Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05853


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Full Text
inno Je tMi*.
"* o^unanrlos dos aasignaniM fio inse,
*! ,^" le 20 reis por Hnha.O rs. em
" i'Lni^f's reneticocs pera un-iade.
in',.,P nao toro assiRnanlcs pagao80 rs.
*r jinha. e U W d!*'
Segunda feira l.
jL.U'1 i. W1
partidas nos connEos.
Coitnna, Pavahyb, e Rio Grande doHorte
Segundas e Sextas folias.
Cajo, Scririhacm, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, o Maccy, no 1." II e 21 de cada mes.
Garanlmns e Hnntto a 10 c 24.
Boa-Vise llores a 13 e88.
Victoria as Quiniaafeiras.
Olinda todos os d
PREAMAR DE HOJE.
Piimcira uH. e 30 min. da tarde.
Segunda as 4 b. e 54 minutos da manbaa.
de Seterobro.
Anito XX N. 195.
Mnxacn
DAS DA semana.
1 Secunda S. Egrdio. and. do J. de D.
da 2 v.. e do J. M. da 2. v.
2 Terca S. Estrvao. aud do Aac D,
da 1 v. c do J. dos Pellos. W
3 Qu.-rta S. Eufemia, aud. do T. de .1).
da 3. vara. i < r.
4 Quinta S. Candida, aud. do .Tiut de I).
da 2. vara, e do J. M. da le 2 v
5 Sexta S. Gentil aud. do J. de I>. da
1. t. do civel, c do i. dos Fcitos.
6 Sabbado S. Ubanca. aud. do 1. de D.
da i. vara.
7 Domingo S. Clodoaldo
CAMBIOS NO DA 30 DE AfcOSTO.
Cambio sobre Londres. SKJ'/jd. por 1#_60 d.
,, Par* 370 ris por fraileo.
.. Lisboa 120al5p.e. pr.p m.
Dse, d let. de boas firmas 1 '/, Va P-J/*-
uro lincas hcstianholas 31*000 a l/nfl0
Mocdade O400 vel. 18#IXX> a 1H#100
., de (flllO imiv. I*^fl J'**
, de 4u00 "/60II a !).*70f
Prafe-PaUcoes .... 1|W0 a I/???
Pesos Columnam. 1.1960 a
Ditos Mexicano 1#900 a
Mocdas de i patac. 1780 a 1/800
Accocs da C. do Bcberlbe de 50/000 ao par.
..^^DESET^BRO. --S------ ^^PK^ r'^:S,rLtsJFe,tI,d3 ^-'K'Joiu.nnar. ffi .* S
rta.'^Jfc^rr PREAMAR DE HOIE. ^B ^ (i Sab.adoS. Ubanca. aud. do de ,, ^^.can^. Ig. ]^
!"-""' l'f'rlSPmmln. da man. Primeira as 4 b. e 30 min. da tarde. WH| ~ ^""g. Clodoaldo Accocs da C do Bcberlbe dc^OOOao par.
ijiich'"1 9t nJ io hor. e 6 m. datarde. Seeunda as 4 b. e r>4 minutos da manbaa. ^f?^ '_____ ; ____________ -^-^===
DIARIO D PERWAMBCa
PARTE OFF.CJAI.
Z
proveniiuio-o ne qio en ....." i;-- r-u-------- (,ei de ouvil-0 : se o presiu
i|it,r._Prtiopou-.eaocoH.iriand*i.le da. armas .o 80gunda-feira
roml.sario pagador, e ao director do arsenal de menlo JSouiaB R.mos ,
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DA 57 DO T-ASSilO.
nm-io-A coniniandante do segundu balalhio da
.rd. nacional do C.bo, encarregando o de aub.Utuir
'rM|1cctiocommand..lc superior, emqeanlo e.tiM
docnlo-Harticipou-so "n""udn,e "P"
rtrilsiiaeionildoCabo.
B DitoA Inspaetor do arsenal de marinha, acensan
dorerebid relncSo dos objectos comprados, do 10
13 .leste mes (agosto), para .. respectivo alnioxtrifado.
Dilo-Ao mesmo, determinando soltura do reerula
mi armada Manoal Francisco Pijs, que a junta de
Mderecimheceo4oapaidoscrvico.
Dito-A cngeuheiro em ehrfe das obras publicas,
uando, mande faternor ^jni',M9*L"S?",,|"
n qnariel do hiupieio, avallados em 300|000 rs., e a
mji iirreiiiiitacan nao eomparecro lioitantesi reeum-
I nendando. so nao ewda, nesto obra, a despesa ..r^adai
eprevenindo-o de qw ella ser satfsfeita pe pagadona
I mil
le ni
[fui'ira. ,
I DitoAo mesmo, approvando baver contemplado nos
fwrlinoados dos ordenados dos respeotivos empreados
emoiiicsdojiilhodisieanno, do 1 do mesmo mes lo
0 dia em que frio demitlidos, os done anudantes dos en-
[genbeirose o eouliniio, despedidos por oxccucSo do
1 i," do artigo 43 ds lei provincial n 144.
DitoAo ciuiimandoiilo uperior da guarda nacional
[Jo Recito, urdenando, mande dispensar de todo o servi-
|co da mesma os inspectores de quartoirao da fregaesia
Li Bna-Vista, cuja iclacto llie transroitto. Comiiiuni-
Tou-e so obefe de polioia interino, quo o rou.oisitra.
[ DitoAo procurador-fiscal da theiuuraria dss rendas
irotinciae, deelsrando, que 11 do abril do 1844 foi
Scliiiitiniuento deoidida |iela presidencia n qnestlo de
|indcnin95o do terreno do Jos Joaquim Beierra Ca-
Iralosiile, cnjatdosappropriaSo S. me. prop6e cm ouleio
|de l drito uiei (agosto): o quo dever proceder no
termos do artigo 22 e seguintcs da lei provincial n.
139, te dito Briorra nao quier conveucionar a respei-
|tod indemnisacao das arvore, que Ihe perlencem.
DitoAocosa'iiisiidnnl da armas, dispensando a tro-
Fps de primeira linhi de faser, cora o oorpo de polica, as
] rundas nocturnos; e declarando, que, so lamben) a nao
|disprnsn da guarda da oadcia, he por ainda nao poder
1 dal-s mencionado corpo, em oonsequencia de estar
minio dcsfaloado Olciou-se A rospcito ao ooramau-
I dame geral do oorpo de polioia.
DitoAo administrador da mesa do ounsulado, de-
terminando, ftca constar no reajiectivo segundo escrip-
I Imano francisco Juaquim Ribofru de Brito, que por a-
Ivuo de 30 dujollio prximo |inssado lora declarado a-
rhar-se defiiiiivanicnte n-solvida pelo de 28 de uovem-
| Lro ile 1S44 a qiieslao obro quo vera o scu rtqueri-
niiiilii aolribunul do lliesonru.
DitoAo inspector da tliesoiiraria das rendas provin-
liaes, ordei.ando, queno exrdelegado de Natnrelli, Jos
I Marn de Barros Brrelo, 'monda pagar S9f34U rs por
diversas despcia, que es, e *So oomprovadas pela con-
U, que llie Iransniitte.Maudou-se que ao mesmo ex-
I deli'iilu n- paisaise titulo de pagamento de 14^480 rs.
peln que drspendeo com alguus concert ua oadeia do
nciieiiinado lerino.
DitoAo administrador do currcio, determinando,
nfadar promplo destino aos oflloios, que, par o termo
de liiaroiMJ, e com a nota de urgencia, aquella repar-
licaocrftinr o promotorpublino do menciouado termo c
iu de Olinda,Participoii.-e ao promotor publico de O-
linda e Iguarac.
Dito A' adniiiii,tragan de estabelecimeiitos docari-
de, deilarando, que da aasemblea legislativa provui-
*l he que deve aolicitar a inlorprcucao do artigo 31 da
|-le provincial u 0 J44,
DiiuAo com inundan to geral do corpa do polica,
ifiiiifieiiidii o de liover mandado | 6r A su dispusicio
Ul 41I^)C8 rs., que rcquisilon para liabililar-se a fechar
I coniai Jo resuertivo lioMJtal uo emestro de Janeiro
jullio ultimo,.
_,lluAo inspector diliesouraria da hunda, dccla-
rndo, vai /ansraitlif a secretaria do ettado respectiva
os scus nflinins de nmeros 78 e 79.
DitoAocbefisdnpolicij interino, significando, qu,e
os onneertus do qnariel do dcstaenmento policial da e.i-
dade d Victoria, o da respectiva oadeia, reclamados pe-
lo delegado daqnoHe termo, %cuja nrgenc nao esta
comprovada, far-se-h, quaiid- a assctublua provincial
para elle designar qnanlit.ilivo.
DitoAochefedelegiSu da guarda nacional de Olin-
da, iijuiligonciand.. o de have approvnd.. a propnstn
para os pintos vago do seguudo badalhao da mesma
guarda naeirrll, c qua al deslo roe(gusto) enderc-
5011 A presidencia.
INTERIOR.
CAROLINA NA SICILIA. (*)
QUARTA PARTE.
UV.
DECaUfTO.
Foi
1 a entrevista longa, a convertacao sincera de am-
li* 1' P*rle* ''"rolina repeli Cioro o que lhe ba-
ito do t,tna cerM dc.Ug prajectus, na esperan-
)h' *ua> eerl*et*s! mas como quicsse pr-lhe ante o*
rom* '" meiu* dc' arjao, o eus recurios, eiieainter-
neito h V0"li,ee' Senhor, que nao quero eonhece-laj:
pj,1"""" deio ludo vos disericio, ecreio na val'
elu *k AflP*t<> tem observacio os rosaos nieios de
"ao,, e"! "c'He arevolucr>e tem suasnecessidades;
toioh.n "t''" PPr"v" ab-crevo-a hiendo as
I reservas : niu tum0 nelll r<.p||0 rcspoB'ablj-
v*) Vida >ms n. 192.
RIJ-DE-JANEIRO.
O BELOGIO DK CAMAIU DO DEPUTADOS.
(CorreSBOndsncia reservada. Correio da Corte).
Snr. Scnttnilla. Nio live o goslo de ouvr o Mou-
ra Magalliaesa respeilo dos negocios do Piauhy ; mas
bei de ouvil-o : seo presidente nio quiz que conti-
a discussao do requer
algum da continuar e o
meu rbetorico bt de de Tallar.
Remendrao emplaitArio a reolucio que decla-
ra quaes os militare quedevemser julgado militar-
mente, no oaso de entraren) era algum mot>i'mn(o gt-
neroso e IA a mandario para a forja da redaccio.
lase votar a resoluco, quo aogmenta o numero de
depuladotda provincia do MaranhAo, com o competen-
te lequito de emenda ; quandoo Chico de Scrgipo o
substituto; ou caixeiro do Barrinlios tomou pala-
vra I Diase quaotoi deputadoi remelle Sergipe a es-
ta cmara ; como tem cresoido a populacio d'aquella
provincia; que recurao tem olla : e, ouvindo-o, fiquei
ubyamado I Dentro em breve Sergipe, so por si pa-
gar os juroa da divida publica, e concorrerA con. mais
alguma cousita pira a amortiaacio. Vossfl nao faz ideia
do que he e do qua val Sergipe ; o Barriobot nune
se digoou demonitral-o e n'este ponto o Chico leya-
Ihe a palma em patriotismo; e o Chico nunca foi a
Parii! A cmara estava cenchavada augmenta de
l que eu augmento de c, diziuo una ao outroi ;
e [lassarao 01 taet augmento para o Maralo ParA
Rio-Grande-do-Sul, Espirito Santo Ro-Grnde-do
Norte o S. Catharina. Sergipe nada aleenQOu, epa-
tar do diacuno do Chico. O Souza Franc pergunta-
va na discussao d'essa retolurSo que utilidade bavia
em e gastar maia dinheiro com deputados ?... Este
velho be um aovina de conla, ptao e medida ; nSo sabe
que nio nos falta papel ; e que assim como se diz :
Valha a oitava de ouro 4j000 rs., do mesmo modo so
pode dizer: Valha cada um eflr de enchofre B0000
rs. He o fiat do Eterno ; mas o Manoel do thesou-
ro pode tudo.
DerSo coala da reolucio a favor da companbia de
coloniaaclo belga. 'Derao-se a trras u mais 20/000
rs. por cada colono que a companhia mandar traba-
Ihar as ditas trras.
Virio para a bcrlinda os padres do Caraca : quem
quizer ouvir novas de sua vida e da vida dos seus an-
tepassados at a quarta geranio, venha pedir alguma
cousa a esta casa : nio se discute o pedido mas as
pessoasque pedem. O Marinho eslava de alcata para
dar competente resposta ao Alvares Machado, a deo-
Ih'a completa. O padreestabeleceo a questao conlou
como o Gabriel bavia pedido a palavra quando se leo o
parecer, fieando por isso adiado; como depois. dan-
do-separa orden do da o mesmo parecer, ainda o
Gabriel pedio que fosse impresso o que importa um
novo adiamento mostrando assim que nada tinha
contra elle,o que aiada mais patenteou a opposicio, que
Ibe fez na qual revelou a ignorancia em que estava
a respeilo da regra porquesedirigo os padres de S.
Vicente de Paula. D'este modo provocado o Mari-
nho respoodco ao Gabriel e moslrou-lbe que aquel
les padres se nio podiio nunca confundir com os da
dade alguma ; anlcs quero ignorar
jolgar.
pira nio ttr que
Mas, ciu fim. repondeis-me por Catania? Vtrsios
amigos ao por 111 un '
Dio', Senliora, sao pela Sicilia.
Oh! e nio he a incsiua cousa? Nu ou cu, na roi-
nha proscripco, a sua personificacio viva? nao est el-
la identificada commigo ? Sim, Castreo, o ininlia causa
e"a da Sicilia sio para empre solidarias, o lio eslreita-
menleettao unida, qua e confunden) efazem um s.
Sua perd he a minha, aminha alvacao he o na, lie
por tanto claro que a erein por min), io vomos amigo
pela Sicilia.
*^E lal qnal forda para ella, *erio elle par v.
'la. Sempre desconfianfasl
Qucixais-vo dasoiinhas duvidas, mais terilu os
meas amigos, su soubessem quo teuho relaces eom vos-
co : e por isso. pacto inysterioso que no liga, he um
segredo entro nos ambo. '
Entio eu tenbo na Sicilia urna repoiajao espan-
tosa ?
1 Mas voa mos eti rchabilitr-vo, c bem Tacil
fie-, o povo sio Uo esquecedores, que tanto no bem
como ao iiml basta um di para apagar urna vida inteira.
Mas para Hue ulbar atrsP A recriminace de nada
ervem. Lancemos um veo obre o passado, do roturo
lie que so trata. ,
Euvoteaauto, hllai. Ja que nio balminba real
companbia de Jesu -~- Veio o Alvares metler-se no
meio dosdous ; e em vez de concilial-os, quiz esma-
gar o Marinbo com o sarcasmo e com a [.icecta, qu* lhe
he propria, e de que o Alvares costuma usar em scus
discursos; epara mais mortifical-o disse que o Ma-
rinho trouxera os padres do Caraca A discussio para que
bssem atrozmente injuriados pelo porioto de Campi-
as. Aqui estere o Marinho sublimo soltando sen-
tidos queixumes contra o seu bom amigo Alvares, e
alardeando que sempre so sacrificara por seus correli-
gionarios polticos, sempre os aco-npanhou em sua do-
res e afllicc5es, sempre Iralou es negocios pblicos com
lisura e lealdade ; e declarou que nao he como outros ,
que no momento do perigo ladeao, escondern-so e li-
cio muito enchutes presenciando os padecimentos de
seus amigos e zombando d'elles A seta u d.reili-
nho ferir o Alvares Machado que no tempo da on-
roia de S. Paulo ficou sio e salvo em sua casa, e tesou-
rava grandemente nos sous aliados. A cousa vai fiean-
do feia entre estes dous patriotas.
Proseguio o Marinho delendcodo os |esuitas. apon-
iendo erros de historia commettidos pelo Alvares Ma-
chado ; cbamou em scu apoio ovisconde de Chateau-
briand o mais outros, e por fim concluio, que todo
podero fallar mal dos jesutas, menos o Brasileuos-
que muilo Ibes devem. 0 Alvares Machado estava ca-
bisbaixo. easmurro, nio diza palavra, e 1 tomand.
aponlamentos. O Marinho defendeo os padres do Cara
ce, a respeilo dos dous fados apontados pelo wu ami-
go, e finalmente enlrou na analyae do escapello do Al
vares Machado. Parece que he cousa de mostrar e d
ver-se : pelo que disse o Marinho, o lal escalpello nio
entra sem doer e sem ferir. Safa com o instrumento. U
padre finalmente fez a distinecio entre a anatoma phy
sica e a moral, e disse ao seu amigo, que se ello era
lo forte n'aquella como n'ests, a sua falta nio serta
perda para a ciencia. .
O Gabriel tomou a palavra, mas n.nguem deo T do
que diza : depois da tremenda sova. que Ibe pregou o
Marinho, nio devia o ebefe da mtioria comportar-e
com tanta brandura. O mais notavel d este discurso lo.
um par.e, que lhe deo o D. Manoel,oque fo. logo es-
criptopeloSaldanha.e he dotheorseguinte:--Ignoran-
te he o nobre deputado, repillo a ezpressio. Ilemuilo a-
trevido O Gabriel, como menino de escola, quei-
xou-se ao presilenle. Sio de urna resignacio mais que
evanglica. .
Dou-lhe parto que o Marinho confessou boje pela
segunda vez, quo be tolo e codea. Nio o acredite: o
padre bebe azeile ; he velbacio da primeira classe.
Bem Ibedizia eu, no principio d'esta carta, que o
requerimento do Souza Ramos voltaria A d.scusiio, e
quooMouraMagalhaes bavia de fallar. Com elle.to
d,scorreo bontoro (29) sobre os negocios do Piauby, e
foi por esses ares. Delendeo o conde do Rio-1 ardo e
o visconde da Parnahyba ; sustentou, que o Souza Ha-
mos nao tinha razio para .ngar-se com o ministro do
imperio, e disse muita cousa, que sera ocioso referir.
0 mais importante d'eata arenga foi a censura geral e
absoluta aos mot>mno oeneroios, e a doutnna que
estabeleceo de dever o governo intervir as eleico.'i1 com
todas a suas lrsas e meios. Milito cusa urna beca
A questao ficou ainda adiada.
Chegou a vez ao projeelo da creacio do conce ho de
ssde pblica, na capital do imperio : era resolocio,
p.ssou a ser decreto, e por isso foi approvado em pri-
meira discussio. O mesmo aconleceo a oulra resolucio
determioando sobre causas de divorcio...
Vero baila a lei do recrutamento, e Dea adiarla, ate
que comparece o ministro da guerra. Sobre este adia-
mento suseilou-se urna questio, em que de novo so pa-
tenteou, que o governo nio se importa com os trabamos
do parlamento. Depois que a camera Iranqueou as sues
portas aos ministros, poslo que sejio deputados, anda
c nao appareceo um s, a excepcio do Limpo, quando
veio cabalar conlra os boUnhoi do Janseo. O Frnca
Leile j est bem conchegadocom a opposicio.OJun
queira julgava dispensavel a presenca do ministro, por
|irrgipjiiisFwii^-***;tEJ*r "i.1 iiMWWiiasssarsi'tasai
palavra, qoe condicoe meproponde? Quo grantiaa
exigs de miin?
Una nica, quo resume lod as outra,'eem a
Bem tabei queja d'ante-mSo est concedida.
Tende a hondada de redigir aqui, A minha vista,
tanto cm voo nomo como no de Fernando, de quem
tereis fiador, um decreto pelo qual nomeareis pnmeiro
ministro e precidento do voso concelho.......
C.iitoio, espero eu.' Era minha intencao, bem o
abis.
Nio vos disse eu, Senhora, que Castoieo nio era
mais dcste mando!*
Que! recusi a*itr-mo na minba obra ? Quan-
do aeanida o lucia, ponde-vo de parte? Em quem
queris entio que cu tenha eonfianca, e me abandona!
no bor da execucao ?
Abandonar-sos! abandonar a Sicilia! Oh que nao,
Senliora! Podis, ella e vos, contar commigo para sem-
pre; mas sou senhor de minha acefle, o livre na minha
eacolha do poto qe me julgo proprio. O que me of-
fereccis nio me conviria, permill que o recuse. Na
guerra que e prepara, o meu destino he combater como
imple paitidario. Se alguma coma devo ser uesia un-
ta cruzada, lanlu mais erci quanto mano parecer.
Quem queris entio que eu uoiueie?
Um homcm que tambera tem soB'rdo pela Sicilia,
que se nio tratara de lei de eonfianca : do modo que,
para este insigne parlamentar, a pratica dos negocios nio
vale nBda! O Alvtres macado entende, que, sem a pre-
senca do governo, nio se pdem discutir leisd'esta nalu-
reza; lamenta que os ministros nio rrogimeotem os
seu soldados, nio os levem ao inimigo, eosdeiiem
vadando, travando brigas no quarlel ... Esta exprea-
sio, allusiva As bulhas em que elle e mais o Gabriel an-
dio com o padre Marinho, foi muilo apreciada pela ea-
mra, que a acolheo com urna estrondoaa gargalhada .
O Nunea Machado oppOe-se aos convite a ministros, o
quer que se Ibes mande a ordem do da. Finalmente
pastou o (llmenlo !
Voltario ao curro os padres do Caraca. O Alvares
macado tem a palavra : levanta so, corre os olbos (tem
as cangalhas fixas) por toda a casa ; e depois exclama
pausadamente, em voz de f bordio : Son bor
M a t i n h o ? !... Nio est n a c a s a I... Fe-
cha a mi direita, poe o braco em accio deferir (do
mesmo modo, que IA nos eco nocturnos. .,). e dii:
Niocos'.umoapunhalar pelas costas; cedo da resposta,
que devia daraoSr. Mari o h o. E o padre dn,
que he codea ; pois nio ninguem o piliis assim com
duas razSes O Alvares eat acostumado a apunhalar
pela frente : tome nota, e guarde-ae d'elle.
Approvou-se urna pensio, o enlrou em discussio ou-
tra, que foi approvada pelo senado. A eommissie de
c nio quer, que se epprove. Ha a pensio em favor da
viuva do major Francisco de Lima o Silva filho, miliUr
valente, que leve, porm, a desguca de ir baler o re-
beldes em Minas, e na accio do Ponche-Verde, no R10-
rande-do-Sul. porlou se com extremado valor e co-
ragem, commandando um batalhlo. Alli se aggrav*-
ro suas molestias, e aqui veio fallecer na corle nos bra-
cos da esposa desolada, vista dos ionoeentes filhos! -
O Ferrai combatleo o parecer da commissio ; o Tria-
tio defendeoo, o c falln em voss. Para que anda o
meu amigo ti tirando coro esto patriota T Toda a ratio
de queixa da commissio he ler aquello major tentado
praca teodo 6 armos de idade. Ficou adiado este ne-
gocio. Na carta seguinte darei cont do ruto: Adeos.
Sala das icisoce, 3 dejulho de 1845.
O Relogio.
maiahhaO.
Novo alternado contra a teguranca individual.
O Sr. Manoel Jos de Sousa Vianna, negociante des-
ta praca, indo, no dia 11 do correte pelas 6 horas da
manbaa passear a cavallo pelo Caminbo-Grande a
pouca distancia da cidade na altura do sitio denomi-
nado Paraizo onde o caminho be embarreirado ,
levoo um tiro de arma de fogo, desparado do matto; o
qual felizmente o nio alcancou, passaodo-lhe a bala
por debaixo do braco que segurara a redea, mas ferio-
Ibe o cavallo cujo pescoco ficou crivado de chumbo o
quartos. Com os arranco* do animal ferido o ator-
doadodotiro, cabio o Sr. Vianna por torra mas soc-
corrido a tempo por um cavalleiro e outro horneo do
p que pt.ssavio o a cuja chegada luglra o atsaaaino ,
veio desmontado e a salvo com ellos para a cidade o
dirigio-so immediatamente i casa do delegado de poli-
ca onde te procedeo a corpo de delicio no cavallo que
fora trazido pela anala.
Noticias sobre o asiattinoi do ir. Joe Candido.
0 ebefe de polica chegou, ba das, do Rosario, para
onde tinha ido, a fim de fazer averiguagoe cerca doa
autores dt mofle do juit municipal, Jos Candido
Comeada Silva Belfort; com a sua ebegada Aquella villa
consta que se orgsniou em frm o proeesso por teae-
Ihante attentado. Forio pronunciados.comoasaaaiinot do
dr. Jos Candido, os quatro irmioa Bellos, um va-
queiro, um guarda rural, um desertor o om preto.
Diz-se que os reos virsO par asta cidade, por nao ha-
ver no Rosario ctdaia segura.
(Da Revino.)

e cuja amiade, nnscida no exilio, no mos dia, mo
honra e mo ho chara.
Seu nomeP
Dora Gaspar Vaeoaro.
Humera extraordinario! Sej como o deiejai.
Esereveo a rainha de proprio punho o decreto em ne-
nhiiiiia observacio, e obrigou-se a faxe-lu ratificar pelo
rei no dia em que de novo tomaste as redea do Estado.
Com tanto que resttuisem ao velho monarch o poder,
011 ao inciios a apparencia delle, e que depois disto fot-
te cacar e peicar eni pas, poueo lhe importan qne oteu
primeiro miniatro se chuma,o Tanucci, Aeton ou Vc-
caro.
F.isaqui 01 meu, refens, disse Carolina ao entregar
o decreto attignario em forma ai revenido do real (ello.
Agora, o iomoi?
O meu ?..... Outro na tenho afora da mea li-
me r o meu nado.
E me hastio. Nio ion lio exigente como v; ou
ao menos tenho mais con6aoca em vossa palavra, do quo
v ua minha.
Ma tambera, Senhora, compart a nossa duss
vida, e dizei 10 a rossa prometi o que a minha tem
cumprido.
Ccssem recriminc5cs, retpondeo Carolina, ba
poueo o ditsestes: esses exames do passado s podem
afeiar o presente e coraprometter o futuro: o panado
citA passado. Deixemo o morto cornos muri,, oc-



.-as-

PERNAMBUCO.
Jtendimento total d'il/andega de Prnambuco, no me:
de ugusto proxtmo passado.
lien di ment total
Direitos de 60 p "/ de consumo
148:440,616
30
40
30
25
20
10
8
*
2








Keeaportacio de 1 p.",
Expediente de 1/2 p.'/0doigeneroi ni-
cionaes
Armazonagem de 'A p. t
Premios dot assignados de MulUs
Sello proporcional
Emolumentos de certidoos
1:378.575
13:112,814
. 6:916.378
101:37;>,238
20:767,833
595,816
38S.440
116,678
331,845
6.840
16,200
66.248
354,080
2:665,454
348.995
5.622
14,560
w
Ri. 148:446,616
O escrivio d'alfandega,
Jacorn Gerardo Marta Lumachi de Mello.
DIABIU HE l'EH\AJBI:CO.
roos ao gabinete.ilo lie; o pensamento do concentrar
nai m8oi do poder piecutivo todas as jurisdicces.loda a
autoridad*, i fim de fazer crer a populacho! que elle,
e s ello he a fonto do todos o> poderes nacionaes.Os
fructosdo tal sistema o Brasil inteiro os lem sto, o ...
Brasil inleiroos lem lamentado, e oenfraquecimento e subdelegados tres cunlietes de
desapret ca quobo cabido acoofianea na constitu- guelse preparrio estradas r
So do estado, e o respeito da loi escripia, alterando
profundamente a ndole e o carcter do povo brasileiro
(outr'ora lio cioso doscus direitos e boje tilo iodiffo
rente i sua usurpacio) tem crescido por talsoVIe, que
oo entender dos alliados do ministerio, os actos doste,
seja qual for sua inconslitucionalidade, sejioquao* fo-
rera sua torpeza e atrocidade, esli cima das leis, dos
direitos do pono, da decencia publica, dos tribunaes,
dos magistrados, do paiz inteiro.
Este estado de oousns he horrivcl Esto pendur par
o despotismo be fatal E a mmorolidade que d'aqui re-
sulta, o o nviltaincntu quo te lito segu, continuar por
mais alguna lempo este rgimen de traicau o de prepo-
tencia, acnbariio sem duvida por abismar o pas as ca-
lamidades e desgrocat, quo costiuuao sempre ocooipa-
nhar o aiiwiquilaiueiito da soberana du povo, a perda
da ana nacionalidade.
A lucta, pois, aleada entro o governo e a opposican,
j uo be a lucta de mu partido poltico contra ontro,
nSn lie a lucta do umu opiniio contra a sua adversaria :
he o combate do una fuccan insolente o audaoiosa con-
tra a
mal da provincia e meu demittia toda a guarda na-
cional tomando assim os meuf inimigos, e amigos das
desgracia da provincia maior ousadia. Aceresce maii
a minba sdmiracio,quando vi que a presidencia lancou
mi das armas, remetiendo para todos os delegados'e
b bilamci, e para S. Mi-
ra correr csnhoet, e se
enipregarem bon'er.'. satellites do salteador ejecute
Ferreira de Paula, que ainda tinho as ruaos ?hsao-
guontadas dos combates contra ai loicas imperiaes, e
que todos (prSo premiados, assim como aquellesque
tinhSo praticado horrores de assass'.nios em outros lem-
pos, e s perseguir-seo partido, que nunca leve ousa-
dia de resistir contra o delegado do Imperador, qo
sempre se submelteo ; mais sobre aquelles policianles amnistiados, cujasgaran-
lias tiverlo principio pelo Sr. Lope Gama, quepor in-
leresses particulares, cojos V. Exc. os nio ignora
nomo de deputacio seu irmio, e oulras cousas, de
que se collige, que por isso (oi dada a escpula Vicen-
te Ferreira de Paula para o tim de com os seus satelli-
tes so fazerem as tleicSes. No meio desas extravagao-
tesdisposicOes, toma V. Exc. as redeas do governo da
infeliz Alagoas, o por um proclamo aflirma o program-
ma de sua administracio, que seria justa e imparcial,
cuja firmeza lui perjura ; porque acabou de desmoro-
nar bomens, quetinbio sido condecorados pelo gover-1
a depois de um forte choque, em que bouvero vari
nortes e ferimentos, abandonrSosjssalleadoresacata-
nole V. Exc. que, ou o oficial do iestarnento, 0lI
policia dio a corneta; pois be vos pblica nesta r,
vipeia que os^soques sao divididos: e com a mi suspenu
piro a vista" de tanta' prostituicao!.... e V. E (|
poder informar do bacban-1 feos Twaraa Basto, L\,
mo dostaHesdores, qutAeo mentondos mesnos F.
fui engaado por V. Exc., e partMroie que ia trilbr
o camin,o da Justina,1 quo tajiuB minlia eooric-
co, qua dei Iho o parabem do haj que fui elevado
da brigadeiro ; potm os feito vrW. Etc. teemei!
merecido o bou conceito, que de V. Exe. se farj.
Nem de balde o Exm. Sr. coscclbeiro Jos Cemela
Pereira tralou a V. Exc de relaxado, como me foi de-
clarado por Y. Exe. em Macis^ e agora conbeco qBe
esteva cobetto de raxo, quando assim te eipressoo,
vista da relaxaclo e estado anmalo, em que esta a pra,
vincia, que bem deve ser publicado, lia V. Exc. it,
lento venerador o criado. oursnco Catalcarnide
Albuquerqut Maranho.
Povoacio de A goas Bellas, 6 de agostode f84o.
nacSo inteira; be a batallia da (isurpacao contra!no imperial, que ganhrio por Bervicos feitos contra o
Ha na actual siluscao dos negocios publieos nlgoinn
ctmsa de ISo flale lio ominoso, ijuoabstrahiiido do lo
la* as crticas, desdo a mais monarchica at o mais de-
mocrtica, nao lia um t linmeo bem iitonoinii.idu, um
amigo da tranquillidade o da ordciu, quo nao nutra
vivas apprehunaes e dolorosos rereio* : no minan con-
ceito, nunca a suciedade brasiloira esteve exposta a lba-
los uiais profundos, nem oh o dominio de influencias
mal* desastrosa*.
No meio,' pnrem, dos iiiariilbo* do vasto oocano poli-
tico, quo em deriedor do ns se encpela e se agita cun
tanta furia, preciso he confessar, quo o gorcriiu e se-
ment o governo lie o fautor do unan desgranas, e de
tamaitos males; porque s ;t olla cabe a imputadla de
liaver desencadeado esse eapirito revolucinnnriu, quo se
precipita sobre o imperio, enmeai;,i absfur a munurchia;
n elle smenle se pude attribuir o aeurocoament das
paixSes popularos excitada tao indiscretamente peln
seus delegados e sena amigos as diversas provincias;
elle emba smenlo compete h triste gloria de haver a-
lialadn equasi destruido as instituicOcs do pnit, para
sobre sitas ruinas erigir urna dictadura cruenta, nenio a
supremaca absoluta do poder ministerial sobro os de-
ntis podeiea soberanos da naci. Este fui o peusamen-
to do gabinete no momento de sua orgnisncan; oslo loto
sido seu nico labor em o curso do toda a sua adminis-
trado; e se por ventura etn algnma circumstaucia dada
a violencia e o arbitrio deixara de ferir do frente al-
gum direito importante do cidado brasileiro, alguitin
garanta vital da lei fundamental do estado; be porque,
a corrupco ea fraude parecerio mais eflioaze* e mais
asadas para superaras difliuuldades, que tem por certo
acompatiliado au gabinete na consummacao do seus mul-
tiplicados actos de prepotencia e despotismo.
Dominado, lyrannitado mestno pelo desojo de usurpar
todas as jurisdiecos, e do oprosentar so nos ollios do
pnii como o centro de toda a aiiloridade, fui ou pr-
ineiro cuidadu eleger urna cmara usiuz servil, para np
pruvnr humildemente suas Ilegalidades, revestiudu-as
du unco popular, que ainda Iho era necessaria para tem
jierar a agrura do aeu proceder otomano : e eerto n;i..
se enganuu na dosigtiacau dos seus eaoolhidus; pois que
uSo ha um deaitiaudo do poder exeeutivu, que esse par-
lamento de Cruunvel nio teuhn saneciunado; nfl.i bu a 1-
teiitndu que uao tenha justificado; nao ha iiicunslitucio-
iialidadu que n3o teuha legitimado; nao ha delirio que
nao teulia ap|ilaudidu.
Tjo ponen dcsarertou o gabinete na esculla dos seos
delegado, dos quaes raro ho o que se apunta, quo uau
liojn lemrrariatneiilc ultrajado os direitos do povo.o con-
culcad com joolanci* os dogmas mais sagradus da
coiattuicau do estado : em verdade o eynisiii e a pe-
tulancia, cura que quasi todus tem opprtuiido as pruvin-
eias, quo eui itoroe do luiperadnr governao, lem lasttu
de atrot o de injurioso, quo punca vete a historia po-
ltica dos povo offerece da parle doa oppriuiidus tama
lilla resignaCio 1
Entre lodos esses lyranneles improvisados, ver
dadeiros instrumentos do despotimo ministerial, cum
os direitns, de iniquidade contra ajuttica, da oscravi-
dSo contra a liberdade. Sim, o que so quer he osoravi-
nr um povo inteiro para bem de alguna hnineti sem f,
de nlguiis egniatas, de alguiis devoradores da l'nrtuua
publica, de nlgun* perversos, du alguna traidoro.
E consentir a nacAo, quo so depcdncem nasim suas
inslituices jurada, e se ealqnem aos pes seus foros,
suas liburdaes ? V.1o por certa; e ainda quando o Brasil
inteiro naapatliia de seu desanoroconrarnto, e no estu-
por du seu padec monto currusse a corvii ao hediondo
jugo que se I lie pretende inipor; oertos oslamos de que
l'ei naiiiLucn saberia resistir corajosamente aos csfnrco
dos seus dspotas. Porngora, e mesmo para sempre, lie
s'.lli.-ienie patentear aun vistas prfidas, desoortimir
suas mtencoea ainiatras, e atacar euui denodo anas arbi-
trariedades : porqueqnaaj nanea a voz do um povo briu-
su e nobre ilcixou do uiiuter seos cobarde* oppreasorc*.
O vapor Imp'ratriz, cuja demora j cumrcava a dar
cuidado, oliegou lionlem du Norte, cuja provnolas dei-
xou sem alter.ieao. Nn* jornacs rccebnlua puuco ou na-
da encontramos de noticias.
Foi approlicnd i du ,1111 da 24 do mez lindo,nos ha os do
porto de Piran;;; no It i.i-(i lamlu-dii-.N ni le, mu pallia-
bute denominado Africano, ijue coiiduzia 49 prolus da
costa de Lale.
Tambcrn nos consta, que na praia do Pitimb na l'a-
rahiba Fura aprehendida outra embarcando de Africanos,
quo, ao seguir para a capital com tropa a bordo, lora re-
tomada por unja barenca com gente armada.
Publica^es a pedido.
salteador Paula, e seus satellites, que boje secontioa-
migos de V. Exc. Quando estes premiados pelo Im-
perador se acbSo, uns j morios pelos assassinos adi-
anto nomcdos, e outros demittidos por V. Exc. d
seus cargos, como lambern toda t guarda nacional, a*
inda aquellesque nSo s nestalucta, como em oulras
passadas souberSo sustentar seus devores a favor das
outras autoridades legaes, e que seus servidos nao s
teem sido reconhecidos pela provincia,como pelo gover-
no superior; pormtudo b nada, porque V. Exc
juslifica-so perante o mesmo governo e throno a quem
V. Etc. tsnto tem Iludido com a conservarlo de asr
sassinos du polica e presidencia Manuel Vicente de
Moraes, o Jos Caetano de Motees, assassinos criados
na administracau de V. Exc, o que peisoalmente !:z
ver V. Exc, n quanto sao mais prejudiciaes, que o
mesmo Vicente Ferreira de Paula; pois que em suas
mortes e roubos sao mais extravagantes e menos pbi-
lanlhropicos, de que aquella. Por oulras vezes pedi a
uttencao de V. Exc. para aecudir Palmera, resi-
dencia dos referidos malvados, remetiendo a V. Exc.
cartas e documentos que bem provavSoo miseravel es-
tado das Alagoas ; porm a ludo foi V. Esc. nexho-
ravel; o por que? Porque ellas se fatio oecessarios
PORTARA.
O Sr. inspector da alfindcga desta corte fique na n-
telligcncia, em rcaposta a sua represcutaciu dequalro
do corrento inet, relativamente au despacho ds armas
defesas, pcrinitlidas pelo artigo 223 do regiilauenta do
TI de jiinlio de 18SG, que deve admittir a despacho as
ditas anuas, pois que pelas dispusices do cdigo orimi-
nnl, c da le de "ti de niitubro do 4831, a iiiiiguem he
vedado ler armas em casa, o de todas se pudo l'azer uso
em pblico, nos casos especificados no artigo 298 do c-
digo e ortigo 3." da citada lei. Rio, em H de Janeiro de
1S37.Manocl dv Mascimonto Catiro e tiiha.
Um. e Exm. Sr. brigadeiro lenrique Marques de
liteira Lisboa presidente da provincia das A-
lagoat.'leudo eu obtido de V. Exc. Ires mezes de
licenca.na qualidade de coutinandonte superior da co-
marca de Maceiii, apressei-mo a deixar u provin-
cia; porque com isto mo pareceo quo os meus ini-
migos polticos cessanao de lodos os das me aleiarem
com cousas, quo nao poliao tur lug&r, nem em mim, e
tem em pessoas pcrtencenles o lado, a que tenho
a honra pertencer, e nao Jui s este o motivo urgente
queme obnga de.im ininba familia, e abandonar
meus interesse; fflro, porm sim os planos de que a
policia lanctu mao para me asstssinar ; o que ludo
levei ao ('uiihccimciiio de Y. Exc,, mostrando os (ac-
tos qtiG tinbo tido lugar no meu engenho do Pinto,
onde-em porteiras, no meio do cercado, em unta arvo-
re^lefronto da casa do vivenda, j no Pilar, j na
pro confetsa-lo, o actual presidente se ha distinguido -malta do Lamuirao, e outros lugares, como em Gurja
do major Flix, e outros lugares, em que os assassinos
secolloqrao para o fim j expressado. Segunda vez
fui franco em dirigir-me particularmente a Y. Exc-,
fazehdotr a Y. Exc, que tinba doze armas para de-
aggressdes e desacatos s leis do paiz, e aos principios
os mais bem/finujdot da administracau e da pol-
tica. /
* h/jiiogeneidade pois observada no rgimen poli-
tico, do quasi todss as proviucias, e sua quasi inteira
concordancia com os actos da admiostracio central re
velao manifestamente as tendencias que cima allribui-
por saliente laor ; pois que unido ao pbrenesi do s>:u
genio o sen timen lo da sujei(io a mais absoluta s/ or-
dens do gabinete, que o havia trasido Jceiiy'politica,
para represenlsr o papel que de cr preudera, tem com
effeito levado iiiui.alAo;, 'que se devis presumir suasJfender-me, e que lancaria mao dos poucos morado
res, e dealguns escravos, lm de rondar tao smente
dentro do meu cetesdo; e V. Exc. annuio as armas,
porm desapprovou a gente, dando-lile o titulo du frca
armada, apezar de lazer ver a V. Exc. os trunes do
encarregado de policia, e seus altenlados escandalosos
contra minha pessoa; a vista do que, nao me era mais
possivel rec rrer a presidencia, que entao, para maior
divino ideal que do continuo procuro, e que antes de
mim* tanto* outros procurarlo ; creio ua cicuta de Scra-
tes, na cruz de Jess, na fogueira dos apostlos ereio
no cadafalso lo lodos os mu it y rea que iiiuri erau o bao
de morrer ainda pela hnmanidade; a perseguieo be o
uadinliu da verdade, ajlela he o seu triumpho; nao, as
noesas esperanens nao sao sonhos ; os principios sao ger-
iicua que devem cedo ou tarde desabrochar, e dar sena
(rucios. Persevera!, Senliora, em vossaa boas resolu-
ce, o a nussa Sicilia poder vir a ser o oasis da Italia,
tal vez du mundo. Ella lie pequea, lie vordue, mas quo
importa? Na ordom moral nada lie pequeo. Ajuslica
e a moral au *o inedem pela cxtensSo do territorio.
Alhena o Esparta ero pontos no mundo mas esses
dous graos de incens peif uino toda n antiguidade. Se-
ja a nussa muilo amada Iba a Alhenas, a Esparta dos
modernos lempo*. Us manca de seus grandes cidadios
eslrenieeei'o le gando e de orgullio cm seu* tuiuulus,
vos, Senliora, verei* vosu nuuie abeucondo no pur-
Vlr .nuda mais do quo foi maldito nopassndo. Mais pra-
jter ha no co e na ierra por uiu s peccadnr que se ar-
rrpende, do que por des justos, qua uiu preciao de ar-
repciidimentu.
Voa pregis una convertida ; j me conveners-
cnpemo-nos dos vivos. Nio tenho eu espiado amarga-
mente asfaltas que possa ter commettido.' nao uggr.i-
veis meus pelares com as voseas aiiimadvcrsfs: nao se-
jns tuaiainflexivcl du que a Providencia, quo depois de
snc havr cruelmente experimentado, mo prepara mag-
nificas cotupeusaces. A iiiinlia vida ata transformada,
egrarasavs, novas luzc* esclarecrio-nic o espirito.
Cunipletai a vossa obra inoslrai-mc claramente a senda
do justo o do beso; juro-vos, que por ella marclinrei, sc-
guiudo-vos os passus, apezar de sor rainha, cum a duci-
lidade de um discpulo para com sen mesire. Promelti-
vua. e ainda mais, prometli h mim mesma, turnar u Si-
cifia independenta; fa-lo-hei ainda que pur aso haja de
perder a cora e vida.
Mas uo basta lonsa-la indepcndcnte, lie preciso
torna-la livre.
He noque nos ajudaremos reciproca c sincera-
xnentdl Se o nao conseguirme*!, furioso ser reeonhe-
cer, mo grado nosso, que o reino da Justina nio lie des-
te mundo, e que a vossa liberdade he una cnimera.
__ Porque e*a duvida? A forea esta na te. Marchar
ao combate sera crer no triumplio he procurar derrota
infallivcl. Nio, Senliora, nio, a liberdade nio he urna
coimera; um bem cujo desejo he innato em n, existe
ou dove existir: Dos nio quisengaar u houiem; ora,1
ae elle gravasse em uosaas almas a idcia de una cousa
imaginaria, havcr-uos-liia engaitado sem piedado, sem
asiu. Ab! eu creio no autor que me abrasa, creio no
paras base fundamental da eleicio. (guando finalmen-
te vi V. Etc. laucar mi de pessoss que para viverem
matavSo, u tinbo sido membros da commisso, que
forao malta buscar o salteador Vicente Ferreira de
Paula, e esses insurgen!js serem o mesmos delegados
ubdelegados, convenci-me que a provincia viris a
ser o tbeslro de horrores sanguinosos, roubos e mal-
vadeza total, bem como appareceo uo da 28 do pre-
trito, que os Srs. Moraes accomettrSo o termo da
villa de Assembla, a casa do lenle coronel .Manuel
de Mello da Stlveira Carlos, tamben! rfemittido por V.
Exc., e nio s o assassinrio.'como um irmio, e
outro ferido mortalmente, e mais pessoas de sua fami-
lia, ou elle unidas, que monteo em seis morios e um
baleado, almde vintee um assassinios, que por part
cipseoea particulares teem ebegado ao meu conbucmen-
to; roubario a infeliz mulber e aos filbinbos toda a sua
fortuna, de maneira que nao sabem de que vivi, e
os monjtros de borror se tornrio para o lugar da l'a-
metra, onde V. Exc. os conserva por um destaca-
mento de trinta pratas de linha, de baixo do auxilio
do eslrangeiru subdelegado Diogo, quo nom se move
a vista de semelbantes altentados ; porque ssbe que a
proteccao delles sai do palacio do governo : e nesta
criso de desesperarlo ser s os amigos do V. Exc.
os vvenles, que inultos d entre el les pelos crimes perpe-
trados, uns devio jazer as cadeias, e outros acabat
na forea. Scm entao esses tervicoj que exaltario 4 Y.
Exc. na tribuna ? Porm pelo contrario no presente se-
cuto ter V. Etc. maldicao da viuvuz e da orphanda-
de, pela execranda administrado

inda continao os salteadores de Palmeira em s :us pro
gressos; mesmo em Quchraogullo forio a casa do pro-
pietario SalusliannoLconido de Siqueira bello, cer-
crio-lhe a casa, e o proprietario pode esconder-se dos
vndalos em um armazem de lia, o depois de saquea-
ren) a casa, roubando dinbeiro, ouro, prata e tuuo o
mais que o mesmo possuia, posero fogo na lia, que
se vio obrigado | elas cbammas escapolir, soffrendo mui-
tos tiros, que milagrosamente salvou a vida, -e ainda
nao parou aqui os seus altenlados nestes poucos dias:
no dia 1." do corrente forio assaltar ao proprietario
Jos Roberto em sua fazenda Lontra; eeste, ouvindo
spro de corneta, retirou-se com os seus amigos, dei-
xando a casa fecbada, e logo depois conlieceo nio sera
tropa do governo, visto o toque da corneta, sim saltea-
dores, por bolsrcm portas a baixo, roubarem e incen-
diaren): entoiio-se na obrigafo de os accommelter,
ajavinvagfJTsBanaw^aTWfaifleJTv
COMMEdGIO.
Consulado.
Rbkdimsnto UO DA 29 DO P. P.
Geral1:839*330 Provncial-46jC80
PRAtJA DO RF.C1FE. 30 DE AGOSTO DE 1845, '
, AS TRES HOHAS DA TARDE.
REVISTA SEMANAL.
Cambios Houvrio diminutas transac(des. eos lac-
eadores offerecem a 25 V>d. p. Ij rs. .
AssucarEntradas de pouca monta, epequeoastraosst-
coes a If100 rs. sobre o Ierro.
Algodio Entruiao, Da semana, cerca da 450 saecss.e
as venda* regularlo, de $ B# 100 rs. >
1.' sorte, e de4J)00* 4j600 rs. de 'i.1
Couros Os desta provincia sio pouco procurados i
120 rs. a libra, e odo Aracjty soprefe- j
ridoaa 126 rs. a dita.
Bacalbo As venda| a relalho regjtlio de lOj I3i
rs. conforme a qualiaktje; nio etcedeada
a sabida, no decurso da semana, a 100 bar*
ricas.
Carne seces O deposito nio excede de 33,000 arro-
bas, sendo as vendas regulares de 2j800 i
3 4 200 rs. a arroba,
Carneiras Vendeo-ie de'l6s 194 rs. a duiis das de
Franca.
Fariuha do trigoNio solTreo altera(3o de preco, neaj_
entrou carregamento algum e o deposito,
be de oito mil barricas. s
Dita de mandioca O mercado est supprido, nio loa-
do soflrido differenca de preco.
Entrarlo durante a semana 3 embarcacoos, o sahirio
11, exislindo boje no porto 61 : sendo 52 brasileirai.
1 dinamarqueza, 3 franceras, 2 hespanbolas, 1 iogeV'
za, 1 portuguesa e I sarda.
HaRANHA, 16 DE ACOST.
Cambios.
Sobre Londres a 25 efle.;.
Portugal 125
Franca 380 por franco
Rio-de Janeiro 5 p.cent des.
Premio de le tras por mez|l'/
a t por ce uto
OURO. Moedas de 6,400 .
Ditas de 4,000
Oncas hespanbolas .
Ditas mexicanas ,
PRATA. Compra.Venda
Pesoebrasj- 98 a 100
i) met cairos 96 a 98
d bespanbes 100a 102
Prata tniuda 80 a 85
Cbrela2 p.lOOdepr.
, 16,800 a 17,201)
. 9,000 a 9,300
. 31,300
51,000 a 31,500
(l'ublicador Maranheme.)
ts, em outra oec*iao, sobre u Etna, e d'ahi para c nio
mudei u lunge cstou de mudar de parecer. O que en en-
tao quera, queru boje, com omito mais ardor, pois a-
gora trala-se de passar do projecto a exocuciv. Em
quanto se vaguea e oscila no imperio das ideias c pa-
pos, nao lio necessaria grande energa, mas logo que se
por o pe no solido terreno das realidades, he preciso ter
rcsuliicao, milita resoluco. E eu a lerci, nio o duvi-
des: o amor de mena subditos, o odio aos sena oppres-
sore emeiis, meu direito e mru dever do runda, a jus-
tica, o orgulbn, a vinganca, todo conspira a exaltar ero
mim esta audacia, que granas a Deus, uuuca we faltn,
Tcm-se-tuc calumniado, Suas ao menos ninguno jamis
me aecusnu de fraqueza ou uovaTdia.
. Corageui s uao he sullieicntc; deve tambcni ha-
ver peraeverunCa
Se cu virase a desanimar, o fraqurjar, vos me sus-
lerieis. Mus teubu confianc* um mim, Itau dobrare; fi.
oareis saliafeito, a rainha aera digna de Castreo. K ev-
dea quo nao seja cu ueste sueetsso mais iuteressada do
quo vVJs, que renuncastes au inundo :'
Almo vingaliva, que mesmo nesto momento dcain-
eeridado, se nutre de fel e viuagre! Nitucn volvereis
sriilinirniu* mais humano*, mais clemente ? NSo lie as-
saz longo o lempo porque leudes ra regado u jugo des-
asa paixes implaeaveis, que tem feito lauto mal aos ros-
aos povos, i vsruesmaP To frac o lie o motel doamer
da patria, que se precise profana-^, cania o asieis, por
urna slliaiija adultera e aaerilcga?
Meu padre, responden Carolina, pt>ndo-lbe amiga-1
lloviaientu do i*oi?to.
Wm. ------*
A'aeio entrado no dia 50 do p p.
Babia ; sumaca br sileira S. .nna, de 72 toneladas,
capitio Joio de Dos Pereira, carga farinba e mais
gneros Uo paiz ; a Novaes & Compsnbia : passa-
geros, Francisco Mala Corte, Brasileiro; Amaro Ro-
drigues Lopes, Portaguez.
'avios sonidos no mesmo dia.
Alcobaca pela Babia ; hiato brasileiro S. Joo, capillo
Manoel Marja, carga varios gneros: passageiro,
Antonio Joaqun) da Silva, Porlugue/.
Loanda, com escala por Benguella e Novo-Redondo,
brigue brasileiro Triumpho-do-Brasil, capitao Can-
dido Forjaos de Lacerde, carga sgo'ardcnle.
Navios entrados no da 31.
Para, Maranhio, Rio-Grande-do-Norte, Ceara, t?W
rabiba ; 17 dias, paquete dovepr brasileiro Impera-
triz.t 450 toneladas,commandanto ocapilaarteosa-
te Jszuiao Lamego Costa, equipagem 30": psiss-
geiros: para o Bio-do-Janeiro, conde do Rio-1'srdo,
Brasileiro,com 6escravos,seirajudanlaE. P. Oleirs,
tsmbein com 2 escravos, tbente Joo Antonio do
saMaaxvjssssaasjSj^^ is un
ignorancia das onfonudsde da na tu reza humana, sflo
sabis qne o mal he a materia prima do bem. Essa* pai-
xOes queanalhematitais, e que et nio desculpo em ai
lucarnas, lem anas fuoceoes/p*>vidcnciacs nn gu
ilos Imnieiis, enlru vomu rletltentoa euiistitulivos'ow-
eessarios as mais louraveis acede*. O lgu inciiulia o
devora as cidades mai floreseeutea, o icnio anniquila
as mais bem ordenada* frotas, e todava ao,m fugo c vento,
o globo inerte e gel.ulo se corrompera em um ar ealag-
nado e em breve pajal i I cute ; perecera nogelodcum
eterno isrveriio.
Para tranaturnar, para destruir, as pnixSes baslo,
inaa parafundur preeiso-selcins.
-' Remis, ou nao pretenso de modo algum jusiifie-
luiuhns fraquezas ; dijo-vos smenle cono a grande
obra opera no lohoraloriu ardente e uiuilus vetain1!"'"
ro da poltica. Beiu \des que vos concedo luuilo ". et
t retan tu, a politia tal qual lie, naodeixa de ter para**
eoraces bem formado*, para as nlnins de boa fempers,
sfi invcncivol atiraiTu, c sedueci- iiieistinii ""
una pulnvro, lie una poixao; ora quem dispaixio, drs
fascinaeao, enlev, eegueira, loucura, tuUo que IJ1'"
sarde; tusa he o espirito de Deo* ; soiutajaumu beiu Ib"
parece. Ai de mim lie cuino em amor', Ba-se seiupri
es mais dignos!'
Aqoi Carolina foi urna pausa, e ficou meditativa
Os
velmente a inSu no hombro, vos suispuru e simples cu-lvihs ddhimados se Iho extinguirn pouco a pul >
uio urna crianca; estimo-ros aindamis. Ka vossa santajtomrao-se hmidos, e na sua dittracflo volvrao-*


II' II
(a* de marinha, 10 do exer- mesma oamra que pilote acha rompto a rece lie r os, ib pblica, na chancellara do consulado de,Franc*
. r,mp(,5 Bello, 26/i'
i,,, ,l9eScravora'I)lrcgw.; pera Alagoas, lente
UjoMiui-Mef"^..^;^^; para Pemam-
:" HMiriqu Vierno. HoUandez.e A.scr.vo n-
Lsar.; para a mes.naprovine. o para acorta, fr.
linio S- Nlnc"' J"'*" ".
[f Jn5o da Sania lmeliajp, fr.Francuccr do Santa
MarDi, fr. Joaqsjim d* PurdjcacSo para rBih.a,
iecraTosa itrew^ ?
u.l.iba i da, ff branEpra ,/T. 5. da Prna,
Pl tonelada.J| 6 Je* JosTeheira, equipa-
m i, carga tofafPRabgue ; o marte. ,
M ieio ; V borM. por de guerra brasileiro Ouaptas-
' 'coinrn'odaoie o uapiiao-iouvls Giiuoii
Cirloi Lasianee ; condut 108 praca* do batalhao de
.rlilharna pe, eonainanjiadas polo capilBp Aleandre
Gomes de Argollo FerrBo; e man o tenente-coronel
Joo Antonio d'Oliveira Lobo efilho, e2 recrut. pa^
mPirabiba.
ii'avios taMio o metmo da.
Rbi- brigue braiileiro Flor-da-.4merica, capilo
jdo'nvino Jos Come, cargamI: passegeiros, Luiz
(amaga, Francisco Antonio Alves, Joaqun Diogo
Milta,Luciana Jacintba, 1 filho mai.or; e 4 escra-
r* Antonia, Paula, Dolfioa o Jacome, crioulos.per-
tencentei a Ca.imiro.de Sana Madureira.
SiUlbeua; sumaea brasilera S. Mipntl-Vinturoso,
'capillo Joao Ignacio da Fooseea: coodtu l e.cravo a
Aicobca ; hiato brasileiro 5. Jo -Yencelar, capitao
Joaquim de Soza Gomes, carga tijolo etulha.
'loro. esla c'idatle na ra do Cebgn toja de Pe
fc uedes, toa *s seilas-feiras das 9 horas ale
as duas da tarde onde o deverfl procurar.
nforno hunesdt Mello
O arsenal de guerra compra azoite do csrrapalo,
dito de coco.e fio do ulgodio: queui esle gnuros quifcr
foraecotCnrandar sua proposta, coin os ltimos pro-
co encajarla (echada, a directora do mesmo arsenal,
at o da 2 do prximo futuro me?..
Directora do arsenal de guerra 29 de agosto de
1845. No impedimento do oscriplurario Joo fi-
Editaes.
tardo da Silva.
A comaiu municipal desta cidado faz sessSo
extraordinaria boje, primeiro de aetembro.
O vapor Imperatriz recebe as malas para os por-
Sul boje. 1.a do correte: e ai correspondencias
Iovchti aor eulrogues na administraco do correio, aa
dais horas imprctemelmente; e pastando essa bor-, pa-
garo o porte dobrado, conforme determina o regula-
mento dos oorreioi.
Lista da$ car tai, vindat do Norte, pelo vapor Impera-
triz, em 31 de agotto de 1845.
Antonio KontoOliveira, Antonio Joaquim Vidal, Anto-
nio JosOliveiraM., AntonioJ. S.'Chriipiano, Antonio
Lourooco do Espirito Santo, Antonio Rufino Mooteiro,
llarlholomeo de Jezus Campos A.,, liento Borges Sil-
va, Domingos Jote Ramos, Florinda Altos Silva,
Francisco Bencio CaivalhoJt^Gervazio Antonio S. ,
Franciico Jos Sonta, Ignaoa Quiteria Gama, Jean
Dubois, Jeronymo Macario F. Joaquim Pereira San-
Jlos Q. Joao Rapozo Sena, Jos Antonio, A. Nevos,
Jos Flix Fragozo, Manool Dial Oliveira, Manoel
D. Martus, Rgerio Jos Cavalcanti.
O Illm. Sr. inspootor da thosouraradas rendas pro-
|incisas manda fazer publico, que, em cumprimento
do artigo \ da lei provincial n 1 ii do corrente anno,
petante a mejma tnasouraria, nos das 1 (boje), 3 e
Sdewtombro prximo vindouro ao meio da, lero
[irrematada, a quem miis der, pelo precoannual aba-
lio designado por tempode 3 annoa, a contar do I.
Idsoutubro prximo futuro a 30 de setembro de
1)818, as rendas proaiociaes queae acliSo a cargo
l^icolleetorias, em torJaaos municipios da provincia,
po excepcio dos de Olinda, Goiaona e S. Anio a
lufcer:
Iguarassoltamaraca...... 379^000
PUBLICACAO LITTERAR1A.
AOS SBNHORpS'SACEBDOTES.
As obras completas dvabbede La Mentais em 12
volumes, chegadaa ltimamente de Franca, e encader-
nada em bezerro com o retrato do autor. Vendem-ie
na ra do Crespo n. 8, loja de Campos & Maja.
nfis'.a praca, por eonta o risco do quem pcitoocer, e
por iiterveucao docorretor livoira, dooaWOappa-
relhos, o piis purtences do navio francez L'i Jume-
aux, capillo Digard, de loto do corea de 100 tone-
lados, anillado a este porlo, onde foi Icgalmcnte con
demnado na viagem quo fi/.ia da Babia, com destino
ao Havre: o rtspectivo inventario do tudo acba-se
na dita chancellara, onde os protendentcs pdem exa-
mina! o, e recorrer para quaoiquer eselarecimentos,
assirn como para saberem dascondicoe da venda.
Avisos diversos.
Na ra Nova, loja d'alfaiate, o. 32, precisase
de oflkiae. do mesmo oIGcio.
Avisos martimos.
Cabo. ,-........... 798^000
Pao-d'Alho...... 1:329*800
Nazaretli........... 1:699*600
Limoeiro........... 18*400
{.Serinhaem........... t25i,,000
iliu-Formoso......... 1:900*000
Btito.....'....... 1:000*000

339*000
278*000
4'26000
951*000
;i-27#000
Brejo.......
Cimbres.....
Garanhum ....
Flores...........
1 Boa-Vista.........
Os licitantes, devidamente habilitados, deverad com-
parecer na sala das sessoes da dita thesouraria nos das
u hons indicados.
1- pira que chegue a polica de todos mandou o
mesmo Illm. Sr. inspector publicar o presente.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaea de
Pemambuco, 31 de julho do 1846.U secretario,u
da Coid Porlocariitro.
Mijit Arehanjo Monteiro de Andradi, oficial da
tmptiialordem da Roa, cavalliiro da de Chulo,
inspector da alfandega de Pemambuco, ele,
I'aziaber, qu nodia 1." d setombro(bojc), ao meio
dii, i porta d'alfandega, su bao de arrematar, em basta
pblica, treze pe;as de sarjas e sutins pretos, com 639
covados, no valor de 347* rs., impugnadas pelo ama-
nuense (abrid Allomo Kigueira, ao despacho por fac-
tura do Kalkmann & Bosemund, sendo a arreinatacao
sul,"iti a direilos.
Alfand^gi, 30 do agosto de 1846.
Miguel Are/unjo Monteiro de Andrade.
Deelaraces.
=Olilm. Sr. coronel director "o arsenal de guer-
m|tem de comprar dillerentei medicamentos para a
"hade Fernando; o sendo Ihe dados os precos desses
medicaoieiitus por dous Sr. pharmaoeuticos dos irais
ccreditadus desta praca; manda convidar aos outros
ars da inesnia profissflo.que quierem forneceros ditos
Jicamenlos, para que hajao.de comparecer nesta di-
'toria ule odia l.i do proiinli futuro mez (boje), para
ila dos rcferdoi precos declararem cot) quanlo por
"lo a lavor da fazenda nacional Ibes fai conta lazerem
venda na certeza de que tudo^deve ser de boa qoali-
ta do arieoal de guerra, 28 de agosto de 1845No
'pedimento do oscriplurario, Jodo Ricardo da Stlva.
^ Qabaiio easignado.'procQrador da cmara mu-
n'ti|ial da cidado de Olinde.avisa a todos os foreiro. da
^^gfeg'S^HasMairjMr'Tifca- i^-^jaavga^5iiwi
cliiijolnieiito para a porta, luir olida Fabio liavia ia|
; "peravn entilo Carolina toroa-lu a verapp.ire-
' 4o etperovn nada, uto deiejava
uenliiiiB
'"o esperara nada, lito deiejava nada, iionlniu
raiamentu detcrmiiiado liada i longe ate dg, ter cou-
"'ii'cia do que oiu ai .e pdaaava, apenas ueae momcMu
" o eiiiimriito da propria exisluniia. Uui petar S-
nana levado de repente ternura, una nspirac^ao
"pretina lliearrebalji) a alma para longo da pulitiua,
'!/' '" re8'l,e,'aiatISji(, ponto quo nao lueuua burrns-
"as, onde o amor habita. Curtfl pni.em foi o arrojo'.
ec'u" '"rio taias, v lornuu a caliir em trra, eaque-
*" atante o tribuno pelo padre.
Ah. ineupailrt-, diste ell um punco yermollia, e
,"! ,a!"' l"'lj ,MM t::!* P3 ICpoli uo. pc.i.U-
o iiiiportmiu, nicu padre, viudo eru mea auoaorqi,
ia'd m^,^'u<1,"",i- A niullicr tcm =iiiri nan UBCeani-
Se'f ,lu 4"c raiulia tcm de Casi
. ? ruc" eoracio tcm
I neiidei niiulia frauueaa com a nutoridade do voaau
I"
divhio
Euauai-mo n renunciar c.a. affeicrs,
d """"ba^liiui, dai-lbo nova tempera pola
'n"e.l.iCoo o pelos roa.u. comelho.. .ze,^
c-b""e""'"" que .. curaco dua principo (
v. e que o amor de eu. aubditoa deva tr o
lorul
",unterio, faiui-iun vmrgonia do* meii uofai
n o. Euainai-iue a renunciar o.u. aSeicrs, tor-
m..l.. T
ico
mor.
de~A^ '0 ,,:cunbece.tei tos mcinia, Scnlioia a vaida-
tud. M uro,P quo ^ f0< pde enginw a KU!
Para o Bio-de-Janeiro pretende seguir breve o brigue
escuna -Fama, por ter parle do carregamento prompta;
podendo inda recebar alguma carga, mormente miuda:
quem no mesmo qui/er carregar, embarcar escravos,
ou ir de pauagem, pde conveocionar com Amorim
Irmaos, ra da Caduia n. 4a.
I'ara o Itio-Grande-do-Sul o Porto-Alegre segui-
r com brevidade o brigue Flor-da-F: quem no mes-
mo quier carregar, e embarcar escravos, pde cnten-
der-se com Amorjm Irmaos, rus da Cadcia, n. 45.
Para o Itio-de-Janeiro segu com toda a brevi-
dadeasumac Amizadt, capitao Manool Antonio de
Sousa Guerra : para carga, passagoiros e escravos a
(rete, ajusta-so com Gaudino Agostinho de Barros,
pracinha do Corpo-Santo, n. 66.
Vende-se o brigue nacional Phedro, forrado de
cobre, ha pouco lempo, mastreado denovo.promptodo
tudo a navegar para qualquer eipeculacSo, de construc-
cao sarda, de lote de 8,000 arrobas: para se examinar
no ancoradouro da descarga, e para te ajustar com A-
morim Irmios na ra da Cadeia, n. M>.
O berganlim nacional Fiel, capitao Maooe!
Marcianno Ferreira sai para o Ass no principio do
futuro mez de setembro ; anda recebe carga e passa-
getroi: a tratar com o capitao ou com os consigna-
tarios FjrminoJ. F. da, Rosa & Irmo na ra do
Vigario, n. 25.
Para a Babia segu viagem com muita brevidade o
patacho braiileiro Veloz, capitao Antonio Jos de O-
liveira: quem nellequizcr carregar, dirija-so ao mes-
mo capitao, ou a scu consignatario Manoel Joaquim
Hamos e Silva,
Para o Cear sai, com a maior brevidado posiivel,
o bemeonhecido e veleiro potacho nacional Laurenli-
na-lrasileira, capitao Antonio Germano das Nevos:
quem no mesmo quizer carregar, ou ir do passagem
dirija-se ao seu proprietario Lourenco Jos das Neves,
na ra da Cruz n. 64, ou ao capitao.
Para o Aracaty sai, coma maior brevidade possi-
vel, por tor a maior parte da carga prompta, a sumaca
Flor-do-Angelim : queic na mesma quizer carregar,
ou ir d passagem, dirija so ao mostr, Bernardo de
Souza, ou a Luiz Jos de Si Araujo, oa tua da Cruz,
n. 26.
Lelcs.
Joa Keller & Compaobia far leilao de grandes
sortimentos de faiendat sussas, francezai e allumias ,
Unto de laa, seda, e linbo como de algodao, e assirn
maii de urna caixa de casimiras averiadas viudas do
hlavrc, pelo navio francez Zilia, capitao lioueber, en-
trado neste porto em novembro do anno prximo passa-
do : terca-leira, 2 do corrente as 10 horas da ma-
nhia no seu armazem, ra da Cruz.
Quinta-leira, 4 do corrente, se proceder i ven-
respeito* Sopunto da vida que chcgastei, deveis dar
li(0es em vez de recebe-la.
Tendea r.nio ; he muilo obedecer como eacravo
desprozivei. inatiiicloa ; quem so nao (uverua a si men-
ino he indigno de gurernar os uniros. Assirn pina, con-
linunu olla paisaud leo trausico de 'un objeelo nu-
tro, asUimus inloianienle do accordu. Tuda a elioida-
ite quo nina cunstituicao, concebida, redimida, evecuta-
da por ros c os vosso aiuijns, pde assegurar a uiu pn-
vo, |ota-la-ha a Sicilia em poueu louijio ; pois quo sa-
bis que ncsie artiga fundimenul leudes plenos pode-
res ; nos vamos em Ara ver por nossn propria experien-
cia, o que pode produxir aesto mundo a leal uniau da
atoridado real cum a liberdade ppalar, Eu juro pe-
ffJIKCeos oprame'vos camervar por todo os meio
sio jirecioso equilibrio, c adstringir-mu Belmente aos
termos do tratado quo nos liga.
Nesse momento Carolina era sincera e nao linlia nn
eapirilu neiiliuma reserva : arrastrada por Castreo, a-
ceitava iranr.amente o papel Uo novo para ella, de rai-
nliu republicana- Son infortunio, som duvida, e ou exi-
lio er.'io as iriinriras causas de una rusolll(ao, cuja ini-
ciativa, nunca lio uvera lomado sobre o llirono o em lem-
po tranquillo. Era ofltro aguillio nilu meuos agudo,
uto menos activo, o sen odio aos Ingleses : para su Tin-
gar dalles para ua repollir dua teiis estados, se baria au-
lecipadamente o eu orgulho d'archiduquesa resignado
aos sacrificio, o nSo reeuara ante couoesiao alguma.
Sabio o o. 46, e acbs-se venda na praca da Indcpen -
deneia livraria ns. G e 8.
. O abaixo assigoado, respondendo aoennuncio,
desle Diario, de quinta-feira, 28 do correlo, decla-
ra ao Sr. Jos de Barros lalco de Lacerda, que o en-
gonbo Ubaqun a do termo de S-irnhaem, per-
tence smente a elle abaixo assignado, que em sua pos-
se o dominio tem sempre oslado, depois do fallecimen-
(o de scu pai, Jos Manuel do Vasconcellos e Mello, na
qualidadb de seu nico hordeiro Djclara mais, que o
diloengenbo foi julgado do referido teu pai, ponen-
tenca em juizo contencioso, quo passou em julgado,
proferida contra o pai do mesmo Sr. Jos de Barros, e
isto ba trinta annos, pouco mais ou menos; o prten-
lo nulil e ocioso' ho o referido annuncio, que nenhum
valor tom : e se adverte, que do exptsto existem docu-
mentos authonlicos. Reoife, 30 d'agostode 1846.
foaveitura de MelloCastel-Branco.
O abaixo assignado, tendo contratado vender a
parte que Ihe tocou em partilha, j julgada por senten-
ca, em o extincto vinculo denominado Porto-do-Ga-
linbas faz o presente annuncio, para que toda e
qualquer pessoa, que so julgor com algum direito, ou
como herdeiro, ou poroutro algum ttulo, a dita par-
te que Ihe tocou as trras do mesmo vnculo, comp-
rela dentro de oito das, contados da publicarlo do
presente annuncio, (a/er suas reclamac,oes; nao o fe-
zendo, se proceder mesma venda, sem que dola se
possa allegar ignorancia. Francisco Duarte Cotlko
SOCIEDAD.:
FHILO-DMMATICA
0 1 secretario lembra aos Srs. socios, que bo-
je ha sesso ordinaria, e pede o com parec monte dos
meamos; pois que temdedar a commissio especial
conta dos trabalhos, de que loi encarrogada.
A agencia de passaportes, ostabelocda na ra do
Bangel, n. 34, translono-so para a mesma ra, sobra-
do n. 9.
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro transloriode
novo a sua residencia, para a mesma ra do Kangel,
sobrado n. 9.
Urna senhora de bons costumes te encarrega da
criaco de meninos de peito, impedidos, o dosimpedi-
dos ; e lambem reeebem-se meninos para so desmama-
ren) no que promoltcm esmerarse: quem do seu
presumo se quizer ulilisar, dirija se ao pateo do Terco,
n. 26, segundo andar: na mesma casa vende-se um
horco, anda em bom uso, com seus cortinados.
Aluija-se um piano, para quem quizer aprender,
polo tempo, e proco que so conveocionar: annuocie.
Prccia-su de um caixeiro Portuguez, que en-
feuda de venda : quem estivci nestas circumstancias,
dirija-.e a ra Augusta, n. 68.
Pergunta-so ao Sr. Jos Goncalves Curado, se
obteve algum privilegio da cmara municipal, para as-
sentar um appaielbo destilatorio de molo continuo, na
ra da Praia ; visto que o art 7 da postura da polica
sanitaria da cidade, de 6 de junbo, prohibe mui positi-
vamente osestabelecimeolos de fogos aclivs, impondo,
alein da multa, a demoliQio do assentamento ; pois que
da maneira lio ufana que falla, parece que alguna
cousa garante a sua estabilidade all.
O abaixo assignado, contestando a resposta, ou
annuncio do Sr. Poinmateau, no Diario do da 29 do
coirente mez, diz, que o Sr. Frederico Fremont foi
sim autorisado por sua mai, a senbora viuva Fremont,
para ezecular os Srs. Boyer o Lamaix, pelo debito em
que eslavao para com dita viuva ; mas, quando essa
procuracao chegou, j se tinha dissolvido a sociedade,
que antes oxislia entre Boyer e Lamaix; e como estes
ero lambem devedores ao Sr. Frederico Fremont, de
certa quantia, que esle Ihes confiou, dero aquellos
Boyer eLamaix, em pagamento, ao Sr. Frederico Fre-
mont a machina de Samt lijlos; o a machina de vapor,
serrara, e de raspar, foi entreguo com os teu. partences,
ao Sr. Frederico Fremont, como autorisado por sua
para pagamento desta, atSao
ont. Por osla fielWlpia' 'o.
Seus aufrusto primos do Norte tizerao bem nutra pro-
metas seos poros para os laucar contra Napoleflu. Mas
ero elle sincero, quando assuu proniettiao ? O resul-
tado levanta contra elle a vui aecusadura, o a historia
(ravou sobre scu tmulo o affroiitosu nonio: l'e-
ll/BO !
Carolina espora va para mol tor em accSo o seu pla-
u a adheso de Castreo, a quol tinha anual: nada a
dotinlia pois Aciitou-io que ella (aria que o rei Fer-
nando dcixasn o seu retiro do 1 icnzia, e quo pela mSos
dedo tomara ella a rodeas do governu. lista putso de-
yia ser u signa! da grande lucia, por Unto lempo reun
tanto traballio preparada O mui pertcncer a Dos.
KroBmdissc Carolina respirando mais a volitado.
Quauto tempo ten lo aspirado ctta hora !
lleguemos Dos, seuliora, para que fecundo nus-
sos esforros o combata com iiosco.
Carolina fui ijoelliar-se Bu seu genuftexurio, e ahi ae
recollieo eiu silencio, emquanto au p dola Castreo em
pe pareca abismado eiu profunda meditacao. Kndercca-
vio-so elle a Dos? e Doo uuvia-os ? Essa t interna,
que se chama con.ciencia e que lie a d'Elle, aiiooiouava
fOs teu rlesignio, eu rcpcllia-us ? Km vesperal da por
cm fugo a Sicilia, e de ensopar cin'snngue os braco nao
linliio elle escrpulos, neui rciuorau P Abaolviao-os
d'ante Milu a seus ullio, a realidad de.a.ua intenco, a
sinecridade de seu patriotismo ? Quaesquer que fbsiem
nesse solemne momento seus pensamentoa intimo, nio
mai, dita senbora viuva,
para o Sr. frederico Fremont. tor osla lieltXp"
conhecer* o publico, qui: a machina de fazer tiio^^a^
do Sr. Frederico Prc'mont, o qual podo dispr dell ;
e a alpeito dola o abaixo assignado nio traiou no pri-
meiro annuncio que fez: mu da machina i vepr,
serrara, d<' raspar, e seus utensilios, nSo pdeonr.
Frederico Fremont dispr, o nem sobra esti objocloa
(em direito alguno Sr. Poinmateau ; porque essa.
objectos pertencem a propriedadeda senbora viuva l're-
monl, a qual oeabum contrito celobrou com o Sk*.
Poinmateau : e nem o mesmo Sr. Frederico Fremont
pde dispr delles; porque aquella senbora viuva lean
dado or'dens em contrario ao abaixo assignado, o quai
por isto he quo lez ditos anouncios, e procura segurar
o direito da mesma senhora viuva.
Jotto Vante.
= O atawi assignado, lendo de (azer urna viagem
a Europa,, a (retar da saude de aua Senhora e corso
antes dse retirar pretende saldar suas contascom esta
praQa e o nio pde fater ji, como deseja sem
um sacrificio; tem resolvido vender 5 predios notos de
dous andares, e dous armasen., sitos na travesa e
por detraz do tbeatro publico um sobrado com frente
para a dita travessa o con os rmateos para o rio ;
lambem se vendo a casa que servo de theatro publico ,
sti, ou englobada com os predios; assirn como SO ter-
renos de 50 palmos do frente, e 150 de fundo, aa
linha da ra da Concordia entre ai duas travesas do
ttonleire e Csldeireiro; cujos terrenos tecm parte at-
terrada e parte alagada, e dao-se por preco muilo coai-
modo a dinbeiro ou a praz : os pretendales a tees
objectos pdcm-ie dirigir a ra larga do Rozario ,
n. 18 onde acharad com quem tratar.
O abaixo assignado logo que tenba lugar sua re-
lirada e fiudjji seus negocios seus estabolecimentoi
ficao no mesmo p em que se scho, debaixo da admi-
nistrado de seu filho a socio estando j na posta de
um dos estabelecimentos. Manoel Antonio d
Jesui.
Quem quizer comprar, ou arrendar a proprieda-
de Casa-Caada no lugar do rio Doce, falle com o
proprietario Jos Francisco Belom ; cuja propriedide
principia no rio Tapado, at o litio do Allemio, pe-
gado a capaila do Santa-Anna.
< Na nouto do dia 26 para 27 appareceo, no litio
do Cajueiro, um quarto ; quem for seu dono diii-
ja -se ao menso sitio que, dando o ligoaei, Ihe ser,
entregue. No mesmo sitio se alugio 4 cata, con mui-
lo bons commodos, e banheiro prompto na beira do
rio para ib tomar banho ; quem as pretender, diri-
ja-se ao inosmo sitio pira ajustar fn tambero se aloglo
por anno.
= Oerece-seum rapaz Portuguex para caiieiro
de ra ou de armazem de assocar, e meimo para
venda ; o qual lem bailante pratica destel negocios ,
eescrevebem; quom de seu presumo se quizer ulili-
sar, aonuncie.
Frederico Chaves, fabricante de licores e
de todas as qualidades de espiritos,
com fabrica no aterro da Boa-
vista n. 26
tem sempre grande sortimento de licores finos a or-
dinario. do todas as qualidades, com muilo rico, letrei-
ros dourados de varias cores, e com bocea praleada, en
garralas pretas, verdes e branca., todas iguaes, por
precos muilo commodos, para vendas e para exporta-
cao; tambero tem verdsdeiro marrasquino de Zara, ti-
nho de caj, da Madeira emgarrala.eemoaiia.de
urna duzia, genebra em botijas e em cansdae.ago'arden-
les do reino, de Franca, e de ans em caada, e em bar-
ra, espirito de 36 graos em garrafas e em caadas,
charopes finos para refrescos de toda, as qaalid.de*, e
da verdadeira resina de angico muilo bom para o
pelo; aprompta toda equslquer encommenda para a pro*
vincia, e para fura delta com todo o asseio ; e respon-
de pelas bou qualidades de todos os liquido.que
vendem na mesma fabrica : .. amostra, .io franca, ao*
compradores.
Rap vinagrinko.
Este superior rap torna i n variare I a sua qual idade,
por nio mofar, nem seccar; nio (ere o nariz, nem pro-
duz irritacoes vertiginosas, porque a .na composicao be
a mais simples possivel. A geral estima que tem tido
este rap pelos apreciador de urna boa rilada, e a ap-
provacio que a respeitavel sociedade de medicina Ibo
concedeo, remato o seu mai. complato elogio.
Novas fornadas desle excellente rap, com a cor mui
escura, se acbio venda nos depsitos da ra da Ca-
deia do Reeife, n. 50 ; praca da Independencia n. 28;
Atterro da Boa-Vita n. 10, e Atierro dos Alogado* a.
209, sonde se vende a 1,000 rs., a libra, de5 libra,
para cima. O embrulho desle rap he axul, e oa roa-
os brancos.
DENTISTA.
== M. S. Mawson, cirurgiio dentista estando para
retirar-se breve paia o Sul; as pessoai, que precisaren*
de mu presumo, darem appareeer quanto antea oa
caa de sua residencia o. 2, na ra Nova.
01 commuiiicarao reciprocamente, eada um gardou pera
si o segredo dn seu corsean.
A noute bavia-se gradualmente approximado, ejas
snas sombras invariiau o gabinete da rainba. Elias duas
triste figuras, ambas imuiuveis e silenciosas nesie oieio
eicuro do crepsculo crio dobradaiuento respailareis,
nao s pela sua propria digoidade mas lambem pela cir-
cuiiisiaiicia que o* reuna. O contraste dos seus vetua-
rius e jerarebia anda mais augmentara o cffeito deate
quadrii sorprolieudedor. Ao deixir o oratorio a rainba
tixuu cm Castreo un olitar claro, profundo, escrutador,
que elle cucaron sem pelanejar,e aoqual reapoadeo por
outro anda uiaii profundo, mai iiivc.tigador. Assirn se
olhario por algn momento sem trucaren) urna pala-
vra. Nesle nltiin,, ulhar se contiuhao todos o destino*
da Sicilia. Carolina foi a priineira a romper o silencio.
Adeos, niou padre, ditse eatendendo-llioa inao, ou
antes ate logo e breve. &
Castreo dobrou um joalho ante ella, e levon aoa la-
bio, cousa que nunca Alera, amloque Ihe ella apre-
sentar.i
Senhora, rospondeo elle, esta mi que V. magos-
tado me ofterece aasignou em outro tempo a minha sen-
tenca de morlo, nas perduu-llie, e a beijo com gratidao,
boje que ella vai ligar c curar aa chagas da Sicilia,
(C#tiiiiar-**-A#.j
X
MUTILADO


ate Vm rpu Porloguez, de idade de 14 anno,
ebeoido ;ba ponen lempo, proleorfe-*e ir rumir om lo-.
''j/e h'"ns doquejiivr | alie : i |uum de seu
preitiroo se quizer utilisar, dirija-se a ra do Queima-
do.B. 52.
=a Me no*; I I>erera""eM!raembirca pa ra os portps
do Sul i aua esrrava Auna de ni;ao Angela.
Sociedade thea(r?l Melpcmenense.
O tocio eocarregado des assignatura* das cadei-
tai fax ciento lodos os Seuhores socios, que pres-
tr3o auas assignsturas que ae dirijio a casa do Sur.
tbcioureiro da mesma sociedad*, para receberem os
nmeros de suas cadeirai, e mandaren) pregar suas
fochadnras.
= Precisi-se de um bora ollaiate para contra-mes
tre de ama toja dndose bom ordenado, desempe-
nhando bem a sua arte ; na ra dos (Juarteii loja de
> ictorino de Castro Moura se dir quem quer.
as O abaixo assignsdo declara ao publico, ou a
quem convier que nao deve nada a cmara municipal
do Recife; porque, tendo o mesmo abaixo assignado
rematado a loja da praca da Independencia, n. 5, per-
tencente ao patrimonio desta cmara passou o mesmo
no acto da rematacao lettras endogadas a vencer at 30
de etembro de 1847. Joo Chriioitomo Fernandez
Fianna,
==A pessoa.a quero de urna olaria desapparecerio dous
escravos dirija-se a ra de S. Rita, n. 5M, que dan-
do os signaos, se Iho dir onde existem.
O abaixo assignsdo continua de boje em diante ,
a dedirar-se a ensiaar a lingos inglesa por casas parti-
culares : as pessoss que quirerein aprender a fallar e
escrever esta lingoa lio necessaria no mundo commer-
cial, tirvio-se procralo na barca dos bsnhos, ou
em sua residencia na roa Formo, n. 2,
Jote da Maya.
Alua-se a casa terrea amado Sebo, n. 3, coto
bono quintal e cacimba por barato prego : a tratar no
armazem de taboado de pinbe, atrax do tbetro.
= Quem precisarde um liomom Portuguez para
armazem, venda, ou padaria dirija-so a venda da es-
quina da polica, n. 21.
=3 Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. 10, da
ra do Queimado : a tratar na mesma ra, loja n. 9.
sb Precisa-se d'uma ama secca de bons costumes,
que saiba cozinbar e engommar, para urna casa de
pouca familia. Dirigir-so ra estreita do Rozario n.
30, terceiro andar.
= Aluga-se urna escrava para fazer o servico de
urna cssa pelo prego de lug rs. mensaos ; na ra do
Collegio, n. 16.
= Arrenda-se o sitio denominado Torre na
estrada de Relem com casa de sobrado muita trra
para pastagem de vaccas e plantagde e muitoa e di-
versos arvoredos de fruto: na roa da Gloria sobrado
o. 69.
= Precisa-se denma ama para casa de pouca fa-
milia, que saiba cozinbar e engommar; na ra das
Cruzas, n. 37, segundo andar.
= Na loja de Hiplito S. Martin & Gompanbia na
ra Nova n. 10 recebero-ie novos sortimentos de
objeetos,. que pertencem as lojasfrancezas; astim como
lindas e boas sedas e setins lavrados e matizados para
vestido, floies sortidas seda: e creps superiores para
chapeos, luvas de todas as qualidades tanto para ho-
rnean eomo para senhora e meninas chapeos de seda e
de palba da ultima moda bicos de blond muto alvo
com.um bordadodistincto e outrosde seda fingindo os
do blond, chicotes do baleia para carro, ditos para mon-
tara de horneo) e senhora aljofares sor (idos, estojos
de mathematica jogos do vsperas e de domin es-
pingardas para caga, caixnhas de ferro de I impar den-
tes e ferros para tirar os ditos espelhos pequeos e
grandes para sala, dio. &c.
= Aluga-se um armazem na ra do Amorim n.
37 com fundos para a ra da Moeda muto pr.opno
para recolber gneros por ser prximo a allandega : a
fallar na mesma ra, n. 36.
Precisa-se alugar um moleque para o servico de
uta boroem solleiro; quem o tiver,queira annunciar por
este Diaria para ser procurado.
Respondo o annunclo do Sr. JooVigne, que
elle nSo tem nenbnns direitos sobre a machina de fazer
lijlos e serrara e tamben a machina de vapor que be
minha, neo da viuva Fremont; pois que tenbo con-
trato passado com o Sr. Fremont, filho da dita ; e avi-
so a quem quer comprar, pode dirigir-se ao Atierro-
da-Boa-Visla, o. B, loja do culileiro, a qualquer hora
do dia. Pommaleau.
LOTERA DO SEMINARIO.
No dia 10 do mez de setembro andio impreterivel-
mente as rodas desta lotera, ou antes, se continuar a
afllueocla da venda dos bilhetes que tem havido estes
dia/: o restante dos bilhetes est venda nos luga
resjannunciados.
Na ra das Trincbeiras, casa n. 25, engom-
raa-ie e lava-se tanto de sabio como de varrclla;
apvompto-se jantares e almocos ; faiem-se bolinhos
de todas as qualidades; e armio-se bandejas com os
meamos ; tudo por prego commodo.
O NAZARENO N. 121
est a venda nos lugares do costme, e conclue a sua
correspondencia particular da corte e Babia que est
muito interessante. Responde ao Aiorrague, de modo
quo elle mesmo se dar por satisfeito. O doutor Mace-
ta mette-se em camisa de 11 varas.
O VERDADEIRO.
As 4 horas da larde estar a venda o primeiro numero
deste peridico a 60 rs. cada exemplar; impresso na
r[rapbia Nazarena. He escripto n'uui estro muito
, a acurado e mostra com evidoncia a perfidia
da facoio praieire : o seu redactor declara nao parlen-
cera partidos. Elle espera todava, que a opioiio
publica julgue bem de seu trabalho ; e, conforme o U-
tor com que o aeolherem, mais se extorcar para o bem
merecer no continuaciodi redaegio : elle conlia mui-
to do bom senso nacional.
Pergunta-sea quem son be r responder, se um ca-
bo de quarteiro tem auloridade ou pude metter
chicote, dentro de ama venda em prelot, estando es-
tes recoibidos por causa da chava esecn lazerem mo-
tim: com a resposta muito obrigado fiear O inimi-
go de despoliimet.
leom perlenee, ou sen elles ; na ra da Cadeia-Ve-
Iba loja a. 50, de Antonio Gongalve da Cunha e Sil-
vas ou'annunce
Comprio se os nmeros do Mercantil do Ri-
de-Janeiro em que vem publicadas as sesadas do se-
nado do mez de julbo prximo passado, principalmen-
te as de 16,18, 31 e 22 do referido inex; quem tijrer,
annuncie.
~==
Comprao-se diarios relhos, a 3660 rs.
dos quarleis Tonda u. 21.
Vendas.
Compras.
Compra-te un sellim ingles, com algum uso ,
Alten-pao e.r bom e barato I
= Vendem-se superiores chitas para coberla, de tin-
tas fizas e de bom panno a 180 rs. o covado : supe-
riores cortes de chita fina de novos padrOes e ebegados
ltimamente de 13 covados, a 3500, 3800 e 4500
rs.; riscados Trancazos muito fiaos, a 300 rs. o cova-
do ; cortes de casta-chitas transparentes de lindissimos
padrOes a 2400 e 2300 rs.; chitas, a 120, 140, 160
e 180 rs. o covado ; madapolio a 150, 160 e 180 rs
a vara ; dito fino, a 200, 220 e 240 rs. dita ; madras-
te muito fino, a280rs. dita; pegas de madapolio,
a 2800, 3200 e 3400 rs.; dito fino a 4000 4200 e
4G00 rs. a peca; madrasta fino,a 5200 e 5400 rs. dita;
ditas, a 4500. 5200, 5500 e 6000 rs.; ditas escuras
chadrez de linbo para jaqueta a 520 rs. o covado
superior selim preto de Maco a 3200 e 4500 rs. o
cavado ; chales de lia eseda, grandes, a 4500 e 4800
rs. ; cortes da chitas de 10 covados escuras a 1600,
1800 e 2000 rs. o corto sendo entre-linas e de boas
qualidades; superiores fusldes brancos, a 1000 rs. o
covado ; zuarte azul de vara de largura a 260 rs. o
covado muito boa (azenda para pretos ; algodio azul
roesclado trancado muito eneorpado, a 240 rs. o co-
vado ; algodio americano largo e encorpdo a 220
rs. a vara ; dito estreito, a 160 rs. a vara ; esguio de
superior qualidade, do verdadeiro e puro linbo muito
lino a loQO rs. a vara ; bretanha fina de puro linbo,
de 6 varas a 2800 e 3200 rs. a pega ; ditas de rolo,
a 1800 rs. a pega ; chila a 140 rs. o covado ; risca-
dinhos novos trangados, muito boa lazenda para meni-
nos a 200 rs. o covado ; castores ou riscados do lis-
tris a 240 rs. o covado ; brins de bonitos padrOes de
quadros a 500 rs. o covado ditos finos muito en -
eorpados e de listras a 640 n. a vara ; meias finas de
algodio para bomom a 3600 rs. a du/ia sendo de
muito boa qualidade ; cortes de cbali ; ditos do seda ;
pannos finos preto e azul, sendo o primeiro de urna
liada vista para pannos de pelas, o o segundo para
pagem a 2500 rs. o covado ; superiores lencos encar-
nados muito finos e grandes, a 440 rs,; e oulras mu-
tas fazendas j mencionadas neste Diario; adver-
tindo-se aos compradores que todas estas fazendas
sio limpase de boss qualidades : na ra do Collegio,
loja n. 1, de Antonio Villarouco & Irmio.
= Vende-se um violio novo sem ter ainda servi-
do com regra inteira de muito superior qualidade,
de madeira de faia de Hollanda, por prego muito com-
modo ; no Altorro-da-Moa-Vista n. 72.
= Vende-se urna preta de Angola, moga com ha-
bilidades e entre ellas a de ser muito boa boceteira e
fiel; na ra estreita do Roiario n. 31, terceiro an-
dar.
= Vende-te urna preta de idade de 55 onnos, co-
znbs o diario de urna casa, e lava de sabio, por prego
commodo; na ra do Nogueira n. 27.
= No escriptorio de Francisco Severanno Rabollo
& Filho no largo de Assembla, vende-se cal virgem,
chegada prximamente de Lisboa, em caixas' pe-
quenas.
= Vendem-se sophs de angico mesas de meo de
sala, bancas, cadeiras, camas, maVquezas, toucadores,
commodas de angigo e de amarello bancas de jacaian-
d cadeiras paraameninas mesas para cozinba car-
teiras de amarello um relogio de parede sem caixa ;
tudo do mais moderno gosto e por prego commodo :
na Cambou-do-Carmo n. 8; tambem se vende junco.
= Vendem-se barricas com farello de Lisboa pe-
lo barato prego de 4500 rs.; nos armazensdo Braguo'
e Antonio Aunes.
4 Vend-se urna mulatinba de 18 annos, reco-
lida, cose, engomma, e faz todo o mais servigo de
urna casa ; urna negrinba de 14 annos, recolbda ,
cbm bons principios de habilidades; 5 escravas, que
cozinhio, engommio e lavao roupa ; 8 esoravos pegas,
bons psra todo o trabalho tanto do campo como da
praga ; um preto de 40 annos, muito forte, por 250$
rs. bom para o servico de urna casa e botar sentido
e trabalhar em um sitio,por a islo estar acostumado; um
dito bom carreiro ; um mulatinbo de 18 annos, bom
pagem ; um dito de 10 annos: na ra uo Crespo ,
n. 10, primeiro andar.
= Vende se sal de Lisboa, em porgues, at 200 al-
queires, a 1440 rs. e a retulbo, de alqueire para bai-
xo a 1600 rs., pela medida velha ; arroz de casca a
3200 rs. o alqueire pela mesma medida ; dito bran-
coe vermelho pilado pelo prego mais commodo, que
se poder ajuslar ; urna porgo de garralas e botijas va-
stas; urna duzia de couros espichados, por prego com-
modo ; urna dita de ditos salgados; tudo se vende pe-
lo menos que se poder ajustar: na ra da Praia, bec-
codo Carioca por baixo da sociedade Tbaliense ou
tr'ora Pbilo-Tbalia venda ao entrar do dito becco.
ae Vende-se urna escrava de idade de 18 annos,
com bonita figura, e com varias habilidades; outra
dita de 13 annos, cose, e he recolhida ; um mole-
que de idade de 14 annos; um mulatinbo do 15, e ou-
trodelS; ambos bont para pagem : na ra Direila ,
n. 5.
Vende-se urna carroga em bom uso apparelhi-
da para cavado; um baobeiro novo de folba ; urna
porrao de taboas de piobo, proprias para hites de
estucar e para fabrico de bahus: no sitio do Moodego,
junto ao do Sr. Luiz Gomet Ferreira.
= Vende-se urna preta erioula de idade de 22 an-
nos cozinba bem o diario de urna casa engomma
liso muito bem lava de sabio e varrella cose e faz
bem renda ; ao comprador se dir o motivo da Tonda :
oa roa do iWondego n. 107.
= Vende-se urna escrava de naci, que sabe 00-
ainbar o diario de urna casa enaaboa e be boa qi-
f Jundeira ; na roa estreita do Rozario, n. 21.
Vende-te ama preta moga, sem vicios nem
achaques, e he boa quitaodeia ; na. roa doFogo ,
a. 44.
=Vend-se om molecole de bonita figur, por ba
ralo prego ; no armazem de farinha defroote do cao
do Collegio junto ao betiquim da Estrella.
benita figura proprio para o so
dits sendo ubi cannico preta maga porfeiticoznhetrs;.
=Veode-se Urna pela moga com habilidades ; e tent; fes :aa larga do Rosario
um preto de naci : na ra Augusta n. 3.
= Vendem-se ainda 12 camisas bem acabadas, de
madapolio por 16,800 rs. ; urna carbur ; e urna
papeleira em bom uso : na ra da Cedeia do.Jtpeife ,
la o. 6, primeiro andar. ''
= Vende-te, no armazem da porta larga do cae
do Collegio farinha de mandioca groase e fina, por
menor prdbo do que a bordo 'visto que nlo te tem de
pagar 0 enorme tributo da intitulada mandinga, aos
pretos canoeiros; tambem se mede pela medida *lh
ou em saccas, eomo melhor agradar aos afreguexes.
Vendem-se cortes de chitas francesas muito finas.de
asientos eseuros, de quadros e listras, cores (ixas, de 4
palmos e meio de largura, e de goato muito moderno,
a 3200 rs. ditos com 13 covado a 5000 rs.
de cassa-chilas de cores Gxss a 2000 ra o em co-
vados, a 240 rs., ditos de chitas.com assento escuro, a
1600 rs. bietanha de rol com 10 varas muito en-
cobada, a 2000 rs., camisa de meia, a 1280 rs., brins
trangados de linho puro cor de ganga e escuro a72
rs., dito brancos, a 1000 e 1280 rs. madapolio en-
festado a 5800 rs. meias casimiras de algodio mui-
to encornadas a 480 rs. o covado, brins francezes de
quadros e listras a 400 rs. o covado, fuslfies para
co'lcte a 320 e 480 rs. j*meias para meninot e me-
ninas a 200 rs. o par'; chitas de ramagent muito fi-
nas de lindos padrOes e do cores linas, a 200 rs.;
o outras muitas (atondas por prego commodo ; na roa
do Crespo loja n. 14 de Jos Francisco Dios.
= Vende-se um pardo de 20 annos de idade con)
principios de alfaiate ; oa ra da Cruz n. 57, segundo
andar, de manbli al as 9 horas, e das duas da tarda
em diante.
= Vende-so farello novo em muito boas sacess ,
pelo mdico prego de 2560 rs. cada tacca ; na roa da
Cruz, no Recife, n. 26, primeiro andar.
= No armazem de Fernando Jos Hraguez ao p
do arco da Conceigio do Recife, vende-te tartaruga de
superior qualidade ; meios de sola ; arroz de todas ai
qualidades; tapioca muito alva e fina ; tabaco em p,
da Rabia em latat de meia arroba.
- Vende-te cha bvsson em caixas de 13 libras, em
porgese aretalho; em casa de Matbeus Autin & C. na'
ra da <4lfandega Velha n. 36.
= Vende-se milho novo, aSSOOrs. a tacca, ar-
roz com casca a 4500 rs. a sacca e farinha de man-
dioca por prego commodo ; em casa de Maooel Jos
Gonealves Braga ao p do arco de S. Antonio.
Vende-se urna muito linda mucama da 15 a 17
annos, boa engommadeira lava de tabio e cose nlo
tem vicios nem molestias algumas; um moleclo de
nagio, proprio para qualquer tervigo nio tem vicios
nem molestias o que se afianga ao comprador: no
Atterro-da-Boa-Vista, n. 26, primeiro andar.
=Vendem-se saccas com farinba do Rio-de-Janei-
ro, a 4000 rs.; ditas com dita de Mag, a 5500; rs. na
ra da Praia n. 49.
= Vendem-se 3 escravot de muito bou figuras, e
mogo ; no Atterro-da Boa-Vista, n. 39,
= Vende-se urna pardinba de 20 annos, de bo-
nita figura engomma cote faz renda cozinba e
lava de sabio ; urna linda erioula de 20 annos cozi-
nha e lava de varrella ; urna dita de ntgio de 20 an-
nos engomma, cozinba e lava ; urna cabrinha de 13
anuos cose e la renda ; urna negrinha de 7 annos;
duas escravas mogas para todo o servigo ; um moleque
crioulodq 13 annos; um escravo peca ptimo bo-
lieiro ; dous escravos de 22 annos, proprios para o ser-
vigo de campo por ja estarem acostumados : na ra
dasCruzes n, 22, segundo andar.
Cero de igreja.
= Vendem so 12 meias caixas, conlendo 100 li-
bras cada urna, com muito bom sortimento ebe-
gadas ltimamente do Rio de Janeiro, pelo patacho
Oliveira; oa ra da Senzalla-Velba, armazem n. 110.
as Vende-te urna morada de cata na ra Motoco-
lomb, n. 67, nos Alogados: a tratar na ra Direita ,
casa n. 6, ou nos Afogados com JosJ Lucio.
= Vende-se um escravo de 25 annos de idade de
bonita figura sadio e com priocipios de canoeiro; na
ra do Amorim, venda n. 36.
=Vende-to colla do Rio-Grande-do-Sul, de su-
perior qualidade e sebo cm rama ; a bordo do brigue
Paquete-de-Pernambuco Tundeado ao p do trapi-
che do algodio.
=3 Vendem-se saccas com milho novo a 4500 rs.;
no armazem do caes da alfandega de Vieira Guitna-
raea e na ra da Cadeia de fe. Antonio deposito de
larioba, n. 19.
me Vende-se sola, coros de vacca, espichados, peo-
nas de ema. e cera amarella ; tudo de boa qualidade :
na ra da Conceigio da-Boa-Vista n. 8.
Vende-se um piano muito bom para aprender, e
por commodo prego : na ra do Crespo, loja n. 1U.
= Vendem-se grsmmsticas portoguezas, da quinta
e ultima edicio, pelo profetsor Salvador Henrique d'Al-
buquerque : no Recife, loja de Santos & Companbia ;
prega da Independencia, loja ns. 6e8, e esquinado
Collegio, loja do 8r. Coulinbo : meia encadernagio,
prego 640 ris.
= Vende-se um moleque, de muito booita figura,
proprio para lodo o servigo d'uma casa, e de campo ;
assim como urna porcio do cera de carnauba : na ra
da Cadeia de Santo Antonio, o. 25.
=Vendem-se duas ptimas escravas, urna de naci,
e a outra erioula ambas muito mocas; tabeo en-
gommar, coser, e coziohar; todas de excedente con-
ducta : oa ra estreita do Rosario, n. 31, primeiro
andar.
=3 Vendem-se meios bilbeles da lotera do Semina-
rio, a 4,500 rs., que corre impreterivelmente no-dia
10 do correte : na roa do Collegio, loja o. 1.
= Vende-se a loja oa ra Nova, n. 18, com os fon-
dos de 12 contos de ris, pouco mait ou menos, ou cosa
01 fundos que agradarem ao comprador: tambem vende-
so fiado com firmas contento, ou permuta-s por
predios nesta praga, ou afiabaldea; fax-se todo o ne-
gocio a vista do comprador: tratar na mesma ra,
n. 32.
Venda-sa cera de carnauba eouros salgados ,
sola couros de cabra e bezerrot; tudo por prego
commodo : oa na da Cruz. n. 51.
= Vende-se ana bonita negrinhs de 12 aouot,
Vendem-se adragoiins rit
da-Janeiro ; na praga da J^T
. = Vanda-se um es
anuos
o. 91.
=Vendem-se saccas coi
.loja n. 1|.
ade d g
roa de S. Bj
3600 rs.
B|
vena da esqu que ra pa^fi ciar, n. 21
=' Na loja do bom barateiro na ra Nova o.lP
acba-59 s Ynds o gsins : risos cortes do icdii*,.
vestidos de senboras setins sarjas Usas o lavraou di
todas as qualidades, lengos.de gasea seda e fil
nbo luvas e meias de seda linbo e algodio pi
nbor menina e bomem rico chales e man
ditos seda e fil de linho, para senhora e menina,
de selim liso e lavrado duraque a marroquim^
ra senhora e menina cbinellas de marroqu
para bomem tollins promptos snarroquins
Diarias, galanteras, nm completo sortimeh
pe de todas as crese qualidade para forro
oigio e barra de tala instrumentos de todas 1
dades para bandas de msica marcial, um
completo de musical para todos os instrumentos
ca, ta u tai, violes, ciar i netasde todas ai qiisl
das e difieren tes precos lvros em brinco piuli"
riscados de todas as qualidades e formas,
precos candsima de todas as formas.para sal.; ,]
e(estudiles, linternas e casticiet de vidro a caini
mingas de vidro lisas e lavradas, ricas jarro com
e sem ellas oleados imitando madeira a de d
t core* para eima de mesas piannos e aecordlos, de todas ss qualidades e tamanfaoi,
gas de idro cera poreelaoa e madeir e __
muito* objeetos do melhor gosto e qualidade pan i(i.
mem e senhora *c. ; tudo por prego muito comawto
Vendem-se, por prego commodo, os pa-sases r. '
guintes, todos mu bons cantadores; sendo un
do, urna patativa da Parah iba, e um bigode :
da Florentina, n. 16
Vende-te um aobrtdo de om andar e solio iB
na roa de Hortai o. 72 livr>e desembarcado ij
tratar na mesma ra n. 106.'
Na ra do Queimao n. 4
tem para vender travs de louro e.de 1
cary de 35 a 4o paijnns de corn|irido,ei
cas de farinha fina de alqueire 1
velha.
Vendem-se ricas toallias de linho'
adamascadas d a 7 varas'de coinprida,!
cQ.m os competentes guardanapos aloalha-j
dos da mesma fazenda de 1 3 varas.delfli I
go, tudo da melhor qualidade e gosfn^
mais moderno que se tem visir, neste gene-1
ro: na roa do Crespo n. 11, loja de H J.j
S. Magalhaes.
Escravos Fgidos.
= Era o dia iegunda-fira do Espirito Santo do
anno paitado, fugio a preta Catharina i de oago Ai-
gola ladina, alta, bastante seca docorpo, seiopt-]
queno cor muito preta % bem feila de rosto olhtij
glandes e vermelbos com todos os denles na re,
ps grandes, e um tanto motlidos,pera dentro ,
convenadeira e rizonba de idade, pouco mais ou ros-
no, 22 annos ; lem sido encontrada na estrada noiadi
Magdalena e nu Atlerro-dos-Afogados vendendo ver-
duras e aos domingos he quasi Constante nomara-
eat dos coqueiros em dito Atlerro-dos-Afogados : bi
poucos das ioi ella vista por pessoa conbecjda, 11-
bindo ds cssa, que algum lempo foi palacio do goveroo
em Olinda pira onde lornou a entrar; he muito pro-
vivel que por all esteja multa visto estar devolulo o
dito palacio : a dita escrara pertence a Manuel fran-
cisco da Silva morador oa ra estreita do Rozario,
n. 10, terceiro andar, ou em seu sitio em S. Amaro,
junto a igreja ; o qual gratificara generosamente 1
quem Ibe apretentar dita escrava.
=3 Desappareceo o pr oto Jos, croolo de idade ds
20 annos baixo, com orna cicatriz na parte direila do
rosto, junto ao queixo ; tem algum embanco na lil-
la coberlo quasi todo o earpo de uns pannos, oflreiil
deoarpina; foi escavo do Sr. Vellez marchante aavl
Olinda, a por is*o o dito escravo be muito conliecido J
001 lugsres de (oirs de gado, principalmente em Igui-
Lrag e Pedras-de-F'egO| cabello grande, e anda bem
vettido : quem o pagir leve ao leu senhur, o deio
da s de Olinda o doctor Cbagas, que sera ge-
nerosamente recompensado t.essim como se persegui-
r com o rigor da le todo aquello, que Ibe der auxi-
lio ou o icoitar.
= Desde o da 18 de maio deste anno anda ausente
0 moleque Luiz, croulo, de estatura pequea, ^os
tesgos: quem o pegar, ou souberondo existe, dirija-'
so ao sobrado n. 9, di ruido Cabug ondo mora lo-
s Lopes Rosa, eenhor do dito escravo que recom-
peniar generosamente o seu trabalho.
= Fugio do ngenho Mazagio, no dia 18 de agos-
to um escrito de nome Jos, croulo .- boi estilan ,
cor algoma cota lula natural dat partes doArscatj!
fui montado em um avallo do anesnio eogeoho ;
qual tara ossig'naes seguintes : rozilho, espido ><"
01 daos ps calcados urna estrella na testa tendo o<
juntada mo direita umi amollada que nio lem ca-
bello ; tambem leve urna sohreanoa e nio lema"
tradat; porm be bem novo ; julga->e ter seguido pi-
ra as parte do Norle por ter vindo do Aracatj "
sido vendido nesti pnga : roga-ie a todis as autor'-
dades policas eeapitaes de campo de o epprebeede-
rem a condwil-oao mesmo engenbo ou no Keci*
a Joaqoim Jote Rabello no Ancily a Friacii
aviar da Carvalhs de quem Ioi eterno-; que
pagos de teu teu trabalho generosamente.
propria para se educar; ora atertTO de 20 asnos, de
serlo
MAN. j NA TTP- DE H. F.
DI FAMA1845,
MUTILADO


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