Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05872


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Full Text
Snno <1c.lft&
0 ni UtlO pul)llca-se lodos os din qne
,,-, Cornil ,.. h- de 4(Tti. por du.irlel pago adiarria-
,", (>s nuniincios dos a3sigiroes nao mse-
lo. a '"io d" ^ r'''s '"" **"''* 4y "s- ei"
", iiuli-rciit-, c as rcpcticj)c* pela iiictadc.,
' hiir uno fori-m assiqniffues pabjc ','r- rs.
p,- linha, e ICO fm typo rtilTercntc.
I|M,KS U.VUJAHO MI./ DI
, nova a 1 as 7 h. e 15 inin. di inanhaa.
"y .:Va!.a.3h.Q4n.mulodalard.
;.|(.uai;,s71ior. r.,fmln. aaman.
oai.rea23asl0hor.e6tn. datarde.
AS POS CORREIOS..
Colann.i, Paihvba, e Ufo Grande do Korte
xias frlKB.
Serijihaem, Hio Formato, Porto di-
vo, e Mace), no 1." 11 c 21 de cada inri,
uruiiihunt eSlonito a 10 c24.
Uon-VislacFtftrrs a 13 >M.
Victoria as Quintas feiraa. **>
Otfmla todos o* das.
PRF.AMAR DB.HOJE.
Primclra St 10 h. e54 inin. da inanha.
Segunda as U h. e 18 minuto* da tarde.
*de Sctembro.
Anno XX V.2I.
w
das da semana.
J "22 Segunda S. Atiricio, and. do J. del).
f1 da 2. v.,- e V 23 Terca S. Pollxcna, aud. do J. de D.
da 1. v. e do J. dos Feitos.
2- Quarta S. Gerardo, aud. do J. de D,
da 3. vara.
25 Quinte S. acotes, aud. do Juii de f.
da 2. vara, c do J. M. da I. e 2. v
2 Sexta S. Cyprlaoo, aud. do 1. de I). da
1. v.-do civil, e do J. dos Feilos,
27 Sabbailo S. Kliziario, aud. do J. de 1).
da 2. vara.
28 Domingo S. Salomao. -
CAMBIOS NO DA 23 DE SKTrMBRO.
Cambio sobre Londres. 26'/.2f5d.p.laftO d.
ti Paria 370 res por franco.
Lisboa 120 a lS5p'. e. pr. p. m.
IVsc. de-ct. de boas Urinas 1 Onro -Onrns hespanholis 31^(300 a 32*001
Mocita de (.400 vel. 17*000 a
18/100
I7MVI0
Si^tlH
"10
de tj//m nov. 17400 a
.. de 4*000 9/400 a
PralVi-PatnctVs .... IWSO a
i. Pesos 'oltiinnarcs. 2*000 a
Ditos Metamos l/j**! a
Mocdas de i patee. 1/780 a
Acce da C* do lfcberihc de 50*000 ao par.
i-AlWUIIIt.U..v
--1 i 2.
ARIO DE FERMAMBVGO
PAUTE 0FF*C!A
IffiChET N.*44, DE 29 DE AGOSTO DE 1815.
lechn '!" o errrcioi* do lugar dejuis municipal ha im-
compnlirrl <; o cargo da vareador.
Dctciid <> juite muiiicipae estar inlciraiuente doa-
cnili.ir.ir id ', para, que nptaiii nttender omn a devida
iniiilunliil.iile o daempenln de na* ubrignc6e*i o nao
. pudendo istii verificar, quaitdo o mencionado juite
farem i" meam le:iini. vereadore das cmara muiiici-
iinct porque enlaii runilas retes aoiinleoera que e lome
niullnieaiiirnle lUMiaiiaria a na prcaoiica em lugares
Serenes. hi p bem declarar, tendu ouvido as tec-
lea il.icnnceihH Ir estado, a que porienoem m negocio
iiiu|>erio eda juslioa, quo o etoroioin do lugar de.
ut iiiuiiieipnl he iionmp.iiivel cum udo cargo do ve-
rfiJ.ir: dovemlo as cmaras inunioipao, qitaudo co nl-
,im leteos inembroa te der a aeooBtulafAu Indicada,
litiipr para inb^iloir na rcroador asuro impedido, o
ijiplenioinmediato em yulo, u qual deiiarii do tervir
o que censo o Impedimento do momio vereador. Jos
irlo Prreira de Almeidu Turre, ounoelh.eirn de cl-
l, miui'lro e tocreinrin de oslado do nngnciiia do im-
rrio nssii lenba entrndido, o f.ica oxecutar como*
leipnrbus neCMiBrins.
Hal.ieio d Kio-ile-Jaoeiro, om 9 de aguato de dS-'t,
lijes i ni o q o a M dn inile|iendeiiein c do imperio.Cum
imbrica do Su Mageitade o Imperador.Jote Carlot
ftrtia do Almeida Torrea.
transcendencia favoravel anicsladna conterrneo, gui-
rSo os sena cunselhoa : o qnando nlo se pcreebetiem os
grave inooiivenicntea de un reconhrcimento prematu-
ro, o estado de guerra netnal dn Rio dn Prata juatiliea-
ria como indispenaavel a retolocao do govcrnn argn
tino.
O gabinete do Brasil he batanle Ilustrado para coiu-
nrelicndrr que, te no reonnuccimciito da independen-
di' Paraguay pr^HMiii lisunjca-lu vanlagcnt eninmer-
oinea uiaii uu meJ(ff(ilieicra, o espirito do di vis Ao que
diniinue a fnrca o o prestigio do nuvua ettndos da Ame-
rica attrahr sobren imperio ns nontcquencina dcata po-
lilica. O gabinete Inmbcm nao pode dcixar de prever
que, .leullieudii aem grande iiu'dii.ieo a pretendida
iiacionalidiidc. estnbeleco un precedente lio perigom
ao interesacs rilnc do imperio, como til s vistas da
|iolilicn anli-amcricani.
O governu argenllno, pela rnioes dciluzidnt, o oulras
de nao menor importancia, considerando iuopportuuo o
rcei.iiliccimento da aoberania e independencia do Para-
guay por parle do do S. M. Imperial, manda no abano
aatiguado declarar que a ConFeder.icJo Argentina nSu
llie d fu rea ncni valor nlguiu.o em iienliiimi ciieuma-
Uneiai (er por valido o subsistentes quaesquer tetoi
que por iiquHl.i razan se prutiearem, ncm prealara nl-
tcncto a prelenee e rt'cInmaiOe que ubre ello le
proinovcrrin.
Deo guarde a V. Ex. limito anuos.
Tomas uido.
S-d
MINISTERIO DOS RKGOCIOS ESTRANGEIROS.
Ta*Buci;A6.
fina a Confederando Argentina!
Lrgorko Argentina, Hio de Janeiro, 21 defeverciro de
1M5, mino 3 da liberdado, 30 da independencia e 10 da
Cmiferieracto Argentina,
Au lllm. e Exm. Sr. Ernesto Fcrreira Franca, do oon-
cflho de S. M. o Imperador, ministro e secretario de ea-
lailn il.. ne;|oi'iii estrnugeiro.
0 alianu iifsii;uado, eOtiada cxlraordinnrio c minia-
Irn |>lriii|iot< neiario da ('.onledernco Argcnlinu, tcm a
Ininra de levar \o oiuihccrucjilo do S. Et. o Sr. Erucstu
Fcrreira Franca, ministro dos negocio cstrangeiro,
que receben ordeni do cu gureriio para protestar, em
teanunie, contra u rciionlieciiiieutu da independencia c
ubi lana do l'nraguay, pralicadn em 14 do selcinbro do
sano |i.isadn de 1841 pelo ministro doS. M. na cidode d.i
Aiiiiiiprn.
0 abano nssiguado hnvia lido a honra do manifeslnr
i iin eaudurn e l'ratiquern ao Sr. Carneiro t.eSu aa raioea
pie impelan un seo governo de prestar-so ao reconhe-
i'iiin n!o ila independencia dnqoeile lerriturio ; o em 18
lie marco de 1843, signifiraiidn o incsiuo ex ministro no
iIi.omi nttignndu desejn de eunlipcer a poltica que o
; vern irgcnlino se priipunha egoir a respeito do Pa-
raguay, pni que o sen gnrerflo" pedia que nquclla prn-
iiiiei.i f.isse reeonliccida por S. M. lm|KTnl cuino Cala-
lar......e iiiilojrrndenle, S. El., depoia do ouvir ou
abiiixn u>ninadn, pruuiuitcu que, vitlu a luynco nao ter
callao ns necessariaa iustriicce, suspenderla o reconhe-
eiiiiiiit i ate j. i mai lietn illuslrailo.
Ugoteruo i neari eeadn das relacea exlcriorea dn Con-
i (> Ai i milla declarou na ua uieiisnacnj cmara
rrpreseiitnnle, em 'i1' de di pilibro de 1843, nao ler
od prestar n un ncquieseenero selitacau do go-
'i'riiu iln Paraguny, para que a ua independ.....n foae
rcmlii cilla o anniiiieino lar sido insliuidn aquella nu-
rnla.le id, uiavisHim.a iieonvciiienle- que o iiujiediao
Mherir pretendan,
'iiulieeis pi n govcrajaj imperial, por mu ducnmontii
datticii, a in.irclia polaiea.que o dn Cvnfcitai-ucu se
" "!. 11. a seguir; e sum rluiai'go, aiupliou a aua.i rea-1
aeidiphiiiiaiiiija non o Paraguay : llij leve u bi in sig-
"li'ar ,,. iiiu.l., nl.,,,1,1 Leelicio Argciiliua "ua rcao-
''{> premediiiidii, e. aem mostrar a ci'iisidtraco qu
"actpernr, nem aosdircilos da Confederaco, peni
' i iim tiicocn ila mulla o I' al liniicjin ta entre paites
n"", coiioiinnou-so o acto pelo qunl o gotefnif de
^Imperial rcoonbeco o detmenibrasoento do umu
'"le lni|.orlante dn territorio argentino.
Og'nerou do Braail nao igo-ra que a divisgu geogr-
fica ,1c, repblica* da Amrica do Sel Innnni por bate
laiiisao preexislete dos vioe-reinado 0 inpiania ge-
"b a il.....Mini o, hetpauuula, o que o P.iraguiry cs-
'''oiiiprcliemljdo no do Buenos-Ayic, eligido dc-
l*ui iepubhc.1 induuciidculc pelo oto uniteraal de
filila.
buloii-sc certaniciite o Paraguny punco depoi's do oo-
?ar n rande mu-iiiiento cnnlinentll em defensa da
fepeudencia; ma nem o Paraguay aeresicnou m do-
""' nu'lriipidilano, ueui declaro!!, dnianle n lucio d
Pili por.. contra o poder lie-panliol, n ma vonladc
apararte da cominunidade ptrlMc* a que periencia.
*rguaj pcrnianeci u vil loalincuto Cnuio parle inte
'"mida HrpubKaa Ai entina, separadajiro tompore por
"a que nao |. ,i ,,, ie,||gor.
u;"eiM nr;ciiiino, que nao renunoioii neiihuui de
""lireilos ao cojisjjr.ir Csfurot heroico para coii-
"'r n iiidepoiideucn nacional, delendia eoin elle u
'''y, apeiar do nao participar esta provincia dos
'"hcio cuiuniiius; e n surte daquelle territorio leri.,
1 r,'vlvida nos desasir da repblica, sen Providcn-
' livesse favorecido a justioa da aila Causa o o va-
'''* Aigenitio. Ncm a uto ir m exeenlrioa do Pnra-
1"! '''' miiliun.a man ira o desiininlniva legilitnnmen-
'. "'?"" Je que na parte.
""u argentino ni te apoiu aumente na dr>n-
publicistas para pretender a eojtaervaoJo di
la., i
u.i,
:''gr,
.....
" da repblica'federal, e para nao reeuulieccr
'i!,", ,V'' ,!|jt,,'i"" levaiilad nn lerriattrio ii.i republiu,
' de siic.ecssus que liio p i di ni ser a origem de
, .' .....iprJaripiiTcl unte o oulin puvtil. ILi-
"'' l'fliliea americana, e i.tilidade reciprott c de
I 3.* secca *.4. Rio do Janeiro. Minitteriu dos
negocio eslrangeims, em 29 dejulhu de 1845.
O nbuivo aasignado, do coucelhu de S. M. o Impera-
dor, ministro csecretario do calado doa negociua cstran-
geiro, tem a honra de nceuaar a rociq cao da nota diri-
gidu no leu antecessor, cora dala do "1 de ferereiru dc-
Icaiino, pelo Sr. U. Thomai Guido, enviado extraor-
dinario eministro plenipotenciario da Ciinfedcracau Ar-
genliim.
Principia o Sr. Guido a hu referida note prntcatando,
cm nomo dn ten governo, contra o acto de reconheci-
nicnto dn oberania e independencio da Repblica do Pa-
raguay, pratioadn pelo representante do Brasil na cida-
de da Assnuip(.ao em 14 do sclcmbru do auno prximo
pastado.
Em seguiiicnto expo o Sr. D. Thomai Guido quo ma
nifestra a un doa anlccessore do abaixo asaignado, o
Sr. cuiiccllicro do estado Carneiro Leo, a ratc que
inpediio o gnverno argcnlinu dcpretar-o no rceeiilie-
eimenlo dn independencia do Paraguny que eae nics-
nio ex niini.tro significara tuaia Urde desejo de nonllc-
cer poltica que o governo da Coufrdefac'ao ao propu-
nhi tegoir coiu o do Paraguay a respeiloTdo recouheci-
uento dealo como estado indepeiideuto; oque, depois
de ouvir o Sr. Guido, e aaber que a legaco argentina
eureeia do ntruc<;cjea jiara enlisl'aier na desejua enun-
ciados, promellra caae cx-miuiatro suapender aquellc
iccoiil.eeimenlii al ter inellior illustradn.
CitaoSr. U Thomat Guido a ineuangeni do cu go-
vernoao r, prescntanie da provincia de Bueu..a-Ajrea,
hilada de 11 de detembro de 1843, em que llies pailiei-
pou nUii ter reeonhecido**i independencia do t-nraguay,
solicitado pelo loqioclivii gincrno; e julga u'Sr. Guido
que o governo imperio! devia eonhocer por eslo docu-
m.....o a marcha pnlUlo que a respeito te prupdnha se-
guir o dn Ciinfcdernoao. Allega o Sr. Guido que, lito
obalanlc osse eoiiheeiiueuto, ampliara o guforiltl Impe-
rial as suaa relacoea diplomtica com o l'ragi.y, o cou-
Bumuira o acti de recenlieccr o ilctiiicnibrunieiilo de
una parle importanln do territorio argentino, aem Cum-
Uluiin nr legac-io orgontiiia o aeu prcmcililado nlenl..,
aem ler com ella as eonsideacaji-a que o Sr. Guido de-
aejavn, nem Hender no direilua da Cnufedcrayao, es
cntrreniencia de mulua c leal Iriuiquea crino paite a-
llligo.
Allega mala o Sr. Guido que u Bru.il n.lo ignora que
a luisao geogrnpliic.iila rejuiblicaa da Amciica do aul
liiinou por hase a diviaao precxitlonle do vico reinados
c-apiania goinea ub o dominio hespanliol, e quo o
Pnragiy eallivB enmprehoodido no viee rcinadn d.- Bue-
ni.K-yre', erigido depoia cm repblica ind.pendenle.
Declara que n Paraguay te tepnre.il do Bucnoa-Ayrea
logo no principio do mnviniculo conliiienlali maa que
nrin se resignara i obediencia da nielropole, nem du-
rante a lu I doa oulroa povoa contra o poder bespa-
nliol uiaiiifealnrn a toa ropted* tu tepnrnr to da coio-
munidadu polilicn n que pertcncia, permnnei elido vir-
loalmeiite come parte inlegranlo da Repblica Argenti-
na, acparadopre tompora por cautaa que dix Sr. unida
ser dcMieccsiaiio invesligar.
Aflirma que o governo argentino nao renuncinrn neit-
hinii d..eudreito, qunndo fet eiforco para con-
qoislarn independencia nnoiniial, defendendo inmliem o
Paraguay cmesle pnrlicipnr do tacriheio ooinniuua,
eolrciauo que o sru lerriloriu leria aido cnvulrido mu
desastrea da repblica aenao frito o Valor doa Argenli-
uus, o quea aun tiluaeo cxccnlriea nao o demcmbravt
legiiimaiueiilc dn n9.1o do que era parte.
Allega niais que o governo argentino nSo o apoia
as diminua dot puulirislot para couierrar a inlegri-
dade da repblica, e dciconhecer urna novn lobrrania
levanlnda no territorio da meima rcpublita, oproreiten
do-te de auecetn que nao pudor* dar rigen, a un di-
r.uo improcri|ilYcl ante na oulroa povoa que rntdc
nhrciment'i da ndejiendenela do Paraguay algunint c-
phemern vanlngen cninmereine, o etpi'ilii de divilSo,
quo diminue a f.irca e u prettigio dos noto estado n-
nieriennos. atlrahiria ubre n Imperio n consequeiicias
di-ala poltica, e que o governo imperial n.lo podo lici-
tar do prever que, acullico.lo tem grande mi-dilacau as
pretendidas naeionnlidnde, ctlnbeleco un precedente
1.1o perigoso ana ntereases vitaes do imperio, collln olll
t ralas da polilicn anli-nincrii ana
Concilio o Sr. Guido que, peina raioe allegada*, a por
oulras do nao menor importancia, considera ngovariio
argentino nnpporlono u reeonheeiraentii da indepen-
dencia do Paraguay, Mo por parte dn governo de S.
M. Imperial, o urdenra lo Sr. I). Thomat Guido qiu-
declamase que a ConfederacSo Argentina lliu d torea
nem valor nlgiim av referido acto do rPOunbecimeilto,
ncm lera cm circunislnnein alflilM por valido e sub-
aialcnlea quaeaqucr aetot que, cm raiSo desae reconlie
cimento,te pratienrem; nein preilar alinelo prelcn-
cci ou rcciamacci que sobro aquello uto te prouio-
veiem.
O abaitoaaiignailo, tonda levadu esta nula nn alto co
nliccinii-iito de S. M o Imperador, receben orden para,
em nomo do govrino imperial, ciinlraproleter o pro-
tealo aprrsciiludo pelo Sr. 0. Thomat Guido, enviudo
xtraordluario c miuislro plenipotenciaria da Confede-
raclo Argentina, conlra o reennhccimenln da tuberanin
o independencia da repblica do Paraguay, por con-
lern-lo destituida de fundamentos justo uu ramavei
paro produiir n fin a que foi destinado, como o obaixo
aaaigiindn pnssa a dcninnslrar.
baixo isaignadn ci mecer por observar no Sr. D
Thomat Guido, que o inanifcstagao do inipedimenloado
governo argcnlinu pora recoulieccr n ndependeiicia do
Paraguay, quo n Sr. Guido dii ler fe lo o o Sr. conec-
lliciro d c.-tado Cnineiru l.e.Vi, qunuilo ministro do
negocio ctlrnngeiro, apenas poderia ter envida como
reforeucia de un. meidentente que, *em influir na pnli-
tica doguvern i imperial, poda ser livremenle avahado
pelo govcrnn do Cunfedarocao.
Nem o desejua expresaados depoia ao Sr. Guido pelo
meanio cx-niinitlro, de querer aaber a puliliei que o
governo argentino te propuuha seguir com U Paraguay^
podan rniuavelmenlo ter ititcrpreladu* cuma proposi-
to que livctse o gabinete imperial do adoptar n poltica
que foso egiiida pelo governo argentino quaiido ella
pudcste contrariar o pensamento do governo imperial,
Em icrdnde, teria mu graluiln o supp sicao deque
o cxniiuislro do Imperador, o Sr. coiicellieiru de cala-
do Carneiro Lean, podetto ooiisitleiar o rcnonlieciiueii-
lo da indcpeudciii'ja do Paraguay iiuiio Iim aclo ou c-
mergencia nova que podcoo acr objeclo do conlrover-
,-ia cdiscosaao para cun o governo illiporiol
Este facto esteva desde nmilo aunes tousiininindo pe-
lo governo imperial, como anbia muito brin nqucllect-
niMiisIro, c como no icguiuicnlo da prsenlo nula se
mostrara.
Poi lauto n indii-rcao o enipcnhn mauifciiado ao Sr.
D. Tliomut Guido pelo et-iuiniatro o Sr. Carneiro Lean
para ennlieeer a poltica quo u governo nrgcnlino se
pr.puiilia seguir cu o Paraguay lian pudn Icroulr..
objvuln tinao o do advngnr ajusta prelencdo daqucllu
repblica anteo niesmo goveruo argcnlinu,
Nem a mensagem do quo faz mcnciioo Sr. I). Tilo-
ma/. Cuido, dirigida a sala dos representantes da pro-
vincia de Buenos-Ai res, piule ser allegada como un
documento claro pitra o governo imperial conhecei a
marcha poltica que a ConfederacuO se propunlia se-
guir i cerca do Paraguay. Mensa mensagem a sala doa
representantes uno se manilesto os motivosque mo-
vem a Confedciaco, nem formalmente se recusa o
rcconheciinento da independencia do Paraguay.
Ali'-m dislo, se este laclo devesse ter ilgum valor
para com o governo imperial, a elle poderia oypor-se
com niaioi loica de razfio o ter o governo imperial
precedido ao governo da Confedera^flo em manisfes-
tar a sua poltica a respeito do Paraguay, como cons-
ta das commuiiicacoes verbaes, e por escripia, que
lizerflo os ex-ministros ilc 1843, permite a assemblea
neral do Brasil; accrescendo a circumslancia de ter
o ex-ministro dos negocios estrangotros,o Sr conce-
Iheiro Paulino Jos Sitares de Souza, instruido aflSr,
Ii Tl.^.w. a"ai.ln t I al I" i 111'tlK 111 (t U I
cendeneio favoravel aot etlado contennneo, teem guia
do o governo argentino era aua reauluco, e que, quan-
dn Hio se percelwaaera o grave incoiivencnle de um
recoiibcoiuiento prematuro, banana u acloal catado do
gra para justificar na retolucau como udispcn-
avek tj*
Poniera que o gallineto alo Brasil ho batanle illuatra-
lo para cumprehender que, o pile encentrar no reeo-
I). Thomaz Cuido, anteriormente a data de -27 de de-
zembro de 1843, do laclo de ter sido nomcado um
iiicatn-gado de negocios pata o Paraguay.
Feilas estas observades geraes, passar o abaixo
assignadp a considerai a questiio da independencia
do Paraguay, que o protesto to Sr. I). Thomaz Guidvrj
pretende tornar duvidosa ', e proitondo-se o abaixo
assignado sustentar aquella independencia, como
releva, niocuiara reduzi-la aos termos da maiorsim-
plicidau
e e clareza, mostrando depois disto a cohe-
rencia de principios o de actos com que respeito
desla questflo tem procedido sempre o governo im-
perial, resolvendo-a hoje pela mesma forma por que
a resolveo logo no scu comeco
He indubitavel com efleito que a independencia do
Paraguay, alm de ser coetnea, resulta do meamu
principio que a provincia de iiuenos-Ayres pode invo-
car em seu favor.
A identidade do principio eslabelece necessaria-
mente neste caso a identidade de direilos epreroga-
tivas:
Posto quo seja certo que, durante o dominio da
llespanha na America, o Paraguay constiluio com
oulras provincias o vice-reinado de Buenos-Ayrcs,
geraes foi dissolviila, com todos os ou tros actos que
linho origeni na nutoridaiie soberana da nielropole,
pelo inesmo principio quodeslruio a soberana que
a llespanha exercia as suas colonias.
Cadauma das provincias que cstavilo subjeitas ao
dominio da nielropole reassumio em consequencia
disto n exercicio pleno e absoluto da soberana.
Neste estado de colisas he fura deiluvida quo s-
mente a vontaile livre e espnitanca de cada urna das
provincias poda regulara foa*jiat}o das novas nacio-
nalidades que se ererlo na America e siirgiro d'en-
treas ruinas do rgimen colonial.
Coniultando-so qual foi a vontade livre c esponta-
nea doParaguay ao separar-se da metropole, fat:ilhe
eonhocer que o Paraguay constiluio dosde logo urna
paCionaliuade propriu o iuteiramente independento
da de Buenos-Afras.
Esta assercao, alm de outros faetos, funda-sena
resolticfio explcita c terminante da assemblea geral
da provincia do Paraguay, quo se- reuni na cidado
da Assunipc.au, no da I" ili-jimlio tic I8I|.
Esta assemblea, alm de crear una junta governa-
liva, composta de um presidente o quatro vogaes, de-
cretou, entre outras medidas que a provincia do
Paraguay se governara por si mesma, separada, o
sem ntervenc;o da de Buenos-Ayres.
A junta governativa, creada cm virtude daquclla
i'i-soiiii'.'ui, si'giiindii o principio fundamental da in-
depeadencia da provincia, apressou-se, em odico da-
tado ile iO dejulho do mesmo auno, adarennheci-
menlode ludo ao governo do Buenos-Ayres.
0 governo de Buenos-Ayres, longo de protestaren!
lempo algum, ou de fazer"a menor objeceflo coutra a
decftlracao da independencia do Paraguay, reconhe-
ceo-a elle mesmo em dous documentos authenticos a
olliciaes. ....
I'm deslcs documento^ he o ollicio dirigido',rom a
dala de 28 de agosto daquelle inesmo anno/pelo go-
verno de Buenos-Ayrcs, junta governativa-do Pa-
raguay, no qual ollicio declara o governo de Buenos-
Ayres,' que, se he vontade decidida da provincia go-
vernar-se por si, e com independencia do governo
provisorio, tifio se oppor a issoo mesmo governo.
O segundo documento consiste no tratado do 12 do
outubro de 1814, celebrado entre os dous estados,
pelo qual foi expressa e solemnemente reconhecida a
independencia to Paraguay.
O artigo .'>." do referido tratado lie concebido nos
seguinles termos:
ii Em consequencia ila independencia cm que Tica
esla provincia do Paraguay da de Buenos-AyroaC
conformo o que foi convencionado na citada res-
posta ofllcial de 28 de Agosto ultimo, Mopoueo a
mencionada junta pora repart no cumprimento o
execuefo das demais deliberaces tomadas pelo
governo do Paraguay em junta geral, conforme as
declaracOes do presente tratado, dc.
Depois destes lacios, o Paraguay, sempre fiel ao
principio da sua independencia, estabeieceo, de ac-
cordo com ella, cm 12 de outubro de 1813, urna cons-
liluicOo ou plano de governo, segundo o qual o poder
execulivo foi conliado dous cnsules.
O governo de Buenos-Ayres conlinuou a respeitar
com lana religiosidad* a independencia do Para-
guay, que, qnando no anuo de 1826 reuni o congres-
so geral de todas ns provincias para constituir a re-
publica, nflo incluid o Paraguay, patenteando assim
mais urna vez que o considerava separado c indepen-
dento, como ja por outros fados linlia reeonhecido.
A'vista desla succinta t-xposieo, he claro que ne-
iihuina forea li-in o argumento allegado polo Sr. D.
Thomaz Cuido, de que a diviso gcograpluca das re-
ptibliras da America do Sul tomou por buso a divisilo
prc-existenle debaixo do dominio hespanhol dos vico
reinados e capitanas geraes, achando-se o Paraguay
comprehendido, segundo esta diviso, no vice-rei-
nado de Buenos-Ayrcs.
Ja se domonstrnu que o nico principio que podia
regular na America as novas nacionalidades que sur-
giro d'entre as ruinas 4o rgimen colonial, er a
vontade livre c espontanea de cada huma das pro-
vincias.
Este principio, derivado cssencialmenle da sobe-
rana que cada nina des-as provincias reassumio,
repelle qualquer condicfio que potlesse subordinar o
sen exercicio a considerares Ufadas actos anterio-
res da nielropole, como era adivisSo prc existente
dos vicc-reinadose capitanas geraes.
O laclo de ler Buenos-Ayres proclamado a sua in-
dependencia mo podia coiiferir-lhe o direito de reu-
nir a si o Paraguay. Tambem o Paraguay proclamou
a sua independencia, e n.lo he licito duvidar de que
para ileleiidc-la c sustci
os /cursos c sacrificios. *
para ilel'endc-la c sustenta-la empcnhaijB elle todos
de poliiioa americana, do uiilidjdo reciproca, o irans- a0 p0do todava contestar-se que esta dvisilo terri-
..... I____4~ '------...I ...I.. K.illl.'riallfllia tCCIU l'U.1- i..:_l .. I,...rt ,,nte. An ,t*n-.ln J :..l.n-nfn .*. 1.~
torial era huin actodeautoridade inherente sobe-
rana da metropole.
Ora, se esta soberana foi totalmente exlincta, ab-
surdo fra dar como subsistente uina parte della na
permanencia do acto de auloridado soberana que
rondara na America a di visan territorial.dos vicc-rei-
nadose capitanas geraes.
A divisao territorial dos vico-reinados e capitanas
Aquello direito tmenle podia n.i* ter, ou da fundaelo
colonial, ou da conquista, ou da incorporado.
Nenhum do principios indicado pode lor applicacSo
ao caso do quo se trata enlte Buenos-Ayre o o l'ara-
guy.
Accrrsse que o principio de que a divisao geograpbi-
ca das repblicas da America do Sul tomou por bate a
divisan preetistento debaito do dominio beipanhol, dos
vice-roinndos e capitanas geraes, nfio s nao admiti
ctti afio o a generalidade que o Sr. D. Thomat Gui-
do I be allribue, mas muto menoi pode prettar so aoa
corollarioi que o Sr. D. Tbotnai Guido pietende de-
dutir.
He fiira do divida quo conlra a eilensio ea gene-
lalidade da iMerelo reclama o facto demonstrado de
que do Rio-da-Prala so formrdo iminedialtmenle
dous estado iodcpi ndcnles, quo lorio o Paraguay e o
Argentino.
I'osteriornicnlo eparou-se deate ultimo o Boliviano
e o Oriental do Uruguay.
O Mxico e Guatemala (oimaro republicasseparida*.
ENCONTRADO
<



Nora Granada, V.merucla e Quilo, reunidas por
Bolvar n uina repblica coin o nomo de Colombia,
subiiividiriio-SB deipois !!.i Ire oslado* dislinetcs.
Em todos Mica lacios v so predomina o principio
da vonta !e iTVre o exponlanejinento .prenunciada da*
provincia*.
Se em muilas das novas repblicas ou nacional 'dados
que a re-,..lucio creou na America 'continunil a tultsis-
t r a divtio prccxt-lonto sob o dominio he-panhol, dos
vicA#cinados o capitanas gerac, esta circumstencii-
|, nge. de contrariar o iliroilo m que se Tunda a inde-
pendencia do Paraguay, ainda inais o confirma. Esta
circunstancia nio poda legalmente explicarse scno
pela incorporarlo voluntaria, leita exprossa ou tacita-
monto, dcada urna das provincias debaixo dj diviso
preexistente.
Ora, como o Paraguay nao adhera om t-m'po algum
a essa. incorporacSo, antas declarou expressatnentese-
parar se de Ilu'noi-Ayrc, evidente be que nao podo
ser-Ib aiiplicavol o principio da diviso preexistente.
^c o Paraguay livcs>e em a'gum lempo convindo,
por effeilo desua propria ontade livre e espontanea
mente declarada, na divisao preexistente, incorporan-
do- a Confederacao Argentina, neste raso nico h
qu o governo de Huonoj-Ayres poderia allegar como
principio o erguanlo que ollereco ; cumprindo portm
advertir que, anda nenio caso, nao seria o facto n.a-
teri.il da divisa o prccxittont', mas sim o acto mural da
incorporado tacita ou expressa, que poderia eslabole-
eer o direito cas iclac,6cs correspondentes entreliuenos
Ayres e o Paraguay.
Na presenta dos facto* e argumentos que fie-So pon
derados, lio a todas as luzes manifest que o governo
imperial, reconhecendo a independencia do Paraguay
nao pode ser argido de aedher sem grande comedi-
mento urna nova soberana no territorio da Repblica
Argentina. O governo imperial acolbe urnas berania
ijiie he coeva coin a da Itepublica Argentina, urna 60-
berania que nao importa por i territorio da Repblica Argentina, a que nunca per-
te nceo.
Fie tambem a todas as luzes manifest que as doulri-
ii's qiii-teoiii autorisadp o proccdinciitodo governo un -
perial nio poden o conconer cin lempo algum par
estabclocer un precodente tao pengosoaos intereses
vitats do imperio, como til as vistas da poltica ame-
ricana.
Atrelacdrs entre as diflcrentes provincias que for-
mfio o imperio do Brasil repojsao na le lundamenla
do estado. A observancia desta le sagrada I i jurada
por cada urna das provincias, c, huma Ibes soja foits.
nunca o governo imperial invocou debalde as obriga
cues do juramento. A integndade doimperio tendido
mantida pelos Brasileiros como dogma de seguranca, de
forera e do prosperidad?, e devo ter respeitada por todas
as nacGea como dogma de paz.
Sea poltica anti-americana tem por fim o por ohjec-
to enfratjuecer, por lucio da subdiviso. as diversas na-
cionalidades da America, nao pode esta censura fazer-
se ao Brasil na qne-tao de que se trata, na qnal o go
vento do Brasil, como se tem mostrado, nio reconhe
cep ama desincorporacao ou Iraccionamenlo da Rep-
blica Argentina, masa existencia de urna nacionalida-
dc que tinba o mesmo principio, a mesma idade que a
nacionalidade argentina.
O Paraguay, cotnoie tem visto, sempro consliluio
um citado independento e separado de l>uenos-At-
re.
A proclamarlo solemno da independencia que se
u'iiticou no iiia "23 de noven.hro de 1842, alias sug-
gerida por estrangeiros, nao deve considerar se senflo
como urna manifeslarao de pretender o Paraguay dei
xar o estado de isolaiiiento em que tinba permanecido,
quf a respailo das nacoes europeas, quer mesmo das
americanas, e de ronsliluir-soem governo livre, pros-
crevendo o desptico a que eslivera sulijeito duiante
a dirladura do doutor Francia.
O piverno imperial, adlteiindo a osle acto pelo re
conherimenlo pralicadu no da lde selembro de 18-14
pelo seu ministro na cidade da Assumico, nao le/
maii doque ser fiel sos piincipios ecunvicc,6es anlen-
i.miento manifestadas para com o Paraguay, e niostrai
a cohetenria o perseverarles da sua poltica neste im
porlnnlo otqecto.
Em ve-dade, consultando-se a mareba seguida pelo
goterno imperial, se-sequeS. M. oSr. D. Pedro I,
por carta credencial de 21 de agosto do 824, nonicou
DI cnsul e agente diplomtico para o Paraguay.
Pustcrioi mente a esta nomeacao levo lugar oulra a-
inda mais significativa em 20 de oulubro do 1826,
mandando o governo imperial para o Paraguay, rom o
carcter- de encarregado de negocios, ao concelbeiio
Antonio Manuel.Corrcia da Carrera, que como tal foi
rrtfbMfo, e manteve corresp ndencias e relatos com o
dietsdor Francia.
Pelo facto dests* nomeecoes c de oulras que se Ibe
seguirlo em 1841 e em 1842, fica lora de toda a du-
vifa queo governd'iinperial sempre reronheceo o Pa-
raguay como estado soberano e idependenle.
O acto de reconliecTmento pralicado pelo ministro
Jd-'Brasil na ridsde da Atsumpcao, no da 14deeeteui-
bro de 1844, esta de perleito accordo com o pensamen
to om que se tem lundado a poltica uniforme do go-
verno imperial para com o Paraguay ; be, nasiiedo
lacios, a continuaiao e cnmplou.enlodo* que piincipia-
rao a prslisfr se em 182i ; he em lm o corollario
obvio o necesario dos principise dasdoulr:ms que o
goterno imperial (ein adoptado.
Du ludo quanlo o abaixo. assignado tem exposto re
sulla o firme proposil1* em que isla o governo un
jurrial de sustentar, como sustenta, com todas as suas
flVnsequenriaa, o aclo de leconhecimenlo da indepen
dencia do Paraguay, contra o qual pioleslou, em nomo
do sau governo, o Sr. D. Thou.a Cuido, cunado ex-
traordinario e ministro plempol'nriano da Cunlede
raflo Areentins, na sua nota de 24 le foveroiro do
crrenle anno dirigida ao antecessor do abaixo as-
signado, considerando o governo imperial, como con-
sidera, o dito protesto de neubum efleilo para com o
governo do Brasil.
O abaixo assignado reitera eo Sr. D. I homaz Gui-
do as prutestacoesda sua perfeita eslima e diilincta coo-
eideracio.
Antaniu Paulino Limpo de Abrtu.
(J. do Commtrcio.)
-*=
Governo da provincia.
F.xP8niEMT.B n IK'do C'iaaeHTR.
OJBci"Aovoiiiinaiiil.iiile das arma, rconivtmcudan-
du a exi'ed c'io ile oas orden, para que a tropa de I'-
nlia onailjiive com SO proa*ii nurp d pidioia no ser-
vido diario da rondas iioctnrn.-ia, n pMteniiido-n, de1
iini' \)\ deleriiiioar ao coniiiiaiidaolc Kowrior da guarda
iiioiioil denle oiuoicijii,!, Tai,a wipprir por guardas na
ritinni's, iris das por S, Exe. indicado, a falla que na
i.ini'i." liouvori'in de fiter a pracas Kii]iraineiioona-
.tlllioiou-sc reapnilu ao eofrunamlaiite superior d
,iianla nacional dealn inooic.ipio
hiloAo U. nlibndodo ntOtteiro de S. Berilo de Olin-
da, iranamiltindo, para cuniprir, copia do aviso impe-
rial, que fiit<>ria a alfnrria da e*.nrava da'juelle inoei
r, B'-nta llnndeira da Conceicao
DitoA elief He pnlicia interino, avienljfieaiiilo-w
do have-lo liorroriando a ciencia do a-oassnalo do com
mandante do demacaruento policial de l^iiarn(, Luizd.a
Cuma Ber.i'ira Buubert; reeninujciidando,- o nao poupr,
iienlimii dos meioa, permillidos por loi. para cunsegiifr
.i captuia e pnnico doa aiilnrcs dent allrnlado; o intel-
lisjeiioiaiidn-u du ler mandado reforjar o supran-ferido
dental-amonto.
Dito Ao joii rol.-itur da junta dejuslica, remellend.
para ser mesilla preaeulo, ii proecaeo do soldado da
eom|iaiiliia provimiria, Antonio Podro Corroa.
DitoAo iimpeclor do arsenal de Marinha, declaran-
do, que entra o navio, i.Hcrrcido para coiuliiiirem a
11 lia de Femando >.....p.-igadoa"iiovnmente no mea dos.
n diveraoa olijeelo, prefira o patncliO S. J t America-
no; vilo, como se depreliendc di prnposla, exigir o
respectivo pruprn-lario proco menor quo o do oulro,
o ler elle os uooossarioa oonimodos.
-,M;-j 11 i iiwaagaaaBaaBSBaBaaaB
osis despadda* df qT^renlena js portoi de Portugal.J|oejo di cipital a qusntia de l:OOQ rs., para ft%>
Uuses conoassu* hlo'ido feita* desde eMo u Franca, manto d*um estafeta extrso-dinario^Ue trooxe da cap.
Hespanha, tit o por fim ver so b* Portugal compel- at aulhentica da leitflo de sew.rtor, que ^
do a ceder por prestacoe* do convoniancia, dt que urna- oPti^Hkollogn da villa da Maionaade.
poltica Ilustrada lena ha muito desterrado. N. **. Ao inspector da airan.la*fs>; aeeou^
"rande parte do clamor, qno se tem levantado ulti- |eeebim nrStfte a'respeito dos batio'l precos, o da grande su- parta do resultado do oxasne que se proce leo as ,CCa,
perabundancia de tigro nos morcados de Listoa. he de- '^"^ Vn.',M lls ffr.l n *,pr S' Salt<"hr,
lam'
erab
ida a
rHWfca
EXTERIOR.
PURTUGAL.
(ETTRACTO DE UMA CORREIPoNnENCIS. DO TIMES.)
I.[ilion. 29 de julho.
O Sr. Cosa Cabral voltnu para Ciaboa no da 21
pun grande iiiclhoramento no oslado do sua laude; re-
asaiifliin as'funecAe* do en ministerio (do reino]; ma
aolieiloii la soberana, que o dlvpeiiaaac de continuar a
ooeopar lulei lilamente a pasta dos uegoiio da jiialioa o
eeoleniaxlieo.S, M Colicvdeu llie o ,\onerai..-o) podi-
da. eit.Sr Jos Beinardo da Silva Calmil, g,.remador
civil do Lirbioi, fui ifli divamente nomeado pina o inei-
nio mrnisteriu, qno protisuriaisiente diriga cun d
(nleriur, na ensenle desou nula Duninlo o ?cu tiro-
cinio de 3 meto* no ministerio, superan Sr. Silva Ca-
bral Indo im obstculo, o ja nao e falla na repugnan-
cia da landin, nciti no dejolo du collogaa. U de-
rvreiiiH reacs o.oiiliriiian-lo cala* mudanzas veem ludo
por la urden] no Diario do Governo de 2o.
<( (.inn o approxima o mntenlo daa oloice, ad-
quireiu cada ver. maia iiiloiitiilailo a cxaltae-Su e o mtiluo
ranour do partidos, a medula* e us eclratagems*, a
i|imi recurren! ambo o lados para vencer, ao cada vci
maia viulunlu e ocunualoaus A* noticia da* prnvin-
oia* [tuda* naturalmente exaiierada* al o absurdo} de-
crcveni o discpulo* da agilaCo pacifica OUSIIfl leudo
lepido o ntaulu veatido* i-oin pello* de lobo; entretanto o ministro in-
terino do remo, pola oulra parle, tem publicado aqui
una serie du pul lana, que dcixSo punca duvda, de
quo un pur /as ou por ncfai o governo et delcrmiua-
do a levar a Sua avante.
lima dca penara, anignada pelo nirsino ininutru
r publicada a 24, dii que ae havia recebidu parlicipacaw
do (evento civil do Viteu, du leroin o aoan l,i,li, in-
sluSteal(un*Migurli*tas, cuuiecadu a itnultarn auto-
ridadea lcaos daquello districlo, de ciinoilarem u povo
rebolliAo, e dnahaverem tentado destruir o* nioinhol
de vento do adiHiuitlra-lor (Quixolada no cao, para lian
diter oulio cousaj, Bssilll culliu unir alcciilade do-
linlave. Iteo.omiuonda-sc u luai siiutmiirio proeesso
; iniste-oem niu uansi;ir com individuos Ido lurbu-
cuiii o poliiieua tao retollntos.
lisia manlia ^2'J) cltoga noticia da captura du 3 pe-
ou, om vil lude da si.Indita portara U Sr. J..so Ber-
nardo da Silta Cabral, depoj de expedir oqucllc decre
to, eoguiu para o ['.oto a 2G, acuinpanliadu de ti cuiprc-
;al" publicis, mu llovida para luitiar alli medida ef-
ie.no*, a Inn de levar avante os sen deaigniua,
A opposico fes ii 20 da enrrentu (jullioj a ana ultima
.-,.-.-un magna eleiloral, | residida pi los Sr. Luit Mouai-
oliu de Aluuqiicri}ue, Viieonde ha da Bnndeira (que ul-
linunioiilc escreveu IIIU tolln-lo, dirigid ao exercito
portugus, iiiuiln liostil ao governo, umuito fallado), e
Manuel da Silva Puno*; o miquelle iiiobiho da fes tim-
be ni o Sr. Cuta Cabral nina falla a una un monta asaoin
li.n do sena partidario, reunido no arsenal, na qual
litcm que ilen claramente a entender a todo o emprc-
gfldo, iiuai ua culidifr* da ua cnlitei Vacao 1101 coi-
pn go. Conta-J que e* ti terse prccnle maia de 3,01)0
pinna.
A eleicao de cleitoies lera lugar no domingo, 3 de a-
oslo, o oiiiuo se lonlicic u o resultado da lucia. A fa-
vor svel noticia do procedimentu de ir Ruberlo Peel pa-
ra com Portugal, relativamente ao Itlico do* escravos,
as vistas decididamente poituguizas de lord Abcrdeen
na quosiiio da propaganda religiosa na ilba da Madei-
ra, tao commentauas com multa complacencia pelo i-
uiio do Govtrno n'um artigo clciloral de 23. Seino-
Ibantes tnumpbos da sua poltica poslos a par, e quasi
pereccndo-lhc resultada do manejo da convenci sobre
a tarifa, ea abolio.o dos nosso principios conservtto-
riaes, sciu-ii.ii'um bello dislorco contra quaesquer meius
incoiislilucionaes que unta adutinuliaiuojlo hbil pos-
sa empregsr pala conservar-se no poder. ^
A r.iinli c a corte conlinoao a residir em Cintra, on-
de S. M. deo audiencia no da 21 ao conde StroganolT,
elevado, ba pou o, a dignidode de enviado extraordina-
rio o ministro plenipotenciario do imperador da Rus-
sia Depuis "das cuslumudas reciprocidades de mutuo
espelu, ele dos soberanos entre si, dignou-se S. M.
du cumplimentar a ^. Kxc. pela sua nova nomeocSo.
A chegadado Sr. Costa Cabial i capital parece baver
retardado o progresso da decitio sobre us camiohos de
ferro para oseu temi. Anda nao tinba apparecidu a
puhlici (fio do edital sobre as nicas condignas com qui
o governo tratara ; posto que tal lsse a decisao linal a
que se chegou no ultimo loncelbo geral. A compendia
das oblas publicas de k'uilugal cujo contrato pereceo
correr elgum risco de ter rescindido, deve agora ser ou-
vide com preferencia a quaesquer otras piopoit*.
O ministro do reino expedio urna portara dirigida ao
concelbo de tado publica, na qual te declarlo efecti-
vamente detinficionados ot portos da America Septen-
trional, situados ao norte do cabo Halteras ; o* navios
d'alli procedentes com t costumada carta de sade lim-
pa, o nto conlan.inado* por contado suspeito no mar,
serao d'ora em diante lentos da execuco o das borro-
vida a falsos boatos, espalhados por patsosi interessadas
reco eorren'e semanal, intitulado Folha (Im-
A Iraude loi descobert, o os autores d'ells,
badoi com a recente dissoluclo 4*monopolio no
mercado do trigo de L'thoa, (6ro coaSptetamente dei-
mascarados n'uma portara do ministro do interior, da
tada a 22 do corrento.
As contal do tliesouro, o igualmente as da junta do
rdito publico, do meidemaio, fdrfi publicada! no
fio de 21. Ojuro pago pela* tari s eipeeies de lun-
a divida interna durante aquello inet montava a
18*669 rs. Por conti dos dividendos eslrangeiros
lorio remetlidas para a agencia financeira de Londres,
por intermedio da comnanhia banceria UniioCommer-
cial no meimo mez, 32,013 libras 7*. 2d. a varios
precos de cambio.
0 decreto da organisagao do concelho de estado etr
eonlormidade da le de 5 do maio ultimo, appareceo
com grande desentolvimento no Diario offieiaI de 22 do
corrente. O conceibo comp5e-se de 12 conoelbeirot el
lectitos, 12extraordinarios, 18 praticantes, denomina-
do ouvdores, c um socretario geral. Os membros ef-
ectivos lio vitalicios ; a sua notneacio he por decreto
real, expedido pelo ministerio do rea ; s suos func-
cOes sio deliberativas, e s teem vigorizando approva-
dai e promulgadas pelo governo ; o seu ordenado se-
r de 2:000* de n., com o qual nio Ibes he permiltido
accumularem vencimontos addicionaes de algum outro
emprego publico, quo possio exercer. Ai atlribui{6es
do conceibo em essembla geral sio, ser oovido psra a
"nomeaco de pares; pora a convpcacio extraordinaria
das cortes; para a prorogacio, arjimento e dissolugio
da cmara dos deputados; para a sutpenso e remo(io
dos magistrados e profesiores; para o perdi, ou mino-
rado das penas impotta* porsonlenca; para a decla-
racio de guerra, pai, e tratados com potencias estran-
geiras; e em todos os negocios conoernentesi adminis-
tracio publica, om que o chelo do estado queira ouvir
o concelho. Os ministios podem assistir tx-officio is
suas deliberarles, e propor quesles relativas i sua re-
partirlo ; mas nao teem.vol, se pao frcm individual-
im nte mambros efTectivos do concelho Pertence ao
concelho decidir lodos os casos de conflicto entre as au-
toridades judiciarias e administrativas, o. determinar a
competencia ejurisdiccio de cada urna, -
Fez se 2 exigencia d'uma prestacio de 3 por cento
dos subscriptores de accoes da cumpanhir das obras pu-
blicas de Portugal.
O rendimenlo di allandeg* de Lisboa no anno que
findou a 30 de junho prximo panado, comparado com
o do aono anterior, apreseotou urna diminuicio de rs.
H9:5il*2H ; o a do Porlo urna de r*. 81:864*00*;
O Bra/. Tizana, bern informado correspondente do*
Pobre no l'orlo, affiriTU queoobjeclo da visita do du-
que de Palmella a Rosna n'esla estacio insalubre be con-
sultar 01 tthtas eminentes i cerca das illustracoes, com
que ello pretende enriquecer a la elegante verslo de
Camoci. (Timei )
INTERIOR.
KIO GRANDE DO SOL.
A una daa Jmrcaa, de vapor qno navega entro o Rio-
Grande e Pelotas reboniou, ao subir de Pelota, o cano
cuuducior do vapor. K causado, ae o pataageiroa e nao liveneni a*u*lado Curu,
uclioipjo quo prnduiio. lnfeliimeiilo ateuiorisr&u-ie
algull o alirrlote ao rio, du que roulloo a murte du
2. lenlo ila armada Cimba, que se af'guu,
IIni snjeilo que perlrin eo o partido diasidento, oque
na poca em que a rebellio eqursliou c arreudou as
propriedadea doa legalista, linb turnado potte da es-
tancia do Arroio-Gr.indc, do Paita, enlcndro que
ainnistin lite dava ilireilo a dita elaneia, e nio quian-
nuir a intimarn da auloridade quvii mandava despojar.
Fui preciso laucar mi da fnrea para o obrigar a cum-
prir a urdein, e parece que a tropa a queiu fui incumbi-
da ctla diligencia cuiiiinelten alguna exceato*.
(J. do Commercio).
RIO-GRANDE DO-NORTE.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Coireipovdencia do Exm. Sr. doutor Casimiro Jotlt
de Mora Saryenlo com a ikt-
iouiaria deazenda.
ANNO Ii,.. 1845.
Julho 30.
N. 134. Participando que fui trtntmiltido ao
Exm. ministro da faienda 0 ofllcio n. 29, n elle diri
gido.
N. 135.Communicando quo nesta dala loi orde-
nado au administrador do cor reto da capital para pagar
ao cam nheiro que trouxc da villa de Touros para esta
cidade a euthentica da eleicio de senador, a quantia de
2,560 rs.
N. 136. Accusando o rercbitnento do olicio n.
164, em que parlicipava ler entrado no exercicio eflec-
tivo do seu lugar o procurador- fiscal da tbesouraria
de fazenda.
Dia 31.
N. 137Mandando pagar ao estafeta que condu
sio a sulbenlica da acta da eleicio de leador que se
procedeo na villa do Apudy, a quan'.ia de 16,000 rs.
N. 138. Com man ico a V. S. para leu conbe-
cimenlo que S. M. o Imperador, por decreto de 6 do
espirante mez, liouve por bem demittir do emprego de
procurador-fiscal desta tbesouraria a Franciaco Go-
mes da Silva. Deoa guarde a V S. Palacio do
governo do Rio-Grande-do-Norle, 30 de julho de
1845. Ur. C'oimiro Jote de Moratt Sarment. Sr.
inspector da tbesourari* de faiende delta provincia.
N. 139Mandando entregar ao administrador do
corrcio da capital a quantia de 6,000 rs. para paga-
mento de um -estafeta que eonduiio a aulhentic a
elogio de teidor que te procedeo no collfgio da tilla
do Acarv.
yoiiol.
N. 139. Tranintiltindo ai oident do tribunal do
tbesouro publico jtioionel, de t; 35 a 37.
** Z>j.r.
N. 140.Mandando entregar ao adminislridor da
mandandrrtobr'estar no dito exarne.
N. 148. Ao inspetnr da thesouraria do fazendt.ac-
cutando o offielqijatrouxe a eertidlo do ponto dos
empregados de fa/eotta, correspondente ao mei finio.
N. 143.Oeio,\ fujrticrpando que loi enviado i0
Exm. ministro da fazenda o oflicio n. 29, a elle di-
rigido. IM *
Dia i. -^
N. 144. Communico a V. S. paraltjfcicoBheeiBien.
to, que pela secretaria de estado dos negocios da justica
se expedio ordem e da faienda para ser posta a dispe-
sqo desta presidencia, rol. semeslre du carreen
anno financeir, a quantia de 4:7i3.000rs saad
3:360,000 rs. para asdopezaa om a jutttca da' pri.
meira instancia, 895,000 rs. para a polica, e-.-(0A|
ra. para as guardas naciomes. Dos guarde a V. S. P.
lacio do governo do Rio-Grande-do-Norla, 4 deigon,
de 1845. Ur. Casimiro Jos de Mvaei .Watjakt
Sr. inspector da tbeiouraria de (atonda dests pJC
vineil.
DIARIO DE PEnjAIBiCO.
Tiveino* polo paquete inglct Jornacs do Commrrcw
at 2 do crrenlo, e vimm nutro numerosoun -ama fu.
Iba at 10, viudo* por outra embarcafao. Ei.aqm uljK
ahi enoontramoa de novo, mai imiuirlante.
S. M. o Imperador rcMiltflo honrar omn a mi angui-
ta proenra as provincia do Santa Catharina ad" un
Garande do Sul, para onde partir rtua priuioirogdiaid)j
mu de oulubru, bordo da fragaln Constituirlo. S. a.
a Imperalrit acumpanba aeu auguito etputn. S, A, u
Principe Imperial fio na corle.
Fura da barra.du Rio-Grande pamara SS. MU. U pe-
ra bordo de uiu vapor de guerra, que o* cuuduitra jle
Porto-Alegie.
Fui cicolnido teidor do imperio pelo niu ti rinde do
Sul o Sr conde de Casia*.
, A leau da* cmara* lia vi ido prorogada Me 14 du
correle.
O senado oceupava ae emu n lei do oredln. A ctmira
temporaria appruvuii a rrdaeoiu da loi dourcaiuciiin p,.
ra o exeicici-i de lti45-lb-46. Apfrovaa tembrin ung-
nioiitn de urdeiiailii* do emprogado da cmara, o iit-
dilu *upplemeular e a emenda* do teuadu a lei do ur-
famoitio.
OSr Saturnino de Sonta e Oliveira proput ureencii
pora (pro leguiule projocto ;
<> A asaeuibJea geral legialati-va rosnlvo :
< Artigo nico, A lei do ornamento para o anno finan-
oeiro do 1S46-1840 rego'ri taoil.em uo anno Kiunra im
do 1846*1847, ficando auppi imida neste oiiiidu r\u-
eioio ih quautias volada* no primeiro'^jM una vciia-
uirntc. "
COMWEICIO,
Alfandega.
RBNniWENTo dd dia 23...............8:145}05
Ducarrsga hoje 24.
Brigue Golden-Fttececarvio.
1 Consulado.
Rendimuito i>o da 22.
Geral221*085
Provincial5j84,
RIO DE JANEIRO.
CAMBIOS DO DI V 9 nE StaTEMBRO.
Precos da ultima hora 4a praca.
Camb os sobre Lundres ,WJ 7/8 a 26
1 Pariz " > Hamburgo .
Metaes. DobrSes hespanltoes .
a da patria
Pesos hespanbees
da patria .
Peva de 6,400, telhas.
Prata.....
Apolitti de 6 por cerno .
provinciaes
68S
31 800
31.200
2,100
1,940 a 1,945
19,000
102 a 103
75 1/2
72
(J. do Commcreio.)
AloiiiiR'iitu do sVOflO.
Vavios entrados no dia 23.
Barcelona ; Si das, barra hespanhola Barcelona, de
255 toneladas, capito Joo Marislany. oquipa^em
15, carga vmho e maisgenerotj a Manoel loaquim
Ramo* e silva.
S. Catharina; 27 dias, tranporle braiileiro Pfapam,
de 160 toneladas, captao Cainillo de Lellu Fon*:*.
rquipg'm15, carga larinha por conta do 80*"'0'
Segu viagem para a Parahiba, Rio-Grmda-do-
Norto e Ceari : pastagtiro do governo, Jlo Ales
Be-auna. fj
Richmond ; 43 dias, barca americana Carolme ae 1
toneladas, capilio OliverG.Lane.equipaKem 10,esi-
ga larinha; a HenTj l'orster & Companbis.
Algers; 34 dia*. brigue tueco liapid, de 25'ne'_
dai, ctpitao Zacaria* Daunberg, equipagem 12.
ltiro; ao capilo. ,.
Rio de Janeiro por Babia, 20 dia*, tratendo 6 do '
n.o porto ; paquete ingles Sta-Guli, eomawndw" j
Decken. -cg
Porto; 42 diai. brigue portoguez Importador, de ->
toneladai. capitn Jos Francisco Carneiro, oqup^
geni 26, carga vinho e mais gneros; a Manuel -
quim Ramoi a Silva: pasiageiros. Alfred Youle. "
glec Antonio Ribetro de Lacerda. Joaquim tt<"
ra Ramos, Henriiiue Jos do* Santos Gumuraa*. *
too.oCoelho-da Molla Bandcira, Jote Antonio n
to Guimarae*. Manoel Jote da Silva Lordello, #
Antonio Pcreira Monteiro, Joaquim Luir Al,rt.
anna, Joaquim Alvrs, Antonio da Cunba Leal. '
Luiz du* S*nto., Jote Duarle, Jote Pere.r. -
tjoel Soares Peieira Manoel Alves Teiseira Ua" ;
\ iclorioo doi Santos, I.uiz Vicente erren. *"
Dio Ferreira, Jr Mana Afees, Manoel Mana da
ta, Joaquim Jos Goncahes, Francisco J>1;.
za, Kinoel Gome Vtlltr, Simio Joi deOI.''"


------
m


jis doOliveira jB&rMT!nod Antonio Peig
jos de O^veira,- Bernardo Lefce Perot. .Bento de
prpit;'sGumar5% Anna Marganija da-Concenao,,,
\1ri-i Candida dos Anjoacsua mapa. I lie
sileiroi ; Menaon Per,.Nicolao Lacrois,- race;
0Maranna de Jess, Portugus. 3.5
.Van"aA"/" n9,m*mo oVa.
nrrn|,,na por Porto-Rico ; escuna bespanliolu Cana-
rio, cipilo Jos Footu, cigu alodio
f)i. de Janeiro; barca ainericaoi|d0hro/in, capillo O.
0. [>ne. carga a rorsmi, que trouie
Hahia cilio de-Janoin ; briguv,au. co Ilapid, capi-
l, /-.carias Daunberg, enmadro: piaiage.iro, Dio-
go ll.ilid iv.
Uem; barcahespanhoJa Barcelons, cepitio Joio Ma~
ristany. carga^Altiosuui. que Irouxo.
Philadolphia ; Wrca fniencana Glob, capitio Nicolao
(vdeng, carga a misma, que trouxe.
Jla'i; l'irra maleza Maru- ucen-of' Srott, capitio
Williiirn Ivelley, em lastro.
_.----------
qsaignatura { correspondente aoa volume* uMBKjMfr"
liar lomar, podando comecer aasaignalu
luma, ou de qualquer dos outroi), o seu nosne, bair-
i, ra o numoro da casa, para no oulro da, ae mais
. rdar, Ibe seren remanidos os exemplrires. .
Adverlo-te, queexMerueni Pernambuco os 1., 2*,
3.\ o 4." ajumes coaipletol, o o 1. numero do 5. vo-
Id me. publicado em 26 dojunbo prximo passario.
Avisos mariutijos.
"Ed
itaes.
__(> lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da la/eoda
desta provincia, eoi cumpriinento da ordem do tribunal
do tbesouro publico nacional n. 107, de 23 de agosto
ultimo, abano transcripta, manda lazer publico, que,
do priiiieiro de setembro do 1846 em dianle, se prio
cipiara a lazer. nesta provincia, ^o descont de que traa
o artigo o da le do 6 de outubro di 183a, as notas
de 2.000 r da 1.a estampa. Secretaria da Ihesouraria
de Pernambuco, 13 de de setembro de 1845.
O odicial-iiioior,
Ignacio dut Santos da Fonieca.
Ordem a que le refere o eailal lupra.
N. 107. Manoel Altea Branco, presidente do tri-
bunal do lliesouro publico nacional, conformando se
cun o parecer do concelbero de estado, inspector geral
di caita da amortisaco, ordena que o Sr. inspector da
Ibesourana da provincia de Pernambuco mande an-
nunciarf-lorperidicos, e por editaea, que, do l "de
5el lapmviocla o descont de que trata o artigo 5 da lei
deOdeoutubro de 1835, as notas de 2,000 da 1.*
'lampa, mandadas substituir pela ordem de 27 du ju-
Ibuduanno passedo; devendo o mesmo Sr. inspector,
lugo que receber esta prdem, transmilti-la a todas as
etiacesde laten da da provincia, para lazerem os com-
petentes iinnuncios pelas olbaa oode as bouter, ou por
eJil.es a lian de que se tcnba duso conheciuienlo un
todos os lugares da provincia, e tenbao os seus habitan-
tes o lempo necessario para as apresenlar na Ihesoura-
ria O que o Sr. inspector cumplir. Tbesouro pu-
blico nacional, em 23 da agosto de 1845.Manoel
Altee Branca. Cumpra-se. Tbesouraria de faien-
da de Pernambuco, 12 de setembro de.1846Silva.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria drs rendas
Imwnciaes manda laier publico que no dia 26 do
canele continuara a praca para a arrematacio das
rendas jirovincMS a cargo des municipios abano des-
cnplus:
Bonito..........1:000,000
Flores.......... 951,000
Boa-Vista......... 527,000
s licitantes,devidameote habilitados,compareci no
dia indicado, ao meio dia, na sala dassess&es damasina
tbesouraria. Secretaria- da tbesouraria das rend
provinciaes, 22 de setembro de 1845. O secretario,
Luiz da Cuta Portocaneiro.
A (amara municipal da cidad$.4e Ohnia e seu termo,
em viilude da /el, etc.
Faz saber, que, r.osdiaS25 e 27 do corrente me,
sera arrematados por quem mailder, OS contra-
loi seguintes : dos mscales e boceleiras, as casinbat
da lilieira, o reparo dus acouftucs, o subsidio dos por-
ros, i alericiu dosjpos emedidas, o arina/ein grande do
Varadourn, dil^Biieno nu nesmo lugar, e onipos
lo ds canoas cffgoa do Yaradpur ; devendo os pre-
tendentisapparecerein babililaJos, e munidos dos com-
petentes lindero. K para que iln,.ue o not cia a todos,
mandamos fa/er o prsenle, que aera publicado nos
lugares do c'osluiiie e pela imprensa. Cidede de Olinda,
17 di'seieiiibio de 1815. Jos Joaquim de Almeida
Cmi.ks, presidente. Judo Paulo Fttreira, secre-
tario.
=Para a Haba segu viagem com a brevida
aivel a sumaca Bi'h'peratica, mestre Joaquim Anto-
nio da Grapa: qeetti na mesma quiercarregar ou ir de
passagern, dirija-se i ra ds Cru n. 45, em casa de
joaquim Jos de A mohn.
Para o Arcaty sai a sumaca Flor-do-jjntjthm^
que se acba quasi carregada; auada pode receber alguma
carga e passageiroa : trala-se com o inestre Bernardo i
Sousa, ou com Luiz Jos de Sa Araujo, na ra da Cr
n. 26.
Para a Babia aai, em poucos dias, a sumaca S.An-
na : para carga e passageiroa, trata-se com Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche n. 34.
Para.a Babia sabir quanto anta* a sumaca Vem-
iuia-Flit, forrada a progada de cobre, mestre Jos
Angelo dos Santos : para carga e passageiroa, trata-se
com M. 1). Kodriguos, na ra do Trapiche o. 2G.
Para o A racaly segu viagem, coma maior bre-
vidade poasivel, a sumaca 6'. Cruz : quem na mesma
quier carrejar, dirija-so ao capitio Manoel Pereira de
Sa, ou na loja de cabos, ao lado do Corpo Santo, o. 23.
= O patacho uUveira segu para o Asa com bre-
vidade: quem no mesmo quizer carregar, Jirija-ae a ra
da Cruz n. l, 1."andar.
= Paral Baha segu, no decurso da semana sem
(alta, o brigue Phedro, o qual anda pode receber al-
guma carga : para o que trata-se com Amorim Irruios,
na rDa da Cadeia n.
PUBLICACALITTERARiA.
Iiciii conbecido Sr. A.F.de Castilho, pasaou a se lo.no 5
olume, pelo Sr Silva Leal continuando a ser colla-
bmado pelos mais illustres sabios e Iliteratos Portugue-
'#s. U seu en.penlio be sen.pre A mxima Utuilra
u tm lo'tut o gene'ot no locunlo ai cqpimodiaadei
toifuruet uoi goioi do espirito, ao apirfeicoamenle
lio curuc,
Cad numero creera, sob o titulo de con/ieei'meno*
*lu, todos ot inventos, ou melboramenli s rcenles que
"ii PorlUKal.ou n'oulras le ras do mundo teom appara-
cido. A agricultura e n induttrxa sao preteridas ;
es com estas eoi a nudtumm, a ctrurgia.o mathema-
lica, imlos os tai ios ramos das sunelos n< turis, a
phttoiophta pulilia, oral q_religiosa as bellasar-
ls. ele, etc. Sob o titulo dvoriedude. conleui Ais
loria patria, novellas porluguezas, archeologia naciu-
"leelrangeira e critica, aasim moral, como litta-
'riaeailislica. Sob o de noli'ia>, os aconlucinienloa
pitaes, e todos os fados, ou successos fra do cot-
n>uni, occorridos em Lisboa, ou lora, etc., alo.
Na sua lingoagcm a redact ao leiu-se cingido i nati-
, abundante e graciosa singeleza de nossos maiores
por modo que anda os que na leitura deste escupi
firein procurai mslruciio, o desenlodo, iriolam-
l>eni infensivelmente ganbaudo o bom cosiume de fallar
portugus.
Vuim tiver seguido al boje a fevitla Universal
lisbuntme nao nos acoimai de eiageradore ; os que
nao liverem, lacil loes be asseguraiem-SS i O.garao-
le omu futuro he o seu pascado.
Subscreve-separa esta inleiessanle folba no Recila,
'u aCideia loja de livros dosSrs. Cerdoso Ayrea.
er" S. Antonio, iu.i Nova loja dosis Guerra Silva &
Compatible, na Boa-Vista, ra do AUerro loja do Sr.
' 'ba\es.
Pto da aaaignalvra por ansio, ou 48 nmeros,
bj'' 0 is. pagos por antecipaci.
A> pessoes que assigparem, deixarto o importe da
Le.
loes.
= Je io Kcller & Companhia lara leilao, por inter-
vencao do correlor Oliveira, de grande sortimenlode
lazendas inglezas, francezas e suitsaa, tanto de seda,
lia e linho, como de algodio : boje, 24 do corren-
te, s 10 horas da manhaa, no seu armazem na ra
da Cruz.
*m Adamson Howie & Companhia laro leilio, por
inlerveocao do correlor Oliveira, de um completo sor-
tmenlo de fazondas inglezas, proprias deste Aereado :
quinta-feira, 25 do corronte, as 10 horas da manhaa,
no seu armazem na ra d'Alfandega-Velhr.
Avisos diversos.
Aluga-so o segundo andar da casa n. 60 da ra da
Cruz do Becife, com com modos suflicienles para urna
familia : os pretndanles dirijo-se a ra da Cadeia do
eaesnio bairro, loja n. 40.
Unjo, 24 du corrento, na porta do Sr. dr. juiz
do civel da 2.* vara, se ha de arrematar urna casa ter-
rea no lugar da Casa-Trte, com a fente de lijlo, e
os lados de laipa, avaliada em 400 rs.; tendo sido pe-
nhorada, por execucan de Jos Antonio Marques, a Mi-
guel Ferreira de Mello. Hoje he ltima praca;
=Hoje, 24 do crrenle, na porta do Sr. dr. juiz doci-
vel da 2.a vara se bao de arrematar os 2 esersvos Luiz.e
Manoel. penborado- a Jos BaxiloaeFreitaiPeixolo.por
execugio de Joaquim Luiz de Mello Carioca, avaliae*
om 200l rs. cada um, sendu Mojo a ultima praca.
Rogase ao Sr. L. I". B. que queira pagar ou
mandar pagar a conta que deve desde'lciJ", da quan-
tia de 29,90 rs ; pois nao ignora a quem deve pagar
por j se ter pedido varias veics
Aluga-se o segundo ou lerceiro andar da casada
ra do Queimado n. 14, eorn bstanles commodoa,
cozinh lora; o lerceiro Uim um solio com bastantes
commodos : a tratar no 1. andar da mesma casa.
= Aluga-. lugar da C punga : a tratar na ra da Madre-do-Dos,
56,2. antf|B|
Agencia de passai
Na ra do Rangel, sobrado o. 9*frf5<<4> passapor-
tes para dentro e fra do imperio, o de.-pacbio-se escra-
vos; ludo com muita brevidado e por preco muitu
commodn.
k UNiVnSAL lisbonense. = Quem precisar de urna ama meca para casa de
Esle bebnmauaiio. icriig.do al ao 4. volume pelo urna grande ou pequea familia diri|a-se a ra das.
*^inco-Ponlas n. 65.
a ifampraia.
* P'eco*
Jos Marques da Costa Soares embarca para o
Rio-de-Janeiio o seu escravo Manoel.
= Na ra do Atierro-dos- A logados n.~ 7 alu-
gio-se prctas para enderem a/.oite de carrapato.
= Precisa-se de om feitor, que saiba trUfeale bor-
la enchertar e todo o mais servico t> umTtio ; no
AllerrpAla-IJoa-Visla, n. 43.
Sabio o n. 5 do cAo da Verdade emesia im-
portantsimo pelas noticias que d deesa
A elle I Esta a venda nos lugares do
40.
Oucm achou um cavallo caslanbo, gordo, gran-
de peicoco largo, com os joelhos relados de urna
queda leve a ra de Agoas-Verdea sobrado n. 66 ,
que sera generosamente recompenasdo, ou na ra No-
va loja n. 52 oode se dir a quem perlence.
Novo armaiem de gneros da Ierra no becco do
Peixe- Frito no lundo da casa que faz esquina para a
ra do Queimado ; os compradores acharar} constante-
mente, neste deposito farinba de mandioca em poni
e a retalhos, de todas as qualidades e presos; bem
como arroz, leijioe milho; ludo por preco menor que
emoutra qualquer parte.
Aluga-se o segundo andar da casa nova, na ra
do Dique ; um sobrudinho na ra de Hortas n. 49 ,
bairro de S Antonio o segundo andar do sobrado da
ra da Guia n. 17, bairro do Becife : a tratar com
seu proprietario, Antonio Joaquim de Souza Ribeiro ,
na ra da Cadeia n. 18.
= A mesada rmandade do Senhor Bom Jess das
Chagas da igrejade N. S. do Paraso estabeleceo um
ofioio de agonia para todos os irmios de ambos os
sexos entrando cada um com urna pequea quaotia
para a despeza do mesmo ofDcio.
= Precisa-se da um feilor para tomar eonta de um
s to perto da praca anda messno sendo casado, com
pouca familia : quero, estiver neslas circumitancias,
dirija-seso escriptorio de Johostpn PaWat Compa-
nhia, na ra de Medre-de-Deos o. 3.
| Hoje. pela* horas da tarda, se ho de arrema-
tar pranle o juiz 3a segunda vara ."Nabucl _dn Arau-
jo os utensilios e mais prrtences de urna !oja de ou-
;ives Iraneeza um escravo e varios "movis, costante
>jfot escriplos em U>der do porleiro Scrra-Grandc. quem
quizer,cumparecarna praca.
Aluga-se urna prota para oservico interno e ex-
ternodourna casa ; quem precisar, din ja-so a ra
fciova, loja n. 58. ,
J A pessoa que snnunciou o Diario do 22 do
torrante, ter ll.e lugido urna eicrava dirija-so a ra
do Cabug, loja de relojoeiro, n. 7.
= Di-sa dinheiro jt premio com penhores de ouro,
mesmo em pequeas r.orc,6es : na ra do Rangel n. 11.
= Joaquim Rodrigues Duarte, Portuguz, vai a Ba-
bia, a tratar da seu negocio.
BsArrencfa-ie o 1. andar aloja da casa do Sr.
laranger tlarua Nova n 7, entrando no arrendamiento
da toja a armario o as casas terreas quo lazem parl da
mesma l> ja;pudendo eslu c suas dependencias alugnr-ae
separadamente do 1. andar: trata-se do ajuste na
mesma loja.
I7. Duprat.tendo a faier urna viagem para fra da
provincia, rede as pessnas a quem lr devedor, que Ibe
mandein suas contas at 50 do corrente setembro, para
seren pagas; aproveila esta occasiao para c nvidar as
pessoas. que Ihe detemf bajao do pagar seus dbitos
com toda a brevidade, na ra Nova. n. 7.
Urna senhora de bons costumes se encarrega da
criacSo de meninos de peito, impedidos o desimpedidos,
e (amhem recebe meninos para desmamar no que
promete esmerar-se; quem do su presumo so qui -
rer ulilisar, dirija se ao paleo do Terso n. 26, no
2. andar.
-O abaixoasiignado, scnh de nome Antonio,deidade do 28annos,estatura regular,
ebeio do corpo, barbado, cantos na cabeca, bem fal
lante, rosto redondo, e com um calumbo em um
dos dedos da mi direila, por compra, que delle fizera
em 6 de junbo do corrente anno, a Jos Leonardo, dea
ta praca, que u bavia comprado a Joio lerreira de Al-
meida Callado, morador no Allinbo, onde diznm adiar-
se acuitado o dito escravo ; roga a todas as autoridades
policiacs c capities de mallo a apprehen-io do mesmo
escravo, e a sua condumio a ra Direila, sotrado n.
40, ou ao engenbo dos Pintos; prometiendo o mesmo
abaixo assignado a gratificado de oOj rs. a quem quer
que Ihe fzor entrega do mesmo escravo.
Jote femando da Cruz,
Sabio a luz o primeiro volume do Tratado da
Religiao, traduzido pelo bacharel G. de S. o Queiroz.
Os Su. subscriptores podem mandar receber os seus
esemplaroi, no Recile em casa do Sr. padro J. A.
Marques, ra do Amonm, n. 17; em Olinda em casa
do Sr. Carlos de S. Martins, ra de S. Benlo. Os
Sis., quo quizerem subscrever, receberad logo ol '
volume, que se acba ornado com urna lina estampado
retrato do lism. Sr. arcobispo da Babia. Us2o3.'
voluntes esli quasi promptos na typorap!iia de Santos
& C, e podars ser entregues al o lim de outubro
prximo futuro. ,
Subscreve-se a ojOOO pelos 5 volumes.
U abaixo assignado. como inventarenlo do casal
da fallecida D. Constancia Mara Falcio do Reg, a-
perar de julgar que o dito casal nada deve, com ludo
las, sciente ao respeilavel publico, para qne quem se
julgar eredor ao dito casal, baja de apresentar sous
documentos dentro do preso du 15 dias, acontar da
dala deste, para serem atlendidos como lOr de de diroi
lo. Jos Gomes Villar.
Precisa-se do um mogo Portugus de 10 a 20
annos de idade, que saiba trabtlhar em padariae to-
mar conta de urna freguesa de vender pi aqu mesmo
na praca: nasCinco-Pontas, n. 30: o na mesma tam-
bem se precisa de um dito de )2 a 16 annos de idade,
para turnar conta de urna venda, que tenbapralica
seja diligente nos seus deveres, e d lisdor a sua con-
duela.
Aluga-se, por piec,0 commodo, urna casa na ra
da Suledade, com duas salas, seis quartos, cosinba lo-
ra com grande quintal murado : trata-se na ra da
Aurora n. 58.
Aluga-se una casa por preco commodo na ra
atraz da matriz da Boa-Vista, com duas salas, seis
quartos, cosinba fra o quintal murado : trata-se na
ra da Aurora n. 58.
Aluga-se o segundo andar o solio do sobrsdo
n. 65 da ra Nova : a tratar com Antonio. Ferreira
Lima ou na venda por baixo do meimo sobrado.
=* Aluga-se a casa de douv andares, na ra do Bur-
gos n. 7 : a tratar no Atterro-da-Boa Vista, n. 63,
segundo andar.
=Cose-se roupa para loja, mais barato, quo em ou-
Ira qualquer parle ; na ra da Conceicio da Boa-Vista,
20.
m Aluga-se o primeiro andar do sobrado, silo na
ra do Livramcnlo defronte das catacumbas : a Ira-
taua4 loja do mesmo sobrado.
- = Luis Jos Marques faz scicnle a lodos os seus
fregueses tanto da praca como do mallo que j mu-
duQ sua venda da esquina do becco, do Trem para o
s sohrsdo delronto do mesmo becco aonde espera,
que todos os seus freguezaa Ihe continen) a frequen-
tar a sua venda ; pois que tem boas qualidades dege-
neres e vende-os barate.
= Aluga-se urna casa no Monteiro com afrente
para o rio, e com um terrado na frente 5 quartos,
eum com partileiras duas salas, corredor no meio,
cozinha fra um quarto com larimba para pretos;
tendo a casa oulro corredor ao lado para o servico da
mesma independente da sala, estribara para doua ca-
vados, quintal murado: a tratar no Alterro-da-Boa-
Viala n. 37 lerceiro andar.
= Aloga-sa a loja do sobrado n. 37 do Atierro
da-Boa-Vista: a tratar no lerceiro andar'do mesmo
sobrado.
Boga-se a pessoa que ajustou um piano e fi-
cou de o mandar examinar e ja o tendo feito al o
presente nlo tem dado solucio queira lar a honda-
de de mandar parlicipar se quer, ou nao, para nao
se empatar a venda.
Aluga-se urna casa terrea, na ra Baila, com
duas salas duas alcovas um quarto no interior da
casa cozinha fra quintal o cacimba : a tratar na
ra do Collegio n. 15 segundo andar.
= Quem tiver, na praia por detrs dos predios do I
f-=aga
Srs. Manoel Connives da Silvac Jos! H>gnodeMi-
randa madiriras queira quanto antes romose-las,
sanio ficare enterradas no atierro que se asi fase*
do, e nio se consentir depais abrir eacevacea par
desenterrar. --,
=> Aluga-se orna rasa terrea ato palear da S. Jos :
a tratar na ra dn i.ivramento, n. 22.
_ Aluga-se o primeiro andar da asa da ra Nova ,
nC 09 lorrado de ppele asseiado : a tratar na met-
ma casa.
= Qualquer pessoa quequirer um mato aoljptV>
ro, que presta lianca a sua conduela para el
as prmei ras retiras (erada praca, annuncie sua
da, para ser procurada.
= Precisa-se de um caixeiro ; oa refinaQlo da ra
da Senzaj^-Nova n. 4.
s= DeJa]a-se fallar ao Sr. Jo
negocio deseo interesse na r
aquisn A Ivs Guerra, a
negocio deseo interesse na ra Velba n,. 115 ou
hnnuncie sua morada.
= Quem qviizer dar 400j rs. a premio por teros*
de um anno com boas firmas, ou hypotheca emama
casa, que rende 9f rs. mensaes psgaido-se o premio
mensalmente, annuncie.
= Offerece-se para feitor de silio ou do engenho,
um Allemao solteiro e quo entende perhitamente
da todo o serviro ; o qnal Irabalha de enxada e sebo
tratar dn pomar e horta : quem de seu prestimo praai-
sar dirija-se ao becco do Norooha casa n. i, bairro
do Becife.
6'onrrnaneo.
= Fa;em so pinturas por prego mais eommado
do que em outra qualquer parle tanto na praca como
no mallo por haver, para esta efleito um completo
sorlimento de tintas, leos, vernizes papel do lorrar
sola, evidros de lodoso- lmannos; de qualquer desloa
objecioi so vendo em particular as porc&at quo so
precisiireiii ; Iroco-se imagens o oratorios, as mais
perfeitas e do molhor gosto: na loja de drogas, pintor e
vidraceiro na ra das Cruzes n. 2S juoto a typo-
graphi] do Diario de Pernambuco.
= Os credores da fallida lirma de Oliveira.^Joncal-
ves* Companhia quoiio apresenlar as suss contas at
o lim do corrente mez, com os seus ttulos competentes,
para se fazer o primeiro dividendo, no escriptorio de
l.enoir Puget& Companhia; na certeza deque, depoia
do da 5dooulubro, nenhuma conta servmeitdsn-
sivol,
= Aluga-se urna casa grando no sitio do Cordei-
ro a margem do rio Capibaribe, com estribara para
Scavallos, rocheira cozinha fra Ao. ; urna dita
pequea no mesmo silio tamhem com estribara
para i cavallos ; um dita torrea na Solcdade n. 17 :
os pretndanles dirijio-so ao paleo do Carmo n.
17, fallar com Gabriel Antonio.
Lotera do Seminario.
As rodas desla lotera ando imprele-
rivelmeiile no dia 3o de setembro, li-
qnein ou n5o bilheles por vender: os
poneos bilhetes que ha acho-se venda
nos lugares j anniinciados.
Casa da Fe'.
Ra estreita do Bozario n. 43.
= O abaixo assignado tendo estabelecido, na for-
ma da lei o decreton. 3.V7, de 27 de abril da 1844,
artigo 35 urna casa de vender bilhetes e**cautellas
detodss as loteras desta provincia prestando por es-
ta venda flanea como morca o mesmo artigo 35; con-
vida a todos os que gostio desle jogo a comprarem
assuascautellas ; cujas se achio garantidas orna sua
lianca, a lim de que os "premios, que cada um tiver
de tirar, seja no dia marcado pagos a vista daa mes-
mas cautellas e na mesma casa.
Presentemente as rault lias que se achio a venda
sSo as do Un airo publico por ser a primeira lotera ,
quo est garantida com a lei cima na qual nio ha-
vera nullidade por ser o seu tbesoureiro responsavel
por qualquer abuso ou lalla que huuver deapparecer.
Brevemente se annunciari o dia em que devem andar
as rodas, pela grande extieoc,io,que esli lendoas cau-
tellas por serem de diminuto preco que a todos
convida a sua compra. Os precos destss cautellas slo :
decimos a 1#000 rs. e vigsimos a 600 rs.
Lourenco Jote liomo de Lunna.
Agencia de passaportes.
. Na ra do Collegio,botica n 10,eno Atierro da-
Boa-V>ta loja n. 48, tirio-se passaportes para dentro e
fra do imperio,assim como despacbio se escravo; todo
com brevidade.
BOTICA CENTRAL DO INSTITUTO
i Bomeopalhico do Bratil.
Possue lodaa as substancias experimentadas na Ea-
ropa, nos Estados-Unidos c ltimamente no Brasil a an
dynamisaces folias pelos processosmecan icos dodr, afore
Dislnbue gratuiiamente a vaccipa dynamisada a to-
dos os outros preservativos necessarios as epidemias
reinantes, e respondo n qualquer consulta, que a ras-
peito.de livros, medicales, remedios e rgimen, Ibe
ftr dirigida. _.
Pratica elementar da homeopathia pelos Srs,, Har
e Mar te us.
Enriquecida das primeiras experiencias puras taitas
no Brasil.
Preco 8*000 rs e 10* rs. com umP*boa encaaer-
nacio.
h'olhona homeopathica, 2,'anno, contando noticias
sobro o estado actual da homeopathia, o rgimen, eoa
estatutos do instituto bomeopalhico.
Preco 320 ra. com grando abatimento a quem aaas-
prar poredes maiores.
Dirigir-se por correspondencia 4 agencia do instituto
bomeopalhico no Bio-de-Janeiro. I
O abaixo assignado, fabricante de chapeo de sol,
no Passcio-l'blico, previne ao respeitavel pblico, qua
elle acaba de receber um sorlimento completo de cha-
poadesol, de todas as qualidadei, tanto de seda, co-
mo d'algodio ; elle tem tamben chape'os de sol para
senboras e meninos. Adverte igualmente, que, tan-
do as seda, a mais riess, de barra lavrada, furia cores,
lisas, Ste., Sce., est no caso de satislaser qual-
quer encommenda, com toda a presteza ; elle possue
lambern algodio trancado, liso, ede todas as qualida-
desdo padrees mais modernos: elle, em lim, cobre, e
concerta todos os chapeos deso, com a maior perfei-
cio, e promptidfio. Joo Loubtl.


M
Compras.
ace Compra-so una canoa nova ou em bom esta-
.do lio cuntir e aborta com uina labua io fundo,
quo con :uia B,-'bu JO pessoas: na rua.de Apollo, ar-
iiiii/.un n. 18. ou annoncie,
ae ('.i)iii|irii-so 10 milheiros di) lijlos do alvonaria:
na ra da l'reia n. 43 refundo amostra para ge
justar.
ait; i.omprao se, para ra da provincia escravos
de I .i a 20 almos; sendo du bonitas figuras pago se
bem: na ra da Cadeia de S. Anlonio sobrado do
un andar da varando de pao n. 20.
=3 Comprao-c dous eicravos uin pedreiro nu-
tro cerpina.para urna cncoiniiieinl i do llio-Granle-do-
Sul ; sendo bonitas figuras, pugao-so bern :J na ra
do Collcgo arms/cm n. 19.
Vendas.
_________
-- > a "Toja n. 4

da piaca
da Independencia, vende-se
rap princeza de Lisboa em
botes e mcios boles, ciicgados
prximamente cm o navio
Jlqfrim
Bom c barato !
=\ endm-se riqusimos corles de risceilo chinez ,
di' 16cavados, a 4500 rs. o corte, riscados Iranozes ,
moito finos, a 220 o 300 rs. o covado ; superiores or-
los du chitas muito finas, de I i) covados das ruis mo-
dernos a 5200, 5500, 3800 o 1500 rs. ; cortes de
ditas com 10 covadoi escuras a ItiOO, 1800 o 2000
rs. ; ndMimos cortos do tarlatana muito superior, a
4300 rs de gosto o mais moderno; cortes de novos
padrdes W cassa chitas transparentes de muito bom
goslo, a 2100 c 2500 ri. ; casimiras de muito born
Rosto para calcas do suporior qualidade de qeadros
e lislrai aliOOeliOU rs. o covado; bretonbas de
rolo a 1600. 1800 e 2000 rs. a pota ; esguiio do
superior qualidade o de puro linho muito lino u 1500
rs. avara ; brelanlia de ti varas, de Imlio puro, fina,
a 2800 e 5200 rs. ; suporior fusloo brancu ', ais rs. o
covado; petas de brctantia de Franca (lo 4 palmos
e meio do largura do qualidade a inais superior ,"sen-
do do linbo puro do ti varas e lucia u 0500 is. a
paca, muilo fina tal e qtial no es..uio ; brcUnha de
linho muito fina a 560. 640 e720 rs. a vara; su-
perior bi im trancado bromo do puro linbo, muito*ti-
no a 1000 o 4400 rs. a vara ; panno fino azul o pro-
to a 251)1) rs. o covado ; selun de Maeao preto para
collole, de superior qualidade a 3200 e 4500 rs. o
covado ; chitas a 120, 140, 160 o 180 rs. o covado ;
ditas linas escuras a 220 e 240 res o covado ;
pecas de cbitas, a 4500. 5200, 5500, 0000 c 0500 rs.,
escuras ; madipolio, 150, 100 e 180 rs a vara ; di-
to fino a 200, 220 e 240 rs. a vara ; madrasta fino ,
a 2 5500 re. ; superior madapolao cnlestado a 6800 r.
a peca ; madapolao a 2800, 3200 e 3400 rs a peca;
lito fino a 4000, 200 e 4600 rs. a peca ; cbales do
Fia o seda multo finos o grandes, a 4500, 4800 6000
rs. ; chadfpz do linlio, do muito boa qualid doe pro-
firi para aqueta a 320 rs. o covado ; alm destas a -
zondas, ha oulras muitas de.superior qualidade por
barato preco : na ra do Collcgo, loja n. 1, de An
Ionio de Azevedo Villarouco A lrtnao.
~ Vendem-se saccas de lamina muito boa e no-
va aDIOOrs. com i Iqueiro da medida vclba ; na
oa da Ca ifcia Vellia n 47, primeiro andar.
= VonJc-se (arinha de mandioca muito fina, de
Mag oin saccas o lo S. Cutharina, e S. IMalbeus,
pela medida velha ; tudo por menos preso do (|ue a
bordo visto nao se ter de pagar o enorme tributo
da intitulada mandinga, aos preos cauoeiros : no caes
do'Collego, arina/om do porta larga.
= Vende-se potassa muito nova o de superior qua-
lidade i m barris pequeos: na i u.. da Cadeia do
Itecife arniazeiideassucar.il. 12.
= Vcndo-se muito boa cera para" igreja ebegada
tiltimamente do Itio-de-Janeiro ; na ra da Scnzalla-
Vetff n. 110.
= Vende-se urna canoa por preco muilo commo-
ilo i proprra para atierro ou conducto do barro do
algu'iia olaria ; na ra do Ap -lio tanque n. 28.
Vende-se gommi do aramia de Miilo sujieiiur
qullidade ; na ra do l.ollegio n. 15, segn.id andar.
= Vendo so una salva da prala muilo rica para
6 copos de ogou o Umboin pio servir para levar vela
cm ifreja para baplisado : nd ruj da -Sen alia Velha,
n. 1 42*, segundo andar.
=2 Vende-se p< tassa da Ru6sa nova o de supo
rior qualidade cal virgem cm pedra chegada pr-
ximamente de Lisboa em barris do qualro arrobas; na
ruado Apollo, armazeni n. 18
= Vendem-sc (tecas com muito boa familia,, a
3290 rs. e com milbo, o 4160 rs., na ra do Crwpo,
loja u. 15, do Antonio da Cunlia Sonre Guimaracs.
'*** Cbristophers & Donaldson vendem vnbos ex-
i cliente?, de ditlercnlo qualidadcs o do bom oslo;
rersja branca u preta de Londres di n.illur qui-
lla pira uso paslicul.r o cm meias garrafas; para o*
fregueses ha emolir ; o Uin resto de salitre refinado;
vcodem-sc em porcio, ou por barrica : na ra o l'ra-
piehe, n. 40.
= Veiidem se chapeo* do Chile ; agoa do Colonia
da jpuilo superior qualidade, do F. iM. Faria; nvelos
leTinha para marcar : na ra da Cruz, n. 18 casa de
J. Killcr & Cusnpanhia.
= .l(SSde-ie vinbo de Champa^no, de muilo boa
qullidade; nsruadaCiuz, n. 18
tr- *=Vende-se na ra da Crui. n. 18, cesa de J.
Keller & (-ompanhia ama partida do beicrrns fian-
oezei, por commodo prego ; beni como pelles do cabra
carner, s do lustro; caroeiras finas du cures para cha-
peleiros ; couros grandes pioprioi para corriouo, o
oulios mais sortiiiieiitos do coursaia ; panno para col-
chao; cuma caixa com calcado, por mullo barato
preco.
= Vendo so urna parda de 25 onnos coslureira t
com principios decozmba ; na transa* da matriz n.
14 secundo andar ou Da la uo Paaseio, n. 1.
= Vcnde-se um escravo crioulo de idada de 25
bom orMial de elfaiate ptimo Jjolieiro e ro- um Renegado ; Li
n. 140,'te dir qacm o
annoi
ebeiro ; na ra de Hortas
vende o o motivo. .
= Vendo-se um silio no lagar do Rio-Doce, de-
nominado Hocca-do-Rio com urna casa de vi,
venda, do taipa, cob tta de'palba corntommodus pa-
ra grande familia ; lendo o sitio 130 p|i de coqueir- i,
e centoe tantos plantadoi de novo, o (tom tarra -para
plantar um rnilheiro olTerecendo vantagom de bons
viveiros, por j"te-los feitos pela nstureta: na ra Di-
reita n. 55, a tratar com J ao Rodrigues Bandeira
ou no dito litio.
== Yendojm-se 6 moradas de casas; na ra do Co-
t-ivello, n. 19; na ra de S. Tbcrcza n. 17; na ra
Imperial, ns. 41, 48, 20i e 206 1 um chao proprio ,
na cidado de Olinda rom alicercos euB oitio ve-
Iho meioiro com a Sonhora O. DionirJK. na ruado
alalinas I'erreira ; 3 cabras bicho) pnrdM S um ca-1
do dirent publico ; Econom.b
politiza; Cnntrato^pial; Guara-livros moderno ,J
*i ; ama poigo de lisrea em branca; Copalancio,!
gramtica fraaceza ; um par de malas um om uso(
uira torrente do ouri ra Dirsita n. 0.
Vonde-se om1
liado ; Filese leitoas; urna porca parida.do boa castar
na ra Imperi il!, ormatom do al n. 218, a tratar
ooiu 1' rancisco Xavier das ('.hagas.
- Vendo-se ch hyssoo em caixai de 15 libras, em
porcoese o retalho; em casa de MalheusAustin Se C. na
ra da Ifandega Velha o. 36.
= Vendo-se urna bonita esclava de 22 annos qui-
tnndeira cozinbcira e lavadoira ; doui escrotos de
todo o servico e do bonitas Apuras, sendo um ca-
nncirn ; urna bonita parda moca faz doces de todas
as dualidades o refina assucur ; urna ncgriiiba de 12
- Vende-so um pfot (rabslbadnr de enxada som .fente dlfW do. rasatsco a osou ri. asi
vient neni achaques polo barato preco da 500> rs : aomjaccaa5j rs. ; na'ra do Rasgal, n. 39.
na ra Nova, n. fi9.
= Ni botica da roa de Rangol vendem-so os re-
mmlios seguintes dos quaM a expsrjcncia tem coalb
, Loado os molbores efTeitos : dontifco qua tem a pro-
priadade de limpar os denles cariados ,* festiluir-lhes
a cor esmaltada em muito pouoos dias ; o uso do dito
remedio fortifica as gongivas e lira o mo cli'iro da
bocea proveniente nio so da cario romo do trtaro,
que se une ao pescoco desle orgas s,o remedio se
deiigmdo pelos nmeros V 2 : orcsiti purgativa ,
mui til as enancase as psitoal de toda equalquer ida-
rua larju do Roiario n. 46 segundo
por prejo commo-
annos
andar.
=^\ ende-se farinha muilo fina
do ; na ra do Crespo n. 19.
= Vendc-so urna canda de carreira propria para
condu/ir lamilla e sendo que nao queira dar outro
uso, tambem serve para carregar capim e pega cm
400 lijlos de alienara ; na ra da Cadeia, por cima
da guarda casa n. 30.
= Vende-se urna mulatinha de idade de 18 a 20
annos, som vicios ; na ra do Cabug n. 3, so-
gundo andar.
= Vende-se um moleque de muito bonita figura,
sem vicio nem achaques ; um casal de escravos sendo
una purda muito boa lavadeira engorr.madcira coi
tureira c cozinbcira ; um preto proprio de todo o ser-
vico do CKmpo i- de casa : na ra da Cadeia de S. An-
tonio n 25, por cima da loja do chapeos.
Vende-so por prer;o commodo urna armaco
do venda sita no largo do Ten.o na esquina do boc-
eo dos Martynos.n. 2,e traspnssa-se.por aluguel.a BMP
na casa: attat.tr no caos da Alfindcga, armazem n. 1.
Casa di Fortuna, ra Direila, n. 12.
= Vendem-se cautellas da lotera do seminario, que
corro infallivelni' ule no da 50 do crrenle ; mcios
bilheteida meima lotera a 4500 n
= Vendem-se garrafas brancas; copos de medida ,
piopnos p.ira venda ; clices, copse garrotas de cris-
tal ; ni.1111I11 de pedra para moer milho ; manteiga in-
gleza a 880 rs. a libra ; enebolre a 2j rs. a arro-
ba ; (evada nova, a 180 rs. a libra; berva-doce, a 520
rs. o libra ; auiendoas ; toucinho do santos a 200
rs a libra ; queijos muito frescacs ; cha hys-on e pe-
rola do superior qualidade ; viuho engarrafado mui-
calel muito superior, o do mais quahdadus ; louca, e
de dado de 18innos; una negrinh del)
pennas de orna cera amuralla ; dita de Clf.
im.i dacabra:; bezerros*; ludo por preco
na ra da Cruz, venda n" 31.
-so muilo boa l.irinlia clrgadi ullisi
doS. Fra sebeo a 5200
no pateo
outros muitos gneros proprios para venda
do Livramentu ^ti. 20.
= Vcnde-ieumaescravadeoptim conducti coro
duas Fliis, e bstanle leite saliendo engomuar,
cozinharo lavar, tanto do sabo como do varrella ; na
ra il 1 Livraineuto n. 22.
= Vendo-se urna armacSoe utensilios proprios pa-
ra venda na la Finita n. 32 por mdico preco:
a tratar na ra do Livramenlo, n. 20.
= Vondeni-so 5 cordes de ouro, 5 pares de brin-
cos 4 anneloi'S duas cru/ei, 4 hol5rs de punho ,
5 ditos de abertura urna cassoleta urna livcla una
moeda guarnecida 3 pares do rosetas para meninas ,
3 relogios do ouio 0 colhcre de prala para soupa ,
l (i diins para cha urna dita para assucar ; tudo por
preco commodo : na ra do Itangcl n. II.
= Vende-se um preto forte e robusto para qualqucr
servico ; na ra oa cn/olF-.Novu n. 4-
= Vende-se um grande soitinunlo de pennas do
ac do (odas as quididades, a 120 rs. du/ia, e 3 pen-
nas por 40 rs. e um grande soitimenlo de livros Iran-
ce/e o purlugueies assim como um sortirnenlo de
miudeai; na ra do Crespo n. 11.
\ ende-se 1 puido proprio para o seivi^o de campo;
urna parua pojada sem vicios nem achaques : lia ra
daCiuz n. 4o, em cusa do Picscimento Scliaeder
6 Coiipanliia.
-= \ ende se una pardinba do 20 annos, de boni-
ta figura cngoiiiiria, coso, faz renda co/inha e lava
do sabio ; duas escravas de 24 tosas, de bonitas fi-
guras tom habilidades, urna dolas tem um lilho mo-.
loque do 7 annos ; urna cabrinba do 13 annos, cose
o lu renda ; unta negrinha do 7 annos; dous moloques
de 13 anuos ; duas escravas de nacao nucas, paralo-
do o servico ; um escravo peca, de bonita figura, pti-
mo, canoeiro e bolieiro : na ra das Cruzes o. 5^
segundo andar.
== Vonde-se urna preta de nacao do idade de 18
annos com urna cria de 2 me/e. com muito bom
leile coiinliaN, cose, lava e engomma tudo pouco;
na ruB da Cadeia do I!etilo n. 45, segundo andar.
=Vtndem-sc mcios lullutesda lotera do semina-
rio que corre imprelerivelmenlc uo dia 30 do tr-
renle : na ra do Collegiuy loja n. 1.
= Vendem je 10 escravos ; sendo um preto de 28
annos, meslre caipinn e de bonita figura; uui dito
de 23 annos ; um mnleque de 10 annoi, muito lindo;
7 1 reUl com algunms habilidades de 20 a 23 annos ,
de bonitas ligujas: na ra das Florea n. 21. .
= Vendo so um moleque de bonita figura de ida-
de de 16 annos ', um carriubo de duas rodas; um ca-
vado muilo bom para carro ; na ra e Ireila do lio.a-
rio n. 45, segundo andar das 6 as0 horas da ma-
nhaa.
=-r \ cnde-iefarinba da turra a lacea a 3200 x. ;
na ra do Itangel, n. 25.
Vende-so capim de planta a 100 rs. a arroba ;
om Olinda sitio de SebastiSo Lopes.
\ eodem-se duas canoas ab. Mas por 70j rs. ca-
da uuia, e p. gao cm mil lijlos; na ra da Roda ,
n. 23.
Vendem.e os seguales linos: Conlesse d'Eg-
casa n. 10, para ver e
; li- composta do substancias vegetara nao contem
WKurio, nem droga alguma que posaa prejudicar ;
remedio para curar calos, em poucos din; dito para
curar dores venreas antigs e quo team resistido ao
tratamonto geralmentn applieado ; .dito para provocar
menstruacao o accelerar a accio do tero nos partos
nnlur.il s em quo nio se precisa du manobras scien-
tifica da arlo ; dito para resolver tumores lymphalicos ,
vulgo glndulas ; dito para curar boubas e craaos sac-
eos o maii eflicaz que se conhoce al aqu ; dito oxi-
mel de ferro muito til as ehlorozes. vulgarmente
chamadas frialdades; pos anli-bilioios de Manoel Lo-
pes ; capsolas de gelatina conlendo balsamo de cu-
pahiha ; ditas de oleo do recinos purificado; ditas de
cubebas cm p fino ; ditas de ssssletida ; ditas com pos
purgantes ; ditas de ruibarbo da China ; ditas de sul-
phato de quinino de le2 graos cada capsoja ; alga-
lenae, velinhas elsticas ; pilulas de sal do oibacinho ;
agoa das Caldas, ebegada prximamente ; remedio que
cura a frialdado dentro em 40 das mosmo estando
incbado : o preco de todos estes remedios be mui ra-
zoavel e os bons resultados da sus spplicacio he
que devem fazer a sua apologa.
= Vendem-se ptimas meias de seda para padres;
agulhas de ico fino em ricas caixinhas a 520 rs. ;
ricos boliies de retroz de lindos padrfies para colleles e
vestidos ; ptimas navalbas do barba ; suspensorios da
verdadeira borracha ; ricas caixss de tartaruga para ra-
p ; coilas de fil para senbora e meninas; luvas cur-
tas pelas para senhora a 800 rs. ; brincse adera-
cos pretos ; chicotes de montara muito baratos; fa-
mosas espoletas para cacar ; c toda a sorte do quinqu-
Iberias e ferragens, bules e cafeleiras de metal do prin-
cipe ; saca-rolbas de patente; cindieiros o obru de la-
ti ; tudo por preco baratissimo : no Alterro-da-Boa-
Vista loja n. 78.
= \ ende-se um grande sitio de trras proprias, em
Bebiribe-de-Haixo denominado Sitio dos-Coquei-
ros conlendo torras de plantarles e maltas, mui-
to extellenlos baixas para plsntacio de capim muitas
aores de Fulo oom perlo de 3 mil ps do coquei-
ios, prximos a dar Iruto. um extenso cercado para con*
servar 20 vaccas de leile., passando em loda esta fren-
te o rio liebiribe : a tratar com seu proprietsrio na
ra da Florentina n. 16.
= Vende se, commodamente urna grande fabri-
ca de olaria boje .arrendada para outro mister ; len-
do perlo de 200 palmos e forte raes de podra e cal ,
com a frente para a nova ra que sai no campo de
palacio; tendo cont o tantos palmos dn (rente, o os
mcsmoi de fundo ; proprio para se edificar tres pro-
piedades de 30 palmos cada urna finando anda ter-
reno para ujp largo norlio do entrada para a referida
fabrica: na ra da Florentina
contratar com o proprielai io.
= No armazem de I' rsneisco Dias Ferreira ao p
da alfandega vendo se tapioca boa a 1200 n. a ar-
roba-, chai utos de regala ; fumo cm lolha; colla; lu-
do chrgado da Baha.
= \ endciii-ei: duas escravas de lodo o servico, mogas
o de bonitas figuras ; urna dila roMnlieira o engom-
madeira ; um pntu 11.010, de 22 annos, canoeiro e
de lodo o servico : na ra larga.oo, Rosario, 11. 46, se-
gundo andar.
Vendom-se o slugo-se muito boas bichas de
Hamhurgo moito grandes e as melbores quo ha na
trra ; e viio-so applicar para mais commodidade dos
prelendenles : na la o-tivit.i do Ro/ariu delronle
da ra das Larangciras loja de barbeiro, n. 11).
= V ende-se una parda com una cria de dous me-
ses mullo bou engommadeira o lavadeira ; na ra do
Sebo n. 18 primeira casa pastando a venda.
\ ondcn- se muilo superiores bichas por proco'
mais diminuto do que em outra qualquer parte, por
ser un resto quo ficou das quo vierao do fra ; no
Attorro-da-Boa-Vista loja de miudezas n. 58 ou
na ra da Conccieao da Boa-Vista n. 1).
^ Vende se urna vacca muilo gorda, com cria, bo
je no praca da Independencia: a tratar com Jojio Fer-
reira dos Santos, na ra do Queimado.
= Vendom-se duas escravas de 18 a 20 annos ; um
pardo de 17 snnos todos sadios e de bonitas figuras :
Via loja da triquina da ra do Cabugi junto a botica de
Joao Aloreira.
Vnde-se o silio na Paisagem-da-Magdalena ,
que foi do finado Anlonio Annos ; na ra da Cadeia-
Velha n. 60 so dir quem vende.
= Vendem-se queijos de qualha e de manteiga;
cera amarella ; couros espichados : na ra da Concei-
c,ao da Bi a-Vista n. 8.
= Vonde so urna porcio do prta sem feilio ; na rus
do Vigario, n. 11.
. Vende-se, ou arrenda sea loja do sobrado da
tua do (uemado n.,'14, com urna pequea porcio
do fa rendas ou sem ellas; duas caixinhas de ferros
para cirurgia por commodo preco ; velas o algaias
de gninina elstica de todas as grossuras : a tratar no
segundo andar do mesmo sobrado.
Vende-so una eierava de Angola muito bem
parecida alta o corpulenta representa ter de idade
25 annos, sem nenhum vicio nem achaques eoiinha
o diario de urna casa engomma, cose soflrivolineoto.
e faz muilo bem bicos e rendas; na ra do Queimado,
cosa de Antonio da Silva Guarni.
Vendo-so um rico escrafb ptima para o servi-
co de campo, por ser bastante corpulento ; na ra da
Cadeia doHecile loja 0. 40.
= Vcndem-ae 4J|rtos de bonitas figuras do ida-
de de 18 a 21 ontid^Pfcendo urft bom cozinhairo ; 3
= Vende-se um preto moco, de bonita figura, hnrn
canoeiro o s^rradur^ sem vicios nem achaques'; uni
moloque de42si, de bonita figura, o so'm vi.
cioajguin: noAtterro-dii-lioa Vista, lujado alfij.
le oa esquina do bacao.
r = Vende-se Urna bosisacrioula de 22 anrjni,eo.
zinba muilo bem coso e'engomma com toda perfei.
tio refina assucar, faz bolinhos de diversas qualidj.
des, be muilo fiel e amorosa paia crajicas, sem ,.
cios nem achaques; na rus Direila rraS. '
Vende-se um molequo'de idade de 12 annoi
de linda figura : na ra do Araglo n 15, ou na mi
do Cabug o, 0. ,
Vende-se urna tenda do mastineiro, eom tofos os
pertenec, e algnmai obrsi feitas ; um caixao proprio
para veoda : a tratar na ra do AragiU, n. 33,
Vende e Dreilo Mercantil ; Poslilla do Com-
mercio ; Extracto das iois ; Jurisprudencia'' Fcclesias-
itca 'DemonsliacaoTheologira; por preco commodo:
na ra da Senzalla- Velha arn.azem n. 106.
Vende-se boa carne du serlao do
Araraty, por pfeco commodo: 110 anu,
zem de Joaqutm (oncalves Vicira Guiiua-
raes, no caes da alfandega^ perlencenle 1
Lima Jnior & ('.'
Vendem-se as verdadeiras pilulas
vegeta es do Dr. Brandr.elh.'diegadas re-
cenlemente : na ra do Cabug botica
de Jp9o Moreira Marques.
Vende-se farelo em saccas pelo
mdico preco de a'56o,. 3iffa,?t ^ooo:
na ra da Seuzallo-vellia n. i38
Vcncte-se >inagre bran-
co nacional a 400 res a ca-
ada velha: na ra du aterro
dos A logados n. 7.
Vsndem-se saccas com superior col-
la da Babia : na ra do Queimado, loja
de ferragens n. i3.
Escravos Fgidos
Desappareeeo, no dia 20 do corronto, do engerido
Conlracude, Iregue/ia de Joboatio um .moleque de
idade do 12 a 14 snnos de naci Cufingc ; tem ni
macis doto.-to duasgrandeimarcas ilu panno,pclasquaes
se torna bem condecido ; e tambem lew as cosas; le
ou camisa o ceroulas do algodo da Ierra, chapeo de
palha ; julga te ter ido para o Itecifo. Quem o pegar,
lere an dito engenbo.ou na ra d'Agoas-Verdes, n 44,
a entregara Anlonio Joaquim do Almeida, que >eri
generosamente recompensado. '
= Fugirio, no dia l(i para 17 do corrente, dopo-
der do depositario judicial Jos Francisco de Furia
Salles morador noseu ongenbo Jardim.em Paralibc,
o escravos seguinle; j/ot cuja approboncio roga se ii
autoridades policiaes, e atodnsas pessoas quo serio
bem recompensadas, approb^ndondo todos, ou qualquer
dellcs, a saber: Itafael, crioulo, de 25 annoi, Mis-
tura regular, pouca barba rosto reilondo, pes pe-
queos : Antonio, ou Anloninlio cabra ,'do U an-
nos rosto redondo olhos grandcaVj bocea regular:
Eustaquio crioulo de 24 onnos4bosto con prido ,
com signaos de bechigas e outroi^llRl i versas cousai
nos peilos o abaixo do peito direito olhos grandes
e bonitos dedos das ruaos compridns: Jos calna ,
sspateiro de 30 annos, baixo secco rosto curto,
pouca barba com signa! pelo iibaixo do olho esquir-
Jo olhos pequeos, naris chalo, bocea pcqueni,
testudo pernas linas pi's pequeos braios com-
prados com o Jedo do m io do pe dirello cortado :
Jos, tambem cabra de 18 annos, rosto compndo,
ca ellos vermelhoi, com bobas 6. ees as pernal,
inos o bracui p.s regulare bocea beft fiila, olb'l
grandes : Jesuiuu, cabra, de 16 annos bonilo de rol-
}t/> cabellos vermalhos bei^os grossos naris chelo,
oltios bonitos ps grossos grandes o spallielados.ss
bobas sectas : Joio Pedro cabra, do (i annos, bar-
ba branca, ceruolbo silo, secco, narii e bocea graj
des, beicos giossos os dedos mnimos da mi ai
direito aleijdidos ps compriJos o grossos: Cainillo,
crioulo, de estatura baixa de 40 annos, carreiro,
pouca barba, rosto descarnado o cheio de cicalrizei
bechigas olhos pequeos, beicos finos, brsc scom-
pridos espidado, pernas um pouco arqueadas, P
torios : Mara Jos mulber do dito cabra, escura, *
26 annos ro.-to compndo sobrancelbaa grosus,
olhos vivos naris o bocea regulares, peitoscah dos, es-
tatura baixa seces do corpo bucos compridos, p"
pequeos : Jos, crioulo, cojos signaes nao sao lem-
brados. .
= Fugio um preto de 40 a 80 annos da cidade do
Olinda baixo, quebrado pernas alguna cou '*
queadas anda sempre encostado om um pao de a-
me Paulo de na<;ao ; quem o pegar leve a ra larg
do florarlo o. 46, segundo andar, que scri recom-
pensado.
= Fugio, no dia 11 do corrente, a preta Libania.
de estatura regular, com falta de denlos na Ircute, coi
bem preta bem ladina ; lovou teslido r< velbo di
chita encarnada esem panno : quem a pegar w
ao-Atterro-dos-Alogados, n. 39.
IUOaUIIO rs de gr*lilicscio.
Ainda contina a oslar futida, ou furlaJa s pie-
la de oome Faustioa, de idade do 13 a 14 annos, muito
ladina, roslo redondo, ol os grandes, denles lrg'>
lom urna falta em urna das orolbas cima do uag"
biiocos; julga se quo lenha mudado o nomo: qu
a pegar leve a liora-do-Portas, rua.do Pilar l*"'
que receber a gratlicaco acuna.
mont, 2 v.; Le cont l'Abardage, 2 v. ; Aventuras de (pardas ; sendo urna engommadeira, coslureira o eoxi-
IEBN. ; N* TTP DE SI f I>K KA1 IA
l.V'r

MUTIL


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