Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05849


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Full Text
m ~ssjssz?ei ^
n !>// -iferea de guardo,: o P.eco da a"n-
" /hed 4/rlpOrqu-mcl V"l"' dtofita-
hura
is.
irlo
'"r ft, annunets dosaisitri -..ir. if/l
SS*o a.o de 20 e. por luil.a, -0 rs. em
" i l.V.iiU-, c a icpelicoes pela mrlaq>.
';>":,,e 1Vi:rm-rma>s,,..i;.,ri,arao!-
gr1l.a,el60cmt}pod.ttcrcitai
PHVSF.S DA LA NO MI-XPIUCOSTO.
I trwe 5 mili, dainanhaa.
I"1 ""V ii m 8 fr-V2l.aiinu.tes da und.
il*? 7 a lOhor. e57 infu. da raan.
(Uiarta fieira 27
FARTinAS DOS CORRr.lO?.
Caanos, Pareltyba, e Rio Ciando doToite
Segundas e Sextas feiras.
Cabo, Serhihaem, Kto Konnosn, Porto (al-
vo, a Moccy, no 1." 11 < 21 de cada mes.
Gaiaithuuj e : onitp a 10 e 24.
c Flores a 1J c28.
Victoria nas Oulntas feiras.
C'llnda todos os das.
Pr.EAMAK DE HOJK
PrimrlraaaOli. c 30 inin. da mannaa.
Seguna asOti. cM minuto da tarde.
le Agosto.

Mron
n9BDT--4#>UHKBR^9aSBC^'
DAS DA SEMANA'.
25 Secunda S. Luis, aud. do J. de I). da
3 v. e do J. M. da 2. v.
Jo' Terca S. Zcferino, and. do J. de P.
da 1 v. e do J. dos reltos.
27 Quarta S. Rufo. a" uo J- dc D- 38 QuintaS. Acrostlnn, aud. do Juii del).
o"a 2. vara do J. M. da 1 o 2. v
29 Sexta S. Adolfo aud. do J. de 1). da
1. v. do dv.cl. o do J. dos Fcitos.
30 Sabbado S. Candencia, aud. do J. de D.
da 2. vara.
31 Domingo S. Rnynmndo
Anno XX N. I 9,
C'aUMO-S O DA 26 DE AGOSTO.
Cambio sobre Londres. 2.') d. por 1 a 00 d.
P.tr 370 rtil por fiado.
Lisboa 120 a li5r. c. pr. p m.
Dse, de Ict. de boa lirnaas i Vi 1 /, P- V.
Orno Oiris hespanliolas 31*500 a 314M>0
Moedade (./00 vel. IH'-'W a 18#S00
.i dc mod nov. 17S00 a leOOO
de 4*000 OoOO a 700
Prau-Pala, ora .... I/J60 a 2*000
Pesos l'oliii.inaic. t>W}0 a 2*000
^ Ditos Mexicanos 1/850 a 1*960
'K Moedas de 2 palee. 1/780 a rJMM
Acedes da V.' do Reberibe de bO/QOO ao par.
AVISO.
Aqaelle do Srs. assignsnfes tiesto Diarlo, queain-
i nSo satisfizerto a essigni.tura correspondente ao pre-
I KDlequartel. o qu6, ns forma dss respectivas condi-
coe a devia estsr recolbida ; assim como os que teem
oeixdo do pagar rttyno ja de mullo so achio vencidas;
hijao dc entregal-as ao cobrador desle jornal, ou do ro-
aatlel-H a praea da Independencia n. b e 8.
(aaBcaEWi^wra^"^^?^?
PARTE 0FF.CIAL
G>venio da provincia.
EXTEOIBSTE D0 DlA 21 DO COMENTE.
I OflieoAo E*m. vicc-presidenle das Alagas, ro-
Lndo,expreaesprecitaa orden, para que aoriol.se a
Lana do soldado da ompanhia do art.ficcs, que all ca-
ta Antonio Mauricio Beterra; a qnal foro mandada dar
[uraiiod 31 deutbo ultimo. Pnrticipou a ao di-
I reomr do artcnol de guerra. ... .
1 Dilo-Ao juii dediroito interino da pnmciro vara lo
i crinie, instando pela iirmaVno, quo so llio exigi a 31
do mes ultim, cerca de nina representailo, ero qnoi o
nrocurador-fiscal inlcrino dn thesonraria da falcada di
,a continuar elle a i.niciafiwji.iio dos foitos, cm que
eitircsso impedido o respectivo jui.
DitoAo director do curso jurdico do Olindo, envi-
ando copia do docrclo n 354 do 46 do jnlho prximo
nudo, que antora o matricula -de Jobo Bolelho do -
raiiji'Carralho no primeiro auno do iiietmo curao; o
uianda admiU o a fatet n rcspocliro acto.
Ditoi Ao commandanto das armas, determinando
einoumprimenlo de orilem imperial, mande dar baixa a
guldndo do |irinieiro balalli.'io de cacadorea, Joao ric Un-
to Sslgueirn, e ao do deposito, Franclaeo Antonio.
DitoAo mesroo, ordenando, faca despedir do serv
co.ras aqui estejao, o primeiro sargento do quarto baT
talhau de arlilliaria p,Antonio Ramos da iilva, o o se-
gundo cadete do meamo batalhfio, Jacintlio Jos Guinea
Participou-ncan Exm. p'reaidrnte da Baha, que, au-
turisado pelo imperial aviso de 31 de jullio prximo pas
lado, rcqoisitra a cxpeilieao dcsla orden).
DiloaAo meamo cao coiHiniaaario pagador, scionli-
ficando-oi do liaver obtido sois meics de licenco, paro
viraesl provincia, o alterca do segundo balallian de
fuaileiroa ThemuleSo Pirca de Albuqucrqiie Maranhio.
DitoAo inaprclor da|*ieourara da faionda, traus-
mittindu, para ser cumprido, o decreto do 12 de nbnl
desle anuo, que noma Ignacio d.is Santos da Folicea
ofllrinl-maior da secretaria'doqocMa thesouraria.
Dilo-Ao director do arsenal de guerra, autonsando
o a contratar porG6/ra. cora Agoalinlio Jlo' A1vea,
n obra dos loiieerlo do segnlidii uruiaiem do almoxari-
fado do arsenal sob oa direccao.
CircularAir"presidente d rolaco, enosjuisca do di-
reitod.. crine c c'ncl da pmvineia, remelleiulo copiado
deerelo n.42S do 31 dc jullio prximo Rudo, qno man-
da ficir HCni effeilo a parle do rligo487do rogulanioii
lo ii 120, que isentu das correice na tubelliea c ca-
e.rivjes que olliciao peranle os Cluacs juio do ciicl.
PortarasAo coiiimaiidiinto da corveta Cwiooa, or-
denando, que mande desembarcar, por scrcm mibditos
portugtifies, na marinliciros )ns Alvc, Francisco Ber-
iiarilt-jt da Silva, ius dc Aievtdo, Manuel Jos de Fi-
ciuirc.lo, Jos Litis, Jaquel Alvcs Caalelli, Jos Joa-
uiiim Scuires, Joo Cocllio, o Antonio Ribeiro Comea.
Uil.iAo eumniandaiite do brigiic-esciuia Calliopf,
determinando, mande por disptiiYo doconimaiidun-
tc das armas as 8 prafas dc primeir.a Imita, que a acu
burilo cundmio ta provincia du Rio-Gramle-do-Norlc.
Oflicioti-sai respoitoao Exm. presidente do Rio-ran-
do-du-Nnrlc, c ao coiniuandaole das armas.
' ..
CAR0L1TNA NA SICILIA. (*)
QUARTA PARTE.
U.
ODEIHL* IBITESTINA.
naviSo cliegado a Bonccvino as tropas ingleaa salii-
uai de Manara : era un bello regiment d'iitlantcria,
I 1ue aiaucira fin boa mtlem, cuu a palmita bcn guar-
; aetida, e com esac recnlliinieitlo particular aussoldado
Jjue marcha 6 caupsuha cm paii deneonliocido. O roajor
Undley faxia paruida exptdico. Uin esquadroo de dra-
Eoes.erpalhadoa como exploradores eeucaiuinlindos Jtor
guies du Ierra, mnrcltnva na frente; o casino fui deiiado
jjelado, com grando aalisfay.io de Pipo, queja vio pi-
ulado, queimado e mi que se segur. Alguna roncei-
'" lit temario faier moa itrupcjo, utas aprsenla do
iiiialido eiu uniorme o \wt ein fgida, porque faiia-
"'* crer que a casa eslava oocupada miliiarmenlc, e os
"eeberiao tiro. O vaidoso Pipo tontou si lodat a
gloria diste acaso.
Nao ha duvitla, ditia elle rmperligando-so, a gente
empre ganda em moetror-Kc valcnle.
"opuis dc liaverein pastado o oatsioo, os Ingleses divi-
trio-te cm duas alas, nina das quaea pruaeguio o cami-
*l Vide Diaio n." 188.
PEBNAMBUCO.
CORREIO.
COaBBarONDENCU DA C1DADE k pimviacu.
O laco do qu j dei noticia se preparava & apanhar a
cmara municipal, parece o vai ostroitando, o cntao
teremo do ver mosquitos por cordas! lato nSo bo casa
doGoncalo, em que mais podo agallinha que o gallo.
e os franciscanos professo liumildade guarde a c-
mara manicipal o voto; pois he regrao ramo aqu, e
o vinho all.So a cmara nao quer sor lacada s ja a-
miguinu;), e entao gozar dt favor e graca ; cumpra e
nada de follar na bocea fechada nao enlra mosca.-
'Veremos em quo (cao as modas.
Corro que o supplonte de que lepho tallado nas mi-
nhas anteriores, e bei de fallar nas posteriores, tem da-
do um cavaco; elle nao tem razo, bem que emsua
mo tenha a ustica ; no falle tanto em sabenc.a, pois
lodos sabem que nos cursos de vara e corado se DU<
prende o cdigo, e quem nao quer ser lobo nao Ihe
veste a pello. Tinha que diier sobre curtos sugcitinhos
quo a noito por cssaa ras apparccem de grao-cruz, fal-
lando em phraso militar : quando soubcr a quo trazem
elles as taes gro crures darei a historia.
m inspector do. Atierro, ou tua Imperial, em quem
A muita gente tem fallado, que se chama l'ilippo, o he
dos bracos da subdeclegacia de S.Jos o mais longo, e
que bracos que tem a tal amarella metteo ante-hon-
tom na cadeia um Portuguoi, creio quo se chama Jor-
dao, ou Alvaro, ou cousa quo o valha, o l parece que
anda o tem a esta hora, porque o homem nao quiz
servir-lhe de espoleta, ou rndenlo, em razao do ser
eslrangciro, de que aprsente a S. S. titulo cm regra:
o camello declurou. que seja o rei de Portugal quem
estiver na sua freguezia.deve-lhc obediencia cega: cum-
pra ai ordena, e depois represente com submiisio ; he
a le do conde de Lippe, que os rapazes dizi3o, ha dous
dias, que era dura ; us que agora esta em voga para
aquellas que nao teem o privilegio do lavor e graca.
Hontem andou toda a gente oflicial em grande alvo-
roco; o chele por se nos bracos da sua gente; a polica
marchou co-c frca a cavallo ; sabe-so que para Igua-
rass, onde houve o quer que losso ; mus o quo cbou,
o que fer, o quo trouxo, disto nSo se subo nada, por-
que ainda so est consultando a mentira que se ba de
armar, pela qual a polica fique beatificada, e as suas
victimas condemnadas. Vfilo-bSo.

Correspondencias.
Sn. Redactores. Quando em o n. IGOdo scu csli-
mavel Diario, de 22 do pussado julho, liz publicar a mi-
nha correspondencia, e mais di cumentos relativos ao
.concurso da cadeiro de primeiras lettras da freguezia du
S. Jos, e as brovissimas observacoes, de que lii acom-
panbar as provas do anlbmetica, e geometra do igno-
lanle prv/essor Joaqmm Antonio de Caslio Nuntt, ti-
nha o proposito deliberado do nao mais oceupar aat
tencio pblica a respeito de semelhanle questlo ; [or
isso que, teodo satisK ito os dous fin* principacs, quo li-
le ento cm vista, com aquellas ptiblicacoes, quo forao
demonstrar ao pblico a incapacidade do ignorante a-
graziado, e conseguintemenle lomar ainda mais sa-
liente a revoltante injustica, do quo so me havia feilo
victima, nada mais tne reslava lazer, teniorocolber-
me ao silencio ; como porm o dito Ltiro Aune, nSo
contento com a modcracSo, o mesmo com a gencrosi-
dade, que a scu respeito mostrei em minha dita corres-
pondencia, em tez do defemler-se como homem de bem,
dtspeitado sein duvida por cu ter feito conhecida a sua
olio tlu dentro, e a milra coniinaniiada por Dndley to-
tuou a prnia, a fin dc sorpreliendercm o inimigo por
dous punto* ao menino lempo.
Antes da tmida Trapani, para presidir o concellio
do guerra, Mac-ajarlatie havia intimado ana Calabrotes
quo se retiravsem de Solinoiite sem demora, esereco-
lltessein aos aoantonaiiientos respectivos que lites Itavio
sido precedententente designados; do fulla Manara o-
eliou-ot onde os Itnvia deixatlo ; nova indmacii da sua
parte, novo despreto, ou anlcs a mesma ncela da par-
te dellcs ; n medida da paciencia liaba transbordado, c
entao havia-sc ordenado a expedico.
Entretanto vitiSo aa Laudas & discrieo no pait \ sua
deaenfreada lioenca nada poupava. esgracadot dos ven-
cidos, itto lio, dos titinhoa! So alguma o.-tiso podia es-
cusar as suaa depredacea era a sua miseria: ludo Ihes
fallara, principalmente viveros, o Itrigue quo oa devia
re-abaalccer nSo baria mais tpparecido desdo a tcrrivel
noule lio funesta a.i. Ingleies. Quo era feito dclle ?
Ninguem no campo o sabia, e a propria raiuha depois
quoodeixira rtii Caalcllautaro nao inlia maia ouvido
tallar nellc.
Todos ao queixavio pois dessee atrevidos aalloadnret,
excepto Fabio que Ibes devia a librrdade. Ao chegar a
Selinonto fora ello presentado o recebido como amigo
da raiuha no quarlel-gcneral da Marinella. O teroi Po-
rafanli, teu libertador c introductor, a havia lomado aob
nulliade nas materias do ensino primario, appareco
no'D.-uro n. 170 do 5 do anJanto, oseatira contra
mim oo more magnum das calumnias, r^a ho, que
eu saia do rtieu proposito, o quo o laca conhecido ao
pblico, nao jft como um ignorante, mas como umre-
finido mentiroso, como um calumniador em fim......
o que me sendo sobro manara fcil, eu o desempehha-
rei com Unto maior gosto, quanta he a vontado, que
nisto pareco ter o ignorante pro fusor de>. Jos.
Todo oPernambuco hoje sabe do desfecho latal
desse lio lalljdo concurso da Cadeira do primeiras let-
tras da Ircguezia de S. Jos ; a vista do qual n5o ha
ninguem, ao menos aquells, cujo juizo hedalgum
peso nasociedade, que nao seja accorde em recooho-
cer a clamorosa injustica, de que smente os meus sen-
limentos polticos me lizcra*0 victima ; mal o publico
de Pernambuco ainda n5o foi inlcirado das tristes ante-
cedencias, que o preccdrSo ; ainda, por assim dizor.
,iao sabe a lundo a historia desso concurso celebre; an-
da nao osla finalmente) instruido, de quo os manejos
maisvix e degradantes, os tramas mais odenlos e as-
querosos frBo por umoovarde, por um ignorante, por
um homem em summa indigno o ingrato, postos cm ac-
co para fazoreom com que em mim n5o recahisso a es
colha da vico-presidencia.
otado de um carcter em extromo indulgente a |ul-
gar das Iraquezas do prximo, e possuindo um coracSo,
onde as mazlas da trislo humanidade fazem taltez mais
impresi5d, do quo aos proprios individuos, que ncllas
se chaurdio. muilo mo contrista por certo o ver-me na
dura necessidade do levantar esse vio do misterio, quo
tem al agora caberlo as miserias d'um individuo, que,
por sua propria reputacao.mais que ninguem, devia ser
interessedo em que ficasse para sempre sepultada em a
nouto dos lempos a historia desgracada desse celebre
concurso; mcrrnienle quando considero, quo me lio 10-
dispensavelmente necessario ocupar me de pessoas, dc
quem jamis desejaria fallar d'um modo monos lison-
geiro, ou mesmo envolver seus nomos cm minhas ques-
toes particulares ; como porm o deiiarei do fezer, se
um mentiroso audaz e atrevido, se um calumniador de-
salmado mo quer lazer a preza de scu viperino dente .
Como defender mo d'oolro mudo de um homem, que,
ousado para mim avanca confiado na minha generosi-
dade e caalhoirismo ? I que mo calumnia, que mente
contra mim, com a propria consciencia da mentira ?
Pois bem, dosta vez nao me suicidarc nao, |6 agora
cstalancadoodado, e cusi o que custar, hei de des-
miracar o ignorante professorde S. Jos. Sim, um do
ni ha de ficsr lora do combato, ha de litar esmagado
ante o tribunal justicciro da opiniao pblica ; ella quo
me ouca. mo julgue, o nos faca |ustics. Pnmciio quo
tudo releva observar, que esta rninha resposta, lendo
unietimente por tim demonstrar ao pblico, que quan-
to contra mim o contra os :-rs. professores examinado-
res disse o ignorante professor de S. Jos, ho pura ca-
iumnia, he hedionda mentira, eu nio me occupare
pois da defeca nimiamente miseravel. que tile aprsen-
la em favor das sandicr e bestialidades, quo produzo
nas provas d'arilbmelica e geometra, que exibio por
escripto no mencionado concurso ; desgracada defeza,
quo, spesar de sor obra de um obalxsado- lunscon-
sulto, de un. lente talvez da academia de Olmda, toda
via com a sua lingoagom anda de gertngonca veio
mais e mais cmpeiorar ecompromelter no todo a cau-
sa infeliz, quosepropozaadvogar; o por mais patente
aos olhos do publico a tnopia- do ignorante profe,-
sot de S Jos; defeza em fim, que, no sendo mais que
urna emendada manta derelalhot emprestados, altnha-
tada por primos e itmos, tem servido antes para con-
demnal-o, do que para absolvel-o O pblico instrui-
do i lem julgado o ignorante professor de S. Jote; o
iiratMSisaaaitaasttaaaaaMaaBBjBjaj
partidistas lem neeessidades qno forcoso hcaccommo-
dar-se, c por isso sem dcixar dc deplora-las, me resigno
ao que'i.5o psito impedir. Melhor lempo vir, c eolio
tirarei a minha desforra.
Carlos XII ou l'rederico II, ao receber cm campauba
a titila de lint principo eslrangciro, nao te exprimir cm
memore termos, neta ooin mais mageslode. Ora be de
notar que esta harenga digna dnsCommciitario de Ce-
sar, era repetida na enanilla que ja coubecerooa, cm pre-
arii{a do mesmo fogSu e do meamo espeto, tent do
mesmo carncito. Era neoettarto, para nto nr, urna u-
normo dote d gravidado; todava Fabio motlrou-eo
crio. .
Capitto, disse por tua vet o jovial rrancatripa, o
cantarada quer fater-Uto a corle ; be precito que o Sr.
iba que o sua lacia fita be ser coronel, nem mais ncm
menos. Caettno, o aprend* dc, moleiro, chegnu a ge-
neral. Forlamo, be rigido como um instructor, o Mida
sempre a cavallo na disciplina ; mas nio te assustc por
,to ; nos nio temos aqu nem os Irrballioa nem a regn-
isridade dos quarleis; se somos bravos, somos ropszcs dc
boa-feicSo, o que nio bo prohibido ncm iropedo dc na
occasii nos ballertnos.inuilo bem.
__ (js fardas vernielliat algiiuias uolieias lem ja disto,
uiiPrBfnnliendircitando-se,cpassniido satisfeitO a mi
na inculta barba; aqui ocapStio pode diier-lhcs cuino
lansirio ellos esla maiiliSa cm Bonccvino, urna ftiuie-
senio comniigo vos liavcrrit,
CapiU", disse ao recern-chegado o estratgico e
* i. %1 ar .. ^...l.aaa 11 tiitiin nsii
metliodtco Pandigrana, Vm. ato achar no notto aoart- coelhos.
i. I __.... .. l.i.m ...iy.il __ A
ineitiouico r.itiiiijjiaii-, ------.....-------
tonamento nem a severa disciplina, nem O boa. arranjo
daa tropas de Imita ; o que eu lodos os das lastimo, o
ou o primeiro a oeusurar estes mus oxemplo; ama
que quer o Sr. ? a guerra, c mais qoo todas a guerra de
comeos de meia plns nas seieocias e artes, e mesmo
os que spenas teem urna leve tintara das materias em
qucsto.bamuito, quepronuneirao o seujui'o;bamni-
to. que elles lavrrSo esla sentenca fatal, que o redas so
nada da nullidade : cr professor de S. Jote ke um igno-
rante, reprovado com dous /tfl. em um concuo, so
e d'extrccr o magisterio'A ... Por tanto, pondo de par-
te quanlo poderia dizer a respeito; pondo at do parle
a palavra burreza adiada som duvida no mesmo
diccionario, em quo o ignorante professor de S. Jai
descohrio a escriptura admiravel da pslsvra excesso, es-
cripta asiim, assim f^e !!!... ou nos pspeis
vclhos do novo poeta da Boa-Viagem o man-coAra
de notsos dias ; n5o dando mesmo alinete aoad-
jeclivo leal, escripto assim lial, o substantivo cor-
teza com i cm vez de *, o nomo Xtnda, ors
escripto com X-, ora com Ch, o muilissimas
oulras bellezas com que.soquizera, podia divortir o pu-
blico a rusta di'sso alean/Hado professor de S. Jo-
s ;eu, como ji disso, limitar-rro-bj somonte a pr-
meira parte dessa moxinifada a que elle chttnOu
correspondencia, de que passo a tratar.
Principia o ignorante pio/eitor de S. Jos a sus fa-
mosa arenga por urna burlesca historia do sus misera-
vel invencto, dizendo, quo a raiva, ou o desespero de
vel-o prvido na cadeira, foi o quo me moveo a paten-
lesr a sua fonoranca nas materias do ensino primario;
o que ello chama insultos; montindo tio escandalosa-
mente sobro quanlo se pessou entre mim o o Exm. Sr.
Thomaz Xavier, relativo a cadeira cm quostio, a pon-
i de dizer, quo cusolicUra a minha remocio-de 0-
linda para esta cidade, em recompensa delemcos por
mim prcslsdos ao partido da ordem. Na verdad he at
.ndo pode chegar a impudencia de um ente miserere I
He al onde de mais baixo se pode degradar o homem...
O ,gnoiante professor de S Jos, qno sabe dessa his-
toria da minha prelencao; que sabe porque Ihe cotitei,
e porque islo nio eta negocio de segredo, (pois se fsse,
Ih'onSo contara 1 que salto; digo, que, almdoreqne-
rimento. que para este fim ondcrrcei a presidencia, na-
da mais fiz do que pcssoalmente allar-lhe sobre seme-
lhanle objoclo, expondo-lhe as razos, quoapadrinha-
vaoominha prelencao, e que S. lixc.se d.gnou. res-
ponder me ; que suppunha, ndo autoiisara; mas que a eoniultana, e,te ella o per-
mitlisse, que eu estova ttrvido.
Eis o que so pssiou unicamentt entre mim o a pre-
sidencia d'cntio ; eis o que mesmo ea contet ao ijao-
, ante professor de S.Jos, quando este m'inlerpellava.
me vexava, e seamofinava para que eu Ihe dissesse,
qual tinha sido o meu empcnbo [exprui&o tua) para o
Ksm concellieiro Thomaz Xavier. Como be pois, a vis-
ta do expendido, quo o ignorante proftuoi me quer
fazer carga desso p.ocedimenlo ? A que proposito vero
ossa narracao ? 6i srmclhanle passo commettena
eu ttlgum crimr contra o pretendido direlovqu?(diz
elle) todos Ihe rcconhcciiio d cadeira de S. Jote,. Ou
seria elle a causa das utos misma em arithmetwa
e eeomelSi?!.'Taltel litum teneatis amia. Almdis-
so no fuieu ounico.qucroqueriacadeirasemeoncurso;
os Srs padre mes'.ro Msnocl T'boroai da Silvt.e Joio do
Prado Martina llibeiro tambero o fizerio, e pnroeirodo
que cu; c se este fado prora alguma cousa conlramim,
mais deve provar contra o ignorante piojettor de $.
Jos, que nao requereo, he verdade, mas mandou (co-
mo elle nio disse, e seu mano Miguel a meu pal) o
Sr.lenente-coronel Francisco da Rocha Paes liarretoao-
licitsr a mesma graga desse mesmo presidente, cuja vn-
parcialidode adminittrotiva ousa por em duvida; da
quem falla com lio pouco respeito suahoora.semduvida
porquo o nio aninhou no lugar, era que de presentse
ri(ami ou libi'riautT c iinruuucior, lorio '" u",*,"w----------------------- ,
tna^aWaVotoXIo^uoqaeriadisar: Re,^it.i-o, frental; o po.to accre.cen.ar, que a m.n I a ca-
sua especial _proiecS- i H iUCOiieatlanbollas de
rabina, nio be por me gabar, locou a catlanbollas d
urna m'aneira divcrlida. Os lat-s camares saltavio como
A proposito de coelhos, di* Francalripa, gosta del-
fes, capiUo? Te-los-ha a fallar. O coclbo abunda ent
Selinonie, Ima* cumo be precito vinho para faxc-lo de
frieatso, o o vinho aqui he mais diflio do quo agua, oo-
mciuo-losob oinvocaV5o de S. Lonrenco o grando pa-
droerro dot vendedoret de carne astada, que dc vento
todos irater a grelha do tanto no brrelo a manera de
,01' Maa*ondc e'st Spaccaforno ? pergunlou Parafonti.
Porque nio vcio ello j fascr oonlieoimonlo com osea
compatriota? .
Perpuntaaoi.de ello est? retpondeo Francalripa;
nio o adevinhat? Patta revista ao sen regiment.
Quo faselle mais em todo o di ? Porm cm vio estova o
cusaboa os seus insulares, perde-se o sabio a lavar a oa-
beta do um burro. Perdoo, espitan, ha mulla, qualidodo
d. Sicilianos ; e por mais que o Sr. o seja, far-llie-lua
injuria, se comparasso pobres recrulas quo nunca ri-
ti fogo, afora o do marmita, a tiui bello o bravo olll-
cial como Vm. ,
Meus Srs. disse severamente sus dous cantaradas
o austero Pandigrana, cm ve* de aomborero do nosso a -
migo Spaccaforno, cujo instinclo militar somproapre-
cie!, o que conlicce u sua ilha como urna raposa asna
cova, deviio antes imilar-ll.c o evempto. Ho muilo lem-
po que nao inspeccionamos as nossas tropas, c i.to lie
...na falta gravo: o tua eminencia e boa orden toHrcm.
Tcnhlo cuidado, meus Srs. a di.cipl.na va. se reU-
sondo todo, os dias. e seu disciplina nio ha soldados,
nos ....asi que o nio somos mais c c esle cndalo
continuar cm breve seremos verdsdolros aslieado-
rcs. Por mim, vou j por a minha gente em araia,s, a to
mo qulaessem ouvir, deviio Vi., fater oulro ....lo da
.aparte. Ao nteno. por c.ta manera poder u ea|Hlto
faterde n. melhor ..pinito, o dar a 8. atagos adt, a a,
nha Carolina favoravol co.ila de seas Ilesa 'abras*..
Foi dito e feilo, o Fabio leve desoffrer a caneada liou
ra de urna gr...de re.i.ta geral. O que om m. .lar jo
profi.sio dospreso mais, depois da guama nacional, ato


cha; e tudo isto apegar da $ua amizade para com-
migo ler sincera, e a minha para com elle refolha
da .'A casojulg* o profeuor de S. Jote, que s elle
tom juz a impetrar favores das presidencial? Dar-lbo
Lia agora para tuo a aun ignorancia ? He por corto
muito original oreprovado profeuor do S. Jos.
Quanto a sus aecusacio de desespero, apresso-me a
assoverar -Ihe alto e botn som, que nio nutro contra el -
feo menor sentimento de raiva, e que pulo contrario
niuito me compadeco de suas miserias contra mim; que
tenho ddelle, oainda maisde sua maniaca loucura
do quorer a forliore pasur por una capacidade, aqui
en nona trra, onde todos o conhocem, e Ihe tem
dado talvez o ultimo lugar no grande catbalogo das nut
lidadu da pica; creia pois o ignorante profeuor, t
si iba o publico, que o que m'impellio aquellas pu-
Jjlicaces foi um justo resentimento do comportarnen-
lo, que elle tete commigo, dous das depois de concur-
ao, no quarto do porleiro da secretaria da presidencia,
de que foro testetnunhas o mnsmo Sr. porteiro.e o Sr.
Jlo Pereira da Silva Guimariet, e mais pessoas, que na
occasiao se achavao prcsooles ; comportamento in-
digno mesmo daquellcscuja edutato hepestima
quanto mais dot que de seus pan a recebiio multo boa !
Sim, (oi esse grusseiro ataque, que abi rocebi dono-
btie bern que ignorante profeuor de S. Jote, o que
Unto m'obrigou, e nao quaesquer oulros sonlitncnlos
mesquinbos, que, por oceuparem de exclusivo o seu co-
racio, julga, que os outros s pdem obrar sob a sua
influencia.
Ciminbando de falsidade cm falsidade, de mentira
em mentira, o ignorante professor de S. Jos diz com
o maior descaro que cu Ibe asseverara, que, s o
Exm. Sr. Thomaz Xavier nlivesse na prettdencia, a
cadeira de S. Jos seria in/a/litelmente minha ; que
forjes o plano de forpar a esculha do gotemo, combi-
nando-me com os examinadores para o reprovarem.
Que mentira Sim, declaro mui categricamente,
que o professor improvisado de S. Jos mente, mente
com todos os denles que tem na bocea Que a sua alie
gacio be urna calumnia, e urna calumnia tanto mais
vil, quando lem por objecto ferir a reputarlo de dous
Lomen respeitaveis, a um dot quites elle dtre /atores
tinmensos, favores que sem duvida abrigando a urna
graliddo eterna o homem a'nda o mais ingrato do mun
do He cerlo, que, quando vi as redoas da adminit-
Iracao provincial entregues as nios inhabeisdo." vice-
presidente Manuel de Sous. Teixeira, dutidei um mo-
mento se ira a concurso ; porque o 2. vice-presiden-
te, como ebefe de partido, nao offerecia garantas a m-
nba causa; mt>s todava sempre Ihe lotia mais justica,
que o professor deS. Jos e seu mano Miguel Sera-
phim, que, vendo tnallogrados todos os rogos todos os
mus peditorios para eu nao ir a concurso, feitos nSo s
a mim, como a meu pai, ao meu amigo, o Sr. Vicente
Varejio, ea umitas outras pessoas, para que cu de-
sislisse desse proposito, tivcrio.a indignidade du dizer-
me, que eu nio devia ir a concurso, poique o 2.'vice-
presidente me nao etcolheria, dando-me como causal o
ptr tenar tu a um partido diterso, e o seu gotemo ser
mo, t reactor !l! Entretanto que o mesmo professor
improvisado dizia em casa do meu amigos o professor
Xanda, que eu escrecia o Clan.or Publico, e que pr-
tanlo ndo serio tscolkido, fosst qual fotse o meu exame,
falsidade, queassoslhava por toda a paite, e que me
consta, que elle levou at aos ouvidos do Sr. Souse Tei-
xeira, quando Ibe loi presentado pelo seu primo o dr.
Villela K com que fin obrava assim o professor im-
provitado de S. JosV. Siria poique o sua amizade
para commigo era sincera, i a minha para com elle re
folhada?]". Eu nao pretenda fallar uestas couss; po-
len, como o projessor impiovisado me provoca, be for-
coo queainda Ibe diga, que nao fui tu, quemfoi a
cata do Sr. director pedir que nomeaise este, ou aquel
le piofessor para examinador ; que nao /ni eu que so-
lictei teros pontos, mormenle os dedoutrina ihrista;
que ndo fui eu finalmente, nem o meut amigos e cor-
religionarios, quem pediro, ou disserio ao meu mui
to dislincto u digno amigo, o Sr. professor Simplicio
Jos de Mello, que medetlasst um.f, do que elle leve
tanto horror, que no mesmo instante declarou, que
nunca partidoalyum o obngaiia a commetler indig-
nidades l O ignorante professor impiovisadode
S. Jote coohece por cei to essas pessoas, o sabe que nao
he commigo, que ellas sao ligadas por identidade de
ideias politicas.ou rela(0ei dcefiinidsdc! Eis-aqui o que
tenbo a responder ao improvisado proftstor a cerca da
ia aecusacio de conluio.fazendo-lhe obscrvar.que, co
mo elle, eu nao gastei o lempo emendar pela casados
professores, choramigando |.rotcecao,&c.; que luvei
esludar as materias, nao para sobiesuhir a elle, que
nada sabe, mas a oulros, quo no concurso, a perder
de vista,(carao muito cima dolle. Aqui em Pernain-
Luco multa gente rne conbece, e nao ba quem diga,
B>Ms^ssia^aws^sF^^^a>wiaaiisjan|ii ii_ i i .
csias (ropas de voluntarios, e sobre ludo os de sectarios,
Julgne-se eoni que ollioa de dcsdcn Fabio que liulia to-
das as ideias, todos os prejuizu do seu ofljcio, vio dca-
fllarein essas bordas sclvugens, que modestamente to in-
titulavio : Exercitu de observado (lo SS. uiagcttades
napolitana d'alcni Faro.
^ A vista deesas inguinarias legiea Ibe Iroucc repen-
tinamente ii memoria o sen primeiro encontr na Cam-
pia de Castrlvelranu. A mi grosaeira C ronca dciaea
reprobos o inciinimudava cuino entAn, e ao ou vi-loa pa-
reca Ibe que erm mil pialla io disparor-sc-llie no
Ouvidos. O' fillin dos Ci aarca! eran enlao caica na ins-
trumentos adoptados da la indnniavel ambicio, da la
iniplacavei vingancaa? O' ede do (brollo e do sangno,
tua ardencia abrasadora causa vcrtigcui no cerebro, o
d inorte ao coraco!
Cada banda linda o carcter do aru caudilho: a de
Paudigrana iwelhur ve.tida, melbur armada do quo aa
nutras, linlia mais firmeza na filciru, ubiervava disci-
plina e moslrava mais garbo militar; a ilc Francalnna
pelo contrario, destarada, mal Composta, relaxada, mar-
Cbava CUI debondada, (rilando, rindo, lirayujanilo,
A de Pnrafanti, u mais cruel dos trea caudilliuf, linli.i ,.
Tiislra n |iliyaionunna, fcroi o ollinr, e iitarcbava vaga-
rosa, com a eabeca baia, e cm silencio,
Clicgou a ve de Spaccaforuo com o sen famoso regi-
ment insular, e abi levo de passar por dura pruva o
amor proprio nacional do Fabio. Ja disiciim nieiro ardor dos recrulaa u lana esvaecido, e quo a
desercSelbo liavia destiilcado muito asfileiru. Vcrdade
lie que as magnificas protncatas do cloquele Fr.incatri-
jia ba vi.o ruado como o fumo na hora da execufao; ape-
nas so Ibes conceda a rncao lufficicnte: astim, por
cvi-mplo, ao lempo que o Calabreaes ealatSu muito
coiiiiuodaincnte acampados no incio das ruinas, que
-2^
que me ouvisso querer impr de scientifico, ou lilte-
terato ; e por tanto a sua gravla de eu me considerar
superior a este, ou aquella autor, e o ridiculo do que
pretendo cobrir-me, denominaado-me oPascal l'er-
nambucanonao merece outra reiposta da minha par-
tc.senao quo nao inculco saber,nem fou como o p'ofts-
*or improvisado, que com qaatro uu seis dr finito s
de grammalica, e estas mal sabida*, e anda menos
entendidas, quer campar de abalisado grammalico.
Conbevo a irona picante, que envolve semeihanto ap-
pelldo; mas anda assttn, julgo ser mais lisongeiro, e
mesmo suppOr mais alguma cousa, que o neme de es-
tpido, que muita ente di, e lalicx que com bastan
te justica, ao ignorante professo de S. Jos. Toda a
urgui]ieiitae,ao do professor improvisado, para provar a
injusticia da sua reprovacao, so reduz a que,leudo j sido
approvado em dous concursos, nao poda ser reprovado
no terceito li ella abandonos as suas provas, que he
onde devia procurar argumentos a seu favor, e se agar-
ra a esta raiao de catWoeo.como o moribundo a ima-
gem do Crucilicado, quando,entrevendo para elle abor-
tas as purtss da niorte, v fugir-lb at o ultime raio
de esperanca da vida Pois porque um homem foi u-
ma .vez approvado um urna materia tegue-se, que o
deva ser sempre? quo nao possa esqueccl-a,ou desapren-
der ?! Mu que concursos sao osles, de quo tanto fal-
la,com que tanto se ensoberbece o pro/essor improvisa-
do ?! Se o professor deS. Jos fosse mais honesto em
escreter para o publico, nio blasonara tanto em ser
approvado em duus concursos ; porque todos suban a
triste figura que nelles /ez, morntentc no do Cabo, on-
de tremendo, e quasi chorando pedio que Ihe fossem
trocados os pontos, porque erdo (segundo elle disse)
muitodifficeis'.Wl... um exame de-tes, um exatne,
onda se troci os pontos a pedido do examinando, he
cousa em que se lallu cum tanta soberba '''.'.'. he carta
de lecuinuiendaio para a capacidade d'alguem ? Uu
lie antes miseria das mise: as, tergonha das vergonhas
paia o individuo, que assim de pblico confesia solem-
nemente a sua ignorancia, e nullidade ?! Dtcida-o o
pblico i ni pai ca I, para quem appcllo. A |ui termi-
nara quanto quizera dzer em resposla ao piofessor
impiovisado de S. Jos; poini vejo-ma, sebemque
com alguma repugnancia, obrigado a acompanhal-o
anda mais longe eui sub ditagaies, e a oteupar-me
de tuna pessoa, que supposto Ibe nao deva nenbuns fa-
vores, com tudo liecredora dts uieus respeiloi, e con-
iderac,ao: e na verdade eu muito' a respeilo. Quero
fallar do Heveiendissmo Sr. vtgario Francisco Feueira
Uarreto, duector do lyco. O professor de S. JoU
poda dispensar me dessa ohrigacao; mas esse homem
he l&osimploiio, que comprometi al aos seus amigos
e piolectores. Elle poda arredar de urna discussao
pblica onome do Sr. director, e assim poupar-me
um dever que desempenho com desgoslo, e mesmo
com dr; mas, como a informar,ao do Sr director be o
ultimo reducto,em que seenlrincheirou oprofessor im-
provisado de S. Jos,preciso he que ahi mesmo o v a-
tacar. Longe, e bem longo de mim,est a intencio de que-
rer por meio du urna rigorosa lgica, mediante a com-
binatio de tartos pequeos favores, que no concurso
recebeo o professor improvisado de S. Jos, detrrminai
o uiolivu, o espirito, que a esta informacao presidio ;
mais razoavel e generoso, nesle ponto, do que o profes-
sor de S. Jos, antes julgo que a excessiva bondade do
Sr. director o levou, talvez, a dar semelhaute passo, e
nio, como quer o ionoranie professor, o retollar te, o
pronunciar se elle contra o uno dos Srs. examinado-
res; por quanto o Sr. director nao aHirmou, ( romo.
mentindo desca admente,disse o professor improvisado)
mas smentedeclarou, que o jtttzo daquellet Ihe pariceu
rigoroso em relacioao pro/c.s.r improvisado, compa-
rado com alguns, que o obliverao mais fovorpvel. Ora,
o que lem de commum commigo semeihanto informa-
cao, quando eu fui plenamente upprovado; epor conse-
quints lite tambem em meu /ator o 4 duSr. director :'
quando, alrm disso, obtite preferencia, por unanuni-
dade, aos demais candidatos, votando aindo a meu fa-
vur o mesmo Sr. director ?'. Quorera o ignorante pro-
fessor fazer passar por conlracditono o Itcvin. Sr. direc
lor i' J se v, pois, que essa informacau cm nada mu
prejudica, e menos relacio lem commigo; e que, se em
alguma cousa favorece no professor improvisado, he,
quando muito, cm aluvial-o de um H ; porque deve-su
notar, que o Sr. director nao diz que os dous ff fCiao
injustos, mas sim, que ILe pareceo rigoroso esse juizo.
Ura, um homem pode ter julgado com rigor, sem que
oseja injustamente; donde le conclue, que a uiesma
autoridade do Sr. director, a que sesubmelte o igno-
rante profettor improvisado, he que o condemna, he
mesmo que al certo poni legitima asna reprovacao.
Mas diz o ignorante professor de S. Jos, que elle nio
est reprovado'; poique, senuo quatro os volantes, c
tendo o Sr. director voto de qualidade, o fado dellu ter
imtusmSsmsmtmsmsmsmsitmmmnm inniiin
doui votos a favor, e dous contra, quero dizer dous A A,
e dous lII, nio coustitue reprovse.io Que msera-
vel argumentadlo! Eu digo pelo contrario, que he
esso mesmo voto de qualidade do Sr. director, que tor-
na reprovado o pro/essor improvisado ; porque, sendo
tres o examinadores, e cabcndo-lho dout lili por mi-
itricordia de Dos, he clara a sua reprovacao. Demais
a lei, que regula os concursos, estabeleceo unicamonte
duas especies de approvagao; ou plena, ou simples. A
lei diz, que todo o candidato, que llivtr em leu favor
lodos os A A, jicara approvado plenamente, t que aqutl-
le qu9obtiver maior numero de A A, que de HR, con-
siderar-se-ha approvado simpbtsmente ; mas o profes-
sor improvisado, que nio esti em neobuin Uestes easos,
que pela lei nio esti approvado, nem plena,, nem siin-
plusmente, o que esta i a ? Reprovado, bem reprova-
do, emais que reprovado ; logo, esta illegalmenle pr-
vido ; logo, a iua proviio em nada prejudica o meu
diroilo a esdeira de S. Jos ; direito, que pretendo fazer
valioso, nio agora, mar qundo houver juslica em minha
triste patria. Nio le ufane por tanto o professor im-
provisado com o leu provimonlo na cadotra de S, Jo-
s ; veja que so a justica be perduravel, e que o reina-
do da iniqddade ha de acabar um dia, e talvez que esaa
poca nio esteja longe.
Agora s me resta responder a urna insinuarao prfi-
da do ignorante professor de S. Jos ; porm antea dis-
to declaro em lempo, que he mentira o que disse o im-
provisado profestor, a reipeito do Sr. Xanda Ihe ter
mandado dizer, que te habilitasse para acadeira, &c.;
como tambem tudo quanto aflirma Ibo dissera u meu a-
migo Vieente Varejao, pois al eite foi quem o cerlifi-
cou dos seus /(/(. Que homem I Quo descaramento !
Finalmente diz o improvisado professor, em a sua a-
tenga, que nio tenbo autoridade para aquilatar o me-
nt d'alguem; na verdade que nio sou autoridade, os
nisto tem razio o professor improvisado ; mas veja que
nio sou cu, quem o considero incapaz d'escercer o ma-
gisterio; he elle mesmo quem se proclama incapaz; sio
as suas provas, que como tal o aprescnto ao publico;
queue-se dellss, de li mesmo, ou antet da natureza,
que nem para tanto o ta'hou !!! Vamos porm a essa
tnsinuacao malvola. O professorimprovisado deS.
Josdi, como querendo pAr emduvida a minha pon
tualdade no cumprimento das nimbas obrigatdei: Qut
nunca ntnhum presidente anda officiou a cmara res-
pectiva para Ihe negar o aitestado ; e eu respondo-Ihe,
que nao seja tao iraicociro; que nao se degrade tanto,
quando houver d'accusar aos seus adversarios, acaslel-
lando se em ambiguidades; pois que, obrando assim,
a sua sorte ser sempre, como al boje tem sido, a de >e
tti desmascarado, coberlo de confuido, t exposto ao
desprezo da sociedade. Urna questio quando eu
era prolessor substituto das cadeiras d'Olinda, bouve
entre mim eonobrebario da Xoa-Viita, eolio presi-
dente, relativa a minha residencia naquella cidade; e
foi nessa occasiao, que o notre bario officiou a cmara,
ordenando-lbe, que me nio attestasse, cm quanto eu
all nio esidisse ; a cmara cumprio o seu dever; ne-
gou-me o attestado; requer contra ella; oblive meu
favor a nformacio do director do lyco, queentSoera
o Exm. Sr. D. I'r. Carlos, hispo du Maralo anas o
presidente confirmou a sua decisio ; lu morar emO-
linda, e nada mais bouve, Eis o que se passou, e nio
foi por falta de cumprimento das minhai obrigacSes,
que a cmara desta vSz me oegou o attestado. O im-
provisado piofessor, que destrua; que conteste isto;
que negu, se be capaz; e o pblico por esse facto ujui-
ze do que nao ser capaz o ignorante projessor de S.
Jos Alas, ja que o improvisado projessor me provo-
ca nesteponto; eu Hit declaro, que nunca txpelti
meninos da minha aula por seus pais se acfi irerri in-
trigados com um homem, de quem cu esperava, era,
ou eslava para str genio, como dizem na Boa-Va -
gem, que elle fz< ra com os li I los dos Srs. Jos Anto-
nio, eJoio Alfonso!!!.. Queeu nunca faltu a minba
aula, para ir der lic.dcs pailiculares em casa doSr. te-
nento-coronel Francisco da Itocba Paei Uarreto, como
he pblico, que elle fazia na Loa-Viagem Quo
nunca em su mina fiz exame! cm minba aula, como se
costuma 'aot, dcbaixo do capote, em dia niio marca-
do pela lei, feriado, de grande gala c defesta na-
cional, como elle fez o anno passatlo, enviando o ter-
mo para o director com a data do dia 3 de dvzem-
bro'.!! Finslissrei aqu, asseverando ao professor im-
provisado, que, avista d. sjlagantes mentiras em
que o titulo opanfiado, permilta-me que duvide da na
palavra /tomada, sobre o que a seu favor disse o Exm.
hispo U. Tbomsz, e tambem prantda a perda desse
documento piecioso; mas cin compensarlo Ibe oflere-
;o o que abaixo vai transcripto.
Os Srs. Redactores, publicando estai lnhai, anda
mais obrigarao ao seu ja muito grato, &c. Manoel
llu'.- (lavan sombra, c cm quanto Ibe nu
triueheira contra o ininiigo no cuto deattaquo, oaabri-
gavlo contra as trovioidas urVicana, vuiao os Siciliano
un una cliarncca uberla e dcionbcrta, expotlo a lodo
o vento, e lodo o aul. Guardas dobiailaa, aenliuelljs
triplicadas, ioleriuinaveii pntrulba, frequcnle run-
das, Indas as t.uli-a-, luda a penroea llieacabi&o em
partilba, epor coiiipenaacu quo tiuho elle? magra
pilanca, por Icito a (erra, paga imaginaria, ios dca-
pi'jua nada ; e ludo o mala a proporc.au. .Sr c queixn-
v.io, crio un ingratos i nao na luniao tirado das garraa
dos recrut.idorcs? PodiAo pagar caro Uo gmidu benefi-
cio .' M.ia o iionsn inaularea, que nao vio dilh renca
tre a iiigcicio doquancl, o una liberdade de tal na-
tureza, perdan por fin a puciem ia, o procuravau a sua
le rn aciu pedir licenca. Todos o dia liavia um uuvo
vacuo, c o illuslrit.-imo Sjuiee. 1". ri vil derrelei-sc a
ana influencia c com ella o cu regiment. Kilo ulor-
meulavn ua seus tic colleja com rcciamacca, cum
ceiiauraa, inaa pagavAo-lbe com palavras, e o regiment
le funda sempre cada vez iiuh.
Devenios lodavia diicr que ello o havia rcfnrcadu de
milito vagabundos perseguid.. pela juanea, ou tmagi-
ilu da galea, que se nu fhziu honra razian numero.
Maa Spaccaforuo nao era ninis dillicil sobro este ponto
do que um ministro conttiliicional; iinpnrtava-ae cun
n ipiaiii iiladc e nio eoiu n qualidade.
Diaieinoa precedentemente duas palavras du troco de
palavrte e lacada tudoa oa dias enlie bieilianu e Cala
brezc. Como poderio viver juntas duas rucas autipa-
tliicaa e tan prulomltincnti; buatia aciu quo una linba de
sanguc imii cas.i- o limite que aa separav* ? Oa maia irr-
tadoa er.'io os Calabrezca, que anda nao lu nio eaqueci-
du a dcsribuitao dedinliciro feta aos Sicilianos por I
Caslron ao olhos da rainba ; clhea guardavio odio.luinu.
pur que nao bavio podido ariaiiear-lbe case dinhciru.
Apezar do sen pequeo numero, oSiciliano nio Ihea
facavao atruz, c as lacadas continua v.io, J de amboa os
lado bavio iworto e feridus, e caica sauguinolentoa
pi eludi aimuiician alguma grande eataalmplie.
Tacscra-n a dispnsicea dn espinioa i ebegada do
Fabio. Ao aber que um uflicial Siciliano, um amigo du
rainba eslava no campo, Spaccaforno assentou de nio
appareccrantc o compatriota sriio armado de puni em
branco, eja frente du seu regiment; iatu por maior glu-
ria da Sicilia! A ana trupa pois te liavia arraujado cm
grande uiiiturine, mas ni! que uniforme! U espidi du
earabincirua uAn Ibe bavia nproveiladu ; o puuco que
Ibe retlava olava cm (rapo, c o novus recruta pela
maior paite s linb&u cuino oa currcgiidures du aples
a trate erla. A camisa denuva-sc geralincute deaejar,
a cerca do que diaia l'i anean ipa que a uoslureira do
regiment espera va a eulhcila duliulio, para I lie fazer
o f.ittu. Este lodo inmundo c grotesco nada lirava i
Spaccafuruo da sua importancia u dignidade. Seouin-
maniiiri ut granadeiru du vclliaguarda, nao e buuve-
ra muatrado maia oberbo. Envergado na imrparavcl
farda encarnada de dragonas de oino, ecubarlo com u
e.ipacele do canda, munlava o >eu graudo cavallu ruaao,
e biandu una espada do oito palmos de cumpndo. Ao
passar cm frente de Fabio fcz-lbe o conejo militar, c
gritn: Viva a rainba da Sicilia !
Viva a rainba da Sicilia, gritou poselle a ignobil
banda,
lito deiagradou aos Calabroze, que pareceo-lhe ver
Jos Teixeira Batios Jnior. S. C. 14d'aeotn
1845. Wd,
lllm. o Exm. Sr. Nos papis quotnho a honr I
da passar as mios de V. Exe.. achri V. Exc. o juZ'^
quo eu com os examinadores formatr.os do tiierecimjo
dos dous oppositores a substituicao das cadeiras jj
linda, e dos outroi dous a cadeira de primeirag |jj|, "
do Bonito. Os prfmciros, islo be, Manoel Jus '
vera Bastos Jnior, e Emilio Xavier Sobreira dalvlek
lo, fdrio approvf(doi, o primeiro plenamente, aH*
gundo s smpleamente, porque tete a inlelicidade
concorrer com o primeiro, que offvuu digno, t0ljM
os respetos,da prefarenoia : aliaj afgunJo ter'ia r(.
bido mais louvores, porque labe bem a gramtnitic.
nacional. Em quanto aos oppositores da cadeira d
Bonito, amboi se mostrarao um pouoo (ricos 9J1
isto Franeisco Jos d Silva Pereirt lev" votos 'emL.
tadoi, e JoBo de Moura Florencio leve tras AA e um H
e isto porque, saliendo bastantemente bean ai rnsi,j,',
do exame, pronuncia, e le mal: partai em gnu
Fnnciico-Joi da Silva Pereira leva grandes vanUgeni
quando nai outras cousai se mostrou fraco. oj
guarde a V. Exc. Sala do* eoncunoi, 9 d iUnbo d
1842.Illm. eExro. Sr. bario da Boa viste, prM.
dente desta provinciaThomaz, biapo resignatario di
Olinda, director,
--------------
Sis. Redactores.Na he para defender o meu noUo
amigo, p Sr. Francisco do Barro Ro,jo, das oaiuniiiiM
e vi improperios, qno malignamente contra elle cuipi0
em o D.-navo n. 14S o mais deenchabiil.., o nuaadn 4,
todo os detractores, que inicenles do quanto val ua
repulacSo, por nao a terein, bao naquella pcluuri,
nbo alaiialbado a daquelles, enjn nenie, como o do umu
ainigir, be aempro retpeitmamenle pronunciado por,
qiielle que abcin aprooiir o mrito, o render o deii,
do cutio o viriudo, quo venlio boje ocenpar as pKin,
do eu jornal; pois que de defesa nio oarc e, quem co.
inoo liten amigo, por unta nao pequen' serie de aeu
meritorio, quer a prol do seu paiz, quando as i.i
arriscadas oriei tem elle reclamado o sen servia*?
qur abem da liumanidado, quando oppreaaa implora i
aeu sucenrro, lem-ao formado o cmeeito de que elle a-
za, nio a neata provinoia, como em diveaaa outru ;
ma iin, para cm ju.liricncao da no me, cum que vaiciV
ta rubricada, fascr (riumpbar a verdade, o-obrigar o e>%
lumniadura tirar a uasoara, o, ouberto de peju, o lio
quo pejo pode ter, cttnfcasar, que lmenle a inveja eu
despeno obrigrao-no a procurar marear nomo da
honrado cidadio, do cuja amizado tanto me ufano*
honro.
O meu amigo, acabada a cabannda, Lem longo dees
nio oulros muito, cujo nomo* talvez ligurem capiuQ
incitle na fileia* praicira, aeliai-se uiais aba.tadu dn
que ero, vio-ac na iieccsaidadc de vender, como de Ijc
lo venden, o aeu engenbo Sipo, e mai una grande por-
Co de torras, pora com osen producto reparar ost-
trago, quo na outra sua propriedndes tinnio fciftm
cabanos, e pagar diversas divida, que naita pttea
havia oonlrahido;e isto para que ii.lo Coniinuaase n l-
frer em seus rcndimerilos, nem deimererrxie da coat-
anc, quo sempre uclle depositarlo os Sr. ftegocisiitri;
acedo mui meritoria, e que talvex nao praticaaie o de-
tractor, a quem respondo, e a quem o mofl nobraaaii-
go yola o maior desprezo.
Bernardino de Puxixe est sim em Cn-Grande, mu
niu tsssucado ao meu ilislineto amigo, purciu ao M1
proprio irmao; c o meu amigii oque fez foi pudrrwa-
menlc concorrer para que ce Bernardino, ante dnli-
gado de luilu oateus, esleja boje reunido aos psrenle,
em cuinpauliia de sua mulber, eurnudo da educacaa de
sua familia, o graiigcondo a repotacfto de jlbaheiu liunei-
lo e dedicado a *ua* ubrigace. Kaic aelo, que de cer-
lo nio pralicariu o calumniador, que de balite procuran
deacouceitiiar omeu dignu amigo, he honro, c uiin
por ai s baalanle para compro var (udo quanto dcllc jt
liei dilo cerca do modo por quo coaluina cic uder maa
protectora quollc, que.della neces-iiju.
Com n iuserclo dcttns Indias, niuitu obrigarao, ti.
Reductorc, ao eu constante loitor.
O amigo da verdade.
CMMEriUO.
Alfandega.
Rbudimesto do di a 26*................6:385j2i9
eicarregaO hoje 27.
PatachoRondnrarvio.
Patacho Ulivtira(u mo.
BrigueRobimmercadoria.
Consulado.
Rkndimento uo uia 25.
Geral1:928168 Provincial48"j76t
Oa Sioilia!
De aples !
Da Sicilia!
Uo iNapole !
E assim pur diaute at quo todos faltn a voi.
Exasperado por osla fanfurriec, os Calabrezcs qno l>*
mullo lempo foiuentavao no nurntao u viuganca, salta-
ran dique sua paixea brutac. e coinecrto"
Vomitar contra a Sicilia e Sicilianos grosseira injuria
e Icrrivei amcacas : depoi, com istu au batase mais
para saeiar-llie o furor, disparatan nina espingarda: H".
luedialanieule aeeudeo-ac a gueria civil i aegundu lira,
terceiro, vinl a uid lempo reaurSo, c nao ueuu ma"
u fugo. Precito be f*ier e.U justica a l'andigiaiia. quo,
rcapciiandu a preacaea de Fabio, comprimi eu ms*
linolo sanguinario, o leve baslaiilc imperio obre a sua
banda, para de prompto chamar a disciplina. A ba"'"
de lianealripa, quemis buw.i gritado, fe mais bull
do quo mal, iua a du l'nraf.niii desemponbuu o seu ca-
rcter e o do seu caudilbu, istu be, foi atroz.
Oaignal bavia partido dasua rileira, e tumi desoar-
ga niO esperava outra ; en breve, como ua feru im-
paciencia nio parcceo a viugaiicj a lirus nem 08**
proinpla, nem sullicieiitiineuio directa, aneotu P"r
extinguir o mimigo* oorpo a cor|io,.^ cevar a vista na
aligue que derramava, prccipituu>M obra oaSiei'W*
no*, qnac fannntos lobo, ditjiusta a ragar-lbe cn'
tranliai eeme denle,na talla do mai* boiniuido arm-
Nio ora a lucia igual; que mal armado c qua ""'"
deigraeadosi n ularua InibSo tudu contra *i,|.e subic tu
ah urna affrunla, e grtaro dn ana parle: Vira a rainba lo numero. Escataiao-ii tacada,de.ancavio-a a eouce
deNjpole! Id'arma, o qye o nio impeda do ebaiiiarein ana Nap'"
Viva a rainba da Sicilia, repetirlo Siciliano*. llanos, bastardo* do Colicbnicllu.e maufUitoride macii
Vita a rainba doNaiioletl replicarlo o* Nuuoli-lr*. Os meaiuua le ido e moribundo mo crao pnupa-
k>. Galodo a pe*, esnagadus (em piedada, acabtvot-


*-
lloviiiienlo to Porto.
Navios tahidos no dia 26.
n-.do-ConWi hialebtasilciroS.7i.if, capitao Ma-
nejse de Arauj Pa.va, carga lijlo.
f ,,, barca Jjrasileira Improviso, capillo Antonio
Noguera dos-Sanios, carga farinh.a.
Edjtal.
rs
y^rTariTcarneim da Cunha,/dalgo cavaltiro da
cesa imperial, c^lfoda ord.m le .,.*-
HimIlradoi" perador, que Uto guarde, tic.
Li/ajiaricr, quepe/sAte a aduynislracaa Ua mesa
ln do arrematar no da 1. de setembro prximo
Muro a porta da mesma urna caixa com atracar mat-
!vado de n. 2. marca A"6. Jo "ge"00 Be'*m' da pro-
ncia do Ilio-Grande-d-Norto. avallad* em 18,313.
, consignad, a JosAnlonioAlv a da Silva, e.p-
Irbondida pol empregadodo trapicho da Companh.a,
Sor r.lsificaco do genero; e 11 sapeas com lar.nba, no
,.ior de 35.000 ri., apprehendidas pelo guarda da
Iltondoga a bordo da 1.' ijarca de.vig.ta. sem o compo-
nte despacho; sendo a arremetacio t.vre de despera
1 arrematante. Mesa do consulado de Petoamhuco,
26 de agosto do 1846- O administrador, Joto Xavier
Carneira da Cun'xk
THEATRO publico.
A nova companhia italiana dar o
sexta representarlo Ivrica sabbado 3o de
do coi rente agosto, de pecas escolladas e
de geral acceitacao, entre as quaes os
melhores pedacos da Norma, como a ca-
vatina de Norma, a de Pollion, &c, &c.
Uepots deata representado o director
resolver se podei continuar ou deixar
de dal-as, pelas enormes despezas que
elle tem que faior para o sustento das
ditas representacoes.
Avisos marilinios.
Para a Babia sogue viagem com brevidade a su-
' maca Nova-Aurora : quem na mesma quirer carregar,
pode entender te coro Auiorim Irmioi, ra da Cadeiu,
n. io. .
Para a Babia seguir* em poneos das o bngue
flor-i'America : quem no mesino quizer carregar,
pode enteoder-se com Amorim Irmios, ruadaCadeia
d. 45.
= Para a Babia o bngue nacional Inaianno
ssi muito breve ; inda tem lugar para alguma carga ,
e tem muito bons commodos para peasageiroa : quem
pretender embarcar carga ou ir de passagem, onlen-
da so rom Maoonel Ignacio de Oliveira na ra de
Apollo, n. 18.
A sumaca Sania-Marta'Boa-Sor le, queannuo-
ciou para nodia 30 do corrente aabir para o Aracaty,
ainda recebe carga miuda, e qualro pipas e passagei-
ros: o prctendcnte'e dirijio-se a Victorino Teixeira
Leite, na ra larga do Rosario, n. 1, ou ao Sr.
Francisco Joaquim Cadozo, na ra da Cadoia do San-
to Antonio, n.2o.
Para o Bio-dc-Janeir pretende seguir breve o brigue
escuna Fama, por ter paite do caregamenlo prompta;
pudendo inda rtceber itguma carga, inornienle miuda:
quem no uicsmo quiaei carregar, embarcar escravo,
ou ir de passagem, pode contencionar com Amorim
lrm.ius, ra da Cadeia n. 45
Para o Rio-Grande-do Sul e Porlo-Alegre argi-
r com brevidade o brigue Flor-da-Fu: quem no mes-
nio quinr carregar, o embarcar escravos, podo enten-
der-se com Amorim Irmios, ru da Cadeia, n. 45.
Para o Aracaty sabira, no dia 26, o brigue-escuna
llennuuea: para passageiros, a tratar com Meooel
Dias, ra du Crut n. 3.
Para o Aracaty sai, to dia 12 de letembro.o bn-
gue Mana / ; ainda recebe alguma carga: a tratar com
Manuel Dias.
Para o Rio-de-Janeiro eigue com lu,la a b.revi"
dade a sumaca Amizade, capilio Manoel Antonio de
Suusa Guerra: para carga, passegeiros e escravoa a
Irele, sjusta-se com Gaudino Agoslindo de Barros,
pracinha do Corpo-Santo, n. 66.
Para o Havre aai, no dia l.desetembro,o brigue
fjance feaujeu, capitao Berindoague : para passagei-
ros trata-se com os consignatarios t- Lasserre & Com-
panhia, na ra da Senzalla-Velba n. 1^8.
Vndese o brigue nacional Phidro, forrado de
cobre, ba pouco lempo, roaslreedo donovo.piomplo do
ludo a navegar para qualquerespeculscao, do eoostruc-
i o sarda, de loto do 8,000 arrobos: para se examinar
no ancraidouro da descarga, e pareseajuslsr.oom A-
morim Irmios na ra da Cadeia, o. 4o.
Para Buenos-Ayres frea-so o patacho dinemar-
quez fandert, de Iolodol46 tonelidas, capitojens
Clausen, do primeira marcha : a tratar com Joaquim
Bapl.i"ta Moreira, ra du Cruz, n. 7.
Avisos diversos.
Quem der. noticia dos livros seguinte : Escu-
do admiravel(1j,eDoutrinadas acc.es(2),edicodoRio,
que lorao lurtados da livraria da esquina do Cpllegio,
baver 3 das, sera gratificado.
0 abaixo assignado declara, paracunheeimento de
quem pertencr, queo engenho Cbaquinha do termo
de Serinhaem Ihe pertence, assim como aos outros ber-
Jeiros da morgada de Pororocas Jote de fan as Fal-
cBo de Lacerda.
Aluga se o segundo andar e soli do (obrado da
ra Direita n. 9, com 9 quartos, 4"'as, coiinha.bem
arranjado, boa tista, muito fresco, e por muito barato
prego: a tratar na luja do dito sobrado.
Quem precisar de urna nma para todo o servico
de casa, a qual tem bastante pratico, dirija-so ao becco
do Azeite-de-Peixe, segundo andar n. 3.
Ainda ae deseja saber, se a Sra. D. rtlaria Roza
quer alugar o seu sitio em que est o capitao Benedic-
to; da-so mais aluguel, paga-se adiantado. o beneli-
cia-se mclhor que o dito Benedicto.
. Roga-sea quem liver achado, equizer restituir,
urna garganlilha, obra d'ouro do Rio do-Janeiro, do
foitio de correle, chata, com colxetcs para alar ao pes-
coco, tendo na frente urna pequea chapa ao gosto dos
frontina, e que foi perdida em passeio, no dia sabbado
4 nuite para amaobecer no domingo 24 do corrente,
desde o principio da ra Augusta, vindo do Atterro-do-
Afogado, al ao. entrar na ra do Cullegio dirija-se
loja do Atlerro-da-Boa Vista, n. 48, que ser grati-
ficada
=Precisa-se de 560,000 rs. a juros, danJo-so por
seguranca um lerreno; quem quizer fazer esto nego-
cio, annuncie para ser procurado.
Ollercco-se urna ama para casa de homem soltci-
ro ou casa de pouca familia, para todo o servico do in-
terior ; quem a pretender, dirija so a ra da Cadeia,
n. 17. ,
__Precisa-sede urna ama de leite livre do pensoes
para criar urna menina em casa particurar, e paga se
bem : trata-se na casan. 70, da ra das Cinco Pon-
tas.
__Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 20 da
ra larga do Rozario, defronto da praca da Indepen-
dencia : a tratar na loja do miudezas do inesmo sobra-
do, ou na padaria junto ao mesmo sobrado.
No silio do hospicio do Exm. conselheiro bario de
Ilumaraca, d-se gratuitamente a planta denomina-
dalinaria aa pesioai que padecorem do retencio
de orinas, bastantemente especifica, e propria para
laes padecimenlos: quem a quizer, quelle sitio so de-
ve dirigir, aqualquer hora do dia.
__Aluga-ae o sitio n. 1 na l'rempe, tendo casa de
sobrado e sotu, muito fresca, pintada de novo, e com
bons commodos; lem boa cacimba e baixa para capim:
a tratar na ra da Cruz do Rocile, n. 26, das 9 huras
da manba aa 4 da tarde.
__ Ninguem compre, nem faca negocio algum a res
peito da machina de raspar, de serrara e de vapor, e
seus pertences, annunciados no Diario-de-l'ernambu-
co, do 2iJ do conento mei d'agos'lo, pelo morador do
Al'lerro-da-Boa-Vista, n. 5; porque essa machina o
seus perlences nSo sio da propriedade desae annuncian-
te do Allcno-da-Boa-Vista, n. 5, c sim da viuva Fre-
mont, de Franca; e quem est aulorisado por ekta para
lomar conta, e dispr desses objectos, he o abaixo as-
signado, na ra do Queimado, n 12. Joo Vignts.
t= Aluga-se a casa terrea, do largo do palacio ve-
Iho, que laz fenle para o oilao do theatro novo, a qual
tem bilhete parase conbecer : a tratar na ra da Ca-
deia do Recife n. 40.
= Alugo-se duas casas para se passar a festa no
siti do Aicoe'm Ponte-do-Lcba: a tratar na ra da
Cadoia-Velba lejan. 20.
=Precisa-se alugar, ou mesmo compra-se um bom
escravo bom canoeiro e quo seja fiel ; na ra da Ca-
deia do Recifo, luja n. 26.
= Preciss-se de um homem Portuguez ou das
libas que entenda do servico de campo e possa
administrar, ou loitorisar escravos de um engeoho ;
sendo solleiro ou do pouco familia, e idoso : quem
estiver nestas circumstancias, dirija-se a lallar a Ma-
oi com as mai refinadas crueldades. Mulilavan-oa lior
nvelmcnlo, o em represalia, coramettiiu do pane par-
le enai abuminacCes. Devia perloncer, e com effeito
pcrtcncco a vinilgeiii aos Calabreic. 0 aangiiinosc)
deipuj., d.i famoaii regiment insular cacaparan-ao pelo
eanipiua, disperaario-se pelo buaioe, pelos niunlea e
nem um s dos fugitivos tomn ajiparecer no campo.
Desde o comeen e durniile lodo o curio da acoao,
Spaccafurno liavia-se portado ranilo beit, : fes esforcos
sobraliuinaiioa para snslentar a sua Impa, par a niciter
fm linlia, para urg.nniaar, em mn pnlavra, defeaa regu-
lar; m< derribad., do c.ivatlo, e emboracad" naa bolla
a escudeira, nunca niain piulo apruinar-nc. Nao o salva
rio a farda eacarlatu o o capacle n rauda da orle com-
Duro; o foi achado inorlu enlro ua morios. Ao menoa
" levo a drsconaulaolo de sobreriver au seu rogi
ment.
Havia se Fabin lancado com a espada n mo no in-
trincado da pelija pun impender ssa horrifil <.aniic-
>ia, purin por niaia que eihurWye, u tanbeni bule.se
do vetem quando, nao fui inais fclix quo Spactaforno,
coma dirTeren^n dpaaliirsao enalvn com aeu cavalb
dea. lucia de fen.a. Bem longo do moderar o boioicida
fiirurdaiiin banda, Pnrafunli pelo oonirario saxeilM
eni a palavra e com o exemplo. A' viatn-du i.mguo a-
ehava.reem sen natural elonienlo. Iiiluiner-ia a venta*
para nivlhor llio tonur o elieiro, e no. olhos coberi... de-
"pesas tubrnneeilia. brilhiT trui e Inialra alegra.
Laneata u i-avullo ao maia forte da ca nagein, para a-
|>ruveitar todoa os golpea, c rubor to de angiro da* viu-
llllia------------;-- :! .... --......- u... I U.la I tl.ir-
|n iconia au lileira. gnlamlo : Mala I Mala
r" us ill.tea nada do quartel l Mono Mta
Mor-
------ iu.it,. iooiii oo ijuar iti i mtiriv iw* .
MimtiiycI grituu-lhe Fabi" iiido-lbc ao encon-
tr; fueatc-mc viraqu para as.iatir maUicn do meu.
compatriota* ? Eu lainbeni son Sioiliano, e *e nao fras
noelGoncalvesda Silva na ra da Cadeia do Raeife,
ou no engenho Gindahi da reguczia do Serinbaew ,
com seu propietario loo Mauricio de Barios Wan
derley.
= Estev8o da Cunha Medeiros embarca para fora
da provincia o seu escravo crioulo de nome Geraldo.
= Aluga-se um segundo sndar e soto, com com-
modos pura familia na ra de Rangel, n 73: a tra-
tar na mesilla ra n. 54.
=> Precisase de um preto quo sria esperto e de
idade, pagando-so mensalmcnle IOS is. : no sitio por
detra< do sobrado do finado Montciro ou annuncie
para ser procurado.
s= Prccisa-se alugar urna* prela para vender diver-
sas yendas que seja Gel; paga se bem: na ra estrei-
te do R oa rio o. 3.
= Aluga-so a otaria do doulor Peieira por detraz
do recolbimento da Gloria com excellente embarque:
na praca da Inpedendencia livraria ns. 6 e 8.
ss Kngomma-se toda a quslidade do roupa Unto
para homem como para senhora com toda a perfeicio;
assim como ensina-se a engommar coser, marcare
fazer lavarinlo ; ludo por pre90 commodo : no becco
do Noronha n. 1.
= Aluga-se. po.r preco commodo a loja do sobra-
do n. 12 da ra da Aragao : a tratar no mesmo so-
brado.
DENTISTA.
= M. S. Mawson, cirurgiio dentista estando para
retirar se breve para o Sul ; as pessoas, que precisaren)
de seu prestimo devem apparecer quanlo anlos na
casa de sua residencia n. 2, na ra Nova.
.= Ensina-se grammalica latina com toda a perfei-
;ao e em breve lempo ; da mesma soite pbilosophia,
e rhetorica : na ra Nova n. 52, primeiro andar.
agencias de yassupovles.
- Na ra do Cullegio,botica n 10,e no Atierro da-
Boa-Visla luja n. 48, lirao-se passapoites para dentro e
forado imperio,assim como despacbio-se escravos: ludo
com brevidade.
O autor da chalada mpretsa no .-noio,n. 183,
responde a declaracao feita pelos Sis, editores do mes
mo, no n. i8o, que em vio querem Ss. Ss. i nenie r,
que Iludidos por elle, he quo publicaio a dila chara-
da ; por quanto ninguem baver ahi tio papaUo, que
se encasquete de tamaita innocencia, all ndendo, que
mesmo quando,sem a ver Ss Ss .a'livessem mandado im-
primir, na supposicao da que era, como so di/ia, um
annuncio, neeessariamente teriao de topetar-so com el-
la, quando provrao o meiiciouado Diario ; e enlao,
porque nao a matrao no nascedouio i1 De mais, len-
do a palavra = seara tantas significacoes, quem au-
torisouSs. Ss.para dierom.que a charada alludiu an-
tes ao Jllm. e Exm .Sr. general Antonio Concia Sira,
do que a oulra cousa ? Islo bo quo he illudir S.
Ex., porque, sob as apparencias do urna encomistica
satislacfto, Ihe lizerao Ss. Ss., com a appropriacSo da
mesma charada o mais picante epigramma; sendo quo
d'esl'arte voio a emenda a ser ptior que o sonelo.
Tendo o abaixo assignado lido um annuncio de
Joao Francisco dos Santos Siqueira, em que olleiece a
enda urna porcao de terreno, sito entie a casa, que
foi do desembargador lielmonte, e a ponte da ra d'Au-
rora, previne ao publico, que tem movido aceio em
juizo contra o mesmo Siqueira, para baver 33 palmos,
que Ihe loro vendidos pelo Siqueira ; maa que ainda
Ibe nao lorio entregues ; o protesta o annunciante ha-
ver o lerreno do poder do quem o comprar. Recife, 25
d'agoslo de 1845. Manuel Jos da Cosa.
__ Lava-te e engouiina-se por prego commodo ,
con toda a perleicio, e com a responsabilidade que
possa ter quaquer peca: a petsoa, que quizer, dirja-
se venda da esquina da ra do Aragao, que volla para
a Sania Ciui, que se Ihe dir a pessoa que se quer en-
carregar desle negocio.
__ Quem quizer comprar, ou arrendar a proprieda-
de Casa Caiada no lugar do rio Doce, falle com o
proprietano Jos Francisco Belem ; cuja propriedade
principia no rio Tapado, at o sitio do Allemio, pe-
gado a capaila do Santa-Anna.
__ O protendeote a urna lipoia dirija-se a ruada
Cruz, no Recife. n. 51, primeiro andar, que achar
urna em bom estado.
= No largo do Carmo, n. 4 onsina-se gratuita-
mente a meninas indigentes.
Quem precisar de urna ama para casa, e tam
bem para comprar na ra dirija-e a ra de S. Ama-
ro, n. 12. ...
= Acabs dechegar de Panzas muito mteressanles
Memorias de Saturnino, ornadas comi2* curiosas -
bem feilas estampas em2Y. por 6000 rs.
= Precisa-se alugar una pessoa lorra ou captiva
para o servijo de casa e ra para pouca familia ;
ra do Queimado n. 14, segundo andar.
acs D-se um a dous conloa de res a jaraa sobre pc-
abores de ouro e prata boas firmas, ou liypotbaM em
bens de raiz ; quem pretender dirija-se a ra estrella
do Bozario, n. 43, srgundo andar, onde se dir a quem
pertence c com quem se devo tratar, das 6 as 9 ho-
ras da manhaa.
=m to segundo andan do sobrado n. 79, da ra
Dimita avuou um papagaio contra -fcito pelo lado
do dclraz e lomara para as parles do muro da Penba;
'|uem o achou-, querendo restituir, dirija-se ao dito so-
bisdo, que o seu dono gratificar!.
A pessoa>que anounciou no Diario lo sabbado,
2" do ooneole, ter para vender um habito de lerceiro
de S.l'rancisco.dirija-searua doQueimado, lojaa.zT.
= Perdeo-se um brinco de ouro com duas pedri-
nbas de diamantes da ra Velha al a Soledade ca-
sa n. 7 : quem o a char leve a dila casa que ser
recompensado ; assim como roga sea pessoa quem
(or ofterecido o dito brinco de o tomar e annunciar
por esta folha.
Tirou se do correio por engao, ana carta ,
vinda do Porto para Jos Anlonio Fereira ; quera
fur seu douo dirija-se ao largo do Terco o. 4, que,
pagando o porto Ibe ser entregue.
= Roga-se ao meslre calafate Francisco Peroira da
Cunha de fallar na loja da ra da Cadeia-Velha o.
60, para negocio de seu inleresso.
Quem annurtciou querer dar 600,000 rs. a ju-
ros dirija sa a pr;aa da Independencia ns. tS e 15,
que se dir quem prociss. ___
Compras-
Comprio se dous espadaos antigos, virados ;
na praca da Independencia, livraria ns. 6e K.
.= comprio-se, para ra da provincia escravos
de 13 a 20 aonos, sendo do bonitas figuras pegao-se
Lem; na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
um andar de varanda d Vendas.
mn aaltcador manchado do rapia* e aaaaasinioa, toreara
tea cruiar eoniinigu o ferro. Moa honra lie cuta que
iguaea ae fas, o nodoa eterna imprimir eu na ininlia es-
pada, o no teu ignobil angiio a encliovalhara. O mal-
vado* da la especie espera-osa turca, e a a mos do
carrasco devem anorrer.
__ por .au Bolognro! reapondeo o caudilho mn pou-
oii de.concerlado pela invectiva e ar resoluto de Fabio;
ealou aoacrvioo orno Vine. deS. luageslade Carolina,
que lie rainlia to aples, onve bem, nao da Sicilia, e
quo eumo eu a pur neceaaidadc eal na un Iba. Penas
araso Vmr. que vem Sigues a ello pur praicr ? Com lo-
doaoadiaboa, ilaa a aun Sicilia todo inteira, c por ae-
reaeimo todo ua seo habitantes, para turnar a ver
por vinie e qualro horas a minba minio amada Cala-
brio.
Volla para a la Calabria e ja; c que ninguem mai.
ouca fallar em ti uem no lena infame* pulanle.
Oh! quanto a pilliageiu, nao lio Vine, em todo o
ea.t, quo tem diroitu a queix*r-se, poique su ella me
nlo k'vao eia manhaa au-sou gallinheiro de Bon....
Hunco.... Bonva.... nom eu Ihe ici o nomo Vnic. at|u'
nao ealaria.
He i*o o que nisi* me indigna. Enuergonlio-me
dedever alguma cousa a um vil luwaaaiu. oomo lu; que
e nao fora e*n aiiencao, ju estivera* auorlu : vstaiuir*
quite*, *elva*lc-iue a vid; eu deixo-lo a la.
Enio quo lie i*t> ? r vamo la 1 Dis Franeatri-
pa ijueobegava galope, ldase palavra do mundo,
aiMda quesahissem da bocea do papa, uio podeiu re.li
luir a vid au ruurlu; u nao lereni Vini., como u filbo
da virgein aanta, u doro du milagro. Prouvea a Ojo*,
quo u liliafSWl para reu*citr e*te pobre diabo de
Spaceaforno, quo ao menos tove a on*olaco de niorrer
na *ua farda eaoarlate Meu Jess, leode piedtde da aua
=\endo-sc, na praca da Independencia, livraria ns.
6 e 8, hisloriadu Simfio de Nantua;Klemeolos decivili-
dade; Secretario de cartas familiares; Primeiros conbe-
cimentos para uso dos meninos, que comelo a ler ;
Expositor portuguez, ou primeiros rudimentos da lin-
goa materna; Arilbmetica do Besoul; resumo de
dita para uso das escolas; methodo (acilimo para apren-
der a ler.
= Vende-se cdigo do proeesso 2 .; dito cri-
minal 1 v. por Josino do Nascimenlo Silva; contli-
tunao do imperio por F. L. de Carvalbo Moreira ;
diccionario-de Moraes da quarta edio 2 v. : oa
ra do Crespo n. 39.
= Venduin se saceos do farinba a 3600 rs. ; na
ua larga do Boiario, n. 24, primeiro andar ou na
na venda que vai para a polica n. 31.
Atlenc&o !
= No holel Pislor, n. 3 no caes da Lingota ,
veodem-se obras de ouro viudas do Rio-de-Janeiro ,
de muito lindo goslo com o toque de 14 e 16 quila-
tes conteodo : brincos slfineles, e anneis com dia-
mantes e sem elles flores de ouro para cabeca de se-
nhora trencelios para relogios coracoee, botdes e
alfinetes para homem aderecos e meios ditos para se-
ubors ; todas estas obrss sao ds ultima moda, e ven-
dem-se em purrio e a retalho por muito commodo pre-
go e tambern se troci por ouro e prata velhs.
= Vende-se potassa prels e branca chegada afora
na barca americana Navarre : no esenptono de I.uiz
Gomes Ferreira di Companbia.
= Vende-se milbo novo, a 5500 rs. a sscca ar*
roz com catea a 4500 rs. a sacca e farinba de man-
dioca por preco commodo ; em casa de Manoel Josa
Concalves Braga ao p do arco de S. Antonio.
= Vende-se potassa americana muito nova a da
superior qualidade em barra pequeos; na ruada
Csdeia-Velba armaiem de ssucar n. 19.
=Vonde-se urna ferrara com lodosos seus perlen-
ces tendentes a mesma ofOcina com urna porfi de
carvio de pedra e varias obras feilas e oulras ainda
por acabar de obrar ; e se Irapassa por aluguel a easa
com o mesmo estabelecimento pelo lempo qua con--
vier aos preleodenles ; pois todo e qualquer negocio se
faz muito commodamonte : a fallar na messas lerraria,
em Fra-de-Portas, ra do ISrum, n. 7, junto ao muro
do arsenal.
Vende-se rap rolio hamburgus, em meias gar-
rafas ebegado pelo brigue Polidora ; na ra da Ca-
deia loja n. 16, do liourgard.
- Vende-se cha bysion em caixas de 15 libras, em
poredese aretslho; em essa de Malheus Aulin & C. na
rus da Ifandega Velha n. 36.
alma! Que querem Vina.? ho um *cao,comolodo*o*dia
aoOBlece, e j quo o mal etl feito, cuideiuua em au ag-
gravu-lo.
A culpa ho do* senhnros, diaao overamente Han-
digrona. Que Ihe elava cu aempre duendo ? Reprimi
a iiiauliordinocao, fv*o observar a disciplina. Nunca
alieiidcriu a minba reconiinondacfie e ahi est o quo
aeonteceo. Na verdade deo-ac ao pitia grando moti-
vo de desgoato. .
Ora calle-so la cmn os seus degoatua e disciplina,
ruase todoa me faiem igualmeulo horror. Eu nao devia
caperar oulra couaa da raouria e opprubrio da Italia, do
urna pandilha do miacravea sem le uem grei, quo umr-
pao o bello nomu do soldados e parodiao u nubre uOicio
da guerra. Voaa ldado! vo. uio ao non oota-
rio. O que a rainha devia faier.... ma deixem-au ea-
tar, cu me eiilenderei com ella.e lliefnrei ver quem voa-
* sio,quo Ihe eoinproraettcm o nome, o perdein a oau-
a que dizein defender. Vuia nio ao capazo nem do
amor nem de odio, ser-cma quem Ihe* paga, lioje rai-
nha, anianl.ia sos IiujleSfS; im, no Inglese! Ainda
lito lu tanli. lempo que voasa combatido ua suaa niel
r na Calabria; c eoiilra elle ae voltario, foi porque
elle asaim rac.mo lugiesesaSnai ucnvcigonharn taea nuxiliarea.e as rnehotafia do eu servia, como b.
magealade o ha defaier.to acieilur ua meu conselbu.
l'iquem, muermoi! autes quero tomar a oahir ua*
inau do* lnglcte, do quo Bear enlro vost niaia um
unanle.
Dita cala peladas palavra, embaiiilioii a capaila, e
dando de esporas ao cavallo om Lrevo deaappareceo dea-
te theatro do aaaaaainato o barbaridado.
E foi-ao, rn.in estallo exelamou Francstripa, ao
v*-lo dosappareceriior Ira* do* mal toa. Poia lie pena,
que ora um bonito offioial, e npexar delr a lingua um
bicho da Iba era de mai entre na; gracaa a Deoa, esla-
Kiuon sulla, devin faier-nua honra com sua presenca.
a* pela Madoua doi Polai, para que aa Iba atutteo ua
cabeca r ilheo ? J ao vio er Sioilino ?
Euahi o quovuasa me arranjoeom a sua indisci-
plina diase Pandigrana, que via com dcaaaaooego mui-
to oumproraeltido u aeu futuro regiment. Porque ora-
fiueisu capitio tem raiio, e eu mil veses o lenho repe-
lido, nos nao aomos aoldadoa.
__ Nos aomoa o quo queremos ser, replioou o carran-
cudo Par.it.iMti, bon* partidario* oomo coiivem a boa*
Calabrese*. U* qoartei nio ae fiseriu para n*. O* filho
da inoiitanha querem liberdade, e n* a lemas. Esse
mus livre dclle. Pur san Itologaro quera veralgueui
aqu ou algures ochar quo duer-uo Vosss lasliulo
Spacoaforno, en taiubeui : ainda que Siciliano era um
bom ci de caja; conhecia todos oa eaooodrijos, o sre-
java bem a piala Maa abual nlo lem de que qaeixar-ae;
niirreo de chumbo : he a mu re do* bravo. E quanto a
:*ao bnuifr.ise do capilio ilheo, que me tralon de ladrao
e ataaasiuu porque o lirei eata manhaa desgarras dos In-
gleses, puJo gabar-sode ler escapado de boa. Faa uan
hoineui servico a ol* gente, e ei* como e agradeoe.
Ma elle uio sabe, ourpo di Dio, que a minha carabina
leve bem vontade do llio diter ao uuvidu dua palavri-
ha, que o lerio feilo entrar em si. Fes bem cm ir so
embora. Ainda que a gente foiso o re dos anjea, a pa-
ciencia tem liimles.
Todo ilu he bollo c bnm, realioou Franoatripa,
maa a peca nio eal acabada. Nio baata ter morto oa
ilhoo, ho noceaaaiio aepullal-os. DeiiLaremu spacca-
furno para u ramalhete. Freparem-lhe a cea, que eu roe
eucarrego da oracio fnebre.
(C#r:iar-J-a)

A
Atfencao ao hom e barajo
*? Veodem-ieiuperiores cLlrs pac* coberto, de tin-
tas (has u.debom panno i 180 rs. o covado : supe-
riores corles do ch.U fina do novos psdr5s o chogados
ultimamento do 13 corados.' 3S00 3800 o 4300
rt..; rucados france/es (imito lifuu, a 300 rs. o coya-
do corteado cr.ssa- paJrOtf a 2 100 o 2300 n. ; chitas, a 120, t.0, ICO
c iTR) rs. o covado ; ruad o polio a / 30, IGO e 180 rs
a.vara ; dito fino, a 200, 220 e 240 rs. dita ; madras-
ta minio fino a2S0is. dita; pec.s do niodapolao ,
2800, 3200 e 3400 ri.; dito fino a 4000 4200 c
4o00 rs. a poca; madrasta fino,a ($200 o 6400 rs. dita ;
cillas, a 4500. 5300, 5500 o OOO rs. ; ditas escuras;
cbtdrez de lindo para j aqueta 320 rs. o covado;
superir r sctim preto de Maco a 3200 e 4500 rs. o
covado ; diales de ISa e seda, grandes, a 4500 e 4800
rs. ; cortes de chitas de 10 corados escaras a 1600,
18002000 rt. o corte sendo entre-linas e do boaa
qualidades ; superiores fuste-s brancas, a 1000 rs. o
corado ; marte azul de vara de largura a 260 rs. o
covado muito boa fatenda para pretos; algodao azul
mesclado trancado muito cncorpsdo, a 240 rs. o co-
vado ; algodao americano largo eencorpado a 220
rs. a-vara ; dito eslreito, a 160 rs. a vara ; esguiode
superior qualidade, do verdadeiro c puro linbo muito
fino a 1500 rs. a vara ; htctanha fina de puro linbo,
de 6 viras 2800 o 3200 rs. a peca ; ditas do r lo ,
a 1800 rs. peca ; cbila a 140 rs. o covado ; risca-
(nhos nros trancados, muito boa fuzenda para meni-
nos a 200 rs. o covado ; castores ou riscados a lis
Irss a 240 rs. o covado ; brios de bonitos padroesde
quadros a 300 rs. o covado ditos linos muito en -
corpados o de listras, a 640 rs. a vara ; tudas finas de
algodlo para homom a 3600 rs. a duria sendo do
muito boa qualidade ; coi tes de chal ; ditos do seda ;
pannos finos preto e azul sendo o primeiro de urna
linda vista para pannos de pretal, e o segundo para
pagem a 2500 rs. o covado ; superiores lencis cucar
nados muito finos o grandes, a 440 rs.; e outras mui-
las (azendas j mencionadas neste Diarw; adver-
lindo-se aos compradores quo todas estas lazendas
s3o lirnpas e de boas quididades : na ra do Collcgio,
loj n. 1, do Antonio Villarouco A IrinSo.
=Vendcm-sc 8 cscrovos pecis ptimos para lodo
o trabalbo tanto da praga como do campo ; um dito
bom carreiro ; um mulatinho de 18 annos, bom pa-
i;nm ; um dito de 10 annos; o proras mocas, cot-
nh3o cngoinmSo o lavSo roupa; una ncgrinba de
14 annos, muito linda e peca com bous principios
do habilidades: na ra do Crespo, n. 10, primeiro
andar.
Vendo- se um relogio de ouro, superior o do bom
goslo com correnle ; no largo do Carmo venda
n. 1,
= Vende-se um par de brincos, duas medalhas pe-
quenas, um S. Braz, urna aboturdura do camisa um
crucifijo pequeo, dous anneles, tudo do ouro e sem
foitio dous pares de esporas de prata ; no largo do
Carmo venda n. 1.
= Vende-se urna casa terrea sita na rus Augusta;
e urna mcia-agoa com muito fundo e largura de 30
palmos, os mesma ra : a tratar no largo do Carmo,
venda n. 1.
= Vende-se urna cadeira do arruar ; una porrjao
de medidas do novo e volbe padro ; e um quarto :
nas Cinco-Puntas, n. 160.
= Vende-se cei a atnarella por prego com modo ;
na ra do Encantamento armazem de molbados,
o. 11.
= Vendem-se oseas de ouro ; na primeiro loja de
de ferragens ao p do arco da Conccicio.
Atlenco ao bom e barato I
=Vendem-se cbapeosde i ores para senhora, a 4500,
5000 e 6 rs.; ramos de llores para (litse para cabe-
ca ; fitas de seda lisas e lavradas ; fitas .proprijs para
suspensorios e cinteiros; linlia do meada muito lina
para bordar ; luvasde pellica para homern, a 900 rs. ;
ditas para seniora, a 1280 rs. ; ditas compridas, a 2000
rs. {ditas de seda, curtas, a 500 rs., ditas com palmas,
a 1000 rs.; ditas compridas, a 1i300rs.; ditas de al-
godao para senbora a 320 rt. ; ditas para homern, a
400 e 040 rs. ; ditas de fio da Ls .ocia para bomem a
64O rs. ; meias de algodao, brancas, para senhora a
400 e 640 rs. ; ditas abertas a 720 rs. ; ditas pretas
para senhora a 440 rs. ; ditas para padre, a 640
rs. ; carteiras ccaixinbas com agulhas, a 320 e 400
rs. ; trancelins dourados para relogios, a 1000 rs. ca-
da um aljofares ; caitas do buleia para rap ; gar-
ganlilbas pretas de missanga a 560, 640 e 1000; di-
tas de filagraa ol-iiOrs, ; papel de peso de superior
qualidade; dito de marroquim azul e brnco ; franja
deretroz; bengalas de can na ; bonetes do panno para
homern, alOOOrs. ; estampas de papel muito linas ;
pe n tes dourados para prender cabello; balaios peque-
nos, a 200 rs. ; bonetes de palliinha, a. 160 rs. cada
um ; meias brancas de algodao para meninos, a 240
rs. ; e para meninas, a 320 rs ; brincos dourados;
pentes de marfim para tirar piolho o para alisar; sa
patos de marroquim para senhora a 1280 rs. ; ditos
para meninos a 640 rs. ; ditos docouro de lustro pa-
ra meninos, a 720 e 800 rs. ; ditos maiores, a 2000
rt.; ditos para meninas, a 1440 rs.; ditos para senho-
ra a 2(100 rs. ; ditos de setim para senhora a 2000
rs ; ditos de duraque, a 800 rs ; borzeguins para
senbera, a 4000 rs ; ditos para bomeui, a 6000 e 7
rs. ; perfumaras de todas as qualidades ; filas de algo-
dio lavradas e de algodao e seda; e um completo sor-
timento de miudezus por preco mus couunodo do que
em outra qualquer parle 1 na ra do Queimado jun
to a ra do ttangel loja de miudezas 11. 67.
= Vende-so una barriquinho do assucar lino, com
3 arrobas e 19 libras, muito proprio para consumo
particular ; na venda da esquina da rus Nova, defron
to do porto.
y'sm Vende-se urna mulatinha de 18 annos, reco-
lliida cose, engomma,e faz todo o mais servico de
urna casa ; urna negrinba de 14 annos, recoihida ,
com liuiis principios de habilidades; 3 osera vas, que
. ozini-o, engumtiao e lavo roupa 8 escravos pecas
bons para todo o trabalbo tanto do campo como da
praca ; um preto de 40 annos, mu o forte por 250 s
rs. bom para o servico de urna casa e botar sentido
e trabalhar em um sitio,por a alo estar aeostumado; um
dito bom carreiro ; um mulatinho de 18 annos bom
pagem ; um dito de 10 annos: na ra ao Crespo ,
n. 10, primeiro andar.
= Vcnde-se um molequo de idado de 14 annos;
um sjiulltinlio da rnesma idade ; oulro dito da iilade
de 18annos, ptimo para pagem; urna negrinba de
idade do 14 annos recolbidu com principios de cos-
tura ; outra dita de 18 annos, engomma liso o cozi-
nha ; um oscravo de necio do idade do 20 annos ,
ptimo para todo o servico ; 5 estraves do naci de
idade de 28 a 35 annos coiiiihao e lavio bem ; na
ra Direita 11. 3.
= Vende-so um bom cvallo de sella, e outro bom
de carga ; na ra da Conceico da Boa Vista, n. GO
= Vendem-se phospboros da melhor qualidade,
que ha presentemente em caisinhss redondas a 40
i, cada uinu u em caixinhas quadradas a 240 rs. a
duzia; na rus larga do Horario perto do quarlel de
polica n. 20.
= Vndese urna preta ainda moca, de bonita fi-
gura muito sadia, propria para todo o servico; na
ra da Praia, n. 26.
= Vende-se um noleque pega de idado de 16
annos; na ra eslreita do Rosario., n. 43, segundo
andar, das 6 as 9 horas da manliaa.
= Vendem-10 bons pombos, por preco muilocom-
modo ; na ra da AssumpcSo n. 16.
= Vende-se um cscravo de boa figura ptimo pa-
ra todo o servico ; na ra do Gabug, sobrado n. 3.
= Vendem-se saccas com farinha do S. Catharina,
a 4000 rs. ; e tambem se vende medida pela quarla
velha a 4000 rs. o alqueire : na ru da Praia ar-
mazem de carne n. |9 do Azevcdo.
s= Vende te farinha de S. Catharina de muito su-
perior qualidade ; a bordo dos patachos .l/r//o S.
Mathtu e Francelina, por preco muito couunodo, ou
a tratar na ra du Cndca do Hccilo loja n. 40.
AtlencSo'.
= Continua-so a vender o muito superior rapo de-
nominado l'rinceza-Kovo-Lisboa sendo esto o
nico rap que se pode per a par do do Lisboa ; ven-
de-se nas tojas dos Srs. Guilherme Augusto Rodrigues
Selle, rus do Queimado; Victorino & GuimarSes, ra
dos Quaiteis; Antonio Domingues Ferreira ra do
Crespo; o no depozilo ra de Apollo, n. 18.Pre-
co de cada libra 1000 rs.
= Vende-se una casa terrea na ra da Gloria ,
em cha. s proprios : a tratar na ra do Crespo, n. 10.
= Acaba do cbogar do Kio-de-Janeiro o Appendix
i lachigrapliia ou arle de cscrever t > dopressa como
se falla com mnppas dos signacs, inclusive, um pelo
qual se aprendo esta arle sem mestro pela simples
indicac.io de se ensini.r a formar os caracteres do al-
pliaheto o mais ligaces pelos pontos e lindas Iromidas,
preco 2000 rs Blbliotbeei dos jovens, que so dedico
ao commcrcio contendo explicacoes de arthinetica ,
oporaedes mcrcanlis os cambios a cscripluracSo dos
vros oin partidas simples edobradas taimas das moe-
das eslrangeiras de ouro o prata com o seu toque e
posos as coritas correles de juros recprocos as uni-
dades &c. ; Novo Divertimenlo, conlendo a proprie-
dade dos numero?, fazendo-se, por estes, diveisas e di-
vertidas adivinbaerjes, o jogo das damas e muitos ou-
tros intretenimenlos proprios para as rcunies de fa-
milia por 400 rs : vendem-se na livrara da esquina
do Colirio ; na ra eitreita do Rozarlo casa da F ,
n. 43; na praca da Independencia livrara ns. 6 c8 ;
no paleo do Collego n. 2; na ra do Collcgio, n. 13.
= Vendem-se tellins inglezes para montara de
homern; dilos de senbora ; rabeeadas rolicas ingle-
zas o do (odas as qualidades ; barretinas para ofliciaes
e soldados do guarda nacional ; talins o cananas; ban-
das ricas e inferiores; espadas prateadas, de roca e sem
ella; bozerro de lustro da melhor qualidade; marro-
ques de todas es cores ; estribos de metal branco e de
lalao chicotes para montara de bomem o de senbora;
colchos e travesseiros de todas as qualidades ; e oulros
inuitos objectos por prego mais cornmodo do que em
outra qualquer parle : na ra da Cadoa do Recile, lo-
ja de selleiro n. 47, e na ra Nova n. 5.
= Vendciii se os seguinlcs livros : o Furioso ; Eli-
xir de amor ; llellisario, Operas, com a IraduccSo ;
os Annacsde el rci D. Joao III, por fre Luiz do
Souza publicado por Alexandre Herculano ; lbum
britannque; La Maison rustique ; urna colleccao do
vistas dos melbores edificios da cidade de Parz ; 10
metes do Panorama do aono passado; Pascal Bruno;
urna grammalica latina ; Histoire genrale por l'abh
Mullos, Calanlo dous volumes : na ra do Crespo ,
n. 10.
Charuloi de regala,
=Na ra da Cadeia do Recife, 11. 46, ha sempre um
grande sortmento destes afamados charutos, viudos
da Babia ; e tambem grande existencia de dillerentcs
qualidades de vinbosdo Porto, Xerry, Madeira, Claret,
e ago'aidente de branca a precos razoaveis.
= Vende-se urna preta de idade de 35 annos, co-
zinba o diario de urna casa, o lava de sabio, por prego
cornmodo; na ra doNogueira n. 27.
== No escriptorio de Francisco Severianno Rabello
& F'ilho no largo da Assembla, vende-se cal virgem,
chegada prximamente de Lisboa em caixas pe-
quenas.
= Vende-se farinha do mandioca ltimamente
ebegada neste porto em porces a 3800 rs. o a re-
talhoo4{Jrs. ; a bordo do biate 5. Joaquimlmpira-
dor-dut-Anjot fundeado defronte do caes do Colle
gio ou na ra da Cruz, armazem n. 54.
= Vende-se polassa da Bussia, muito nova e ar-
cos do Porto para barricas; na ra do Trapiche, ar-
mazem n. 17.
= Vende-se rap de Lisboa muito novo, e chc-
gadinho agora as librase as oitavas a 50 rs. ; diiodo'
Bandeira dilo a italiana, segundo o uso dos religio-
sos da Peona o de outras qualidades, conforme o
.oslo dos fregueies ; muito bom chi bysson a 2400
rs. a libra ; excellentes cbarutos,a que os bous entende-
dores com jusliga dario o de vi do aproo : na ra
eslreits doRozario defronte da igreja loja e lubrica,
n. 6.
- Vcnde-se um moleque de 16 annos pouco mais
ou menos, bonita figura, sem achaques nem vicios,
prefere-se para fura da terra : na ra da Senzalla-No-
u n. 4.
= Vendem-se csbrss ( bicho )~proprias para em-
barcar, e para criar pois que muitasacbio se pre-
nses e sao de muito boa raca por preco cornmodo;
em Olinda ra do Bom^uccsto silio
bira.
prio para camisa de pretos, a 120 rs. ; gn*a lisa;
a 120 rs.; algodao trancado de listras n 240 rs. ;
msdapolio, a 160, 180 o 200 rs. a vara ; dito (no a
220 e 240 rs. a ara; chitas de diflernUs cores, a 130,
100,190 o 200 rs.; ditas linas, a,220e 240 rs.; cor*
les de ditni.de 12covados e meio u das mais moder-
nas a 310 rs. ; madapolSo 3000 e 3200 rs.
|*C3; ditoino, a'40O0, 4200 e 4Q0rs.; cambraias de
listras de vara de largura a 500 IS. a vara; ditas du
salpico a 440 rt. ; ditas do quadros o listras, a 360
u 400 rs.; ditas inulto linas, a 400 rs ; soga (ranea-
da a ISOrs. castores para calcas, a 200 rs,; e ou-
tras muitss faz ondas por preco cornmodo : na ra
da Cadeia-Vclbu n. 54, loja de fazendas, de Antonio
Monteiro Perera.
Vendo-so steile de carrapalu do mcia caada
1 para cima, a 2240 rs.; na prega da Boa-Vista, n. 3.
= Vendem-se ricos cortes de cambraia com quadros
de cores, do mais moderno e estelado goslo pelo ba-
rato prego de 5500 rt. ; ditos de listras o quadios,
muito boa faienda a 3800 e 4000 rs. ; cambraia li-
sa muito fina a 4000 rs. a peca ; damasco de lia com
duas larguras, muito proprio para colebas, s 2000 rs.
o covado ; escoceses do goslo moderno para vestido de
senbora, a 320 is o covado franja para cortinados,
de muita varied.ide de gostos e larguras a 4000 e 64
rs. a pega meias pretss de seda inglesa para bomem,
a 2000 rs. o par ; ditas do cores, de muito bonitos
gostos a 1600 e 2000 rs. ; veludo de c para col
lete a 5500 rs. corte ; chsles de las muito moder-
nos a 20U0 rs. ; ligas do borracha para atacar meias,
a 80 rs. o par ; brim francez, muito bonita Tazenda e
de grande duraco pelo baratissimo prego de 3G0 rt..
o corado e outras muitas fazendas que se', vondero
por menos.do que em outra qualquer parte: na ra do
Crespo, loja o. 12, de Jos Joaqun da Silva Maia.
Vendein sesaccas do inilbo. ditas de arroz de cas-
ca e pilado brsnco e vermelho ditas de feijio mulati-
nho ludo de alqueire e da melhor qualidade, que
boje apparecc ; na ra da Cadeia do Recife arma-
zem n. 8.
Cheguem ao bom e barato!
= Vendem-se oculos do armacSo de osso e de mel-
chior do diflerenlesgraduagoes; fil de linbo, a 480 e
iiiOrs. ; dilo lavrado de u.eia largura a 1000 rs. ;
dilo com vara de largura, a 2240 rs. ; p. pe do peso, a
2600 e 3200 rs.; dito almago meia hollando, a 3300
rs.; ramos do flores e capellas francezas, p'oprias para
chapeos e para cabeca ; chapeos proprios para cohrir
de seda ; litas lavradas e lilas do difieren tes larguras ;
hitos o rendas ; vultos e brincos pretos para lulo ,'de
differentes modelos ; caitas de agulbas Irancezas
pe prateado e douraJo lisoe lavrado ; ligas de bor-
racha a200rs. ; escovas para denles, cabello e falo;
indos pares de brincos dourados com alfinete de poi-
to; tbesourat muito finas para unha ; luvat pretas,
curtas; ditas compridas; ditas brancas; meias de se-
da preta ; capachos compridos e redondos; meias bran -
ras para meninos o meninas; e outrss muitat miudezas
por mais barato prego do queem outra qualquer loja :
na ra do Cabuga, loja n. 1 C., primein loja de miu-
dezas.
= Vendem-se 3 escratas do bonitas figuras, en-
gomrno bem, cosem ecozubao, de idade do 20 an-
nos ; urna parda de 22 anuos com habilidadet e he
de bonita figura; 1 preto proprio para sitio, por 150/
rs.; duat pretas cozinheiras de 25 annos: na ra das
Floros, n. 21.
= Vende-se um escravo crioulo, do 26 anuos, li-
dio, de bonita figura muito bom cocheiro bolieiro,
e ofica! de alfaiate ; na ra de Hortas, n. 140, se
d ira quemo vende e o motivo da venda.
= Vende-se urna loalba toda a roda de lavarinto
pelo prego de 10/ rs. ; na ra do Cabuga, loja do
miudezas,o.
Vendem-se, na ra das Cruzes loja do encader-
nader, n. 35, os seguintes livros, todos cncadernados,
e quasi novos: vida de D. Joao de Castro ; gramma-
lica Iranceza de Lamoniere; elementos de geometra;
cartas de guia dos casados; corographia em francez ;
metbodo de violo; alpbabetode Monte-Verde para 01
meniuos apienderem a ler; e garrotas de tinta fina pa-
ra escrever, a 400 rs.
= Vendem-ae uns terrenot com 30 palmos de fren-
te e 150 ditos de fundo utos na ra da Concordia
por delraz da ra Nova ; os quaet fazeai frente para as
Iravcssas do Monteiro o Caldeireiro : na ra larga do
Rosario, junto ao quartel de polica, n. 18.
= Vendem-se 4 escravos n.ogos do bonitas figu-
ras de idade de 20 a 22 annos de todo o servico ,
sendo dous perfeilos canoeiros ; urna preta de 20 an-
nos peifeita cozinheira engomma e lava; urna
bonita escrava para fura da provincia ; urna negri-
nba de 12 annos, muito bonita, propria para mu-
cama de alguma menina : na ra larga do Rozario ,
n. 46, segundo andar.
= Vende-se um preto com oficio de pedreiro ; e
urna preta com habilidades : na ra da Palma, n. 15.
= Vende se um quarto muito novo, carregador ,
e de bonita figura : nas Cinco-Pontos, n, 160.
Vende-ae um macaco o mais manso possivel ;
na ra do Hospicio n. 44.
=Vende-se colla do Rio-Grande-do-Sul, de su-
perior qualidade e sebo em rama ; a bordo do brigue
Paquete de-Pernambuco fundeado ao p do trapi-
che do algodao.
= Vendem-se barricas com farello de Lisboa pe-
lo barato preto de 4500 rs.; nosarmazensdo Brague'
e Antonio Aunes.
= Vende-se urna parda do idade de 16 a 18 annos,
du bonita figura e s m vicios; na ra das Cruzes
teeda de marcineiro n. 29.
=Vende-se urna prela de Angola com muito
boa conducta pois nunca lugio ; nao teni vicio de
beber espirito do qualidade alguma; be muito fiel e
capaz dse Ifae entregar una cata ; cuja escrava vnde-
se por nao querer servir a senhora ; o que tudo se
afianca : na Ponte-Velha da Boa-Vista casa terrea
n. 29 junto ao sobrado da viuva de Luiz de Castro.
= Vende-te um cachorro da Ilha por prego corn-
modo : na ra de Agoai Verdes, n. 70.
= Vende se sindi ama duzia de camisss de rnsda-
nba e lava bem de varrtta. oro um filho do doni (B
nos, muito esperto ; urna pardinha de 20 annos',
gomma, cose, fj* renda cozinhac laa,do sobflo- '\
eteravas de nacao com as nesmos oaBgladei.
criolla de 20annos, cozilia.o lava o*arrell,v \-
cabrinba de 3 annos pose e ft* renda ; urna nJ
nha de 7 annos ; 3 escravos moros pora'todo o JIJ
um rriolequo crioulo de 12 sanos ; um eseravo de --'o
nnos, ptimo jfcHcir ; dou-.escrivosde!S2 aanoi
para-o-servigo de campo : oa ra das Cfuzcs, o. gi'
segundo, andar. '
= Vendem-Se ricas sarjas e sedas b/ancas parstM.'
idos de Uil\..S, indas guarnigdea du flores para vex.
lidos, luvts de pulliea. 1 nfeitadat de muito bom goito
ditat eurlai, brancas e da core esqitiUt ,'capelina
flores brancas, sarja preta_.uperiof, lindas mint,,
escoeezts, chapeos de polb para meninos, ricas I).
tas de setim lavrado outras muitas fazendas de m.
to : na ra Nova n 8, e esquina da do Cabug t&
H, tojas de Amsral ft Piobeiro.
*= Vende-se urna preta moca de
gomma lito lava de sabio, e cozinha o diaric
urna cata ; na ra do Rsngel, n. 84,'a tratar ton
Victorino Francisco dos Santos,
= Vendo te um preto de 18 a 20 annpi^Km tjeM
nem deleito alguin proprio para qualquer' servito-
no Atterro-da-Boa-Vista 11. 26, primeiro andar.
Vendo so a venda n. 100 da ra Inperiul, can
poucoi fundos : a tratar na mesma venda, <
Vende-so a venda melhor que baa ra Imperial,
por seu dono tor de retirar-te para Portugal : a tratar
na mesma venda n. 145.
Vendem-se 3 relogios de caita de prata doun-
da correles de ouro da ultima modo; um bonete ri-
co para official de inorinba, ou de guarda nacional;
tudo por prego muito em canta : nas Cinco-Poolai'
n. 14.
Vende-se um mulatinho de idade do 13 1
na ra do Queimado, loja n. 19. ^E
Vende-Se urna preta moga sadfe,, sem
boa engommadeira cose, e laz todo o'servico de un,
casa com perfeicao ; na ra do Aragfio loja de upa-
leiro de duat portas porbaixo do sobrado do Se
Gusmio.
VeriJe-se vinagre superior 3 ^dr>
res a caada ; na ra do Alterf dos A
fogados n. 7.
Vendem-se barris com polassa, da
mais nova que ha no mercado ; na na do
Vigario n. ti.
Muit 1 bons charutos re^alo rega-
la, primores e outras qualidades em cai-
xas de cent charutos, da fabrica de Fran-
cisco Gros na Babia, por preco couuno-
do : vendem-se no nico deposito, ruada
Cruz no liedle n.26, | rimeipo andar.
Vende-se urna pequea, mus in-
teressante colleccao de objectos da historia
natural em exquisitos exemplares- e con-
servada em espirito, milito propria para
mandar para Europa; igualmente rece-
bem-se encommehdas para outras se-
melbantes colb/c^es; na ruada Gloria
n. 5q entrando pelo portao.
Escravos Fgidos
= Fugio, no dia 2G de julho um preto de nomi
Manoe!, de nacao Ci libar, representa 30 e lanos sa-
nos gura lea com urna clisga grande em um lor-
no/cllo do pe; be perlencente a testamentaria defalle-
cido Antonio Machado da Cunha : quem o pegar, leu
a praca da S. Cruz n. 8.
= Fugio, no dia 22 do correnle um pardo de no-
mo Marcellioo de idade de 22 annos, pouco n-aisou
menos bastante relorcado do corpo e do bonili fi-
gura ; tem nas costas alguma s marcas de chicote ; an-
da sempre com o nar sujo do tabaco e quasi sempre
anda ebrio ; lerou camisa e calvas de otopa : queru
o pegar leve a Jos Gonealves Ferreira Costa n tut
da Aurora, de S. Amaro quesera gn ti Picado.
= Deiippireceo dcsti cidade em 24 do correte, do-
pois do meio dia um polo de nacao de nome Sla-
Iheus, de idade de 48 a 60 annos, estatura mais qus
ordinaria, magro, olhes remelosos, com marcado
queimadura em urna mo e persa ; levou camisa de
mingas curlat, e cerouln de algodao di Ierra; tho-
gou, ba pouco. diaa, do engenho Cachoeirinbi da
comarca do Bio-Formoso : nao podeiulovu acreditar,
que fugisse por nunca fatel-o oaquelle engenta.),
servindo ha perto de 30 annos e snn ser apaohado ,
ou detcncaminhido por manobras, que para tal ',0
em pratica por faltar-lhea de andar peat ras deiU
cidide e de oais ser sempre bogal: rnga-ieasiula-
ridades policiaei, e a quem do mesmo escrito der no-
liit o apprebendlo e mandem entregar na ra do
Padre Florianno, n. 38.
= Desappareceo, em principioi de julho p. p..
pardo Agottiobo de idade de 14 mnoi; o qual esla-
va ltimamente eui casa do Sr. Jos l.a/ari no Atlei-
ro-da- toa-Vista ; julga-se andar pelos suburbios deslt
cidade : roga-te ios capitS's de campo e a toda o
qualquer pestoi que o pegar de levar 1 ra di
Crui, n, 9, que ten recompensado generosamente.
= Fugio, nodia 24 de julho do correnle inno.o
crioulo Loii oflieial de sapaleiro do idade de -2
annot, pouco mais ou meuoi, estatura regular, ros-
to redondo denles limidos pouco barba bBi fil-
iante pernal um tanto finas, pes pequeos; leoU
canuta e cicas de riscedinho chapeo do bata branca,
com sus complete bolota ; foi escrato de Pedro lw-
mingues Carneiro morador na tilla de Pao-do-A Iba:
roga-se as auUrordades que no caso do mesmo Iba
ser apresentado, o lacio remeller a seu senbor na rut
polao bem trsbalbadas, por 16/800 rs.: oa ra da Ca- do Collcgio n. 3, segundo andar; que se pagarse
deii de Itecifo n. 0, primeiro andar. J todas is despeas.
da Manga-1 = Vende-se urna porclp de cera amarella; na rus
larga do Ro/trio n. 29
as
Vendem-se chpeos de misil, 1800 rs. cada I --Vende-se urna erara crioula, de idade de 24 an-,
um; cbila, a 140 n. o corado; rucado mesclado, pro-1001, de bonita figura engoraron cose bem, cozi-|Plw. ,
NA TTP. DE
M. F, DE FAMA----18/,5-


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