Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05864


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Full Text
h|nno de 1845.
Segunda feka i
i
DIARIO publica-e Codos os lia* qne
forem de guarda: o preco da assigua-
ic de 4/rs. ror quarlfl pajoi adtanta-
I'," O annunclos dos assigiiantes sao inse-
. rawo di- 20 rls por linha, 40 rs. em
difiereute, c as icpetifes pela metade.
o forem assisnaritM pagao 80 rs.
|iP
lo- 'i'";
i
,r linha, e HH) cin typo diilcrcnte.
IMIASES 1HI.UA NO ME2 TiESF.TEM.iRO.
nova a 1 as 7 h. e 15 min. da manhS.
";l ,r a 9u ah. e 4 minuto, da ttrd.
|(;,f5rhpal5asTl.or.e54 min. da man.
Koan?ea23 aslOWr.e 6 m. dntarde.
PARTIDAS DOS CORHEIOS.
Goianna, Pnrahyb, e Ro Grande doKoito
Segundas e Sextas feiras.
Cauo, Serinhaeiu, Rio I'oriwo, Porte
vo, e Macej, no i." 11 c 21 de cada hici.
Garanbuus e Honito a 10 e 24.
Boa-Visla e Flor#f a 13 c28.
Victoria na Quintas fciraa.
Olinda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Primclra 3 li. e 42 min. da larde.
Segunda as4h.e6 minutos da manhaa.
do Sctembro.
Di AS DA SEMANA.
13 Secunda S. Doniiuos, aud. do J. de D.
v. e do I. M. da*2. v.
16 Terca S. Cornelio. aHd. do J. de 1).
da I. v. e do .1. &>1 I-Vitos.
17 Ouarta S. idclgardcs, aud. do T. de
I), da 3. vare;.
18 Quima S. Tliomaz, and. do Juiz ele II.
da 2. 'ara, c do J. M. da 1. C '-' V
10 S.'Ma S. Jtunriu, and. do J. de D. da
1. y. do civel, e do J. dos Fcilos.
20 Sabbado S. Eustaquio, aud. do 1. de D.
da 2. vara.
Domingo S. Matbeus.
Anno XX V. 04.

CA'lirS NO Dl\ 13 O
Catnrilo sobre r.ondrir&JSd. ruirljaBO
ii Paria 37U ri is por fraisr.
,i Lisboa 120 a lip. c. pr. p. ir.
Desc. de le. de boas tirinas
Otrro (Incas hespaiibol is
i. Murdi.tr- rWItM) vri. -UPO I ISjM
.. de (1- -ilKl nov.
ii e -000 '. '. a !
JVflia-Patac.-s > li?Bi
Pesos 'oluinnarcs. 2WuU a 2/2'W
Dito* Mexicanos 1/IWiri a 1/670
Moedas de 2 palac. 1/7H> W
Acedes da C* do i'.cbenbe de 8/udl)ao uar.
DIARIO
PARTF OFF.CIl.
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DA 10 DO CBRENTE.
OfurnAujui* municipal Luit Duarte Pereira, sci-
eniihcanilii-o d *" reraiicSu d.. termo de Igiiarac
drill urnsnoia pira o do S. Miguel da. Alagoa*.Com.
monloon-M ao presidenlo da relacau, ai.....pector da
ihesuurari* da faiendi, e o juite de direito da pri-
meira o segunde va ra da comarca do Rcr.ife.
Dito.Ao hiipeolar da thosnurariu dai renda, pro-
vinciao e au director do lyco, iiileiligonciando-os do
nroviroenlu de Manuel Francisco Cocino na endeira de
.rsmniatca latina da freyMxia de S. Jos do Roe.ife.
DitoAo cnniinHilanlc da. armas, reomnmoiidundo
asieoiicao do nvn de 20 de aposto prximo pasiado,
nueeoneede liconca.paro estndir, ao primeiro oadole da
companliiadecavall.ria lijjeira, Jos Joaqun Coellio
Jnior.
OilusAo mesmo cao e.oiniiiissario pagador, coro-
iiiiiiieaiido liaver nblido paiaagein, para a cornpanha de
arlifices dcala provincia, o soldado do primeiro reg-
mcuto do-caroUaria de primeira linha, Basilio Gomes
Linu-iio. ...
DitosAos mentios, pnrliopando ter conseguido seis
res de liccnca cari) sold, para vir esta provincia,
alferc do sexto batalho de caeadores do excrcitn, Jo-
te Xavier Pereira deRrilo."
DilosAos mesiiios, icientificando-os de liaverS. M.
n Imperador perinitlido, que o capilao do qnarto bala-
'lli.iu de orlilliari.1 p.Alexaudreumesdo ArgulloFer-
ro, finio continuar na conla Militar os eiludus do sua
arma.
DKoi__ao lucimos e ao director do arsenal de guer-
ra, inlelligenciaiido-os do deipocbo, que, para servir de
pdanle as fortalezas de Gaib e Naiaroth, oLtcve do
guveni'i imperial o segundo tenmile da componhia de
arlitires desia urovincia, Joao Mariubo Pnes Brrelo.
DitoAo inspeolor da thoaouraria da faicuda, traos-
iiiiiinido, para ter execusio, o decreto, que nciniei Emi-
lio Xavier Sobreira de Mello nfiiaial da lecielaria da-
quella tlicmuraria.
DiluA iucsiuo, sitientiBcando-o de haver aido i|i
pruvadl pelo governo imperial a nouieiico, que a pre-
lideiR'ia fier.i, de Diogn Bautista Fernande para guar-
da il i me.-.i do consulndo
DitoAu Diesiao, exigindo o inventario das alfaiai,
vasui c uiais objectiis destinado! lo culto divino, que
'crlenecrao a exmela cnugn-gafn do S. Filippe Nciyj
ordenando, que declara o estado desaes utensis; e pe-
dindoiiia iiildriii..e.io respeito do requeriineuto, em
que irinandade do Santissimo Sauramenlo da fregueiia
deS. Jt solicita do enrpu legislativo, que Ib'oi min-
derntreipir por titulo de doaclo, un. quulqucr outro,
que ccuiijielenlo ija. *
DiluA aMieijcao commcreial deiln praga, grade-
cenild liavo>lo ella convidado para leu nioiubro liono-
ririn; declarando, qoeaoreita esle convite, que ejnalili-
cade diitinctu; o promettemlo concorrer, quanto Uie
forpoiiivel. para a prosperidndo daquella associaoo.
DiluAo mspecior da lliciouraria das rendas pru-
viucinei, ordenando, mande pagar a quonlia de 69C/I30
rs,, que nos ineii de jullio e agito so gastn Oum o
iiiilvnlo ilus presos pobre de juitita da cadeia delta
cidade, 9iioiii a respectiva enfermoria que deduia des-
Xquanb'a asque para lacs despews su lioiiverem pres-
tado em OH iiicneiunados mexes; e que conmine a abonar
para cIIj 200/ri. memae.Participou ao ao cbefe de
pelisia interino,
fil-iiAo presidente da reluy.io f ao iuspector da tlie-
Miiraris da blenda, scionliticando-os de acluir-su licen-
eni oiimprimenlo de ordem imperial, o motivo da di le
renja doi jornaei dos serventes daquelle arsenal, o de-
clsracSo de sirvicn, em que ellei se eropregao.
PEBr!AMBC07
ciiilu por seis meses, eoiu veiicimento d ordenado, o
lachare! Alvaro Barbillm Ueba Civulconti, juii dedi-
rriin do civel da cominea do Flores.
DitoAu eomiiiaiidaiite das armas, oxigindo, para
traniiuiuir no governo imperial, urna iHformocao do nu-
nicro e iipiiil.n, do eapcllaei avulsos, qiieaqui existem.
DitoA inrsmo, couiiuuuicandn ler ubtide passa-
|CFI1'para u segundo baulliAo do arlilbaria a pe o pri-
Inieiru mrgtnio do primeiro balailiio d mosHia arma,
I Al"lrp Aveliuo Luis Wiinderley.
_P"Ao inapeclor do arsenal do marinlia, exigindo
iiiu lilil
CORREIO.
COBRE8POIIDBNCIA DA CIDADE E PROVINCIA.
Por mai diligencias, que lenha leilo saber, sea
tbida do ultimo vapor do Rio j se (cria dado algum
empulioao requerimenlo dos artistas, que o tnde/teti
vel, diiem, havia j tirado do correio, n8o me ten sido
posssivel arrancar do buxo, dos que no vapor chegrao,
urna so palavra a reipeiio, isto he, que bo sogi'edo !
Esl este negocio dos artislas parecendo-mc aquello
pegocio, que conforme a expressao de un profesta,
eaminba em trevas. A negolio perambulanle m lene
brit. Estiva eu de vita coni este iliin, quando me
disse em segredo um polusco: Us nrlistis tivoro al -
guinos esperaneas; pois os de l mandiraodizer aos de
c que animassem os peticionarios,e os exliorlassem a
no tutubiarem na f de que bao de ser deferidos; que
Ibes lembrassem, que deviiodar lempo ao lempo,
que o estar a sesso no liin nada importava, porque
no fim he que se canto ai glorias Apeiar deslas
pilulis to douradas parece-me, que os artistas ando
zarolboi, e nao ai querem engolir, e teeai r.i/ao pela
regraem cess onde nao ha pao, todos ralhio e lodos
leem raiaa. I'alavfai nao ailubio sopas N3o fique-"
oos porm na lop, vamos a curto guitadinbo mais.
Dizem por shi as lingoas ms, que mesuro assiic as
vetes, nao dizem metade do que he, existo no juizu dos
orphaos delta cidade (a|penna aqu treme, e emnerra.
que sempre me acontece quando fallo em juizo de or-
phaos, no sei se porque me leiiibrao os morios deque
tenoo menos medo, quo dos vivos) exista, dizem, no
tal juizo um partidor cujo nome principia por F. P.
(lama publica) o qual he lio escrupuloso que nao as-
signa partilba sem a levar para casa i titulo detVr,
lr e relr, ainda ha boas alminhas; mas... .mas.....
o rapazes que nao dormem.asseverao que o tal parti-
dor tambern sabe fater favor egroca aos amigos inte
reliados, ruja censura submelte ai taes partilhas com
o fim, j se sabe,de nao querer tirar nada aos amigos que
tambern se mottiarcm scus amiguinbos,. ..ora islo lie o
crem da caridade...a naa do venba a nos.Quem he
tolo pede Dos, que o mate, o ao diabo que o leve !
illil I nmill mi n n i ilim Mi Ii 11
"DIARIO l)E PKRlIBl'CO.
dos
ren-
pru-

'OOO-
CAULLNA NA SICILIA. (*)
QABTA PARTE.
COI,
A GRUTA SX FOIYPBEMO.
A Frog eniLarcnoo em que FaLio fugira de Manara
I Sii feliimcnto todo o din longc da cosiu ; de noute
. i "llniuu-ie, e deiuiiibarcou o fugitivo ciu um punto
L | "" ti farinhaa de Moraallu, nao longe da Spag-
'" *' ue a'iguinusa meiiioria. (^untinuou ello o seu ea-
'" u l'e, e pelu nisiili ja eslava s jiortas de Trapani
abrir dellas. Grabas ao habito monacal enlrou ni
rail!. ""' *er "Porccbl00. Sua primeira visita fui a Er-
I ~ meu padre, disse-lhe o artista,engaado pe-
eu dufarce, Vui. he madrugador. Veiu tncommen-
() Vide JJiari u. 203.
CAUTA III.
OlniCIDA A S. EX. O SR. PRESIDENTE DA PROVINCIA, ANTONIO
PINTO CHICIIORRO DA GAMA.
Um. e Exm. Sr.
as minhas duai nntcrioresearlas parece-me ler denions-
Irado.quu tanto o espirita de parrialidade patntenlo por
V. Exc. em seos actos, eomo a tbeoria de favor nos a-
migos c jusiica ios contrario, que V. Exc. le bavia
siiceon ido, pura justifiear-se periiiilo o buin lemo pu-
blioo da provincia e do Imperio, nao tilinta o menor
fundamento raioanel, qunlquer quefuiseo lado por iui-
de o considerissem oshonieus justo o iuipareiue. I)-
sando porm dene dncitode censurar o proceder de V.
Exc. nesta parte, espera V. Exc. inof.ua a jnica de
pensar quo nao ultrupasei jim a ilceencia o comedi-
mento reovniuicudiidos pelas nossas Icis, o que antes re-
vest meuS aeiinlnidoi. peiusmentos com as cxpresfiei as
niais nrbanat, com as formula nanos speras, qua pu
de encontrar. Todo o bom cidadao deve respeilar a uu
toridsdc, e nfio serei cu qiiem por urna liugo.igem acer-
ba, por aneri,oe injuriuiai, pur laearmos ferinos, eon-
corr para aieu prujiriu rebnixanicnto, ou para que V.
Exc. perca esse prestigio, esse encanto, que ful a prinei
pal torca do governo, que (ominaiida a oliediencia, que
lio aplana as dillieiildade, o da lliu o meio de iIcmiii-
penliar a sua missao. Entretanto apelar de ier tal n nn-
nli.i arinvicclo, o do corresponder-lbe exaciamonte u
niiiilia lirignagem, eitou quceila de neiibiim mudo agra-
dara a V. Exe. U hoiuen reveitidm do poder linipo-
dur-nie o leu retrato uu o Ju aaiila Virgcm para a igre-
ja do icu con vento ?
__ Vcnlio pedir-te asilo, rcipondeo o falso tncnge er-
guendo o capul ijue llio encobria a cara.
__ Como! e tu ? E lie aqui,-aniTrapani, que to vens
esconder?
__ Porque iifui? McnA meprocurarao aqui duque
em nutra qualquer parlK^ '
Podo ser; porsaJpra mai teguranca permiti
que to poilliu debaixo du chave.
O prudente artilla fui fechar aporta do laburaterio,
e voltando u Fubio :
Agora, proieguioelle, que eilamu ii abrigo de u-
ma.surpreiu, coiita-me s tuas aventuras.
Fbio ugeiluurse de bum grado, o t.i 11 uu eoni inlcira
franijiiea, lem dssimular iicnhuiiia das soai Irresolu-
cGe, fraquetn c trnifo. Sen iritea* res c-oiu a millin, a vuilentrupliira que liavia quebra-
do easa iufx-l cadeia, a iali[nai.au do Uafaello, aeui dei-
pretos, sua dr, sua repula, nada oniinitlio, oaliviou a
oiuciciiei com uiaa conbssau sincera. S urna cousa
ilon, quo nao era segredo seu, a cxisUncia o encontr
a Caituro,
Cunlra li coitume aseneou Errante a cabesa leria-
inenle, e responden no menino tu ni.
Compreheudo i la agona, disse elle a Fabio ; a
un poiiclo he critica : a rainha he vingativa, c dona Ha-
faella lera inabalavel naresolujao que houver lomado:
ic de toda a vaidade com nparcella de eonflanea que Ihca
fui distribuida; julgjo-se com desmesurado orgullto tan
superiores ero lote aos que ai alternativa! rpidas de
lima poltica de Inicio o do fatalismo fixero Mu su-
bordinados; que seria extraordinariu, mirnenliM.i nies-
mo, que V. Exc. irascivel como he, so dignan* lr com
iilipassibilidade i|uanto tenho misado diier-lho. Lem-
bre-se porem V. Exo. do jiutado pemamento de Pliniu
yoriin/ia oars mon jutttUa is e permitU-nie
continuar em minlins nbservacoes, e pagar no reato
0ieu4dai patria o nico tributo que me lie dawl "l
der-lhe. Ser ol'jecto dellas a< guarda nacional da |
vincia.
Pclalrido JSdc agnit de 1831, e pela nalurea da
instiluic.lo da guarda nacional nos paite* livre e coni-
tituciouae, he olla destinada a defender a COIIStiluicSo,
a liberdade, n ndependencis e integridade do Imperio,
naiitcr a obediencia Us Iris, a conservar a ordem o
tr.iiii|uillidado publica, n auxiliar e ni ti ni o cxereilu de li-
nlia na dm'ein du fronleiras cosas. A guarda nacional
he compusta de lodoso cidndos, que porania iduile.in-
lelligencia c propriedadocombinada entro ii iSo capu-
les do apreciar tan eliaroa objcelo, o de cumprir os ri-
goroso devere quo elle Ibes impoem. Ora, Olido tal
o fim desta iiistilnieao cvica, pareee-ine que niuguuui
dir que ella deve citar sngcili ii essa* iiiiidaneas, qi*.'
empre DOitumao sobrevr, quando sobre as ruina do um
10 eleva nutro ministerio; quero diicr, ene nyslenias
ovcrniitivTis quo ocireiimsercvein h levar i cseoufla
iimiiou unir lde| pnilgelra de iiiennr iiiipniancia ci-
vil e poltica. Em lliem urna vet conilitiiida a guarda
nacional, una vez Horneados os Mili respectivo cheles,
devem esle er independenles do livre arbitrio do go-
voruo quanlo a sua.....neacao e dcmiisuy^ a liui de que
aquella pussa preeinlicr seos glorioso deitinos; do con-
tririo se lornaria ella, nao o sustonlaculo permauento
e inabalavel da constituicuo e das leis. mas um recurso
poltico das pessoas que manejao o linio dos pblicos
negocios, e em vet de instrumento de ordem e do se-
guranza publica, s-lo-hia do arbitrario e da tyrannia.
Em urna tal hypolheie a guarda nacional (icaria con-
fundida inteiramentecoro exercito de primeira linha,
que tem por primeira regra obedecer s oidens do icu
ciiefe, sem examinara legilidadeou moralidade dellas;
pois que ogovorno com seu livre arbitrio, Xom seu poder
discrecionarioiJe demittir a belpra/cr, Ibe rnubana lo-
dos os ofliciacs que mais cap.zes se tornassem de nao
consentir nos seu* planos do oppiessao e tyrannia. E
repare V.Exc, tanto estas ideas foro admillidas em
paite pela lei do 18 d'agoslo de 1831, e resolucio e
25 d'outubro de 1832, que dndose ao governo a attri-
buicao de noinear oscommandanles superiores, secoro-
neis ebefes de legio, nao se Ibe deo esse mesmo direi-
lo relulivamenle aos ofliciaes, e apenas se Ibe permittio
suspender a guarda nacional em ceitoso determinados
iugares, quando ella tomar deliheraedes sobro negocios
pblicos, ou resistir As ordens legaes das autoridades ;
de sorte que ao mesmo lempo que se conferio ao gover-
no com a nomoacao dos chefes de IcgiSo e dos comman-
ilmies superiores a justa parto de influencia que lite
compela ter sobro a guarda nacional, veio esta a de-
pender quanlo sua existencia somente do comporta-
cienlo que tivesse, e nao dos preconecilos da presiden-
cia, e do seu tspirilo de partido, como prelendem esses
que insligao a V. Exc para que se preste lazer urna
desnecessaria inverso na provincia.
Apezar porm oestes principios, que se nos nao con-
testar, entended V. Exc. que devia assentir taes exi-
gencias, mudando nSo j os primeiros cheles e com-
mandentes doscorpos, mas os proprios officiaes que en
tendeo nao sercm do seu partido, ou nocoadjuvarum
assaz a sua nuva maneira de administrar a provincia.
Nao discutirei aqui, se V. Exc. se achava autorizado
pelas Icis geraes ou provinciaes para refurmar e demittir
o ufliciaes da guarda nacional, mas seja -me licito di-
ze lo francamente, que nBu me parece ter V. Exc. na
mainr parta dos casos procedido com aquella prudencia,
nom com qu-.'Jlu coobecimento d interesses pblicos,
dos quaes sempre deve ostentar so revestido o adminis-
trador circunspecto e Ilustrado.
ella tem o orgulho da innocencia unido ao da belleza, e
prnvou-uos ja que tiulia carcter. Assim, mau charo,
contn oeha-la implacavcl. Para que tambera a enguiias-
leP iLiniir de nina tal iiiullier lie o premio grande da
lotera das paixdefi e lendu-u, fuste como tuna crianca
cahir no* luco* do tima teru. Anda se esta lerea tives-
sc vinle auno*. Mas, aqu entro nos, S. uiageslado dei\a
alguina cousa a desrjnr a este respeito, e por mus que
diga, as rugas nao poupao mai n frontes cornadas do
i|ue as du* simple mortne*. Em fim, o que te u digo he
interamente intil, alemdcquo nao lio generoso cen-
larar u que no tem remedio, lima acolo ueste caso va-
le mai que.mil palavra. A proposito, sabes que te con-
servo u manta de Rafaclla,
Nao n esqticui, e nao deixarei de t'a reclamar co-
mo a milis churu reliquia.
Supjioiiho todava que no vens somente isso.
Em que te poDOier bom? l)pe de mira. Esporo que
leri derla vet prudente, e nao dars signal du Ii por
Plinto lempo. A lelo fei assat dura, nproveita-U-lmi.
cii-le curado, crcio eu, da tua dcsgrCada paixo pela
poltica.
Polo contrario s cssa vira me resta para, rae reha-
bilitar aos olliu da rainha, e aoi uieui meamos, u para
turnar entrar na graca do Hafuellu.
Oh! e que queres tuque Ihefaca a tua poltica:'
Peina por ventura que a luulhercs se pagao con cuas
ra6ei? Nao ha ama >, cr-roe, ainda n mai* heroica,
Dando V. Exc. demisses o relormas nos 'officiaoj
que Iba pa'ecerao seus adversos, alienou V, Exe. du
si todo* cnui ofliciaes quo tinho em seu favor o cou-
ceito e confianza do dous duiegadoi dcsae mesmo mi-
nisterio, cujas vistas V. Exc. servo, e nao somenteesaes
officiae; mas tambera scus parelos eamios, por qo.in-
ln anexar dees'.urem dcsgiacadamenfe milito froxosos ia-
coj de fatiiilia tiesta Ierra, depoil que ni lia apparoceo a
poltica trazendo ein sua bandeirarf..eio!a ti impira
ho factoque aindja parenlo.i o stsiirios ss rosentc;i das
offensaa feitas i prenles e amigos, o V. Exc. j.i disso
mesmo tem recebido nio equivocas proras. Assim, es-
sas reformas o demisses derJo cin resultado infalKvel
odio ao governo de V. Exc. e diminuidlo da /ente quo
oappoia (Quanlo is nouT'coos, sabe V. Exc. que
ellas sao o escolno de ludas a* adminstrarojs; e co-
mo'atirou-se V. Exc. a elle velas, ctelos e varre-
doiasln ahcrlsse des; -d '' Lomo nao enlendco quo
era niettrooDtemporitor algum tem! o, para com 'eos
proprios dilus observar quaes ss pcMoas que devera es-
colltcr para o postos, o nao deixir-se guiar por infot-
macOes do pessoas sem rosponsthilidado e do mais o
mais intercss.idas em engaadlo i' Como no rafleclio
que ainda quando desdo o primeiro da de sua cliegada
eslivesso V. Exc disposlo u lazer cssis doiuissde* e no-
iiteacoes, era conveniente sua dignidade, mostrar
menos soflrcguilo. menos a;odinientoem servir ao par-
tido de sua alloicao'i'ode acaso V. Exc.depois do pro-
cedorcom tanta precipitaco, ter a consciencia tran-
quilla, declarara lace de eos o dos bomen, quo as
suas nomeacoes sempre recuhirao em os cidadies mai*
aptos, o responder assim, como nomesnte pelos seas
nomeados, conforme exige o alvara.de 2! de maio do
1751, curta de loi de2;l dedezembrodo 1761, alvari
de 25 de agosto de 1774, e o uosso cdigo criminal ?
Deixernos porm de parte a duplicada imprudencia
que V. Exc. commetteo sem duvida em fazer essas te-
lormas, demisses e nomeacoes, precipitadas e extem-
porneas, o vejamos agora o effeilo que ellas produrem,
quanto ao servico publico c ao interesse Em prinieiro lugar V, Exc. tem dado reforma cida-
dos quo nSocstavSonajcircurnstanciasde inoiece-las.SB
pelo alvari do 17 do Do/oinbro do 1802 rnenle os
ofliciaes que se achao abs lu. ment impussitiilitadosdo
continuar u servico, etu cuiisequcn.'ia da idade ou nvo -
lestias liubituaes o incuraveis, legalmente vorificadas,
sao os que podem ser reformados ; em que loi ou prin-
cipio rasoavel poder V. Exc. lunda^-se, para rolor-
mar odiemos que so achao no vigor da idado e no goso
da melborsaudc i1 ." e nos lempos anligos as reformas
somente te davao, precedenuo causas pulentes o reco-
nhecidas, como DQttcs lempos em quo as leis deixio
menor arbitrio ao administrador, e este podo ser re-
ponsabilisado pela sua Uensgrcssu, bao de essas re-
formas depender uateiroiucnle do mao humor, d bel
pruzer do um presidente ? Us bomens imrarcaes lio
do convir por certoque air.da quando nao houvesse a
cerca dos ofliciaes da guarda nacional lei positiva, era
dever de V. Exc. busca na collecc&o da* lei* regras ge-
raes, e principios certos. que o autorizassem para taes
actos; essa falta por'm nao existe, pois que es lei* pro-
vinciaes nunca dero s presidencias o arbitrio que V.
Exc. se arroga, e as de ns. 63 e 73 de '1 de maio de
1838 e de 30 de abril do 1839 exigen) expresamente,
que para a reforma concorra a inca/.aciiladc do icrvigo
por desastres, mo.'esliuj chronica ou avangada idade.
De mais quem deixar de notar (e esla observac'R no
escapara ao traquejo administrativo ue V Exc; que
essas reformas sem motivo justilicavel, sem le quo as
autorice, tendum directamente a iscntar esses cidadaos
do servido publico, ao mesmo tempo qua o faz sobren
anegar sobie outros pela simples razio de diminuir o
numero daquelles, sobro quem devera rccalitr .' Pela-
do como actualmente be o servido da guarda nacional,
estando esta desfalcada dj multo* daquelles que deve-
lan estur alistados no servico ordinario em consequen -
ciu das razocs mais ou monos valiosas, porque sao pas-
udos para a reserva, oucxerccm empregos que os uon-
mii'in imnnnm
at-^awi i .*-
que nao sacrifique era hesitne.ao, seA*.escrpulo, a
ua patria ao sen amor. A raja espurlann periOnee a
dos mastodontes, quo se perdeo. No do mais fars -dos
meu conselhus o que quitere; esl* em idade de an-
dar ,
_ E com a tua permissao, usare) das minhas pernas
para marchar au meu fim a petar de todos os obstculos,
c ut mao grado leu.
ndala! es inr.urrigivcl.
Ineui rigtvel, dixei biiu. I'ni quanlo liouver na Si-
cilia uiu MI lnglct.....
Porem, aetgracadol lu quere reduijr-rae men-
dieidade! Porque un fin, quando nao luiuverem mai
Ingleses, e'tu que me has de comprar os Tintrelos, o*
'filenos que com tunta dislince.au conlecoono? Acaba-
dos os Bretes, acaliarSii-se o guineos, e eu ou parar
direitnlio ao boapil.il. -Mas eiuliui, nio importa, imnio-
l.iiei de boiu grado o beserro do oiiro n* altare* da uini-
zude, Ncga agora, Prucida, o meu patriotismo! Veja-
mos, que se pode faser por le servir!'
Occultar-me em tua casa al nova ordem, c parti-
cipar da iiiinlia cliegada o conde Allegroui.
Se he so isso, ser* servido no inclino instante, e
vou proourar-tc o conde com tanto maior cuidado ran-
la be a certeza que tculio de que ello te lia de fallar na
meiiiin liiiguugcm.
Tu er*!*
Estou ceno, Ue um hornea prudente, reflectido,
^
ILEGIVEL
<**^W


to do serrino, com inspectores de quarteiran, &e. &e.
&c pareca qne V. Exc. deviaser n i.is ptrco em dar
es*Ser ..duras enres, pelas (|wm muiloi dos olli-
ciaes ri-l rmado- sio arredados do servico, ao mesmo
tempo que ingratos ifinnise deltas, cuino pretexlo
par cennrrftn em publico o proceder de-\. Exc.
rioi i leii. O peso da auloridade be nenliam.
Entende V. Etc. que conseguir para o seu governo
maior Torea moral ? Erro grosseiro Os padecimentoi
dos martyros religiosos ou polticos excitan geral sym-
pathia ; as persegutcSes tornao as suas victimas mai6
recalcitrantes, mais corajoias, mus lormidaveis; e o
a permanente dusurgeniaacio da guarda nacional, era
o serrn lompirarias a noiupai Oes dos respectivos oli-
eiaus. Ao olhos dos que leeui esludado o corar,'3o hu-
mano, nao era pos-nel que ofliciaes leudo em perspcc
ti va a domi '

de qualro anuos tives&ein o necessario zelo para de-
seaipeahir os seus deveres, ou podessem adquirir
disciplina, n inslruccio, a pralici precisa, para que a
guarda nacional se tornasse una (orga verdadeiramente
til. A observado poroutra parte, de quo os nossos
anlepassados, quando nomeados ofliciacs nunca per-
mu o, poslus scuo por erimes, que os degradassem,
o que pelo contrario tinho constante accesso por onde
podan conseguir coosdoAco na sociedade e deixar aos
liilius um titulo de bonra, fez com que desprezasse-
mos as patentes temporarias da primuira organisae/io
da guarda nacional; o zelo dos que al consegu rao
(oi tal como devia ser, e o governo nao pude contar ja
mus com a guarda nacional por riis esforcos, que
multiplicaste, por mais actividade que desenvolvesse,
por maisordens que publcasse. Foi necessario sabir
de (fio calamitoso estado, que inutilivata a (orea pu-
. i'.i e l'iiralnata a accao do governo, tirando as no-
meai/dcs dos olliciaes aos guardas, levados ordinaria-
mente de suas paixcs, para entregarlas no governo
svmholo dos interesset pblicos, u beui assim azendo
vilalicias essas patentes outr'ora to regeitadas por
quantos deltas se la/nio mais dignos.
Ora, sendo estes os Tactos reconbecidos pela razoe
pela observacio, e bavendo V. Exc. destruido essa vi-
talicivdade dos postos, que Ibesdava valia e eslimacio,
retor rendo un meto das rclormas e inutilizando osac-
cestos, Torga be concluir que V. Exc. lia contribuido,
mafl poderosamente do quuemgerul se pensa, para
csse primitivo, desgranado estado, de que esta provin-
cia foi a primeira a sabir pela sua lei de 14 de abril de
1856, dando aos mesmos poderes nacionacs o bom
cicuiplo, que elles abracaran pela resolucao de 9 de
outubro de 1837. Co n elTeilo nao v V. Exc. que a
guarda nacional nao pode ter aquella disciplina, ins-
t.uccao e rcgularidade que sao mistar, para que satis-
Inca os seus lins, se os presidentes das piovincias conti-
nuaren! diariamente nesse desattro'0 systema de mu-
dancas repetidas ? Nao julga \ Exc. irrisorio, que a
propria presidencia cubra a provincia de ofliciaei acti-
voi e relormados ao meaino lempo que Ibu Talto solda-
dos ? Em queveio a lucrar a provincia com cssas co-
mearles Telia por Y Exc. em batalhes intuiros, des-
de o atieres ate o coronel cbeTe de legio i1' Nada, ab-
solutamente nada. As cousai licaro em peior estado ;
porque oa proprios odiciacs que V. Exc. nomeou, co-
nbecendo a instabilidade das cousas polticas, e preven-
do que, se o actual ministerio cahir, o presidente Tu
turo nio poder resistir todas as reclamarles que le
llie bao de necessariainentc fazer, para obter-se a re-
paracao das injusticassoflridas, ja preientem que o la-
tal exemplo dado por V. Exc. Ibe servir de desculpa
para assentir aos votos de seus co-rcli"ionarios, e que a
espera de suas rclormas, vao e intil be o zelo que el-
les livercm no pouco lempo em que gozaren) dos pos-
tos. Equal o resultado de ludo isso ? Uesuutorar V.
Etc. i uns cidadaos por espirito de partido, e comear
outros por espirito de patronato, destruir todo o esti-
mulo pelo qual os olliciaes prucuravao tornar-se mais
dignos do accesso aos postos superiores, u da conside-
rado do gov 'rno. banalmente sena mais decente, mais
conforme aos principios de urna boa administrando, que
\. Exc. sem nada innovar, sem concorrer para esse re-
sultado que indique), aguardassu essa nova lei da guar
da nacional que tan lo se espera, e com ella lizesse es
demisscs, reformas e nouieagoes, para que se acbasse
utorizadn. Todos sabemos quo a guarda nacional do
. centro be oa lealidade smente nominal, poisquea pe-
nas se compon de olliciaes, e os sollados ou nio exia-
t.'in si nao nos mappas, ou su existem, nao esto arma-
doi. Tardados, disciplinados, neto mesmo conbecetu os
seus olliciaes; o nao s V. Exc. nao tornasse sobre si o odiozo de relormar a
hincns que ncnliuin mal fa/.io, subslituindo-os por
outros que neiibum bem podern lazer i' Que soflregui-
dao leve Y. Etc. em mostrar a (oiea de sua autoridade?
para que Tazer duila (o grande, desnecessario e al pre-
judicial apparato ?
Julga Y. Exc. a caso, que procedendo desta maneira
cons guir o respeito dos poVos ? Engana-se mauifes-
lainente. Nos lempos actuaos, em que se lem proclama-
do a iiberdade moral e poltica dos cidadaos, otnguem
daar de avahar 08 actos da autoridade pelo seu mri-
to intrnseco, pelo que elles realmente valem, c nao
pela Lote de quo prucedem. A consciencia publica
prcscruta-lbes os motivos, avalia-lbes as consequen-
cus, impoe-lbe o estigma da mais severa repruvacau,
ou sella-oi com elogios, conforme sao ou nao contra-
Urna das mais poderosas causas, que concorri. o para jjpovo acaba sempre por abracar ama causa que conta no
bres defensores.
Persuade-so V.-Exc. que obter amigos e agradeci-
dos ? Illusao fatal Em quanto roquer empregos o en-
zaine de pn tendentes que se ro;ao pelos seus saldes, l-
mente appellio para a bondade, a generozidade e equi-
do, gozando de suas patentes pelo limitado espaco dade de V. Exc; allio-lbe de eterna gralidao e reco-
nbecimento, alroao 1be os ouvidos com sons de encan-
tadora seroia, para que Ibes delira fevoravelmente, re-
lerao-lhe visitas; mal urna vez obtido o objeclo de seus
desi'joi, ei-los que nio o procurio mais,- sob o pretex-
to de estarcm todos no cumprimento dos seui deveret;
ei-los dizendo ao principio mansamente, ao depois em
alto e bom som, quo nada devem ao poder, mas sim s
suas bahilitacGes; ei-los alardeando que o poder l-
mente fez reconhecer a justo a que Ihes assistia.ee que
para isso foi elle estabeiecido ; ei-los finalmente mu-
dando de linguagem, cortejando as potencias que vo
assomando, e ale esquocendo se daquelle que os lirou
de sua miseria com flagrante injusticia, e deo- Ihes meios
honestos do subsistencia. Demos poim que V. Exc.
adquira alguns agradecidos, talvcz os menos pretencio-
sos, o os mais obscuros de quantoi protegeo; o que po-
rm nioeneberga no reverso doquadro, que forman?
inimigos rencorosos, que entretanto poderia deixar de
ter cOOWpUltO procedi.ento.
lie vsjade que \ Exc. lie diariamente coberto de
elogios pelas folhas do partido que ebra^ou ; mas nao
julgue V. Ex. quo ellas s*o o orgao da opmiao publi
ca. Nao; que se engaara singularmente. Interessi-
dos em ubterem os lavores do governo, em desvia-lo
cadavez mais dos seus adversarios, em levantar entre
estes e V. Exc. um muro de bronze, irato por todos
os meios de o comprometler na senda cstreita, quo
V. Exc. se encaminbou, e pein-o assim entre polticas
(oreas caudinai, donde nao poder sabir jatiris com
honra. Ossipfioi* dessas lolhai, e doi seui sagazes di-
rectores devrlo poitanto ser para V. Exc. os mais sus-
peitos, e nos seus cffeitos os maii perigosos. Desde que
na nossa (erra socrearao, eslabelecerfio e extremaro
osj>aitidos, sempre notei esses elogios ; mas apenas vi
que smente para poucos administradores, elles dura-
rao lin do tempo do leu governo. Itepilla portanlo V.
Exc. para longe do si esses aduladores e lisonfeiros que
o ccrcao, e queLonum jiublicum amulantes, pro
tita gisque fortuna ceilabant como diz o grande
historiador Sallustio.
Eis quanto tenbo a diz r V. Exc. sobre este ponto,
concluindo por kmbrar-lbe que mais do que os elogios
dos partidos, mais do que a gloria de ser chele de um
delles, vale o amor desinleresiado dos povos, essa opi-
mau livre, esie concert espantaneo de vozei que se
ajustao em celebrar os louvoies do bomem virtuoso, co-
mo diz um escripto, e do administrador aclarecido ac-
crescento en. E ser islo nada para V. Exc. i1 Nio o peo-
so, antes espero que V. Exc. anda reforme o seu mo-
do de governar.
Sou
De V. Exe.
&c. &c. &c.
. C. M.
dito, njii-He nh:ado a dar i-xplioacSn ao Sr. eicrp-
lor do Carreta dn eidado, que nllimarnenlo, fallando do
invciiinrio do finado Beato Antonio Dominajnrt, diise
ler Wo elle demorado, e que runiinaaria i--lo, t que
habilitaascm rectos lierdeinm; s que a|piin aoonteoe-
ria. porque rare -anua de jualico.
Ora, parece, polo que- lis o Corris, qu niio frfio
exactas *a inrWinacfiea, que Iho preatrflo; e por un,
vou r.ariduaamente csrlarerrr o que ha obre o caso.
Principiei. cuino tclameuteiro do finado Deniingues,
a dar bent a intentnrio, tul oiilo interrumpido pelo Sr.
procurador-Hical, que requerco fcqneilro nesica bem,
aob pretexto de seren de ausenten: o que leudo aido em-
bargado, foi por fin mandado levantar liontem, e de
pnis beque poderei prosegua; tlns termo de iuvent.i
rio, jjurm ru abrigara a iiio.
llevo taiubein declarar, que nio aou do numero dos
que teein boa vontade a beranca, como j diiio o Sr, ea-
criplnV, que havia muila gente boa; anu leaiamrnteiro
maia por amiadeao finado, que por ontro qualquer nio
livo; por ora uio tenbo sido iiicomrt(pdadu com eilacto
do berdeirua, quo se queirSo habilitar.
Sio eatas aa explicaee,' que tenbo a dar, como ad-
ditamento de noticias ao Sr. escripiur do Correio.
Com a iinfcisci dettaa liulun tiiuitu ubrigar no scu
etc. Jos da Silta Saraiva.
Keeife, 12 de sclembro de 1845.
______COWIVlEftCIO.
Consulado.
I! FN DI MENT DO IIIA 12.
Geral1:250j)71 Provincial407*726
Correspondencias.
PRAgA DO RECIPE. 13 DE SETEMBRO DE 1845.
AS TRES HORAS DA TARDE
REVISTA SEMANAL.
Cambioi As traoseccoes da semana lorio pequeas, a
26 d. p. 1* n.
Assucar Nio loltreo alteracio de preco, e ai entra-
da! continurio mu limitadas.
Algodio Contina diminuta a entrada, e houvro
enda de 5j"0I) n. a di. de 1." sor te.
Ago'ardenle Vendeo-se de 40* Wj n. a pipa da
caiaca.
CouroiHa abundancia doi da provincia, continu-
ando oflerecidos de 120 125 rs. a libra.
Sola Yendeo-ie de 1 900 2t rs. o tneio.
Cbifres dem a 3a rs. o cenlo.
Bacalbo A pouca extraccio que lom bavido, Taz com
quo inda exisUo 700 barrica!, apezarde
nio ler bavido entrada; e conserva o preco
de I O 1 o rs. a barrica a retatho.
CaT Vendeo-ie de 5* 3*400 fi. i.
Carne tecca dem de 2600 3j n. a do Rio Gran-
de, e de 2* a 600 rs. a de Buenos-Ay-
res ; leudo entrado durante a semana dous
carregamentos, um de cada um destea por-
toi; com os quaes o deposito be de 42,000
eros : pauageiros Rrasileiros, liento Jos Aliei( 2
criados. Francisco Jorge das Chagas, Carlos ABi0
*oio Corges, Carlos de Ereitas, Josa MartiieNle Me.
deiros, Hanoel Flix da Crux, Luiz Caralcanti de
Albuquerque, Flix Jos A Ivc* deOlivoira, Maooe|
Jos de Oliveira, Theodort A Ivs de Oliveira
Francisco Estrella Cabral.
Porto-Alegre ; brigue braiileiro Flor-da-Fe, capuj0
Antonio Ribeiro de Almeide, carga sal, assucar i
ago ardente ; pasiagoiro Poituguez, Manoel (Jon-
calves Neto, e 2 cicravoi a entregar.
Capitana do Eipirito-Santo ; pataclr krasileiro Es-
padar!, cpitlo Jos' Cazaveque, carga sal e oiaj,
generoi.
Londres; barca ingleza Parifield, rapitao Jaraei \rVhj.
'teiide, carga a mesma, que trouxe.
iVaeof suhidos no da 14.
Babia ; sumaca brasileira Mova-Aurora, captj0 Do-
mingos Jos da Silva Papalina, carga varios gneros
Haranhio ; brigue-oscuna braiileiro Laura, capitig
Antonio Fe reir daSilva Santos, carga varios g-
neros : passageiros, Bernardo Joaquim Piolo, Jostl
Allomo Poreira, Brasileiroi; Amaro Rodrigues Lo-
pes, Portuguez.
Rio-de-Janeiro-,lumaca mizade, capitao Manoal An-
tonio da Silva Guimaraes,carga vanos gneros: pas.
sageiroi, Carlota Mara Vianna Cmara, con. 2 Ribos
menore, e 5 oscravos a entregar.
Editaes.
rs. fedactt res. Nao posso deixar de protestar
contra urna mentira com que se sabio o Sr. Lopes Ala-
chado no Azirague n. 3, quando diz : que elle
me matou a fume por me haver supprtdo,[quando eu era
estudanle.sendo tnisterque meu pai tnesse o ordenado
uu senador para lbe_-^pagar,r no Rio de-Jaueiro -:
nao sei se su bem cabidas essas expressoes de que usa
o Sr. Lopes Machado, e se o negociante que supprio a
um estudanle por ordeni do seu ppi, apezar de con-
lessar que j lu pago, pode dizer que matou a fume
desse estudante; porque no inestno cuso em quo estou,
estilo todos os ustudantes; porin o que eu neg beque
o Sr. Lopes Machado me bouvessesupprido: us nego-
ciantes que me suppriro quando eu era estudante, lo-
roos Sis. biKa A Companbia, e Jos Ramos de Oli-
veira : quando vitn da Paialnba, aonde meu pai se a-
cbava cotrro presidente dessa provincia, elle me deo urna
carta de rccomn.cndacio para usen amigo, o Sr. Jos
Lopes de Albuquerque, que era prente ou sucio do Sr.
Lopes Machado, e dessa carta, apezar da Iranqueza do
dito Sr. Lopes de Albuquerque, apenas mu aproveilei
urna vez para obler urna pequea quanlia ; nao neg
que meu pai uevesse ao Sr. Lupes de Albuquerque, e
que o dinbeiru cun que Ibe pagou losse do ordenado de
senador; mas u que aflirmo be que o Sr. Lopes Ma-
chado ounca me supprio quandu ej era estudante, e
que apenas conbeco de vista a esse Sr. que me matou a
lomo. Sou, ele yule Thomaz flabuco de Araujo
Jnior.
uxMarMraim
?em paites publicas; lie capaz de dizer: Pcrca-se ante
n unilo do qistaiiiii camnphou !
t SeJaJ reapondoo Fabu com urna risadinba; fazc
eempre quo mu venbn elle \ir. Joro-te ante Dos o an-
te oa horneo de nada fazer aeiu a aua aupromCo,
Neaae caso triumpbl ru, o tu et salvo. O Aver-
no, quero diier, apoltica vaflargar apresa. AUeluia!
Lia cuiuo jiilgvfto Allegroni. To bem havia repre-
si'iilud o < u papl, que oa sen proprios amigos, au
un no aqucllea que romo Errante nao ertu iniciado
nos tenitei myslerioa de Sao Paulo, s viiu nello o lio-
ucni dua euinateo. Nfto tardnu elle em app.ireeer ciu
oaaa de pintor* pretexlo de vr-lhe o quadros, e leve
com o fugitivo una mui curia conferencia ; apenas ua
iierdeo do vista por alguns minutos o curiuao Errante,
purera lambem tuais do que io nao era precise para <>
que tiuliu a fallar, que c entendiau elle por nieiaa
(talavias, e o olhuS adeiinhavao na falla dettaa; por
que aasuai almas cstavo de intclligeucia, c oa coruiaies
liles haliao unisono.
Reculliido a aua casa, convocou Allegroni para a met-
i i ooule una reuuiSo dua Beali-Pauli, cumo porom te
nieatu que o roebedo do Mao-coiuellio Itie au nffere-
ceat um retiro bem seguro, niarcou au adeptoa para
lugar da aaaemblca urna dat eavern.it do monte Ervx.
Era j noiite ; una dettaa iioutc ainiatrat que e'uuvi-
Srs. Redactores, (iuinu tuu zeloau du meu bom cre-
mni -1 rjjaT^*y iTHrmry-*~r*ra""MatatatieaaataitiwK
dot. Nao era uin reo da Sicilia, pnrin un eco ingles.
Gruesa! Utiveni au arratlavio vajjarusua no eapaco, e ea-
aa aoiubrin inaaat ubscureeio at a nbiina estrella do
fiuuaiueiitu. O Eryx que to rudiwe>viuiut urna tarde
ao por do au!, lUergulb.ido jazia eiu espesaa trevaa; tao
profundo era o ilem io, quao fnebre a obacuiidude .
apenas e ouvia de milito c:n multo lempo u rilo lgu-
bre o ronco do xufraiijru no rueliedo; depois ludo ae
callava, eanatureza fieava aoni voz, aem muviiuoiito,
aem respircau, ul> o geladu ampielo desaa nnulc e-
pulvbral.
Deste mudo rolar o glubo no acu ultimo dia nos o-
curoa liorrore do vacuo, quando o sol eilinclo no fun-
do do reo llie nao enviar mais nem luz, nem calur ; tu-
da a vida eutao lera eoaaado para elle, pureni o univerao
iin morro: oa mundos, os avalentas teem como oa liu-
inena, cuino us puTua, suaa geracea : exliuclu mo sol,
Ootru au alluinia; e nascidus por aua vez para a destrui-
rn, norus planetas percurrcui em torno de nuvoa aoca
o eyclu fatal e definido de acua destino,
A caverna cscullnda por Allegroni pira a reuuiao doa
Beati-I'aoli era a fumosa gruta de Pulypbuino, a mesma
onde, aegundu a opiniio do noo apirntiasiiuo aiuigo
Scliiuina, paatuu u tragi-coiuico ejiiaodio d,t,Odyca,
que todo sauem de rr.
Abena sobre o mar, a cyelopira gruta be cavada un
Enxada dem de 600 640 n. cada urna.
Espingardas dem de 4/2(10 4ju00 rs. cada urna
lazarino.
Eslpa Fall.
Farm ha do trigo Enlrou um carregamento de 1,700
barricas doi Estados- Linidos, de marca ga-
lego, que se vendeo a 17,> n., e ai vendas
continuao regulares.
Dila de mandioca Teem continuado as entradas, e.as
vendas teem variado de'iylOO io'i20 rs. a
sacca.
Feijio Yendeo-se a j n. a lacea.
Potassa dem a 240 rs. a libra.
Sal estrangeiro Nio ba.
Tabaco maependim Vendeo-se de 5200 8# rs. a
v conforme a qualtdade.
Toucinbo O ultimo vindo de Lisboa vendoo-se a
Na,'00 rs., nao bavendo presentemente; e
o de Santos se est vendendo de (JaoOO i
6800 ri. a @,
Vinbos Ha geralmenie (alta, principalmente do de
Lisboa marca l'lili.
O movmeoto do porto durante a semana foi de 8 na-
vios entrados, e 12 sabidus, existindo boje no porto
68: sendo 59 brasileiros, 2dinamarquezei, 1 Trancei, 2
bespaoboes, 1 porluguez, 2 sardos e 1 ingles.Ten-
do mudado para bandeira brusileira o brigue Trancez
Jomtaux.
..lovimeiito do Porto.
.'Va nui tahidos no dia 13.
Ass ; briguo brasileiro Fiel, capillo Jos Rodriguoi
Freir, carga vario! gneros : paasageiros Brasilei-
ros, Antonio Cezario Alve de Lastro, e 2 criados,
llano de Alhayde, com 1 lilho, e 2 eicravos, Joa-
quim Jus de Oliveira, e 1 criadu, Pedro de Barros
Dantas, Manoel Antonio da Fonseca, e Antonio Jo-
s da Fonseca.
Aracaty ; sumacabrasileira5.il/urin-Boa-5o/ie, ca-
pitao Jos Joaquim Alvcs da Silva, carga varios ge-
jisrsa. laartram-r ->jatnftta
dao uosirieidio, ao enme, elancio vagos lamorea no eo-1 flanco do roebedo na maia Sol llana parto du moiiie
racuu das aeutiuellas perdida, e dua viajante! tranavia-| Eryx, o era a ultima circumelancia que a tiulia teito es-
colber por Allegroni; |iara mais teguranca, a entrada
havia aido enuuberta com ramos e heras, Una ao locha
alliimiava o interior, edeitava no escuro a maior parte
da aiaembla. Os adeptta trazio a aua tnica prea de
capuz, u a carabina escondida por baiso. O presidente
abri a settfio pela oraco do costme ; depuia do que o
oavallciru Vito Vitali luinou a palavra, e deo circuns-
tanciada cunta da sua ronalu depalernui. Quando elle
coueluio a sincera coilfisso da dupla derrota que expe-
rimentara, Allegroni retpundeo'llic:
O tribunal he justo I poia que au foi por culpa
vuata quo u marquei Arlali cteapoii deata vez ao caati-
go qnellie ettava reservado, periuittir-ac-vos-ba, caval-
Iciru V ito Vil.ili, quo rollis experiencia ; pui'iu, to-
iij.ii trntido, te elle escapar terceira voz, por falta voa-
,,i n nio, o tribunal deaignar lulrnexeeulor; vt te-
rcia declarado culpado de leaa juslica, e como tal tirara
voisa vida etu poder do ninrojiez Muiigilcprc, detenaoi
do coiidemiiado.
Vil jI iiiolinuii-ie rra tignal de rciignacao.
Quantu aedieao, prosegllio Allegroni, damoa-vu
plena ahsoUicao : ningueiii be culpado por obedecer
totea da circu'nittauciaa e iiupuriota lei da ireceatida-
de tueale o votto dever, e beiu-merecostes da Ordein ;
reeebei nono elogios u agradecimentoa. Sim, niait va-
le nina demora, du que una derrua lia oaiot em que a
precipita;au lie maia que urna falla, em quo lie m cri-
me, pelos funestos icaultados que apt destarraste.
O Illm. Sr. inspector da' theiourari da fatenda
desta provincia, em cumprimento da ordem do tribunl
do thesouro pubfico nacional n. 107, de 23 de agosto
ultimo, abaixo transcripta, manda fazer publico, que,
do primeiro-de setembro de 1846 em diante, se pria
cipiar a lser, nests provincia, o descont de que trata
o artigo o da lei de fj de outubro de 1835, as notn
de 2,000 rs. da 1.* estampa. Secretsua da tbesourarii
de Pernambtlto, 13 de de setembro de 1845.
O oflicial-maior,
lanado dos Santos da Ponteen.
Ordem a que se refer o edital supra.
N. 107. Manoel Alves Branco, presidente do tri-
bunal do thesouro publico nacional, conformiado-se
com o parecer do conce|heiro de estado, inspector geral
da caixa da amortisacio, ordena que oSr. inspector da
tbeiouraria da provincia de Pero ambuco mande 10-
nunciar pelos periodicoi, e por editaes, que, do 1 'de
setembro de 1846 em diaote.se principiar a Tazer nei-
sa provincia o descont de que trata o artigo S da lei
de 6 de outubro de 1835, as olas de 2,000 da 1.'
eitampa, mandadas substituir pela ordem de 27 da ju-
Ihe do anno panado; devendo o mesmo Sr. inspector,
logo que receber esta ordem, transmitli-la a todas as
esiaces de lazenda da provincia, para lazerem os com-
petentes annuncioi pelas folhas onde ai bouver, ou por
editaes, a fim de que se tenba disso couhecimento un
lodos o lugares da provincia, e tenho os seus habitan-
tes o lempo necessario para ai apresentar na Ihcsoun-
ria. O que o Sr. inspector cumprir. Thesouro pu-
blico nacional, em 23 de agosto de 184o,Manoel
Altes Bronco. Cumpra-se.Tbeiouraria de fareo-
da de Pernambuco, 12 de setembro de 1845 Silra.
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria das tundas
provinoiaei convida pelo presente s pessoas que se qi-
serem encarregar de fazer o lornecimento dos ohjecTos,
abaixo descritos, para a enfermara da cadeia desta ci-
dade, a comparecerem na sala das essdes di mesma
tbesouraria no dia 17 do correte, ao meio da, com ai
luai propoitasem caria Techada, que lerao aberlas era
preienca de todoi o concurrentes.
12 colxdei de riscado de linho, com S palmos de
comprimen lo e 4 de largura.
12 travesseiroi do mesmo riscado, de 5 palmos de
cumprimento e um* mi travesa de altura.
12 cobertores do lia.
48 lenQes de brim de 4 varal cada um.
24carniza! de dito de 2 1/2 dilascada urna.
Secretaria da tbesouraria dai rendas provinciaesde
Pernambuco. 13 de setembro de 1845. U secretario,
Lun da Costa l'ortocamiro.
DeL'laracoes.
O Illm. Sr. inspeetor do arsenal de mariaha
manda Tazer constar .. que, em cumprimento d ordem
do Exm. Sr. Presideot lem do Tratar urna osvio pa-
ra conduxir a ilba de 'Fernando 800 saccas de brinha,
e maii alguns objectdt; assim como vanoi empiegi-
dos, e praca de primeira linha que teem de seguir
para all ; devenrfS o navio, na volla, trazer ai pncaia
degredadoi que por ventura tenho de regressar paf
esta edade e a porcio de pedra de calcar, que po-
der carregar ; .oque, em censequencia receberinei-
la secretaria no da 16 do correte, pelas 11 >ori
da maobia as propostas, em cartas lechadas, dos
quo, tendo embarcarle! com capacidade para o (im nv
dicado.as.queiro fretar ; declarando se n'ellasaicoa-
dices sob as quaes pietenderem fazer o conlnhx__
^tmtmssMmsmaMsmsms:sa~m. .; -.7B^^aili*lS^
Oh! e o que lio em fim um dia do mais u de mcnn
ndo a vioturia he certa? Peraoverenrut, mena ir-
f......... o l'uluru lio
qu
mo
teubamot cperum;a
noaso.
Amen!
cruz.
M
reapondoo a asscmblea fazendo o HgM
Agora, proteguio o prealdenle, vamos preceda*
tnlemne recepcao do no.iphyi que deseje ser inwWP
cm uoaao auiitot u.ytleriu.. Paiguiilar-ino-hei.
duvida porquetaoto te teui elle tornauo digno d"
bonra? Ho elle mea ni o quem o vai dizer.
A'cataspalavrat o recipiendario ubogoo-ae par
meio do circulo, e toiuou apalavra no meio de pror
do aileneio,
Se |>ara obler, di.tc ollc, o favor du tenlar-tm- en
re va, bastara smenle amar a Sicilia e detesta! "
desea, eu reclamara, como divida, o primeirn lugar eaa
ir '
^ I Cien, = a vvawtw...-, ~~------.....-
oato aeio, porque nio lia bi quem consagre "^ ^
tao
iu-
ardrnle amor a nutria, nem masa iniplaeavel odia
aeua oppreaaorea. Ouiro ttulos poreui. creio eu,
neretsariot, paro obler a vutta conllaoja ; q"W"cr
de dizer : iio a Sicilia, aborreco oa lugleze **
ta dize-lo, convein pr..v..-lu. Sab. i poi, que le"'*
abalea
ap-
vosta preaeuca, o vu.gad..r da Hpagnwla, o que
all a iiituleucia ingleza. atta-voa rale Ululo.
A" esta al?roa um murmurio nao eqmroco nruvacio percurreo pela at.smblea, o tetlemutiHO-
sympaihia deque era objeeto o nuvu adepto.


3,-r
Secretaria da impeccao do reinal de marinha de
p.'rnambuco. 13 deietemf>ro de 184S O lecreta-
,., xondre Rodrigue dos Anjos.
_ O arsenal de'guerra compra vassouras de timbo,
Jiras de Angola o penachos de la para barretina
iasuldado ; <|aem estes cenen liver o quiser or-
, ,,r mando suas propostat oa carta lechada a esta
"Letona nt,; 0 dia 18 do frrente mez ; bem como a
csa. a quem oonvier fazer o ditos penachos, poder
fin niesma directoria ver a amostra.
pircitoru do arsenal de guerra 13 de totembro de
,slj,_ No laspdirnento do escripturario o ama'
notase JoSo Kicard) da Silth.
CoMPANHU DO BSBERIBE.
\j ib tendo etlectuado no dia 10 a reuoiio em as-
iPiibla geral eitraordinaria da companbia de Be-
lurihu, s3o de novo convocados os Srs. accionistas
a, trca-reira, 16 do corrente, as 9 hora* da manhia.
' escriplorio da meirna companbia. Recife. 13 de
,elembrode 1845.O director. J. J. de Oliveira
_0s Srs. accionista* do theatro publico deata cidade,
que inda nio alisarlo o pagamento das accoaa que
lubscrevro.queiro ter a bonoadede manda-las,iatis-
ferem casa de Jos Ramos de Oliveira, thesoureiro
do relerido theatro.
Avisos martimos.
Para e Rio-do-Janeiro seguir breve o brigue
escuna Isabel, capitao Joaquim Antonio Gadro: quem
no mesmo quizer cirregsr. pode tratar com o mesmo,
oacom Amorim lrmSo, iua da Cadeia n. 46
-iPan o Ass, tocando nos Touros, segu o brigue
Saudadcs-deSantoi; recebe carga e passageiros para
imbos os portas: quem pretender, dirija-se ao copilfio
do mesmo a bordo, ou oa praca.
=-. (uem tiver alguma conta contra o hiate nacio-
ml Especulador dtrija-fe ao escriplorio de Le Bre-
Iud Schramm & Campanilla, dentro do'prazo de 4 diaa,
pira ser paga.
Paa a Bahia o brigue Generoso dando o lempo
lagar, sahira a 17 do corrente.
-Para o Rio-de-Janeiro sobir, permitindo o tempo,
india 1G do corrate o brigue-escuna Fama: o que
Kaz corto aos Srs. passageiros e carregador *.
Para a Babia segu brevo o brigue Generlo ;
aJe receber alguma carga : quem pretender, pode
ealender-ie com Amorim Irmlos.rua da Cadeia,n. 45.
Para a Babia aeguecom brevidado o brigue Phe-
iVo: quem no mesmo quizar carregar, pode entender-
leconi Amorim Irn.os, ra da Cadeia n. 45.
Para a Babia sai em poucos dias a sumaca na-
cional Sania Anna : para carga o passageiros. trata-
se cjm Novacs & C ruado Trapiche, n.34.
Para o Ass segu viagem, impreteriveluicnte t
odia 21 do corrente, o patacho brasileiro Amaionai
forrado, o encavilbado de cobre ; recebe carga e passa-
geiros, para o que tem esceilentes commodos: trata-se
com o capitao Jos da Silva Neves, a bordo, ou oa
praca do Coinuiercio.
Para o Ass segu, com brevidade, o patacho S.
Joi Americano, capitao Jos Antonio Maltosinbos :
pin carga, passageiros, e eioravos a frete, dinjio-ae
a Gaudino Agostinho de Barros, pracinba do Corpo-
Santo, n. 66.
Para o Ro-de-Ianeiro segu, com brevidade, o
patacho Paquete-do-fio, capitao Jos Mara Beges :
pira carga, passageiros, e uscravos a frete, dirijao-su
a Gaudino Agostinho do Barros, pracnha do Corpo-
Saoto, n, 66.
Para o Maranho sai impreterivclmenle, domin-
go ll do corrente, o brigue-escuna aura : para car-
ga e passageiros, trata-se com o capillo, a bordo, ou
com Nones & C.*, ra do Trapiche, n.34.
= Vende-se o brigue nacional Independente lor-
iado de cubre de lote de onre mil arrobas pouco
mus ou menos, ebegado ltimamente do Rio-Grande
ilo-Sul; aclia-se fundeado prximo a ponte do Rccilo ,
no lugar da descarga da carne : a tratar com Gaudino
Agostinho de Barros alraz Corpo Santo, n. 66.
Para o Ceara segu com a maior brevidade pos-
i'el, por ter a maior parte de seu earregamento promp-
*a. o patacho nacional Lauientina-Biatileira, capitao
Antonio Germano das Neves: quem no mesmo quizer
rregar, ou ir de passagem, dirija-se ao seu propie-
tario, l.ourenco Jos das Neves, ra da Cruz, n. 64,
ou ao capitao.
Leiioes.
'Avism diversos.
James Crablree & Companbia farSo leilo por
intervenco do corretor Oliveira de ubi sortimento
d fa/endaa inglezas, toda proprias do mercado : ter-
{-leira, 16 do correte as l horas da manha em
punte no seu armazem ra da Cruz.
Kalmano A Rosen.und lario leilio por inter-
'en rendas inglezas francozas suissas e allemaes de
"i, nda, linho e do algodao modernamente im-
poiladas : quarta-feira 17,do corrente as W horas
da oaotiSa no seu armazeni, ra da Cruz.
^''^"^"TjrtjMTBBEiYaj/iiiiii" layJiijlHiiarssrgL ~''
' Bem vede, oiintinuoii l'abio, que nao dnvido dar-
pinhurrs, poiidu-roe n ruerr viiua, Que tenho a le-
<*" Na aois ludo*niinudoa do mesmo espirito, das
tanas *iii|tanoai? Nao me invejajs lodos aventura c
8'......de Imver derramado aligue ingles, en quinto a
"Su i ti, r. xenios om liuliicnuato al. a ultima gnttn no *!
I*> da patria ? Da esperado, di prospero-, qm- larde
l*fara i medida da miea impaciencia Mus lia de rayara
f* tuilu aqui, ealo tora d'uqui, no-lu est nsu-guran-
''" a a jiitlica lera aeu cursi. Envi.ii-me breaba ; in-
Wai-iuo i) pnalu niais pr>rSo lie n graca imica que
Je '"iiollicitu. A inim menn> |iriniielli sulemnemcnle
''''''Suir-me pur un aican brilluiule ma mua vea-
l'"aa >jue preparis; quero, deto, e nitiniileiiume au|i~
Pilco tu t-u qiiv nau triif lie iinnlia csperaaiC*. So pere-
rr'na empresa, i-rn miiiba morle glorionaf, e relevar n
""idnile da minhn vida. Sou mililar, vuaao acrviri.
I"'nliu nimba experiencia d.'a ucampaineiitoa e do ul
'"'" Se precisaia de un iiialnuiieiilo egnro. reaolu-
o. rdevolan para sublevar o tropa aiuilmnoa aquar-
aladaa em Trnpani un ni quW|er oulra parte, lenli
"rgulho de mejulgnr li.....eQi para iaao escofhfi san
'"'''I!", e a Misan raperanca nao aera engallada,
rabio e.i|| ._ Allegroni reapimdeo-lli
~~ l)M[:in Pal.:.. ..il.iua.l.i. t,K..n,,.la I TOS
~ (.ajiiiao Falli, anticipaste n propoala
jaeriainoa raier. |]a minio lempo, linvia cu |
"' *" u|boa para nduiir n Irupa, e arraits-la
que
poato eiu
M0 IIOISV
" OCLAStOR PU0LICOJ
Sabio boje ogp.'4-i, o acba-se venda na praca da
Independencia ftVraria ni. 6 o 8.
l'crgunta-au, so lio dado a_um hiatriio du llieatru
gonvhatalieo dirigir chiiacoa, e insulloa au publiob que
pagn para este o divertir, anda quaiido o fne.i (para co-
lorir a pieardia) discrihiinando cobarde e vilmente na-
uionaea d'eatrangciroa, aera quo por lio cmico proce-
der v dar com os osaos na cadeia.
As fortunas da >$ do patrio.
Ihn Portugus que aaaistiu a represenlacSu de 6 do
corrente, e que uto cagoou ao Talma-Copoeira, agra-
dece a eale u quinliau d'inaullos quo lheoouberio no
grande cliunillio cun que fui mimoseada a platea, guar-
diindn-os como de quem vem ; mas reenvia-lhc o termo
patricits, porqne, no sendo eiao dado como insulto, he
todava um titulo que deshonra por tal maueira, que o
So pude acoeitar.
O S. Gonealo iT Amarante.
AOPUBUCO.
Antonio da Silva Guarni, thesoureiro dss loteras do
theatro publico delta cidade, das dai matrizes do San-
tsimo Sacramonlo da Boa-Vista, e S. Antlo, e das de
N. S. do Guadalupe de Olioda, declara, que tem con-
cordado com o actual thesoureiro da lotera do semi-
nario em relirar osannuncios sobre a do theatro, para
por este meio facilitar a prompla venda e oxtracco dos
bilheles djaquella lotera do seminario ; e, logo que se
realise o andamento das rodal dosta, sera immediata-
mente marcado o da infallivel para a extraerlo da lote-
ra do dilo tbeatro, segumdo-se depois desta uina es-
cala regular, e invariavel cercadas rodas Jas dumais
loteras, de que be thesoureiro.
Sabbado, 13 do corrente, pelas cinco horas e
mt'ia da tarde desappareceo um preto ganhador com
o seguinte : um balaio do sipo redondo, com lampa,
o um sacco em cima contendo varios objeclos de la-
milla que iio embarcar para Olinda e do aico da
Conceicio desappareceo; cojosobjectos sao: larinba e
es no sacco urna lata com assucar, e mais dous
embrulhos com assucar refinado caf modo e em
caroco urna tigela branca com manteiga um pao de
satiao verduras, phosplioros, linhas, rctroz agulhas
n. 12, urna camisa suja urna toalha e unas chi-
nelas ludo dentro do dito balaio e lalvez mais al-
gumas miudezas, que tenhlo escapado : roga-se a
qualquer peisoa a quem ditas couias lorem offerecidas ,
de pienderem ou mandarem prender o dilo preto para
baver-se o que se desencaminhou.
- Continale a fazer tran
cem de cabello, de qualquer
modelo, atinis, fitas, pucei-
ras aderecos, &c ; ludo o
mais bem feito que he pos*-
vel : na ra do Cabug, loja
de fazendas, us. 4 e 0.
at Aluga-se urna cata terrea na ra Bella, com duas
salas, duas alcobas, e um quarto no centro da casa
cozinba fra quintal e cacimba : a tratar na ra do
Collegio n. 15, segundo andar.
=t que presta flanea a sua conduele para ensinar aspri-
meiras leltraslra da praca, annunciesua morada pa-
ra ser procurada. t
bina pessoa que lem bastantes conhecimentos
de agricultura te ollerece para ser administrador de
qualquer engenbo ; cujo lugar j lem desempeobado
com honra : quem de seu presumo preciiar. annun-
cie para ser procurado.
= D.i-se dinbeiro a premio com penhores deouro,
mesmo em pequeas quantias? na ra do Rangel ,
o. H.
= Vicente Thomaz dos Sanios, tendo de relirar-ie
desta provincia, faz constar a qualquer pessoas, que ti-
ver alguma caria ou obrigacao de lianca a que o
mesmo Santos seja responsavel para que soaprnente
a liquidar suas conlas a tal respeito, a tiras de se ileso ite-
rar de ditas flaneas; e quando por acaso deixe de com-
parecer no tempo de 3 dps (carao nullaa as mesmas
obrigaroes, sem que o dito Santos (que brigado a
paga- las, como por elle o faz constar.Recife, 13 de
sembr de 1845.
Aluga-se urna cata terrea com bons commodos,
na ra da Hangueira o, 3, ( entre a da Alegra e
Gloria): a tratar na ra da Cadeia-Velha, n. -(i.
ss Aluga-se a casa terrea o. 3 da ra da Vina
ci : a tratar na ra da Praia, n. 45.
Socitdade Mtlpomtninu.
O encarregadodas assignaturas das cadeiras lia me-
ma socieiudo de novo torna a fazer publico aos Srs. so-
cios que querer ter dieito as ditas cadeiras, Je di-
rig rem-se a casa do Sr. thesoureiro da inesma tocieda-
de apresenlarem suas assignaturas e tirarem seus
nmeros ; do contrario nao se escandelisem de nao
acbarem cadeiras para mal pessoas no dia do espect-
culo.
Vicente Tilomas dos Santos embarca para o
Rio-te-Janeiro dous escravoi, Francisco, e Ventura.
S (uem annunciou no Diario dt Pernambuco,
querer comprar urna vCnJa nova dirija-so a Joaquim
Pereira Jacomn que tem urna embargada as Cin-
ro-'PonUs, n. 160.
Arrenda sa im sitio polo tempo de fesla, ou an-
nual com grande casa para numerosa familia no
lugar dos Remedms,_ cti'ii bom banho no fundo do
mesmo sitio: a tratar na ra Augu-ta,D-5.
O NAZARENO N. 124
est venda na praca da Independencia loja do Snr.
Themoteo e na ra estreita do Rozario casa da F:
trat nteresiantei noticias do Sul, e da cmara salla-
dora que nos suouem peioresiado do que antes es-
lavamos quando govornavo os reorganisadores, A
Ha, Senhores.
= Lava-se e engomma-sa toda a qualidade de rou-
pa com perleic&n o por. preco mai* barato que em
outra qualquor parte : na ra da Viracao n. 5.
Quem precisar de urna ama ds> casa de homem
solteiro dirija-se a ra do Rangol, casa n. 21.
Alugao-se 3 casas torreas no pateo de palacio
do governo ni. 7, 9a 11, : os pretindonlcs, d:rijao-
le a ra da Cadeia do Recite loja n. 40.
= Roga-se por obsequio, a pessoa, que por en-
gao tirou um mano de cartas do correio vindas do
Norte pelo vapor mperalriz chegado em 31 de
agosto para Joaquim Pareira dos Santos Queiroz ,
cujo nomo foi publicado em o Diario de Pernambucu
do primeiro do crrenle mer, que sendo queira reli-
luir pode entrgalas na botica do paleo du S. Crur
da Boa-vista que ser recompensado ou deita-ln na
caia dn mesmo correio.
Procisa-se do um official de cbaruleiro, na ra
estreita do Rosario, defronte da igreja : queai Ihecon-
fiar, compareca para o juste.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. I do Atierro
do Boa-Vista, e tamboril se aluga ou vende-se o sitio
na estrada dos Adictos, e tambein vende-se ums carroca
com arreios para um cavallo; quem pretender, pode
tallar no mesmo stiojunto, ou no Atterro-da-'ioa-
Vista com Joaquim de Oliveira e bousa.
Aluga-se um sobrado de um andar com loja por
baixo o com muilo boas commodos no principio do At-
ierro-dos-A fugados, doronle do viveiro do fallecido
Muniz, n. 49; quem o pretender, dirija-se a ra do Li-
vramento, loja de fazendas n. 18.
s= Ensina se grammatica latina com loda a perfei-
co e em breve tempo ; e da mesma sorte philosopbia
e rhelorica : na ra Nova n. 52, primeiro andar.
Agencia de passaporles.
Na ra doRan,;el, sobrado n. 9, lirSo-so passapor-
lei para dentro e fra do imperio dospachao-so escra-
voa; ludo com muita brevidado e mais aommodo do
que em oulra qualquer parle.
= Alujja-se urna casa no Cachang com 7 quar-
toi, um gabinote duas grandes salas cozinlia lra,
um quarto em Laixoda cozinba a estribara junio a
ponto pensil : a tratar na ra da Cadeia do S. Anto-
nio por cima da guarda da mesma n. 30.
= A pessoa que annunciou, no dia quinta-feira,
querer comprar urna venda querendo pr urna de no-
vo, com commodos para familia, dirija-se a ra do
Aragao, n. 7.
Precisa-se de serradores brancos ou captivos,
para icrrareq^uma porio de mudcia de pinbo ; aliaz
iio Ibeatro armazom de tabeado de pinbo.
*m Alfonso do Quadros Bracetle subdito Portu-
guez vai para Lisboa.
zst Aluga-se um armazem com 4 portas de frente ,
na ra do Apollo n. 13, confronte ao tbeatrinho ; e
na ra da Moeda n. 23, um sobrado de um andar ,
com varanda de ferro pintado e prompto de ludo : a
tratar na ruada Madre-do-Dens, n. 24 ..segundo an-
dar confronte a groja das ti as 8 horas da manbaa,
e das 3 as 5 horas da larde.
= Aluga-se urna luja no Atierro-da Boa-Vista, n.
37 : a fallar no lerceiro andar da mesma casa.
__ Knsina-se primeiras Icllras, lalim, francez, e
msica, a 2*000 rs. por mez; o recebemso lambern
internos, a 11*000 rs. mensaes.sob leves condicoes : as
pessoas que pretenderem, dirijio-so a ra larga do Ro-
sario, n. 48, segundo andar.
= Arrenda se, para so passar a fesla um sitio na
Cruz-de-Almas de Ponlc-de-L'cba com boa caa
peragrando familia etchein estribara, quarto pa-
ra prelos bom pomar de boas larangeiras muilo ca
|j eoutras mais fruteiras com banho no rio Cap
barbe e muitJ perto : a tratar no hospital de polica
com o enfermeiro do mesmo.
= Precisa-so de dous pequeos I'orluguezes de
idadede 10 a 12 anrtos. pora caixeiros do urna venda
fra desta praca: naruadeS. Rita-Nova, n. 91.
= Aluga-se urna boa cosa terrea na povoaco do
Monteiro .para so passar a fesla com duas grandes
salas, -i quartos dous quintaes murados o porlao
para 0 rio cacimba cozinba lora quartos para pre-
los estribara para dous cavados; quem a pretender,
dirija-se a Boa-Vista, traversa do Verai, sobrado o. 15.
= Aluga-se o lerceiio andar do sobrado n. 10, da
HsasaasaaaaaBsaiasat^
parlido. A iniciativa quo toinaisa esle reapeilo vciu for-
tificar nuaa.ia primeiroa reaolurea. Novo adepto de S.
Paulo, eja tt-ila o v.uaaa vontade; mus prealai o jura-
mento aiimamenlal. Jurai pelo oeo o pela trra, permi-
ta Dos e peante os horneas, jurai at peina putcncioa
iiiforimea, que vivcreis il'ora emilianto, o mu rereis se
fur preciio, para a independencia da Sicilia, c n-geiie-
rafAo do genero humano, cunfornio fin da noaa la-
cro sanio inatiluicuo; Jurai que o peiisanienlo da rdem
aerio viisau, \<>s*a a aun Tonlnde, e que para o futuro
chara ella aeniprc cm vos develarlo, obediencia o rc-
signaeao.
J tinha Fabio a mi catcndldn para prestar o jura
mcnlo que lielle ao i-xii.i, quando llgeira bulla no mal-
illa que fe i liavu a caverna fes suspender a cerimiiin.
Allegruui mandn examinar oque lin.via por um dos a-
.islenlea, o qunl declarau uada ler dei:oberlu; nina re-
nuvando-ae logo a mean.a ulha, t'nrao oulrua doiiaas-
aialtiites dcaeoberlJ, voluraodizendoquen gruta es-
lava investida; sem aaberuru enm ludo pur quem, vislo
quo anbscuridade nada dcix.Wo distinguir.
Ignorando qu.il u inimigo que o eercav, Allegrnni,
para quem todos na olhos da aiseuibla se ha vilo vulla-
do, consultara entre ai que partido tumaria. Sun pri-
meara nle lora renislir a np, r torca a torea, ma en.
picsenca daa ciriumstaneina, aemcibanle delenuiiiacau
vr insensata; alm do que iienhaiu perigo narro bivia a
temer. Aa operacr dol BcnliPaoli arto tio inyl< rin-
sa, que era iuipoasivul provar a ana eiislenoia; pudla-se
quando milito, como Kirantc, auapeita-la. Tudo n
iasnva de viva uz; .iiI.i se eserevia : nao baria por
conse|uiiiie oem eorrespMiidenoia, nciii ocla, iiom pa-
pis de qualiilaileTalgdinj, nei moa so peca do convic-
i-."i,.; eqiianto no flagrante delicio, os adeptos do SSu
Paulo iirctiltavju-sa por trasloa membroa da contraria
dos Nubrea, iiitiluietu publica, oflirial, rodeada de ge-
ral respeito. Todas cslns 'citnaiileracca se aprcsClltarin
ao espirito du conde com a rljlides do raio : o reiullsdo
da sua deliberatao intima Foi unll eguridndc, que cuin-
inuiiieoii initautaneamente h assembla em virlude do
poder magntico quo obra sobre os hornera, ma que o
aibao, logo que aillo eni rcunio. So Fabio quera que
se lUliantaasa un cerco cm regr, e que se nao reniles-
sew, a clirgarcni I as colisas, seniu na ultima exlremi-
dnde.
Porque rmfini, lisia ello, du que serve carregar
carabinas, o nao be para terem uso ?
Modcroia Ibu lllegroni u ardor, o deraonslrou-lbc,
rom diflie.uldade, a iontilidade da sua corngom. Reoom-
mendou depois aos atsistcnlca que abnixnssem os eapu-
tes, e nln respondcsicni a pergunla alguma que llies po-
desse ser dirigida : ello se encnrrrgavn de responder
tudo e por ludo.
Dtrigio-se eolio para a entrada dt grulla, onda aohou
ra do Queimado ; a loja'e o segniulo aniisr do (.
ro, na ra do Amorim : a tratar na ra doOuoiiuado,
loja u. 9. i fe.
= D-se dinbeiro a preir.ii sobSipenhori-s da ouro,
i'U prata ; na ra do Hospicio n. !.
agencia de passapnrtes.
Na roa do Collegio,botica n 10.a no Atierro rk
Boa-Vista loja n. 48, tirao-se passirportos para dentro o
fra do imperio, assim como despacho so escravos: ludo
com brevidade.
Compras.
= tomprio-se, para fra da provincia escravos
de 13 a 20 annos sendo de bonitas figuras pagSo-se
bem; na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado do
um Rndar de varanda de pao, n. 20.
= Compra-se urna armario de loja ifue leja toda
envidracada ; quem livor annuncie.
= Compra-se um diccionario a atado ; oa ra
Nova n. 25. -
Gonipra-se o primeiro tomo do re
pe-torio da egislaruo militar, por Uay-
tmmilo Jos da Ctinha Mallos: na rita
das Cruzcs, loja de encadernar3o n. 3r.
Compra-se prata,velhar do lei; na ra das Trin-
cheirai, n. 18 _________________
Vendas.
JNa loja n. 4 da praca
da Independencia, venJe-se
rape prineeza de Lisboa em
botes e n.eios boles, chegado
prximamente em o navio
Rubim
A inda ha por vender um resto dos
billacles do Uto'do Janeiro, tuja lotera
lem de eorrer por todo este mez : na rua
da Cadeiii-velha, loja de cambio n. 38.
= Vende-se polassa muilo nova e di* superior qua-
lidade, em barris pequeos: na rua da Cadeia do
Rocife armazeii de assucar, n. 12.
= 'o cscriptorio do Francisco Severianno fiabello
A Filhu no largo da Assembla, veudo-se cal virgein,
cliegada prximamente de Lisboa em caisas pe-
quena', e birricns.
= Vende-se muito boa cera para igreja chegada
ltimamente do Ro-de-Jancro ; na rua da Senzalla-
Velba n. 110.
= Vendem-se saccas com milho novo a 1800 rs ;
no armazem do caes da Alfandcga, do Vicira Guima-
res e na rua da Cadeia de S. Antonio deposito da
larioha n. 19.
= Vondcm-sc laceas com muito boa farinha de Ma- -
ge a 4500 rs. ; oa rua da Cadeia do S. Antonio ,
n. 19, deposito da mesma.
= Vende-so azeite de carrapato de meia cansa
para cima, a 22W rs. : na praca da Bon-Viita, n. 13.
= .Na fabrica de papeliio, das Cinco-Ponas, n. 33,
ha para vender grande porcao do massoj de papelao de
lolba grande, maior quo do coslume, o o mais bem fa-
bricado do paiz ; e tombem se compra eflectivamonle>
loda a qualidade do papis, papeles e pannos velbos.
= Vendem-sosellins nglczcs pura montara de ho-
momoicnhora, cabecadus roldas inglezas e Irance-
zas ditas chatas broncas e de lustro talins cana-
nas ha rretinai, plumas, chores, bandas reas e infe-
riores espadas prateadas e de ferro com roca o sem
ella corrame de lustro barretinas para soldados ,
couro do lustro muito superior marroquins do to-
das as cores travesseiros do marroquim colcbes de
dilo, ditos de panno de algodao e de linho, cheos do
capim e lia tudo por preco mais commodo do que
em outia qualquer parte ; as lojas de Joao da Silva
Braga na rua da Cadeia do Recife. n. 49, e na rua
Nova, n. 5. Na mesma loja precisa-se alugar um mo-
leque de idadede l a 10 annos > para o servico da
urna casa de pouca familia.
- Vende-se cha bvsson em caisas de 15 libras, em
porcoesearotalbo; em casa de MalbeusAutin & C. na
rua da AIfandega Yelda n. 36.
= Vende-se estopa do Porto, muito boa para rou-
pa de escravos por ser de muita dura ; urna salva da '
prala muito rica para 6 copos de agoa a tambein
pJe servir para levar vela em igreja para baptisado :
na rua da benralla-Velba n. 142, segundo andar.
= Vende-se um edronometro ingles, novo ; na rua
do Trapiche armazem de Dousloy Kaymond A Frtiz,
rua do Trapiche-Novo.
= Vendem-se suecas com farinha muito boa a
3200 rs. ; na rua do (Queimado, loja de (azendas,
n. 44.
= Vende-se urna cadeira de arruar ; dous pares do
conchas: nas Cinco-Pontos n. ItiO.
. asEMOisasncESC -.. ..
nina eiquadra da esbirros, que iiiitm-dia4|siicnlo o prcu-
ilrr.io. Como rilo id liiiinv.i Contra a VIoleilAll quo ao
Ihe fasia, a elle, cundo Allr{roni, presidoolo iIj eonara-
ria do Ni.bns, o pcryuitasa c..... que ditcilo ao misa va
perlurba-la era un reuiios pjiilnntrupicaa, o chefi) dos
esbirros resptiiideb.lh, qne nao sabia nada diiso, o o
lino ralis era esiaonla s ordena, quo baria recebado.
hra elle, rom cffeitu portador de um roaadodo da poli-
cio, quo Un: delcriuinav.'i pren lrsse todas aa pesuas,
moni quer que ellas fosaam, rconida qoella liurn na
caverna, rhaniada de Pulypliemo. tira o que ello fjiia.
Alligroni oonheceo que tratava com um instrumento
pasaivo, c n3o (ludia entender-so oom mu aiiballcrno na
ausencia do aeu lupcriur. RcsignOH-ie pur lauto a sua
prisiu o a dos sena aeolrlos, inclusivo Falli, t.iulu man
uuniile os esbirros <'r*o sustentado* por um forte de ta-
lanicntu d'infuntaria britnica, ornada alo os dente*.
Os preso fortn embarcados enm ba escolta a bordo
d'iiui chaven) de guerra, quo us espernva junio a mon-
uiiilia, e iodos ouudutidl sem distiiiccao, oom Allegro-
iii frente, pora a cadeia doTrapani.
Ah '. Ali iiiiu liicalorin, disse o earecrciro no
leeiniliei-er Fabiu, veio ciuliill C lor do limo seja DOOS
lonvndo! Agora OlO bto de crcr mais que fui penado,
o estou rehabilitado. Pelas chaves de b. Pedro I Vere-
mos so desta vci J escapa.
(Ciilin''or-je-/ia).


A


<
I
Rom e barato !
=Vendem-seriqujsimos cortos de riscado cbinez ,
de 16 covados, a 40$rs. 0 corte; riscado francezes ,
muito fios, a 220 o 300 rs. o covado ; superiores cor-
tes de chitas muito linas, de i3 covados, das mais mo-
dernas a 3200, 5500, 3800 o 4500 n. ; corles de
ditas com 10 covados escuras o 1600, 1.S00 e 2000
rs. ; lindsimos cortes de tarlatana muito superior, a
4-500 rs du sosto o mais moderno ; corles de novos
padrSes uo cassa chitas tronsparentcs de muito bom
goslo a2WOe2aOO n. ; casimiras de muito bom
goslo para caicas de superior qualidado de quadros
e titiras, a 1200 o 1400 rs. o covado; bretanhas de
rolo a 1C00. 1800 e 2000 rs. a peca ; esguao de
superior qualidade e de puro linbo muito lino u 1500
rs. a ara ; hretanba de (i taras de linbo puro fina,
a 2800 c 5200 rs. ; superior luslao branco a ls'|ra.)o
covado ; pecas de hretanba de Tranca de 4 palmos
e meio de largura de qualidade a mais superior sen-
do do lindo puro, de ti taras e rucia a (ioOO rs. a
poca muito lina, tal e qual ao esguio ; bretanba.de
linho muito lina a 560. 640 c"20 rs. a vara ; su-
perior hrim trancado branco de puro linbo muito fi-
no a 1000 o 1400 rs. a vara ; panno lino azul e pre-
to a 2500 rs. o covado ; setim de Maco preto para
colleto de superior qualidade a 3200 e 4500 rs. o
covado ; chitas, a 120, 140. 160 e 180 rs. o covado ;
ditas linas escuras a 220 o 240 ruis o covado ;
pecas de chitas, a 40. 6200, 5500, (1000 e 6500 rs.,
escuras, ; madipolio, u 150, 160 o 180 rs a vara ; di-
to lino a 200, 20 e 240 rs. a vara ; madraste fino ,
a 280 rs. a vara, o a peca muito lino, a 5200, uiOO e
GOO rs. ; superior inadapolSo enlestado a 5800 rs.
a peca ; madapolo a 2800, 3200 e 3400 rs. a peca;
dito fino a 4000. 4200 e 4600 rs. a peca ; chales de
lia o seda muito tinos e grandes, a 4500, 4800 e 5000
rs. ; chadrez de IidIio, de muito boa qualid.de e pro
prlo para aqueta .- 320 rs. o covado ; alem dcstas fa-
zendas, ba outras muitas de superior qualidade por
barato preco : na ra do Collcgio, loja n. 1, de An-
tonio de Aievedo Villaroucoii Irmio.
=Vcnde-so muito boa farinba, a 5200 rs. cada sacca;
na roa do Crespo loja do Antonio da Cunha Soarcs
Guimeracs, n. 15.
= Vemle-se cera em velas de libra at 10 em li-
bra : i tratar com Gaudino Agostinho de Barros na
- pracinha do Corpo Santo, n. 66, e no armazem de
Temando Jos liraguez junto ao arco da Conceic&o.
=\ ende-se una pardinba de 20 tumis, de Ton i -
l.i figura engomma, cose, laz tema co/inha % lava
de saliiio; duas escravas de 20 a 24 annos com habili-
dades e urna deltas com un fillio molequede 7 n-
annos ; 3 escravas mocas para lodo o servicio ;
urna cabrinha de 13 annos cose e faz renda; urna
negrinha de 7 annos ; dous moloques de 15 annos ; I
escravo peca de 20 ennos ptimo canoeiro e boliei-
ro ; 2 ditos de 22 annos, para todo o servico de cam-
pe, e mesmo para a prara : na ra 2, segundo andar.
= Vende-so um piano inglez, de boas vozos, c
da melhor construccio ; na ra da Aurora collegio S.
Antonio.
= Vendem-se moinbos depedra ; no largo dol.i-
vramenlo venda n. 20.
= Yende-se urna armaQao e pertences de urna ven-
da sita na ra Direila, n. 32 ou aluga-se a casa ,
onde est a mcsma venda ; na ra do Livramento, ven-
da n. 20.
=Vende-se o segundo volume do archivo Popular,
per preco muito coinmodo ; na loja de encadernago ,
defronte de palacio,
= Yende-se um preto de idade de 20 annos; atraz
da ra Nova, boceo do Calabouco-\ elbo, n. 54.
=A ende-se um preto de nagio Angola de idade
de 30 annos, para todo o servico; no Atlerro-da-Boa-
Vista prinieiro andar da tasa do Sr. Bernardo Jos
Carnoiro .Montcro.
= Yende-se urna cadeirinha de bracos envidia-
da forrada de setim c. m bambinellas, em muito bom
estado ; no Altcrro-da-Boa-Vista primeiro andar da
casa do Sr. Bernardo Jos Carnciro Aionleiro.
Allen(o ao bom e barato !
= Vendem-se, na travess da matriz n. 14, em
baixo obras do ouro de toque de 14 o 16 quilates,
vindas do Rio-do-Janeiro bem como brincos, alun-
te um grande sorlimento de armis meios adere-
eos flores de cabera botes, coracoes allinetes pa-
ra hotuem, conloes trancelins ludo de bom gosto ;
tambem se troci por ouro e prata velha e vendem-se
tanto em pon So como a rctalbo, por prego commodo ,
por ser para liquidai/o de contas : est aberlo desde
de nianbaa at as 5 horas da tarde.
= Vndem-se saccas de farinba muito boa e no-
va a ,'OOrs. com alqueire da medida velha; na
ruada Cadeia-Velha n 47, primeiro andar.
= Yende-se una preta sadia e de bonita figura, para
todo o >ervir;o menos de cozinba ; na ra do Hospi-
cio casa o. 1.
--Yende-se farinba de mandioca muito fna de
Map, em saccas e de S. Calharina, o S. Alatheus,
pela medida velha : ludo por menos preco do que a
bordo visto nao se ter de pagar o enorme tributo
da intitulada mandinga, aos preloscanoeiros : no caes
do Collegio, arrharcm oe porta larga.
= Vendem-s 12 cadeirat e duas banquinhas de
jacarando modernas ; urna cama com eolebdes ; urna
mesa de janlar; ludo com pouco uso : na ra da l'raia,
n. 22
aa Yende-se um escravo de naci do idr.de de 25
annos, muito sadio e setu vicio algum ptimo para
todo o ser; ico tanto de campo como da praca ; na ra
ua l'raia de S. Rita n. 25.
= Yende-se um moleque de muito bonita figura ,
seni vicios nem achaques; um casal de escravns, sendo
urna parda muito boa lavadeira engommadeira cos-
tureira o cozioheira e um preto proprio de todo o ser-
vico du campo e de casa ; na ra da Cadeia da S.
Antonio n. 25, por Cima da loja de chapeos.
= Vendem-se as obras completas de Mr. de Pradt,
em 28 volumes; e o compendio de "historia romana por
Tesieur, por mdico preco : na ra da Cadea-Yellia,
loja da viuva Cardoso Ayres.
Yende-se urna preta de idade de 35 annos, co-
zinha o diario de urna casa ensabol e vende na roa ;
na ra de Nogueira n. 27.
= Vendc-se urna preta recolhida de 20 annos,
boa costureira e engommadeira ; 3 ditas com bois ha-
bilidades; duas pardas de 20 annos, de boas figuras,
cosem engommlo, coznbio e fs;em lodo o servi-
co de urna casa ; dous pretos por 250/rs. cada um,
muito fortes para servirom a urna casa, ou trabelba-
rem e botaren) sentido a um sitio por a isto estarcen
acostumados; 3 ditos para o trabalho de campo ; um
mulatinho de 10 annos: na ra do Crespo, o. lo,
primeiro andar.
= Vendem-se facas e garlos de mesa, do verdadei-
ro cabo de cliilre de viado chegados prximamente ;
na ra Nota loja de ferragens, n. 41.
= Yende-se farelo, ebegado ltimamente, em sac-
cas grandes a 4 j rs. ; do armazem de Costa & Ono-
fre confronte a alfandega e na ra do Amorim n.
37, primeiro andar.
= Yende-se muito superior farinba de trigo Gale-
ga Richmond, aova chegada recentemente; na roa
larga do Rozario n. 50, a tratar com Jos Joaquim
Das remandes; na ra do Vigario com Francisco
Alves da Cunha ; e no caes da Alfandega armazem
de Antonio Annes.
= Yende-se, a prazo, urna venda na ra da Sen-
zalla-Nova n. 22, com poucos fundos; a qual tem
commodos para familia e quintal : a tratar na ra
do Amorim n. 50.
= Vendem-se dous bracos de balance com conchas,
proprios para armazem de carne ou padaria assim
como pesos de duas arrobas para baixo ; na ra do
Collogiu, d. 16.
= Vendem-se duas bonitas nngrinhas de 10 a 12
annos proprias para mucamas de alguma menina ;
dous pretos de todo o servico, sendo um perfeito ca
noeiro ; urna escrava de naci de bonita figura, pa-
ra fura da provincia : na ra larga do Rozario n. 46,
segundo andar.
= Vendein-se dous n>8Stros, sendo um de sapucaia,
de 4 palmos e meio de roda e 72 ditos de comprido ,
e nutro de anboiba com 4 palmos de roda o 75
ditos do comprido; uina porcio de caf de casca: a bor-
do da sumaca Bom-Fim-Feliz, ou a fallar, com Jos
Antonio de Magalbaes Basto
= Yende-se cora de carnauba, couros miudos cor-
lulos gomma de araruta por preco commodo; na
ra da Cadeia, n, 2.
= Vendem-se mappas para inspectores de quailei-
rao dos diflerenles districlos da provincia; na praca da
Independencia, livraria ns. 6 e 8.
= Yenem-se os retratos dos Srs. Caetano Mara
Topes Gama, e Henrique Marques Tisboa a Ib rs.
cada um; na praca da independencia, livraria ns. 6 o .8
=Vende-se um moleque de na{io de bonita fi-
gura proprio para qualquer oflicio ; um pardo sapa-
teiro de bonita figura e pioprio para pagetn. na
ra Augusta n. 3.
= V ende-se farinba de mandioca muito nova, che-
gada ullimamnte de S. Matheus, por preco muito
commodo ; a bordo das garopeiras A. S. da Ptnha ,
P. S. da Pena, e Ar. S. da Ajuda ; mas para com-
mndidade dos compradores trala-se na ra da Cadeia
do Recife o. 40, aonde existem as amostras da quali-
dade.
= Vende-se urna escrava crioula que entendo do
cozinha e de todo o servico de urna casa ; na traves-
sa do Lobato ou becco do Falcio por detraz la ra
de S. Tberoza, n. 12.
= Vende-se una fabrica de olaria com cont e
tantos palmos de frente paraa nova ra que passs para o
campo do tbeatro novo com lugar para se^poder edi-
ficar tres grandes prnpriodades de 30 palmos cada urna,
sobrando porto de 20 palmos para um porlio de entra-
da para a fabrica ; a qual tem um fundo de perto de
200 palmos, fechada de muro pelos lados e guarne-
cida, pelo lado do mar pequeo com um forte caes de
pedra o cal; tendo ptimo porto e proporc,oes para se
collocar qualquer cstabelecimento por ser no centro
desta cidade : a tratar com o scu propriotario, na ra
da Florentina, n. 16.
sa Yendem-se 8 escravos; sendo 4 pretos de idade de
17 a 20 annos, 5 pardas, das quaes uina be costu'oira,
engommadeira e cozinbcira; e urna pretinha de idadodo
12 annos na ra da Cruz n. 51.
= Vende-se urna escravo crioulo do bonita figura ,
de 35 annos, pouco mais ou menos, com principios
de pedreiro ; oleo de linhaca em grandes e pequeas
porcoes por preco commodo : a tratar com Firmino
Jos Flix da Roza na ruado Vigario, n. 25, segun-
do andar.
= Vende-se o deposito de assucar do Allerro-da-
Boa-Vista n. 70, com todos os scus pertences, ou
com parles dellcs : a tratar na mesma casa.
= Vende-se urna preta que sabe coser, lavar, en-
gommar e co/inhar ; na ra do Amorim, n. 42, ou
no Forle-do-Mallo, prensa do algodio, n. 20.
= Vendem-se superiores charutos, grandes o pe-
queos, em grandes e poquenas porgues; latas com
tabacodep: na travessa da ra da Madre-de-Dcos ,
casa o. 5.
es Vende-ce um sorlimento de loalhas de linho
adamascadas de qualidade superior, com largura de
duas varas e em comprimento duas varas e meia at 5
varas ; vendem se sem guardanapos e com os mesmos ,
segundo a factura : em casa de II. Mehrlens ra da
Cruz n. 46 primeiro andar.
ss \ ende-se urna escrava do gento, de ptima con-
ducta com duas crias e tendo bastante leite ; a qual
sabe engommar cozinhar e lavar tanto de varrella
como de sabao : na ra do Livramentu n. 22.
ss Vende-se um moleque de bonita figura; as
Cinco-Pontas, n. 71.
Livraria da esquina do Collegio.
nterettantee Novellat em portuguez.
As seguintos, por .Madama de GenlisAllonso, ou
o filho natural, 2 vol.; Cavelleirbs de Cjsne, ouacr
te de Carlos Magno, 4 vol. ; Historia do Ignez de Cas-
tro, 1 vol.; Alborto, por Mistr. Helm, 3 vol.; Alexi-
na, ou a torre velba, 4 vol.; Amanda e Osear, trad.
de Costa e Souza, 6 vol. ; Aventuras de Lazarilbode
Tormes, 1 vol.; Amorosas paixes de Weslbel, 2 vol.;
A nao das I'edras-Negras, 1 vol, ; Andr, oSaboyano,
por Paulo de Kock, 4 vol. ; Amoreira branca, 1 vol.;
Aventuras d'uin joven turco em Pariz, 2 vol. ; Augus-
to de Valmor, ou o infortunio o a esperance, 1 vol.;
Aventurns do diabo Sacripante, ou os liandoleiros dos
Apeninos, 1 vol. ; Batalba de Nevarino, ou o Rene-
gado, por Moke, 1 vol.; Calista, por Madama Bodin,
2 vol. ; CopiUo Paulo, por Ale. Dunas, 2 vol.; Car-
tas de Heloisa a Abaillard, trad. de L. de Moura, 2
vol.; Culello de Craiville, 4 vel.; Cestello doi Piri-
neos, por Fred. Souli, 2 vol. ; Celina, ou a filha do
mj'sterio, 6 vol. ; Chevornay e Helena, por C Di-
dicr. 2 vol.; Conde do Tolosa, por Fred. Souli,2vol ;
Contos a meus filhoi, trad. de Moura, 2 vol. ; Contos
das Fadas, 1 vol. ; Aventuras de D. Jo|o da Falperra,
1 vol, ; Derradeiro Mobicano por Cooper. trad. dejj0 ulimamente: no armazem do Gu
Moura,, 4 vol. ; l). (guisote de Ca Mancha, O ~
do Jos da Fonseea, 2 vol. \.
fumo, em caixas de cem, vindos da Baha
pelo ultimo vapor: na rus da Gru no
liedle, n. aG, primeiro andar.
Farelo em saccas grandes chega-
inia-
Diabo co, trad. de Jos da Fonseea, 2 vol.;. Dous
Casimiros, ou 20 annos de c8piiveiro, 4 vol.; Bous
irmos, ou a mentira e a probidade, 1 vol. ; Duas
desposadas, por A. Cafontaine, 4 vol.; Dous infelizes,
ou Amelia e Ernesto, 4 vol.; Cartas amorosas de Emi-
lia a Frontino, 1 vol.; Convento de Santa-Maria-dos-
Hosques, 1 vol. ; desgracas d'Emilia, pela marqueta
d'Ormoy, 2 vol.; Emilia e Allonso, 2 vol. ; Emilia,
ou os lorsgidos dos Pyrineos, 1 vol.; Eoguerraod de
Coucy, pelo V. d'Arlincourl, 2 vol.; Eremita dos
bosques de SanMrem, ou os 3 amigos, 2 vol. ; Espe-
rta, ou o Eremeterio de S. Tiago, 4 vol. ; Etelvina,
ou historia da baronesa de Castle-Acre, 3 vol.; Eva,
trad. do ingles de Isabel Kelly, 3oT; Esfoladoies,
ou a usurpaeao e a peste, pelo V.'d'Arlincourl, 2 vol. ;
Fidalga e o AldeSo.por A. Tafontaine, com est., 2 vol ;
Florentino e Rosinba, ou o orphSo dos Vorges, 2 vol.;
Calatea, por Florian, com est. 1 vol. ; Gil-Brazde
Santilhana, nova ed. portuguesa, correctissima, o aug-
mentada de numerosas estampas, 4 vol.; Guilherme
Tell, por Florian, com est., 1 vol.; Hewiquinho,
ou o menino roubado, 1 vol. ; Hervanaria, pelo V.
d'Arlincourl, 2 vol. ; Historia dos meninos, para quem
n jo fr crianca, 1 vol.; Historia dos Stuarls, por A.
Humas, 2 vol. ; Historia galanto do joven Siciliano,
cootinuccao do Gil-Brsz, 4 vol. ; Historia de Alfon-
so Brax, filho deGil-Braz, 2 vol. ; Historia de Mr.
Francheville, por padre Lebrum, 2 vol. J Historia de
M."' de Prily, 1 vol. ; liba incgnita, memorias do
Cavalleiro de Gastines, 6 vol ; Ipsbo, pelo V. d'Ar-
lincourl, 2 vol. ; Isabel de Baviera, por A. Dumas,
3 vol.; locas, ou a desIruicSo do Per, por Marmou-
tel, com est., 2 vol.; Jacques de Artevel, pelo V.
d'Arlincourl, 2 vol. ; Jacques e Georgita, ou os moa-
lanhenses d'Alveonia, 4 vol. ; Julia, ou os subterr-
neos de Manzzini, 2 vol. ; Julio o Apostata, ou via-
gern ao outro mundo, 2 vol. ; Joanna, ou a Campo-
nesa de Gournay, I vol. ; Irma de Rembraodt, bisl.
flamenga, 1 vol. ; Ivanbo, ou o regresso do Cruzado
de \Y. Scott, 4 vol. ; Lances d'Aventura, acasos da
desgraca, herosmo da virlude, 6 vol.; Leque, ou o
perigo de entregar-se s paixSes, por Mad. Bodin, 2
vol. ; l.ui/, patrila belga, 2 vol. ; l.ieocs de Tee-
Ion, contendo historias, fbulas, e contos, pelo autor
do Telemaco, tratiuzidas por Jos da Fonseea, 1 vol. ;
JoaoSbozar, porC. Nodier, 2 vol. ; Marco Aurelio,
1 vol.; Miis rivaes, ou a calumnia, 2 vol. ; Mil e urna
noutes, 8 vol.; Mil e um quartos d'ora, 3 vol.; Mal-
vina por Mad. Coltin, 4 vol. : Monsieur Botte por P.
Lebrum, 2 vol. ; Leandro, ou o pequeo casal, 2
vol. ; Mysterios-de Pariz, edicio porlugueza ; Noivos,
historia milaueza de Alex. Manzoni, 4*.; Noutes ro-
manas, 2 v. ; Noutes Ciernen tinas, 1 v.; Urphaa ingle-
sa por Mr. de la Place, 4 v ; Palmyra, oovella ingleza,
4 y.; Perigos do enthusiasmo ou illusoes da vida, 2 v.;
Leiteira rom. de P. de Kock 4 v.; Passatempo di-
vertido ou col. de ancdotas 1 v. ; Piloto, novel la
martima de Cooper, tradcelo de Moura, 4 v. ; Pu-
ritanos da Escocia de W. Scott, 4 v. ; (uintino Du-
ward por W. Scott, 4 v. ; Rebeldes pelo visconde de
Alincourt, 4 v. ; Renegado, pelo mesmo, 2v.; Ro-
malino ou os mysterios de Monte-Rosso, 2 v. ; Ro-
saba, ou os efleitos da nimia, sensibilidade 1 v. ; Re-
creios de Eugenia por Mad. de Reuevillo 1 v,; haint
Clair das ilbas 3 v. ; Solitario pelo visconde de Ar.
lincourt, 2 v. ; Sitio de Rocheila, ou inlortunioe a
consciencia 2 v. ; Trez Castelospelo visconde de Ar
lincourt 2 v. ; Talismn de W. Scott, 3 v ; To-
mada de Constantinopla rom. histrico ; Trez bofe-
tadas 1 v. ;. Danvers ,*ou a volla das Indias, 1 v.;
Valecinio, ou historia do inleliz Leoncio, 1 v. ; Via-
gens de TristSo da Cunha 1 v.; Warverley, roman-
ce de \V. Scott, traduccao novo de Lopes de Moura,
4 v.; Amores de Cames de Calharina do Atahide ,
2 volumes.
Vende-se um casal de coelhus por se ter grande
porgSo ; no Alerro-da-Boa-Vista o. 37 terceiro
andar. .
Vende-se excellente vinho de caj engarrafa-
do ; na ruada Gloria da Boa-Vista casa n. 1, onde
tambem se vende urna escrava anda moca.
Vcndo-se um preto de naci Costa de idade de
20 annos, pouco mais ou menos de bonita figura ,
muito robusto e forte ; a vista do comprador se dir o
motivo da venda ; urna armac&o para loja de alfaiate ,
(oda de caixilhos de correr, a moderna e com pouco
uso : na ra do Queimado n. 32.
Vendem-se dous escravos de boas figuras, cor-
pulentos e sadios, muito proprios para o servico de
campo ; na ra da Cadeia do Recife, n. 40.
Yende-se urna escrava, cabra sem vicios nem
achaques moga cozinba perfeitamente, e lava do
varrella ; prelere-se para lora da provincia ; ao com-
prador se dir o motivo da venda : na ra estrellado
Rozario, n. 22 primeiro andar.
Vende-se vinagre bran-
co nacional a 400 res a ca-
ada velha: na na do aterro
dos A logados n. 7.
Vende-se, na loja du J. Cardozo
Ayres, ra da Gadeia do Recife, urna
obra publicada no Rio de Janeiro em
i843, intitulada Diccionario de medicina
popular ou a Medicina ao alcance de
todas as classes da sociedade, pelo Dr.
Chernoriz, dous volumes em quarto,
contendo 9jo paginas; preco ios''000 ris
brochados, e lasooo encadernado.
Vende-se farelo muito novo e o
melhor que ha na praca, por s'56o ris
cada urna sacca: na ra da Cruz no Reci-
fe n. 26; primeiro andar.
Vendem-se charutos primores, rega-
los e outras qualidade, do mais superior
res, confronte ao caes da alfandega.
Vendem-se riscados francezes Je
largura dp quatro palmos a .i20 ris o
covado: na ra Nova n. 12,
Vende-se farelo em saccas j,clo
mdico preco de as'56o, 3sioo, e 4sooo;
na ra da.Senzalla-velha n, i38\
Vendem-se chaps d sol de se-
da, para senhoras e meninas, ci muirf
bom gosto pelo barato preco de asrjoo
ris: na ra da Cadeia do Recife loj,de
iazendas n. 35.
Vendem-se cortes de seis varas e
meia de cambraia de cor do ultimo cos-
to, e com mais de vara de largura, a
'psjim: na esquina do Livramento n. 5a.
Vendem-se lencos de cambraia de
linho bordados, muito finos, a 9000 rs.
cada um ; coieiros de merino, bordados
5ooo
rs ; grvalas de setim sa
cabello, a 400 rs cada urna ; bicos lar-
gos milito finos e bonitos ; proprios para
roquetes de padre, a 2000 rs. a vara, es-
panadores muito bem feitos e bonitos a
iooors. cada um ; setim maco branco
e preto A 3aoo rs. o covado : na ra do
Cabug lojas de fazendas de Pereira
&c Guedes
Escravos Fgidos
= Em o dia segunda-feira do Espirito Santo, do
anno passado, fugio a preta Calharina de afio An-
gola, ladina, alta, bastante secca do corpo seto pe-
queo cor muito preta bem feita de rosto olboi
grandes e vermelbos com todos os denles na frente,
ps grandes, e om tanto meltidos para dentro muito
conversadera e risonha de idade, pouco mais ou me-
nos, de 22 anuos ; tem sido encontrada na estrada non
da Magdalena,e no Atterro-do-Afogados vendendo ver-
duras e aos domingos be qaasi constante no mira-
oat dos coqueiros em dito Atterro-dos-Afogedos : bi
poucos das loi ella vista por pessoa conhecida, 1-
hindo da casa, quo algum lempo foi palacio do goterco
em Olinda para onde tornou a entrar; he muilo pro-
vavel que por all esteja oceulta visto estar devoluto o
dito palacio a dita escrava perteoce a Manuel Fran-
cisco da Silva morador na ra estreita do Kozrio,
n. 10, terceiro andar ou em seu silio em S. Amaro,
junto a igreja ; o qual gratificara generosamente a
quem Ibe apresentar dita escrava.
= Fugio, no dia 10 do correnle, um preto de ne-
me Joao, de naci Angola representa 50 annos, eom
falta de dous ou 3 denles na frente da parle superior,
baiio, rosto curto e fcio bem fallante ; be canoeiro,
e trabalbava no porto do Recife ; tem signal de um
caustico no lado esquerdo, que levou, ha poucos diss:
quem o pegar, ou delle livor noticia leve-o ou de
parte ao segundo andar do sobrado n 16 defronte do
tbeatro velbo aonde recoliora '2Qt rs. de gralificacio.
= Fugio, no dia 8 do correte um preto da Coi-
la bucal, de idade de 20 a 22 annos tem uma bo-
la no lado direito das costas, olbos vermelbos no ros-
to tem 3 riscos como um pe de galinba ; levou comi-
sa e calcas de algodio da Ierra : roga-se as autorida-
des policiaes bajio de o prender e levar a seu se-
nlioi .Manuel Ignacio Avilla, nos Remedios ouno
Alterro-da-Roa-Vista armazem de louca, o. 62.
= No dia 11 do correnle mez fugio do eiigenbo
Caraba na freguezia deTracunbaem um cabra de
cor fula de nome Raymuodo ; representa ter -fin-
os de idade eom os signses seguiotes: de estatura
regular com duas eicatrires uma na face e outra
as costas, peroaa arqueadas para traz ; levou chapeo
de palba calcas e camisa branca, duasiaquelas sruei,
e uma bala encarnada : quem o pegar, levo ao Sr.
Domingos Garca na travessa das Cruzes, n. 8 00
no dito engenbo que ser generosamente recesi-
penssdo.
= Fugio, no da 20 de jullio, a noule um preto
crioulo, de nomo Cbristovio muito ladino altura
regular, cheio do corpo sem barba beicns grossos;
tinba ebegado, ha poucos das de Macei ; loi estu-
vo de Guilherme Jos da Graca : quem o pegar, le'*
a ra Direita u. 69 a Antonio Alves de Almeos
GuimarSos, que recompensara.
= Desappareceo, rio dia 13 do correnle ump'e"
to crioulo que foi do Sr. Francisco de Barros Reg,
senbor do engenbo Saub com os signaes seguinies:
boa figura; porm as pernas um tanto arqueadas; olbos
esbugalhados ; levou camisa de algodio trancado, eom
mangas sem punhos ceroults de algodio lino, que
parecem de madapoln, e compridascomo calcas cora
botes pretos uo cs calcas de bufia azul, e outra dt
riscado azul e amarello panno da Costa e chapese
palba novo: quem o pegar, leve a ra do Catuga, o-
16, que aer generosamente recompensado.
No dia 8 do correnle seteuibro fugio um m''
que de oome Miguel de idade de 14 a 15 annos,
naci Angola corpo meio reforjado estatura regu-
lar ; tem a lingoa meia osbranquicada ; falla bem p'-
tuguez por ler vindo anda crianca ; levou es mi*
de riscado amarello, calcas de brim pardo: recom-
meoda-sa aos capilies de campo e pessoas encarrrg-
das da polica a captura desto moleque, que tal'01
esteja oceulto em alguma casa. Quom o pega', uU
delle tiver alguma noticia podor leva-lo em Fu""
de Portas, ra do Pilar sobrado de um andar a. *>-
quo ser generosamente recompensado.
PERN.
NA TYP DE
M. W VE FArI* I'S'l5'


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