Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05859


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Full Text
Anno
de 1045.
Terca feira 9
nnUBlO publica-sc Iodos oj das que
Jiforcm de guarda: o pirco da assigua-
he do 4'rs. P01 ',", ," iiiinuncios dos assignnntes So inse-
;,< i razio de 20 rii por linha, 40 rs. em
' llhri'iiti-. c as repetiedes |ela nietade.
i'u 1'"' "
fin fore-n assisnantes pago 80 rs.
nr li
!,.!, c 160 cin typo dillercnte.
rl|ASKS D.VLL'ANO MEZDESETEMKP.O'.
, nova a 1 as 7 h. e 15 min.'da manhaa.
recente aa 3 h. e 4 rojnutos da tard.
heia a 15 as
antc a M a
....." ,, .Misil, el miuuios ua wru.
? h" a a 15 a 7 hor. e 54 mln. da roa;.
V" ,'?, 9,1 as 10 hor. e 0 m. dararnV.
Slctigu."
Partidas dos cor reos.
Coiajina, Pa'rahyba, e Rio Grande do Tiort
Segundas e Sextas Oirs.
Csjsbo; Seriohaem, Rio Forrnoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1." 11 e'21 de cada mes,
Garanhuns e Honlto a 10 e 24.
Boa-Vista < Flores a 13 c28.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira as 10 li. e 54 min. da manlia.
Spjiind 11 li !8 minutos di tsrds.
as
de Sctcmhro.
Anfb XX y. f99.
das da semana.
8 Segunda nliora.
1* Terca S. Sergio, aud. do J. de D.
/ da I. v. do I. dos Pellos.
10 Qnaru S. Nicolao, aud. do J. de D.
da 3. vara.
11 Quinta S. Jacintlio, aud. do Julz de D.
da 2. vara, e do J. M. da 1. c 2. v
12 Sexta S. Juvencio, au.i. do J. de D. da
1. v. do civel. e do J. dos Vellos.
13 Sabbado S. FiHppe, aud. do J. de D.
da 2. vara.
14 DuiBlngo S. SalustU
CAMBIOS NO DA C DESETEMBRO.
Cambio sobre Londres. 25'/. d. por ll a 60 d.
ii ,. Parir. 370 rcis por franco.
Lisboa 120 a 125 p. c. pr. p. m.
Desc. de Irt. de boas firmas I '/, 1 '/, p. %.
Curo Onras hespanholas 31 #500 a 3l|80U
Moedade 6V400 re. rfttWO a 18#I01
de 6#400 nov. 17, ~~
de 4/000 .
Prala Pataches ....
Pesos Coluinnare*.
Ditos Mexicanos .
Mordas de 2 patac. 1;
Acedes da C* do Beberibc de
17*M
a 9#700
a 1#98U
980 a 2/OOC
a 1/D60
a 1/800
30 |iar.
DIARIO DE PER1VAMBUGO.
I1YMNO LIBERDADE.
Linroti-seum vulto de morada de Anjnt,
jp,idianicapprece, e duque lie Genio:
I Tup firmamento curo en vo.
De liingss s filgidns so adorna,
Tem nsdeJtra arvoradn um tceplro d'ouro,
IA bellea o distingue, e a Liberdade
Marcha a *eu lado, k' fui de uro Ser Immrnin,
Elle se irruja das espheras nitidaa,
I A' Oriente o Occidcnlo a vista alonga,
I Cruza d.ismaresaextensflu que abrange
|Ao primeirn volver, -*e nu sou giro,
Ipasma, enimudece a nalurexa mciraj. .
ISoprn do Norte una-vento quo so estende
I As regifles do Sul; no cn se amostra
|Vsricg.ido listao, que enfeita as nuveui,
Iris de pst, que a mquietacao ospanca.
|F.i-lo na trra ja pninn sereno
paserina costas do brasil mimoso:
|0 riigidn das ondas lubre a nia,
|0som da tempestada, e o brado all icio
Quesului a aleyone nos aeros campos,
laila o aterra i avante proseguiudo,
Isori-verdecocor sustenta ufano
Ijs eervis allaneirn ; uro bracn forte
Henea o sceptro que amedrenta os euros,
Que ealra os monslros n'un scpuloro infame,
lluepulvcrita os despulas sanliudns.
iClieio do vida, de poder sublime
I.Yiu teme a morto, a unirle nio se ntreve
A di'putar-lbo o imperio, e contra os iinpios
IVibrt pntento maldceles cteruas.
llUas, ol! que vejo !... quero aera que v.i
Sobre as asas da gloria?... Enoulo, ol Patria,
I Escota a rus da Snala I.iberdade ;
|Vqiic affgar-le presurosa intenta,
Itjiic tai dos ferros libertar-te o eolio.
[K,is costas ermis de um pais (8o novo,
|Quc ii nauta avasaalou, quando atrevido
[Soleara os mares n'um batel ligeiro,
iDepuis de muitii vaguear nos ares,
10 genio do Porvr c das Victorias,
I Aliii.il se poisou. D'ein turno olbando
10 Paraso da formosa America,
iKssas belleins que da mau do Eterno,
llloicas, feriis de fulgor,'seiroro ;
Inda nuis furleosoin do cnlliusiasnio
No graiulu coraclo pulou de gloria.
iTsnlus eneuntos, maravilbas lanas, ^
I ni i-c.i tas puro, i.'inr gems florestas,
I Frucios liu doces, flores to singelas,
I Es.e quailro de amor e de belleza,
lEsse etpeuUo'ln de caudura virgem,
|Arr6bou-l|io aeiislciioia. Sobre a roca
10mu Inaco eslendeo, e sobre ello
Logo a face arrimn qual pensativo
Peregrino que longes torras anda,
h busca a patria, de caneaste opproaso :
(jutas a gulas, um suor ligtiro
I PeluJ iiuinlir.ii, i he corre, o um pensamento
Vasto hit- iirciipa a mente ettasiada; _
IQuer a ventura completar de una povo,
IQuegeine im ferros, se ni poder qoebra-Jos,
ISseravo de tyraiiims. Qumitat vetes,
|'"',I"J.....ullios n'essas varseas lindus,
ja lisas campias, n'esse mar que ondda,
IQueliraudii-iecn inarullios sobre as praias,
ISenliu un coracao fugo nvriieivel,
I V'l" llc Genio, que si) Genios poden
|Su|i|i rtar, conliecer! A final vence
lOdesejo do bein; quer e nio para,
lrdeu, o fai-se ludu. Um raio inmenso
I asga as prisoes das nuvens quo se apinlio,
lll claro.e* '1" enleiidimento offuseSo ;
Itjsj Tent lorie romorrja em torno '
lOaquellas costas, e derrama o susto
I?" 'd l'obitac, onde te sonde,
IMedroto d'ette Genio, o Despolitmo.
btin depresa a Librrdado o opprime,
alea-llm u enorme, tcuebroso Corp,
Hataga-lha a cet. 0 lbr ifat
voi'iila pal|iU,i, d'esso monstro extincto,
"'a ousado os luiros venoedore/,
Peudau da viclqria e roda o carro
oro i ruinat qu espalliadat jateen.
'J"a. J.i tnumphatlo tu oeo que le ama,
"loau leus v.,tt, como tobe cm rolos,
emrc as arcadas do marmreo temple,
"por suavittimu do inccuto. **
rdtc> uh ijei|ill e a V01 ,lue ec|loa ,0 longe,
"vi ""* *' ni"i6c*. o i" disseste:
Mil- grado a furia do cruel tyrannii,
V B,->l ja tal redas jarras impas,
r W"c agucava infiel para traga-lo i
I" ^"rfl-o. e vive j. Meu braco pode
"per da. trva. a caligem grossa,
I wsoer so antro do rnferiinl demonio,
J a-ravar-Usts o trro as enlrauliat lvidas,
A T8!*"1* iV lUdu- Quei" '" alref"
' l'Or l.nniet ao poder que slenlo?
wocni ha quu ,,, cosubater commigo,
^ tnumj.bo da .non., ?. A' vos, ol Poros 1
nhraes vastos
Ks da trro .gura me dirijo. -
"J fu, eu qneal da M|, tl,?um
paito guiou ? quem tobro as eras
.< quo rudasso o carro da victoria,
' yuto nomo aot terminot du'mund.
eirocondiiij,,? Pgj, Leiu .gura
^.Iv.roBrMl.Urraquorida, "
'"^.ndB11j0|Tre. epuduolhi.lo>
,H"8 d" Ur*jar ce a tempestada,
i Em conten Ja que o morito doirou-tne :
i Salvei d'um sorvedouro quo so abra
i A Vneta do mar Americano;
i Kiitregnei-lha o porvir, a faina, a gloria,
i Fica-ino o gusto de ler salvo um inundo.
i Terra de Lysia! intrpida vncelo
D'Africa e d'Atia os atpcrot ardores:
A frtil Ga, Orraus, Ceuta, Malaca,
Ja sentirn ten jugo. Mas que importa,
Se contra os funis desle povo bravu
Direito nenliun tena? Chegou teu lempo,
J fui colono, ndependente he Imje:
Cumpro que viva a sombra de meu braco,
Que teiupre o escodar contra os furures
D'ettrnngero oppretsur. Venceo Batavia,
Tildo pode vencer, tendo-me o lado.
Viroda Europa as artet, si soiencios.
Respirar na teu co, e da bravura
Etemplos deve dar. lde, suini-vut;
Din tempu inda ha de vir em que teu nomo
nicopode ser na trra exima.
Como padrao do glorio. Ide, o do mundo
Aos disertos cantos dilu que um povo
Mois valeute uatceo, que lia de por loiubra
A's precias da Grecia, e culta Roma.
Brasil! exultauin Genio te protege,
Nio tenias errus do opprcssor tyranno.
Oissecravou no co seos vivos olhos,
Adeja, aos astros rpido se eleva,
l-'ero do espaco a densdSo que o cobre,
Ui-lo no empyreo, a Divindade o acllic.
Querida Patria! quem lo deo da glnria
O posan ir arcanos encuberto!?
Da morto triuinphar, vivereterna?!
O'oiide le voio a andida bullesa?
D'ondo essas gracat quu leu scio adoruSo ?
Bitas delicias luclindrotat, puras?
Este poder de cxtaiiar coni a vala
Os mortaes que te vein? E d'niide herdaile
A Independencia, a Liberdade o a Vida?
Ooi ureos cofres do Senlinr que os sbre
Auigritns de tout tilhos; dos thesooros
Que sabe diipender a quem o adora,
A quem das maravlias desle mundo
Forma um cntico harmnico e suave.
Aatim, tu devet, cariiihosa Patria,
Aot astros levantar suu nomo Snelo i
rJymuot e pialmos frvida lli'enlj,
A lyra alliaa, o aos Anjot nio receles
Nio poder igualar: tem Liberdade,
Tudo ale.1115.11le, o monstro exterminando,
Gaiihii'te tudo a elcrnidade e a gloria.
Em quanlo no scio undulo
J vein raiandu o fulgur
Do atlro que tudo anima
C0111 seu rusto enoanlador ;
Em quanlo as 111115.11 d'aurora
S'uipalhiu no vatio mar,
E fai o dia mimoso
Mmoia paz respirar;
Has cordat da lyra augusta
Cantemos a Liberdade:
Ser llrasileiru he ter livre,
He amar a heroeidude :
Enlhiiiiaimo pomposo,
Bravura e pnlriotino,
Ostentemos, liratileirot,
J morreo o utpolismo :
Destedia memorando
Nio compre a gloria etquecer,
Ou txtlir para a Patria,
Ou pela Patria inorror.
Da Sele! u le isido ;
Salve! oh dia magettoio :
S por li suspira, anca
O Bratileiru brioso.
A. R. d. T. B.
EXTEICR.
COEKESl'OKDENCU DO JORNAL UO COMHEltCIO,
Montevideo, 19 de julbo de 1845.
Muita eousa de novo e spparencias de mullo inaii.
epoii daa noliciai que trouie de uenos-Ayres o
vapor Fu/ton, que communiquei pelo paquete, chegou
no dia 16 um calliambeque daquella capital. Por elle
so tibe que lluiai nio ttnba respondido aleo dia 13 s
notas do dis 8 pelas quaei o ministros interventores Ibe
eligirlo evacusQao do territorio oriental, mas que
todo tnnunciave diiposiedes para urna resistencia aber
la, e por conseguinte para um rompimento. Esle
annuncioi lio confirmados por fictos mu ligoiGcalivoi.
Pouco depuit do chegar o calbambeque releiido, no-
lou-se grande movimeolo entre penoasgeo que nao
coilumao moeber se muito sem motivo.
almirante francei veio i trra e dirigo-ie ao mi-
nisterio de relatos exteriore ; o almirante ingle de-
sembarcou lainbein, fui casa do seu encarregado de
negocios, e drpois dirigirlo-te ambos i secretaria de
relat,5ef exteriores, e bouse largas conferencias, cojos
potmeoores ibes nao posto oommuoicar pela limpies
razio de nio ler isiitido s taes conlerenciu tile
inconveniente porm islva-ie em grande paite refe-
rindo-lhei faeloi que todos temo* e que algums couia
pdom indicar do que paasoo entre enai myiteriosis
perionageoe. Netso dis vio-se que os almirantes an
dkrio inspeccionando os tatos da eiqusdrilba crientsl,
no dia tegainte, i*to he no dia 17, o brigue de guer-
ra raucea Ptndow nio temar pos icio no fundo da
nona babia entre o birquinhot de guerra deite gover- cacSet offlciaet do ParaguayoIndtptndHh^oAtmt*
ao ; de modo tal que 01 teus fogoi ficio ligados eom 01
da extremidade esquerda da linba de lortilicacSo ; e
bontem a corveta inglea Comus veio tundear tambem
em frente do cemilerio, a meto tiro de canho dai lia-
leriiique formioa extrema direila da linha. Ambos
estes navios permanecen) neitst posicSes ; ao mesino
lempo que a bordo de todos 01 vasos nglezes e france-
ses se esli fozendo incestantes exercicioi de mosquita-
ria o adestrando tropu em manobras que nio lio de
bordo. Isto, o teor de todi a correspondencia de
Buenos-Ayres e o pouco que posta ser corto da inses-
bavcl quanlidade de boatoi e do contos que circulio,
produririo 1 conviccio intima de que 01 inlerventorej
e opporiS por todoi 01 meiot a qualquer ataque doi
sitiadoret contra a praca.
Com muita impaciencia eiporsmo noticias de Buo
nos-Ayres, porque te julga que a recusa de Roas a
acceder s exigencia! do dia 8 trar a retirada dot mi-
nittroie um rompimento.
Um tuccesso mu grave voio complicir a lituacio e
ameiear Rosar por onde menoi o esperavs. brigue
iuglcz Philomcl, que sabio de Buenos-Ayre 00 dis
15 e chegou aqui no dia 17, e a eicuna (rancea Eclair
chegada boje, trsiem 1 noticia de quo o general Lope
com urna divitio de 1,500 homons, grande parte dos
quaes slo Indiot do Chico, sorprendeo completistima-
mente a cidade de Santa-Fi, apoderou-se da tus guar
nicaoe deludo o quenella bavia, escapando o gover-
nador Ecbague t e a nado. Accrtscenla-seque 01
vencedoret trutarao ot vencidot como Rosas costuraa
tratar aos seui inimigos, que a maior parte das tropat
quo all bavia te incorporirio a Lopet.
Nio peno dixer te esla ultima nolicia he corla; mas
be certo que o general Lpez (cava de potse de Ssnta-
F cerloqueo acontecimonlo produxio extraordina-
ria sensoco em Buenoi-Ayre ; que Roas mandou
fuer levas na campanha quo despacbou seu irmio
Prudencio com urna lorie divisio, e teu cunbado Man-
tilla para obtener Lope; lie certo tambero que nada
do que bavia em Santa-F uomens, petrecbot, mu-
niSet eteapou da torpreta ; ficou ludo em miot do
vencedor. A noticia ebegou a Uuonoi-Ayret alguns
din antes da lucilo em que se puhlicou : Rosal con-
lervou-a omiegredo emquanlo pflde ; mas, logo que
hegou ao conhecimcnlo de algumis peisoai, por gen-
te vioda do Norte, 01 metmos amigos de Roas nio a
occullrao.
Corris em Buenoi-Ayres, wat nio com carcter de
aulhenlicidade, que a divitio ao mando de Prudencio
Rosas se havia sublevado e incorporado a Lopes ; e que
o cflicial que trazia a noticia se havia refugiado em urna
embarcacao neutra, receicso de quo Rosas isesse com
elle o qu fet o rei Mouro ao mensageiro que Ibe trouxe
a nolicia da lomada de Albama ;
Las cartas ech en el luego
Y al mensajero mataba.
Suspend a eontinua?o desta caita pira lazer um
panbsdo do que dizum varias cartas de Uueoos-Ayre,
ebegadat pelo filampago. Segundo oque lias refe-
rem, Lpez tomou um bom deposito de armas, petre-
chos e inunices, e malou muitos cheles e officiacs de
impoilancia enlre os icides de Rosas. A irnprtssio em
Buenos-Ayre be lerrivel. O commercio principal-
mente, que he quem primeiro tolTre com ettas commo-
c'S, eslava em penusisiima si(ua(io. Aot lucceuot
de Sanla-F se ajunlava a pertuasio de um rompimen-
to de parle dos intervenloret: muitos negociantes li-
quidavio os teus negocios pala irem a eita praca ;
isto mesmo complican mais a lituacio de todos: as
oncas nio linbio prefo, porque nio bavia nenbuma
i venda.
Hepetem ai carias o boato da dofeccio da forca de
Prudencio, masjsem a(Tirnial-o;dizem que o governsdor
de>tnta-F, Ecbague, se acbava em 5. Nicolao, tilla
perteneenlo i provincia de Buenos-Ayies, sobre o Pa-
ran ; que se assegurava que o general Paz se acbava
sobre Entre-Ros, bostilisando Garzn, mas tsmbem
nio se furnia slo Em urna palatra, o quo coocluo
de ludo itto be que a sorpresa e o temor causavio em
Buenot-Ayn t a maior agilacio, edavioorigem u m-
sneniidsde de boatos, dos quses muilos detetn 1er 10-
teiramente falsos.
Ha cartai que dizem que Rotas respondeo no dia 15
aot mediedoret, repellindo peremploriamente tudo
quinto dclle te exiga, e declarando que resistira a
toda inieivenci emquanlo Ihe rettaste um tol-
dado.
cto advertir que,iegundo o que refere um cflicial
do general Pa/ que tibio do leu quirtel-general em 8
de juoho, e chegou aqui pelo Re tirando, o general
Lpez anda esteta mquelle dia em Villanuetade Cor
rieotes, ie bem que preparaodo-se pira marchar. Qual
aera eolio a disposicao do paiz contra Rotas em toda a
extensio do Paran, do Corneles para baixo, so mar-
cbou uns columna do 1,5000 hosnent maii de 00 le-
guas, sem que ninguem deue atitot em Sanla-1'e, pois
uue foi, como j diste, compleiamcole sorprendida ?
E slo precisamente no momelo em que Rosas e a
aua Gazia eitavio gritando que tola a Repblica Ar-
gentina est perfcitameato tranquilla e que nio ba nel-
li um selvsgem unitario, que lodos desapparecrio
perseguidos pela opioio publica !
O Paraguay aindt nio est cm guerra aborta com
Rosas ; mas nio Ihe falta ionio decliral-a. As puli-
mento is armis que fez aquello goteroo si sus re-
lenos com Corrientes ludo fu com que o Parsgusy
se considere j como um dot inimigos de Rosas. A
importsncia ueste elemento consiste boje nicamente
not muitos homtns que aquella repblica pode dar pa-
ra fater toldadot: t nada pode, e enganio-se mui-
tissimoosque crem que poderia resistir Roas, seest*
conseguiste domsr novsmeote Corrientes. Corrientes
he a vanguarda, a trinebeira, a defenss do Piragua; ;
e a Corrientes devem robustecer todos os que teoso in-
terette em presertar o Paraguay da conquista de Ro-
tas.
Palla te muito nos cireolos polticos da attitude que
conserva o Brasil no meio de todo este motimento.
Um ditero que te declirs, outrof que nio : osles
lusleolio que s Inglaterra e a Franca nio quereos o
Brasil s seu lado como mediador: aquellos, que seo
Brasil nio sppsrece anda, he porque no estado desuit
relacOei com Rotas nio poda, servir de madusofor, mu
que acompanhar ai outrai potencias logo que baja ne-
oessdade de lazer a guerra. O conde de Casias, dizem
estes ltimos, tem ordem de atancar com o seu exer-
oito. Nio tem, dizem aquellos ; deve conservar neu-
trilidade absoluta. Que neutralidide ? perguntio 01
outros ; como pode obsertar-se neutralidade estando as
eousas como esli? Rosas, Oribe, Urquiza, Paz, o
goterno oriental, a Inglaterra, a Franca, vio todos
queiiar-se da falta de neutralidade do imperio, todos
bio de ficar descontentes. Nio quero emillir cu
minha opiniio ; mato fado que ah sdete ter pre-
sente beque 01 que pernio que todos se quexirio de
quebra de neutralidade da parlo do imperio pernio o
que realmente tuccode ; todos sequis!* j, menos a
Inglaterra e a Franca, porque anda nio slo bellige-
rantes ; mal fiquem Vmct. cortos que se ebegsrem a
ser belligerantes acompsnhio logo o coro dos quei-
SOIOS.
As operaces militare nada orTerecem de ntate!. Os
litiadoret reootrio ai suss guarrilhii, e a praca leve
estes diai 4 ou 5 morios e outros tantos ferdos ; bstia
11 muito lempo que a bumsnidade nio laaoentits tan-
tu vctimas dentro dos muroi. Os sitiadores cabio
de praticar um acto atrociiiimo. Domingo, 15 do
corrente, dous meninos italianos spsnbatio lenba lora
dai nossas atancsdss. Urna | artida.nimiga os sccosa-
metleo: mstrio um com urna bala, o levarlo o
maii moto. No dia teguinte, mandarlo este ultimo
para a prsca, condusindo um papel cheio de expresados
que nio te eooonlrio nem no diccionario da cansina
mais vil. fado be de horritel noloriedsde, eeulb'o
dou como certo.
s i horas da tarde.
Cheglo varias embnrcacoet de Buenot-Ayroi Muilot
pormeiioret sobro u tuccesso de Sanla-F. Todos 01 paa-
tijeirnt o todas aa cartas annunciio quo o general Pas
derrolun ai for{ai de Rosas em Entre-Ros.
Parece qu" Rutaianda nio linha reipondido ana in-
lervenlorei. Crainliisimo movmento eos Buenoi-Ayres
e na enmpanha. Cliamamrnlo t armas de tndos os quo
pdem rarregar orna espingarda. O mercado monetario
nio d siguaea de vida; o commercio est em angustia.
A guerra otini os interventores parece iuevitavol.
O niisso porto rrsuimoii-ie com a chegada de varios
navios, especialmente Lia qu* eatavlu detidut em Bue-
not-Ayrct. A renda da nona alfantlega cometa a tubir,
porque j chegou a conviccio a todos us auimna de quo
a praca nao piulo perder-te. Ha grande falta de ftriuha,
e em geral de todut us gneros do Brasil.
-21dejulliodel84o.
Domoroii se a Karitan por causa de una gruida tem-
poral du Oette, c posto aerares- mais tlgumat liuhaa do
muilo nlereise.
As cartas reoebidat de Buenos Ayres, prncipalsxventa
aa de negncianles ingleses, annunciio toda* a derrota
daa forcai de Rosas, que eom manda va Lagoe em Kulre-
Riot, por nina divisio do general Pe. Todos a eontlo
do meiuio modo, e contla-mo que ot jente* diplomali-
i:m o ocntulares em Buenos-Ayret dio o ihooossii jier
certo.
Ante-lioiilciu cliogou o tapor Faltn, o confirma ple-
namente eila noticia em lodos os teus pormenores. O
modo por que uniformemente se refere he o tuguinte.
Que o general Pat mandou postar urna divisio era fren-
te do general (arzn, cojo quartel general citara no Ar-
co; o Grande, para Ihe chamar a itinicio sobro a fron-
lei'ra; quo ao mesmo tempe mandou o general Lopes,
pela mnrgom direila do Paran, para ealnr sobre Santa-
F, c que o proprio Pas ruaroliou coro oolre divisio,
approxiinaudo-ie margem etquerda parai alaoar ao co-
ronel Lagoi, que citara porto da Bajada; que no mesmo
da 9 do crreme cm quo Lopes tomn Santa-F, cabio
Pas de improviso sobre Lagoi o derrotou couipletameu-
le a mu ilivitS.i, consposU de 900 liorneni daa melliorcs
tropat do Rotas. Ao Baradero e a oulrot pontos da cos-
a de Uuenot-Ayrrt tobre o Paran j liabSo chogado
fgidos alguna offleiaeide Lagos. Kspertmot dentro do
pounos das uotioias directas du general Pas.
Tambem se d como cerla a lUMevacio e posterior in-
oor|MiraoAo Lopoi do urna parte das foreas de Pruden-
cio Rotas. Aloes seque afisrmio as cartai, temos aqu
um ollicial quo pertenca a'ossa forca e que na oocasiio
la tublu>s(lu fugio para Huenoi-Ayre, ende ie rufu-
giou a burdo do uus navio neutro, ohegande finalmente
actle porta atttohuHlem.
Rntretanto a liniacAu de Buenos-Arres be eepantosn;
tudts etl em csimosoeto, recrula-sa gente de 14 a 70 an-
iioi, as miliciat uibanal itliem para o acasepamenlo dos
bantot-Lugares, e um oorpo do 800 lioinem, tambem
inloaa, ia sahir Paran a cima. O alarma hp (erais o
-,SSf



cnmmerci ctl mnrto; n nuca rttavln no di 47 320
I-e, no da 18 l"5 o n di 19 finarlo *t40.
A n hu reimi i .! m.ti accrearc-m ea iliflirulilailft
om que ameaca o Roana a intervcntio anglu-franccta.
No dia 19, em que subi o Fullon, nada linhl respondi-
do Roaa* a* exigencia do doos ministro apreientada
nu dia 9. U roinmandanic do J'u'.ton fui chamado i 11
hora* dn noute pelo aeu ministril; u-vo ordcm de eahir
ininii'ii neiitu. o |nn e a camiuhii mal ciquontnu ai
caldcima. Chfftou aqu nu dia 20 u 3 hura* da tarde;
punca hura* dejirna ncipiou um forte pnmpciro e
Cdintml.i aihiinliei 'i iiiem acrvela inglvia Comm
o o briguo trancei 'Altai, f'undemlus entre ua um ios
de Browii, e Imja alie a corveta SateUile para u Bnoiu
Que urden* leem ente navio* ? Nao aei. Or au g> rl-
uii-me qae retenerlo inatrueco* para impedir na inuvi-
nicnlol de lirnwn. A unir coma que chrguuso conhe-
cimeiitfl dn publico ubre a rnyiterioaae precipitada va-
jjfiii do vapor, lio que aaliirfto do Ruennt-Ayre para
aqu duaa e*ouna> quw ae dli, iraiilo petrevho* o nrdena
para Brutvn, e que vcio u vajmr para prevenir a urden
que a eaouiu pudeaieiu traicr. Am i-.-i.nnu*.
Depoi do a*aa*iiialua de lugleic* em Bucnui-Ayre,
da que j dei parle a V., Iiouve nial tic em Cliatuo-
niu, villa cunan de 3U legua* an Sudoelc de Buuuol-
Ayrea. O minie* da* victima* ao Fcrgus, Curberlt e
Nath. A repelilo de*te crimra por. em alarma o* ci-
trangcirai em Bueno Ayre*, e, acgiiuilu diicm vari
car:a, ludo* te preparan e *o combinan para nlu dcixa-
icni mular impunemente.
Iloje un amanilla dcscinbarciu mai* algn* ioldadui
ingiere, e suppunho que tainbem trncete. De tuda
a* parte* ac lem dciiiontriicoe de guerra, apparcei-in
factor, na anda nao apparecou nenliiima drchiracao.
A queallo do bluquetu quo denle a aua origein om
1M3 nlu 111.j dara que faier ana maia pintado publi-
ciria, pira nplicarein o principio do direilo por on-
de te tein guiado lion* para decretar o bloquciu, e o
neutro para rceunhecel-u modificado priiueiro, c para
rrpellil-o depuii, terminoillinaliueulu pelo total deaeo-
iiliecimonto de toda a cada de bluquriu; j nu exiate
neiu o modificado, aj-cpeilo de vivires U purlo cala
completamente franco, do faci c de direilo.
A barca ingloia Sultana, que cateve dcli Jn em line-
iioti-Ayre un leientn lia em ronarquencia do decreto
de 13 do Fcvereiro.mnndou le mudar para Liverpool sem
abrir a cicolilha. Ni fui na eipeculaclo.
ES
2
IlXTRACTO de carta fidedigna de buenos-ave, CON-
riBMADAS POR PAMAGBIRUa CUEGADOS DAQUEU.A CA-
PITAL.
Arbanlo* de receber a* mai* plautiveia noticia por
carta de Bucnni-Ayre de pesaoa mui reapcitav i,
que to confirmada no todo por petan fidedigna,
viuda d'alli, Segundo uinaa e nutra, R turnad) do Sun
la-I-'e pelo general Lopes c mai pormeuurr quo *o uu-
i.....ciarlo no boletiui de anie-houteui, c que cada vei
in.as u cunfirino, accreccm oulro ucoiiteciiuciilo*
iiAo meiiiu importante
general Pat iuvadiu Entre-Rio*, o derroluu coiupic-
lamrule Uarxuu c Lagoa, quo comiuandaviio naque-Ha
jirov incia a fu rea de Ruta.
Toda a forca que Roaa deitacou inbrc S.int.i -Fe, ou
paitarlo para o general Lupe, uu dispersaran, Ncuudu
ii provincia de Bucnua-Ayre* conipleiiiiucme inlcfctn
O mat-horquero Santa-Culoma fui gravemente terido.
e tinlin clii'gadu au Ruanrio, dundo c presuma que no
tahiria vivo.
Roaaa achaia-e, com a nocumulacio de iiicrciint
tao riesagredavea, no* mai crio* enibarncoa. U ooiii-
ncreio de Buenoa-Ayrea tintn *..H'i -ido mu lerrur p.m-
lueo (nal. No avio da pupulac Militara urna profun-
da cunatei naci. Ninguciu em Bui'uua-Ayre duviduva
du* grave* perigo que curria a tna-i-horca.
l''iiiiao-e uaquella cidudo aa leva* mui* rigorosas, c
governo lumavamedida que revelaran u* pcrigu* que u
umeacRviu,
Sao c-at a o tarto* quo rcfcrem unifuruieulenini de 20
earlaa conleMca c que, como disiento, aa-i coiihruiada
por poaoa chrgiidi* de Bueno* Ayrn.
A' noticia* cunimunicada* dcala ni.un ira no be poa-
(i\el deisai de dar triaantenoto; c eeniquanlo nio llie*
pdenlo dar aquello carcter de verdade, que teriau ae
l'o*eiii ofllriac, uto leniua a menor dunda obre a icr-
ilade doa fatlo prineipae. Ella devciii *el continuada
un desmentidas por momentos; esperemos que dentro
ile qiiairu da dado ullieiai' ai aben; d corrobural-a*
Outra raitl de Btienu* .Vjre accrcacculio que i
general Pnt fi/era priaiom.'irot a Gar/.ou e Lugo, apode-
rando- e de ludo o qiitr poiauia o inimigo, e que turca
ua entraran na Bajada.
Que ao ilitin geraluieiiie em Diiciiua-Ayre que Santa-
Culi-ma tinlia ido ripingardeodo no Kuaario por orden
de'Ruia, e que te fallava em um proniiiiviaiiieuto con-
tra ete em Salta e Curdova.
Que o irniAu de Echaguo e 24 ofliciac tinbau pereci-
do na lomada de Santa-fe.
Que o gcnera>* Prudencio Ku*ns, Mancilla e o pro
curador yuela e maia dou individuo da tempera de-
le ultimo iinliio aludo pura a campanba a liiu de dirig-
rem a* forca que podeaaem reunir.
Coiifima-ce a paa*adae a incoi purac.in ao general l.u-
|ii da forca que coiiimandava Sanlu-Culuiiu, cumpua-
ta de 400 u 500 |ira9.
Em con*ei|oencia da cunfatao que clc uccc**o l-
nkas produiido no commcreio, o nuca* imbo nibido
a 220 pciu.
Kia-nqni nm eitraclo de nina carta, quo no comn
iiiuou nm pe*nu reipeitavel:
O aeu voto pela talvacio do Montevideo vio rca-
ltr-ebreveineule.
Rita imiate aiuda no ni uiiliccimcnto do bloquciu
ainolulo de*o porto,
Nu dia'.I dn crrenle Lope torpri liendeo acidado
de Santa-Feo o acampainenlo do Santa Colunia, que o>-
capuu l'eriilu com una laucada, leudo Kebagiie a fortu-
na do talvar-c illesu du perigo, A urpreaa fui hprrivcl
e fcu reaullado aaiigrenloa.
- O regiment de Prudencin Rosa, que conilava de
1,200pruca, e que eatjvadidribuido no Salto com l'er-
Kiiuo, ilblcvou-ie em niana, pataudu-e a maiur par-
idle par o general Lo pe.
O general Par., com a aun eriralcgia do soilume, deo
uof olpe lerrivel em cnlre-Hioa naa forca de Roaaa.
Dciiou coi fronte de Garzn urna forca ropeiiavil pa-
ra que ocnlrelie*e, arreil)e*audo-e elle obre a divi-
aio Lagoa, quo uceupava nutro ponto do Entre-Ro*.
Cabio da reponte obre ella, d;.fel-a em pedac-. I^*ia
divia.i consta a de 900 linmen* du ini-lbor gente de Ko-
aaa que liana uaquella provincia, Gariuu, ao pruueiru
igual de hoalilidadu, te liubi di bandado cuiu a ut gen-
te. .Milito oflleiac daa forca du Enlrc-Riu* linliluclie
gado em aveiru o Karadero.
j nao ciilte o bloquciu do porlua da Rcpubea.
'upplemcnto ao Nacional de Wdejutho.)
REPBLICA ORIENTAL.
MONTEVIDEO, 17 DE AGOSTO DE 1815.
Como j terln abi noticia da retirada de Bueno-Ay-
re* e chegada a rata cidade dos ministro de Inglaterra
e Franca, nada direi obre ette ponto ; e limilar-me-hei
aoqoe nppnnhoqnc anda abi no aer sabido.
No dia 2 do crrenle Bruwn, que milito* dia ante
linba id.i intimado que nlo e movr**o do aeu fnndea-
duiro, I. i-so vella em direc.co a Humo*-Ayre. O
briguo de guerra franect 'Anal c a corveta luglell
Con,as rumpera fogo obro elle, e obrigaro-o a fun-
Jeap. De tarde furto apriaionadoa todo* o* navios de
Brovvn c traiidu* para cale porlu, em bamleir.i. Ete
uavioa io, o briguo S. Martin de 20 peca, corveta / -
te cinco de Mato de 18. briguo Jichage do 14, escuna
Maipu' de (I o escuna Libertad de 3.
A inarinbagem ettrangeira que tripula va a caquadra de
Bruwn dctcuibarcoii uqui; oa Argentinoa com todo o
aeu ollicine* furlo mandadu para bordu do vapore*
Faltn e Firebrand, o enviado paro Buenoa-Ayrea.
Do uavioa de guerra ingleie e frncele de*embar-
eur.'io paro a pro9'i uiai algn lioinon, u* quae fuiom
ciorcicio diario.
Oaalmiranle (irdirao no govorno a cooperarlo da c-
quudrilba nacional, e vieran o* carpinleiros da duaa es-
tacOe* iijud.ir a repara-la. Ainanliaa ficara prompla. Ao
lucaiiiu teiupu coiuecarlo o almirante* a upromptar a*
CBCiina Muipu e Libertad. Milito boato Correui por
abi cerca du destino deeta* forca. Una o* diiein detti-
nnd.i n obrar aobro a coala do i'rala, Colonia, Sania
Lucia, Maldonadn, JjO. uutro ao Uruguay, Suriano,
H.-iisaamlu, Salto, &c,, uniros a Martin (Jarcia, outroa
uu Paran. Veremos.
Nenbiima uperacAn, nenliiiin muviinentii militar por
parte duailiador. Enlrelaiitu Oribo acaba de dar um
paas.i ainguliir. .No da I I iibrio aolcniocinontc ae dua
caiii.n.is no CerrilO, couipola* do* lUeoaui depulado*
le 1S38 quaudo ello ubdicuu. 0 prndenle Irgal ico uiua
ilion.agein que aiuda ulo vi, na* que niediieiii er peca
do Museo. Entre outra couu dii a nicinagein, rgun-
du me iieurJo, qno a repblica esta em par com to-
da a potencie, menoi com a Inglaterra e com o
Franca.
lluvia algn das quo ulo acaccondia o pli.irol da liba
de Flore*, que eslava u cargo do coiiimauduiilc docnrpo
de va.eos de Uribe. Julgaudo que cale tiulia mandadu
evacuar a ilhu, concnrduro u* ulinirantcs, de aocurdir
com c*te governo, tratar da conacrvuco dcso pbarul,
indiapeuaavel no Itio-da-Prata. U governo inuudou ul-
guu hoiuena uobriguc francei D'Asaaz; cliegando all,
oiiconliaro oa boiucii de Uribe, u* quac diaaerau ca-
tar cncaregado* do pbarul, c que o o no nublo uc-
cemiido eru porque llie* filluvu nu aei que. Examinada
puruin ii euusu, viu-e que o* laes ujeitn tiubu de-
munteladu o pbarul. ConqiiB o j.i e aecendo.
(Carta particular.)
1I0NTLVIL1LO, 13 DE AGOSTO.
Por mu navio cliegadu de Uuenos-Ayrra, o que aegue
para (jenova, recbenlo a milicia de que Roaaa se pre-
parara pai a reunir lionlem nu pracu du Victoria o povo
de UucuoB-Ayre*, para peiguotar-lbo o que quena, a
pac ou a guaira. Ser nutra comedia, iNuo li.ma inui
uoilimuliicaco entro a popularan o o mino* de guerra
lian cele e iligloics.
(Nacional.)
(J. do Lommricio.)
INTLhlOH.
aiaiuo auloriaadua para atsegurar ao publicu que
ItlU-E-JAiNElK.
Enlruu em discussao, na sosao de 25 do agosto
da turnara temporaria, o parecer da meta propondo ar-
ligos addiciuiiaes ao regiment interno para regular o
eiercicio do diieilo de mlepellotau. I'orloappiovad:>
at teguinles disposu,oes:
1." (Juandn o ueputado quier iierpollar algum
ministro tura das disuusjioa lias leis annuat e t)a res-
posta I falla do Ihfono, devela anuunciui-o com an-
tecedencia de 48 horas pe o menos, e na llura destina
da para a loilura dua requeriiuentos, reduzmdo a es-
cupi osailigosda inlerpellatao e mandando-osa nie-
ta para seren lulos pelu 1 secretario.
2.'Se esliver piestulu o ministro, ser-le-liao lo-
go comuiuuicados os artigus, fcaodo-lbe a liberdadu de
dar respusta imn ediatuuiciile, ou do rtserval-a para
u da e hora que o presidente designar.
a 3.a Estando ausento o ministro scr-lbe-bio tians-
inittidos por copia os ailigos da inlcrpellaiao, com olli-
cio do 1." secretario, em que se declare odia e bota
que o presidente buuver designado para que ella se la-
ca. Su o ministro declarar que nlo pdu ou ba incon-
veniente em responder asinleipullacoes, nao tu admit-
tiru distussio uumse dura segunuciitoa eili>.
-i.' O debate ser igual ao dos rcqucrilIiCIltoS.
U Sr. presidente tnaicou o dia du amanbaa ao meio
dia para ter lugar a inlerpcllacao do r. Rodrigues dos
S-.iilos sobre os negocios do l(iu-da-Pra(a.
.\ .M. o Impeadoi loi buntcm 23 de nisnbaa ao
arsenal de marinha para pregar o pi inicuo piego ua
caverna uietlrada toiveta que se acba no cstuleiro.
Este noto vaso de guerra ue\e levar 1 i p (ai de ca-
libre 32.
Te ve I u ,;:.! Iinii ti -ni '11 de a ns! u na cmara dusdepula-
du* peranlenumeio*o audilurio.a respott do Sr. Limpo
ilr A ln e ii.i.i ni islio doa ni g ocios elrangciroa,auilerptl-
lacOca aobre o negocio do Rio-du-1'rula. A* galera*
isla i,io api libadas do caj.ecladure, ola Iribuua* *rciT-
vda diatingiiiii-ae. < Sr. iniuiBlro* de Inglaterra, da
Ruana e de lluenoa-Avre*.
U Sr. miuitlro dos negocios cstrangeirus respondeo
s inti rpella'.es do Sr. Rodiigues dut Santos, sbreos
negocios do Itio-da Prala,
A' 1.a, isto be, se fui celebrado cin 1843 um tratado
de bllianca olTeniva e defensiva pelo goicmo brssileiro,
e pelo governo da Conlederaclu Argentina, o quaesos
plenipotenciarios que o negociarlo ; e ettavlo mu
dos de poderes espetiacs, e qual o detiecbo linal da ue-
gociacio, respondeo o Sr. minisfro, que eui 24 de
marco de 1845 su celvuruu um tiatado de allianca of-
lentua e delensiva pelo govero) do Brasil coiu a Con-
ledoracAo Argentina ; que por parte do Brasil folio ple-
nipotenciarios o Sr. i jutelliciu de estudo Honorio ller-
mclo Carneiro Lelo, tullo ministro dos negocios is
Irangeiros, o o Sr. concelbeiro Jouuuini Jos Rodrigues
Torres, entio ministro da marinba ; que este* dou
plenipotenciarios tinbao plenos e especiaes poderes pata
Adivislo do general J.ope conslava de maia do celebrar o tratado, mas quo o Sr. general Thoniaz
2,000 liomena.
Guido, quo i n ter ve io nesse trotado por parte da Confe-
deracio Argeutina, declarara na occasiio em que o de- ental e oa Cobederiyu Argentina, disie S, Exc, que
na assignar que nao linba pleno pojere para iMOi
mas que nlo obstante esta rieclaracao te entender que
o tratado devia ser assignadu.
S. Etc., declarando, queadmillia una especie de so-
lidanedade entre todoa o* ministerios, ernbora de opi-
nioes contrariaa, para o lim de salvar a bonctidade dot
homent que teein governado o imperio, tualentar a dig-
ntdade da camera que os apoiou.e slvrodecorodo pan
a quem tervirio, aceretcentou que o nobre deputtdo
por S. Paulo, ctUbeleceo no seu discurso, que, tendo
sido a poltica dos minitlerios, alo entio, adeetlricta
neutralidade, (oi um erro gravittimo mudar etsa poli
tica, associando-se o governo imperial o governo argen-
tino com o iui Je buaijitar o geueial Rivera. S i-.
entende que be potsivl, que o mesmo governo, que
at ceila poca tero aeguido a poltica da neutralidade
posta, por circumstancia tupertenientes, niudar de
poltica, o que a resolucio da qetlao depende do co-
nbecimento de circunnUncie peeiae, edatprecia-
cio dessus circumstancias, conforme os inleressel do
paii. isse, que nio encelara urna discusso ampia
sobre este ponto, emquaoto o nobre depurado por S.
Paulo n8o allegaste roiOes de intere.-se pblico, para
demonstrar ao paiz que o ministerio dfkO de Janeiro
nio devia, na'ocCaso em quo celebiou o tratado em
questio,. abandonar apoltica de neutralidade que al
entio linba aegmdo ; que por emquanlose lonUriaa
iizer, que o governo imperial tioba documentos ire-
Iragaveit, 4 vista dot quaet nio Iheera permtlJo du-
v dar, quo a tua poltica do neutralidade nio era cor-
respondida, tomo devia ter, pelochefe deste Estado
contra quem dopoit se alliou.
a Ha urna eircumttancia, ditse S. Etc., neise tra-
tado que o nobre depulado por S. Paulo fe tobrosabir,
de nio ter o ministro argentino poderes plenos eet-
peciaet para o assignar. He isso urna verdade ; mas o
quo eu poiso eslabelecer como certo be, que a vista da
correspondencia do ministro argentino, o principal-
mente i vista de duas notas que elle dirigi ao governo
imperial, em 4 de Janeiro, e 5 de fevereiro de 1843,
eu entendera, se estivesso no ministerio, que elle ti^
nba plenos poderes para assignar etse tratado ; e tam-
bum estou persuadido que, einbora nio tivetse Ises po-
deres especiaes, lez um tratado, segundo a lettra, se-
gundo as instructOes do seu governo. Se o tratado
devia ser assignado, qusnd j na occasiio de o ser decla-
ra va o miiuslio argentino que nio tnba poderes espe-
ciaes, s o poderi decidir quem liver conbeciinento das
circumstancias do momenlo, quem poder eprecinr a
urgencia desse tratado,
(Juanto a ratificarlo por parte do lirasil.disse S. Ex.,
quo nio se acbava autonsado para tancar a responsabi-
lidad!! desta irregulandade sobre o ministro que entio
diriga asielatSe exteriores. A ralificacao loi envia-
da ao ministro residente do Brasil cm IJuenos-Ayres
para ser trocada quaodo o governo argentino ralicasse
o tratado por sua parte. Parece que sefacilituu em
Buenos-Ayres urna copia dessa ralificacao ; o nobre mi-
nistro dos negocios estrangeiros he de opinio, que nio
se devia ter facilitado tal copia ; mas dessa iiregularida-
de nio pode ser aecusado o ministro bratileiro que roli-
ficou o tratado.
Quanto i segunda inlerpellacio, isto be, se depois
da nao ralificacao do tratado, fcito com o ministro da
Confederatao Argentina, se enlabolario negociaedes
enlre o governo de Brasil, e o do Estado Oriental do U-
ruguay, disto S. Exc, que nat inilruccCeidadas em 6
de jiiolio de 1843 aoSr. Siuimb, nomeado ministro
residente junto ao governo oriental, com quanto ft-
sem expedidas soba impressio desagradavel da nio ra-
lificacao do tratado de 24 do marco do mesmo anno, i. re-
dfiinir.va o pensamenlo da oais estricta neutralidade,
deixando, porui, o ministerio de 2U de Janeiro a babi-
lidade e sagacidade do seu agente o emprego dos meio
que julgasse convenientes, para que a poltica de estric-
ta neutralidade nao alienasse os suntimentos de benevo-
lencia dos duus governos do Rio-da-Prala. S F.xc. ac-
ciescentou, que, nio obstante o que acabava de aflir-
mar, lalvez se dissesse que esse aginle litera um trata
do com o governo oiienlul, e que a isto responda, que
na secretaria nao exista prova alguiua desse tratado, e
que se tal tratado se t elebiou, foi feto contra as instruc-
coes e cunta o pensamonto e vuntude do governo im-
perial.
(juanto terceira inlcrpellscao, isto be, se o Brasil
solicilou a lervencao da Inglaterra e da Franca us
questoes do Rio da-Piala, disse S. Exc, que, em sua
opioiio, o ministerio de que lez parle o Sr. -minis-
tro dos negociuseatrangeiiot linba coo.prebendido por-
feitamcnle todos oidireitut, todat as obrigicdet esta
belccidas pela conveucio do 27 de agoilo de 1828, e
que uiu poda deixar de receiar que ai eventualidades
da guctra entro os duus Etiad s do Prala viette a com-
piomcltcr a existencia poltica do litado Oriental. Que
uestes circunstancias era possivel, que o governo impe-
rial tuesto de adoptar urna poltica conlorme i lettra e
ao espirito da cumencao de 1828, e que reflectase que
nesta convenci bavia a mediucio da Inglaterra, eque
a 1'ranea, pelo tratado de 18-10, tsmbem se acbava
compromeliida a sutlentai a independencia plena e ab-
soluta do Estado Oriental, (ue, estabelecidas estas
consideravoes, nada mais ratoatel que pretender saber
o governo imperial quaes os direitos e oLrigacdes que a
respeito da independencia do Estado Oriental derivava
o goveruo ingle/ da mediucio com que linba inlervindu
na cunvencao d 27 de agosto de 1828 ; o quaes oa di-
reitos e obrigatoe que o governo de Franca derivava
tambem do lialado de 1840. Que foi esta precisamente
a commissio que se deo ao Sr. visconde de branles ; e
que este diplmala, ao mesmo lempo que procurasse
obter as informal des de que careca o governo imperial,
devia declarar Irancamente aos governos de Inglaterra
e Frauca que o governo do Brasil sustentara a inde-
pendencia plena e absoluta do Estudo Oiienlal, e quo
tmba rlenles desejoi de tr terminada a guerra, que
atsolava as repblicas do Pra a. Se ot govemut de In-
glaterra e Flanea tivettem st metmat vistas, de vidal-os o Sr. visconde do branles para dareui aos mi-
nistros que leem nesta corte as necesarias ioslruccoee.
pira se entenderem com o goveino imperial, sendo a
bate de toda e qualquer intdligentia a respeito a con-
venci de 27 deagotlo de 1828. Eitiunbore, le-
er escenlou S. Exc, o lim di muslo do Sr. visconde de
branles.
Quanto quarta inlerpellacio, isto be, que provi-
dencias tem dado o governo para defesi dn petsoat e
propriedadei dos Bratileirot residentes no tludo Uti-
lera longo repetir loda a ere de providencial q0e|
to-.respeito tom dado o governo ; o que por isto m.
initeriu a dizo, quo tinto por meio da drploinacia
------------------ j- ----- ,to-
mo pelii inslruccoei dadia ao commandaale dis f6,?l|
ataesdcrriperio estacionadas no Rio da-Prali, eo"N
dena expedidas ao presidento da provincia do Rio-Gra.
de-do-Sul, se tinbJ lomido todas ai providencias, oU
epodiio tomar, e quo o caso exiga.
O Sr. mroiitro pitsou depoii a Ijicr equinas obstr.
vacOet sobre diversas proposkoet emiltidas pelu Sr. R0.
drigues dos, Santos no discurto que precedeo ai in|er.
peliucoet. S. Exc disse. que o nobre diputado dr
como cario, bu cotio ouvido por ella, que o govtrno
imperial tnha fcuubei.ido a independencia di repu.
blica do Piraguav, mis que, recebendo depuit uoii
nula do ministro da Coofedencio Argenlim nesta cur-
ie, protestando contri oise rtconbecimen.to, reeuara,.
deixira de ratificir um tratado celebrado rom o govet'D(1
do Pariguiy. O governo imperial, diste S. Exc., re.
conlieceo a independencia do Paiagusy, e por miiid,
urna vez communicou iste reconhecimento ao cOrpo |.
gitlativo. O enviado da Confederatio Ai^enlinaDsU '
corle fez urna especie de protesto sobre ette reconheti.
ment, ecoube io nobre minutro dos negocios estran.
geiroscontrsproleitar o protesto do enviido irgenlia?
declarando que o governo mpeiial auslontava oreco-'
nbecimento por elle feito da independencia do P(.
-jaguay.
Quinto i no tatilicatio do tratado celebrado coa
governo do Paraguay, ditte S. Exc, que pur or m-
da te tnha decidido a eslo retpeito ; mai, que o nico
motivo, que podeiia influir na nio ratificado deise i-
udo si na, em seu entender, o de deixsr sem soluci)
alguma as questoes do limites, que ba entre os don
paiiea.
O Sr. ministro accrescentou, que nio poda deixar t
responder tambem a urna propositan do nobre depula-
do por S. Paulo quanto ao direilo, que o governo julg
ler sobre a pessoa de l). Fructuoso Rivera S. Kxo. dii,
quejaannuncira camira, que exiito em poder di
gpvernudocumentoi irreragaven de qu a neutralidade,
que adoplava o Brasil nalucta entre o governos doPri-
t fOra correspondida por urna poltica opposta porbet-
tilidades claras eminifestis; que, se fuste precito, de-
olaririi I cmara o nome daquelles, que essim tnbiio'
a boa f do governo imperial, e que nenbum governo,
que condece os ulereases do paii pode concorrer para
que tues bomens cumpromellio a sua poltica ou conti-
nen! a boililiiil-o.
Ao discurso de S. Exc, que foi vivamente apoiado,
segu i- se a res posta do -r. Rodrigues dos Santos, que
fallou al peilo dai 4 horai da taide.
Esta ditcutiio tem de continuar boje: etti coir i pi-
lavra o Sr. Ferraz.
Na mo americana Columbut, que sguo viagem
para a Cbna, acbio-se embarcados cioco guaras-
muriiibas da armada brasilera,
- Estes jovens vio tervir no seu posto como pricis da
ole, e ter5, em lio longa e variada nategaclo, optini
occasiio de iniciiiem e em todos ot delulhei do scrii-
co de umi dn mellioret inirinbas do mundo. Con-
fiamos que os guardas marinbas escolbidos pin esta
honrosa commissio tabello coiresponder i solicitud
do Sr. ministro da marinba e i benevulencia dos che-
les navaes dot Estados Unidos, dedicando-so de toJo o
corceo i sua nobre profistio.
__N tarde de 29 de julbo prximo pattido, um cria-
dor, por nome Augusto Frederico d'Almeide, de 23
annosdeidade, natural dos Acores, oceupado no gu-
saniento da igieja da Santa Cruz dos Militares, fui com
oitros ao consistorio, o, postuido do demonio, rom-
peo em baspbemas contra urna Imsgem de NossoSe-
nbor Jezus Quisto, apezar da admocstaeflesde mu
compioheir.a.
Mal sabio do consistorio, fo para o seu tiabalbo jun-
to io iltar de Nona Scnbora dai Dret; mude repea
te retumbou borrivel gnlo pelo templo, e vio-te cinir'
por trra o desgranado, ettrebuxindo horrivelmentciem
poder proferir urna pilivri, econtta quo s recobroo
a falla paitados tres dial.
Hontcm, pelai 10 horai da minhia, oSr. bispoci-
pellio-n.r, conde de Iraja, foi, com o clero di fre-
guesa, detiaggravar a ligradi Imagem do desacato qua
se Ihe fer. No proprio lugar em que lora coinrnellido
o desacato, reunio-te o claro da Candelaria com i im-
perial irmau lade dos militares, A Imagem estav dei-
coberla e exposta i veneracio.
O Sr. conego Moreira, meitre de ceremonias do fo-
lio, leo urna pastoral do Sr. biipo conde, em que sao
narradas as particularidades do lado, eondeS. Ktt
trata largamente do culto dai imagem, detenvolienW
a materia desde os tempoi da lei anlga.
O degraesdo delinquente, com temblante mudo con-
trito, fex depoi confittio geral, c foi por S. Etc. a Mo-
vido dascensurai em que ncorreo na lorma donro
romano. Fet cm seguida a sua proleslaco de le,
citando o tymbolo dos Apostlos, com um ,l,t?,..
plicito cerca do culto das tmagcni, da lorma
'segurio-so ai Jadainbas d,s Santos, cantedii p*
clero, conclumdo-se com a oracio pro Ecclt\a.
Por ultimo leve lugar a adoracio I sagridi "'eJ
iodo todoi ot circumitantei prostiar-sa diente oei
beill-i devotamente. ,,:
O concuo de poVo foi immento ; o eonsiilorm e
igreja nio podrio conter o mullidio de fien que
rio pan presencia/ a ceremooia ; e durante toJo ^
grande-numero'de visitante foi adorar a linig*
Kcde'"^0r- (J.d.tommerc)
Temol-a travad Importa a natstgem d
familias, mandadas vi' pelo Gran Couro, i cu ^
provincia, a pretexto de colonos, ao cambio a i
37, en. 107:044,800 rt.: ora, sem fallar w
cuidada d acommodar do prumplo per lo de *w *
soai, emeujo numero se eonllo pela maior pi ^
Ihoaeerianvat, lorio e aleijadoi, etla o pobre i.^^
do Varejao metinio. em tolas para ainojur o Ut ^
lanloacontet; porque, no descrdito em que "^
o governo d proimci, garatas a enorme onidi > .
oontot! ^ue sobre ella pcaa, aggravada P,,,f* ,,,,,
losaadelapidavoeidoCrsn Couro d'Anta, B80|"UDio
doa capitalistas o emprestimo de um real: it
insta o Sutulba pelo pagamento di commiivo *' nU,.
com u casa Delrue & C.a, para a celebncio do co _
lo leonino
a tal casa
cm que temos de pagar as lavas, a cu:J<'
insta pelo pagaoiODtO do importe da (>*-



inhidM colonos, e o Cundido Vareilo d o
K relruo & C.\ a cabrita, e o R.talba. Obi
V' ,'ra, M. Candido, que um dardo Wasse can
'V.r.u-Courul. ^^^^A.a).
Jljl
ALiOtS.
fr,iIiji r"!*eiru" ;ul,lul
barbara conquista
o i !>."" -------------- .
,,..lo vii-iirna a dcagttoada b abandonada A-
1 ,il''''"'. ;iim-i..i..-*i U'l'eiMl (li;^S>- .lo. dcpu-
'M'"" ... antea dnquelleS, qa'e tcciu de embolsar o
l*" i ', crntoor d... Alaieoauo..
'" to,.r li.cr l" i,lli" ,li,* ""'" ik-to"
,1. ..naca .. noine, qe ac bata ivrai.uicamon
B"' i..ii,i ne'pare, ellae-eiiira ou mptioicaao-w
"' .irado. Aid > di da |iroiupU8oa9aV dua oleitore.
''""" mimare- do nasiiaaineloa derrua, alo don
'""'"i' ,| fabrico do depatadu aohava-e auguien-
'''!' ,,'iih 13, >lo moi .uocumbiro 10 clima, c
1 ,lice..i -<'u<' "a" I'"*". Pr ,rati,r de aeu
pcrmaimi-er ein |ionda cer
I3|
I fcrhMuio'
lrllir ruin ...lividuacln de l8o liorroroaa bar-
>"'"",n|,'nrcciilareinoem mitro numero a ami| "
barniaUi ._| u _____........______ _____,___, _______ 0 (1||ill|ri, j
ple
.' 4 .Irila. E uiiem podar parar aillo o qiwdm de-
' r'L rarnaKem de Qucbrancolo, engenhu Jardim,
""_' ..oava.to latrocinio, completa ueva.ta-
KOt"i'. f .riunaa da. muera Yotiinn., o do anaa familia,
'.o -a '?- ''eagraad..?! S De,., poder*
I o. Uanoaiioa. o ab.ixo do De. .0 o Monaroha.
Foilo.mandad... ...llar ..a crimino.... que o Sr.
T i K.n nrrnder: o qiu> daki rr.ullou torio mai*
RtJiS^ 22dop....1.du(u.,.o, al 30
' dUN"oe,!uTero do. murtoe d'entro o. cxec.ilore. I.orri
, ,l Tamlico, e leiieb....... plano. de.se tigre que
rl Ziiirue. "r Brasileiro. 1"" "'" (l" ba"h"-'r
l ...eiu.de u.n necio, e ou.ro da rnge para ver
mSimoOO de nomo Joco; de.xoo moll.er hllio;
. a ldel.moi.lar a peni, do prestanleO.dadio e
CIi de ..-.mero. familia, u deavcnlnrado Jo.e
Xloda S.lr,proprie.rio coja fortuna ,a l.av.io
\!,emo....fernae. ia.lra ment., ante, dos. uli...
levava a relelo das ordoosdo tribunal do thesooro pu-
blico nacional, receuidasna Ibeaouratia d> fazemi, do
t. do abril ao ultimo de junbo do eorrtnto anno.
PERNAMBUCO.
CORREIO.
i:i'IUlKM'oMU.NCIA Di CIDADE E M.TIhCU.
Abichegou a primeira Tornada, meu amigos, det-
ses vaso, insignes que a praia cscolbeo entre outros n.ui-
tos, o que depois de oito inezes de futilidadoi, malda-
des, asiiidadrs, pertersid.des e outras niuitss cousas
em adet, veemdar confa la gente do seu oire fei-
t : acrid cues me ios de se ju.iiicaroiu r i'arece-
ra dllicil mas qual bo boje o crime que se nio justi-
fica ? Quanlo maii um casoada ; e por amor de que?
por urna ninb.ria de algamas eedulasinhas verde, por
ajuda de cusi, e una miserateis i2 mil cruiados por
estas duas romanas ? Nem he eousa em que se falle :
ainda ae o apostolado se reuoisse na cabera de um s,
e oa bolQO desse os taes 70 contos est feito, algun.a
razio hatera para gritar ; mas, quando isso he reparti-
do em 12 inigalbas, nio d cada urna para a cota de
um dente.
A polica enearregnu-se hooten a noile de raunir os
cinco m/a o aoui doi oguctes do ar para fazer ligas c-
mara municipal Deo-se muito ia, cz-se muita
gritara, bouvo brodo, e agora a Independencia do
Brasil esta inabalavel. ____________________
DIARIO E l'IlWIIICO.
l'.riz .
Halnlurgo .
.isboa
(Jucas bospanbolas.
mexicanas
Pecas de 6,400 .
Moedaa de 4.00
Piala
36o o frnco.
6!H) o marco.
125
31,500 a 32,000.
31,000 a 51.500.
17,500 a 18,000.
9,200 a 9.500.
105
Ap. do Seg. Leald. 10 por cento do piemio.
do Boverno50 por c. de descont.
(O MtrcanlU. )
Movimento du l'orlo.
ia, redusido oiia, ajodadua pelo .ubdeleBa,lo e
(01,' ...laota do deaiacaiuent da Palaieira, o me.,......
. nrirto te.il.da pelo Sr. Pedre Lo cq.lou a .-.-
llr3'- i A fot Alagotnsc.
ca. ___v
RIO GRANDE-UO-NHTE.
GOVKBNO DA PROVINCIA.
CrrtjpondaCa do Exm. Sr. doutor Casimiro Jote
de Moratt Sarmtnto, com o inspector do t he-
towariade azenda.
ANNO dk 1845.
Junho 28.
N 80 Participando, que fui promovido ao pa.tn
de linale oirurgil ni5r do corpi. fio do P.ul.y o le-
lu.le aj.ida.ilo do iucs.no carpo Tliomar Cardo... de Al-
maida. .
N. 88.Coiiimunicand., que t.n diapenudo do logar
de anidante a. orden do govern. o n.ajr Jo.e Lucia
Kiare. K.|.......la Cmara, qiw allernav oo.u o lenle
Juan da (Jama Lobo Dente..
N. 88.Deelarando, qneaeratificcao, que compe-
te so Kgundu lente d-t imperial corjio do rngenhe.
ni., deve bit considerada como do re.idenoia, na forma
do arligu 39 da. in.truccoea de 10 de Janeiro do 1843,
deeinlu-e-lliedcicontar pelos aeui v.'iaiiiiei.lo. o que
de ...ai o llie hnuver pg<. ...
N JIL-Pcruuolanilo e a ordem, que Me dirigi o
cavernudaprurmeia, aobn. 56, fo ou nao cumprida,
ido ni (er aocusado receb.nui.to, como dei.
Di* 30.
N. 91Remetiendo um .Illcio da lamara da villa do
uianninlia.para iuforiuar cerca lo objeotode que tra-
ta o momo ulicio, cetlgindo a volt do dito ulllc.u oon.
> iiifiinnafSo.
N. 92.-Ao inspector da allandega, perguntando
que saccas de farinha ainda exiftem.daa 200 que virio
da corlo na barca de vapor S. Salvador.
N. 93. que em meu olicio de 7 do torrente
mi nocufrea quantia consignada na loi doorcamento pa-
ra o concert da fortalea dos Santos-Res Megos dos-
is cidado, o isto a fim do obviar duvidas e obstculos
provenientes de exercicioa lindos, Cumpre portanto
que V. S. agora, assim 'esclarecido, i xecule a dita mi-
aba orden, boje mesmo. a fim deque se nao venha a
Lustrar o meu pensamento. E por esta occasiSo fique
V. S. entendido, que, quando nao atinar com o sen-
tido de qualquer ordem, que Ihe expedir, nSo deve
rccolhcr-se ao silencio, como desta vez, mas pedir que
oesclareca; o cnto, sssim habilitado,nenhum embara-
CO tenha V. S. em cunprir religiosamente aaroes, que Ihe der, como ho de seu devor; pois nSo
ohvrara da responsabilidade, em que incorre, quan-
a*ioi|ue se Ihe mandou faier. Daos guardo V. S.
Palacio do governo do Rio-Gi ande do-Norte 30 de
junho de 1815. Dr. Camiro Jos d Mnrau
Stirmeniu. Sr. inspector interino da tbesourariade
laienda dcsta provincia.
N. 91. Approvando a arremaUc,io do brneci-
niento d'agoa aos cOrpos das guardas, quartel e cala-
acuco militar,inclusive a limpeza diste.
Julho i
N. 95._Ao inspector de alandega, mandando en
rogar a Joaquim Ignacio Pcrcira eein saccas de farinha,
dasquevicrao da curte.
ia 3.
N. 97.Mandando entregar ao 1. lente Jlo
a Gama Lobo Bente. a quantia de 90,2*0 rs. para
pagamento de cinco recrutas, que vierSo da villa do
Prncipe, e de 9 guardas nacionaes, e um cabo, quo os
condu.iiio.
N. 98. -Declare V. S. iruaea s despea, qv.
lando determinadas por lei, i.lo convem por forma al-
guina que s. jao interrumpidas em seu pagamento, e
com a Hu.e. por iiso solicita V''. S. em seu officio n.
11 i. boje datado, que ou o autorise a despender, visto
"lo ter anda chegadoo crdito decretado para as de
peas que devem ser feito nesta provincia ao correle
prci.io de 18V5 a 1846 Dos guarde a V. S. Pa-
lacio d0 governo do Ho-Grande-do-Norte. 3 de julho
do 1845. Dr. Catmiro Jos de Atoran Sarment
^inspector da Ihesouraria de fazenda desta provin-
cia.
N. 99 Accusando ter recebido.as 2 horas da tarde,
e muito depoi le haverem sido enviudo a malas, qua
deviio.eguir no vapor d Sul, o oflio n. 142, *o-
hiindo oulro para o Exm ministro d faxenda, o qual
Recebedoria, (i de setun.Lio du 18io. /'VunciVo
Xavier Cav/ikanti deAtbu^uer(ue.
w
Avisos marilinios.
No dia 7 de setembro bouvea parada, cortejo e mais
signaea coslumados de leatividade nacional.
Deixaroos em outro lugar transcripto o que noi pa-
reci maia interessanle doa jornaes que nos trouxe o
vapor S. Salvador, que honlem enlrou neste porto,
procedente dos do Sul, que deixou sem alteragao. Esses
jomaos, quanto aos do Rio, cbeglo a 26 do passado;
livem s porm pela galera americana Courier que d'al-
(jebegou sabbado o Jornal de 28 de agosto, donde
deixan.os copiado o interessanle resumo do discurso do
Sr. ministro dos negocios estrangeiroa na aesslo de 27,
respondeodo as ioUrf ellacOes feitas pelo Sr. deputado
Rodrigue dos Santos cerca dos negocios do Rio-da
Prata. Como nio nos be possivel dar hoje todas as no-
ticias do que all lem occorrdo, oderecemos aos nos-
sos leitores a* que podo este numeio abranger, eama-
uhla publicaremos as demais.
Hontem leve lucer a cerimonia da bencio ecolloca-
clo da primeira pedra da igreja matriz da Ireguetia de
S. Jos. Officiou o Exm. e Reverendissimo prelado
diocesai.0, que conduzio a mesma pedra, da igreja do
Terco para o lugar do novo templo, ejudado pelos Re-
verendsimos Srs. dalo de Olinda, vigario geral, e
l). Francisco, e acompanhado de grende numero de
confrarias da cidado. Assisttrlo ao acto muitas autori-
dades militares e pessoas grada.. Marcbou a primeira
legiio de guarda nacional para faier as bonras n.ilita-
res. local da igreja he no principio da ra Imperial.
ou alterr doa Alogados.
CMMERCIO
Ajfanilega.
Renmiiento oo du (JiV. ._.... .-. <*.. 5:3349*B
Cera I8o3592
Consulado.
Renuimknto uo da 5.
Provincial59^975
PRACA DO RECIPE, 6 DE SETEMURO DE 1845.
AS TRES HORAS DA TARDE.
11E VIST \ SEMANAL.
Cambios EHoclurSo-so transavoes maia que regu-
lares durante a semana a 20 d. p. la is. e
contina firme a esta quotacio.
Assucar As entradas cootinulo bastante limitadas,
e os pr sos sio nominaos.
Algodio Houvrio mui diminutas entradas, e he
procursdo de5l00 5200 rs. a <& de
primeira soite, e de 4*600 4a700 ra. a
de segunda.
Couros O deposito dos da provincia he crescido,
continuio offerecidos de 120 125 rs.a Ib.
Bacalhio As vendas continuio limiladaa de 10 *
13* is. a barrica a retalho, o o deposito he
de 800 barricaa.
Carne secca Com um carregamento entrado de Bue-
nos-Ayres o deposito be de 34,000 @*Q
e as vendas frio moderadas aos precos an-
tecedentes.
Farinha de trigo O deposito he de 7,000 barricas,
e houvrio vendas regulares as ultimas
quotacoes.
Dita de mandioca Teem ebegado diversos carga-
mentos durante a semana, com os quaes o
deposito lem augmentado, e as vendas con-
tinuio de 3j600 I 3*800 rs. a sacca.
Lona ingleza Vendeo-se de 18* I l9# rs. a pea
da estreita.
1'relea Nao ba navio para serem fretados.
Entrirlo durante a semana 23 embarcatoea, e sahirSo
12, existindo no porto 72 : sendo 2 americanas, 02
brasleiras. 2 dinamarquesas, 2 rance/as, 2 hespa-
nbolas, 1 portuguesa e 1 sarda.
RIO DE JANEIRO.
CAMBIOS DO DI\ 27 nB AGOSTO.
l'regot da ultima hora da praca.
Camb'oi sobre Londres ... 25 3/4
, Pariz i
Hamburgo .
Metaet. DobrSes hespanlioe .
da patria .
Pesos bespsnhoes .
s p da patria
a Pecas do 6,400, velbas.
Pala.....
Apolictt de 6 por cento
provinci.e, ^ ^ }
.Vatios sniradot no dia 6.
Babia ; 4 (lias, lancbio brasileiro Concfcdo-Oliteira,
de 32 toneladas, capillo Joio Flix de Meneies,
equipagem 6, carga farinha, chaiulos e louca; ao ca-
pillo : passageiros, Custodio da Costa Cumiarles.
Rrasileiro ; Manuel Lopes Guiarles, e Francisco
Manoel de Faria Couto, Portugueses.
Funchal; 35, das, brigue djnamar |ucs Alvina, de
120 toneladas, capilio H J. Jorgensen, equipagem
9, carga pranebdes de pinbo e cebollas ; ao capilio.
Aracaly J 18 das, sumaca brasiloira S. CiM, de74
toneladas, capillo Manoel Pereira de S, equipa-
gem ll, carga algodio, couros e mais gneros; a
Caelano Sonanno da Costa Moreira : passageiros,
Manoel Francisco de Amorim, Rogero Propoianno
da Silva Loureiro, Joanoa Rosa do Sacramento e 1
filha, Brasileiros, e 20 escravos a entregar.
Baha; Guias, hiato brasileiro C'onee'Jo- Grante, de
36 toneladas,capilio Manoel dos Santos Porto, equi-
pagem 5, carga farinha ; a Manoel Joaquim Ramos
e Silva.
Rio-de Janeiro ; 8 dias, galera americana Coutxer, de
380 toneladas, capillo William NVolf, equipagem
18, carga caf ; ao capilio. Vem refrescar e se-
gu para New-Yoick.
Riclimond ; 40 dias, brigue americano Salina, de 200
toneladas, capilio Jobo J. Jackioo, equipagem 10,
carga farinha de trigo ; a L. G. Ferreia &Com-
panhia.
Vutioi tahidot no mesmo dia.
Havre-de-('.race ; brigue Irances Beanfeu capillo
Rerindoaguo, carga assucar e couros : passageiro,
David, Francez.
Liverpool; barca inglesa Priecella, capitao Stepben
Wbetleui, carga algodio e assucar.
Parahiba ; galera inglesa Uennelta, capilio John
Wb.tly, em lastro.
Pesca ; galera americana Magnolia, capilio BizaSim-
u.onds, carga petiechos para a pescara.
i\ew-Yorck ; galera americana Courier, capilio Wil-
liaa. Wolf, carga a mesma, que trouxe.
A'avios Mirados no da 7.
S. Malheus; 6 das, sumaca brasilcira l'eliz-Ventura,
de 44 toneladas, capillo Joio F pagem 7, carga farinha, feijao e arroz ; a G. A. de
Barros.
S.Helena; ll dias, escuna ingleza torar, de 150
lonoladas, mestre Cevening, equipagem 8, em las-
tro ; ao capillo.
Buenos-Avres ; 8 dias, brigue saldo ^nna-Inerp-
siliAea.de 132 toneladas, mestre Antonio Fue,equi-
pagem 10, carga carne; a ordem
Navioe entrados no dia 8.
S. Hsla- l di". br,8ue inBlM ^"rn, de 233 to-
neladas, capillo Wii1^ioxiliaf^JiH^T^tair'*g>!^.^fl,
lastro, a ordem.
Rio-de-Janeiro, llaliia e Maeei, 12 dias, e do ultimo
poito 17 horas; vapoi brasileiro S. Salvador, de 300
toneladas, couimaudante Antonio Carlos de Aieve-
doCoutinbo,equipagem 31 : passageiros; para Per-
nambuco, Dr. Manoel Mondes da Cunba Asevedo,
Dr. Filippe Lopes Neto, com 1 escravo, Antonio
Allanto Ferreira, e 1 esclavo, capilio Sebastiio An-
tonio do Reg Bar os, e 1 carnerada, Passifico Lau-
rentino Gonealvcs Ramos, Manoel Coelho Moreira,
coronel Fraocisco Joaquim Pereira Lobo, Dr. Alvaro
Baibalbo Ucboa Cavalcanti, alferes Joao Marinho
Paes Brrelo, Brasileiros; Wordberry, Americano;
JosLa/ary, Auslriaco.um 1 "sargento e 2 saldados:
para os outros portos do Norle, Andr d'Aibuquer-
quo Maranhio Jnior, cem 1 criado e 1 escravo,
major Licinio Jansen Millie, tenante Jos Luis
Teixeira Lope, e 4 soldados.
Lima ; 90 dias, brigue sardo Uaria-Antonnielta, de
539 loneladadas, capitao Bartholomeo Cagliarde,
equipagem 18, carga algodio, lia, salitre, aile
mais gneros; ao capitao.Veio refrescar, e segu
para Genova.
iXavio tahido no meinio dia.
Santa Catharina, sumaca brasilcira Parahibuna, capi-
tao Luix Jos de Carvalho, em lastro : passageir
Luiza Antonia, Brasileira.
oiartiaca.
Fundeou no Lameirio o brigue brasileiro D. A/'/orn-
eo, que dizem veio de Santa Catharina, com farinha.
NOTICIAS MARTIMAS.
Emb.ircace* chegaclas ao lio de Janeiro, procedente*
ele Pernambueo.
Agosto 13- Brigue Sagitario.
Santa Mara'Boa-Sortt.'
B 19 Patacho Cattroll.
EmbarcacOei a sahir para Pernambueo.
Agosto 31 Paqu. le ingles cagil.
Setembro7 Barca Firmeza.
- Vcnde-ae um mastaru novo ; 3 excollontes an-
coras e mais ferragens salvadas do incendio da barca
inglesa Cigar, queimada porto do Caer: a tratar com
J. J. Tasso Jnior.
- Para a Babia sahirj, at o dia 14 do (meato a
sumaca Ventura- Feht, forrada e progadlee cobre;
tem parle de seu cancgameoto prompto : para o reato
e passageiros trata-so com M. D. Rodrigues, na rM
do Trapichen. 26;
___ O brigue Robim pretendo sabir para Luboa a
20 do correle por ter qoaai a eua carga complete ;
recebe o reato a frele o passageiros: lrt-o orn o
capillo na praca ou com o consignatario Thosaat de
Aquiuo Fonseca na ra do Vigario. n. 19.
Para o ttio-de-Jjneiro sabir! infallivelaiente
no dia 11 do corrente, a sumaca Amitai o qua
se participa as peasoas que teem a embarcar eaeravos:
trata-secom Gaudino Agoslioho de Barros, atrada
Corpo Santo, n. 66. ,
A sumaca 5. Maria-Boa-Sorlt ind recobe car-
ga miuda e passageiros ; sai impreterivelmente no da
12 do correle : trata-se com Victorino Teixeira Lei-
le na venia da osquina que vai para a policia n. 21,
Leildes.
Kalkmann & Rosemund faria" leillo, por nter-
vencio do corretor Oliveira de grande ortimeolo da
fasendaa inglesas Irancexas esuissas. taolo de seda,
liaelinbo, como de algodio, leeenlemente impor-
tadas : quarU-feira 10 do corrente aa 10 boraa da
ii.aobia no seu armaren) ruadaCrua.
Me. Calmont & Companuia taraii leilio por
intervencio do corretor Oliveira, do mais esplendida
sortimento de faxendas ingle/as. toda propna do mer^
cado : quinta-eira .11 do corrente as 10 Doras da
manilla om ponto no seu armasen) largo 4o Cor-
po Sanio. ^^__^^__
Avisos diversos.
a 31,800
a 1,965
A pesioa, que, desde a praca da Independencia
ate o pateo da matri do Santo Antonio, acbou 15*000
rs.. sendo una cdula de 10..000, e outra de 5#000
rs., querendo restituir, dirija-se a prava da Indepeo.
denci, n. 19, que se Ihedari 5*000 rs. de acbado.
Antonio Francisco da Vinba, subido Portugus,
relira-se para lora da provincia.
__ Ctaem precisar de urna ama de laite, da Malta,
dirija-se a ra do Sr. Born Jess das crioulaa, n. 36.
__ Antonio Perer laz sciente ao respeitavel publi-
co, que, por haver outro de igual oome de hoje em
dianto se assigna Antonio Pereira doa Santos.
___ Aluga-se o segundo andar da casa nova oa roa
do Dique bairrodoS. Antonio, coro grande eom-
modos para familia assim como urna loja da mesma ;
no bairro do Becife na ra da Guia o segundo
andar da casa n. 17 ; e no de Fra-de-PorUs, na ra
do Pilar. casa terrea n. 4: a tratar com o proprieta-
rio Antonio Joaquim de Souza Ribeiro, na ra da Ca-
deiado Recife n. 18.
Um rapaz Portugus de idade de H aano ,
chegado, ba pouco lempo se oflerece para caixeiro do
loja de fazendas, ou miudezas, do que |i tem alguma
pratca ; quem o preciw.-dm}*-" '" do <>-
do loja de lerragena n. 30.
Ensina-se primeiras lellraa, lata, fraBWf;--*.
msica, a 2*000 rs. por me; e recebem-se tambem
internos, a 14*000 re. menaaea.sob leves eoodicSes : u
pessoas que pretenderen), dirijao-se a ra larga do Ro-
sario, n. 48, segundo andar.
Quem quizar comprar, ou arrendar a proprieda-
de Casa-Caiada no lugar do rio Doce, falle com o
propietario Jos Francisco Beln ; cuj propriedade
principia no rio Tapado, at o sitio do Allemlo, pe-
gado a capella de Santa-Anna.
Lotera
eelaragoes.
690
32 000
31,000
2,100
1.900
19.000
10* a 1011/2
76 1/a75'/
72
Lond
res
BAHA, DB 6KTKMM0 DH 1845.
Cambios.
. 25 a 25 3/4 p. 1,000.
As mala do vapor S. Salvador, para o portos
do Norte, principiio-se fechar hoje 9, ae 2 horas da
larde ; e dada eua hora, s se dar! destino Is corres-
pondencia, com o porte duplo.
Tendo de ser remetlid para juizo por estar ji
prompta, a relami doi devedores da tasa dos escravos ,
seges, carrmbos barcos do interior o segunda dci-
ma de mi morta do anno lindo de 1844 a 1845 ; o
administrador da mesa ainda querendo ter a contem-
plado para com aquellaa pessoas, que talvez por es-
quocirnealo nio pagarlo o que devem espera ateo
dia 20 do crlenle que comparecers a satisfaser o
que devem ; e do contrario ser no di immediato re-
manid a juizo a reapectiv relami, sem que baja
contemplaci com pessoa alguma por assim ordenar o
egulamento respectivo.
No dia io do mez de setembro and5o
impreterivelmente as'rodas desta lotera ,
ou antes, se continuar a aflluencia da
venda dos b lie tes que lera havido eatea
dias: o restante dos billielea est a venda
nos lugares j annunciados.
= Precisa-se de um caixeiro Portugus da 16 a
20 anco e que tenha pratica de venda ; n roa da
Aurora, n. 48.
__ Aluga-se um sitio perlo desta praca, para aa
passar a lesta no lugar doa Remedio, com boa eua
para grande familia e bom banho no fundo da mea-
mu sitio ; quem o pretender, dinja-aa a ra August,
n. 3. .
__ A pessoa que ttver para vender,
ou alugar, urna refinacao de assucar com
lodos os | erlences: annuncie por esta fo-
llia.
Aluga-se, na ra do Ainorim, nw
casa de tres andares, e um mirante, com
excellente vista, a qual tem muito cota-
niodos, e he muito Iresca: os pretenden-
tes fallem no terceiro andar n .37 do a-
terro da Boa-Vista, assim como podein
ir ra do \morim examinar a mesrrtb.
casa, a qual est aberta das 8 hora* do
dia at as 4 da tarde, por ae acbarem
na mesma casa os pintores que a estfio
pintando.
Na fabrica de vinagre e espirito.) de
ra da Gloria n. 59 vende-se vinagra
tinto e branco de superior qualidsde, em
pipas e em quart las ; espirito de vinho,
agoardente e licores de differentes qiialt-
dades, tudo por preco muito commodw,
.**9f,


>.
Rap vinagrinho.
Esto tuperior rap loma invariavel a sua qualidado,
por nao mofar, nem icccar; nSo f. re o oarii, nem pro-
duz irritace i vortiginosas, porque a sua composicio he
a man simples possiyel. A geral eslima que tem tido
este rap pelos apreciadora de urna boa rilada, c a ap-
provacio que a respeitavel aociodade de medicina Ihe
colccdoo, remalio o sou miis completo elogio.
Noras fumadas deste etcellenlo rap, com a cor mu
escura, se acbSo a coda nos depsitos da ra da Ca-
leia do Ilecife, n. 60 ; praca da Independencia n. 28;
A (torro da Boa-Visto o. 10, e A(torro dos Alogados o.
209, aonde se rende a 1,000 rt., alibra. de libras
para cima, embrulho desle rap be aiul, e os rtu-
los Irascos.
PublicacHo da acola tocietaria
Alm das obras da dito escola, annunciadas anterior-
mente por esto Diario, e que liverlo ja muita eztrac-
Cio, ac bao de ebegar de Franca, e vendem-se tiesta
Upographia, pelo preco mait eommodo, aa inleressan-
tes obras aegnintea:
Trois discours; Vie de Charles Fouiier; Ezposilion
brege du sisteme de Fourier ; Examen en dfenso du
memo; le sept Atril; Colooisatiun de Madagasar; des
Calases d'pargne.
Achao-se depositados na praca da Independencia ,
livrana n. 6 e 8, alguns cathalogos das obras comple-
tas da escola, e ba quem se encarregue de as furnecer
as pesssoas quo desejarem entrar no perfeilo conbeci-
menlo do syslema societario.
Domingos Goncalves faz scicnle ao respeitavcl
publico que de boje em diante se assignai Domin-
gos Jos Goncalves.
= Na padiria de Fra-de-Portas, n. 122, precisa-
se de um preto para andar na ra com um caixeiro.
O abaiioassignado, fabricante de chapeos de sol,
rio Paascio-Pblico, previne ao respeilavel pblico, que
Me acaba de receber um sortimento completo de cha-
peos de sol, de (odas as qualidades, tanto de seda, co-
mo d'algodo ; elle tem tambem chapaos de sol para
senboras e meninos. Adverte igualmente, que, ten-
do as sedas, as mais ricas, de barra lavrada, furia cores,
lisas, 6c, &c., est no caso de satislaier qual-
quer encommenda, com toda a prstela ; elle possue
tambem algodio trancado, liso, e de todas as qualida-
des dos padrdes mais modernos: elle, em fim, cotre, e
conoerta todos os chapeos deso, com a maior perfei
co, e promptido. Joo Loubtt.
O NAZARENO N. 122
est; a venda na praca da Independencia loja do Snr.
Tbemotro e na ra estrella ao lio/ario, casa da F a
80 ra. cada eiemplar e vale mais pelo muilo que
esregaao miseravel Varell esse musinnueiro desgra-
sado a quem o poto execra com muita raxo e dev<
continuara execrar, por ao ter ligado a easa amaldi-
coeda praia que o saerificou e Iraio. Veem outros
artigosde inleresse.
O Verdadtiro, t o Regenerador vendem-se tam-
ben na casa da F. O povo traoquillise-se, e continu
corno at aqui a tor confianca na imprensa Nazarena ,
que ser! salvo.
O Regenerador Braiiteito n. 12 estar a venda
as 4 horas da tarde nos lugares annunciados cima; isto
be, loja do Sr. Themotco e na casa da F. Pul ver isa
completamente o governo actual a cmara a colo-
nisacio e a praia : esto digno da leitura de todo o
mundo.
Os Scs. assignantea do Nazareno que nao te-
nbio recebido alguna numeroa reclamem ao actual
distribuidor, pare se Ibes mandar entregar.
ArreodaG-se 4 moradas de casas com grandes
Cfnmdos para se passar a lista, ou por aono no si-
lio do Cojuieiro com banbeiro prompto para banbos;
quem as pretender dirija-se ao mesiiiu sitio ; e taris -
bem se arienda urna olaria com barro para toda obra ,
na Passagem-da-Magdalena delronte da Capunga.
Aluga-e urna das easaa terreas defronte do tbea-
tro doto o. 0 : a tratar na ra da Cadeiado Kecile ,
n. 40.
=k Aluga-se orna boa casa terrea com grande so-
lio acabada de pouco lempo, com grande quintil,
cacimba euiuilo bons commodos para una grande fa-
milia por preco muito commodo a vista da casa ,
sita na ra da Palma n. 17; os pretendentes, dirijao-
se a ra larga do Hozar o, o. 44.
=x Aluga-se ama caaa terrea com commodos
para urna familia na ra da Alegra n. 38 : a tra-
tar na ra da Cadeia do Recito, loj> de ferragens,
ii. 44.
Da casa do Hospicio n. 14, bairro da Boa-Vis-
to desappareceo urna porca (oda prela muilo grao
de e gorda.; quem a (iver em seu sitio, por ignorar o
dono fara muilo favor de a mandar entregar na dita
casa e ser de mais recompensado.
Pergunta-se ao Sr. enesrregadodo consulado de
Portugal, por que tabella exige 500U rs. por cada pa -
paleta dos subditos de sua afio ; pois que o Sr. cn-
sul so exiga 3200 rt. em igual moeda dcslo lempo ,
cerno seprovari,se necesiano or.
fe Aluga-se a loja do sobrado da ra da Senzalla-
Velba n. 52 : a tratar na ra Direita, n. 42 onde
tem nicho.
Pera>o-se,da ra da Ordem (erceira de S. Fran-
cisco al a do Collegio urna medalha de ouro com
duas oitavas de peso, esmaltada econi pedras ; quem
a acbar leve a ra Direita, n. 119 que ser grati-
fieedo.
= Aluga-se urna caaa terrea, por eommodo preco
na ra alraz da matriz da Roa-Vista com duas salas ,
t) quartos cozinba fra corredor ao lado quintal
murado : a tratar na ra da Aurora, n. 58.
Deseja-se fallar com o >r. Bernardo Jos da C-
mara ou com seu procurador netla praca a negocio
*sjeu inleresse ; no aromen! do caes da Allandega ,
s, noadaa uteis. '
Arrenda-scuaia casa terrea na Soledade, n. 17,
qual acacha pialada com asaeio; quem pretender'
dirija-seso pateo doCaimo o. 17, a fallar com Ga-
briel Antonio.
Pede-se a Senhora Anglica Filippa do Sacra-
mento ou seus berdeiroe, haj declarar a sua mora-
da para se Ihe fallar i negocio deacu inleresse.
A livraria da esquina do ( ollegio re-
cebe o prisneiro vulume da Historia do Coosulado e
do Imperio por Tbiers, edicio belga modelo de
impreiMio e perfetta e todos os repe los com pri-
morosas estompa* Os reatan tea volunte deten che- J
A
gar brevemente e a obra ser muito mais commod,
em preco 'do quo a publicada em Pars.
Tendo-so annunciado neste Diario ns. 196 o
197 que na casa da F so vndiao aa obras de Satur-
nino o propietario do cstabelecimenlo da meama casa
ez ver que julga aquello annuncio ser filbo nica-
mente do um racejo a nao ser por espirito de desa-
creditar o novo estabeleeimenlo; (cando o publico
Miente quo na Jila casa da F nunca se vendrio
tacs livros o nem delta sabirio os mencionados
nuncios.
an-
lompras.
Comprase porqualquer preco, a obra Com-
pendio de Ideologa moral, pelo padre Manoel do Mon-
to Rodrigues de Araujo : na roa do Vigtrio, n. 23 ,
ou tnnuneie.
= Compra-se urna rabeca em bom estado e de boas
vozes ; nasCinco-Pontas, n. 160.
= Compra-te urna ou duaa (raves que (eoha pe
lo menos 60 palmos de comprimenlo, e que seja de
boa qualidade : na ra da Praia serrara n. 21.
= Compra-se urna venda, sendo om bom lugar;
o una easa terrea sendo em boa ra : a tratar na
tua da Cadeia-Velha, armazem n. 8.
CompraS-se 30 milherosdo tijolosde alvenaria;
quem quizer vender, leve a arrostra na ra do Yigario,
n. 19.
= Compra-se urna escrava que seja perfeita cus
lureira e engommadera ; paga se bem : na ra do
Trapiche n. 26.
Compra-se Tilo Litio em portuguei; na ra
das Flores no segundo audar do sobrado da esquina
sobrado n. 7
.
n. 50.
de dous tndsres e sollo em chaos li-
* Vende-se om moinho torrado* e foeJn i
i. edmheiro, ou a frezo: a tratar na ra da Cruz, do^rompto para moer caf ; na Boa-Visto ,
Vendas.
JNa loja n. 4 da praca
da Independencia, vende-se
rape princeza de Lisboa em
botes e meios botes, chegados
prximamente em o navio
llobim
Bom e Iiarolo !
=Vendem-scriqussimos corles de riscado chinez .
do 16 covados, a 4500 rs. o corto, riscados francezes ,
muito linos, a 220 o 300 rs. o covado ; superiores cor-
tes do chitas mudo linas, de 13 covados, das mais mo-
dernas a 3200, 5500, 3800 e 4500 rs. ; corles dt
dilas com 10 covados escuras a I(00, 1800 e 2000
rs.; lindissimos cortes de tarlalana muito superior a
4500 rs degosloo mais moderno; corles de notos
padrdes du cassa chitas trensparentea de muito bom
goslo a 2400 e 2500 rs. ; casimiras de muito bon
goslo para calcas, de superior qualidade de quadros
elislras, a 1200o 1400 rs. o covado; bretanhas dt
rolo, a 1600, 1800 e 2000 rs. a peca ; esguiio dt
superior qualidade e de puro linbo muilo lino a 1500
ra. a vara 1 bretanha de 0 varas, de linbo puro lint,
a 2800 e 5200 rs. ; superior luslio branco a li' rs. o
ovado; pecas de bretanha de Franca de 4 pjlmoa
e meio de largura de qualidade a mais superior sen-
do de lindo puro de ti varas e meia a (ioOO rs.
peca muilo fina la) e qual ao eaguiao ; bretanha dt
linho muito fina a 500, 640 e720 rs. a vara ; su-
perior brim trancado branco de puro linho muito fi-
no a 1000 o 1400 rs. a vara ; panno lino azul e pre-
to a 2500 ra. o covado ; selun de Maceo prelo para
collele desuperiorqualidade, a 3200 e 4>00 rs. o
covado ; chitas si;U, 140, 160 e 180 rs. o covado ;
dilas linas escuras a 220 e 240 ria o covado ;
pecas de cbilas, a 4500, 5200, 5500, 000 e 6500 rs.,
escuras ; madapolao, a 150, 160 e 180 ra a vara ; di-
to lino a 20O, 220 e 240 rs. a vara ; madrasle fino
a 280 rs. a vara, e a peca muito fino, a 5200, 5100 e
6500 rs. ; superior mudapolao entestado a 6800 rt,
peta ; madapolao a 2800, 3200 e 3400 rs a peca;
dito fino a 4000, 200 e 4600 rs. a peca ; chales de
loa eteda muito linos o grandes, a 4500, 4b00 e 6000
rs. ; eliadrez de linho, de muilo boa qualid.de. e pro-
firi para aqueta a 320 rs. o covado ; alm destas fa-
tendas, ba outras muitas de superior qualidade por
barato preco: na ra do Collegio, loja n. 1, de An-
tonio de Ameilo VillaroucoA Irmao.
= Vende-se um famoso carrj inglez.de 4 rodas,
novo e muilo em coola ; a dinbeiro ou prazo : na
ruadoQueimado loja o. 18.
= \ en de-so umu cadeia de arruar ; dous pares de
conchas proprias para bravo de batanea grande; todo
o negocio se lar : as Cinco-Pontas n. 160.
= Vendem-se 8 escravos ; sendo urna preta, urna
cabra 3 pelos o 3 moloques; lodos de bonitas figu-
ras : a tratar com Antonio Rodrigues Lima no largo
do Corpo Sanio.
Attencao !
Conlinua-se a vender o muilo suporior rap deno-
minado Prnceza-Novo Lisboa ; as lujas dos
Srs. : Guilberme Selle, ra do Queimads; Victorino
& Guimtries ra descuartela Antonio Dominguet
Ferreira ra do Crespo; o no deposito; ra de
Apollo, n. 18.Preco de cada libra 1000 rs.
= Vende-se ummolequede naci do booila fi-
gura : na ra Augusta, n. 3.
= Vendem-setnco filenos, e urna poni de la-
boas de pinho por preco eommodo ; na ra larga do
Rozario, o. 24.
=Vende ao, na praia do Collegio naa barcaeai 6.
Benedicto e Nuvu-Destino larinha superior, pel
barato preco de 3800 ra. o alqueire e sacias do maia
de 3 quartas e meia a 3500 ra. e anda se dar por
menos aigumacousa a quem quizer comprar toda a
porco.
= Vcnde-se polista muito nova e do superior qua-
lidade, coi btrris pequeos: na ra da Cadeiado
Recito, armazein de estucar, n. 12.
-- Vendem-se dous moleques com bonitas figuras
ptimos pare todo o aervico dous es. ra vos de naci '
de idadede 22 u 2 i annos ; dous mulaliobos optimoa
para pag< nt de idade de 14 a 18 annos; urna negri-
nba de idadede 13 annos; 3 escravas de naci de
id.de de 28 a 30 anuos : na ra Direita n. 3.
Vende-M na traiessa da Madre-de-Deot, e
= No escriptorrerde Francisco Soveriannu Habello
dr Filbo no largo da Assembla, venda-se cal virgem,
ehegada prximamente de Lisboa em caitas pe-
quenas, e barricas.
= Vende-te caf moido, cevada, assucar refinado de
difiranles qualidades, peneiras de rame novas, e um
torrador de cafe em bom uso; na ra da Cadeiado
Recife venda n. 1.
= Vende-se muilo boa cera para igrrja ebegada
ltimamente do Rio-de-Janeiro ; na ra da Senxalla-
Vetha n. 10.
= Vendem-se saecas com milbo novo a 4500 rs,;
no trmatem do caes da alfandega do Viera Guana-
raes e na roa da Cadeia de S. Antonio deposito de
larinha, n. 19.
Conlinua-te a.tender tgoade Ungir cabello e
suitsas; na ra do Queimado nt. 31 e 33. O metho-
do de applicar acompanbt os vidros.
= Vende-te no armtzem de porla larga do caes
do Collegio farinba de mandioca grossa e fina, por
menor preco do que a bordo visto que nao se tem de
pagar o enorme tributo da intitulada mandinga, aot
pretot canoeiros ; tambem se inede pela medida velha,
ou em saecas, tomo melbor agradar aos freguezes.
- Vende-se cha hysson em cuijas de 15 libras, em
pereciese a relalbo; em casa de Ualheut Aulin & C. na
ra da alfandega Velha n. 36.
= Vende-te farinba de matarana ou ararula por
preco eommodo ; na ra Nova, venda n. 65.
= Vendem te saecas com muilo boa farinba de Ma
g a 4500 ra. ; na ra da Cadeia de S. Antonio ,
n. 19, deposito da mesma.
=\ ende- se urna pardinba de 20 annos de boni-
to figura engomma, cose, laz renda eoiinba e lava
roupt ; urna eterava de 24 annos, de boa figura com
algumas habilidades com um Glho moleque de 7 an-
nos ; duas escravas de 20 annos, eugomnio cozi-
nhao e lavio ; urna cabrinba de 13 anuos cose e Su
renda; urna negrioha de 7annot; 3 eteravat mocas,
para lodo oservico ; dous moleques de 13 annos ; um
cscravo prca de 20 annos, ptimo canoeiro ; 2 ditos
do 22 annos, para todo o servio, tonto da praca como
decampo: na ra da- Cruzcs, n. 22, segundo andar.
= Vndese doce le goiaba de superior qualidade,
tanto em porco como a retalho, assiui eomo o bom e ja
bem acreditado chocolate francs, chegado ltimamen-
te e todos os maia gneros de superior qualidade,
ludo por preco mais eommodo do que em qualquer ou-
tra parte ; na ra larga do Rozario venda que tem
anipcao na porto, nt. 50 e 52.
=Vende-so a melbor venda que ba na ra Imperial
por seu dono ter de relirar-se para Portugal : a tratar,
na mesma venda,o. 145.
Vendem-se duas negrinbas, muito bonitos, de 12
annos proprias para mucamas de alguma menina; um
preto de lodo e snico ; t-ulio dito de 20annos, mui-
to bom canoeiro ; urna preta de 20 aunes, bonita fi-
gura para lora da provincia ou engenho: na ra
larga do Rozario n. 46, segundo andar.
= V ende-se um prelo de nt(3o Costa de idade de
40 annos, pouco maia ou menot, com olicio de serra-
dor : na ra do Arego n. 7.
= Vende-6e um relogio noto, de ouro, com coiren-
le e chave : na ra do 1.mmenlo loja de couros ,
n. 13.
Vende-se cha hysson e perola em caitas de
70 libras : em casa de Rothes Ridoulac ra do Vi-
gario, n. 4.
= Vendem-se rquissimos corte de torlatanas de
todas as cores, de geslos modernos e com 9 varas a
4200 rs. ; lazenda cbineza de quadros, muito fina de
lindos padides e muilo larga para vestidos de senbora ,
a 280 is. o covado ; castores de listras muilo encorpa-
dos, proprios para roupa de estratos, pelo barato pre-
to de 200 rs. o covado ; superiores casimiras de qua-
dios e listras muito encorpada padioes modernos, e
de lodaa as cures, pelo barato preco de 1600 rs. o co-
vado ; pecas de cambraia lisa transparente com 6 va-
ras e maia pelo barato preco de 3*00 rs. ; brint fran
cezes de quadros largos ditos de cores, a 400 rs. o co-
vado ; casimiras de algodo muilo encorpadas, a 480
rs. o covado ; corles decassa-chilatde lindos padrdea ,
a 2000 rt.; pecaa de cambraia adamascada, a 4000
rs. ; meias para meninos e meninas a 200 rs. o par;
chapeos brancos sem pello ; ditos pretos de massa fran-
ceza a 2000 ra. ; camisas de meia muito finas, a
1280 rs. ; e outras muitas fazendas por barato preco:
na ra do Crespo n. 11, luja de Jos Francisco Dias.
=Vende-se urna linda mucama de naci de ida-
de de 15 a 17 annos engomma, cose e lava de sabio ,
sem vicio nem achaque algum o que se alianca ao
comprador; no Atlerro-da-Roa-Vitto n. 26, primei-
ro andar.
= V endem-se (raves de 40 palmos, de muito boa
qualidade ; na ra da Praia serrana, n. 21.
Vende-se um eacravo de afio Angola de 18 a
20 annos com principios de pedreiro, e labe cozi-
nbar; oa ra de Hoitas n. 94.
= Vendem-se saccat de milbo, dilas de farinba,
ditas de fejio mulatiobo ; tudo de alqueire da medi-
da velha : na ra da Cadeia do Recife armazem n. 8.
i = Vende-se urna prela recolhida de 20 anuos,
bos cotlureira e engommadera ; 3 ditos com boat ha-
bilidades ; duas pardal de 20 annos, de boas figuras,
cosem engommio, cotinbio e larem todo o servi-
o de urna casa; dous pretos por 250/ra. cada um,
muito fortes para servirem a urna caso ou Irabaiha-
rem e botarem sentido a um sitio por a isto estorem
acostumados ; 3 dilot para o (rabalbo de campo ; um
mulalinbo de 10 annos: na ra do Crespo, n. 10
primeiro andar.
= Vende-se farinba de mandioca, agianel. a bor
do das sumacas S. Jouquim, e Flor-da-Lotinguiba
undedas oa praia do Collegio, e ensaccada, em trra ,
por preco muito eommodo : a tratar com Manoel D.
Rodrigues oa ra do Trapiche, n. 26.
= Vendt-n oplimt carne do ser
Cr, n'. 3.1
= Vendo-a
ra da S,
nmmoleqoe de idade Uj 15ann0i
'or
bebil para lodo b trrico ; dou pretos, sendo um
rader : no Forle-dd-M.tto, ra de Jos da Cosa ""
= Vende-te um cabra-eegro, de bonita (,,.'.?"
na ra da Cruz, n. 10. sm<
Vendem-se serficravos do idade de 1G a 20 a
os com algumas habilidades; um moit-quo o "
oegrinbadel2annoa", de bonitas figuras; urna mn'
lata de bonita figura costureirt e engommadeiri d
idade del8annnt: cera de carnai'ih- i>-25ir., '
ro de cabra ; e pennea de ema ; por preco comino
do: na ra da Cruz, n. 61.
= Vende-se um chronomelro ingles, novo ; ni
do Trapiche armazem de Douslcy llaymonj & pri'
ra do Trapiche-Novo. ''
Vende te um bonito moleqoe que se venda
precitio de nagio Haca de idade de 18 annosju
vicio nem achaque, proprio para pagem ; um W
bom ofBeial de carpina de idade de 28 annos; ni
dito de 26 annos, por 3508 rs.; um dito de nacJo,M
vicio, por 420,000 rs. ; umaeloganle escrava d'a 1J
annos, com boas habilidades; urna pardinba de dnji
de 20 annos cozinba e engomma por 450,000 rs
5 escravas de naci de idade de 20 a 25 aritos, M
bendo fator todo o wrvico de orna cata: na rea
Agoas-Verdes, n. 46.
Vendem-se 240 saecas de farinba, com maii j,
3 quartas e meia pelo barato' preco de 3000 rs.
Forte-do-Matto junio ao trapiche do a
barcaca V.-S.-do-Pilur.
Vendem-se 3 escravos, sendo duas prelas e uj,
moleqoe de idade de 14 annos, por proco eommodo
no Reeife cata de Joao Jos de Carvalho Moraet.
Vende-se
o
vinagre bran-
co nacional a 400 ris a ce-
nada velha : na ra lio aterro
dos Afogados n. 7.
Fuielo em saecas grandes clienj.
do ltimamente: no armazem do Giiiina-
res, confronte ao caes da aljandega.
Escravos Fgidos
ptima carne do terlio pelo preco
eommodo de J200 rs. a arroba; na ra da Paia, arma-
tem n 1, que lai esquina e frente para o boceo do
Virginio.
= Vende-se um braco de balance grande, autor
inglez com conchas de cabo do linbo na ra Direi-
ta sobrado de um andar o. 42, ao p do nicho.
= Vendem-se saccaa com larinha a 3400 rs. ; ns
venda da esquina dt ra torga do Rotsrio, n. 21.
~ Fugio, no dia 6 de agosto, urna eterava de no-
me iMarcellina.de naci Cabinda alta, magreroni,
ps bstanle grandes, cara comprida alguma cousa,'
mal parecida, de Idade de 50 a 40 annos pouco mais
ou menos ; levou vestido de riscado encarnado e tran-
sa de algodioiinbo sem ptnno Mu com um lotlhi:
quem a pegar, ou delta der noticia ser bem recota-
pensado, na ra larga do Rosario n. 46 segundo
andar.
- Desappareceo, no dis i de setontbro, um molt-
que de naci, de nome Joflo, dt idade de 15 annos,
pouco mais ou menot, com os signaos seguintes: cor
fula, caneca grande, cabellos corlados olhot grandes,
e quando bebe parece que Ibe querom saltar do rosto,
tecco do corpo pernal um tanto finas; levou camisa
de panninbo e calcas de brim j syjas : esle moiequa
he muilo esperto tolla muilo Bem, e sabe muito en-
gaar a geote; pode ser que elle diga chamar-si Fran-
cisco : roga-se a qualquer auoridade policial ouct-
pilio de campo de o pegar, e levar a ra do Arago,
n. 12, que ser gratificado.
rugi, o dia 27 de agosto pasaado um prela
de idade de 30 annot, pouco mais ou menut; he col
do bravo esquerdo : quem o pegar, leve oa ra dai
Crutet bairro de 5. Antonio n, 53, quo sera bita
recompensado.
Lin o dia tegundt-feira do Etpirilo Sanio do
anno passado, fugio a preta Calbarina de naci An-
gola, ladina, alta, bastante secca do corpo seiu pe-
queo cor muito preto bem feita de rosto odos
grandes e vermelbos eom lodoi os denles na frente,
ps grandes, e um tanto mellidos para dentro muito
conversadera e lisonba de idade, pouco maia ou me-
nos, de 22 annos ; tem tido encontrada na estrada nota
da Magdalena,e no Atterro-dos-Afogados vendendoicr-
duras e aoa domingos be quasi constante no oisra-
eat dos coqueiros, em dito Atterro-dos-Afogidos: di
poucos diaa loi ella vista por penoa cobecida, n-
bindo da caa, que algum lempo foi palacio do gotemo
tm Olinda para onde tornou a entrar;' be muito pro-
vavel que por all esteja oceulto visto estar devolulo o
dilo palacio : a dita escrava perleoce a Manoel 1' roo-
cisco da Silva morador na ra eslreita do Rozario,
n. 10, terceiro andar ou em seu sitio em 6. Amaie
junto a igreja ; o qual gratificara generosamente i
quem Ihe apresentor dito eterava.
= Tendo-tt mtndtdo, no dia 4 do corrento mIbv
bro aot Afogados um moleque buscar urna canoa com
lijlo esle sabio da olaria com ella e encalbando-a
junto dos Afogados aaltou para a trra: e como nio
aeja apparecido al bojo julga-ie fgido ou seduci-
da do que ba lodas at auspeilas. Este eicravo lera os
lignaet seguintes : de nomt Joaquim de naci Ct-
cango representa 18 annot, pouco mais ou menos,
de boa figura sem ponto de barba nio be bem pre-
to ; (em urna cicatriz no meio do rosto que Ibulooi
urna grande parle dellc e do nariz procedente de una
queimaduia ; he alguma cousa picado de be.digas;
levou camiaa e ceroulaa de algodio de lora e chapeo da
palha pintado de verde : roga-se a todas ai autorida-
des policiaca e pessoaa particulares por quem posts
for encontrado, o favor de o mandarcm pegar o levif
ao seu senbor Manoel Antonio de Jeius o0'"
dor nt ra tjrga do Rozario junto ao quarlel de po-
lica, n. 18, onde se recompensar.' com generosidad!
todo o trabalho que houver com elle.
Ia<
= Fugio, no da 30 de aguato p. p. um csc'i-
to cs-bra decreicura de nome Co^me, da ida'
de20- annos, pouco maii ou menot, reloreado *>
Mtfpo boa altura cabello de negro ; levou calca
camisa muito sniaa; quando lula quer gaguejar
cara de riau, eoulrai veiea he muito sobranceiro; parlen*
r te Luii Pistor : quem o pegar leve a ra da
Trapiche, n. 3 casa de pasto que sera bem recom-
pensado.
PER*, i K m- OB M. V. UBFAlllA l'45.


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