Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05861


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Full Text
Atino de 3MS.
Quinta, fcira 11
nMlttlO piiblca-sc lodos ot dias croe
- Lr.-i.i d.'guarda: o preco da oss.giia-
" i,- de rs. por juartel paje adiana-
'',?.-...nuncios do uilgnanlra So inse-
I raI0 de 20 rls por l.eiha. 4l) rs. eui
' ,ii,lnlc,casnp.'lsoeSpcla....-ladc.
'''.', 11A0 forem asonantes pagao 80 re.
, Jr !nl. C 100 nu lypo mOercnte.
irUASKS DA LIJA N MF.7. DESF.TKMhRO.
I i as7Ii-el5 min. damanhifa.
ta nov '"sh. o 4 mimaos da lar.l.
CW-tb tftmVeW. c 54 n.ln. di >.
feoaue a 23 ylo or. e m. datarte.
PARTIDAS DOS CORKEIOS.
Coianna, Parahfba, e Rio Ciando do Forte
Segundas c Srltas teas.
Cabo, Serinliarin, Uio Fnrmoio,.Por(o tai-
no L* 11 c21 de cada mea.
Oaranbuns e 'onilo a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 e28.
Victoria as guineas feiras.
linda todos os das.
PRF.AMAR DE HOJF.
Prlmeira aos 30 inin. da tarde.
Segunda aos a* minutos da manbia.
de Sctembro.
msBBsm
Anno XX N. o.
das da semana.
Segando .#* Katlvidadc de W. Sc-
nhora. r r.
Tero S. Sergio, and. do 1. de D.
da I v. e do J. dos Helios,
miarla S. Nicolao, aud. do J. de I).
da 3. rara. .
Ouinta S. JacMitbo, aud. do Tin/ de D.
da 2. ira. c do J. M. da I. e 2. .
Sexta S. Juvftncio, aud. do J. de 1). di
1. v. do clvel, e do J. dosFeitos.
Sabbado S. Kilippc. aud. do J. de J>.
da 2. vara.
Domingo S. SalustU
CAM1IOS NO DA 10 DI. SliTCMl.RO.
Cambio sobre Eondrs. 98*/. d. por la 0 d
i Par/ 170 n!is por franco
o Lisboa 12 Deic. de lee. debwflriuiuU.%
Oaro-Oueas licspenholaa 3l,'50O a MgWM
M.io.ladoGWOo vcl. IS^DOO a IW
. de 6/400 nov. W-00 a I?**
., de -1/000 ftBOO a O/MI
/'rahi-PaUeors .... I,/!Hi0 a 1>H0
Pisos foliiiiinares, U"JM) u OJK-
Ditos Mexicanos l/5u a l/wt<
Moedas d< 2 paUc. 1/7W a 1/800
Aceite* da C." dv i''cribo de 50*0ao par.
DIARIO DE
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
0 RELOf.lo DA CAMAA PO OEMJTAOOi.
tCtttciponiencia renrtaia.-Correxo da Corte).
, Amiso ialiu.7o. Adoeceo oSaldanhe, e nio pu-
de dar-lho coota dai seisoes de quera e quinta- leira.
A semana a ofrendo zang.d.ob. ; ohegou-Iho larde
iIcaria que dovia ser publ.cada quarta-fa.re ; as sessoes
de auarU qumta i5o-se perdendo. Ha lempos aaiim:
he amar dai infelicidadei. diauugu "> -
da-lai l'orquo adoeceria o Saldaoha ? Tenno roiohas
luspeitei que os louros do Diogenea o nio denlo dor-
mir. o honrado elho vai definbsndo a olhoJ vistos. O
Diogeoes inda pimplo por essas ras loen a sua bengala
de estoaue, e a pol.cia nao tem nada que ver com elle :
Lo ,lgum eibirro Iho deila a unha, ha logo un figurio
uueovalirardacadeia, como inda ba pouco aconte-
cao Esta semina bouve usio da cmaras na casa da
Lrreccao. no lugar em que orio distribuidos os Ben-
liamiiu. (') e la compareceoo Diogenes, que tere urna
legrinba para seu uso, arranjada. segundo disem, por
lua senador da Haba, que me alirmio ser um famoso
l.uiiueiro. Amor com amor se paga. O Saldanhi (i-
Icou damnado com esta preferencia, sem se lembrar qu
lounca prestou os sorvicos que faz.o Diogones, e adoe-
1,-co : e eu nlo pude escrever-lbe
Mas agora rao as setsoet do resto da semana. Na
Iquafta e quinta foira livemos eral,' lugar osnegooios
doPiauy. o em 2.' o adiamonto da reforma do codi-
1 go. N aquellos fallarlo o Souza Martins, que infeliz-
mente desarrazoa, sempte que hila em couaa do Piau-
hy, e o Souia Ramos, quo desforroet-se; nio icou de-
pendo nada ao ministro do imperio, e menos ao mestro
Moura Magalliaet, que falloo oa quottlo como deltgado
dogoi-emo. Entretanto acamara ofio approvou, nem
o requerimento do Ramos, nem oadditamento do Mou-
ra: boin Ibe dizia cu, quo aos Seqoaremas oio he per-
mitliJo defendor-se ; slo aecusado e rolba 1
Vamos a reforma do cdigo. Olhe que he obra dig-
ni do memoria, ou, como Yulgarmento so diz. do
dornas luminarias!......JEjtiWio a duascumiisaoe
dcconsliluicao o justica criminal para traze para dila-
ta, ealinalsahirao-se comum filhinho eafesado, ilei-
jaJinuo, o tio leiozinbo, que nio asi como conserva-
rO a vida. A moda dos projcctos-esquoUtosaioda con-
tina; ah est mais es2e i espen que Ibe dflem cirnes;
mas ho um mostrengo isqueroso, que ninguum quer
ver: nao lie como aquello outro, que ao menos se di-
lia sur esqueleto du utna Venus. Eu quizara boje dar-
Iheuina ideia da tal reforma ; mu esquivo-mo a esto
trabalhu, porque em lempo opportuno o irei (azendo :
por ora so Iba digo quo ossignelo o tal projecto os pa-
trio! s Franco de Si, Marinbo, Urbano, Valdelaro e
Uttoni ; o Franca Lcito assignou vencido. No prem-
bulo do projecto lia um periodo, que diz assiui: As
coinniissdcs reunidas assentrSo como baso do 6eu tra-
ballio, que nem era opportuno ni actualidade apreacn-
tar umsysteuia judiciario completo, nem inda gran-
des e estranbas innovacSos ao que aoacba estabelecido
pela le-islaclo de 18V1; ja porque a experiencia sobre
esta nao tem sido bastante para perfoitamente orientar
o legislador prudente sobre todos 'os seut defeilos; a
porque as grandes reformas, sobro importaroni o trans-
torno evacilaclo das ideias,do> liabitos e posices, ea
perda do muitos accossorios o auxiliares executivos, tra-
riin tamlicm a nvcesiidade de augmento de despoza, que
o estado do nosso tbesouro pblico mal poderia soflrer;
ja finalmente, o mais que ludo, talret, porque semelhanle
"lira, i ilgindo muilo leuipo para a sua Coofec(lo, dis-
cussao, e approvacio legislativa, por qulo diftlcil e
ponderosa, nio poderia prover du prompto remedio aos
males resultantes dos vicios que na le da reforma ju-
diciaria sio de presente goralmento reconhucidos pela
indiligencia do pais, e al solemnemente confessados
pelos autores da mesma lei. Esto pedacinbo leva I
"mi oit iliil.id..- os cinco patuseo, quo assignrlo o pro-
jfcio ; nisso nio tenba duvida nenhuma.
I'oiquc nao opresenlri'o as comoiisscs um systema
(') Asiim denominava em outro lempo ovelhoSa-
quarema os colonos alricanos.
CAROLINA NA SICILIA. (*),
QUARTA PARTE.
LX.
o nro r judas.
Ei ijuanto Carolina todas citas minas uLterrancas
praeicava debaixu dos pos dos Inglese*, o veltio parla-
'nenio du tres bracos eonlinuava, posto que moribundo,
' espera du enterro qui< dswia faser-lbe o de'ilnos oa-
niaras, u grande jii0o eniislieuaionnl u miniseorio dava
"'caitas elurd beiieinek por duirasjkKunse.ibava. Ora
'oiiti-coo que uiiui iinule, arrcbentsSSo porbaixodas
; Vide i*r m* JOS.
judiciario completo, ou grandes ecstranhas innora5ei
i legislado de 1841 ? t.\ porque a experiencia nio
tem sido bailante para orientar o legislador sobre todos
osseus defeitos. Escismexes depoii.de promulgada
a lei de 3 do dezembro. os patriotas faziio asuajane-
roia para revogar esia lei i/, porque as grandes
reforroaa translorolo e fazem vacilar as ideas, os hbi-
tos e posices, rae*perder mullos accessorios e auxilia-
res executivos [ nio entendo o que isto seja) ; e alm
d'isso Iraiem grande despeza, e o thesouro est, coita-
dinho, que he mesmo una miseria. E ontio que Ibe
pirece.camaradinha, a transaccio leita com a le que
chamarlo injusta, immoral, iniqua o inconstitucional ?
Nio vacilem as nossas ideias, hbitos e posices, di-
zem os patriotas ; nlo so perclo os accessorios e auxili-
ares executivos; reormemoi de modo que nlo soffra-
mos o menor prejuio. E o thesouro exhausto como
ha de bastar a tantas despeas ? O meio he limpies. Vo-
tem-se todti as quanlias que o minislorio pedir, inclu-
sive os erros desommaeduplioatasdas di Hrrales vorbas
-dos orcamontos; de-c-se pensos o aposentadonas a to-
do o mundo; augmente-se o ja numeroso exercito de
empregados pblicos; e afioal diga-se que a oitava de
ouro valeii rs., emita se papel, o tudo seru emoli-
do, nlo hirera falta dedinbeiro no thisouro. O 3.*
motivo,' finalmente, he a falta de lempo. Os homens
esto fri de si : desde que se discuti a reforma judici -
aria queolles doveriio ter ideias proprias a tal respeito;
pegarlo em armas por causa da reforma ; desde a sua
publicaclo at boje decorrro tres annos e meio, eal-
legio falla do tempo! e duem quo lio talvez osla a maior
das ra5es para nlo aprosentar trabalbo peroilo.....
Nio ha duvida. vio ; immortalidade os homeii da pa-
tria e da liberdade. E para que a discussio e approva-
cio legislativa fsse madura, pausada, propozrio o
projecto om um sart'gof he uso que priocipiou esto
anno) Terl urna sO discussio, e esta sora em
globo.
O Junquein entendeo quo as cousas assim nao iao
bom, pareceo-lbe que se devia dar mais tempo para me-
ditar o negocio ; disso mesmo que quoria ir I Rabia
consultar osseus collegu da relae,o, e inquirirsuas
opinidci reipcito ; o porlanto eslava disposto a pro-
por o adiimeoto at I sessio futuri. Lsle Junqueira be
magistrado, mas de jurisprudencia nio entende tanto
como de financas; abi be que ello he grande e estupen-
do. Depois de manifestar suas disponaos para ojal
diamenlo, nio o quiz mandar i mosa ; o como o D.
Manuel declaiou quo o proporia, resolveo-se o Jun-
queira, e com grando galhola dos paluscos foi mesa o
adiamanto. O Junqueira devia Gcar satisleitiisimo,
porque os seus collogas eslavio alegres e contentes; o
be como elle gosta de v-los. O Ftrraz oppo/.-so a es-
te adiamenlo, e disse que votara por adiamenlo quo
tivesse por fin convidar o ministro da justica para as-
sisljr discussio. O D. Manoel foi declarando que vo-
lava polo adiamento para o anno seguinlo, porque nao
queria que se votasso com precipitacio esle objecto; disso
que o projecto apresendo era o cumprimenlo do pro-
messas solemnemente feilas por ulgui.s deputados a seu
partido, e servia para applacar os remorsos d'esses depu
lados, que at agora nada linuao fcilo. Anda bem o
D. Manoel nao havia terminado estas paiavras, quando
o Fernandes Torres fez urna das do Lmpo ; lomou a
cousa entre deotos, re:ommendou ao D. Manoel que
nio injuriaiseseus collegas, insinuando quo tinblo lei-
to peomessas a pulidos, que tinblo remorsos por as nio
teremeumprido mais codo, o que reipcitasie a cmara.
Estas advertencias nlo lorio, como era de esperar, bem
recebidas pelo Manoel; o Fernandos cscindeceo-so, e
chegou a ameacar o D Msnoel do o mandar sentar. Fez
milito bem o Fernanda* Torres; este D. Manoel tem
mostrado tal ousada, tal atrevimento contra o grande
partido nacional, quo ho preciso conte-lo : dizer que
os deputados tinhio promcltido aosou partido reormar
a lei de 3 do dezembro de 1841 ( a lei dos nbirros, co-
mo a denominou o I'aula Souzi ) he injuria-Ios ; o lie
calumoa-!os atrozmente asseverar quo estes deputados
lem remorsos! Bem dizia o Gonelves Martins quo es
deputados nlo tem remorsos. Os patriotas disserio al-
gumas cousss aos eleitores; mal essas cousas nlo slo
promessas : nlo fzerlo anda o quo dsserio ; anda
jancllas da sala, em que ns depueadea cslsvio em ses^o,
nina garrafa carregada de plvora e prego*; graude ru-
mor bouve e grande desordein i.os bancos legululivo* ;
moa depois quo todos os augustos se npulpirao, rrco-
.nhecrio que iicnliura eslava ferido; desvaiiecco-.e o
medo com o perigo, desorto que podia diier com Sha-
kespeare: u Mulla bulla pur nada, i)
A eiplusan desu niacliina infernal em miniatura, in-
tciicIo ainda mais ridicula do que pervorsu, produiio
orna oxplusAo nlo monos ruidosa de paiavras do furor e
calumniosus. Os Ingleses o seus amigos imputarlo este
estpido neniado a ranilla, convencida desdo enllo sos
Jlios delles de 'liaver querido faier voar o parlainenio.
famosa conspirado dus pos fuiuiuanle* nio le uiais
bulla no seu lempo. .
Orado lie que certo bario Cruca foi conipronietlido
noseo-negocio, por vehementes luspeiai de o hater ar-
rni*do ora, csse Oaca paisa va emPalor.no por agen-
to de Carulioa, a que elle ciijauava pela exagerlo de
i*lo nlemposeivo, o coro falsas inforinacoes, sera dnvi.
d para llmextorquir dinheiro, taittca ordinaria du*
intrigantes desta spoeie. A uiosca do cuche he a histo-
ria do lodos o paixes, s com a differeuca de que a
hi eslo as leis doconcolbo deleitado, da reforma |u-
diciaria, da interprotaQio do neto add.onal, e olles |a
vio com seto mozos de sessio; mas por isso oiodevem
ter remorsos, nem eoracda fortes sio para essas cousas.
Fez muilo bem o Fernandes em reprimir os insultos do
D. Manoel. Dos Iho dquanto antes urna pasta, como
a seu antecessor. ,
O l> Manoel nao se acobardou ( he um domon.nbo
v.lente), o loi continuando, com o intuito do mostrar
quo ja nlo era tempo do discutir o projecto. que a ses-
sio eslava fiada, e que. om objecto lio grave, nio de-
via a cmara conlentar-se com o trabalbo das comm.s-
H, O Anlao impugnou o adamento. U l'ranea
Leite censurou os tralialbos das commissocs, quo olla-
vio ao meo que existia anteriormente ; cen-urou o go-
verno. que nio dava signaos de vida, e abandooavaas
mais graves qeieilftei, -'" querer dirigir o parlamento;
disse que tinha um projecto completo para reforma ju-
diciaria, mas que o mal do existente nao era anda
tio forte, que obrigasso todo o povo a proeuiar reme-
dio, o por isso nio o aprsenla. A commiaioei nao
tinhio remediado neohum dos vicios da log.slacio cxis-
tenlo, e al mesmo parodio nio compeliendo los. \ o
tou pelo adiamento. O inde/e,tel Nunos Machado
ostevo sublime : loi elle um dos quo votario pola
lei de 3 de dezembro'vio 18U, e agora lambem Ibe
alirou suo pedrada ( nunca ha do perder o cotlume I) A
lei be boa, mas a execueio be que te.n sido pess.ma :
ho justamente o que dizen. os l.es da ol.garcb.a-sauua-
rein. O Nunes vio-so em apuros para barmooeiar o
seu voto do 1841 com as opimdes que agora tem ma-
nifestado ; mas fallou alto, o porlanto be v.slo que ti-
nha razio. D.zem-mc, que esto lambem espora a
beca. Si., de um desinleresse prova do bomba I
O Goncalves Martins impugnou o adiamento do Jun-
queira, mai lundemenlou outro pira ser convidado o
ministro da justica. listo soldado da palrulha preleo-
deo demonstrar, que. em lei do le naturera. a inaior a
devia combinar com o minslciio ; mu piroc.a-lbe is o
impossivol ; e leo diversos pedacoa do 'V"0}.0 "
ves Branco e do Limpo. quando forio ai.n.slro da u.-
ticu, pelos qu.es mostrou que as open.oes desloa dous
membros da actual adminislracad nio se casavio com as
exprimida, no p.ojelo. O Alies Branco al quera
uue os juizes de pea fossem da nomeacao do Imperador,
para que pdemelo ser incumbido! da (orenaeao da cul-
pa lie urna oplniio bom esdruxula ; mas em fm be
como oulras muilas do tal Manoel do Tbesouro.
O Marinbo lomou a palavra pira oppor-se ao adia-
mento do Junqueira. p disse aqui, su",c,ere|n,0nD',.n""
nhuuia, quearebellio de Minas e b. Paulo nlo leve
par causa a le. de 1811 os poioi forio forcados a lo-
mar arnus. porque to acamara d.ssolv.da previa e
calumniosamente ; o direilo do peticio enoullado, e
proce.sada as cmaras municipios que d ello usarao ,
a ...prensa perseguida, e os eioriplore WP""**'
Aquellos revolucionarios de Minas o S. Paulo forio
pessoas muilo honradas, nunca negarlo a parl.c.pa-
cio que tiverio na rebelliao, cnlregrao-se todos aos
sous i'nimigos. Fsto Maiioho as vezes tem cousas que
fazcm morrer de riso, ello di/, que pouco mais be que
umpidrcderceiiirin, que be cOdea ; mas n.nguem o
com por tal ; ja Ibe disso. c torno a repet.-, o Mari-
nbo he um elbacao. Veja esse modo deapreear os lac-
ios anteriores e posteriores I rebell.io do Minase >.
Paulo; enda mais, note que o padremtendeo, quo era
bom ir desde ja negando, que o conde de Can nou-
vruu eoeido os rebeldes e... Santa Luna, e lambem
aprcsenta-locomo um vil cobarde, que fugio len. cha-
peo:rile tudo isto, compare como que se passou
em 1842, e ver que o Marinbo nio be tio tolo como
confessa. Ho assim. adulterando os lacios, quo a >or-
dade so ba de escurecer; parece me porm que o tra-
balbo nio ser cordado de successo. ao menos lio cedo
como presume o padre.que quer ser martyrda liberdade.
Estas cousas de marlyrio teem seus conformes, e o padre
em lompo competente lari as u.oditicaedes conveniente!.
O Maiinbo confessou que ello e sous con.panbe.ios U-
nblo um coinpromsso com o seu partido para revogar
a lei endiabrada da reforma do cdigo, o o I-ernandes
Torrea nio o cbamou a ordem Por proposicio iden
tica foi o Manoel ameacado com es rigores^dojeg-
iSBHfcaiMSBl!Bgfl^aMM^BSS*0!a^*M'*a^^lffl?^^B^^^^^^
tabula naocoiit io a ruoica exigi paga do scua ser-
Cuino quer quo fono, eite incideute tragi-c.miico do-
plicou anda assiu. a inquietucao, a imlaco dos e*pin-
loa, cera sio provareluicnte quaulo quiera o autoc da
garrafa iiiferiial.
D'alli algum lempo, grande eanimado aljemelo se
aohava na Oltamplu, i.oinc que le .la a una pracinba
uotngiia, no centro doPalfirmo, oou.|iosto dooperarioa
uciosos de todos os ofllcio* e uccupae;i5es, cate de mari-
oheirol, lodos mil vestido!, 0 alguna que apenas o Cam-
ilo, e lodos sen. pudor.
O proco do plu havia rceenleiuentc lido um auginoH-
to couiidcravel, e esta circunstancia era a eau.a ou.ti
pretexto da rcunio, que a cada nstame se tonina mate
compacta e mais a...cavadora.
_ Santa Uosalia us acuda! diiJ M, em breve oo-
inerciuiis as pedia* du i.iuulc Itllegrino.
Se os luglcios, d.tia outro, nao e lembrarcn do
redeui-lia l'arinhl.
Aquellei quo julrao, diiia Icicciro, levante n
taio ao ar.
Eu abaixo a minha, reipcndco qeiarto.
menlo. Em ludo slo coherentes os homens da patria o
daliberdido.
O Chico do Srrgipe lambem .efeodeo- o adiamento
do G-oniMlvos Martin. A cmara porm nio qui* idii-
mentos'; a maiotia nio quer ouvir o minitro da juiiica;
e o Gabriel, chufe da sobredita, mogurav quo nio
dovia elle ser covidado, porque o Jos Carlos be um es-
tpido, nio sabe da legitlarjio, o do nada servira sua
presenca nesta casa. Coitado do Jos Cirios bem
poda elle dizer
He do mais. Venha a morlo; que tcui couces
Sofrer lie duas vo/es soffrer moito !
Se eu fdra o Jos Carlos, mandata a Gabriel lavar a ca-
ra, e eslava vingado.
Sexta feira andaraoaqu. em holandas com o redac-
Cao .la lei que opprova o conlrato da colcrftTssglo bel-
ga. O Chico de Sergipo csgravalou, procurou, e afwal
acbou... nio forao oro*, us um absurdo graudalbio.
Bem Ibe disso cu : com un pouco do boa vonlade,
enconlrlo-se absurdos emquantu se v nesta casa. Nada
se docidio por ora.
Enlrou um discussio urna emenda do senado a rei-
respeito di lixaeio das lonjas de mar para 18iG1847.
Sem discussio loi rejeitada. A maioria est com o judeo
nocrpo; distribuirio-so os pipeii, o o senido be de
r agor se romba anda coui a camira doi deputidoi.
O Miriiihoproptque se declarasse vaotajoio o projec-
to. O Coolbo Bastos, que be fino, porguotou se, de-
oidindo-so quo o projecto era vintijoso, loofllciiria
logo lo senado, e to mandara lequerer a fuilo ; que-
ria sabe-lo, porque Ibe pareca quo nio era opportuno
aior o rcquei ment ; quo se tem querido rebaxar a
cmara dos deputados com antagom do tenido, que ja
houve um facto desla quando ios senadores se deo o
tralamenlodeiCCF.LLUNCiA, e aos deputadoa o de se-
niioria. Coro cfleto de todos os crimes commetti-
de,s pelos Saquaremas, esto baem duvida o maior :
nio azerem o Coellio Bastos kxcsixbutissimo Disse
esledeputado quo o tal rebaixamenlo da cmara dot
deputados ser! til, ser* conveniente ; mai est con-
vencido qu ambas as cmaras teem igual catbegoria, em
quinto existir a conslituiclo que jurtmo: Dizem me
quo do toda a grammatica, o quo o Coelbo Bulos an-
da nao comprchendeo bem lio a dilTerence entre o pre-
sente doconjunctuoe o pteterito perleilo do indica-
tivo ; o aflirma que nio sabe porquo te ha do diier,
por exemplo, ciemos e nio jurtmM, quando imboi o
erb t atablo em ar. O poni ho sem duvida rabilo.
Logo depoia do Coelbo Bastos, o Francja Leite pedio
infrmateos sobre os precedentes da cata, eoAntio
sacou da algibeira um requerimenfo l") para que se
oficie ao senado queo depuladot rejetirio a emenda,
juigaiio o projecto vanlajoso, maa esto resolvidoi a
nao requeier a lusio emquanto o senado do oVreom-
primento ao artigo 61, exigido em faor de alguna
juizes do direilo deela casa, quo querem ter desembar-
gadores, e teom felo servicos para itso. E eolio nlo
cha voss, meu Sentinella, que a maioria usou oes-
te coso de um meio muilo proprio para derribar o mi-
nisterio Quoresposla dar o senado acsleofficioi
Nenbuma : o o lei ahi ficar no archivo da cmara
Quom perder no nugocio 1 Omioiilerio, que fica lom
lei do (ixagio de /reos de mar para l8ilj18*7. Di-
zciiiquotslo plano foi combinado ontre o Limpo, o
Jos Carlos, o Marinbo o o Anlio ; o dous ministre
querem dcsfazer-ie do Hollanda e do Manoel Branco ;
c os dous depulados querem dar um codilho no senado
para asser.tar o mi e ir adiante. Ha muilos que di-
zom lambam quo o Limpo lom suat vistas de mandar I
favaodragio de Maeab. o faier-se tenhor do bolo.
Nunca as mos Iho dolo por itso.
___________________________ -- i-m
(') a Uequeiroque te ofllcio ao senado communi-
cindo que a caenin dos deputados nio pede dar o seu
asscDlimenlo i emenda ejuo a mesma fez ao projecto de
l'ei adoptado por osla cmara na fixacio dai forcee de
mirparaoanoodolSGa 1847; mit que, julgando
o projecto vanlajoso, aguarda o cumprimenlo doi arti-
go Gl da consliiuisao, requerido no ofllcio de 20 do
junbo do crrenle anno, a hm de roquerer icmelhante-
ineole a rcuniio de ambas ai caii.arat para discutir
e doliberar sobre esle outro objecto. Pago da cmara,
1. "de agosto do 1815 tJ. Anl do. _____
,^.MT^-ammm^amasiimaSkmmmimmmmSSBBf
Ni todoi ubaixamoi, gritarlo cen vozei limul-
tancas.
_ Aquelles i|ue querem jautar, levanten! a inaul re-
plicuu o iiiesinu orador.
T.da a lurba lcvantou o braco era grilahorrenda.
Quo, meus rilliui! exclaiuon a menina vos, leudes
f'oiiec, o vus deixaii licar ahi a conversar, como inmige*
Lirios < sabir do rcfiturio ? Pude-se diior ao vr-vus,
que u* pies ten aias, e qu* por si uicsnio* vos vao cahir
na bucea. Se os queris, idu busca-Ios.
Anele? sonde?
Ella he b,.a! ao.ule os ha.
Mas ondo ho que os ha '
l o perguntai. Ha nal p*d. il, nos cwai dul mi-
nistros, eia* dos Gdalgut, as doi Ingleses, nai do Indos
ossauguciugas que eugorda cura o sanguo do pobiu
jiovo; porquantu. .ueui fhos, nio peuseis, quo Aci,
lieloionte, liealineik e oulre.s deixein do jantar, pur quo
vos leudes tome ; peW contrario, ja.itSo por isso mesmo
mullo .uolbor, e anida oeu ciiui xumbau de vos. Avante.
bravos! O trigo eresce pura todo o mundo.
Giando niuviuiouio houve actas palavraa na oliusena
cada vex mais avullada, o mil gritos inarticulado! loarlo

--


O Ferraz impagnou o requerimenlo ; aggiedo vio-
lenlamenle o ministerio, que promovco o conflicto en-
tre as duas camarai, e abandonou-as, turnando assim
impossvel qualquer accordo, mpossibillando mfsmo
o governo do poiz. O Feria/ nao quer que se officie
ao senado, como propoz o AnlSo ; mai que se vol, se
e dnve ou.niorequerir a fusio. O Franca I.eilo man-
da um requerimenlo n'oste sentido. (")
O Marinho sustenta o requmenlo do AnlSo, ainda
que o reputa desnecesssrio e imprudente, mas quer
acabar con< isto ; pede ao ministerio que appareca na
questlo, que se decida, que dissolva a cmara, porque
'lie escus collegas querein ir para sua Ierra di/ei a.is
seus constituintes : Insurgio-se nopsiz urna facelo,
o oos impedio que titessemos o bem.Ura, abi est o
que seoado quera ouvir lio bem leito : e quem
pode negar que os senadores sio facciosos, quando nlo
julplo que lie ventajoso o projecto que cria relardes?
queso baveri to rude que se nio convence do bem im-
n'ese {juu ds uuii,u das duas relaces esuiiaia aos
juizca dedireito que lorem promovidos a dcsembarg'a-
dores ?...-Ahaixo o senado, que nio quer mais duas
sclacoes .' Perica a faccio que se insurgi no eludo !!!
E o mioisterio... pobrezinho, nao he pega nem
gaviio n'estas cousas; o coitado quer comer o ordena
do, e ircortando fatias no pdo-dil, que dslribue
por >cus amigos.
Fallarlo ainda oulroa depulados, e entre ellei o
Franca Leito. que alirou ao ministerio alguma balas
qucima roupa. O requerimenlo do Anlfio loi appro-
vado !
Tambcm se approvou um requerimenlo do Ferrai
para se discutir por partes o projocto do reformas is
leisdo processo criminal.
No sabbado decidio-seque nao havia absurdo na lei
que approva p contrato da colonsaco belga. He dcs-
graca do Cinco dos ovos ; ainda nio loi avante cousa
que elle propozesse ou sustcnUsse.
O Ferraz annunciou que faria diversas interpellacos
ao ministerio, sendo uma 'rilas a respeito dos nego-
cios oo Rio-Grande.O Das da Motta tambem annun-
ciou inlerpeliaces que pretenda fazer ao ministro
dos negocios eslrangciro, sobro ai quesloos do Rio-da-
Prala, quando esse ou outro qualquer ministro viera
osla casa matar saudades. Qual carapuca Quem he
capaz de pilhar um ministro S armando-lhe algum
Jaco, como disse o Alvares Machado.
la-sa entrar na discussaoda reformadas leis quo rc-
gulio o processo criminal, quando o meilri Alours
Magalbaes propoz que so convidasso o senado para,
conjunclamonle coma cmara dos depulados, nomear
urna comniissao mixta, que examino o projecto, e de
parecer a rospeito das reformas que se devem fazer. Este
requerimenlo causou grande eslranheza ao Nunes Ma-
chado ; porque, segundo esle indefect.nl, ha penden-
te, entre o senado e a cmara dos depulados, uma quis-
tio de honra. O Alvares Machado oppoz-se ao reque-
rimento.O D. Manoel suslenlou-o, e disse que os
autores das rebellines de S. Paulo e Minas nio lverao
outro fim seno subir. Este Manoel lorna-se cada
vez mais temido pela maioria : sempre que falla, en-
terra-lhea a espada al os copos. O Sousa Martina im-
pugnou oadiamenlo, e o Franja Leite defendeo-o ;
e foi chamando o ministerio incapaz o sem indiligen-
cia para dar direccio ao parlamento. O franca est
outra vez com alta na patrulha.
I'aliarlo sobre cousaa diversas, sobro difeito de re-
sistencia, sobre o ministerio demarco, sobro a legis-
lacio iniqua e barbara de 3 de dezembro de 1841 ;
mas ludo isso he materia velha, que au vale uma pi-
lada de cangica de S. Sebasliio.
Paco da cmara dos depulados, de agosto de 1845.
O K ELOGIO.
2
leve ordem para ir a cssa tliesouraria examinar a casa,
edizerquaes os reparos que ella necessila.
N. 102. Para quo eu possa darexecuc>o ao aviso
imporial de 20 de abril prximo lindo, cumpro que
V. S. me inlornie com (oda a posivcl brvidade: i ,
se esta cidade necessila de casa para allandrga, te pela
affirmativa cm quo lugar julga V.S. trfi convcnienle
que ella seja edificada : 2., quanlo se paga dealuguel
pola casa, que serve de elfandega : 3., que seguranza,
o acnmmodac.oei (em ella: i.\ finalmente Be V.S.
julga nielbor o mais .econmico continuar a alugar esta
casa, ou construir-se uma nacional. Pode V. S., se le
aprouver, e julgar necesario, ouvir sobre esle objecto o
procurador-fiscal, e oiospoctnr rl'alfsndega. Heos guarde
a V.S. Palacio dogovernodoJt.io-Grande-do-Norle,5de
julho de 1845. r. Casimiro Josdt Moratt armenio
Sr. inapector da thesouraria de fazenda desta provin-
cia.
Via 8.
N. 103.Participando que foi transmillidoao Exm.
ministro da fazenda o officio n. 25, a elle diiigido.
N. 104. Approvano a tabella da elape, e orra-
em para a tropa de primeira linba da provincia.
N. 105.Aclis ndo-se essa repartilo sobrecarrega-
da de Irpbalhos, como V. S. me declarou oo seu offi-
cio o. 130, de 16 do mez ultimo, lano que nao Ihe
foi possivcl ministrar meas inormacocs, que Ihe exig
em meu officio n. 72, de 12 do mesmo mez, sobre o
estado das cuntas das colleclorias, algumaa dasquaes
anda se nio poderio concluir, a despeilo das instancias
dos individuos, quo as querein prestar, bem como lem
aconlccico com oex-collcilor deS. Jos; e convindo
por (anto providenciar a semelhante respeito, con o me
auloiisa o arligolOl da loi de ideoulubro de 1831;
ordeno a V. S.: 1.a, que execute, e faca executer fiel-
mente o artigo 101, quanlo as horas cm que dte co-
mecaro (rabahb, nao consenlindo que os empregados
ostejao cm conversacao, cm folias, e pralicando de ob-
jecto* cstranbos as suas obrigacoes, como me consta,
que ordinariamente succedo, com manifest detrimento
do snico nacional, e do decoro e gravidade que se do-
ve guardar as eslacoes publicas : 2 que emquanto
essa rerparticao nio estiver em dia, nao deierd os tra-
balhos lindar antes das tres horas e meia em ponto.
Dos guardo a V. S. Palacio do governo do Rio
Grande-do-Norle 8 de julho de 1845 r. C. J.
di l. Sarment. Sr. inspector da Ibesouraria da fa-
renda tiesta provincia.
de legisladores, que nio legislrio, o nem pelo menoa
fallrio; e para nada tallar ale mais um periodioo
apparece, que sedi cbamar-sei de Setembro
(libo da praia e de pai (por ora) incgnito Bem vin-
doe bem apparecido seja Se eu coobecesse o pai do
recem-nascido Ibe pedera, que se deixasse de pro-
messsas porqne boje ja ninguem acredita em
promessas, porque gato escaldado d'igoa fra lem
medo.Quem accredilar em promessas,vendo e lendo
o Guarda Nacional o. 132, em que aeu autor, pro-
metiendo na corte esereveria contra oa perseguidores
das liberdadea, que esmagaria ludo, e o que mais be, e
mais nos devia e deve importar, que elle promovera o
Mi'nfie; do psiz, v nada ei, nada disse, nada promo-
vi ? Quem acreditar em promessas, conhecendo
que todas as promessas licrao em fallar aobre elei'.Ses,
aobre Ouricury vai.Taquarilnga em, e neste vai-vem
licrao os nleresses do paiz ? Pois o tal Seubor, que
prometteo, e protestou como christo, que a sua voz,
e a sua conduela seria dedicada em prol do Brasil?!!
Quem dar credilo a promessas, vendo os artistas lo-
grados, e do mais a mais atropellados com o projecto de
colonisscio belga, e os A Heniles bateado as portas
do imperio, e isto a custa do suor e dos tributos impoa-
tos aquellcs meamos que pediio po para si e para
seus fillios ? Promessss s as de Cbrislo Bastante se
autoridndea subalternas, nio era de mitter um
lem demorado o Coneio em materia que nio be para
a Coireio, porque assim como ovelhas nio sio para nhos, faiem algatarras, nlirio pedrada, irufe
mallosConeio nio be para poltica vamos a no- m'i"rr, obscenidades com injuria as familia,,
en'l"e.
PEINAMBCO.
R10-GRANE-DO-NRTE.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Correipondencia do Exm. Sr. doulor Casimiro Jote
souiaria de /uzeada.
ANNo Dt 1845.
Julho A.
N. 100.Atlendendo ao que V. S. me represenlou
cm seu i (lirio de honlem, pedindo-meautursacao pata
continuar no pagamento de celtas aespezas de ordena-
dos, gralilicaces, e outras somelbanle, visto que,
tendo comecado o novo anuo financeiio, nio foi ainda
pelo Ibcsouro enviado o credilo necessario para taes
despezas dentro do refeiido anuo, cumpie-uio dizei-
Ibo, quo pode V. S. continuar a fazer ai mencionadas
despeas; devendo quanlo antes solicitar do Ftm. Sr.
ministro da lazenda as precisas providencias paia cc-
correr a esta falta. Dos guarde V. S. Pala-
cio do governo do Rio-Guinde do-Norte 4 de
julbo de 1845. Dr. Casimiro Jos de AJoraes
Sarment.Si. inspector da ibesouraiia de laienda
dcsta provincia.
Dia 5.
N. 101Gon.munieando que o 2 lenle do im
petial corpode engenbeiros Rlanoel da Silva Pereira
('; Refueiroque, na l< rma do art. (lila cons-
titu! ao, delibero acamara se contem requerir agora
ao senado a reuniao da aisembla geral. Franca
J.eiti.
de (odas as parles; j algn lmpidos bavio voado cm
jiedacm e aa vidracae da praca ir, toinaiid o mcsino ca-
iiiiiiIio. Aeersa a mecha, a cxtilualu era inctil.ivcl.
Nesse niniiieiil, deienihorou do Camero para alli-
t.impl.i luna i'\truv;'ginilc procisaSii. Uin liiinient a cu val-
lo Iraii.i na punta de una vara mu quodru mal piniadu,
jiorcm calculado para n i lleiln, ondo liavio representa-
do do iiinllierc abracadas: nina iiiiinalrutigaiiicnlc
orda, e de tace rubicunda ; a outra pelo euntrario ma-
gra, plida, extenuada o quaai sutfuCada pelo petado a-
Miiru da curpuleiUa niatrnu.i: cata tiguratna Gram-Urc-
nlia, a euira a Sicilia c par que nlo houvesse enna-
t, lavo o pintor o cuidado de aa vestir ambas com aa
pecina corea daa dua narOea : um rotulo por cimo
'Vaussiiinira dizia em grandes caracteres: lili!JO DK
JUDAS
lula persunific(lo burlesca, mas verdadeira e mu i
parecida da allianca aiiglo-aie.iliana, era inveneflu do ba-
rlu Craea, qoo sem duvida Ihe havia achado a ideia cm
iiih peniniii grupo anligo conservado cm Palcrm, c no
qual iiuierio ver a catatua de Ruma abracando adaSi-
Quarlel do commando superior da guarda nacional do
municipio do llecife, 4 de sitimbro at 1845.
n mu m im i DIA.
S. S. o Sr. coronel com manda ule superior determi-
na, em consequencia da ordem da presidencia, quo o
i." Initalliao d, no dia 8 do correle, uma guardado
honra ; a qual se deveri adiar no lugar om que se
lem de construir nova matriz de S. Jos desla cidade,
pelas 7 horas da manhaa, a (im de assislir as ceremo-
nias da collocacio da primeira pedra.
Outro sim,determina S. S. ao Sr. commandante inte-
rinoda2>legiio,que faca recolber preso ao estado maior
do corpo de polica, a sua ordom, o ajudanto do 4." ba-
talbio.ou quem suasvezes fuer; porque, tendo sido no-
meado para servir deajudante de parada no dia 31 do
mez passado, nao parlcipou, como Ihe cumpria, a este
commando superior as fallas, que occoncrio naguaini-
cio; dcixando desla forma de cumprir as ordens do dia
deste commando superior de 15 de marco, e 24 de mam
dcsle anno ; devendo dar parle a tale commando supe-
rior, logo que o referido ajudante esteja recolbido.
Nio lando o 3." e 4.'balalbdcs dado a guamicioda
praca completa no dia 31 do passado, dcixando de len-
derem trezguardaa, u de complelaiem as tres que do-
rio ; determina S. S. ao Sr. commandante interino da
2.' legiio, que em ordem da legiiu estranbe esse pro-
cedimenlo, rccomu.endando-lbes, que de uma vez de-
sapparecio faltas semelbantes ; e Ibes faca constar, que
5. S. est de accordo au toleai as repelidas fallas,
que apparecem na guarnicio da praca, e que nio
consenle, quo esla guambio seja au^menlada, ou
diminuida no seu numero de pracas, a vontade do su-
perior do da, ou do ajudante da parada; eque, para
evitar ossss alteacocs, a titulo de ignorancia, S. S. em
ordem posterior Usar o numero de pracas, que devem
cotnpr cada uma guarda da guarnicio.
Constando finalmente a S. S., que as ordens do dia
deste commando superior, apenas chegio as legioes, e
que nio sio publicadas nos corpos, e sendo esle, setn
duvida, o motivo por que os corpos igooiao o que se
ordena por este commando superior ; determina pr-
tenlo 5. S., que d'ora tm dianle sejio as ordens deste
commando superior nio s publicadas Ises e quaes as
legioes, como al nos corpos a fim de que ebeguem ao
conliecimenlo de todos, para que em lempo algum alle-
guen) ignorancia. Claudino fenicio Machado, capi-
llo ajudante d'ordens de semana.
COR R EIO.
( C.iRHEl'ONDENCU OA CIDADE E PROVINCIA.
O mez de sotembro vi i correndo maravilbosamenle ;
nio ha razio de qucixa. Apollineaa, marchas, e pa-
radas ; boas cntalas italianas ao profano, e ao divino;
podras e prociisocs ; ebe gada do vapor do Rio ; viuda
para po
licias, ou a cousa que o valha.
Oiiem se prorogra a cmara por mais 15 das; e
o que se far de bom nesta dilaglo. nlo se tendo feito
emoitomrzes? Quem quier que adivinhe Algum
tributo ahi nos vira pela proa, a fim de matar a fome
a quem nio lem po, quanto mais dinbeiro dar sem
saber para que. Quanlo ao nosio commendador con-
ferenle oque se ter passado? Guorda-se a napeilo
um inviolavel segredo, e eu tenho do mim para mim
que desla vez o bornem rilar uma pesia, o .-nlio ser-
vidos (icario os amigos de bom pao-de-ki... Basta por
boje.
DIARIO DE PEIIMIIBICO.
A nlose nlgnma facanha em I^oniac on aeinelban-
Ics, o lugar de clicfo de polica he excreido polos aina-
nueiisva da rcapccli va secretaria, poia quo aao auflkien-
tes para ludo que Im a fater, o o empri'gado quo lem a-
quellc titulo nio faz mai do que aaignar o expeilienle,
quo va taes ashesmenae* llio apreaooUo. Tambem de lio
pouea importancia he tile expediente quo nio ha razio
de elogio aoa aniaiiuenaea quo o reiligeiu, ucea para isso
he nece8ario mais do quo urna pralioa nonimuin de se-
erelnria. CuSU ellcilo reduz-se elle a diier ao delegado
de uiu lomo, que torio recebidoa (antas recrutna,
outro que furfiu entregues os seu oflieioa do mes ante-
rior, ao tereeiro que laca diligenciiu para a priao dua
criniilloioa, o que se confia de na Ilustraran u zelo; ao
preaidrnle da |>rivincio qoo mande diier o'quequer que
fac n polica a cerca de tal oceurrencia, c assim por d-
ame. E o ebefo do piilu-ia, oi ao menos o ciuiua a fa-
zer. Sabemos quio limitada boa illiitirsciio daa autori-
dades policiaca da provincia, c quo por lauto precisao
ellas de ser bem dirigidas na mancira de procoderein na
diligencia ner.e,iria, para que a polica consiga o aeu
Rui; at a formas legae sio por ignorancia umita ve-
ves preteridas. Daqui lano procesaos irrrgulerea, tan-
loa despacho llegaos, lautos lumiuario sem as pruvas
e iiiveiligacoes precisa e posaivea, e finalmente tanta
diligencia perdidas, tantos criminosos quo csrarneccni
das lua, o i aman lio dcaaecurdo entro as diversas autori-
dadea.
A' um ebefo do policio esclarecido esbia natruir aa
autoridades inferiores, guia-la no cumprimcnlu do seu
deverca, e cundnii-la do modo que ae nio turiiassem
inuteis, ou omento prejudieiaea peloa seus abusos.
Cunipria-lho maia para oso fim formar ns(ruccea e
regulanientos que liarmoniasseiu a ai ci da auloridade
policial com a lei, dossem-llio a furga e appoio que re-
tulla do accordo nutren dreraaa autoridades, prove-
niarem os abuaoa em tlelrimeuto da liberdudu dua eida-
do, servisaera a obstar a negligencia ou a inacoio que
le.tilla da ignoranc. do que e como se deve obrar, o
que emfim conlivescni medida jiara prevenir que a po-
lica seja illudda e as leis hqufln escarnecida. A le
das reformas explcitamente disse incumbi aoa chufea
do polica, o que velaaaem na mam ira, porque os acus
subalterno cunipiem os acus reguientoa e deaempe-
nhao oaseua deveres. Maa nio at-hou ainda odel'cr-
naubueo lempo para eacrever urna lnlia em aalisfacao
de.laa disposicea da lei, que se diz lAo defeiluoa por
e.laa e outra culpas. O chele de polica da provincia
recebe lodo oa meica coniiiMiiioavOea doa delegados
wbdelegaJoa dos corpos de delicio retine, o daa priaoa
por elle etfecluadaa, aaaim coiuo uulraa niuilaa parlici
pacoe, quo deve ;er isla do rrgulamento n.O 120.
Maacxeree ello a direccio o iiispeceio quolhecom-
ilo (Ao elevado o to raro; um iiiiannrnio da ar
da presidencia podia laier um extracto do todo e '"'
Reina para ae potipnr a S. Exo. o Irnbalho de 0 l/* "'"
he para iaao quo aerve, e mal, o clietb de polica, M
Temos tratado de uma funnco oapceial do chpf
poliei, primeira do quo deve oceupar p- p(). ""
um ehcfu de polica nio servo para dnr dirorciu "'
pulso is antoridadea inferiores, so nao manloin a in "*'
pin do proecdiincnto delhia, ao nio podo abrir i^""
loa ollioa um regiatro de ludo qoo por ella corra "m
pedr-lbea coiilae do que leem Feito. o preacrover \i!"n
que devera fater, enUo hcoutoiidade inteiraien| l
til, cutan sAodeindosao mar o ordenado ea*rai;L
(io quo ae lho pagao. ''"*
So podessemoa revolver os a/chivos publicas so
dessemns consultar os livros daa priioca, ap'oniaria'""
os grandes males de semelhante inouria, mas nin*"'
ha que oa rleseonheca; lodos sabem romo es tklr!J*
e subdelegado prenden ou aoltao, proeesio ou Ma
de prucessar, segundo bem qnerem, o toman a nr
faiem aa diligencia policiaeaoemo Ibes parece t utiT'
fe de ploia be millo em ludo isao.
Quem diria que at o cdigo do processo orina,
feito de outro da, havia de catar em deauan ? p,r, '
um exomjilo entre mullo quo poderio er aprescri
dos, quem houvc fallar em termos de bem vi ver <
gurai^a, Ido impnrtnutcs c to recomiueudadua ilT '
le c regulamenloa ? turbulentos decorai>6>siTB
rein m
aiiicaei,
com urina, co,, e uio ha meios do os canter'
o termo do cdigo do procesan eahiro em ciqu^T
iiienloedeaueii.de, e ac nlgucm lia que queira imcli
por isao, forinlo logo ura prooeaso enorme, qP nM*
mais aefcoiiclui', o o coitado desespera eoiu as onMn
protcata soffrer todos oa incoinmodos e insulina
nlo melter-so cm outra. "
(Jm ponto ha em quo nio podemos deixar do locar 1
philantropia doa governiatas fea do contrabando doiA
trcanos um thema diario de auas aeouaacoc a eui.
eersario. Ora, porque os chofea de polica danrajaia
entendiao tanto de contrabandos, o dellea linliu niitinj
quando na oppoaicio escrevilopara aaauna fulas?P
uio conaervo hojo aa mesmaa relaefins, dnmlelbei ,l
nlm esse couhecimento ? 0 decreto de JS de abril d
1837 ordena, que sejio visitado pela polica o iiarM
queoheglode fura, a fim do examinar se, se Irasema.,
frcanos, ou se se empreglo no trafico Ilcito, leudo
tratido e desembaroado, e aos subdelegado, incumba
faxerrslaavisitaaoregiilamonto ni20, pelo qual a>.
vera tambem examinar, so os paaaageiroa ao iieii.ii
.uapcita. se os estrangeiros trazeiu yaasap.,rles, e ast-
ille o carllo para lirarem o aeu (lulo de retideatia
Porem, quantas visitas tem feito o subdelegado do c
fe, ou quem dola est enearregado ? Parece .pie noa-
huma, o o ckete de polica nem dis'so te Icmbrs i nJu hi
nada lio bom, como um bom somno.
- Eia coiiib se mallograo aamclhorrs instituices, eeo-
mo sio a lea accu.atla. de lio defoituosaa, porque ellas
nio existe para oa cnearregadoa de as oxeciilar. Qncm
pensara que se havia do dar um grosso ordenado i mu
obele do polica para dormir, o ao aahir deato lethsrta
para alguma a.neira, e tomar a dormir? lio eniretaasj
oque eslamoa vendo. So estas lio moderada reflcxis
podesscuj ao menos despertar eaaa autorldado a aaa>
ciencia do seu dever, e arrauca la' do seu estado habi-
tual de ncelo, para inspeccionar os eu subalterne!,
seria um grande beneficio, que uio esperamos; mai con-
tinuaremos a lembrar-lhe a sua ubrigaclo em uutru
pontos.
Publicatpao a pedido.
tan
na sella prcenchia o ico oflcio com gravidade o presea
Ca de espirito impcrturbavei; como o porta-estandarte
do urna imandado hcspaiihula on contraria uiuaulniana,
camiuliava direilo e sereno aciu so importar com o effei-
lo, quo produsia : diaserels um automato Kiadu na aell
do .vallo. Era ello rodeado eaegodu de mutenaa mul-
lido dopovoque vociferara contra os Ingieres com
qoanta foici linl.a de jiolmo. Quaudo esta torrente
impeluosa ae derramou naUtlampla, abri uma pataa-
geiu por mcio do adjunclo quo all eslava, e coufundin-
du-c ambos, formarlo um s grupo animado das mea-
mas pai titea, e sellando o mesmo grito: Worrio os In-
gleses.'
ChegrSo aaaim pracinha pretoriana, onde lira o pa-
co do senado; all ohoinem do qundro apeou-ie e foi
colloea-lo no alto do uma fonte niouumentai quo tic
era frente do palacio ; alo leito montn outra vet o dea-
ppareceo. Desde cutStf tprnou-o a praca pretoriana o
centro da reonifis, quo |ior aaaim ditej duplicava de ho-
ra cm hora. Todaa na padarias prximas frio arrumba-
da e p|hada em ura abrir e fechar d'olhos, sem prciui-
ao daa outras c/sos do comealiveia, porque o povo
pele sobro os seus subordinado na invcatigacAo dua cri-
men, na forraacio do tulpa oo criminosos, o para im-
pedir os abuaoa de pri.eaarbitrarias? Nlo. Eslas par
iicipaceca sio papel sujo da secretarla da polica, queao
seu ebefo niu importa quera cala preso e que lempo
ae ao principiou ou niiduu a forraacio de culpa, a nis-
neira porque o processo foi hilo, so houve o necei.ario
zelo cm colhgir a provas, so o procesan seguio seu dcs-
l.no, ae os pronunciados foro capturado ou nlo. Uo
quo serve desla surte um chele do polica cooi um gran-
de ordenado, que oSr. Antonio Atfonso pedio na assetu-
bloa que so Ibe augmentasse ? Para coramunicar ao pro
sitente da provincia o que Ibe querra mandar dijer ai
lllm. i Exm. Si. Constando-me que o 2." vice-
presidente desta provincia me oomeou 1.a auppleols
da subdelegada da freguezia da Maranguapo, dirijo-
me IV. Ex., rogando que se digne do tiispensai-mo
desse cargo (que renuncio), em silencio ao meu rui-
noso estado de sade, que ot6 prohibo exurcersuat im-
portantes funecoes. Aprovcito a occasiio, Exm. Sr.,
e pesso a devida venia, paradizeraV. Ex. que, anda
qusndo o meu estado nao fosso tal, eu jamis eivrcerii
o relcrido cargo; e esta opportunidado me seno pas
cu de uma vez para sempre declarar minha opiniio po-
llica, e acabar com alguma duvida, que por ventura
baja meu respeito. Nio sympsthiso, Eim.Sr., e
flem posso sjuipnlbiisr cotn a poltica que se diz vence-
dora; seus principios sao inteiramente oppostos aos
meus, que sio os da poltica decabida, por ser aquella,
que procura felicitar, mcluorare engrandecers minbs
patria. Naquadraactusl, overdadoiro Brasileiro ni-
ptidepertencer i esse partido, que na provincia sedeo
nomina da praia(nomo, bem significativo), que
lio desconceptuado est, o que lio aoarebsts he:
omito menos eu o posso abrscer, quando elle lio
ousada e descomeddsmeole tem ulscado meui pareles
e amigos, com especialidado osebefes ds minbs Isni-
lia. E por isto supponho, que s ignorancia, erro,
ou engao darla lugar a minha nomeacio. Exm. Sr.,
firme nestes principios, de proposito deixei at boje ds
solicitar a patento do posto de espitio ds ti.' coaipi-
nbia do 1 batalbio da guarda nacional deste munici-
pio, em quo honrosamente fui investido no lempo
ainda em que se julgsva de merilo as patentes ds guar-
da nacional; por tanto apresso-me em denunciara
V. Ex. a perda, em que (enbo cabido, do releiida
posto,- para ser preencbdo por quem melhor srisns
actualdade, e saliafaca as vistas ds poltica dominante;
visto que boje nenbuma silencio merecom os aervicoa
prestados i monsrehia; e so sscrifica a prosperidsdedo
efln. O conductor da aubversiva pintura, firme emudo|principio o que quera era comer; mas excitado gradu-
icnlo pilhagera, nada mais respeilou o roubou sem
piedade ludo cui que pode por as ralos.
O pretor, que era urna especie de almolaeel de toga
romana, t alguna meiubroa da municipaldade enfronha-
dos no pomposo titulo do sn.adurea; npparecerau va-
randa para pr..clamnr multidio, mas as vociferace
dcala cobrirao-lhea aa votes; aa palavraapOa e fome erio
aa quo nicamente se distinguido, o como a.aovias.eu,
nos arca algumaa pedra. oa respeilaveia magistrados -
cbarftO prudente relirar-ae : deaapparecidu cale freio .
tuna popular nlo couhecco mais limites porui a se-
diciu nao Ilnlia chefe, nem direccio, mm anua; o
pnmciro batalbio que ao apresmosse leria dssolvid o
ajunlaioi'iilo.
Vejarana o que entretanto ae pastava no bairro
conciapclli. Ao chegar a Mermo o albo ounsul Lata-
rose havia relacionado cora o cavalleiro Vito Vitali
oceulto eiubriv.dor doa Beali-Paoii irapanezea ; ha vilo
amboa tido mulla conferencias acerolas no intuito d.
eoocuidarcra as noVaa ve.pcras sicilianaa, machinado.,,
por Allegroui, sem que o aouboaae Carolina, que da su. |g P4Ulo
parlo urdia a mesraa conspiracio. Para ter roao oa
seus Urriveis alijados, Vito Vitali blvla-eo alojado
entrada do bairro, era uma eaaa juma I igreja de Ja'1
Mara del Jume, {atollo ainda nos preliminares i ""''
havia prumpto para a arelo. A alia do pi era una cir-
cunstancia favoraVel, do que esperaviu tirar niuil" ||jr'
tido. ni.i IratoTSV-aa denlo arriscar o negocio, purque
o liiglete nflo erio hoiiicn quo dcixasscm icnlar e-
gundo. Tudo se calculava, ludo se previa, excepto o
imprevisto.
Neste ponto ealavo a colisa, quando arrebcnlaa a
revolta de Oltampla.' Luzaro fot imiuadiataiiienie loeal
i rebate na igreja de S. Roque, quo lie a matrs do l|ir"
midavel bairro, oeni quanto os ooiraiapelli ao rennocni
J turopltu na praca d'armas, fui ello tomar ouiiselln' cniu
Vito Vitali. Dccidiriu quo so aprovclasso a uccaaila
inesperada, e ae dirigisac a sediciu para u fim da eruiad"
projccU.la. Todua oalnglezea devio aer murtas,depo"
do que reatituir-ae-hia u ihrono aoafirincipea dealerra-
dua, ob*covdieio de quo aleclarasrein a Sicilia livre
e Jindepciidciitc de aple para sempre. Taca ero, con.
ajos lelorea se dcvesji rosurdar, o desejoa do adepto o"
,CnUnunr-n-hii)-


ner0 rancoret, o miseraveii ambicdet de partido.
Lr0 ser attendido por V. E. na escota quo pesso
na d
Ir" "prasidt de Pernambuco. Manoel-Franciico de
\ou:a ImIo
rio a loiivuio, -...... --- ..... T
r0 ser attendido por V. Ex. na escuta que
jcnunri. que f.co. >** V- Ks.-jEn
Timb, 6 de setembro de 18*3 Illm. Exm.
Alfandega.
L|llS,E!CT0 03DI*iO............
rtitrurmnau hOH I1.
L-Me-Stlitahtinh* de trigo.
I *ue-i/Aiiirtcebollaa.
Jumaca-KMura-Fa/x-ideirK
Consulado.
.. 6:024i005
[,or
RENDIUBim DO DH. 9.
11:888*396 Provincial767*728
Aloviuiento do Porlo.
Wavio eakido ato dia 9.
Lloi-do-Norte, vapor oacional S. Salvador, com-
mandante o segundo le nenie 'Antonio Carlos de Aze-
redo Coulinbo
Pi'avio mirado no dia 10.
klaraiiho, Cear e Asa, 30 dia*, e do ultimo porto
17 dial; brigue-escuna bratileiro Fere-Fogo, de
155 tonelada, eapilSo Henrique Quin, equipagera
|2 carga arroz, tal, sola eeouiot ; Manoel Jote
Machado Malbeirot: condui 4 etcra?ot a entregar.
TVavioi lakidot no mumo dia,
Llcoluca ; hiate brasileiro 5. Joi-Venador, que ba-
va arribado no dia 2 por causa do lempo.
Genova; brigue tardo Mai ia- Jntonittta, capillo Bar-
Ibolomeo Gagliarde.com a mesma carga, que trouxe.
ObtervapaO.
Fundeou um brigue bratileiro, o andio a vela um
i bratileiro, e urna galera inglea.
Edial.
Nio lendo concorrido Ihilantanles aa arremata-
ba das rendas provinciaea a cargo dat collectrrndoi
tonicipios abaito declarados, o Illm. Sr. inspector,
unda fazer pblico, que continuar a praca dat mes-
i irromalates no dia i 2 do correla, a taber:
Cabo 798,000
Seriohaem 254,000
Bonito 1:000.000
IJrejo 359,000
Cimbres 278,000
Garanhunt 426,000
Floret 951,000
Boa-Visla 527,000
Secretaria da tbetouraria dat rendas provinciaes de
IPernanibuco, 6 detetembro de 1845. O secretario,
l/uiz da Cosa 1'orlocairetro.
Dedracoes.
Em cumprimento daa ordent do Illm. e Exm. Sr.
I prefjenle desta provincia, lendo o Sr. general com-
mandante das armat de propr um cirurgio para ter
I cncarregado do curativo dos enfermos, na i I ha de Fer-
nando; convida se ao facultativo, aquoin potsa con-
viro sobredito emprego, para se apretentar neste quar-
I tel general, estando habilitado para o deiempenho del-
ta comnusso *, a qual depender do definitiva approva-
caodo ICxtu. governo da provincia. Quarlel general na
cidade do Bacilo. 3 de setembro de 1845. Jot da
Silva uxmaitt, ajudaole d'ordena.
A cmara municipal detta cidade faitessSo ex-
traordinaria buje, II do corrente.
O arsenal do guerra compra viobo branco, dito
tinto, tapioca de Maranhio. sag, verrumat sorlidas,
limaloes, pis do Ierro, brim, torneiras de pao para
barr, pinefita da India, caivete* lino, pratot ratos
a lundos, casacs de chicaras, cabo de Cairo, e paos de
jangada : quem estes gneros tiver, da melhor quali-
dade, u quizer fornecer, mande MIM propostas, em
carta fechada, a directora do mesaio arsenal, al
12 do correte met. Direcloria do arsenal de guer-
', 10 do setembro de 1845. No impedimento
do escriplurario O amanuenie, Jodo Iticardo da
I Siku.
U abano astignado, procurador da cmara mu-
nicipal da cidade de Olnida,a_visa a todos o foreiros da
meima cmara que ello te acha prompto a recaber os
foros, nesta cidade na ra do Cabug loja de Pe-
raira & Guedes, lodas as seitas-leirts das 9 boras al
*s duas da tarde onde o deverao procurar.
Antonio A une* d Mello.
O arsenal de guerra compra taccaa d'arroz, estu-
car branco, ateite doce, boinas linas, letria tambem
tina, gomma d'araruta, cera em velas, espirito devi-
"o, ungento de altheia, sementei de lindar, e hi-
"jriodalo de potasta : quem estes gneros tiver, man-
de suai propostas, em carta fechada, a directora do met-
"o arsenal, al o dia 11 do correte mez. Directora
do arsenal de guerra, 9 de setembro de 1845. No im-
pedimento do (scriplurario O amanuense, Joio Ri-
">rdo da Silva.
CoHPAHHU DO BeIEhIBE.
. Os Srs. accionistas hajao de realisar a entrada de
"' per eento, ltimamente pedida, at o dia 20 do
wrrcnle. Escriplorio da companhia-, 1." detetembro
do845. Oiecietario,
B. J. Fernanda Bar roe.
A sumaca Amizade rocebe amala para o Rio-de-
Janeiro boje, 11 do crrenle, ai 4 horaa da larde.
brigue Mara I.' recebe a mala para o Araca-
'J amntala, 12 docorrenle, ao meso dia.
Avisos martimos. -
~ Para a Babia sahir, al o dia 14 lio corrente a
sumaca Ventura-Feliz forrada* pregada de cobre;
em porte de seu cariegamento prompto : part o resto
|P"sige,os tnta-secon M. D. Rodrigues, na ru
d0Trapichen. 26.
"~ O brigue Uobim pretende sabir para Lisboa a
0 do correle por ter quafi a tut 'carga completa ;
recebe o resto a (rete e pattageiroa : trala-se coui o
"P'lao na praca ou cora o consignatario Thomaz de
Aquinn Fonteea na ra do Vigario, n. 19.
Para o llio-da-Janairo sahir infallivelmente
no dia 11 do corrente, a sumaca A'mitad o que
te participa as peaioat, que leem a embarcar escravo:-
trata-secom Gauditafj goslnho de Barros, atrado
Corpo Sanio o. 66.
Para o Aracaty tai com muila brevidade a suma-
ca Flor-do-Angttlim, por ter a maior parte da carga
prompta : quem na mesma quizer carregar ou ir de
passagem, dirija so ao mostr, Bernardo de Souie, ou
aLuiz Jos de Si Araujo, ra da Gru, n. 20.
Para a Babia segu brove o brigue Generoso ;
pode reinKer algum wrga ; quem pretender, pude
entender-te com Amorim Irruios, ra da Cadeia,
n. 45.
Para a Babia tagua com brevidade o brigue Pke-
dro; quem no metmo quizer carregar, poda entender-
se com Amorim Irmlot, roa da Cadeia n. 46.
Para o Maranhio tai impreterivelmenle, domin-
go 14 do corrento, o brigue-escuna Laura : para car-
ga e pastageiros, trala-se com o capillo, a bordo, ou
com Novaos $: C.\ ra do Trapicha, o. 34.
- Para a Babia aai em poucot dial a sumaca na-
cional Santa Anna : para carga e passageiros, trata-
se e im Novaes & C *, ra do Trapiche, n. 34.
Leilad.
M.c Calanont & Companhia fariO loilo por
inlervencio do corretur Oliveira, do mais esplendido
sortimento do fazendat ingleas, lodat propriai do mer-
cado : boje 11 do correnle as 10 horas da ma-
nilla om ponto, no leu armazcm largo do Corpo
Santo.
Avisos diversos.
O CLAMOR PUBLICO.
Sabio hoja on.'43, e acha-te sonda na praca da
Independencia livraria na/ 6 e 8.
- Aiii(J i te nio conoluio a venda ou traspatio da pa-
dara da ra da Gloria na oasa o. 55: quem tcquier
aprovelar du los occjsiao, procure na praca da Santa
Crui na padaria de urna s porta, junto so sobrado,
para tratar com Hnool Ignacio da Silva Teixeira.
=>Preciia-se do um amassador, que entenda bemde
massaa a do trabalho d'ellas; na praca da Santa Cruz,
padaria de urna s porta", junto ao sobrado da esquina
da ra Velha.
-Apessoo, que pretende fezer sociedade em urna
padaria nesta. praca, annuncio asua morada para se
tratar do negocio.
Quem precisar d'uma ama pira casa de pouoa
familia, annuncie para ter procurado.
O abaxo assignado tem de lazer una viagem
a Europa, tratar da salido de sua senhora ; e como
antea de lo retirar pretende aaldar suas contal com esta
praca a nio o podando faicr como deseja, sem um
aacrificio ; lem resolvido vender 5 predios novos, de 2
andares, e 2 rmateos, silos na travesta, e por detrat
do thealro pblico, 1 sobrado, com trente para a dita
travessa, o com ot armazeoa para o rio : tfembcm to
vende a caa, que terve de Ibeatro pblico, s, ou en-
globada com os predios; assim como 80 terreno! de 30
palmos de frente, a 160 de fundo, na linba da ra da
Concordia, entre ai <-uas traveasat do Monteiro a Cal-
deiieiro; cujos terrenos leem parte alterrada, o parto
alagada, adi te por preco commodo, a dinbeiro, ou
a praro : os pretenderles podem dirigii-se a ra larga
do Rosario, n. 18, a la I lar com
Manoel Antonio de Jeme.
' Precisa-se alugar urna ama de leile, forra ou es-
crava, que tenba bastante leile, seja sodia, e de bons
costumes. Dirigir-te ra estrella do Rosario, n. 50,
lerceiro andar.
O abaxo assignado roga aipetsoai.que leem pe-
nhore d'ouro ou prata em seu poder, cujos prazos ja
estejio vencidos, hajao d'os ir lirar, dentro do praio de
oilo das: do contrario serio vendidos para pagamento
do principal o juros, sem que Ibes lique Jimio algum a
reclamaren!. Jodo Alcei de Souta.
Aluga-te um sitio pequenu com urna boa casa,
para se pastar a fetta ouannual, na ra daCapunga,
indo para o rio deCapibaribe, no lerceiro portio do
ferro, quo etl pnlado de novo, a a cata tambem esta
pintada e caiada do novo: tan beinso vai amurar todo
de pedra e cal: quem o pretender, dirija-se a mesma
casa, que la toin pessoa para mostrar, e tratar do a-
jutte, ou no hecco da Lngoeta, por cima da venda do
Sr. Ayr. s, ou na ru de Sar.to Amaro, o 20.
O abaixo assignado declara ao Sr. Manoel Ramos
da Silva Moreira, morador na villa do Lioioeiro, que o
leu escravo crioulo, de orne Antonio, empenbado ao
mesmo abaixo assignado por 300 e lanlot mil n., se
ausentara de sua cusa, pouco depoit quo S. m. delta
partir para aquella villa. F. F. J. G.
___ Novaes & C comprarlo ot teguinlet meioi bi-
Ihetei do l.1 parte da 18.' lotera do seminario d'Olin-
da, ns. 334, por conta doSr. Francisco Joaquim Fiu-
za da Cunha, 18G1, por conta do Sr. Antonio Pereira
d'Almeda, do Para, o bilhele da mesma, n. 1237, por
conla dos Srt. Jos Antonio Martina & C.1, e 3344,por
conta do Sr. Jos Rogerio de Souia Bastos, do Ma-
ranhio.
Na noule de 9 para 10 do correnle detappareceo
da urna cata de rancho, as Cinco-Pontai, um criou-
linho lorro, de oome Agottioho, de idade de 7 para 8
annot; o qual linba vindo do Brejo-da-Madre-de-
Deot, em companhia de Alexandre Braulioo Munii
Falcio, e tem os tignaet seguinles: cor, um tanto fu-
la, grosso em proportio, e barrigudo, tem urna sica-
trii abaixo doolbodireilo, anda ba pouco aerada, ca-
ballo cortado de pouco, e tem algumat feridas : roga-
se a qu'alqucr auloridade policial, o mesino pessoaa do
povo, o queiro pegar, e levar a ra larga do Rotario,
em casa do Sr. Jos Claudioo Leile, que ae gratificar,
e alm dislo se ficar muito agradecido.
- Avita-se ao Sr. Theofilo Jos da Lemos, que ap-
sreca na ra Nove, a cata onde tem um penhores
ypothecados, visto que nioebegio para o pagamento:
porlanto, te nio fflr entender te com a peaaoa quo ot
tem, no praio de 3 dial, nenhum direilo lera maia aoi
ditos penhoret; visto que'psssar-se-bio vender-te.
U Sr. Jos ctaviono Tellet Saldanba queira
annunciar sua morad*.
Comprou-ie, por ordem do Sr. Joaquim Aveli-
no Tarares, morador na cidade de Lisboa, o bilhele
n.1780, da 1.* parle da 18.' loteria do seminario de
Ofinda.
Precisa tedeum menino, para caixeiro de ven
da: no largo do Hospital, n. 27.
O abaixo assignado laz vor aoi seus dovodores,
quo principia a %xecular, por muios judiciaot, todas as
pessoas, que Ihe s3o devedoras, sem contemplacao do
pessoa alguma ; pois os mesmos devedoros leem dado
motivos para no e o abaixo assignado tom obrigarjOcs
'cumprir, e nio podo deixar do o faicr assim. Elle
resido na ra do Queimado, n. tl\. Joaquimdot
Santoe Azevedo Jnior.
Detappareceo um etrnoiro g'ande, cor malhsd
de preto e pardo,. em grlo, do Coiredor-do-Bitpo at
a Boa-Vista : a pessoa que e liver acbado, queira res-
titu lo, ou dar parle na padaria, no mesmo Corre-
dor-do-Bispo, n.3, quesera gratificada.
Lotera
a><$> QaaaasiaaDei
Nao pouili: ter lugar o andamento
para sua extraccao, pela falla ile conpra-
ilores (ara a pequea porcao de Iiillietes
inteiro.s, que anda exiliao etn ser, com
a qual nao podia o seminario ficar por ex-
ceder no seu beneficio ; porm, como he
natural que os amantes deste licito jogo
concorrao para a compra do reslo dos bi-
Ihetes, brevimente se marcai o dia certo,
em que nfallivelmenle devem correr as
rodas; os poneos bilbeles que lia, acbo-
sc venda nos lugares marcados.
= Precisa to de urna ama quo seiba coser com
perfeicio para se empregar em urna casa por algum
lempo ; na ra da Aurora n. 42, segundo andar.
es D-se dinbeiro a juros com penhores de ouro e
prata mesmo em pequeas quanlias; na ra Direitu,
venda n. 23.
Precisa-se de urna ama do leile ; na ra da Pc-
nha n. 1, primeiro andar.
= Alugu-se dous prelos para Irabalhircm em um
sitio por terom bons Irabalhadorrs sio fiis e
ptimos srvenles de pedreiro; na ra Imperial, n. 47.
Quem preciar do una ama de leile dirjase
aS. Anna, defronto da venda do Sr. Nicolao.
Precisa se alugar uina preU boa cozinbeira, para
urna casa estrangoira do pouca familia ; na ra dos
Quarteis, n. 11.
Quem annunciou, por eslafolha, querer comprar
um taboleiro de gamio e tabolaa em bom estado,
dirija-se as Cinco-Pontas, n. 160.
uem annunciou, por este Diario quirer fa-
zer sociedade om urna padaria nesta praca, dirija-so
a ruada Gloria sobrado n. 59 aonde echar as me-
Ihores proporc,5ei para este ettabelecimonlo.
Trocio-se duas imagen!, sendo urna de N. S.
da Conceicio de podra da Babia e outra de N. S.
Ja Agrella muilo perfeita ; na ra da Sen/alia- Vo-
lita n. 142, tegundo andar.
= Precisa-io do um horlela"o para feitor do urna
horta em um engenho distante detta piaca duas lo
guas ; quem esliver neslas circunstancias dirija-se
a ra larga do Kozano, toja de miudeas, n. 35.
= Precisa-te de um boinem pira tratar do um quin-
tal: no caes da Alfandega, armaiem n. 1.
Hoje, 1 i do correnle pelas 4 horas da tarde, a
porla do juz de orphios, ter lugar a ultima praca, pa-
ra seren arrematadas as rendas do sobrado o liona
Pessag. m-da-Magdalena dos herdeirot do fallecido
Rafael Cordeiro por execugio de Antonio Ferreira
da Costa Braga.
= Manoel Coclho Moreira Jnior Bratileiro, vai
para a cidade da Babia por Alagos.
___Joio Antonio da Silva Grilo embarca para o Rio-
de-Janeiro o seu escravo de nome Jos, de nagio An-
gola. .
___ A viuva do fallecido Domingos Jos Vieira em-
barca para o Rio-do-Janeiro o seu oteravo Alexandro ,
de naci Cabund.
hoje pelas 9 horas da manhia torio os rapa/olas
dapraia de ver apparecerum novo campeio da l-
berdadeO Liberal A /ogaden$e.A elle I A elle ra-
pazas!
ssPeraotco doulorjuiz de orphiossehaS de arrema-
tar os gneros c armacio da venda sita na ra do Livra-
mento, que foi do finado Manoel Muniz deSou/a Bor-
ges; quem os pretender comprela nos das da praca do
mesmo juio.
__Precisa-so comprar um diccionario poitugucz, ja
usado; quem o liver annuncie.
___ Domingo, 7 docorrenle, pela manhia, detap-
pareceo da casa do deteinbargador Peixolo, na ra da
matriz da Boa-Visla, n. 20, o caboclnho Jeronymo
grosso do corpo, de idade 11 para 12annos; levou
vestido cah-a azul, camisa do madapolo ralo ; lem um
ignal na mar;! do rosto, proveniente do urna queda ;
i quando assenta os ps no chao, abre bstanlo ot de-
lot grandet: quem o pegar leve-o casa cima, que
ser recompensado.
Antonio Francisco da Vinba, subido Porluguez,
relira-so para lora da provincia.
Aluga-se, na ra do Amorim, urna
casa de tren andares, e um mirante, com
.xcellente vista, a qual tem mu tos com-
modos, e be muito fresca: os pretenden-
tes fttllem no lerceiro andar n. 3-j do a-
terro da Upa-Vista, assim como podem
ir ra do Amorim examinar a mesma
casa, a qual est a be ra das 8 horas do
dia al as 4 da tarde, por se acbarem
na mesma casa os pinturea que a eslSo
pintando.
___ O abaixo assignado,' fabricante de chapeos do sol,
no Pastoio-Pblico, previne aoretpeitatel pblico, que
elle acaba do reccuer um sor limento completo de cha-
peos de to I, da todas ai qualidades, Unto do seda, co-
lmo d'algodlo ; elle lem tambem chap.ot de tol para
I senhora e meoinoi. Adverte igualmente, que, ten
do at sedas, as mais ricas, de barra lavrada, furta cores,
lisas, 4c, &c., est no caso de satisfazer qual-
quer encommenda, com toda a presteza ; elle possuo
tambem algodio trancad >, liso, e de tqdat as qualida-
des dos padrdes mais modernos: elle, em fin, cobre, e
concertu todos os chapeos deso, com a maior perfei-
Cio, e promptidio. \/oao .oubet.
Agciic Na ra do C.ollcgio,botica n 10,o no Allorro da
Boa-Vista loja n. 48, tirio-se passaporles para dentro a
forado imperio,assim como despichan te escravot: tudo
com brevidade.
l\og-se a pessoa que tiver dado
acolbiniento ou que tenba noticia do mu-
latinbo por nome Agoslinbo, c que lti-
mamente se acbava em casa do -r. Jos
Lazary no aterro da Boa-vista, o qual
se inculca forro e de nome Manoel, idade
14 anuos pouco mais ou menos, bem fei-
to de corpo, e bonito, tendo as per as
um pouco arqueadas ; cantarolleiro e ex-
pressivo : baja de o mandar ra da
prui n. y, onde ser genorosamente re-
compensada.
- Jos Moreira Martint Fonseca faz iciente que
deixou de ser caixeiro de llenriques & Companhia, 'le-
de odia !) do corrento mez ; o o mesmo retira-te pa-
la lora da provincia.
= Furtrio da tribuna junto ao coro do convenio
de N. S. da Penha no dia 7 do corrento urna toa
Iba de lavarinto o bico muilo rica com a marca J.
J. S. M. e consta quo no mesmo dia lora olTo-
recida a diversas pessoas, na ra do liangol; quem da
mesma souber leve-a ao convento da Peaba quo
ser gratificado.
= Precisa-se de 9 Inven de 50 palmos de eompri-
mento o quo tonho grossura do 10 a 12 pologadas
em quadro ue muito boas qualidades : a tratar na
ra Diroila n. 13, segundo andar.
= Precisa-6e de um hoinein que saiba lirar lete ,
o tratar de bortalu-a para Irabalhar em um litio to-
mando conta dallo : na ra da S. Cruz n. 38.
= Quem I e fallar urna cadella, que parece atra-
vesada dirija-so a ra da S. Cnrz n. 38.
Antonio onc,alves Foiilcs retira-se para o Rio-
d a-Janeiro.
as Precisa-se de una ama de leito quo teja pari-
da de um at 3 mezes, preferndo-se forra : a tratar na
ra Velha da Boa-Vista n. 55. aleas duas horas da
tarde, ou no sitio de I). Roza francisca do Miranda ,
junio a igreja de S. Jos do Manguinho, a qualquor
hora.
Afuga-se urna boa casa terrea com grande so-
lio acabauVtle pouco lempo com grande quintil,
cacimba e muilo nujis commodos para urna grande fa-
milia por preco muito coo'modo a villa da caa ,
tila na ra da Palma n. r?v>i pretendentei, dirijao-
se a ra larga do Rozario, n. 4. .N
No sitio do Hospicio do Lxm. concelbeiro bartb de
Itamarac, d-se gratuitamente a planta dearornina-
dalinaria as pessoas quo padecerem arrelencio
de orinas, bastantemente especifica, a propria para.
tars padecimentos : quem a quizer, aquello litio aa.de-
Te dirigir, aqualquerhoradodia. w
Anendad-se 4 morada de casis com grf L>
commodos para se passar a lista, ou por anno no ai-
lio do Cojueiro com banheiro prompto para babot;
quem as pretender dirija-so ao metmo litio ; e tam-
bein su arrenda urna olaria com barro para toda obra ,
na Passagem-da-Magdaleou delronte da Capunga.
Fredcrico Cbaves, fabricante de licores e
de todas as qualidades de espiritos,
com fabrica no atierro da boa-
vista n. 16
(em sempre grande sortimento do licores fino a or-
dinarios do loda as qualidades, coni muito ricos letrei-
ros dourados de varias cOret, e com bocea prateada, era
garrafas pretal, verdet e brancat, todat guaet, por
precoi muito commodos, para vendas e para exporta-
do; tambem tem verdadeiro marrasquino de Zara, vi-
nho de caj, da Madeira em garralat a em caixai do
urna du/iu, gonebra em botijas e em caadas,ago'arden-
tes do reino, de Franca, e de anis em caadas a em bar-
ris, espirito de 3(i graos ew garrafas e om caadas,
cbaropes finos para refrescos de todas ai qualidadet, e
da verdadeira resina do angico muito bom para o
pcito; apromptatoda equalquer encommenda paraapro-
vincia, e para fura della com todo o asteio ; e respon-
do pulas boas qualidadet de todot ot liquidot que le
ven Jem na mesma fabrica: ai amostras sio franca aot
compradores.
t ni moco casado oferece-ie pan entinar la-
lim, e qualquer oulro preparatorio, em algum enge-
nho, que no lOr demasiadamente longedesta praca, e
prometi esmorar- so em o adiantamenlo dot discpulos,
confia tos a seu magisterio ; dando todat at garantiat,
que Ihe lrein pedidas: quem do leu pretlimo so qui-
zer ulilisar, annuncie para ser procurado.
BOTICA CENTRAL DO INSTITUTO
IIorneopathico do Braeil.
Possue lodas at substancias experimentadas na Eu-
ropa, nos Estados-Unidos o ltimamente no Bmil e at
J j na misa toes feitas pelos processos mecnicos do dr. Mure
Distnbue gratuitamente a vaccina dvnamisada e to-
dos os outros pretervativot necetiariot nai epidemial
reinantes, e reiponde a qualquer consulla, que a res-
poito do livrot, medicacoet, remedios e rgimen Ihe
tur dirigida.
Pratica elementar da homeopalhia pelos Srt., Mure
e Marte ua.
Enriquecida das primeirai experiencia! puras feitas
no Brasil. .
Preco 8000 n. e I0' n. com urna boa encader- i
naci.
I'olhona homcopatbica, 2." anno, contendo noticias
sobre o estado actual da homeopalhia, o rgimen, e ot
estatutos do ottitulo bomeopathico.
Preco 320 rs. com grande abatimento a quem com-
prar poredet maioret.
Dirigir-se por correspondencia agencia do initituto
bomeopathico no Rio-de-Janeiro.
MUTILADO
-*


'"
= Aluga-se o segundo andar esotSo do sobrado da
ra Direita n. 24, com commodos para grande la-
milia por precacommodo : n tratar na padaria por
baiiodo mesmo sobrado, ou na ra do Collogio, n. 14,
segundo andar das es boras da manhaa e das duas
as 4 da tarde.
OSr. Antonio Francisco Vianoa lia pouco ,
chegado do Hio-Grande-do-Sul, dirija-sea ra ds
Crux, n. 37, segundo andar para se Ibo entregar urna
carta. *
mb Custodio Luiz Reis mudou-se para a ra do Vi-
gario n. 33, primeiro andar.
= Aluga-se urna casa terrea, por commodo preco ,
na ra aire* da mstris d: Boa-Vista com duas salas
ti quartoi coiinba fura corredor ao lado quintal
murado : a tratar na ra da Aurora, n. 58.
Arrenda-se u-na casa terrea na Soledade, n. 17,
a qaal se acba pintada com asseio; quem pretender,
dirija-so ao pateo do Carmo n. 17, a fallar com Ga-
briel Antonio.
' Que m precisar de urna ama para casa de pouca
familia, dirija-iea ra de Hortas, esquina da deS.
Tberera n. 52, que se daraO inormacoes de sua con-
ducta.
Compras.
= Cmipra-sc um casal de coelbos da India, que
sejio brancos ; pago-se bem : na ra da Praia n.
20, ou annuncie.
Comprase porqualquer preco, a otra Com-
pendio do llieologia moral, pelo podro Manuel do Mon-
to Kodriguei de Araujo : na ra do V gario, n. 23 ,
ou annuncie.
=r Compra-se umavenda, sendo ein bom lugar;
e u-na casa terrea sendo em boa ra : a tratar na
ra da Cadeia-Vellia, urmozein n. 8.
= Compra-se urna escrava que se ja peifeila eos-
tureira e engomiuadeira ; paga-se bem : na ra do
Trapiche n. 2G.
= ComprSo-sescravos com oflicio e sem elle, que
scjflo mocos e sem de fie i los principalmente um fer-
reiro que enlenda do trabalho de forja e lima, e de
compr machados e frcios; na ra da Cadcia do lie-
dle, ns. 12 e 14.
= Comprao so pennas de robo-de-junco ; no Cor-
redor-do- Bispo n. 8.
Compra-se um tabolciro de garno e damas ,
ou inesnio o gamSo so ou damas em bom estado :
quem tiver, annuucie.
= Compra-se um sellim ingles, em moio uso ; as
Ciaco-Pontas, o. 03.
* Compra-se prata velba do lei; na ra das Trin-
ebeira, n 18.
= Compro-sooffectivamento botijas quo lorio de
genvbra e gairafas: na ra do Rangel, n. 54 resil-
larlo de Victorino Francisco dos Santos.
Vendas.
i che
Jfeuc
Rom e barato !
==Vendem-se riquissimos cortes de riscado cbinoz ,
de 16 covados, a 4500 rs. o corto; riscados francezes
muito finos, i 220 o 300 rs. o covado ; superiores cor-
tes de chitas muito finas, de 13 covados das mais mo-
derna* a 5:200, 5500, 3800 e 4500 rs. ; cortes de
d/y'icom 10 covados escuras a 1000, 1800 e UOu
.; ndssimos cortes de larlatuna muito superior.
..'00 rs de gusto o mus moderno; cortes de novos
padrdes de cassa chitas transparentes de muito bom
gusto a 2400 e 2500 rs. ; casimiras de muito bom
gosto para calcas do superior qualidade do quadros
e lislras a 1200 o 1400 rs. o covado; bretanbas de
rulo, alGOO, 1800 e 2000 rs. a peca ; osguio de
superior qualidade e de puro linbo muito lino u 1500
rs. a vara ; brelanba do 0 varas de linbo puro fina,
a 2800 e 52U0 rs. ; superior luslo brancu a 1i rs. o
covado ; pecas de brelanba de Franca de 4 palmos
o riu'iu de largura do qualidade a mus superior sen-
do do lindo puro de 6 varas e meia a 0500 rs. a
peca, muito fina tal e qual ao esguio ; brelanba de
linbo muito fina a 5G0, 040 e720 rs. a vara ; su-
perior l>i i ni trancado branco de puro linbo muito ti-
no a 1000e 1400rs. avara ; panno lino aiul o pre-
so, a2500rs. o covado; seliui de Macao prelo para
collete de superior qualidade a 3200 e 4iOO rs. o
covado ; chitas a 120, HO, ICO o 180 rs. o covado ;
ditas linas escuras a 220 c 240 ris o covado ;
peci-s de chitas, a 4300, 5200, 5500, 000 e 0500 rs.,
escuras ; madtpolao, a 150, 100 e 180 rs a vara ; di-
to fino a 200, 220 e 240 rs. a vara ; madraste lino ,
a 280 rs. a vara, c a peca muilo fino, a 5200, 6400 e
5500 rs. ; superior madapolao entestado a 6800 rs.
a peca ; madapolao a 2800, 3200 e 3400 rs. a peca;
dito lino a 4000, 4200 e 4600 rs. a peca ; chales do
lia e seda muito finos o grandes, a 4500, 4800 e 5000
rs. ; chedret de linbo, de muilo boa qualid.de e po
prio para aqueta a 320 rs. o covado ; alm dcsla fa -
zendas, ha outras umitas de superior qualidade por
barato preco : na ra do Collogio, loja n. 1, de An
Ionio de Azevedo Villarouco & lrmao.
Attcnco !
Contina-so a vender o muilo superior rap deno-
minado Princeza-Novo Lisboa; as lujas dos
Srs. : Guilherme fielte, ra do Chieimado; Victorinu
& Guimeraes ra dos Ouurteis Antouiu Dominguos
r'erreir* ra do Crespo; e no deposito, ruu de
Apollo, o. 18.Preco de cada libra 1000 rs.
s= Vende-se um moleque do naci de bonita fi-
gura : na ra Augusta, n. 3.
os Vende-se potassa muito nova e do superior qua-
lidade em barris pequeos: na ra da Cadeia do
ltecife armazem de assucar, n. 12.
= o esenptorio de Francisco Severianno IUlello
A Filho no largo da Asseuiblc*. vende-se cal viigcni
chegada prximamente de Lisboa em caitas pe-
ueuas, o barricas.
= Vende-se muito boa cera para groja chegada
intrnente do Rio-do-Janeiro i na ra da Senzalla-
Velba. n. 110.
= Yendean-se saccas com milbo novo a 4500 rs ;
no armazem do caes da alfandega de Vieira Guisna-
raes e na mada Cadcia de >. Antonio deposito de
larinba n. 19.
= Vende-ae no armazem de porta larga do caes
do Collegio farinba de mandioca grossa e lint, por
menor preco do que a bordo visto que n|o se tcm do
pagar o enorme tributo da intitulada mandinga, eos
pretos canoeirus ; tamben) so mede pera medida velba ,
ou em saccas como melhor agradar aos fregueses.
- Vende-se cha hysson em eaiiss de 13 libras, em
portos e srelalbo; -em casa de MatheusAuslin Se C. na
ra da alfandega Velba n. 36.
= Vendem-se saccas com muilo boa farinba de Ma-
g a 4500 rs. ; na ra da Cadeia de S. Antonio ,
n. 19, deposito da metala.
= Vende-se um escravo de naco Angola de 18 a
20 annos com principios do pedreiro e sabe coli-
ndar ; na ra de Hortas, n. 94.
= Vendem-ae uceas de miibo ditas de larinba
ditas de feijao mulatinho ; ludo de alqueire da medi-
da velba : na ra da Cadeia ao Ilecife armazem n. 8.
== Vende-se urna prela recolbida de 20 annos,
boa costureira o engommsdeira ; 3 ditas com boas ha-
bilidades ; duas pardas de 20 annos, de boas figures,
cosem engommao, cozinbio e faiem todo o servi-
do de urna casa ; dous prelos, por 250/rs. cada um,
muilo Torios para servirem a urna casa ou trabalba-
rem e botarerh sentido a um sitio por a isto estarem
acostumados; 3 ditos para o trabalho de campo ; um
mulatinho do 1(1 annos : na ra do Crespo, o. 10
primeiro andar.
Vende-se azeite de carrapalo de meia caada
para cima, a 2240 rs. : na praca da Boa-Visla, n. 13.
Vende-se urna pardinba de 20 annos de boni-
ta figura engomma, cose, laz renda co/inba e lava
roupa ; urna escrava de 24 annus de boa figura com
algumas habilidades, com um filho moleque do 7 an-
nos; duas escravas de 20 annos, engommao, cozi-
nbio e lavan ; 3 escravas mocas, para lodo o servico ;
urna calirinba do 13 annos, cose e faz renda; una
negrinba do 7 annos ; iloos moloques de 15 annos; I
escravo peca do 20 tnnos ptimo canoeiro ; 2 ditos
de 22 annos, para lodo o servito de campo :. na ra
dasCruzos, n. 22, segundo andar.
-Vende-so um cabrinba muito esperto, de idade de
12 annus pouco mais ou menos, ptimo para pa
gem por saber bem montar a cavallo e tamben) lem
principios de bolieiro ; na ra das Flores, n. 23.
= Vende-se um escravo crioulo de idade de 25 an-
nos de bonita figura oflicial de alfaite e ptimo
bolieiro e cocheiro ; na ra de Hortas, n. 110, se di-
r quem o vende e o motivo.
= Vende-se urna mulatinho de idade de 18 a 20
annos, sem vicios; na ra do Cabugi, n. 5, segundo
andar.
= Vende-se um piano em bom uso e moderno ;
na ra das Flores, n. l!A
= Vendem-se os seguinlcslivros: Conlesse d'Eg-
monl, 2 r. ; Le cont L'Ahardagc 2 v. ; Aventuras
de um Renegado ; Lices do direito publico ; Econo-
ma politice ; Cuulralo social; Guaida-livros moder-
no, 3 v. ; um par de malas em bom uso: na ra
Diieila n. 9.
= Vende-se urna moeda guarnecida 3 botoes do
abertura ; 5 relogius de ouro ; 3 pares do rosetas para
menina: na rus do Rangel, n. 11, ou 3; primeiro
andar.
= Vendem-se lindos chales do lia e seda a 5000
rs.; corles de cambraia de listras, de cures muito mo-
dernas a 4000 rs. ; tari.lanas do goslos mudemos
a 4400 rs. ; cortes de linissimos riscados e dos mais
modernos padres, a 3200 o 3800 rs ; bonitos cortos
de gorgurao do quadros para collete a 2400 rs. ; len-
cos de cassa para grvala ; corles de cassa-chilas do
quadros o listras de cies, a 3800 rs.; lindeza do listras
o quadros, de bonitos padroes, a 520 rs. o covado; ca-
simiras francezas de listras a 1280 rs. o covado ; su-
perior bretanba de rolu a 1G00 e 2000 rs. ; lia de
quadros para calvas a O rs o covado ; linissimos
madapoloos entestados, a 700(1 e lOj rs. a peca ; su-
periores meias cruas para bumom a 2800 e 5G00 rs.;
lencos do cassa com llores de cor, a 120 rs.; o outras
mullas la/.eudas por muito cummodus procos : na ra
do Crespo o. 8 luja do Campos & Mata.
Alienado ao bom e barato !
a Vendem-se na Iravessa da matriz n. 14 em
baixo obras de ouro de loque de 14 e 16 quilates ,
vindas do Rio-do-Janeiro bemeomu briocus, alun-
le um grande sortimento de anneis meios adere-
ces llores de cubeta bolcs, coraedes alunles pa-
ra bumem, cordoos tro.icelins ludo de bom gosto ;
tamboril so troci por ouro e prata velba e vendoui so
tanto em portio como a rclalho, por proco commodo ,
purser para liquiducuo de cuntas: est aberlo desde
do manbia at as 5 boras da tarde.
Vendo-so urna escrava do gento, do muito boa
conducta a quai lom duas crias, e com bastante leito ,
subendo coziubar, engommar, e lavar, tanto de salmo
como de (.fraila : na ra do Livrainonlo, n. 22.
= Vende-se larinba de superior qualidade e mui-
to torrada preferida para guardar, a 5200 rs. o al-
queire, medida vclha isto at subbado dia em qui-
so ha de entregar o navio a bordo du biate S.-Joa-
quim-Imperador-dos-Anjos tundeado defrunte da
cscadi.iha do caes do Collegio.
ts Vende-se um chronometro ingles, novo ; na ra
do Trapiche armazem de Dousley llaymond & Pritiz,
ra do Trapiche-Novo.
= Vendom-se lindas mantas de seda a 12000 rs. ;
ditas para meninas, a 5500 rs. ; chales de seda, a 14 j
e 1 (00(1 ii.; cortes da lia e seda a 16500 rs.; teda es-
cocesa a 2000 rs. o covado ; sedas lavradas e furia-
cores a 1600 rs.; corles do cambraia de listras e
quadros a 4600 rs.; lindissimos cortes do tarlatana ,
a 5000 rs. cassa-ebitas muilo modernas, a 5500 rs.
o corte ; chitas finas, a *0 e 240 rs. o covado ; len-
cos do seda, a 1600 0 2000 rs. ; lufas e meias de al-
godio c seda, globos pa'* candieiros, a 5000 rs. ; cha-
peos de massa a 7000 rs. ; ditos de castor, a 9000
rs ; ditos de sol, de seda a 7000 e 8000 rs. ; pin-
tes do tartaruga para marris a 1440 rs. o par ; ditos
para prender cabello a 5000 rs. ; riscados escuros de
lia a 500 rs. o covado ; e muitas fatendas do gosto ,
por pr> co muito razoavel : na ra Nova, n. 18.
= Vende-se urna cama de condur, nova, bem
foita.epor mdico preco: na ra d'Agoas-V'erdos, n. 38
= Vendem-se seis escravos de idade de 10 a 20 an-
nos com algumas habilidades; um moleque e urna
negrinba de 12 annos de bonitas figuras ; urna mu-
lata de bonita figura cosluroira e engomuiadeka, de
idade de 18 annos ; cera de carnauba; bezerros; cou-
roi de cabra ; e peonas de ema ; por preco commo-
do : na ra da Crus, n. 51.
= Vende-se farinba de mandioca, a granel, a bor-
do das sumacas S. Joaquim, e Flor-da- (ftinguiba ,
tundeadas na praia do Collegio, o ensaccada, em Ierra,
por preco muito commodo : a tratar com Manuel D.
Rodrigues, na ra do Trapiche, n. 26.
= Vende-se ptima corno do terlio pelo preco
commodo de 3200 rs. a arroba; na ra da Psia, arma-
xem n. 1, que lax esquise frente para o boceo do
Virginio.
= Vende-se um braco de balanc grande, autor
inglez com conchas de cabo do linbo ; na ra Direi-
ta sobrado de um andar n. 42, ao p do nicho.
= Vendem-se saccas eom larinha a 3400 rs. ; na
venda da esquina da ra larga do Rosario n. 21.
= Vende-so um moinbo torrado. e fogSo, lu-
do prompto para moer caf ; na Boa-Vista ra da S.
Crux, n. 3.
= Vende-se um prelo, que sabe cozinbar, e be bom
esnoeiro ; um moleque de idade de 12 annos; um
pardo de 20 annos, com principio de alftiate : na ra
da Crux, n. 37 segundo andar, .at ss 9 horas da
manbia: c a tarde dai duas em diente.
=Vende-se urna casa meia-agoa sila no bceco do
Serigado que ja fui das Carvalbas, no bairro de S.
Antonio e que rende 7000 rs. mensaes; sal de Lis-
boa a 1440 rs., pela medida velba; na ra da Praia,
venda no becco do Carioca.
=Vendem-se queijos de qualba, muito frescacs, ce-
ra amarella, couros espichados ; na ra da Conccicio
da Boa-Vista armazem do sobrado o. 8.
= Vende-so umaprelo do nsefieCosta ptimo ti-
rador de leile e be muilo babil para todo o servido ;
no Forte-do-Mstto ra da Moeda, n. 7.
= \ endem-se 17 escravos sendo 10 pretas de 16
a 22 annos, com elegantes figuras, o com habilidades;
3 moleques pecas de bonitas figuras de idade de
14 a 16 annos ; um preto odicial de pedreiro, de idade
de 27 annos, de boa conducta ; um dito- canoeiro de
profissio de idadde 30 annos ; dous ditos, proprios
psra todo o servico : na ra das Flores, n. 21.
= Vende-se urna morada de casa terrea no becco
do Tambia n. 22 com cornija feila a moderna, com
una porta na frente e duas janellas com vidracas: a
tratar na praca da Roa-Visla n. 32.
= Vende se estopa do Porto muilo boa para rou-
pa de escravos, por ser de umita dura ; urna sslva de
praia muito rica para 6 copos de agoa e tamben)
puo'e servir psra levar vola e> igreja para baptisado :
na ra da Sen/alia-Velba n. 142, segundo andar.
---Vendem-se pontos de tartaruga da moda aberlos
o lisos e para marrufas, a 1000, 1440,1280, e 1600
rs. ; tsmbem se fazern quaesquer obrss deste genero ,
tanto novas, como se concerlio qur sejio lisas ou
heras; e Umbern se desmanebio pentes velhoscla-
zem-sc novos : no pateo do Caimo, I ja do sobrado da
esquina que vulta para a ru das Trincbeiras, n. 2.
5= Vende-se um preto moca que cozinhi lava,
e fax rendas e ho>s ; na ra da Praia n. 35.
= Vendem-se, sem feilio duas correles de ou-
ro, modernas, umeordiocom urna moeda oncastoada,
um dito fino com urna medalba um trancelim com
dita um adereco com podras pretas guarnecidas de
ouro, do muito bom gosto um annel com um dia-
mante um dito com um brilbante dous pares de
casticaes de prata urna salva com tb esoura ludo de
prata do moeda e do melbore mais moderno gosto;
na ra ra das Trincbeiras, n. 18.
= Vende-se urna preta de boa figura de idade de
18 annos, engomma liso, lava do sabio coxinba o
diario de urna casa nio tem vicios nom achaques; na
ra do Rangel, n. 54.
= Vendem-se seis moradas de casa ; na ra do
Cotovello, n 19. na ra do S. Tliereza n. 17 na
ra Imperial, ns. 44, 46 204 o 206 ; 6 porcas pari-
das do boa casta ; um capado ; 12 leilOes e leitdas ;
duas cabras (bicho) paridas: na ra Imperial, 0. 2l8.
= Na fabrica de papelio, das Cinco-Ponas, n. 33,
ha para vender grsnde poi(iude massosde papelio de
folba grande, maior quo do coslume, o o mais bem fa-
bricado do paix ; o tambem se compra cllectivanionle
lodo a qualidade do papis, papelees o pannos velbos.
= Vendem-se sellins ingleses para montara de ho-
ini'iii e senhora enhocadas roldas inglesas o france-
zas ditas chatas, brancas e de lustro talios cana-
nas barretinas, plumas, cbores. bandas ricas e infe-
riores espadas pratoadas o do ferro com roca e sem
ella corrame de lustro barretinas para soldados ,
couao do lustro muito superior marroquins de to-
das ss cores travesseiros du marroquun colchos de
dito ditos de panno de algodio e de linbo cheios de
capirn e lia ludo pur preco mais commodo do que
em oulia qualquer parle ; as lujas do Juio da Silva
Braga na ra da Cadeia do Recite, n. 49, e na ra
Nuva, n. 5. Na misma luja precisa-se alugar um mo-
leque de idade de 12 a 16 annos, para o servico de
urna casa de pouca familia.
A fama.
mu Na ra dot^ueimado, n. 24, loja de miudezas ,
vendem-se fitas lavradas largas e estroitas ; luvas de
pellica para hornea), a 1000 rs. ; ditas de algodio;
ditas do seda para senhora a 1000 rs. at 200 rs. o
par ; fita de veludo do cores ; tinta encarnada e preta,
a480rs. a garrafa, e tambem em boioes; agulhas
francezas em caixinhas carleiras o agulheiros: bone-
tes de panno e de veludo para meninos ; suspensorios
de seda ; ditos du borracha ; ditos imitando; pentes
du inailim para desembaracer e tirar piolbo ; ditos de
tartaruga para marrafa ; caivetes finos e entre-finos ;
ramos de flores linas e entre-lints; marroquim verde
eamarello, a 1200 rs. a pello; carloirts de marro-
quim ; lacre; quadros muilo bem feitos; papel de cor;
bonetes do palba a 200 rs. ; galio falso; vidros de
cristal para espirito, ; canutilho; rebique; escovas pa
ra cabello ; espolhos da moda de meia at ama folha;
e uutrat muitas quenquilheras francezas que serio
francas aos compradores.
Vende-se rap do liandeira muilo scmelhante
ao de Lisboa em frascos de umi libra a 1400 rs. ,
e em botes de um libra a 1280 rs. e tsmbem meias
libras e queras; muito bom cha hysson ; escolenles
charutos; e muito ssudavel rap a imitaclodo uso dos
roligiosos da Penba : na rui eslreita do Rozario lo-
ja n. 6, defrontoda igreja.
Vende-te farinba de trigo, muito em con la ,
propria para bolaxa ; na trasetsa da Madre-de-Dos ,
padaria n. 11, te dir quem vende.
Vende-te um casal de rolas brancas da India; na
rui da Florentina, o. 16.
Vende-se urna escrava do idrde de 30 annos ca.
zinheira : na ra Nova, n. 3.
Vcnde-se superior farinba da terrt, em ticen
a 4000're. na ra da Praia, n. 52.
Vendcm-so ricat eaixinbat de diario com 0d
frteos cheios de superior cha; na ra Nova, loj '
30, doQuaretina.
- Vende-se urna prela crioula de bonila igDri
lava de rarrella e engomma; as Cioeo-Poni,,'
n. 83. '
Vende-se urna esta terrea na ra da Calcada
a. *0 : a tratar na ruede Hortas a. 100.
Vende-se, por barato preco. uta bonito c; .
novo, carregador e ptsseiro ; na roa Nova |uja n ,'
Vende-se un: casal de mulslinbos de idtaV it.
14 a 16annoi, muitosadros.'proproi par aprenden
qualquer oflicio : na ra da Crus, do Recite, n. 5
Vendem-se 5 escram dn-flsvio, de idade de lg.
25 annos sabendo lazer todo o servido de unucjM
eom franqueza se tari ver ao comprador as sum be
e mis qualidades ; um bonito moleque de nicao i
idade de 18 annos ; um escravo bomcarpna; 3di(o
para todo o servico ; orna mulstinha de 20 ib0oi
eozinba e cose muito bem ; um sobrado de um andar*
solio com um magnifico quintal um dos princineet
das ras do bairro de S. Antonio : na ra da Ataas,
Verdet. n. 46.
Vende-te urna escrava o um escravo, crioulor-
na ra da Cruz, n. 10.
Vcnde-se um sitio no lugar denominadoD*.
ro com Ierras foreirat ao eogenho Peret, coa a.
rias casas pata se alugsrem e morar avamenlos de i-
ser faiinha com boa vanea perlo do rio; lamban
poder entrar urna boa planta de cannas, basliiia
conveniente por ser perlo do engcnbo : a tratar m
mesmo sitio como Antonio Martins.
Vende-se um casal de cacherrinhos cabelludn
com dous mezes do nascidos ; na ra da Alegra, n. 7
-?- Vende-se >iugre bran<
co nacional a 400 ris a ca-
ada velha : na ra do aterro
dos A logados n. 7,
Farelo em saccas grandes chgf-
o ullinismente: do armazem do Guira-
raes, confronte ao caes da alfandega.
Vendem-se bilheles e meios ditos
da lotera do Rio de Janeiro que tem di
correr por todo este niez, sendo o maior
premio de 20:000x000: na ra da Cadeia
velha, loja de cambio n. 38.
Vendem-se ricos oculos, de grande
tom, para thealro, de qualidade mu su-
perior: no Recife, ra da Cruz n. 7.
Vendem-se Larris com polassa, da
mais nova que ha 110 mercado ; na ra do
Vigario n. ti.
Escravos Fgidos
= Em o dia segunda-feinf do Espirito Sanio, do
anno passado, fugo a preta Calharina de necio An-
gola, ladina, alia, bstanle secca do corpo seupe-
queno cor muito prela bem feila de rosto olbos
grandes e ver niel hos com todos os denles na frente,
ps grandes, o um lano medidos para denlro muito
conversadeira e risonha de idade, pouco msis ou me-
nos, de 22 annos ; lem sido encontrada na estrada 0011
du Magdalena,e nu Atterro-dot-Afogados venilendo ver-
duras e aos domingos he quasi constante, no mara-
ca t dos coqueiros, em dito Atlerro-dos-Aog dos: bi
poucus das loi ella vista por possoa conbecida, u-
hindo da casa, que alguui lempo foi palacio do goteruo
em Olinda para onde tornou a entrar; be muito pro
vavel que por all esteja oceulta visto esta/ devolulo o
dilo palacio : a dita escrava perlones a Manuel l ran -
cisco da Silva morador na ra estrella do llozsiio,
n. 10, lerceiro andar ou em seu sitio em S, Amaie,
junto a igreja ; o qual grnlilicar generosamente 1
quem llie apresentar dita escrava.
sss Fugo, no da 30 de agesto p. p. um escla-
vo cabra de cor escuta de nome Co me, de idade
fle 20 annos pouco itiaia ou menos retorcido do
corpo, boa altura cabello do negro; levou calen
camisa muito sujas; quando talla quer goguejar '<
cara de riso, e outras vmesbemuilo sobranceirojp'tten-
ce ao Luis Pistor : quem o pegar, leve a ra so
Trapiche, n. 3 casa de pssto quesera beui recon-
pensado.
= Fugio, no da 7 do correle, um prelo de nom
Domingos, de naci Costa da Mina, de idade de l
annos pouco mais ou menos estslura regular, bat-
eo* e olbos grandes ; tem algumas ftidas na cauces
corpo secco; levou camisa de nscadinbo trancado
calcas de estopa, curial por cima dos joelhos, a um pe-
dato de estopa amarrada ns cintura por cima discalca|
lingindo langa : quem o pegar, levo a ra eslnija <
Rozario, n. 43, segundo andar, que ser gratifica
de seu trabalho.
Na noute de 7 do correte fugio um preloss-
toporado da banda esquerda ; quando anda pucha p
irna ; de idade de 35 annos, pouco mais cu roe-
nos ; o qual furtou duas camisas do senhora, de ma -
polio lino o urna pouca de plvora : quem o PeSa'
leve ao aitio por detrai do sobrado do tinado Monw-
ro que ser recompensado : adveile se que este pw
lo ja eslevo fgido 5 annoi,', e levou um* pislols.
quem o apresentar gratificar-se-ba com 50 rs.
= Desappareceo, no dia 7 do crrente uui
que crioulo, de idade de 14 annos, pouco m,,*oU,i|.
no* meio lulo secco du corpo bem pareciuu,
la muilo desembaracada ; levou camisa e calcas cado collete de cor, jaqueta o um bonete do risc
empala; deseen fia-se que ande dentro desls pW'
pur ter muilo vadlo : roga-se a toda e qualquer pe
que o pegar, de coodu/.ir a ra da Cadeia de S- *
io cata n. 515, por cuna da loja deehapeos q' '
r gratificad* generosamente.
nul,
faUN. ; NA p. DE H*H W 1*1*
_l845-
MUTILADO l


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