commisurio., s.ber: o coronel Joio
Baplisla Alves Porto, pelo Biasil, e o dito Moreiondi>,
por Montevideo, os competentes marcos com termos de
posse. Etta linb., que parece a mais natural, o que
o governo imperial defeode, fundado em solemne con-
venci ejecutada,cumpl Ja e respeitada de parle a parte
"t guerra quo lelizmenle terminou cnil88, he a
mesma que elle, no tratado definitivo de paz, deaeja
que seja reconhecid. e garantida pelo governo da Con-
lederacio Argentina ; e sendo assim, em vista do.
sen tmenlos .mig.vei. e benvolo, do referido governo,
nio be de esperar que a solurio da queslio de limites
possa embargar a desejada alliaoc,autt
f --------1
Ihe veio lembrir quo cttava lemeata, Foi por tanto
abrir a porta, e 11ra ropas um pouco acanhade a aaudou,
diiendu-lhe:
Mma. de Leurlal?
Sou eu Sr. >
A nica retpotta do moco fui etleiidcr-lhe um bilhe-
te abertu; Mina, do Leurlal o tumou, e leo o que ae
segu :
Sra.,
1. Algunas cartat de grande importancia aot uegocioi
do Mr. Dalloit, me obrig.n a deiuorar-me en Parit
a al aa 3 hurai to menoa ; dcsculpc-iiie pnit de n.o po-
li der ter a honra de aoumpanha-la a Saiut-Gcrinaiiis
Encarreguei dalo a Anselmo Ferou, um doanosto.
> cuxeiiui que vai aSaint-Germain cominunicar a Mr.
> D.illuia aa referidaa ctrlat qhc reu-bi. Ello sojulgar
felu de Ihe servir de cavalhciro.e prernoher tem du-
vida etu n.issio, tiuiito melliur do que um velho ralo
d'escriptono eoimfeu, que muilo eiuharacado 10 acha
logo que tem de deixar dlaeut livrot em partida do-
a brada.
sjr Tcnho a honra de aer com lodo o respeito,
r
1. Minba Sra.
Pelo que toca litwltcfo relativa ao tempoe
pelo qual o.don. goverdos blo de desempenbar a Art-
gecio que contrahirlo no tratado de 1828, de dufender
a independencia e integridade do Esttdo Oriental, 1
necesitarte della he tio aaliente. Os fados demonslrio
suas vantagens de maneira tio evWunte, que o abaixo
assignado er que, quando o Iraltdo definitivo de pat
niotiveste outro objecto, os dous govern >. se deberlo
aprestar a conclui-lo para, por moio das convenientes
esllpul.ffies. tratare* de sua reciproca segisranca. qun
pode ser compromellida pordiflerenle modos pelo Es-
tado Oriental
O governo imperial e da Conlederacio Argentina,
dando independencia ao EsUdo Oriental e conlrahm-
do nbrigtclo de defen fe-lt, tiverio em vista sua segu-
ranca, e com o intuito de nlo ser ella de qualquer
modocompromettida por esta independencia, eraidi
por ambos os governos, jomesrio commissarios que
extminassemaconstituicio deHe estado .nte. de'scr
posta em execurlo.
Ora, os ataques que podem fuer perigar e tffectir a
independencia do Estado Oriental devem unicamenlo
provir do imperio e da Confederaclo Argentina?
Se til lora o receto, o governo impelid, em vista
das solemnes declarac5es do governo da Confederaclo
e do Sr. Guido, nio julgaria urgente at eslipulacSes
de que te trata; porm, seos ataque, k independencia
daquelle eitado podem igualmente provir d.i naedes
europea, e estranbas, e se, mesmo sem dar-se o caso
do ataque directo de mo armada contra diti indepen-
dencia pode ella ser afleclada por ronvencoes e trata
dos, que, ou a diminua, ou dem nascimento a in-
fluencias e interesses contnriot k seguranca das duas
nic5 's que crelrlo a naciooalidade e independencia o-
riental, entio parece ao abaixo assignado que a demo-
ra dos dous governos em lser u eitipulacoet conveni-
entes a aeaulelar e p'evenir casos seraelbantes, e a es-
tabelecer at regra. que re;iprocamonte devem ser obser-
vada, em t.es circunstancia*. deveri revelar algum
prejuizo ou vicio interno que impede a estes governos,
alias esclarecidos, de attender aos seus interesses mais
cbans.
O abaixo assignado julga que muitos fados recen-
tesserviriso par. apoiar a opiniodp governo imperial;
ese pela commemoraclo de ttrs fados, o abano as-
signado nlo procura dar maior desenvolvimenlo a este
ponto, be \ urque, sendo-lh tonbeciJa a opiniio do
Sr. Guido, sabe que taes fados, e su. influencia con-
traria tegurancae interesses dos dous governos, nio
tem escapado i penetrarlo do mesmo' >r. Guido. As-
sim,o abaixo assignado estabelece que ascondicOes que
o governo imperial lem proposto como devendo acoin-
panbar a allianca dos ditos governos, longe de preju-
ilicarem aos interesses da dita allianca, tio inleiramen-
le conformes com elles, e tendentes a torna-Ii til e
efficax ; e porlaolo o governo nnperial*fTertiste na sua
opiniio.
O abaixo assignsdo renov* ao Sr. general Guido os
protesto, da sua perfeila eslima ediitinda comido-
rrcio.
Palacio do Rio-de-J.neiro 27 do fovereiro do
1843. afc
Honorio llermeto Carneiro Lto.
{Cont\nuar-nha.)
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DA 22 DO CORRERTE.
(Concluido.)
Ollieio Ao ousmandantc das armas, der larando. que,
rm quanlo o CaaSSlrarlo nin for determinado, deito do
mandar apresrirRRrnio euininaudanle geral do corpudo
polica 11 reforjo de 30 pracaa para enailjuva-lo no aer-
vico dat rnndat norliirnaa. Uflieiuu ae respeito ao
euiumandanle geral do corpo de polica.
DiloAo delegado do termo de Ulinda, significando,
que ao reaprclivuju't municipal, c n.u a elle, perlenro
providenciar c rerea il.< eiliheai.o, que se preleude fa-
ier dentro das 000 bracaa da eaplanada da f rtalea du
Ho-Amarcllo; valo que 1 quesillo quo sobre tal edifica
cao versa he de nalureta puramente cisel.
dem do du 24.
Ofliuioa-Ao nspeelor da thesmiraria daa rendas pro-
vincia.. e ao pretideiste do cnueelho geral ile salubrida-
do, ieienlificandu-01 da minetelo do cirurgi.o Antonio
Joidui Sanios para delegado do uicinio cunnj-lho no
mu nicipio de Serinlicui.
PortaraCuneedeiidu n Joaquim Antuio Currcia a
dispentl, que lolicil.iii. do cargo de legundil liipplcntu
du iubdelr|.idu da frrgneiia de Larairgeiraa. Para
substituir 1 disprntad foi nomemlo 1. cidadio Jua dn
Coala Araujo Percira; o commuoii ou-se ao ebefe de po-
lica interino.
Uila. Noineandn segundo siipplrnte do delegado do
termo de Nitarelb n Joto Baplisla Pac IlarreluParli-
cipoii-ic ao chefe de polica interino.
%
Sen mullo humilde
ubod. o affecl. tervu
*
*
P. P.
Luis CAixert.

Amelia rcoonhecen a letra e aaigualora de Mr. Cam-
be!, que Ihe remeltia regularmciile ludos oa tres metes
a cunta dn capital quo ella tinte em poder de Mr. Dal-
loit, e que tem te lembrar, que p.r acato alguma vei
oterevia por aua prnpria nimia, havii eonseivadn iiaat-
ignatura o famoto P. P. (por pr..cnrsc.nl que atiet-
lavaau mundo commercial a coiifiancn 'tllimitada quo
nelle tinlia aeu patr.u.
Depoit de haver lido a carta, Amelia olhou para o por-
tador; record.iu-te de o ter valo urna uu duts vetes-Tin
cata de Mr. Oalluit, us aariioa que duvu o baiiquciro;
loinbrou-ae al deque olle ha va sido muilo ass.duu nat
oonlradaucas em que rila figurara, anda qun cmn ella
nlo dancaaac, o fui cntao quo reparuu que ctae Auaelmu
Ferou, cujo nome agora sabia, era um mancebo de ele-
gante figura. Tinha elle bello ralo d'bomem, ao qual
una ollius quo eu puderiVchamar de mulhor, d.iv ju sin-
gular graca. Cum effeilo- ut ulhoi pretut desse muco,
Kuarnecidui de tongas palpcbraa o cobrrtut de bem ira-
Cadat tobrincelhat, tuiliao .una exprestao de dore mi
l.inculia quo fatia coulratlo com a lala ampia e o corii,
vigorte. O porte firme, as feicoa cxpreaaivaa iiu.itra
v.o 30annot, os olh.n abaix.idoa o limidua iucolcavao
IS, o hornera linha 20. Havia parado pnrta em quanlo
Mina, de Leurlal lia icaria do Sr. Cambel, o esta l
Ihe fci tigual de entrar, quandu acabun de a ler, duen-
do-Ihe:
Queira perdoar te-lo frito etpcrar e bater duai
vesos; a minba criada labio, e cu de jal me nio lem-
brava.
(CfNc/ns'r- *#-*).
V
N



PERNMBUCO.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE DO
RBUPE.
SESSVO EXTRA. OBDUUUU do 1.' JiK 9BTBMBO B 1845.
Pr.'idenfa do Sr. feg /ilbuqutrque.
Achando-se presentes os Sr. Olivara, Cirnero Mon-
teiro. Mell Cavalcanti.e Nory,filtn,do sum causa parti-
cipla oamai Srs ,foiabi-rUaaeiio.lid lacti e approva-
da. O v. presidente duclarou que a reunio dacamara era
para ae tratar de um olliio do Rxm. presidente di
provincia a respoito da quoslo de um terreno do dou-
tor J.iio Ferreira da Silva, e depois de lido, e exten-
samente discut lo, mandou lavrar despacho lo licenca
no requeriwonto d'aquelle doulor, e uriienou ao cor-
. deador que passasse a pro.oder cordoacSo no terreno
em questio; mu quo, ae, depois de feila aquella, re-
lllltaaae prejuito a praca das Cmco-Pontas deiignada
na nUnta da cidade. Iho remetl-ian todos os eaolare-
cimenloiefleceisariaa informa"5*s, a fim do ser pedida
a desiproprinci, conforme indica o offi -to do mesmo
Ex>n. proaidente : vola a lo contra o Sr. Carneiro
Monteiro. porexigir primoiriinante que o offi co fos-
le urna cu ni rn ssi. l)e-picliarjo-!8 a petiedes de
Jos Antonio de Souss (ueiroi,.de Felicia Mana Be-
nodicta, dejoso Ctrneiro diCunln e de Francisco
de Carvallio P.ms de Andrade; e Invanloa-se sessio
Eu Joto Jos Ferreira de Aginar, secretario a escre-
i. /lego -buqutrgu*. presidente. Mello Caval
canli Carneiro Monteiro. Oliveira. Nery da
Fornica.
\
COMME CIO. t
lega.
AlrantJt u
RBNnniBirTo oo du 27......".........6:652j2iJ2
Hescarrega amahhUa 30.
BrigueImportad >rI) .Iotas e albos.
BaroaHarlequenmercaduras.
Consulado.
Rendimbnto oo da 20,
Geral473*541 Provincial t
RtAQA DO RF.CIFE. 27 DE SETEMBRO DE 1845,
AS TRES HORAS DA TARDE.
RBVISTs SEMANAL.
Cambio Houverio trunsaccoos nesta emana a 26 d.
por la ra.
Aisuoir A* entradas eontinuio mu i limitadas, aa
pequeas vendas taitas regularo de l 500
i l<500 rs. por arroba sobre o ferro.
Algodao fcqunnas entradas, e vendas de 5*300
#400 rs. por arroba.
Ago'ardcnto Vendeo-se de 40* 41j ra. a pipa da
OtUCa.
Couros salgados Sao offerecidos de 120 125 r. i
libra.
Meioa de aola dem a 2j n.
Breo Vendeo se a 5j rs. o barril.
liacalho O deposito be de 300 barricas de qualida-
de interior.
Carne secca O deposito ho de 28.000 arrobas, nlb
tendo chegado esta semana carregamento
algum, e tendo-se feito vendas avultadas
de 2*800 a 3j30u rs. da do Rio-Grande, e
de 24200 a 2*800 rs. da de Buenos-Ayres
Farioha de mandioca Chegou um carregamento por
cunta dogoverno; o qual guio paraos
portos do Noite.
Dita de trigo Duus carregamf-nto,'chegados nesta se-
mana dos Estados-Unidos, soguirio para o
Sul, e o deposito em primeira mo he de
1,800 barricas, sendo as vendas limitadas
Vinlios Chegou um carregamento de vinbo cataln,'
que seguio para u Sul.
Entririo nesta sen ana 8 embarcarlos, esabirolB,
eiislindo no porto 56 : sendo 45 brasileras, I fiance
xa, 1 limpanhola, 6 ingieras, 2 poituguezas e 2 sardas.
ira Riza, equipagem 10, caiga carne ; a Amorim
dem ; 44 dias, briguo brasileiro Dosle-Guarde, de
38 tonelada, cajtio Manoel Jote de Azevedo San-
tos, equipagem 12, carga carne ; a Jos Pareira da'
Cunha : passageiros, Jogo das Noves, sua mulher e
1 escravo, D. Clemencia Uoncalo do Menezes Neto,
D Constancia do Espirito ">anto, com 2 escravo, e
liento da Silva, Portugueres.
As ; 60dias, sumaca brasileira Felicidade, do 73 to-
neladas, capitio Ignacio Marques, equipagem 12,
eargaial; a Antonio Joaqun) de Souza Ribeiro.
dem ; 55 das, brigue-escuna brasileiro Deliberando,
Angelim; a qualse acba quasi carrgada : para o rea-
tante da earga e passageiroa, trata-se com o mestre
Bernardo de Souza ,* ou com Luiz Jote d S Araujo ,
na ruada Crus n. 26.
= O biato Novo-Olinda seguir para o Aracaty no
dia I6de outubro, tendo j. parte do sou carregamento
tratada : quem nelle pretender carregar, ae poderi rn
tender com Antonio Rodrigue Lima,na praca do Com
mereio, ou na ra da Cadeia do Recito n, 1, primeiro
andar.
=Acliao se protnptas, para screm frotadas para qusl-
quer porto, principalmente para o do Rio-Grande-do-
Norle, aa barcacas Flt'-da-Mar e Victoria ; ai quaea
eala de Fahrenbeit marcas em ingle?, enciixido em
follia de flandres, pintada de preta, pode apprende-lo,
ou se acaso alguem ja tenba comprado, querendo resti-
tuir a seo dono a quem loi furtado, receber a despeta
que tiver (filo na ra da Gloria n. 59.
= Deaeja-ae tallar ao Snr. Jos Ribeiro da Silva
negooo de seu inleresie : na ra do Rangel casa de
l.uitjos Marques a im do receher urnas enoom-
mrndas, viudas de Braga, de sua familia.
= A lugano um mo eque de idade de 16 anno ,
com principios de eoiinbar mu'to bnm comprador ,
esperto e liel que serve muito bem para homtm aol-
teiro ou cass de paito por Pilar acostumdo a oato
de 215 toneladas, c-pitio Joio Goncalves Rocha, pego carga correspondente a 20 caixas trata-se as' serviro : quemo pretender dirjase a ra larga do
equipagem 11, carga sal; a Joaquim Goncalvea Ca- 'meamas barccs Tundeadas no trapiche do algodlo. Roiario no primeiro andar do aobrado da esquina.
cao: passageiros, Manoel Joi de Uliveia, Antinio
Joo Gomes de Avelar, Portugueies, e 3 escravos a
entregar.
dem; 21 dia, brigue brasileiro ero, de 193 tone-
ladas, capillo Joaquim Pedro do Safara, equipa-
gem 14, carga sal ; a Leopoldo Jos da Costa A-
rau|o yiassageiro, Edwardo Madabido.
Buenos-^res ; 22 das, patacho sueco Experimento,
de 200 toneladas,capillo Uranos Rontercrona, equi-
pagem 10, carga couros ; ao capitio. Vem refres-
car o segu viagem para Sucia.
/Vacio iahido.1 no meimo dia.
Rio-de. Contus ; sumaca brasileira Rom-Fim-Flix,
capitio Jos Antonio de Soma Jnior, om lastro
passageiro, Jos Tavares da Coila, Brasileiro.
Lisboa; brigue portugiiei llobim, capitad Pereir Bur-
gos Jnior, carga assucar e msis gneros do pan:
passageiros, Joaquim da Silva Castro, Jos dos Sao-
tos Tavares, Aflonso de Quedros Bracete, Porlugue-
im; Leandro Ferreira da Cunha da Silva Coila, Bra-
sileiro.
Edita
es.
Miguel Aickanjo Monteiro de Andrade, oficial da im-
perial ordem da Roa, cavalleiro da de Chinto, e ine-
pta or da alfandega, etc.
Faz saber, que no dia I." do mez vindouro se bao de
arrematar, em praca publica, seis pecas do fil de algo-
dao, no valor de 86*700 rs., apprebendidas no mar pe-
lo guardd Tbomaz Jos da Costa o S : a arrematado
lie livrededireitos.
Alfandega, 27 do selembro de 1845.
Miguel sirchanjo Monteiro de/ndrade.
Joo Xavier Carneiro da Cunha, /dalgo cavalleiro du
caa imperial, cavalleiro da ordtm de Chritto, e ad-
ministrador da. meta do consulado por S. M. o Im-
perador, que Heos guarde, ele.
Faco saber, que no dia 2 de outubro proxipo futu-
ro se hio de arrematar em praca publica aoneiodia,
na porta desta repailicio, 3 garrafes, contando cada
um 6 caadas de ago'ardente, no valor de 4*,780 rs., e
um ounhete com 6,000 pregos caiiaes avallados e-r
12* rs., apprebendidos sem despacho pelo guarda da
alfandega a bordo da 1.* barca de vigia; sendo i arre-
matacio livre de despera ao arrematante.
Meta do consulado, 27 de letemhro de 1815.
O administrador,
Joio Xatier Carneiro da Cunha.
U
et/iaracocs.
illoviiiiciilo do IOi lo.
/Vano entrados no da 27.
Piula.lelphia; o0 das, barca americana Fianris-Par-
Iriilge, de (54 toneladas, capajao Samuel M. Tra-
vera, ei|uipgein II, CHrga (ariiibn e mais genero ;
a LG. Fereira AC *: passapeiros.L I. A.Tesch.sua
enbora e2 filhos menores, Brasileiro*.
Aracaly ; 22 .das', sumara brasileira Carila, de 04
toneladas, capitio Joio Goncalv s Niu es, iquipagen
7, Carga sIkiISo, couros e mais gneros; a Antonio
Rodrigue Lima : passageiros, Amonio Ferreira dos,
Santos Caminha Jnior, loio Pedro da Silva, Brasi-
leiro, e 5 e>cnivos a entregar.
Liverpool ; 28 rfias, galera ingleza Lolunbut, de 316
tunel.das, rapilio Daniel Creen, carKa fa^endas; a
M.0CaJmont & Unmpanhia: passageiros, Joflo Joa-
quim Gomes, llralileiro, suse. hora, 1 lilha menor
e 1 criada, Hamburgueza ; S. Boll, sua senhora e 2
filhos mennies, Moiney e sua irmia, S. Mairiolesua
lenhora, llarkneai.
Aracaly; 10 das, hiate brasileiro Novo-Olinda, de 86
toneladas, capitio Antonio J s Vianna, equipagem
8, carga couros e sola ; a Antonio Rodrigues Lima :
passageiros, Joaquim de Souia Ribeiro, l/aco Gon-
calves V alent, lir.iBileiros ; E'uiebio Antonio Lis-
boa, Joao Pedro da .Silva, Portugueses; Pedio Don
nely, In&lei. e 12 escravo a entregar.
Navios ta a i dos no mesmo da.
Rio-Grande-Sul pela Babia ; brigue brasileiro Phedro,
capitio Manoel Antonio Marques, carga sal, sola e
fazendas : passageiros, Josquim Rodrigue Duarte,
Pottuguet; Izaco Esnaty, Ingle; Joao l'eeira La
vra, Mari Perpetua do Sacramento, e 3 filhos me-
nores, Brasileiro; Delfina Francenutt, Franceza..
Havre; biigue francoz Nelit-Mnlkilde, capitio Guil-
berl, carga varios iieneros.
Rio-de-Janeiro; baria americana Francis- Paitridse,'
capitio Samuel VI. Trinen, earga a niesma, que
trouxe.
Macei; barca inglesa George, capitio David Todd,
em lastro.
rS'emios entrados no dia 28.
Rio-Grande-do-Sul ; 24 dias, patacho brasileiro Fe-
licidade, de 136 tonelada*, capitio Marcolino Fer-
Conlinuacdo dasta geral das Carlas entradas em
lodo o thez de agosto Vi845.
Leroy Guisiniee, Luiz Antonio do Barios, Luiz Fer-
nsndes Bragio Luiz Marlins Pereira Luis Murei-
reira da Silva Pinto.
Mana Elvina Silveira, Mara Joaquina M. H. Ma-
na talvina Miguel Archanjo Galtio Malinas Jos
Gomes, Matbias a'Oliveira, Marcellino Jos Anlunes,
Marcellino Jos Oalvio, Marcellino Jos Ribeiro, Ma-
noel de Alrneida Bicho Manuel Antonio Gomes, Ma-
noaktetonio da Silva Manoel Antonio Vieira Ma
noenpnicio Fontinel e, Manuel deCouto Gucdes, Ma-
noel Coelho Pinbeiro Manuel de Uarv.ll)>. Silva ,
Manoel de Uarvalho Souza Manoel Das Uorieia, Ma-
noel Dius Marlins Manoel Uias de Oliteira Manuel
Furlado Soarca Manoel Ferreira da Silva liamos ,
Manoel Fi rreirn do Valle Manoel Francisco Pedtozo,
Manoel Goncalves Rodrigues, Manuel Ignacio de Sou
/.i Manuel J aquim Avillar Manoel Joaquim de
Arruda Munuel Joaquim de Fonles, Manuel Joaquim
Peieira La.o Manual Joaquim Rodrigues Luna, Ma
noel Jos de Araujo \iacbado', Manoel Jos Bastos
Manoel Ju> de Barros V. Manoel Jus da Fonseca
Manoel Jos Goncalves Manoel Jus da Motta Ma-
nuel Jos de Medeiros Manuel Jos MarliuS Manoel
Pacheco de Mello Manuel Jus de S. Anua A. Vs\-
Para a Babia segu viagem com a brevidade pos-
sivel a sumaca Roa-E,peronea, mest* Joaquim Anto-
nio da Graca: quem na mesma quizer carregar ou ir de
passagem, dirija -ao ra da Cruz n. 45, em casa de
Joaquim Jos de Amorim.
=Para a Baha sai, em poucos dias.a sumaca S.An
na : para carga e passageiros, trata-se com Nova
Companhia, na ruado Trapiche n. 34
Sai com hrevidadepara o Rio-de-Janeiro o pa-
(acho Paquele-do Hio : para carga, passageiro e es
travos a frete trata-se com Gaudino Aiiostinho de
Barro na pracinha do Carpo Santo, n. 66.
= Vende-se o brigue Independenle, frralo de co-
bre de lote de 11 mil arrobas, para mais ou menos
. bogado ltimamente do Rio-Grande do Sul ; acba-ie
Tundeado proiimo a ponte do Recile no lugar do an-
coradouro da descarga da carne : a tratar com Gaudi-
no Agoslinbo de Barros, na pracinha do Corpo San-
to n. 66
O brigue-escuna Isabel seguir.! pira o Rio-Gran-
de at o fim do presente me/. ; anda pude recebar al-
gums carga : quem no mesmo quizer carregar, em-
barcar escravos, ou ir de passagem, pode entender-
se na praca com o capitio Joaquim Antonio Gadre, ou
com A iiorim Irtnios, na ra da Cadeia n. 45.
Para o Rio-de-Janeiro segu com brevidade o
veleiro brigue Bom-Fim : quem no mesmo quizer car
regar, podo entender-*e com o dono e capitio Joa-
quim Femandes Coelho, ou com Manoel Jos Mcha-
lo Malheiros, na ra da Madre-de-Doos, n. 5.
III U I 11.(1 i
An* ^= P
pa- existe al
Lela.
Russell Mellor & Companhia fario Icilio por
intervencio do corretor Oliveira, de algumas fazendas
do geral eitraccio, inclusive rendas o lucos de fil de
algodo o de outras fazendas, para fechar cuntas :
terga-feira 30 do corrento as 10 horas da manhaa ,
no seu armazn, ra da Cadeia.
^i----------!----------------------------------------------------
Avisos diversos.
nnel Jos de lou/a Braga Manuel Jos dos Santos, Se oSrfliVillar est na posse dasebavesda caa, deal-
Manoel Machado Manool das Marcez Lira Manoel
Moroirada CottapBanoel Muniz de Sou/a, Manuel do
Oliveira Ramus Manoel Pereira do Moiaes Manoel
Ramos de Oliveira Manoel Rodrigues Pimuntel, Ma-
no. I dos Santos Pinto, Manoel da Silva Tavares, Ma-
nuel Vieira dos dantos Manojl Xavier de Sa Loito ,
.Nicolao lruin, Pirre Lo Denulen Pietro Zi.ninni,
Pietro A. Seedelin Pedro Leio Nunes Pedro Fi-
Ibo de Francisco Pedro Ferreira de Araujo Cumia-
rnos Pedro de Jess da Malla Pedro Monteiro da
Silveira Pedro Zefenno liarboza Rafael Arcbanjo
Galvio Roberto M. Cullock Scbastiaona Mana da
Conceicio Sesbatiio Antonio de Mello N., Sebustiio
Jos,- de Moraes Bello Sebastiio Jos de Oliveira Ma
cedo Tbomaz Triaca Torquato da Silva Campos ,
I heotonio Francisco Ferreira Tbeodoro Lopes Be-
nevidts Tbomaz Antonio Barbosa Tlioinas Jos de
Aquino Umbelino Guedes de Mello, Vicente Fer-
reira de Mello Vicente Goncalves Ribeiro Verissi-
mo Antonio Gomes Verissimo dpi Santos Siqueira ,
Anna dos Espirito Santo, Antofbde Souza Rogo,
Col Auslin Bramslord, Holzenger, John Kelly, John
Joconseul Glattin.
= Manoel Francisco Coelho, proleisor publico dar
grammatica latina da Iregueiia de S Jos Jesta cidarjfj
avisa ao pas de familia, que o ezercicio d'aula da,la-
tim da mesma freguezia corneta no dia 1.' de outunroi
os interessados compareci na aula e caa de sua reii-'
dencia, na ra do Fagundei, n. 20,

Augustin Sommier, propietario da fabrica de car-
vio animal, aatabelecida na ra Bella n. 30, previne ao
publico, e particularmente aos Srs. propietarios deen-
genho, e refinadores de assucar, quo so aclia com grao-
do sortimento deito carvao de di fie ron tes nmeros, e
como convom ao lubrico e rofinacio do assucar; e Nan
isiim pos de marfim da primeira qualidade; ludo a pre-
go muito moderados.
= O bicharel l'onsec, por parte deseus clientes;
herJeirosda fallecida Scnbora D. Constancia Maria Fal
cao do Rogo, reitera o seu aviso, publicado nos /?('a-
nos nmeros 21.'!, 2l4c2l5, islo he; que em juizo o
Senhur Villar nao foi reconbecido anda nventarian-
te do casal daquella Senhora ; porquanto nio teui lu-
gar o quo diz o mesmo Sr. no Diario n. 215. O ju-
ramento, quo loi prestar no ca tono, de seu livre ar
bitrio, sem sciencia do herdeiros, com o fim laivez de
preterir i quem pertencia fazo -lo, o em que precede
se dei>paclio, que a isso n adnultitse, nio o pode cons-
tituir inventarente ; osle acto, q6o o Sr. Villar chama
cometo de inventario, be inleiramenlo nullo; nelle nao
leve inlerlereocia alguma o Sr. juiz, que nem ao nie-
nus iubricou-o, oque era indispensavcl para sua yali-
dade; nio lorio citado us herdeiro-, e nem requeroo
teanumeacio de ludor au orphus, dando se oulias
fallas, que f .rao dedusida em juno. Nio eiislindo, as-
siin, iovenlarisnle; os clientes doannuncianle requer-
ro ao Sr. jui/, houvesse do nunnar quem eiercesse es-
ae cargo, lembrando enlio a S. S um herdeiro, que
lem em seu favor a reuniio de todas as condiede exig
das; pois que era o nico, que habitava a ca-a da mes-
ma tallecida, onde eslevo al das depois do sua mulle,
ata muito A par do estado do casal, e merece a confi-
anza de todos os plenles ; n'esse procedimenlo nio se
% senio o uso de un direilo dus herdeiro, o jamis
capricho; como diz o Sr. Villar, quo alia parece estar
d elle poiiuido
Avisos mari
Para o Ara.
.<*pgfP
Flor-do-
guma pnla o ouro.foi porque fez urna violencia ao her-
deiro, que se achava em casa, e a posse dessas cousas,
0 essa violencia nio lile dio direito a sur hoje inventar-
an! ; se tez desperas do funeral, o herdeiro lembradu
ao Sr. juiz l ni lie m as fez, e algumas primeiro qu elle,
indubilavelmente sem a intcnciu, que talvez a'essa
occasiio oceupasso o Sr. Villar. Por ludo isso nio de-
ve-so julgar habilitado administrar o bens e inleres-
es da beranca, que elle diz fOra confiada a eu cargo.
Espere mal algum lempo pela decisio do meretissimo
Sr. juiz ; os autos ja esli na conclusao; nio ha motivo
para o Sr. Villar ter 'anta piessa .'
= Troca-so urna porcSo de covado do ganga azul,
lisa e trancada, propna para cuicas, jaqueles e saits de
prclas de olaria, por um, ou dous milbeiro de lijlos :
a quem cunvier, dirija-se atraz do Cumio, na la da
Concordia, venda 0.4.
a Aluga-so o primeiro andar do sobrado da ra das
Cruzes n. 28 com bastantes commodoi para lami-
lla : quem o pretender, dinja-se ao segundo andar do
mesmo
= Noarmazem da casada ra da Cadeia n. 17, se
cha de novo urna sefrraria, onde pederao adiar madei-
n de louro para assoalbo da melbor, tanlo em qualida-
de,. como em largura ; essim como, costado o assoilho
de a'marello : nu mesmo armazem anda se contina a
tender cal branca e preta, o lijlos de todaias qualida-
di, por mdico preco.
= Aijifsion, que quizerem pi de amoreiris para
plantar, as quaea lio proprai pira o bicbo da seda ,
procuren no Mondego, no lobrado do 1 llm. Sr. Henri-
ques Pope Girio.
= A quem for ofTerecido uru thermometro com ci-
defronte da igreja, n. 39.
= Quem precisar de um Portugus para roitilidor
de engenbo no para outro quelquor tervico ; leudo
na praca, ou fra dola dirija-so a ra do Collegio ,
I fabrica de chapeos n. 8.
Precia-se alugar pretal pira vendorem atoite da
ato : na ra do Allerro-dos-Alogadoi, o. 7.
recisa se saber so nesta praca ou fra dalla ,
e algum filho nu prente do fallecido noata
cidade Portugue*. Manool Bernardo doi Santos na-
tural de Covelenis-do-Rio,provincia do l'rag-doa-Mon-
leo, a negocio de leu interesse : ni praca da Roa-Vista,
n. I i.
= Aluga-se o segundo ou teroeiro andar da obm
da ra do Queimado n. 14, com Instante commodoc,
cozinba fra ; o terceiro tem um mtlo com bastantes
commodos : a tratar no segundo andar da mesmi caa.
Precisa-se alugar um sobrado de doua andares ,
as ras das Cruzes Queimado Collegio, Cadeia ,
e larga do lio/ario : quem tiver dirija-so a praca da
da Independencia ns. 36. 38 e 40.
- Aluga-se a casa terrea da ra de Hortas n. 118,
com suflcierii--s commodos para qualquer familia, com
um bom quintal com porlo para a ra do Caldeiroiro,
a qual, por pertencer a casa da Santa Misericordia da
Babia, he maiiuma prova da oitabilidide que o n-
quilinos podem ter naqudla moradia : a tratar na roa
do Vigario, casa n. 5.
= Aluga se a casa terrea da ra do Padre Florian
no, n. 18 com bons commodoi, agoa de cacimba
meieira : a tratar na ra da Cadeia do Recifa n. 25.
= Precisa-t alugar um preto, ou preta para o
servico de casa e ra ; na ra do Queimado n. 14,
segundo an lar.
= I). Roza Tbnreza da Cunba viuva, em primei-
ra nupcias, de Heitor Homein da Costa o em segun-
das de Adriiu Jos dus Santos, tendo por troz vezes an-
nunciado pelas lolhasdosta provincia com dala de 19
do outubro de 1843 ter-se-lbe eitorquido subrepti-
ciamente nina sua asignatura ; e eiigindo ella, que ae
Ih'a restituisso oo prazo de trez di. s declarando, que
qualquer obrigacio lettra ou doaclo que por ven-
tura podesse apparecer seria falsa convidando a qual-
quer que se julgasse seu credor a presentar leus t-
tulos de dividas, ou contal seu bastante procurador
Porfirio da Cunha Moreira Alvoi, o declarando tam-
ben), que d'aquella data em diante nenhum pape! ,
que nio losse assignado por ella, o o dito seu procurador
conjunctamente nenbuma validado toria, o que se en-
tendera igualmente a rospeito de cartas, qur ibuem
para osla cidade o provincia, qur pira ai outras dal-
lo imperio ou fra dolle ; como porm at o presen-
te nio Iho fosse restituida essa assignatura e nem ap-
parecessem ttulos, ou conlas de dividas, de novo rati-
fica os scu annuncios e eiigo que no prazo de 15
dias, contados desta dala, se I lie restitua a dita assigna-
tura e que no mesmo prszo se apr sonto ao mesmo
sou procurador qualquer pessoa que se julgar sua
credor ; o que nio succedendo se entender que
laes dividas nio ezistem ; tornando a aflirmar quo
nao fe/, don fui ou vend do quo possue a pessoa al-
guma e que por cunsequencia qualquer que pona
apparecer para o futuro, seriinteirameute falsa, Boa-
Vista, 26 de selembro de 1843.. '<*.*'
----Arrenda-se o l. andar o a loja da cas do Sr.
Beranger na ra Nova n. 7, entrando no arrendamsnto
da loja a armac&o o as casa t rreas que lazem parto da
mesma l> ja;podendo esta e suas dependencias alugar-se
separadamente do 1. andar: trata-se do ajuste na
mesma toja.
=F Duprat.tendo a fazer urna viagem para fra da
provincia, i ede as pessnas a quern for dovedor, que Iho
mandem suas coritas tt 30 do correte selembro, para
serem pagas; aproveita esta occaiiao para envidaras
pessoas, que Iho deiem, bajao de pagar leui dbitos
com toda a brevidade, na ra Nova, n. 7,
Conveniencia.
= Faiem-se pintura!, por prefo mais commodo
do que rm nutra qualquer parle tanto na praca como
no matto por haver, para cite cfleito uro completo
sortimento de tintas, leos, vernizei papel de'torrar
sala, e vidros de lodos o-tanianho; de qualquer destes
ohjectos so vende em particular as poic&es que io
precisaren) ; troci -se imagen* o untnos aa mais
i erleitas e do molhor gosjo: na loja de drogas, pioloro
vidraceiro na ra da* Cruzes n. 28 junto a typo-
grapbii do Diario de 'Pernambuco.
= Precisa-so de um (eit r : quem estiver nestas
circunstancias dirija-te ao sitio de portio do Ierro ,
junto a capella de S. Jos do Manguinbo.
Lotera do Seminario.
As rodas desta lotera andao imprele-
ivelnietite no da 3o de selembro, fi-
((iiein ou nao bilhetes por vender: os
poucos bilhetes que ha acbao-se venda
nos logares j annunciados.
Trocio-so duas imagens, aendo urna doN. S.
da Conceicio do podra, da Babia e outra de N. S.
da Agiella .muito perfeita ; na ra da Senzalla-Ve-
Iba n. 142, segundo andar.
Agencia de passaportes.v
Na ra do Uollegio.boliea n. lO.eno Attarro-de-
Roa-Vista loja o. 48, iirio-ae passaporte para dVero a
fc'irado imperio,asiim como despachio-so eacraioe:indo
com brevidade. .
Ensina se grammatica latina com toda a porlei-
cio o em breve lempo ; e da mesma sorte philoaophia
e rbeturica : na ra Nova, o. 62, primeira andar.
. ji '


iltWa*
= Precisa-senlugar urna burra ccm cria pira dar
Pitea um doente: quem liver. annuncie, ou dirija-te
u estrada de Juio de Brrros, litio defronte da capella
da Conceii-ao : tatnbem e compra uma ovclha com lei -
te tendo cria.
Aiuga se uma casa teirea na frento da ra da
Aurora, emS. Amaro: a tratar com Jos GoncaUea
Ferreira Costa.
= O Sr. Maooel Antonio da Silva queira vir resga-
tar a prata, que lem ompenbada na falta ser ven-
dida para pagar o importe de sua ledra; e juros que
tecm decorrido desde dous do fevereiro do corrente
nnno; na ra da Cideia do Recile, n. 47.
= Prccisa-se, pira casi de lime m viuvo depouct
familia de uma ama forra do qualquer cor, de
avancada idade e bom comportameoto que coiinbe
ongommeeeniaboe; na prtca da S. Cruz, padana
juntoao sobrado da esquina da roa Velha, se dir quem
precisa.
= Boga-se ao Sr.Bornardo Pereira da Silva, quei-
ra annunciar a sua morada ou vir remir os penhores,
que tem na ra larga do Rozario, n. 25 ; do con
bciao vendidos para pagamento do debito.
= Minoel Antonio de Jess, tendo de proc
inventario nos bens do casal do Tinado lente coronel
Ala noel Jos de Castro avisa a todas as pessoas quo
re julgarem credoras do meimo cosal, para apresenta-
rcm sus cuntas Icgasadss no praro de 15 das, para
seren attendidas no mesmo inventario,a que se vai pro-
ceder.
Err.presti-se dinheiro sobre penhore de ouro ,
prata e diamantes, oucompra-se, fa ra. dai Cruces, n. 11 primeiro andar.
Zeferino Dias Ferreira retira-se para lora da pro-
vincia.
= Alugio se, parase passar a testa ,4 moradas de
casas com muitos commodos e banheiro perto para
se tomar banho; e alugao-se por preco mais commo-
do do que nos outros annos: tambem se alug uma
otaria na Passagem-da-Magdalena defronte da Ca-
punga com barro para toda obra, e grande terreno
para ter 10 ou mais vaccas annuaes, por ler bom pas-
to : a tratar no sitio do Csjueiro.
= Precisa se alugar uma pequea casa terrea, no
biirro da Boa-Viita : quem tiver annuncie;'que,
dar.do-se liador a contento, tralar-si-ba da ajuste.
s= O sitio denominado Engento*!*-- no lugar
dos Remedios, pertencente a D. Calharinn Caetan de
Vasconcellos Anlunes acha so bypotkeeado a Manool
Ferreira Diniz.
= Aluga-seuma casa no pateo de S. Jos : a tra-
tar na ra do Livramento, botica n. 582.
Antonio Luiz dos Santos comprou, por ordem de
Narciso Jos Ferreira que so srha na provincia do
Cear dos bilhetes da lotera do seminario do ns.
2018, inteiro, e68l. muio.
Nos, passageiros do brigue Impo'lador, abaixo
assignados agradecemna io Sr. capito Jo* Francisco
Carneiro e aoSr. piloto Pedro Jos da Ko/a o bom
tratamento que nos derio eo bom modo que nos
moslrario desde o principio da viagem al o lim o
qua era de esperar de suas pessoas ; bem cono (oda a
tripnlacaq que ramente sao dignos de toda estima.
Jos sintona Pinto (utma'Oei. Antonio Coelho da
Molla 'undena.Manat Jote da Silva Lordello. -
. Jodo Antonio Pereira Monteiro ManoelJ$ Mon-
ler Braga. Joaquim luiz Ahei Via/ma. lien-
rique Jote d Santol GuimarBes.
D -su dinheiro a premio com penhores do ouro,
mesmo em pequeas quantias ; na ra do Rangel ,
n. 11.
Jos da Silva Saraiva lestamenteiro e inventa-
rianto dos bens do tallecido Rento Antonio Domingues,
avisa aos credores do dito tallecido que pelo |uziodos
nrpbios est procedendo a inventario e que no pra-
?o de oito dia, da dati desle apresentem aoannun-
ciante os titules de seus dbitos para sorum contempla-
dos no inventario,,a fim de justificaren) depois no di-
to inventario: oanodnciantc mora na travesa das Bar-
rtirai n. 4.
da Cadeia do
dita* finas escuras a 220 e 240 rii o eovido ;
pecas de chitas, a 4500. 5200, 5500, 6000 e 6500 rs.,
escuris ; madtpolio, a 150, 160 u 180 rs a vara ; di-
to fino 200,220 e 240 rs. a vara ; madrasta lino ,
a 280 rs. vara, e a peca muito fino, a 5200, 5100 e
5500 rs. ; superior madapolo entestado a 5800 rs.
peca ; madapolo a 2800, 3200 e 3400 rs. a peca;
dito fino a 4000. 4200 e 4600 rs. a peca ; chiles de
la e seda muito finos e grandes, a 4500, 4800 e 5000
rs. ; chadrez de linho, de muito boa qualil.doc pro-
prio para aqueta a 320 rs. o covado ; alm destas fa
sendas, ba outras muitas de superior qualidade por
barato preco : na ra do Collegio, loja n. 1, de An-
tonio de Azevedo Villarouco & Irinio.
Casa da Fortuno, ra Direita, n. la.
= Vendem-se cautellas da lotera do seminario, que
corro infallivelmeote no dia 50 do crrente ; meioj
bilhetes da mesma lotera a 4500 rs
= Vendem-se lacen de farinba muito boa e no-
vi a 3400 rs. com alqueire da medida elba; ni
itua da Cadea-Velba n 47, primeiro indir.
Vende-ie potissa muito nova e de superior qui-
idade em barril pequeos: ni ra J
Recite, armasen de assucar, n. 12.
= Vcnde-se muito boa cera para igreja c
ltimamente do Rio-de-Janeiro ; na ra da Senzalla-
Velba n. 110.
= Vndese uma salva de prata muito rica pan
6 copos de agoi e tambem pode servir pin levir vola
em igreja para baptisado : na ra di Semalla-Velba,
n. 142, segundo andar.
= Vende-te um rscravo crioulo de idade de 25
annos, bom olTicnl de alfaiate ptimo bolieiroeco-
ebeiro; na ra de Hortas, n. 140, se dir quem o
vende e o motivo,
= Vendem-se 6 moradas de casas ; na ra do Co-
tovello, n. 19; na ra de S. Tbereza n. 17 ; na ra
Imperial, ns. 44, 46, 204 e 306 ; um chao propno ,
na.cidade de Olinda com alicerces e um oito ve-
Ibo meieiro com a Seobora D. Diooiiia na ra de
Malinas Ferreira; 3 eabrai (bicho) paridas ; um ca-
pado ; leitoes e leitas; umafporca parida.de boa casta:
na ra Imperial armazem de tal n. 218 a tratar
com 1' rancisco Xavier das Chagai.
- Vende-se cha bysson em caias de 13 libras, em
porcSese eretalbo; em casa de MatbeusAuslin & C. na
ruada ^Ifandega \ filia n. 36.
-~\ ende-se 1 pardo propno para o servico de campo;
uma parda pejada sein vicios norn achaques : na ra
da Cruz n. 4o, em casa de Nascimento Schaeflur
& Companhia.
=\ tndem-se meios bil otes da lotera do semina-
rio que corre impreterivelmente no dia 30 do cr-
reme : na ra do Collegio, loja n. 1.
Vende-se urna cicrava de Angola muito bem
parecida alta e corpulenta representa ter de idade
2> annos sem nenhum vicio nein achaque! cosinba
o diario de urna casa engomma, cose soffrivelmente
e faz muito bem bicos e rendas; na ra- do Queimado,
casa de Antonio da Silva Gusmao.
= Vonnem-se meios bilhetes da lotera do semin^
ni ra do (uoiniado n. 27. .
na.
2= Vende-se um
do bonit.i figura
Compras.
= Comprio-se diarios, a 2880 rs. a arroba ; na
"ua do Livramento n. 11.
= Compra-sesarca-parrilha : na botica do Bartho-
:,omeo Francisco de Souza.
= Comprio-se duas prctas de 12 a 18 annos, que
saibio coser eDgommar e lavar ; na ra da Madre-
de-Deos, n. 5, primeiro andar, em casa de Manuel
Jos Machado Malbeiros
= Compra se pina cadeira de arruar, queesteja em
bom oslado ; quem tiver, annuncie.
= Comprio-se 3 Iraves; sendo desapucaia, cora-
cao ou massaranduba : na ra do Livramento boti-
ca n. 22
Vendas.
' Hom e btalo !
=Vendem-sc riquisimos cortas de riscado cbinez ,
de lOcovados, a 4500 rs. o corla; riscados francezes ,
muito linos, a 220 o 300 rs. o cosido; superiores cor-
tes de chitss muito linas, do 13 covados das mais mo-
dernas a 3200, 5500, 3800 e 4500 rs. ; cortes de
ditas eom lOcovadoi escuras a 1600, 1800 e 2000
rs.; lindssimos cortes de tarlalana muito superior, a
4500 rs do gosto o mais moderno ; cortes de novos
padrees de cassa chitas transparentes de muito bom
gasto a 2400 e 2500 rs. ; casimiras de muito bom
gosto para calcas, de superior qualidade de quadros
e listras 11200e 1400 rs. o covado; brelanba de
rolo a 1600, 1800 e 2000 rs. a peca ; esguiio de
superior qualidade e de puro linbo muito fino a 1500
rs. a vara ; brelinbi de O varas de linbo puro tina,
a 3800 e 3200 rs. ; superior luaiio branca, a 1 s rs. o
covado ; pecas de brelanba de Franca da 4 palmos
e ateio de largura de qualidade a mais superior sen-
do de linbo puro, de 6 viras e meii a 0500 rs.
pees saailo fin, tal e qual ao etguiio ; brelanba de
linbo.muito lina a 560, 640 720 rs1va*wa ; tu~
pefief brim trancado braneo da puro l.obo muito li-
no a fOOOe 1400 rs. vira ; panno-fino azul o pro-
to a 2500 rs. o covado ; selim de >tacau preto par*
colleta de superior qulidde, a 3*00 e 4500 rs. o
corado; chitas, 1120, 140,160 o 180 rs. o covado ;
i 4500 r
mobque de 12 annos, crioulo
na ra da Cadaii do Recite D. 47 ,
primeiro indi), a fallar com Jas Pires de jMoraes.
= Vende-se um calis de prata com patena e co-
Iber e duas pedrasd'aras; na ra de Hortas, n. 140.
Vende-se uma prela de naci de 18 a 20 annos
de idade bonita figura cozinheira, engommadeira e
cose chio ; na ra Nova n. 41, primeiro andar.
ae Vende-seo engenho Gamelleira aito na fregue-
ziadoS. AntSo duas leguas ao Norte distante da
cidade da Victoria com casa de vivenda sen/alias ,
casa de purgar dita do bagaco restilacjao com alam-
bique de cobre prompto a resillar duas cargas por dia ,
riachos trrenles e porenes cercado, cun safra se
criando para mais de trez mil pies muitas raizes, cun
sobrado dentro do engenbo na casa de caldeira, moen-
das de ferro, 6 taixas de ferro novas e grandes, com
Ierras para mais de trez mil pes com boas vanease
maltas virgens, ferros e correnles estando prompto de
ludo como dous balcdes de socar assucar, tanque
grande para t da salra e bem feito ; sendo de ani-
maes ecom propon-Oes para se farer d'agoa : a tratar
comoseu proprietario, o major Jlo Fiancisco de
Araujo morador na cidado da Victoria ou com o
dnutor Joaquim Jorge dos Santos, morador na mes-
ma cidade.
= Vendem-se e alugao-se muito boas bichas de
Hamtiurgo muito grandes e as melhores que hi ni
Ierra ; e vao-se applicar para mais commudidade des
pretendentes : na ra ettreita do Roiario .defronte
da ra das Larangeiris luja de barbeiro, n. 19.
= Vndese sal de Lisboa a 1280 is., pela me-
dida veilia ; uma gamella g'ando, propria para banho;
couros espichados, por preco commodo : na ra-da
Priia venda ao entrar no becco do Cariooi.
Vende-se superior tinla (raneen em garrafas
grandes; dita de marcarroupa; eslo|os de navalhas
a contento ; opachoi redondos e compridos sapatos
de borracha ; riquissimos cortes de cambraia cbegi-
dos ltimamente; superiores caitas de tartaruga e mis-
sa ; as mais modernas abotuaduras dooradas para ca-
sacas ; medidas para alfaiate pelo diminuto preco de
80 rs. ; tudo muito barato : na ra largado Bozrio ,
o. 24.
Vende-se uma pardsnhi de 20 annos, engom-
ma, cose, cozinha e lava de sabio; duas escravas do
24 annos, de bonitas figuras, com habilidades, ums
deltas tem um lilbo moleque do 7 annos ; uma negro-
ta de naci, de 16 annos cozinba e lava de sabio
uma dita do 14 anoos; urna cabrinha de 13 annos, cose
e fas renda ; uma negrinha de 7 annos; dous escravos
pecas do 22 innos, um crioulo e outro de naci,
proprios para lodo o servico, lano de campo como da
praca : na ra das Cruzes n. 22, segundo andar.
=Vendem-se 4 escravos pecas pira o trabalho de
campo o da praca ; um dito bom canoeiro ; um ig
lo bom ferreiro de loda obra de engenbo ; um dito boa
cozinbeiro ; dous ditos de meia idade, por 250 rs.ca*
da um, bons para (rabalbarem e bolarem senti-
do a um sitio por o isto ettarem acoslumados ; dous
mulitinbos de 10 a 12 annos ; duas pretis de 20 an-
nos, recolhidn cosem, engommio e cozinbjo; dais
ditas por 300* n. cada uma eoiinbio lavio r
evendemoarua ; duis negrinhis de 12 i 16 annos
ni ra do Crespo o. 10, primeiro andar.
Na ra di Cadeia do Bacife n. 46, ha sempre
uma grande e excedente existencia dos melbores vinhos,
quo teem vindo a este mercado, a siber: Porto, mal-
lo volho ,. Xerry Mideira Bucellas Champagne ,
e Clarete muito superiores, e un bom sorlimento de
igo'ardentes de Franca ; para os compradores prova-
rem n amostras de todos slo sempre patenteadii
no escriptorio.
= Vende-se a fabrica de faier papelio dai Cinco-
Pontis, n. 33, montada prximamente de novo com
todoi o seus pertences em bom altado ; a quil le acha
trabilbindo ; vende-se por seu dono retirar-te para o
centro da provincia por motivo de molestia : quem
a pretender dirija-so a mesma fabrica a qualquer bora
do dia, que achara eom quem tratar: e tamben se
vende grande porr;io de massoa de papelio de diversas
grossuras, e se dir por preco commodo a quem com-
prir todi a porfi por junto.
Vende-Se uma cinoa de 35 palmos propria pa-
ra abrir, por ser muito grossa; na ra da Praia, n. 33.
= Vende-se uma venda na ra da Crui, no Recife,
n. 58 : a tratar no armazem de louca, n. 6^.
= Vende-se um escravo perito official de Npileiro :
ni rui di Aurora n. 66 segundo andar.
= Vende-se um moleclo de naci Angola de 18
annoi, de bonita figura sem vicio nem achaque il-
gum bom official de barbeiro, eabelereiro e sangra
dor ; na ra do Aragio da Boa-Vista tenda de bar-
beiro, n. 30.
= Vende-se ama preta de naci por preco com-
modo por se ter precitio; na roa do Hospicio, n. 17.
= Vendem-se na cidade de Olinda duas mon-
das de casas; tendo uma terrea e a outra de sobra-
do : a tratar na mesma cidsde ra do Ampsro casa
I, SS.
Na venda nova defronte do beeco do Tren, con-
tinua-se a vender, em grandes e pequeas porcOes, ar-
roz em sacca, por ilqueires e arrobas por preco mui-
to em conta ; boas costelias de porco, muito (reseaes ;
boa manteiga de 400 rs. at 880 rs. a libra ; e todos
os mais gneros de venda, de boa qualidade e por preco
muito commodo, a dinheiro a vista.
= Vende-se uma cadeirinba em bom aso por
preco commodo ; geldes de todsi as qaalidades : na
ra do Encantamento armasem n. 11, por baixo do
obrado do Reverendo vigario do Recile.
= Vende-se uma preta de idade de 25 a 30 annos f
ni rui da Crus, no Recife, n. 63, lerceiro andar.
= Vende-se uma parda de 18 annos, de muito bo-
nita figura ; de boa conducta, o que te afianca boa
cozinheira, por ser esta a sua oceupacio engomma
liso, e cose chio ; o motivo da venda se dira ao compra-
dor ; poii nio se vende por ella ter vicio : no becco do
Peiie Frito, n 1, primeiro andar.
=* Vende-se um moleque de idade de 16 annos,
poucomais ou menos, muitosadio propno paralo-
do o seqpeo ; na ra da Cadeia do Becile, loja de Joio
da Cunha Magalbies.
= Vende-se uma canoa griode de 60 palmos de
comprido deum so pi, propria para abrir, para
canea aberta ou d'agoa e mesmo para barcaca; duai
lis iberias tambeai grindei que cirrego mil ti-
los de alvemria ; urna dita d'agoa, ji usada : na ra
Apollo tanque d'igoa, o. 28, das 6 horas da ma-
nbla as 4 da larde. iiJgaaJajtataa^*
Vende-se superior cerveja branca com muito
bom paladar bem acondicionada t com a nova in-
vencic de ser a rolba coberta da metal branco que
com facilidadese sacca por nio tu rame ; tanto em
porfi como a relalho : em casa do Jones Patn &
Companbia. t
Vende-se, ou arrenda-se a loja do sobrado da
ra do Queimado o. 14, com uma pequea porcio
de fazendas ou sem ellas ; duas ciixinhn de tarros
para cirurgia, por preco commodo; vellss e algalias de
gomma elstica de todas ai grossuras: a tratar no
segundo andar do mesmo sobrado.
= Vende se um escravo bom official decarpini, de
loda obra da prca e de engenho ; na ra do Crespo
n. 10, primeiro andar.
= Vende-se um escravo de naci de meia idade
ptimo para sitio e entende de padaria ; na ra Di
reita. n. 18.
Vendem-se 5 escravas de naci muito Ijndas ,
de idade de 181 20 annos, engommsd e cozinhio ; 3
ditss lavadeiras e quitandeirat; 3 escravos de naci :
na ra Direita n. 3.
= Vende-se ama porcio de taccot vaziot, novos
que servem para farinba, ou para assucar ; em cata
de H. Mehrtent, na ra da Cruz n. 46 primeiro
adir.
= Vende-te uma preta de 20 annoi de bonita fi-
gura ptima pan lodo o servigo e mesmo pin mu-
cama ; uma negrinha de 12 annoi, muito bonita e
ji faz todo o servico de uma caa ; uma bonita preta d>
muito boa figura cozinheira quitandeira e lavadei-
ra de tibio e vir relia: na roa larga #o Bozrio, a. 46,
segundo indar.
= Vendem-se 5 escravos, proprios pin todo o ser-
vico ; to compridor te dir o motivo di venda: na ra
dos Tanoeros n. 2, segundo andar.
Vende-te tuperiortibico di Babia em p em
libras e em bolet como o rip : ni ra da Cadeia do
Recife vende o. 1, que fui do Pitomba.
= Vende-te i vende n. 100, fita na rui Imperiil :
i tratar ai mesma vend.
= Vendo-te sois ; couros miudos; bezerros; cai-
xas de tartaruga : ni rui di Cruz n. 26.
=a Vendem-te 3 relogios de ouro : umi moeda de
dito guarnecida ; dous mneles ; pire de rosetas pa
ra meninas ; 4 botoes de punho ; 3 ditos de abertura:
3 cordoes; um cruz ; umi fivel ; um pir de brin-
cos ; 24 colheres de prati : ni ra do Rangel, o. 11.
= Vende-ie um sellim inglez, em bom uso ; ni
rui Anguila, n. 66.
= Vendem-ie lSjMdeirat, daaa binquiohai, lu-
do de jicarand, e ama cama de oleo com colchOes,
tudo com pouco uso ; na ra da Praia, n. 22.
=Vende-se uma canoa aberta em bom uso que
c.arrega un milbeiro de lijlos por preco commodo ;
na ra da Cadeii do Recife n. 67.
= Vende-te ceri em velat de ptimo tortimeoto,
por preco commodo ; ni ra'di Midre-de-Deos, o. 5 ,
primeiro sndar.
Vende se um moleque de idide de 10 tonos,
sadio, tea vicio ilgum, e be muitojllel; ni ra
Vende-te'aueicfaiarecolhida, de bonita figu-
ri
de idade de 20 annoi, perfeita engommadeira,
e meia costureira ; na ra do Amorim o. 48 can
onde mora um tanoeiro.
Vende-se umi muito boi cirtein com estante
pan livros, envernisada ecom gavetas; umappir-
luo de porcelana dourada para chi : na ra das Cruies,
m 11, primeiro andar.
Vende-se ums preta de idade de 22 en no* tem
vicio algum cosinbein Uva de varrella a coaal-
gunsprineipiotdeengommir; vende-se por nio que-
rer conlinusr servir na casa em que esta: em 1-ori-
de-Porlit, o. 83
Vende-ie um casillo novo com todoi ot inei-
ret; uro relogio de ouro por preco commodo : na
ruadeAgoat-Vrdet n. 70.
Vende-se farinha muito fina do
l\o de Janeiro a sacca a 3s5oo: na
ra do Crespo n. 19, loja de Carvalbo fit
Mata.
Na fabrica de vinagre e espintos da
ruadaGlotia, n. 59, vende-se vinagre
linto e branco de superior qualidade em
r_s, quartolas e caadas 5 espirito de
vinho ; ago'ardentes e licores de difieren-
tes qualidades ; tudo por preco rcuito
commodo.
Vende-se farelo em saccas pelo
mdico preco de as'56o, 3sioo, e ^ooo:
na ra da Senzalla-v%lha n i38
Vendse vinagra^bran-
co nacional a 400 res i ca-
ada velha : na ra do aterro
dos logados n. 7.
Vendem-se meias pretas de seda
para padre, chegadas ltimamente de Lis-
boa : na ra da Cadeia do Recile, loja de
fazendas, junto a do Sr. Leal.
Vende-se, na loja n. 4 da praca da
Independencia, rap princeza de Lisboa,
em botes e meios botes, ao preco de
5.s5o ris: este rap he muito fresco e
chegado ltimamente de Lisboa.
Vendem-se as verdadeiras pilulas
vegetaes do Dr. firandretb, chegadas re-
centemente : na ra do Cabug botica
de Joao Moreira Marques.
Acaba de ebegar do Rio de Janei-
ro o Appendice tachigraphia ou arm
de escrever to de pressa como se falla ,
com mappas dos signaes inclusive um,
pelo qual se aprende esta arte sem mes-
Irc pela simples indicaco de se ensinar
a formar os caracteres do alphbeto e
mais lignces pelos pontos e linhas tremi-
das ; alm de ser esta arte muito til,
torna-se necessaria para o bom desenvol-
vimnto dos estudantes, preco as'ooo
ris : Bibliotheca dos jovens que se dedi-
cao ao commercio cuntendo explicac5es
de arithmetica operacoes mercantis os
cambios a escripturaco dos livros em
partidas simples e dobradas contas cor-
rentes dejaros recprocos obra esta uti-
lissima para os caixeiros e guarda-livros,
preco i'6oo ris: Novo divertimento ,
conlendo a propriedade dos nmeros, fa-
zendo-se por estes diversas e divertidas
adivinbacoes o jdgo das senhoras, e
muitos outros entretenimentos proprios
para as reunies de familia, por qoo ris ;
vendem-se na^praca da independencia,
livraria n. 6e 8 na ra do Collegio n.
i3 e na livraria da esquina da roa do
Collegio.
Escravos Fgidos
Fugio do engenbo Boi-Vista di comarca de S.
Antio um preto de nome Antonio bem feito cor
preta aioda moco meio bruto que lalve nio itibi
diier quem sej teu seobor: quem o pegir, leve 10 di-
to engenbo ao teu senbor Juso da Costa i Silva ou
na ra da Camboa-do Carmo n 19, a Antonio Luiz
do Amaral e Silva que gratificar generosamente.
Sabio, no dia 26 do corrente, de msnhia pira
vender pi a escrava Joaquim de nicio Coila re-
presenta ter de idide 18 a 20 annos; tem os signses
seguintes : um tanto baila cheit do corpo olhoi pi-
queos miot grottti; tem ni pa direita urna marca
E : levou vestido de chita deibotada e ptnno da
Coila usido ; julgi-se estar acoitada em alguma easa ,
que i seduzisse por nio ser de costume deroortr-se
na roa : quem a pegar, leve a ra de S. Rita n. 86,
que teri gencrosimente recompenssdo
Fugio, de Olinda um preto velho de 40 s 60
annoi, de nome Piulo bino, cor preti, lem dental
inferioret e nt parle tuperior quebridos, pernal alguma
cousa arqueada, rosto eogilhado algumi cousa an-
da tempre encostado a um po : quem o pogir leva'
i rui Urg do Ro/.irio n. 46, tegundo andar.
= Fugio, no dn S de Agosto p p. uma preta de
nome Mircellin* de navio Cibiodi, alta, msgrei-
rona pe Instantes grandes e mal leitos cara eom-
prida cabello preto muito ladina : quem a pegar ,
leve a ra larga do Bourio n. 40, segundo andar.
PUH. J NATVP. DE H. F. DE FATUA1846


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