Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05873


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Full Text

Ano
de 184.
i n DIARIO publlca-te todos os da qne
Lio forom de guarda: e preco da atslgna-
I iira he de 4/ rs. por tfuai le pagoi adianto-
lii Os annuneios do asslgnaiiles ano inse-
Irdo a ',So de-80 r" por li"ha A-'*- 0,n
I i,no diflcrente, c as repeticocs pela nielarle.
I V alie nao forem assisnantes pag3o 80 rs.
jior ioba, e 160 em rypo diUcrente.
PHASES DA LIJA NO MEZ DESETEJJIIRO.
, nnva a 1 -IS 7 h. e 15 mi, la nanhaa.
"IJente a as 3 h. e'4 minutos da tard.
.. rheia a 15 as 7 hor. e 54 min. da man.
^'goante a 23 as 10 hor. e 6 m. datarde.
PARTIDAS DOS CQRRtOS.
Colaoua.Pi
CaMaTTerii
.. Pavahyba, e Rio Grande do Horte
idas p-Sexlas feiiM.
CaMtJserirlhae ni, Rio Fornoso, Porto CaU
vo, e Maccv, no 1. 11 e 21 de cada mes.
f/aranliuns r flfenito a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 e.
Victoria as Quintas feirat.
Olinda todos os das. ..
PREAMAR DE OJE.
fe
Primeira as II li. 42 min. da manhaa.
Segunda as 12 h. e 6 minuto* datarde.
I
de Sctetnbro.
m

1
Anno XX N.215.
DAS DA SEMANA.
a-
22 Segunda S. Mauricio, ud. do J. del).
' da 2. v. e'VW J. M. da 2. v.
23 Terca S. Poltxena, and. do J. de D.
da 1 v. e do J. dos Kcitos.
24 Quarta'S. Gerardo, aud. do J. de D.
da 3. vara.
25 Qiuinta S. Cleofat, aud. do Juii de I).
da 2. vara. c do J. M. da I. e 2. v
26 Se.u* S. Cj pristi, aud. do .!. de 1). da
1. i. do oivel, e do J. dos Feilos.
27 Sal)bado S. Kliziario, and. do J. de 1).
da 2, vara.
28 Domingo S. SalomSo,
CAMUIOS NO DA 24 DE SETF.MUR.
Camino sobre landre. 267jd.p.l*"a60i.
. Pan 370 ris por franco.
Lisboa 120a 126p.c.pr.p. m.
Desc. de let. .le boas linnas 1 '/, 1 '/ p. %.
Ouro-Oncas hesp.inliol.is 3I600 a 32*0011
i) Mocita de #400 vcl. 17/900 1 IXflOO
ii de G4400 nov. 17|00 a 76i)0
ii 'de 4.^)00 9HO0 a UOO
l'rafti-l'.it.icies .... 1/980 a JrWO
Pesos i'olumnares. 2fffl90 a TfOtO
. Ditos Mexicanos I/Wl's 1>7(>
Moedas de 2 patae. 1/78U a 1/800
Acedes la C do Deberibe de 50/UOO ao par.
DIARIO DE
PARTE OFFICUL.
Governo da provincia.
EXI-EDIENTE DO DU 20 D0 C1HIIESTK.
Ollicin A commanilanle superior da gnarda naoin-
| ilu niiiniolpiod" Recire, rennnainendandn a expodi-
lri deslas urden, par que n reapeclivn quartu bat-
lliln maralir para a ridade ilcOlinHa a fin de fiucr as
11: nr> fiinebre cadver rl lencntc-curnnrl dosc-
gmiila linli Aiitmiin Ji-nquim (iiiedes, quo (em de ser
|if|iuliad lije (70; pela 7 huras da noulo.Pariicijion-
I ii- -ocliefo ila Irgilo do Ol lula.
DllnA iu.peelor da tlie.nirari das renda pmvin-
|ciri, validando a errcniataffle dar redas n cargo ds
Icollertiirint du Brejo e Cimbres.
n|Ai, riiiiiinanriaiiiR superior Interino da guarda
rociuiiul doSerinliiem e Rio-FornJoee, approv.indo n
jiifoiwats par u potn do qnarlel-meilrc o cimrgiao-
lrdn re|iecti primeira legilo.
DitoA iiMpeeliir dn arsenal 3o marinlin, declaran-
I i.,, que ii pagamento da passsgem ilus dmis remita.
Lie |i.n a a Parabiba conduain o vapor S. Salvador, au
IjnVicr ordenado, soin que dociiinenlaliiiento se de-
|ianalrc nao haver -ido elloeffertuado naquella provin-
ia.
DitoAo cx-conisnandanie dn priineiro batalhio do
[l'.'ni- lo-Alho, exigindo o iniilitos, porque dcikun de
[enrular, como llic cunipria, a nrdem, pela qual detor
niiii mi :i presidencia, tiieaseriilrega.au seu tubtlitutn.do
armamento curreiaine, esrluiame, litro, e nlais oljec-
toi, perlancenles ao mesmu balalhao.Cninuiunicoii-iu
ao ronnnandanle do prmeiru bslnlhan do F"-do Albo.
Porlnria Doolarando som cffcilo a demissao, que du
|uiiin de iilferes dn segunda eompinliia du terceiro, hu-
jni|ii,irlii liaialliiu da guarda nacional dente municipio
fura il.nl.-. Fianciano Celostino Ramos; e roforuinnilu-n
mi mrsiiio posto.Parliripoii-so ao coiniiiandanto aupo-
riur da guarda nacin! denlo mnniaipio.
Dita Ao director do arsenal de guerra, ordenando,
que fniiii i;.i ao euniniaiidanle dn terceiro balalhao d
guarda naeiiina! do Reeife urna bandoira cuiu astea e
talabarte, q un I ni cornetas de tuque, e mn sgnete cora
ilumina uipcnac; e prrvenindii-o de quu a r'|iecti-
i.i iU-|,i-i.i er paga pela quota votada para as desteta
diiinuiisterio dajuaiica. Coinmahreiia.W ao iinnnnn-
dantc superior da guaran noiiinal do municipio do Re-
Cfi'.
1IIAHIJE PmAIBIC.
-Iietn.n
Urriqiar-noi-htphit buje excliisivamenle enm a hn-
purlante querlai) da nuasa etistenoia material, de que
dr|iciiilcni iiiiniidiatniK'iile todas as frun/i- c gumi da
Tula, i a cttihl.ic.i,! tu a is uu meuua nomplcta do ludas na
iinaaa ncronaidadea ilo espritu. lio neiupio pela f*ev
fricla, iiidusiral uu oniuiiierc-ial d'umpuvu, i! mu U-r-
niiirin, il'iiiua pruvincia niesino, que a aeiouiiia ooalu
'a avahar o cu estado do firoiqici idudo mi de miseria,
'ueiviliaacjlii ou do bnrb uia, ilc progresan ou do parn-
li-nrJu moral; < he por iasu lainbciii que mis detcriiiina-
iii'n antes de ludo o iipriaeniar ni publico desta cidade,
o do Brasil c TliacOes que euniuosco cniumerciio i
qiiMiln ayiiupiioo das uonans ir.-in/iei oib iniituos ueste
iiliiiiniH tres anu,; nina tabella i;iini|uirntiv u tlgodb
(asiiii-ar expmlado da priitiiicia desdo )>4 io liuje;
|rcos que ratea dona l/tigu mal iiiqiorlau(eiali|i
Banifrtailu li.i dous ailiiua; aa einbarrncea uacoiiies
'ilraiijieuj. que eutirau eiu iiumu Jioi tu e dille salii-
'aiilui mu oiiii,,, em n nol da lespec.iiva tonelageni,
[ iii.il ulmeri ac . |iaia otFereci rillo una reaeuli euiii|ilvla du iiiuv i-
'niu coiiuiiercial ile Peni;-inloieo.
Oadado que temo recollido de todas as funtes do r
fm da provincia, > exir.ietos que usemos do alguna
Foio. i-ilua coiuiiiereiaes, linbilitaii-uu a dar ao qua-
o i|ue BprearoiaWo* luda a cxurlida,. de que o calculo
Miscepiivcl.
rrriiaubuon impnrlou nesles Ires ullimus anuo iiih
"l'itlilr 24 007:479/044 re, eexporlou apenas re.
'<.44l:U4b/UU., unlri.taodo uin balando contra asna
* de 12,220:434^640 rs. que puder rr rearci-
'" "loiia |ir un naea o birlo orgauinacn de traballio
'"'al, e |,r un mpuUo tigoroso dado induatna da
r""inoia, anula uu berco.
lo lia h-je queiu ignore que o jccroscinin da expui-
ciii bre ii impurtaeflo d'uiu pas nao he per si a
'dida da fci undidade do si-lo iiem da riqueza o inde-
Kud nria da aun industria : ewoanligo dogma do eco-
>"l""> 'tren, que un uin ti muile pareca querer
'"uniiar na Europa, ruin grral adimracao do< liomeii
J1"'" dliistrudo, rabio fclisoienlo por una ve ao bra-
* 'r|innls do bull aenao, e da experiencia induali lal,
I' "-ai t.'.uibriii tic cerlo que as exageiacoe da eaoula culi
'"" 4'ie por muilu lenipd eiiainuu n duilriua exe!u*i-
', a eoncurrenoia nbaolutn, nbu pouco mal fes as
fi"
outrns pnro qjie delle oreQo, o Brasil, que inda por
Inr;" auno continuara a ser o quo ho, enm pnnea dif-
rerenc, porque mniln e de mni variada espeoie !>
eniliaracn que por ora se oppoem n ua iiidualria, re-
prrscutsra enm erfeilu oaeu valor quai resl as pruvin-
cia pelo eveedente mi dcfioiaule da sua oxpurlacao ein
gneros terriloriacii. cuino uia dos caso singulares IB
que os paite agrie.uln e novos o aohao.
O eicesaivns dirriti que ha seis anuos a esta parte
pagSu lodos os vinnns nos pnrlos dn imperio, e os direi
tus Indaes enm que a nossa assombla provincial nimia o
eio siibrecnrregar neste posto Pernainbiicu, leem feili
Jimiimir oontidernvrluienle a iinpurtMO.Io du vinlm, i
euiisequentomeiilr as vendn que delle o fatino para a
Baha, e principalmente para o Rio Grande do bul, em
truca de carne aeeea e ontr.is gneros quo daquclla pr
vinci semprn recebnm.
A concurrencia da anteiga frnoeio no merend, tem
Iratido para o cnntuino nolavel vantngeiu-.' lo ha cun-
ta de qualro annut ernesso consumo quasi exclusivo pa-
ra a tuantriga ingliiza; porque n l'rtncea, posto que
muili mait barata, era do inferior qunlidado, e na,, tuf-
arla demora.tem cnrtyinpr-ie : bnjo > aporfecoamenl
da manleiga franccia he tal, quo a da primeira torle
iguala a ingles, suffre n mesma ou mais demora quo et-
la, e au duixa o refifgo que a ngleta costura deixar ao
nomprador em groiio, que te vhv ailtrigado a vond-la
enm exeessiva perila'': do mais, a diflercnca do preco he
do 25 pnrceiitn par menos, em favor dn francesa, o que
veio augmentar a potsibiliiiade de continu. Attitu, vc-
r ot iiiiMoaloitnrct pela nula especial quo qui junta-
ran a inlroduccso ).rugreaiva di frnneeia no merend,
o |isoquoa importtgit da inglesa vat nisiaemaia di-
raiuiiiudo.
0 inloro80 que o onininercio cstrangeiro linhn em
enviar para 0 Brasil os fundo de que devia dispr nn-
letdo din 11 de novombro do anuo paitado, ora quo a
nova pauta devia coiuecar a Icr oxecueno, fea quo nat n-
prnxiinacoea deas poca avullaaaein um pouco ot dos-
jiaclioa de meroadorias em nossa alfanileJ. Ealo deposi-
to nqui ncoumulndo, especialmente do faicndn inglesas,
punco consumo lem lido no cnrrenle auno com a see-
c quasi geral que lem flagellado o nossus leriet, o os
das provincia liniitrophc, quo .So por mis fornocidas:
da surte que os consumidores e vio limitando pena
o estrilo necestariu.
lio para sentir qus na nrganisaciu da pauta das alfan-
dega deque acabamos detallar nao livesso o'goyemo
reupouu n nenhiiiua das condicoP qu" o territorio do
Brasil olferece, tan variadas quanln ao as tuat proiin-
oin. una ao grao do superioridad,' ou inforiuridade da
fasendas que rmla nina della c.unime; como tea qua-
lidadotde lodat ai mereadoria. que o Bratil importa se
pndeiioin mnuparar s que o Rio do Janeiro presonle-
inenlo gasta |
Na chamamos a alten/;an do n......i legisladores go-
raet e provtueinet para os ditferenlc jionlu que aqu
dcixamoi iiisciladoi, e ufferccenios ao cuininercio nn-
oioual o eslrangeiro um dooiimentu importnnio e vin-
dico da actual phnse cotnincrcial desta prac^i.
r*. r aus liiuiirna que as recebrao sem ex.mie. Pura
'"Iraccoo,, sem condijan ul^uma do lempo neni de c-
"'{"i lypu irrealina vil d'uiua regr nica e oominum,
!'"' l"d, ,,, p0VU$ e uarj tudo us caso !
laa o braail quo he um pas lao novo, e nimia
nova i
mai
1 ana eraancipacan mariliuia, o Braail que pola na
'""'lo en territorio e pela su natural vucaco he
""""'"'"lenle agrenlo, e que por io niu pode dar-
ll(|f ora nu coiuinercio do exporlncao iudireeta, ma-
'" ''''"''indo ns nrlig.ia do iiiuleria prima seus, ou ea-
'hg qUe retibo, pura ot ir vender tob nova forma
"
*! l r- X O Jl 0C
Mol 35 e/> oo v tn -s> -r> va op w;
r-.K<3s ffioo aooiM i; E" S xi
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; ce o> c N
EXPORTA^aAO da provincia de Pernoinhuco para fura do imperio, nos annos
cominercines de 1843 45.
GNEROS.
do I.* dejulho de
18i3 30 dcjunho
de 18.
no 1. do julho do
18W i 30 do junhoJ
de 1845.
VALOI DA
EXPORTAC-AO.
Algodio em saccas........................
Assucar em caixas, barricas, saceos o feixos.......
Ago'ardento em pipas, quartolas, liarri/., &c.....
Arroz...................................
Cafe....................................
Carne secca..........................
Charutos.....................<...........
Chifres..................................
Cobre velho..............................
Couros salgados.....*......................
Doces...................................
Farinha do mandioca...................i
Fumo...................................
Molaco..................................
Madei raspitos c taboas.....................
Po Brasil................................
Pellos d'animaes...........................
Sola o vaquetas...........................
Tatajuba.................................
Obras de ouro.............................
Obras de prala............................
Mocda d'ouro e pralo.........._............
Goneros miudos para gaslo e fabrico do navios-----
Valor da ExroaTAgXo.,
11.
221,175 ,7Jb
2,092.182-?,. 27 II,
272,878 caadas
1,017'/' alqueires
0,128 a 10J6
24,500
80,501
12,092 Ib
114,920
10,670 lt>
4067'A alqueires
275 @ 26 Ib
13,995 caadas
1,254
2 665 quintaos
12
8,499
198 o
33 tancas,
1925uJ
220,4038658
34,4288127
187,769 3
2,436,094 o 23 ib
283,5.6 caadas
I.IM'A alqueirea
581 .. 1411.
48
70,116

130,267'-
8,123 m
1,013 alqueires
256 a
64,194 caadas
1,511
1,437
15,817
3W<8 16 1b
51 oncas" s
4,727 oncas i
77,2668.79
59,8128465 ,
1? e?
si a
P- ET '
O O. O c
a.* q.
a
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a 9

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9 OO O j
i te
O
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~ tu
oo en
-l 19
CTS 30
12,441,0158004
Dot gneros nV>/jais que Ionios exportado para as dlN
feroute provincial do imperio no nnnu oommereinl que
acaba do pnisar-m (I." do julho do 18i4 n SO de juna
de 45), nuinremo nqui lmenlo iqucllet quo mait n-
vultarSo; porque nos parece que temelhnntei nula nao
lorio ponlitlai para a agricultura c pata o industria :
Astucar em caixas, barrica e fei-
. xot...................
Ago'ardento cni pipai, quartotai e
barril.................
Sola o vaquetas............
Oueei aeocni o de calda........
Farinha de mandioca........
218,284
v
(S> 161b.
caadas
Melnco .
323.3.VJ i
77.8.82
09,0lo libras
Cl 7(i2 alqueires
21 .M.i'l e.iii.ul.n
Ra,.'................... 3'.,-'a
libr.11
COMPABAQO dn vtor dot vinliot mpurtadol pura
Pernmbuo, nos anuos oiimmcrciae do 1842 a 4o.
Desde o 1. de julho de 1842 a 30 dejuidio
de 1843.....................436.489.1U
Deudo o "i.0 deiiilho de 1843 a 30 de iunhn
do 1841... .................302.273,012
De-de o I." do juina de 1814 a 30 dcjunho
de 1845 .. ..................l.tt7,04o
Rs. 1,057.019.768
Transporte .
Sardas .
Hamburguezas
Autlriacat .
fielga ....
Siciliinai. .
Americanas. ,
Lubekenso .
Oldemburguea
ll.inovci nina .
Total. .
185,
26,
2, a
4, cotn toneladas
1.
3, :
37, i
1, .
1, >
i.
201,
38.692',
4,738',.
362
1,275
238
731
7.506
230
ISO
200-
______-
64,12,'
ENTRADAS dot portas do imperio no mamo an-
no.
lirasileirns. .193, com toneladas 24,046>A
Kstrangeiras 20, ... 4,908
28.954'A
COMPARA^Oiln valor da manleiga importada para
Pernamliiico nos annos coniincrCi.ies do M46.
alanteiga francesa
M.inti il;i ingleza
Anno Anno Anno
de 1842-43 de 184344 de 1844-45
121,984.^07 103,22^237 182,872/300
87,288>8t)0 8I,502>U40 80,7(:/I50
SSgCSS'SSSSSS
aa Ss o o o! OO 5 WS Wi J o
n v S1 ai r- ffjao jo o> o ti
3f in o *?-. jifao-f?o to a ??
N-*r-'- -*^io
_ r- oo
nffliN
fSSr2S8S||||3
c S oo oo ai ai ot ao ^ q n
^ ^-ico"".* ooSr- ^t-ssan
209,273#I27 244,784/263 263,035/460
EWI-ARCAfOES nacionaes e estrangeirat sakidat
para o< p ,'tns est'anguras no anno cotnmerciai,
do I .o ,/e julho de 1812 at 30 de junho de 1845.
DEMONSTBACAO dat arrobas d'algoddo e assueai
* exportadas para Jora e dentro do
imperio noi annot abaixo indi-
cados.

ANUOS FllUNCEIROS.
Algodio.
Assucar.
3
, i S S^ ? 3 o = o
De 1834
35
36
37
38
39
40
41
42
43
. 44
1835
36
37
"38
39
40
41
42
43
44
45
233:393
307:372
265:781
251:833
256:562
183:809
169:299
119:281
160:139
221:333
187:865
Ls.
13
9
1
3
21
4
17
8
13
22
28
"1,292:332
2,178:871
1,478:515
1,927:581
1,655:55.
2,;i.>0:3H
2,io9:U5
2,120:750
2,179:437
2,357; 88*
2,654:278
Ls.
3
10
19
13
9
7'
23
15
26
2&
31
llranileiras 11, com lotlcliR ai. . 1.800'/
Itritannicas 9 i, 27,095'/.
Krancezss 10, 4,811 'A
Portuguczat 31, .... 9.204 'A
Hespanholas 21, a .... 4,244 A
Suecas. ... 12, .... 4,023,,
Dinamarque;as 2, a n .... 567'A
Sardas .... 27, u .... 6,744'A
llaniburguezat 2, u .... 572',,
Austracas. 5, n B .... 1.962V
Belga. .- 1. )) . . S60'A
Sicilianas ... 2, .... 481'/..
Americanas. 24, 6.814'A
Lubelcnie ... 1, ii . 18'A
Ti nove nana 1, >i .... 227
Napolitana. 1, 1 .... 35'A
Total
254
69:640A
SAftiJ)AS para os pnrlos do imperio no mttm*
anno
Brasileiras 220, com toneladas 23,323'/
Estrangeirat 23, ... 5,466'A
28,78 l'A
Correspondeocias.
Somma 2,356:671 11 22,937:911 24
EMBARCAt.'OES nacionaes e estrangeirai, entra
das de portas eslrangeiro* ni anno c-ioimerctal,
do i.'de julho de 1814 a 30 de junho 41845.
. 19 904
. 2 592'.
. 3,541
. 7,592
. 2,000
. 2,853 .
350
38,092'/--
Inglesas.... 94, com toneladas
Brasileiras . 12. i
Francezat . ". u
PorluguezM . 52.
He'panbolai. . I,
Suecat .... 12.
Dinamarquetas . 2, a
AO
.ADO
PUBLICO.
Sabe todo o Brasil, e particularmente esta pro-
vincia, o iim trgico, que leve meu pai em 1817,
por cuja causa se expatrirflo entSo meus dous ir--
nios mais vellios. Todos os beus de meu uai forjo
confiscados, e a niinlia (amilia Qcou rodu/ida .mi-
seria. Em 1821 mandoii-se suspender o seque'stro,
e cu, que era liem crinnea, Iratei de haver entflo
alguma cousa, pelo menos a possede alguns immo-
veis, porque os movis tinhflo sido todos arremata-
dos por conta do iisco. O que mais nos convinlm
era o engenho da Casa Forte, n.1o pelo engenho,
que onflo podamos sustentar, mas pela casa, que
nos podia aervir do abrigo, romo servio ainda por
alguns annos ao resto da minlia infeliz familia ; rol-
nos poi-tanto entregue aquella propiiedade de meu
pai, depois de levantado o sequestro. Era porcm
utna bella propriedade e dava na vista multa Ren-
te, dessa gente qne vive rusta do suor alheio, pro-
tegida pela infamia dos quo trafleflo com a justica.
^"io foi fcil no principio expoliar-nos, mas ea-
vm-
41


Se

volvido, ilesgrcadamenlc na revoluto de 1824 tive
de f mitrar, ea consequeneia desle novo compro-
meltimento foi urna atroz e vehemente persegui-
i toda miiihii familia, i|iie durou ale o anuo
de 18,15. Kntretanto fomos, cni 1826, privados da
posee dn nossa propriedade por urna sentenca iujus-
o Lima, dequem son bastante procurador-
Agora nflo tenho outro remedio sertfio referir o
ifnme do comprador da'demanda, que he o Sr. Fi-
lippe Lopes Nello, lilho do procurador de causas do
iiK'smu nomo, e hoje deputado geral or nossa ver-
gonha, e de quem o Sr. Mandel dfcSonza Teixeira
ti, iniqua, Ilegal e milla, porque foi fundada cmj|he intimo amigo. A administrar;5o*ilo Sr. Manoel
falsa prova, e o ladrflo que nos roubou, deefruc- jde Souza reduzio-se portanto, alm de torpes e mes-
tun-a pelo espacodei2 anuos. E note-se que urnaIquinlias vingancas, a servir a Netto nesta demanda,
Ihnr-nos da posse da nossa propriedade, foi. qywlad hoc, que bem'o servisso, ajudado de um Syreneo.
inos fil/ws de mu honmn inhnigo do imperador! c|liara um bacharel, deshonra da sua classe, que
esse homcm'cra meu pai, morto em 1817, quando o pretenda ser delegodo do 2. termo desta comarca
imperio sfAra creado em 182!! lie sorle que pela
mortc heroica de incu pai, o sacrlieio mais nobre
o generoso, entro quantos se teni consumado no
XettOj que neste negocio oslamos rosolvdos a jogar
a ultima carta: o Sr. Nelto nilo nos roubar impune-
mente. Meu rmfto ser anda mais explcito. Reci-
fo 23 de setembro de-1845. Joan Ignacio llibelro
Boma.
Brasil al boje, em vez de garanta, em vez de ga-
lardio, ao menos de urna grata reminiscencia, s'
Jiehamos o abandono da orphandade, o roubo, a p-
lhagem, a perseguido mais affrontosa, as injust-
eas mais revoltanles, e isto aqu niesino Ciii l'er-
nambueo, na nossa patria, nessa patria por quem
lie prodiga I i.san tSo generosamente o sen sangue!
Finalmente voltou a propriedade da (lasa Forte
nossa posse em 1838, o a temos sustentado por urna
lucta cnearncada, me data de 18-22; o quequordi-
zerque, desde aquella poca, ha 2:! annos, dura es-
se pleito," que nos privn* por tanto tempodo nico
]iem, uue boje nos resta de nosso pai, dessa casa,
que Pile mesmo fundara a vista de mcia (feraeflo,
que Udvcz anda exista desse lempo. Quem ignora
em J'crnambuco ludo quanto acabo dedizer? Pois
Jiem, no meio desse conflicto, dessa lucta de honra
o d> bro, dessalida de familia e de interesses op-
postos, apparece um lercero, que espontneamente
vem comprar urna demanda de 23 annos, e esse ter-
cero, eujo nomc me abstenho por ora de escrever
para nao pollur demasiado esla correspondencia, he
um desses velhacosde prolssflo, que pc a conscicn-
eia em almoeda vvendo de tralicancias; o sucecs-
sor honra ao antecessor, porque ambos sflo nota-
veis, um pelas unhas. o outro pelas mol has.
Cumpre ainda notar que, chegando a esta provin-
cia meu irmiio o general Jos Ignacio do Abrcu e
Lima enffulho do anno p. p., achou na posseda pro-
priedade a meu irmlo Antonio; mas, re!irando-se
esto para o serillo no mez de agosto seguinle, en-
trn aquelle na posse natural e civil, porque, pos-
suindn meu pai outros mu i tos bens, driles dispu-
zcrao meus rniflos, e o general e eu eramos os ni-
cos que em nada haramos tocado, por nunca se
bavor feilo inventario nem parlilhas; era portanto
aquella propriedado a nica, que restava da hei-anga
de meu pai, e por consequeneia, a que tinhamos le-
gitimo direito. I'reparava-se meu irmlo Jos a lo-
mar sobre si essa questio, quando o nosso conten-
dor Jos Maria da Cunha Guimarfies me cscreveo
urna caria a 29 de outubro dizendo-me, que se que-
ra comprcommigo, e pedindo-me encarecidamen-
te, que acabassemos esta demanda amigavclmcnlc.
\esle estado appareceo um tercero, como ja disse,
evitando urna amigavcl eomposicflo, e tomando so-
bre s todo o odioso de urna demanda de 22 annos.
Pergunto en agora a qualquer pessoa, que teriha ao
menos um pequeo fundo de probidade, se um ho-
mem que vem espontneamente comprar urna de-
manda sobre o dominio de urna propriedade, da
qunl nin tuilia o vendedor nem se (|uer a posse, se
eslc.honiem temboa fe, e se esle acto nao he urna
provocarlo acintosa epessoal? Pois hem, ovelha-
io espetou-se eomplelamente, porquo esta provo-
i'.-iefio nao licara sem resposta.
Comprada a demanda, ainda restava a Tposse da
propriedade, mas nao a linlia o vendedor; era mis-
Icr no comprador have-la por si mesmo, e porque
'u.i? Fazendo-me citar para despejo, e ape/ar de
icr pedido vista para embargos, o juiz mandn ps-
sar mandado contra mim ; porcm este mandado era
nullo, porque en nilo tinha a posse, pois que Hel-
ia eslava mc irmlo, e por isso mandou o juiz in-
mediatamente passar contra-mandado com di Beren-
ga de meia hora; de sorle que o nosso procurador
ciiegou a Casa Forte com o contra-mandado alguna
minutos antes, que os merinhos com o mandailn;
por consequeneia nilo leve lugar o despejo fraudu-
lentamente intentado contra mim. Fu nada disto
soube senil o a imite, porque me ochava nesse dia
na minha propriedade do outro lado do rio. No dia
seguinte fui ao llccife, egrande foi o meu espanto
quando varias pessoas ncdissero, que no dia ante-
rior tinha viudo nina forte partida de soldados de
polica para fazer execular o mandado de despejo,
e que a mesma partida trazia ordem de levor-me a
presenen do delegado JoS dos Anjos Vieira do Atnortm,
o qunl ao mesmo lempo oflciara ao subdelegado do
Poco tenenle coronel Francisco Pues Hrrelo, para
que rom a torca, que tinha assuas ordens, fosscou
niandasse auxiliar a que linha viudo do Recife.
Parcceo-me ludo isto tilo estranho, c 13o inslito,
que reuueri inmediatamente no juiz da causa o Sr.
. l)r. Silva Seves, pedindo-lhe que mo deelarasse por
sen despacho se tinha requstado semelliaale torca,
c cora que objeclo. A admiradlo do Sr. juiz foi
igual minha ao saber de semelhante procedimeu-
to, e declarou que nao so nao tinha rcquisilado
torca* como ate ignorava tildo (|uauto se tinha
passailo,' porque os ollieiae% de justica, nada Ihe ti-
nhto participado a esle respeito. O delegado, abu-
esndo de sua autoridade, tinhe empregado a torga
publica em urna quesillo entro partes, queslaopu-
Eamenle eivel, c da qual s era juiz competente a-
quelle peanle quem se litgava, nico que pderia
eligir o auxilio de furca no raso de resisterfia, e
s depois do acto legalnentc qualilicado. Confesso
queL me incommodou o eseandalo do delegado,
tanto que o a denunciar pela mprensa; mas levan-
do o artigo para o Recife lirc a indiscrgflo de o
mostrar a um amigo, e este a fraqueza de o duel-
an Sr. Jos dos Anjos, que immediatamente se foi
valer de meu rmo Luiz, c suppUcar-lhe que in-
tercedesse afim de cu retirar o artigo. Emlim redi
s rogativas de meu rmo, porque nao sou viuga-
tivo; bastava oarrcpeudimentodoSr. Jos dos Ao-
jos : porem esla minha condescendencia trouxe-me
ao depois infinitos dissabores.
Finalmente pedio o general vista para embargos
* dc.lerceiro, e o 8r. r. Silva Nev, por urna des-
sas jazOcs inqualiflaaveis, negou-a, de cujo despa-
cho aggravamos, e a relaQao proveo mandando con-
ceder a vista nos proprios autos. Forilo portanloof-
ferecidos os embargos,, provados com escripluras, e
outros documentos t3o importantes como uovos nes-
ta causa: o Sr. I)r. Noves, depois de ter em suas
milos os autos por mais de tres mezes, deo-se de
suspeito, e mandou-os passar a quem de direito
competisse. Julgar3o-se incompetentes, a requeri-
mento da parte contraria, os Srs. Drs. Selle e Na-
l.iico, aos quacs recorreo para procrastinar o ne-
gocio, at que no dia 5 de junho tomou conta da
vico-presidencia o Sr. Manoel de Souza Teixeira,
cuja azaga adniinslracao foi nina serie de tsrpczaa,
deque nilo me oceuparia, se uina dessas torpezas Mr. I.ahaulierc ; isto he cuusa gcralmente sabida em
no fosse praticada com meu irmuo o general AbreujtQdo o foro de l'eruambuco. Finalmente saiba o Sr.
do Itecife, c ao mesmo tempo encartar seus prenles
na polica da frcgucza de S. Lourcnco; nngucm
mcllior do que elle eslava azado pora este pacto de
infamia; necessitava-so de um magistrado para as-
signar apenas um aranzcl escripto em algaravia ju-
rdica; para isto bastava no ter intelligoncia nem
pundonor, e o tal bacharel tcm estas aualidades ne-
gativas em eminente grao. Momeado por conse-
queneia 1." supplcnte do juiz municipal da 1-'vara,
entrn logo em exercico, e foi designado por des-
pacho do Sr. Manoel de Sonsa para juiz da causa
Oaranzel, desprezando os embargos de meu irmo,
ja eslava escripto, o era misterassigna-lo; todava
ao tal juiz nao fazia conta ser supplentc da vara muJ
nicipal, mas sim a delegacia do 2.8 termo, objeclo
de todos os seus empenhos; portanto demorou a as-
signalura at que a linal o Sr.,Souza Teixeira se de-
senganou, de que entre velhacos n3o ha palavra se-
nflo faetos consumados. Ilaixou por tanto a porta-
ra nomcandoo Sr. bacharel Filippe Carnero de Olin-
da Campcllo delegado do 2. termo, e elle assignou
a tal algaravia, sentcnca, resolucHo, ou como Ihe
queiro chamar, publicou-a, c largou immediata-
mente avara sem expedir a a ppellacOo nos termos
que tainbem Ihe tinhSo sido propostos: fez bem,
porque era muilo exgir-lhc duas infamias por urna
do Sr. Manoel de Souza. Toda esta cidade sabe hoje
deste facto, que he 13o vulgar e patente, que mo
ha pessoa que o ignore, constando ludo isto, como
acabo de referir, dos proprios autos.
Fste facto foi tp escandaloso, que fez correr de
vergonha o bacharel Olinda, porm no ao Sr. Ma-
noel de Souza, que ainda tinha de concluir a sua
missflo. Tinhamos appellado, e era misterque o juiz
expedisse a appcllaco em um s effeito, porque ao
pai de N'etto, seu procurador, convinha a posse da
propriedade para impedir a collocaco do encana-
inenlo das agoas, que entilo passava pelo terreno
da propriedade : cu explicare logo esla velhacada.
Olinda tinha deixado a vara, e o Sr. Manoel de Sou-
za linha sido substituido pelo Sr. Chiehorro; mas
convinha-lhe otro juiz ud hoc, e cis-ahi decifrado
o enigma daquellas repetidas nomcaedesde supplen-
tesdo juiz municipal. ltimamente apalavrou um;
mas para encobrir o negocio fez fallar a outro, eat
fingi muilo empenho, comprometiendo nessa tra-
Bcancia a meu milloLuiz; o quando se esperava a
nomeacilo em tercero lugar dn pessoa a quem se
tinha fallado, nppareceo a do Sr. Carioca !' Feliz1-
mente podemos atalhar a segunda palifaria do Sr.
.Manoel de Souza, e conseguir do Sr. Carioca, que
se desse por suspeito. Foi tflo infame, 13o torpe,
to vil e tao baixo esto novo procedmento do Sr.
Manoel de Souza, que nos irritamos sobremancira,
e assentamos entre todos nos de o levar ao conheci-
nietito do publico por "meio de todas as typogra-
phias de Pernambuco.
f.n tinha sido porm nomeado subdelegado da
freguezia do Poco pelo Sr. Manoel de Souza, e ten-
do de fallar da na pessoa e da sua miscravel admi-
nistfacjlo, no era deroroso, que o fizesse na posse
do emprego por elle conferido; dei portanto a uiinhn
demissflo no dia 10 de agosto ultimo, passando nesse
mesmo dia a vara ao I .'supplentc, que ainda hoje a
exerce ; e para conseguir com mais presteza a minha
demissflo, levou meu irmlo o general, em pessoa, o
meu ofh'cio ao Exm. Sr. Pinto Chiehorro. O que
com elle passou, e tudo quanto se tem seguido, se-
ra amanha levado ao conbecmento do publico pe-
lo dito general, visto que eu nao tenho expressOes
bastantes para, relatar a serie de indignidades, de
que temos sido victimas.
Todo este negocio he muilo simples: Mello he
apenas o testa de ferro de outro velhaco como elle, e
o que pretende lucrar nesse nogocio he forcar a
companhia do encanamento das agoas a dar-lhc dous
ou tres conlos de res, e isto a minha eusta, por-
que fui eu quem conlractou com a companhia, co-
mo procurador de meu irmo Antonio, quando este
tinha a posse, (cando responsavel com os meus bens
pela ralidade da escriptura e cumprment'1 do trato,
e ainda mais cusa da minha honra, porque todo
o empenho desse biltre hoje he que Ihe cedamos a
posse da propriedade com o direito salvo de ir haver
da companhia viola mil res por braca como elle pre-
tende; emlim he um roubo companhia, com-
prometiendo o meu nomc e a minha honra. He
mister ser tflo infame, como he essecanalha, para
suppr, que poderia conseguir de mim tanta bai-
xeza; he mister ser como elle para persuadir-se
que nos pode humlhar em Pernampuco. Nilo;
nem seria em una poca prenbe de lanos aconte-
c mentos, que esse ente o mais miseravel e despre-
zivel, que existe em Pernambiicof aecusado publi-
camente dcladrflo do consulado, c de outras falca-
truassemelhantes, nos impuzesse a Ici, porque o Sr.
Manoel* de Souza lembrou-se deaviltar a cadeio da
presidencia, concorrendo para urna ladroaira. Nflo,
mil vezes nflo, porque cu nflo sou o Sr. Nelto, a
quem Dos ainda ha de permittr, que pague, por
honra de Pernambuco, lodas as suas gentilezas co-
mo um bandido.
Disse que o Sr. Olinda linha assignado um aran-
zcl escripto por outrem, e esse outrem he o Sr. Bel-
monte, segundo he voz publica, que quiz pagar a
Nelto os discursos que repeli na cmara contra a
sua aposentadora. Felizmente o Sr. Delmontenflo
pollue mais a relacfio de Pernambuco, nem faz par-
te da magistratura brasileira, porque foi dola se-
parado,, por ambos os partidos polticos, em que se
divide o paiz, gracas a honra e probidade dos Srs.
Honorio Hermeto, e Galvo. 0 Sr. Belmonte cn-
ganou-se a nosso respeito, se prelendeo pagar
nossa costa os favores de Netto; pague-os, se
quizer, da sua algibeira; anda que he gcralmente
sabido, que N'etto s fez pagar-lhe urna divida anti-
ga; porque tendo pedido a urna parte tres conlos de
ris com o simulado pretexto de pagar o preeo de
urna sentcnca favoravcl nblida nesta retacio. infa-
manilo dcst'arte o crdito de todos os desembarga-
dores, o mesmo Sr. Belmonte, logo que o soube,
fel-o nflo s restituir parte desse dinheiro, como
livrou da nodoa devenaes a seus companheiros tor-
pemente calumniados por N'etto, poupando-lbe sem
embargo o dissabor de ver publicada mais essa lra(i-
cancia ou roubo, porque o Sr. Belmonte leve a ge-
nerosidade de calar-se ; agora mesmo acaba de re-
ferir-me urna pessoa, que vira o recibo em casa de
Sr$. /Wdio/M. Vou relarir-lhea um facto, qua ma
contou um meu compadre, moridor na villi de Nza-
relb, e pode acredita lo; porque ornen Compadre he
rio. Quereiido certas notabilidades prtieirai deaa ii-
Jaiolcmnisarodi 7 de setembro, com aquella pompa
l propria da praia, ncumbirio ao cabo do deaUcamen
to tirar urna sobscripclo, a qual moi poueo produiio
em altenvlo ao procurador e agente. Organaada la-
la, segundo e programara drio principio na noute do
dia 6, com algumai luminaria* de sebo em Ireute do
quartel do distacamenlo, ande collocrio por baiio do
busto de S. M. O Impefador, arranjado por pesiimo
borrador, urna pequea nesa com 4; ou 6 mangas e
casleses de vidro; e principiando a funciio com vias 4
independencia, misturados com morrio o guabir*
e marinheiros a tal ponto csquenUrao os milos, que
dro em Ierra com luda a charola, laiendo-ie em pe-
dacos as mangas ocasticaes. Eovergoobadoa de seme-
lhante eueaso de embriagues, determinarlo emmendar-
se na noute de 7 e por cons'guinle loi augmentado o
sebo, outrss mangas appareceo, e para que a ordem
lsse conservada compare eo o tenenle-coronel a sub-
delegado da villa, Antonio Aurclianno L"pes Coutinbo;
lorao cnovididas 6 prusltdtss da ra do Bot para de-
sempesbarem o babianno e outras danos* de igual jaez,
de parelba com diVenles sucios ao aom de um violto,
orna flauta, urna viola e dous pandeiros: sendo por es
la lrma solemoiado o anniversano da nossa indepen-
dencia na illa da Nazarelb.
Eu aqu lindan'* a miaba narracao, *e apena* lb a
quizesse espor succintamenle as particularidades da tal
festa, deixindo ao eu juizo edos seu* leitores analyse
d* morahdade do acto, se oio tivesse ainda a inlorm-lo
do detlecho.
Como a tal orraxtira, que occasionou a parda da*
minga* e caiticaes lOsse, bastante censurad* por pessoas
serias, lembrarao-se o* autores de imputarem a desor-
den! a dilTerentes pardo* guarda* nacime*, que, posto
se achassem na villa para comparecerem uo dia eguin-
te retists do batalbio, nio quzero presenciar, 10^
apparecrao na orgia; e como cstea pardos sejio a rt
pinba^^b. Brx do delegado Jos Porfirio, do tenante
corornjpSiilianno e outrus ejutdtm /urfurit, etpe,|0"
se ordem de prisSo para o referidos guarda* n*eomw
e logo fot ag arrsdo um de nome Joaquim Joi de Sint'
Aana, e itno lediilamente carregndo de ferros do* pi ,|j
o peacoco, podendo o* outros tscaparem-S", ei|inj0
asiim de te rem a mesma sorle; parto de urna feroz e bsi.
xa ving*nc<.
Essa infeliz iciima do til capricho do delegado
mais sucia, depois de gemer em (erros 4 das e 6 no
tes, foi algemado, ajojado com corda* e *compinhn|D
de numerosa escolla remettido so lisas, presidente rtlU;
bem recouimeodado para a marinba, e se nao fort,
lembrsnca do digno cbefe de legiio, o coronel Jost M,.
ra de Barro* Barrlo, que logo o requwlou. o a atitn.
co por S'. V.tc. prestada eo *eu oflicio, estas horiif,.
liria gemendo a b rdo de um navio de guerra em r,.
muneracto dos seu* ervicos na guarda nacional, q,
por diflerente* ve/es, e empr voluntariamente tcm
prestado sorvico*. lano na villa, como no batslhlo des-
tacado da capital. Ora, eu, quo tambem sou guirdi ni-
cional, e muilo me honro em pertencer a esla vnlicii
que considero o suslentaoulo da nossa nonarchiiconiJ
ti tucional, nao me eoib*rcaria, nem cni a (estanca di
praia, e menos com a borraxeira, que occasionou a k.
rafunda das manga de vidro ; ros* que alo pufo
levar i paciencia foi o vidamente, que o delegada
Porfirio fes I minha corporacio, carregand.i de ferros,
ajdjando.com cordas.sem crme algum.umguardiin!
cmnal, s para satstazer paites rm-squmhaiqencerrio-
do o em urna cadea, onde existem sollo* critninosuade
morte. que o Sr. delagado nunca teve a lembranea di
por ferros. Continu, Sr Porfirio, continu com ot
seus arbitrios, laca agarrar pelo* seus esbirros o* que
dessa vi Ihe escaparlo ; mas lembre-se do primeiro
eossie, que gorou ; lembre-se, que ainda tomos quem
faca justica ao seu procedmento; lemnre se, que
quem S. me. dirige o* tiro* riespret*-o* i beranantnle;
quando o mundo dtr a volta, lembre-se.......
. .-............M*s, basta de ionse!h>i.
Queiro. Sr*. Redactores, inserir em seu jornal estas
linha* do seu mudo afeicoado, etc.
^^ O guarda uoeion4.
CCMMEHLIO
QDADRO GERAL
dos gerieros senielhanlfis aos do Brasil que forao imporlados nos diversos estados
do Zollverein nos annos abaixo declarados, exlrahido dos mappas annuaes
publicados pela repartico central do mesma Zollverein ; a saber:
DIREITOS.
. por qt."
Ago'ardcnte
Algodito ....
Ail.....
Arroz .....
Assucar.....
Cacao ....
Caf.....
Cha.....
Couros e crina
Doces ...
Gingbre ...
l.aa de carnero
Madeiras de marcincra
Mrlaio ....
.Madeiras de tinturara
inclusive pao-brasil
Pelles.....
Pimenta ....
Sebo e graxa
Sola-......
Tabaco em rolo
preparado e
cigarros ... s
(*' Uum Ihaler ao camb
iV. /.'. Quintaes de 108
Iha-
ler s.
n
8
llore
'A
5
6'A
6'
II
llvret
11
6,'A
lirre
'/|
4
'/
Vs
v>
3
6
5'A
1836.
quint."
11
26568
187858
26636
90263
982036
*702
518246
3249
132594
3065
17630
114583
24515
23007
230440
11238
16649
59339
1959
168029
1837.
flsin.*'
25876
240315
24095
100927
88636!)
7448
531260
3349
137340
3600
15385
116030
12592
7798
161582
11098
24208
62795
3772
184840
19900 20390
fres de 25 d
brasileras
1838.
euml."
26119
229337
26454
99870
1.049531
7832
566607
3334
199328
3790
12864
150977
16368
246630
11013
20983
30363
4248
200668
21357
por /'=
1839
quii.'
27592
182885
25983
90703
917484
8079
70033
3666
118067
3520
15377
128478
43296
610
259210
1269(1
26840
33496
2431
191621
22543
\fH0.
1840.
quii:
25607
334527
28231
161137
582888
9334
658991
2900
172968
3952
15127,
165064
54070
11363
357195
10707
28465
17051
2020
208139
24330
18*1
Ciii'nl.'
1842.
uini."
28431
273182
37070
147921
609168
695809
3118
246670
3898
10685
149437;
57697
7704
322115
12857
34114
31067
2110
245901
27753
36009
317939
42425
212315
994753
8611
737682
8384
199902
4038
7618
163309
,'!0i>:>l
22976
266725
11872
36760
14612
2812
218749
35233
1843.
quii."
184*.
quinfas
SJ853
3911 :w
28680
205597
1.253018
8334
764153
3702
223011
4452
7159
15025i
42167
14642
278682
12258
32235
82168
1955
78411
r-
30830
27711

a
mm
1.343867
78603*
43510
a

3138
43510
68603

272162
16574
CONSULADO GERAL DO IMPERIO NA PRSSIrf.
Tabellados navios chegados Steltin dos porlosdo Bra-
sil, do 1. de Janeiro al 20 de Outubro de \l\\\
Diada cliega-
da em .
Iwimicmuiii/e
l\'nvios
Nomes dos
capltes
A ordem deqw.m
Do qne
porto
Abril
Main
Junho

ii

Jnllio



Agosto
Setembro

Fortuna
F." Cari
Ellidla
l.jol'rokeu
Amelia
James
Courier
Creoleil
Skatan
Krnst e Chl
Hebe
llarpye
Ybhn
Classzcn
Stowbart
Asa nder
HowmtHin
Thusdin
Red
l.euuernc
Boyren
Sundbcrg
Danhwart
Von Kohler
Schmdt
Normann
>. II. Wilt &C.

Buschech & C.
Le Bretn W.J. & C.
Johnston & ().

Buscheck &C.
Baha
a


i '

Meroin
Babia


Caixas
Numero
dt catea*
Oiilrn carga
398
485
710
480
397
219
443
463
511
231
557
405
337
5:636
30 barricas de assucar
100 sacras de caf
106 de assucar
eioosaccasdecaf!
N. B. Esta diminuta porciio de caf he de vida aos extorsivos diroitos que por elle ae exige na p-
sagem do Sundo, como adiante se ver.
TABELLA COMPARATIVA
do frete que subi pelos rios Elbc e Oder, passando a linha do Zollverein para
dentro, de gneros que interessao ao Brasil, durante os anuos i8ji. 4^ e 4-5._
Caf -
Champe e niel -
Fumo -
Assucar -
Arroz -
Paos de tinturan
1811
por Oder
14:287
46:426
3:115
246:809
34:518
115:935|
por Elbe
314:327
12:080
40:520
336:012
44:41
79:746
1842
por Oder
25:347
12:18
5:072
261:499
42:792
95:934
por Elbe
343:882
2:328
42:232
466:295
71:851
68:282
31:762
14:226
3:084
254:597
60:292
106:918
324:625 q
1:731 i
58:142 '
470:873 '
37:873
75:383
MELHOR EXEMPL



pro-
11
Compare-sn esta tabella o pouco onf imporUdo
,i, va tl.> O/ler, que lio afele Sicilia ou a do
W. sto he, avia directa dos paizes uujj>
, ,, i, este genero, aos porlos da l'russia Fa
..>tlvczes maior r iianti.dade entrada do ladoUoEluo,
lo" lie, por va de llamburgo, e logo se reconhe-
cr o cuello dclrimcntal que sobre as relacoes rft-
las ,.niro o. Brasil e o Zollverein exerce este di-
,'oilo do Suudo, o qual, conforme ao inlimo prego
jjste genero, Mje importa no i ncrivel imposto de
(at 7 por % devendo por tanto a remo^flo d'osto
xuavaganle ejntoloravel imposto urruar o objec-
tuprincipal das retacos diplomticas entictidas com
a Dinamarca; objecto para cujo coiiBeguiment ha
alias muitos colla lloradores, ende os quaes sitos
naisactivos a Pruajlfc'e os Estados-Unidos; estes
.,,!.....| impacientes,.chmo esta visto pelas expres-
aos do defunto Mr. l'pstiur.
Menos incommodados por este tributo se mostrAo
mingle7.es, anda que sfo justamente os navios des-
la nar'io que passfooEstrello em numero maiorde
todas as nutras nacoes; dizem que-esla imliflereii-
,.j vein d'elles persadirem-seque a navegaeilo es-
irangeira hivia dechegara rnuilo maior desenvol-
vimento se este peso se Ihe tirasse.
ARussiatambem no se impacienta com este tri-
buto; ainda que ella tivesse ma.or marinha uler-
eante', seria a mais interessada nasua remoeflo; di-
zem que a llussia por consjderacOes para com a casa
real da Suecia e relacOos du familia mui estrellas,
deixadeprotcstarcontraelle. O llannovcr fazomes-
mo por nilo querer estabolecer precedentes contra si
mesmo a respe i to dos direitosda stade, eallollan-
daacha-se quasi as mesmas cireumstancias por cau-
sa dosdireitosdo Rheno, diretos lisos,:c.,&c., e do
sen litigio com a AHeraanha sobre a livre sahida
para o mar, c vice-versa, &c. Encostando-se o Bra-
sil, a este respeito, aos Estados-Unidos c a l'russia,
wlodeixar de conseguir o que lie de direito, nia,s
nio sem algum esforz.
A l'russia presentemente negocia muito a estere*i,
pcilo pagando os seus navios hoje, como em outra
iK'casifio demonstrei, a soinina de 380,000 rixdlrs por
anuo a Dinamarca por causa d'esle tributo tratndo-
se de urna commutac.o d'elle por umasomma, pa-
ga de una vez, de '/, ate 2,000,000 rixdlrs e mais
um tanto pequeo fio por rada navio que procuj os
portes blticos ( livrando isto entilo tambera os*na-
ios brsileiros .jue frem a porlos prussianos)
sem demora ou formalidades alguinas.
Da sobredi la lista tambero he visivel o gradual
iDgmento da mporlacflo do assucar por ambas essas
lias, imisnei por isto Uto grande como o que teve
lugar no Rheno, aonde se tem importado, s em Co-
logna, 1:794,000 quintacs, dos quaes s a casa de Jost
c lilhos, (danlcs estabelecidos no Rio de Janeiro ',
refinou 805,000 quintan.
Nao lia anda em Slietin mercado para assucares ;
os que |iara la vo silo cucominendadqs directa-
mente no Brasil ou na llavanna (do modo j danlcs
indicado por mim) pelos propietarios das retinarlas,
ou comprados em earregamentos inleiros em Cmoes.
Xflo ha portanto osperulacilo n'enhuma em Steltin
nimia n'este artigo, c isto mrmente por falta de car-
regamentosdevolta-frete. Mas este mercado, cuja
rapaeidade, como se v, nilo he pequea ovai ser.
muito augmentada pelo camiiiho de ferro deStettin
para llerlin ja promplo, ea volta-frete que por oca
falla pode ser creada pela conveniente intelligenca
entre os dous governos e mrmente entre o gover-
no lirasiloiro c a sociedade martima de ifciiin.

eus da Jan jjn n uma
graiido para so tornaron bous
..7:702*858
Alfandega.
Bbmiimrnto dd du 24..............
Deicarrega hoje 25
BrigiicGolden-Fleececarvlo e fero.
Consulado.
Rknbimfnto do du 23.
Geral 117*341 Provincial7*775
undeudo prximo ponte do Recil%, no
coradouro da descarga di carne :, a tratar en
o Agoslinhn de Barros, oa praeinlia do C
lo n. 66".
Leilao.
*m Adomson 4lowie & Companhia farad Icilio, por
inlervocio do corretor Olive ira, do um completo sor-
limeolo -do fqiendas ingiera, propriatdeste mercado :
hoje, 25 do crrante, as 10 horas da manilla, noteu
armazem na tUa d'/yiandega-Velha.
ra d'AJ'a
Editaos.
01llm.#Srrib'apeclor da Iheiouraria provinciae manda fater publico, que, em virtude d'or-
dem do Bxm. Sr. preiidente da provincia de 19 do cor-
rente, ir novamenle i praca, peranle a rneama Ihetou1-
rerta, no da 27 ao meo da, o rendiment doi impos-
los provincias cargo da colleetoria do municipio do
Limoeiro, pelo prego de 698# 112 ra., por tur havido
ofl recmento de mais alera parte do proco, por que fO- ae^aTvra7a7iT S\
s diversos.
ra arrematado. R pata constar mandou o niesmo lllm
Sr. inspector publicar o presente.
Secretaria da tbeaouraria dai rendaa provinciaea de
Pernamboco, 24 'de aetembro de 1845.O secretario,
Luiz dd Colla l'ortocarrttfo.
O lllm. Sr. inspector da theiourara dai rendaa
provinciaea manda fazer publico que no da 26 do
coi rente ecntinusr a praca para a arrematteio da*
rendaa. provinciaea a cargo dea municipios abaixo dvi-
criploa:
lonito......v 1:000,000
Klore .......... 951,000
Boa-Viata......... 627 .00
O licitantes, de idamente habilitados,compareci no
da indicado,ao moio dia.naaala dasst-ssdea da meama
tbeaouraria. Secretaria da Ibeaouraria daa renda
provinciaea, 22 de letemliro de 1845. O lecretario,
Luiz da Cnit* Porloeaneiro.
A cmara municipal da cidadt de 01 inda e uu termo,
em virtud da lei, ttc.
Faiaaber, que, nodiaa25 (boje; e27 do corrente
mez, tero arrematados, por quem mais der, os contra-
toa seguintes : daa mscales e boceleiraa, as caiinba
Oa r i boira, o reparo do acougue, o subsidio do* por-
co. a aenvao do pesos e medida, o aruia/ein grande do
Varadouro, dito pequeo no inetrm lugar, e o impos
lo das canoa dVgoa do Varadouro ; devendo os pre-
lendenteaappareceretn habilita Jo, e munidos dos com-
petentes fadorea. E para que chegue noticia a todoa,
mandamos fazer o prsenle, que ser publicado no
lugares do costumo e pela imprenta. Cidude de Ulinda.
17 de siembro de 1845. Joii Joaquxm de Almtida
(iuidi, presidente. Judo Paulo Ftrreira, secre-
tario.
Preeita-se do uma ama para caa de bomem ol-
|et,ro :< na rila do Apollo n. 22, primeiro indir.
O namero 53 acba-iei venda na praca da Indepvn-
Uei larages.
Ilrfinaciw e comnicnio de assucar hailundcz.
A llollaiula possue hojoll rclinarias por vapor, de
enormecapacidade, eeslas se teemapodorado de t(>do
este ramo, retinando colisa de 50,000,000 de killog.,
quasi a nielado do consumo da Europa deixanlo
lilosmenlc consa de 4 ,at."i milhoes para serem
refinados por todas as onlcas retinaras menores do
paizque anda coiitinuoa iralnilhardomodoantigo,
mas que apenas ja se podem sustentar, e derem parar
mleiaiiienle, se epressh nloadoptiirem os ltimos
nielhiiiamentos e os npparelbos mais aperfeicoa-
dos.
Sao estes arranjos gigantescos, e agrande ceo-
'< iiomia muquttefuzemoitprtiee&soscomapparclhosl&o
aperfeitoudos e em porcocs+to enormes que causflo
a supremaca das relinarias hollande/.as sobre as
i' eslrangeiras e cm grande parte a florescencia do
commerco colonial hollando/.
Xo he smente para Allemanha que os Inglezes
exportilo assucar, mas tambem para Suissa Asia-
Menor, c para lodos os paizes do Mediterrneo; para
os mares do Norte e para o Bltico e aleja para a
Inglaterra, aonde o seu assucar ltimamente obte*
vc favores.
De 7.-i,0O0';b0O de killog. importados, 50,000,000 to-
rno por conln do estado.
He esta uma importadlo que iguala quasi k de
Iluminogo, Antuerpia, Trieste ede lodoso meren-
doteurooeoa juntos, incluindo mesmo a de aasuear
Mtrangeiro (no colonial) no porto de Londres;
poreni, nem por isloesta provado por clculos mui
" exactos que os precos de assucares, eslrangeiros
ate, para reftngcOo, teem-sc niautido mais altos de
*9 por o, um por oulro de que os pregos nos
mercados estiangeiros!
Comtudo existe a prova de que os refinadores
hollandoy.es anda assim mesmo achilo boa ronta
as suas compras dentro do paiz, ainda mesmo a pre-
os tao elevados, n'um memorial que ellcs acabiio
le entregar aos Estados Geraes.em que exiein "que
s compras feilas no cstrangi-iro v. g. em l.on-
dres, Cowes, 6c.,havifl0 de sallir-llies sempre mui-
lo mais caras pelo frete, commissilo, peda deju-
' ros, &c, de que compras preco mais alto feitas
Mim i|n paiz.
O que he um argumento assaz forte para que osf Zl Vt a Uhia *bi
rehnadores allemaes procuren! lamuem obter as f r0l{lt ,.
J suasmiportacOes em dreitura dos paizos produ- Anj#,? j^,,,, ptr
Entretanto, porm, como ja tica dito, nio deixapos
lollandezes de comprar assucar bruto tambem era
Londres e no Canal, e s urna rasa de Amterdam
pagnu n'este auno f6,000,000 de direitos ; mas tu Jo
"lose explica mrmente pelo alto premia deexportn-
(iosobre o assucar refinado que a Hollando da a cusa
"Jo erario publico, contando resarcr-se d'este gran-
de sacrificio pela manuloiiQilo doseu comrnercio co-
'onial, para o qual a manutenerlo da flor e da maior
possivcl exleuaflo e perfeigo das retinaras he uma
condicao ndlspnsavel.
(|Hrasilv6,pois,aqiii claramentecomqucm tem de
'Ciar no mercado de assucar do Zollverein, e na ver-
ane, de todo o mundo. Refiro-me, porm, muipar-
,lp"larnienleaiiida ao documento n. 3, que mostraos
torcos que se fazcm para no ter de abrir mSo do
monopolio que anda os llollandczes possuem.
As eouipiasconsideraveis, que os reiiadore* mui-
'j's ve/es fazem no Canal, de assucares do Brasil ou
';l Havauna silo feitas obriaudimeiile por el les, para
poderem fazer as misturas convenientes com os
Ca las tinda do Sul pelo paqutt inglez, em 23 de si-
tembro.
Antonio Jos de Santa Anna, Elias Marino i Falclo
A. M. .Francisco Antonio de Almeida A.,F.Manoel de
Faria Coulo, Ignacio Jos de Couto, Joaquim Lopes
Costa 61., Joao Ferreia Cotia, Jut Francisco de
llarrus R., i. F. Costa Guimaraes, Luti Barbosa A.
R., Melquades Antuooi Almeida, Miguel Gongalve
Rodrigue F., Manoel Mara Rodrigue N., M. Ro-
driguei Carvalbo. Sypriano Antonio G., Silvano Tei-
xeira Guede.
Kxiatem na administraco do correo delta cidade
as carta segura para o Sr. abaixo: D. Anna Per-
petua Jess Solsona, Joaquim Cela no Soma Couei-
ro, Joio Manuel Jess da Malta, Ju da Silva Cam-
pos, Pedro Tome de Castro Araujo.
COMPANHIA DE BEBIRIBE.
O caija da companbia de Bebiribe avila aoa Sr. ac-
cionistas queseaaflBltdo o praio marcado para o
recolbimento da ultima prestavo pedida do 6 por cen-
lo ; e que tem de prestar coalas ao principio de oulu-
ro prximo. *-
O donos de candas que quizerem mandar ro-
celier agua do Prata em Ponte-de-Ucba poder
eoinprnr vales em casa do caia da companbia na ra
da Cadeis do Recife : cada um vale para uuia canoa de
agoa be 520 ra.
Recito 23 de selembro de 18-15. Ocaiaa, M. G
da Silva.
Avisos martimos.
l'-ira a Rabia logue viogem com o brevidade pos.
sivel a sumaca Roa-i-per anca, meslre Joaqun) Anto-
nio da Grava: quem na mesma quier carregaf ou ir de
passagnin, dirija -se ra da Crui o. 45, em cata de
Joaquim Jos de A mor ni.
Para o Aracaly tai aaumaca Flor-do-Angilim,
quo te acba quati carregada; ainda pode receber adunia
caiga e paitageiros : Irala-se com o ilustre Bernardo da
Sousa, ou com Luiz Joi de M Araujo, na ra da Crut
n. '6
=Para a Babia sai, em poucoi da,a sumaca S. An-
na : para carga e paiiageiro, trata-te com Novaes
Companbia, na ra do Trapiche n. 34
' ra quanlo intes a iumaca Ven-
pregada de cubro, meslre Jos
a carga e passageiro, trata-*
cuu M. 1). Rodrigue, na ra do I rapiebe n. 20.
Para o Aracaly tegue viagem, com a maior bre
vidade ponivel, a maca S. Crin : quem na mesma
qullt carrejar, dirja-e ao capillo Manoel Pereira de
Sa, ou na luja de cabos, ao ladu do Corpo Santo, n. 25.
=m O patacho (Jlivtira segu para o Au com bre-
vidade: quem no meso o quizer carregar, dirija se a ra
da Cruz n. 31, 1. andar.
Para a Baha segu, no decurso da semana rem
talt; o urigue Phidro, o qUl ainda pode receber al-
goma carga : para o que Irala-se com Amorim Irmaos,
na ra da Cadeia n. 13.
Sai rom brevidade para o Ro-de-Janeiro o pa-
tacho Paquett-do Uio : para carga, passageiro e es
cravoa a frete lrla-se com Gaudino Anosliuho de
Barro na praeinha do Corpo Santo, n. 66.
=> Vende-te o bugUe Independmle. forrado de co-
bre de lote do 11 mil arroba, para man ou menos ,
ebegado ltimamente do Rio-Grande do-Sul ; acha- le
OGEAMOR PBMCO.
Siliio Irofe o n.47; eeba-1e venda na praca da
Independencia linaria ni. 6 e 8.
= AlugYsc o segundo andar da casa n. CO da ra da
Cruz do Recife, comflammoilos sufficientes pura urna
lamilia : o pretendile* dirijao-so a ra da Cadeia do
mesmo bairto, loja u. 40.
Aluga-se o segundo ou lercoiro andar da casada
ra di. Quejmido n. 14, com bastante commodos,
ozinha lora; o terceiro tem um solio com basantes
commodos : a tratar no 2. andar da mesma ca.
= Aluga-ie urna cata com grandes commodos no
lugar da Capunga : a tratar na ra da Madre-de-Deas,
n. 36, 2. andar.
Jgincia de paswportes.
Na ra do Rangel, sobrado n. 9, lirao-se passapor-
teapara dentro e lora do imperio, e despacho-*e etera-
voi; ludo com muita brevidade e por preuu mu tu
commodo.
= Quem precisar de uma ama secca para casa de
uma grande ou pequea familia dirija-te a ra das
Cinco-Ponas n. 65.
= Jos Marques da Costa Soarea embarca para o
Bio-de-Janeiioo seu escravo Manoel.
= Na ra do Ailerro-dosAlugadoi n. 7 alu-
gSo-ie prelaa para venden rn azeile de carrapato.
= Piecisa-ie de um fetur, que saiba tratar de hur-
ta enehertar e todo o maiiieivico de um litio ; no
Alterro-da-Boa-Visle, n. 43.
, Novo armazem degenero da Ierra no neceo do
Pene- Frito no tundo da casa que faz esquina para a
ua do Queimado : o compradores acbamo constante-
mente, neste deposito farinba de mandioca em porcau
o a relalhos do toda as qualidades o preco ; beta
como arroz, leijioe milito; ludo por pre?o menor que
emoutra qualquer parte.
=- Aluga-se o segundo andar da casa nova, na ra
do Dique ; um tobrudinho na ra de norias n. 40 ,
bairrodeS. Antonio o segundo andar do sobrado da
roa da Guia, n. 17, bairro do Recife : a tratar com
seu proprielario, Antonio Joaquim de Souza Ribeiro ,
na ra da Cadeia n. 18.
= A mesada irmandadedo Senhor Boro Jatus das
Chagai da igreja de N. S. do Paraiio estabeleceo um
oflioio de agona para todos os irmaos de ambos o
sexos, entrando cada um com uma pequea quantia
para a deapeza do mesmo officio.
Precita-se de um feitor para lomar conta de um
litio pertoda praca ainda meimo sondo catado, com
pouca familia : quem ettiver neilai cireumstancias ,
dirija-se ao escriptorio do Johnstun Pater 4 Compa-
nbia na ra da Madre-de-Deo, n. 3.
= Joaquim Rodrigues uarte, Fuituguez, vai a Ba-
bia, a tratar de seu negocio.
sArrenda-te o 1. andar e aloja da cata duSr
Beranger na ra Nova n. 7, entrando no arrendamento
da loja a armacao e as caiaa terreas que lazem paite da
mesma I ja; pudendo esta e suai dependencia alugar-se
separadamente do 1. andar : trala-se do ajuste na
meama loja.
'=F. Duprat.tendoa fazer urna viagem para torada
provincia, | ede ai petioas a quem Iflr devedor, que Ihe
mandem sual conta at 50 do corrente aetembro, para
seren pagas; aproveila etla occasiao para c nvidarai
peitoa, que Ihe devem, hajao de pagar leus dbitos
com toda a brevidade, na ra Nova, n. ".
-O abaixoassignado lenh >r e pnnuidor do crioulo
de nome Antonio,deidade di- 28annus,estatura regular,
ebeio do corpo, barbado, cantus na cabeca, hem fal-
lante, roito redondo, e com um ca tombo em um
ifmdedo da mSodireila, por compra, quedelle lizeru
em 6 de junho do crrente anno, a Joie Leonardo, des
ta praca, que o havialomprado a Joio Ferreira de Al
ineida Callado, morador no Altinbo. onde dizem adiar-
se acuitado o dito eteravo ; roga a toda as autoridades
policiaes e capules de mallo a appieheoto du mismo
eteravo, e a sua condueo a la Diruita, sobrado a.
40, ou ao engenbo doi Piotoa; prometiendo o mesmo
abaixo assignado a gratificaban de 504 n. a quem quer
que Ihe liier entrega do mesmo eteravo.
Joti t irn ando da Cruz.
Sahio a luz o primeiro volunte do Trtadoda
Relgio, traduiido pelo bacharel G. de S. e Queiroz.
Os .Sr. subscriptores podem mandar receber oa seus
templare, no Recile om caa do Sr. padre J. A.
Marque, ra do Amor m, n. 17; em bnda em caa
do Sr. Caito de S. Martim, rus de S. Bruto. <*a
Sr., que quizerem tubicrever, ieceb>rad logo ol
volume, que le acha ornado com uma fina eiuoipa du
retrato do Esm. Sr. arcebispo da Babia. O 2 e 3."
volumes esli quasi promplo na typograplda de Sant >
& C, e poddio ter entreguei at o fin de outubro
prximo futuro.
Subscreve se a SjOOO pelos 5 volumes.
0 abaixo assignado. romo inventarenle do caa I
-da fallecida D. Constancia Mara Falcio do Reg, a-
pezar de jolgar que o dito cait.l nada deve, com ludo
fax aciente ao letpeilavel publico, para qne quem le
julgar redor ao dito casal, haja de apreienlar leus
documento dentro doprazo do 15 das, a contar da
data diste, para serem altondidos cuino fr de de direi-
to Jote Oomes Villar.
Aluga-se, por pie(o commodo, ana caa na ra
ENCONTRADO
v
rdoan- da Soledade, com dusa talas, aeii quartja, cosinba l-
Qt'di- ra, com grande quintal murado: trata-te na ruada
Uio Sin- Aurora n. 58.
Aluga-se uma caa j>or preco commodo na roa
atraz da matrix da Boa-Vista, com duti sala, teja
quarto, cosioha fura e quintal morado : trata-te na
ra da Aurora n. B8.
=s Luiz Jos Marquet faz sciente a lodo os leus
freguezei, tanto da praca como do matto que j mu-
dou sua venda da esquina do beceo do Trena para o
aeu lubrado delronte do mesmo becco aondo espera ,
que todos os leui Tregeles Ihe contiouem a frequan-
tar a tua venda ; ppis que tem boaa qualidades de g-
neros a veode-os barato.
= Quem tiver, na praia por delrai dos predica do
Bt$. Manoel Goncalies da Silva e Jo*" Hegino de Mi-
nada madeiraa qoeira quanto antei remove-las,
eno RcaraO enterradas no atierro que te esta laxan-
do e no le conientir depoii abrir eseavacoea para
itiaenterrar.
_t= Aluga ae uma can terrea no pateo de S. Jos :
a-tratar na ra do Livramento, n. 22.
Aluga- e o primeiro andar da caa da ra Nova ,
n. 09 torrado de papel e asseiado : a tratar na mea-
ma caa. m .
Conveniencia.
= Faiem-so pnluraa por preco mais comrttodo
do que em nutra qualquer parte tinto na praca como
no matto por haver, para eite efleito um completo
soitimento de tintas, oleoa, vernizea papel de torrar
sala, e vidro do Indos o< lamanhoi; de qualquer desloa
objectos se vende em particular ai porefiea que ae
precisaren! ; trorio-se imagena e oratorios, a maia
i erleilai e do mclhor gosto: na loja de drogaa, pintor a
vidraceiro na ra daa Cruzes n. 2S juato a typo-
grapbii rio Diario di Pirnambuco.
= Aluga se urna cata grande noiitio do Cordei-
ro a margem do, rio L'apibaribe, com eslribaria para
Sravallos, roeheira coxinba tora &o. ; uma dita
hiequena no niesmo silio tambem com esliibaria
para A cavalloi ; um dita terrea na Soledade o 17 :
o pretemlenles dirijo-se ao paleo do Gormo n.
17, a fallar com Gabriel Antonio.
Lotera (lo Seminario.
As rodas denla Inicua ndito imprete-*
i velmenle no da 3o de selembro, li-
quen) ou no blhfles por vender: os
poucos billieU's que lia acbao-se venda
nos lugares j ;nnoticiados.
= O Reverendo Snr. Bcnlo Alves Ferreira queira
dingir-se a ra da Cadeia do Recife loja de Jlo da
Cunha M-galliScs para se Ihe entregar uma carta ,
vinda do li.
= Aluga se um preto para qualquer servifo lin-
io de. ctia como de tua ou para trabalhar em litio ,
por j ter diaso pratica : quem o pretender, dirija-se
a ra do Rozario da Boa-Vista n. 32.
se Roga-te es pestoat a quem lorem oflerecidaiduaa
hacas ae rame sendo urna grande em bom esta-
do lmente como aramo de ferro da beira quaai a
largar e alguma cousa amistada no fundo e a pe-
quena com pouco uto : ai laca levara ruada Conceicio
da Boa-Vista n 9 lado da igreja. Ai ditai bacn
foiao furlada* ai quatro boraa da madrugada do dia
violo o quetrodo corrente, tendo-ie penenlido; o
ladino lugio pelo u.uiu da ra do Tambi, re-
conbecendo-ie apenas pela altura, quando fugio ; pe-
de-se a autoridades,Jque noi livrem desle madrugado-
res : pcit nao he a primeia vez; porque j detappa-
receo um tacho.
Dcaeja-te fallar coma Senhora D. Rita Piolo a
cerca da cata da ra daa Trincheiraa aonde outr'ora
residi : quena portanto aonunciar por eala tolla ou
mandar a ra do Hospicio em caa do capillo Alfon-
so que te dir para o que he.
= Frecisa-se do um feit r : quem esliver nealaa
circunislancias dirija-te ao litio de porlao de ferro ,
junto a capella de \ Jos do Manguinho
= Na ra da praia do Caldrireiro o. 6, ao sabir
do becco do PAcmho lava-ae roupa de varrella sa-
bio cosem-tc cainitas e vestido de senhora de di-
versas modas: cose se toupa de alfaiate; fazem-ielou-
cas de meninoa; ensinio- u pela a coxinhai e engom-
mar ; entinSo-te a meninas e negrinbas a coier cblo ,
bordar, fazer lavainlo e marcar ; tambem cozinha-te
pira lora e manda-te levar ; ludo com muila perfei-
(lo e pre(o commodo.
= Arrenda te o primeiro andar a loja do sobrado
n. 18, da etquina da ra do Fogo : a tratar na roa daa
Cruzes n 20, primeiro andar, oaa tercas, quietas
e aabbadoi.
Quem precisar de um bomem para fazer atra-
car e trabalhar em cita de caldeira para um eoge-
nbo fura Ja provincia ou para Angola dirija-te ao
Atterio-dos-Alogado n. di.
ss Otto llem ique Krohn, iubdilo Dinatnarqoet,
e Cbfixlianno llollman aubdilo Allemao retirlo-ae
para lora da provincia.
== O bacharel J. J. da Fonteea. advogado dos Sra. ,
doulor Francitco Elia do Reg Danta Jote Antunes
Guimaraes, e Manoel Jos de Souxa eale tulor doa
urpbao filboi de Mailmho Jote da Souxa e aquel-
let como adiiiiniatradore de tuit mulherea berdeiroa
a fallecida Senhora l). Constancia Mara Falclo do
llego, vendo o annuncio do Sr. Jote Comea Villar no
Diario o. 212 ( de hontem), em que, inculcando ae
de inventarame do caial daqurlla tenbora convida
a quem te julgar credor ao mesmo 1 apresenUr-lbeoa
documentos previne o respeilavel publico( o eapeeial-
menle a quem lor devedorao caial) para que como
tal o nio tenbio visto que em juiro elle nlo Ibi re-
conbecido ainda e promovem-ie M meios permiltidoa
em direito aot mencionados herdeiro a fim de oblar-
se que o Sr. Villar ni leja nomeado para dito cargo,
pelaa raides expotlai no juno de orphloa.
FspeieoSr. Vilar pela decitio, para eolio figurar
de inventarianle ae por ventura fur nomeado.
Troeto-ae duaa imagena, sendo uma de N. S.
da Conceicio, de pedra da Babia e outra de N. S.
da Agrclla muito perfeila ; na ra da Somalia-Ve-
Iba n, 143, aegundo andar.
Eoaiua-ae grammatica latina com toda a pericia
(lo e en breve lempo ; e da meama torte philoaopbi-
e rhetorica : na ra Nova p. 52, primeiro andar.


No ra dt> Cabug, lojasdo Pereira & Cuides,
existe urna caita para o Sr Joinuim Pereira da Silva,
inda do Porto; a qu&l se tirou do correio por encuno.
Precisarse do uin rapaz <|ue li'nlia ba lotlra ,
pina escrever em livros ; na ra do Vigario n. 23,
segundo andar.
Na ra Dircila n. 112, casa do escrivo Vas-
(micoiliis ,- torn um bom sapolciro escravo us sonho-
rai quoquirerein calvado por monos proco, e de bom
gosto niatidem no chumar
O ahaixo asignado avisa a qualqer pessoa a
quem for aprcsonladu una lollrada quantia de 300iO-3
rt. acceita por Jos Joaquim de Sousa e saceada
pelo mismo shaixo assignado em B de unbo do cor-
rente ajino a vencer-te a 28 de juuho de 18V7, de
nflo fazeren negocio algum com a dita lettra, visto ter-
se inesiiia desencaminbado do que j esta preveni-
do o nuestro ai ce i (.inte. I.uilgiro Teixeira f.opti.
4
s
Compras.
xz Compra- do de carreiro e aberla com urna tuboa no fundo,
que comluza 8, ou 10 pessoas: na ra de Apollo, ar-
mazein n. 18. ou onnuncia>
ComprSo-se 40 milli-iros de lijlos de alvcnaria:
no revi da l'r.iiri n. 43 lovando amostra para se
justar.
Compr3o se, pura fra da provincia escravos
de 13. 20 anuos ; sendo de bonitas figuras psgio-so
bem: na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar do veranda de pao n. 20.
= Comprao-sc dous escravos um pedreiro eou-
tro carpina.para umaeneommendo do Itio-Grunle-do-
Sul ; sendo bonitas figuras, pago-sc bem : n ra
i!o Collegiu arma/eni n. 19.
= Compra-se um piano vertical chamado de ar-
mario, que esteja em b un uso e lenba boas vores;
na ra do Y igario n. 23, segundo'andar ou en-
' nunrie
= Cdmpra-so um Irancelim de ouro em bom uso,
para re'ogio ; na tua da Cruz n. 26.
lis sortimentoi de -ourama; panno par col-
unia caixa eom calcado por muito barato
Vendas.

.sa 'luja n. A da pratpa
da Independencia, vende-se
rape priitceza de Lisboa em
botes e meios hules, cDegados
proximamenle em o navio
Rob'un
Hom e barato I
=Vendcm-sc riquissimos cortes de riscado cliinuz ,
do I6covados, 4500 rs. o corto, riscados froncezes ,
multo finos, a 220 e 300 rs. o cotudo ; superiores cor-
te do cintas mullo linas, do i3 covudos das mus mo-
derna a oiOO, 3500, 3800 e iaOO rs. ; cortes de
diuicom lOcovtfdos escuras u itiOO, 1800 e 000
rs. ; lindissiinos cortes de turlutana muito superior, a
-ioOO'rs de gosto o mus moderno ; cortes do novo
padrCes de casta chitas trasparentes de muito bom
gosto, a 2iO e 2300 rs. ; casimiras de muito bom
gosto para calcas do superior qualidade de quadros
< liatras o I ztl o OO rs. o covudo ; brelanhas de
1 rolo, a 1600, 1800 e 2000 rs. a peca; esguio de
superior quulidade e de puro linho muito fino u 1500
rs. a vara ; bretanha de varas de luibo puro lina,
a 2800 e 5200 rs. ; superior luslao brancu a ls rs. o
covado ; pecas de bretanha de Franca de 4 palmos
o rneio de largura do qualidade a mus superior sen-
do de linho puro, do 6 varus e meia a (500 r. a
pepa, muiio fina, tal e quul uo esguiio ; orulunha do
helio mullo fina a iO. tiiO e 720 rs. a vara ; su-
perior bi un trancado brumo de puro linho milito li-
no a 1000 o 400 rs. a vara ; punno lino azul e pin-
to a 2500 rs. o covudo; selim de Maceo., prelo paru
collete de superior qualidade a 3200 e 4500 rs. o
covado ; chitas a 120, I 1(1, 100 e 180 rs. o covado ;
ditas finas escuras a' 220 e 240 rc-is o covudo ;
pacas de chitas, a 4800, 5200, 5500, (000 e (500 rs.,
oscuras ; madtpolao, a 150, 160 e 180 rs a vara ; di-
to lino a 200, 220 e 240 rs. a vara ; madraste fino ,
a 280 rs. a vara, e a peca muito fino, a 5200, 3400 <
.'i.'iOi) rs. ; superior madapolo enlistado a 5800 r>.
a peca ; madapolo a 2800, 3200 e 3400 i a peca;
dito lino a 4000, 4200 e 4000 rs. a peca ; chales de
lia e seda muito finos e grandes, u 4500, 4800 e 5000
rs. ; chadrez do linho, de muito boa qualid .de e pro
prio para aqueta a 320 ri. o covado ; alm deslus fa
zendas, hn nutras mullas de superior qualidade por
barato preco : na ra do Collcgio, luja n. 1, de An-
tonio de Azevedo Villaroucod Irmio.
33 \ endem-ie saccas de familia muito boa e no-
va a 3100 r. com Iqueire da medida velha ; na
ruu da Cadeia Velha n 47, primeiro andar.
= Vende-se potassa muito nova e do superior qua-
lidade em barr pequeos: na ra da Cadeia do
lieale armaze ii do assucur, ii. 12.
= Vende-se muito bou cera para igrej chegada
ltimamente do lio-de-Janeiro ; ni ra da Senzalla
Velba n. 110.
= VenJe se um salva de prata muito rica pura
6 copos de agoa e tambem pode servir para levar vela
em igreja para baptis*do : nu ra da .Semilla- Velha,
n. 142, segundo andar.
= \ ende-te p la>u da Russia nova e de supe
rior qualidade cal viigem em pedra cheguda pro-
ximaaiente de Lisboa em barris de quulro arrobas; na
ra de Apollo armazem n. 18
= Yeiideoi-so suecas com muito boa familia a
3200 rs. e com inilbo, a 4160 rs., na ra do Crespo,
lo) n. 15, de Antonio da Cunta toares Culinario.
= Vendeni se chapeos do Chile ; ugoa de Colonia
da muito supe ier qualidade, do I'. M. tirilla; nvelos
d lnba para marcar : na la da Cruz, n. 18 casa de
J. Keller & Conipanhia.
. = \ ende-se vinhu de Champagne de muito boa
qualidade; n rueda Ciuz, n. 18
=Vende-e n ra da Crux n. 18 casa de J.
Keller ceze por commodo preco ; bom como palles de cubra
i; caroeira de lustro; cerneir.s linas de cores para chu-
i.eleiro ; ceuro grande pioprios para eumeno, e
outios ma
chao ; e urna
prego.
= Vende-se um escravo rrioulo de idade de 25
annos, bom oflicial de alfaiate ptimo bolioiroeco-
cheiro; na ra de llorn, n. 140, te dir quem "
vende o o motivo.
= Yendem-se 6 moradas de ca-os ; na, ra do Co-
tovello, n. 19; na ra de S. Tbereza n. 17; na ra
Imperial, ns. 44,46, 204 e .'06 ; um cbio proprio ,
na cidade de Olinda com alicoreo e um oitio ve-
Iho meieiro com a Senlion 1). Dionixia na ruado
Malillas Ferreira ; 3 cabra (bicho) paridas; um ca-
pado ; leilC.es e Jeitoas; unu4porca parida,de boa casta:
na ra Imperial armazem de sal n. 218, a tratar
com Irancisco Xavier das Cbagas.
- Vende-se cha hysson em caixa de 13 libras, em
portese aretalbo; em casa de Mtlheus Auitin & C. na
ra di <4ITandega Velha n. 36.
Tasa da Fortuna, ra Direita, n. ii.
= Yendem-se cautellas da lotera do seminario, que
corro infallivelmente no di 30 do correte ; rneio*
bilbetcS da mesiiia lotera a 4500 rs
= Vende-so urna escrava de ptima conducta com
duna fullas, e bastite leite sabendo engomnar,
cozinhar o lavar, tanto ih) sabo como de varrella ; na
ra do Livramento n. 22.
= Vende-se um prelo forte e robusto para qualqer
artico ; na ra da .senzalla-Nova n. 4.
i-=\ ende-se 1 pardo proprio para o rtico de campo;
urna parda pojada sem vicios ncm achaques : na ra
daCiuz, n. 4o, em casa de Nascimento Schaefler
6 Companhia.
Vende se urna pardinba de 20 annos, de boni-
ta figura engoinnia, cose, faz renda cozinha e lava
de sabo ; duas esersvas de 24 annos do bonitas fi-
guras, com habilidades, urna dcllus tem um lilo mo-
Icquc de 7 annos ; urna cabrinba de 13 annos, cose
e faz renda ; urna nogrinha de 7 annos; dous moleques
ile 13 annos; duasescravas de necio mofas, para to-
do o servico ; um escravo peca, de bonita figura, pti-
mo canoeiroe bolieiro : na rui das Cruzes n. 22,
segundo andar.
= Vende-se urna preta de naci de idade de 18
annos, com urna cria de 2 mezes com muito bom
leile cozinha cose lava e engnmmu ludo pouco;
na ra da Cadeia do lenle n. 45, segundo andar.
=\ tndem-se meios billittes da lotera do semina-
rio que corre imprelervelmente no da 30 do cor-
rele : na ra do Collegiu, luja n. 1.
-= Yenilem se 10 escravos ; sendo um preto de 28
annos, mestrecarpina e de bonita figura; um dito
de 23 annos ; um moleque de 10 annos, muito lindo;
7 | i el.is com algumas habilidades de 20 a 23 annos,
de bonitas figuras: na ra das Mures n. 21.
= Vndese um moleque de bonita figura, de ida-
de do 16 annos; um carrinho deduas rodas; um ca-
vallo muito bom para carro ; na ra e Ircla do (tea-
rio n. 43, segundo andar, das 6 as 9 horas da ma-
oli5a.
as Vende-se familia da tena a sacca a 3200 rs.
na ra do [(ngel, n. 25-
Vende-se capim de planta a 100 rs. a arroba
em Olinda siti de Sehasliao Lopes.
Vendem seosseguintes livros : Contesse d'Eg-
mont, 2v. { Le cont l'Abardage, 2 v. ; Aventuras de
um Itenegndo ; I.icdes do direilo publico ; Kconomi
poltica; Contrito social ; Guarda-livros moderno 3
t. ; urna poico de livros em branco ; Constancio ,
grumiiialica francezu; un par de malas um bom uso ;
urna curente de ouro na ra Direita n. 9.
Vende-se um preto trabulbador de enxada sem
vicios neni achaques, pelo barato pieco de 300j rs, :
na ra Nova, n. 9.
= \ ende se um grande sitio de Ierras proprias em
ebiiibe-de-Huixo denominado Sitio dos-Cuquei-
ros conlendo Ierras de pointutoes e mallas, omi-
to excedentes baixus para plunlacao de capim, muitas
aivores de fiuto com perlo de 3 mil ps de coque-
ros, prolimos a dar Iruto, um extenso cercado par con-
servar 20 vaccas de lele pasando em toda esta fren-
te o rio liebiribe : a tratar com seu proprietario na
ra da Florentina n. 16.
= Vendo se, cominodamenle urna grande fabri-
ca de oluria boje arrendada para oulro mister ; leu-
do pe rio de 200 palmos, oferte raes de pedra e cal ,
rom a frente para a nova ra que sai no campo de
palacio; leudo cenlo e lanos palmos do frente e os
meninos de fundo ; proprio pura se edifica/ trez pro-
piedades de 30 palmus cada urna licando ainda ter-
reno para um largo puiio do entrada para a referida
fabrica: na ra da llorenliua. casan. 10, para ver
contratar com o proprietario.
= No armazem de Krunciico Din Ferreira, ao pe
da alfandega vende se tapioca boa a 1200 rs. a ar-
io ha i charutos de regala ; (uu.o em folba; colla; lu-
do chi'gado da Rabia.
=Vendcm-c duas esclavas de todo o servico, mocas
e de bonitas figuras ; urna dita roiinlieira e engom-
madeira ; um preto moco de22 annos, canoeiro e
de todo o servico : na ra larga do Horario, n. 46, se-
gundo andar.
= Vendem-se e slugSo-se muito boas bichas de
llamhurgo muito grandes e as melhores que hi na
Ierra; e vio-te applicar pera mais commodidade dos
pretndenos : na la estrella do Ito/ario defroote
da ra das Larangeiras loj de barbeiro, n. 19.
= Y ende-se urna parda com una cria do dous me-
zes muilo boa engommadeira o lavadeira ; na ruado
ebo n. 18, primeira casa pastando a venda.
Yer.dcm se muilo superiores bichas, por preco
m'ais diminuto do que em oulra qualqer parte, por
ser um resto que ficou das que vjrrao de fra ; no
Alieno da- lio.i Vista Ii j i de miudezal n. f>8 ou
na ra da Conceicaoda Boa-Vista n. 9.
= Vendem-se duas escravas de 17 a 18 anno ; um
parlo de 17 annos todos sadios e de bonitas figuras :
na luja da < squina da ra do Cal uga junio a botica de
Jiiiio Moreira.
= Vende-se o silio na Pussagem-da-Magdalena ,
que foi do finado Antonio Annes ; na ra da Cadeia-
Yelha n. 60 se dir quem vende.
\ cndein-se queijos de qualha e de manleiga ;
cera amarella ; couros espichados : na ra da Concoi-
deo da Uoa-Viata n. 8.
= Vende se umu porcao de prata sem feiliu ; na ra
do Vigario, n. 11.
Vende-se boa carne do sert3o d0
Araraty, por prefo commod: no arnn-
zem (Moaquim Goncalves Vieira Guima.
i Sos, no caes da alfandega, pertencente a
Lima Jnior & (\
Vende-se farelo ern saccas f elo
mdico preco de a'56o, 3s'oo, e 4'ooo:
na ra da Senzalla-vellia n. i38
Venderse vinagre bran-
nada velha: na ma do aterro
dos Alegados n. 7.
Vendem-se saccas com superior col-
la da Balm: na ra do Queimado, |0ja
de ferragens n. l3.
Escravos Fgidos
= Yende-iV,,ou arrenda sea loja do sobrado da
rus do Queimado o. 14, com um pequea purclo
de fazendas ou sem ella ; duas caixinhas de ferros
para cirurgii por commodo preco; velas e algalias
de gomma elstica de todas as grossuras: a tratar no
segundo andar do mesmo sobrado.
= Vende-se urna escrava de Angola muito bem
parecida alta e corpolenta representa lar de idade
25 annos, tem nonhum vicio nern achaque cozinh
o diario de urna casa engomma, cose soflrivelmenle :'
e fax muilo bem bicos e rendas; na ra do Queimado,
casi de Antonio di Silva GusmSo.
= Vende-eum rico eeravo, optimojpar o ervi-|co nacional a 400 rS a C
Co de campo, por ser bastante corpulento ; na ra da
Cadeia do Kecile loja n. 40.
= Vendem-se 4 preto de bonitas Eguras de ida-
de de 18 a 24 anno ; aendo um bom coz.inbairo 3
pardas; sendo urna engommadeira, coslureira e coii-
nheira do idado do 18 annos ; urna negrinha de 11
annos; ^ennis de etna cera amarella ; dita de car-
oaba ; couros de cabra ; bezerros; ludo por preco
commodo : na tua da Cruz, venda n. 51.
= Vende-se muito boa fanba ebegada ultima-
mente do rio de S. Francisco a 3200 rs. a sscca e
sem lace a 5j rs. ; na ra do Bangel, o. 39.
= Vende-se urna bonita erioula de 22 anno co-
zinha muito bem cose e engomma com toda perlei-
Cao relina assucar, (ai bolinbos de diversas qualida-
des, he muito fiel e amorosa para criancas, em vi
ci nern cheques; na ru Direita n 63.
Remedio para a lutitt dot ouvidot inveterada ,
nao tinao de naicimenio.
= Vende-se ni cidade de Braga em casa de Joa-
quim Rodrigues di Cunbi ra da Conega, n. 9, ou
na do Porto roa de S.,Anm, em casa de Minoel d
Almeidu Krandio; n. 139; remedio muilo efBcatptr
surderdot ouvidos inveterada,nSo sendo dt-jnascimento:
cusa um vidro cheio 800 rs. Iterado com a firma de
seu sulor ; cujo remedio he na sua applicacio mui-
to suave e nada incommodativo :
ImtruecBa para uso daquelle remidi.
Pela manha em jrjum urna hora pouco mais ou
menos dopois de vos haverdes levantado da cama lan
careisdentio nos ouvidotquatro ou cinco pingas daquel-
le remedio assim mesmo Irio como esta tspindo-os
depoi muito bem com algodlo em rama ; o mesmo
pralictreis noute o lincar-vos na cama ; em quaoto
usareis aquelleremedioevitireis.oquanlo vosforpotsivel.
de apanbar vento ou muilo calor ; nao suindo nern
molhandu o ps; ibstendo-vos de comidas algada ,
a/eda, ou muilo reimosas.
<= Vende-so oleo de linhaca em quartols e bar-
r mais barato que em oulra qualqer parte; na
ruado Vigario n. 23 segundo andar.
= Vende-se um escolente terreno -prompto par
se edificar ; (em 60 palmos de (rente, e 170 de fundo,
com um alicerce de 150 palmos, prompto, com
frentes livres, sito na ra da Praia ; faz-se todo o ne-
gocio com quem o pretender: a tratar na ra do Vi-
gario n 23 segundo andar.
= Vendem-se meios bilbetes da lotera do semina-
ria a 4500 rs. ; na ra do CJueiraado n. 27.
= Vende-se um bote novo muito veleiro e segu-
ro de bordo cpm todos os preparos para o diverlimen
te de bordejar ; na ra de S. Rita, n. 85.
*= Vende se encllente familia de mandioca vinda
do Rio-de-Janeiro, muito fina e olera, por barato pro-
co ensaccada ; no etciiploiio de Firmino Jote Flix
da Rosa & Irmao na ru do Vigario, n 23.
ss Vende-se um txcelleote e postante preto de
bonita figura com principios de pedreiro ; na ra do
Vigario n. 23, segundo andar.
= Vendem-se duas escravas de naci muito lin-
das de idade de 18 a 20 annos, cosem cozinhio ,
e sao recolhidis ; 3 dtis de idade de 20 annos, coxi-
nliao e engommao liso ; urna dita boa cozinbeira; dous
escravos de navio mocos, de bonitas figuras; um mo-
leque de 18 annos: na ra Direita, n. 3.
Vende-se urna loja de calcado na pisga da In-
dependencia com poucos fundos e muito afregue-
/ada ; a tratar na niesma loja, que todo o negocio le
Tari.
ss Vendem-se caixas de tartaruga ; na loja da es-
quina da ra do Cabug, que rolla para o quartel de
polica.
= Yende-se um moleque de 12 annos, crioulo
ue bonita figura ; na ra da Cadeia do Recife n 47
primeiro andar a tallar com Jos Pires de Moraes.
= Vende-se um calix de prata rom patena e co-
Iher, e duas podras d'ara; na rus de Hortis, n. 140.
= Yende-se um berco do Jacaranda de goslu m_-
derno, por preco commodo; na Camboa-do-Carmo ,
loja de marcineiro n. 24
* Vendem-se, por preco commodo dous lindos
moleques, de idade de 15 innos sem vicios nern
achaques; um dito de 12 annos; urna bonita parda
de idade de 18 annos, de reconhecida conducta, e com
boas habilidades; 4 escravas de naci aseodo lodo
o servico de urna casa ; urna dita ptima quitandeiri,
e muilo fiel por 550 rs. ; urna pardinba de idade de
17 annos : na ra de Agoas-Yerdes, n. 46.
Vendem-se oculos de 2 e 4 vid ros pan todas
as dudes; urna preta de 30 innos pouco imii ou
menos com habilidades, e vendedeiri de ra: na
ra larga do Bozario loja de miudezai, n. 35.
Vende se Direilo Mercantil ; Postilla do Com-
mercio ; Extracto das sis ; Jurisprudencia Ecclesias-
llca ; llemonstiicio Theologica; por preco commodo:
ni rui da Senzulla-Velba am.izemu. 106.
Vende-ie um pietode Angola, de elegante figura,
moco muito robusto proprio paru o servico de cam-
po ; o qual te vende em conta por (er um belid no
olho esqueido : no Atterro-da-Uoa-Yist loj* de al-
faiate, n quina do becco.
Vendem-se 5 volumes do Panorama de 1838 a
1843, por preco romuiodo com encadern*cio inleir,
e novo ; o Talismn novell escocer por Waiter
Scott, Jt j luvas de seda de core e sem dedo ,
400 i. : no Atierro d Boa-Vista loja de miude-
zas n. 58.
Vende-se um taboleiro de gamio com lodos os
seus necessarios ; na ra do Crespo n. 11.
Vendem-se as verdadeiras pilulas
vegetaes do Mr. Brandrelit chegadas re-
rentemenle : ni ra do Cabug botica
de Joo Moreira Merques. p
esappareceo, no dia 20 do correte, do eagenbo
Conlracude Irrguen de Jahoalio um moleque de
idade do 12 a 14 annos de nielo Cafinge; tem na
micii do rosto dossgrindesmircis depsnoo,peluqun
se torna bem eonhecido ; e tambem tem as costil |e
vou camisa e cerouln de algodio da Ierra chapeo de
palba ; julga se ter ido para o Recife. Quem o pegar,
leve ao dito eogenbo.ou na ra d'Agoai-Verdes, n 44,
entregar Antonio Joaquim di Almeida, que >en
generosamente recompensado.
No di 21 do crrenle, fugio, de um sitio de S.
Amiro um preto de Dome Manuel Joaquim alto,
grosso com barba por baixo do queixo um pouco
fallante; embriaga-se algumu vezei; he carreiro:
quem o pegir, leve a ra Nova n. 69, que sera bem
recompensado por Jos Candido de Burros.
= Fugirio, no di 1(5 para 17 do correte, do po-
der do depositario judicial Jos Francisco de Feria
Salle* morador noaeu engenbo Jardim.em Paratibe,
o escravos seguintes; por cuja appreheocio rog h ii
autoridadea policiaes, e a todas as pewoii, qu serlo
bem recompensadas, ipprehendendo lodos, ou qualqer
dellei, a saber : Kafael, crioulo, de 25 annos, este-
lara regular, pouca barba rosto redondo, ps pe-
queos : Antonio ou Aotoninho cibn de IVan-
nos, rosto redondo olho grande bocea regular:
Eustaquio, crioulo de 24 annos rosto comprido,
com signaeide becliiges e oulros de diversas cousii
nos peitos, e abaixo do peto direilo olhos grandes
e bonitos dedo das mios comprido : Jos, cabra,
aapaleiro de 30 annoi, baixo tecco rosto cuito,
pouca barba com (ignal prelo abaixo do olho esqu r-
do olbos pequeos, naris chato bocea pequen,
testudo pernas linas, ps pequeos bracos com-
prido com o dedo do rneio do p direilo cortado:
Jos, tambem eabra de 18 annos, rosto comprido,
carelios vermelbos, com bobas seccas nss pemil,
mi e bracos, ps regulire bocea bem frita, olbos
grindes : Jesuinu, cabra, de 16 annos, booiio de ros-
to cibellos vermelhoi beicoi grossos oiriichato,
olbos bonitos ps grossos grande e apalhetadus.de
bubaiaecca: Julo Pedro cabra, de 60 anno, bar-
ba brinca caraolbo lito, tecco, nirite bocea gran-
de beicoi grosio o dedo minrmoi di mi e p
direilo aleijados ps compridos e grossos: Gamillo,
crioulo, de estatura baixa de 40 annos, carreiro,
pouca barba, rosto descarnado e ebeio de cicalrizei di
becliigas olbos pequeos beicot finos, brac scom-
pridos espadado, pern um pouco irqueidis, ps
torios : Hara Jos mulber do dito cabn, escuia, s
26 anno resto comprido sobrancelba grossn,
olhos vivo, nina e hoce regulare, peitos cah dos, es-
tatura baixa lecca do corpo buco* comprido pd
pequeos : Jos, crioulo, cojos signsas neo sio tem-
blado.
= Fugio um preto de 40 a 80 annos da cidade de
Olinda baixo, quebrado peinas algn. couia ar-
queadas and sempre encostado em um pao de nu-
me Paulo de mcio ; quem o pegar leve a rui larga
do Korario o. 46, segundo andir, que ser recom-
pensido.
:= Fugio, no dia 11 do correte, a preta Liberna,
de estatura regular com falta de denles nu (rente, cor
bem preta bem ladina ; le.ou velido j velbo do
chita encarnada e tem pauno : quem a pegar, leve
ao Aiterro-dos-A logados, n. 39.
= Fugio, no da 23 do corrento um prelo de no-
me Antonio de naci Angola representa ter 8 an-
nos ; levou camisa calen e collete brincos i tem t
signaes seguintes : alto, ebeto do- corpo roslo com-
prido pouca barba quindo (alia be com ir de rito;
tem um dedo de urna dis mioi um tinto encolbido ,
ps apalbeiidos : roga-ie a todas ai autoridades poli-
tiaei, e ai pesion por quem posai ser ericoolrado, de
o pprebenderem e levrem leu senlior, Joquim Jo-
te Di Perora no Atlerro-d-Boa-V'iU n. 21,
que serio generosamente recompensadas.
= Fugio.no dia 13 docoireole mes de elembr ,um
preto crioulo de nomo Cunelo idade de 30 anuos,
equefoidoSr. coronel Francisco de Burros lleg
senbor do engenbo >aub; cujos ngniei sio os segua-
les : boa figura pernas um pouco arqueadas, ulboi
esbucalbadoa ; levou camisa de algodio trincado com
mangas sem punboi, ceroulai compridas de ilgodioz-
nho fino e alvo eom botdei pretos no coi, uniis leu
de bidu a'ul outrasde rrscido de liitrinhai azu'se
imwellu um panno da Costa euin chapeo de i-a-
lba novo : quem der noticia delle ou o truuxer rui
doCabugan. 16, ser generosamente recompensado ,
rogando-se a mesma aprenenso a todas ss auluridadel
policiaes.
Na pastoral do >*orw de sabbado, 20 de leteoibro,
n. 209 col. |> n. 14 constituimos leia-to contli-
tuimoi; lin. 21, paterna, leii-se fraterna; col. 3.' |IIK
20 Aceriditemoi Un se Acreditamos
No 0orio o. 209, na puulicicio a pedio >
pag. 2.'col. 3.* lio. 14, cm lugar do 4 p'imeira vil-
la leia-se a prima villa.
KATICP. DE SIi F.
PEFAl'U l*^5'


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