Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05868


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Full Text
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(re*K" aa 15 a7hor. e$4 mi, da raao.
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OS d^^H
Golanna, Paialiyba, e Rio i
..idas e SaUa* Cabo, Sorinl en m 'ormoso.
vo, c Mai 11 rf 1 de
i 10 e 14.
rs 13 e28.
V ictotia as Quintas fe iras.
Oliuda todos os das.
v ,* : PREAMAJ DE UOJE.
Prlmeira asGh. e54 mln. da manhaa.
Segupda as7b. e 18 minutos da tarde.
Anno XX
200.
I5IAS PA SEMANA.
1 Segunda S. Domingos, aud. do i. de D.
da 2.' v. do J. M. da 2. v.
1(> Terca S. Cornctlo, aud. do J. de D.
da i- V. e do J. dos rcitos.
17 Quarta S. Bidelprarda, aud. do J. de
D. da 3. vara.
18 Quinta S. Thoinax, aud. do Juit de D.
da 2. vara, e do J. M. da 1. c 2. v
19 Sexta S. 'anuario, and. do J. de D. da
1. t. do civel, e do J. dos Feitos.
20 Sabbado S. Eustaquio, aud. do J. de D.
da 2. vara.
Domingo S. MatHeus.
Cambios no dr ix m
Cambia sobre Londres. 5B
i, l.iii'. -TO i.'is por franco.
Lisboa iMalSp.o.nrrp. rrt.
Tlcsc. de let. do boas (irmaa 1 '/.I %9-*&r>
Ouro-Onc%s hr-spanhiila 30 Mo .1 tts#0"
o Moeda do iJalOO
m de 0'-100 nov. 1 ?."'" a 17470O
de 4/1000 1"' ''
raa-Patacoes ...
11 Pesos Columna a ~ 2'U
Ditos Mexicanos 1/86:) a Moeda do 2 |>atac. 1/7) a 1/8W
Acedes da C do Keberibo de 50/000 ao par.

m
I ARIO DE FERN AMBUCO
ss
tes

PARTE. OFF?ClkL7
Governo da provincia.
EXTEDIF.NTE DO DI* 13 DO CORRERTE.
(Concluido.)
CircninrAs juites de direit dn crime ds provin-
cia reruinnicndando o cumprinirntp do aviso, cuja co
ii'ihrltraiismitlcq'ir exige n fiel obtervanoia do artigo
38d(irrgliuuenton.<> 120.
Dilo A chefe da U-giS dN9tareth, ordenando,
I nullinqiie a urdoiu, que a 26 de julhu dnate aun oxpo-
I iliu os oinntandantea dos diverso oorpos da mesrua
Unjo "brc forneomenlo de forca s autoridades po
I ciaes' e expeca mitra de conformidad! oom o artigo 3.a
do decreto de 5 le jiillm de 1836, segunda parto do r-
iin?0 do regnlamento n.0120 de 31 de Janeiro do 1842.
-ConJHimiiC'OU-se no choto de polica interino.
dem do pa 15.
OfllcioAo cominaiidante das armas, declarando, qui)
pdeminJnr atientor prscaem priincira linha aos reoru-
Wremettdol do Braja, oom oscr-poSu de Manuel Joo-
quim Beierra e Manuel Francisco da Rocha, que orde-
nan fiisiem poatos ein liberdade, esto por contar 35 an-
uas de idsde, e aquello por ser viuvo, o lor fillius, do
caja cduoaoio cura; e do Jo8o de Barra da Silva, quo
fcilinov para imperial marinliairo, em conatiquencia do
rielera neeeaaaria idade para servir no exercito. Of-
leiou-au rcpcito ib chefe do poliein interinu, reenm-
cadandii-ae-llio, advertiste n delegado do Breju,deque'
iremoaa dos recrolas Jeto sor feita n presidencia, o na
ao cnniiuuiidante das armas.
DiliiAocommitaaro-pagador, signifiosndo, quo o
nnj'ir Jiiaquim CaeUno de Suuia Coaspiro nlo se acha no
cano de seren-Iho applicadas as diaposiedet do ovia* de
21 du marco de 18'l3, por io que a cuaimissno, do que
fui fiiearregado, ntu tem do ser exoeutada l'ra da pro-
!'."'.'?., e que p- ;r*" ilfiyn jrnjf1",_2" I**" P.r'iourdor os
iililui, que elle vencer, uniquaiilo de tal ouiiimisalo es-
lircr incumbido.
DiloAo chelo depolinia interino, significando, que
doiduns rucrutas,cujn remes 8. me. neousou cm ufa-
io dehiijml!i inaiidiiu dar liberdade au viudo do Nasa
retb.nur ha ver representado o respectivo chefe de legiflo
erelli* inn guarda promplo no servico.e ja ter feito par
leiluoiirpu destarado; e ordenou, fosso servir na ujnri-
nha n uuo viio do Po-do-Allio.- Tambein so oomniu-
nicunao chefe da legiilu do Maxarclh o coniedo na pri
lucir parledeate ollieiu.
Circular Aos junes de niplins du Flores, Gara-
nhnns, Boa-Vista, Breju, Cimbres o Rio-Formoso, exi-
;in I" iiifnrmncAo do numero, iiiipurlaucia e lucalidade
las alilciaa de ludios, oni seus ternius exialeulos, e dos
lugares apropiados pira o cstabelocimunlo do novus al-
doiai.
T
INTERIOH.
IIO GRANDE-UO-NORTK.
GOVEBNO DAPIOV1HGK.
Cormpondencia do Sxm. Sr. doutor Casimiro Jote
de Mora Sarment com a iht-
louiaria de fazenda.
ANNO X>A 184S.
Julhu 16.
N. US. Dizendo Vmc. no relalorio da cobrang
- danda activa da fazenda, que prsenlo", a thesou-
fii em dala de 30 de junho prximo (indo, a fim de
' Iransmiltid) ao tliesouro que nao lio tem sido poi-
""I dar andamento as execucO, que eslao pendentes,
P0"|ue os oTiciaes de justica dos f. ilos do laienda leem
J'mpreandado por lora da cidade em diligencias da
M.uurari*. provincial; cumpre-me gignificar-lhe que
Me Vmc. rei|u rer ao respectivo jui*. o fim deque
leenja ,.m cas de necessidade.olliciaes de outros jui-
o. queporcerfolbe seraS prestados, ero razio da
H'igstau em que eslo as autoridades de se auxiliaren.
""lilimente; sendo corlo que estes de botn grado exe-
tu'rta as diligencias de que forero enesrregodos, e
oem isto vai contra a lei de 29 de novembro do 1811,
na parle em que crioo dous officiaes privativos para o
juiro dos feitoi. Desto modo cessara o ineonvenionte,
que o lem obstado de promover as oxeeucOes, o sobre
que pedio Vmc. no dito relatorio, providencias. Dos
guarde a Vmc. Palacio do governo do Rio-Grande-do-
Norte, 16 de julho de 1815. Dr. Casimiro Jot de
Moris Sarment. Sr. bscharel Jos Heoriqae de
Oliveira, procurador-fiscal interino da tbesouraria da
fazenda desta provincia.
N. 119. Participando que foi enviado ao Exai.
tni nistro da fazenda o officio n. 28, que conduria o
balanco definitivo do exercicio (indo, tabellas da recoila
o despeza, quadro da divida activa e pasma, e copia
das alteracdes do asssntamento dos empreados, ate 30
de jucho prximamente lindo.
Dio 17.
P. 120 Remetiendo exemplares dos dacretos de ns.
389 399, portencentes a parte 2.*, tomo 7." dacol-
leccao das leis do imperio, e igualmente un exemplar
do indico respectivo.
N. 121.Para o meu eonheciment, cumpre que
V. S. me remeta com a possivel brevidade : 1.*, urna
conta da despeza que se tem feito com os terrenos de
mirinha : 2.", urna conta do quo tem rendido os foros
dos ditos turrnos ji distribuidos : 3., su anda resido
por medir muitis terrenos, equalo motivo por quo nao
le conclue este trabalbo. Dos guarde V. S. Pala-
cio do governo do Rio-Giande-do-Norte 17 do
julho de 1845. Dr. Catimiro Jos de Moran
Sarmento.St. inspector da tbesouraria de faieoda
desta provincia.
Dia 19.
N. 122. Com municando que forSo enviados ao desti-
no do costume os mappas do resumo das faltas dos em-
pregadot de fazenda da provincia em o2. "semestre
do ano riafliJWrTMJjJioaOibeincomo o total em todo o
referido anno. Dia 23.
N. 123.Acousndo o recebimento do officio ii.
139, em que d parte do motivo pelo quo I deixou de
cumprir a ordemda presidencia, em quo mandava en-
tregar ao 2. tenentn do imperial corpo de engenhei-
ros.Manoel da Silva Pereira.a quanlia de 26,080 rs ; e
approvando ao mesmo lempo a deliberacao do inspector,
accroscentando quo nao seja satisfeita a dita quanlia,
em quanto o dilo engenbeiro nao aullar os documen-
tos, que legalisao a conta.
Dia 26.
N. 124Ao inspector da alfandega, mandando en-
tregar Domingos Jos Barbosa, doioseis soccas de
larinha das que viero da corte, exigindo o competente
t-recibo.
Os negocios daprovnoia Acaran no tioul ero.e s urna
grande differenoa se aonlo no thesouru, porque ficou aein
os tantos rea que embolsar), uns sor*, dizerem palavra,
eoutrna a palavras quo lendilo em seu pruveit Se
porem nada disaerS, quanlo c ondo deviso diter, osla
falla fioar bem upprida pelo quo diiem ahi por casas
lojas, onde ato escalados oomo uns uraoulos ; fiquo urna
coma por outra! Huje as lojas desta e daquella ra sao
oulros tantos lyooi, outra tantas noademias, outros
tantos eiirtos, eist he tanto mais evidente quanto o
Bm. presidente pellos vai encontrar, odeilaa vai tirar
sabiohSes a odminislrar juatit. Baja vista corto juit
munieipal supplenle o quenTentregandi-sn tima va-
ra tem dado Sol*, As! Orando soonlu daslur.es! tc-
ebem-so as academias, tranqueui-se os cursos; e quandu
io quixerum Pegas se encontrar ein qualquor logista;
quaudo um Vanguerve, nm Pona, ou ambos eucader-
nados em um a volunte, elle so encontrar cm um carne
seooa! Pola em poltica! Santa Barbara 1 Km poltica
heque ostacsSrs. si unsdiingas. Vollsremos a mate-
ria que da para mangas; por buje perducm a limita-
cao.......
iiWrEWiifiir
CORRESPONDENCIA PARTICULAR.
clcmbro 10.
Cnnlinu!io a npparerer cm diversos pontos da provin
cii quadrilhns deladroes, as quaes procura a presiden
eia bater com as forens que tem, apexar de nao haver di
nheiro nos rofrea pnblicus, nem geral, ncm provincial.
A asaembla provincial foi berta no dia 7 Hit correte :
para chamar oa supplentes quo Iho parecen, o nin tal-
vri ns que dovia, nao se servio do intermediario mar-
cado n regiment, c parece que eal disposta n conti-
nuar na va das irregularidades : dixem que, seassini n-
contecer, esta o presidente disponte- a adin-la. O que
fur aar.
OS DBNRFICI08 DA POLTICA DOMINANTE.
Ao reconlicocr a iniprosso quo de ve produiir a nar-
radlo verdadcir.t do triste oslad nelnal da provnola,
traloit ainpreuia oflloinl o policial de atoar o piiblioo
com dout arligos capitacs, campanudo o da iii.'tis viia
dealaiuacao, us quaes parodio o qti9 os digiiita Colle-
ga da Litla.lor no seu numero 48 escreverio, o oom ri-
dicula affeotacao pintn do phantasia o mais negro qua-
>o da provincia sob a influencia dn polilica da ordem,
iirantea admnslrac.1o do Sr. bario da Boa-Vista, o o
PERNAMBCO.
CAROLINA NA SICILIA. (*)*
QUARTA PARTE.
LXVI.
A FAVORITA
CORREIO.
CORRESroNDENCU DA CIDADE E PROVINCIA.
Se o mal do mullos consol he, bem consolados devem
de eitar ns artistas, vendo que nfi fora ellcs os nicos
cnforquilbadus pelos procuradores, que daqui fura, o
para aiiui vecnt rindo a fbnuiga, sciu diierem ao que
furo!!
Pega n'elles p'ra capar!
.1
durante o adminislracii
mais risnnho sob o do actual guvern. Scm nllonfao a
realidade, nSu hiiuvo mal que nao entrasie no primeiro,
e bem que nao toinaase parlo no segundo. Em um abrir
e fcohar d'olhos Pernaniliuco olcvoit-ao da miseria e da
barbandado ao fastigio da opulencia, da prosporidudo e
3 nivilisocao; vio-so na sua idade d'uuro.gracas ao fat
poderos do fc-vcriio actual. Tudu isto apenas ouslou
ao esoriptur tirar um n?* "b.liti-lo por outro,
como ello mosmo se exprime.
Muito motivos oxigeuioata rosposta, o a daro>ui ,
tiln ao jornal olloial,poroiu iirimeiru que ludo (levemos
declarar, que nao temos expresres para palenteor a m-
ilignacAo i|iic senliuios.no vvrmos a jirovincud! Pernuin-
buco reprosenludii por pinna assalariada, couiu do todo
ib iuiiraliada o corrompida pelo Sr. bario da Boa-Vis-
la, do aorta que hoju ponas vai recobrando os seus
bros. Como avalin u eaeriptor a moralidado do Inda a
provincia pela aua ? E donde sabio esso partid que se
aprrgna to puro 6 morc do governo actual? Dcsprcio
s mercela queni desl'arlo u si pruprio inlama.
Nao he nossii proposito agora vindicar a liniirn da-
quello cidndao bcnemi-rilo, para injuriar ao qual he mis-
ler nssim injuriar a provincia intuir, s dircines que
ningiieni menos que elle precisava de npoiar-to para go-
vernar na curriipuau e no terror, porque nuigueiu mais
du que elle suubo graiigear asjitcicos de lodos, e aa
sentar na estima publica a baso do sua influencia; dcs-
dobrnudo na |.roVini'ia nina bandeira larga podo chantar
ni lorno della a illuslracao o a riqueza, oa liumena dis-
linetoa de lodM as elasscs, de lodas as familias, o do lo
dos o grujios, o sen niesnios adversario* na podeui
recusar que t no ultimo auno de sua ndiiunistrncilo se
deseuvolve ea oppusi^o freiiclic, aiisoitada por a:n-
bienes doaregrada, e pela invejn, quo nimia boje, quau-
do apartado dos negocios pblicos, o nao deixa. Pela
nliianca de Indos os principios inaoa, pela eorrup
cao e pelo terror he quo ao podo governar una fau-
oo quo tOlai crdito, aeiu entuna, nao tem oulros nieio
de suslenlur-se, sena a torjieta e o violencia, guerre-
ando quaudo na suciedndo ha de nubre ou digno de rea.
pcilo.
O Km da polilica dominante lie, segundo o jorual
olilcial,destruir influencias malignas, perniciosas C
ivranincas, destruir o imperio do punhal e do bnciiiiinr-
le, do despotismo, e tornar cectivas os garantas du
cunstiliiico. A imprunsa lodo* os dia consigna fal-
tos que desmentem esso presupp isto do partido domi-
nante, o que mustr.to reaiilladoa bem ooulrarins, romo
ulna ma, entretanto quo com o dosoaranipnt. do o-
oraviiairtdaa f'.>lha oflloinl pedo felos, quo abone as
assercea da oppolica a orre d osiad pretonte da
provincia, c do icrnveit ilcitos da polilica, quo ella
serve.
Quando na opposicSo j o partido lio; gorornista
derramtva seus principios imicoraes e suas ideias (ero-
rea. A sua imprensa apon tata aos sicarios os cidadios do
partido da ordem, que deviao saciar seu luror de vin-
ganca, o ceder o lugar a sua ainhica >. punhal o o
baca marte foro elevados a cathogoria ae tncios legti-
mos de influencia o de uncimenlo polilico ; aprogoa-
rSo-so as vsperos sicilianas, assnugrios copiosas, eo
pilt como remedios heroicos para melhorar o estado da
provincia.
Nao fieario esteris oslas doutrinas, estos predicas.
No Bonito, em l;uur-su, no Brcjo cahirSo os Rollins,
os Targinis de Maura, os Fe i j) do Mello, os Andrea
Barbotas, b outros, o outros, sob o bacamarto dirigido
pelos clubs das ramilicaeOos dos nvisiveis do Rocife, o
o assassinio reprodu/io-su limitas vetes sol a influencia
poltica do um partido, que s assim poda turnar o
campo aquello que linha todos os elementos do loroa o
poder.
Seguio-se o reinado do terror; o gario o muitos
oulros cidadios do partido da ordem no Bonito abando-
naro o termo, o anda assim sabiao, que suas familias
orno insultadas, e suas casas tacadas, como a do viga-
rio, a qual estevo a ser queimada, e quando para la lo-
rio voitando, procurara esquivar-se as autoridades o
influencias do lugar, retirar-so de toda a communica-
yo entre si, e lecbar-so em suas casas.
A villa de Iguarass ficou do todo deserta o abando-
nada, mediante as perseguir/Oes do uiz municipal. I'o
litmente o Anjo do Brasil ouvio os clamores daquella
porco da provincia, ooSr. Luit Duarte est julgado
pela sua remossSo para as Alagoas ; mas igual sorto
nSo tem cabido a outros canibaes. Admira o despejocom
que folha olicial trata por cousa do pouca importan-
cia a prrsoguicio mais borrivel o mais inmoral a ju-
dicioria I Pois he nada, he cousa do fcil remedio, so
n uit, encarregado do proteger os cidadaos, abusa
de sua aulor.uu'.'1" I"" l>el8t'gu lo. pronuncia-los por
qualquer pretexto, lug.."^ lo8 ,0, "&'" (lus "'I9"!'
l'ois he nada ser o cidado que Oa--.Sl"" B"'"
moralidade pela sua posicSo, preso, insun
"lo publica-
u, '"Plri|os acanliadoa s so ocouplo do pequeas cou-
Firn i pensSo os leitnre occorreo primeiro a
">do a vila do lord lleniinck. Jnlgflo, tem duvida,
,r. cl"di cunta do ion'Inslenle ultimtum, o d
_ 'nda n.aiinolente da reaidencia real? Nada.
fotrai 1" direit, Ihe disac elle em tom gaai,ido,
ii ." "" ",|ui con,r minhat ordem? Eo nlo que-
"_eeWr uinguem.
id7.i |"<,g"r'"*' fc't min '"i ll",K"il"ai qu enlondi dever tomar tu-
^ ea ligeira infraccao daa leia da diquela.
tentio'f"."' n,ilur,l! 'o"!..... Dixcimuitug
eiidid "'"' l'"rU '"e f,,r'"nl'"r- Sabe' quo medoi
__ E "> c ato por muilo offendido, entendeia bem ?
nleudu, beuhor, perfeitamenle, replicou Bejt-
v'de Diario u.* 207.
grave,
u por
tiack com irnica seriodade, e pee perdi a V. maget-
taile de o haver deagoalado ; para outra vetscrci mai
circunspecto.
Para outra vez para outra vez!....... anula bcui ;
mas em fim dir-mc-heis o que me queris, e o que sig-
nifica as tropas qued'aqui vejo? Pretendis tratar-tno
acato, como rainales Tippoo-Saib? Sou por ventura
vasto prisioiiciro .'
Sim, Sr. ; quero diter, V. magesladc he pritonei-
ru da Gram-Bretanha, do queiu aqu nao tou mais do
que o representante. Cusluu-moj por cerlo, executar
unta medida, to rigorosa ; mai nio rii mais do que obe-
decer t ininhai inilruccut o auprema lei da neceaii-
dado. Ao ver V. mageatado to do reponte deixar Paler-
nto, rcoeoi que voltasao Ficuxta tem haver rcorgani-
aado o governo, e reatituid ao principe real oa poderes
que revocara. Poda nascer dcste interregno gravas
desordena, e eu suu respottsavcl pela Iraiiqinilidado pu-
Uiea para oom a Sicilia, e Inglaterra, para cora V. ma-
gnslade o ooicmigo mesmo. Permita poia V. mageatade
que ou a niautenlia a todo o prefo.
Eata mancira ntida o reaoluia de eslabelecer a quea-
lio abalou a attilude firme que Fernando no comee ha-
ra tentado lomar e de tal forma te perlurbou que o
deixou vr no iniuiigo
Em fim, milord, ijuo querea demim? porguntou
oom alterada vot.
- Homero live o honra de enderetsar a V. mageata-
de una nota, que anda est tem roapoata, o etla venho
oroaurar.
aaaataMHoan -
Bespusta da ola......... que resposla queris que
Ihe d?
Para poupar a V. m.igeslade o trabalbo de a redi-
gr, aqu o trotine, c passo a l-la com permissio do V.
mageatade.
1'. lirou da algibeira um papel, quo desdobroa aos o-
llios do embad moiiaroha, que cuino o reo ao ler-se-
llio a ana lenloin;, ouvio repetir o golpe quo so Ihe pre-
pnrava com tilencioaa reaigntciu.
Senhor, proaeguio beniini'k, fingindo uo dar f
do eatu|ior de Fernando, maa aaacntando tirar dclle todo
o partido, be cate o texto do tratado acrelo, que me
parece conveniente concluir entre nos, e quo V. mages-
tade lera a bondado de assignar depuis do haver delle
tomado coohecimento.
Assignar? eu?..... cxclainou Fernando com pue-
ril terror. Quo queris quo eu attigne? nlo teuho aqoi
a niinha chancella.
' Eisaqui urna penna quo a suppriri; com o que me-
Ihor ser a assignalura de V. mageatade.
As condicct do tratado crio esta,
Serit resldbciecida em toda a plenitude a auturidade
do Lugar-tenentc no herdeiro presumjilivo, e oatsadu o
decreto que a derogara, Fernando promeltia nio tomar
maia eonta do governo do reino sem perwiaaio da lirain-
Brelanha. Km compenaacio lord Beotiuck Iho garanta
em nomo da corle de S. Jame a ana dotaclo real c as
hunrat da realeta; dentis obrigava-ao loleronemeule a
anca torear Fernando a retomar o poder. Este ultimo
artigo linha rea do de riaio : era como ae ao prender
mente, arrancado sua consorte deixada ao abandu.. .'
e depois motlido em um carcere, por satisfaco ao odio
da auturidade, como foi o Sr. Bandeira de Iguarass,
ahsolvido pelo proprio Sr. Arruda ? Os negocios de
Iguaruss eslo julgados, nao fallis mais nellos, pou-
pai-vos a tanta vergonha.
Em Limoeiro nio tem a polioia feito pouco ; os in-
nocentes recrutados* por perseguidlo de Lucelia, Torio
mandados embora pelo Sr. Chhhorro, que be snm sus
peita. E entio ser nada arrancar i estimaveis familias,
enancas bem educadas, arrotar-lbes os pulsos cuui al-
gemas, o assim conduzi-los para a capital? ,)ue bar-
baridade espantosa he a do joroel do polica, o quem
nada faz arripiar! .' Se nio tom importancia esses as-
sassinios, essas persegu! oes pelo recrutamento, as bus-
cas arbitrarias, as visitas domiciliarias foitat em Monjo-
pe, em Paulists.e outros lugares, as violencias da poli-
ca al para que>t5escivi'is como na partilha do Chacn
em Pi d'Alho ; nosequestro dos beos do collector do
Bonilo decretado pelo juiz municipal, podis defender
os attentados mais horrorosos, e dizer que a provincia
tem ido ptimamente.
Nao he possivel que hoja etecuclo de leis no meio de
lio grandes abusos, de lamanha prev ricacioecorrup-
cao V. que mais queul., ? Pois oflerecemo vos anda
um fado pralicado nesta cidade aos olhos de todos. Nio
v toda esta capital um criminoso, fulminado pelas cen-
suras da groja, pronunciado por tentativa do morto,
condemnado j urna vez pelo jury, patseando livremen-
/iasSsiBBB
um l.omcm so Iho pronietleaso, por sen intoresse, nio
obriga-lo a aahir ila oadeia.
Terminada a Icitura feita cun Inda n nrroganoia, o
ouviila i'urli toda a liumilibide, liouve um poqueno in-
tervalo de ilenoi, e lugo onviii-ao fra urna vilenla
descarga de mosiiuctara. O rci ottrcincceo o tornou-ao
plido.
lato nSo ho nada, disso fmnenlo o Ingloz; a tropa
eat fatendo exercicio do fugo.
lleiu u|ierflun era, mas nio ha diniila quo Benlinck
empregava mais oslo nicio para aiiii'drontar pobre vc-
Iho Bourbon, quo alias deaejava acabar oom aquill.
e que uesao momento assignari.t a sua alnli.'aeaj, osen
exilio, e al a sua sentonca da morto, o que pouco mait
ou menos assim o nfllrmnu a Bentinok.'
' Senbar, respundin este, de V. niagestade s depen-
do a conaervacio da boa harmona entro n. A Ingla-
terra o a Sicilia aio para so aniarom, moa reoeio c-
cuao V. mageatado niinha franqueza recoio as intrigaa
o influencias peroicioaaa do urna peitoa anguila, que ho
nuaaa iiimga, o anda maia inimiga de si mes ni a. Em
una palavra, Senhor, o obstculo au bom necordn entro
oa dout Halados, e boa administraban do reino, lem
aempre sid, o aera tompre a rainha Carolina. Consinla
V. mageatado que a desviem por olgtim lempo da Si-
cilia.
Deiviar-ine da Sicilia exclamen Carolina, brin-
do repentinamente a porta do gabinete. Porquo nao pe-
dem logo a niinha cal-eco A minha morto acabara cota
oa Voisot mitos. Incomiuodo-vot, toi, o nio ufano ditu
LADO _l


e a toda hora do di* e d< noule, armado da groso
('acete, instrumento cora que commelteo o crime, exi-
gir dmheiro con insultos, ou ameecar os queluppe
seu desatlectos em suas proprias csea, mediante or
dent (ranea doebefe de polica ? 'laodeapejada preva-
ricarlo, de lerrivel ejemplo pe|a proteccio ao crime, e
qW dte habituar o povsTao despreio das lea e da jus-
tica, be o Ibermomelro da corrupcio sancionada na ac-
lualidade. Kiplique-nos a imprensa oflicial este fado
smente de accordo com a honestidade, e como con-
tribuir ulle pira o restsbelecimento das virtudes ro-
ma nai.
Eis ahi aouiloa fattoa contra aa prclencOcs do jornal
uflicial, agora aahindo da decloniacio. apunto 01 que
tem a seu lavor. lodos os diaa pede a imprensa oppo-
sicionista a publicaclo das partea policiaea, e at boje
nio Icol aido potiivel obte lo: d-ae deltas conbecimen-
to ao publico, e eremos a delormidade queporabi
vai. Mostr-nos o jornal offieial em que se funda para
diier que o contrabando ai diminuindo, quando nio
tem bavido urna s apprebenso, o ninguem sabe do
que be feito dos Btnjamins que ebegaro ltimamente
fin um palhabote, ese distribuirlo l por Iguarass,
poiso jui dos Alricanos nao recebeo nenhum remet-
tido pelos autoridades d'alli.
No meio di- tamanba corrupcao, e quando lara a
mais mienta perseguido, ejercida rom abuso da au
toridade nio pode haer garantas civis. K se as leis nao
sio ohaertadas, se os enfadaos sao tyrannitados, que
seri feilo do constituirn ? O direito de oto por ella
conferido A todo u cidado, loi tornado ao pela influ-
encia dominante ; que as ultimas leicoes se apoiou
no ccete e no bacamarle. Um anuo faz que da ma-
triz da Boa-Vista era expellido a ccete quem ia otar
sem recebrr a chapa da praia, eque o crilo Luciano
estoe por iso im lencoes de inho ; um anno la* que
o delegado de Goianna formou a mesa eieitoral com os
seus guarda-costas armados dentro da igreja ; um an-
no faz, qu* a laccio dominante arregimentou de todas
as freftuczias homens de cacuto e faca de ponta, para
vencer pela coacro a eleirio dos Afogados, que duas
e/es perdeo Como nio baslassem a Iraude, a Torca, o
abuso das qualilicacoes, a elevaco do numero de ele-
tores, para acabar enm toda a opposeo, empregou se
essa vergonhosa depuracao contra 06 dialinctos repre
sentantes da provincia, que ficou representada pelos
liomens d" piquii e dos das dos desengaos.
A poltica dominante, diz o jornal oflicial, tem por
fim acabar com influencias malignas, com o nepotismo,
quer a allinnca da riqueza e do mrito ; mas em Igua-
rasa, em I.imoeiro, em Garanhuns, lorio entregues
os lugares de polica as influencias mais malignas da
provincia, bomens coberlos de crimes, a paasadores
de papel nioda falso ; a imprensa opposicionista tem
publicado suas maldades, at seus procosos e senten-
V'as. Em outras partes os cargos da polica e da guarda
nacional forio confiados a g ni" mais destituida de va-
lia, sem considerarlo, sem independencia. Os roes da
proacripcio dos Srs. S. Tem ira e Cbicborro mostrio
que na admiuislracio transacta esses cargos erio hon-
rados pelos bomens de mais fortuna, consideradlo e
respeito dos lugares ; nio de urna familia, ou de pou-
cas mas ligadas entre si, porm de todas as mais res
peitaveis da provincia : ahi vem os appellilos, nao so
dos Cavalcantis, dos Reg barros, dosPaes Brrelos, dos
Albuquerques, d.i Lins ; mas tambem dos Carnei'
da Cunhs, dos Souias Ledra, dos Riv
reiras Bastos, Pcreirat d "
ra, etc., etc., ele.*-
, 7.iculo de familia, eis a ollianca da miseria e
.ni (rime, lio (.circulo da gente grada erespeilada em
Pcrnambuco, be a allianc,a das familias mais antigs,
mais numerosas, mais ricas, e em que se achilo as glan-
des IradicCJoes da bunra e dos serviros pblicos.
Ilojeque todos os bomens distinclos que serviSo a
provincia lorio destituidos en massa ; boje que mui-
!os do? nonieados para substitui-los, o outros que lo-
r3o poupados, bao regeitado servir na quadra presen-
te quem sfio os que tem sido chamados para oceupar os
cargos pblicos ? Sao, ou celebridades por suas mal
feitorias e pela guerra a paz publica, ou nullidades des
conhecidas. Um exemplo aqui desta capital. Das mos
do Ilustrado e probo Dr. Vicente P. do Reg, aa de
quem fui entregue al.' vara de juii municipal suculen-
ta? Asdo um caixeiro, e por fortuna enrrgor.hou-se
elle de a eiercer, e deixou que passasse a um cidadio
que tem alguma independencia, porm a quem falla a
Ilustrarlo, o mesmo a considerarlo publica, necesa-
rias para cargo tio elevado.
A poltica actual quer acabar o imperio do nep .lis
mo e da estupidez, e nunca foi elle tio cruel e impu-
dentemente servido. Cabe a essa poltica a gloria de
baver declarado guerra ao saber, e constituido como re-
gra nos concuos a preferencia aos reprutados. Islo
rilo por uni acto, mas por muilos successivamente, no
curto espaco de tres meses. Ninguem anda encontra-
mos que tonha leinbranra de que em concurto cadui
ras do magisterio, seja de que classe lor, t.nhasidoj
^-
senadore. A reuniio daa cortos teria lugar a 10 da
oulubro, dia em que S M. chega.ra.ao 15." anno da
idade. Malaga havia aido declarada sob a lei msrc
Oa geoerae* Soria a l'igueras ovio tur nomaadj
membros do coneelao real; e os genera* Concha
duque de Ahumada Roncal!, e Cordova erio indica-
dos como candidatos para os cirgoa de inspectoras ge-
neraos da milicia e infantera. A brigada expedicio-
naria doviavollar de Cuenca a Madrid, por nioaecon-
ceberem mais receios I oarca de Valonea ou da CaUlu-
oha.
Cria-se que nio se recorrera a medidas fortes con-
tra o* conspiradores de Malaga. Muitas daa pessoas
compromettidas erio advogados e tinhio relacrtes com
o assestor da provincia a eom o ehefe poltico. Os mi-
nistros arlo esperados da Saragossa em Madrid na nou-
te do da SO dejulbo.
A Gaziite de Colognt anaunciou a chegada do prin-
cipe Metternicb ao seu caslello de Jobaoniberg
30. A mesma folba diiia.que o rei ea.rainba da Prus-
aia chegrlo a Stoltienlel a 28, e 30 frerio ama ex-
curato a Coblentz.
L'Unicers (folba de Paria) ppblicou urna carta de
Venna a 24, a qual dizia, qu o principe Metter-
nicb teocionava, na entrevista qua eslava para ter com
o rei da Pruasia em Jobaonisberg, dissuadi-lo da sua
intenco de dar urna constituidlo aos seus subditos
Os esludantes de Cologne, imitacio dos de mui-
tas universidades alinalas, tinhio abolido o duello
substituirio-no por um Iribunal de honra, cujas de-
cisSes nio deviio ler appellacio : alm disto, resclt-
rio dar urna existencia legal iquelle tribunal, cuja au
loraselo baiiio podido ao governo.
A safra doaasucarem todas aa colonias inglezai das
Indias ccidentaes tinba aido muilo abundante, se-
gundo noticias havidaa d'alli al 12 dejulbo; por.ni
a colheita do caf a em muita decadencia. Os Hill
Coolies trabalhavio beca em todas as eslac.0es, e con-
tinoavio a causar muita satisiacao.
O ex-presidente Herrera tinba seguido para Santa
Marlba, depoia de outra tentativa para desembarcar
no Hayti. barita Anna eslava em Havanna, esperando
urna ocessiio favoravel para ollar ao Mxico.
O general W'oll, quegovernava em l'exas por Santa
Anna, asim como o coronel Garca, seu ex-secreta-
rio particular, chegrlo, do paaaagem no ee, a Sou-
tbumpton, a 4de agosto.
Por esta mesma via recebrlo-ie tambem cartas do
Mxico al 20 de junbo, ai quaes diziio, que, de
poia de baver abortadoa tentativa de rctolucao a 7 de
luobo, tinha a cidado do Mxico permanecido em per-
feita tranqufllidade; mas havia tido lugar em Tobaico
nm pronunciamento federalista
O eongresso devia reunir-se em sessio extraordina-
ria no 1 de julbo. O senado tinba discutido a tarifa,
e feito algumaa alterarlos, que a ubrigrio u ser reen
viada aos deputados. Nada poda baver de definitivo.so
menos por espago de 3 semanas. Anda se cooiervava
a inlenco de reduzir-se oa direitos de 1842.
A disputa entre o governo e o ministro
cava per decidir^nj; qu8 ,e houvesse feito urna pro-
ESS de reparacao.
apaoba os sobejos quo (icario de lana onno|ic|i, e u$la I Noticias de Texss 'ecebidas no Mxico j aprsenla-
reduiidn a continuar acanha da e ""'"'ua no lempos quo deprims, lis queo general Herrara seria eleito presidente
mais preterido o candidato approvado planamente pa-
lo spprovado simplesmante, ou com Jous RR. !.
Bario da Boa-Vista nunca fez urna preterirlo somel
te. Nesles tres metes be que temos visto o Sr. Csstro
com dousAA edousRR ser esoolhioo com pretericio
de quatro*! candidatos approvadoa sem empato, sendo
dous plenamente e um delles com preferencia sobre to-
dos. O inesrr.o acontecro no provimento dss cadeiras
de primeiraa Ir liras de & Beato de Garanhuns, de A-
goas-Bellas, e com a de latim de S. Jos Ji be re
gra que para professor publico dove o candidato nio ter
approvar,io plena, lato be nexplicavel a nio ser por
desprero inqualificavel de toda a ideia de respeito 6 mo
ral, I opiniio o i utilidade publica. Nunca tio des-
pejadamente sa derio as mios a estupidez e o patro-
nato.
O jornal oflicial anda tete a coragera de traxer pa-
ra o seu quadro cor di rota a prosperidade docommer-
cio, a conlianca da praca, a actividade da edificacio, e
at por escarneo a animacio de todas as industrias, e
emprego dos artistas e do trabslbo! He necessario mui-
to destacamento para fallar nestas cousas actualmente e
em rolarlo aos lempos pastados. Que ha fe lo a polti-
ca dominante em favor da prosperidade material desls
provincia? Ha alguma emprea, alguma obra de im-
portancia principiada, quo indiquo easa conlianca da
praca, essa prosperidade da industria, esse augmento
de capitacs ? O jornal oflicial que exige tanto a pro-
dcelo de lacios, aponte-os em apoio do seu idyllio O
cuinmercio agradece muito com eHeito a sua poltica s
bsve-lo asiuslado, mas nio ter realisado o uia doa de-
sengaos : os bomens que vivem do seu trabalbo eof-
liuios, esses tambem agradecen) muito as influencias ac
tuaes nio os terein comprouaellido mais em desordens,
e nio bavorem abusado mais cruelmente anda do sua
credulidade, e lerem-os doixado descancar resignados a
falta de emprego para seus bracos.
Quando de toda a parte v-se a penuria, a indigen-
cia ; quando de todos os ngulos solo os clamorea dos
oppriuudos, Jos que vem seus espitaos aem lucro, ou
dos que nio teein em que se empreguem, he atrevida
zoinbaria, be provocarlo a miseria geral, dizer que
a felicidade abunda por l ida a parte. Ah Os homens
da polica avaliio o estado de todos pelo seu ; ae ellos
estao bem, se o cofre das desperas secretas corre abun-
dantemente para elles, quo falta para que nio cantem
de contentes, e nio vejio c>r de ouro, ou de rosa ludo
que os cerca? Importa-Ibes alguma cousa a dosgraca
allieia ?
Durante essa adrr.inistracio que se spoiava na mise-
ria, como diris, que ludo corrompa, que tinha por
inissio oslahelecer um governo forte semelhanto s mo-
narchias golhuas Oa velha Alia ( e agora licainos sa-
liendo que os Chins, Persas e Aflgbans sio Godos) e
que forrnava um circulo de familia, a conlianca da pra
ca manifestou-se por fados estronJozos, o commercio
mudou intoiramunte du face na provincia, e adquiri
um desenvolvimento d'anles nio visto, sedilicacioparti-
cular toniouum vigor desconhecido alenla i, as obras
publicas surgiio de todas as partos, o trabalbo e as artes
tiverio assun emprego satisfactorio, e a industria me-
receo todos os cuidados, e boje anda a vossa poltica
an-
ico
(..-.a, r.
l*u\.v II-
_*eiru, dos Pe-
Yellozos da Silvei-
pt incipiaoa o aa.;;;-^ |10J l(,mpog quo depr
isna a imprensa oflicial ludo quanto tem prouuzido
para o povo a poltica doseus senbores, e s achara mi-
seria e vandalismo.
o, e pagav-viie-hia de mais u odio que iSMi dedicis,
vos nu (lr|.riiarn anda mais do que V"S odeio. F..c..-
voa n Imnru de me dirigir i vh, mil..ni, porijuo aui>
aqui n peraniiiHcueiii viva da Inglaterra, o/gante, o
irtrnmciitn u principe regente ; he com este ti-
tulo, hcai entendido, o s p..r elle que ans alloma cou-
aa mu iseiia ulhoa; a fillia de Mari.i-Tlierrza nao conlie-
n: um tal Bi iilinck. Ciinierva bem miiiha* palavras,
para aa repelirdea ao que vi enviaran, porque lie pre-
cian que una ves em liin cu ihea diga e a v laiubeni
quanto teolio no peito. Aboircco-viia, VOS digo, c vo
dcaprein a inda inaia do que aborreco mu. detpreiu-
voa, porque abuaaiit indignainciite da traipieza de um
v cilio, para o deapojardea, eo aincdroniai covardeiueii-
te a tiin do nprovriiardee os ten terrores riu favor ds
vosa rapacidade. Que sume te pude dar a Uo vis cl-
culos ? Ja se vio tanta violencia unid a tanta antucia?
Quem sois vos, para que a Sicilia vos supporte, para
que i tyranriizci? Combaten, diteis vt, a prul dos
priepios iiionarr.hitoa, mentira! impudentes os violis
tudos. He abalando a fidelidad dos puvos, oppriiuiudu,
aviltando em noasas pesaoaa a dignidade do tlirunu que
pretendis salvar a realeza, e vencer as rebellies pupur
lares? Oh! nio acreditis Iludir iuiiu, que vos fallo,
eque vos penetro! Nio, en lampo nenliiiui ru enca-
nastes; al quando representateis eommign a vcrgono-
sa comedia da amuade e obaequiu, aob a empre.tada
mascara, quo vos o culluva a todoa oa ulhoa, viaeuo
tosso ej'oiiuo em toda a sua hediondez; nio me enga-
uavio meus presenliuieiilo; os auucetsoa dcrio-ine rj-
( Continua cao das noticiai do paquii inglet.)
Tendo o chele poltico de Ciudad Real apprehendido
urna correspondencia dolraicioentre os Carlistas daqueU
la pro .nci.i bata julgado conveniente desterrar tre
dos principaeschefes d'aquelle paitido. Estava-se con-
centrando uina grande lur a na visinliain.a da Villora.
Fallava-se em elgurnas mudancas na classe militar. O
general Aspiro/. director de artilharia, devia ser subs-
tituido pelo general Loigorry e o general botia ins-
pector da inlanteria, pelo general Cordova. Parece
que asconjecluras atentadas a cerca da ditsolucao Jo
gabinete existente erio pelo menos prematuras. A' ex-
cepcio do general Nervaoi e de Martnez de la liosa,
lodos os ministros tinhio voltado de Saragossa a Ma-
drid.
Os moderados e progressislas tinhio apresentado ao
commandanle general de Malaga putires a favor do
comprometidos na conspirarlo all descoberta ; e lia-
na se pedido ao capillo general de Granada que sus-
pendesse a esecucio dassentencas, al que se soubesse
da vontade du M.
A rainbadn Hespanha ebegnu a Pampelona a 31 de
julbo o a Seliastiio a 2 do agosto ; a ruunicipa-
lidado d'esle ultimo lugar bavia feilo preparativos para
uina brilbante recepcao. S M. demorou-so si" dous
das na capital da Navarra, para irdab em direitura as
agoas di* S. gueda em Guipuscoa.
ti Heraldo dizia, que os ministros tinhio decidi-
do a dissoluyao do senado, e a nomeacio do cortos
+&>2uvjims*9mBmB^mmMmmmmmmmgmmi^m
sao. Cunheco-vos, voa digo, conheCo-vos a v o a
..uso planos. Rasa grande pniavra do coiutiluiciu, que
Supraia uoa uiividus dos Sioiliunos, he un termo vio des-
tinado aadornii'ce-los, para confiscar a Sicilia em quan-
to elles dormeiii, e o cegos que ae nu ciln-ao com
tanta imprudencia, tanta iugeuuidado sesaeio arrepen-
dimentos que de|>ois bao de collitr a mios cheias; sua
crdula rcvolta lera o cu castigo : vos os abandonareis,
ou escraviza-his-hcia, conforme vos convier na oeca-
silu. Actualmentu vo conten a nosaa ilha, como vos
conven) Malla e Gibraltar; voso fallucioto protectura-
lo nao lie inaia do que nina posan anticipada e preventi-
va: voltc-sc o vento, e vos destruiris aem escrpulo c
sem pudur a vusa prupria obra, e renovando de vos
inesmos, laucareis a Sicilia ao pasto das vingancM que
contra ella limtenles provocado. V, lord VVilliaiii
lientiuck, aqu presente, ouiarioi diter-me na face, quo
calumnio a Inglaterra, eque nu be cuta a poltica, de
qutfaox executurP
A repentina apparico de.a niiilber, desia rainba, to
juataiiiento irritada, tinha produtido em Bi-ntiiick, ape-
lar da sua iiupasiibilidadc, tanto mais forte ctloito,
quanto a inesperada apparico era para elle una aecu
do theatro. Ao principio bardida, arrebatada, Carolioa
havia gradualmente Iriiinipliado doa seus primoiros
transportes, e recobrado eiu preseuca do iuimigo a du-
pla dignidade du tbruiio e da desgrana. ppruaHdo abra
os espaniados olhos, e aa buurboiiieas boebecbaa etpri-
uiiao o cnleio elevado aua numr potencia.
Scnhora, respondeo Brnliuck, que havia tido tcni-
Coi respoiuJeiicia.
Srs. Redactores. Ksluti certo, c nenhuin receio
teuho de ser desmentido, de que o Ilustrado publico
n.io lera visto al hojo tanta ousadia e despejo, como
o que cncerra a correspondencia inserida em seu
Diario Je 17 do correntc, c assignada pela Senhora
M. M. F. L.
Aquella Senhora, depots de aecusar de arbitraria e
injusta a auloridade que mandou cercar o seuengo-
nho Jangadinha; depois de queixar-se de terein
sido postergadas as leis que garantem o asylo das
familias; lanr;ou-sc, com furor e ira, sobre mim, di-
zendo que lora eu quem requerra e acompanhra
aquella diligencia ; que o meu nomc Jo3o Patrio-
ta he j ussaz condecido ; e que, se eu pretendo
fazer alguma ttaficancia, dirija as minhas vistas para
oulra parte.
Ora, ao ler aquella correspondencia, o que pensa-
r o Iciliii' cordato e impaicial ? Sem duvida que a
autora dn dita correspondencia lie urna pessoa livie
de culpa, e cuja propriedade foi despticamente in-
vadida. Pois lie o contrario, e o documento que vai
a liaixn transcripto prova o que acato de dizer ; por-
quanto por elle se prova que u3o fra eu, e sim Jotlo
Jos Itibciro dos Santos, quem requerra adiligenT
cia ; e prova mais, que tanto a auloridade que* con-
ceder o mandado de busca e apprehensSo obrara em
regra, que lanto o varejo do engenhoJangadi-
nha lora assaz apropriado ao caso, e tanto as leis
forao cumpridas, que naquelle engenho achou-seo
objecto que se buseava, e que s por meios crimi-
nosos poderia la ir ter ; lavrando-se de tudo termo
inclusivamente otermo de adiada.
E para que o respeitavel publico faca um jutzo se-
guro do negocio, passaret mu resumidamente
conla-lo.
po de tornar a m, durante a lunga invectiva, a long.i iin-
precsca.. da rainba, en ignora va a presenca de V. ma-
gestade, uias devia l-IranapeilaJo, por que s i sua
intliiciiein su poderia attribuir o irrefleelido proceder
d'el-roi. Por certo mellior Ihe fra ter cerrado oa ouvi-
dua aos oonselhus de V. magestade.
Oxal, pelo contrario, que lie os hoiivesao segoi-
ibi senipru Seria anda rei, e tos nio oasarieis trata-lo
como o traais. Toda a russa torca ost oa frsquea dos
tusaos inimigos.
Mi, Senhora, nto, respundro com orgulho lien-
tinck, a forca du minlu patria est nella, esta em Lon-
dres, em Quobec, em Csloulla, na* aua frotas, noseu
eieroito, c ella nio temo neuhuin inimigo, por mais
teiiuvel que seja; a ana encarnizada lucia com Franca
revolucionaria exhibira aprofa do pudur britnico, se
prova-lu folie necessario ; mas elle se manifiesta aua u-
Ihoa de lodo o universo como o aol em pleno meio dia
A Inglaterra desdenha ultrage vfiot de iu'vejosos ri-s0
du estril odio dos seus delraclorea, o Ibes prodig'liza a
todos, em troco de aeua insultos, oa beneficios da civti-
aucao e da liberdadu ; ella he bailante rica para dar, as-
ai grande para ser generosa com lodo o mundo, al
com oaseus luiraigus, al eom V. magestade, mioha
Senhora, e tao pouuu a admira a ingralulao, qua d'au-
temio dispensa oa sen norigados de toda a espeoie de
reouiiheciinento. Fas bem por aiuur do hein, o por
aua propna saliifacio.
lie muito magnnimo, na verdade, di a rainba
Con pungente irona; he cruel qua Uodesoonheoido ae
^ourent;o AJwts >: Albuquecque; dando-me em
"""W o Pr *"'yi}. u"l seu escwp Manoel, den0i
malignas iffin.uarirjes tirg,|j>s|xie o oscravo d
..OS/. Izidro Vt&fltQIJfcPaaKa.,
qdo eu onde se acni o dito >^^^B
K> es^B
dbi-me trazer o eacni I
Vendo ea a m fe dflIHeti devesjmiH
% inlentei j ^
crimiij^lAe eslelliosMrto, e foi ejle pronunciado- ,.
""""ahllDC ac?3o de assignac.lo dedczdisV ,,
_ jwirfbra no mesmo escfgvo, senijo depojS.
ro'Joo 4o Rbeiro doeSantos. Masanuelle"*
l.ourcnco Alves de Alboqueique mi
tent de tiVar-me o escrvo, nfio ol
culto efgido, em razaVaVcstar pi
crime que nflo admiUoflartea, e nSfol
ter-se refugiado no engenho Jai
interpostas pessoas pode, segunda vra.
cravo; e tifa-Io do poder do depositario da ["drJ
juizo, JoAo Jos llibeiro dos Santos, dcixando R
este depositario compromettido exposlo pria,
KentSo, sabendo aquelle depositario que tanto
escravocomo o raptor, o dito Lourenco, estavjt
engenho Jangadinha, requeren ao muidi
juiz da execucao (o Sr. Dr. NabucoMfiandado de
ca c apprehensao,com auxilio da foroa publica/nilB'n'
dado, cuja execuijilo foi confiada aousofllcies do
justica (Gamboa e liraz), acompanhando o mesmo
depositario a diligencia, em razfio de ler conheci-
mento do oscravo.
Cercado o engenho Jangadinha na madruga-
da do dia 9, a indo entilo nesta occasio um mandado
de prislo da auloridade criminal, para ser capturado
Lourenco Alyes de Albuquorque, ao amanoecer o
da, a primeira pessoa que de casa fallou foi o
mo I .ou rengo, chamando pelo escravo Manoel (o
mo escravo trapprehertWo) para sellar o cavallo; ^
do nesta occasio apprehendido o escravo.osolli'ejM
se dirigro casa, c fallarlo com urna muiher (qua
nao era a Sra. M. M. F. L.), e Ihe intimarlo a ordaa
de busca, a qual se fez com todas as formalidad^
com todo o respeito, segundo me consta, pois qua la.
nio fui.
A' vista, pois, do exposto, e do termo de achida
abaixo transcripto, he por certo para estranhar-sea
petulancia e despejo da autora daquella correspoo-
dencia; a qual, devendo estar coberta de vergonbae
sentimento por se ter tirado do seu engenho um es-
cravo obtido por meios criminosos, anda ousa appa-
recer em publico, para aecusar as autoridades que
cumprirfio a lei, e para hincar sobre mim insultte
pechas que smente nella sito cabidas. Pois aquella
muiher d, em seu engenho, coito, escravos obti-
dos por meios criminosos, da guarida a criminosos
pronunciados, e anda se queixa, qprando l vai a jus-
tica e a forga publica appichetideros objectosr
Ora, sem duvida aquella Senboft'csla em perfeita
alluciiia^ao; poique, a n9o ser tato, jamis ella se
abalanzara a fallar contra as autoridades por estas
cumprirem a lei, e antes, vista do termo de adia-
da, ella deveria recuar diante do pejo e vergonha que
naturalmente sent toda aquelle que, ainda mesmo .
involuntariamente, v tirar-se de sua casa um ob-
jecto furtado, ou obtido por meios criminosos.
Nilo quero sor mais estenso ; e assim concluirei
esta minha correspondencia,"dizendo, que para de-
fender-mc dos ataques e insultos que aquella mu-
iher me fez, basta o documento que vai transcripto,
que bem prova que a micha calumniadora he uro*
tiestas pessoas levianas, que tudo fazem sem relle-
xao, e tao audaz, que, ainda mesmo quando a justica
obra com acerlo, opportunidade e proveito, resti-
tu ndo os objectos aquelles, em cujo poder elles de-
vetn estar, ella mo se envergonha declamar contra
a justica ede mentir escandalosamente.
Perdoem, Srs. Redactores, com o te-Ios incommo-
do com estas toscas liuhas o seu constante Icitor
Joad Frederico Abreu Reg.
flecife, 18 de setembro de 1845.
Certifico, que a vista dos nulo to arresto de Jala
Frederico de Abro Reg contra Lourenco Alve de Al-
buqiierqiic, que foi Joto lote Kibeiro dos Santos quera
requeren o mandudo de busca eapprebcnsu du ercrara
Manoel, naqualidade da depositario que he do rrfrnde
escravo; cujoi termos do busca, e de apprebeiuo eaa-
iregai&n do theur arguinte :
Termo di buioa Ana 9 diaa do rae do leteinlfu (o
lS'io, sendo nenia cidade do Recife, no lugar do oug'-
nhn Jangadinha, ahi demos a busca necetsaria e opprr-
hendeuius o escravo,de que traa este maullado, dr noiue
Manuel : e |iara constar tez o ilitooflieial este termo ta
que se assignuu com as irsleiuiinbas abaixo assignada.
u iillici.il ilejustic, Manoel Goncalves Gamboa, eiter-
crevi.Como tesU-iuuiibus, Jouquiai Hemetnioda TUf
dade. Francitco dai Chagat Atbeiro.Ollicial da jos-
Ufa, Brat Lopm.
Termo de apprikinsOo. Aoa 9 das do mes de se-
tembro de 1815, senuo nesta cidade do Becife, onde
forDo officiocs no lugar do engenho Jangadinha, eall
em casa da residencia do supplicado Lourenco Al"'
de Alhuquerque,apprehendemus u escravo, de que trata
este mandado, de nome Maaoel, e aUregaai! ae sup-
plicado depositario Joao Jos Bibeiro dos Santo, que
do mesmo tomou contar e para constar faz o dito olli-
cial esle termo em que nelle se assignou, e com o que
eslava em posse. Eu oflicial de justiga, Manoil Gon-
calva Gamboa, o cscrevi. Joto Jos Riten* *"
seja, quando so he la. beiieficenle, porque ai! tul *
podis a tal rripcito estar em illuso ; o mondo tic d0
uina incrt-diilidade que desespera, acerca do deiw'e-
retse britnico;-vedo a lUa na f. nega" obalinad-loe
amor aa humanidade abrase as enlranhas de Alho. f
voaio egoiiiuu pasia en proverbio nal quatro parla**"
mundo; mas que voa importa a opinio universal.
oalumnia ho o haptiamo dos grandes sacrificio; '
por tu a vuaaa oonsciencia, sem fallar no* prove!
bem que faoi gratuitamente. Sempre ha vantageraem
ser virtuoso: a virliide deixa rara vetes, por raaiiqn"
digo, de%r reooaanensoda nciio mundo cinqo0
nao be ainda no mitro.
V. nuigestado da mais verdade do quo pena; ni -
Ihor que ninguem devo saber, que acalumnia nada |mib-
da. Se ao falla mal da Inglaterra, nao ae falla beru "
raioha Carolina; na eu maia justo do quo ella,
reoiiin-uie a crer os bu.alus quo circulan.
E que me iluporulo os iuito temerarios de ubi
mulldo ignoranlu o Iludida Tal tea que reiou'inn1
I fonte daa calumnias que roe ultraja... la vos scbssse^
ainda, porque tudas as armas oa 3o boa, eporetc
so de preeaiifSo, a Inglaterra tem o cuidado de ent ^
nenar aa sellas que tat lanjar du escuro pelus eui
lite on-ieus aduladores.
Nio sei, Senhora, que a Inglaterra lenhn aduia^
dores em Ristadt; inss, em rompiusacao, preleaa
que V.-taagestadr linlia la aalellites
Carolina aenlio a ferida e tornou-ae vermelha de ca-
lera. (CW'>W?'-'-*8,'
MUTIL


official dejustici.Vm lopss Nada, mais
,linba em diloi termo, aqu fielmente copiados do
acbio lavTsdos m nguida r> mandado de p-
1- .. a f n m I* n A> olla r
S*H
gUVenso"e"liuica junto aoi auto referido, aos quaes
f'l snorto : MU va em cuusa que duvida faja, coo-
Ida concertada na forma dojUrJo, e por^im lu-
la o asiignade esla cidedodo Keoifoae Pemam-
l coP aos 17 detetumtro de 1846. Eserevi eaiitgnei.
Em f*le
verdade. **#>' Jmovim Baptta,
Piiblicacoes a pedido..
aano Portogiicze, retidentc ern Pcrnambuoo,
nerudiin. qu" ''"" ceaaado o roa i eacandaloao e
"^..minnreio. o tranariorte de hoioen Uyi-ni da illia
uanilo tomo, com edmi-
,,on.Miorrio. O '"n.n..
dw Acore. para o Braail; lie q
_.Ju c vergonha noa.a, anortar eala oidide orna em-
Zrce>>, 'I" coi.diiiSSO'Acoriani... doa quaea aqu fi-
arlo alg". "nlroa frio para a mirle. Que vru ca-
li me oqui f-aer ? lodo perguntard roa nao To-
Jmi.iI.oiii, qu '* miacrave, aferrollmdoe abordo,
doran er'eii|{,ijadoa, e, para dizer tudo, vondidua por
iaM>n oerlo.
Oh vergonba pajizo-lo I elle venj icrvir a par de
coravo na. lavoura do paia; vcin loffrer urna affron-
in contra a liberdnde da que oa doiou a iialuraaa; vero
abaler a honra e a dignidade da na?* porhijrueu al o
, fuodaavnt.; emliui elle veem envurgonhar oa
ten ootapalrii-laa. porque nao haver abi mu ao Braai-
|ero que nu oimaidero Pi.rtugnl como nina uacio ro-
uravel o abandonada, OllJ.ll filho derjlo eea larca pa-
lri<> pelo otranh rn Portuguesa troci a liberdade quo gozao no aeu
paia, pela eicraridSo do Brl maa nao elle ao illu-
dein,eiulgrern pelo apparenafw.
p.rlugal leni loia tnbin, teni urna conetiluicio com-
prada pelo rtforciu do grande Pedro, e regada com o
tangou'le muit liere e bravo guorreiroe. Tera, alm
diuo, nina eiviliancao a toda a prova, e nlo dere er ao
ovenio que ae devem imputar aemelhanlea falta; maa
lim ana eniprog'adiia relaxadue da illiaa doa Ajorca, a
qurm el inriiiiibid a execucao do decreto de 16 dn
agoato de 1842. que regula de urna mnneira amito acer-
tad a eniigracao |ira fra do reino. Equi liaran ii'M dever para ae Icmbrarcm do ulerease peou
niirin, que lliea offerocrlu. Dealeiubradoa de que uro
Partugiietca, veiidorao-eo n una cga ambicio e (icario
ie,\.....rada. Nunca aeoomprou um Portuguez, deade
o prluiiiivii tempo da uionarrhia at o glorioao rci-
ndu de D. Jua 1. Nunca a honra e dignidade porluguo-
u fui atacada como eal aendo agora.
J nao be baataotc quo urna lepretenlacao, que fui
dirigida noiaa aoguata aoborana pelo brumo Portu-
gai'ii, reaidenle eraj'ernambuoo, tenhn dado logar
deiiim.' de alguna eraprogndo da illia do S. .Miguel,
liaile minia neceaeidade quoae d uin caaligo ciemplar,
e i|iie o gmerno euipreguo tuda a forja e ciiorgia de
que he capai, para ferr.ceur, por una e/, a deare
grada eiuigracau, e fl reprciaiiaa na liberdade doa iub-
dil" porhigueiea, que em.< pratiear.
Ma, oqueoe-me um ponto iiupuriaiiio. Que (er fci-
io o u.o cuAaoi; parvuu^-tne eulnr ietid rnt cjinide-
ta inaretu. Oh que u eeiuifiavon Aj.irianoa, que
ajera itlSo aferrulliadua abordo, foaarui 1 nj I < ou
Frameiea, ja eatantn cm ierra no guio da ua liberda
de. O Sr. eonaul beni me emende; maa aempre Ihe direi,
quo eu ii" aou ligar ira fallar i primeir autondade da
jiruviiM m, eoipregaria ludu a nunlia diligencia e acti-
tidaile por eoiix'guir -do goviTnu du pan audieieule
finca para prender o capitao da.|uelle nato, o dorde lu-
go u faiia reapunaiivel, para ooui o gnTeruo portuguct,
do ar.li> illrgal que pralioou, ufara por em liberdade
todoaqueliea deagracadua. quo o illudiio pela appa-
rente pliraie de uin il iii deiiiu deihuiirado Purlugiiei Ooalo minio faria it eu
iiiiinilii, que um cidadau portuguel nao he propriedade
de niiigiiem.
Um PortutHU.
cwinbose de lenllii raldilo, outir de ooo noo
clamores, e assim o espera
Um Porluguez.
C0MMERC10. K
Alfandega.
BKrtmMKNTO DO DU 18.....'........... I:i60j600
Desearrega hojt 19.
BrignaGolden-Flttctmercadorias.
Consulado.
Rendimento do da 17.
Geni1:644*458 Piovincial600*268
Movimento do Porto.
iVaoio mirado no da 18.
Nora-Hollanda, lindo ltimamente do Rio-de-Janeiro;
14 dial, briguti ingle Caroltne, de 150 toneladas,
capitSo Richard Drumond Passmoro, equipagem 8,
carga azeit de peixe; ao capillo: condnz Hpai-
sageiros. Vem refrescar- e tegue para Londres.
Naviot tahidoi no mamo dio..
Babia ; brigae brasileiro Generoso, capilao Jos de 0-
lireira Sou'.a, carga algn geoeros e lastro : condal
1 escrava a entregar.
Babia e Rio-Jo Janeiro ; patacho ioglez Swifi, com-
mandanle Doaglaa.
Val-Paraizo ; brigue dinamarquez Alvina, capilao H.
J.Jorgemen, em lastro.
Edital.
TendoosPortuguezei, residentes neate paiz, dirigido
urna representacio a ". H. F., na qual le etprnniao os
purus seotimentos de terdadeiro patriotismo porluguez,
ttn favor d'aquells infelizei que, leduiidoa, uantes
arrancados da mai patrie para paiies estrauhos, com
islas em tantagens pruineltidas, e nunca raais alcanja-
das, beqiando compsalo o horror vimo ebegar a
este porto a barca portugueza Cidade-de- Angra, ca-
pilao JiM.juini Jos Soulmbo, no da 17 de tetembro
indanle, importando 230 a 300 pauageiroa Eslava
nos na pura ceiteza que Bao teamos mai o desprazer
da ver csses infeiites soAiidosebegarem a este ou a ou-
l'o qualquer porto do Brasil, porm de balde : de oa-
d'servem as leis impostas, queprobibem tao vil tra-
fico; essas autoridades dos Acore parece, que, sur-
ta toi da razio e da lei, nao impdem a severa peoa
que aellas se declara, a todo aquello, que infringir
qualquer uinacto'ieu;poroiellas delodo naosio eulpa-
Qenhumas l'ois nio representa neste paiz o decoro
da naci porlugue/a ? acaso nlo vio ebegar essa em-
Larciuque traiia arvorado o pavilho da mosma naci,
le o incsmo monopolista com audacia espesinbo, ul-
Irajando as mais sagradas leis,que impooin severas penas
todo dono, mestre, ou agente de qualquer embar-
cscao que se oceupar em tal trafico ? nio eslava ao seu
Icance requerer ao goterno da provincia lr(a, para
quede arompto fizesse desembarcar para Ierra esae in
Ins, que se achavao a bordo alerrolbados, e piendes-
"ocapiiio, e o' responsabilisaese peranle o governo
fortuguez, e fuesse ver o aeu ptriotiimo, e igualmente
ostrujso ao mundo inteiro que um Portuguez he h-
"e e que em sua patria existen) leis por onde
J*js punido lodo aquello que te atreve a menoscaba-
'r porque o nio fez? por ventura .er-lbe-hia ne-
N a proleccio do governo? Certoque nio. l'azad-
inirar, como o nome portuguez, oulr ora lio reapeita-
. se veja na poca prsenle lio vilmente ultrajado,
ortugal | Porlugal i ja nio es aquello quaem pocas
J"is remotas eras; leu oome soava de um polo ao ou-
'"' e nquella parte, aonde o estampido de tua voz
c "a, eras reapeitado ; porm boje nada pareces do
<"e lu>'es; tuas lea sio violadas; teas filbos arrsnca-
" ll'u seiu, gio como escravoa eipostos a venda em
Ifslquer parte do Brasil;tuas garantas constitueionaes do
valem a esses desgrajados, a quem o cobica de um
ooopoluta ousa illudirparavirem.em paiz estraogeiro,
""" P" de esclavos porm eaae niesoio navio se
gue para a corte deste imperio; 14 existe um ministro
*t eueve.aberiiulentar a dignidade da najao de qut*
Pelele, qoando ealo nao d providaneias, as vozes
"' verd,deiro Poriugueies aerWde novo l.ivantadas,
*uPpl>ca a oossa auguata soberana, eesta, como mai
O lllm. Sr. inspector da thesouraria das rendas
provinciaes manda fazer pblico, que, em cumprimen-
to da ordem do Cxm. Sr. presidente da provincia de
13 do corrente, vio de novo a praja, para seren arre-
matados i quem mais der.os impostes provinciaes i car-
go das colleclorias dos municipio* abaixo designados,
sob as seguintes avaliacoos annuses :
Bonito 1:000,000
Brejo 339,000
Cimbres 278,000
Florea 951.000
Boa-Vista 527.000
Os licitantes, devidamente habilitados,compareci na
sala das aessfies da mesma thesouraria no dia 19 do cor-
rente (boje), ao meio dia.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes de
Pernambuco, 15 de tetembro de 1845. O secretario,
mic da Cuita Portocarreiio.
Det-larago.
CoHPANHU DO BEBERIBE.
Os Srs. accionistas hajio de realtsar a entrada de
seis por canto, alBasss'.t pedida, at ^ dia 20 do
correnta. Escriptorio da compana", "-" u ".'?mbro
de 18*5. O lenetario, II. J. Fernandes Barros.
PUBL1CACA LITTBRARIA.
Acha,-sesob o prelo, na corle do Rio-de-Janciro, Ira
durida por Jacinlho Alves liranco Muniz Brrelo, a se-
guinte obra :
Um granadeiro da guarda-imperial sobre o sepulcro
de Napuleio Bonaparle ; historia da vida pblica e pri-
vada do mesmo.
Subscreve-se na praja da Independencia, livraria n. 6
e 8, i 2j000 rs., pagos na occasiio da entrega da obra.
Avisos ni ari I irnos.
PraciM-sadeoma Sra. Portuguesa para ama de
umcsa de pouca familia; quem estiver nestai cir-
cunWtancia.anuuncie para ser procurado.
__Aluga se urna, ama prela com bom leile e da pou-
co lempo, pre^erirido-se captiva ; quem estiver estas
circumtaneisa,diri|a-e a ra do Alterro-da-Boa-Visla,
n. 34, primeiro andar.
Quero praersar de urna parda forra para ama de
leite. dirija-sa a ra da Concordia por luz da ven-
da do Sr. Francisco.
Precisa se de un borneen forneiro para umpa-
daria:no Corredor-do-Bispo, o. 8.
= Chrislopbers* Donafdson vendem vinhos exce-
lentes, de difiranles qualidades, e de bom goslo;
cerveja branca e prela de Londres, a melbor que ba
para mesa particular e em meias garrafas; ha amos-
tras para os freguezes ; um resto de salitre em barricas:
oa rus do Trapiche n. 40.
= Aluga-se urna casa grande no sitio do Cordei-
ro a margem do rio Capibaribe, com estribara para
Scavallos, cocheira cozinba fura &o. ; urna dita
pequeoa no mesmo sitio tambem com estribara
para 4 cavallos ; um dita terrea na Soledade n. 17 :
os pretendentes, dirijjo-se ao pateo do Carmo n.
17, a fallar com Gabriel Antonio.
= Ofterece-se um rapaz Portuguez, do idade de
19 annot, pira criado de alguma casa capaz: quem de
seu presumo se quizer ulilisar dirija-so a ra Nova ,
venda n. 65.
No dia 17 do corrento pelas 4 horas da tarde ,
furtrio da casa de Jobn Wilson na ra da Guia, um
relogio, patente de prata n. 1052 fabricado em
Liverpool, com ponteiros de ouro e lemovidrora-
cbado ; e mais urna colher d.e cha de prata : roga-se a
a pessoa a quem lor oflerecido de apprchcnder e
levar a dita caa que sera generosamente recompen-
sada.
=. Aluga-se um sobrado de um andar, com lo ja ,
e muilos commodos, no principio do Alterro-dos-Afo-
gados defronte do vlveiro do fallecido Muniz n.
49 : quem o pretender, d irija-so a ra do Livramento,
toja de fazendas, n. 18.
O abftixo assignado lie obri^ado.,
por negocio urgenlissiino, ir provin-
cia das Alagoas, e rollar cora a brevi-
dade, que Ihe fr pQSsivel. Dr. Ale-
xandre de Souza Pereira do Carmo.
OfTerece-se um moco Portuguez de idade de
47innoi, para caixeiro do escriptorio' ou mesmo para
roa do que tudo tem bastante pratica : quem de
seu presumo le quiter ulilisar, annuncie.
Quero quizer comprar urna lancha nova, de lote
de cinco toneladas e carros demo para conduzir at-
ierro; v* i prar;a do Commercio, armazem de Jlo Car-
roll & Companbia.
ai Precisa-se de pretos ou moleques para vende-
rem azeitede carrapat ; dando seu senbor flandrese
medidas, paga se a 400rs. a caada : na ra da As-
sumpclo n 1G.
= Quem liver.para alugar, um piano, annuncie sua
Uva'i?*-
"iSnri J5 ^ose ue ','m' ManoelFerreira
da Silva FarroioT e Cardoio l,'onsca,; teem caria,
no escriptorio deFirmino JosFelix oa uozo\' .'""ao>
na ra do Yigario, n. 23; as quaes senaoleum entre
gado, por se ignorar a residencia das pessoas indi-
cadas.
Para o Ric*-Grande seguir breve o brigue-
esouna /*a/, capito Joaquim Antonio Gadre: quem
no mesmo quizer carregar, podo tratar com o mesmo,
ou com Amorim Irmloa, iui da Cadeia n. 45.
= Vende-se urna barcaca de 12 canias, muito bem
construida forte e boa de vela : a tratar com Barlbo-
lomeo Francisco*deSoua em sui botica da ra larga
do Uozano.
Paro Riode-Jaoeiro sai muito breve a sumaca
nacional Pirla, por ter a maior palle de sua carga
prompta: quem na mesma quizer carregar ou embar-
car escravos, pode dirigir-se ao seu consignatario Ha-
noel Ignacio de Oliveira, na ra de Apollo n. 18, ou
o capillo Francisco Nicolao do Araujo, a bordo.
Avisos diversos.
A CARRANCA.
Sahio boje on.*2t), e acha-se venda na praca da
Independencia livraria ni. 6 e 8.
Do sobrado da ra das l.arangeiras n. 21, cabio
dos pesclo do um menino ( bonlem peles 5 '/ horas
da tarde )um macinbo deteteias, contendo 8 peras, a
saber: 2 ligas de ouro, 1 dita de coral encarnado en-
castoadu om filagrana, 1 S. Braz de ouro, 1 bracinho
tambem de ouro, 1 coracio da coralina encarnada, 1
modinba de 48 de ouro, e 1 coral azul encastosdo
em ouro; e na mesma occasiio foi visto apanbar por um
sugeilo de aqueta azul com quadros brincos, que pss-
sava de braco com outro de jaqueta prela, o que smen-
te se ignorad os seus nomese suss moradias; roas que,
sendo encontrados, anda meimo com outroi trajea, lio
bem conbecidoi : peda-ie portento aoi meamos Srs. ,
que bijio de ir em dita casa levar ditis teteias, que
serio bem recompensados; do contrario lerio punidos
na lorma da lei, logo que seilo encontrados; ou pode
rtd entregar ao seu proprio dono Joaquim da Silva
Reg, morador na roa do Livramento n. 24. Pede -a-
aoi Sts. ourives que spprehendio taes teteias, caso Ibes
sejao oflerecidii, ou a outroi quaeiquer !>ri., que tim-
bem Ibes sejao
AlugaS se ss seguintes casae terreas: Atierro da-
Boa-Vista n. 75; ruadoTambi n. 5 A; ra do Mon-
dego n. 27: junto ao Maoguioho n. 25 : a fallar com
Manoel Pereira Teixeira.em leu sitio da Katancia.
__Ajunlo-.sa a pespoolio borzeguios de todas as
qualidades. Unto da bomem como de senbors; engom-
ma-se o faz-ee toda a qualidade de costura por commo-
do prer;o: as ra da Cadeia,do Recife n. 9.
^Offereee urna ama para caM de homem solteiro
ou de pouca familia,'e para oservico interior e exte-
rior : na ra do ttsngel n. 21.
Casa da Fe9.
Ra eslreilado Rozario n. 43.
asa O abaixo assignado tendo estabelecido, na for-
ma da lei e decreto n. 357, de 27 de abril de 1844,
artigo 35 urna casa do vender bilbeles e cautellas
de todas as loteras desta provincia prestando por es-
ta venda nanea como marca o mesmo artigo 35; con-
vida a todos os que gostio desle jogo a comprarem
as suas cautellas ; cujas se acbo garantidas com a sua
lianca a fim de que os premios que cada um tiver
de tirar, sejao no dia marcado pagos a vista das mes-
mas cautellas e na mesma casa.
Presentemente as cautellas que se achio a venda
sio as do tbealro publico por ser a primeira lotera ,
que est garantida com a lei cima na qual nao lla-
vera nullidade por ser o seu tbesoureiro responsavel
por qualquer abuso ou falla que houver do apparecer.
Brevemente se annunciar o dia em que devem andar
as rodas, pela grande extraccio.que estio tendo ai cau-
tellas por serem de diminulo preco que a todos
convida a sua compra. Os pretos destas cautellas sao :
decimos a 1/000 rs. e vigsimos a 600 rs.
Lourenfo Jote fomtto de Lunna.
CASA DA FORTUNA.
Ra Direita, i. 12.
Acha-se eslabelecida, na forma da lei, urna casa para
vender cautellas das loteras dista provincia : e como
esteja a correr no dia 30 do correnle a lotera do semi-
nario convida a todos os amantes desle jogo a com-
prarem suas caulellas ; pois que o diminuto preco a to
Uos convida a sua compra : os precos das cautellas sio,
decimos s 1000 rs. e vigsimos a 500 rs. que vem
ser COOS rs. pelo mdico preco de 1000 rs. a
300a n. por 500 rs. ; nio ba cousa mais barata A
ellas.
Barca dos banhos.
= O beneficio que reoebrio toda as peisoai,
que frequentirio.no anno pasudo,os banhos na barca ,
he tio sabido do todos, que dispensa ao propnetario d
fazer sobre isto a menor reflexo. A estiQio calmosa
eiti ebegada; ho, pois, lempo de comecar os banhos;
e as pessoas, que quuerem subscrever para banbar-se
desde agora at o fim do anno pdem ir enlender-se
com o guarda que por urna mdica compensacio Ibes
dar a facuIdade de se banharem as vezes que Ibes
aprouver.
Lotera do Seminario.
As rodas desla loteria. andao imprete-
rivelmente no dia 3o de setembro, fi-
quem ou nao bilbeles por vender: os
poucos bilbeles que ha achao-se venda
nos lugares j annunciados.
= Precisa-se de urna ama de leite parida de pr-
ximo : na padaria de urna s porta na praca da S.
Crux se dir quem precise.
= Vicente Tbomaz dos Santos despede-M do icos
amigos, e das pessoas a quom deve alteucoes p
este meio, de que pede iscuia.
b Francisco da Silva previne aoa sens freguere ,
quo passou aa fazendas das tojas ns, 47 e 49 para a do
n. 48, na ra da Cadeia do Recife onde leve loja o
Sr. major Jos 'l'homai de CaMpos Quaresma e abi
vende panno azul muito fino o 4< rs. o covado so-
da de toda ai cores com urna pequea pinta de mo-
fo a 600 rs. o covado ; lencos de seda de quadroi
com franja proprios para senbora e meninas trazaran
peloi hombros, a U rs. cada um ; e outras mu tas fa-
zendas por commodo preco.
= Aluga ae umi casa terrea por commodo preco,
com duss salas, 6 quartos, coxinha lora corredor
ao lado quintal murado : a tratar na ra da nfo-
ra n. 58.
= Aluga-se o armazem n. 8 da ra do Trapiche,
proprio para recolhor fazendas ou outro qulquer
genoro : quem o pretender dirija-se ao sobrado por
cima do mesmo armazem,que achara com quem tratar.
=-. Aluga-se urna casa no Monteiro com a (rento
para o rio e com os seguinles commodos : um terra-
do na frente 5 quartos, o um com partileiras, duas
salas, corredor no meio, cozinha lora um quirtocom
tnrimba para pretos ; tendo a casa outro corredor ao
ludo, para oservico da mesma, indepondente dtala ,
estribara para dous cavallos, quintal murado : a tra-
tar no Atlerro-da-Boa-Vista n. 37, trreeiro indar.
= Aluga-se o segundo, anda da casa n. 60, da roa
da Cruz do Kecile, com commodos sufficientes para
urna familia : o pretendentes dirijao-iea ra da Ca-
deia do Recife n. 40.
-- Coiitiniti-se a fazer tran-
celim de cabello, de qualquer
modelo, anneis, litas, pulcei-
ras aderecos, &c. : tudo o
mais bem fcito que lie posjK*
vel : na ra do Cabug, loja
de fazendas, ns. 4 e 6.
Trocio-se duas imagen, sendo urna doN. S.
da Conceicio de pedra da Babia e outra de N. S.
daAgrella, muito perfeita ; na ra da Semilla-Ve-
Iha n. 142, segundo andar.
O abaixo assignado, fabricante de chapeos de sol,
no Passeio-Pblico, previne ao respejtavel pblico, que
ello acaba de recebar um lortimento com pelo de oha-
i-pos do sol, de todas as qualidades, tanto de seda, co-
mo d'algodao; elle lemlambem cbap'oa de sol para
senboraa e meninos Adverle igaalmente, que, ten-
do ii tedas, as mais rica, de barra lavrada, furia eores,
lisas, ic, &c., est no caso de salisfazer qual-
quer encommenda, com toda a presteza ; elle postuo
tambem algodio trancado, liso, e de toda a qualida-
des dos padrdes mais modernos: elle, em fim, cobr, o
concerta lodos os chapeos deso, com a maior perfei-
cao, e promptido. Joo Louoti.
No sitio do Hospicio do Exm. coocetbeiro bario de
llamarac.'i, d-ie gratuitamente a planta denomina-
daImana as pessoas que padecerem de relencio
de orinas, bastantemente especifica, e propria para
un padecimenloi: quem a quizer, quefe litio se de-
ve dirigir, b;-alquerhoradodia.
Agencia ele ^aportes.
Na ra do Collegio.bot.ca n IV?,."00 Atterrodi-
Itoe-Vista loja n. 48, tirio-se passaportes para u.,..r
fra do imperio,assim como despacbio-se escravos: ludo
com hrevidade.
Rap vinaghnho.
Este superior rap torna invariavel a sua qualidide,
por nio mofar, nem leccir; nio f re o nariz, nem pro-
duz irrilaces vertiginosas, porque a sua composicio he
a mais simples possivel. A geral estima que tem tido
Uta rap pelos apreciadores de urna boa r itada, e a ap-
provacio que a respeitavel sociedade de medicina Ibe
roncedeo, rematio o seu mais completo elogio.
Novas fornadas deste escolenle rap, com a cor moi
escura, se achio i venda nos depsitos da ra da Ca-
deia do Recife, n. 50 ; praca da Independencia n. 28;
Atierro da Boa-Vista n. 10, e Atierro dos Afogados o.
209, sndese vendo a 1,000 rs., a libra, de o libras
para cima. O embrulbo deite rap he azul, e os rtu-
los brincos.
=Alugio-seos primeiro esegundo andares da casa da
ra de Apollo n. 22, acabada, ba poucos das, de pintar,
prompta para qualquer familia, e polos bom commodos
quo tem; urna casa terrea, ha pouco acabada, e que li-
da nio foi servida, com grandes commodos para qual-
quer familia, e um bonito solio, que tem urna excel-
lenle vista para o mar, Olinda e S. Amaro, em Fra-
de-PorUs no principio da ra do Guararapea vindo da
cidade : os pretendentes dirijao-se a ra de Apollo,
armazem n. 22, de Joao Jos Rodrigues Lolller.
= Troca-se, ou vende-se um poldro de rica por
um quirlo posiante ; as Linco-Pontai o. 160.
= Preoisa-se de. urna pessoa que escreva certo, e
tenba boa letlra para escrever em urna caa da com-
mercio certos dias na semana ; quem estiver nestai
circumitancios, dirija-ie a ra da Madre-de Deo ,
n. 5, primefro andar.
= Ensina se grammatica latina com toda a perlci-
clo e em breve tempo ; e da mesma aorte pbilosopbia
e rbetorica : na ra Nova n. 52, primoire andir.
Vendo envolvido o mcu nomo em urna das co-
lumnas do Clamor Publico o. 44, nao posto deixar ,
inda que iodiflerente poltica do Brasil, mas s' por
amor a verdade de declarar ao publico desta cidade,
que quanto dizeue escriptor a meu respeilo he urna
pura falsidade ; e que me acbo prompto a conteata-la
em preienca de seu autor. Bem como, que s (enho a
liiongeir-me pelo bom tralameoto e hospitalidade,
com qte Iui acolbido por aquella honrado carcereiro.
Em lestemunbo de minha gratidlo para com os empre-
ados da juilica, sirv&o-se, Sr. Redactores, transcrever
em sua folha a presente, e franca declaracio, com que
muito obrigaro aomaisalteDcioso criadoJ. Chai don.
Um moco casado oflerece-so pira eminir la-
tim, e qualquer outro preparatorio, em algum enga-
ito, que nlo lor demasiadamente lo'nge desta praca, e
promette esmerar- em o adiantamento dos discpulos,
confia ios a seu magisterio ; dando lodas as garantas,
que Ibe forem pedida: quem do leu preslimo so qui-
zer utilisar, annuncie pan ser procurado.
-ADO
#


Avisa-seao Sr. Pacheco, braooo meslte al-
faiile eni Olinda que o al o dia 21 do oorrente ,
n3o mandar o dinheiro que rocebeo do dous padres
no Recite fiara en tas obras viilo le-las vendido po
seminario lera do ser visitado por um official de
justiga: bastad os calotes que soffrerSo qutndo forao se-
minar atas.
~ Porgunla su ao Sr, Antonio Lopes Ribeiro.se sa-
be, quaso repreientou, no thetl.ro publico um drama
intitulado a Abrilade e, sendo pela aflirmativa,
que,papel, quero dizer que porsonagem reprewntou
su senhori, e quem forio teui cornpanheiro.
O Cauca.
Preoisa-sede200 ri. juros de dous por cento
ao mea daodo-sa firma ; quem quizer dar, dirija-so
ao largo do Paraiio tenda de alstate n. 4, que se
dir quem precisa.
Porgunla se ao Snr. Gamboa em que tbestre
aprende/i a arte dramtica, para que, no lempo presen-
te se atreva a publicar um annoncio convidando
quaiquer petsoa a entrar para sua companhia, ou
quem be que elle tem para o cnsinar e corregir; e
niesuM se elle cuida que ainda estamos no lempo da
imorosa em que elle fez chegar ao ponto da per-
liicio a Hanoel Antonio Maciel, Sebastiao Guima-
rScs, e Castro (o forte) e oulros muitos em quem po-
der ja levo a mor lo ? I
O Ter'rivel..
Na ra eslreilado Rozaiio, n. 43, primeiro an-
dar fatem-se o vendmn-se chapeos do seda para se-
nbora louquinh.is de meninos e oulrasgaicntirias,
ludo por menos proco do que em outra quah|ucr parte.
, Sociedade Harmnico-Thealral.
A commissSo udnnnistr.itiva.t ndu resolvido concluir
oediticioThealro do Apollo, convida aos Snrs
socios que ltimamente as6gnarao novas acedes, e
aqurlles que anda i'slao a dever preslai'es atraalas,
a entregaron) o importe das mosmas ao tbetoureiro
Delfinodo Arijos Teixeira para quanlo antes prose-
guir com as obras.
"^^ Quem precisar de urna ii.ulher capaz para ama
de urna casa de alguma senhora viuva de pouca fami
lia estrangeira dirija-se a ra do Rangel n. 60.
Fugio, da Passai caslanho grande gordo pescoceo largo com os
joelbos rolados de uma queda : qunm o pegar, leve a
ra de Agoas-Verdes sobrado n. 66 quesera gene-
rosamente gratificado ; ou na ra Nova, n. .">2, se dir
a quom pertence.
= A aula publica de pritneiras ledras de S. Anto-
nio ao acha em ejercicio no primeiro andar do sobra-
do n. 38 da ra do Livramento : eo respectivo pro-
fessor no mesmo reside.
= Erancisco Ribeiro Pires, que durante a vida o
algum lempo depois quechegou aestacidade a no-
ticia da morte do Sr Joaquim Candido Gomes estove
encarregado por pedido do mesmo Sr. Gomes e da
Seobora viuva de recebere pagar diversas cuntas de
sua casa declara, que so acha de contas justas com
a dita Senhora viuva o eessuu de faier luda o quai-
quer traosaccAo em consequencia de outros trabalbos o
privaren de continuar naquelle obsequio.
as Fugio, da mo de um rapas no dia 16 do cor-
rente a larde uma cachorra rajada, rabo col, e
Miiltil da Ilha ; a pessoa, que a (iver recolhido ou
dalla der noticia r sera recompensada na ra do Li-
vramento sobrado deum andar n. 2.
= Precisa-se saber do jifgpfc'.Siio do e6iabeleci-
monlo da casa da Fortf7a ge, no caso de haver alguma
-ullidade no ajenenlo das rodas da loloria do somi-
f/>M9*p"effa garante os premios que sabirom as
suaa cautelas ; ou o (rao ellas subjeitas ao segundo
andamento da mesma lotcria visto que ella nao esta
garantida oa forma da le em vigor e por isto ocha-se
subjeitaa muita nullidades. Isto desoja saber um fro
guez, quo quer cabir com o seu cobre.
= Mug'o-io duas casa envidracadas para so pas-
tara f- sta ou annualmento contiguas a ilha do Re-
tiro : a tratar na ra do Livramento n. 38 primei-
ro andar.
= O abaixo assignado operario de todas ag obras
de entalhador, marcineiro e carpina offerece ao
respeitnel publico os seus servidos, na ra doCollegio,
luja de trastos n. 18. Jo/lo Chrhostomo di Afelio
= Precisa-se olugar uma escrava para o snico de
uma casa de duas pessoas e fazer as compras : quem
Uver, annuncie, ou dirija-se a praca da Independen-
cia, livroria ns. 6 e 8.
da Independencia, vende-sc
rap princeza de Lisboa em
boles e rucios botes, chegads
prximamente em o navio
Rubial
WO V K L L A U 1S T RIC 0-R E L 1 G I O S A
POR
EUGENIO SB,
autor dos Mysterios de Pariz.
Traduzida em vulgar o nitidamento impressa;
acha-se venda na livraria da praca da Independen-
cia : preco 1^000.
iiom e barato !
=Vendem-se riquinimoa cortes de riscado chinez ,
du lOcovados, a 4500 rs. o corte, riscados francezes ,
muito finos, a 220 e 300 rs. o covado ; superiores cor-
tes de chitas muito linas, de 13 covados, das mais mo-
dernas a 5200, 3500, 3800 e 4500 ri. ; corles de
ditas com 10 covados, escuras a 1600, 1800 e 2000
rs.; lindissimos cortes de tarlatana muito superior
4500rs dogostoo mais moderno; cortes desovo*
padroes do cassa chitas transparentes de muilo bom
goslo a 2400 e 2500 ts. ; casimiras de muito bom
gosto para calcas do superior qualidadu do quadros
e listras a 1200e1100 rs. o covado; bretanbas de
rolo a 1600. 1800 e 2000 rs. a peca ; esguio de
superior qualidado e de puro linho muito lino a 1500
rg. a vara ; brelanba de varas do lindo puro lina,
a 2800 e 5200 rs. ; superior luslo branco a ls rs. o
covado"; pecas de brclanha de Franca, de 4 palmos
e meio de largura do qualidado a mais superior
do de linho puro ,
peca muito fina
Compras.
sa Compra-seum piano vertical chamado de ar-
mario, que tenha boas votes, e esteja em bom estado;
sendo por preco raioavel : na ra do Vigario n. 23 ,
segundo andar.
= Compro-se moleques negrinhas e pardas, do
12 a 0 annos, para fura da provincia ; na ra larga
do Horario venda o. 29.
= Comprao-se alguns iis de larsnjas de embigo ,
proprios para embarquo ; na ra da Crur, n. 37, se-
gundo andar.
es Comprao-se dous cscravos um pedreiro eou-
tro carpina,para umaencommenda do Rio-Granle-do-
Sul ; sendo bonitas (guras, pagao-so bom : na ra
do Collegio nrinu/em n. 19.
= Compra-so um cilindro do olha de Flandres ,
em bom estado, para aquentar banho que tenha 4
palmo* mais ou menos ; na ra da Crut o. 21.
= Compra-so urna canoa nova ou em bom esta-
do .de carreira e aborta com uma laboa no lundo,
que comlota 8, ou 10 pessoas: na ra de Apollo, ar-
mazem n. 18, ou annuncie.
Compra-se uma dutia decadeiras de amarello ,
e que tenhao os assenlos de palhinha assim como um
canap o duas banquinlia*, ludo em bom uso; quem
tiver annuncie.
__ Comprao-se diarios velhoi, a 25C0 rs. a arro-.
ba ; na ra da Senialla-Velha, padaria n 98.
= Comprao-se, para lora da provincia escravo*
de 13 a 20 anno* *endo de bonita figura pagSo-e
bem ; na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado da
um andar do veranda de pi n. 20.
Vendas.
J>a loja n. 4 da praca
do 6 varas e meia a 13500 rs.
, tale qual ao esguio ; brelanba de
inho muito fina a 560, 640 e720 r. a vara ; su-
perior brim (raneado branco de puro linbo muilo ti-
no a 1000 e 1400 rs. a vara ; panno fino atul e pre-
to a 2500 r. o covado ; setim de Macao prelo para
cohete de superior qualidado, a 3200 e 4500 r*.
covado ; chita a 120, HO, 160 e 180 r*. o covado ;
dita* fina oscuras a 220 e 240 ris o covado
peca de chita*, a 4300. 5200, 5500, 0000 e 6500 r.,
escuras ; madtpolio, a 150, 160 e 180 rs a vara ; di-
to lino a 200, 220 o 240 rs. a vara ; madrasta fino
a 280 rs. a vara, e a poca muito lino, a 5200, 5400 e
5500 rs. ; supe'rior madapolao entestado a 5800 ri.
a peca ; madapolao a 2800, 3200 o 3400 rs. a peca;
dito fino a 4000, .200 e 4600 rs. a peca ; chales de
lia e seda muito linos e grandes, a 4500, 4800 e 5000
ra. ; chadrez de liobo, de niuito boa qualidade o pro-
prio para jaquota a 320 r. o covado ; alm desta a-
tendas, ba oulras muitas de superior qualidade por
barato preco : na ra do Collogio, loja n. 1, de An
tonio de Ateiedo Villaroucoi Irinao.
= \ endem-se sacca defarinba, muilo boa o no-
va a 3100 rs. com alqueire da medida velha ; na
ruada Cadeia-Velha n 47, primeiro andar.
Ycmlo-se larinliu de mandioca muito lina, Ju
Mage em sacca edeS. CalhaftM.'e S. Malheus,
pela medida velba ; tujy -por menos prego do que a
bordo .-f.-ecnio le ter de pagar o enorme tributo
da intitulada mandinga, aos preos canoeiros : no caes
do Collegio, armaren) oe porta larga.
= Vende-se uma preta de idado de 35 annos co-
tinba o diario de una casa ensaboa o vende na ra
na ra de Mogueira n. 27.
Nendo-se farinba de mandioca muito nova, cho-
gada ltimamente de S. Malheus por preco muito
commodo ; a bordo dasgaropeiras A. S. da Pcnna ,
V. S. da Pena, e N. >. da Ajada ; mas para com-
modidade dos compradores liala-se na ra da Cadeia
do Recife n. 40, aonde exislem as amostras da quali-
dade.
= Vende-se potassa muito nova e do superior qua-
lidade em barri pequeos: na ra da Cadeia do
Recife, armaiex do assucar, n. 12.
= Vende-se muito boa cera para igreja ebegada
ltimamente do l'uo-dc-Janeiro ; na ra da Senzalla-
Velba n. 110.
= Vendem-se saccas com muito boa farinha de Ma-
g a 4500 rs. ; na ra da Cadeia de S. Antonio
n. 19, deposito da mesma.
= Vendem-se 12escravo ; sendo8prelas de bo-
nita figuras, mocas, e com habilidades; urna ne-
grinhade 10annos, muito linda; um muleque de
10 annos de naci ; um cabra de 22 annos ollicia
desapateiro: na ra das Flores n. 21.
- Vende-se cha bysson em canas de 13 libras, em
portose a retalho; em casa de Malheus Auslin & C. na
ra da ^Ifandega Velba n. 36.
= Vendem-se sellin inglete para montara de ho-
mem e senhora cabecadas roheas, ingleta e trance-
ras, ditas chata* brancas e de lustro talins cana-
nas barretinas, plumas, choros, bandas rica e infe-
riores espadas pratcadas e do ferro com roca e sem
ella corrame de lustro barretinas para toldado ,
couro de lustro muito superior marroquin de to-
das as cores ttavesseiros de marroquim colchos de
dito, ditos de panno de algodio e de linho, ebeios de
capim e lia ludo pul preco mais commodo do que
em outia quaiquer parle ; na lujas de Joio da Silva
Braga na ra da Cadeia do lenle, n. 49, o na ra
Nova, o. 5. Na mesma loja precisa-te alugar um mo-
leque de idade de 12 a 16 annos, para o servico de
uma casa de pouca familia.
= Vende se uma salva de prala muito rica para
6 copos de agoa e lambed) pode servir para levar vela
em igreja para baptisado : na ra da Somalia- Vel.ba,
n. 142, segundo andar.
=Vendem-se pbosphoros americanos de n. 104,
de superior qualidade ; um mastro do pinho da Ame-
rica com 74 pe de comprimonto e 14 pologada de
grossura : na ra du Trapiche n. 8.
caz Vende-eum terreno prompto para le edificar,
ji com alicoree prompto de 15 palmo de extensio ,
com 00 palmos de largura e 170 de lundo ; tem duas
Trentes na ra o uma para o mar; tem oos de podra,
alm do que se acha atlerrado ; tem mais 150 palmos
em alagado at ao alinhamento do cae* ; (ai-te lodo o
negocio com quem o pretender ; he lituado na ra da
PraiadeS de Bita-Nova : a tratar na ruado Vigario,
o. 23, segundo andar.
Vendem-se, por barato preco caitas de charu-
tos regala, ltimamente ehegadot de Babia de varia
qualidade ; permite-se aos amadores fumarom owoo^
Iherem a sua vontade para o que o abrem as eaiaa:
na ra do Vigario n. 23, eguodo andar.
=Vende-se um etoravo cabra escuro moco, de bo-
nita figura com principile oflicio do pedreiro, por
preco em tonta ; na ra do Vigario, n. 23, aegundo
andar. -
= Vende-N ama negrinba de 12 anno de bom
la figura propria para mucama ; dous bonitos osera-
vo do todo o servido sendo um perleito canooiro ;
uma prela de 22 anno cozioheira lavadeira de ar-
roila e sabio ; uma parda de 20 anno de bonita fi-
gura cose e engomma: na ra larga do Roiario ,
n. 4i3, tegundo andar.
= Vendeai-ao saccas com farinha muito torrada ,
com aeco, a 8800 r., esem elle, a 3500r., e tam-
bero ge vende a relalho; na ra do Rosario da Boa-
Vida loja do sobrado n. 53.
= Vende-te uma boa eterava de Angola moca ,
sem vicio* conbecido muito boa boceteira endo
soLretudo muito fiel; na ra eslreita do lio/ario Ln.
31, terceiro andar.
= Veodem-ie meio bilbetes da lotora do semina-
rio, a 4500 rs. ; na ra Direla loja de fazendat,
confronte aooilSo do Livramento n. 12.
= Vende-te um ptimo escravo para todo o servi-
co tanto para sitio edmopara engenho ; na ra Di-
reita n. 12.
=Vende-se um grilbio de ouro para senhora, com
28olavas, do ultimo gosto ; umeordiocom 26 oi-
tavas e 3 quartos; uma moede de 6400 enetstoada ,
com 8 oitava e 3 quarlo um medalha com 3 oitave
e 3 quartos ; todas estas obras se vendem sem leitio ;
dous pares de casticaes de prata eumprato com the-
soura do prata de moeda nunca serviro e sao do
melbor goslo, ou Irocad-se com igual prata, com meio
leitio: na ra dat Trincbeiras n. 18.
= Vende-se um casal de mulatinhot de elegante
figuras, muito tadios e em vicios, proprio para
aprenderom quaesquer habibidades; sendo para fura da
provincia,teem o passaporles com que vierto do Ceiri:
na ra da Crux, n. 52.
= Vende-e cevada, a 160 rs. ; dita moida, a
240 rt. : na ra Direila refinacio n. 58.
= Vendem-se prego americano de ns. 4 e 6 em
barr* pequeo* de cem libras cda m ; ponte do
cbilre tanto grande como pequeo: oa ra do
Trapiche casa n. 8.
= Vende-se um moleque de linda Ggura ; na ra
do Aragio n. 5.
= Vende-se tinta prela de escrever ingleza, da la
brica de Areola muilo acreditada pela sua boa qua-
lidade, pelo mdico preco de 1200 n. a dutia; na
ra Nova n 65 primeiro andar.
= Vendem-se 8 escravo mocos bons para o tra-
balho de campo e da pra;a ; dous ditos de meia ida-
de por 250/rs. cada um bons para trabalbarem e
botareui sentido a um sitio por aistoostarem acostu-
mados ; dou* mulatinhot de 10 anno* bons para
aprenderem um offiuio ; dus pretas de 20 annos,- re-
coliu'a* engomniio, cosoni coiinbio, e lavio rou-
pa ; duas ditas com boas babihdade ; um pelo bom
cozinheiro ; um dito bom lerroiro de toda obra de en-
genho : na ra do Crespo, n. 10, primeiro andar.
aae Vendem-se saccas com farinha de mandioca, ebe-
gada ltimamente do ro do S Francisco pelo com-
modo preco de 3500 rs. a sacca ; na ra do Rangel ,
n. 59.
=Vendem-se sacca de farinha de Camamun, muito
torrada a 3200 r. a sacca ; na venda da osquina que
vira para a polica n. 21.
= Vende-se uma escrava de Angola muito bem
parecida alta e corpulenta representa ter de idade
25 annos sem nenbum vicio nom achaque coti-
nba o diario de uma casa engomma, cote soflrivel-
mente e faz muito bem bicos e fendas ; na ra do
(^ueimado casa de Antonio da Silva Gusmio.
= Vendo-so, por precitio, um escravo de naci
Angola de idade de 18 a 20 annos, tabe cozinhar
(em principios de pedreiro; na ra de Hortat, o. 94.
= Veode-se p ttssa da Russia nova o de supe-
rior qualidade cal virgem em pedra chegada pr-
ximamente de Lisboa em barris de quatro arrobas; na
ra de Apollo armazem n. 18.
= Vende se larinba de trigo da marca SSSF de
Trieste da mais nova que exiite no mercado ; oa pa-
daria do pateo da S Crui, n. 6.
= Vendem-se 5 cscravasdo idade de 18 a 20 an-
nos com bonitas figuras e com varia habilidades ;
3 ditas do idade de 30 annos, lavadeiras e quitandei-
ras ; um moleque de idade de 18 annos de bonita fi-
gura ; 3 escravos de naci ptimos para todo o ser-
vico ; todos de boa conducta e dio-se a contento : oa
ra Diroita n 3.
= Vendem *e dous escravos de excedentes figuras ,
fortes o vigorosos, proprios para todo o servico de cam-
po que sahem perfeitamente ou pira quaiquer ou-
Iro, que etija (oreas dobradas como encarmen-
lo de estucar, trabalh < de embarcaces, &c. : na roa
do Raogel, n. 9.
Chocolate ranee: de Boltenluil & C.
De todas as substancias alimentares, que, sendo em
seu principio consideradas como cousaa de luxo tor-
nio-se pelo lempo a diante de uso geral, o chocolate
pode sem contradicho oceupar o primeiro lugar. Eflec-
tivamente quantas pessoas nio vemos nos prelerirem boje
ao uso do queole caf o do chocolate e nialo aeguir a
opioiio du medico mais celebres, que, de commum
accordo sobre suas preciosas qualidade o indicio co-
mo um do oiclhore estomticos Aquellas posioas cu-
ja saude be dbil e delioada preicroein-no ao seu
lenles aconselbao-no ao* velbo o o recomrr.en-
dio as miis de (amilias para seus filbo? Em uma pa-
lavra o consumo verdaderamente extraordinario 'que
lodas a ciaste da sociedade dio a este alimento, be!
o ma< bello elogio, que nos Ibe podemos fazer. O
nosto chocolate torna-so recommondavel por suas qua-
lidades digestivas, finura de sua masa seu sabor e
aroma. Reeommendamot particularmente o noiso cho
colate por excedencia ao verdadeiros amadores como
igualmente a* pestoas a quem a digeatio deste alimen-
to be dificultosa. Vende-se nicamente na ra largt
do Roiario, n. 50
= Vende-te uta ptima escravo crioolo de bo-
nita figura teta vicio algum, bom official de alfaiate,
o de idade de 20 a 21 anno; a vitta do comprador te
dir o motivo da venda : na ra do Nogueira o. 30.
. Vendem-se 3 escravos moco de bonitas fiu.
ras ; no caes do Collegio ermatem defaiinha, de por
talirga.
* Vaodem-saduas escrava de 20a 24
d bonilts figura eom habiiidadeiiduas ,_^
naci de 24 anno* do bonitas figures, para
oieivico | uma cabrinha de 13 annot jplbida, co
seo (az. renda ; urna negrinba de 7 anuo, pnjpra
para costura; dous inoleq.ua de 12 a. 45.a*no; I dMc
7 anno ; um escravo peca do 20 annos bom canoei-
ro o bolieiro ; dou ditos de 22 "rlnos *jpra o
fo de cango-t na ra dat Cruiet, o. 22 s
andar.
= VatrdJPe um terreno na Capun
palmosde frente e 250 ditos de fund
se edificar uma can ; oa ra daS. Gonca
= Vendem-se pentes de tartaruga pan alisar, i
ente de cabello escovas e mais objectos do ctbel
reiro; na ra do Crespo n. 11.
= Vende-te um cavallo grande e gordo protrio
para carro : na ra da Gloria n, 59. al
= Vende-te urna eterava da Coila de idade dJ
a30oonos, muito fiel sem vicio ne'm achaque a
gum ; a qual vende-se por precisio J na Boa-Vift
ra Velba, sobrado de um andar n. 65 a quaiqoer
bora.
= Vende se um preto de bonita figura bou ci-
noeiro com uma canoa de earreia por ptecoisoa-
modo : na ra de Agoas-Verde, n. 70.
Vende-te a venda do* Quatro-Canto* da idade
de ( linda na esquina que vira para a rut do Cocho:
a tratar na mesma venda.
= Vendem-se 18 saceos vasios de algodjoxinllo;
na ra larga do Horario, n. 29.
= Vende-se um moleque e um prelo serrador; ni
Boa-Vista, ruados Pretores, n. 14.
= Veodem-se saccas com muito boa farinha, i
3200 rt. e eom milbo, a 4160 rs.; na ra do Cristo,
loja n. 16,|de Antonio da Cunha Soaret Guimiri,,
Vendem-se spalos para horneen mulber e mi-
nino pellos de oabra o bezerro brutos e appirelii-
dos, sola e alguns livros ; ns rus Nova, loja a. 58.
Vende-ie uma negrinba de idade de 12 a I3in-
oos, de muito bonita figura fas todo o servico de
uma caa, be muito diligente e nio tem vicioiVa
achaques; na ra larga do Rozario n. 37, a qoib-
quer hora do dia.
Veode-se ums csis terrea em Olinda, na ro de
Xavier de S. Rosa ; a fallar na venda con fronte i bici
de S. Pedro.
Vende-se um moleque peca sem vicio nea
achaquei, proprio para todo o lervico principalmin-
le para o matto por estar acoitumado ; vende se por
precisio ; no sobrado da esquinada roa disCruzes,
junto a praca da Independencia.
Vendeni-se lonas da Russia n a,
com um pequeo toque de svaria, muito
recommendaveis para ramas de venlo en-
tretelas de tulipas, e outros usos setne
Ihantes, por serem muito fortes, por pre-
co muito commodo : na rita do Crespo,
n." i(, segunda loja, quem vem da roa
das Cruzes.
Vendem-se cortes de seis varas e
meia de cassas de cores, do ultimo gosto,
e com mais de vara de largura: na esqui-
na do Livramento, loja de 5 portas d, 5j.
Vende-se farelo em saccas pelo
mdico preco de as'56o, 3^'aoo, e 4,fooo:
na ra da Senzalle-velha n 138
Vende-se vinagre bran-
co nacional a 400 ris a ca-
ada velba : na ra do aterro
dos Aogados n. 7.
Escravos Fgidos
No dia 15 do corren te dosapptreceo o prelo Mi-
noel, de nato Cambinda harto reorcado bem
retinto rosto redondo olboifrandes, pouu btrba,
falla goua representa 26 annos; o qual andar en
uma canda do Sr. Mesquita & ulra, carrejando ireir.
quem o pegar, leve ao dito Meiquila & ulra ou m
praca da Independencia n. 3.
= Fugio, no dia 14 do tolembro um preto di
nome Antonio de necio Congo ; lovqu camiu de
algodaoimbotoja e comprida, calcas brancas, Ha-
bom sujas eoompridas; lem principio do urna befida
no centro de um do olho e com dou dente d
frente abertoa e as mioi calejada de amaisar pao :
quem o pegar, leve as Cinco-Ponas n. 38, queser
recompensado.
ss Ainda est fgido o cabra Raymundo; o qual ln>
os signaes seguales : estatura regular cara carno-
cuda na qual tem uma cicatriz e outra as cosiu,
pernas arqueadas para Iraz; levou calcas e camisa brin-
cas, chapeo de palha, e uma bata encarnada : que0
pegar leve ao engenbo Caramban lieguetu
TracunhSem ou no Recife traveiia das Cruiei,
n. 8, que ler generosamente reenmpenaado.
Deiappareceo no dia8 do correte um pre
de naci Angola, baixo e meio grotio do corpo
larga, ps pequeos e apslbelados mos lamben) p^
quenas e grotiss ; levou camisa e caifas de esopi-
quem o pegar, leve a Boa-Vista ra dos Prateres
14, que lera bem recompensado.
= Fugio, nodal3docorrente, um pnlocriou-
lo, de idade de 50 annos de nomoGoncalo ; '<' *"
eravo do Sor. Francisco de Barro Reg enhor a
engenho Sauh ; com os signaos seguimos: boa tig-
ra perna um tanto arqueadas, olbo esbugalbauo
levou camia de algodio trancado com mang K'
punbos ceroula de algodio fino que pareceni de m^j
dapolao comprida como calca e com botos Pre ,
notos, oalcasde baett azul e outras de rucado a/u
e amarello um panno da Costa e chapeo de p'
novo: quem o pegar, leve a ruado Cabuga .'
que sera generosamente recompensado.
PERN.
NA TYP- D M. F.
DEFAMA-I**6,
MELHOR EXEMPl


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