Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05867


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Full Text
nI1ode 184.
Quinta fcira i
,i ntiRIO pii!)lioa-se lodos os dias qne
i'forem do guarda: o proco da asslgna-
' h'do4rs. Por quailfl pagtU orfiano-
'; os anouncio dos asignantes (So inse-
' rao .1 O rbi por "lia. 40 rs. em
' .fereuti-. as repctlcSe pela i,K0"de-
,,, ao forem ass^nintes pegan 80 r.
* linha, c ICO cm typo dillereoce.
USES DA LA NO#MfeZ DE SETEM lftO,
va. a Jas 7 h e 15 min. da in.inhaa.
"" u re a^as 3 h. c 4 minutos da taro". '
'"""h'ia a ft 7 hor. e 54 min. da man.
I-*."1'!, u M a. 10hor. e t in. datarde.
^oante
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Cianna, Paiahyha, e Rio Grande do Forte
Segunda a Se.xlas feiras.
Cabo, Seiinli.ioni, Rio Formoso, Porlo Cal-
vo, MaceyfJ, no 1." II e 21 de cada mez.
Garanhuns r Monito a 10 c 24.
Boa-Vista e Flores a 13 "28.
Victoria lias Quintas feiras.
Olliida todos' ol das.
w
PREAMAR DE 110 JE.
Primeira asfi h. en mrn. da manha.
Segunda as (i li. e 30 minutos da tarde.
de Setembro.
Anno XX N. 07.
VJSMyiwre--
i.H'jAKW*ii5Bi35w>^5!
DAS DA SEMANA.
15 Segunda S. Domingos, aud. do J. dD.
da 2. v., e do J. M. da 2. v.
1G Terca S. Cornello, aud. do J. de D.
tf da 1. v. do J. dos Keitos.
17 Quarta S. Hldefgardet, aud. do J. de
D. da 3. vara.
IS QBilttk S. Tliomai. aud. do Juiz de .
da 2. vara, e do J. M. da 1. c 2. v
l!i Sexta S. Jamiario, aud. do J. de I). da
1. v. do civel. c do J. dos Keitos.
20 Sabbado S. Eustaquio, aud. do J. de D.
da 2. vara.
Domingo S. Matheui.
cambios so da i7 m: setembro.
Cambio sobre Londres. 26 d. pnrl a 60 d.
i',,,-,/. 370 rois por franco.
,, Lisboa 120a 125p.c.pr.pm.
Desc. delet. de boas firmall V, 1 Va,,"-.{
Ouro-Onras liespanliola XjWO a MJiM'
.. Mocdade 0/400 vcl. JltfOOO a 8/I0O
.. de Cfi.no nov. WM a 17JT70O
Pral-Pata, os .... 1/W0 a l>99
Pesos Columnarcs. ffOO a 2f
.. Ditos Mexicanos I/D&II a 1/970
. Moeda de 2 patac. 1/780 a 1/800
Accoes da C." do Beberlbe de W/000 ao par.

I ARIO DE PERMAMBUCO.
PARTE OFF.CIM,.
DF.CRKTO ti." 353. DE 12 DE JULI10 DE !S45.
fat ?* Batos em 9"' t,ra l"9ar a dptnpproprinrdo por
uiitUade publica grral. ou municipal d corte.
|i pr bem sannrionar e mandar que o executo n
jeguime reanltieao da tembl* goral legislativa :
.nig A deteppropriacSo por nlilidade publica
,-rral. "u m.iiiici|i:l da oortf," ter lugar mis segunlea
| ("niisiriiccJ" de edificio e ettabelecinicnto pu-
Hirna.nV qualquer naloreza que T-jam
r 2. F" Hfehuvde intlrurcio.
J, Abeitura, olargamenlos mi prulungamrntu de
dlraili'- ras, pracase cniaci.
$4. C'iintrupfaii ilo ponte, Fonlc, aquedueto. por-
(mi, f<\n, ''ir pastagi-n*. B do quactqncr etabclem-
mfv. ilrsiinadn a eoiniudidado ou servida,, pubiicn
i 5 CuiMriicgVs on obra dealinadat a decuro9&u ou
alulni.imle piild.ira
irl. 2. Quamlii lr ilclenuimiHa por lei mi decreto
ilipirr nbra da indicadas no artigo antecedente, eoin-
'(jienili'iidii, no todo n em parle, predi parliculii-
nqneileiJ" er cedido un deaapproprijdui, s'r le
iiliiio. i'nr engiuliriaa un perito, o plano da obra c
Isiilaid-ii do* predio eoinpri-lieudid.n, decliiraiidii.e
i, nniiie da pesoua a qneni peilencem.
Arl, 3. Tanto n plano da obra cuno a planta lio
indias eonipreliendido aeran depositarlo na cmara
muokipal rrperliva, e nhi, elpoto an conlieciiuciito
iaiprn|iriel.irin, por del diai, contado do dia da con-
ruriciu por bando, feta ao nieiinn paracas'-' lint.
AiiieiiiacoiiocHcaii lera fria por edita* allitndo
cm lugares publico e em juruae, liavi'iido-o no muiii
'''I""- ..-:'.
Art, 4. 0 serru-tario da cmara nmiiieipal certiRcar
ai laiblieace por bando e or odile, e laf rara termo,
decuniuareriiiicntn dii pruprietan ilcrlarace e rer.laniace quo titerem verbalmeute, e
amirlindii a quo llio freni npreieulada ou dirigida
uurnrriptD,
Ait, l'uiilo o ili-z diai, a cmara municipal# u-
liiuclo a ti dout eligenlicirof, c na Falta perito (nao en-
iln ni ;'m levanlaro o plano), reeeber a reclamacoe
do |iri>| rittai ior; c ouvindo na peitoa quo entender
caatenirntH, dar o teu parecer. '
Tudm e-teoetoi. Hiidartocin viule da impruroga-
M'i.-. irgiiidiil ao del ptecedeute; e, lavrado termo de
qatatu uecurrer, icr ludo icuiottiiio ao.prctidento da
pruvinrH,
Arl. C. Se o preai Jente da proviuoin, cm vista da re-
claiuace c obiracoc doa propnetario e parecer da
cmara municipal, entender que o plano primitivo, deva
aiiftriT alterarlo) e eta compreliender outro predio
lariionl.iii's, mandar prticar a retpoito dettea aa for-
Uialuladea do artigo 'i." c (oaUnTltea,
Art. 7. 0 presidente da provincia remetiera todo,
rain i sen parecer, ao (overuo imperial, a quem coin-
|u'te approv.ir lieiiiuti vamente eja rxi'Cuco lr netieiaria cestau de prop iedade pr-
lii'iilarr por nioliv.. de utilidude publica eral ou mu-
a i|i.d d,i eoite.
Arl. 8. Quundoa obra de que traa o artigo 4. F-
wui |iri.jecidas na corte, a cmara ninnioipal lemette-
idirri'uinriitu ao iininslio do imperio u rccIamacOe
'ul).nviii,oiB ijuc bzertni a partcaj 0 o a ditas obra
loioiii |>rnjevtad.iapeU mesnia cmara municipal da cr-
''', r.iiJi,n|,|,ro|,riacao Fr exigida por ella, por utilirla-
w municipal, nao tero logar a diepoticoe do artigo
' eteguiiltei. Neatc uaao, (iraticada a- Foriimliilade
aurtigti,,3 eu., a referida cmara remetiera or
'"'iiiiiriitos t planta, con a ana reqniaico ao ministro
onuperiu, peran:e queiu pujera o proprietario fa-
ttr.ujircclaiuace o .nWrv.ice, no epaCO elabele-
tolo nn f|, g t evcn* n miniairtf unvir a cmara
'"bieac reeliHiaeOct, ,o pareecrem aitendiveia.
. '*" S. Approvad.s na plano das obras por decreto
"".'erial, tiepoi de pratieada a Inrmalidade do arli
l"aaitcei|,|||c, emende *e verieado n bem publico pa
"'''"iri'ii.u mi em prego da propriedades parti-
"'"i'ieunipreliendidas nos idano.
Art. \ i .,........._____,..!_____i .,
' *0 A detappptiiirjacau era promovida pelo pro
arda cora, ou nutro agento do poder execuliv
aeaign.do, iioanuo as eoiialruecea, brate ea-
''winieiiliia que drrom lugar (letappropnac4o ao fi-
lur.
Nm i., de
^HULINA NA SICILIA.. (*)
0LARTA PARTE.
1.XV.
CATA8TROPHE
F'
^ le'aueiii|iriameiiio, otcuueiapelli liavia'o Fcilo Fa-
^ oeeurrroea ate a ultima extremidad). O velhu
^"l i'.l..va emivcncido di'que a miulnoc do 'ft-eum
tj*,U* w,rlageiu para deaviar o lngleiea de 8*o Fran-
' '"as qiiaiidn depoi do inulta liora de e|aera vio
" liiglutc ao nao arredavo do eu poato, e quo o
'"' B|'preeia, comoeoii a considerar nial inq-iieta-
" peca apuutadaa para elle, o cujo luorro aceto
Ijlll-
*i II.....
"lu
Pra uiapirar pliiloaopluca refloxea.
"' Vida iarit u. 200.
lerum cuta do tlioionrn publico; ter porm promo-
vida pelo procurador da cmara ninnioipal dacile, ou
por outro agenle dola, qnando te Fuerero a culta das
renda da mem.
Art. 41. Ojnid oivel da primeira intttncia pro-
nunciar a dotappropriacSo, vitla do toguintet re-
i|uiilo : i i
1. Lei ou decreto imperial que aiitoruoalgiim.il da
obra ou citabelecimcnto declarado no artigo 1.0
2. Doe.relo imperial que approve definitivamente o
jila un da ditai obra.
3. Planta de cada nina dat propriedadet parlieula-
retcompreliendirtit no plano, com indteacao dot nome
do! proprietario.
4. Certidii do te liaverem praticado toda a For-
malida le exigida para a approvacio definitiva do
plano.
5. C.itarao dn | roprielariot e suat mullierct.
El deeillo tera intimada ao propriolarioa, e della
te dnraggravnde pctiiilo ou do iuttriinienlu, no qual
llavera provimeuto qu'ando Fallar nlgum do requi.i-
tna exigido licite artigo, ou a docilito nao Freontormc
acllej. .
Art. 12. Dentro do cinco dia depoi desta intima-
ban, he u pmnetano abrigado a declarar cm juno o no-
nies dot iuquilino ou rendeiroa. u pottuidore do bem-
Feitoria o de servide reae que p-dera aer prejudiua-
da pela deapproprincan, e apreacnlar copia antlicnli-
ea dot contrato que rom elle livor.
A Falta delta dci.laraco apieteuacio bria o pro-
prielario indemiiiiag.'lo do dilot inlercaaado.
Art. 13. 0 procurador OU agente que piomover a de.
apprupriaca i declarar* por termo no auto a quaulia ou
iiiailliat queuTereee por ludmilU(au ao proprietario
o ao mai intereado. deelarado na Forma do artigo
anleiedeule; o llic Fai' iiiiiinar ca otierla, que tera
p-uJlicnd wv. y.u-naei, liavcudo-ot no lugar.
Art 14. O |,rn"pfiel;'.HU5".oonlrot intcretiadoi a
quem Fr Frita a ofiorta, tarto obrigiiil:? declarar, den
tro de dez dia da iuliiiiajao, e acecitao a iudemniacaV
ifferecida; e, no cato dea nao acceitarein, declurara
quanlia qnc preteiidem.
Art. 15. O ttilore e curadores da pettoat quo ot
devcn ler terin auturitt.ini, por limpios despaclio do
joit dotorpliio, a oonteutirea na iletappropriac.o,
acceitarein a offertaa, aoliando-a uteii ao eu tute-
lados ou curados.
Art. 16. Sea ollera nao Frcm teoeita no praz
do artigo 14, e o proouradnrou agenle da desappropria-
,'flii nao aiinuir a exigencia!, terto a iudemnisace
mnreada por mu jury na Forma teguintc :
Art. 17. O juizdo i'ivel designara na Mita dot jura-
do do municipio onde Forem silo ot predio qoo W 06-
vem detappropriar, detoito do prinoipen pro|iriciario
nella inicriplo; e Formando coni elle urna lula epc-
cial.aFar intimar ao proprietario eao procurador, ou
agente dn ilcsapiopriacio, para comparecereni na pri-
nieira audiencia, e cada mu caculher Ir jurado da
lilla especial, com pena d revelia.
Sendo mullo o co-proprielario ou conrorrendo ou-
trot inlercrtadu :ia iodeiunisaCJo, a icnlba do Iros ju-
rado ser (cita por acoordu de todo; equaudo nao con-
cordaren!, endo I re, cada mu Hornear um; o acudo
mait ou uieno de tre, a mrtc decidir quem deva no-
mear um ou tii-iis do um.
Aiin dot icis escolhidm polas parles mi ana reve-
lia, o juix do civel escullier mait um, e c tele jurado
aaaiiu etcolliido fnrinnrC o jury quo deve fixar a in-
doniiiisnjao.
Art. 18. No poder icr designado ot juradoi inle
retiadoi na dea|.propriac;io ou indemnianco.
Arl. 19. Os jurado etcolliido comparceera cun o
juiz do civel c teu eterivflo no logar e dia para que F-
rom ciinvooiido e prealar jiiramcnlo : naque nncom
pareeerem em motivo legitimo eran niulladu prlojuiz
em 50/ r. para a detpeza da luumuipalidade, e tubt-
tituido por nova esculla.
Art. 20. Keiinido o jury em ieio publica, pretidi-
do pelo juii do cifl, cate llie apretentaia :
1. A olleras e a exigencia para as indrniuiacoet
2. A plaa dos predio aubjeitoa desappropria-
oto, e o documento offerecidot pala partea em aeu
Favor.
Art. 21. At partea ou eut procuradores podera a-
preteular tuai obtai vacos reauniidnnieiite, e o jury po-
dar uuvirau peritos que julgar conveniente, fazer vi
tona nos lugarr, ou delegar para ene fin um ou alguin
dn teut uiembro!.
Art 22 A ditnutiSo ter publica, pudendo conti-
nuar mai do um dia ; e logo qoo Fr encerrada pelo juiz
dn civel, o jurado ic reliraro tala particular, e
tob a p'retideneia de um de teut membiot aln clei-
tos fixaro a iiidemnitacet por maioria absoluta de
vol. .
Art. 23. SerSo fixada indomniiaces disltnctas em
vor da parle quo a rcclaniarcm sobre titulo diffe-
rontet. .
No cato de usufructo, porm, una to indemnuacSu
ser fixada pelo jurv, em nttenci.o ao valor total da pro-
priedado, o o iiinFruetuario c proprietario exerecra
acua direitos tobro a quanlia fivada.
O u.ulructuario, nao leudo pai ou nili do proprieta-
rio, poder! crnbrigado a prestar Banca.
Art. 24. A indemniacoes que o Jury bxar nao po-
der em caso algum ser iiiFenore offertaa dos agen-
te da detappropriocao, nemsuperiiire s exigencia da
parle.
Arl. 25. O edificio que fr necestano detappropriar
em parle, tero desappropriado o iiidemniados no lodo,
ao n propriolariot o requererein.
Com a raetma condicio eran igualmente deuppro-
priado e indeninisado" no iodo o lerreno quo fiea-
reni reduzido a menea d melado.
Art. 26. Na indemnisBcoe, os |urados atlcnderu
localidade.ao lempo, ao valor em que licar o reslo da
propnedade por causada nova oLra. ao daino que pio-
vier da deiappropriacao, e a quaesquer oulras circums-
IsncJa que influio no pteco ; porm ai consliucces,
plantucoes o quaesquer bcmleitorias leita na proprie-
ddedepois de eonbecido o plano das obra, e como
liiu de elevar a indetnntsacao. nao deveraO ser atlcndi-
des.
Att. 27. Assignada a deciso do jury, ser esta en
trege pelo eu ptasidenle aojuiz do civel, queajul-
gr por sentenca, condemnando as cusLt na (orina
,'jbio declarad.
Art 2S Seasndemnsar,0es naoexcederem s ol-
leras,' 'parte. 835 S commui sarao conden-nadas
(rem iguaes nt*}tZU au ."rU,V
Art. 36. Fico rovogada es lei e disposicOe em
contrario. .
Joi Carlos Pereir de Almeida Torre, concelbeiro
de estado, ministro e secretario de estado do negocio
do imperio, o tenba assim entendido, e fca eiecutir
com o despachos necessario.
Palacio do Rio de-Janeiro, em 12 de julho de 185,
vigsimo quaito da independencia e do impeli.Con
a rubrica de S. M. O Imperador.
Jote Carlos Pireira dt Almeida Tumi.
Governo da provincia,
EXrEDlKSTE DO DA 12 DO CRRENTE.
Concliuo.)
OHieiosAo diere de polica interino, tcionlifieando-
o de haver concedido Manuel Joaquim Magallifie o
Joaquim Cordciro de Magalliie a dupenta que pediro,
esto de tre nudo tupplentn do tubiielegado do ditlriclo
da Baixa-verde, c aquello .le priineiro du da fregueii do
Serrn-Talliada.
DiloAoobefeda legiSo de Olimln, recointnendando,
ciimmtinique n Manuel t'raneiico de Sonta Lelo,.que o
poato do capili-, para o qual e o nonfeou cm29de min
de 1844, aeba-ti! por mitro iieoupado, por n5o haver el-
le lirado patente dentro do praxo legal.
PortaraConcodeiulo a Manuel Franciaeo de Sonta
Lco aditpenan. quo i.liciiara, do cargo de primeiro
auppieulc do subdelegado da freguezia I'artiripuii-ie ao eliefe de polica interino.
idbh do DI 13.
OdicioAo coniHiaiidaiite da ai na, recoinmendan-
do a extouca.. do imperial avio, que perroitle, recolha-
te corte, para continuar eu etudu, o primeiro l-
ente do quarlo balalliSo de arlilliaria p, Lu Anto-
nio Laeombo.
liiiu Au inspector da llieaouraria da raienda, antori-
aiidon a acreilnr o alugucl animal do 200/r., que,
com n coirdicao de reparar a eata da ra Direil, per-
leneeul au prnprio nacin, pur ella ott'ereoe o re-
pectivo ex-aiTenialanle.
Dilo Ao intpector da ihiuouraria da renda pro-
vineiae, validando a arromaUcoo do itnpoito, cuja
arrecadneo etlava a cargo da cullocloria do Cabu, S-
rinbaeni o Garanhun : declarando, faca por notamente
nao ha
n tre tan-
|ppreeiw : .;,,", B1r rubrado peto Collec-
lo, deveiu esle COUUiiVi. ,
toret. -nriando-
DiloAo director do arsenal de guerra, aui..
o a comprar a Gaudiim Agottiulio de Barro a 800 ao-
na de firiiibo. que vo cr mandada para a tilia de Fer-
nando, icui a clausula de roceber o lueiiuo aquella da
meiuiaa sarcaa, que, por mi, forem regeilada pelo
coiiiiuaniiaiile daquello pretidio.
DiloAo mcanio, dando-lho faouldade para empregar
ni c-M-i-i|ii ii i -acao da eoiiipanliia ilo aprendizea nienorct
a um dea terveiitct doartenal ob su direceo.
DiloAo memo, facnllando a compra de 300 meiot
do ola, :() pello do cabra, 10 libra da lio fino para -
paloiro, duas do liuba de (Jena, e 50 de sebo em ba-
*ga.
DiloAn Romniandanle inperior da guarda nacional
do Beoife, acieulificando-o do liavcr approvndo a pro-
?tMi. -^>i raraftizM
Opovo que correr a ver a eerimonia, liaia cedido
ha niuito lempo eale argumento peremptorio, eancadn
do operar o cortejo, que anda esperara au nao houvc-
c perdido a paciencia.' As niaiiat nunca soffrem um en-
gallo impuiiemento; etle liana produzido nella urna
reoccAo Funesta; fortii diiiiinuiido pouOU a pouco o
grito do Viva Fernando at que ao extinguirn,
e upparecerio a chufa, o arcaaino, ai vaiat e otaa-
aovioa. Laturo quu tutler o fugilivoi; ina o .....vi-
meiilo eslava dado, e a derrota era geral; e quem ba l
que po lotpeuder em ten curto, e fazer arrepiar a'
torrente popular? Tildo quo Lanaro podo cunteguir.
Fui no ter arranado por elle.
__ Parece que vui ludo por agua abaixo I diae elle
meneando trialamenle acabeca. Ueata vez anda a vania-
gem lie para otamaldicoado caaaca vlVmellia. Bem diz
Itura de San Hoque quo elle tein pacto com o diabo.
__ E eniao metre, pergoiimu-lhe a ua tropa, a fe-
la do lngosla pelo modo nao coiueca bojeP
Paciencia, meut fillio, paciencia! quer aqui, quer
em outra qualquor |arte ai borat no ten mal de 60
llllllUtOt.
-^to verdade, maa Vro. nao no diz qnanlo vale ca-
da minuto, quaudo agento deaeapera ooai a arma :\o
bombru a vina do inimigo.
na cuitas; e se i.mu,i ipuuv.. .. v .., .
Mr.o es... aliviadas das custas que serao-fV -P^_,.( riica 0,d. municipio, a cuja arrematacSo
thosouro ou pela iiiunic.paltdade. ..... V, ,rilillltc,: c significando, que, no ei
Sea indemotstco for superior A ollera, c inferior i -
exigencia, as cusas se dmdia em proporcio.
berao sempre condemnados. as custas, qualquer que
seja a somina da indeninuaco, os proprtetarios que
se nao conormareui com a disposicao do artigo 14.
Art. 29. Desta sentenca se puder iuterpOr o recur-
so de appellat;5o para a relacao do dislriclo.
A ippellacio Ur o ofleilo devolutivo smento, o a
relacao s poder innullar o piocesso por falta da ob-
servancia de (orinas subsanciaes.
Sea relacao annullaru processo, ser lijada a in
detnnisacao com outros jurados, que seiSo presididos
pelo substituto do juiz do civel, c do julgamento nao
iia\er niais recuiso.
Art. 30. Fixada a ndenmisatao na forma cima, e
depositada a quantia, o juiz do civel expedir man-
dado de omisso de posse, que nao admittir embargos
de natureza alguma.
Art. 31. l-'uito o deposito, praticar-se-ha o dis-
poslo na ordenaco livro 4.titulo ti.'inpi., e 1.,
como que o predio desappropriado se considerar livre
de todos os onus, bypotbeca e lides pendentes, a
qui.es nao pod^ru impedir o processo da desappro-
priaco.
Art. 52. (Juando as partes acceitarein a ofTertas do
procuracor ou agente que promover a desappropritcSo,
ter a quantia depositada, esepralicara o ordenado
no artigo antecedente par o meamos fins.
Art. 33. A desappropnacSo e procesio della sao isen
toldos impostes du st/.a e dos sellos lixose proporcio-
naos.
Art. 34. Os empresarios das obras declaradas no ar*
tigo 1. promovers as dcsapproprisces oecessanas para
execufao das ditas obras, usando dos mesmu direitos
do procurador da cora e da cmara municipal.
Art. 35. Fica omseu vigor a lei de 29 de setem-
bro de 1826, no que toca desappropriacSo por neces-
stdade.
Ora vamos l! Volaos n9o lijo de morrer
IO
Neni os Inglcze lio pouco, tanguo do Dio iaso
tiieamu beque no zanga!
Sao liana duvda que te Carolina bou vera nesse mo-
mento appnrceido, fra a lilidade. Caneado de eaporar o re, e o ver Frutlrado
lodoi os teut calculo, Caalron levo por mu uiumentu
a idea de ir buscarla Favorita; maa auapeiideo-u a ro-
flexo ; que tiulia elle bum sent o muila oircunapceco ;
comprelieiideo portaiilo pe l'.-na. nenio que leudo opovo
abalado, excitar o cmbalo Fra provuoar una carnageui
iiltil e enviar minio ot couciapclli. 0 numero e alli-
lude das tropas britnica, nada linliao do tranquilliza-
dor; e ll era o eu Furor, que etperavu o primeiro
tiro para por a cidado n Fogn e a tangue. Etaa ditpoti-
ce auguinariaa tomamfoalavao no olliar do toldado,
e rauito cuttavu ana chefes contu-lo no limite da dis-
ciplina.
Caalron e o proprio Lazzaru e rendrSu ambo, tein
dar um golpe, poiin do minio mo l.uiuur, aoaduma
ciiuellioa da necettidade: um rcoulhou-ae ao ten bairro
frente da aua tropa lograda e mal talitfeita, o nutro
Foi levar Favorita eata deaaalro*a nuticia.
E o que fez Carolina, ao abe-la ? Terrivel dciungauo!
piula para o postn vago do retpect|9J> qutrto bata-
llio. com excepto da parle relativa C^etano Silveriu
du Silva, pur achar-so uiiineado alfere do leroeiro ba-
tlalo.
DitoAo inspector dn nrtoniil de miriiiha, ordenan-
do, recoiiiiuendoan respectivo patro-inor, actualmento
enearregado do regalo do porlu, o exacto cnniprimenlo
do artigo 177 do icgulaueuto do curreio, de 21 de de-
zembru do 1844.
Portara-Reformando; do lercoiro batalhao delo
municipio, o capitn Joaquim Lucio Mouteiro da Fran-
ca, ot lente Jote OouCalvet Ferreira e Stlv, e Fran-
ciaeo Jote Kopotn, e ot alfuret Antonio Carloi Pereira
de Burgo, jofio Baptiita Ferreira da Annuuciacao, An-
tonio Jote Rodrigueade Soma Jnior, Miguel Jote do
Almeida Pemainbnoo; e do quarlo o,capitao Maxiiniano
Fraiieucii Uarlo o o lenlo Joaquim Crrela da Cuita.
Coniiuuiiicoii-aeau couimandiiitu inperior da guarda
nacional do municipio do Itecife.
Commando das Armas.
- Um. eExm.Sr. Prescindindo o tenent
MUTILADO
Cun a e.abec-i entro ai maos, ouvio Caitruu at o fien
sein iutorroiupe-lo una mi vez; e inuilo lempo depoi
quu ello concluir a aua narracio etlevo ella nbaorta,
com o ollin lixo, o ii'uina umnobilidade inda mait
hnrrivol do quo o silencio eiu que eslava. Depoi er-
gucndo-e do rcpenla:
lio por la culpa! gritn cun irritada vox. Im-
podule-mc de ir a noulo pastada a Palormu, e todo o
nal vem d'alii. Eu liuuvura tixadu a mobilidade do pu-
ro, vencido a inercia du exercilo, o u re ao ver-iuo li-
vor a perseverado em aua retolucet. Nao eonvinha a-
liandona lo a ti ineamo um so intlante.
V. niagettado lem tcinp.ro raiio, e ot erro cilio
da ininlia parle. A torea do prudencia fui imprudente ;
receiava despertar at luapeitat do luglete, quando el-
la ja oslavao deaperladaa. Querendu fazer do-finorioa
com cases velhacut ilbeo, perdemot a partida.........
quando digo perdida, quero dizer empatada; cuotat
cttau hoje no calado oiu que eslavao honlein.
Cum urna derrua do mai, e o preatigio de meno*.
Tein de to uomecar ludo de novo, eiiirclautu que a ella
liora ludo enana acabado. So tu uo Fura, ealivora eu
rainlia ou mora,
Dejioit relleciiudo quo era abater-te, e comprometter
iua diguidade conceder a Caitron tio grande inllu-


Epifnnio B irges de Mennres Do-ia da lieenc a de 2 ineies
toncedida p.ir V. Exc. e cuminunicda a este >|uarlp|
genera un ,.(Ti ni di' "O lie agu.lu lindo, a fin de ir a
provm Ja Haba tratar Ir -ni le ; mandei-o
presentar ao respectiva contingente rfu *,." balaln.iode
rliliuria a p>, a quo ;-itence. lieos guarde a \ Exo,
(_)u artel general na cidade du Recife, 6 de setembro
de 1848. lllin. e Exm Sr. ooncelbeiro Antonio
Pinto Chichorro da Gama, presidente da provincia.
Antonio Cuneta ni.
llm. Sr. inclusa envi a V. S a noa dc-
in ostrativa das salvas dadas pelas fortalezas destd pro-
vincia em o me/ prximo passado. Dos guarde a V.
S. Quartel general na cidade do Recife, C de so-
tembrode 1845. Antonio Correia Sira.lllin. Sr.
Jos de Unto Inglez. coronel pagador militar.
lllm. Sr. Para que V. S. possa levar a elTeito
o que se acba disposto pelo artigo 32 dos instrun.Oes,
que uaixirio com o decreto de 14 de ag sto de 1843,
envi a V. S. as relages nominaes.aqui adjuntas,assig-
nladas pelo respectivo coronel commandante, compie-
bendi'iido os ofliciaes e pravas depret do l.o batalhio de
avadles do exercito, que e'flectivamento embarcar o
no vapor Guapian a 4 do correnle, com destino a
provincia das Alagoas. Dos guarde a V. S. Quartel
general na cidade do Recife, G de teteoibrode 1845.
Antonio Correia otara. lllm. Sr. Jos de Bnty
Inglez, coronel pagador militar.
Jllm.Sr.Apresentando-se nesle quartel general o
cirurgiJo Simplici >Lins de Sousa l''on(es,prelendcodo
ser engajado para ir servir na ilha de Femando, rogo a
V. S. ,baja de me informar, se este facultativo bem de-
sempenhar as funccoes, que sao inherentes a sua pro
(ss3o, e que de mis ter se la/em n'aquelle presidio, para
que eu pnssa prop-lo ao F.xm. Sr. presidente da pro-
vincia. Dos guarde a V. S. Quartel general na cidade
do Recife, 9 do selembro de 1845.Antonio Correia
Sira.lllm. Sr. duutor Jos Eslaquio Gomes.
Inclusa achar Vine, a guia do 1. sargento An
dr Avelino Lins Wande'ley, que por aviso da secreta-
ria da guerra de 20 do prximo passado mez Ibe foi con-
cedida passagem do 1. batalhao de ar til bal ia a p, a
que pertencia,para o 2. da nuisma arma; para que Vine
contemple a sohredita prava no estado ellectivo, e Ibe
abra os precisos assentamentos, a vista da mesma guia
Dos guarde a Yin;, Quartel general na cidade do
Recile, 9 de setembro de j815. Antonio Correia
>Sira. Sr. Joo do Reg Barros Falcao, capilao com-
mandante do destacamento do2 batalhiio deartilba
fia a pe.
/ti. eExm. Sr. Pelo titulo 5., artigo78, do
regulamento de 17 de fevereiro de 1832 se echa esta-
belecido, que os capellies dos corpos sejao obrigBdos a
apresentarem se nos bospitaes regimentara, logo que
forem chamados para adminisirnyo dos soccorros espi-
rituaes de que os enfermos possio preci>ar nao ha-
vendo nos corpos desla guarniciio capellies, os das
fortalezas do Brum e Buraco, leem tido tal incumben-
cia, e por este ejercicio nao ha lei que Ibes arbitre
gratilicscio. Somente os capelles do exercito eflectiva
mrito empregados percebem a gratifico addicional de
-JO, ri. mensaes : todava por ord< m de 2 de julbo ul-
timado Exm vice-presidente desla provincia, comoiu-
nicada opportunamente a este cummando, fui abonaoa
esta gratifica!o ao padre Cbnstovio de Hollanda Ca-
valcsoti, capellao daquella fortaleza; e, seguodu esl<^
infirmado,a pagadura militar eflectuou >
. -oganicn
to denle a poca em que f; J;.s|lgado do batalhao de
r1' lK,-aa'"' ?!><> Jo exercito Fr. Jos de S.
.u Mavignier, mediante recibo especial a despei-
to do artigo 20 das instruccoes de 14 de agosto do anno
prximo passado) e sem que authenticado por este cun-
mando fosse tal documento, como dispoe o relendo or-
tigo: em consequencia do que fica expendido V. Eic.
deferir, e a vista dos documentos annexos, o requer-
ment, que devulvo.do padre Amaro Jos deCarvolho.
actualmente tapellSo do lorie do Buraco, como julgar
de justica. Dos guarde a V. Exc. Quartel gcnei.il
na cidade do Recife, 9 de selembro do iX45 Ilim.
e E*m. Sr. concelbeiro Antonio Pinto Lbichorru da
Gama, presidente da provincia. Antonio Correia
Siara.
lllm. e Exm. Sr.O aviso da repartido da guerra,
datado de 22 de Janeiro ultimo, concedendo I i cenca a o
cap'ito do 4." batalhao de artilharia a pe, Aiexandre
Gomes de Argollo Ferrao, deve ser executado: hequan-
to me cumpie informar a V. Exc. Dos guarde a V.
Exc... Quartel geoeral na cidade do Recife, 9 do se-
tembro de 1845,lllm. eExm. Sr. concelbeiro An-
toaio Pinto Cbicborro da Gama, presidente da provin-
cia.Antonio Correia S'ra.
lllm. e Exm. Sr.Segundo me informa o res-
pectivo commandante do forte do Po-Amarello, lem-
se-principiado a edificar urna casa as apprnximat,oes
dstd lorie, sem que, como he expresso no regulanieu-
to'de 12 de fi-vreiro de 1812, preeedesse para seme-
I li a rite lim licnga da secretaria da guerra; e sendo o
deter d'qelle cororiandaote cuuiprir o que importu-
namente se Ibe deteruiinou por esle quaitel geueral.
em observancia do supracitado regulamento, implci-
tamente em vigor, hz sciente disto mesmo auturi-
dade local, a mu de providenciar no sentido convenien-
te : be quanto posso informar a V. Y.xc. Dos guarde
V. Exe. Quartel general ni cidade do Recife, 9 de
setembro de 1815lllm u Exm. Sr concelbeiro An-
tonio PintoChithrrida Gima, presidente da provin-
cia Antonio Correia S'ra..
llm. t Exm. Sr.A V. Exc. enderezo o re-
querimentodo alferes do 1, batalhio de cecdoros do
exercito Antonio Pedro Kerreira Campello, impetrando
tres meies de licenca de favor.para ira provincia de S.
Pedro do Rio-Grande-do-Sul, pelos motivos expendi-
dos em dito requerimiento. Avista das dispusieres re-
lativas a concessio de licencas aos ollicaes, para lora das
provincias, a cujas guarniges perlencem estes, e da
inlormacao producida p*lo respectivo coronel com
mandante, V. Exc. resolver como julgar conveniente
Dos guarde a V. Exc. Quartel general na cidade do
Becife, 10 de setembro de 1845. lllm. e Exm. Sr.
concelbeiro Antonio Pinto Chichorro da Gama, prest-
denle da provincia.Antonio Correia Stra.
INTERIOR.
enca as anas remilucSes. den tregua s censuras, o pul-
se o uikI.ii pila enmara, e a fallar cnire si.
-Sim, ini.ri.i, repeliu ella; i|ue mil veiea profirn a
uiurte, o ate urna morte viulrnta, nu rua, no roela
jiiimi, de ura tiro, i torturas da expeelativa, na amuija
sempre rt-nuvadna da iucerleta. lie precian, que rain
cxittcncia tcnlia unileriuii; pruaperu im tuneslu, fnr-
cnai> be que tenho um, e qnanto antes. Nlii pnrnio viver
.i-i*ini. Tutor ao fim, e pcrde-lo!....... Queeirarnei)I
Kala nanlia linlin mn p sobre o ihronu, eala larde ea-
tou maia luiige delle do que nunca.
RIO DE JANEIRO.
O lil.U)i.|il DK i.AMAHA DOS OF.PUTADOS.
(Corre$pondencia reservada. Correia dn Corte).
Sr. Stnttnella. Nao sei porque metteo-se em ca -
beca a alguns papalvos n'esta casa que se preparava urna
inoililicirio minitterial;eandav2o toencasquetadosque
lazio um nnlliao de conjecluras.a qual mais tula emais
impossivelde realisar-se. Eraumministeriodecoaliacgo,
de conciliaco, ou como melhor nome baja, que esla-
va na forja : clavan baixa ao Manoel Alves e ao Hollan-
da; dizio que entrara um da maioria, que com O l.irn-
po e Jos Carlos lazio tres; e os outros tres iu-se bus-
car minora. Houve guela quo enguliu ser o Hono-
rio um dos tres Tudo esto rebollo, tudas estas con-
jecluras fr5o sujigendas pelos recados que aqui anda-
va dando o iimao do Jos Carlos, em nome d'esie, pe-
drndo que nao faltassem a partida da rua de Bezende.
vluita vontade tem esta gente de lr o ministerio pelas
rostas Dizcm que o Jos Carlus, n'estas ultimas se-
gundas reirs, tem visto rari ar os concurrentes ao yo-
ile-l e nos snrveies, e por isso lembruu se de usar da
esperteza dos recados. Ura eis-bi o laoto em que
tantos planos so basorio. Tino poltico al aqui.
Entruu em discussio, na segunda-feira, o parecer da
commissio de pensSes e ordenados, reprovando a pen-
sSo concedida baroneza de Taquary, em remunera-
i.mo de JO annos de bons servicos prestados por seu fal-
lecido marido, o tenente-general Manoel Jorge Rodri-
gues. A commissao, que tem approvado lar.tas pen-
socs, reprovou esta por causa das ms circunstancias
em que se .cha o Ibesouro publicu De duas urna :
ou a razo nao vale nada, ou ento deveria ter sido al-
legada a respeito de todas as outras ; porque as cir
cumstancias do ibesouro, o misrrimo estado em que
se acho os cofres pulils. os, sangrados e exhaustos, nao
sao factos que apparccossem de bonlem para boje, sao
males elimneos ; o se n'estas Oespezas deve-se levar em
cunta o estado do Ibesouro, como me parece judicioso,
entao, como disse, nenbuma pensio devra ter sido
pprovada. Mas approvar tantas oulras, e reprov;,'^
de uina viuva cujo marido prestou tao te\#ffi,'(jittn-
stado. comoobr.;c --0 Taquary.' he injustiga
que su os porf'J,5i u commissao de pensOes e urdena-
us pCoerio commetter. O Eerreira Pen na com bateo
o parecer, relatou os servidos do fallecido Manoel Jorge
Rodrigues, o, coai at razoes que se costunmo enumerar
em taes uccasies, lundamenlou urna emenda ao pare-
cer, approvando a pensao. O Valdetaro sustentou o
pir-cer, e censuruu o procedimenlo da cmara, que
nao repara as d>spezas que vola, e as vai a csino aug-
mentando (e o Valdetaro volou pelo pagamento dos
boisztnhoi du Jansen !....) A este respeito de augmen-
to de desjeza, bem -e pledizer com o Divino Mestre
(uem se |ulgar puro alire a primeira pedra : esluu
ei rio que nenbum se utreveria a levantar a mao. O
U. Manuel con.bateo o parecer, e o Coelbo Bastos
mostrou se tlente campro defendendo os dinheiros
pblicos Ai lanco-se, disse ello, os vintens aos egri
cultores, aos negociantes, e aos artistas, para se daren
coritos de rcis a pessus que viicm na abundancia, i
qaeiem sustentar luxus, ter carruagem, robrir-sede
brilhantes. Algn.as provincias do Norte gemem
com fome, eainda un,a voz se nao erguoo para isen-
ta-l.is das tnbulos ; tudo be pouco, nada ebega par
o luxo da crtrte I Pareceo-me estar ouvindo o Hepu
blico em urna de suas tiradas contra a unio do impe-
rio. Este Coelbo la da Parabyba mostrou-se boje mui-
to enfurecido contra as carruagens, que salpico e su
jo de lama os que andao a p ; 'olvez que alguma .car-
ruagem o sujasse, e por isso be toda essa zanga. O pa-
recer ficou adiado pela hora. Soguio-se o projecto cre-
ando capitanas de poitos, fcando prcjuicado o reque-
rimento do Ferrai para a comparencia do ministro da
marinha. Os '.re/ primeiros arligos forao de foz em fu-
ra. Nao bouve quem pegunUsse ao ministro qual a
drspeza que so fara com as taes capitanas (diz me o
Saldanha que o Hollanda j calculuu no senado essa des-
peza na bagatella de 100 contos do ris), quaes os ir.a-
es que se leem sentido pela falta d'ellas, para que,com-
parado o remedio com a despera, se attendesse as cir-
cunstancias, e se resolvesse se era urgenlissima a crea -
vu. He necessario nao ter corago, ou ento baver
fgs?SBswsesKaBSijiJS*jaiaaMSBssftyiiTsswja^^
dre Caeennio'. Com jirrinisao de V. mageatade vou ver
te ile.-i nl.iu alguilia couaa.
- Vai!
Pelo geitn qur bsvilQ lonindn as cmisat Carolina uie
mina er devia felicilar-e un iiiqnivlar-ao pela vnltn de
Peinando favorita. Em oaaoa apenados, mais valia
Ic-lo in.'io. Prnuvera a Dos que ella o au ti vera dei-
\adn! II un vera ponpado o ai o elle nbumilhar.au, a
dur do tan deaaslrusa cani|ianba. Mas em fin, se o mal
era acerbo, nao era irremadiavel. O caseuoial ne-se mu-
mento era re-montar o moral de Fernando, e nao deses-
Sicilia nein da fortuna. Carolina tomn a
plano muito perverso, para se augmentaren! as deepe-
zas por modo lo insalito1: nio ssbem de que far di-
nbeiro; ficaro para p lado as propostas sobre meio cir-
culante e sobre cartas de jogar, que deviio encher os
cofres do Ibesouro ; he sabido que ellas nSo serfio ap-
prov.olas este anno, o entretanto augmento se as des-
pe/as Onde vai parar o Brasil com semolhante pro-
gressSo ? O pa>z be muito rico, ninguem o duvida;
mas anda lo mal administrado, que nio ha esperanca
le que essa riqueta sirva aos presentes : accumulao-se
os defictli, retrograda a receita.e nao hi introduwor
dme economa as financas do imperio O governo
nio se sacia; sequioso por dinheiro, pede-o s cma-
ras, e estas corlao largo as suas leis, como que nio
contassem que ellas se realisom. Venha qualquer pa-
triota, e examine esse enorme budget de um estado a-
trsxadissimo, e veri que a maior parte da renda he ab
nrvida no avultado pessoal das repartieses publicas.
Um exemplo bastar para que se convenci de que be
preciso fisotlisar as desperas : prelendeo-se obter dos
correios alguma renda, adoplrio-se systemas aperfei-
c-nados, tanto quanlo se podiio adoptar, e logo que vi
ra qued'alli viria alguns contos de ris, fumarSo-os
com a execucio de urna repartidlo dispensavel, e mul-
lo dispensavel. No Brasil criio-se as rendas para os
empregados pblicos ; isto he msnba velha : n'este
ponto lodos tem commettido peccados que brado ao
Co.
E a mim que me importa que se gaste o dinbeiro dos
Brasiloiros ? Eu nio pago imposlos, nio possuo nem
urna notinba de des tostOes; deixarei por tanto ir o
mundo seu caminho. Gastem, gastem, meussenbores
fidalgos: quem vier strai que feche aporta.
O 4.* artigo do projecto foi impugnado pelo Gabriel,
que acbou extraordinario esse tribunal creado para de
cidir summariainente quesloes muito importantes. Pal
rio a cerca d'este artigo divesos deputados : tam-
bem fallou o Hollanda, eo Liinpo que aqui esteve. Ci
tirio a constituifio pro e contra, e a final ficou a dis-
cu-sio adiada, bavendo-se proposto diversas emendas.
\ulei n'esta discussio que a constituigao servio de mo
Iho de pasteleiro ; e notei mais que o Hoilaoda encar-
gou ao Limpo a defe/a da lei, e mandou-se mudar. Es
le Limpo tem sina de ser o soffre-dres de seus collegas;
I i em 1835 e 1836 foi assim.
Hoje conlinuuu a discussio da pensio concedida
baronesa de Taquary. O Juao Paulo impugnou o pa-
recer.. .
Mas, l vai elle... pega, cerca, agarra!.. Quem
be? He o Junqueira que tomou a palavra: quao-
do o apanbei acbei-o a triturar ideiai tobre o tteruti-
nio tecreto, panacea que elle descobrio para evitar as
injusticias da cmara. Este deputado be impagavel; de-
clarou que he costume andarem de banco em banco al-
guns deputadosapedir que se votem certas pensdes; que
nio ha necessariacoragem para negar-se urna pensio,
porque os Cales sio muito poucos; e finalmente advo-
gou o pro e o contra com tanta habilicjiue, que j' nin
guern o entenda. CJft'-na~~svaeviao conceder pen-
oes^;--rjf3--c75~cnceder-se. No que elle esteve ra-
zoavel loi aparte em quecensurou a commissao por
injuslica relativa. J eu Ibe disse que, a approvar-se
alguma pensio, nio se pode reprovar a oa viuva do
bario de Taquary. Quanlo ao escrutinio secreto, pa-
rece-mu absurdo quanto disse o dilecto Junqueira. Se
com a vi.lacio publica nio se cobibem os palionatos.
como os ha de cohibir o escrutinio secreto? 0 Junquei-
ra foi buscar isso nos estylos das irmandades e contra-
rias : nio Ihe gabo o gusto.
O Junqueira divertio-se hoje com o pobre do Relo-
gio : disse que elle trabalbava no banco que fica es-
querda do presidente, da 1.', ou2.*linba; e que se o
tal sujcitinbo, que Ihe d corda, falla, tambem se pres
ta ao de^fructe ; e se be dos mudos, dos que dem sci-
encia engarrafada, que luctu atraz da porta, com esses
nao ba disputa. Ora, ahi vai a res|iosta; e be oiuitoie
fio: Quem d corda ao Belogio nio falla, nio pode,
nem nunca ba de fallar no recinto da repiesenlaco na-
cional ; a to alio nao sobem suas prelencoes ; be u
pobre diabo que tem algumas horas vagas, goata de col-
legir a parte ridicula que ha em todas as cousas ; voss
e seus collegas, meu desembargados sio outros tanto
lelogios encarnados, colaboradores activos e abundan-
tsimos d'esla correspondencia, quo nio tem outro fin
que dar algumas horas de divertimento aos leilores da
Sentkellv da Monaiicuia. cusa do comprido, es-
tirado, extenso, inimenso, do grande partido nacional.
Ora, agora j t, meu amigo Junqueira, que fez juizo
temerario ; nem voss, nem ninguem saber jamis
quem d corda &o Relogio da cmara dos deputados; be
segredo de um s, que multo se diverte com as conjec-
turas que se fszom.
Digo-lhe, meu iSenlins/ia, que muito me agradou
maneira por que o Junqueira fallou dos silenciosos, dos
laes de scienci engarrafada, que aqui andio encuber-
tes : tomara eu que elle os masse bem. Estes taes si
lenciosos comparo-os eu com carias sem sobrescripto,
que cada qual pode julgar serem-ltie dirigidas; ou con
uS annimos, que nio responsabilisio ninguem. Sal-
bo todos quaes sio suas opinides ; fallem, e, quando
menos, serio outros tantos colaboradores d'esta corres-
pondencia eminentemente patritica e brasileira.
A discussi" da penso da viuva do honrado soldado,
Cuntlnuoo a rainba a fallar assim por muito iem-||,er*r ne'" d0
| iioote para retleolir, c apandar e re-atar na nu> disper-
sos senSo quebrados dn coiijurajio. Pnrm a iii.ui pode-
rusa que liuvia di sfeilo aa ansa llnebmsaa tramas, niu
eslava dispusta a deixu-la renuva-las Irniiqnill.iinriile.
Aiienirur en Fuvoria ordenara o re que se feie.has-
arin tudas ns gradea, lonas as porlas, e nio se deixaase
iiinguein pi-neii,-.'- no seu aposento. A intimacao a tal
rcspeiln tora mllrvivel e geral rom bem pituca exorp-
rfies, nniiu se os ininigos, de que elle quena defender-
se fusae gente a 8us|iender-ae |>elu inliiiiacao de um oria-
do, mi de lim caniiiriaia T-clavia, turnadas esias imitis
|ireirnces, o elhii priucijie aeiilio-se mais limado, e
respirou mais a i uniude; e so, quando deu meta noute,
]iu, euin febril ogiiU(,a, orn cum srguiiiPiitu, ora com
lialavra cortadas e inultas veiea iuinlrlligiveia. Havia
ella' fieiraiiiente esqueciau que uo eslava so; um mn-
Timnlo deCisiion, que nlu uuanv.i retir.ir-ae nem fi-
c*r, l'et entrar em si.
Masel-rei? ejiclaniou ella de repente, parando em
Imite ile Cnatron. Tu oflo me fallasla de cl-rei. Que
Ui He? Onde eat? Quem est rusa ellef1 Que inlen\o
lie un ?
lie o que ell" iiieamo pnilern diler a V. niagraladc,
rcspundi'i. (.aslrull clieg,inji.-,i- para ama janeila, pea
n-IO' que elng de Palerniu em cumpanliia do pa-
esaii hora fatal que Ihe hnvia aido assignada como o ulti-
mo termo da paciencia britnica, teve elle um Iremur
violento.
Porque cui fin, diiia elle entre si o coro anciedade.
i fgida nao he una resposta, que o ultimtum dcsae
inslenle Beiitinek iuipcriiisuiuenic exige! As exhurta-
fues piedosaa o as urucSca do sen cunfeasnr conseguirn
lodavia calnin-lo uro pouco ; al se houve o o ib Imrois-
ibo a seu modo quero diter, que adurmeoea cum um
Himno profundo.
Cnatron. ijue lora explorar o campo, nada maiaou-
be, ae alguma cmisa snube.
Tudo repousava na Concha d'Ouru, e na real quinta;
a nuitc eslava tao calma e lio serena como a anteceden-
te ; ns meainas estrellas brilhnvfio sobre o monte do San-
ta Kns.ilij; u inesinusToxiuul suspira va a incsma quena
nos ramos da mesilla Uranjeira ; a raesma viragau derr-
mala nu eapacu os mesmoa perfumes.
Pernandu uoutinuava a durmir o somnu da innooen-
ia ; a prupria Carolina, venoida pela fadiga e pelo ex-
celso do suas eiuocoes havia adormecido na ana turre.
Pelo fim da noute, o quando ja os primeiros arreboes
da aurora coiuefavo a despuntar n i huritonte, um gran-
de deaiaeamenio de ca vallara ingiera, seguido de. um
regiment d'infanleria, se aproximou myiteriusamcute
fiel io throno e ao Brasil, ainda ficou adiada !
Continuou a diseusilo do artigo 4. do projecto dai
espianiss, e a final, depois de grandes discursos, f0j
approvado. Una emenda n'esta le, j approyada no
sanado, desarrancara certos patronato* que ja esli de
pedra e cal, visto que a cmara aguarda o cumprim0.
to do artigo 61 para requerer novas fusoes. Os oais ar-
tigo* do projectu fdrio approvados.
Seguio-se a discussio da le meirellcs sobre uU(j0
publica. 0 eebo da patrulba divertio-se com ella, t
proteslou qjeamanhai requereria o adunente att 0
anno futuro, ou al que venha o ministro do inatrio
Ficou adiada pela hora. .
O Alvares Machado, vendo que, nem o Lissao
nem o Hollanda Ihe mandavfe pedir a boeeta, foi sjm^
tem oflerecer o seu tabaquinho aos dous snin5tros._
Elles regalrio-se !
0 Limpo est cada vez mais no tom : comprnuo
seu chapeo de castor, e para que lodos admirem o bor*
gosto da forma, o pe em cima da mesa ministerial |
lemendo talvez que Ih'o troquem, nio o deixa nunca.
Hoje veio de collete de veludu. Nio estou mais sm
seca. O juizdepa; j vai fazendo saudades...,_
E adeos.
O R ELOGIO.
Pa?o da cmara, 12 de agosto de 18.5.
as
PERNAMBUCO.
CHRONICA JUUICIMiIA.
Ha appellaco Ha entenca que julga o htrdtiros kt-
btlilados pura cont elle pro.eguir umi caum d/.'
bello ?
Os berdeiros de Antonio Jos Teixeira Bastos embir-
grio a sentenca que os julgou habiltalos pira con
elles proseguir no libelloqueo fallecido traziacomomin-
gos Jos Martina Vianna : estes embargos, cuja mate-
ria consista em defeitos de conclscio,forio despreti-
dos pelo juizo de direit da 2.' vara, com o fundamen-
to de que, quando mesmo procedessem ditos defeitos,
elles nio podiio annullar o processo da habilidoso, so
qual nio interessavo, porque para elle nio era de mis-
ter a conciliario : a parte appellou, e o jui; Ihe negou
a appellacio ; do despacho que negou a appellacio sg-
gravou a parte por policio ; o juii respondeo os-
gravo oestes termos:
Senhor. V. M. I. a vista dos aulos ver que nio
fiz aggravo ao aggravante, negando-lhe appellacao di
sentenca fl. 276, conformando a de ti. 249 que o jul-
gou habilitado para com elle correr esla causa; por
quanto o meu despacho se funda na praxe allestidi
por Gomes (manual prstico), e Pereira Souss, olas
668 e 762, e as autoridades que esses jurisconsultos
cilio, sendo que a* dita sentenca, que apenas decidi
um ponto emergente da causa,nio se pode trsenlo co-
mo interlocutoris; da qual so cabe aggravo ao acto do
proenso, como ensina o citado Pereira Souss, nota
762. V. M.'I. fafjuslica.
O juii de direto do ivef* Jote Thomas fabuco dt
Araujo Jnior.
A lelacio decidi o aggravo peio seguinle accor-
dio :
Accordao em relse;io.mediante osorteio legal: qoe
aggravado nio foi o aggravante pelo doulor juiz de di-
reto civel no despacho de que se aggrava, vista siua
resposta fl., com a qual se eonformio. Prtenlo de-
negao provimento. Rcile, 13 de selembro de 184a.
AzevedoVillares. PonteCerqueira.
CHA ac?a5 dbbviccao.
A.Joio Paulo dos "antos.
R. Paulina Joaquina da Cooceicio.
Sentenca .
Vistos estes autos, allega o autor que elle eumprou i
remll dedeiembro de 1844, pelo preco de 400*
rs., um escravo de nome Manoel(documentu fl. 8 e );o
qual escravo a r eflirmou ser seu : que em 24 de Ja-
neiro de 1845 foi odilo escravo, como perlencenle aos
orpbios, sequestiado pelo juio respectivo e depositado
e... poder de Joaquim Jos de Mello, sendo que desde
esse da ficou elle autor sem escravo e sem dinheiro:
pede que seja a r coodenmada a entregar Ihe o dito
escravo ou seu valor, e a importancia da meia tiza qas
elle autor pagnu, e os servicos do escravo a 500 rs dia-
rios desde o da do sequeslro al a eflectiva entrega ou
pagamento: a r defendeo-se a fl. 24: o que tudo
visto e o mais que dos autos consts, inquiricOes e ra-
ides finaes : attendendo que o sequeslro allegado nio
aulorisa a- accio deeiccio, para a qual fraessencial,
nos termos da ordenacio livro3.arl. 45^3.'ei'.
que o autor fosse vencido em jui/o principal e de
appellacio, ou que o autor pruvassecumpridsmen-
teajusticado sequeslro e que o escravo nao ltti
ti senio albeio, sendo que dos autos nem so nitoos
consta qual o motivo do sequeslro, e quaes os recursos
iegaes propstos pelo autor em defeza de seudireito;
julgo nio competir ao autor a ecc,io intentada, e o
condemno as cusas.
Jote Tkomai [fabuco de Araujo Ju*tor.
EMBiRGOS US TEBtKlllO.
Sentenca.
Os embargos de tereciro, reerbidos a fls. 2, u's> '
da Fovoritn; clarilla e tamborea vinbio mudos. en"
leiras reinava o mais cmplelo silencio. S e ou'i "
no eseuru os passus pesados e regulares dus s.ild.i "
e o tropel vngnrnsu dos cavalloa. Au obegar i i|isini,
tropa nvestio-a por tudas as partes, tomou toda ai
hidas de maneira a nudeixar sahir nem cli'rar ningu"B'
e ao doapenarem, Fernandn e Carolina viru-se eirca-
lados de um verdadeiro eordo sanitario.
Queaudaoio! queultrnge! Uesta ves a violencia
directa, Q brutal pruceder dos uaiirpadure pasiavs a
eynismo. O lerrnr du rei ebegnu au seu oumulo, o
rur da rainba au condecen limites; rrao erfle mais pra-
no seu reinu, pnrm sim nu son palacio.
Bxaspcrad por esla uliima afFnniin, Carolina o n
a pea tudit 'eajiecie de cuiiaideraciu, dealteiit*" e"
prudencia ; iluminada pela colera deuou a lrr "
f,.i dirriw
aus
de pruc
Iravessou o jar'dim i"iu preeipiladu paasn, o :
ao aposento de Fernando. No momento em qoe is
ICW, urna vos que ouvio .i fes eslreineoer, e parou de
penle: aoube erttlu quo S. magostado eslava em culi
rncia cum lord Bent.nek. .lida
Jyord Beniiui k '.... eic.lamouvlla tornand"-e|
como a morte. E cabio sobre urna oadeira jonlo a p" ^
do gabinete real, sem podersrlicular urna s palavra,
uem faser o menor moviraeolu. (Csmsituar--1
MUTIL


:' 1' Kl
I h'i'
Ir I ni o nrovadns; visto que o esnripto de venda a fla.
r em . tomento millo, avala da esprena diapoaiciodo I-
I .i. -'0 do .mtiibrii de 1812.artigu 4.; p.irqnniito pe-
|'jlCU,neni fla. 44 '""' 'lu0 ",0 U. P*f* mi'U
I .',1a venda d oatoia arrestada, sendo cjue le dial
r"j,n..iinoni. do fla. 37. o a documento, fla, 4o e 46.
I" resumir n almulacno di* referido oaor.pl, que
I i i-al destituido do tuda n ,;irflntia e niithentie.da-
uibaiaita, por c.neeqlionrii.o arreato c pague o em-
iiiie as o"" Rerife.'ldcaotciobni * Jos Thoma* A'abaco c Araujo Jnior.
QUESTiO SOBBE O BELLO 1>S CARTA! DE JOCA.
Senteuca.
Oie*bargnaJ!.fa. 10. . | ni i > proradai. falos o autua; puia que niu procede
""2 o) qeae elle fundi, e que (muale etn ler
ar | aellaa ila carina de jugar, om ra* d dcoret
a' 37fi, artigo ,9' ""'' ""' fcfM e"" no,,u
I"'miireiendidii na dirotoa rstahelecidos pela nota t-
l\, r> ni "noto lie aem duvida. qen a-.l-redila diapnai-
I" 'j rii;M. 19 do decreto n." 376 alimente se refere
l? i!, ,.'!,re.mal iiuemiu subjeitos os despachos
l'u'if.mloi-o. r-..i.R.r6oeriifn 121.d lei n.o 317,
|c ,,iooiMi.prelieiide o Un lixo daa eartna de jugar, u
I mal reapeiW ao oonaumii prnpriameiile dito, e he lan-
ILiKJii'o a'lig 59 do deoreto n. 354, senil que. q..an
Laalfiini d""la *' h..uvae, ella oata' remitida,
I ni i vial" nofisaimo deorel n. 418 do anuo
|crrenie.e..mo tamben) na presenca do documento fin
16 o..rcniia.q'1'MC sobjala a n..n.lemn.ic" de fla. 240
, Kueoreo a multa. Ke.ife, 12 do aete.iibn de 184.
Jos Tliomas Nibuco de Araujo Jnior
CORRIO.
CORSeSPONDENCIA UA CIDADB E PROVINCIA.
. Dig la quem qniti-r que o presidente nao he cnbe-
Iresle' laaeiibm oin aeua botos em aeguir o firilo do
|,Diol, e iirein-lhe um cabellinho da venia! Uo boa ein-
Itirracici quererem que elle d ouvidos aos brados da
li,i! g..al Ida, e qual carapuc. Se o govrrnadur da bai-
lufrdilea, sentadinlio na cadeira de presidente do pre-
llari.i, ti'ease dad oiivida oa brados de ana ooiiacien-
|ei>e hornero de reoeber embargoa, e do eiuoutir a
llei.enlio o aeu nonie nao seria levado a poateridade.sen-
Ijo hiimeiu de quem uinia se falla, e em queiu ao falla
IukIh's diaa al as misaaa...... Quer S. El. que os iuo-
|m i|iprovdoa prefiri aoa que o forao plenamente,
Ivii ai-ja. O sen precursor assiui Ibe prepar.iu as vas,
|..ie viii fielmente por ellas. Se j lie sabido que Sua E-
|idlenci.i eacullie o peor, o que menos habillitacoea
|ta; quera qiiiier levar p oadeira em alguin concurso
fiioeaiude, deiie de queimar as pestaas, como fai o
|ii-oco, e eia tildo arranjado. Se quem leva um R prc-
fin- a juem nao leva neuhuin ; quem levar di RK de-
lie ur.l'crir ao que graio.ni un ; o quem levar tres RKR
Itera a priiuaiia ; e entao como pouco cuata olevartrca
IrIIR, porque basu luda duer, o pretndeme n cadeira
I i.i.ij .l'i,;a. nada responda, c a lal cadeira ser suaJ.
Ic.iiitiuiie S. E*. a aaaim distribuir o po-dc-l, edeixe
|.i r,i|.aiiada fallar que el.lea se calar : miiiha inai me
lilatul, eapaimndo sempro.
UI.IRI DE PKR\A-BL!C.
Recbemos.pela barca ingiera GoWea-F/ecf,jbrnes
nglesal2ide julho, pelo paquete inglez Stei/l
oulrosrom dita de 4a 7 Je agosto ulti mo. Daremos a
precedencia a entes, nao s por serem mail recentes,
seniu urquo aquello* pouco adianso de noticias io-
ler.ssantes para leitorei estrangeiros.
Nascsso da casa dos commuos de 4 de agosto cba-
mou Mr. Gibson a attenco do sen governo para a ac-
tual posico dos Inglezes residentes no brasil. Elle
insisti sobre a necessnlade de collocar-se os seus con-
ciii'mt, existentes neste paii, ena una situaio ISo
Yinlajoia como a dos subditos de outras n.iioes. Disse
elle uquo tainbena desejivs saber, se constava ao seu
governo que o do brasil bouvesse publicado algum de-
creto, impondo um diieilo addicional de 20 a 30
por cenlo a todos os gneros de fabrica ingiera, im-
portados no Brasil ? 9 [)ou a entender que se (inba pu-
blicado un decreto seinelhante, e que bana sido a-
companbido de urna declaracao de que aquelles diroi-
tisiddiconai's continua nao a ser laucados sobre as uia-
luarturas hriUnnicss, at que cessasse a prosenpeo
!) asuc.r brasileiro. Taoibem disse que desejava sa-
lir, se era venlado que o governo linba garantido um
tmprestnno a qualquer das colonias d Indias Occi-
entaes para o litn de promover aemigraco de Iraba-
badores pura ellas.
Sir R. Peel observou, que osados dos plenipoten-
tiinos dos dout paizes tinbo sido omito lentos quanto
' neijiii-ijco, a que alludio Mr. Gibson na I.* parte da
wa indicacao a respeit do brasil. Kelalivainente a itnpo-
icSo de direitus addictonaes sobre as 'tendal ingle-
', que o ministro da sua naci, residente no Bra-
"I, nioH'era menco alguma de tal laclo us seus ul-
linios de-pachos.
NasrstodeS let lord J. Russvll, ebee da opposi-
''". urna resonba dos trabslbos parlamentares no cor-
"nteanno, da qual daremos um estlelo em outro
'uiiiitu; o que neste nao la/emos, por ser algum tanto
RjsDM,
Jase linhao espedido convites para urna reuniao do
'ncelho privado no palacio de Buchingbam, em odia
J. a fin de ser submettnla i ssnuio e spprovacio de
l,s- B. a falla do 'I'hrono para o adiamanto do
"lamento, o qual teria lugar pela rainbs em pessoa,
Peis euperada a 7 na capital com o leu augusto con-
;"'rl('; para o m. sino fin e no mesino da se reunira
gabinle em comelho na reparlicao dos estraogoiros.
"iiihi cbava-se ainda com a familia real na sua no-
residencia maritima de >boroe, na liba de Wigbt.
nibem era esperada na Allemanhi, em cujas frorvlei-
"_'se ''io grandes preparativos pira sus recepeo a
>> ou 17 de agosto, segundo constava de urna carta de
"'"gne, publicada no Journal da Deban.
O'j'-rnaea de Pars r.cbidos em Londres alcnnCsva
" 'Ip.nguvt,.. os de Madrid a 30 de iullio, e as noliciaa
"Lisboa a 29.
. u ">. a rainlin. e familia real de Franca devilo par-
"M'" l..le ag.>al..,de Neoilly para o cnalello d'Eu, on-
r l"rini-ieni) dona niesea.
0 prinripr e a princesa de Joim ille ebegro no mes
""'',l, s T.....erma.
0 Journal dVa Debate annuneiava, qiio D. Carlos e a
Jjnneeia da Bi-ira linhao chrgnd a Greouls, a 2l de ju-
" luniKrft iiuun-iliai.iiiieiili' apoai-nloa no eslabel
l"1"""1" ''" banboa O duque de Nemours parti de
">>>gi. |,r1 plim,iajur i0l jo j0 jjono che
eriu o duqun e a duquesa a Periguei.
: Aspessoas, que tiverem contas com o patacho
dinamarquez fianders, hajao do aprsenla las na agen-
cia di compinhia brasileira do paquetes de vapor, ni
juadaCrui n. 7, al boje, 17 do corrente irupro-
terivelmente fim de serum immediatameutii paga*.
^^ O brigueiloiim sai pora Lisboa no dia 28 do
corrento; s recite passageiros : tratata-se comoca-
pito ou com o consignatario Thomaz de Aquino
Fopseca naruado Vigario, n. 19.
=S Vonde-seuma barcaca de 12 clisas, muito hem
construida forte e boa de vela : a tratar com Bartbo-
lomeo Knnciicd de Soura em sui botica da rui larga
do Hozarlo.
Avisos diversos.
0 Algerie disia, que Abd-el-Kader tinha evicuado o noel Jos Miebado MilheirrjJ, na ra da Midre-de-
lerritorio da Algnria, e que so retirara, cura carea do Dos o. 5, primeiro andar.
100 liumena montados, para o Suduoato a um deaerto,
quo ero pertonno a Algeria, ncm Morreos. A no-
liimna espedcoionaria da divisJo de Oran, quo iiperuu
durante oa ltimos tres meses na rjalnhancn doSaida,
vi;iaiidos innvinionlns du Emir, baria sid nuuegiiin-
tenienlo diasolvida. O imperador do Morroos adoptara
medidas para impedir Abd-el-Kader do afiliar ana eos
dominios, e tinha ltimamente enviado 12 ichcri/fs di
familia reinante para persuadir o seu deira a siiuiiici-
ter-se laenquillaniente no seu governo, nineacando-n,
uo casii de recaa, onm a forc para obriga-lo a reno-
ohener | ana aulnridade.
O Monileur continha o pormenores d'um incendio,
que houve no 1." de agosto em o estileiro de Toulon, e
que consumi omi grinde qumtidide de madeira da
onstruccio porm foi italoido, antes que ebegisse
o arsenal, ou aos'mos que estavio a eonslruir-ie.
Os ultimoi jorniei recebidos nada conteem, quinto
a trahalhos parlamentares ; e eoosegoiotemente deve-
se presumir, que asesinaras franceas bouvessem ido
encerradas.
Segundo cartai de Halaga, insertn no. Hfaldo,
pirece que urna conspiracio progressists descober-
ta naquella cidide tinha rimificafoes na Ronda, tira-
nada, e em difiranlos parles da Andsluiia. En-
tre ai peisoas presas contavio-se o tenante coronel
Lsra, muitos oulros oIBoiaes, um grande numero de
sargentos do regiment de Jan, um negociante cha -
mado Hervas, o advogado C'fdero, osSri. Canaailla,
Saborio, e oulros individuos conhecidos por profesa -
remosprinoipios progressistas, O Heraldo diia, qu^
Madrid tambem tinha sido Ibestro de um movimento
revolucionario, e que a polica havia aprehendido co-
pias de ums proclamaco impressa na viiinhanca da ca-
pital a 23 de julho, e que indicava ser o manifest da
t/mao Liberal. TomirSo-se precauedes extraordina-
rias para a manutencio da tranquildade em Madrid,
ena noule anteenderte tinha sido de repente posti de -
baiso de armas toda a guarnicSo As autoridades de
Malaga haviio participado ao governo que a boa ordem
nlotinba sido perturbada um s instante naquella ci
dade.
CUMMEdClO.
Alfandega.
Rendimknto do da 17................2:723*909
Desearrega hoje 18.
Brigae Golden-Fliicemercadorias.
Consulado.
Rendimento dodiaJ.
Geral720j 183
Provinciai95J3*
lloviniento do Porto.
Navio entrado no dia 17.
Ilha-Terceira;38 diaj. barca portuguora Ctdade-de-An-
gra, de 550 toneladas, capitio Joiquim Jos Souti-
nho, equipagem 28 ; a Mendes & Oliveira. Se-
guio viagem pan o Rio-de-Janeiro, para onde con-
dui 250 passageiros.
A'at-ios takidoi no mtsmo dia.
Bahii ; patacho bras leiro Velot, capilo Antonio Jo-
s de Oliveira, carga varios gneros.
Rio-de Janeiro; brigue-escuna brasileiro Fama, ca-
pitao Manoel Antonio de Souza, carga ago'ardente e
sola : passageiros, Alesandre Augusto Ferreira, Jo-
s Domingos Podeser, Vicente Ferreira dos Santos,
Hraseiros; Antonio Goncalves Fontes, Jos Mo-
re i n Martins, Portuguezes; e 17 escravos a entregar,
com seus passaportes.
Eclital.
0 IIIin. Sr. inspector da tbesouraria das rendas
provinciaes manda faier pblico, que, em cumprimen-
to da ordem do Esm. Sr. presidente da provincia de
13 do corrente, vio de novo a praca, para serem arre-
matados a quem mais der, os impostos provinciaes car-
go das collectorias dos municipios abaiso designados,
sob as seguinles avaliacoes annuaes:
Bonito 1:000,000
Brejo 559.000
Cimbres 278,000
Flores 951.000
Boa-Vista 527 000
Os licitantes,devidamente habilitados,compareci na
sala dass.sses da mesina tbesouraiia no dia 19 do cor-
rente, ao meio dia.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes de
Perotmbuco, lo deselembro de 1845. Osecrelario,
Luiz da O un l'o'tocarreiio.
Det laragoes.
= O aisenal de guerra compra meiosdesola, pulles
de cabra, fio fino para spateiro, linhas d'Oiiras, e
sebo em besiga : quem estes gneros tiver, sendo da
melbor quslidade.'taandar as amostras, com suas pro-
postas em carta fechada, a directora do mesmo arsenal,
at o da 19 do corrente mei. Directora do aisnal de
goerra, 15 deselembro de 1845. No impedimento
do escripturario, o amanuense, Joo Ricardo da Silva.
Companhia do Bkberibe.
Os Srs. accionistas hajo de realisar a entrada de
seis p r cento, ltimamente pedida, at o dia 20 do
corrente. Escriptorio da companhia. 1." deselembro
de 1845. O societario, fl. J. Fernandei Barros.
Avisos martimos.
Pira o Rio-Grande seguir breve o brigue-
escuna Itabel, capillo Joiquim Antonio Gidre: quem
no mesmo qui;.er carregar, pude tratar com o mesmo,
ou com Amorim Irmios, la da Cadeia o. 45.
= Pan o Ancity sai, impreterivelmente no dia 36
Jo corrente, isumica Flor-doAngelim, porestirqua-
si earregada: para o restante da carga e paiugeiros tri-
ta-se com o mestre Bernardo de Sous, ou com Luis
Jos de Si Araujo, na ra da Cruz n. 26.
= O brigue-escuna nicional Fere-Fogo, de pri-
meira marcha, forndo e pregado de cobre, ni pira o
Msranbio, impretornelmeote no dia 21 do corrente; re-
cebe passageiros e carga it o dii 19: tnti-se com Mi-
0 CLAMOR PUBLICO.
Sihio hoje o n. 45, e scha-ie venda na praca da
Independencia livraria ns. 6 e 8.
= OITerece-se um moco Portuguei de dade de
l7annos, para caiseiro de escriptorio ou mesmo para
roa, do que ludo tem batante pratica : quem de
seu presumo se quzer utilisar, annuncia.
Precisa-sede OOi rs. a juros, dando se boa
firma : quem, qui/er dar annuncie.
Quem quizar comprar urna lancha nova, de lote
de cinco t meladas e carros demao para conduiir at-
ierro; v i pnga do Commercio, armasem de Joo Car-
roll & Companhia.
= Preciss-se de prelos ou moleques p > r.i vende-
rem azoita de campal i; danda sflu senbor flinJros e
medidas, paga-so a 100rs a Sanada: na ra da As-
sumpcio n 16.
Quem quiter alugar a loja de um sobrado, si-
to na ra da Penha dirija-se a ra do Cabugi loja
de Joaquim Jos.- da Costa Fsjozes.
= Quero tiver.para alugar, um piano, annuncie sua
morada.
OsSnrs. JoSo Jos de Lima, Minoel Ferreira
da Silva Farroso eCardo/o & Fonseca team cartas
no escriptorio de Firmino JosFelix da Boza & Ir mi ,
na ra do Vigario, n. 23 ; as quaas se nao teem entre-
gado por se ignorar a residencia das pinsojs indi-
cadas.
Casa da Fe9.
Ra estreita do Rozario c. 13.
=3 O abaiso assignado tendo estabelecido, na for-
ma da lei e decreto n. 357, de 27 de abril de 18U ,
artigo 35 urna casa do vender bilbetes e cautellas
de todas as loteras desta provincia prestando por j nda llanca como marca o mesmo artigo 35; con-
vida a iCOS os que gosto deste jogo a compraren)
as suas cautellas ; cUJaiaachSo garantidas com a sua
lianca ,' a fim de quo os pwtfoi. que cada um tiver
de tirar, sejaO no dia marcado pajt.'.".* v'sta das mes-
mas cautellas, e na mesma casa. /
Presentemente as cautellas qpe se achilo a venda
sio as do tbeatro publico por ser a primeira lotera ,
que est garantida com a lei cima na qual nao ha-
ver nullidade por ser o seu thesoureiro rcsponsavel
por qualquer abuso ou (alta que houver de apparecer.
Brevemente se annunciar odia em que devem andar
as rodas, pela grande estraccao.que estao lendo as cau-
tellas por seren de diminuto preco que a todos
convida a sua compra. Os precos deslas cautellas sao :
decimos a 1#000 rs. ', e vigsimos a 500 rs.
Lourenco Jos fomdo de Lunna.
Spiridione Scictowicli, subdito Austraco reti-
ra-se para o Rio-de-Janeiro.
Casa da fortuna.
Ba Dirita, n. t'i-
Acha-se estabelecida, na forma da lei, urna casa para
vender cautellas das loteras desta provincia : e como
esteja a correr no dia 30 do corrente a lotera do semi-
nario convida a todos os amantes deste jogoacom-
prerem suas cautellas ; pois que o diminuto preco a lo
dos convida a sua compra : os precos das cautellas sio,
decimos a 1000 rs. e vigsimos a 500 rs. que vem
aserGOOSn- pelo mdico preco de 1000 rs. e
300* rs. por 300 rs. ; nio ha cousa mais barata A
ellas.
Bsrca dos banhos.
= O beneficio que recebrio todas as pessoas,
que frequentario.no anno passado.os banhos na barca ,
be tio sabido de todos, que dispensa ao proprietario de
fazer sobre islo a menor relleso. A estacio calmosa
est chegada; he, pois, lempo de comessar os banhos;
e as pessoas, que qu'zerem subacrever para banhar-se
desde agn at o fim do anno, pdem ir entenderse
com o guarda que por urna mdica compensacao llu-s
dar a faculdsde de se banharem as vetes que Ibes
aprouver.
Precisa-se de urna ama de leite parida de pro-
simo : na padaria de urna s porta na prac.a da S.
Crus se dir quem pre-isa.
Ri-sponde-se ao lirector do tbeatro normal -clas-
sico-romantico-capocira que os insultos, epitbeto
de ma'inheiro.eom que S S. dramatuiga mimoseou os
espectadores da platea foro o no goral o sera seleccio
alguma; masque (iciodespretados por quem de pro-
testos por dinheiro e roletes atirados a cara Reira
com rubor as faces. U macaco tensivel trepado no
queri do Montetro.
Vicente Thomaz dos Santos despede-se dos seus
amigos, e das pessoas a quem deve atteticoes por
este meio, de que pede iscuia.
Lotera do Seminario.
As rodas desta lotera andao imprete-
rivelmente no dia 3o de setembro, fi-
quem ou nao bilhetcs por vender: os
poucos bilbetes que ba acbo-se venda
nos lugares j annunciados.
= Francisco da Silva previne aos seus fregaezes ,
quo passou as fatendas dai lojis ns. 41 e 49 para a de
o. 48, oa ra da Cadeia do Recife onde teva loja o
Sr. major Jos Thomaz de Campos Quaresma e abi
vende panno azul muilo fino a 4J rs. o covado se-
da de todss as cores com ums pequea pinta de mo-
fo a 600 rs. o covado ; lenco de seda de quadros,
com franja proprios parasenbora e meninas trazuroin
pelos hoaibroi, alj rs. cada um ; e outras muilas fa-
zendas por commodo preco.
= Antonio Domingues Ferreira, como idministn-
dor de sua mulher Victorianm do Mello Ferreira o
procurador bastante de su ctinhada Antonia Rafael
Minho, fazsciente, para que ninuem hypotheque, ou
compre a Jos Francisco do Paiva, morador em Goian-
na bons do ra; visto que tem do litigar em jiwo
sobre os mesmos benf, e mostrar a illcgalidade por que
os esli possuiodo. ,
= Antonio Jos Moreira de Carvalho mudou o no-
nie para Antonio Peisoto de Carvalbo por haver ou-
tro de igual nome.
= A luga se urna casa terrea por commodo preco,
com duas salas 0 quarlos, coiinha lora corredor
ao lado quintal murado: a tratar na ra da Auro-
ra n. 58.
= Aluga-seo armazem n. 8 da ra doTnptebe,
propri i para recolher fazendas ou outro qualquer
genero : quem o pretender dirija-se ao sobrado por
cima do mesmo armazem, que achara com quem tra-
tar.
es Aluga-souma preta que cozmhi bem cose
chio, eengomma para o servico intorno do urna casi
de lamilla por preco commodo : quema pretender,
dinja-sea ra da Madre-Je-Deos n. 36.
= Precisa-se de 4'OOOj rs. a juros, pelo lempo,
que se contratar, com hjpotheca em predio lina
d.-sembaracado e he pessoa que nada deve o poslue >
ou 6 prnpriedades : quem quer faer este negocio ,
annuncie sua morada.
= Quem precisar de um administrador para rnge-
nbo que tem 6 oscruvos e entrar com -ellcs ou
plantara no mesmo engenho de lavrador dirija-se a
ra de S Amaro, n. 20. O proprietario pode ficar
sem cuidado, om oannunciante tomando conta do en-
genho ; pois tem bastante pratica.
=-. Aluga-se uina casa no Monteiro corri a frente
para o rio o com os seguintes cummodos : um tarri-
do na frente o quartos. c um rom partileiras dual
salas, corredor no meio, czinha lra um quarlocora
tariinba para prelos ; tendo a casa outro corredor ao
lado, para o servuo da mesma, independente da sala ,
estribara para douscavallos, quintal murado : tra-
tar no Atterro-da Boa Viste n. 37, terceiro andir.
A pessoa queannunciou, no Diotio de quir-
(a-lera n. 206 querer alugar um piano no caso
de querer comprar, falle no Atterro-da-Boa-\ isla n.
7 terceiro andar que se dar em conta.
sa Tendo espirado o praio, por que os abaiso assig-
nados contratario sociedade no armazem de molhados,
na ra da Cruz n. 13; e tendo balanceado o mesmo ir-
ina/i-iii, e fechado suas contas; teom os mesmos abaiso
assignadosdado por estincta a sociedade contratada, fi-
cando o es-socio Manoel Joaquim Goncalves o Slv
corr. o armaren), e todos os genoros nelle alstenles, a
com as dividas activas, e obrigado a pagar as passivas
contratadas por a mesma sociedade, e na sua durscio;
o que ludo consla do balanco: o que se avisa aos Srs.
credore- Jevedores, e se faz publico. Joo Baptis-
uFragozo Jutior- Manoel Joaquim Goncalvtt e
Silva. >. .
= Anna Mara da ft1* f*.* ? mtmm
tavel publico,que abri, no da l
la de ensinar meninas; na qual promet
da esactidio a lr, escrever, contar perfeia"1 .
zer todas as diversidades do costuras; assim como ^,orJa"
dos de lavariiito, fazr bres de todas as quilidides e
marcar, vestir anjos vivos e morios, e mais prendas com-
petentes, por prego del* rs. mensa^s : quem do sea
preslimo precisar, dirija-se a ra do Padre Florianno
n. 63.
= Apparecco a 13 do corrente, om casa do Sr. Fra-
mont, um molequode nome Francisco, de 12annos de
dado, pouco maisou menos : quem fr seu dono, po-
de dirigir-se ao Alterro-da-Boa-Vista n. 5. Avisa, que
nao so respnnsabiiisa pela fuga do dito molequo.
= Aluga-se o segundo anda da casa n. 60, da roa
da Crus do Recile, com commodos suffloientes para'
urna familia : os prelendentes dirijao-sea ra da Ca-
deia do Recife n. 40.
= Quem qui/er comprar travs de boa qualidade,
com o comprimenlo de 40 45 palmos, o de grosso
para mais de um palmo em quadro, falle na ra da Ca-
deia Velha do Recife, loja n. 48, ou na ra de S. Gon-
ce lo no si ti i de Francisco da Sil vi, sonde esli pirata-
remvist.
i3 A pessoa, que, ha quinio dias, foi na roa da Ca-
deia Velha do Recife, casa de 1-rancisco da Silva, bus-
car a chave de urna casa do mesmo, sita na ra Imperial
do Alterro-dos-Afogados, para ver se Ihe agradava, para
alugar, queira fazer o favor de levar a chavea mesmi ca-
si aomle foi buscar, ou entrega-la na loja n. 48 oa
mesma ra da Cadeia; pois que a demora, que tem ba-
tido, tem sido mais que sufficieote para ter visto e exa-
minado a casa.
- Con ti n a-se a fazer tran-
celn) de cabello, de qualquer
modelo, aunis, fitas, pulcei-
ras adercos, &c.; tudo o
mais bem fcilo que he posM-
vel : na ra do Cabug, loja
de azendas, ns- 4 e 6.
as Arrenda se um sitio pelo tempo de festa, ou sn-
nual com grande casa para numerosa familia no
lugar dos Remedios, com bom banho no fundo do
mesmo s tio : a tratar na ra Augu-la n. 3.
Hoga-se a pessoa que tiver dado
acolbimento ou que tenha noticia do inu-
latinho por nome Agostinno, e que lti-
mamente se acbava em casa do r. Jos
La zar y no aterro da Boa-vista, o qual
se inculca forro c de nome Manoel, dade
14 annos pouco mais ou menos, bem lin-
io de corpo, e bonito, tendo as pernas
um pouco arqueadas ; cantarolleiro e ex-
pressivo : baja de o mandar ra da
Cruz n. 9, onde ser genarosamentc re-
compensada.
,'- setembro.urna au-
-i.sinar com to-
sente e co-
LADO
^


- -
Um moco casado offerece-se para entinar la-
lim, c qu.i|i|uiT outro preparatorio, om algum enge-
nlio, ijuf ran l^r ilpiiia p'omll**sii.er..r h hih o ai.antninenlo dos discpulos,
confia lea a u magi-tiro ; dand todas as aiai.has,
que ihu lorem pednia.: quem do seu prefini >u qui-
zar utilis. r, annuncie para ser procurado.
BOTICA CENTRAL D INSTITUTO
Homeopaihieo do Braiil.
Posue toai as substancias experimentadas na Eu-
ropa, us Estados-Unidos e ltimamente no Brasil ei.
dynemisacoes feltaspelos procissos mecnicos do dr. Mure
Oistribue gratuitamente a vaccina dynamisada e to-
dos 01 outro preservativos necessarios as epidemias
reinantes, e responda a qualquer consulta, que a res-
peito de litros, medicacies, remedios e rgimen Ibu
lor dirigida.
Pratica elementar da bomeopathia pelos Srs., Mure
e Marteus.
Enriquecida das primeiraa experiencias puras feitas
no Brasil.
Preco 8^000 rs. e lOs rs. com urna boa encader-
naclo.
Folbona bomcopathica, 2.anno, contendo noticias
sobro o estado actual da bomeopatbia, o rgimen, eos
estatutos do instituto homeopaihieo.
Preco 320 rs. com grando batimento a quem com-
prar poredes maiores.
Dirigir-se por correspondencia i agencia do instituto
bon.eopathico no Bio-dc-Janciro.
TrorSo-se duas imagena sendo urna dcN. 8,
da Conceir,. de podra da Babia e outra de N. S.
da Agreda muito pereita ; na ra da Svnialla-Vc-
Iba n. M2, segundo andar.
O aboixoassignado, fabricante de chapus de sol,
no Passeio-Pblico, previne ao respeitavel pblico, que
elle acaba de receber um sortimeoto completo de cha-
peos de aol, de todas as qualidades, tanto de seda, co-
mo d'algodo ; elle tem tambem cbapi os de sol para
aenboras e meninos Adverte igualmente, que, ten-
do as sedas, as irais ricas, de barra lavrada, furia cores-
lisas, ilc, &c,, est no caso de satisluxer qual-
quer encomnienda, com toda a presteza ; ella possuc
tambem algodo trancado, liso, e de todas as qualida-
des dos padroei mais modernos: elle, em fim, cuLre, c
concerta todos os chapeos deso, com a maior perfei
c5o, e promptidao. Joao Loubit,
No sitio do Hospicio do Exm. concelheiro barao de
Itamarac, d-se gratuitamente a planta denomina-
dalinaria ai pessoas que padecoreui de relenuao
de orinas, bastantemente especifica, e propria pura
taei padecimentoi : quem a quirer, aquelle sitio se de-
ve dirigir, a qualquer boradodia.
A
rape prnceza de Lisboa em
botos e meios boles, cnegados
prximamente em o navio
Robim
Uom e barato I
=Vendem-scriquisimos cortes de riseado cbinez ,
de 16 covados, a 4500 rs. o corto, riscados francezes ,
muito linos, a 220 e 300 ri. o covado ; superiores cor-
tes de chitas muito filias, de 13 covados das mais mo-
a 3:00, 5500, 3800 e 4500 rs.; corles Je
dernas
dita-com 10 covados escuras a IBOO, 1800 e 2000
rs. ; lindissirnos cortes de tarlitana muito suporior a
4500 rs degostoo mais moderno *; cortea de novos
padr5es de casia chitas.transparentes da muito bom
gusto, a 2400 e2500 rs. ; casimiras de muito bom
gosto para calcas, de superior qualidade de quadros
u lislraa a 1200e 1400 rs. o covado; bretanhas de
rolo, a 1600, 1800 e 2000 rs. a peca ; esguio de
superior qualidade e de puro liobo muito lino u 1500
rs. a vara j brelanha de ti varas, de linho puro fina,
a 2800 e 3200 rs. ; superior lustao branco als'rs.o
covado ; pecas de bretanba de Franca de 4 palmos
e mero de largura de qualidade a mais superior sen-
do de linbo puro, Je ti varas e meia a tioOO rs. a
peca, niuito fina tal equal ao esguiio ; bretanba de
linbo muito lina a 5ti0,' 610 e 720 rs. a vara ; su-
perior bi i ni trancado branco do puro linho muito fi-
no a 1000 e 400 rs. a vara ; panno tino azul e pre-
to a2500rs. o covado; setim de Macao, prelo para
collele de superior qualidade, a 3200 e 4500 rs. o
covado ; chitas, alzO, LO, 160 e 180 rs. o covado ;
ditas fines escuras a 9u e 240 ria o covado ;
peces do chitas, a 4300, 5200, 5500, (000 e 6500 rs.,
escuras ; madtpolo, a 150, 160 e 180 rs a vara ; di-
to lino a 200, 220 e 240 rs. a vara ; aladraste fino ,
a 280 rs. a vara, e a peca muito fino, a 5200, 5400 e
5500 rs. ; superior madapolo enlestado v 5800 r.
a peca ; madapolo a -Mo, 3200 e 3400 rs. a peca;
ito fino a 4000. 4200 e 4600 rs. a peca ; chales de
13a e seda muito linos e grandes, a 4500, 4600 e 5000
rs. ; cliadrez de linho, de muito boa qualid-dee pro-
prio para aqueta 320 rs. o covado ; alm destas fa-
lendas, ba outras niuitas de superior qualidade por
baraloprcco: na ra do Collegio, loja n. 1, de An-
tonio de Azevedo Villarouco: Irinao.
= \ endem-se saetas de farinba muito boa c no-
va a3i00rs. com tlqueire da medida telba; Da
ruada Cadeia-Velba n 47, primeiro andar.
= Vende-se lannba de mandioca muito fin, de
Mag em sacces e deS. Calharina, e 5. Malbeus,
t- O juiz da irmandadeSS. Sacramento da fregu- (pela medida velha : ludo por menos ureco do aHkS I.*.a I.. 1) ,.;' _.,... A. ._.!... :__5 J_ I k_..l_ -.. '. r \ .
zia de S.Jos do Reci.'e convida a lodosos irmaos da
meima para comparecerem no consistorio da irman-
dade de N. S. do Terco em o dia 21 do corrento ,
pelas ) horas da manh.la a fim de se proceder a olei-
cao da nova mesa regedora para oanno futuio.
Engommao-se camisas de bomem a 60 rs. ;
calen a 100 n. ; jaquetas a 80 rs. ; com umita
promptidao e perfeicao ; tambem se manda levar eu>
caa de seus donjs: na ra das Larangeiras j'g
Precisa-sede um moco para ur/i./,,,;,'^ '
enlend. de m.sseir. e entregar fa ,s fregueses.;
Irazda matriz da Boa-\>' n \i "
bordo visto nao se ter
. i-w-- --- chuchi-se un-
da ...titulada mandinga, aos pre.os canenos: o cae^^j, -^ cfm |ibra8 ca0a
do dolleuio, arina/erii ue noria Una, ^ u. j
grandes como pequeos: na ra do
do ollegio, arnia/cm ue pona larg
= Vende-so u.na preta de idade_rj(j. -jg Jnns co-
ra ;
i ^'Esaboa o vende na
Compras.
i'
-omprgo-se escravos de ambos-os sexos, pardos
,'.'., idos, de idade at 30 anuos; na ra estrella do
Bozario n. 31, primeiro andar.
Compra-se urna preta boa cozinl.eira tanto de
massa como de Torno ; na ra das Cinjo-l'ontai, loja
de ourives n. 16.
= Compra-so um piano vertical chamado do ar-
mario que teoha boas vozes, e esteja em bom estado;
sendo por preco ratoavel: na ra do Vigar.o n. 25 ,
segando andar.
= Compro-se moleques negribas e pardas, de
12.a 20 anuos, para fura da provincia; na ra larga
do Bo/ario venda n. 29.
= Compro-ie alguns ps.de laranjas de embigo ,
proprros para emiiarque ; na ra da Cruz, n, 37, se-
gundo andar.
= Co.nprio-se dous escravos um pedreiro e ou-
tro carpina.para umaencommenda do B.o-GranJe-do-
Sul ; lendo bonitas ligaras, pagao-se bem : na rus,
do Collegio armazem n. 19.
Comprio->e doun litros pautados e riscados de
40 foltaas cada um para diario e correle ; na ruu
Direita n. 55.
= Compra-se um cilindro de folba de T'landre ,
em bom estado, para aquentar banho que icnha 4
palmos mais ou menos ; na ra da Cruz o. 21,
= Compra-se urna canOa nova ou em bom esta-
do de carreira e aberta com urna tabua no lui.Jo,
queconduza 8, ou 10 pessoas: na ra de Apollo, ar-
mazem n. 18, ou annuncie.
Compra-se urna duzia do cadeiras do amarello ,
e quetenho osassenlos de palbinba assim como un
canap e duas bandn a, Ludo em bom uso; qumi
tiver annuncie.
Vendas.
NOVELLA HISTORICO-RELIG-IOSA
pon
EGEMO SE,
autor dos Mi/serios de Pnrtz.
Trajuzida em vulgar e ntidamente impressa;
acua-ae u venda na livraria da praca da IndiMicnden-
cia : Preco 1^000.
Vende-s artlo muito novo e o
tnellior que ha na praca, por a.s56o ris
cada urna sacca: na ra da Cruz no Heci-
i'e n. 16, primeiro andar.
Vendem-se barris com polassa da
mais nova que ha no mercado ; na ra do
Vigario n. II.
xNa Joja u. 4 da praca
da Independencia, vende-se
zinba o diario de una casa
na ra de Nogueira n^ %
_ ^*en,|e'5C-;iiiTuoleque de naci, de bonita fi-
gura piupno para qualquor olGcio ; u.n pardo sapa-
teiro de bonita figura, e pioprio para pagua. na
ra Augusta n. 3.
Nende-se farinba de mandioca muito nova, ebe-
gada ltimamente de S. Malbeus por preco muito
coinii.odo ; a liordo das ganpeiras A. S. da l'enha ,
N S. da i'ena, t N. S. da Ajuda ; mas para com-
modidade dos compradores liata-se na ra da Cadeia
do Bucle n. 40, aor.de existen as amostras da quali-
dado
as Vende-se polassa muito nova e do superior qua-
lidade em barris pequenus : na ruu du Cadeia do
Becife armazen de assucar, n. 12.
= Vende-se limito boa cera para gruja cliegada
ltimamente do lio-du-Janeiro ; na la da Senzalla-
Velba n. 110.
sas Venden, su saccas con. muito boa farinba de Mu-
ge a 4500 rs. ; na ra da Cadeia de S. Antonio ,
n. 19, deposito da musuia.
as \ endem-se 12 escravos ; sendo 8 (.rulas de bo-
nitas figuius mocas e com habilidades ; urna ue-
gru.hade 10 anuos, muito linda; un. moleque de
lOannos, de nacu ; un. cabra du 22 anuos ollicial
de sapateiro : na ra das loies n. 21.
Vende-se um correaoie coni|ilelo para urna car-
rosa de cavallo; na ruu do Bozario da Boa-Vista, n. 2.
= Vendem-se sellins inglezes para montara de bo-
mem e sunbora cabecadas rolicas inglezas e Irancu-
/as, ditas chatas, brancas e de lustro tal.ns cana-
nas, barretinas, plumas, chordus, bandas ticas e infe-
riores espadas pratuadas c de ferro com toca e sen.
ella corrame de lustro barretinas para soldados ,
couro de lustro muito superiur, marioqu.ns de to-
das as cores travessu.ros de marroqu.iu colchoes de
dito ditos de panno de algodo e de linho chelos de
capin e la ludo por pruco mais comiiiodo do que
um outia qualquer parto ; as lujas de Joao da Silva
Braga na ra da Cadeia do Bucile, n. 49, e na ra
Nova, n. 5. Na iiusina luja precisa-se alugar um mo-
leque de idade de 12 a 16 annos, para o servico de
urna casa de pouca familia.
- Vende-se ch-i hjsson em caixas do 15 libras, em
porcoesearelalho; em casa de Malbeus Austin & C. na
ra da Ifanduga Velba n. 36.
= Vende-se uu.a salva de prata muito rica para
6 copos de agua e tambem pode servir para levar vela
Ota igreja para baplisado: na ra da Senzalla Velba,
n. 142, segundo andar.
= Vende-se cera do llio-de-Janeiro em velas de
ptimo sortimenlo por pruco com modo ; na ra da
Madre-de-Dos n. 5, primeiro andar, casa de Ma-
nuel Jos Machado Mallic.ro.
= U hiato S.- Joaqutm-lmperador-dos jinjo
anda tem para vender urna porco de farinlia j,. m-
nunciada a 5200 rs. ; defroole da escadinha do caes
do Collegio.
=Vendem-se pbospboros americanos de n. 104,
de superior qualidade ; um maslio de piuliu da Ame
rica com 74 ps de comprmanlo e 14 polegadas de
groisura : na ra do Trapiche n. 8.
Vende-se unta linda parda recolhida de idade
de 16 a 18 annos, com algurnas habilidades ; na ra
estrella do Rosario, o. 51 primeiro andar.
Vendem-se queijos de qualba muito freicaes ;
cera amarella ; couroi espichados : na ra da Concei-
cio da Boa-Vista armazem do sobrado n. 8.
Vende-se um terreno proinpto para se edificar,
ja coi alicoreo promto de 15 palmos de exumSo ,
com f)0 palmos de largura e 170 de lundo ; tem dual
I rentes na ra turna para o mar; tem cees de pedra,
alm do que so acba atierra Jo ; tem mais 150 palmos
om alagado at ao aliniiamento do caes ; (ax-se lodo o
negocio con. quem o pretender; bo situado na ruada
PraiadeS du Rita-Nova : a tratar na luado Vigsrio,
n. 23, segundo andar.
= Vendem-se, por barato prego caixas de charu-
tos regala, ltimamente chegados de abia de varias!
qualidades; permite-seaos amadores (umareo) e, esco-
iherum a sua vontade para o que ae abrem as caixas :
na ra do Vigario n. 23, segundo andar. ^
=Vende-se um esoravo cabra escuro moco, de bo-
nita figura com principios de officiode pedreiro, por
preco em coota ; na ra do Vigario n. 23, segundo
andar.
ss Vende-se urna negrinha de 12 annos, de boni-
ta figura propria para mucama ; dous bonitos eicra-
vos, de todo o servico tendo um perleito caooeiro ;
urna preta de 22 annol coznbeira lavadora du var-
ro.la e sabio ; urna parda de 20 annos, de bonita fi-
gura coie o engomma : na ra largado Bozario ,
n, 4o, segundo andar.
= Vendem-se saccas com farinba muito torrada
com laceo, a 3S00 n., e sein elle, a 3500 ri., e tam-
bem se vendo a retalbo ; na ra do Bozario da Boa-
Vista loja do sobrado n. 53.
= Vende-se urna boa cscrava de Angola moca ,
tem vicios conhecidos muito boa boceteira sondo
soLretudo muito fiel; na ra'estrella do Bo.ario o.
31, terce.ro andar.
= Vendem-se meioi bilhetei da lotera do semina-
rio, a 4500 rs. ; na ra Direita loja de fazendas,
confronto ao oilao do Livrameuto n. 12.
= Vende-ie um ptimo escravo para todo o servi-
co tanto para sitio como para engenbo ; na ra Di-
reita o. 12.
Vende-se um grlbSo de ouro fiera senhora, com
28 oilavas do ultimo gosto ; um cordo com 25 oi-
tavas e 3 quartos; urna muida de 6400 encastoada ,
com 8 oitavas e 3 quartos una medalba com 3 oilavas
e 3 quartos ; todas estas obras se vendem sem feit.o ;
dous pares de casl.caes de prata e um pralo com tbe-
soura du prta de moeda nunca serviro e sao du
inelbor gosto, ou troca-se com igual prata, com meio
fe.tio : na ra das Trincbeiras, n. 18.
Vende-se um casal de mulalini.os de elegantes
figuras mullo sadios e sem vicios, proprios para
aprenderem quaesquer babibidades; sendo para (ora da
provincia,teem os passaportes com que va-rao do Ceara:
na la da Cruz n. 52.
= Vende-se cevada a 160 rs. ; dita muida, a
240 rs. : na ra Direila .finaio n, 58.
de pagar o enorme t = Venden^ se prrgos americanos de ns. 4 e 6 em
cada um ; pentes de
cbilre tanto
Trapiche casa n. 8.
= Vende-se um moleque de linda figura; na ra
do Aragao n. 5.
= Vende-so tinta prcla de cscrever, ingleza, da la
bn'cade Arnola muito acreditadu pola sua boa qua-
lidade pelo mdico preco de 120 rs. a duzia ; na
ra Nova n 65 primeiro andar.
asa Vendem-se 8 escravos mocos bons para o tra-
balbo de campo e da praga ; dous ditos de meia ida-
de, por 230/ rs. cada um bons para trabalhareme
botarem sentido a um sitio por a isto estarem acostu-
mados ; dous u.ulat.nhos de 10 annos bons para
apiendereu. un. oflic.o ; duas prelas de20annos, re-
coll.idas engommao, losem cozinbo, e lavorou-
pa ; duas ditas com boas habilidades ; um preto bom
cozinbe.ro ; un. dito bom fer re.ru de tuda obla de en-
genbo : na ra do Crespo, n. 10, primeiro andar.
g|as Vendem-se saccas com familia de mandioca, che-
gada ltimamente do rio de S Francisco pelo Com"-
modo preco de 3500 rs. a sacca ; na ra do ttangel .
ii. 59
=Ycndem-se saccas de farinba de Camamun, muito
torrada a 3200 rs. a sacca ; na venda da esquina que
vira para a policia n. 21.
= Vende-se urna escrava de Angola muito bem
parecida alta e curpolenta representa ter do idade
25 annos sem nenbum vicio nem achaque coz-
nba o diario de una casa engomma, cose sollrivel-
u.ente e laz muito bem bicos e rendas; na ra do
(^uoin.ado casa do Antonio da Silva Cusmao.
= Vende-se, por preciso, um escravo de nacao
Angola de idade de 18 a 20 annos sabe coziobar e
ten. principios de pedreiro; na ra de Hurlas, n. 94.
= \ unde-su p lassa da Russia nova, e de supe-
rior qualidade, cal virgen) em pedra, chegada pr-
ximamente de Lisboa, em barris de quatro arrobas; na
ra de Apollo armazem n. 18.
= Vende se larinba de trigo da marca SSSF de"
Trieste da mais nova que existe no mercado ; na pa-
daria do pateo da S Cruz, n. 6.
Vendem-se 5 escravos de idade de 18 a 20 an-
nos com bonitas luuras e com varias habilidades ;
3 ditas de idade de 30 annoi, lavadeiraa e quitandei-
ras ; um moleque de idade de 18 annos de bonita fi-
gura ; 3 escravos de afio ptimos para lodo o ser-
vico ; todos de boa conducta e do-sea contanto : na
ra Direita n 3.
= Vendem le dous escravos de excedentes figuras,
fortes e vigorosos, proprios para todo o suruco de cam-
po que sabeu. perfeitamente ou pira qualquer ou-
tro que exija forcas dobradas corno encarmen-
lo de ssucar, trabalh de embarcaedos, &c. : na ra
do Bangel, n. 9.
Chocolate /rancez de Bottentuit & C.
De todas assuostaucias alimentares, que, sendo em
seu principio consideradas como cousas de luxo tor-
nao-se pelo teii.po a diante de uso geral o chocolate
pede sem contradicho uceupar o primeiro lugar. Ellec-
tivamente quaotaspessoas nao vom isni prelenrem buje
ao uso do quenle caf o do chocolate e insto seguir a
opir.io d.-s mdicos mais celebres, que, de commum
aocordo sobre suas preciosas qualidades o indicio co-
mo um dos mclbores ei.uu.al.cus aquellas pessoas cu-
ja saude be dbil o delicada prcscreveui-oo aos seus
doenles r aconielbao-no aos velbos e o recon.mun-
dio ai mais de lamillas para seus lhoi: em uuia pa-
lavra o consumo verdad, irau.eote exirserdinariu que
todas ai classes da socedade dio a este alimento, he
o mai; bailo elogio que nos Ibe podemos fazer. O
nosso chocolate toraa-ie recommendavel por mas qua-
lidades digestivas, finura de sua masa, leu sabor e
aroma. Becommeodamoi particularmente o nosso cha.
colato por excellencia aos verdadeiros' amidoras., eoiD"
igualmente as pessoas a quem a digestSo deste alin,,.
lo bedifficultosa. Vende-su nicamente na ra |ar"
do Bozario. n. 50
= Vende se um ptimo escravo erioulo debo,
iiiaa figura som vico algum, bom oIBcial d alji,^"
e de idade de 20 a 21 anuos, a vista do compradr sd
dir o motivo da venda : na ra do Nogueira n, 3o
= Vendem-se toa I has, lencos, 6 p-inuus para bj[l
ha de muito bom panno I sos u liurdadoa por
co commi.do ; na ra da Calenda casa terrea aJjL
= Vendem-sc 3 escravos mocos de bonitas fijiu.
ras ; no caes do Collegio, armazem de farioha, degor
(alarga.
= Vendem-se duas escravas de 20 a .8-1 an
de bonitai figuras com habilidades; duas dit
nacao de 24 annos de bonitas fguraa para
oservieo; urna cabrinha de 13 annoi reoolbida.i
se e faz renda; urna negrinha de 7 annos, proa_
para costura; doui molaquei de 12 a 15 annos; 1 ditoj
7 annos ; um escravo peca de 20 anqoi bom
ro e bolieiro ; dous ditos de 32 annoi para o
co de campo : na ra dai Crure, n. 22 s0gut
andar.
Vende-se urna duzia decolhere de soupa; uir
dita para cl> ; urna concha para soupa ; urna dita p(.
ra arroz ; urna dita para assucar; urna salva e'doui
casticaes ;. ludo de prata de Lisboa e sem uso ; un,
corrente de ouro para senbora; e um cordao : oa raj
Nota, n. 57.
Vende-se urna negrinha de idade de 12 a 15l
nos de muito bonita figura faz todo o servicn i<
urna casa he muito diligente e nao tem vicios n-n
achaques; na ra larga do Bozario, n. 57, a qii|.
quer hora do da.
Vende-se .um casal de rolas brancas chegad?
ltimamente de Lisboa ; lamben, se troca pur urna te-
mea por ter maii i machos : no Atlerro-da-Boa- Vis-
ta venda n. 8.
\ende-seumcarrinhodeduas rodaa, e um bom
cavallo para carro ; na ra estrella do Kozarre, n. 43,
segundo andar das 6 ai 9 horas da manhia.
Vende-se um moleque peca sem vicio atoi
achaques proprio para todo o servico principalmen-
te para o mallo por estar acosturnaJo ; vende st sor
preciso; no sobrado da esquina da ra das Cruzci,
junio a praca da Independencia.
Vendeiii-se lonas da Russia a 2,
com un peipicno toque de avaiia, ihtio
rccoiuinem'i.itcis para canias de vento en-
tretelas de roupas, e outros usos scine.
Il'antes, por seren muito fortes, por pre-
co uiuilo comtnodo : na ra do Crespo,
n. 16, segunda loja, quem veni da tua
das Cruzes.
Vendem-se cortes de seis varas e
meia de cassas de cores, do ultimo gosto,
e com mais de vara de largura: na esqui-
na do Livrameuto, loja de 5 portas n, 5a.
Vende-se farelo em saccas | elo
mdico preco de as56o., 3saoo, e/jooo:
un rii da SeuzaUs-vellia n i38
Vende-se vinagre bran-
co nacional a 400 ris a ca-
ada velha: na na do aterro
dos A logados n. 7.
Vende-se, na loja de J. Carduzo
Aytes, ra da Cadeia do Recie, urna
ohri publicada no Hio de Janeiro em
i843, intitulada Diccionario de medicina
papular ou a Medicina ao alcance de
todas as classes da sociedade, pelo l)r.
Chernoriz, dous voluntes em quailo,
contendo q5o paginas; preco ios'ooo reil
brochados, e ia.s'ooo encaderr.ados.
Vendem-se charutos primores, rega-
los e outiaS qualidades, do mais superior
fumo, em caixas'de cen, vindos da Baha
pelo ultimo Vapor: na ra da Cruz, no
liccife, n. 26, primeiro andar.
lisera vos
Fu ; idos
= Emanoutedc 14 do corrente, deiappar^00
escravo cabra acaboclado de nou.e Luiz elorcado
do corpo de idade de LOannos, pouco mais ou rue-
ooi, natural do Ara.aly ; levou camisa, de algodo
groiso, ecalcas novas de nscadinbo encarnado : ipie01
o pegar, leve a ra da Cadeia do Uecife sobrado o.
37 quesera generosainenle recompensado.
= Fugio, nodia 16dooorroote urna preta du ru-
cio Cosa de nome Mara de idade de 28 annos,
alta, grussa cara larga e con. signaos de beubiga';
em ambos os braco be tatuada e com algum
marcas as coilas cor. pouco fachada ; levou vealioo
de chita rouxa om florea, ncarnadas pannoUa CosU
e um lenco encarnado na cabeca: roga-se as autorida-
des poiiciaes e capities decampo de a pegaren) elevaren)
a ra da Seniaila-Velba, n. 92,qoeiera generosamente
recompensados.
= Fugio no dia 13 do corrente um pr. to eriou-
lo, du idade de 50 annos do nome Goncalo ; mi es'
cravo do Snr. Francisco de Barros Reg sebor do
engenbo Sauh ; com os signS'es aeguinies : toa liga-
ra, pernas uu. tanto arqueadas, oiuos esbugalbaJos .
levou camisa de algodo trangado com mangas seta
punbos, ceroutaa dealgo.Jo lino que parecen, de me-
dapoiio compridas como calcas e com oloes pre'0
nocs, calcas de bufita azul e outras de rucado azul
e amarella, um panno da Costa o chapeo de palea
novo: quem o pegar, leve a ra do Cabuga o. i">
que sera generosamente recompensado.
PERN ; y\ typ. 1>E M
. F. 1)E FAB1AI&I5,
MUTIL


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