Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05850


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Full Text
^*rJi!l ""JLL"'"
l n 01 lltlO pub!ica-e Iodos os dia que
I -n forem d<- guarda : o prr-90 da owigna-
I" ,i,edo4/i?s.-M1;"'i'-l r,"tf< <"''<-
I'"r'\ inunde*" :,KII.1I.U-S MI insc-
I*-( -vSo *? r.U por liiilia, 40 rs. en.
'todillt'' -piitP, o as repeucor-s pola m.udc.
iTax' '"'" I"'"''"' sssienatSlea I*6a rs"
PH.VSES DA LA NO MEZ DE AGOSTO.
I .... 1 as fth 5min. da manliiia.
'"' ".',',," 10. 8 b. e 21 minutos da urd.
h^onlea24a64hor.7.U, da.arde.
Quinta cira 28
rARTIDAi DOS CORREIOS.
Goianua, Parahyba, c Rio Orand do Kortc
Segundas r Sextas feiras.
Cabo, Seriiiliaem, Ii Formlo, Porto Cal-
vo, e Hacrvd, no 1.". 11 21 de cada mes.
Garauhitis e pililo a 10 v 24.
Boa-\ista c Flores a 13 e28.
Victoria as QuinrMfdras.
Olinda todos os das ^^^^
PREAMAR DF. HOJF.
Primrira as2 li. c 6 mln. da machia.
Segunda s2h. c 31 minutos da tarde.
DIARIO
do Agosto.
Anno XX N. 190,
DAS DA SEMANA.
25 Secunda B. l.uii, aud. do J. de O. da
2. v., e do J. M. da 2. v.
20 Terca S. ZolVriiio, aud. do J. de D.
da 1 v. e 'I' J. dos fritos.
27 Quarla S. Rufo. aud. do 1. de I). da
3". vara.
28 QulntaS. Agostinho, aud. do Jui de I).
da >. vara, e do J. M. da le. 2. v
29 Sexta S. Adolfo nuil, do J. de I). da
1. v. do eivel, e do i. dos Folios.
30 Sabbado S. Gaudcncia. aud. do J. de I).
da 2. vara.
31 Domingo S. Raymuiido
CAMBIOS NO DA 26 DE AGOSTO.
Cambio sobre Londres. 27 d. por 1| a60 d.
.. Pariz VO res por franco.
> Lisboa l-.'0a 125p.c.pr.p M.
D.se. de le. de boas firmas 1 '/, I '/, p. V.
(Juro On is liesuanholns 3!#VK a 3IJ
a Mneade (U'4(l vel. IWitflO a 18/509
11 de b>100 nov. 17^800 a 18JW
.. de 4/11)0 H/OO a M7O
Pratu l'alaeocf .... 1/.X50 a 2/000
Pesos Columnaies. 1#9S0 a 2#0flU
Ditos Mexicanos l/flt) a I/MO
Mne.l.is de 2 pauc. UTftl a l#80fl
Acfoes da C." do liebcrirfc de SOlDOO ao par-
-. .mx (Annuvir
PERNAMBUCO
AVISO.,
AqucIlM dos Sn. essignentei dcsto Diario, que an-
da nio lalsfizerlo a signatura correpondente ao pre-
KOlequarlel, e que, na forma das respectiva condi-
.,>, i dciaeiUrrecolhda;ai8imcomooquoteem
deixdo do pagar ai que j de mullo se achao vencidas;
hajao de enlrega!-ai ao cobrador desle jornal, ou de ro-
niellul as a praca da Independencia n.-Bell.
PARTS OFFCAt.
Govcnio da nrovinei;!.
KXFEOIEHTB DO DA 23 U<> CORRENTE.
Ofleio-Ao ii.it municipal e d'.irj.haus do termo ele
Garanhun. iii.laiido pela informaca.,, que a 4 do jalho
nroxiiD.. pnad*j Ihf exigi obre o requcrimcnto oin
Le Patricio J.i. Crrela c ...Utos Indios da aldea ou
miiiSo do Ag.n.-Bellas mlioita" a reihtuieaodo nina
porcao de trro., o a prrienca de um misionario
Diio-Ao inspector da lliesoiirana da fecmla, trani-
| mitiind... i fin de Htr a devida e*eiuc0, o decrelo. que
nniiiea lereeiri. escriplurario da coiiladona reaprctiTa n
lliiilielinoGiicdes.de Mello. '
DitoAo cmiinaiidanto das arma, proeurondo saber
o deslino, que de aos 30 renrulns para u exercitu, que,
quindu daqui artiio o vapor Guapiau*, acliaao-se cm
deposito, em BtWdtl do seguir para a corle.
Dito-Au director do arsenal de (nerra, prevemndci
o d'liover ordenado o v.ee-prv.idenle das Ahifias, que
cuna as rendas da mu provinefa, aqui agenoiadns, Fos-
,fm an menil arsenal jiagua os d79#3>8 rs., que eusla-
liuns espoleta* o saocu do baelillia, para all ulinna-
iiK'iiie enviado*.
DitoAn procurador-fiscal interino da tliesi.iiran d
ftucnJ, declarando, qno oa MMbiliai;ao do artigo 4. da
lride'J.lc novembro de 184 coin o artigo 5.uda*ms-
iruicoes de 12 de Janeiro de 184?, aviso de 28 de jiilho
ile 1843, e portara da pn si.leneia de 4 de Janeiro pr-
ximo pa-sado, enconlrnra n solncao da ana iutuiidada
.huilla a cerca dj upplenoia do juit dos feilos do fu sen-
da ;< exigindo segunda via do oflicio e d.icunientos, quo,
rciuclteo em julltO ultimo, qnaildo repreaeiilou coulra
ojuii municipal da primeira vara, por baver incompe-
tentemente ollieiado no julio do teitu*.
Dil.i Ao inspector do arsenal de inarinlia, ordenando,
faca por em liberdade ma, que a junta do sdo rcconbecoo iueapai do er-
viw.
DitoA cmara municipal desta cidode, acensando,
iiribid o seuollcio, em que dava parlo da deiignscflo
di. di.irietos do* componliia dos blllu5es segundo e
lereeiroda gurd nauional do Rccif.s e das repectivoi
paradas. Autoriou-o o coiiiiiiandanle superior da
iHriieiunada'giiarda nocional par* faicr publicar cm or-
d. ni do da upradila doigiuicau.
PorlariaReformando o inajor da primeira Irgiao da
gnirda nacional de Goiannu, Antonio Francisco l'ues
Brrelo; o da segunda Jote Cenar do Albuquerque; c o
triieule-eiirouel do quinte balulhao JoSo pitaco!) de Al-
LiiquiTqiie Cavi,lc8nti. l'oriu subtituidos : o primeiro
par Tliomat Jo-e Taarc de Mello; o segundo por Aiua
ru Gomes da Colilla Rebello; e o tti ceiro por Joao Viei-
ra Au Millo: iioineou se para inajor do piimeiro bta-
lliao da referida guarda na( ion*l a J.ne filippc HeierM
de Mcmtes; c liierao-se us cuaiiauuicaccs do eslylo.
Gojaimando das Armas.
C1RCCLAB, .
Enderecando o Kcwreodo vigario da reguezia de S.
Jos um convite, por parte de S. Ex. Kevm. o Sr. bi-
pi) diocesano, ao brigadeiro commandanle del armas,
par conjunclamente a ollicialidade desla guarnic.o e-
tislirem ao aclo solemoo de benter, e collocar em leu
lui.damcnto, a primeira pedrada nova matrii; trani-
mille o tnesmo brigadeiio aoi olTtciao da 4 cls-
les do exercito, e da exlincla leguoda linhs, os desejos
do nosso virluoio prelado, e wpere, que o meimos
Srs. officiaes cotnparecao na rgreja de N. >. do Terco,
pelas 8 horai d,o da 30 do trrenle, como cordialmen-
leinteressador' no brilbanlismo de tao religioso act.,
Quartel general na cidade do Kecife, 27 d'ugoito de
1845 Antonio Cor-rtia Siira.
INTERIOR.
A UINr.BAl AO DIAMANTINA DA UAUU.
.....Escreeremos boje Igu'nia pouca relexoe cer-
ca de um objecto itsenrielmenle digno da allenco de
nossos Icitore.
He natural, que ou lodo mundo bojeiaiba na Babia,
ou pelo nenos todos islejao habilitados.a fazeruma
dcia niais ou monos aproximada desse fhesouro immen-
o de i quezal, quena cntranba da Ierra guardou a
providencia nos seiloes desta provincia. Taoianba be
lama dessa minas que desdo al^un lempo ettio ien-
do exploradas cm difTercnle lugatei ao sul do rio do S.
'Tancitco, quo bo quasi impossivel, baja abi alguem
|Uc nao tenua outido follar nellss com assombro; que
no admire eise prodigio apenas acreditaicl.
A principio loiao algumaa oas de ouro dcscobertas
casualmente no Atsurua ; em breve cresceo a noticia
desse descobrimenlo, ecoosideravel numero deaveotu-
't iros coireo logo a tentar fortuna : esse oro porm
no loi senau o precui&or de espantla riqueza* que lo
go depni deviso de sor conhecidas. A industii Ditnei-
rt dtsenvulveo-se em todo o lentidol, em todal a
P'fcccoii, movida pelo amor do ganho, pelo aguilliao
da cubiga, pelos eitimulos di ambicio; novo manan-
ci*es de riquezal, novoi iucalculaveis thesouroi, forao
deicubertoi; a chapada diamantina, e todas essai ser-
rai e rioi, e campoi vaititiimoi do Sincora abririo
leu auriferoi seios exploradlo ; pteciosidades c
brilbantci de inestimavel valor ollerecrSo-se de si
meimo e eiponlmeamente ao olboi do homom. En-
lo, e logo, e orno qu instinctamente, urna emi-
gracao numcrosisiima se moV desli capital, de varias
comarcas da provincia, de Minas, do Mio-de Janeiro,
do toda parle; pouco mai ha de Ir annos que dabi te
exlrahio a primeira oitava de ouro, e boje tab/es cima
de quarenta mil olmas babitao esses lugares, eie em-
prego nos Irabalboi da minerar;5o.
Os productos desiei Irabalhoi mineralogicoi, as ri-
queza! que de si prodigahsa esse generoso e abencoado
solo, mal pdenlo ler acreditadas, se as nlo coofirmai-
sem todas ai relaeSe criptas, se o nao repetissem to-
doi o dias as pesioai que dabi regresso. Nos temos
visto cartn que le exprimem desta maneira : o ouro
he commum e abundante em qualquer regato, em todo
te> reno ; ndo lia ouem o queira exlrahir, todos for-
rera aot brilhantes. Fareii disso. leitor, urna idea
mais precisa, le alteoderde, quo, legundo es proprioi
Inglejei de commercio delta praca confcislo, s o ul-
timo paquete, que daqui partio.ha dias,para a Europa,
importou cima de mil cont de ris em brilbanles
eainda terois mai ajanado uizo.se a essa reflexlo qui-
zerdei ajunlar que a maior parte dessai preeioiidades
*5o parar ao mercado do ltio-de-Janeiro, em raiao
do melhor preco por que allli slo p8ga;edlli em mul-
lo maior ponto esperto. '
Mal, perguntaroisvique isto lerdea longo da lia-
bis. que especio de ulitidade colho dabi o governo no
paiz ? Nenhuma abtolutamente responder-vos-ha
por umbtad>o paiz tnteiro ; nenhutna, que nao ha
ah quem perceba verdadeiro interene tendo o eittan-
giiro.
Nioinlo ba eipecie alguma de fiealisacao neisai
laviai, nenhuma providencia conlra essa clamorosa de-
fraudadlo da propriedade nacional, senloque nemao me-
nos a maii ligeira sombra da acclo da autoridide legal
ahise laz sentir, sobre eiiai grande mauai de povo,
que auitn andlo entreguei a li meimoi, aoaeaio, a
discriclo : 6, 8, ou 10 mil habitante*, eehsren Ire-
quentemente em redor de qualquer desse noi elagoi:
perguntai pelo juiz de paz, pelo delegado de polica,
talvez anda pelo piilor, pelo bomem de Dos, nin-
gnem vol o moslratbequasi, norigofdo termo, vi-
da primitiva a que l te vive; he a sociedado arbitraria e
errante das povoaces nmadas : a justica lal-a cada
um a si mesmo como entende, ou como quer; a auto-
ridade existe no man forte, ou no mais audaz.
Nao bcienao pela ndole naturalmente mansa e d-
cil do Brasileiro, que se explica o e tupendo pbeno
meno de se nao baverem, ba uiuilo.deittuido reciproca-
mente esse grandes ajuntamentos.sempro agitado! pu-
iai paixOei do interesie, excitadas pela emulacao, pela
avarezo. Mas se, merce do Dos, por esse lado nao ba
lido ainda a humanidade demasiada raio para lastimar
lanas quintas desgraca sjio para temer, nao heasiim,
inlelizmente, aoi dcmaii leipeiloi. A sade pblica
nao ocha ahi garanta alguma ; nesses lugares insalu-
bres e peililenciies nao ba, nem pode baver, no p cm
que sso eila, efkazei recursos antaroi do que se
legue que grande numero de victimes slo peridica-
mente ceiladas pela morte, e as que o nao ao, tremem
ao medoobo aspecto da peste que incessantemenle a-
merca, e que urna bora se pode desenvolver em horren-
dos estragos, sem que recurso algum a nculralise.
Oru, desse alado de cousas quintas vantagens nio
houtera colbido o governo brasileiro em lovor doi n-
teresies maleriaei do paiz tao malbaraladoa e perdidos
como vao ? quantai fonles de prosperidade a aprovei-
tar, se o quizesie, por pouco que nisso bouvesse de
pora altencSo, por mu moderada direccao que des-
se a esset grandes e multplices ?! A abertura de boas
vas do eomuiunieacoei para o centto, a creaco de po
voi(0esa oova villas e cidades a Iheoria de um re-
gular sysleuia de colonisacao tao urgentemente recla-
mada nessas parageoi.a economa e organisacao da in-
dustria mineralgica, o aproveilimento em liu: de to-
dai csias riquezas que se esto desiir.aodo em pura
perda da naci ; todas essas vantagens, e tantai oulra
que liouverlo de ier-lbei consequentes, nlo de-
penderio boje lenlo de um pouco de pitrioliimo, e
algum movmenlo e accao da parte do governo.
S'um paiz onde o recursos naturaes da vida ido
tanto indo comotntre nt o ido;onde o liomem, por mais
ocioso e inerle, icba em toda parte superabundante
meios de vver; onde Untoi e lio poderoioi elemento
conspilo conlra a emancipteao do Irabalbo; entre um
povo tal, pensamos ni, nada lera lio difcil, como
chegar ao grande fim civilsador e tocial de eitajjoleccr
um lyitem unixerial e completo de coloninclo; levar a
toda a vslidio do pi o Irabalbo, o industria, cimen-
ta l-a, principalmente nai regtoei irida e centrad. lio
poi, em Unto que a providente mo de Deoa, quan-
do renos o pareca, vem remover grande parte detset
enibaraco ; quando urna circumiliocia imprevuta ,
miracul'oia, excntrica a todo o cilculos da poltica,
em anlecipar ai visU* do legislador, lecundar sus
medidas ; e lem violencia e lio suivemeole faz con-
vergir para eite lugare do centro, al agora deipovoa-
dos, numerosas turmas de homens de Irabalbo, milba
res de bracos robustos e vigorosos; qumdo o commer-
cio, a indaslria, o principio da coloniacio ahisevat
por s mesmo insinuar; o nosso governo 14 cruza
bracos, e le deixi litar quedo ...
(Exliahidodo Gtiayturu)
os
PEF.NAIY.B0CO.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIPE.
SESSV EXTRAOBDISAItlA DB 10 DE M VIO DE 1815.
Presidencia do Sr. Mello Cuvalcanti.
Comparecrio os Srs. Carnoiro Montero,"Ramos,
Cintra, e doutor Nery daT'onseca, fltenlo com causa
os mais Srs. Aberta a sessio, ho lida o approvada a ao-
ta da antecedente. O secretario interino, dando conla
do expediente, mencionou os seguintes officos :
Um do secretario da presidencia,remoliendo,d'ordem
do Exm. presidente da provincia, os cxcmplarcs do n-
dice da colleccio das leis, tomo 6." prle 1.*, bom co-
mo do dai decisoes do governo tomo 7.", portencentei ao
anno prximo passauo,
doi decretos di. T2 6 588, da-
lados do 20 30 de julho; 3, 12, U e 20 de agosto;
28 do selembro; 7, 9, 16, 20 e 25 do outubro, e 9 de
novembro do mesmo *nno. lnterada, e que se exa-
rninasse ditos exemplans.
Outro do commandanle superior da guarda nacional
deite municipio, fazendo ver, quo, tendo a lei de 18 de
agosto de 1831 marcado o praio de 4 annos para a du-
rarlo da nomeacio do promotor dosconcclbos de disci-
plina da guarda nacional, secretario e seus e|udanles ;
e constando-lhe, quo um delles lom abandonado o lu-
gar, e le acl.a mudado para fura da comarca, e os ou-
tros poucis veics se piestio *o serviso.com prclexlos de
molestias traia assm o expolio ao conhecimento da
cmara, para quo liouvesse do Ibe communicar, se os ac-
tuaes conlinao uo mesmo exercicio.ou, ie leudo h'm-
lisado otompo de suas nomeacOe, lorio poroutros sub-
tituidos; a lim deque ncita intelligencia poisi o com-
mando superior expedir as tuas orden. Remeltido a
commissio do peiicdei.
Outro da meia pirocbial da fregueza de Garanbuna
remeltendo urna copia do resultado da eleicio, que te-
ve lugar, oaquella firguczia, no dia 30 de mar(q prxi-
mo paisado, segundo as ordcni da presidencia da pro-
vincia. lnterada.
Oulro do engenheiro cordoadot, informando, con-
forme Ibe foi exigido, sobre a pretenglo do coronel
l'rancisco Jos Marlins, no qual pondera o dito enge-
nheiro, quo. nio exstindo urna planta das edilicacoei a
fazer-ie ao lado do Allerio-dos-Alogados, diflkil Ibe
era poder determinar os limites do lerreno requerido
por aforaniento ao Exm. presidente por nio saber le
parte do mesmo terreno 6er precisa par interesse [ -
bheo, o queapoderconbecercomolevantamenlo de
urna plaa do referido lugar. lnterada, e que oeste
acntido se officasse ao Exm preiidente da provincia.
ulrodo dilo cordeador, informando o requermen-
to de Jos Rodrigues do Passo, no qual faz vr, que o
lerreno roquerido p'loiupplieante por aforamento nio
bodosconcedidoi a cmara para logradouro pblico.
Que nesle sentido so informarse ao Exm. preiidento da
provincia a prttmcJo do referido Pisso.
Oulro do dilo coideador, informando no mesmo sen-
tido cima a pertenclo do Victorino Jos de Souxa
Travasio. Que lwe igualmente remcllido ao Exm.
presidente, informando conforme o expendido polo en-
genheiro cordeador.
Oulro do ical da freguezia de S. Antonio, partici-
pando, que cumprra a ordem, que Ibe fra expedida
em porlaria de 20 de alril ulltno, fazendo arrancara
estacada feita em um lerreno da propriedade da cmara,
no lugar do palacio do governo, oulr'ora palico ve-
Iho. lnterada.
Oulro do dilo (iicil, participando, que ai mullas im-
postas por iofraccoes de posturas, no me de abril, m -
portarlo oa quaolia do 5)0j n ; e pedndo o pagamento
da quantia do 0*400 n., ao cirurgiio Joio Dominguei
da silva, de dual corridas de sade, quo com elle le em
dito mez. lnterada, quanlo a primeira palle; quin-
to a segunda, que losie remettidoa contadori pira pai
sar mandado.
Outro do iiscal do bairro do Rccife, participando,
que ai mulls impoitai, no me de abril prximo paita-
do, importarlo em 118rs.; e pedindo le mandaage
pagar aocirurgiao Joio Domingue da Silva a quaolia
de b 100rs., de dual corrida de laude, que com elle
fez em din do dilo mez. lnterada, o que lopassatse
mandado.
Oulro do fiscal da freguezia da Boa-Vista, partici-
pando, que as multas impostas por nlraocdei ai postu-
ras niquelia Ireguezii, em o me/, de abril prximo pis-
tado, importarlo ni quantia de 222* n.; e na fregue-
zia deS. Jos, do l.a 15 do referido me;, oa de IOTj
rs.; e pedindo, que le mandarse pagar quantia de
12i800 n., de quitro corrida* de sade, quo comee
lizra o cirurgiio Joao Domingues d* Silva : e bem ai-
tiro 2| rs. 10 meilre pedreiro Theotonio Joaquim da
Coila, de urna villora leita em urna can arruinada, li-
ta na eitrad* do Manguiobo, pcrtenccote i D. Roza
Francisca de Miranda. lnterada, quanlo a primeira
parte; e quanto a legunda e lerceira, que se passassem
alindados.
Oulro do Gscal da reguezia de S. J. s, participando.
que ai multas impostas por inlraccoes ai posturas, de
25 i 29 de abril ultimo, importarlo em 152* n. ; a
pedindo, quo se rm,ndasse psgar ao cirurgiio Joio Do-
mingues da Silva a quantia de Gj400 n e ao doutor
Filippo Nery Rodrigues de Carvalbo a de 3j20O rs., da
trc corridas de sade, quo fizro em dilo mes. In-
leirada, e que se pitsaisem mandados.
Outro do fiscal da freguezia do Poco -da-Panella, par-
ticipando, que as multai impostas, cm o mei prozimo
(iodo, importarlo na quantia de 10 n. lnterada.
Sendo presentes cmara, pelo Sr. vareador Cintra,
as conditoes dadas pelo cidadio Manoel I'igueiri da
Farii, pelas quaei se comprometi a lizer a publcaclo,
no Piano de l'ernambuco, das actai, oditaea e annup-
cios da mesma cmara, pela quantia de 150#n. an-
nuaes, licou adiada para a primeira sessio, talando
contra o adiamento o Sr. Carneiro Montero.
OSr. vereidor Cintra, romo membro da commissio
do edilicagio, apresenlou o soguinte parecer, que, en-
trando em discussio, resolveo acamara, q.ue lssere-
mcllido ao Sr. vareador Olivcira, membro da meima
commissio, para emiltir a sui opiniio respeilo.
k Domingos Antonio Gotnei Guimariei, reque-
rco ao governo da provincia, por aloramento, todo o
litoral da praca vulgarmente chamada palelo se-
ibo allegando ser terreno de la propriedade, por ei-
criplura de compra que O/era so religioso! do conven-
io de S Francisco.
Por despacho do 29 de julho da 1844, fraouvi-
do o inspector da thc-ouraria da fizenda. que em leu
informe diz, que nenhuma duvida le oflerece, logo
que esta cmara declare, se o terreno pedido pelosup-
plcante eslt, ou nio comprebendido no quel mesma c-
mara ja lora dado para logradouro pblico. Em 9 de
agosto do dito anno, ordenara o Exm. preiidente, que
a cmara informe a semelbante respeito, e em Janeiro
do correle anno beque fra presente a com minio de
edilicacio pira nterproseu parecer a villa dos docu-
mento!, que Ibe lorio franqueados.
o Tendo a commissio examinado o titulo de iiora-
menlo do torreno cm qestio, observa que com toda
a auticipacio requerir a cmara municipal, e Uto fura
concedida para logradouro pblico, loda eilensio do
terreno, que abrange a peticio do supplioante, menos
na parle, quo diz respeito ao que te acba comprehendi-
do entre o litoral de E e, deitorcendo com o lado do
convento dos rrancitcauoi, por te acbar designado no
plano da cidade pan novas edifcacoes;deliberacao esta,
que a cmara municipal tomara posteriormente! requ-
ncio doi ttulos de aloramento. E como, no enlonder
da commissio, a cmara deve ler a primeira em inten-
tar a inallerabilidade doi planos e risco dii noval ed-
(cacoei, que se acbao consignados no plano di cidade;
por isso penia e julga a commissio de edilicacio, que
se responda ao Exm. presidente da provincia,que o ter-
reno em questio, nio est no caso d'aquelles, que s ca-
mara posia dispensar a serventa pblica, cujoi ttulos
de aforamento j Ibe lorio concedidos ; e que se con-
ceda a quem do direilo competir ai licencn requeri-
das para edilicacao na parto, que se acba anignalada em
oplano da cidade. Recife, em lOdemaode 185. O
\creador, Cintra Manoel.
O Sr. vercador Mello Cavalcanti, como membro da
commissio especial encarregada de examinar a preten-
do de Manoel Rodrigues de Albuquerque, apresenlou
a segunle expolicio, sendo ndeferida a preteneo que
a molivou.
A commissio especial encarregada de examinar a
pretencio de Manoel Rodrigues de Albuquerque, pro-
prietiro de urna casa principiada a edificar na ra
do Hospicio em terreno oreiro ao bario de llama-
rac, depon de proceder aoi neceiiario examei, okte-
ve saber o leguinta : 1.", que o lupplicante, era lese-
reiro de 1844, obteve licenca pira a referida edifica-
cio; a qual, segundo o informe do engenheiro cordea-
dor, datado de 6 de marco do meimo anno, foi princi-
piada e levanUda al a altura de receber madeira, sem
licenca da cmara : 2., que do meimo informe comU
e foi verificado na planta pela commissio, que acata
em questio, pela Ircnte, est no devido aliohameato;
porm nio pelo lado do Sul londo etti projeclada urna
ra), estando collocada de urna maneira tal. que a pa-
rede do oitio do Sul entra pela ra projectada, na fren-
te treze polegada, a no lundo qnni, ou maii de meta-
de da largura da mesma cita : a viata desta expolelo, a
cmara fica habilitada a resolver acerca destenegocio,
no qual a commisiio te abitem de eratllr a lite opi-
niio, reservando-se para, na diseustlo, dizer o que en-
tende sobre o mrito da pretencio do lupplicante. Ke-
cife, em 10 de maio de 1845. Mello Cavalcanti.
Carneno Montero.
OSr. Carneiro Montero apresenlou o segunle pa-
recer, que forapprovado, e no mesmo sentido despa-
cbido o requerimenlo, quo o ocisionou. >
A commissio de petkoes, a vala da replica de Joio Igna-
cio de Avila.be de parecer, que teja ndeferida, viito que
ella nio pode adiar informaeSe,que lo*eir.ms la vnraveis
orequerente do que ss que ja apresenlou em leu pare-
cer. Recife, 10 de maio da 1845. Carneiro Mon-
ten o.
Poi remeltido a commissio de edificicio o requeri-
menlo de Jlo Mauricio de Barro Wanderley, acom-
panhado doi nformei doengenbeiro em ebefe dii obras
pblicas, e engenheiro cordeador da cmara, cuja pre-
tencio lora a cmara enviada por despacho do Exm.
preiidente da provincia. A cmara deliberou, que se
ofQcissie io Sr. vereaJot Olivcira, para que, expediado


&
suasordens o foitor da compsohia dos iibeirinbos, sc-
j pela inesina removido o entulho existente junto a ca-
sa de Joaquim Jos Ferreira, sita na ra da Po/ da fie-
guezia de S. Antonio.
A requeriincnlo do Sr. Ciatra, o Sr. vcreador pre-
sidente passou a lazer a nomeaiao doi seguinles Srs.
voleadores pira incmhros das nov.ii comniiss" 8, em
virtudo do.tiuo Io do regulan.ento interno da c-
mara : a saber, pira a commissSo de cdificacSo, os Sis
{tamos, o Oiiveia: p.ira a de ssde, os Sr. doutor Nc-
i} Cintra: para a de policio ni Sr*. Curuoiro Mon-
tnro, o Barros: c para a de pelires, o Sr. Mello Ca-
vajcauti.
Despachrio-se os seguinles icquorimcn'.os: dcFran
cisca Anglica do Sacramento, Manoel Francisco Bas-
tos, Manoel Peasco, Joao Leite de Atevedo, Anto-
nio Leite de Pinbo. Miguel Archanjo Vonteiro de An-
dras4, Jos Antonio Fram isco, Bento de Barros Fal-
ciodo Lacerda, Joaquim da Silva l'ereira, Jos Das
da Sibra (2), Joio de Pinbo Rorgos, Joo Jos da
Silva Dulri, AntonioPaes da Silva, I). J.iaquina Joso-
pba Lopes, Joaquim Fernandos.de Atevedo, Antonio
Vieiri C'jlho, Placido Peroira da Silva, Manoel Ho-
tingues de Albuqucrque, Joao Igoaciu Avila, Joio Xa-
vier Carneiro, Lu Jos Marques, Antonio Rodrigues
da Cruz, {Joaquim Jos Ferreiro (i), Antonio Jos
Fenoira Lima.
Porto remettidos a commissSo do sode os requer
melos, de Joaquim Jos Dias Pereira, Frederico Cha-
ves, Fslevio N. Menard, Francisco Josdo Arcvcdo :
a rommiss3o de cdificacio, os de Luiz Jos Marques,
de Franca & IrmQo, e dcTbomai de Aquino Fonsrca :
e commissSo de petices, o requerimento do Joao
Miguel Teixeira Lima.
O Sr. presidente marcou para ordem do dia: 1 ,
leitura de oflcios e pareceres do commissoo : 2.", dis-
cossiio da proposta apresentada pelo Sr. vejador Cin-
tra, relativamento a polica dos mercados publico-: 3.",
despachos do requerimentos c discussio de objeclos
adiados: i.', proposls, requerimentos e indicacOes dos
Srs. vereadores. E por ser dada a hura levantou eses-
so, c para constar, le so a presente cm que assignou
a minara. E cu Luiz de Franca e ft/ello Jnior, se-
cretario interino, a escrevi. Millo Cavaltant, oro-
presidente. Carneiro Muntetro. liamos. Ctn-
lia. Dr. Ntry da Fonseco.
CORREIO.
CORRESPONDENCIA DA CIDADE T. PROTINCIA.
NSo uni nada neme mundo : guio, ventas est rila
me*', Hoiilcm promclti fallar rio lal u|i|.lenle, o hnje
n.in falln il.i tal supplontc Nao fallo do aop|lcntc, por-
que o aupplcntc nio he vacea, nica omisa que nao en-
joa, .iiiiI.i que venlin lodos > das : tcnliaoassim enten-
dido na ii.....m leitorca Tambeni nao locarei h'.je no re-
(|iii'riineiilii dii ai lisias; todo c.oiiheccm a raiio, que
llies assiatc para sr doereni, o nio so deve a, orlar com
is amigos. Talvi't M Icitores, no clirgaicui aqu, digio
l.i conmigohojfl de nada quer tallar u Correio En
ganao-sc; pnis o Correio qner fallar, e la Vli, senSo por
ver, por onvir. O principiafavor e graea aos amigos,
que julgo ter por fontc prxima o amigo proverbio
para amigo mana rotas nao he tbeorieo, mas le ni sidn
levado a pralicn por seu autor. Deixando no linleirn nu
tros (actos, o grande acolliinicntii dado n um reo, que,
devendo estar preso, anda aolto e livre. o lem entrada
llieamu cm palacio___emporra prlu* ollios a prntira dn
grande principio conciliador favor e grara aos ami
gol... Main Vale cahir era graea do qno ser engranado.
Ditera, que, qoaiido n oommaiidaiito do balnlhao de
S. Joa f.ii Lunar pnssc un domingo, caliira o nnijor do
cavallo; ora para qno cscollir.in o dia de S. B.irtbolo-
nico para isao ? Senislo se un deannhre nio agmiro.
nao sei eiilo o que seja agonro lilao. Basta do milicias
tritios; va nina alegre.
Pergnntiiii urna vclha anulrasun amiga, quera sera
o padre dn Caraca sobre que tanto se lera fallado lana
cmara dn II lo-dc-Jancii o, responden a viliulia : pois
nao sale'1 O padre Caraca lie o solapadnr, e quer Vine,
ni clhor coraro ?
volucionario. Entretanto com todas estas vaolagens,
com tanta Turca e Untos mcios, com Unta gana no
mando; para que elle voscnubesse, foi umasorteda
lottuna que vo-lo-dco, ou otes lorio os nussos que vo
lo-cedorio, e que binda dopois o 2 de Feveroiro o re-
cusarad, e repollirao. E sois vos que vindes boje d-
ter-nos, que ui por Iracos o ioipoluntes \xe que nos
resignamos ?
Tetn decorrido anno o rneio depoi que esse nl.ndo
ministerio de variadas peines pesa sobre o Brasil coro
sua estulta e mame administracio, o que tetu em todo
esto lempo proclamado oppisitso ? Diz popuLrio
quo respeite os leis e ol.cdccu s autoridades anda
quando desgovernio em nomo dellas, diz as elasses po
Lies que trabalbem, por que do trabalbo lie que somon-
te Uies pode vir honesta subsistencia ; nao procuro fa-
ter proslitos entre os proletarios deleitados, que por
isso uicsmo cstio sempie dispostos a tomar parte em
barullios; nSo promotte nada, por,que pretende lazcr
como ja le, e nio soltar pala ras ao ar ; e at com-
bateo o principio da resistencia armada, que vos por
ve/o e estulticia pregaveis anda depois de estardes dan-
do as cartas ; recommenda em lim em todos os sous
escriptosordemresignaciorespailo as leis. E be
esta opposirao que nio se desmanda, nio lat desor-
lens, nao usa da resistencia armada, porque he Traca !
Ja dissero as (olbas praieiras cousa que nio fbsse co-
mo esta ?
.i..-*t,'R z*2iEi? xuF&faSt ~- .rvj^r^i rryrxxK.:
Correspondencias.
IAKIU M I'EIIaAIIICO.
Aos nidos da genio iiiiniatrrialuln.aoi olhoa da presi-
dencia e dos sena escriptores, a resignacin c paciencia
jiiiji que a nppoaiaaii l'ei iiaiiitmeaia snlire aa inai desi-
lniil is, inslitas, infames perseguir/ocs; a impertnrliabi-
llila.lr < respuito as leia cora que cas nppoaicAo vai
cumialendo lanos deamandoa, lautas arbitrariedades,
tantas insolencias e deapoliamoa, sao devidaa mnente i
I'raque7.i COI que se aelia, .1 illipnleneia ou llullidado de
soui raeioa por quo se aasini 11S11 fra lia muito terin-
nios mostrado quo nunca ii venios prim ipios de ordem,
ncra Tordadeiro amor ao Pait era que iinseemoa.
Concdanlo por um momenlo, quo casa genio oil
cun 1 licito persuadida desta prupoaicao do cuja falaiiia-
de nliaa nu pode dovidai'i suppunlininoa que isto nao
be 1i1.na moa jaoianciu, do quera nao paisa dellas quan-
do menos mente Ser por ventora una pecha, r
quando pecha ser ella to leia. que nos envcigonlie,
que nos desacredito aoa olhoa di populacho? Paraos
minstcrialialas lio a prudencia um vicio? Nfto mereco
ippl.inso o partido quo cauteloso procura gaulinr pro-
slitos, e fortificar-sc, at que posan desalojar do mando
oa sena adversarios? Q110I foi a oppoaic.au que em ai
inesina mcllior medrou, e fet medrar os seos principioa,
senflo aquella quo ao contena do drsmascarar os eeua
adversarios, de palcntear-llics oaerros eattculados alo
que ae llie siglo naluralnienlc deseredito, abadnoiio o
mor le? Somos traeos, impotente, diiois voa temos de
sofircr com paciencia Indi s oa vuaaos erime; mas na 1
lereis a desculpa da nosaa aggreaaao. IC penaais que islo
lio nada?
Maa vos lentas a vos meamos, e aos vossus, quando
ilucia que nio por amor do iioasos principioa, uiaa por
fraqucu o impotencia Vos sotfremoi reaignados Vol-
tai aira os ollma, lioiuens aera criterio, exarainai a vus-
aa paaaada vida cotobiuai-a coma nosaa, e decid. Maa
falha-vos |ra laiu ludo ; neiilniiua das qualiiludea ne-
i'caaarias posauia, e penaaia illudir ua oulroa, por que
. Ta HWanioa VuS illudis.
Quando cre* opposicionistas, eicitavcis a popula-
cio a desohedieneia, intriveis es elasses pobres con-
| tra as ahuladas, insuflaveis as paijoes violentas dos 0-
ciosos o vsdios contra os laboriosos e entregados; pro-
meltieis o que nio podieis obter mesoio para vos, com
a intencio formad de illudir, e de bigodear depon os
iludidos no ajuste de contar, em una palma, mina-
veis o throno, solapaseis a monarebia, proganisa re-
sistencia armada. Di/ieis s par d ludo isto que ciis
um partido iminenso, lio 1 rte como grande.Conspira-
veis, estaris armados, tinbeis arsenaes, conjurados por
lodu a parte, planlaveif por toda a parle o espirito re-
Sn. (edtelo:es. Depois que o Sr. Epaminondas Su
ipiesenlou, como D. Ouixote, atacando moinbos por
castellos, era mu natural, quo o seguisse algum San
cho-Pansa; e com effoito abi apparecco um calunga es-
carranchado no /).-novo, com um escudo de papeleo,
capacete de papel pardo, e a lunea em risle, para defen-
der o Sr. Antonio Joaquim do Mello; oqueellelez
com urna coragem igual do lamoso goveroador da
llha-dos-Lagarlos.
Os maiores calumniadores 1 sforcio- se por nio o pa-
recen m c fui por isso, que o tal l'ansa tentou desfar-
gur-se com a mascara de iniinigo da calumnia; mas, se
vizetra Ihe oceultou as trombas,o capacete deixou-lbe
l lora as orelhus de onagro ; porquo nio podo passar
alni das bossas da estupidez e perversidade.
Nao era da miuha intencio distrabir-mc outra vez
dos mi'us estudos para mu dirigir vo publico, sean
quando o Sr Epaminondas so resolvesse a refutar, da-
do, que Ihe Tsso pnssivcl, aquillo que por este Diario
eu hatia dito em defensa de mcu pai; mas, saliendo que
tinba apparoeido um novo calumniador, que com toda a
estupidez, que Ibeobstruc os milos, e com toda a per-
veisidado, que Ihe envilece a alma, havia injuriado a-
trozmente a mcu pai ( que nao se quer humilhar a res-
ponder a um infame, quo nio lem 9 coragem deassig-
nar o seu mime), e nio podeodo sullocar os impulsos do
amor filial, que nio me permitiera ver meu pai ultra-
jado impunemente, direi em resposta aquillo que fr dv
razio, e que ouvi declarar a meu pai, quando so dolen-
deo, perante alguns amigos seus, das arozes calumnias
inseridas contra elle no .-novo.
Declara o calumniador em primoiro lugar, quo ndo
s< reiponsabtlisa por nada do que ri contar; e diz de-
pois, que meu pai, acompanhado deal0lins assassinos,
coreara em S. Anna a casa do dr. Mues Machado, soiu
duvida com o desojo deassa-sinal o; o que nao conse-
guio, porque algumas pessoas corrrio ernsuadefeza :
que o Sr. Copibmiuc, viudo do Sanl'Anninha, mila-
grosamente escapara de ser assassinado por dous pagens
de mcu pai ; o finalmente torna a declarar, que nao se
reiponsabilisa por estes fados, nem 13o pouco assevera
que sse meu pai o autor delles.
Quera nao achara a mais perfoila comparacio entre o
correspondente e o facinoroso, que, antes do ir expiar
n patbulo .rimes strofcs, aflronta, escarnece e hijo.
ra, grade da prisio, que o oncei ra, o hornera honesto,
que vai seu carainho, e que mo se pode desullionlar do
malvado, qucooflende? Ouein nao v, por esta mauei
ra de fallar, a infamia e a calumnia agrade da irres-
ponsabilidade ? Quo reputaeio, por mus honrada quo
seja, podo boje na nossa infeliz provincia dizer-so se-
gura, sequemdevra trater urna grillieta ao p, pode
laucar inao da pena, e publicar n'um Diario quantas
calumnias a sua imaginacio Ihe suggciir, com tanto
que declare, que nio se responsabilisa por aquillo que
diz ? Os hoinens sensatos som duvida discernirlo bgo
a calumnia entro a estupidez mais crassa o cobarda
mais inlamo ; porin, entretanto, o boinem a quom se
calumnia fica icrido no mais intimo da sua sima, ca
defensa cm que prova a sua innocencia nao clicga inui-
tas vezes aos oliios do todos quantos lrio a aecusaoi o,
que o calumnia.
Ora pois, para quo se veja a difloren^a quo ha entre
o moco honesto o o hornera porveiso; tendo dilo o infa-
me correspondente do .-novo, que nao se responsabi-
lisava por nada do quo dzia contra meu pai, cu respon-
sabiliso-me por ludo quaolo disser contra o tal corres-
ponden le, o provarei : 1.", que o intiluLdo inimigp da
calumnia be um mame c perverso calumniador: 2.,
quo, so elle nao be a viva efigie da estupidez, he o tron-
co do quantos podacos d"asnos esli ospalbsdus por esse
mundo. Para provar a minlia primeira assergio basta
ria dizer, quo o meu pai o o Sr. dr. Nunes Machado
sempre Torio e anda sao amigos; quo meu pai, nas cicl-
ones para deputados, Um dadoconstanleraente o seu vo-
to ao Sr.dr. ;queo infeliz Tavares, oa poca a quo ocor-
respuudenle so refere, nio ficou contento com o Sr. dr.
Nunes, por ter o mesmo Sr. dr na quslidade do cholo
do polica mandado retirar mcu pai, quando Toi levado
mcu pai Tez aquillo quo o correspondente alrma.
He bem claro, que um bomcm, qu%tco> utna posi-'
cao decente na escala social, e que se preza de sor hon-
rado, nio se expresara B6sim, invocando o lestemuno
do proprio individuo a quom se diz, quo ello uflcndra e
quizera essafctnar, so nio livt.so a sua conscioncia tran-
quilla a tal resjioito. Portanto, so os senlimentos de
honra e probidade, quo caracterisio o Sr. dr. Nunes
Machado, odovom obrigar a Tallar a verdade, e por con-
secuencia a negar o Tacto cm questao, seguo-so que
prove por osla parlo a miuha primeira asserv'io ; isto
he, que o correspondente do .-novo be um calum-
niador; que lem tanto de infame, quanto temdegra-
vidade a calumnia, que elle assoalba. O que diz a res
poito do Cspibarihe merece tanto crdito, como o que
disse a respeito do Sr. dr. Nunes : se ello ainda fosse
vivo, meu pai invocara da mes ni a moneira o seu teste-
muDho; mas, como elle ja nio existe, convem decLrar,
que o Capibarihcera homem sem importancia alguma,
a quo nio tinba delle a menor olfensa: e para se mos-
trar quanto he falsa esta imputarlo basta direr, que o
fardo Euzebio da Cssa-Forto, que o sevandija diz ter
sido pagem de meu pai, o encarregado de assassinar o
Capibaribe, nunca foi pagem de meu pai, nem se qur
1 ntrou vez alguma em nossa casa; o que se prova com o
testemunbo do toda a Ireguezia onde moramos. Pas-
sando agora i minba segunda assercio, julgo ser bas
tante para a dem. nslrar a analyso das tres primeirss l-
nlias da correspondencia do IJ.-novo, e conTrontal-as
com as tres ultimss. No principio diz nao be para
responder a corre (I-rijo esta minba miope correspondencia ao publico.
No Ii ni exptime-se por esta maneira o desojo de de-
fender a um amigo obrigou me a escrever em resposta
ao Sr. Florencio, com quanto muito obrigaro ao seu
constante leilor, etc.
Podo dar-so maior chorrilho de disparates em Uo pe-
queo espacu I Aflirma no principio, que nio se diri-
ge aoSr. Florencio, e por lim declara, que be elle
mesmo quem responde! E a tal miope corresponden-
cia lista nem lembra a Joio Maluco : mas, se elle
quizer lorear a accepcio do termo miope- para ap-
plicar a correspondencia, enlio olalPansa o empregou
o hem; porque, se miope vetn a duer falto do luz, eu
ainda nao vi cousa mais obscura do que a tal algaravia.
Os seguintes trechos a que foco algumas relleioes aca-
baruo de provar aquillo, que affirmei.
Itelenndo-se a minba primeira correspondencia diz,
que est certo de que nio lui eu quem a Ii/, econti-
na : eu devena la/er a critica tiesta corresponden-
cia, refutando-a desde o principio; porm, como o >r.
Florencio (filho) diz, que contara hislorias, que tinba
ouvido contar aos seus prenles, eu tou logo contar-
Ihes historias, quo laml>om techo ouvido contar aos
meiis prenles, e que de nenhuma sorte bonrio ao Sr
Florencio, e pelas quaes ndo me retpon\abiliso.
O amigo da calumnia mede a capacidade dosoutros
pela sua : se eu, por ser anda moco, nio pono Tazer
ainda urna correspondencia, segu se que aquella, quo
appareceo com o nome do Sr. Epaminondas, tambera
nao be dola ; porque elle tambera be muito moco.
liefutar aquillo que cu disse,era oque certamante de
via larer se tivesse habilidade pata isso; mas, como nio
o Tez, lira em vigor ludo quanto affirmei.
Lia preciso, que o celebre poeta Boileau vivesse con-
tinuadamente com homens da capocidade do intitulado
iniiuigo da calumnia, para affirraar, que desde o Per
at o Japio, e do Japiu ad Lisboa o mais tolo de lodos
os animaes era o bomom ; e certo be, quo, se elle anda
exislisse.o conbecesse o correspondente do .-novo,po-
dero dizer com toda a razio, que ello era o maior tolo
entre lodosos tolos.
Muito mais tinba quo dizer sobre a analyse de la
correspondencia, tanto na materia, como na forma; po-.
tora, TalU-meo lempo, o por isso s declaro, que meu
pai nio responde, e nem responder a quaesquer im-
pnlacoes, queso Ihe lacio, sem que a pessoa que tal fi
zcr as firme com o seu nome, deixando a capa do ano -
nymo, que so verve para encohrir a calumnia c a cobar -
dia: por igual molivo tambera nao mo permiti mais,
que eu responda a qualqucr outra pessos, que nio seja
ao Sr. Epaminondas: appareoa este, e enlio fallaremos.
Sou, Srs. Redactores, seu respeitador. Joaquim Pi-
res Carneiro A/onleiro.
Ja csrriplura le ceaiSo a amigavel compusiera jlinta
f. tlti v., 1 enber todos os bous do sen devedor Chardo'q*
cessando pm'iao todaa a. obrigaceSoa anteriores, Bcaa'
do amCoto validas aquella, que le novo estipularlo
qu scsobmrttQSo t parte e.oiilialan"', nSo toi,,
por isso appKccSo d diposii;Ao do artigo 363 ifi> cu^
diga oriiirinl, cora referencia no alfnr.i do 12 Uejjb
>eililiro do 17'C; porque lieni longc de ae envergar4\~
em Cliardon, pelo_contr.irio fonda reonnlicre h,.ii.
meUiur boa f, lauto que na raenptnra nteiioionada ^
nj o roinprniiieltci jiagar por Chai don ana nutro ,,.
credoroa, msale tlie concedo longo pram, |,i1ra ^'j**
co do reato da sua divida; c nem odiilia a intencio ""'
queiiuao o depoiiueiito dna lestoiliuolia do f, 24 a"f 4^''
porquo unas depoem aobte fuctoa ouvid 1 do nrUi '
i|iieixos", nutra baseo se rin ouvida vaga, g refer "
se % documentos, que lia devenid ser cilbidoJ""
que ludo lliea lira a credihilidnde,.quo juridicaintu"
mcreriJn; o ;lcpnudo todas ciinslaiitemrnie npc,u,
bre n falta do bal.inco, s quo se eorapromelico Chardon"
esobre seu tranaporle para Portugal, ainda asiim ai
benficas a Chardon; j porque tiseveriu, que elle 1'
reliroo depoi do Puudra calar do posao da uilitcrial"
dado de seos bous, e j finalmente porque aflirmlo,
an balando deixou de ae proceder por lert-m aisim i,n
tratado posleriormenle Chardon e Pondr; aoiTscenrfn* I
qno, quandolueamo houvcsso irapnnliialiifida tal rea'-
peiin, relunlaiido Cliardon prestar-te ao balimea f,^
mrtlido, servira islo de base, dio para a aoclo erimi"
nal, mas para a civil, dcn/niiinada aecio de tacto, C
proscriptasrerbis, segundo iudioa o ruaina Currea Ttt-
lea, iloulriiiodaacc6ea, 233 e 299 : igual aarlo ri-'
bu ana duoiimentoa de f. a f. do que c prevalece Pon-
dr, e ao oxame de f. 1 f. felo nos livros, que uutr'o-
ra porleneoro i Chardon; os quaea 11 nio poden nit.
jndicar : qnanlo aquellea porque ticiiin dvatiluido is
torca pela nova eonven(o, que celebraran; e quan ,
estes, porque, catando oa lirro sem poder de Puudra dea
de a compiiaifuo al agora, e teudo-llio incauto ais*
prsenles antes do contrato, per Ihe servir do uoroia 1
drraoiiatr.icao da niaa.ii cedida, lilu he presumiyel, uuu
com tac laccraces o irregularidades foaseni accedas
por Poudra : e cala preaunipeaoVeeebe usn carcter a>
terdade, se altender-aoa dcelaraco dos fV'.rilo f.que
pelos livros apresonlados nada podiAo rcrifieai; oni.e
convence, que, se olios entAo so aehasai m ncito eitsilo
de incorreccan por clles. cortamente nio portera PnvJ,
dra iirventarar oa gneros que receboo, nem calcuiaati
a quanto monlarilo.
Portanto, e pelo mais que do proceaso so dcprelicndr
julgando iuiprocedenle a queixa, julgo Cliarjjon iaeiit>|
do oulpa : pelo que o escrivao pao aleara do anltra
e pague o querellante as cualaa cm quo o condenuio.
Cidade do Roeifo, 20 do aguato de 4845.AMiguaJ
Jos Francisco Arruia da Cmara.
'.------------------- l'll I I____________
COMMEiiO.
Alfatidega.
Bendiiibkto oodi 27...............IO:167j098
Descarregadhoje 28.
Briguc Rnbim inercsdoiias.
PatachoIlanderslarvio.
Consulado.
Rendibiknto do du 26.
Geral1:7602H Provincial329^011
I'uhlicacio a pedido.
Illin. Sr. doutor chelo de polieia. Di Joio Edu-
ardo Cliardon, que elle, para betn do sou direito,
precisa, quo o cscritao Atayde Iho oorliBquo, era uiml
quo faca lo, si: lera passado em julgado, na forma da
lei, a seiitenca proferida pnr V. S. nos autos de queixa,
presenca do Sr. Manoel du Ca'rvalho, para declarar so
tinba entrado era clubs com is Srs. Csrnciros para a
resolucao em conspquencia do urna denuncia dada .
presidencia por um hroe morador nos Api pucos, quo
enlio era amigo do lodos os governos, o dosgovernos; e
que eu teoho visto muitas vezcs'o Sr. dr. em casa do ini-
nha a,sempre na raelhur harraonia, nio s com meu
pai, como com os meus tos. Ora, se ludo islo be ver-
dade e verdade pura, segue-se quo be falso o que dia o
corresponden le; porque a ser verdade, o Sr. dr. Nunes
de errto nio teria retardes com quem Ihe tivesse que-
rido tirar vida; mas, para mostrar com toda a evi-
dencia a in'amu do calumniador, declaro que ouvi di-
tera mcu pai, que elle esta promplo a subjeitsr-se a
toda; o peso d'uma accuiacio lio grave, e a todas as con-
soquencias que della se possio derivar, se por acaso o
Sr. dr. Nunes Machado disser em sua conscicocia, quej
|ue contra o lupplicanto dora Luis Jos Houdra.-P.
V. S. llii- delira. E. It. M.Paaacacerlidio requerida.
Kecifr, 26 de aguato do 1845. Assignado. SanUs, do
legado supplento.
Por vil lude do despacho supra, certifico, que n sen
tenca do diuilor obelo de polica, que julgou improce-
denlen queixa dada por l.uil Joao Pondr contra o sup-
licante Jo.'io Kduarilc Cfiarifoil, passon em julgado, va-
lo terein-nc passado na cinco diaa da lei, acra que da di-
ta seiilcnra ao recorresae, cuino diapo o artiga 72 da
lei de 3 do dezembro de 1841' O referido he verdade
o consta dos autos respectivos ana quaes me reporto : o
quo firmo em f do meu empregn.
Itci.ifu do Periiaiubuco, 20 do agosto do 1S45, escrevi
o asiiguci cm fe do verdade. eaerivio Francisco Ig-
nacio de Atayde. .
Sentetira do Illm. Si. doutor ciofe de Policio.
Julgo improcedente aquella, quo contra o 1'rancoz
.loo l.ilnni de Cliardon deo Luis Jos Poudra, allribuin-
dn-llio o e.riiiio de banca-rota frauliilcnla, om cnuse-
quencia do ser elle o querellado devedor da quautia de
120 ruiitos doris, o leudo parosle debito aaaiguado
nina eseriptura, em que Ihe fes ctiectiva entrega da go-
ueralidado do todns os seus beua, sob a comlicao do fi-
ear o quoixoau pagu da aua'divida, o obrign.lo apagar
ana deiimi eredorea; o comproiiiolleiido-ae o querella-
do i dar um balnnco para au avaliarem OS gneros cedi-
do, nio ao deixou de curaprir cala estipulictb, maa ate
aimulndt e i landeiiinaniciiic evadi desla provincia "pu
ra Portugal, e prucedondo entilo o qiiexosu um examo
F. a f. 4, polo consulado francci lina livros do coramor
eio do querellado, achuu-oa irregularincnlo escriplura
dos c at mutilados em alguma parir, o que ludo, dix o
qoeuoao, qne revela a un [ o dedo do querellado.
Entretanto refiectidj c eaerupiiloaainenle txinina
diisua a n i o*, v -aa aimproerdenciada qucixa;porqoanto,
sendo piiueipio ineoucuaao, que os pantos poateriorea
derogan aoaniileriores, segoc-ac, que.tendoPoudra con-
tratado, eumo efectivamente contratou, segundo se v
Aloviiuenlu tio forlo.
Vatoi mirados no dia 27.
Babia; 7 dias, barca inglesa Maihesis, de 3G5 tone-
ladas, capilao Alexandre Gordon, equipagem G,
em lastro ; ao capilao.
Coquimbo ; 50 dias, galera americana Orpheus, ca-
pilao Benjamn llill, equipagem Si, carga guan,
nitro, o mais gneros; ao capillo. Tra/. I pssss-
geiros, e segu para New-York : arnbou a eslu | or-
to para refu/er-se de matitimenlos.
Navios sahidos no mesmo dia.
S. Malheus, lancha brasileira Especulador, cfilso
Manoel Jos Marlins, efii lastro, e algumas miude^as.
As.-, firigue brasileiro/'r/ix-'e<.no, capilao Jos da
Silva (Rurosme, em lastro.
Para, barca ingleza Mthisis, capitio Alexandre llill,
que ebegou boje da Babia.
Mar Pacifico, galota americana Jokn-Jay, carga pe-
trechos para a pescara.
OburvacOes.
Arribou a lancha brasileira IV. S da Pina, que bs-
via sabido em 25 para Alcobaca; por ter rrodtdo o inas-
tro de (raquete.
Arribou igualmente o hiato brasileiro S. Jos, es-
pillo Manoel Jos de Araojo Paiva, com carga de li-
jlos.
em
Editae's.
0 Illm. Sr. inspector da tbesourariadas rendas pro-
viociaes manda Tazer publico, que. em cumprimento
do artigo 34 da lei provincial n. 144 do crrenlo sa-
no peranle a niesraa thesouraria nos das 1., 3 a
5 de selemhro prximo vidouro ao nieio dia, sirio
arrematadas,,s quero mais der, pelo precoannual abii-
xo designado por lempo de 3 annns, a contar do I.1
de outubro prximo futuro a 30 de selembro do
1848 as rendas provinciaes que se achira a cargo
das collectorias, em todos os municipios da provincia,
com excepciodos de linda, Goianna o S. Anlao,<
aber:
Iguarossoltaraaraca...... 579*000
Cabo............. 798J000
Pao-d'Alho..........J:S29#800
Naiarolb...........1:699*1)00
Limoeiro........... 618*100
f-eriohlem........... 234,000
Rio-Formoso.........1:900*000
Bonito............1:000*000
Brejo............. 359*000
Cimbres........... 278*000
Garanhuns.......... 420r000
Flores........... 951*000
oa-Vists........... 527*0L'
Os licitantes, davidaraentc habilitados, deverao com-
parecer na sala da sessdes da dita thesouraria dos dus
o boras indicados.
E para que chrgue a noticia de todos msndou o
mesmo Illm. Sr. inspector publicar o prsenle.
Secretaria da thesouraria das rendas provinciaes da
Pernambuco, 31 de julbo do 1846U secretario,/-'"1
da Cot* Porlocarrtiro,


45
,., franc-ieo Jedo Corneto da Vimha, juit d'or-
okios. eauuntrh cidade do Ricte'e fcu termo,
provincia di Pernambuco, por 6. M. L C que
Otos qutrdi. ele.
i c.,*ib-.-r o. comp por csUypitO mi lulgado Ezc-
| ]0 de Csr'vslho prodigo, e pdt -isso fra de
Itrre-er, o ;ijjBiii-.li ""'.'alurj 'aiiftuaaiua mu:lier, Mara Magdalena d.' I.u-
';'. 0 n.jo S(. lizpb'e nelo presente, para que nin-
' cu, elfo contrate sobre seua beni, o nem faca
Lelo de qualidade alguma, pena-de oullidado : o
so psssou por bem fie -ninlia spntenca pro(endH
ni,' tutos do uilineaeio "if Recife, 26 d'agosto de 1813 Francieco
Jooquim Vertir de Citrtalh o z escrever. Fran-
tiieo Joio Carneiro da Imita.________________
Deilaragoes.
^TFrsenal de guerra compre.^) ar* aupprimento da
Ib. de Fernando, 800 sac-oas de larinba : que.n eate
seero tier, e quizer fornocer, qu' ira nianuar a po
Lt, com seu ultimo preco. em '' mcbada,
nostra a ella dieetoria. at o da 30 do correnle mez
Direeiorh. do arsenal de guerra. 27 d'agosto do 1845
Jo impedimento do cscripturario, Joio Ricardo da
_ 0 administrador da meas da r'ecebedoria de rendas
internasgeraes faz saber, que. ero virlude do decreto o.
i 118 do lSdejunho do corrente anno, que se acba ejn
execucao, nao pode peisoa alguma vender, oo munici-
pio dota cidade, cartas do jogar, semque tonha cada
un baralho pago.oaquelle reperttcSo, o sello de ICO rs ;
sob ueoa de pagaren, a multa de 60,000 r.. porcada
, onique venderem. em terem pago o dito sollo, alm de
outras penas, de que traU o a.t. i." do citado decreto.
| Rcceb.doria, 27 d'agostode l8l6. FiancucoXavier
Caialeanlid'Albuquerqui. ,>
i' guarda nacional do Recife.
Antonio Borgw da Fonseoa. promotor da guarda na-
I cional ncsle municipio, para o qualriei.io que corre
de igoslo deite anno ao de 1819, devendo promover
quanto f6r a bcmda juslica, e da regularizado do ser-
liico, avisa a lodosos cidados guardas nacionaes, Can-
lio simples soldados, como inferiores, o subalternos, que
[nao poderera por-ai promover o seu direito, quando
Iforein injustamente atropelados, e castigado!, de Ibe
Iparticiiiarem; aQm do que possa elle participar, a quem
Icumprir, esses excelsos, e promover omaiique convier
II bem dos meamos.
------------
THE AIRO PUBLICO.
A novacotnpanliin italiano data a sexta
rcpresentacSo lyrica qua-rta-eira 3 de sc-
teuibro prximo futuro., de peas escolbi-
das e de geral oceeitaco, entre as quaes os
melbores nedacos da Noiima cmo a ca-
vatina de iNoitm, a de Follion, &c, ckc
Depois desta represe na 9a o o director
resolver se poder continuar 011 deixar
de dal-as, peLs enormes despezas que
elle tein que fazer para o sustento das
ditas representaedes.
Domingo .11, a bentfeo de 2 particulares,
so representar juma excedente peca nova denomina-
da -os succEssoA, ou .scotA d'aovogacia, elitte-
iutos; ciiiainlo-s un duelo, c a jocosa larga o Quar-
Itl dot invalidoi.
Avisos mat ilihios.
toscon*'eradnaimuldos, o antedatados, o por ">
utios, esem vj'g r. A annuncianto reside 110 l.'an
dar da casa d esquina, delrrnte da igcja do Rosaiic,
; 3Q, Mara Magdalena de Luna.
LlM>)i
Sabio o o. 45, eacha-se tonda na iraca da tndepen
deneia livraria ns. C e 8.
O abaixo assignado fax pblico, que vende a par
:e que lem no engenho Burarcma, em Sernh5om, 4 le-
aoas distante do porto do Rio-Formoso, com urna mui-
sendosolleiro, oudopouco famili, e idoso : quemlS-. Jo6 ; cujai casas rendo* 8>j rs. man,..*Jam..
csl'ver nestascircunislancias, dinia-sua rallar a Ma-lqucn qui/er dar. annur.ei.!. .,
nocICuocaiMajJa Silva na ra da Cadeia do Recile, Precisa se tugar um prinwiro r.dar _*
giras distante do porto do Rio -Formoso, com urna mu- r...gU.u...a- wu. a Hu0u.u0 uu ..,,. ......
to toa estilacao. a qual vendo para o SerUo annual- P hornero como para senhora com toda a perfeicSo
' .% ... ___j:j______..1. ituun rninn pnin].io pn'fommir rnsr-r. marcar.
ou no engenbo Gindalii da Ireguezia do Serinlicn ,
rom seu proprietario loao .Mauricio de Bario Wao
derley.
^ l'recita-se de um preto quo seja esperto e de
idade, pngando-se mensalu.cuto 108 is. : no sitio por
detru do 6obraao do (nudo Munteiro ou onuuncic
para ser procurado.
= Ahiga-so aoli-ria do doutor Percira por detraz
do rccolbimento da Gloria com cxcollente embaique:
na praca da Inpcdendencia livraria ns. 6 o 8.
= kngoruma-se toda a qualidade do roupa tanlo
Pura a llahia setue'viagem com brevidade au-
maca Nora-Aurora : quom na niesma quier carregar,
pule entender te com Amoriin Irmos, ra da Cadeia,
11. 5.
Pura a Babia seguir em poucs dias o briguc
l'lor-a". 1 mtrica : quem no mosmo quier carregar,
podo entcoder-so com Amoriui Irmioa, ra da Cadeia
[o.45.
ParaoRio-de-Janciro pretendo seguirbreveobrigue
I escuna Fama, porter parte do carrogamento prompta;
pudendo inda receber alguma carga, mormeote miuda:
[ouoinno nussM quier carregar, eoibarcar escravos,
ou ir de passagem, pode convencionar com Aniorim
Irmos, ra da Cadeia o. 45.
Para o Rio-Grande-do Sul.e Porlo-Alegre aegui-
r com brevidndo o tingue Flor-da-Fe: quem no mei-
1110 quier carregar, e embarcar, escravos, pode enten-
der-se com Amorim lrn.aos, lu da Cadeia, n. 45.
Para o ltio-de-Jjneiro legue coro toda a brevi-
dde a sumaca Amizudt, cpilio Manoel Antonio de
Susj Guerra : para carga, passageros e escravos a
'rete, sjusta-se com Gaudino Agostinbo de Barros,
pracinlia do Curpo-Santo, 0. 66.
Para o Havre sai, no da 1 desctembro.o brigue
fwncei Heaujeu, caprtSo Berindoaguo : paca passagei-
ros Irata-se com os consignatarios U Lasserro & Com-
panhia, na ra da Senialla-Velbe n. 158.
Vendo-so o brigue nacional Phedro, forrado de
cobro, ba pouco lempo, maslrado denovo.prompto de
tudoa navega para qualquer especalacao, do conslruc-
0 sarda, de lote de 8,000 arroba!: para se examinar
no ancoradouro da descarga, e para se ajusfar com A-
nioriin Irmos na ra da Cedis, o. 45.
'ara Bucnos-Ayres freta-se o patachodinamar-
luei Handert, de lote do 146 tonelida!, capitojens
'lausen, de primeira marcha : a tratar com Joaquim
Bap'.is Moreira, ra da Ciu/, n. 7.
A barcada Floi-do-lecife aiuda recebe alguma
c,rga e passageiros, para* Macei e Penado : 01 pe-
lendenles dir.jao-se a toja de Manoel Jos Gontjalves
l!'gi, ou bordo, no caes d ulfandegt.
,^v|sos diversos.
_
A abarxo assiirnada, oradora de seu marido E
'equiel JostdeCarvalho, avisa a todas aspetsoas, aqun.
por ventura seu dito marido algorra cousa deva, que no
pnio de 8 das Ibe venliao apresontar tuis coritas, e li-
'ulos, pelos quaes se crwstituao credores; a lim le que
ella annui.ctnie 01 possa rcconhrccr, e tratar desua,
i.ideinnisacao c os que no sooredito praio o n5o fiw-
'*rn nao se reconbecerao credore, e lerio seos conUa -
mente 4 cont! de n. d'ago'ardente, vendida na porta
tcm muito loas trras de oanna lavradias, e regadas pe-
lo rio de Serinboem, excellente sobrado do melbores,
em lodo o SerinhScm e Una, o sobre toda as bonda-
des que tero este engenho, teih maii a seu favor ter
muito bons Sr. visinhoi: quem dalo so quier infor-
mar, o sabera do Sr. Manoel Goncalvea da Silva. Bu-
rarcma, 20 d'agosto de 1845. Carlot Frederico da
Silva Pinto.
8ub*reve-e para o Guaycun, e2800rs. por
cada serie de 26 numos, e pagoa a vista, nn botica do
Sr. Prannos, ra cstreila d> Rosario ; na loja do Sr.
Bandcira filho, ruadoCabuga. e na typographia na-
aarena, no Afogado, ra Direita n. 1.
O Echo da Vtrdade.
Eiti venda o 2.' n., ai 3 horas da tarde, e muito in-
tcrcssanle, e mellior que o primeiro : espera-se que o
pblico ficar satisfeito, e reconhecer.i que muito jus-
tanionto acolhco o I.* n.
Regenerador bratile'uo.
Sai amanha o n. 11, as 3 horas, dundo urna cabal ros-
posta ao Azonague, ou Macla n. 51. Est muito m-
tercssanle, e refteoli,do, o deve contar com grande
oxtraccao. O doulor Macota ver-so-ha duudo : assim
o quil, assim o tenha.
A typographia naiarena mudou-separa o Afoga-
do, e esta sentada na ra Direita, casan. 1: todcs os
que preciiarem dos seus servicoi, do qualquer opinio
que seao, a acharad prompta, edesembarazada, e n5o
podendo ir 00 Afogado, emquanto so nao restabelcce o
Sr. Themoleo, iroo a praca da Independencia, loja n.
6e S, e na casa do Sr. doutor Jacintho, ruado Cbug,
onde ocbarao com quem tratar.
A peseoa que por algumas vezes lem
mandado na ra de llorlas, sobrado peque-
no de un andar, de varanda de tahoa n.
4q,-levar urna carta ao afoaixo assignado,
cujo "portador nao tem declarado quem a
manda; oabaixo assignado sabe pouco hu-
s ou menos, qual he o negocio; portento
dirigindo-se o proprio a horas que o abai-
xo assignado esteja em casa do contrario
quando o encontrar na na poderirde viva
voi tratar qualquer negocio, ieando assim
satisl'eitos ambos.
Francisco Joaquim de Oliveira Baducm.
Quem der noticia doi livros leguintei: Escu-
do admiravcl(l),oDoutrinadai acc.5os(2),edie8o do Rio,
que frSo furtados da livraria da esquina do Gollegio,
baver 3 dias, ser gratificado.
O abaixo assignado ddara, para conhecimenlo de
quem pertencir, que o engenbo Cbaquinba do termo
de Serinbaem Iho portence, assim como aos outros bor
Jeiroida moruada de Pororocas Jos d$ Batios Fal
ctio.de Lacerda.
Aluga se o segundo andar e solao do sobrado da
ra Direita n. 0, com 9 quartos, 4 salas, coiinha.ben.
arranjado, boa vista, muito fresco, e por muito barato
preco: a tratar na loja do dito sobrado.
Roga-sea quem liver adiado, n quier restituir,
urna garganlilba, obra d'ouro do Rio de-Janeiro, do
leitio de cor/ente, ebata, com colxetes para alar ao pea-
coco, tendo na frente urna pequea chapa ao goslo dos
rontins, oque loi perdida em passeio, nodiaiabbado
noite para amaobecer no domingo 21 do corrente,
desde o principio da ra Augusto, vindo do Atterro-do-
Afogado, at ao entrar na ra do Cdlegio dirija-so a
loja do Atterro-daUea Vista, n. 48, que sera grati-
ficada
__Precisa-so de urna ama de leite livre do pensiles
para criar urna menina em casa particular, e paga e
bem : trata-ie na casa n. 70, da ruadas Cinco Pon-
as.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 20 da
Da larga do Rozarlo, deronle da praca da Indepcn-
Jencia : a tratar na loja de miudezai do meimo sobra-
do, ou na padaria junto ao rresmo sobrado.
No sitio do hospicio do Exm. conselheiro bario de
llamarac, d-se gratuitamente a planta denomina-
dalinaria as pessoas qua padecercm do, retencao
de orines, bastantemente especifica, e propria para
tara padesimeotos: quem a quier, quelle sitio se do-
ve dirigir, a qualquer bora do dia,
Aluga-se u sitio o. 1 na I'reropc, tendo rasa de
sobrado e solio, muito fresca, pintada de novo, e com
bons coromodos ; lem boa cacimba e baixa paracapun:
tratar na ra da Crui do Recil, n. 26, das 9 horas
da manhaa ai i da tarde. -
Ningoem compre, nem faca negocio algum a res
peito da machina de raspar, de errara e de vapor, e
seua pertenec, annunciados no Diario d-Pernambu-
co, de 25 do corrente mei d'agosto. pelo morador do
Atleiro-da-Boa-Vista, n. 5 ; porque essa machina e
seus pertenec nSo sao da propriedade desse anuuncian-
ledoAUerio-da-Boa-\ista, a. 5, e sim da viva Fre-
moot, de Franca; e quero est autorisado por esta para
tomar conla, e dipr dessea objectoi, be o abaixo as-
signado, na ra do Queimado, n 12. loto Vignii.
=Precise-se alugar ou mesmo compra-so uro bom
ftravo bom eanoeiro e que seja fiel ; na ra da Ca-
deia do Recife, loja o. 26.
= Estevo da.Cunha Medeiros embarca para tora
da provincia o aeu escravo erioulo de norr.e Goraldo.
as Aluga-ae um segundo andar 10U0, com.com-
modos para familia na ra do Rangel, n 73: atra-
sar na meima ra n. 64.
Precisa-se do um booiem Portugus ou das
libas que entenda do aervico de campo, a possa
administrar, ou leitoriiar ecraci de um engenbo;
assim como ensina-se a engommar coser, marcar
fazer lavarinlo ; ludo por preco commodo : no becco
doNoronlia 11. 1.
DENTISTA.
M. S. Mawson, cirurgiao dentista oslando para
= M. S. Hawion, cirurgiao dentista oslando para tim, e qualquer ouiro preparatorio, ou. .^u- *uB-
retirar se brevo para o Sul ; as pessoas que precisaren! nho, que no lr demasiadamente longedeite praca, e
.1,. r,... nrarlimA Amam onnaru^nr mi.nln ...lo. n. nn Mital i>C fIklT.1 T- Ci* rm O 1 iantD IHC n tO do! d IICIDU IOS,
de leu preslimo devero apparecer quanto antes na
casa de sua residencia n. 2, na ra Nota.
= Ensina-ie grammatica latina com toda a perfei-
cSo eem breve lempo ; da mesma soite philosophia,
e [heloriea : na ra Nova n. 52, primeiro andar.
Quem quizer comprar, ou arrendar a proprieda-
de Casa-Caiada no lugar do rio Doce, falle com o
proprietario Jos Francisco Helem ; cuja propriedade
piincipia no rio Tapado, at o sitio do Allemao, pe-
gado a capella do Santa-Anua.
= No largo do Carmo, n. 4, cnsina-so gratuita-
mente a menina! indigentei.
= Acabbd de ebegar de Pariz as muito interessentes
Memorias do Saturnino ornadas com 2V curiosas c
bem feilas estampas, em2v. por 6000 ra.
= Precisa-se alugar urna pessoa lorra ou captiva ,
para o sei vico do casa c ra para pouca familia; na
ra do Queimado n. 14, segundo andar.
= Da-so um a dous contos de rcis a juros sobre pc-
nhores do oi:ro e prata boas firmas, ou li\ pntbc a en.
bens de raiz ; quem piatender dirija-le ra eslreita
do Rozarlo, n. 43, segundo andar-, ende so dir a quem
pertence e com quem so deve tratar, das 6 as !) ho
ras da manbSa.
Do seguido andar do sobrado n. 79, da la
Direiti avuou um papagaiu contra-feito pelo lado
do detiai o tomia para as partes do muro da Pcnba;
quem o achou, q.iercndo restituir, dirija- se ao dito so-
brado que o seu dono gratificar.
ea toga-se ao meslie calafate Francisco Pcrcirada
Cunha de fallar na loja da ra da Codcia-Velha n.
(50 para negocio de seu inteiesse.
Casa da Fe9.
Rus estreitado Roiario n. 13.
=s O abaixo assignado tendo estabelecido, na for-
ma da lei o decreto n. 357, do 27 do abril do 1844,
artigo 36 una casa do vender bilbetol e cautellas
de todas as loteras desta provincia prestando p.ir ci-
ta venda fianca como marero mesmo artigo 35; con-
vida a todos os que gostao des te jogo a compraren)
as suas cautellas ; cujas se acbio garantidas com a sua
lianca a lim de que os premios, quo cada um liver
do tirar, seja no dia marcado pagos a vista das incl-
inas caulell s, e na mesma casa.
Presentemente as cautdlai queso achao a venda
sao as do tbeatro publico por ser a primeira lotera ,
que est garantida com a lei cima na qual nao ha-
tera nullidado por ser o seu llicsourciro responsavel
por qualquer abuso ou lalla que bouver do apparecer.
Brevemente so annunciara odia em que devoro andar
as rodas, pela glande cxtrecco.que eslo leudo as cau
tellas por serom de diminuto preco que a todos
decimos a 1^000 is. e vigsimos a 500 is.
Liutiencu Jote Romo de Lunna.
Rap vinagrinho.
Esto superior rap torna invariavel a sua qualidedo.
por nao mofar, nem seccar ; nao leie o narii, nem pro-
duzirritacei vertiginosas, ~
terrea, para a aula publica do S. Antonio, entre oa
palcos do Carmo, Collegio, c n.e ruai ii.UrtnediM ;
cujo al;iielnfio exceda a 200,000 n. : na ra Je S.
Amaro n. 8.
= Um mo-o Poilugucz chegado a esta OUlade .
ba pouco, perito ollicid de pbarmacia se offerece a
qualquer pessoa que use tjeile ramo bis villas do
centro desta cidade, a ir tomar conla de q'jalqnor bo-
tica, dando-so Ibe por seu trabalbo a emprego me-
lado dos lucros, quopowSo havor neeta giro ; quin-
to la qualidade e couducta fara patente a qoem
o pretender: quem de seu presumo precisar, aonun-
= Antonio Joio Baptista Bruno Sardo, ra 9 Ba-
bia.
Um moco casado olerecc se paia enwnar la-
tiro, e qualquer outro preparatorio, em alguaa enge-
prometle esmerar- so em o adianlamento doi discpulos,
confiado! a seu magisterio ; dundo loda as garantas,
que Iho lorein pedidar: quem do seu preilimo so qui-
er utiliiar, annuncie para ser procurado.
Compras.
- Cmprale um scllim em meio uso; quero titer,
annuncie.
tss tomprio se, para fra da provincia eseravoe
de 13 a 20 aonoi. sendo do bonitas figuras pagio-io
bem; na ra da Cadeia do S. Antonio lobrado do
um andar do varanda do pao, n. 20.
leudas.
= Vendem-sc corle* do cbilts franceas muito finas,do
assentos escuros do quadros e lilras, core! lixai, de 4
palmos e meio de largura e de goslo muito moderno,
a 3200 rs. ditoscoin 1J cotudos, a 5000 n., diloi
de cusa-chitas t! tres lixa! a 2000 i e ero co-
vadoi, a 210 rs., ditos de chitas com assento oscuro, a
1000 n. bictanlia de rolo coro 10 varal, omito en-
corpada, a 2000,18., camisa do meia, a 1280 n., brim
trancados de linio purocr do ganga o escuro a720
n.. ditos brancot, a 1000 o 1280 r. niadapotio en-
feslado a 5800 ri ineius casimiras de algodo rou>-
lo encorpada, a 4S0 n. o covado, brins francezes do
quadiosolislras,. a 100 n. o covado, fustdes pa'a
coleto a 3-20 e 180 rs moias para meninos e me-
ninas a 200 n. o par; chitai de ramagens muito fi-
nas, do lindos padrOese do cores tixai, a 200 rs ;
o outiai muilas lan ndas por preco commodo ; na ra
do Crespo loja n. H de Jos Francisco Dias.
=Vonde-se, na praca da Independencia, livraria ns.
G e 8, Hiiloriade Simao de Naolua;Elemenloi do civil: -
dado; Secretario de cartas familiares; Primeiroi conhe-
i-iineiitos para uio doi meninoa que comer ao a lar ;
Expositor porluguei, ou primciroi rudimento! da lin-
goa materna ; Arilbmctica de Besout; resumo de
dita para uso das eicolas; rnetbodo acilimo para apren-
der a ler.
== Vcndc-se cdigo do processo i v.; dito cri-
minal, 1 v. por Josino do Nascmento Silva; coniti-
tuicio do imperio por F. L. do Carvalho Moreira ;
diccionario de Moraei, da quarta edifio 4 t. : na
ruadas Cruzs, n. 39.
ss Vonde-se milhonovo, a5)00n. a ucea, ar-
roz com casca a 4600 rs. a lacea e farinha de man-
dioca por preco commodo ; em caa de Manoel Jo6
Goncalvcs Braga, ao p do arco de S. Antonio.
= Vende-io potassa americana muito nova e
tellas por serom do diminuto preco, que a loaos |jd em barri, equeno> Da ru da
convida a sua compra. Os procos dotas caulella. sao : Xia-Velha armaien. de assucar n. 12,
Cadeia-Velba armexem de assucar n. 12.
=Vende-se urna ferrara com todo! os seus perten-
ece tendentes a meima oflicina com urna porcio de
carvio de pedra o varias obrai feitas o outrai ainda
por acabar de obrar ; e se trpana por aluguel a caa
con. o mesmo eslabelecimento pelo lempo que eon-
, mu ini u .,a.,, ..v... r.- colr 0 mesmo esianeieciiiieiuu (io.u oi>(" <|- .-
porque a sua composico be ,er ao,pr9ienden(ei; pon todo e qualquer negocio
a maii smplei posslvel. A geral estima que lem tido |az mui(0c.)mmodamente : a fallar na mesma lerraria,
este rap pelos eprecadore de urna boa r iluda, o a ap- e||) pra-de-Portai, ra do Brum, n. 7, junto ao muro
proveci que a reipeitavel sociedade de medicina Ibe
concedeo. remaliooiou mais completo elogio.
Noval fornadas deste excellente rap, com a cor mu
escura, ie acbao & venda noi deposito! da ra da Ca-
deia do Recife, n. 50; praca da Independencia n. 28
Atierro da Boa-Vista n. 10, e Atierro dos Alogadoi n.
209, aonde se vendo a 1,000 ra., alibra. deSlibras
para cima. O embrulbo deste rap hcaiul, eoaiotu-
loi brancos.
Sociedade thealral Thalitnu.
= O primeiro secretario avisa aos Srs. socios, que
o bilbotes puia a recita do dia 31 do correte dslri-
buero-se nos dias 28. 29, 30 e 31 em caa do res-
pectivo thesoureiro na ra do Queimado n. 67.
UITerece-ie um moco para criado do urna sala ;
quom de seu presumo se quizer ttilisar, dirija-se a bor-
do da barca da cscavscio tundeada no Forle-do-
Malto.
= Oflerece-se urna ama para casa de um hornero
solteiro.ou de pouca familia para o servico interior;
quem do seu presumo so quier utilisar, dirija se a
ruada Cadeia do S. Antonio n. 16, lerceiro andar.
Precisa-se do urna mulber forra pera ama de ca-
a que laiba comprar e coiinbar; na ra do lloitas,
o. 10, primeiro and. r.
= Precisa ia alugar urna preta queieja desemba-
rcada e cotinhe alguma cousa, para casa de ponca
familia ; na ra Formo da Boa-Viiti n. 1.
Aluga-se urna casa terrea com solio e commo-
doi para do! fau iliaa na ra de S. Bom Jezua das
Crioulai : a tratar na ra do Queimado, n. 4.
= Precisa-se fallar ao f-nr. Fernando Pereira de
Caalro Jnior, morador na cidade de Ulinda a ne-
gocio, quo Ibe diirespeito : na ra da Praia n. 22.
= Joio Baptiita Podesli retire-se para fra da pro-
vincia.
= Precisa -le de dous caixeiros para padaria ; quem
estiver nestas circumstancias, din ja-so a venda n. 16,
esquina que vira para o Mundo-Novo.
A pessoa, que annuociou, no Diario de 21 do
corrate, precisar de 200 n wbre um escruto diri-
ja-se a ra da Conceiclo da Boa-Vista n. 20.
tm Precisa se de um cont de rii premio coa
bypotbeca em duii caiaa trra lita no bairro de
do arsenal.
= Vende-so rap rolio hamburgus, em meiai gar-
rafas chegado polo brigue Polidora ; na ra da Ca-
deia loja n. 16, do Bourgard.
- Vende-ie cha hjsson em caixai de 13 libras, en
porcesearetalho; em cesa de Matheui Auti & C. na
ra da Ifandega Velha n. 36.
_ Vonde-se urna preta moca, de 18 annos en-
gomma liso lava de. labio. a cozioha o diario de
urna casa; na ruado Rangel, n. 54, a IraUr com
Victorino Francisco doi Sanios. t
= Vende se um preto de 18 20 annos lem iicioa
nem deleitoclgum pioprio para qualquer servico;
no Atierre da-Boa-Vista n. 26, primeiro andar.
= Vendem,se ricas sarjas e sedas branea para vea-
lidoa do noivadi s, lindas guamiles de flores para vea-
tidos, luvas de pellica nfeitadas de muito bom gosto,
ditas curias, brancas e do crtres esquisilaa eapellas de
flores brancas, sarja preta superior lindas mantas
eseocezas, chapeos de palba para meninos ricas fi-
tas deselim lavrado e oulras muitas fazendas de gos-
to : na ra Nova, o 8, e esquina da do Cabugi n.
H, lojasde Amsral Pinheito.
=Veode-se urna escrava crioula, do idade de 24 an-
nos do bonita figura engomma cose bem coz-
nbaelava bemde varrella, coro um filho de doui an-
nos, muito esperto ; urna pardinha de 20 annos en-
gomma, cose, faz renda cozinha e lava de sabio; duas
oscravas do naci com as mesroas habiiidadee ; una
crioula de 20 annos, cozinha e lava do varrella; urna
cabrinha de 13 annos coso o faz renda ; urna negn-
nha de 7 annos ; 3 escratos n.ocoa para lodo o servico;
ummolequecrioulodeliannos; um escravo de o
annos, ptimo Lolieiro ; dou-escravos de 22 annos,
para o lervico de campo : na ra das Cruzes, n. t. ,
segundo andar.
=Vende-se orna prela de Angola com muito
boa conducta, pois nunca lugio; nio tem vicio de
beber espirito de quslidade alguma; he muito bel e
capaz de le Ibe entregar urna casa ; cuja escrava vnde-
se por nao querer servir a seobora ; o que ludo se
afianc. : na Ponle-Velb. da Boa-Vista .casa terrea
n. 89, junto aoobrdo da iuu de l-uis de Castro. .


,&
Attencao ao bom e barato !
= \ t'inlom -*e supn i "-* "tai para coberto, de tin-
tas fus? e de bom pann ;.) rs. o covado : supe-
riores qorles de chita fina .u novos padrdca e chegados
ltimamente de 13 covado, a 3500, 3800 o 4500
rs.; Titeados francezos omito linos, a 300 rs. o cura-
do ; cortes d cassa-chitas transparentes de lindissimos
psdroes,, a '2400 o 2300 r. ; chitas, a 120, L',0, ICO
o i80 rs. c covado ; madapolao a i60, ICO e 180 ra
a vara ; dito fino, a 200, 220 o 240 rs. dita; madras-
lo milito lino a 280 is. dita; pecas de madapolao,
a 2800, 3200 e 3400 rs.; dito fino a 4000 4200 e
4000 rn. a peca; medraste lino,a 5200 o 5400 rs. dita ;
ditaa, a 4500. 5200, 5500 e UOOO rs. ; ditas escuras;
ch .ilrcz do linho para aqueta a 520 ra. o covado ;
superi r setim preto de Maco a 3200 e 4500 rs. o
covado ; (lalos de Ida eseda, grandes, a 4500 e 4800
ri. ; corles de chitas de 10 covados escuras a 1600,
1800 e 2000 ra. o corto sendo entre-linas e do bou
qualidades; superior* s fusles brancos, a 1000 rs. o
covado; zusrte arul de vara de largura a 260 rs. o
cavado muito boa fazenda para prctos ; algodio atul
mesclado trancado muito encoraado, a 240 rs. o co-
vado ; algodio americano larg eencorpado a 220
ra. a vara ; dito estreito, a 160 rs. a vara ; esguiio de
superior qualidado, do verdadeiro e puro linho mailo
(oo a 1500 t$. a vara ; hretanha lina de puro linho,
de 6 varas a 2800 e 3200 rs. a peca ; ditas de rio ,
a 1800 rs. a peca ; cbila a 140 rs. o covodo ; risca-
dinhos iio'os trancados, muito boa fazenda para meni-
nos a 200 rs. o covado ; castores <>u meados do lis-
tras a 240 rs. o covado ; Itrios de bonitos padrocs de
quadros a 500 rs. o covado ditos finos muito cn-
corpados e de listras a G40 rs. a vara ; mcias linas de
algodio para homem a 3G00 rs. a du/ia sendo de
muito boa qualidade ; coi tes de chal ; ditos do seda ;
pannos finos preto e azul, sendo o primeiro de uma
linda vista para pannos do pelas, eo segundo para
pagem a 2500 rs. o covado ; superiores lencos encar-
nados muito finos e grandes, a 440 rs.; e outras mul-
las lazendas j mencionadas neste Diario ; adver-
tindo-se sos compradores que todas estas lazendas
sao limpase de boas qualidades : na ra do Collcgio,
lojin. 1, de Antonio Villarouco& Irinio.
= Vcnde-se um relogio do ouro, superior e de bom
gosto com correle ; no largo do Carino venda
n. 1.
= Vende-se um pardo brincos, duas medalhas pe-
quenas, um S. firaz, uma abotuadura do camisa, um
cruciliio pequeo, dous annelocs, ludo de ouro e tem
feitio dous pares de esporas de prata ; no largo do
Carino venda n. 1.
= Vende-se uma casa terrea sita na ra Augusta;
o uma moia-agoa com muito fondo e largura de 50
palmos na mesina ra : a tratar no largo do Carino,
venda n. 1.
= Vende-se uma cadeira de arruar; uma porgao
de medidas do novo e velbo padrio ; e um quarto :
as Cinco-Pontas, n. 160.
= Vende-se cera amarella por prego commodo ;
na ra do Encantamento armazem de molbadoa,
a. 11.
Attencao ao bom e barato I
Vendem-se chapeos de cores para senbora, a 4500,
5000 e 64 rs.; ramos de llores para ditose para ca be-
ca ; fitas de teda litat e lavradat; fitas proprias para
suspensorios e cinteiros ; linba de meada muito lina
para bordar; luvasde pellica para homem, a 900 rs.-;
ditas para senbora, a 1280 rs. ; ditas compridas, a 2000
ri.; ditas de seda, curtas, a 500 rs., ditas com palmas,
a 1000 rs.; ditas compiidas, a 1000 rs.; ditas do al-
godio para senbora a 320 rt. ; ditas para homem, a
400 o 040 rt. ; ditaa de fio da lis ocia para homem a
6 |0 ra. ; meiat de algodio, brancas, para senbora u
400 e CiO rs. ; ditas abortas a 720 rs ; ditas relas
para senbora a 440 rs. ; ditas para padre, a 640
rt. ; corleiras ecaixinbas com agulhas, a 320 e 400
rs. ; trancelins dourados para relugios, a 1000 rs. ca-
da um aljofaro^ ; canas de b.iloia para rap ; gar-
ganlilbas pretasde missanga a 560, OtOe 1000; di-
tas de lilagria al440rs. ; papel de pe.-o de supcrur
qualidado; dito de marroquim azul c bronco ; franja
de relroz ; bengalas de canna ; bonetes de panno para
homem alGOOrt. ; estampas do papel muito linas ;
pon les dourados para prender cabello; balaios peque-
os, a 200 rs.; bonetes de palninha, a 160 rs. cada
um; meias brancas de algodio para merlinos, a 240
ri. ; c para meninas, a 320 rt ; brincot dourados;
penles de marfim para tirar piolbo e para alisar; sa
patos de marroqaim para senbora a 1280 rs. ; ditos
para meninos a 640 rs. ; ditos de couro de lustro pa-
ra meninos, a 720 e 800 ra.; ditos maiores, a 2000
rs.; dito* para nienioas, a 1440 rs,; ditos para senho
ra a 2000 rs.; ditos de aelim para senbora a 2000
rt. ; ditos de duraque a 800 ra ; borzeguint para
senbera, a 4000 rt ; ditos para bomem, a C000 c le
ra. ; perfumaras de todaa at qualidades ; filas de algo-
dio lavradat e de algodio e teda; e um completo sor-
timenlo de miudezas por prego mais commodo Oo que
en outra qualquer parte : na ra do Queimado jun-
io a ni do Uangol loja de miudezas n. 67.
Attencao !
= Continua sea vender o muito superior rap de
nominado l'rinceza-Novo-Lisboa -, sondo este o
nico rap que se pode por a par do de Lisboa ; ven-
de-se as lejas dos Srt. Guiiherme Augusto Rodrigues
Selle, ra do Queimado; Victorino & Guimaries, ra
dot Cjuaiteis ; Antonio Domingues Ferreira ra do
Crespo ; enodopotito, ruade Apollo, n. 18.Pre-
co de cada libra 1000 rs.
aya Vende-te uma cata terrea na ra da Gloria
em chaos proprios : a tratar na ra do Crespo, n. 10.
= Vende ac uma preta anda moca, de bonita fi-
go ra muito aadia propria para lodo o servico; na
ra da Praia, n. 20.
= Vende-senm moleque peca, do idade de 1G
annot; na ra estreili do Rosario n. 43, segundo
andar, das 6 as*9 borat da manbia.
= Vendem-se bous bombos, por preco muito com-
modo ; na ra da Assumpcio n. 16.
= Vende-se um escravo de boa figura ptimo pa-
ra todo o servico ; na roa do Gabug, sobrado n. 3.
= Vende-te um bom cavado de aella, e outro bom
de carga ; na ra da Conceicao da Boa Vitta, n. 60
rt. cada ama e em caixinhas quadradas, a 240 rs. a
dotia ; na ra larga do Horario perlo do quartel de
polica n. 20.
= Vende-se orna barriqoinha de assucar fino, com
5 arrobas e 19 libras, muito proprio para consumo
particular ; na venda da esquina da ra Nova, dofron
te do pi rio.
= Vende-se uma mulotinha de 18 annot, reco-
Iritla, cose, engomma, e la/ todo o mais servico de
uma rasa ; uma negrinha de 14 annot, recolbida ,
com bous principios de habilidades ; 5 eseravas, que
cozinliio, ongommio o lavio roupa ; 8 eteravot peces,
bons para todo o trahalbu tanto do campo como da
praca ; um preto de 40 annos, muito forte, por 250 5
rs. bom para o servico de uma casa e botar sentido
e trabalbar em um silio.por a islo estar acostumado; um
dito bom carreiro ; um mulatinbo de 18 annot, bom
pagem ; um dito de 10 annos : oa ra ao Crespo ,
n. 10, primeiro andar.
= Vende-se um moleque de idade de 14 annos;
um mulatinbo da mesma idade ; outro dito da idade
de 18 annos, ptimo para pagem; uma negrinha de
idade de 14 annos recolbida com principios de cos-
tura ; outra dita de 18 annos', engomma liso o cozi-
nha ; um escravo de naci de idade de 20 annot,
ptimo para todo o servico ; 5 eseravas de naci de
idade de 28 a 35 annos, cozinbio e lavio bom; na
ra Dircita n. 3.
_=Vende-so colla do Rio-Grandc-do-Sul, de su-
perior qualidado e sebo em rama ; a bordo do brigue
Paquete-de-l'ernambuco Tundeado ao pe do trapi-
che do algodio.
s Vendem-se barricas com farello do Lisboa pe-
lo barato preto de 4500 rs. ; nos armazensdo Bregue
e Antonio Aunes.
<= Vende-se urna parda do idade de 1G a 18 annos,
de bonita figura esun vicios; na ra das Cruzes ,
tonda de marcineiro o. 29.
= Vendem-se 4 escravos mogol do bonitat figu-
ras de idade de 20 a 22 annos do lodo o servico ,
sendo dous perfeiloscanoeiros ; uma preta de 20 an-
nos poifeita cozinheira engomma o lava ; uma
bonita escrava para fura da provincia ; uma negri-
nha de 12 annos, muito bonita, propria para mu-
cama de alguma menina : na ra larga do Rozario ,
n. 4G, segundo andar.
= Vende se um quarto muito novo carregador],
e de bonita figura : as Cinco-Pontas, n 160.
Vende-se um escravo crioulo, de 26 annos, sa-
dio, de bonita figura muito bom cocheiro bolieiro,
a ofticial de alfaiate ; na ra do Moras, n. 140, 1
dir quem o vendo c o motilo da venda.
= Vende-se uma toalba toda a roda de luvaiinto
pelo proco de 10/ rs. ; na ra do Csbuga, loja do
miudezas, n. 9.
= Vendem-se uns terrenos com 30 palmos de fren-
te e 150 ditos de fundo sitos na ra da Concordia
por detraz da ra Nova ; os quaes farem frente para as
Iravrssas do Monleiro e Caldeireiro : na ra larga do
Rozario, junto ao quartel de polica, n. 18.
= Vende-se potasta da Bussia, muito nova e ar-
cos do Porto para barricas; na ra do Trapiche, ar-
mazem n. 17.
=Vendemse sacias de milbo, ditat de arroz de cas-
ca pilado brinco e vormelbo ditas de feijo mulati-
nbo ludo de alqueiroe da melbor qualidade que
boje apparece ; na ra da Cadeia do Recife arma-
zem n. 8.
= Vendem-so 3 eseravas de bonitas figuras en-
gommio bom, coscm o cozmhao, de idade de 20 an.
nos; uma parda de 22 annot com habilidades oh
de bonita figura; 1 preto proprio para sitio, por 150/
rs.; duas prttas cozinheirus de 25 annos: na ra das
Floros, n. 21.
Charutot de regala,
=Ra ra da Cudcia do Recile. u. 46, ha sempre um
grande sortiiiiento desloa afamados charutos, vindos
da Haba ; e lambem grande existencia de dillerentes
qualidades de vinhos do Porto, Xerry, Madeia, Clarot,
e ago'iirdeiilo de Franca a piceos ra/oaveil.
= Vndese uma prelado idade de 35 anuos, co-
zinba o diario de un a cesa, c Java de sabio, por preco
commodo; na ra do Nogueira n. 27.
s No escriptorio do francisco Severianno Rabollo
& Filbo no largo da Atseinhla, vende-se cal virgcm,
erogada prximamente de Lisboa em caitas pe-
queas.
= Vendem-se os teguintet livrot : o Furioso ; Eli-
xir de amor ; Rellitario, Uperas com a traduccio
os Aunaos de el re D. Joio III, por fre Luiz de
Souza publicado por' Aluxandre Herculano ; lbum
britaninque; La Maison rustique ; uma colleccio de
vistas dot melhores edificios da cidade de l'ariz ; 10
metes do ianorama do aono pastado; Pascal Bruno;
urna grammatica latina ; Histoire genrale por lablie
Mallos, faltanto dous volumet : na ra do Crespo,
n. 10.
= Vende se ainda umaduzia de camitas de mada-
polao bom Irabalhadas, por 16/800 rt.: na ra da Cs-
deia de Recife n. G, primeiro andar.
= Vendem-te lellint inglezes para montarla de
bomem; ditos de senbora ; i-abocados rol icos ingle-
zas, e de todas as qualidades ; barretinas para ofliciaes
e soldados de guarda nacional ; talins e cananas; ban-
das ricaie inferiore; espadas prateada, de roca e sem
ella; bezerro de lustro da melbor qualidade ; marro-
quint de todas as cores ; estribos de metal branco e de
lati chicotes pan montara de bomem e de senhora;
eoleboes e travesseiros de (odas as qualidades ; e outrot
muitos objectos por prego mais commodo do queem
outra qualquer parte : na ra da Cadeia do Becile, lo
ja deolleiro n. 47, e na ra Nova n. 5.
= Acaba de ehegar do Rio-de-Janeiro o Appendix
* lachigrapbia ou arte de escrever lio depressa como
se falla com mappas dos sgnaos, inclusive um, pelo
qual te aprende ella arte tem meitre pela limpies
indicacao dse ensinar a formar os caracteres do al-
pbabelo e mais ligacoei pelos ponise linhas tremida,
prego 2000 rs. ; Bibliolbcca dos jovent, que se dedicao
ao commercio rontendo explicaces de arilhmetica ,
operaedet mercantil os cambios, a encripturagio dos
livrot em partidas simples e dobradas taboas dat moe
daaealrangeiras de ouro e prata com o seu toque e
petoa ai conlas correles da uros recprocos as uni-
dades tic. ; Novo Dirertimenlo, contendora proprie-
. Vdade dos nmeros, faiendo-te, por estei, diversas e di-
= Vendem-te pboipborot da melbor qualidade .laartdat adiviobaedet, o jogo das damas, emuitotou-
que ba presentemente em cminbii redondas, a 40|troa inlrelenih.entoi proprioi para as reunidas d* fa-
milia por 400 rs. : leodcm-se no litraria da esquina
do Collcgio ; na ra eslreita do Rozario cata da F ,
n. 43; na praca da Independencia tivraria ns. C 08 ;
no pateo do Col logia n. 2; na ra do Collcgio, n. 13.
= Vende se um quarto ainda novo por barato
proco : na ra do Queimado loja n. 0.
= Vende se afeite do carrapato de meia caada
para cima a 2240 ri. : na-praca da Boa-Viit, n. 13.
= Vende-se um moleque de muito bonita figura ,
proprio para todo o tervico de urna casa e decampo;
astim como uma pequea porcio de cera de carnauba :
na ra da Cadeia def N. Antonio casa n. 25.
= Vende-se uma linda escrava de nagio de ida-
de de 18 annos com habilidades ; na ra eslreita do
Rozario, n. 31, primeiro andar. *
=Vende-se uma escrava orioula de idade de 25 an-
nos tadia eiem vicio algum saliendo faxer todo o
servico ioterno e externo de uma tasa e tabendo tam-
ben) engommar alguma cousa, e lavar de sabio, com
uma cria (Iba da mesma com mais de cinco meies de
idade : na ra Augusta n. 6, das duas boras da tarde
em vante e de manbia antes dat 8 borai; ou oa ra
dos Tanoeiros, arniazem que tem dual janellas e uma
porta no moio dellas.
= Vendem-se dous caxet grandet, proprios para
deposito de asiucar; assm corso tocadores, e uma
balance propria para etio estabelecimento com seue
competente! pesos : na rus da Senralla-Velhe. n. 106.
= Vendem-te saccas com milbo novo a 4500 rt ;
no armaren) do caes da nldndega do Yieira Guima-
rics e na ra da Cadeia de S. Antonio deposito de
farioha n. 19.
= Vende-to urna escrava de Angola, com uma cria
de 4 n.ezis, com bom leite, sem vicioi nem achaques,
lava bom devarrella e sabio.e las o arraajo de uma casa;
tambem se troca por outra que saiba engommar eco-
zinhar bem : na travest do Queimado n. 5 a tra-
tar o ni .Manuel l'irmiiio Ferreira.
= Vende-te urna bonita eterava com habilidades,
por preco commodo ; na ra do Crespo, n. 11.
as Vende te uma eterava de naci moca bastan-
te robusta do bonita figura ; um eteravo mogo, de
bonita figura robutto ambos tem vicios nem acha-
ques : na ra do Queimado n. 39 em casi de An-
tonio da Silva Gusmio.
= Vendcm seas seguintts obras: diccionarios de
.Muraos ; ditos de Constancio ; Primeiros elementos
praticos do foro civil, com seu appendico ; Sistema ge-
ral de instruccio para oscorpos de rogadores; Femeos
de porspeclive pralique a l'usage des srtistes; Vieira ,
novo diccionario porttil das lingoas poitugueza e in-
giera ; Conrs de litlcralurc ; Mostr francez por
prego commodo : na ra do Crespo n. 11.
= Vendem-so duas prctos boas engommadeiras ,
costurerat e cozinheires mogas e de bonitas figuras;
um moleque de 14 annos, de bonita figura: na ra
dat Flores n. 21.
= Vende-se uma commenda da ordem de Cbritto ;
na praca da Independencia livraria nt. 6 e 8.
= Vende-se doce de goiaba liquido, de superior
qualidade tanto em porgao como a retalbo; astim
como o bom ej bem acreditado chocolate francez,
chegado ltimamente ; ludo por prego commodo: na
ra larga do Rozario venda que tem lampeio na por-
ta, ns. 50 o 52.
= Vende-se, para fura da provincia uma preta
de bonita figura de idade de 20 a 22 annos muito
boa engommadeira coslureira e cozinheira ; na ra
Direila, n. 10.
= Na nova fabrica e loja de chapeos, na ra do
Passeio 11. 1 continuio-tea vender chapeos de cas-
lor branco, da ultima moda, com abas largas, a
0500 e 10* n ; ditos france/et, muito finos e de boni-
tas formas, a 7000 rt ; ditos do massa muito tina t
de abas largos a UOOO rs ; o de todas as mais quali-
dades at o comn odo prego de 2000 rs. ; chapeos de
castor sem pello e proprios pera montara e da ulti-
ma moda por prego commodo; chapees de seda e pa-
Ihinha ateo diminuto proco de 500 rs.
= Vendo se urna glande c; sa terrea de pedra e cal,
paiedes dobr. das duas portase janellat na fronte e
noo.io, por ficarem esquina quintil murado, ca-
cimba e cozinha lora ; igualmente uma meia-agoano
fundo da mesma casa e da mesma censliurgao; (las
na povoagio dos A logados: a tratar na ra Imperial
do Atierro n. 47.
= Vendem-se peneiraa de rame para atsucar, ou
farinba ; na ra da Cadeia-Velba venda n. 1.
= Vende-se una cosa terrea com bom quintal, na
estrada dot Afllcloi por preco commodo : em Fura-
de-Portas, ja ebegando ao Pilar do lado direito,
n. 147.
= Vende-se uma eterava de boa figura cozinhei-
ra lavadeira e engommadeira ; ni ra da Cadeia do
Becife, n. 40.
Obras de prala e ouro.
= Cbrgaro ltimamente de Portugal: faqueirot,
meiotdiloi de [prata completos, colberes de soupa e
decbi, garios palileirotde divenos gostos, salvas de
todos os tamanbos clices, apparclbos de cha, cai-
xat para rap, salvat e tbetouras, e toda a qualidade de
obras do ultimo gotto ; aderegos de ouro e de brilban-
tes de diversos gostos, flotes para cabega de lenhora,
de Inilhantos, bnncoa de ditos, brincos de ouro de todos
os gostos pulceras de ouro com brilbantes anneia
dilot peroles fines c outrat muilas joias do gotto,
que se \endon por preco muito commodo ; na ra do
Cabuga, loja nova o, S, de Manoel Antonio Goocal-
ves.
= Vende-se uma porgao de cera amarella ; na ra
larga do Horario n. 29
- Vende-se uma linda escrava de 18 annos boa
engomskadeira, costuieira e cosinbeira ; 4 dilat para
lodo o servico ; um bom escravo oflicial de cirpina ; 3
dilot para todo o tervigo ; uma boa eterava de nagio
Mooambique sem vicio algum ; uma pardinba de 20
asaos-: na ruade Agoas-Verdts, n 40.
- Vende-se uma larda para guarda nacional ain-
da ero bom uso por prego muilo comuiodo ; collee-
gio de interessantri romanees de Waltor Scolt, 16 lo-
mos novos ; o muito interestante folbelim denomina-
do o PadraatO ain la sem o mnimo oto ; os pri-
meiro tegundo, quirto, quinto texto tomos da no-
vella Lancea da ventura ; o drama 01 Ddut Renegados;
o romance o Eremita de Ja fa ; um tina grande nova,
para banbo : ao becca do Horario em S. Antonio ,
can terrea a, G,
Vcnde-se a venda mellior que ha na ra Imper,|
por seu dono ter de retirar-se para Portugal ; a y.,^ |
na mesma venda n. 145.
Vende-se, pela preco de 280,000 rs, um ri-
e magnifico quadro de moldura dourada cnni o
tssimo retrato de S. M. a Impcralriz pintado m|0
mor celebre pintor Mr. Martin Falo esplendida pn_
lora he declarada por aquellos que teem j visto S.
Magostado, ser urna exacta seinclhanca : os IVuibu.
canot nao devertS deixor esta occatiio favoravel. nari
aprecial-a para esta cidade, pois, nio sendo vendija
breve ser* remeUido para Inglaterra : vo-te na rus di
Cruz n. 49 Inj de I u,t. pintor.
ata Vcnde-ae um cachorro da Ilha por prego can.
modo: na ra da Agoas-Verdea, n. 70.
Ven re'is a canaria ,. na ra do Atierro doi A.
Togados 11. 7
Vendem-se barria com polaasa, da
m
ais nova que ha no mercado -y na ra ilt
Vigario n. 11.
Muit 1 bons charutos regalos rega.
lia, primores e oulras qualidades em c.
xas de cem charutos, da fabrica de Fran-
cisco Gros na Babia, por preco commo-
do: vendem-se no nico deposito, ruada
Cruz no Becife n 26, primeipo' andar.
Escravos Fgidos
=* Fugio, no dia 22 do crrante um pardo de oo.
mu Marcellino de idade de 22 annos, poucr) moirou
menos, bastante refortado do co'rpo e deboniUfi-
gura ; tem as costas algumat marcas de chicote; u.
da sempre com o narii sujo de tabaco e quasi sempr*
anda ebrio; levou camisa e coicas de elopa : que*
o pegar levo a Jos Googalves Ferreira' Costa ni ra
da Aurora, de S. Amaro quesera gratificado,
= Detappareceo desta cidade em 24 do correle, ds
pois do mio dia um pnto de naci 1I0 nome Mi.
Iheus de idade de 4,' a 60 annos estatura mais qUS
ordinaria, magro, olhoi remelotos, com marca il
queimidura em uma mi e perna ; levou camisi dt
mangos curtas e ceroulas de algodio da Ierra ; cha-
gou, ba pouco; diat, do engeoho Cacboeirinha, di
comarca do Rio-Formoso : nao podendo-se acreditar ,-
que lugisse por nunca faiel-o naquHe engenh;,
tervindo ha perto de 50 annos e lim ser apanbado,
ou deteneauinhado por manobras que para lal e em pratica por faltar-1 lio a de andar, pelas' ras desta
cidade e de mais ter sempre bogal: roga-se anulo-
ridades policiaet e a quem do mesmo escravo Jer Do-
las o apprehendio e mindem entregar na rui do
Padre Florianno, n. 38.
=-- Detappareceo, em principios de julho p. p., o
pardo Agoitinho de idade de 14 annot; o qual esla-
va ltimamente em catado Sr. Jote Larari, no Atlei-
ro-da-Boa-Vitta ; julga-se andar pelos suburbiosdeili
cidade : roga-te aot espitaos de campo e a todn
qualquer pesaos L que o pegar, de levar a rui di
Cruz, n. 9, que ter recompensado generosamente.
= Fugio, no dii 24 do julho do corrento onno.o
crioulo Luis oflicial de tapateiro de idado de -
annot, pouco mait ou menos estatura regular, rol-
lo redondo denles limados, pouca barba bim til-
lante pomas um tanto linas pee pequeos; levou
camisa e c-lgus de riscodinbo chapeo de ltela branca,
com sua competeote bolole; foi escravo de Podro Do-
mingues Carneiro morador na villa de Pao-do-Alho:
roga-se as aulhoridades que no caso do mesmo Ibi
ter apresentado, o lacio remetir a seu seribor, ni rus
do Collcgio n. 3, tegundo andar ; que te pag
lodat as despeas.
Rogase a pessoa, quetiver dado acolliimenlo a
um mulatinbo, com os signaessoguintet, queiri mn-
dal-o enlregar a B. J. Fernandes Barros no ultime
sobrado delronte de S. Francisco : chama-te Jos, re-
prsenla ter de idade 11 a 12 annot; be bastante feioj
tem os olhos grandet e ns flor do rosto, um lano opa-
do, de cor entre escura e macilenta pos cambados, e
muito regrisla eantarolleiro e expretsivo : detappa-
receo de casa ais larde do dia 23 do corrente.
~^= Fugio, 00 dia 84 do corrente, uS boras ds roi-
nhia, um preto de nome Jos du idade de 50 aouoi,
poucomais ou menos, de estatura regular, rosto rs-
dondo olbos pequeos bem barbado; elle faz to-
da a barba; tem as mios meias tortas as untas dos
dedos a uma eicatrii na perna direila suppoe-so
ter ido para aa bandas do Cabo ou Brejo-da-Msdre-
de Dos : quem o pegar, leve a ra das Floret, n. 1,
que ser generosamente recompensado.
En o dia 29 de junho do corronte onnede 1845.
fugio de casa de Manoel nodriguet Aojo no Aliono
da Boa-Vista o seu escravo do nome Francisco do
Paula Lima natural detta cidade pardo de idade
de 32 s34annoa baixo", tecco docorpo, dontei -
madoa falla fina e um pouco desear^ da rosto um
tanto descarnado pouca barba uma pequent *<
iriz em um dos ladoi ; he oflicial de alfaiate pelo .u0
tem Irabalhado em muitat lendat nesta cidade >"
limameatena do Sr. Evaristo, na ruadus Timcbe>
ras; tendo-o muitaspeisoat por forro, pelo lacio
andar sempre calgado e elle aitim intitular-so pa'
aquellas peteost. que uni conheeem : quem o pf(P
levo s teu tenbor ou a casa de seu filbo secrctn
do arsenal de mrn!ia, em Fra-de Portas quj
r generosamente recompensado. Consta que "
anda nesU cidade e pretndese transportar para
da provincia ou para o mallo a fim de Da,er
cilmenle pegado ; e por iiso seu senhor roga ene
cidamente aoi Srs. capities ou mestres de cmDir ^
get e a todas ai outrat pessoas quo o nio ,eCeV*
teu bordo ou em tuat cosas toh pena de se p
der contra quem o'acotar para aolTrer as penas ,y
a leilhe fulmina; ea todus uloridades poheisi
provincia
ipo'te a d],^1'
l'ivTiuw* wv --------------1------r- i.ni li-
gua) de serhalbanle cor sem queso aprsente para
rficar a idestidado da pessoa a vista dos signa q
10 deca rio.
PS.RH. ) NA TTP DE M. F.
MFAllIA-lV'
ILEGIVEL


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