Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05874


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Full Text
Un0
tic 1845.
Se a la cira $6
O DIAMO publica-snodo o.di. - fnrom de euarda : o nreco da aigiii-
11,0 ',... d,. 4#n. por quatet peoot udinnta-
J?V* annuncjoa 4o acunante sao inac-
C? ', rario de 20 r.'-is por liuha.40 r. era
P nodiflerente, c as repct<5es pela metade.
''iTmMnao forero, asignantes pagao B0.rs.
,^r ilnlia, e 160 cm typu difireme,
IriuSF.S DA LA NO MF.Z DE SETEMHRO.
I nnva a 1 as 7 h. e 15 mln. da inanliaa.
V "a a Has 3 h. e 4 minutos da larU.
"5SS a ?5 -7 hor. 54 ... dm.n.
.....i,;, a 15 7hor. e ji mu. uo-maii, '""" <"" <~ ~- --.
'"ante* 23 a* 10 hor. e 6 ni. dataxd.. Scgueda. aos 44 minutos da inanbaa.
PARTIDAS DOS COHBJJ10S.
Coiaooa, Paiah yba, Kio Orando do Hortc
Ca
oiauua., Pan
SejfcKl.H O
aDflrSirinli
Seiia felfas.
acni, KioTornioso, Porto Cat-
vo, o Ma'i'rj, .no 1." 11 e 21 dcada iefc
fiaranhuns e 'lonito a 10 c 24.'
Roa-Vista e Klore a 13 e8.
Victoria as Quinta fe iras.
Olinda todos os diai.
PREGAR DE HOJE.
Piimcira aos 30 min. da tarde.
de Setcmbro.
Aira
o\\ V.414.
uieu.au ii. iiJJIiVMIMHMs^mhhss^shibss^ss;
tflAS DA SEMAHA.
2 Secunda S. Mauricio, aud. do J. del).
,1, _.. e 23 Tcra S. Polixtna, aud. do J. de D.
, f v. edo J. dos I-Vitos.
24 Quarta S. Geranio, aud lo J. oc i),
da ?,. vara. ;
2.'. 0i"t* S. Cleofa, aud. do Jim le D.
da i. vara, e do J. M. da 1 e 2. v
2b Sexta S. Cypriano, aud. do J. de IX da
1. v. do civtl, e do J. los l-eitos.
27 Sabbado S. Elitiario. aud, lo J. de D.
da 2. vara.
28 Domingo S. Salomao.
BJJ.MIW ^
CAMBIOS NO DA 25 DE SliTF.MIIRO.
Cambio sobre ladres. %/,0d.p.la60 d.
., Pan/. 370 reii por fram-o.
?sboa 120 a 12Ap. c. nr. p. ni
Desc. de let. le boas (Irmas 7,1 VjP- /a-
Oaro Onras bespnnliolas 31#1)00 a -WOW
Moedadc li#4H> vel. 17/WtO a 18#I00
>i de lit-IOn nov. 17*100 a'l/fwj
,, v, le 4/000 y/W" a 0*600
l'rnm-P.-it.u.Vs .... ifi)M a 2**
Pesos ei.iinnircs. 2JOO0 a 2#02D
Ditos Mexicanos If95ll a 1/070
Moedas de 2 patac. 1/280 a 1/300
Acedes ic do Beberibe de 50/000 ao par.
\m p^2H^=
PART' 'FFCIAl
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTKANGEIROS,
O TRATADO C"M A CNP0KRACA5 ARGBimjU.
tota do Sr. D Thomat Guido ao Sr. uraliano de
Soaia e OH vira Coutinho
LegacSo Amentin. Viva Cofederc8o Argentina!
Rio-de-Janeiro, 4 de Janeiro de 183. Anno 33 da l-
berdade, 27 da independencia e 13 da ConfederacS
Argentina.
A.lllm. eExm. Sr. Aureliano de bous. eOliveira
Cutinho. do concelho de S. M. o Imperador, sena-
dor do imperio, ministro e secretario de estado dos ne-
foeioiestreogeiroi, rc. &c. *.
Derrotado completamente o exercito de Rivera, no
ilit6dideiembM ultimo, nai poetas do Arroyo-Gran-
tnproinei.deEtrj-Rios, pelas -rca eonfedera-
lndi Repblica Argentina e da do Uruguay, prepa-
niiose usropas eneedorss para pasMr este rio, e he
Idtererquaa esta data estejao marchando no territorio
nental, para restaurar nelleo goserno legal derrotado
pdi rebelliio e pela traieo.
Oquui anniquillamente, em Entre-Rius, dos prin
tiaaes meiot de resistencia de Rivera, o col loca na al-
liroBliva, oo de encostar-ie com novo elementos de
narra aos rebeldes do Rio-Graode pa>a dar impulso i
fus causa contra o imperio, entregando o seu plano de
reaccao a sorte dos Itiog/andentes, ou de reclamar
dwlMum auxilio prompto, em conformidade das lor-
mieseslipulacdis existentes entre aquella incendiario
enchile do pretendido estado da Piratinim.
Qualquer dos dous casos eonduziria o exercito ar-
gentino necessidade de perseguir aoseu inimigo at
o mu ultimo asylo ; mas nm e outro augmeniariao a*
allances do exercito imperial na prorinoia de S. Pe-
dio, se com anticipacao se nao tomar urna altitude rei-
peitaiei, notificando lolenmemente a Rivera urna reso-
luciu conforme com *>bonra e com o poder do Brasil.
Qual devera ser esta no ponto a que as cousas tem
chogadoj; qual davra ser, depois. que asforg.sre-
beldes, (omanndadM por Feliciano Martins e unida* as
de Rivera, acabo de dispersar na Banda Oriental a co-
lumna legal commandiida por D. Dyoniio Coronel,
nai iminediaijoes do Serr Largo, nio se permilura o
abano assignado indica-la a S. Exc. o Sr. ministro
dos negocios estrangeiros; porquo osdiraitos do Brasil
tua icguranca futura, e o ootorio iaterease dos illuslra
dos membros do gabinete pela conaolidago do throno
brasileiro, falli oais alto que a o de um ministro
tslrangeiro, ainda que de uVn goterno leal e benvolo
Mas supponuo oimaixo aHgnado, por algumas no-
ticias recebidas lo Rio-Grande, que a falta de inflici-
entecavalhada para montar cavallaria imperial, com
ascorrespoiidentes reserva, possa ser urna difficuldade
pura niobilisarconvenientemente o exercito; e deven-'
do comarque, depois da villora do Arroyo-Grande
(.'rnenles se lera ja incorpoiado a Conlederncao Ar-
gentina, e que o exercito imperial, por suas primciras
manobras, p6de estnder a sus linba al a altara do
-a lo Grande, llenando livree entrada de cavallos da-
quella provincia, o ubuixn astignado tema honra de
pedir j >. Etc. se sirva manifestar-lhe, se assim o jul-
|ar conveniente :
I..) numero de cavallos de quo nucessitari* o exercito
imperial no Kio Grande, alem dos que tem em iover-
"ernada, para abrir e continuar a campanea.
2'U ilmerarioque deveria seguir a csvalliada de
Corrientes ou da Banda Oriental-para que o exercito
imperial poetse recebe-la.
3.' Se auxiliado o xercito imperial com cavalbada,
per ordcni do governo argentino adebaixo das condi-
es que em separado se estipulanao, o governo impe
'ialie decidira a obrar separadamente eu do accordo
tom a conlederacao contra o intruso governaote da re
luUica do Uruguay, Fructuoso Rivera, alliado noto-
"ament dos insurgentes do Rio-Grando.
Oabaixo assignado fin in:pelliio a'apresenlar as pro-
poiifues antecedentes pela convicr;o em que o deixario
urepelidas explicaoes de S. Eac. o r. Aur liano,
'cerca da disposuao do governo imperial para com
Rivera. Deinais, o abaixo assignado julgou que a es-
(cUliva do (toierno deS M. em presenca das intelli-
(fncias sinisiras de Biieracom liento Goncalves, ina-
uitoca e inlergiversaveis. e que a apparente indifle-
'tnca do gabinete as eva&des builescas com que Rivera
'"" queiido cohonestar ante S. VI. 1. actos da Ba-
S'aale e publica violceo das leis internacionaes, longe
'' proceder de impreviso ou de desaccordada teleran-
"". poderla ser a consequenoia de um plano preparato-
" para fazer respeilar seui perigo os direitos e a im
"unidad, do Brasil.
Bebaixo desta persuasao, o abaixo assignado julga
Ujr uma prova da benevolencia e lealdade de seu gs-
vrno, proporcionando ao exercito de S. M. 1. um e-
'ein.-mo que por sua posicio actual nao pCide suffioiwi-
emeole obter no Rio-Grande, elemento de que oecas-
ilaprover-se para assegurar o xito da campanos; e
nao limitara o abaixo assignado ao nico artigo de,
"velbida, se S. Exc. o Sr ministro Ibe l'uesse coohe-
ceralguma outra exigencia tara o desenvolvimeolo de
"peraedes dirigidas a annulUr os esforeo asarsliioes ds
,e" contr o imperio e a con.'edereeJo.
Aqu date chamar o abaixo assigoado a atteocaoes-
Pal do Sr. ministro pata outra grave oocuneneia,
que, nao dovidi. lira grande peso no juio do gabine
daraS. Exc. oSr. Honorio dftin a sua diatincta con-
noTonci o. de ln'sterr. Fr.nc. em Buenos-Ayres tencia do, caudilho, d?e,oluto na dita provine e o
^Err.o\over8nt:rr.rgent,no a vont.de de seu. ,er-se ^^^f^^^TX
respectivos soberano de lazer cessar a guerra entre
Conedoriicao e a repblica do Uruguay, invocando pa
ra esta intervencSo os interesses da humanidade e o
dos estrangeiros residentes naquelle paiz Se para a
perfet,aatbenticidadedesta nrgencia falta anda ao
abail assigoado a notisia oBcial de seu goveroo, pode
assegursr qoando menos quo esses ministros declar-
rio aS. Exc. s iotencao deseus eomroittents, de a-
doptarem medidas pan a livre navegacio do Bio-da-
"nutilmente se buscarla no cdigo da jtistica univer-
sal alguma raiSo moral para cohonestar plausivolmenle
tal interferencia Em vaoseeompulsano asdoutn-
oas dos publicistas para justificar a appticacao de prin-
cipio que nao se fundi sanio na prepotencia da for-
ca. O abaixo assignado preore todava consolar-se
com a espranos de nio ver uma njova manoha na his-
toria das nac5es velbas ; mas ja hfdemasiad.i cloque-
te para os estados banhados pelo rio da Prata e seus
alBuentes o annuncio dos ministro, de quererem afi-
anver livre navegaco do no da, Prata, l.berdade
em que o eommorcio estrangoiro nio tom sido inter-
H>,nrido para os habilitados, e que lmente podo relo
rir -se ao Paran e Uruguay.
, Seja que s este s fim tenhio de limitar-sa as pre-
te'ncSes de dual fortes nacoes europeas. conheciJa de
aotemio a pretencioda Inglaterra, de penetrar os nos
interiores, o gabinete do Brasil compreuendera bem a
transcendencia para os interesses nacionaes de urna
concessio tal, se se arrancas sem direito o se sustentas-
se pela forca, de uma concessio que privara aos osla
dos ribeirinhos de privilegios naluraes e de beneficios
inealculavei.
Se em vez de encerrar se a intervenfiSo estranh nos-
fe s circulo, levantasse o braco para impedir a con-
tinuacio da guerra ; se. collocando-se entre os con-
batentes, impediise ao governo argentino de comple-
tar a obra do lio valilos sacrificio, em vespera de
ooneguir uma paz duradoura ; se por umi oostacu o
insuperavel tivesse de ficar ero p o lementido Kivera,
ou em seu lugar bomens ligados sua poltica e a sua
ausa; o abaixo assignado faria um aggravo ao bom
enspei sabedoria da adroinistracio imperial, deten-
do-se em demonstrar as funestas consequencias do si-
lencio ou da indifferenca do Brasil.
Acabara a independencia pura os novos estados da
America Meridional, se uma ou mais potencias curo-
peas se reservio o dirsito de assestar os seus canboes, e
deimpSrascondicdes de sua vontade ou de seu inte
resse. Acabar-e-bia a independencia dos novos esta-
Ruay
te, e
efinmercioea navegacio nos estados limilropbcs.
A, importancia poltica que lelii e gradualmente ad-
a *OI -SO ni""..-----0-------r .
a desde que s tribuna o a imprensa teem clamado mces-
santemenle contra tal perfidia, he de crer. por honra
do Ilustrado ministerio de S. M.. que smente dil-
icoldades insuperaveis podefiio impr silencio ao |s-
tissimo direitodeS. M. para reprimir vigorosamente
tio auda e desleal conducta,
O ministro argentino excusa repetir no presente me-
morndum as razes deque so tem valido, desde a sua
obegada a esta corte.para chamal a attemo do gabinete
imperial sob do imperio so nio se-poz esse termo i tolerancia das
manobras sinisiras de Rivera.
S. Exc. poder consoltar a sua correspondencia offi-
cialcom o seu honrado antecessor, paru jul^nr das ra-
ides com que o miuistro argentino tm qualificado a
llianca de Rivera com Bento Goncalves como efleilo
lo um planq quo nao se limita a provincia do Rio Gran-
de, senao que tendo a robustecer o poder dn Repu-
pli'ca Oriental e Uruguay, e a 'ar expansio a seus li-
mites, toma por baso a independenci.i da pretendida
repblica do Piralinim, para ndiantar a propaganda-e a
conllsgraQo no Brasil. .
Nio eslava no direito do ministro argentino exigir
do governo imperial um rompimento com o cBudilho
intruso da Repblica do Paraguay, nem so permittio
ligar a um acto semelhante a conservado das amiga
veis e benvolas relates quo felizmente existem entre
o iinperiooaConlederacao Argenlira ; mas ao assig-
nalar o sustentador da guorra no Rio-Grande contra o
throno de S. M ; ao provar a insuBiciencia de novos
etforcos da parte do overno imperial para suflocar a
rebellio, emquanto ficasse em p o promotor constan-
te da ansrehia ; ao levantar o veo ao lementido ma-
nejo de Fructuoso Rivera para cun o imperio; o mi-
nistro argentino devia esperar da illustrariio e patrio-
tismo do ministros deS.M. que, conipiehendendoos
principaes interesses do Brasil, so de, idissem asaha-los
por uma resolugio onergica.combatendo ao inimigo que
a Repblica Argentina persegue, ha lempos, como ao
ominoso agitador de um e outro estado. O ministro
argentino tem conservado esta espcrBnca.e a tem trans-
mitido ao seu governo com uma constancia igualaos
protestos quo recebeo do gabinete antecessor, cerca ae
sua disposii.A.) para conter Rivera, quando tivesse reu-
nido seus elementos. aj!
A leilura da nota do ministro argentino, de 4 deja- J
nciro prximo passado, a S. Exc. o ministro de neg-. J
cios eslrangeiros, quo anda at boje nio lu respondi-
da, instiuir ao Sr. Honorio da Irunqucza e lealdade
com que o governo argentino pretendo iplanar obsta-
sideracio. Rio-de-Janeiro, 5 de fevmeiro de'18f3.
(Conl/fiuar-i *).
res... Acabar-.e-bi...dependencia novo.e.u- M- ,e|o nao poderia re-
dos, se.prevalecendb are traidor na Repblica do Lru- eolo que o P ^ ^ ^^
podesse alent*. .a.b.cso de ..guma .c.e for- ove B [ demasiadamente gra-
,bri. a porta, impunemente culonacuo. ao "'""" "V ., o eu animu. mesmoquan-
es para deixar de oceupar oieuanimo. mesnioquan.
o nao secudasse senao do destino e da independen
A importancia potinca quo >cut D b..Uu..------------
quire o imperio, ea forca d.sponivel de um exerc.lo .oo if-sl(0 argen,ino teve dededumdas
vencedor en Rio Grande. e.t.s me.o. poderoso, postos Fe!" el. ^ ^ gf ^
emaccio. Sr. ministro, contra o .reno anarchi.t. da du eon'n.c a 1^ ^ ^ ^
Repblica do Uruguay, que subordina suas vistas p.s- ,"ne c redl.rBC0 pB .nnlic.rem meius posi-
.oaes. interesses europeos, en.....ngua das conven.en- s; n ara'sen'pre .influencia funesta de
cias do.e.tadosl.m,lropbes;estesu.c.os. repele o aba, o o^ cx g V^ ^ -^
a.gn.do,de.envolvido. as presentes c.rcumsLnc..S,de "t" e p convenc3o> paz, de
sobeio valeriio p.r. deler lalvez o carrera comecada !-,S, 1..............,... ,..,.r.
da ominosa ingerencia exlerna ; desobejo valenao pa-
ra desbaratar as maeobras ulteriores do Rivera, e so-
bretudo para mostrar i America que o governo de !s.
U. I. nio veri com desdem a infraccao dos respcitus
devi'do. i soberana e independencia dos estados con-
terrneos, porque mais Urde poderia converter-se
contra a soberana e independencia de seu propno
P""abaixo assigoado roga a S.*Exc. o Sr. ministro, se
irvacoromunicar-lho a decuso do govemo de .\ M.
I para leva-la ao coibeciroeoto do governo argentino,
.'fim de que possa dirigir-sena crise-aclual segundos
iplieacio positiva do poltica oUerift do Brasil, de-
aaixo do novo aspecto dos negocio, depois da victoria
do exercito confederado.
Deas guarde a V. Exc. muitos annos.Ikomaz
Guido.
MhNOlANDllM DO SB. W. TU0HAX OOIOO.
Leg.cio Argentina, 5 de levereirode 1843.
O enviado extraordinario e mioislro plenipotenciario
Coofederacio Argentina ouvio com grande sutisla-
efto, na conferencia de 3 do crrente, ao Exm. Sr.
ministro doi negocios e.lrangeiro Honorio Hermcto
Csroeiro Leio, a ua patritica reologio de cooperar
par. que o gabinete do Brasil sahisseda maccio em que
tinba permanecido ate .gora sobre a questio do Bio-da-
PraU, e rec bee como pro.s de alta premio de .. fcxo.
o mostrar-se cooveocido de que a existencia de bruc-
tooso Rivera na Bepuhlk do Uruguay era incompativel
com o socego do estallos limitrophes.
! Na verdade.desdo qu aquello caudilboanarchicoper-
dco todo o direito confian?, do goveifeo imperial pot
suas intelligencias publicas em o chele da rebelliio na
provincia do Rio-Grsode; desde que ao gabinetes. M.
consequencias ij ; uu > -.------T r
27 de agosto de lo28, entre ambos os estados, appro-
ximlo.poca de fixar o destino da Repblica Orien-
tal do Uruguay, em detrimento das oaffiet signatarias
da dita eonventao.
E bavendo S. Exc. ncilsdo o ministro argentino 6
honra de redigir uma minuta de convengo sobre os
pontos quo lorio materia de discussio entre ambos, Ibe
parece Mr formulado as proprias ideiasdeS. Exc. na
minuta junta, subjeitas, sem embargo, s novas ebser-
vacoe que llie aprouver fazer em cada um de-seu ar-
tigo; as qu.es o ministro argentino tom.r gr.lamen
te em consideracao com o espirito de Irenque/ couil
que se tem condundo at aqui.
Tem presente o ministro argentino que S Exc. o
Sr. Honorio o coovidou par. um tratado de oosflmer-
eio com a Conederacao, e de limitea com a Repblica
do Uruguay; e.inda que decl.rou !. Exc. nao a
cbar-se com poderes sufliciente p.ra um e outro caso,
nem considerar a. circunstancias adunes a proposito
para emprebender laes tratados, emquanto a paz nao
se resUbelec. o. R publica Oriental do Uruguay, e
emquanto o governo argentino tiver de conlrabir a sua
attf ny4a;priu,iordal i guerra a que o eonduzo Rivera,
o ministro argentino procurou consignar no. artigo II,
12 e 15,nio tmenle o direito que mais adianto poder
smpli.r-se por ambos os estados.quanto aos expiessa-
dos limite, senio tambem o que Ibe incumbe para
empregar laes medida qne impieo que a indepen-
dencia da Repblica do Uruguay sej. nominal, se, por
desaccordo ou m f de seus governantcs, a sua nacio-
nalidsde, a su populacio e a su. forg. tivessem de fi
car uiere de influencias da Europa.
O ministro argentino so ter por leliz e .certou em
combinar com justica o reciprocidade o que possa con-
Commando das Armas.
V. S. fura iiidemniaar m. inilividu., qoe forneo-
ro os genero precia par a lii'l.i lo enfermo, que
no Miraran ii> liiKpitiil regiment.1, duranle o tempo, que
momo e.loo ob a direecS do primoiro baulha de
eacndore, das "br.i ni rein, que, nci'iwilo informa V.
S., exintem no cofre Ho raiioho, mi no da economa
bstalh.ii; vi.to, nomo V. S declara, cxeeiler a dcspea a
rceeita; fieand.i V. S. na iiilellienei de que luwla da-
lo expeo na conveniente orden, para que do rumane-
rerite da ilwpein fcita pelo aogunrli* bulb> lliaria n pe, relativamente a ca parlo d'.draiei.tr.c.o a
arijo ootr'ora riejte enrpo, ej:i paga qu.nlU de du-
sento*. deiesei mil elreicnt rn.ein quo, como vem
ilrmonslraiiii i-ui .cu nfllcio de Ido corrente, n dcdnX
importar o referido c\eeo oque aiHiialmente nao
p6le lev.i b cffeilo, pr im> |ii' cofre do .egurulo
balallllo exisle feeho.li, e el.vioiiUrio. levrao cun.
igo aa ohave par. provinciad. Alag. Deut guar-
de a V.S. Qnartvl general na idailo lo Recifo, 40 de
de nolrnibro le ISo. .' Frnneico Juso Damaceno Rutad, coronel cuimnan-
dante ,1o primoiro bnialliao le oae.sdme.
Hliii c Exm. Sr. Levo i mi do V. Exo. in-
F.irniacfio,.qtll aejanta, lo doulor Jone Eu.tagui Gome*,
relaliv.iniinle > eirorgt.o Simplicio Liu de Son. Fon-
te, i qoal pretende cr eugajjdl pora irervir na tilia
He Fernando : n.iiiu fien Iceiuponliada a incumbencia,
me V.tExc. le,por offieo de 3 l oorreiite.ae.tceoin-
innnil.i. De guardo n V. Exo. Quarlel geueral na o*
Inde do llceifo, 11 de .elombro de 1845.--lllm. eExm.
6t. concelheiro Antonio Pinto Cliiohorr da Gama, pre-
Idcnied prnvinoi.Antonio Correia Siara.
Illm.e Exm. r. Sendo ex|>resn lie arito da rc-
inrliy iln(;uerra, datad le 7 do ngotio ultimo, por
iropia nnnexo no oflolo lo Exm. general viec-iireiiden-
teiln provincia' da Alagoa., que a licen<;. conferido .o
primeiru lenle lo quarlo bnlnlb.lo lo arlilh.ria jio
L.iit Antonio Laciiibe, para conliniiar cu eludoS"m
nen.lem.a da corto, Uvera ler lugar em Janeiro do .lino
prximo futuro; omiii coiiiprir.ae V. Exo. trantmit-
tu- ne.te .enlido a conveniente comniunic.cao. l)eo.
Ijounlo a V. Exc. Qunrtcl general n. cidade do Reoife,
I9.de oriembro de lSii lllm. e Exm. Sr. eoncelheiro
Antonio Pinto Cliichorro la Gama, DresMeNle da pro-
vincin. Antonia Correia Siara.
Jim. o Exm. Sr.Sendo permitlido ao oIBoine do
-xercito, que mareliarcni par oulr. proviuoia,deixar
na ramilla >n prpcuradre o reeebimenlo do. o-
os das aun. pllenle, (artigo 15 da inatruccSe do 10 do
nocir e 1SM cm referencia ao rcgiilanicnto de 18 de
.ineiro do anterior;; o .viao circular do 21 do marco de
" liniilon ale loo terco do referido veuciinento
\b'
?cnielliai'le laculd.do. O mnjor Jooquim Caetano de
Suuia toii'iro, nchaudo-e aelualnienlo em trrico
netta provincia, e ao qunl a pagadura da tropa, uto
|.hmuu guio, nao c.i euinpreheudldo, legundo me p.-
Ke, un di.po.ioao d sobredit ciroulsr. l)eo guarde
n V. Exc. Quartel general na cidade do Recife, 13dee-
lembro de 1845___lllm. o Exm. Sr. euncolheiro Auto-
pio Pinto Cliir.mrru ln Goma, predente da provincia.
^-Antonio Correia Siara.
lllm. o Exm. Sr. Enctruiuho a V. Exo". o rci|uc-
riuicnioa I cirnrgitlo Antonio Jo Oi. Martin, ro-
piegudo, como il.prelienilo, em prcence dt inforroa-
fc3B|irudoiilocm dilu reqoerimenlo, jielo coronel
coiiiin.niiH.-inio respectivo, na forca que deitaenu oppor.
liiiinnieiile para a froiileir. ao Sol la provinci.; e por-
gue nada cumie nenie tiu.rlel general a rrpeilo duen-
g.j.mentu lo individuo oni quetio, pnra o tervifo, e.
ton iuil.billl.de para informar tac requorirueniu, que
todava endereco n V. fcxo. Deo guarde a V. Exc. Qii.r-
lel general na ciua.le lo Recife, l de etembro de 1S45.
Iliui. alia, ir. concelheiro Aolonio Pinto Cbiebor-
ro da Gama, presidente da provinci. Antonio Correia,
Siara.
Illm.e Exm. Sr.Par. que V. Exo. baja dedefe-.
rir, como jnlfir conveniente, pn.no a mnoi de V Exc.
o reqiieriuieiilo do eoronel do ettndom.ior do exercito,
Fraiiciaeo J Martn. Deo. guarde a V. Exc. Quar-
lel general na cid Je do Reeire, 18 de tolembro do 1845.
- lllm. e BlHi. Sr. concelheiro Antonio Pinto Chichor-
ro da Gama, prc.idente da provincia. Antonio Correia,
Siara.
lllm. o Exm. Sr.Inclua achara V. Exo. a co-
pia do. olicio da presidencia licita provinci., em o.
iiune declara., quo por.viao da repartidlo da guerra
de 24 de jullio iiltiino, e 14 de aguato fiudo, obtircrio
leixa I ervioo o uld.du loteguudo b.talhiode ar-
tjllira |i,Mauoel do Santo daLu. u Filippe Ho Saii-
liajjo Altea Moiitoiro .' o romo tac pracaaua.ii exiatln no
coiitigeiiiodo meiino balnlho. quo ae cha ne.t. pro-
vincia, tr.namitlo V. Bxo. a aubredil.a copias,, fim de
i|iiu c digne ni.ndnr fazer eftectiva n del i beraclo ex-
rada em dito nvi.ot. Deo. guarde a V. Exo. Qu.rtel
general na ciilndo do Recit, 2 de Miembro de 1845.
tiln, e Ext, ar. lienriqiu Marquet do Oliveira Lisboa,
viei'-preidente Ja provincia a Alago... ^nlenie
Correia Siara, brigadoiro coinm.udanlc di. armas,
Um. eExm. Sr. Exigindo V. Exo. por ollici de
13 de agosto ultimo os precitos usclareciinenlot a rct-
pcilo do soldado do primoiro batalhio de .rlilbari. a p,
\ cente terrena da Costa, capturado ne.la. provincia
como desertor,e remetlido para a corle do Rio do Janei-
ro em o incide jniiho anterior; doro declarar. V. Exc,
quo por cle iruartel general ionio podo alilier tal
exigencia; por uto que uao pcrlencm a eeta guarnicio


rF.?rin prnra. Estando o anbri'dito prlmoirobsl >
le nrtilliaris actualmente na corle, ili ver rritottar ...
ana<*iilinriiiH respectivos dn Hilu anidado, o quo f.>r ile
iiikIit |inrn i\ re|;iil:iridiid<.' iln pr>i<'i-su t> i|Unndi> n de
[(.'111 F-p ..iiJiiictli.l i nuil priipcudu ., ercr,na pro-
vincia da Alagos, por r'.urr atarlo Millo o r.i do ron-
tingciiii', que para all rxpcdli-iiinuu, ao E*m. virc-pre-
liaWuf, jjriiwul rniiMiiaiidiiiilc da torga rm opcracne
inflin-lla pruviiioia, compete, segundo nic pan-ie, dar
na rt'larffuu.'iil" reren da naliircia da I -. r.y. ,qi.o,
i'ndu aggraiada, lie mui curial n-apuuder iiicanio reo
n.iijiii'lio iiariiic.'ui : t"daia"rsir imtl parecer lira auli.
jr-ilu o llirllior ilrlibfrarSo ilc V. Estt. Duna ;; naide- ;i \ .
I'm-. Quoriel general nacidade Ja Iteoifc, t!3 de eiem-
lin. de l.S/i.lilil, e F.mn. Sr. Ailfunm Eliaiarea de Mi-
lamla i' Brilo, niarcrliid d<> i.nnp e cuiiiiiiniidnilo dan
arma da curie. Antonio Carreta Siata, brigadeim
riniiinanilai.il' daa arma drsia provincia.
INTEBIOft.
BIO GRANOE DO-NOKTE.
GOVBBNo DA PROVINCIA
Coneipondtncia do Exm. Sr. doulor Casimiro Jos
de Moran Sarment coiri a the-
souraria de azenda.
aNKOPDK 1815.
('onlimiaiao do expediente du da 4 de agosto.
N. ll'i. (.iiimii,! iinuiilu a non rur.iii d Manoel
I.q,cio de Biit para o cargo de promotor publico de
comarca da Maioridude.
Pa 6.
N. 14C Ao inspector da alfandega mandando en
tregn ao negociante Joaquim Ignacio Perera cinco-
mta sacras de (arinha. das que vierao da cOrte.
N 14/. Ao un sino mandando eniregar ao patrao-
mr da barra desta capital trinta saccas de firinha.
das que viero da corte.
Dia 6.
N. 148. Ao inspector da tbesograria de (azenda,
mandando entregar ao administrador do correio da
ridade a quantia de ICj rs. para pagamento de um
.-.lalea eilraordinario, que conduno captol a au-
ilii'n in-.i da eleico de senador,a que se procedeo no col-
legio da villa de Porto-Alegre
HA8I0 IIE PEl\IllllCO.
Ol DEUS 8AI.VAI PERSAMBUCn
MONARCIlA 1)118 ERASILEIROS, VAUMMM !
Ainda trnnsidna dr susln, anda iciii recobrar u ani-
iii". roma mi ircrnula, mal podran dar ennln an pn-
blic" da tuinela oi-i-iirrin, i, qui- levo iioiili'in arar
ncala i'idade; he nirsino iudiaivt'l, Re ineiplirnvel n qui'
rada mu m-iuin, un previo : ertu fre hura da larde, <
aimialliiiu-ii- punto de que fora naiia>iiiado u hr. Frnn-
i'm'ii Cnrneiri n en altiii dn Jang; ni aioul ilu i.
FraiiriCci para I. ;; iJ..> signal da unirte, Sr. Anto-
ninCarueiro appareren un aru quarlil, mandn lunar
rebato, fornimi-se rurpn de pulida; para t-aae p"iito.
e para ci Altrrrn d" Afu-gnilua atfliiiu n gentallia eni
nintsa; |mps iiiinirrusui cnallirau a mas cirrumn-
sinha; o cidadSo pnrifirna turan iuaullnilna e min-
ead" de innrte; vot cxteriiiinudra du nuviaitDU pre-
fjadnr dn uaprlla iinpnal resonii mi nii'io dra mull
dio afilada, inrilaniln e animando a \ inain;a du sai
ilialn, iin.a lista e furmou devignandii vii-liinaa inno-
cente, que ilcvian aer lAcrifiredaa mi furor arlaj>rni
brutal, inpiradii por um u.....mu da religiA.i rhrirlla
i- prln iigenira de puliuia, pur aqiielles o qurm i-i i-.m-
fada a drfera da vid e propriedado doa uidadlna, e a
inaimlencA" da iinli-ni publii a; a ridade cin alarma ut
familia eni aualo o terror derramando eiu ludui o
aiiiuio a ineiTieja'do parndi-iro de deaeiifrcawent
upiilar a aociedade Iraliida e aagreriida pela auinri-
dade publica a amigue da innoeenria derramado bar-
linramenle, n hurrorea de una guerin civil, e eslr liur-
rori- pri-rntri a tudas ti imaginafOea !
Quul be a causa desta egitaeo, deate perigo lao im-
minente da ridade ? He oussassinato do Sr. Francis-
co Carneiro ? Nio; um piquete de cavallaria, que lu
verilicar a noticia, a desmeollo, e deo parlo de que elli
oslana sao e kalvo. que ncnbuma aggressao soflira : o
que he poi.? nao boatosassoalbados a drede para cntretci
a aclividade da gentalha; sao Turcas que alguma vex se
tornaraS em tragedia; he a sociedade civil accouunetlida
por una linrd de sclva^ens, desamparada da loic,a pu-
blica, destituida da tu ella da autondade publica ; li
a anarchia que levanla ocollo ; sao pretextos que o Sr,
Cbicborro e os seus inventan, para emular vinganca:
unguinosas contra os innocentes, que s teem por en
me a sos opiniao ; sao as consecuencias e execucio de
poltica de 2 de fevereiro.
O vapor Bakiana que ante-hunleni eliegnu a este por-
to, procedente da do Norte, di iti.u as provincias res-
pectiva em tranquillidade No Maravillan l.n i nnileiii-
nadu pelu jury da rapilal o fiel du llieinureiru, que ha-
Va sido prenunciado em cnivcqueiiria di'a grana*
aomnia rm cednln l'alsa introdntida uaqiiella olncao.
Mo t.eaia n aemblea provincial liavia redigulo um
queixa ao (uprcnio tribunal de julii,a cena o aelual
premenla dnquelln provincia por diveria infrarfoe >la
cunsiiiuicu e il.i li i.~ aqueixa menciona qiiiiuo in
fracee provada cun ilucunienln.
Coirespondencias.
AO PUBLICO.
Sou chamado por circumstancias bem dolorosas
una lucia, que pode terconsequenrias funestas pa
ra a provincia c lalvcz para o imperio, restando-me
lio smente a consolado, de que uo fui o provo-
cador. lela correspondencia de meu irmio o Sr.
JoSq Ignacio lliliciro Roma, inserta no Diario de hon-
tem, esta informado o publico de ludo quantu de in-
digno e deatro/se tem praticado comnosco no es-
pa-c.0 de nove niu/ea, e que durante todoesse tempo
temos soft'rido com urna resigiiaco evanglica sein
outro recurso mais do que a nossa longanimidaile.
Tudo porm chega ao seu termo, cedo ou tarde, e o
iiosso solfrimento nBo podia deixar de esgotar-se,
a^gravado a cada passo com repetidas provocacOes.
Depois do ultimo acto praticado pelo Sr. Manoelde
Souza Teixeira, com a nomcaco de um segundo juiz
para decidir os termos da appellacSo, subi de pon-
to a nossa indignagilo, porque era fazer do Ex.ni. Sr.
Pinto Chichorro, presidente desta provincia, urna
segunda edico do Sr. Souza Teixeira correcta e
augmentada.
neste negocio ; portanto de accordo com elle resol-
vemos denunciar fel imprensa todas estas torpezas
e infamias, c fazer pesar sobre o Sr. .Manuel de Souza
todo o odioso do seu vil procc; ment. Meu irmflo
Jofio, como meu procurador, v como parte tambem
nesla quesillo, devia aesmfcscaiar o Sr. Souza Tei-
xeira, mas tinlia acceitado delle. a nomea^So de sub-
delegado da freguezia do Poco, contra a minhaopi-
mflo, contra o meu voto, e contra todas as minhas
rcllcxes, porqueeu eslava prevendo este desenlace;
portanlo o primeiro passo era dar a sua demissffo,
mo pro-forma, mas de inancira que fosse acceita ir-
remcdiavclmente. A demissflo fot concebida em ter-
mos liem explcitos, mas muito respetuosos pa-
va com o Sr. presidente Pinto Cbicliorio. Para pro-
var linda mais 9 Sr. presidente, que nio tinhamos
vistas hostis contra o partido, e muito menos contra
elle, fui cm pessoa no dia 19 de agosto prximo pas-
sado levar-he oollicio de meu muo, juntando as
minhas supplicas para queacceitasseadomiss;"io,que
I he pediainos.
S. Eje. leo o oflicio, c a pezar da sincera ollera de
meu irmflo, dizendo-lhe que eslava prompto para
Indo e qualquerservico, cm que o quizesse occupaV
ilahi em diante, mostrou-se tilo pezaroso, tflocheio
de aziagoa presentimenlos, que me obrigou a cori-
tar-lhe por miudoacausa do nosso procedimento.
Quandn o Sr. Cnicliorro ouvio a historia do passado,
horrorisou-.se lanto.tjiie se julgou compromettido
de urna maneira indigna poralguem, c entilo me
disse os motivos, que o forcrflo a acceitar a presi-
dencia de Pcrnambuco, como un sacrificio aos seus
principios c aos seus amigos. He necessario ad-
vertir, que en tratei ao Sr. Chichorro rom tanta con-
sideracloe respeitoquanta me devia merecer ideia
que eu razia da sua ptobidade e intclligcncia, cS.
Exc. cm toda esta conversaeflo mostrou-se digno do
meu sincero acatamento. A's apprehensOes de S.
Exc. respond, que met irmflo nflo seseparava do
partido, nem o hosti|isava,equeoSr. Souza Teixei-
ra nflo era o partido da praia, e para provar-lhe que
a demissflo de subdelegado era um acto alheo de
ideias polticas, naquellc mesmo diadra ordem pa-
ra tirara patente de majorda guarda nacional de ca-
vallaria, para cujo posto o havia S. Exc. nomeado.
Sem mbargo dos meus protestos nao foi pos-
sivel acalmar os presentimenlos funestos do Sr.
Chichorro; elle via o partido j fraccionado, casub-
versflo completa desse systema, que elle pretenda
seguir, cprocurou por todos os meios possiveis fa-
zer-nie desistir de occorrer a imprensa. Quandoeu
Ihe disse, que contava para isto com todas astypo-
graphias de Pcrnambuco, sentio-se tilo profunda-
mente, entrou em considcracOes tilo miadas, que
eu nflo tive outro remedio sendo acompanha-lo;
asna expressflo ora tflo vehemente, que muitas ve-
Zea uo me dcixava responder-lhe; finalmente s
me pedia com instancias redohradas que o deixasse
pensar, que lhe desse tempo para relleclir com ma-
dure/a em negocio tflo ponderoso. S.Exc. foi mui-
to francocommigo, c juro-lhe quo mecalivouna-
quella occasiflo, e para dar-lhe urna prava destos
sentimentos, pagei-lhe franqueza com franqueza.
Disse entilo S. Exc, qieseenganava redondamen-
te sejulgava do partido praiciro pelo que via aqui
tiesta praca : disse-lhe, que o verdadeiro partido es-
lava todo de pontes a lora; que era no interior onde
tinha sua forra ; que se nflo fiasse nessa faceflo,
novamentc improvisada pelo Sr. Manoel de Souza,
verdadeira excrecencia do partido praieiro, e que no
Retire, com honrosas c poucas excepcoes, o partido
era miscravel. Expliquei-lhe as tendencias ccon-
viccOes do partido praieiro, referi-lhe como se tinha
gerado esse partido, e a razflo por que preponderava
no centra mais do que na capital, onde a mxima
parte da populacflo era hoje ndillerenle a partidos.
Disse mais a S. Exc, que nflo compromettesse a
sua autondade, imitando a estpida adminstraeflo
do Sr. Manoel de Souza, de quem diziflo os mais
rompromctlidos praieiros, que se tivesse durado
mais vintedias no poder tinha enterrado o partido,
moslrando-Ihe a inconveniencia e impoltica dea-
lentar una faceflo, que nflo pertcncia nenhuma das
comutihOes em que se divida a provincia ; e que po-
dendo ser presidente e o salvador de Pcrnambuco,
eu lhe pedia em nomo de tudo quanto havia de mais
sagrado, que nflo fosse o chele de urna facgflo, tflo
infame e miseravel. O Sr. Chichorro, profundamen-
te rotnmovido, disse-me, que elle sabia de tudo
quanto euarahava de dizer-lhe, e que nada lhe era
estranho, aecrescenlandoque as suas intenrOes erflo
tflo conformes minha supplica.que ainda naquella
mesnia nianhfla tinha dito na sua secretaria o que to-
do homem honesto da provincia que viesse a elle, estova
rom os lirnrns alalos para recebe-lo sem considerares de
partido.* Juro que esta declaracflo de S. Exc. me ani-
mou de lal Borle, que lhe disse: que nflo desani-
masse, que tudo sepoderia conseguir com um pou-
coderesi^naQflo e trabalho ; n que. elle poderia es-
tabelccer em Pcrnambuco o reinado da paz e da con-
cordia, sendo-lhc muito mais honroso governar esta
provincia em nome do Imperador, doqueretalha-la
em nome de um partido, fosse elle qual fosse.
O Sr. Chichorro mostrou-sc ento muito desani-
mado pelo estado do paz, porque nflo acreditava na
possibilidade de urna conciliaefloverdadeira, eme
pedio queeu Iheexplicasse a maneira honrosa de a-
cabar com estas dissences e inimizades, com a fac-
lidade com que eu conceba este plano, lleuna V.
Exc, lhe disse eu, todas as pessoas gradas da pro-
vincia, to;los os hontcns honestos e probos, e que
tcnhflo que perder as commoces polticas e nada
que lucrar, fallc-lhes a lingoagem da verdade, tra-
le-os com snceridade. ceujuro aV. Exc, que tudo
4
conseguir delles; eu con liego o carcter generoso
desle povo, c posso assegurar V Exc, que pecca
por demasiado generoso c franco; affiancei-lhe desde
logo a cooperaeo de todos os meus amigos e a mi-
nha, e comprometti-mc a levantar pela imprensa a
bandeira de una conciliagSo sincera e verdadeira, e
sustenta-la com todos os meus esforgos e boa voli-
tado. Comprometti-me logo com todos os meus a-
migos, e entre elles cilei aoExm. Visconde deCoi-
anna, o Sr. desembargador Peixoto, eat o Sr. Mr-
quez do Kecife, de cujos sentimentos nobres e ge-
nerosos eu eslava perleitamente informado; cilei-
lhe tambem o nome de muitos negociantes e pro-
prietarios ricos dentro c fra da praca, eatavan-
cei queeu eslava quas corto, que podamos contar
com a cooperagflo sincera do Sr. Barflo da Boa-Vista
nesta obra de cvlisagflo, e moralidade, porqtie te-
nlio a profunda conviegao deque o Sr. Francisco do
Reg he um homem honesto e amigo do seu paiz.
O Sr. Chichorro, convndo na possibilidade de reu-
nir os homens, que eu lhe indiquei, duvdou do Sr
Francisco do Reg, pela posigSo exeepcional em que
se acha collocado; mas eu lhe replquei dizeodo,que
nflo julgasse dos homens pela extcriin-idade, mas
sim pelos seus ~
passada ; que
dor da provjMtia, estado' qjje 1180 poda con vi r a
ncnhuin proprrejar\o, a nenhum pe de familia; e
que se S. Excachava nisso alguma diflcubladc, eu
lhe lembrava ura horaom, que lhe devia ser muito co-
nhecido, e que poderia servir nesse negoojo com
muita utidade, muito jwiaquanto pela sua alta po-
sigRotinha,muta importancia, e at amizade parti-
cular ao Sr. Francisco do Reg; esse homem era o
Sr.|concelheiro Antonio Ignacio de Azevedo, magis-
trado probo e intollgente, e demas patricio e colle-
ga do Sr. Chichorro. S.Exc me respondeo que effec-
tivamente confia va no Sr. Antonio Ignacio, o me dis-
se at os motivos quo para sso tinha : pois que ha-
viflosido contemporneos em Coimbra, e outras re-
lagOcs pelo Sr. Messias de Leflo, etc. Appello para a
lembranga de S. Exc. e para a sua probdade na expo-
sigflo que acabo de fazer.
Vltimmente depois de duas horas desta conver-
saeflo, S. Exc. concluio.pedindo-me encarecidamen-
te, que o deixasse pensare reflectir sobre tudo quan-
to turnamos tratado, e que eu apparecesse dah al-
guns das, sem dar-mo decisflo sobre o ollicio de meu
irmflo, uqieo objecto da minha visita. O Sr. Chi-
chorro, logo que eu sah, nio semportou mais como
que eu lhe havia dito ceroa de poltica, mas tflo s-
mente como havia de evitar o golpe, que eu pretenda
dama ridicula importancia do Sr. Manoel de Souza,
golpe, que poderia feri-lo por analoga. Mandou in-
mediatamente chamar o chefe de polica, e por este a
meu irmflo Luiz, que s foi encontrado as onze horas
da noite; lodo o empenho era saber quem seria capaz
de acalmar-mc, e de fijzer com que desistisse do pro-
jecto de occorrer imprensa. Qual seria o reccio de
8. Exc. ? Offereceo-se para isto o Sr. Dr. Arruda, de-
pois de muitas horas do consulta; e com cffeito apre-
sentou-se no sitio de meu irmflo, onde moro, as 7
horas do dia seguinte, confiado na amizade eno sin-
cero carinho que lhe professo. O Sr. Dr. Arruda pon-
derou-me entflo tantas razoes em nome do Sr. Chi-
chorro, c o seu estado aflictivo, pedindo-me que eu
desistisse de escrever, porgue ludo se remediarla. Eu
respond aoSr. Arruda, que as infamias e torpezas
praticadas contra mim n8o tinho outra resposta se-
nilo um desaggravo estrondoso, e que nflo podendo
ninguem fazer com que os factos praticados deixas-
sem de existir, eu nflo cedera sem desar e sem gra-
ve prejuizo.
Finalmente depois de muitos esforcos do Sr. Dr.
Arruda, comprometiendo toda a sua amizade para
commigo, e o nome do Sr. Chichorro, de quera eu fa-
zia a mais alta ideia, cedi com a sua promessa reite-
rada por muitas vez.es, de que tudo se remediara. De-
vo declarar francamente que o Sr. Arruda obrou nes-
se negocio da melhor boa f do mundo, o que elle he
incapaz de urna infame traieflo como essa, que se me
fez; elle foi tflo compromettido como cu. Ocaso foi
que o Sr. Chichorro pedio encarecidamente que eu
cedessede um meio legtimo, etalvez nico de sal-
var a minha propriedade compromettida por um rou-
ho, e depois que tinha passado a impressflo do pri-
meiro susto, encorajado pela chegada do Sr. Neto do
Rio de Janeiro, mandou-me dizer, que cu desistisse
da causa, e que a companhia do cncanamento dara
quinhentos mil ris meu irmflo Joo, nflo sei a que
ttulo. Soube mais que S. Exc. me tinha tido por
um furioso, oque tudo quanto eu lhe havia dito
cerca da poltica do paiz, s lhe parece o a explosdoda
intera: he aprimeira vez que ougo dizer, que um
conselho de paz edeconciliagflo, como eu lhe pro-
punha, era o effeto de colera, e n5o de prudencia e
dejuizo mutoanticipado. OSr. Chichorro finalmen-
te assentou que eu uo tinha senso commum, epre-
ferio antes ser o vice-gerente do Sr. Manoel de Souza,
e chefe de urna facgflo, do que presidente de Pernam-
buco; silo gostos, mashay gustos, que merecen palos
eonio ili/ein OS llespanlmes.
Emquanlo s minhas ideias cerca da nica polti-
ca, que na actualidado julgo convir a Pernambuco,
dire a S. Exc, que desde nnvembro do anno prxi-
mo passado nutro esta convcgflo : fra de urna re-
conciliagflo verdadeira c sincera eu nflo vejo salvagflo
para os partidos, e muito menos para a minha patria;
e para prava r aoSr. Chichorro que nfio foi obrado
momento, nem explosflode um despeito, invoco o tes-
temunho do Exm. Sr. Visconde de Goianna, perfeta-
mente de accordo commigo, do Sr. desembargador
Peixoto.do Sr. Dr. Flix Pexoto.antes de irem para o
Ro de Janeiro, do Exm. Sr. general Sara, doSr.
Dr. Alcanforado, e dos Srs. Angelo Francisco Carnei-
ro, Jos Francisco Ribeiro de Souza, etc., etc. Po-
rm, ganhou acaso o Sr Chichorra alguma cousa com
esse comportamento inqualficavel a meu respei-
to ? Nflo : poz-se merc de urna facgflo immoral e
estpida, oue o vai desacreditando e solapando sem
misericordia, e ltimamente S. Exc. mesmo se collo-
cou na crtera de um volcao. Sim, Sr presidente, nflo
se engae V. Exc. pelo amor de Dos: a cenceo ja
comegou, e V. Exc nao pode calcular at que ponto
ella pode alcangar. O goveruo da provincia est mi-
nado at os fundamentos, e o Sr. Chichorro sem tor-
ga alguma moral.
O Sr. Chichorro, abusando da minha boa f edos
respeitos econsideragesque eu tive por sua pessoa,
enganou-me, ou eu me enganei a seu respeito;
de qualquer forma devia prever que nflo compromet-
teria a minha honra e os meus interesses, servindo
de instrumento ao Sr. Manoel de Souza, sem urna
dura e tremenda retribuirlo : veja como se enganou,
porque agora o golpe he muito mais certeiro. Antes
eu feria apenas ao Sr. Manoel de Souza,- salvando ao
Sr. Chichorro, porque essa facgflo chimanga, de que
o mesmo Sr. Souza se consttuio chefe, nflo he o par-
tido praieiro, que a detesta no fundo d'alma; hoje
pelo contrario anforco aoSr. Manoel de Souza com as
tripas do Sr. Cliieborro. S. Exc. acrediten que me
poda humilhar peanle Neto.' Infamia !!.. cmlim,
tal he a minha indignagflo, que tamo imitar a S. Exc.
nostu descomedimeulo. Sabe o Sr. Chichorro quem
he Neto? lie 11 ni ladrflo, cujos cmplices jcumpri-
rflo urna sentenga de degredo: sacrificar a autori-
dade publica aum ente semehante he rebaixar-se
at o ultimo ponto de aviltamento. Kmfim estamos
todos sobre um voleflo; nunca vi o Brasil mais expos-
to urna tremenda convulsflo; no dia de urna crise
esse ladrflo nSo escapara; conto-lho os das pelas Dob-
legadas da corda que o la de enforcar.
Immoral at a perversidade nada ha de comparavel
a esse canalha, a quem so a miseria de urna facgflo
faria deputado. Mulato de nascimento esfolou a cara
em vida para renegar a sua classe, e Dos ainda per-
mittir que lhe csfolemas nadegas na grade da cadea.
Oh o lim desse biltre tem de ser igual a toda a sua
vida de infamias e de torpezas. Cr elle, apezar da
prole.ei.'o do Sr. .Manoel de Sou/.a e Chichorro, lu-
crar alguma cousa ? est engaado; ahiest a Rela-
gflo, cujos desembargadores nflo sflo o bacharel Olin-
da; nem seria de acreditar que a magistratura brasi-
or, que devem dirigir ao homem publico, quando pospOe um ladrflo a um homem honesto, que cstin-n
lo ou que interesso Iva em ser probo.e virtuoso ? |>
rrn ojjovo de Pernambuco nflo ha Neto, neni esb
tflo colfcmpido como pretndemeos jue mais tee
trabalmrao para isto : na urna especie de indignac
oceulta contra os ladrOes, e contra osassassinos nu"
nflo he para admirar que em um momento de exi0C
sflo paguem todos em um da o fructo de muitos an
nos.
an-
Finalmente devo previnir aos Srsx Chichorro eMi
noel de Souza, que de hoje em danlecoineca Uln
vida de lucia e de embaragos para elles, e queja n-'
me apanhSo descaigo; que se onganSor^ondamenu
secre"em que a facgflo chimanga do Kecife be o parii
do praieiro; que esse partido, grande no interior tem
tendencias mui pronunciadas para urna fusSOdeprin
cipios com o de 19 de setetabro, e quo haoMrL
eos, honestos e probos nflo se exponSo nunc 1 se-
ren medidos pela vara de Neto, ou pela hilla doSr
Manoel de Souza; que nflo ha nem pode haverum nr-
tdo todo de assassnos e ladrflej; e que dize-lo de
parte parte he* prova mais convincente de qoeno
Brasil a imprensa tem concorrido mais para perver-
ter do que para Ilustrar o povo; e que no cenlro doi
partidos tenho mais amigos, mais adeptos, msisaf.
fcigoados do quepodem figurar-se, ou eu hamo sup^
punha. Tinha para mim que o Sr. Chichorro poda
salvar a provincia de Pernambuco, hoje pelo contra-
rio acredito, que S. Exc. he apenas um architeclo
de ruinas,que veio consummar a obra dadestruito
que comegou o Sr. Manoel de Souza.
Ainda terci de abusar da paciencia dos meus pa-
tricios para rofcrir-lhes a contiuuagflo dessa serie de
torpezas, que va por diante com incrvel rapidei-
he mister que este povo saiba que vivemos a mert
de qualquer bandido, com tanto que lenha a protet-
gflo do govrno; porm eu juro por minha honnqoe
isto ter um termo mais prompto do que se pensa
Recito 26 de selembro de 1845. /. de Aira,
Lima-
Srs.ftdacloit -.Bem queeu ni o aprecie meiosdeDIu-
encia poltica, nlo procure importancia por carpos, Den
me infituecom umi farda mais bonita d officul di
guarda nacional, em que tenho servido por citmprirum
dever; todava nio posto deixarde sentir muita btniea
pela minha relorma no posto da lenle do nos* bita-
Ibio de S. Jos desta cidade, em raiio di miatira por
que me foi elladadajjerti na guarda naciooilcomool-
eul do 2. batalbio em tempo de mais petado inico,
a de maiores difficuldades, pelo estado da capital, e 1-
indt 00 aqutitelamento do mesmo batalbio, o mr.o
pastado, sem que jamis ci-oimetlesse nenhuma lalta.
Fui propostu para capitio do mesmo batalbio, tst-
provadoem 18 de julho ultimo; mas, leitat diisia,
elieando en 00 de S. Jos, lu 13 docoirenla 1-
formado no posto de lente,eoi virlude de representa-
cao do tenante-coronel commindtnte do novo batalbio,
como ae me certificou pala seeretsria do goterno. Sor-
prende-me extraordinariamente o principio de minas
reforma; por quanto, tendo eu sido spprotada para*
posto de capitio, bi poucos dias, nio sei, comunin
bavendo passado d<>us mares, ja sou considerado inca-
paz de senir de lente, posto am que aetbo de mi
relormado. Dando-me a le qustro mezes para lint
patente, be singular que antes de lindo este prauji
tanba eu sido considerado, como tendo perdido o posto,
e reformado no ioferior que tinhs.
Sou mteiramenle estranho aos motivos que dirigi-
rlo a representscio que le o commandanle do lublliio
de S. Jos para a minha reforma, e para antes, da en-
trar o corpo em serviro, e quanda trata de orgsmta-lo,
pedir a exclusio dofficiaes anligos ; desejiodo que
elles sejio publicados: para isso empenho o Sr tenenle-
coronel, poissesiodeduiidut de nao ler eu lisongaado,
em coiiipiim.-nlos, i sua vaidade. teoho de declarar
que be elle ainda muilo pequeo peta tanto, e devs
procurar outros a quem posta apavontdo faier sobrao-
cenas. Na falta de ratio para a mirh reforma, e nio
podendo me persuadir qua um eomimindante de bala
bio leoba a Isculdade de *Jitpr dt guarda nacional
a teu bel prtzer, para dar e lirsr postos, cuino se Ion
chele da Mamelucos; eu nio accedo ests reforma, 1
contri ella lilimente protesto em nome di le.
Sou Srs. Redactores, &C.
Jos Goncahes Ferteira e St/tt.
"^1__ '_______'^m
COMMEHIO
Alfandega.
RENnmnrro 00 di 25................6:i94j81i
UeicarregaO hoje 26.
BrigueGolden-FIttcecmio e ferro.
Bn gueImportadormercadoriis.
Consulado.
Rendwknto
GeralI9-I202
no nu 2*.
Provinciali!
Iffuviiuentu do Folio.
Navios entrados no dia 25.
Pir pelos porto intermedios, 18 din e 12brn
Parabiba ; piquete de vapor brtsileiro Bahas, de
140 toneladas, com mandante I. H. Otleo. equiit-
gem 26 : pissageiroi; para o Rio-de-Jtneiro, omi-
jor Jolo'Guilherme de Bruee. e 1 soldado seu """
da. Joio Jos* de Bruce, o allere Antonio Jos* de
Carvilbo Jnior, o cadete Francisco Antonio Pi-
ra, llrasileirot, 28 recruUs para o eurcito, e M pan
a marinba, e 3 escrivoi 1 entregar, Leandro, Lu"1
Lourenco ; pin Perniinbuco, Jos* EusUquio Viei-
ra. Joio Francisco Ribeiro, seu eterno Joiqui*.
Vicenta Jos* de gueiroi, com 4 escravos J0,1U'";
Luiz. JoioeJoiquina. JoioDeodato Bomsn. Jo*
---------- ,... o.reinjiniouo, mas leira chegasse a tal ponto de inimoralidade e corrup-
5 interesses maleraes e pela sua vidajgflo. Se isto aconlecesse, ficavflo rotos todos os la-
t Sr. Barflo da Hoa-Visla, pai de fami-lgos socaes, e cada-aim devia fazer jusfiga pelas suas
Meu irmflo obr. Luiz Ignacio Ribeiro Roma linhallia, propnelano e sobre tudo agricultor nflo podialproprias mSos. ando sechega a um ponto tal de
sido torpemente engaado pelo Sr. Manoel de Souza jter nenhum interesse no estado vjolento e ameaga-'degradacfio, quando se posterga a honra eopundo-
Mendo de Souxa, com 2 eserivoi Antonio e Lauto.
D. rsula Xavier Vidal, Isabel sua criada, "*"
or Benedicto. Antonio Goajgatves da Silva. A"'0"
nio Vicente de Magilhiet. Braaileirot; Jub* ''
getineier, Allemio. e 5 escravos a entregar, *ntc"" '
Manoel, Macario, Lu e Manoel: pira 1 Bahu.Lrt
Serfity, Judeo, e 2 escrivos a eolregar, Polici'P0
Jo**- da
Rio-de-Janeiro ; 13 din, birca naeoml Firme".
224 toneladas, cipilio Narciso Jos* de S. AnP''
quipagem 16, carga vanos gneros; a G10d,n
gosUnbo de Barrea : passageiros. os Srs. deput") .
Jos* Pedro da Silva, sua senhon D lirsolini, 1 "
leo menor, 1 criada e 5 escravos, Antonio Joiqui


de Mello, Mnosl Ignacio da Carvalhn Mondonga,
com 1 escravo. Benedicto Marques d Silva Acaubam;
e 1 escravo, o u'esembargador Joaquim Taiieira Pei-
ioto de M>reo a Lima, com 1 escrao, Majad Lo-
bo de Miranda Henrique,. 1 criado, D. Wanoisca
Laura Lepe Lima, n Antonio Mara do* Santos, lira-
lileiroi; Franciico Eduardo A!ves Vianna, e Qu.i!ih>
Joaquim de Barro. I'ortugurze.
Santa Helena; 11 dia, brigue-escuna ingle Vixtu;
de !t>8 toneladas, capitao Jolin M. Dormid, equi-
pagem II, en lastro
&C.
!\'avioi lahidui no mesmo da.
Ribia; lanchio brasileiro ConceicHo-OHveira, cap
lio Jlo Flix de Meoczes, carga pipa* vaias: pas-
sageiro, Francisco Mnoel da Foneca Couto, Por-
tuguei. u*t
Carsvfllaa ; sumaca braaileira Bom-E$p*'anca, capi-
(io M>ooel Rumo iros Santos, esrga tal.
Bucelona e Porlo-Rko; brigue ingle Guaitfupe,
capitn Francisco Arana, carga algodlo: pasugeiro
Pedro Garrido, Uespanbul.
Sania Catbanna; patasho brasileiro Mello oapitlo
Cypriano Antonio de Quadros: carga lastro.
Falmouth; paquete ingle Sea-liull, capillo Brikon.
tacbo Paquelt-do Rio ; para carga, pjntgeiros o et
travo a (rete trata-se com Gaudino Agostinho de
Barro, na pracinba do Corpo Sanlo^n. 66.
= Vende-se o bngtje Indc pendente, forrado de co-
bre de lote de 11 mil arrobas, para mais bu menos ,
ebegado ltimamente do Rio-Grande do-Sul ; ache-se
tundeado prximo a ponte do Hacile do lugar rio an-
coradouro da descarga da carne : a tratar com Gaudi-
no Agostinho de Barro na pracinha do Corno Son-
to n. 66.
consignado a Dian Vo'ulle Para oCeara.at o fim dooorrente mez desolem-
tiro, o patacho oacioal I.amcnUna : quero no ineimo
quizer carregar, ou ir de passagem, dirija -se aos>u
prrprietario Lourenco Jos das Nev, na ra da ('tu-
n. 64, ou ao capillo Antonio Germano das Nev.
0 brigue-escuna Izabel seguir para o Rio-Gran-
de ate o fim do presente mea ; ainda pode recebar al-
gums carga : quern no mesmo quizer carregar, em-
barcar escravoa, ou ir de pnsagem, pode entender-
n na praca com o capillo Joaquim Antonio Gadro, ou
com A nornn Irmlos. na ra da Cadeia n. 45.
Editaes.
O Mu. Sr. inspector da ihesouraria da rendas
provinciaes manda faxer publico, que. era yfrtu le d'or-
dem do F.xm. Sr. presidente da provincia de 19 do cor-
rente, ir novamentea praca, peranlea mesma thesou-
raris, no da 27 ao meio da, o rendimento do impel-
ios provinciaes cargo da colb-ctorra do municipio do
Liraoeiro. pelo prego de 698#I12 ra. por ter havido
offarecimento de mais a terga parte do preco, por que f-
ri arrematado. E para constar mandou o mesoio IIIm.
Sr. inspector publicar o presente.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco, 24 de setembro de 1845.O secretario,
L*it da Cotia l'ortocarrtiro.
O Illm. Sr. inspector da tbesourari da rendas
provinciaes manda faxer publico que no dia. 6 do coi -
rente (boje) continuar a praca para a arrema turan das
rendas provinciaes a cargo do municipio abano des
eriptos:
Bonito........., 1:000,000
Flores.......... 951.000
Jos-Vista......'. 527.000
Os licitantes,devidamente habilitados,comprenlo no
di indicado,ao meio da, na sala dassestet 8a mesma
tbeiouraria. Secretaria da thesouraria das rendas
provinciaes, 22 de setembro de 1845. O secretario,
Luiz da Cotia Porlocarniro.
A cmara municipal da cidade de Olinda enu firmo,
em virtud da lei, ele.
Fanaber, que, nodia 27 do corren te mez, ser5
arrematados, por quern mais der, o contratos se-
gointes : dos mscate e boieleirat, aa casinhas da
ribeira, o reparo dos acougues o subsidio tos pur-
coi, a afericao dos pesos e medidas, o armazem grande do
Varadouro, dito pequeo no mesmo lugar, e o impos-
to das canoas d'goa do Yaradouro ; devendo* os pr%-
lendentis appsrecerem habiltalo, e munidos dos com-
petentes fiadores. E para que cheguo a not cia a lodos,
mandamos fazer o presente, que sera'publicado nos
lugares do costume e pela imprensa. Cidade de Olinda.
17 de setembro de 1845. Jote Joaquim de Almeida
Guedei, presidente. Jotto Paulo Ferreira, secre-
tario, i
Avisos diversos.
\^
lili i,:
-
acocs.
smalas do vapor Bahiana, que tem k seguir
para os portos do Sul, principiao-se a fechar boje (26)
as 0 huras da manhaa, e ai correspondencias, que no
remdcpois desta hora,pagaradoporte duplo.
COMPANHIA DEBEBIRIBE.
Ocaixa da coinpanbia de Bebuilie avisa sos Sr>. ac-
cionistas que se acha findo o prao marcado para o
recolhimenlo da ultima prestado pedida de 6 por cen-
lo ; e nu-- lem de prestar cenias no principio de outu-
bro prximo.
Os dimos de canoas noo quizerem mandar re-
ceber agoa do Prata em Ponte-de-Ucha podero
comprar vales em casa do caixa da compsnbia na ra
da Cadeia du Recife : cada um vale para urna canoa de
sgoa be 320 r.
Recile 23 de elembro de 1845. caixa, M. G
da Silva.
Companhia Italiana.
Sabbado 4 de oulubro ser represen-
tad* pela pritneira vez a opera lindissima
ELIXIR DE AMOR em beneficio do di-
rector da ciMiip.iiiliia Jos Marinangeli ;
elle tudo espera da intelligencia deste res-
peilavel publico. Os folbetes ^ern versos
po'tiigue'zes ) d* peca veudem-se por
J2o res, na casa do director, ra Nova
" 7. scgmiil and ir, como tambem 09
btlhetii de camarotes e platea. No dia
da representacao achao-se no botequim
do Tl.eatro.
lvisos martimos.
=l'ara a Rabia segu viagem com o brevidade pos-
i*l a sumaca Boa-E^firanca, meslre Joaquim Anto-
t" ds Grava: quern na mesma quier carregar ou ir de
passsgem, dirija-se ra da Crui n. 45, em casa de
Joaquim Jos de Amorim.
Para a Babia sai, em poucos das, a sumaca S.j4h-
"" : para carga e passsgeiros, trata-se com Novaes &
t-ompanhia, na ra do Trapiche n. 3*.
. "sra a Bahia segu, no decurso da semana sen
'Us.obrigue Pktd'o, o qual ainda pode receber al-
guma e,,g : para o que trata-se com Amorim Irmlo,
n ra da Cadei n. 4o.
Sai com brevidade par o Rio-de-Janeiro o pa-
_
O Sr. caulellista da casa da fortuna em nada sa
tisfez ao seu Ireguez com a resposta, que Ibedeo; por
ter simplesmente dito, que, logo que a lotera pageos
bi I beles, o caulellista pagara ssuas cautellas : de boa
duvida nos lira o Sr. caulellista, pois que nlo hatera
cousa melbor, do que vender cautellas ao poto, e de-
pois nao pagar os premios, querecebewe do tbesoureiro,
indo a lucrar d'esta maneira por dou lado, na venda
daa cautellas, e nlo pagando os premios, que recebosse
dos bilbetes, que dividi : nao be isto, poim, o que se
quer saber; mas sim, se o Sr. caulellista, tende prestado
urna Ganga para vender cautellas das loterias, na forma
do nOTO regulamenlo, tambem pode vende-las das lo-
tera, que nlo eslo suhjeitu'ao mesmo regulamenlo,
visto que a vende das caulellas d'essas loterias esta pro-
hibida por urna postura da cmara municipal, que veda,
tanto a venda, como a compra ; e nesta disposicio es-
tin compiebendido o Sr. caulellista e os compradores
da suaa cautellas, os quaes podem ser multados pelo
fiscal : e para que eu como fregus nlo incorresse em
semelhante pena, fi pelo Diario a pergunta de que se
trata : aepoisiedignsrderesponder-me o Sr. caulel-
lista, segunda m Ihe perguntamo, se livra, ou nlo da
multa, que approuver ao fiscal, pelo fado da compra
desuas cautallas, ao fregus, que a quer comprar; e
como se medix, que ninguem pode eximir-mo da re-
ferida multa, se por ventura quizer comprar a cau-
tellas da lotera do seminario, por nlo estarem ella le-
galisadas, e em confonridade do que foi ltimamente
determinado, desde ja declaro ao Sr. caulellista, que
est sem o meu cobre cobre; pois que, nlo teodo eu ga-
ranta, nlo me quero subjeitar a urna multa, a que es-
tou sukjcito, como todos es compradores de taes cautel-
las da lotera do seminario.
Ilije 20 de setembro, sanio o n 3 do Liberal Afo-
gadense; esta rmiilo interessante. A el les rapases da praia!
Esla a venda na praca da Uuiao.
Para a inanh de domingo haver carne decarneiru
muito gorda, a prego commodo, na ra larga do Milia-
rio, acougue n. 38.
,' Preciaa-se de um pndeiro que queira ir para o Rio
(irande-du-Norls: a tratar no trapiche do Fclourinlio.
O abaixn assignado faz publico que pessoa algu-
ma faca negocio, e nem compre a melade da casa meia-
agoa, sita na ra do liom Goslo, que foi do finado
Jofio Quaresma, e boje pertence a Jos Quaresma,
lestamenteiro daquelle finado e be-deiro; visto estar a
mesma metade da dita casa ponhorada por alugueisde
casa que o abaxo asignailo ponboruu a dita casa, e
se acha segoindo 01 termos da dita peabora pelo carto-
rio do escrivi > Molla, e pela 1 vara do civel.
, Al.mi el Amero de Sousa Rtit.
- Aluga-se a casa terrea da ra de Horlas n. 118,
com suliejent-s commodos para qualquer familia, com
um bom quintal oom portlopara a ra do Caldeireiro,
a qual por pertencer a casa da Santa Misericordia da
Baha, he mais urna prova da estabilidede que os in-
quilinni podem ler naquella inoradla : a tra'.ar na na
do Vigario, casa n-5.
= Aluga se a caes terrea da ra do Padre I'loran
no. n. 18 com bons commodos agoa de cacimba
meieira : a tratar na ra da Cadeia do Itecife n. 2a.
' s=n Precisase alugar um preto, ou preta para o
servico de casa e ra ; na ra do Queimado n. 14,
segundo an lar.
Pretende-se fallar a Pedro Montero daSilveira,
natural da comarca de Lamego : na ra dos Quarteis,
n. 24.
= Boga-se ao Sr. Bernardo Pereira da Silva, quei-
ra annunciar a sua murada ou vir remir os penbores,
que tem na ra larga do Rozario, n. 25 ;'do contrario
serio vendidos psra pagamento do debito.
= Manuel Antonio de Jess, tendo de proceder a
inventario nos brns do casal do finado lenle coronel
Manoel Jos de Castro avisa a todas as pessoas que
so julgarem credoras do mesmo caial, para apresenta-
rem suas cuntas legalisadas no prazo de 15 dias, para
serem allendida no mesmo inventario,a que se vai pro-
ceder.
A pessoa que annunciou quertr comprar urna
canoa aberta com uina taboa no fundo para carregar
8 ou lOpissoas sendo queira urna, que pode carre-
gar al mais de amarillo e sem mazelas que pode
apenas precisar algum calafeto dirija-se a Olinda ,
ra do Varadouro a fallar com Jos Joaquim Affonso.
Quern precisar de um pharmaceutico para algum
engenbo ou qualquer lugar de fra annuncie para
ser procurado.
= Ueseja-se arrumar de caixeiro um Ingles sem
familia ebegado, ba pouco tempo, nesla eidade em
alguma casa decommercio : quern de seu presumo se
quizer utilisar dirija-se a ra da Senzalla-iSuva n
6, primeiro andar.
Aluga-so a Irenle do primeiro andar do sobrado
da roa larga do Rosario, n. 2i proprio para homem
solteiro ou alfaiate.
= O Sr. Maooal Antonio da Silva queira vir resga-
tar a prata, que tem empenbada e na talla sera ven-
dida psra pagar o importe de tu leltra, e juro que
leem decorrido desde dous de fevereiro do correte
anno ; na ra da Cadeia do Recite, n. 47.
= Precisa-te, para casa de homem viuvo de pouca
familia de urna ama forra de qualquer cor, de
avancada idade e bom comportamenlo que connhe ,
engsmme e entaboe ; na" praga da S. Cruz padaria
juntoQ.obdo da esquina da ra Velha, se dir quom
precisa.
= Preeisa-se alugar uma burra com cria para dar
leitea um doente : que m ti ver annuncie, oudirija-
a estrada de Jlo de Brrros, sitio defronte da capuln
da Conceiclo : tambem se compra uma ovelba com le -
te tendo cria.
= Deseja-se aber, se existe nesta provincia Jos de
Castro filho de Relaol de Castro natural de S Eu-
genia do E/aro. cmGalixa. a negocio do seu inle-
resse ; na travessa do Queimado vonda n. 3.
Aluga se uma casa teirea na frente da ra da
Aurora em S. Amaro: a tratar com Jos Gonyelves
Ferreira Costa.
= Precisa-se fallar com o So' Ricardo da Silva
Montoiro a negocio Je seu inleresse ; na ra estreita
do Rozario, n. 31, primeiro andar.
Oju'Z da irmandade do SS. Sacramento da fregue-
xia de S. Jos do Recilo avisa a lodos os irroausmsanos
ara comparecerem domingo, 28 do correle mer, pa-
la 9 horas da manhaa no consistorio da igreja de
NlS. do Torco, a fim de tratar-se de negocios tenden-
tes ao inleresse da mesma irmandade.
= D. Roa Thnrea da Cunha viuva, em primei-
ras nupcias, de Hoitor Homem da Cosa e em s gun -
da de Adrilo Jos do Santos, tendo por trez vezesan
nunciado pelas (olhas desta provincia com data de 19
de outubro de 1843 ter-se-lbe extorquido subrepti-
ciamente uma aua a*ignatura ; eexigindo ella, que se
Ih'a restituisse no pra/.o de trc di s declarando, que
qualquer obrigacio lettra ou doacao que por ven-
tora podesse apparecer seria falsa convidando a qual-
quer que se julga.se teu credor a apresentar seus t-
tulos de dividas oueonUaeu bastante procurador
Porfirio da Cunha Morei*|Alves e declarando tam-
bem. que d'aquelladata em dante nenhum papel ,
que nlo losse assignado pot ella, e o dito seu procurado
conjunctamentanenhumafalidade teria, oque se en-
tendera igualmente a respeito de cartas qur fossem
para esta eidade e provincia, qur para as outras dos
le imperio ou fra delle ; como porm at o presen-
te alo Ihe fosse restituida essa assignatura e nem ap-
parecessem ttulos, ou contas de dividas, de novo rali-
ce os seu? annuncios e exige, que no prazo de 16
dias, contados desta dala, se Ihe restitua a dita assigna-
tura e que no mesmo praxo se aprosenle ao mesmo
seu procurador qualquer pessoa que so julgar sua
credor ; oque nlo succedendo se entender que
taes divida nlo existem ; tornando a aflirroar que
nlo fex doagio ou venda do que possue a pessoa al-
guma e que por consequencia qualquer, que possar
pparecer para o futuro, serinleiraraenle falsa. Boa-
Vida, 26 de setembro de 1845.
= Aluja-se o segundo andar da casa n. 60 da ra da
Cruz do Recife, com commodos suflicienlcs pura uma
familia : os pretondenles dirijo-se a rus da Cadeia do
mesmo bairro, loja n. 40.
Aluga-se o segundo ou terceiro andar da casa da
ra do Queimado p. 14, com bastantes commodos,
coxinha lora; b tercoiro lem um solio com bastantes
commodo : a tratar no 2. andar da mesma casa.
vigencia de passaporiei.
Na ra doRangel, sobrado n. 9, tirio-se passapor-
tes para dentro e fra do imperio, e despachio-se escra-
vos; tudo com muita brevidado e por preco uiuilu
commodo.
Quem precisar de uma ama secca para casa de
uma grande ou pequea familia dirija-se a ra das
Cinco-PonUs n. 65.
: Jos Marques da Costa Soares embarca para o
Rio-de-Janeiio o seu eteravo Manoel.
= Na ra do Alterro-dosAlogados n. 7, alu-
glo-se pretas para venderem a/.eite decarrapato.
= Precisa-se de um feitor, que saiba tratar de bor
ta enchertar e todo o inaiiii-rvico de um sitio ; no
Allerro-da-oa-Visla, n. 43.
Novo armazem de gneros da Ierra no becco do
Peixe- Frito no lundo da casa que faz esquina para a
ra do Queimado : os compradores achara constante-
mente, neste deposito farinba de mandioca em porclo
e a retalbos, de todas as qualidades e prego ; bem
como arroz, feijlu e milho; tudo por paco menor que
emoutra qualquer parte.
Aluga-se o segundo andar da casa nova, na ra
do Dique ; um sobrodinbo na ra de Hortas 11. 49 ,
bairro de S Antonio, o segundo andar do sobrado da
ra da Guia n. 17, bairro do Recife : a tratar com
seu propietario, Antonio Joaquim do Souza Kibeiro
na ra da Cadeia n. 18.
= Precisa-se de um feitor para tomar conta de um
sitio perto da praca ainda mesmo sendo casado, com
pouca familia : quem estiver neslas eircumstanoia ,
ari|a-se ao iscriptorio n Jobnston Pater iS Compe-
ndia na ra da Madiu-de-Ueos, n. 3.
=Arrenda-se o 1. andar e aloja da casadoSr.
Beranger na ra Nova n. 7, entrando no arrendameiitq
da lojaa armago e as casa terreas que latem parte da
mesma leja;podendo esta e suas dependencias alugar-se
separadamente do 1. andar: trata-se do ajuste na
mesma foja.
=F. Duprat.tendoa faxer uma viagem para fra da
provincia, | ede as pessoas a quem fr devedor, que Ibe
mandem suas contas at 50 du crrente setembro, para
serem pagas; aproveita esta occasiio para c nvidaras
pessoas, que Ihe devem, bajao de pagar seus dbitos
com toda a brevidade, na ra Nova, n. 7.
Lotera do Seminario.
As rodas Jesta loMna andao imprete-
rivelmctile r.o dia >o de setembro, 11-
quo mi nao bilbetes por vender: o
poucos bilbetes (jue ba acho-se venda
nos lugares j annunciades.
= O Reverendo Snr. Bento Alves Ferreira queira
dirigir sea ra da Cadeia do Recife, loja de Jlo da
Cunha Mngalhles para se Ibe entregar uma carta,
vinda do Ico.
= Aluga se um preto para qualquer seriigo tan-
lo de cssa comu de ra ou para trabalbar em sitio ,
por ja ter diso pratica : quem o pretender, dirija-so
a ra do Rozario da Boa-Visla o. 32.
= Roga-so as pessoas a quem lorem oflerecidasdua
bacias ue rame sendo uma grande em bom esta-
do smente com o rame de ferro da beira quasi a
largar e alguma cousa amassada no fundo e a pe-
quena com puuco usu: as faga levar a ru* da Conceiclo
da tioa-Vista n. 9 lado da igreja. As dita bacias
foiao Uni.mI.t as quatro horas da madrugada do dia
vinle e quatro do torrente tendo-se persentido; o
ladran lugio pelo muro .da ra du Tambil, re-
conhecendo-se apenas pela altura, quandofugio; pe-
dc-se as autoridades,que nos liviem destes madrugado-
res : pois nao he a primeira vez ; porque j desappa-
receu um tacho.
= Precisa-su du um feit.r : quem estiver neata
circunstancias, dirija-se ao sitio de portlo de ferro ,
junto a capella de S. Jos do Manguinbo
= .N ra da praia do Caldeireiro a. 6, ao sabir
do becco do Pcinbo laya-se roupa du varrella e sa-
bio cosem-se camisas e vestidos desenhora de di-
versa modas; csese roupa de alfaiate; fazem-etou
cas de meninos; ensiniu-se pretaa a cuzinhai e eogom-
mar ; ensinlo-se a meninas e negrinha a coser cblo ,
bordar fa/cr lavaiinto e marcar ; tambem cozinha-so
para lora e manda-se levar ; todo com muita perfei-
gio e preco commodo.
= Arrenda se o primeiro andar o a loja do sobrado
n. 18, da esquina da ra do Fogo : a tratar na ra daa
Cruzes n. 'JO, primeiro andar, na torgas t untas
e sa libados. \J
= Otto Henriques Krohn, subdito Dinamarquex ,
e Cbristianno Hollinan subdito Allemo, retirlo-te
para lora da provincia. m
= 0 hachare! J. J. da Fonseca. advogado do Srs. ,
doutor Francisco Klias do Reg Danta Jos Antune
Guimaraes e Manoel Jos de Souza este tutor do
orphaos (Utos de Marlinho Jos de Souxa e aquel-
b s como administradores de suas mulheres herdeiros
da fallecida Senhora 1). Constancia Maria Falciodo
Rcgo vendo o annuncio do Sr. Jos Gomes Villar no
Diario 11. 212 (deante-hontem).em que, inculcando se
de inventariante do casal daquella senhora, convida
a quem se julgar credor ao mesmo apresentar-lhe os
documentos previne o respeitavel publico) e especial-
mente a quem loi devedor ao casal) para que como
tal o nlo tenblo visto que em juizo elle nlo foi re-
conbecido ainda e promovem-se os meios permittido*
em direito aos mencionados herdeiros a fian de oblar-
se que o Sr. Villar nlo seja nomeado para dito cargo,
pelas razes expostas no juizo de orphlo. .
Espere o Sr. Villar pelo decislo. para enlio figurar
de inventariante se por ventura for nomeadjo.
Trocin-se duas imagen, sendo uma deN. S.
da Conceiclo de pedra da Bahia e outra de N. S.
da Agrella muito perfeila ; oa ra da Senzalla-Ve-
lha n. 112, segundo andar.
= Ensina se grammatica latina com toda a perlei-
clo e em breve tempo ; e da mesma sorte philosophia
rbetorica : na ra Nova n. 52, primeira andar.
Conveniencia.
= Fazem-se pintura, por prego mais commodo
do que em outra qualquer parte tanto na praga como
no mallo por baver, psra este efleitu um completo
sortimento de tintas, leos, vernixes papel de forrar
sala, e vidros de todos os lmannos; de qualquer destes
objectps se vende em particular as porcoes que se
precisarem ; Iroco-se imagens e oratorios as mais
perleilas e do molbor gosto: na loja de drogas, pintor e
vidraceiro na ra das Cruze n. 28 junto a typo-
grapbia do Diario de Pernambuco.
= Aluga se urna casa grande 00 sitio do Cordei-
ro, a margem do rio Capibaribe, com estribara para
8 cavallos, cocheira coxinha fra ce. ; uma dita
pequea no mesmo sitio tambem com estriban?
para 4 cavallos ; um dita terrea na Soledade n. 17 :
os pretendentes dirijlo-se ao pale do Carmo d.
17, f fallar com Gabriel Antonio.
Agencia de passaportcs.
Na ra do Collegio,botica n 1(1,eno Atlerroda-
Roa-Vista luja n. 48, tirao-se passaportes para dentro e
fura do imperio,assim como despacblo-se escravos: tudo
com brevidade.
Casa da Fe9.
Ra estrellado Rozario O. 43.
= Oabaixo assignado tendo edabelecido, na for-
ma da le e decreto n. 367, de 27 de abril de 1844,
artigo 35 uma casa do vender bilbetes e cautellas
de todas as loterias desta provincia prestando por el-
la venda flanea como marca o mesmo artigo 35; con-
vida a todos os que gostlo deste jogo a compraren]
as suas caulellas ; cujas se acbio garantida com a sua
linnea a fim de que os premios, que cada um ti ver
de tirar, seja no dia marcado pagos a vista da mei-
mas cautellas e na mesma casa.
Presentemente as cautellas, que se acblo a venda
sao as do theatro publico por ser a primeira lotera ,
que est garantida com a lei cima na qual nlo ha-
veri nullidade por ser o seu tbesoureiro responsavel
por qualquer abuso ou falta que buuver de a 1 parecer.
Brevemente se annunciar! o dia em que devem andar
as rodas, pela grande extracglo.que esto tendo as cau-
tellas por serem de diminuto preco que a todos
convida a sua compra. O* prego desta cautellas slo :
decimos a 1/000 rs. e vigsimos a 500 ra.
Lourenro Jote Itomdo di Lunna.
O abaixo assignado, fabricante de chapeo de sol
no Passeio-Pblico, previne ao reipeitavel pblico, que
elle acaba de receber um sortimento completo de cha-
peos de sol, de todas as qualidades, Unto de seda, co-
mo d'algodio; elle tem tambem chapt os de sol para
senhoras e meninos Adverte igualmente, que, ten-
do as sedas, as mais ricas, de barra lavrada, furia cores,
'isas, (Sc, &c., est no caso de satitiazer qual-
quer encommenda, com toda a predexa ; elle possue
tambem algodio trancado, liso, e de todas as qualida-
des dos padres mais moderno: elle, em fim, cotre, e
concerta todo o chpeos de sol, com a maior perfei-
gio.e promptrdo.
Joao l.oubtl.
= Precisa-se de um caixeiro ; oa refinagio da ra
da Senzalla-Nova n. 4.
= Deseja-se fallar ao Sr. Joaquim AlvesGuerra a
negocio de seu inleresse na ra Velha n. 115, ou
annuncie sua morada.
MUTILADO


ir*"
A
Piccisa-se de utn rapa?., quo tenba boa lollra ,
pnra escrevcr oni livros ; na ra do Yigario n. 23,
segundo andar.
Compras.
s Compra-so urna canfia nova ou ein boin esta-
do de cr reir e aberta com urna (aboa no fundo,
queconduza S,.ou 10 pessoas: na ra de Apollo, ur-
Bla.'eui a. 18, ou aunu.icic. f>
Compn-sc um piano vertical chamado do ar-
mario, que estoja em bmi uso e tcnlia boas vozes;
na ra do V igario n. 23, segundo andar, ou an-
nuncie.
= Compra-se um trancelim de ouro em bom uso,
para relogio ; na ra daCrut n. 26.
Compra-s1) urna rola de Hamburgo parda ou
branca queseja macho ou troca se por urna femea ;
na ra do Csbug, n. 7.
== Coaiprfto-se diarios, a 2880 rs. a arroba ; na
ra do Livrainento n. 11.
Compraos*; diarios cilios, a2G.">0rs. a arroba;
na ra da Scnzalla -Velba padaria n. 98.
Vendas.
Bom e barato !
=Vendem-se riquissimos corles de riscado chinez ,
dii lOcnvados, a -50 rs. o corte; riscados francezes
muito fiaos, a 220 o 300 rs. o covado ; superiores cor-
tes de chitas minio tinas, de 13 covados das mais mo-
dernas a OO, 3500, 3800 e 4500 rs.; cortes de
ditas com 10 covados escuras a ItiOO, 1800 e 2000
rs. ; lindsimos cortes de tarlatana muito superior, a
4500 rs de goslo o mais moderno ; cortes de novos
padrdes de cassa chitas transparentes de muito bom
gosto a 2400 e 2500 rs. ; casimiras de muito bom
gusto para calcas, de superior qualidade de quadros
e lislras a 1 00 e 1400 rs. o covado; bretanhas de
rolo, a 1600, 1800 e 2000 rs. a peca ; esguiio de
superior qualidade e de puro linbo mudo lino u 1500
rs. a vara ; bretanha de (i varas, de linho puro lina,
a 2800 e 3200 rs. ; suporior lusto branco a ls rs. o
covada pecas de bretanha de Franca de 4 palmos
e meio-de largura de qualidade a mais superior leu-
do do linho puro de 6 varas e meia a (500 rs. a
peca, muiio lina tal e qtml ao esguiio ; bretanha de
linbo muito lina a 500, (40 c 720 rs. a vara ; su-
perior hrim trancado branco de puro linho, muito ti-
no a 1000 o 1400 rs. a vara ; panno lino aiul e pre-
to a2500rs. o covado; setim de Mavao preto para
collele, de superior qualidade a 3200 e 45U0 rs. o
covado ; chitas a 120, H(>, 160 e 180 rs. o covado ;
ditas lin.s escuras a 220 e 240 r6is o covado ;
pecas de chitas,, a 4300, 5S0O, 3500, (000 e (3500 rs.,
escuras ; medipolao, a 150, 160 e 180 rs a vara ; di-
to lino a 200, 220 o 240 rs a vara ; madraste fino ,
a 280 rs. a vara, e a peca muito fino, a 5200, 5400 e
5300 rs. ; superior madapoln entestado a 5800 rs.
a peta ; madapolo a 2800, 3200 o 3400 rs a pega;
dito- fino a 4000. ,200 e 4600 rs. a peca ; chales de
15a eteda muito linos e grandes, a 4500, 4800 e 5000
rs. { chadrez de linho, de muito boa qualid de e pro-
prio para aqueta i, 320 rs. o covado ; alm destas la-
zendas, ba outras muilas de superior qualidado por
barato preto : na ra do Collogio, lujan. 1, de An-
tonio de Azevedo Villarouco & Irmao.
Casada Fortuna, ra Direita, n la.
= YenJem-so cautellas da lotera do seminario, que
corre infuilivelmente no dia 30 do correte ; meioi
bilbetesda mssma lotera a 4500 rs
= Vendem-se saccas de farinba muito boa e no-
va a 3100 rs. com t-lqueire da medida velba ; na
rus da Cadeia-Velha n 47, primeiro andar.
= Vende-se potassa muito nova e du superior qua-
lidade i in barris pequeos: na ra da Cadeia do
lecile armazeii de assucar, n. 12.
= Vende-se muito boa cera para igreja chegada
ltimamente do Kio-de-Janeiro ; na ra da Senzalla-
Velba n. 110.
= Vende se urna salva de prala muito rica para
6 copos de agoa e tambero pJe servir para levar vela
em igreja para baptisado : na ra da Remalla Velba.
n. 142, segundo andar.
= \ ende -se p tu-sa da Russia nova o de supe
rior qualidade cal virgem em pedra chegada pr-
ximamente de Lisboa em barris de quatro arrobas; na
ra de Apollo armazem n. 18.
= Ven de ni se chapeos do (.hile ; agoa do Colonia
da muito superior qualidade, de F. M. Faria; nvelos
de linba para marcar: na ra da Cruz, n. 18 casa de
J. Keller & Companbia.
=Vende-se na ra da Cruz n. 18, casa de J.
Keller A Companbia urna partida de bezerros frau
cezes por commndo prego ; bem como pelles de cabra
e carneiras de lustro; carneiras finas de cores para cha-
peleiros ; couros grandes proprios para comen o e
panno para eol-
por muito barato
outios man sortimentos de courama
chio ; eumi caixa com calcado,
prego.
== Vende-se um cscravo crioulo de idade de 25
anoos, bom oflicial de lfaiato ptimo boliciroeco-
ebeiro; na ra de llortas n. 140, se dir quem o
vende e o motivo.
= Vendem-se 6 moradas deca-as ; na ra do Co-
tovello, n. 19; na ra de S. Thereza n. 17; na ru..
Imperial, ns. 44, 46, 201 e -.'06 ; um cbo propfio ,
na cidade de Olmda com aberrees, e um oitio ve-
Iho meieiro com a Senbora D. Dionizia na ra de
Malinas l-'erreire ; 3 cabras (bicho) paridas; um ca-
pado ; leilSese leitoas; uma;porra parida.de boa casta:
na ra Imperial armazem de tal n. 218 a tratar
con francisco Xavier das Cbagas.
- Vende-se cha bysson em caizasde 13 libras en
de 23 anuos ; um inoleque do 10 annos, muito lindo;
7 pretss com algumas habilidades de 20 a 23 annos ,
de bonitas figuras: na ra das Flores o. 21.
= Vende-so vinho de Champagne de muito boa
qualidade; na ra da Cruz, n. 18
V onde-se capim de planta a 100 rs. a arroba
em linda sitio do SebastiSo Lopes.
Vendem seos seguirte* livros : Contesse d'Eg-
in.; i 2 v.; Le cont l'Abardage, 2 v. ; Aventuras de
um ltonogado ; Ligrjes de direito publico; Economa
poltica ; Contrato social; Guarda-livros moderno 3
v. ; uuia pinro de livros em branco ; Constancio ,
granimatica franceza; um par de malas em bom uso ;
urna corrente de ouro : na ra Direita n. 9.
= \ ende-se um grande sitio de trras proprias em
Bebiribe-de-Kaixo denominado-Sitio-dos-Coquei-
ros contendo trras de plaotagdes, e mattai, mui-
to elidientes baixas para plantario de capim muilas
orvores de fruto com perto de 3 mil ps de coquei-
ros, prximos a dar fruto, um extenso cercado para con-
servar 20 vaccas de leite pausando em toda esta fren-
te o rio Bebiribe : a tratar com seu proprielano na
ra da Florentina n. 16.
su Vende se, commodamenle urna grande fabri-
ca de olaria boje arrendada para outro mister ; ten-
do perto de 200 palmos, e forte caes de pedra e cal ,
com a frente para a nova ra que sai no campo de
palacio; tendo canto o tantos palmos de trente, e os
mesmos de lundo; proprio para se edificar trez pro-
piedades de 30 palmos cada urna fies ndo anda ter-
reno para um largo portao de entrada para a referida
fabrica: na ra da florentina, casa n. 10, para ver
contratar com o proprietario.
= No armazem de Francisco Dias Ferreira ao pi-
da alfandega vende-se tapioca boa a 1200 rs. a ar-
roba ; charutos de regala ; futro em folba; colla; lu-
do ebegado da Baha.
=Vendem-se duas escravas de todo o servico, mogas
e de bonitas figuras ; urna dita cozioheira e engom-
madera ; um preto moco de 22 annos, canoeiro e
de todo o.servico : na ra larga do Notario, n. 46, se-
gundo andar.
= Vendem-se e slugio-se muito boas bichas de
Hamburgo, muito grandes e as melbores que ba na
trra ; e vio-so applicar para mais commodidade dos
pretendentrs : na ra estreita do lio/ario defroote
da ra das Larangeiras loja de barbeiro, n. 19.
= Vende-se urna parda com urna cria de dous me-
zes muito boa engommadeira o lavadeira ; na ra do
ebe n. 18, primeira casa pautado a venda.
-----Vendem-se muito superiores bichas, por preco
mais diminuto do que em outra qualquer parte, por
ser um resto que licou das que vu-rao de lora ; no
Atterro-da-Boa-Vista loja de nnudezss, n, 58 ou
na ra da Conccigao da Boa-Vista n. 9.
as Vendem-se duas escravas de 17 a 18 annos ; uin
pardo do 17 annos, todos sadios e de bonitas figuras :
na loja da < squina da ra do Cabuga junto a botica de
Joao .Moieira.
= Vende-se o sitio na Passagem-da-Magdalena ,
que loi do finado Antonio Annes ; na ra da Cadeia-
Velha n. 60 se dir quem vendo.
= Vendem-se queijos de quulba e de manteiga ;
cera amarella ; couros espichados : na ra da Concci-
gao da Boa-Vista n. 8.
= Vende-so una portao de prata sem feitio ; na ra
do Vigario, n. 11.
= \ ende-se, ou arrenda sea loja do sobrado da
ua do (Joeima.lu, n. l, com uina pequea portao
de fazendas ou sem ellas ; duas calimbas de ferros
para cirurgia por comrnodo preco; velas e algalies
de gomma elstica de todas as grossuras : a tratar no
segundo andar do mesmo sobrado.
Vende-se una escrava de Angola muito bem
parecida alta e corpulenta representa ter de idade
25 annos sem ncNhum vicio neun achaques cozinba
o diario de una casa engomma, cose soflrivelmente .
e faz muito bem bicos e rendas; na ra do Queimado,
casa de Antonio da Silva (iusmao.
= Vende-so um rico estravo optimo]para o servi-
go de campo, por ser bastante corpolento ; na ruada
Cadeia do lenle loja n. 40.
= Vendem-se 4 pretos do bonitas guras de ida-
de de 18 a 24 annos; sendo um bom cozinheiro 3
pardas; sendo una engommadeira, costureira e co/i-
nbeira de idado do leannos ; urna negrinha de 11
annos ; pennas de ema cera amarella ; dita de car-
nauba ; couros de cabra ; bezerros; ludo por preco
comrnodo : na ra da Cruz, venda n 51.
= Vende-se muito boa farinba chegada ltima-
mente do rio de S. francisco a 3200 rs. a sacca ,
sem sacca a 5 rs. ; na ra do Bangel, n. 39.
= Vende-se urna bonita crioulo de 22 annns co
zinha muito bem cose o engomma com toda perfei-
gio refina assucar, la/ bobunos de diversas qualida-
des be muito fiel e amorosa para chancas em vi
cios neni achaques ; na ra Direita o 53.
= Vende-se oleo de linhaca em quartolas e bar-
ris mais barato que em outra qualquer parte; na
ruado Vigario n. 23 segundo andar.
= Vende-se um excedente terreno pron pto para
se edificar ; tem 60 palmes de frente, e 170 de fundo,
com um alicerce de 150 palmos, prompto, com 3
frentes livres sito na ra da Praia ; fa;.-se todo o ne-
gocio com quem o pretender : a tratar aa ra do Vi-
gario n 23 segundo andar.
= Vendem-se meios bilheles da lotera do semina-
ria a 4500 rs. ; ns ra do (Queimado n. 27.
= Vende-se excellente farinba de mandioca vinda
do Itio-de-Janeiro muito fina o ciar*, por barato pre-
go ensaccda ; noescriptoro de Firmino Jos Flix
da liosa & lrmio na ra do Vigario, n. 23.
= Vende-se um excedente e possante preto de
bonita figura com principios do pedreiro ; na ra do
Vigario ii. 23, segundo andar.
ss Vendem-se duas escravas de naci, muito lin-
das de idade oo 18 a 20 annos cosem cozinho ,
L6
= Vende-se um moleque de 12 annos, crioulo,
de bonita figura ; na ra da Cadeia do Rtcfe n. 47 ,
primeiro andar a (albir com Jos Pires de (Morsas;
= Vende-se rap do Handeira rtiuito semelhante
ao de Lisboa em frascos de urna libra a 1400 rs. ,
e em botes de um libra a 1280 rs. e tambem meias
libras e quartas; muito bom cha bysson ; excedentes
charutos; e muito saudavel rap a imitagaodo uso dos
religiosos da Penha : na ra estreita do Bozario lo-
ja n. 6, defronteda igreja.
= Na fabrica de licores do Atterro-da-Boa-Vista ampo : na ra de Agoas-Verdes, n 46.
do dia, que achara com quem tratar: e tambera
tende grande porcio da massos de papelio de diversa*
grossuras, e se dar pdr preco comrnodo a quem com'
prar tods&p porgio por junto.
= Vendem-se 10 arrobas de cera amarella da trra-'
oa prsgs da Independencia livraria ns. 6 e 8.
Vendem-se 3 moloques de naci de bonitas L
guras de idade de 12 a 18 annos; urna bonita ntrd(
de 18 annos de boa conducta sabeodo fazer todo o
servico de urna casa ; 6 escravos para todo o servigo d>
porcoeseartalho; em casa de Malbeus Auslm & C. nale sao recolbidas ; 3 ditas de idado de 20
ra da /llfandega Velba o. 36.
Vende-se 1 pardo proprio para o servigo du campo,
.urna parua pejaila sem vicios nem achaques : na ra
da Cruz n. i3, ean casa de Nascimanto Schaeflor
& Companbia.
=\tndem-se meios billetes da lotera do semina-
rio que corre impreterivelmcnto no dia 30 do cor-
renle : na ra doCollegiu, luja n. 1.
Vendem-se 10 escravos ; sendo um preto do 28
annos, uiestre carpira e de bouita bguia ; um dito
annos, cozi-
nho e engommio liso ; urna dita boa coainbeira; dous
escravos de naci mogos, de bonitas figuras; um ino-
leque de 18 annos : na ra Direita, n. 3.
= Vende-se urna loja de calcado na praga da In-
dependencia com poucos fundos, e muito afregue-
'uda ; a tratar na uiesma loja, que todo o negocio se
fara.
= Veodein-secaisas de tartaruga ; na loja da es-
quina da ra do Cabuga, que volta para o quartel de
polica.
Vende-se um sitio no lugar do Caldeireiro, Mt.
to do banho eotn bastantes (ruteiras boa casi j,
vivenda de pedra e cal: a tratar na ra larga do Ron.
rio, d. 36, segando andar.
Vende-se um taboleiro da gamlo com todos os
eus necessarios ; na ra do Crespo n. 11.
Vende-se urna canoa da 35 palmos, prtfpria pa-
ra abrir, por ser muito grossa; na ra da Praia, a. 33
Vende se urna mulatinba de bonita figura d
idade de" annos propria para casa de familia ,'m,
ser muito amorosa para meninos e ser cria de casi
he muito esperta : na ra Direita n. 53. .
Vende-se boa carne do settSo Araraty, por preco comrnodof no arma-
zem de Joaquim Goncslves Vieira Guima-
raes, no caen da alfandega, pertenceote
Lima Jnior & C.
Vende-se farelo em saccas | |0
mdico preco de as56o, 3^20o, e 4fooo:
na ra da Senzalla-velha n. i38
Vende-se vinagre bran*
co nacional.a 400 res a ca-
ada velha : na ra do aterro
dos A logados n. 7.
Vende-se farinha muito fina rj0
Rio de Janeiro a sacca a 3s'5oo: aa
ra do Crespo n. 19, loja de CarvaJhoik
Mala-
Escravos Fgidos
n. 26 acba-sesempre prompto uro lindo lortimento
de garrafas de cbropes finos de muilas qualidades ,
bem como ; de groxelle verdadeira de Franca de vi-
nsigre franbois, orchata maracuja sidra limao
flor de larangeiras gomma arabia e da verdadeira
resina de angico muito bom para o peito por prego
commoio.
= Vende-se um calix de prata com patena e co-
Iber, e duas pedras d'aras; na ra de Hortas, n. 140.
= Vende-se um berco de Jacaranda de gosto mo-
derno, por prego comrnodo ; na Camboa-do-Carmo ,
loja de marcineiro 0. 1\.
Vendem-se o volumes do Panorama de 1838 a
1843, por preco comrnodo com encadernaglo inteira,
e novos ; o Talismn novella escocesa por Waller
Scott, 3 t. 5 luvas de seda de cores e sem dedos a
400 ri. : no Atierro-da lioa-V isla loja de miude-
zas n. S8.
LlVIUBU DA ESQUINA UO CoiXEGIO.
(Arai para ot ecclaiasticos
Vos evanglica de um parocho aoa seus freguezea ,
ou collecco de pratieas para todos os domingos do an-
no trad. por fre J. doN. S. da Posta Siqueira, 2 v. ;
Voz de Jasus Christo pela bocea dos parocbos e dos
pais de familia, com iostruocoes sobre os pontos esseo-
ciaes da moral e da religiao pelo mesmo 2 f. ; Voz
do pastor, discursos familiares de um parocho aos seus
Ireguezes psra todos os domingos do anno v.; Pas-
tor evanglico repartindo o pasto da divina palavra
as pratieas familiares dos domingos e testas, porTheo-
doro de Almeida 4 v.; Introdcelo aosymbolo da
por Irei Luiz de Granada, 2 v. ; Ejercicios espirituaaa
de S. Ignacio ( rarissimoj 1 v.; Director fnebre,
v. ; Confessor examinado e approvajo oflerecido aoa
clrigos em geral, e principalmente aos ordenandos.
Ir.; Baptisterio, edicto do 1843, augmentada,!
v. ; Conferencias Ideolgicas e moraes em forma de
dialogo por frei Clemente de Woretta misaionario
capuchinbo Italiano trad. port., 3 v. ; Processiona-
le ac rituale romano-serepbicum ad usum fratrum ac
munaliuui S. Francisci, 1 v.; Breviarios de rub. preta e
encarnada ricos, 4*.; Diccionarios da Biblia 1 v. ;
Casos de consciencia de Benedicto XIV, 2*.; Catbe-
cismo moral e dogmtico por Conturier sexta edicto
augmentada.
Vende-se urna preta de naci de 18 a 20 annos
de idade bonita figura cozinheira engommadeira e
coso chio ; na ra Nova n. -41, primeiro andar.
=*= Vende-seo engenho Gamelleira sito na fregu?
zisdeS. Antio duas leguas ao Norte distante d
cidade da Victoria con casa de vivenda sentadas
casa de purgar dita de bagaco restilagao com alam-
bique de cobre prompto a restilar duas cargas por dia ,
riachos correntes e perenes cercado cum safrt se
criando para mais de trez mil pies muilas raizes, com
sobrado dentro do engenbo na casa de caldeira, moen-
das de ferro 6 tanas de ferro novas e grandes, com
trras para mais de trez mil pies com boas farseas e
mu tas virgen, ferros e correntes, estando prompto de
ludo como dous balcdes de socar assucar, tanque
grande para teda salra e bem feito ; sendo de ani-
maes ecom proporroes para se faror d'agoa : a tratar
com o seu proprietario, o major Joto Fiancisco de
Arnujo morador na cidade da Victoria ou com o
deutor Joaquim Jorge dos Santos, morador na mes-
ma cidade.
= Vende-se sal de Lisboa a 1280 rs., pela me-
dida volea; urna gamella g'ande, propria para baobo;
couros espichados, por prego comrnodo : na ra da
Praia venda ao entrar no becco do Carioca.
= Vende-se superior tinta Irancea em garrafas
grandes; dita de marcarroupa; estojos de navalhas
acontento ; capachos redondos e compridos ; sapatoa
de borracba ; riquissimos cortes de cambraia llega-
dos ltimamente; superiores caixas de tartaruga e mas-
sa ; as mais modernas abotuaduras doorsdas para ca-
sacas ; medidas para alfaiate [lelo diminuto prego de
80 rs. ; ludo muito barato : na ra largado Bozario ,
n. 24.
= Vende-se urna pardinha de 20 annos, engom-
ma, cose, cozinba e lava de sabio; duas escravas de
24 annos de bonitas figuras, com habilidades, urna
deltas tem uro filbo moleque de 7 annos ; urna negro-
ta de naci, de 16 annos cozinba e lava de sabio;
urna dita de 14 annos; urna cabrinba do 13 annos, cose
e faz renda ; urna negrinha de 7 annos; dous escravos
pecas de 22 annos, um crioulo e outro de nagio ,
proprios para todo o servico, tanto de esmpo como da
praga : na ra das Cruzes n. 2 segundo andar.
=Vendem-se 4 escravos pegas para o trabalbo da
campo e da praga ; um dito bom canoeiro ; um di-
to bom ferreiro de toda obra de engenbo ; um dito bom
cozinheiro ; dous ditos de meia idade, por 50c rs. ca-
da um, bons para trabalbarom e botarem senti-
do a um sitio por a isto estarem acostumados ; dous
mulatinhosde 10 a 12 annos ; duas pretas de 20 an-
nos recolbidas cosem, engommio e cozinhlo; duas
ditas por 50H. rs. cada urna co/inhio lavio roupa
e vendem na ra ; duas negrinbasde 12 a 16 annos
na ra do Crespo n. 10, primeiro andar.
== Vende-se um escravo de nagio, de meia idade ,
ptimo para sitio e entende de padaria ; na ra Di
reita n. 18.
= Na ra da Cadeia do Becife o. 46, ba sempre
urna grande e excellente existencia dos melbores vinhos,
quo leem vindo a este mercado, a saber : Porto, mui-
to velbo Xerry Madeira Bucellas Champagne ,
e Clarete muito superiores e um bom sortimentode
sgo'ardentes de Franca ; dar os compradores compra-
re m s amostras de todos sio sempre palomeadas
no escriptorio.
= Vende-se a fabrica de fazer papelio das Cmco-
Pontas, n. 33, montada prximamente de uovo com
todos os seus pertences em bom estsdo ; a qual se sebs
liabalbindo ; vende-se por seu dono retirsr-se para o
centro da provincia por motivo de molestia : quem
a pretender dirija-so a meama fabrica a qualquer hora I pern. ) natyp- de m. f
No dia 21 do corrente, fugio, de um filia de S.
Amaro um preto de nomo Manoel Joaquim silo,
grosso, com barba por baixo do queixo, um pouco
fallante ; embriaga-so algumas ezes ; be carreiro:
quem o pegar, leve a ra Nova n. ti9 que sert ten
recompensado por Jos Candido de Barrros.
=* Fgirao, nodia 16 para 17 do corrente, do po-
der do depositario judicial Jos Francisco de Firii
-Salles morador no seu engenbo Jardim.em Partliae,
os escravos seguinles; por cuja appreheocio roga sen
autoridades policiaes, e a todas as pessoas que serio
bem recompensadas, apprehendendo todos, ou qualquer
delles, s saber: Haael, crioulo, de 25 annos, Mis-
tura regular, ponca barba rosto redondo, pea pe-
queos : Antonio ou Antoninho cabra do 14 an-_
nos, rosto redondo olhos grandes bocea regular:
Eustaquio crigulo de 24 annos, rosto comprido,
com signaes do becliigas e oulros de diversas cousji
nos peitos, e abaixo do peito direito olhos grandes
e bonitos, dedos das mios compridos: Jos, cabra,
sapateiro de 30 annos, baixo, secco rosto curto,
pouca barba com signal preto abaixo do olhoesquer-
do, olhos pequeos, nariz chalo bocea pequea,
testudo pernas linas pes pequeos bragas com-
pridos com o dedo do nu io do p direito cortado:
Jos tambem cabra /de 18 annos, rosto comprido,
catellos*vcrmelbos, com bobas sectas as pernas,
mios e bfagos pes regulares bocea bem feta, olhci
grandes : Jesuino, cabra, de 16 annos bonito de ros-
to cabellos vermelbos, beigos grossos, nsriacbalo,
olhos borfilos pea grossos, grandes e spalheUdos.de
bobas seccas: Joto Pedro cabra, de 60 annos, bar-
ba branca caraojho sito, secco, nari< o bocea gran-
des beigos grossos, oa dedos mnimos da mi api
lireito aleijados, csoonipndose grossos: Camilla,
crioulo, de estatura baixa de 4 annos, carreiro,
pouca barba, rosto descarnado e ebeio de cicatrizo da
Lechigas olhos pequeos, beigos linos, bragiscom-
pridos espadado, pernas um pouco arqueadas, pes
torios: Maria Jos mulber do dito cabra, escute, de
26 annos, resto comprido sobrancelbas grossss,
olhos vivos, naris e bocea regulares, peitos cah dos, es-
tatura baixa aecca do corpo biagos compridos pes
pequeos : Jos, crioulo, cojos signaes nu sao Icni-
brados.
= Fugio um preto de 40 a SO annos da cidade de
Olinda baixo, quebrado pernas alguna cousa ar-
queadas anda sempre encostado em um pao de0-
me Paulo de nagio ; quem o pegar leve a ra larga
do Roiario, n. 46, segundo andar, que ser recom-
pensado.
= Fugio, no dia 23 do corrente um preto de to-
me Antonio de nagio Angola representa ter 'Joan-
nos ; levou camisa caigas e collele brancos; leo* 01
signaes seguintes: alio, ebeio do corpo rosto com-
prido pouca barba quaodo falla he com ar de riso;
tem um dedo de urna das mios um tanto encolhidu,
ps apalbelados : roga-se a todas ss autoridades poh-
ci aes, e as pessoas por quem possa ser encontrado, "
o apprebenderem e levaren) a seu senbor, Joaqun)'0"
s Dias Pereira no Atterro-da-Uoa-Vista n. 21 >
que serlo generosamente recompensadas.
ss Fgio.no dia 13 do correte mes deeeUmbro,!"
preto crioulo de nome Goncalo idade de 30aooo,
equefoidoSr. coronel P'rancisco de Barros neg,
senbor do engenho Sauh; cujos signaes sio os seguin-
tes : boa figura pernas um pouco arqueadas, "I"0
esbucalbados ; levou camisa de algodio trancado com
mangas sem punhos.ceroulastWnpridasde algodaoz-
nbo fino e alvo com botoes pelos no cs, urnas calca
de biu S'ul outras de riscado do lislrinbas azur'*
amareltas um panno da Costa e un chapeo de f>'
Iba novo : quem der noticia delle ou o trouxer a rus
do Cabuga n. 16, ser generosamenle reconpenssdu ,
rogando-se a mesma aprebensao a todas as sutoria
policiaes.
DB FAMA l^l5;
MUTILADO -
._


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