Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05869


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Full Text
Sabbado 20
,,.,,/,/) publica-te todos oldlatqne
"f' de guarda: o pirco da aailgna-
.; por quartel pagos adttnlo-
I ,.mnelosf dos assi^nntes wirgt-
'"""a*, ,.V..U-, c as refcellcocs pela*
l-ucrcnte.
'
hor.TS M--------
S a 23 as 10 hor. e 0 m. datard
rARTlDS. POS CORRT.IOb.
Colanna.feralryba, c Rio Grande doKorte
Segundas e Sextas feiras.
iiiihain, "i" J'onuoso, I'orlo Cal-
no 1." 11 c2t di' cada mci.
Caranhuns c Sonrio a 10 c54.
^Bu e Fio res a 18 c 28.
Victoria as Quinta feiras.
s os a'aa.
PREAMAft DE HOJK.
..eir as 7b. e 42 min. da manha.
inda as 8 h. e ti minuto* da tarde.
de Sctembr.
I" ""_'
DAS DA SEMAKA.
15 Secunda S. TVm.ineos, aud do J. de O.
^ di\ v. c do J. M. da 2. v.
' Ki Terca S. Conidio, aud. do J. Je D.
/ da 1. v. & do .. dos flpio.
1? (Juarta S. HiOelgardet, aud .lo J. de
1). da 3. vara. ; _
18 Quinta S. ThqjiiM. aud. do Jutz de I).
da 2. vara, e do I. M. da 1. o 2 v
19 Serta S. Jnunario, nuH. do 1. de L>. da
1. y. do clvrl," e do J. dos reilot.
20 Sabbado S. Eustaquio, aud. do J. de IJ.
da 2. vara.
Domingo S. Mathcus.
Auno XX *T- ^09.
CAMHIOS-KO I'IA 1 DE SETf.MbUU.
Cambio sobre U
midi.. UntW'l.
p r franco.
,. i.hbo*lWaMfc.<--pr-
de boas llt ""flifll
mu-o.i.;is huananuolaa WfljpO
. ). de [5/400 *Vv. I ;;.'!') '' I
Pesos Columnarcq, 2JQ00 **-$,
hilos Mexicanos !l2l
Muedasdeipai < MW
Accfles da C.a do Rebcriue de jiiswOio par.
PARTE GFFICIAl.
PASTORAL.
rru Mad4 PurifioaOo Mmrouet Pordigo, conegort-
"* fc. de 5. Ago.Hnho.p4r jrf de eo. .da tanta
, apostlica. *W Pernambuoo, do couclho fe .
,y. o/pranV, ele.
A mdoi <' dioceanot aat'ula, pax o lianco em
uonie e |.eU tiftude de Juu. Chri.in.
Se 'pregad.) publico. tci i|iial fr un n.mdicao,
nrcominencia. dore manifrilnc > maior camero no
cuanrin1ent...l bricc6- nieparavei da admin.ttra-
j/qlie Ibefuj ominada para utilidade do pov.. que
Mie Dooi, e da tanta igrej. diligonoiando com o pro-
ri.'templo tuaecacugaoiqnal tra ootta ro.pon.abi-
liJule ioooriininototilcnoio ..coadunar a ueiiaur* du
un, onnttiluim.it dignot. deixaod de reooiuroendar
.o*im exigir a pratica da. loit eccle.ia.lioae, pola
Mor parle entrrguN ao etqueciinento, e talvct ao dat-
ri A genrrtlieada" corrupto not entunica, a rt-
unlosa rolaxica na obnarvanoia dot propriot deveret,
iirahind tobre nt a bem merecida indignacn d'um
Dial prv.ioadu, pode dixer-te, a todo o mmi.enlu,tbr
i he- do globo (tero qee ooaridode paterna, dmnamen-
preceptiva, no domifttre ioiiitci a,ot infinitos ma-
b que de lodot a ladot, e por todot o innd.ii nos o()-
.rimem, em etpersitj* da pretei.oiariu.it o ou tomn)
imo.Miitrai.ga aelcvanotta dbil v.n para tiiaveineuto
Jcrl>m.ir nlto so em Pernnmboe.ii, eom.i em to.l.. o orbe,
wmsmcl not Fuit, cdfllr o repreliennivcl ..linio, quo
derlaro n maiur parle dt hoinent detconlicoedura, o eo-
mne.lrniiliaai.ibenuflcioa, quoa olorna oleoiencit Iho
prodigaliit, eoinidan.ln-a, eetliorUnd.) a a reaipitoen-
cii lie lao enorme proturioaoto, para nao perecer, pela
perpetraba,, dot crimes, viver, porem, pela diligente
corre.r.a.1 e ingenua rclranttpao dos inetinot.
Dedo bnudtdu e de reeonhoeida piedado toro limito,
ulu|.erinittiiqueo mininn pastor do ita ohara at-
pmi protiga no euniprImanta deteumtit etrieto de-
rer, em que viittupplique Paoait eettar tanta uutadia,
quainfelimirnle grana por todo o universo. Nao aban-
deni-it aqnellei tottoa Blhot, que incontidcrailamentu
le dritlln dunfinar peina doaordenad.it, e dopravndot a.
[iciile de ico corrompido norauao. Faiui-lliet conliecer
.|iic...ivt quemnoi enva repetidofiagellotpara noi-
>i eurreccao, c quao dea.lit.iat aera a cxnanicSo dot
que, pr voitoi incxcrulaveis dtignoa. lorvem de int-
Irumrnto votta jutta teverdt.lo. Jmsis tolcrcit o
dewnfrcomento da pioet, ni mnit exniperadat e vio-
'rntai, uianifeitadaa pela iniiidil facilidade, nimia cou-
drx'.'iidi'iiria, o mili levana iielina(3.i para a perpetra
c5.Mlcbirbar.il ttiniiil0, o frepolea introducto da
ijiibil e depravada intriga, que 1*0 depluravu eitra-
gci, cl.inienlaveii retultadut lein pr.xlutido. Rccorda-
ini [iiriiciilnrmonte da diiieciepernaiiibuoana, pata que
..la linl.i .. nave o ad.niravel rffelot do votan pro-
ircei.i, mu indo noporvi*envi>lvida cm vosa indig-
i",.! Knviai no hllioi deala igrejo at coiivencntet lu-
><. par., queem verdade, e com o mait puro seiitimen
>.., p.'f.iu diter : Segundo a mull.la., de nottai affl
tiioc ilor, i-uvada mi mai iniiiio da liorna alma, e
iinbiiula .......ni iiuoiidlto do notio roracno, uoaso et-
l'inln.-c re s:jou, Urna, naqiiellat voftat c.unola-
(ari, .'.un qv benignaniHiita favoreoeit o ainceramen-
tteiinvirtidui, i|ima v reourrein, porquo em vt cou-
ii, Pe. u;i. v. 11). t'arorerri es prutperai a turto dol
ttbianu'i cni ana peregrinacSo} reine entre tuil.n per-
r*lna tranqnillidaile; una ao religiao impere; Imja un
lapritcuj urna tKrey, como lia uiu t pattor.
Diiiee.iiiiot empie '.lile. linime. tend chegdo au
m.i i'iiiilie.imcnto a falta oiim.leravel de retpritn,
1M'J.iqnm B-.ptitn do' Mello Oxnll tem nianirbitndu
'aiuin paicmal cxhurtaco, ao prcceitoi da eanla i-
l"j>,de euj.i"fiemi eXitlo expulan por legitima ten
"tetciu forma, publoada nctia capital, qae o decan.i
"eonno'.ingndo nAo tolerado, em obtarvtnci do decre
lu'uiroiuuado pelo concilio geral latcranenao 2. can.
"Contra ui percurtore do clero, iliien.lo exprcaiamen-
CAltLISA NA SICILIA. (*)
OLAUTA PARTE.
Cuntinmrao do Capitulo LXV1.
Curiemos a dieeutiao, milord, riclnmou a ranha.
''(uciido rom ..rgullio arnbefa; lia cont que vntpro-
**' "le me diter na face.
- Scnliura, reipi.ndeo o iinptativel Ingle* tem tedei-
''niiuiidar; uiu h..overa tu tumadu o liberdado de a-
nlurjr rerlaa olluie, te V. uiugetiado n(n livera to-
.'"i a iniaiiva a ette reapclu ; nSo foco mait que dc-
oa.T-,,,,, raB ,; jeiirrtalia tan lrgitima.lt pelo
'"Ibi da replic. U uiciIoh que u pode dar eiu um com
""he a i.inld>de do. arman.
. *" Ignara, dilel 6a? A grc hn'nm pnooo penada.
P"Pnde do thetourot, da'trota, dot exorcitoa da
""'-Bretanlij, e eu neui metmo da niinlit petiua dit-
fi Vide Diario a.' 28.
te :Sa alguom, por iiigcttSo diablica, aerilegamento
imputar mo violntai no clorgo, teja oxcominung
do,jiilganioi urgento oooorrer a elO gravstitno in-
oonvenionto, eaoudailot no podar ioaqfervel do que a
tanta igreja etl dvinamonta munida para reprimir a
grave audacia, que te pode fWiUcar entra ni oliristot
do Sr., como te verifioou oon ilorramamcnto de aangue
era um reipefavol tacordnte, atroxmento acoommettid..
pelo reo, que ora menciname.
Tai
da
r'axer ver, poito quo qunnt.) tomento teja lullioienti
no preicnlo cao, quaet ot deveret do excommungn.li
vitando, e quaet <>i doqiicllot, que ignoran, qual (lev.
ter sen non.porumento para miro o Inourao neita pena
a maior com que n etpoi de Jetu Cliriito intenta re
freara contumacia. oTeprimir a ..Utada lomorida.lo d
ie.li fill.....cuja mbellilo non.lemns; lio mu conforme
om o nuil.) iiiinitterio.
O excimra.ingado punido oom a etpada da cxcnmrau-
nliao maior, fioa inteira o abiolutaiuente privado : 1 ,
.1... nffragi.i ooiiimum da lauta igreja; 2 d parliei-
naclo, tanto aotiva como pasiiva, do tacramonloi; 3. ,
de sepuhurn ecoleiiailioa, na qual nao deve lor doputi-
ta.l.i para c.nimunica'r ;; laorie) oom o cbrittaot, de-
pon, de mort.., aquello, que, o.nquanto vivo, doiprexou
a unidado cntliolica, tem diligonoiar a convcni ntu e
importan rcnoneiliaclo, negligonoiadi a qual, ie ooui-
titue r.) de toda a omUioe contra ni preceit.it da
tanta igreja, do quaca na eit diapentado, quando to-
mento impedid (por propri culpa) de cumprir. De
ouira maneira favoreceriao nt leit a iniquidade do cri-
minlo; a., fica igiinluionto privado de ctpao.da.le pa-
ra o empregot; 5., do vo activa optativa; 6.", da
oommu.iicacao civil com o fieii; 7.0, da commuiiicaoJo
judicial, e forento; 8.0, da impetraco da. graoaa. o da
retemjo dat oblidat no citado do excommungado : no
quo ooncordflo unaiiimiiucnto toda o outore, quo Ira-
tio etta materia.
Dcitai privacOit, a mait ignorainioiai n um hllio .1
anta igreja, e 6t quactoit tubjoito por deliberaos., en
iinnioa, aluda na, iniuugnada, ou oontrad.cta, e em ob-
ervanoia ale preaftto pooa, j ooniideramn ccrl ..
excommungado em quettio, oooiieeuoido de que nao
pode communicar oura ot fieit not oflluiot divino, que
llie cita intordiot.it, ob pena de ter coinpelli.lo.n lici-
tar o templo, to alternar rotitlir dooisflc du conci-
liot gerae, repretentanlet da igreja iinivertal.
Igualmente .. certificamoi do quo nio podo cimniu-
nienreom n fioit. nem e.te. oom elle, fallando, e.cre-
vendo, praticando acono c lignac, aluda por interpol
ia pettoa, recebando ou enriando dadivaa, o quaetq.ier
indicio.de amixade, como nos dix oapo.tolob. JoJ
em aman. 2.' o. un. v. 10 o 11, prohibindo quo o
bttrllUOl rccobSo, not ca.at.do tua reudcrjoia, o ctc.im-
mnrado declarado, o o tudont pelaa palavrn Den
te lalve; porquantu aquello, que protero rala taudaclo,
comniunica cora tuat maligna obra.
Nao vot pareca, dileotnt lilhot, exagerado ette prc-
ceilo. impotto por n-.ii diaoipnlo, que, entre nutro, aui-
ularc. prcrogoliva, gorou a de reclinar tua eaU-ea no
Mito de Jei.i Chri.to, na occaaiS.) da niy.lenota cei.
Cialiudo nello o EipiritoSanlO.uiu poda de.tardo exer-
eer, icgundo .. metmo Eapirito, o inmuten do pre
ce.itor da. igr.Jat d'Atia, por elle intlituidas, e regula.,
fundamentando aeua preceitoa no. do icu ineilro Jctu
Cliristo, quo outr'ora llnha dcrlarado aemell.aiilo ao
mito e publinaiiii aquello, que, depon do.admue.la-
d.i, coonvenei.l.i do c.rime, niu tributoaao a igreja a
devida obediencia. Mntli. o. 18. v. 17.
Oapoatolo daagcnlet, icguu.lo luciinitiiiun BOllUl
na, eegreg.iu da coinm.mliao los fiis o incestuoao de
Corintli, enlregando-.i, pela cxcoinniunl.ao niaior, a
dominio de Satana; l.'ad. cor. o. 5. vv. 1.0 o b., ate
quo, arrepenilid.i de cmmuuicar ill.cilaiiienlo com tu
madrasla, fui polo metmo apolllo abtolvido da excom-
nuuhao, com que fra rcrilio para ao converlcr.
PraiaDeo., que o n.iMO dioce.nilo, a qucni todavio
iributamo.amor c.n Je.usCl.r.t, totwio '"corrido nn
lueiiua pena, que o incetluoio errante, o imito na peni-
tencio. .
Pro.igihoi Wndo vr do modo, que retei iiiiot,
quaet ot caiot, em que o ehritUot podem coniuiunicar
eom o ex. ominnnga.il), declarad tal.
0 I.0, he a utilidade eipirilual, e laubem a tmpora
iit,uiii iiiiiai'ia^waaawaatoai
em ea.n. urgente.; 2.0, boa comin.inieacSo concedida
ao marido com ana mullier; 3.0, a permuta., de fallarcm
ot pait com ot fillio.,*. amo. eom tem criadot, o te
nhorct com teut eteravo., 4.<>. a noeot.idade etpmtual,
outoniporal relativamente a veiluan.i, a comida, o a
halla. -3o. ,
Em oniideraolo a ettai excepcei, e.-mm.ins a todot
admiramoa a inadvertencia d periudici. 6'aiTanco n.
20, quando, no dio 6 .1 corronte. q'nit demoiatrar pu-
blicoinento, quo o'lixi. pre.i.lcnto do.ta provincia etta
excommungado, por ler com.nun.oado com um indui-
du, a quem alo devia prestar allnalo, devend recor-
dar-ie que S. Exo 6 procedera detlo inod cin ca
le urgeotanaroatidada, oomn he do pretumir, bem co-
mo lie' do esperar, que o tcntimeiilos de boa htcil-
len.ua aejln conforme, com Ot da mil coniiiium .loa
Aeit Como magialrado illualrad, nlio ignara a tubor-
dluacV), que devo t leit da tanta igrej, c um.
regrat di.e.i, linares, como outro qnalquer filil do
lio digna mili. Nio nerodileiimt na onatateia do um 0
ealhol'ico, conttituid oinda na mais eininenlo dlguida-
do, quo aojulgiio iacnlo da obediencia, quo promeyoo
tanta gr.ja, na recepcao do baptiim, ombora baj0
fo< to, q'i.c c.intrariein a prnpria onirc"iu de qu, ic-
gundo divino preceit, cita mait trotado a inatruir
ni puvotcon. ten illu.lre uxcinplo, ntiiin como, <:-
gundo oevangellio, mait expottu a tupp.rtar maiiiro
penas, io o eu proeedi.nenio na concordar r.um a ua
orouco.
jffinaliamoa eto nntia carta paalor.it, exhortando o
^R Joaquim Hapliili do ilello Oala a que aolioile da
oom|ictenta autoridad.! ablvicio da censura, era quo
eii implicad.i, para que ana contumacia ao mo torne
mai. eiean.lalorfl, e cu criine lid ocnaainne outroi, em
quo a pernicioto dilaja u pode tepolltr.
Nt, ero virludo du poder, que not fill cunfiad, lhe
detorn.iiiainoi a pratica detlo devor, eugindo uoalrilin-
leaquellaiiibmi.iaocapirit.ini, que deve a.>-ten legili
ni o pattor, que anhela anndutir tobro eua hombrua ?.
ovelha desgarrada! reoordando-io d admoettanio, que
de vivu vo Iho dirigimoa, para cumprir sen. deveret
religi.noa o civit, iiiiiniiand-lhe ao metmo lempo, co-
mo era mialer, recnnciliar-.o initurijiiiento com a parto
offondidn, e tnlunettcr-.o a formalida.le publicas, que
devem proeeder a abiulvicAo da exconiinunlio; tum o
que nao hepoisivol oblcr e.te beneficio. Confiara. to-
ra bom oxilo notaa paternal lolioitude em promover
nina oonvartflo, do quo podo resultar gloria a Daot, |ira-
xer oos aojos, Lnc. iu cv. c. lo. v. 7 0 deaeipcracAo 10
principe dot Ircvaa.
Palacio da Soledad.), em 17 .lo iclcu.br.) de 1843.
Jofli, hispo diocesano.
ponho ; rtmagnda pela forja brutal, s tenho por min o
mcu dircito. He itto, milurd. que ua Inglaterra se cha-
ma combater cora armo igoaet?
Oh! Senliora, nio ett V. magcilide lio abando-
nada, como lhe aprat diier tero fallar no auxiliarca do
interior, nt ot coiihcecmuil tem V. magettade no
exterior alliadoi leinivcia.
_ Alliad.!......... cu? Quo alliados podem ter rcu
detlh rumiado?
Ignoro quaes podem elle ter; ma tei quo tem V.
magc.ladc mu do quo teriao cioa. a priraeirat poteu-
oat da Europa. Julgo que nio he para fallar da chuva
uu du bom lempo que V. mageetode troca curreiot com
petelo Bonaparle.
Eta polovra arrancn Fernando do torpor em que
iaa deidc o 011.090 da diteusaii; allou tubro a cadoi-
ro, como quem dispertara em tobretallo por violento
eitrondo. oe cohira da la, nio .cachar, man detu-
rienindo.
Bonnparto repeli ello olhandu alternadamente
ptraCtrolino cBeutinck. Quem falla aqu no uturpa-
dor ? 1 1
Son cu, Senhor, rcipondeo framente o lnglei.
No ponto a que chegario a. oout... nio ha mait ttten-
ei guardar; chegou o momento de ra.g.r todot 01
vn.
Dequa veo ftillai. vot? perguntou ilcidanhoia
Carolina.
Do que oobrem at intrigo, do V. wagoatado, ret-
ttttmtBatMaaasBKaeetxUBE
PE^NASV.3 CO.
CORREIO.
r.l.RRF.ilI'ONDENC.IA DA CIDAUE E PROVINCU.
Ncslc Peruambuoo as inoda. pegau mait que a liulia
que dix o proverbio tor peior, que a morrinha. I'.stabc-
lecen-so o programilla favor a, amigos pagua O
programla, nio to sabe j,i nutra eou.o, 11,10 ao quer ou-
ti.i C.1U8.1, aaotlict dittributiva ti.....1 ao cauto, ja ncm
nella so falla, e nem metmo se sabe u que teja ApparC-
ceo una dtnea rhamada polka nio leqiltr nada
que nio leja polka: c.i,ie.it e lobre-coiacas polka ;
calca., e cnllete. u polka, camiios a polka, o at ditem
que lia jni-oca polka! Anudo iremos nt dar eom cates
favores a amigos, o com todo o polka? Malditas modas!
Amigamente mivia eu diier .quo com duna varo, c niea
de paunico te razia una camisa (queiu I1.1 de saber bom
dalo he aquello niogu que e.ta la no Cenia, quo quando
tquj no treta 011 arsenal de guerra a. lalhava bemj boje
porm a. laca camisas a polka, a para u artigo oollen-
uhus ae faiem pr.ciz.i uiaia ditas varas. Pelo yeito que
n couia leva, vamos com pniaos agigantados a cahir uas
camisas de mizo varas !! lu nomine da benta hora I Co-
mo nio ha de ser bonito, le a moda pegar, o ver-se una
carinha de n do japecanga, com o. qucix.it entre il.ius
cutoll.is do iiiMlr gramio de una corveta! Eiilcarre-
negul Nem moquero lombrar ditsu ; sabbado do N. Se-
nliora ho boje.
pon.'leo lord Bontinck com firmeza, chamo pclot teus
iionies at eoiisos. Oh V. mogollado tuppunha culi,
.po eu uin h.iva penetrado o uat tramot ? l'oit co-
nheco todat os niacliinacoet, toda, at conjiirtcdet do V.
mtgcsladc, e podara o ser necesario, numejr todot os
1c.11 agenlet, todot 01 icut acoljloa, desde nt artfice.
de deorden., quo V. magc.lade cnlretem cui Palerino,
em Menina, em Trapani, era todas at enlodes, at >
alteodoret asioldadadot por V. mago.lacle para 1101 ai-
sa.s.norcm,- porque lodo o uieio, indo o inilrumenlu he
bom para V. mageslaile. Meditoviio-ae, eu sei, una.
novas vsperos ticilianat, e o mcu excrcito e.t.iva desig-
nado ao punlial do sicarios do V. inngestade. 0 l'e-
Dtum du S. Fraueiic.o era o lignal dona abominare! tnt-
lonca, e peloiearidoiet cuidados de V. mageatade o o.-
sas.inatu dovia dar volta ilha, como um r.ixlillio de
aligue. Nos.ot cadavrre haveriin tervido a V, magea-
tade de degrot pro ilir.ui, onde de ui.iii tem ruinad
V. un.gealade para dcigraf.i dot leu tubdiios. Maten
eslava em guarda, porquo tenho, ha rauil lempo, o 0-
lliui tobre V. magostada, lomamos a liberdade de not
i,lo deixariu. dt-gular cuiuu carneiriit. Bem te V. ma-
gettade que cttou bcui informado.
Carolina recebeo tem petlanejnr, com a fronte ergui-
da, ot ollu'i fixot, ai vcnlat cnlumescidas, os labios tr-
mulos, eetcutuu uto o tim ainvoctivt de lord Bculiiick,
em n interrompor nem por palavraa, nem por ge.tu,
ca lazer o menor innviineiitu. Quando elle acabou de
fallar, con.ervou-ae ella por alguna inttantea em tiloii-
diario u nmnm.
OiSra. Menron & C. elo.oi do crdito da quo goiava
o tabaco desno fabrica, r.uihccido polo nomo d1 Aroa-
prela, procurara.., pelo meioi legilinios e a ten aloauco,
desvanecer a i.upres.i que o bnat etpall.ado.do cuutcr
aquello rape gr.-ndo prc .loare., produxio ontr o
scui consumidores,. .ipr.-seul u. boje em iiossaa l'-'S'""
ducumentu. coiU|irbatoi-ios .le que o sen rapo niu podo
er nocivo atando do quo delle osa. Quanti) a not u
molhorjuitifieocr... dosh.nradot f.ibricnntot, he bom
sent, o a perseveran.;. con. que ca casa se leai havi-
,lo desde o en pnneipi para dar vgn a prodnreao da
sua fabrica: um l.oniem de tin......nincciai, por puuco
xelmo que soja do se oslaUleenin-nto, nfl oarnaoa por
um iiloretto iniignificaiilc, o muilo mciio quondo-ta-
lio quo lein compctidoi-ei.

Corresponfleiu'ia.
____
Srs. Redactores.He mait pecunheiitn o Uydrt, quo
3|.|ianee mellioniorpliose ola em comniiiu.c.d.l, 00 n.
124 do Nazareno, do que o de 7 eobceis da fbula; e o
cato, tend a virtilo de fazor revivor as cnbecat.quaiid..
corladas, oinda aaaim fi ctmagada pur IK-rc.nloi. com
mais f.iuilidode sera agora esniag.da aquella, que,so leu-
do p.gnria, nciihinua c.ibca lem; (nirqnoa ter, n'10 a-
vaneara tanta faltidudQ, nao injuriara lioment respei-
taveis, que nem lhe he dado c.iiiheccr, nem acaprelCn-
laria eom eamp.a, o diaacminado'r da intriga entro aa
grandes familias brasileira e p'orluguc, que, dep.ii. d
rec.nhcei.loa in.lepeiideiicia, apertil cada vex mais o
Lieos pela sua honm-reneidide : a a virludo eo viei.
di.tiugu.-m 11 homom; em tuda p irte lia nina o oiilia (mu-
sa, e lio preciso aer lio mnfeT"ol 1, lio estpido rumo
esia hy.lra, para tachar o humera pr bm ou ino, con-
formo a parle em que nascco, hiifando cssa pocha to-
bre quem Iho deo o aer, n tti ditveUdo tom tido um du -
Iheuieiosde inaiitor.to A or.loni lercoira doS. Prail-
ci.eo he urna grey religiosa, em que, seul essa vil o tor-
pe difieren*, do naaciuicnt, tem servido piomiicna-
ineuto tudoosierceiros;areligii nio enhoc odio-
tidadet, que hojo pxislem neasn hy.lra; o nascidoa
na'Europa, desde o omnaou daquclla urdem, nimio pa-
ra olla toeni conenrrid, hoja vista o ten livro de tam-
bo, u pelos dondoras, do que ella pVSIUt, 10 coiihecera
eill verdade; o com qiianlo esiu hydr muil.) 10 eaho-
fd a trata-loa por gaiihadoret, cangueiros o labregot,
miaeiavel falla do ai; elle, so applioao ao na'jalUo, o
quanto lucriu lio pan pait, nello fioa, ho para .ej?
hydia, oiuquantu ooioau de.frucla produytu .icaao trff
balboa, poder remuuero-los com lio graiot oplelos;
oh! que t'oellt sodesacaoservico o ao laborioso trafi-
co, em que gira catear., genro de J. J. 0. I'., se tivea-
soou nieiintj visto o numero do cintos, eom quo olio
gira, nem torio lempo para ser lio intrigante, o nem po-
ra diter tinta p.irvoioc, ma, como a ignorancia ho affoii-
to.c o ocio.idado mai do todot nt vicios, continuo a des-
pejar sua pecunho, que ir adiando teu justo liesnutca-
rnuieulo, c isao lhe ollirma um
Terceiro imparoial.
i
Publicando a pedido.
Meu amigo 0 vr. Bem longe eitou do me censido -
rnr habilitado para decidir toru.inaiiienionte a qucsto,
quu\..; me propOe, isto lio : qual das duas troduc-
c5es em porluguez da obra /. Chrisl devanl le 11'e-
cle 11, cete a preferencia? A que >e publtcou em
Furz, ou a quo so acaba de publicar em Pernambuco ?
Mas, como V... quor outtr o meu fraco parecer, eu
o expon i com iuiparcialidade o Iranquexa. Tendo eu
iiJija 111enc10na.il obra, o observado que era necesyrio
vencer difliculdades cima docomuium, para tratltdar
eertjs passagens, com a exaclidao e propriedsdu, que
requer urna versao fiul; mui desejoso fiquei de quo ella
(sso fasladada para o nosio idioma por um traductor,
que, entrando no substancia de lio excellenle obra, (h-
mente a verlesse em toda a sua inlegridade, traindo-
te dos abundantes recursos, que urna lingos tao rica
4..^,'^-. '^> ,- ,
. lua
ci, acm detpivgar-llie o olhar altivo ; depnit cruzoii to-
bro o p.ito oa bracoi, dou um paito ni ral.
E quand a.aim fosteP ditsoolla era fim oom ro
concentrada, quem ou.oria dizer-me aqui, quo nio es-
lou un caso de legitima defesa? Que Vindc Sicilia
como pirntai : porto, cidailc, fbrtaleta, ludo tomis,
iccopaia ludo, dispoedes do todos ot lugares, de todos
s empregot, iraattonmis o govern, c porque n, for-
tes pelo direito soberano quo de Dos rooobemoa, reais-
timoi, vos nos doslhrouiz.iis, nos proscroveis, sublevis
contri nos nos.us vatsnllut, ni pri.prio hlUo ; alo-
gaii-lhe jesuitieniucnlc 11 lOoptro, para servir-so dello
ciu vosso proveit, tem vos eoinproinctter.les, o prclen-
ilieis quo aceilastemus em cobarde silencio, 00111 c.lu-
|ii.la resignaca tantea i.llrage, que beijastemoa de jue-
hot o mi que nos eaboteleava? Bsqucoettea ouli
quem cu ero, quem nt somos? Esqiicccstcs que o tan-
gue de l.uiz XIV corre as veitt de Fcrnand, o que ou
ou filha do Mario Thercw?
V. magestnde he que o rtquecco. Pelo retpcito
por este augusto inngue, eniu pola propria penoa, nio
levia V. magostado reprovaroa armas detteaes, as tenc-
bro.as emboscadas.......
Tinnj en a esculla dat armai? interroinpco Caro-^l
lina com vivacidad.-. Nio 1110 reduzistes ,it.- ;i uecotsida-tpi
de de rec.irrer t emboscadas Ah que por certo multo
me custou conspirar em tegredo, em vez de combater
luido da como iiiiuha mil combaten. Porque nao lito
cu o teu poder? Porquo me nio tocou cni parlilha um
ENCONTRADO
:


como a portuguczo suhminislra pura te rcproduzircm as
bellezas das liogoas estrenhas. Com a noticia da tradc-
elo foits cm Parir., ossonlpi de niim para mim, que o
inrus dpsejns csloriilo completos, o por isso apenas aqu
upperceu, lanrei mi d'ella com grande avidez ; iras,
apenas li o titulo, a sua versio arbitrariamente livre
nio mo pareceo a proposito, e quando lio Iraduzido
sobre a decima quarla cilicio visla deste inexcusa-
velgurUismo comccci a desconfiar. Prosegu na leilu-
rs, e por fim fiquei cuntencido .deque a traducc&u de
certo nio corresponda expectaclo, em que eu eslava;
e por isso em nada mosorprendeo o annuncio, quo de
pois a tai bou de defeituosa. Cu lito linlia notado as
nicsrr.as faltas, que all se apontio ; e alm disso falta
de pureza de lingoagem ; impropriedade, aflectaeSo <
invoncio de tormos ; uso de verbos com sgnificacio,
que nuoce so Ibes deo ; palmares e repetidos galicismos,
ote." Cm prova do quo apontaiei elguns dos mullos
eiomploi, que poda citar.
Comecando da piimeira pagina, logp abi mu nao
posso conformar com esta versiopor nao ter oulro
dote maior para deixar Ibe A mente do autor liescm
duvida, que o rei de Franca, legando 'o seu nome eo
seu seculo, deixou-lbo a herenca mais preciosa, com
que o poda dolar, isto be, a heraoca mais preciosa que
poda liaver para o dotar, o nao omaiordole, que ti-
nba, de modo que se tivessu oulro de maior prego { o
que o traductor d lugar a suppor-so ) esse Ihe legara.
Aisim, parece me, (|uo em lugar do por nao ter
da tradcelo dote conservar-se o nao pudendo
ilo original, porque do segundo modo eprime-se fiel-
mente o sentido do autor; nas nao assiru do primeiro
modo, pois |ue o sentido natural Testa expressio
deo tal cousa por nao ter outra melbor bo que outra
melbor dara se a livesse ; e quando a expressio bo da
propria persoa, queda, nao so significa a falta de ou-
tra cousa melbor ; mas ta nbem o desojo de a ter, eo
pozar do a nao ter. Na pagina segunda, notando de pas-
ssgcm o \er\\o deptrecer, que nao be porluguez, u do
qual se nao carece pura traduzr o francez deperir, be
nolavel que su desse a significecao de sub.iania a pala-
tra franceza suzcia,net. Nem posso persuadir-me que
o autor ossim quizesse qualificar o poder, quo um ta-
lento funeslu exerceo com o mais scnsivel e desptico
abuso. Na pagina terceira enconlia-se esla pbrase
in.io grado a sua adientada idade. Nao vem a piopo
sito, pois que, applicando se bem a pe.-.soas, nem por
isso be de igual applicacao a ousas. Na pagina qua-
torzo esta escripto urna pouca de larinha. Erro
crasso, repetido na pagina 26o pelas mesmus palavras,
e por estas uina pouca do bus f na pagina 141.
IJm ligeiro estudu da lingoa materna besufliciunte pura
sabor-se quo do adjeclvo muco substantivado s se usa
no genero mascolmo. l'assando a pagina 15, abi depa-
ro com esta lirada o mais enmdicado de lodos os pre-
conceilos. Lnradicado nao sei a que idioma pe ten-
ce ; prcconceito tambem nao be porluguez legitimo, e
quando possa pastar como adoptivo nao (cm aqui lugar.
Na mesino pagina Icio as phrazes nio se farsa lim
que incontcslavelniente be latina, c nao porlugueza ; e
logo adianto nao so fario principio que, nao sendo
tambem porlugueza, nio sei se ser minio latina. Co-
piarei agora urna passagem da pagina 17, que labora
em vicios to sensveis que basta simplesmenle indca-
los : E (emendo que por v..rinde po/esso alguem con-
tra a tio(amphib/oyia com hyalo) estranba proposi-
tao, para aljrbar qualquer rellcxo, i|ue o leilor po-
llera (em htgar de poleite) fazer, certifico!-Iba, etc.
Na mesma pagina este bello penssmcnlo do aut r
'oh presence de lellei aulotit, i n'y ai\ittcs qu a res-
j'ecter el se taire be asitn Iraduzido: perante tacs
autoridades er.. misler guardar uin silencio respeitoso.
Nao dirc que esta veisr.o ho infiel ; mas nao posso dei-
xar de dizer, que e-la mu longo de exprim! a empbase
Jo uriginal. l'asso pagina 18 e aln lelo : Os dis
cipulos, acceilando semelhaiitcs uli-uriios, como so 10-
ra una nova doulrina, trtiao de assoalhar com igual
successo diveisas mximas inimoraes. l'iiiiieiramciitc
nao (ico pela gramimtico ; e beni s'e poda o traductor
ter turado deste emba ac, cingindo se ao oiiginal,
mido vem o como mas nao o so iCra accres-
t potado pelo traductor, ao mesmo lempo que deixou
de traduzr o epilhelo platee, dado no original a ab-
surdos que nao era para despiezar. Em segundo lu-
gar, os plulosophos, de quem pomo antes Se tinba fal-
lado, be que assolli'o mximas, e nao os discpulos;
du que resulta, que o traductor nao entendeo aqui o
(jiiginal, allribuii io sos discpulos oque os pbiloso-
[dios lizcrio. Nao bo meu intpnto fazer urna aiiulysu des-
la Iraduccao, c por isso, pondo du parte o que poda
notar nas antecedentes paginas, passo pagina 175, e
ah dio a resposta expressa, que foz ao piloto. L
podera isto pasiar como bom poitugucz ? E o que di-
le da versio, que vem na pagina 191 ? Quando eu
titer destruido o Egypto, quando suas ruinas bouverom
desapparec.do, c que seus habitules livorem. sido mor-
ios, etc. Nao est isto demonstrando falla de indi-
ligencia do que do original? Nao hatera aqui un er
ro de grammlica o mais indisculpavol? Alas anda me
vasto imperio, nina afio preponderante? A Inglaterra
hornera eolio contado cumiuigo, porque cu litera up-
pealo a I'itp.i ii torca. Ol i|uanlaa vezca tundo iiifrja-
ilo o dclino de Cnlliariua 11. A ella nao liouvcrcis v
misado (rular, como me a mim traais, e eu em cu lu-
gar livera-v. feito tremer na vua ilh.i.
A Inglaterra nao tremo cm presenca de nin-
guem.
Que praicr! que encanto, continuos Carolina,
sciu escolar Uenlinck, cseni ri-sponilcr-lhc, de uci upar
un Ihrunu rcpcilado, e de tancar a una rapada na Im-
laneai europea I Eu naaoi para grandes feilu, para gran-
de consus, C o vegeto no acaohado Itieatr., onde Dou
le ciiiirinuu. Nao me fui dado aenlir-iue larga, re.pi-
rar vonlado, un no da em tuda a iiiint.a vida. Quo ae
fas ouiil un Kii.idu de terceira un quarla urdeiu, du iiual
anda oatrea quartm inetoru roulindu pela euiiMuiain .?
quero enriar de paciencia o proieguir no'breve exaane
que intenlei. Abro o livro na pagina 230, e abi deparo
com cstaphrase- da o autor pin breve spenos de sua im-
pudencia. He icima de querer faier da? phrases latinas
phrases porluguezss, a lortu e.a direlo! Contino, e na
pgina 268 doscubro este descuido : He no mesmo
seculo em que o precedente bavia apresado para a con-
demnai o do Redemplor dos bomens. A que vira es-
te cm ? E com elle como se podera salvar a gramm-
lica ? Consulto depnis a pagina 27, e n'ella vejo cs-
ciiplo:a auluridade faclivel dosmonuiiientos. Tan
gible he o tocubulo, que vem no original, c quo de
certo nao significa faclivel, mas sim tangivcl, cousa que
so toca, que se apalpa. He de cir quo o traductor qui
zesso di.-cr, quo os niunument s sao urna autoridade do
fado; mas he erro imperdoatel usar para isso doadjoc-
litn /iirinel, o qual nao significa cousa do fado po
rm sim cousa, que natural ou fcilmente deve, ou po-
de acontecer. Vou adianto e na pagina 307 leio* ;net-
teo a tormento urna bilymologia. Isto nao he portu
guez ; e quem au condece que o terbo lorlurer deve
aqui ser Iraduzido no sentido figurado P l'asso A pagina
317, e alii me encontr com esta passagem : Anda
quando nos aparlasscmos do sentir de S. Gregorio do
isse... nio dexaremos, etc. Wrle antipatba com a
grammlica E quem jamis se lembrou de escrever
IS'isse, como portuguez, em lugar de Nicea T E ser is-
to do um ti aductor, que, como se diz, etla par dat
materias, que Iraduz? ['rosigo, e na pagina 320 (das
palavras do original a endite lemoignage) leio esta tra-
dcelo rendeo jusliga isto be, o verbo servilmen-
te trasladada, e o nome infielmente Iraduzido, com-
pondo urna pbrase,daqual se pode dizer.que be de ruiui
invenefio. que porm nio sei qualificar be a ir.ten-
cSo da palavra cornxha, empregada pelo traductor na
pagina 325 Virgem da curnieba diz elle. Nao en -
'elido Cumiche significa cornija; e nao sei a quo tem
a inventada cornieba : ajuzern os pos icitores a esle
i espeilo segundo a sua prudencia ; reflictio na versio
das palavras la vierge de la cornieki pelo traductor per-
namliui ano, e nella encontrara a genuna pbrase ver
riactj'u, que exactamente corresponde a phrase eslran-
geira. Passando pagina 320, abi acbo escupi :
Todos esperavo por um eos, que devia eocarnar-se,
o, apezar do seu poder, sollrer todas as miserias, porse-
guieqes, e necessidades humanas.....ecm fim a mor-
le.- lie bem nolavel, que, apartando-se do original em
lanos lugares, som causa, o traductor aqui o siga to
servilmente, fa/oatdo um versao lao dura o confusa; ao
mesmo lempo que duas ve/es Ihe occrcscenta a conjunc-
cao--e-- nao adverlindo quo a mente do autor, (fito
usando d'ella, fui sem duvida tornar o discurso mais
enrgico, e comprehender emphaticamenleem urna pa-
lavra o que doixou de dizer usando da relicencia. De
que servio pois a conjunci;ao ? be afrouxar u discurso,
e al nao disse. Nas paginas 310 e -ll apparecem estas
novas phraseso ministro l'bi srconsullou com Con lu-
cio -- o ministro entrado de admiraco. -- Tanto in-
tentar vai muito alm do i/uid libel audendi, a que os
pintores e poetas, fundaoos na autondado de Ho-
racio, julgio ter direito. Na pagina 3.'7 verte o tra-
ductor Porta chamada bella seguindo servilmen-
te o original, em vez dv tra'du/ir porta especiota, cu-
mu. sempre se lem Iraduzido em bom poitugucz, se-
guindo-se o proprio texto latino, e nao as verses d elle.
Ets aqui o que nao deve escapar a quem ett par das
materias, que Iraduz. As pussugens, que licao cita-
das, sirva de remato a seguinle, a pagina 587: Onde
nao bavia hatera um seculo seniiu cenlo o cincoenla ca-
Iholicos, se achsva actualmente obra de novo mil.-
Uavia hatera : eis aqu o quo so chama piimoioto
eslylo; e be de notar, que o ou..inal nao du haver,
mas sim lia. E quem podei entender-se com a grarn-
ii.aln a d.i obra, que h achara, nao podendo a tal obra
ser aqui t.miada senao adveibialmente IIuc oput Ate
labor eil !
Alm do que lenbo notado, e que nao passa di; li -
geiras observaeoes, he lora du duvida, que se enconlrio
na traducido infidelidades mu nolaveis ; mas, como
parle d'ellas tenhao sido publicadas, au julgo necessa-
no repetir essas, nem produzir outras. l'ara exemplo
porm dos muilos galicismos, de que a Iraduccao esta
incada, aponta-ei o seguinle :- Lbu bavia cabido em
fantasa do lazcr ver -- desojar de tornar encommenda
ao algoz de entregar o resto mereccm de ser estuda-
dasjurar sobre a palavra --anterior do seculos -
desafiamos de nos desmentir -- apressar, ou retardar
d'uui da quem vos disso do Irazer -- ele. laltezquc
alguem que lesso estes reparos, decididamente os re-
provasse, e at pur ventura com exemplos do classtcos
prelendesse demonstrar o a:erlo das frazes, que acabo
de censurar ; talvez. Mas a isto nspon.ieria eu, quo
os classicos devem ser imitados com discrico; que nun
ludo o que nas suas obras est escriplu concorda com o
uso actual, nem com as regras da grammlica pbiloso -
phica, quo elles nao estudarao, e as quaes seconfor
mao piesenlemenle lodos os csaiplores de cntuio, a
(im do evitorcm antigos dcleilos,que, hojoreproduznlos,
lorno-se erros indiscuipaveis.
uaurpay.ni!
Hrciber o inuviiiieuio, o jamis d.i-lo, que
- iiiuihimi*! l'iirq.ir lalalulnde fui eu Otindemuada n e-
| inulliaute papel' t'.r cale o lugar de una areliiduqueza,
.une irniia ein dolo o langue tloa Cesare? Mais valora
jhii a mim nunca reinar, do que reinar aasim.
Com ludo isto, disso Fumando seiupre na ma ideia
xa, na.'jnalitieatl a liia eorrespuiidcncia emu o Iv-
laniio cura; o que eu qoeru anda duridar, Bliulia que-
rida Car..lina.
F,olera u rainlia responder a .-eu augusto esposo, que
elle ineauo em uutru lempa au liuuvira fieilu lano ea-
criijMilo de Irelar com o usurpador; mas nem esaa ideiaJ
leve, e pondu ntlle uus ullio aigiiificiliviia de deiprexu,
aaaim Ihe rerpondeu cum Uisn suberbo :
Crcio, na verdadu, que cperaia duinim juslfina-
i,oea e ilpueulp.u! jDevere t antea dar-:n\n, que por
vuaaa fraqueza u pussillanimidadc vos peidealea, e i
miIII laiiibem. Ol quo nao tendea naa veas um.i gutia
do sunjjuu, que ii., iiiiiilia cinra Aluda n ruiuaria-
iiio .-, o inscilenic csiraii(eirua nao d. i iao em imaaa casa a
le. Tendea de re aumente u nome iium a auubcsles en-
carar um pe i;;o, fug cobardciueulc qunndu lie toreo.e.
eatabaler. Nio fallen uinia du Luis XIV, quo nao si
acu herdeiru se litera a dengraca de ser anide doste
i.nudo, du vos se eiiverguiibara e profuudaiueilto me
lastimara.
Fallara Carolina com voz cada vez mais aiiiuiada, coi
ollioa que por um ilutante haviau citado abatidos, bri-
Ibato agora de culera. O velliu Fernando ansiiu esma-
gadn, olliuu para ana inullier eslupefaelo.
MiiiIim pobre Caruhua, Ihe disse ello cum lastim-
la Voz, achaa propositu cm le purea em seinclliante ca-
tad, i '
Ai de nim responden ella desaniuaiidu, sei e
maia que ci que perco niinliai palavras, o quo tenlo
leva iinnlii justas quena, "i'udo d'ura em dimite rl
acabado. Cuilueada cnlre a fraqueta < a violencia o me
reala, bem vejo, o caminho du exilio, onde sepullu eiu
iileneio cierno, miolia derrota e minlia vergonha. Dei-
(racado dos venp,idol Triuinpliai, inilord, e com vos-
co a Inglaterra; urai e abusai da vusa victoria ; nao tc-
Em provadoi crassissmos erros de grammatica. que
nSo pouco avullo na Iraduccao, indicaroi tambem aa^
seguinles passagons : Cesso as tradiccoes de soreot
histricass haiiio poetassendo que porecia devo-
riSoaquelles annaes moncionarcmdesdo que houverlo
oaeoes.Nao houvorio ao depois bomens os fiis a-
penas se nelles [templos) cabempossa essa voz sur es-
culada, e serem seriamente observadas as novas neces-
sidadespossao os padres conbocerem&c Por ulti-
mo, sem fallar no exquisito uso o enfadonhs repelido
do verbo acalcanhtxr, notaroi de passagem os vorbos
tuertar, e ensecarse (em lugar do ensecar); o adver-
bio /divamente, e o nome price, nio osquecendo a
phrase primeira t>i>/a:ludo de tnvencio do traductor,
e nicamente porque aasim lho cnftioem fantasa
Eis aqui, meu amigo, oq-ie em summa devo dizer-"
Ihe cerca da Iraduccao leita em Pars, que por abi
voga, inculcada pelo seu proprio elogiador com o re-
commendavcl e opigrammatco appollido de traducido
Moura '. Eis aqui a tradcelo, que se qualificou da
notavel pelo primoroso eslylo ; e na qual apenas se on-
xergiro algunt ligeros erros lypographeos, que
devem ser deseulpades em impressOes executadas no
cstrangeiro.' E como so aventurarlo taes sssercos
cerca do urna obra, que necessariamente bavia de ser
lida p a mesma lacilidade, com o mesmo denodo, com que,
tendo-se cscriplodeclara ( o livroiro)que esta tradc-
elo est restrictamente conforme com a dcima quart.
recente edicJo de Pariz... qual so cingio, como de-
via, o distinelo traductornenbuma duvida bouveent
se aflirmar depoiso livreiro nSo disse que tinba a 14.*
ediclo original : disse que o doutor Moura trsduiira
sobre essa cd duceo est restrictamente canfor me com tal odelo, e
que o traductor a ella se cinglo, sem se ter visto seme-
Ihante ediclo ? Non tanta falla de boa f 1 Nem tanto
-ombar do publico.
Alm de que, nunca se po; em duvida que a tradc-
elo fnsse leita segundo a 14.* ediclo do original; du-
vidou-sc sim, que a tradcelo estoja con/ormecom o o
riginal, e com razio se duvidou, e eu anda duvido ;
por quanl i nonhum motivo plausivel, nem ao menos
pretexto especioso se podera sponlar, pelo qual na men
cioneda ediflo se corlassem as passagens, que na tra-
dcelo se notlo omittdas, segundo as antoriores edi-
(esata 12.* de Pariz, e a que modernamente se im-
primi em Bruxelas. K para prova dequoolraductor mu-
lilou o original, nio ho necessario mais do que recor-
rer ao paragrapho 2.' do capitulo 2., o qual, fielmen-
te vertido, assim comeen na Iraduccio do Sr. Moura :
Antes pois do reproduxirmos a aecusacio contra Jess
Christo. vcjjmos quom forio seus principses adversa-
rios. Eis aqui o enunciado do autor, completamente
desempenhado no original pelo decurso do paragra-
pho, que consta deeis paginas e meia, das quaes a-
penas seencontrao trasladadas na tradcelo as primei-
ras sete linhas; com o que lica o triste do leitor com
agoa na bocea, eainda agora pergunta quem sers os
taes adversarios .' E ser! crivel, queda urna obra lio
importante se li/.esse urna 14.* ediclo com urna falta tio
cunsideravel ? Credat Judceus Apella: non ego. A-
gora em quosefundou o traductor para assim mutilar o
original he problema, que nio sei resolver. Q que
sei beque nio he esta a primeira tradcelo, que pu-
blica, em quo se nole o deleito demonstrado, nio;
sua tradcelo da novella Quintino Durward labora no
mesmo vicio, e em oulros defuitos, segundo a obser-
vadlo dos mui litteratos redad res do Panorama : eu a
transcreverei fielmente, e com olla nao s provarei o
meu dito, mas ao mesmo lempo fare ver, que o me-
rccimenlo do 8f. Moura, como traductor, nio he tio
ubejariiente conhectdo como pretendem alguns leito-
res oas suas novellas. Annunciando duas traducedes
do mencionado romance, urna imnressa em Lisboa,
outra em Pariz pelo doutor C. L. Moura, depois de
pronunciarem o seu jizo rm favor da primeira, eis
aqui como os referidos reductores se expressio a res-
pailo da segunds : Infelizmente, nio podemos di
ter o mesmo da versio fetta em Pariz : o Sr. Moura
ainda est longo de merecer os elogios que de bom gra-
do Ihe daramos, se nossa consciencia nos nio obrigas
se.a serjustoj. Servio-se,secundo nos.psrece, da versio
franceza de Defauconpret que per cerlo nio ho a mais
fiel. Foi por isto. talvez, que a sua Iraduccao tem o
gravissimo deleito de estar incompleta, faltando-lhe a
conclusio da obra, que o autor escreveo muilo depois
do ler publicado o seu livro, e que se acha nas euices
inglezas mais modernas, bem como na versio franceza
de .Monten,mil, que, a nio traduzr do original, o Sr.
Moura devia ter antes seguido. Lugares bouve tam-
bem, quo, ou por esta re m mal dados por Defaucon-
piet, ou por mal os entender o Sr. Mours, desdizcm
essencialmcnte do original. Huiros difficeis de verter,
julgou conveniente supprimi los ; e este, em nossoen
tender, be um dos grandes defeitos do livro[Pano-
rama n. 103, anno de 1839).
Tem corrido a penna quasi nscnsivelmento; eoc-
cupando-me s com a Iraduccio de Parir, nada disso
anda a respeitoda de Pernambuco; mas tambem pouco
ni iniiiawananas un iitiii tan n^iiiiiTru
dizar. He natural que nio esleja iseoU de
urque nenbuma obra humana pode,, serah
e porfeita;, todavia, orn obsequio dijusli
chega o meu cuito alcance, nio duvido
dizer que o traductor, comogando pe'
eloquontu do eloquonta autor do liv
trasladoti Belmente o riginal, entrar
na inlelliglrici, vence.udo haliilmen
quaella dfetee mutilaniT
Pelo que | erlence |in|oa^em, bol
iscnta dos dissonanlea galicismos, em q
sadas mufgi das nossas traducedes
nem paratMfvar portugue* correcto^
que, desprezandoas palavras actualme
demos ao mal empregado trabalho de
nhando palavras velbss, do que os bof
Iue se seguirlo ao secuto de quinhenlos, como
ernardes e oulros, nio fizerio uso, para com ellai
tenlarmos urna vio erudicio, con t> os no
se enganio.
Tenbo salisfeito, qnanto o
nieus conhecimenlos, ao que V... d
sendo meu intento louvaruma tradcelo com dotr
to da outra, e ainda menos da repulaeao lilterarj
traductor, cujo mrito nio pretendo escurecei
dos dos defeitos apontadns ; mas sim, e unc
exporcomcom imparcialidada o que sinlo ealooBog.
Prefira V... das duas traducedes a que mais Iba aproa.
ver, o para que o laca com acert nio Ibe iembrareio
video meliora proboque ; deteriora sequor nic.
Esta sentenca, quo Ovidio com tanta discricio Taz pro.
ferir a Medeia, e que tantas vezes e tanto a proposito
(cm sido citada, relativamente is acedes moraes, foi
empregada com impropriedade e injrjttici para persua-
dir a escolba de urna das treducroos: com improprie-
dade, porque nio be appplicatel I simples esculls de
um livro ; com injustica, porque com ella se induism
os subscriptores de urna das tradceles a escolhers oa-
trs, faltando assim (dos contratos. Do que resul-
ta que a citacao da sen tonca be de mais a maiseeara
producentem, porque se alguem estivesse no-caso de
pplica-la a si, seriio inconlestavclmenle os que, lando
subscripto para urna das traducedes, escolhessem a ot-
tra ; pois.'dcixsndo de escolber o melbor, isto he, o
eumprimenlo do contrato, abracavld 0 peior, isto ka,
lallavio ao quo tinhio prometlido.
COMMEiiCIO.
Alfandega.
Benpimento 00 DU 19____.. .......
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1:301:238
maia que vo-la perturbe cun caleris protealaeoea, ou
qui-iviimea aem dignidade. Nii, eu nio vos darei rsse
praier, e o me nio resigno, saberc calnr-nie. Oespu-
jado de lodoa os mena direilu, engaada cm tudas as
minlias eaperanea, abaiiilono ao futuro o cuidado da
lunilla vingancfl, ooni quanto muilo grato me fra vin-
gar-me |ir niini menina. Mas u arcillo lie aziajo paro
>a principo; o inundo ealu clieio de res dealrunizn-
doa, nao uuutandu us quo, como luinlia iriii.1, perdern
eom a curoa a vida. Quo vale mais um, depuia de tamo
dcaastrea? Miuhii quedu s iiujiineulara de um nomo o
lonjo niarlyrolu|io da realeza. Tora poroin uoau pro-
vauca 001 termo; essa Uuipestade pastara como lautas
ouiras, c regenerada na tnica da adveraidadu a uio-
norcliiii renascer maia joten, mais forle, para ooiisola-
C*o, para venturado potos, epara honra dos prinoipe.
Pronuueiou a rainlia estas ultimas paravr.ts cum calina
estoica, e mageatusa, que adniiruii ao seu proprio ini-
nii;o. Ella retirou-su seiu ajuntar urna palavra, e doi
xuu Keniiuek o cl-rci ci'iitiuiiarciu em seu colluquio.
Bem v V. niageatade, dase o Inglez renovando o
fio da coi versa, que a punida da raiulia bu neeesaana
ella raeaina cuiitassa que machina, Dos abe ouin que
intuito, cun Napuleiu loiuparle, e que quii fazer-uo
assaiainnr. Em quaulo rila nao dcixar a Sicilia, au ha-
tera repousu para o rcinu'nein para V. magostado. Por-1
que nftu vai ella descanrar em Vieuna e acalmar no seio
da ana familia as paixes que a agitan ? Por esta medi-
da ludo ficaria arranjado.
Consulado.
Rendimento no da 18.
Cera 1^318.) 687
m
Provincial5!)j 203
m
Moviiiienl do i'orto.
iVaoio entrado no da 19.
Babia; lOdias, sumaca brssileira Andorinha, de 100
toneladas, capitio Jos Manoel Maeurc, equipagem
9, carga varios gneros ; a Luz Borges de Siqueirs.
A'aeio sahido no mesmo da.
Rio-de-Janeiro ; barca porlugueza Cidade-de-Angra,
capillo Joaquim Jos Soutioho, em lastro : coodui
ospsssageiros, que Irouxe.
Editaes.
=:0 inspector da alfandega desta provincia fsz saber
aos Srs. negociantes o despachantes ua mesma alfande-
ga, queeui virlude das ordena do tribunal do Ihcsou-
ro de 25 de agosto pussado, mandadas cumprir por
officio da thesouraria desta provincia de 18do crrente,
do 1.' de setembro de iSiji.em dianle se princi-
piar a fazer o descont, de quo trata o artigo 5 o da le
de 6 de outubro de 1835, nas notas do S rs. da I.' ci-
lampa,mandadas substituir pela ordein do mesmo tri-
bunal do thesouro.de 27 de julbodo passadoanno.
Alfandega, 19 de setembro #1845.
Miguel Jrchonjo iVonteiro de Anirade.
A cmara municipal da eidade de Olinda esta termo,
em virtude da le, etc.
Fsx saber, que, nosdias 23, 25 e7do corrale
mez,serd arrematados, por quem mais der, os contra-
tos seguintes : dos mscales o boceleiras, as casinbst
da ribeira, o reparo dos acougucs, o subsidio dos por-
cos.aafericlo dos pesos e medidas, o armarem grande do
Varadouro, dito pequeo no masmo lugar, e o impos-
to das esnoas d'i-goa do Varadouro ; devendo os pr-
lendenles apparecerem habiltalos, e munidos dos com-
petentes fiadores. E para que ebegue a noticia a toa'0''
mandamos fazer o prsenle, que sera publicado nos
lugares do cosame e pela imprensa, Cidade de Olmos,
17 de setembro de 1815. Jote Joaquim de AM
Fatei o que melbor entooderdu, responden l) "'-
cu luuiiaroha, nimia abalado da Iruv.iada conjugal; cuui
lautu que se Ihe rendan durante, a viageiu ludas as luui
ras que Ihes5o devidas.
V. tnagosiado me irroga injuria, quando siippoa
que cujamii fallaroi 6> tonelo por ana augusta -
posa.
E oum estas eoulras palavras fes que oaeiobre roa
signajao quanto elle quu, depnis do que Carolina, rect
beo o uunvile, seniu ordeui departir incognil, no asa
breve praio o som a menor bulla para Caalelvetrun".
para abi eaperar o navio que a devia ciuiduiir para na
unge. No caao de roitcnr,i.i, um esquadrSo du drjoi
britnicos tinba urdcui do tlic Oompor uniacaculw
honra. Era" o lermo pulida de que Bcutinck ae aeriira,
por allcuco, o o seu modo de ciiuij.rir a palavra a
a Fernando. .
Que dizeis, meu padre? disse el-rci ao seu conloa-
se*-, quando so aclion O Sa rom elle.
Quedizei, meu HllioP diese o revorendo ao se
penileiiie.
E nada mnis diaierto, enp.iinilo-se com r'"""'l'y
El-rei fui o primeiro a coiirunuar-fe, o o fe alegra*
meu le, ,
Por san J.nuario, disse ello estregando a na,
ciinffssu qu (tai de eear b"je cun mclliur appelite
que huiilcui.
[Ctnlinuar-se-nti).
^r
- PP


f,rfrt,
uno.
presidente. Jotio Paulo Frrreira,
De i lar ajenes.
/,s/3 (jeridas cartnstniradaiem lodo o rnex de
agastodei *
I). Ani;j Fropciv-.. .lo Ale fc, D. .^mfjoaqoi-
n de Jess, D. Anns lea* Muida Sacramento,
[). Anna Rn Sn, Alexnifre Lopes ftibeir'o, Adolinq de Paula
j>ixifi, Albino da Silva Leal. Antonio Alvos Bento.
Anlofliod* Almuid.'. Antonio Amaro Vieir8, Antonio
lirrnerdinodos Res, Fr. Antonio do Coraclo de Mi-
(ii, Antonio Cajdaso Coldeira, Antonio Cirvalbo de
Almeida, Antonio du Costa Moreira, Antonio Ferom-
dude P.i'vs, AntoniaFrificiico de Oliveira, Anlonio
Francisco (uaresma, Antonio Gomes Riheiro, Ant'o
niii Juaquim da Costa Silva, Antonio Joaquim Gon-
t,l,eSl Antonio Juaquim dos Sarrios An-
drsde. Antonio joaquim da Silva Maia, Antonio Jos
Din, Antonio Jos Oas Braga, Antonio Jos Enes
llnga, Antonio Jos remandes Guimaraes, Antonio
Jos de Parili, Antonio Jos" Goncalves, Antonio Jos
de Oliveira Miranda, Antonio Jos Cintodt Silva, An-
tonio Jos deSouM, Antonio Jote Vieira de Araujo,
Antonio LeiU astos, Antonio til, Antonio Luizda
Fonsece de Carvalho, Antonio Luiz da Silva, Antonio
Lopes Braga, Antonio Maria Marques Ferroira, Anto-
nio Monleiro de Carvalho, Antonio llibiro de Al-
oieida, AilOWq Rulino Monleiro, Antonio Rodrigues
Vi.nna. .
lirat NjttrBolelho, Bernardino Alvct Pinheiro R.,
Bernardido Antonio da Silva, Bernardo Madeiro da
Costa D., Bernardo Piros .Moreira, Bernardo Rozando
de Villie'na, Bernardo Roo, Denlo Francisco Pereira,
linio Jos Ferreira, liento da Silva.
t. Clara Faustna de Menezes, Constantino Jos
Vanos, Caelano Agapito de Sousa, Cuitodio Jos de
Mello, Caetano Tavares Brum, Christovao Jos Ferrei-
fi, Claudino Jos Ferreira Silva.
Damaio u'Assumpgao Pires, Daniel Uiorio de Sou-
a, Domingos Alves Barbosa, Domingos Augusto da
Costa Cuimaries, domingos Ferreira Maia, Domin-
ios Gomes Ferreira, Domingos Jos Alves da Silva,
Domingos Pereirt de Mondonga, Domingos Soverian-
bo diini-alves Ferreira, Domingos Toixeira Bastos.
Evaristo Domingos dos Santos, L'stevio Cavatcanle
de Albuquerque, editor do Espelho.
1). Francisca Brgida de Mello, D. Francisca da
Cunlii Bandeirade Mello, D. Francisca Maria Set e,
Fel co Jos Vuzde Oliveira, Firmino Maria Ramalbo,
Franrisco de Almeida, Francisco Antonio de Almei-
da A.. Francisco Antonio Bandeira de Mello,Francisco
Antonio Pereira dos Santos,Francisco Antonio da Silva
bvalcanti, FranciscoBOrges Mendes, Francisco Cus-
todio de Sampaio, Franeiaco da Costa Muir, Fran-
cisco Dias de Castro i-Filbo, Francisco Jos Alves
(iunnaraes, Francisco Jos) Duarle, Francisco Jos de
ltriias, Francisco Jos Moreira, Francisco Jos de 0-
litcira, Francisco Manoel Lopes, Francisco Nogueira
Pinto, Francisco du. Prado, Francisco Poreira.Campos,
Francisco Pereira da Costa, Francisco Pereira da Silva
Porto, Francisco Rodrigues de Carvalbo, Francisco
dos Santos e Silva, Francisco da Silva, Francisco da
Silv ira Marlins L Francisco Soares Vianna, Fran-
cisco da Silva Clemente.
(Continuar-. ha.)
O administrador da mesa de recebedoria de ron-
da, geracs internas avisa, pela ultima vez, aos collccta-
tara le escravos dos annos de 1842 a 1813, de 43
lt, ede 44 i 45, u o imposto do banco de 1845 a
10, .lo bairro de Santo Antonio a taxa e o imposto do
Unco if 1843 a 4(3.do bairro do Recife a taxa e o im-
posto .lo banco de 1845 a 46; pena de se proceder
ciecutivo, se por ventura nao vieren) pagar t o llm do
correnle me.; eo mesmo aviso se faz aoa donos das (y-
pn^raphia- para virein pagar dous semestres que esto
"'Imi: e para que chegue a noticia a todos, laz o
pcenle aniiuncio. Re. ebedona, l) de seleinbro de
1843. Francisco Xitvier (avaleanti de Albuquer-
fW,
CosiPANui' do Bkberibe.
Os Srs. accionistas bajo de realisar a entrada de
wis p r cento, altimamen'. pedida, at o dia 20 do
torrente(hoje) fccriptorio da companhia. l."deae
lembr.ide 1845.O societario, B.J Fernandes Barros
bca os documentos abaixo transcriptos ,
tlcS quaes se ve evidentemente que o
dito flen rap nada contm em ti fyte
possa pwjudicar a sattde.
Dii Mearon & Companbia, que por bem do seu di
reito precisa que V. S. I lie mande passar por ceilido
o resultado o came, que os supplicante, requerrao,
que Cueste oconcelho de salubridadc no rap Ara-
Preta da firma dos supplicanles, assim como oteordn
requermento que para esse fim (izeiio os supplicanles.
Pede a V. S., Sr. doutor chefe de polica,ossim Ihes de-
lira. E. R. M.
Passe. Secretaria da polica, 16 de setombro de
1845.Arruda da Cmara.
nhoas ) : no Altorro-da-loa-Vista n 26, ouannnncief Do sobrado da ru dos Larangras n. 21, cahiodo
n ma o:orada. pesco;o do uro menino { anlo-uontcui pelas 5 '/i horas
= O ciedores da fallida firma do Oliveira Gonral
ves & Companhia quciiio apresentar as suas cortas al
o lim do correnle mez, coni os leus ttulos competentes,
para se fazer o primeiro dividendo: no escriptorio de
f.enor Puget & Companbia; nacerte/a de que, depois
do dia 5 du outubro, ncnbuma conta ser mais admis
tivel. .
Retratos daguerreotypo.
M.r Roberto participa ao reapuitavel publico,' que se
aeba morando no Allerro-da Boa^Viata o. 52, aonde
o acbar prompto, a toda hora do da, para tirar retra-J
da tardo ) um macinlio ile leteios, conlendo 8 peras, a
saber: 2 ligas de ouro, 1 dita do coral encarnado cn-
castoado om tlagraiu, 1 S. Braz de ouro, 1 braeinbo
tamben) de ouro, I corsco de'roralma encarneda, 1
modinba lo 4f> rs. de ouro, e 1 coral aiul encastoado
em ouro; o na mesma occa-io fui visto epanbaipof um
sugeto to aqueta azul coni quadros brancos, que pas-
sava do lrai,o rom outro de aqueta prcla, e que semen-
t se ignoiad os seus nomese suos m.iradios; mas que,
sendo encontrados, anda mesmo coni outn.s trajes, sio
bem condecidos : pede-so portunto aos mesmos Srs,,
I tos por meio do apparelbo daguerreotypo: emumquarto quo hajio de ir cid dita caso levar ditas letciai, que
de hora aa aclia o retrato prompto: e se garante sabir
Avisos niaiiliruos.
Para o Hio-Gramie seguir breve o krigue-
cuna miel, capitao Joaquim Antonio Gadre: quem
onieimo quier carregar, pode tratar com o inesuio,
ducoiii Amorim Irmos, tua da Cadeia o. 45.
= Vende-se urna barcada de 12 cana muito bem
nstruida forte o boa du vela : a (rular eom Barlbo-
lonieo Francisco deSou/a can tus botica da ra larga
o (totano.
Paro Rio de-Jaoeiro sai muito breve a sumaca
Mcionul Pirla, por ter a maior paite de sua carga
prompU: quem na mesma quisor corregar ou embar-
'eicravos, podo dirigir-se ib leu consignatario Ma-
l Ignacio de Olneira, na ra do Apollo n. 18, ou
*>Mpiiio Francisco Nicolao de Arajjo, a bordo.
= O patacho (Jlivtira segu para o As com bre-
'Ci
e: qtem no mesmo quizar carregar, dirija-so a ra
"" n. 51, 1. andar.
Avisos diversos.
dnnuncio.
MhLltUN Se Companhia, querenda
desvanecer iinpresso,que naturalmente
1 ev'a tei causarlo aos seos rCguezcs e ao
peitrfvel publico a fdlsa noticia,adiede
^l^lli rape 'le sna labiica ca damnoso saude,
I'0"" conter areia ou oquerque inveu-
,il0 os seus desaffeicoado, por motivos
ee "'esquinho interesse tem a honra
e g'otia de sttbuietter consideracao pu-
Bilarmino Arruda da Cmara, primeiro amanuense
da lecrtlaria de polica buco, por S. M. o Imperador a quem Dos Guar
de, ele.
Certifico ser o teor do requerimonto, quo fitero os
supplicanles, e o resultado do exame procedido pelo
concelho de salubridade da maneira seguinle III. Sr
Direm Meuron e Companhia, estabelecidos n'esta
cidade com (abricade rap,denominado Ara-I'reta,que,
estando o dito rap exposto sopanda, ba mais de violo e
cinco annos, em todo o imperio, com geral acceitacio
acontece, que ltimamente le tenbao espalbado boatos
teodeotes a omitir, no animo da populscio, a falsa
idea do que o mesmo rap conlOm materias prejudi-
cios a saude d'aquel les que d'el le usio. Ecoraoseme-
Ibanle imputafao, espalliada de proposito por* aquelles
que querem estabelecer concurrencia, alm do grave
prejuizo e injuria que causa aos supplicanles, cita no
dominio da polica medica, a quem, pelo seu carcter e
autoridade publica, incumbe upuiar a verdade, requer
a V. S, que se digne de mandar, que o conceibo du
salubridade publica proceda um exame chimico sobre
as materias de que se compoe o dito rap, o declare so
estas materias sio prejudiciaes a saude dos que d'elle
usarem;para o que os supplicanles se obrigo a apresen-
lar o numero de boles do dito rap que lorem exigidos
pelo dito concelho : outro sim requeren) a V S. man
de proceder ao mesmo exame no rap de diversas quali -
dades.e que se acha a venda n'esta ciado. Ptdem V.
S., III. Sr. doutor chefe de polica, assim Ibes delira,
remettondo esta pelic,3o ao dito concelho.E receberd
tnerce.MeuronSc Companhia.III. Sr.Tendo-se
procedido a exame cbimico em lodos os raps existen-
tes nesla provincia, e expostosa venda, o conceibo geral
de salubridade publica he de opiniio que as'rnaterias
eonlidas no rap imperial Ara-Prela, da fabrica de
Meuron e Companbia, nao podem prejudicar 6 saude;
nio acbando fundamento no receio que se lom man
leslado.de que as substanciassliciosas, que n'elle e em
todos os raps se encontrio, podem causar damnos-
quelles que dille usio; porque, se as substancias acti-
vas que entro em ajaa composiyio, como o carbonato,
hydro cblorato e acetado de cal, e o bydro cbloralo
desoda, ni > produzem mal algum, concurren io antes,
pela ligeira excilacio que determinSo na mucosa dos
conductos nasaes e palatinos, para umajevulsSo, e
evacuagio salutar, anda menos devem faz-lu subs-
tancias inertes que, como a arta, nio sio absorvidas ;
estando o conceibo persuadido que essas substancias si-
liciosas,que sem excepcao existem em todos os raps em
proportdes diflerentes, e nio podem deixar de existir,
provem, nio s das folbas do tabaco,ou porque j dol-
as s acbio impregnadas quando sao colbidas da plan
la, ou porque o licio durante a descccacao, como dos
g-iei ou morteiros o,<> que he triturado o tabaco, que,
sendo de podra, vio perdendo, du suas paredes,partcu-
las, pela accio violenta das mios ou piles. Alm das
rateos medicas, em que se firma o concelho, obran-
do uso que do rap da fabrica de Meuron & Compa-
nhia se tem (eilo durante vintc e cinco annos, sem que
ncnbuma voz se elevasso contra elle em todo o impe-
rio, e aextraccio que tem tido hastariSo para quese po-
xesse em duvida boatos que oenl.um damno veio justi-
ficar, e que o concelho suppoe que devenio6er des-
pretados, em quanto algurna pessoa S) nao queixasse,
por mal causado e provado; porque de outra sorte todo
e qualquer produelo industrial viii a sofrer, se al-
guem.inal inten.ionado.quizer.sein fundamento algum,
espalhar queern sua composicao entrio substancias no
eivas, ou que a primeira vista o parecem; obrigando
assim os proprietarios a despetas inuteis. Dos guaide
V. S. Recife, 11 de setembro de 1845. lilm Sr.
doutor Jos Francisco Arruda da Cmara, chele de
polica interino. Dr. Joaquim d'Aquino Fonieca,
presidente do concelho E mais se nio continlia em
dita penca, e exame do conceibo de salubridade pu-
blica, equi copiados.de que liz extiabir a presente cor-
lidio em virlude do despacho retro.
Secretaria da polica do Pernambuco, 16 de setem-
bro de 181 j. Subscrevi e assignei.0 1, amanuense
Bellarmtno de Arruda Cmara.
Os doutores em medicina, abaixo assignados, ha-
vendo examinado o rip imperial Aiea-Prela,da fabrica
de Meuron A Companhia, e, tondo um delles usado por
muito lempo do referido rap, attestao que as materias
que entrio na sua composiyao, nenhum damno podem
causar rs pessoisque o tomio. Recife, 17 de setembro
de 184S.=/Jr. Ignacio Nary da Fonsesa. Dr. Jos
Joaquim de Muiaes w ment.
=l)igo eu abaixo assignado, e em abono da verdade,
e desciencia prupna, e de minba convicyao o consci-
encia, e de experiencia,por ter vendido e lidado com o
rap Meuron da Ara-Preta, das fabricas neste imperio,
ba mais de vinle anuos,e em todo este lempo o dito ra-
p sompre lem sido a mesma cousa em ludo e por ludo;
e sem em nada alterar em sua composicio.a que desme-
rece o conceito que at o presente gota ; e sem ser
contradictoiio direi mais, que antes o apuro tem sido
para mais saudavel, e sgradavel no seu aroma e*o que
vai expusto jurarci, se posaivel fdr. Recife, 1S
de Agosto e 1845. Antonio Jos Bandeira di
Mello.
O LIDADOR.
Sabio bo|e on.'52, eacha-se vooda na praca da
Independencia livraria ns. 6e8.
Ueseja-se fallar a Senbora Anna Victorina dos
Santos, ou a sua irmia a Senhora Matildes ( an bss pi-
llo mdico pro jo de
enm toda perfeicSo e igualdade,
6J0OO rs cada um.
Hoje, ao detpontnr da aurora, sabio o 2. numero
do Liberal-A'fojarlenst : a ua linfnin^ein bu mala clar.i,
e pura par qootodua a cntendao onvirao Sra. ca-
haniia-prjieirot; a elle! a elle rapiues.
Se lia de arrematar mi dia 22 du cnrrenlc, pelase
horaa da (arde, na porta do juiz do nrfaoa un Alien u-cln-
Hn.i-vhi.i. iiui.i t's.T.iv.i do nume Tberetn, nv.ili.iil.i em
100,000 r. o um lutjt^'iio aitil na ra ) Jardim; cuj
terreno lia de so arrenulnr no da 2 de outubro, e.be
perlencentc a berdeira do fallecido Liiftn.
Prrcis.i-80 du um rapax Porlu(uet,qiic tenba pra-
tica dovciida, para lomar conta do una por balanco,
dando fiador a aua conducta; n tralar na ra do Itiingel,
venda n. 50.
Na praca do Sr. juiz do fcivel da segunda vara, ea-
erivio Santos, e lia du urr"eruat,ir iuiij eain.i de auico,
urna mena redonda, o nina cornuda de niiiurcllo, bens pe-
nborndua a Firuiino lluroulano da Silva, por exeoaott)
du D. Joief.i Maria da Paixao ; bu a ultima |>r.ic,,i, para ac-
;nir a a.ljii.lie. i;.i ,
Avisa-se ao Sr. Pacheco branco mostr al-
faiate em linda que se at b dia 21 do corrento
nao mandar o dinlieiro quo recobeo du dous padres
no Recile para certas obras visto te-las vendido no
seminario teri de ser visitado por um oflicial de
justija: bastad os calotos que soffrrio quando Torio se-
minaristas.
Sociedade Harmnico-Tlicutral.
A commissio administrativa,tendo resolvido concluir
o edificio Theatro de Apollo, convido aos Snrs.
socios, que ltimamente assignirao novas accoes o
aquelles quo anda eslao a duver presta.-oes atrazadas ,
a entregarem o importe das mosmas ao tbesoureiro
Oclfino dos Anjos leixeira fiara quanto antes prose-
guir com as obras.
= A aula publica de primeiras lollras de S. Anto-
nio se acha em exercieio no primeiro andar do sobra-
do n. 38 da ra do Livramcnta : e o respectivo pro-
lessor no mesmo resido.
= Francisco Rbeiro Pires, que duranto a vida e
algum lempo depois quocbegou esta cidade a no-
ticia da morte do Sr. Joaquim Candido Gomes esleve
encarregado por pedido do mesmo Sr. Gomes o do
Senhora viuva de receber e pagar diversas contas de
sua casa declara, queso acha de conlas justas com
a dita Senhora viuva o eessou de fazer toda e qual-
quer transaegio em consequencia do outros trabalbos o
privarem de continuar naquellc obsequio.
Fugio, da mi do urn rapaz no dia 16 do cor-
rente a tarde urna cachorra rajada rabo coto e
natural da liba ; a pessoa, que a tivcr recolbido ou
della der noticia sera recompensada na ra do f.i-
vramento sobrado doum andar n. 2.
= Precisa-so sabor do proprietario do eslabekci-
mento da casa da Fortuna, so, no caso de haver algurna
nullidade no andamento das rodas da lotera do semi-
nario ello garante os premios., que sabirom as
suas cautellas ; ou se lie a o ellas subjeitas ao segundo
andamento da mesma lotera visto que ella nao esti
garantida na forma da lei em vigor c por islo acba-se
subjeita a muitas nullidades. Islo desoja saber um Iro
guez, que quer cahir com o seu cobre.
= Alugflo-se duas cjsas envidiadas para se pas-
sar a testa ou animalmente contiguas a i I lia do Re-
tiro : a tratar na ra do Livramenlo n. 38 primei-
ro andar.
Precisa-se de um caixeiro de idade de 12 a 1G
annos para urna padariu e que saib loro escrover :
na ra Direta n. 28.
Responde-seaoSr. freguoz, que quer cahir com
o seu cobre na compra das cautellas da lotera do semi-
nario que, logo quo a lotera pague os bilbetes o
cautellsttt pagara suas cautellas.
A pessoa que annunciou querer alugar urna
preta que cosa, eugoinme cozmlio e laca lodo o
mais servico de umu casa dir.ja-so a ra Nova, n.
5 primeiro andar ou a loja do mesmo sobrado.
-7= Joaquim da Silva Castro vai a Europa por al-
guns mezos, tratar de sua saude deiando por ge-
rentes do sua casa os Srs. Manoel Lopes Machado, Lu'.
Antonio da Cunha o Fabncio Gomes Podrozs.
= Perante o juiz do civel da segunda vara Nabuco
de Araujo se bao de arrematar, nos das 20 e24 do
crlente me/. varios ferrse utensilios perlencentes a
urna luja de ourives franceta assim como um escra-
vo e varios movis ; ludo constante de escripto em po-
der do porteiro Sorra-Grande : quem os pretender,
compareea as boras do coslume por seren os ltimos
das de prara.
Quemannunciou.no Diario do quarla-leira ,
17 do correnle querer alugar um piano, dirija-so a
ra do (^ueimado n. i, segundo andar.
= Jos Maria da Cuni.aOuimaries embarca para o
Rio de-Janeiro a cnoula Melotanea escrava de sua li-
Iha Antonia Maria da Cunba Guimaries.
Joaacs Esnaty subdito Inglez retira-se para
fra ds provincia.
b Precisa-sede prctos robustos para um sen ico in-
terior ; paga-so bem : quem os tivur dirija-te a ra
Bella n. 30.
A ofliciria de encadernador neo padre F. C.
de L. e Silva dirige naruadeS. Francisco, n. 66,
primeiro andar acha-se provida de ricos ferros de
dourar magnificas placas de relevo e cxcellunlus
couros e marro.|uins de todas as cores com o que po-
de executar as mais elegantes cncadernac,des quo se
engirein qur inteiras, qur cartonadas. A mesma
oflicna se eocarrega timbera de brochar quaesquer
obras impressas ; ludo com a perfeicao ja conhecida do
respeitavel publico, e a um preeo inodorado.
Existe urna carta para os Srs. Silva & Sobrinho,
serio bem recompensados; do contrario serio punidos
na forma da lei, logo que si |5o encontrado;; ou pode-
ri. entregar ao seu proprio dono Joaquim dw Silva
Rejo, morador na ra do [.trmenlo n. 24. Pcdo-sa
aos Srs. ourives que itpprchen.l taes teteies, caso Ibes
sejao oflevecidus, ou o outros qua. squer Su., que tam-
ben) Ibes sejio
Aluga se as seguintes casas torreas: Atierro da-
Roa-Vistan. 75; ra do Tanibi n, 5 A; ruado Mon-
dego n. 27. junto ao Manguinho n. 25 : a fallar com
Manoel Pereira Toixeira,om seu sitio ds Estancia.
=Offeroce-so urna ama para casa du liomem solteiro
ou de pouca familia, o para o servieo" interior o exte-
rior : na ruado Hangel n. til.
Precisa-c do urna, Srn. Portuguesa para ama de
urna casa de pouca* familia; quem estiver restas cir-
cunstancias, anuuncie pira fer procurado.
Precisa se de u.n bomern furneiro para umpa-
daria:no Corredor-do-liispo, n. 8.
= Aluga so urna cosa grande no sitio do Cordei-
ro a margem do rio Capilmibe. com estribara para
Scavallos., coebeira cosinha fra &c. ; una dito
pequea no mesmo silio tamhom eom estrrhri
para A cavallo's ; um dita terrea na Soledadc n 17 :
os pretendenles' drjiio-se ao polco do ('armo n.
17, a fallar com Gabriel Antonio.
- OlTercce so um rapaz Porlugucr do idado de
ll annos, para criado de algurna casi capas: quem de
sen presumo se qui/cr ulilistr dirija-so a ra Nova ,
venda n. 65.
a Aluga-se um sobrado de um indar com loja ,
o muitos commodos, no principio do Alterro-dos-Afo-
gados defronle do vlveiro do fallecido Muniz n.
9 : quem o pretender, dirija so a ra do Livramenlo,
loja de fozendos, n. 18.
O abaixo assignado lie nbrigado,
por negocio uigcntissimo, ir i provin-
cia (ks Alagoas, c voltar com a Lrevi-
dade, que lite fr possivel. Dr. Ale-
xandre de Soma Perda do ('(trino.
= OITerccc-sc um moco Poituguez de idade du
l7annos, para caixeiro do escriptorio ou mesmo para
ra do que ludo tem bastante pralica : quem do
seu prestimo se quiter ulilisar, annuncie.
= Precisa-so de pretos ou moleques para vende-
rem azeite de carrapalo ; dando seu senbor (landres e
medida, paga so a 4 00 rs a canuda : na ra da As-
suuip.ao n 16.
CASA DA FORTUNA.
Itua Direita, n 12.
Acha-se eslabelecidu, na frrna da lei, urna casa para
vender cautellas das loteras desta provincia: c como
osteja a correr no dia 30 do correnle o lotera do semi-
nario convida a lodos os amantes desle jogo a com- -
prarem suas cautellas ; p. is que o diminuto preco a to-
dos convida a suo compra: os preeos das cautellas sio,
decimos a 1000 rs. e vigsimos a 500 rs. quo vem
a ser 6008 rs. P'o mdico preeo de 1000 rs. o
.JOOi rs. por oO rs. ; nio ha cousa mais barata A
ellas.
Barca dos bandos.
= O beneficio quo recenrio todas as pessoos,
que fr>-quentarao,no auno passado.os banhos na barca ,
be lio sabido do lodos, quo dispensa ao proprietario do
fater sobro islo a menor rellexiio. A estaco calmosa
est chegada; he, pois, lempo de comecar os banhos;
e as pessoas, que quizero-n subscrever para banhar-se
desde agora al o mdo anno pdem ir entender fe
com o guardo que por una mdica compensacio Ibes
dar a laculdade de te baiiharcm as vezes que Ibes
iprouver.
Lotera do Seminario.
As rodas desla lotera ando mprete-
livcltnciite no dia 3o de setembro, (i-
quein ou nao bilbetes por vender : os
poucos bilbetes que ba acbao-se venda
nos lugares j annunciados.
i_ Precisa-se de urna ama de leto parida de pr-
ximo : na padaria de urna s porta na prac,a da S.
Cruz se dir quem precisa.
= Vicente Thoma/ dos Santos despede-se dos seus
amigos, odas pessoas a quem dove atlencOes por
este meio, de que pede se usa.
= Aln.:a-se o aruuieiii n. 8 da ra do Trapiche,
proprio para reolber fazendas ou outro qualquer
genero : quem o pretender dirija-so ao sobradopor'
cima do mesmo armazem,que achara com quem tratar.
= Aluga-se urna C8sa no Monteiro com a frente
para o rio o com os seguinles commodos : um torra-
do na frente 5 quarlos e um com partileiras duas
salas, corredor no moio, cetinha lora um quarto com
tarimba para pretos ; lendo u casa oulro corredor ao
ado, para o servieo da mesma, independente da sala ,
estribara para dous cavallos, quintal murado : a tra-
tar no Alterro-da Roa Vista n. 37, Urceiro andar.
= Aluga-se o segundo ..n Jai da casa n. 60, da ra
da Cruz do Recile, com commodos suflicientos para
urna familia : ui pretendenles olrijio-se a tua da Ca-
deia do Recife n. 40.
Trocio-so duas imagens, sendo urna de N. S.
da Conceicao de pedra da Babia e outra de N. S.
da Agrella muito perfeila ; na ra da Sen/alla-Ve-
Iha n. 142, segundo andar.
No sitio do Hospicio do Eim. concelbeiro barao de
llamaran, d-se gratuitamente a planta denomina-
da linaria as pessoas que padeceris de releneao
de orinas, bastantemente especifica, e propria para
vinda de Sergipe no escriptorio de Le Bretn & I taes padocimenos : quem a quiter, queile sitio le de-
Scbrainm ni ra do Trapiche. | ve dirigir, a qualqut" hora do da.
ILEGIVEL


O nbaixo assignado operario de todn as obras
do rntnindor maicinciro o csrpina oflercre ao
ropeRate! pobl o o* seus servico*, na ra do Collegio,
toja de trastes n. 18. Joo Chri.sosiomode Mtllo
= Precisa-sc alug'.r uma escrava para o servico de
u.iiacas de d"s pcssoaa, o L/er as compras : quim
tur aonuncie, ou ilTrija-aj a praea da InJeponden-
cia. Ii>raria ns. G e 8.
Hfcio, da dssacni da-Magdalena um cavallo
cstnnbo grande, gordo, pesclo U>rgo cun os
joelhos rilados do uma quoda : quem o negar, levo a
rja doAgnas Verdes, sobrado n. 00 quesera gene-
rosamente gulificado ; ou na ra Nova, n. 52, e dir
a Huero perlence.
Com|
oras.
= Compra-se uma canoa nova ou ein bom esta-
do de carreira e aborta cow uma taima no lundo,
queeonduza 8, ou l pessoas: na ra de Apollo, ar-
uiazem n. 18, ou annuncie.
~ Compra-se uma duna de cadeiras de amarello ,
0 que tenhfio os assentos do palbinba ;.ssim como um
canap e duas banquinlas, ludo ein bom uso; qu< m
(ver i annuncie.
i= Lomprao se, pare fra da provincio oscravos
de 13 a 20 annos ,. sendo do bonitas figuras pagao-se
1 m ; na ra da Cadeia de S. Antonio, sobrado de
um andar do varanda de pao n. 20.
= Compra -se lita de freclia ou oulra qualquer,
para cncheinento i!e colclides; na ra Nova, n. i, jiri-
meiro andar, ou na loja do inesmo sobrado.
Vendas.
vDMa(a34?&33a3p
NO V ELLA 1I1STORIC O-R E L I t I O S A
POR
EUGENIO 8UI?,
autor dos M/sirrias de Variz.
Traduzida em vulgar e ntidamente impressa:
aclia-se venda na livraria da praya da Independen-
cia: preco 1^000.
- i\ a loja o. \ da praea
da Independencia, vende-se
rap prineeza de Lisboa em
botes e me os boles, cliegados
prximamente em o navio
Robim
Bom e liara lo !
=Vendem-se riquissimos corles de riscado chinoz ,
do l6covados, a 4500 rs. o corto, riscados francezei ,
rnuilo finos, a 220 o 300 rs. o covado ; superiores cor-
tos de chitas muito linas, de 13 covndos das oais mo-
d"mas a 5200, 5500, 3800 e 4500 rs.; corles de
ditas com lOcovados escuras a (00, 1800 e 2000
rs. ; lindissunos cortos de tarlatana muito superior a
-4300 rs do gosto o mais moderno ; cortes de novos
padrea do cassa chitas transparentes de muito bom
goslo a 2400 e 2500 rs. ; casimiras de muito bom
godo para calcas, de superior qualidade de quadros
o listras aliiOOcliUO rs. o covado; brclanlia, do
rolo, alfill, 1800 e 2000 rs. a peca; eiguiio do
; criur qualidude e de puro linlio muito lino u 150O
ra. a vara ; bretanba de ti varas de linho puro lina,
a 800 c 5200 rs. ; superior fuslao branco a ls rs. o
covado ; pecas de bretanba de Franca de \ palmos
o meio de largura do qualidade a n.ais superior sen-
do de linbo puro, do 0 varas e meia a tiuOO rs. a
pecj rnuilo lina lal o qual ao esguio ; tirelanba de
linbo muito lina a 500. 640 e720 rs. a vara ; su-
perior brim trancado branco de puro linbo multo li-
no a 1000 e iOrs. a vara ; panno lino azul o pre-
l a 2500 rs. o covado ; selliu de Macao prelo para
col le te de superior qualidade a 3200 e 400 rs. o
covado ; chitas a 120, 1-1(1, 100 e 180 rs. o covado ;
ditas finas escuras a 220 e 240 r6ia o covado ;
pecas de chitas, a 4300, 5200, 5500, 0000 e 0500 rs.,
escuras ; madtpolao, u 150, 100 o 180 rs a vara ; di-
to lino a 200, 220 o 240 rs. a vara ; madrasta lino ,
a 280 rs. a vara, e a peca muito lino, a !200, iiiOO o
5300 rs. ; superior madapoln entestado a 5800 rs.
a peca ; uiadapolo a 2800, 3i'00u 3400 rs a peca;
dito lino a 4000, 200 e 4600 rs. a peca ; chales de
lia e seda muito unos e grandes, a 4500, 4-iOO o 5000
rs. ; ehadrez de linbo, de muito boa qualid;>de e pro-
prio para aqueta a 320 rs. o covado ; aliu destas la-
zondas, ha outras muitas de superior qualidado por
barato proco: na ra do Collcgio, loja n. 1, do An-
tonio de Atevedo Villarouco I rmao.
= Vendem-se saccaa de familia rnuilo boa e no-
va a3I00rs. com nlqueire da medida telba ; na
ra da Cadeia Velba n 47, primeiro andar.
= Vende-se larinha de mandioca muito fina, de
Mage em suecas e de S. Calharma, e S. Matheus,
pela medida velba : ludo por menos prego do que a
nordo visto nao su ter de pagar o enorme tributo
da intitulada mandinga, aos prelos canouiros : no caes
doCollegio, armaicm oe porla larga.
=Vende-so'uma preta do idado do 35 annos, co-
zinha o diario de uma casa ensaboa o vende na fu ;
na ra de Nogueira n. 27.
= v ende-se tamba de mandioca muito nova, cho-
gada ultimumenle de S. Matheus por preco muito
commodo ; a bordo daagaropeiras A, S. da l'enha ,
N S. da Pena, N. S. da Ajuda ; mes para com-
modidade dos compradores trata-te na ra da Cadeia
do Ki cile n. 40, onde eiistem as amostras da quali-
dade.
= Vende-se potassa muito nova e do superior qua-
lidade em barril pequeos: na ra da Cadeia do
Itecife armaren do asiucar, n. 12.
= Vende-se muito boa cera para groja chegada
ltimamente do Rio-de-Janeiro ; na ra da Senzalla-
Veiba n. 110.
= Vendem-ie sellins ingieres para montarla de bo-
niein e senhora cabezadas roliyaa inglezas e trnce-
las ditas chatas, brancas e de lustro talins cana-
nas, barrelinaa, plumas, chordes, bandas ricas o infe-
riores espadas prateadas o de ferro com roca e sem
ella corrame de lustro barretinas para soldados,
couro de lustro muito superior marroajsjini de to-
das as coras, travesseiros de marita-quim colehSes de
dilo ditos de panno de algodio e eje linho cheios de
capim e lia ludo por _preco man cornmodo do que
em oulia qualquer parte ; nos lojas' de Jlo da Silva
Braga na ra da Cadeia do Recite, n. 49, o na roa
Nova, n 5. Na mesma loja precisa-se alugar um mo-
lequc de idado de 12 a 16 annos, para o servio de
uma tasa de pouca familia.
= Vende se uma salva de paeta muito rica para
0 cepos do agoa o tambem poe servir para levar vela
em gruja para baptisado : na ra da bonolla-Velha,
n. 112, segundo andar.
=Vendcm-sofbosphoros americanos de n. 104,
de superior qualidade ; ummastiode pinito da Ame-
rica com 74- pi de comprimento e 14 polegadas de
grossura : na ra do Trapiche n. 8.
= Yendein-so meios bilhetes da lotera do semina-
rio, a 4500 rs. ; na ra Direila loja de fazendas,
confronte ao oil5o do Livramento n. 12.
= Vende-se um ptimo escravo para todo o s' rvi-
to tanto para sitio como para engenho ; na ra D-
reita n. 12.
= Vende-se um casal do mulatinhos de elegantes
figuras muito sadios o sem vuuos, proprios para
apremlercm quaesquer habilidades; sendo para fra da
provincia,tcem os passaportcscom que vcr&o do Cear:
na la da Cruz n. 52.
' = Vendcm-se pregos americanos (Jo ns. 4 e 6 em
barra pequeos de com libras cada um ; penles de
chilrc tanto grandes como pequeos : na ra do
Trapiche casa n. 8.
= Vende-se tinta preta de'escrcver, inglcza, da la
biica do Arnola muito acreditada pola sua boa qua-
lidade, pelo mdico prego do 1200 rs. a duzia ; na
ra Nova n 05 primeiro andar.
= Vendem-se 8 cscravos mocos bons para o Ira-
balho de campo e da praya ; dous ditos de moia ida-
de, por2oU/rs. cada um bons para trabalbarem c
botarem sentido a um sitio por a isto ustarem acostu
mados ; dous mulatinhos de 10 annos bons para
aprrndcrem um officio ; duas relas de 20 annos re-
colhidas engommio, eosem cozinhio, e lavio rou-
pa ; duas ditas com boas habilidades ; um pelo bom
cozinticiro ; um dilo bom lerreiro de toda olna de en-
genho : na ra do Crespo, n. 10, primeiro andar.
= Ycnde-se potassa da Russia nova e de supe-
rior qualidade cal virgem em podra chegada pro-
mmenle do Lisboa em barris de quatro arrobas; na
ra de Apollo arniazem#n. 18.
ss Vende se larinha de trigo da marca SSSF de
Trieste da mais nova que existo no mercado ; na pa-
dara do paleo da s Crur 0.
= \endem se dous escravos de excellentcs figuras ,
fortes e vigorosos, proprios para todo o servico de cam-
po quo sabem perfoitamente ou pra qualquer ou-
tro quo exija lonas dobradas como encaixamcn-
todoassucar, trabaih > du embarcacos, &c. : na ra
do llangel, n. .
Chocolate /ranee: de Bolientuil & C.
Oe todas as substancias alimentares, que, sendo em
seu principio consideradas como cousas do luxo tor-
nSo-se pelo tempo a diante do uso geral o chocolate
pode sem contrediyo oceupar o primeiro lugar. Elloc-
tivamenle quantaspessoas naovomasns prefenrem boje
ao uso do quenlo caf o do chocolate e oslo seguir a
opiniao d> s mdicos mais celebres, que, de conimum
accordo sobre suas preciosas qualidades o indicao co-
mo um dos melliores csomuticos aquellas pessoas cu-
ja saude he dbil o delicada, prescrevum-no aos seus
.lenles, aconsellio-no aos velhos e o recommen-
do as mais do lamillas para seus Klhot? Km uma pa-
avra o consumo verdaderamente extraordinario que
todas as classes da souiedadu dao a este alimento, he
o mai? bello elogio que nos Ihe podemos fazer. O
nosso chocolate torna-se rocommendavel por suas qua-
idailes digestivas, finura do sua massa seu sabor e
aroma. Recommendamos particularmente o nosso cho-
colate por excellencla aos verdadeiros amadores como
igualmente as pessoas a quem a digeslao deste alimen-
to lio dillicultosa. Vende-se nicamente na ra larg.
do Rozarlo, n. '<)
= Vendo-se um optim escravo crioulo do bo-
nita figura sem vicio alguin, bom official de allaiale,
o de ida ie de 20 a 21 annos; a vista do comprador se
dir o motivo da venda : na ra do Nogueira n. 50.
= Yendem-se 3 escravos moyos do bonitas figu-
ras ; no caes do Collcgio armaren! de larinha, de por-
ta larga.
= Yendem-se duas cscrava de 20 a 24 annos,
de bonitas figuras com habilidades; duas ditas de
naci do 24 annos, de bonitas figuras, para lodo
o sci vico; urna cabrinha de 13 annos, recolhida, co-
se e faz renda ; uma negrriha do 7 annos, propra
para costura; dous moleques de 12 a 15 annos; I dito de
7 annos ; um escravo peca de 20 annos bom canoci-
ro e boliciro ; dous ditos do 22 annos para o serv-
yodo campo: na ra das Cru'es, n. 22, segundo
andar.
Ycnde-se um terreno na Capunga com 120
palmos de frente e 250 ditos de fundo, proprio para
se edificar uma casa ; na ra de S. Uoncalo, n. 30
Vendcm-se penles du tartaruga para alisar, cres-
centes do cabello escovas e mais objectos de cabelle-
reiro ; na ra do Crespo n. 11.
= Vende-so um cavallo grande o gordo, proprio
para cerro: na ra da Cloria n. 59.
= Vende-se urna escrava da Costa de idado de 28
a 30annos, muito fiel, sem vicio nem achaque al-
gum ; a qual vende-se por prcciao ; na Boa-Vista ,
ra Velba, (obrado de um andar n. 05 a qualquer
hora.
= Vende se um prelo do bonita figura bom ca-
nociro com uma canoa de carreira por preco com
modo : na ra do Agoas-Verde, n. 70.
= Vende-se um moleque e um prelo serrador ; na
Boa-Vista, ra doi Praxeres n. 14.
= Vendem-ae laceas com muito boa farinha a
3200 ra. e com milbo, a 4160 rs.; na ra do Crespo,
loja n. 15, de Antonio da Cunta Soares Culinarios.
= Cbristophers & Uonaldson vendom vinhos ex-
folenles de dlerentetqualidadcs, o de bom gotto;
cerveja branca e prela de Londres da melbor que
ha para uso particular e em meias garrafas; para os
freguezes ha amostra ; eum resto de salitre refinado,
em porcio, ou em barrica; na ra do Trapiche, n. 40.
Vende-so farinha muito boa pelo preyo de 3000
rs. a ucea; na rus do Queimado o. 44.
= Vende se uej rico adereco de onro sendo um
gargnntilha brineo, arfinete o pulseiras varios mi
uetSoicom diamntese sem tiles, uma pulsera d
modiuiom carnefeu alfinelos dn pcitu para liomeme
senhwa frontins l.ioi brincos granaos e pequeos
da moda duas mcdalbas eoin diamantes, vanos bo-
de abertura um bom oculo le ver ao longo ; tu
r prec commodo : no Alterro da-Boa-Vista ,
n, 26.
Vende-se farinha do superior qualidade a bor-
do do hiate S.-Joaquim-Imptrador doi-Jtnjoi, a 3
rs ; chamando-so pelo bote do dilo hiate defronte da
cscadinha do caes do Collegio.
a= Na fabrica de licores do Atterro-da-Roa-Vista .
n. 26-, acba-sesempre prompto um lindo sortimenlo
de garrafal de charope fiaos do muitas qualidadei ,
bem como ; degroiolle wdadeira de Franca da i-
naigre franbois, orchata maracuji sidra limio
florde larangeiras gomma arabia e da verdadeira
resina de angico amito hora para o peito por pfeeo ra da Jlfandega Velba n. 36.
commolo.
= Yendem se queijoi das libas muito froscaes ,'a
600 ra. a libra ; ditos flamengoi o francezei, muito
novoi e Jro.caes, a 1600 n. ; caiidei de doce de goia-
b, com 6 libra', e muito fino a 1120 n. ; presun-
to de Lisboa, novo, a 280 rs.; dilo inglcz para fiam-
bre a 400 n. a libra : na venda da esquina, defron-
te do Rorario por baixo do sobrado de 3 andaroi
n. 39.
= Vcndem ie chapeo! do Chile ; agoa do Colonia
da muito superior qualidade, de F. VI. Faria; novlos
ile linha para marcar: na ra da Cruz, n. 18 casa de
J. Keller* Companbia.
= Vende-se vinho de Champagne de muito boa
qualidade; naruadaCiuz, n. 18
>=Vende-se na ra da Cruz n. 18, caa de J.
Keller & Companbia uma partida de beierroi frao-
cezes, por commodo preyo ; bm como pellos de cabra
e caroeiras de lustro; caroeirai finas de cores para cba-
peleiros; couros grandes proprios para corrioiro
outioi maissortimentosdecourama ; panno para col-
chio ; e uma caixa com calcado por muito barato
preyo.
= Na botica da ra do Rangel vendem-so os re-
medios seguintei dos quaes a oxperioncia tem confir-
mado os melliores efJeitos: dentifico que tem a pro-
priedade de limpar os denles cariados a restituir-Ibes
a cor esmaltada ein muito poucoidiai; o uto do dito
remedio fortifica ai gengiva e tira o mo clieiro da
bocea proveniente nio s da carie como do trtaro,
que se une ao pescoyo desle orgios ; o remedio be
designado pelos nmeros 1 e 2 : orchata purgativa ,
mui til ot criancaso as pessoas de toda e qualquer ida-
de ; be composta de substancial vegetaei, nao conten
mercurio, nem droga alguma que pona prejudicar;
remedio para curar caloa, em poucoi dias; ditopara
curar dores venreas antigs e quo teem resistido ao
tratainento gerolmente applicado ; dito para provocar
a u.enstruacio e accelerar a acyo du tero nos paitos
naturaes em que nao se precisa das manobra! iden-
tifica! da arte ; dito para resolver tumores lymphaticoi ,
vulgo glndulas; dito para curar houhai e cravos aec-
coi o mais tilica i que se conhecc al aqui ; dito oxi-
mel de ferro muito til as chlaroies, vulgarmente
chamadas friTil Jados ; pus anti-biliosos de Manool Lo-
pes ; capsolas de gelatina contundo balsamo de cu-
pahiba ; ditas do oleo de recinos purificado; ditas de
cubebas cm p fino ; ditas de assalelida ; ditas com pos
purgantes; ditas de ruibarbo da China ; ditas do sul-
phato de quinino de 1 e 2 graos cada capsola ; alga-
unso, velinliss elsticas ; pilulas de sal do- cibacinbo ;
agoa das Caldas, chegada prximamente ; remedio qeu
cura a frialdade dentro um 40 dial mcimo estando
inchado : o preyo de todos ostes remedios hti mui ra-
zoavel o os bons resultados da sua applicayio he
qUQdeve'rn fazer a iua apologa.
= Vendem-se i escravos de bonitai figuras, de 20
25 annos ; sendo dous buns canouiros, e um bom
coiinhciro ; uma preta de 18 a 20 annos, de bonita
figura o he boa quitandeira ; todoi sem defeilos nem
achaques: na ra das Cruzus em S. Antonio, n. 28,
segundo andar.
= Vendem-se velas de carnauba de 6, 7 e 8 em
libra ; na ra do Rai.gel n. 52.
= Ycndem-io 6 murada de ca as ; na ra do Co-
tovello, n. 19: na ra de S. Therera n. 17; na ra
Imperial, ns. 41, 40, 20i e -.'06 ; um chio proprio ,
na cidade de Olinda com alicerces e um oilio ve-
Iho meieiro com a Senhora D. Dioniij na ruado
Malllias Ferreira ; 3 cabras (bicho) paridas; um ca-
pado ; leitces e leiloas; uma porca pirida.de boa casta:
na ra Imperial, armazem de sal n. 218, a tratar
com 1 rain seo Xavier das Chagai.
Vende-so urna preta de meia idade de bonita
figura, co/i nba o diario de uma casa lava de labio e
varrella e lio vendedeia de ra, e tem boa conducta,
por preyo commodo ; na ra larga do Roiario loja de
oiiudesas, n. 55.
Vende-ie um terreno no lugar do Atterro-dos-
A logados ou ra Imperial, com 90 palmos de Ireu-
tu alicerce para uma casa, tendo ji na frente todo
alicoree e mais bemleitorias que se faraoverao pre-
londente, e tem bastante tundo ; na ra do Cabug ,
n. 5.
Vende-so um moleque peca sem vicio nem
achaques, proprio para.todo o servico principalmen-
te para o mallo por estar acostumado ; vende se por
precisao ; no sobrad da esquina da ra das Cruzes
junio a praca da Independencia.
Vendem-se 40 e tantas pedrai^de ladrilho ; no
litio da capellinha do Mondego.
Vende-se um armario grande de pinbo, quasi
sem nenhum uso ; uma grande gamela de amarello;
urna grando banca de jantar, j usada : na ra do S.
Franciaco, n. 66.
Vendem-se duas tscravas; uma parda de ida-
de de J8 annos, com algumas habilidades o de ptima
conducta, e a oulra de naci, de idade de 18 a 20
annoi engommi, coiee coiinba o diario de uma ca-
sa ; ao comprador ie diri o a olivo da venda : na ra
eslreita do Rorario n. 31, primeiro andar.
Yeode-ieum bonito eicravu de naylo de idade
de 22 annoi, ptimo canoeiro e pescador ; um ele-
gante molequo de nayio Baca sem o menor vicio ,
de idade de 15 annoi ; um dilo de 12 annos ; um es-
cravo para lodo o servico; Oescravas, e uma pardinba;
todoi com habilidades ; dio-se a contento, e ilianyio-
ie ai suai vendas: na ra da Agoai-Verdes, n. 46.
VsfHB^ao meias dfjieda preta, de peso, parne.
imenii's, nm completo sortimesto de sipifoj
" preto ede cflre para senhora e meninit
a homen>e meninos meiai c luva deW
para para padrea ligas de suda tacas de niarfoT para fe_l
(bar caria*i, pentes do tartaruga "frita idiiarV ditos Je
marlim galio largo e estrffo do prata Sna talb(ts
para crisajj^ tinta de marcar rnupa^istoensoriei,],,
sods par*Tswhinos oolberes de matfim pira xtm
moitarda rnlio bam n(n
completo orlimento de octtff ips ca'ronnadoi
sencia da formosura ; na reta da Cadeia, n. 15, W,
do Bourgard.
= Vendem se lacen com muito be
g a 4500 rs. ; na ra da Cadeia1
n. 19, deposito da meima.
* Yndose cha hyison ero eaixas ^4^^^PH
poryOese a retalho; em caa de Matheus Auslin & C, na
li
Vendem-se lonas da Uu8 n,
com um pequeo toqui
recommendaveis para camas de vento ei
tretelas de roupas, e outrns usos setne*
Ihanles, por seren muito fortes, por pre-
co muito commodo : na ra do Crespo,
n." iG, segunda loja, quem vem da rT
das Cruzes.
Yendem-se cortes de seis vara**
meia de cassas de corea, do ultimo gosto
e com mais de vara de largura: na esqui-
na do Livramento, loja de 5 portas n. 5i.
Vende-se f'arelo em saccas. pelo
mdico preco de as'56o,~ 3sioo, e 4^000:
na ra da Senzalla-velha n. t38
Vende-se vinagre bran-
co nacional a 400 ris a ca-
nada velha : na rua do aterro
dos A logados n. 7.
Kscravos Fgidos
= Fugio, no dia 14 de letembro um prelo di
nome Antonio alo naci Congo ; levou camisi Je
algodiozii.bo suja e comprida, ealyai branca, tam-
bem lujaiecomprida; tem principios do uma btlid
no centro de um dos olboi e com doui denles di
frente aberloi, e ai mioi alejadas de amassar pi:
quem o pegar, leve as Cinco-Pontaa n. 38, quaieri
recompensado.
= Ainda est (ugido o cabra Raymundo; o qual tem
os lignaei leguintei: estatura, regular cara carran-
cuda na qual tem uma cicatriz e oulra as costal,
pernas arqueadas para tra; levou caloaie camisa bris-
ca!, chapeo de palba, e uma bata encarnada : quem o
pegar leve ao engenbo Carambwna lieguezia di
TrecunhSoni, ou no Recife, tr'veiia das Croiei,
n. 8, que lera generosamente recompensado.
= Desappareceo no dia 8 do crrante um preto
de nayio Angola, baixo e meio grosso do corpo cira
larga ps pequeos e apalbetadoi, mios tumbem pe-
quea! e grosias ; lovou camisa e culyas de estopa:
quem o pegar, leve a Uoa-Visla ruados l'razercs a.
14 que ser bom recompensado.
= Fugio no dia 13 do correte um pri to criou-
lo, de idade de 30 annos de nomoConyalo ; foi es-
cravo do Sor. Francisco do Barros Reg lanbor do
engenho Sauh ; com o signaes leguintei: boa (gu-
ra pernas um tanto arqueadaa ollios esbugalbidos;
evou camisa de algodSo trancado com mangas sea
punhoi, ceroulas de algodio fino que parecem da ma-
dapolio compridas como calcas e com botfles prelos
no cs calcas do bata azul, e outras de riscado azu I
a amarello unpanno da Costa e chopeo de palba
novo: quem o pegar, leve a ruado Cabug n. lli,
quo aera generosamente recompensado.
= Fugio, no dia 16 do corrale uma prela do na-
ci Costa do nomo Mara de idade do 28 annoi,
alta, grosia cara larga, eeomsignaei de boebigas;
em ambos o bracos be talhada e com algumas
marcas as costas cor pouco fueliaja ; levou vestido
de chita rouxa com flores encarnadas panno da Costa,
e um lenco encarnado na cabera: roga-se ai autorida-
des policiaea e capillos de campo do a pegarem e levaren
a rua da Somalia-Velha, n. 92,queier*5 generosamente
recompensados.
= Desappareceo, no dia 15 de maia do crrante in-
no a escrava Catbarina de naci Itebolo de isa-
de de 25 annos pouco ruaie ou menos e-taluri
regular secca do corpo rosto redondo, nao be mil
parecida ; entre os paitos tem uns enfeileide sua Ier-
ra ; be berr. prela ; leaos aestido de el*la ji deiboladi,
paono da Coala; andeaa fundando mol em um flundres:
quem a pegar leve ao major Filippe uarle Pereiri,
em Bbirbe ou atraz da matriz da Boa-Villa n. W.
segundo andar, que recompensar.
= Deiappareceo, no dia 18 do corrente um pfl0
de nome Caetano crioulo representa ler 24 anaca,
alto, ebeio do corpo ps e mios bastantes largos; lm
uma empinge no cotovcllo do braco esquerdo ; lava*
calcas de estopa camisa de algodio/mbo coapeo palba novo : cito-prelo Toi eacravo do Sr. Machado,
no Cear ; o qual foi naicido e criado oo dito lugr
Roga-ieao dito Machado, autoridades polica,
capitiei de campo a Bpfrehontio do dito escravo a o
condurlo a casa deieu lenbor na rua do Colli'g10
n. 15 ou a cadeia desta cidado.
Fugio, baCicmanas, dodu^ardo Mcnleiro, un
preto crioulo do Marasbio do nome Joio cornt
signaes leguintei: estatura regular rnuilo retn o>
serrado de barba ; tem um dente de monoi na rea '<
ps apalbetadoi : levou calvas deargodiozinho azul ,
camisa do meiiflo branco bata amarella e chape
da palba. Quem o pegar, leve ao dilo lugar do Moa-
teiro a leu senbor Joaquina burcio Ferreira "
na Bes-Vista, sobrado da esquina da travesa do Mr-
tim, quaier* generosamente rocotnpeniado.
PEHN.
NA TTP DE M. F.
PEFAl.U ^45,
MELHOR EXEMPLAR


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