Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05848


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Full Text
J.tnno '1c 1845.
Terca fcira 20
n MAMO publica-te todos odla qne
I re... de guarda: o Preco da asslgna-
l1"., rdc4/r.porquartd pagos ad.Mia-
T,1"' pVannniiclo. dos assisnanlrs m tale-
fe ..v.3o de 20 r.'is por Iinha, 4Q rs. era
F nn diUrrriitc, e as rcpeticcs pela metade.
I1" ..lo forera assisnantes pagao 80 rs.
yjLffiUeJB mtvpod.fere.ne.
PITASES DAMJAN I&ZI)E AGOSTO.
., i 3as Sh. e 5 min. da nuinhaa.
I'"' .ntf a 10as 8 h. e 21 minutos da tard.
rr,SCW 7 a. 10fior. e57 mlu. da man.
.**><
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Coianna. Paiahyba, e Bio Grande doPortc
.Segundas c Sextas feiras.
Cabo, Srrinliacni, Rio Foimqso, Porto Cal-
vo, e. Macey, no 1." 11 e 21 de cadainez.
Caranhuns e Sonlto a 10 c 24.
Boa-Vista c Flores a 13 c28.
Victoria as Quinta feiras.
Olinda todos os das.________
PREAMAR DE HOJF..
Prlmeira as 11 h. e 42 mln. da manhaa.
Segunda ai 12 h. c 6 minuto da tarde.
de Agoslo.
.r>.
ila
DAS da semana.
25 Secunda S. I uia, aud. do J. de 1). da
o v. e do J. M. da 2. v.
26 Terra S. Zef.rino, aud. do J. <1e
da 1. v. e do J. dos fritos.
27 Qqarta S. Rulo, aud do J. de D.
3. vara. ,.
23 OuiniaS. Agostinho.aud. do Jui* del).
da 2. vara, e do J. M. da le 2. v
29 Sexta S. Adolfo aud. do J. de D. da
1. v. do civel, c do J. dos Fcitos.
10 Sabbado S. Gaudencia. aud. do 1. de I).
da 2. vara.
31 Domingo S. Rajinundo
Anno XX N. IKK.
CAMBIOS NO D|A i DF. AGOSTO.
Cambia sobre I.ondret. 2Ti d. por 11 a 60 d,
Parli 370 ris por franco.
,, Lisboa 12Ua 125p. c. pr. p. ;.
Drse. dr let. de boa firma 1 V, 1 VJP'J*
Oiiro-Oocaa hcspaiibola. 31#500 a .M#80O
Moedadr (ijrtUO vrl. ISTMIO a 18#200
D de G#400 nov. 1780 a
,. de 4/iiflu >ti00 a
Praa-Patnrfes .... 1/960 a
Pesos Ooluranarei. 1^'SO a
Ditos Mexicanos l/O'i a
Moedas de 2 paUc. 1/780 a
lSsOOll
o#70o
24000
24000
1#>60
1/800
Acccs da C* do Bebcribc de 50u00 ao par.

DIARIO DE FEUAMBCO
PARTE OFICIAL.
Governo KXPEDIRSTE DO DA 20 DO CUFENTE.
fUlli-io-'Q prrtjfrtfc 'I" Rio-Grandc-do-Norte, ac-
usando reu.cH
,,.nacca. de fari.1.. que, fim de
ar slli.rrrm enriada, para aqu viera,, da corle na
I Lrtt Carioca.OffioiM-se an presidente da Parahy-
v. ..revenindo-o d ida de igual numero de sacca. de
br'inli e de 30 He fcijan : detrrniinoii o ao inspector
do orenal de marinh, que ren.ettoo ao* Exras. prn-
dente snpramencionadoe c-pias do contrato. por quo
fi ,iu.lda a conduces ile.se genero; e ordenou-.e
I ndmini.lrador da nieta do eon.ulado, qno de.xa.ie
dcexigiro,repeclio dircilo.
1 DitoAo intdedireito interino do Brejo, agradecen-
I do feliciliolo, qno llie dirigi, por achar-e na adrai-
niiiracao, e proineuendo Ihe cnadjutacSo no curopn
ment' do eu dateros, ..'..
Dito-A irmaudade de N. S. do Roiario da Boa-Vista,
| ,,,rovando a propo.la de Antonio Carneiro Machado
Ri, para lhe.ourciro da repeetiva lotera, e igualmen-
te o plano deita; e recoramendando, que ein o menciona-
do plano fca observar, qne tamben e dedunra 8 por
rento, a favor da faienda publica, do premio, de um
cunto do ris, ou maiore do que eto.
DanAcamara municipal do Recife, acornando rc-
cepcio do seu ofoio, om qne d parte da noioeaclo de
Antonio Burgo* da Fontoca para promotor da guarda na-
cioiiildetenuiiiicipio da de Jacintlio Moreira Setena-
nuda'Gnnlia para ajudanle daqucllc; dn de Franci.ou
Lea Ferreira para secretario do concellio da menina
guarda nacional; da de BcniardiiiQ. de Sena Guiniare
jura aj, Jante de.te. ,
DitoAo inapeotor da iheiournria da ronda pru-
vinciac, o ao preaidrnte do concellio geral de salubri-
dade, teicntficando-os da nomeacio de Beruardiuo Jote
Serpa para delegado do referido conoelbo era a cidade
Je Olinda.
DitoAo director do ar.enal de guerra, signiBcondo-
llie, que, fim de que aa feria do respectivo operario
sejiosali.feilas na pagadura, apena all entraren as
competente fullm, preciso o torna, quo aifacaaooin-
panliar d'uma eautella do almoxarife daquclle ar.enal;
quera ser ella restituida iromediatamente que forera
a. tollina conferida.Ollieioii-e o rcspeilo ao eomiuia-
siriif pagador, coja reprcaeiitac.au deo lugar a expedie-
nto do uftlcin lupra.
DitoAo mcfiuo, aiitoritamlo a compra de um barril
do oleo de liuhaca, cujn poto nao -exceda de 7 arroba.
DitoAo inspector da thoinuraria da renda protm-
ciars. validando a arrematacoea da con.truov*0 da bar-
reir Ja punte do Caxang e ca'.a luspeclita, e da de um
baldo contiguo da Tacuruna.
DitoAu t-miiiiiandanlodaa arma, prevenindo-o de
adiar ee licenciado por dou meioi, para ir 8 provincia
la Baha, tegundu lente do quarto batalbo de arti-
llara S pe Epiphanio Borgei de Meneic Doria.
Dito Ao iu.pector do ar.enal de inarinha, cientifi-
raiido-n de que vai oncaiuinliar a respectiva secretaria
de estado a relacao do navio da armada, quo e demo-
raran iie.to porio, eni o inca de julho prximo lindo; e
leiu aain o oiliuio, que ella veio anuexu.
IDKUDODIX 21.
OdlcioAo cncarregado da agencia da barcas de va
por, declarando, que, rindo o praio do ealylo, faja o-
guir eu destino a barca Haitiana.Ulliciou e ao refe-
rido agente, para que en a mencionada baroa fuc.so dar
pa.igem : para Parahyba ao tenonle do prilueira linda
Claudino Aguellu Caatcllo-Brauco; e para o Marauhio
ao r.rrivii iln armada extraordinario Franniscu Coellio
JaCn.ta, e aoa dQ.pen.ciro, Joan Bsptista delebiade.
da Silvae Franci.co Jos de Alcntara; o priiuciro co-
me pa.aageiro de e.lad e o nutro a na culta
DitoAocommandante das armas, declarando, que,
para elIVcluar a rcme>a do desertor do corpo provuo-
rio da Harihiba, Jo.e AdIoiio de Munra, devo esperar,
CAUULINA m SICILIA. (*)
TERCEIBA PARTE.
Conlinuucdo do Capitulo L.
Offendida ao vivo pela represalia quo havia motiva-
do ao Onmecar asho.tilidadc., ja Carolina procurava s-
menle abaudonar o combate em boa orden, eobrindu a
retirad por una hbil diver.Ao.
Nao he eslo o lugar, coutinuou ella, nem o momen-
to de comecar n vu.sa edueacao, para cuja empresa, a
iallar-*os francamente, inc sinlo hoje pouco disposta ;
o. negocios do Estado, orcio eu, nao lio da vosea com-
petencia, epoderip ditrhir-vo do dncuracio, oque
"'ia grande pena, lano mus, niinha querida, queme
nao parecci propria para bcro eonduii-lo : soi moca,
au menos m'o dis.eatea ; um mentor experto e sobretodo
l'er.picat crede-ine, nao vo. seria intil. Aqui tende.
um exemplo, no nutro Jia quando por um feli aoaao no
eucuiiiratMa pe prisnaira vea uas ruinas de Segesto, aa-
ei. ci.m ipiem me eu acliava? A vo do coracao vo-lo-
divi.i ier dito, e uommctte.tc, por nao adevinha-lo, um
erime Je leto-hyoieneo; iin, niinha querida, o prelen-
C) Vide iaie u. 187.
que para alia siga olgum navio de guerra, visto uto ser
poasivel, que no vapor seja elle condolido cora a precisa
segranos. .
PortaraOrdenando ao secretario da provincia, que
declare docuinentalmente sen estado, idade, anno do
servien ein cada una das ropartice, em que ha (ido
empreado, o os vciieimcnlo, que nclla tom perce-
bido.
DitaAo direotor do arsenal de guerra, para quo faca
remoller ao inspootur do de niarinlia o caixSo, onde se
tobu redjhido utccn correanic coni|ileto,quc, re-
quisicau do Exm. presidente da Parahiba.se haviao para
ulli maddaJo preparar. ExpedirSo-ao a preci.a or
den. para que cs.e caxao foc receLido o transportado
no vapor Bahianna.
EXTERIOR.
NOTICIAS DIVEUSAS.
Le-ie no7'imi:
Annunciamo que o embaixador da Hespanba, o
duque de Soto-Mayor, tinua reclamado do governo
gualdadededireitospara osassucarei hespanhoes, em
virlude de um artigo do tratado de Ltiecht, o qual diz,
que os subdito iogleies e hespanhoes seto tratados
como os da nacao maii favorecida nos estados e poi-
sessoes das corai. Sir Roberto Peel communicou
esta reclamacSo ao parlamento, e declarou ao mestno
lempo que o ministerio dara urna resposla que se faria
presente aos representantes do paiz.
O partido que o governo tomou de responder ao
embaixador da Hespanba permute suppOr, que nao so
trata somonte de reconbecer o diretto reclamado. Tra-
ta-se de saber, como dove de ser interpretado o artigo
do tratado de Utrecht que o embaixador da Hespanba
invoca em apoio da sua prelenco. Aquello artigo ap-
plica-se nicamente aos dircitos e privilegios pessoaes
dos subditos das duas potencias contratantes ou an-
tes dever-se-ha applical-o tambem aos direttos da al-
fandega ; por oulros termos, comprebender aquella
clausula tanto as pessoas como as cousas i
Na poca do tratado de Utrecht os privilegios com-
merciaes cro de una natureaa essencialtnente pessoal.
Atlendia-se menos origen dus producios do que na-
cionatidade d'aquelles, que os aprosentavSo nos mor-
cados. Nesta conormiuade parece quo o tratado de
Utrecht tinba antes por fim proteger, es negociantes
hespanhoes e inglezes do que regular os diroitosdas la-
zendas importadas n'um ou no oulro pas.
a liis-aqui como entendemos o tratado, mas n3o
pretendemos que a nossa opiniao seja isenta de toda a
objeccio.
a Porm atlenda-se a que o tratado de Utrecht he
um tratado de reciproctdade. So o governo bulanni-
co pretende, que o artigo de que se trata, nao iodo
mpedl-o de mpr dtreitos diflerenciaes sobre o assu
car labricado por escravos as colonias hespanholas, o
governo bespanbol tambem poder da sua parle tmpor
direitos diflerenciaes sobre as produccocs britannicasque
frem importadas na Hespanba. Ora, no estado actual
das relacSea commorciaes, pensamos, que a Grto-
Uretanha perdera maisdo que ganhara, se sustentasse
um principio absoluto de legislacao commeictal, que a
nossa poltica commercial combateo durante um quar-
to de seculo.
(Commtrce.)
Detenvolveo-so a 28 de maio um horrive! incendio
en (uebec, antiga capital do Canad. eclarou-se o
fogo n'um cortume em consequeoca da explosao de
urna das caldeira, que esta fabrica empregave. Ha-
via muitos das que o lempo eslava secco. e renava en-
tio um vento lesto forte, que, degenerando logo em
tempestado, progagou asebammas desde o primeiro
:^^ga^g^^^fg^f^at^MHtt3SKMSaSt1tBtWtVlt^SWtt^S^tmi^K^tt'*
dido eamponex de que ia acoinpanhada nio era oulro,
sabei-o do mim, senflo o vo.so capilSo Fabio. b vede a
fatalidade! nein.vs o conheceslc, nem elle vos quix
reoonheccr. D.sse-mo como Sao Pedro : uto conhecu
aquella mulherI Ora esta! quem he qno nega a sua
noiva ? .
Carolina fugia, ma como o Partha, ao lugir lauco va
ao coracao de sua rival a derradeira .ella, ma cita en-
venenad; a lei de taliao he a da paixCe. Por ti softn,
loffre tambem por mim. Ei o linguegem de todo, e a
na regra de proceder. Grncrbsidade, juetiya nto II
reclamis, principalmente de mulher u mulher. Juno
perdoon a Smeles ? Toda, as mulhere ao como Ju-
no. A raiidia havia apontado bem, o tiro ia direito ao
Benegoo-me! daia entro ti a doditoa Rafaella,
fui por ello renegada!.....
E.ta nica palavra produiia nclla incaiculave, rre-
uarave c.trago. Trcmit-lhe a mao, fraqueavao-lhc nt
pernat; apngou-o-lhe a purpora da curt, lvida p.li-
dei, a palidea da morte cobrio-lho o rosto ; una lagrima
que Ihe havia burbulbado nos oihos, Com elle e extin-
gui na sombra da dor. Ferindo-e reciprocamente na
mai delicada, na mai .cn.ivel bra c.t. dua mulbe-
re M haviao feilo desapiedadaiueute todo o mal que po-
dan. A delirada organsaco de Rafaella eslava mai
profundamente abalada, e c nlo pagou a fraqueaa femi-
nil u tributo que a rainha algn minutoi havia salistei-
to ao perder o conheciincnm, soffreo anda mais : urna
crise a houvera alliviado. A afflicco. a indignavo, o
urgulho luelv4o-lhe n'alma, masantes que de todo te
resubeleoesse para responder a rainha com segura vos,
iutervcio o tio.
foco do incendio por todas as casas crcuravisinhas.
Sendo de madeira a maior parle das ed.ficacOej d a
quede quarters-o. o llagello fes lapido P">R'ess0S' e
nao tardou a incendiar-se urna grande parte da c.dade.
Finalmente o fogo que ardia desde as 11 horas da ma-
nhaa, communicou-se pela meia noute a ra de S. Car-
io, onde se conseguio suspender os seus estragos, li-
nha o flagello percorrido distancia de umamtlha, det-
xandosruinat emtodaa parle, por onde passou.
Muitos edificios (carao destruidos, entre os quaes
f6i a bella igreja de S. Boque; o incendio tambem
cbegouamuitosestalcirosdoconstruccao, o calculan-
do-se de dezoilo a vinte o numero dos cascos de na-
vios, que forto consumidos. As casas destruidas mon
lavSo a perto de 2,000. O prejuio lotal era oreado
em 2,50008000 dollars.
Km consequencia desla ctlamtdade acbavao-se sen
asilo mais de 12,000 pessoas, quasi um tert;o da po-
pulago ; ordenr3o-S8 promptos soccorros ; o gover-
nudor, com aulorisacuo do concclbo executtvo de.Mon-
Ireal, pos disposico do mare de Quebec urna som-
ma de 2,000 libras esterlina. Os habitantes, quo o
flagello poupou, tambem so apressrao a enviar soc-
corros de todo o genero a seus desgranados concida-
daos, earecolhel-osemsuascesas.
As victimas dcsta catastrophe lorao inleltimente mu
numerosas; loso no da seguinte achrao se muitos
cadveres debati das ruinas, e entre ellos mais abra-
cadas com seus fillioi. Calculava-se era cem o nume-
ro dos infelzes queperecCro neslesinistro.
(Journal du Havre.)
BLGICA.
O que se passa na Blgica he um novo exemplo da
leviandade com que os govemantes zombo de todos
os principios, de todas as exigencias do rgimen cons-
titucional. O systema representativo nao (ot inventa lo
senao para dar as precites da communidade nacional
osmeios dse manifestarem, o de se mporem ao go-
verno, que, em ultima nalyse. nao be mais do que o
agente legal dessa communidade. Porm, etsquepor
toda a parte poem-se os governos em completa revolla
contra a expressao das vontades nacionaes. Indignados
com o seu papel d,gentrsquerem ser senbores Lm
quantooaidiloacorrupcaopdtn bailar para falsear
asituacaoem seu proveito-, aleem-se com offeito a
esses meos, guardando certas formalidades exteriores ;
oceullao assim a olhos menos perspicazes os eus verda-
deros sentmentos e os seus instinctos do prepotencia :
he assim, que conseguem dominar as maionas pela se-
dcelo, pela ci.rrupQao, o pela intimidacao parcial ou
geral. Porm chega o dia, em que o jogo natural da
machina constitucional traa urna manifestasao popular
contra um tal systema ; ento se he misler dar as cos-
tas, OU atacar de Irente, quem o acreditara, he o ul-
timo partido que ten a preferencia.
Pelo que toca Blgica, temos mostrado como te
achava a solucio das dilliculdades na mesma situacSo.
Os cousclheiros d'el-rei Loopoldo conlinuSo, segundo
parece.aapresentar-lb'a poruma fsce inteiraroente dif-
irante. Havendo Notbomb desapparectdo da arens
politica.fnao so ten tratado um s instante de chamar
ao ministerio os homons naturalmente designados pelo
voto nacional. Acorte de i.aeken quiz logo ao prin-
cipio que continuasse com outros bomens a poltica
mixta, condemnada pelo paiz na pessoa de Notbomb
ella conseguio arredar assim todos os bomens, que
pertenciSo de perto ou de longe opiniao liberal. NSo
se sebavao candidatos possiveis, por ninguem se que-
rer arriscar no systema bastardo e lallaz da corte, fcn-
tio surgi desla posicao um arranjo inesperado. Os 5
ministros demissionariot eslo constituidos em governo
proeison pfrmann/; e el re Leopoldo, seguudo
dizem asfolhasde Rruxellas, dispoe-te a partir par
Londres, deixando que a criso venha a dar no que dar.
He urna especie de minutario doi ehapiot, que diri a
crt>o meio de utilitar a situaco, de domar a opi-
niao, ede faael-aacceitar. latigada de guerra, qual-
quer insignificante ombioa<5o. por meio daqualcoo-
linaa governar para si, e n5o para atisfacio di o-
piniao, .
A maioria das camarts esta sem edr, nem firme-
za, flrrm5o os ornaos belgas, que defendem o mi-
nisterio : mas. em vez do concluirem dabi, que he mis-
ler dissolvl-as. ulgao mais simples crear um minis-
terio a sua imagem. He a homoopaihia poltica ; he
um remedio qne empeiora o mal. em vez de oural-o.
O Uhtervateu:- responde com o seu exacto conheci-
mento das cousas locaes, que n3o lem lugar on Blgi-
ca um ministerio intermedio; que cumpre ir buscal-o
na direit ou na esquerda, e governar com os bomens
e com os principios de um. ou do outro lado. Islo he
exactiss.mo ; o a razao he, que i Blgica anda nio
leve bstanlo lempo de corrompor-se para encontrar
no seu seio esse partido temivel de gente tmida, sedu-
sida. corrupta ou inleresseira, que com o nmade par-
tido do meio, reina e goveroa ooutros panes.
, (tomirwr:.;
INTERIOR.
RIO-DE-JANEIRO.
O BELOGtO D* CAMAH* DOS DEPUTADOI.
(Correipondencia rrjereoda.Correio da Corte).
Monchorami.-O negocio dos padres do Carao val-
se tornando eminentemente barrignento : o Altare Ma-
chado deo a .en. collega urna barrigada na .extn-loira;
habo.ntcmpo,queooe.teve to Katuoo. llltimaracn-
teandaiaelotocheroda patritica to cspivitado, tao
na. potinha, que sato havia chrisla. que o entendee;
miiitiu feira e.tovo delieo.o; nio foi chocarreiro.
nem chulo, porquo nio ao palavra. parlamentare; ma.
he de confesar que filloa cor. a facecia m Ihe he pro-
pria Nesu- ponto rjvalna com o Junqucira; e enlio a
cara, o tregeitos do eabeca e do corpo, a O, oro pau-
sada e alta, .ira sumida, oraapreiwda.... he raesmo do
arrebentar cora riso ... e i.
O AUrc. emenden, que devia sabir ein defensa do
eu collega-oGabieliinho-quo tinha .ido tom tu ma-
chucad- pelo Morinl.o; ma. aqui para no, a olUciota
defensa Jo patrila Alvares eotorrou o pobre do chcfo
da maioria, que nao sabia, nem tinha ratoea para saber,
visto......ar em S. Paulo, a quo oongregncao instituto,
ou orden pertencio o pajres do Caraca. O Alvares Ma-
chado foi indo ate cahir no jr.uita., oan rnatou todo :
deafiou a vida do. lae. padre, da eompanhia, con ou o.
horrores por elle pralir.ado, falln en Jaoque Clemen-
te, em Ravaillac, .u G.nganelli, e n'um tal Lourenco,
que deixou a cmara aborta de tanto saber;! Os padres
d^ eon.paiil.ia .ande urna rapacidadeo voracidade a pro-
va do bomba : o Junqueira dis.o que a mxima dcllea he
_o ludo mi nada-; e o Aivare. Machado asseverou,
que o tahio depiitad.i bahiano tinhl locado no ponto e-
lectrieo da que.lo. (Muiln electriado anda ha da o
Alvares !) Sendo a.iui, j nfio tenho medo dos jesutas :
nao me levara o pndulo c os pesos; levar-rao-hao tu-
moho, com pouteiro, eaixa c ludo.
Quanto di.so o Alvares Machado ro adunado cora al-
rn rca.ino. olirado. ao Mar.nho queima-rnupa.
Depoi da grande -ova que deo no. je.uitit, debiuou no.
padres do Caraca con grande magoa do Mariiiho, que,
como .abe, foi dieeipul dallea. Um de..e. padre, na
e;.oca em que o Mioeiro.proie.lrao de bayonela cala-
Ja contra a lei da. reforma, do oodigo do procosso, pro-
(.ou obediencia leis, censuro os que ls violatto, O
concilou o. potos a defendel-as. Faso padre he digno da
foroa : nontririar o protesto armado dos Mineires Lom
cffeito he alreviraento inaudito. Disse o Alrare que, se
odilopregadorpilhra o Mariuho, que parece ter en-
irado no tal prolesto, este nlo sesahiriatao bera cuno
Havia ocxccllente bario de sorprea emiorpreaa clie-
gado ao cumulo da admiracao : nieno per.pioi que Ca-
ron, que ao renovar eonhecniento com Pipo para e
irientar, havia ludo <.uvido, comprehe.iddo tudu era
darnioslra dis.o, o Hllio da casia niuaiarcl>eologi-
ca, havia e.outodo, mas nlo comprchendido. Bem va
elle que e irocavao palovra gras, eipreaOe picante.;
ma porque ? Quo havia de coraranio ire mi obnnha
e a rainha Carolina ? Como ein ludo i.lo ettavlo envol-
vido, o nomc c o calamento de Fabiq*3 Iio nao idevi-
nhaviellc. Nao omento a idoia do rivalidade de amor
entre esta raulhere Ihe l.o virio espontneamente no
pcmiineiilo, ma H quando Ih'l liuureem .ugger.do
a toril repellido como urna loucura. Era tlieona finia
elle a mai bella diitcrtacoai do mundo lobre n pn-
xoe e .obre a mulhere., na pratc o en preienca du
f.ctu, nlo era mai do que um menino, e oio un me-
nino terrivel, como o ha.
_ Decididamenio, pensara elle, S. magostado orfen-
deo-se de nlo a havermol reconhecido.
Como Carolina nlo pailita na Sicilia por multo bol,
concluio ello d'ahi naturolmeute, que era anda peior do
queaopregoatao, eoutra explicaeao nao acbavu.cena
exlratagante que se pastavp auto seus olhos. Contuso,
asotado da temerdodo da obriiiha, lanrou-e, pora-
lira diier, io eu encontr, pira conjurar a tempeitade
quo ella attrahia obre la osbeca.
Seoho'ra, di.se ello rainha no loto man tnhmisio
qne pode e inclitiando-M profundimenlc, bera ejo que
V. migetuide ett irritada contra nt; o o, eu e mi-
nha aubrioba Ihe devenios pedir muito. e humilde per-
de. Ter u ventura de goaar por duii teae da ua
augusta preseuca tem a cenhecer, be, cvufcuo, um cn-
,o de lca-age.tado de prmera c.beci. porque como
podo a gente n>o cng0i-o A rimhu he como Veno.
uo e conheco s pelo andar. JnceaupatuU Dea. He ver-
dade. c.ntiiiuou o orador depoi de unn piula, qno al-
gn principe da intlgoidide, entre outr... Tito eTn-
jano, imitado, ni.to pelo eu digno sucoessor o impera-
dor Joso 11 augusto irmao do V. raageslido, sera tallar
de rouii-al-Rasohid, o araigojde Carlos magno, gosta-
va dizem, do psssearincognitoi entre ot seus subditos,
o por ceno hatera una granito odscrieao em reoonhe-
ce-los, quando elle, o nlo houvcsseni por bera. Or,
se fo.so do agrado de V. mogesUdo seguir to oobro
exemplo..... .
__ Oh! bario, interrompeo Carolina con impacien-
cia, eu nio sou nem Aroun-al-Ra.chd, nem Trajino, e
me ho indifferenlo quo mo conhecJo ou nio. Podci por
Unto aette rolpeto, por a tona coiujcienoia era re-
pou.o. .
Coro nsio te ten eieripto, que a demencia ne a
virlude do grande, principe, regia tirtui, como diioe
Sneca. V. mogelido he disto a prot viv. Se agora
V. mngeitade, acere.ccnton elle paasindo gradualmente
ao lentiinento deua iniporlandia ircheologici, me per-
uiitlisse mira humilde .upplioa, onwra pedir-lhe que
tumaise era cousiderajlo minh proponoBo de linda
agora; como titea houn do o daer a V. inigetlade, i
pedreiraa Selinontm lo d'aqui perto, e ho um monu-
mento digno das vta de V. magostado. Que gloria pa-
ra mim, o podesie imprimir na minh Trinacria vetu* :
tal dia de tal anno a rainha tililou ti pedreiril do Seli-
nonlee eu era o seu cicerone !.....
__ Sei, bario, quo toi* un sabio, o ote ei qno a
"haronea! Scbiuina fas exccllcntc doces, mu por ho-


e tnliiu dojury.Nlo v que me pilhavan !... gritou o
Marinlio; e cmara nlo pode deixar de rir-so da inge-
iiuidade deste padre.
Finalmente, para encrtannos razos, o patriota de
Campias, depois de liave' descompusto solemnemente
<< padre* do Caraca, disse em plena cmara, que o Ma-
ntillo prncurou de proposito a oocasin paraqueelle Al-
vares atiraiao quelles padres todas as injurias- que ti-
nha "dito. Eu no julgava o Mariano capas desta maga-
neirn; na* que mais vive, inaia v.
O I). Manuel recoiumendua a cates dous patriotas quo
nao brigosseni; e o Alvares Machado dedarou lho, que
aquillo ciobriga de familia, ciu que uciii elle D. Mo-
noel, uein os aeua oumpantieiros tiuliaoque lucrar. Em-
iiuanlo elle nao brigarcra na partillia dnpdo-dc-lo, est
salva a patriae a dgnidade. 0 Alvares lainbcm dissu que
nlo brgava com o Marinho, porque ja livattaciiro jun-
tos : ennfeaso Ihe, que nao entend,- lia do ser alguma
guialiccqiie'oedous tizerao, e cuja lombranca ficou pa-
ra todo o sempre.
lie pena que a discusao firasse boje adiada; o Mari-
uno est rom a palavra, e sem duvida ha de desforrar-te.
Appru\a-se u adiainento do project de celouisacao
belgo-brasileira, e remetto-se o negocio a una cuinniis-
fio cpeci.l. Hcaterceira que se lia de ocenpar deste
negocio.
Entro emdiscutsao um projecto do Soasa Martins pa-
ra que o gotero contrato a navegaco exclusiva por
vapor no Rio Parnahyba, provincia do Piauhy. A dis-
ciiasfiu lie insigniHoaole, c ninguem allende a ella : he
um inclhorainciit que se proporciona a pait; e por is-
s nao vale a pena que os patriotas tumein por ella in
teresse.
Ksqueciaino dier Ibc, que nesla sessao o Mimes Ala-
chado apresentou um requcrimeiit do morque do Rc-
cife, sousfilbosogenros, que quereos espicular sobro
oolouisscao 0 Nunes din, que tiles nao pedem inuitu;
querem smentc isincao de direitus do iinpnrtaco
pira as ma/er'os primo*, que vieren para nlimcntacAo
dos eolooos. Veremos en. que d este negocio.
Na sessao de 19 uiandou-se pagar ao sujeito da Babia
aquellos 160/dOO rs de que ja Ihe leo lio fallado. O
Jamo votou pelo pagamento, porque du, que a ques-
to he igual a dos 6o*shos.
Aqu estSu urnas pouflM de freirs, quereudo dispen-
sa.... nao pense que he dos voto.; querem dispensa na
lcis da aniurlisacao, pt ra poderem possuir urnas ate 160
cantos, nutras ato 200. Den-te a todas a dispensa para
pnssuir at 160 eolitos de ris : o Marinlio. que era pa-
trullo de urnas, o para aa qnacs a aomnia era de 200 con-
tos, poi-se com tora de sioiplicidaoe, ja depois de se
pasiara ootro negocio, o perguntoo ao presidente se
se tiiil.ao rejeitadu os 200 coiitns-; e como o presiden
le Ihe dissc.se quo sim, disso que, tendo consultado os
banco*, estes Ihe sflirrarao, que essa parte fora appro-
vndi. O Marinho he vivorio; mas dcsta ve nao pegaran
as bichas. '
O Nunes Machado pede urgencia para se discutir a re-
soloclo quo approva a pensil concedida viuva do co-
ronel Joao Nepomiioeuo. Venoeo se a urgencia, o a re-
aolucao encontr no Marinho um famoso adversario.
Ora, o padre leni razio : o tal coronel fot uno* e* tilti
que andou por Minas, depois do protesto armado; tam-
bera catete no Rio-Grande, c nunca consenlio que os
palriotaslhofiteasenininhos atrs daa orcinas. Lra mi-
litar honrado, talento o severo na disciplina militar :
ha va pnanlo rataopara opposicao. A raaior culpa
dosto official foi ter maudado castigar, por ordem do
commandante das armas de Minas, ura soldado conven
cidodoscdiuirsoii* camaradas para desertaren), cn-
me he espantos. O Marinho nlo o conloo assin,; pare-
ce allinnar que o coronel mandara castigar do autori-
dade propria, e por culpa leve; o soldad moneo, e di-
zem que por nao ser tratado em lempo. O Nunes que lio
patrono d.viuva.ili* que o negocio, contado como o
Marinho contou, he calumnia : aquello entliusiasiua-sc,
ia-se entornando o caldo cutre a praia o os saiitas-lu-
lias O Nunes pergunWiu.ac o Marinho tinha ocu/arj0do
<, faotn, c a.erbou de suspeitos os sanlas-luiias. Mcl-
lo Franco tambeni BJOtlflo o bedelho contra o coronel, e
ficou aqucsllo adiada :isto he, deitaro agoa na fer-
tura,
Segnin-sc o projecto de navegacao por vapor no no
Parnahyba, e ficou adiado para o mino que vem Ueste
etilo hvrrs os patriotas por este auno.
Entra emdiscnssao um pmjecto, declarando, que os
militares de que Hala o artigo 100 da lei de 3 de dezcm-
brn de 1844 sin os da primeira linha; eos das unirs
classcs, achaudo-sc em servico activo coiuo tais. He a
queslio dos milicianos :detem ellea uu nlo, em cri-
incs de rebulla, etc., ser julgado por concelhus de
.morra ? Os patriotas declararan que nao; silo militares
honorario*. O Tobas csltve alli nutra voz fitendo ca-
reta, o dzcra que falln; eu ni entend nada. O Joao
Paulo deo a questa por liquida; mas propoi o odiamen-
I. OD Manocl nutou ao nosso Ilustre publicista mili-
tar esta runlradiclo. e o conquistador das Sabina rel-
ron-se do casa.
Na sessao do 21 cniitinuou a dscusso subre a pnalo
viuva do coronel Jlo epomuceilO. Grande minora
desapprovou a oppusiclo do Marinho, que nao leve ani
ni o de sustentar suas opiuioe,
A provincia do Marauhao qner mais quatro diputa-
dos, nlm dos que ja tem. O argumento he muito im-
aBfaBtMiitn> *-ig pies : nutras provincias, quo nao tcoa a impurtancia
do Maranhfin, como n Cearl por excropta, dao mais dis-
putado do que aquella; logo, isto he dos litros, deve-
se-lhc augmentar o numero ;oulrua dirlu logo, di-
mnua-se o numero de deputados que dio essas provin-
cias; e taire os que assim raciocinan tenliAo mais ra-
llo. Os deputados h/.erao o seu conchavo, c est todos
determinado a votar pelo auginouto, que nlo he sopa-
ra o Maranio : aproveitarao a occasilo para embarcara
MM bisca, o lodos querem augmentar asdeputncocs de
suas provincias. Ficou ludo adiado.
Hoje 22, discato-se o novo projecto do coloiiisaeHn
belgo-braslera. O Fcrrax poi-lho milito* defeitos;
piano que nasce turto, Urdo ou nunca so eiidireita.
Ninguem deo le desta questao; reina va o alvnroco ca
alegra em ambas as columnas : appareceo fiialiuente o
igual da redempco, cesle pobres frio romdos !
Saiba quo o_;'ii: de pas tambem se chama, em gria jmr-
lamentur redemptor!
O Sousa Franca anhnu o projecto mesquinho para a
coinpanliia.eavangou aqu urna coma que rae fe ban*
ttr. -O governo, disse elle, tem direito de ftaier contra
tos; mas a cmara tem tambem o direito de annullal-us
por meio de urna resolucfto. Semolhante proposico he
a capa mais ampia que .o pussa inventar para acuberlar
as tralantices de una nacao.
Foi se o Burrinhos de bcrgpe, mas dao lioiuem
por si : he um eerto Sr. Francisco de tal, que aqu lo
uiou ussento sabbado. Anda bem ncommisalo de po-
deres nao linha dito que se o||iciassu a governo para
mandal-o chamar, j u Sr. Francisco alli eslava na an-
tosala !... Basta de sera.
Paco da cmara dos deputados, 22 de julho de IS'i.i.
O Relocio.
P. S. Diiem que as musas nao andan boas l.i por ci-
ma : o Salilauha espera breve nova modificara.'', ou mu-
danfa completa de ministerio.
dos scus talentos, iicui dos
je nao me oprovetarci
voo*.
O harn retiron-se consternado. A sacrilega eonrusAu
que Carolina afeSladaiaenU1 fiteru das volgares eupa-
ccs da loullierc.'in a nobre, a sublime senncia da anti-
uuiiade, oeacaudaliiava. o indignata alUmcntc.
Nio ha duvida, disse entre si, Rafi.ell.: leve rasSo
em tomar-lhe a trente; por mais rainha que si ja, ni be
a final senlu uitia niulher, e o i|iie peor he, una mulher
in. F pensaia en. dedicar-llic a minlia grande obra
obre Sicilia, ma, por Baceho nao o farei; que n8o
he disso digna.
O espirito guerreiro trovejava anda no corarn de
Carolina ; tinha necessidado de una victima, obre
quera titease cahir asua colera; esta victima foi Cas-
tron.
__ Que futes tu aqu? pergnntoo-lhe cum dureza;
liic le havia dado ordem para ires Manara?
Esto etecotadas, mngestade. Castrur. nlo lie hu-
me m que precito de Ih'as repetirem.
__ Jilas que vie*lo aqu taier? Responde. Ordenci-te
que me seguase?
E j>or sso no lomei eisa hberdade. NSo seria eu
que ootuinellcssc aera inatrnefes, scoielbanie uicivili-
dade.
Ma* entlo, como justifica* tu la pretenca a-
qui? ...
__ A o voltar de Manara, atistei ao longe a liteira de
V. mageslade, e corr a dar coola a V. magostada dami-
nba misso.
_ Pois bem quedeacobriste?
Que a* previses de V. magostado rio perfeita-
aenteju*U*. Mac-Farlane decdio-*e fiwer marchar
CMARA MUNICIPAL DACIDAE DO.RECIFE
SKIS \o EITHAORDIKtAItlA DK 30 IIK ABRIL DE 1845.
Presidencia do Sr. llego Allmquerque.
Comparecrao os Srs. Mello Cavalcanti Oliveira ,
Carneiro Monteiro, Cintra c liarros faltanto com cau-
sa os mais Srs. A berta a sessao he lula o approvada
a acta da antecedente. O secretario interino, dando
conta do expediente,mencionou os seguiotes oIGcios :
l; ni do Eim. Sr. presidente da provincia eiigiodo,
que a cmara Ibe informe qual a razao por que, tendu
ella participado a falta que liavia das aulhenticos de
algoni collegios para ptocedor no da dcsignaoo a ul-
tima e geral apuracao dos votos para a elciefio do um
senador deixra igualmente de mencionar a falla da
acta do collegio de Cabrob, visto que a nao tinha em
scu poder o sem a qual loi leita a relerida apuracao ,
como constava da acta respectiva. Inteirada e deli-
berou quo fosso satisfeita a exigencia supra.
Oulro do mesmo Exm. Sr. que havia fcado adia-
do, participando ter obtido, que Francisco Martins
Raposo annuitse vender,pela quantia de dous contos de
ris o predio que possue na ra do Rorario da Uoa-
Visla ; cuja dcsappropriacao por ulilidade municipal
Tora proposta por esta cmara ; a lim de que a mcsina
cmara entendendo-se com o referido Raposo effectue
a compra cessando o processo comecado de desappro-
pria(ao. Inteirada, e resolveo que so olficiasse ao
mesmo Exm. Sr. aecusando a recepto do officio su-
pra e que ficva sciente du seu coutedo.
Por esta occasiao deliberou a cmara que se ex-
pediste a loiivenieiili: ordem au procutador Mello IV
ebeco, para, em conformidade dovarl. 6. cap. 2." da
lei provincial o. 129 de 1 de ni a i u, do 1844, proce-
guir nos termos da dcsaiipropriato, nao s do predio
aci.ia mencionado mas. tambem da casa situada na
Camha-do-Carmo pertVncente a Antonio da Costa
Honrado visto que peia presidencia da provincia fo-
rjo reconhecidat estas desappropriares por utilidade
municipal
O Sr. vereador Cintra, como memliro da commis-
ao i!e edilicie,. aprosentoy os seguintes pareceres
que futao approvados e despachados os requerimen-
tos, que os motivaran :
" l'ora prsenle a commissao da edificcao o re-
querimento de Jos Joaquioi Bezerra Cavalcanti
acompanhado de um outro com despacho desta c-
mara em 1838 aulorisando-o a edificar contiguo
a ponte da Magdalena seguindo as dimences das
ca-inlias alli existentes.
kA i omniissau depois de ouvir ao ongcnbciro cordea-
dor.he de parecer,que se adi a pretentao do supphcan-
te al o levautamento do planta do referido lugur
que se ordene ao engenheiio cordeador que com a
possivel brevidade conclua os trabadlos encelados sobre
tal oiijectn a fin de se poder deliberar com conbeci
ment de causa. Recife, 2 de abril de 1845.Cin-
tra. VHieiru.ii
a A pretendi de I.uiz Gonzaga da Rocha echa-
se prejudicadi, por constar a commissao que o pro-
Jjjaajjjb
Estas tropa* partirlo boje mes-
priotario promptificora a casa, teguindo em todo o dis-
posto as posturas addiciouaes Cintra Manotl.-O-
liveira.
a A commissao de edificacto concorda em tudo com a
iniormacBo do fiscal da freguezia de S. Jos, e be de
parecer, que se delira o ptticionario Jos Lopes Rosa,
no mesmo sentido. Cintra Manocl. -Oliveira.
He de parecer a commissao de edificarlo,que se de-
lira a pretenco de Joao Loito de Azevedo, na forma
expendida no informe do fiscal do bairro do Recife
Cintia Mantel. Oliveira. a
O mesmo Sr. vereador Cintra, em seguida, mencio-
nou alguna requerimentot de comsnisses diversas, qu
por engao Ibo fro retnottidot, e deliberou a camera,
quu licassetn sobre a mesa.
0 Sr. toreador presidente fez ver a camera, que ti-
nha necessidado de retirar-te, e logo passou o Sr. Mel-
lo Cavalcanti, como vereador maii votado, a tubstituil-o.
Em contitiuacfio, o secretario referi um cilicio do cor-
deador, apresentando em tres folba de papel a planta
do lugar daXJapunga, que tirara, desde a casa do ci-
rurgilo Teixcira, al a venda situada a esquerda da
raaigom dorio, ao p da ponte d'Ucha.-Que fossea
planta remettida a commissao do edifcacao para exami-
nar e dar o seu parecer.
Foi igualmente presente a planta notamente tirada
do lugar de Santo-Amaro ; e sendo pela cmara appro-
vada, depois do precedidos os necessarios exames, re-
solveo, que losse submetlida a considerarlo do Exm.
presidente, podindo-se a sua approta(3o. Foi remul-
lido ao engenbeiro cordeador o requeri ento de Anto-
nio dos Santos Serpa, que a cmara fora remettido pelo
Exm. presidente da provincia, para informar, se o ter-
reno, pedido por aforamonto pelo dito Serpa, he dos
concedidos cmara para logradouro publico, ouse,
segundo a planta da cidade, nao est o mesmo terreno
designado para csse lim.
Foi remettido a commissao do Sr. Carneiro Montei-
ro o requeriuuuto do arrematante do empedrameoto
da ra do Atierro-da-Roa-Vista, Jlo Ignacio d Avila.
O Sr. vereador Cintra fez o seguinto rcquerimeolo, que
foi approvado, e loi marcada a primeira sessao para dis
cusso do objecto mencionado em dito requerimento :
Requeiro, que com urgencia entre em discusslo a
proposta por mim apresenlada em 28 de setembro de
1843, relativamente a polica dos mercados pblicos
O vereador, Cintra Manuel,n
O Sr. vereador Barros fez tambem o seguinto reque-
rimento, que loi approvado, e por isso resolveo logo a
cmara, quo se expedisse a precisa ordim ao cordeador,
para que, procedendo aoi necessarios exames, informe
sobre o objecto contido em dito requerimento Re-
queiro, que so mande lazer urna vittoria em a ponte do
Monteiro, e fazer o concert preciso. Paco da cmara,
30 de abril de 1845 liarros
Despachurao-se os requerimenles de D. Maria Rita
deQueiroga, Miguel Felicio da Silva, Paulo Jos Pe-
reira ftimoes, Jos Lopes Ros:, Joao Leile d'Azevedo,
Jos Goncalves Kerreira da Silva, Manoel Alvet Guer-
ra. OSr. presidente marcou para ordem do dia :. 1.a,
leitura de oflicios e pareceres de commissOes; 2.', des-
pachos de requerimentos; 3.a, discussao da proposta
apresenlada pelo Sr. vereador Cintra, relativamente a
polica dos mercados pblicos; 4., propoitat, requeri-
mentos, e indcateos dos Srs. vereadores. E por ter
dada a hora, levantou-se a sessao ; e mandarlo, para
constar, lazer a presente, em que assigndrlo. eu
Luiz de U"ranfat Mello Jnior, secretario interino, a
escrevi liego Albuguerque, presidente. Mello
Cavalcanti. Cintra Manoel Carneiro Montei-
ro. Barros.
o negocK>, j que nada bao de dizer I cerca do renn.
rimento... HW'
Sabbado
um erimcnlo, Coito em um sujeit In para a Boa-Vu
I noute um soldado do deposito, pre
ta, retoltou-se contra os dous quo o conduz8o, etirjs
do a baioneta 5 um, deo no outro duas baioaeladas *
deitou a correr, doixando-o quasi morlo ; mas foi p'r,'
so no pateo do Carmo, e recolhido. Os rapazes haod"
permittir que se debito mais este assassinato ao leu ta
verno.como in illa ttmporim debilavao ellos ao do us
o lado. Mait nada. Amanh* vere se possoiern,
melhorptloitoret. r '*"".
"fe
DIARIO E
tropas contra Selnonle.
mu de Manara, e nlo tardaro a apparecer, pur que
ilevein pasnarpnr Bonccvino.
E agora he que tu ni'o ditos? exelomoa rainha
ergueudn-80 portlo. Espernvns priuieiro que u iniuigu invadisse a
piuca, para ento me auiiiiuciai'cs, que ~^u appruxi-
mava?
Ao ver V. mageslade oceupada rom esta senhori-
la, respondeo Castron com fingida conipunccao, nao
ouse inti'i i-oiii|ie-*la ; mas linfa es olios nu eaiinullo, e
nao perdi lempo; antes que oslnglctes aqu ettejlo,
chegar M. mageslade a Caslelvctrauu.
E aviata-lus nao be nada? Castron, quasi que os
encuiitru.
lico entilo ordein a Pipo que fizesse ehegar a liteira, e
em quanlo o invalido corra a deserupenba-la:
Castron, proseguio ella em voz baixa, vai direito
a Sclinonte ; piutine os Calabrezes do perigo que o*
araeaca, e faie-us partir iuiiucdiatanicuto. Quanlo ao
capilAo Fabio, dir-llie-h** da iiiinha parte, quo d'ura
em diante esl fra do meo serrc, e que Ihe prohibo
ajiparecor jjniais em miulia prescuca.
Fcil he de adevn.liar cora que odenla prestexa foi
exceuladd por Castron esta ordem tingadora : parti
no mesmo instante/ a galopo, cun rcceio de que a rai-
nha se nlo arrepcn'dcssc.
A liteira havia chegado ao porlo cora a respectiva es-
oolt; quando Carolina se inellia nella, Rafaella apro-
Se a reforma geral du officlalidade da guarda nej0.
nal revela, como entendem com bastante fundamnb
muitas pessoas pertpicazos e confaocedotas do anio
turbulento dos instigadores des medida, qnesepr*.
leade predispor a lorca publica para urna resistencia r.
mada aos actos do Poder que por ventura possao iir >
ter contrarios aos nteresset da acclo dominante, uma
circunstancia exilte, qual anda se nlo deo silencio
mas que confirma aquello* justificados receios, e iiO
ainda mais patentes,estas intencoes siniatras. Alludu
mos as reiteradas ordena que temo* visto publicadas na
folba ofGcial para te darem armas quantos corpos
ba por essas comarcas que te nSoexislem s no nomt
taltez nunca te reunirlo. o oulrps por eerlq nunca
prestirlo servico algum. Esse armamento derramado i
mi largas a titulo de ser para taes batalboes, lica em
poder dos coripheos que tem sido escolbidos a dedo ai-
ra figurarem de ebefes da guardanacional, e servir ou
de instrumentos perigosos.iniquos.oo do proveito parti-
cular, eafinal estragado ou inutilizado, serlniiiam
desperdicio da Telenda publica, tem responiabilidaij*
de ninguem ou pelo menos com respohsabilidtta
nullaj. Em lempos crticos se tem eslaojado nesla pro-
vincia conloa e contos de ris em armamentos, quet.
partido emconfuslo, nunca mais foi recolhido aos.
mazeos do estado, e servio muitas vezes por cu mulos*
detRraca I aquiilo mesmo para cuja deslruico era da-
confiado ; mas boje que a auloridade vexa, atrpela,
espeiinba sem que ninguem ouso recalcitrar, hojequt
ot perturbadores siio os que mandao "e dominio, ptr,
que esse desperdicio do armas? Uu ssa destruifio ha
a mais desasisada, porque sio valore, por assim di-
zer, (aneados I ra, dos quaes s meia duzia de indi-
viduos tirarlo proveito ; ou ella be feita com sinittru
intencoes, o entlo he um abuso de autoridade, heu-
ma perfidia, be uma iniquidade. Se S. Exc. em va
de ter osouvidos s dispostos as insinuer;Ces iosidiosn
de partidistas, acolhcsse ou procurasso iuformacottik
boment tinceros. havia de taber, que a mxima parte
da guarda nacional do interior he puramente nomioil,
consta de mappas ou relacOet, quando exislem, e r'a-
conbeceria, que essat armas que Iberequisitio ptrta
G. N. nlo tem tal destino, nem com tal intencioiio
pedidas. Alas estimo quer S. Exc, astim.seja E til
ba de ter a fatalidade que se ot nossot .receio detgti-
cadameote se realizarem, o mais culpado nettet e nos-
Iros malea, ha de estar fura do alcance de (oda a res-
pmabilidade, fra al do susto.
COMMEfttm
CORREIO.
CORREP0NDENCIX DA CIDADE E PROVINCIA.
Hoje a mala vem vasia.teohlopacieocia os leitoret,
nem sempre ba rabo desardinha. Para olo os deixar
poim com agoa na bocea, ou como la se diz com bocea,
de lacaio, sempre Ihcscontarei uma que nlo be fresca,
bo gorda.Corto inspector de quarleirlo dizem (olhem
que nao digo eu), na noute de 5 deste agosto, andou
qual de baixo qual de cima com um polica,e este jogodo
empurra leve lugar por causa de uuia negra, quo um
quera agarrar, o outro quera soltar, e tal loi odixe
tu, dire eu que o entrems acabou em tragedia a
ingleza... parece-me, que quem melhor estiver infor-
mado deste ditertimento, deve ir dar parte ao supplen-
le, que, por ser reclo.e rectamente administrar ;u* recta, deve ser sabedor. Agora saiblo mais, que aquel-
la burrinb de leite, prometlida a certo figuro, virou-
se em um toizinbo to manso, que come na mo. Se-
ra por ventura esse boizinbo da raca daquelles do Ma
ranbao, quedii-se cooirao-se no lempo da indepen-
dencia, o agora qui rilo os deputados nacionae, que
nos lossemos condemnados as cusas ? Ouando vie-
rem os procuradores dos artistas ellos informarlo sobre
do das pala vas improprias que por ventura me esea-
pnssem no calor da dolosa. Digne-sc V. mageslade cs-
qucce-liis, como cu esqueco us seua sarcasmos c cruel-
dades. Mas ni trato de mim, e nem por mim be que
imploro. A vida de outra pessoa est em perigo, e essa
vida, Souhora, permita V. mageslade que a recomuien-
doa sua protocolo; ella s pode ser salva por V.mages-
lade, que a salvara por unior de si inesnia, porque as al-
mas grande* f.izcni o bem pelo bem, soja ou aloajsja
digno delle o nbjeclo do beneficio. Ah I Scnhora, *e to-
dos foSBCii. tratadas pelos aous mercciiuentus, que seria-
mos nos poranto Dcus ?
Carolina era feita para sentir, quanlo a aupplica de
Rafaella tinha de magnnima.
Signoriua, Ihe responden com a gravidade da sua
jerarchia, vos mcattribuis mais pudor du quo leulio, os
res dcslronizadua o lera menos do que o ultimo de seo
subditos. Vos tendos mais do que eu, pois que livrasles
Oro preso, cujascadeias mais pesadas se turnaran pela
ininlia manifesta sollicitudc. Tivesse eu purera u pudor
quo niesuppuudes, u que nu lenlio mais, duvido que
delle usasse em favor de um liumcm decahid da niinli
estima, e indigno da vosia mo. Adeus Signoriua! Se
na acreiltarde, ibandonoreis como eu o culpado aos
cuidados da Providencia, que vela cm lodos, at nos
menos dignos, o cuja misericordia ha inexhaurivcl.
Ditas oslas palavra* Carolina subi para a liteira, que
rpida a reooiidusiu a Castelvetrano.
Puucos minuto* depois, Rafaella e sen lio teguiio c-
Alfandega.
Rkniumento do da 25............
Descarrega hoje 2(i.
BrigueRobimcal o cebollas.
Patacho (Jliveirarap.
BarcaAaearremercad.orias.
.8:680*727
Geral190j371
Consulado.
Remdimento oo da 23.
Provincial110*727
Uovi.liento do i'orlo.
Navio entrado no dia 2S.
New-Catle ; 44 das, trazendo 30 das do Canal, pa-
tacho dinamarquez Handtri, do MU toneladas, ca-
pillo JensClausen, cquipagem 8, carga carviode
pedra a Joaquim Baptiita Moreira.
Navios sahidos no mesmo dia.
Alcoba?, lancha brasileira N.-S.-da-l'ena, capillo Ma-
noel Jos da liua-Morte, carga tigclat: pasiageirof,
Labicbe, Francez, Woltone, Suisso.
Santa-Catbarina, patacho brasileiro Espadarte, capi-
llo Antonio Pereira Martins dos Santos, cargan',
assucar e louca.
Aracaty, hiato brasileiro Novo-O inda, capillo Anto-
nio Jos Vianna, carga farnha e mais gneros: p><*
- sageiros, Luiz Jos da Cunba Correia e 2 escritos,
WsWKt9mSM^Smigggtaf^ siaiou se com seguro passo, e dissc-lhe cera dignidadelminlio de Manara, onde se encontrarlo com a* tropas
e nubie liuinildade: linglezas que marcbvio para Seliuonte.
Senhora, peza-me da cena que aqui tete lugar, el Seuhur do campo du balalba, oinvaiido puchou pelo I
nem o pateo era sufliciente para o abranger : inchadu de
orgulho, e transportado de prater jolgava-c o horno d
Sicilia. Porque em fim, di,ia elle no ni salisfacao, S.
niagestadeconvcrsnuJDommigo, e a nicu capitao me le-
yera dragona do coronel. Bravo! Pipo. PorSaW
Rosala! Nao ha duvida, que o Klho de leu pai Imuui
marotu que iiusceu com bo estrella, o be fino coiiiu
diabo e avisado como quera o for.
Era assim quo o desgracadu nesciu cnnliccia a sus i-
loac.'io, tito pura era a uonsciencia que tinha dos irreja-
raveis males, que havia causado. Quauta genio, mesiu
de plana superior, nao julja oom mais discornimentu ss
colisas, e so gabn a seus nllius eaos.dos nutro* de suas
mais grosseira fallas! Qoauosguneraes, einbaixsHores,
artislas, eiigein em victorias as suas derrotas! Ni" iu
someute o* individuo que se illudem, e se cegae ; "
puvus mesmo vcm nos seus revezes felicidades, c luda
isto por vaidod! 'vaidade! nii das illusoa e enga-
o*, cauta pequea du ctteilus grandes, extravagant i
inslinolu de parecer que niiiguem contesta ao ludo o
mundo serve, paixao pueril, o muitas vezes tero*] tu>
uo a fortuna be que s a raiulia do umvemu ; pur 'I1'"
por ti sao envernados us hunieus que'g. verno os im-
perios. Velbico e destro Prutbeo, oo vJo par meiiier
te esconder turnas mil nonio e forma*, reconlieceni-
te a despeito de todas (as mascara*, o tu es sempre
Vaidade! Tudo he vaidade!
FIM DA TERCEIRA PARTE.
posto que nlo a provocatte, peco perdi a V. raageata-1 cachimbo c continuou o cu pasteio. Nao caba em i
[Continuar st-ha)-


&
,9sGomesPinheiroe2escrav<*,-.<:iementoPnhe-
do Souza, Antonio Bandcira de Mello, Brasilci-
. Antonio Jos d'Olivcira, Portuguez, e 1 es-
(!o Bom Jardim : os candidatos, que a dita cadeira so
'""de Son", Antonio Bandeira de Mello, Brasilc- quizerom oppr, habHitem-se na forma das nslrowues
j'ni:;,.. i'.rh,, i ._ que rcgulio os concursor,. Secretaria do lycfo 13 de
agosto do 1845. Jodo Facundo da Silia Gimo?
r(te$, acerola rio.
jr'ilte0' baica auslrisc. /;aouei de-Trieste, capilo
.Mirtina Sr-roti
cb, car.'a assucar.

Editaes.
" Pcrantea thesouraria de fa/rnda desta provincia
i Tdasur arrendada, por Wmpo do fres aonos, em has
..blie, -odia -6 do correnta mi (boje) a ca.
'a dous andares e rtjfja, sita na ru Direita desla cida-
'lio purtuuceot luzenda pblica.
i; para constarse publico pelo preieole, de ordem
, |'||,l( Sr. inspector da oie9ma thesouraria; devendo
^nretendonts habilitaremtse na lma d le.
secretaria da tliesouraria de lazenda de Pernambuco,
12 de gosto de 18*5. O oflicial-maior interino,
naci dos Saloi da Fonteca.
Mo Xavier Carneiro da Cunha, fidalgo cavalleiro da
cata imperial, cavalleiro da ordtm de Ckristo, e ad-
mnislrador da meta do consulado por S. M. o Irn-
ptrador, que Ueo guarde, ele.
Ll'azsabarque parante aadmimslracSo da mesase
hs da arrematar, no da 30 do crtente, a.porla da
mesma, duas caras do assucar branco, aviliada em
18 13T *" e um garrafo com vinagre, no valor de
Ois.,' apprebrfdus sem despacho pelo guarda
dallandega. a boto da 1.* barca de viga, sendo a
arremataco livre de cespeza ao arrematante Mesa do
[ consulado de Pernambuco, 25 de agosto de 1845. O
aimmistr.dor. Joto Xavier Carneiro da Cunha.
THE AIRO PUBLICO.
Domingo 31, a beneficio del par titulara,
e representar urna excedente pecu novo denomino
da OS SOCCESoS, O fcSCOLA d'advogaCIA, e litte
ratos canlando-se um duelo, e a jocosa farr;a oQuar
le dos invalido!.
Dei-taraces.
A nova companhia italiana dar a
sexta representacSo lyrica sabbado 3o de
do corrente agosto, de pecas eScolhidas e
de geral aceeitaco, entre as quaes os
rnelhores pedacos da Nobma. como'a ca-
vatina de Norma a de- Pollion, &c., &c.
Depois desta re presen taco o director
resolver se poder continuar ou deixar
de dal-as, pelas enormes despezas que
relie tem que fazer rara o sustento das
ditas representarles.
PUBL1CACA0 L1TTERAMA.
Acba-sesob o prelo, na corle do Bio-de-Janciro, tra-
duzida por Jacintho Alves Branco Muniz Barreto, a se-
guinte obra :
Um granadeiro da guarda-imperial sobre o sepulcro
deNapolcao Bonoparte; historia da vida pbiiea e pri-
vada dnmesmo.
Subscreve-su nj praca da Independencia, livraria n. C
e 8, 2,1)000 rs/, pagos na occasiio da entrega da obra.
Concluido da lula dat tartas enlradat no mez de
julko de 1845.
Joo Domingos Ramos, Joo Francisco de Albu-
qoerque Mello, Joio Francisco dos Santos, Joio Joa-
! quim'da Silva GuimarAcs, Joao Jos Corroa, Joio Jo-
fe da Cunha Lage, Joo Jos Gomes do Ohveira, Joao
Joi da Silva Nunes, Joio Jos Vasconcellos de Souza,
IjoinLoubel. JoSo Lucio Marques, JoSo Leite Bodo-
liallio, Joio Luit AfTooto Guimaries, padre JoSo Luiz
IPereira Pinto, padre Jbo Luiz Biboiro, Joao Martina
Calistro, Joo Marques Dias, Joao Machado Fornan-
IdM, JoSo Mauricio da Silva Molla, JoSo de Oliveira
Barbas, Jaio Pinto I Joao de Souza. Joao Soares de Arruda, Joao da Silva
Leite, Joo Simio Pimentel, Jos de Almeida Veludo,
Jos Alves Cardozo, Jos Agoslinho C. Guerra, Jos
Antonio, Jos Antonio da Cunba, Jos Antonio da
Costa, Jos Antonio Ferreira, Jos Antonio Maxim-
simo, Jos Antonio Pessoa M., Jos Antonio Pereira,
Jos Antonio Pereira da Nilva, Jos Antonio Bibeiro da
Silva, Jos Antonio da Bocha, Jos Antonio Tavares,
Jos Brandio Jnior, Jos da Cruz, Jos Campos da
Silva Pereira, Jos Corroa Pinto, Jos da Cosa Car-
valho Guimaraes, Jos da Costa Gomes, Jos da Costa
Moreira, Jos Bento Coutinbo, Jos Feroandrs da Cos-*|
ts, Jos l'ernandei dos Res, Jos Frazo dos Res, Jo-
s Ferreira Alves, Jos Ferreira da Silva, Jote Fran-
cisco, Jos Francisco de Araujo, Jos Francisco de Sou-
za, Jos Comes Campos, Jos Gomes Ferreira, Jos
Jacmtbo Botelho, Jos Justino de Souza, Jos Ignacio
de Arruda,;Jos Ignacio da Costa, 'Jos Ignacio Maia,
Jos Joaquina Magalliaes, Jos Juaquim Machado, Jo-
s Joaqun) Pereira, Jos Joaquim da Silva Moura, Jo-
s Josquim de Souza Freius, Jos Lopes Meci, Jos
Luiz Leilao, padre Jos Luiz Pereira Pinto L.,Jos
Moreira da Cos.., J s Malaquiaj Leal, los Martins
Pedra, Jos Menes da Silva. Jos Maiia da Costa Sou-
to, Jos Mara Pereira Hamos, Josa Maria Tonaira de
Villas-lioas.Jus Manoel Bioeiro, Jos de Oliveira Mar-
tias, Jos Perdigo Lopes, Jos Pinto da Fonseca, Jo-
s- Pinto* Moreira, Jos Pinto de Oliveira. Jos Pires
Rilieiro, Jos Pereira de Souza, Jos liibeiro Thomux,
Jos Koherl dos Santos, Jos Rodrigues Dias, Jos
Rodrigues du Mouto, Jos Rodrigues Salazr, Jos de
Souza Uliveia, Jos Soaias Yibas, Jote da Silva Ca-
ranaca, Jos da Silva Malla, Jos da Silva Ruis, Jos
Teiteia da Cunha.
Lonreoco Feraandes GuimarSes, Lourcngo Jacintho
de Carvalho, l.aurann Pinto de Paiva, Luiz, Luiz
Pancas, Luiz Antonio Maia, Luiz Dias Rita, Luiz Joa-
quin da Silva, Luiz Rodriguos da Alvergsria, Luiz da
Silva.
Martins da Silva, Miguel Furtado, Miguel Jos da
Rocha L., Miguel Rodrigues Vieira, Manoel Andrade,
MiDoel de Azevedo Canario, Maooel Azevedo da Costa,
Manoel Alves Goncalves Ferreira, Manoel Alves Fer-
reira, Manoel Alves da Silva Costa, Manoel Antonio de
A'ctedo, Manoel Antonio Cardozo, Manoel Antonio
Mores, Manoel da Costa Torre, padre Manoel Colbo
Thomaz, Manoel Custodio Vieira, Manoel Antunes
Correia, Manoel Ferreira Couto, Manoel Fructuozo
daSilva, Manoel Francisco Roma, Maooel Guimaraes,
Manoel lioncalves Correia, Manoel Jorge, Manoel Jus-
tino Florianno de Araujo, Manoel loaquim do Azeve-
do.Manoel Joaquim de Almeida,Manoel Joaquim Bar-
boza, Manoel Joaquim da Silva Figutiredo, Manoel
Joaquim Vieira, Manoel Jos do Araujo Machado, Ma-
noel Jos Correia lirada, Manoel Jos da Cunha de Fi-
fia, Manoel Jos da Costa Pedreira, Manoel Jos Dan-
ta, Manoel Jos Machado, Manoel Jos de Oliveira,
Manoel Jos Pereira Pinto L., Manoel Jos Ribeiro
Jnior, Manoel Jos de Souza Bastos, Manoel Luiz da
Costa, Manoel Miguel da Silva, Manoel Martins Ges-
Iwra, Manoel Pontes ianocl Pinto, Manoel Pereia,
MnoelPanascodeSou/a, Manoel Roulmo de Souza,
Manoel Rodrigues Pimenta, Manoel dos Santos Jar-
dim, Manoel da Silva Novias, Manoel deSouzFon
ta, Manoel Tavart Pacheco, Nicolao Ferreira, Pa-
-fonioManoel, Pedro Monteiro daSilveire, Raymun-
oo da Silva Goinaa, Sabasliinna Maria da Coneeico,
^nador Caslunl*,''Serafn Jos Correia, Themotio
Onto C. Leal, Theanotio Pioto Leal, Venancio Fer-
">", Victorino Candido P. M., Victorino Jos de Sou-
za, Vicente Alves Machado, Vicente Filippe, Vicente
'rain dos Santos, Anna Pulquera de Almiida A.,
Antonio Ferreira Coutinbo Flix Francisco Paz.
- O Iltm. Sr. director do Ijco manda fazer publi-
'.' em 'onsequencia do que llie ordenou o Evm. pre-
sidente da provincia, que, da data deslea 40 dial, ir
concurso a cadeira de primoiras lettrss da fregueiia
lvisos manliiiios.
Para a Rabia segu vagem com brevidade a su-
maca iVota-Mrora : quem na mesma quizer carregar,
pude entenderse com Amorim Irmaos, ra da Cadete,
n. 48.
Para a Babia seguir em poucos dias brgue
Flor-d'America : quem no inesnio quizer carregar,
pode enteoder-se com Amorim Irniios, ruadaCadeia
o. 45.
= Para o Aracaty sai com a maior brevidado pos-
sivel por ter a maior parle da carga prompta a su-
maca Flor-do- ngelim: quem na mesma quizer car-
regar, ou ir de passagem,enteada-se com o mestre )>cr-
nardo do Souza ou com Luiz Jos de S Arau|o,
na ra da Cruz, n. 26.
= Para a Babia o hrigue nacional Indianno
ai multo breve ; inda tem lugar para alguma carga ,
e tem muito bons commodos para passageiros : queui
pretender embarcar carga ou ir de passegem, enten-
da-se com Manonel Ignacio de Oliveira, na ra de
Apollo, n. 18.
A sumaca Sanla-Maria-Boa-Soile,_ que annun-
ciou para no da 30 do corrente sabir para o Aracaty,
anda recebe carga miuda, equalro pipas e passagei-
ros: os pretendeotes dirijao-se a Victorino Teixeira
Leite, na ra larga do Rosario, n. 1, ou ao Sr.
Francisco Joaquim Cardozo, na ra da Cadeia do San
lo Antonio, o.2o.
Para o Bio-de-Janeiro pretende seguir breveobrgue
escuna Fama, por ter paite do caregaruento prompta;
podendo inda receber alguma carga, moroiente miuda:
quem no mesmo qui/er carregar, embarcar escravos,
ou ir de passagem, pude convencionar com Amorim
IrmSos, ra da.Cadeiajn. 45.
Para o Rio-Grande-do-Sul e Porto-Alegre segui-
r com brevidade o brgue Flar-da-F: quem no mes-
mo quizer carregar, e embarcar escravos, pode enten-
der-se com Amorim Irmaos, tua da Cadeia, n. 45.
Parao Aracaty sabra, no dia 26, o briguc-escuna
Henriquela: para passageiros, a tratar com Manoel
Oas, ra da Cruz n. 7>.
Para o Aracaty sai, no dia 12 de setcmbro.o br-
gue Maria /.anda recebe alguma carga: a tratar com
Manoel Das,
Para o Rio-de-Janeiro segu com toda a brevi-
dade a sumaca Amizade, capitao Manoel Antonio do
Sousa Guerra : para carga, passageiros e escravos a
Irete, ajusta-so com Gaudino Agostindo de Barros,
pracnha do Corpo-Santo, n. lili.
Para o Havre sai, no dia l.'de setcmbro.o briguc
francei Beaujeu, capitao Beriodoague : para passagei-
ros trata-secom os consignatarios B. Lasserre & Com-
panhia, na ra da Senzalla-Velha n. 158.
visos diversos.
A CARRANCA.
Sahir o n. 24 hoje a tarde, e char-se-ha a venda na
praca da Independencia livraria ns 6 e 8.
A couimissSu administrativa Ja/ sessao noje 2(i, para
volacin de convidados para a partida de 6 desetemhro
prximo.
ss Quem precisar de- urna mullier Portugueza, bas-
tante idosa, queseacha oes'epaiz, ha uns de 9 annos,
para servir em alguma casa de familia do que tem
bastante ejercicio ou mesmo reger alguma casa de
homom solteiro dirija-ie ao Atterro-da-Boa-Vista ,
em frente da malriz, n. 80.
Roga-se a quem tiver echado, e quizer restituir,
urna garganlilba, obra d'ouro do Rio-de-Janeiro, do
leitio de correlo, chata, com colxetei para atar ao Des-
coco, tendo na frente urna pequea chapa ao gosto doa
frontini, e que foi perdida em passeio, no dia sabbado
h nnite para amanhecer no domingo 24 do corrente,
desde o principio da ra Augusta, vindo do Atterro-do-
Afogado, atao entrar na ra do Collegio dirija-se i
loja do Atterro-da-Bea Vista, n. 48, que sera grati-
ficado.
=Precisa-se de 560,000 rs. a juros, dando-se por
legunnca um terreno; quem quizer fazer este neg
co, annuncie para ser procurado.
Vai a praca, na porta doSr. dr. juiz docvelda
2.' vara,' lindos os das da le, urna morada de casa
lerrea, sita na ra dos Pires o. 11., ponhorada a Do-
mingos Pires Ferreira, por execuao de Manoel An-
tonio Cordoso, por alugueis decisa, que dito Sr. Ihe
licou devendo.
OfiVreco-so urpefnia para casa de homeni soltei-
ro ou oasa de pona iamilia, para todo o lervico do in-
terior ; quem pretender, dirija-so a ra da Cadeia,
n. 17.
No sitio do hospicio do Eira, conselheiro bario de
ItamaracS, di-se gratuitamente a planta denomina-
dalinaria as pessoas que padecerem de retCncio
de orinas, bastantemente especifica, e propria para
taes padocimentos: quem a quizer, aquello sitio so de-
ve dirigir, a qualquer hora do dia.
Precisa-iede urna ama de leite livre do pensos
para criar urna menina em casa particurar, e paga-s
bom : traU-e na casa n. 70, da ra das Cinco- Pon-
tas.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 20 da
roa larga do Rozario, defronto da pra?i da Indepen-
dencia : a tratar na loja de mudezas do mesmo sobra-
do, ou na padaria junto ao mesma sobrado.
Aluga-sc o sitio n. 1 na l'rempe, tendo casa de
sobrado e sola, muito fresca, pintada de tovo, e com
bom commodos; tem boa cacimba e baxa para capim:
a tratar na ra da Cruz do Recifo, n. 26, das 9 horas
da ma'nhaa as 4 da tarde.
No cscriptorio de Gaudino Agoslinho de Barros,
existe urna carta para o Sr. Mancel Gomes Fer-
reira.
Ninguem compre, netn faca negocio algum a res
peto da machina de raspar, de serrara e do vapor, e
seus pertences, annunciados no Diario-de-Pernambu-
co, de 25 do corrento mez d'agosto. pelo morador do
Atlerro-da-Boa-Vista, n. 5; porque essa. machina e
seus pertences no sao da propriedade desse annuncian-
te do Atteno-da-Boa Vista, n. 5, e sim da viuva Fre-
mont, de Vranea; e quem esta autorisado por esta pare
tomar conla, e dispr desses objectos, be o ahaixo as-
signado, na ra do Qoeimodo, n ,12. JoJo Vignes.
Na ra de Santo Amaro, o. 32, ensina-se a en-
gommar, coser chao, bordado, elavarinlo; ludo com
a maior pcrfeicSo : os pretendentes podero dirigir-sc
a dita casa, onde se Ibes entinar quem seja a pessoa
Casa da Fe\
Ba eslreitado Bozario n. 43.
= O abaixo assigoado tendo esUbelccido, na for-
ma da le e decreto n. 357, de 27 de abril de 1844,
artigo 35 urna casa do vender hilhetes e cautellas
de todas as loteras deiita provincia pnstando pur ca-
ta venda finca como marca o mesmo artigo 35; con-
vida a todos os quo gostau deste jogo a compraren!
as suas cautellas ; cujas so achao garantidas com a sua
lianca a fim de que os premios que cada um tiver
de tirar, seja o no dia marcado pagos a vista das mes-
mas cautellas, e na mesma casa.
l'n senlemento as cautellas que se acho a venda
sao as do tbeatro publico por ser a primeira lotera ,
que est garantida com a lei cima ni qual no ha-
vori nullidado por ser o seu tbesoureiro responsavel
por qualqucr abuso ou falta que houver de a, parecer.
Brevemente se annuncar odia oiii que devein andar
us rodas, pela grande extracQio.que esto tendo as cau
tellas por serein de diminuto pieco que a todos
convida a sua compra. Os precot destas cautellas sao :
decimos a I000 rs. e vigsimos a 600 rs.
Lourenfo Jos llomdu de Lunna.
= Aluga-se a cusa terrea, do largo do palacio ve-
llio, que faz frente para o oito do tbeatro novo, a qual
tem hilbete para se conhecer : a tratar na ra da Ca-
deia do liecie n. 40.
= Alugio so duas casas para se pissar a festa no
lio do Arcoeni Ponte-do-Ucba : a tratar na ra da
Cadcia-Velha lujan. 20.
= Precisa-se de um bomem Portuguez ou das
libas que enli nda do servico do campo e possa
administrar, ouleitoisar escravos de um engenho ;
sendo solteiro, ou de pouco familia, e idoso : quem
estiver nestas circunstancias dirija-se a fallar a Ma-
noel Goncalves da Silva na ra da Cadeia do Recife,
ou no engenho Gindahi da freguezia do SerinhSem ,
com seu proprietario Joo Mauricio de Barros Waii-
derley.
= EstcvSo da Cunha Medeiros embarca para fura
da provincia o seu escravo crioulo.de non.e Geraldo.
=Precisa-se alugar, ou mesmo compra-ie um bom
escravo bom canociro e que seja fiel ; na Tua da Ca-
deia do Recife, loja n. 26.
= Aluga-se um segundo andar solio, com com-
modos pura familia na ra do Bangel, n 73: a tra-
tar na mesma ra n. 54.
pa Precisa-sc de um prelo quo seja esperto e de
dade, pagando-se mensalmento IOS : o sitio por
detraz do sobrado do finado Monteiro ou annuncie
para ser procurado.
Precisa-se alugar urna preta para vender diver-
sas vendas, que seja fiel; paga se bem: na ra estrel-
lo do Ro/a rio n. 3.
= Aluga-se u olaria do doutor Pereira por detraz
do rccolhimento da Gloria com excellenleembarque:
na praca da Inpedcndencia livraria ns. 6 e 8.
= Engomma-se toda a qualidade de roupa tanto
para bomem como para senbora com toda a perfeco;
assim como ensina-se a engommar coser, marcar e
fazer lavarinlo ; tudo por preco commodo : no becco
do N orn ha n. \,
Um moco casado oflcrece se paia ensinar la-
lim, e qualquer outro preparatorio, em algum enge-
nho, que no lr demasiadamente longe desta praca, e
prometi esmerar-se em o adiantamento dos discpulos,
confiados a seu magisterio ; dando todas as garantas,
que Iba lArem pedidas: quem do seu presumo se qui-
zer utilisar, annuncie para ser procurado.
No dia 23 do corrente, na tarde de sabbado pas-
cado, sabindo da ra da Cedis, passando a ponte do
Recife, as ras do Graspo, do Queimado, do Rosa-
rio cstieila, do Rosario larga, doCbug, e ra No-
va, perdeo-se urna caixnha com pulceiras d'ouro, la-
nadas : roga-se as pessoas, que a acbarem, delerem
a hondada de levar 4 ra Nova, n. 22, que serio gratifi-
cadas.
= Aluga-se. por preco commodo a loja do sobra
do o. 12, da ra da Aragio : a tratar no mesmo
I brado.
= Manool Pereira de S Jnior participa ao pu-
blico que deixo de ser caixeiro da Viuva Seve & Fi-
Ihos.
= Dio-ie 600,000 r*. a premio obro penhoraad
ouro ou-prata ; quem quizer, annunoie para ter pro-
curado.
Uflerece-so um moco Portuguez para feitor do
um engenho o qual tem bstanlo pratica da dita oc-
cupaeao ; que: o precisar, annuncie.
DENTISTA.
= M. S. Mawson, cirurgio dentista estando para
retirarse brevepara o Sul ; as pessoas que precisaren
de seu prestimo, devem appareerr quinto antes na
casa de sua residencia n. 2, na rus Nova.
-= Ensina-se grammalica latina com toda a, perfei-
eao e em breve lempo ; da mesma sorte philosophia,
e rhetorica : na ra Nova o. 52, primeira andar.
= Trot3o-se 4 imagent, muito perfeitw ; nasCia-
co-Pontas, p. ICO.
- = Joaquim Pereira Arantes embarca para o Rio-
de-Janeiro 0 seu escravo Manoel, de nac,So Angola.
Manoel Joaquim Lamas avisa ao Sr. Joio Evan-
gelista Nevos, queira, ato o fim do corrente mez d'agos-
to, ir remir os seus penhores, que tem empenhadoa
em maodo annuncianto, esatisfaier o principal ju-
ros, tencidos al esse dia ; do contrario serlo vendidos
por o maior preco que apparecer ; ficando o mesmo Sr.
obrigadoa salislazer qualquer quantia, que possa vr a
fallar ao importe total: ficando assim o annuncianto
Jesonerado, para com oditoSr., d'uma claren que Ihe
passou do referido penhor.
Um rapaz brasileiro de idade da 19 annos, o qual
sobe perfeitamente tur, serever, contar, arilbmetiea o
geometra pratica, se oflerece a qualquer negociante
pura crixeiro do cobraneas ou escripia, e prestar fia-
dor a sua conducta; quem de seus sor vicos se quizer
utilisar, annuncie sua morada para ser procurado.
Aluga-se um sitio na estrada da Passagem-da-
Magdalena com boa casa do vivenda e urna olaria,
cacimba de agoade beber, e arvores de fruto ; assim
como urna casa com muitos commodos dofronlo do
mesmo sitio tendo estribara, cozinba lora o p6c;o
d'agoa do beber: a tratar na ra da Cruz, n. 5.
= Quem precisar de um homem para feitor do si-
tio ou para engenho queentendeda borla e sabe
paudar parreira, ja de idade, ed fiador a sua condue-
la dirija-se i ra estreita do Bozario, o. 1.
LlVnARlA D.\ ESQUINA DO COLLEGIO, OBRAS NOVAS,
EDigoEs no Rio-de-Janeibo.
Doulrina das aeges de Correia Talles, com annola-
cob brasileiras e Exemplario de Libellos Primeiras
iilias orpbanologicas com appendice da legislaclo bra-
sileira Manual do eidado brasileiro, 10 tom. en-
ea J. em 7 vol. contendo os 2 ltimos o lloteiio dos
orpliaos, ou guia pratica da orphanologia brasileira,
fundamentada na legislarlo competente, e naa illua-
tra(0es dos melhores praxistas Avulsos o Boteiro,
Advogado do povo, Constituicao, Cdigo criminal ,
ludo anoolado Manual do tabelliio com innotacoes
brasileirasDigasto brasileiroThtsouros de meninos,
ede meoinascom est, coloridas, I e2 vol. Jardim da
mocidade, 3 vol.Arles dedanca desociedide com
as marcas de contradanzas provmciies e gravuras
Parnaso brasileiro Noitei do Castello Cato
Paulo e Virginia, com est. coloridas A'otw thesouro
de novellas e romances modernissimos, seguidos de va-
rios artigos de instrucco e recreio, em prosa e em ver-
so, miscellaneas, ancdotas, charadas, etc., eornado
de est. finissimas coloridas, 2 vol., ptima eocaderna-
co Cornelia Kororquia, ou a infeliz victima da in-
quisicio iVonzi poesas de um Bahiano Ctlkeco
completa das mximas do M de Marica, augmentada
das novas mximas, soberba edicio, com o retrato e fac
simile do marques, 1 vol. Amorosas paixoes do jo-
veo Wertber, historia verdadeira Aventuras do sal-
teador Vidocq Mensageiro dos amantes, ouCarciz
do Ilesas amatoriasAmoreira branca, novella #11-
i^na do imperador Napolen, em portuguez, 3 rol.
com finas est. Historia do Brasil com ditas Histo-
ria da restaurarn de Portugal, pelo imperador D. Pe-
dro, rica edicio com retratos Elemento de deaenho
a pintura Principios de botnica Dilogos robra
a tacbygraphia, ou systema de aprendel-a sem mei-
tra Gram. franc. de E. Sevene A"ova lyra bra-
sileira, ou colleccio de modinhas escolhidas, hymoo
da independencia, marcha fnebre do duque de Bra-
ganca, etc. para piano As Hivaes, colleccio de fal-
sas escolhidas, etc. Corograpbia brasileira, 3 tul.
Outras muitas obras, ricamente impressas 00 Rio, se
encontrao nesta livraria, por precos moderados.
BOTICA CENTRAL DO INSTITUTO
Bomeopathico do Brasil.
Possue todas as suDstaocias experimentadas na Eu-
ropa, nos Estados-Unidos e ltimamente no Brasil o as
dy namisacoesfeitas pelos processos mecnicos do dr. Mure.
Dislribue gratuitamente a vaccina dynamiaada e to-
dos os outros preiervativos neeessarios naa epidemias
reinantes, e responde a qualquer consulta, que a res-
pailo de livros, medicacees, remedios e rgimen Ibo
(or diiigida.
Pratica elementar da homeopathia pelos Srs., Muro
e Martous.
Enriquecida das primeiras experiencias puras fritas
no Iirosil.
Preco 8*000 rs e 10s rs. com urna boa encader-
naco.
Folhona bomeopatbica, 2. anno, contendo noticias
sobre o estado actual da homeopathia, o rgimen, eol
estalutos do instituto homeopalhico.
Preco 320 rs. com grande abalimento a quem com-
prar jorcos maiores.
Uirigr-se por correspondencia agencia do instituto
homeopalhico no Rio-de-Janeiro.
Pubiicaco da escola societaria
Alm das obras da dita escola, anngooiadas anterior-
mente por este Diario, e que tiverio j muita extrac-
cio, acabio de ebegar de Franca, e vendem-se nesta
typographia, pelo preco maia commodo, as interessan-
les. obras seguintea:
Troii discours; Vie.de Charlea Fourier; Exposition
abrege du systene de Fourier ; Examen en dfanse do
mrae ; lesept'Avril; Colooiaation de Madagasar; dea
Caities d'pargne.
Acho se depositados na praca-da-Independeneia,
livraria n. 6 e 8, algum cithalogos das obras comple-
tas da escola, e ha quem se encarregue de as fornecer
so-las pesssoas que desejarem entrar no parfeitoconbeci-
meoto do systema societario.


&
Precisa-sede uoia ama branca, ou parda sem fi-
Ibo, pira azer o servico de urna casa estnngeira de
hemoin solteiro : no Atterro-da-Boa-Viiu n. 75.
Precisa-se de una pcssoa para vender farinha a
burdo ue urna embarcaeio ; quem estiver noala cir-
cunstancias dirija-so a la da Cadeia-Velba, n. 40.
Oflerece-se um moco lraiilciro para masseira
do padaria, do que lem alguma praLiua o d maib algum
tompo ; quem de seu pros timo se quier ulilisar, an-
nuncic pt,i Fita olba.
Os absixo issigoados. la.-eni scionle ao artitas que
pertencma ironandade dor. llora Jewi dos Marty-
rioi d igreja nova destacidade, que do da 23 do cor-
rete lora intimado pelo fiscal respectivo a mesma
irmandade o concert da mesma igreja que se pre-
cisa nnoito do consistorio, do lado do Norte, por este
se echar desaplumado leis polegadas para oque a re-
ferida irmaodaae os convida para prestaren) oa seus ser-
fieos por esmola ; por quanto a irmandade he poper-
rima e nao pode a custa de moeda cITectuar este con-
cert : o que nao he de esperar menos, em espritus do
tanta religiao. Consistorio em mesa de agosto de
JSi'i Jo$c da Trindadc Grvala provedor da ir-
mandade. f.ourenfo IVunet da Co.-,ta eserivio da
mesma.
- O abaixo assignado deixou de ser caixeiro de Bra-
ga & Campos desde o dia 24 de agosta de 1845.
Vrenle Goncalves fibeiro.
A Senhora D. Anna Joaquina de Figueiredo ,
viuia de Manoel 'lavares dos Pasaos procure urna car-
ta na ra dos Copiares n. 14 ou aonuncie sua mo-
rada para Ihescr entregue.
- Bernardo de Souza embarca para o Rio-de-Ji-
noiro a sua escrava Julianna de naci Angola.
Precisa-so de urna pessoa que faja sigarros:
nt ra larga do Rozario n. 19.
= Perdeo-se um brinco de ouro com duas pedri-
nhai de diamantes, da ra Velba at a Soledade ca-
sa n. 7 : quera o a char, leve a dita casa que sera
recompensado ; assim como roga-se a pessoa a quem
for olTereeido o dito brinco de o tomar e annunciar
por esta olba.
Vendas.
Attenco ao bom e barato !
* Vendem-se superiores chitas para coberla, de tin-
tas fixat e de bom panno a 180 rs. o covado ; supe-
riores cortes de chita lina de dovos padrotes e ebegados
ltimamente, de 13 covados. a 3500, 3800 o 4500
rs.; riscados francezes muilo linos, a 300 rs. o cova-
do ; cortes de cassa-chitas transparentes, de lindissimos
padres, a 2400 e 2500 rs. ; cintas, a 120, l.(0, 160
e 180rs. o covado ; madapolio a 150, 160 e 180 rs
a vara ; dito fino, a 200, 220 e 240 rs. dita ; madras-
te muilo fino a280is. dita; pecas de madapolio,
a 2800, 3200 e 3400 rs..; dito fino a 4000 4200 e
tiuO.rs. a poca; madraste fino,a 5200 e 5400 ri. dita ;
ditas, a 4500. 5200, 5500 e 6000 rs.; ditas escuras;
chadeez de linbo para aqueta a 520 rs. o covado ;
superi" rsetim preto de Macao a 3200 e 4500 rs. o
covado; chales de lia e seda, grandes, a 4500 e 4800
rs. ; cortes de chitas de 10 covados, escuras a 1600,
1800 e 2000 rs. o corte sendo entre-unas e de boas
qualidades; superior s fustoes brancos, 1000 rs. o
covado ; suarte azul de vara de largura a 260 rs. o
covado muito boa fazenda para pretos ; algodio azul
mesclado trancado muito encorpado, a 240 rs. o co-
vado ; algodSo americano largo e encorpado a 220
rs. a vara ; dito estreito a 160 rs. a vara ; esguiiode
superior qualidade, do verdadeiro e puro linbo muito
lino a 1500 rs. a vara ; bietanba lina de puro linbo,
de 6 varas a 2800 e 3200 rs. a peca ; ditas de rolo ,
a 1800 rs. a peca ; chila a 140 rs. o covado ; risca-
dinbs novos trancados, muito boa fazenda para meni-
nos a 200 rs. o covado ; castores ou meados de lis
tras a 240 rst o covado ; brios de bonitos padres de
quadros a 500 rs. o covado ditos finos muito en -
corpados e de listras a 6i() rs. a vara ; ineias finas de
algouao para bomem a 3600 rs. a duzia sendo de
muito boa qualidade ; cortes de cbali ; ditos de seda ;
pannos finos preto e azul, sendo o primeiro de urna
linda vista para pannos de pretal, e o segundo para
pagem a 2500 rs. o covado ; superiores lencos encar-
nados muito finos e grandes, a 440 rs.; e outras mul-
tas lazendas j mencionadas neste Diario ; adver-
tindo-se ios compradoras que todas estas lazendas
sao limpase de boas qualidades : na ra do Collegio,
Jojii n. 1, de Antonio Villarouco & Irinao.
=Vendem-se 8 escravos peQas ptimos para todo
o trabalbo tanto da praga como do campo; um dito
bom carreiro ; um mulalinbo de 18 aonos, bom pa-
gem ; um dito de 10 annos; 5 pretas mocas, coci-
nlo engommio e lavio roupa; urna negrinba de
14 annos, muito linda e peca com bons principios
de habilidades : na ra do Crespo n. 10, primeiro
andar.
Charutos de regala,
=Na ra da Cadeia do Recife, u. 46, ha lempre um
grande sortimento destes afamados charutos, vindos
da Babia ; e tambem grande existencia de dillerentes
qualidades de vinbosdo Porto, Xerry, Madeira, Claret,
e ago'ardente de Franca a precos razoaveis.
= Vende-se urna pretade idade de 35 aonos, co-
zinba o diario de urna casa, clava de sabio, por prego
commodo; na ra do Nogueira n 27.
= No escriptorio de Francisco Severianoo Rabello
cV Filho no largo da Assemhla, venda-se cal virgem,
cliegada prximamente de Lisboa em caixas pe-
quenas.
= Vende-se farinha do mandioca ltimamente
ebegada oeste porto em porcoei a 3800 ri. e a re-
talho o 4j rs. ; a bordo do biate S. Joaquim-Impera-
dur-dot-Arijo* Tundeado defronte do caes do Colle
gio ou na ra da Cruz, armazem n. 54.
= Vendem-se muito boas bichas ebegadas lti-
mamente de Hamburgo as melhores quo ba no pait,
e muito grandes ; tambem se alugao e applicio-ie
para mais commodidide doi pretendentes: na ra es-
traite do Bocerio, defroote di ra das Ltrangeiras, lo-
ja de barbeiro n. 17.
= Vende-se potaisa di Rumia, muito nova ar-
cos do Porto para barricas; na roa do Trapiche, ar-
mazem n 17.
= Vende-se o Judeo Errante por Eugenio Sue .
tomos do um a 6 ; o o conde de Monte Cbristo por
Alexandre umas, tomos de un a Ire trsduzidos
e ricamente impressos ni > Bio-de-Janeiro : na ra da
Cruz, no Rocife livra rii n. 56., a 1280 rs. cada
volume.
= Vende-so rap di Lis'ioa muilo novo, e che-
gadinbo agora as libn i e ai oitavas a 50 rs. ; dito do
Bcndcira dito a italiai ia, segundo o uso dos religio-
sos da Penba e de o itras qualidadoi, conforme o
e.os".odos fregueses; ni uiloboracbi liysson a 2400
rs. a libra ; excellentes i :harutos,a quo os bons entende-
dores com justiga da rao o de vid o apreco : na ra
estroita do Rozario de fronte da igreja loju e labrica,
n. 6.
= Vende-se rap d e Lisboa dito Mearon dito
Imperial, dito grosso e meio-grosso dito prioceza de
Casse dito do Compeli, d:to Vinagrinho dito
Novo-Lisboa e n ais i niudezas por prego commodo :
na roa do Crespo, n. 11.
- Vende-se um mol eque de 16 annos pouco mais
ou menos, bonita figura, sem achaques nem vicios,
prefere-ie para fura da (erra : ni rui di Senzalla-No-
n. 4.
= Vendem-se cabras ( bicho ) propriis pin em-
barcar e para criar pois que muitas achio-se |pre-
nhes e sio de muilo boa raca por preco commodo;
em linda ra do Bom-Sucesso sitio da Manga-
be ira.
Vendem-se chapeos de massa a 1800 rs. cada
um ; cbila, a 140 rs. o covado; riscado mesclado, pro-
prio para camisa de pretos, al20rs. ; ganalisa,
a 120 rs.; algodao trancado de listras, a 240 rs. ;
madapolio, a 160, 180 o 200 rs. a vara ; dito fino a
220 e 240 rs. a vara; chitas de diflcrcntes cores, a 150,
160, 190 e 200 rs.; ditas finas, a 220 e 240 vs.; cor-
tes de ditas de 12 covados e meio e das ma>,s moder-
nas a 5400 rs. ; madapolio a 5000 e ",20(1 rs. a
peca; dito fino, a 4000,'4200 e 4500 rs.; cr.mbraias de
listras, de vara de largura a 500 rs. a vira; ditas de
salpico a 440 rs. ; ditas de quadros e h airas, a 560
e 400 rs.; diUs muito finas, a 460 rs ; yanga tranca-
da a 15C'rs. ; castores para calcas, a f00rs. ; e ou-
tras muitas fazendas por preco com.modo : na ra
da Cadcia-'v'ellia n. 54, loju de fazeadas, do Antonio
MonteiroPcircira.
= Vend i-seazeite de carrapato do rooia caada
para cima a 2240 rs.; na praca da Boa-Vista, n. o.
= Vende.m se ricos cortes de cambraia coin quadros
decores, do Tisis moderno o asseiado gosto pelo ba-
rato preco de 5500 rs. ; ditos de listras e quadros,
muito boa fazenda a 3800 e 4000 rs. ; cambraia li-
sa muito fina a 4000 rs a peca ; damasco de lia com
duas larguras muito proprio para colchas, a 2000 rs.
o covado ; escocezesde gosto niod<:rno para vestido de
senbora a 320 rs o covado fra nja para cortinados,
de muita variedadede goslos e lar guras a 4000 e 6i
rs. a peca meias pretas de seda ingleza para homem,
a 2000 rs. o par ; ditas de cms, de muito bonitos
gostos a 1600 e 2000 rs. ; vahdo de cores para col;
ete, a 3500 rs. o corte; chalet de lia muito moder-
nos a 2000 rs. ; ligas de borra cha para atacar meias,
a 80 rs. o par ; brim francez, rnuito bonita fazenda e
de grande duracio pelo baratsimo prego de 360 rs.
o corado e outras muitas fazendas que se venderd
por menos do que em outra viualquer parte: na ra do
Crespo loja n. 12, de Jos joaquim da Silva Maia.
=Vendem ae saccas de milho, ditas de arroz de cas-
ca e pilado brinco e vermelbo ditas de feijo mulali-
nbo ludo de alquvire e da melbor qualidade, que
boje apparece ; na ra di Cadeia do Recife arma-
zem n. 8.
= Vendem-ie saccas com farinha de S. Catbarina,
a 4000 rs. ; e tambem se vende medida pela quarla
velba a 4000 rs. o alqueire : na ra da Praii, ar-
mazem de carne o. ift, da Azevedo.
Vende se Isrinba de S. Catbarina de muito su-
perior qualidade ; a bordo dos patachos Mello S.
Mathtus e Francelina, por preco muito commodo, ou
a tratar na ra da Cadeia do Recife loja n. 40.
= Vende-se urna bonita crioula, de 22 annos, boa
engommadeira costureira e cozinbeira tanto de lor-
no como de assados, reina assucar, e laz bolinbos de
diversas qualidades, ehe muito diligente para urna casa:
na loja de cabos defronte do Corpo Santo, n. 17.
= Vende-se urna camisa de cambraia de linho mui-
to fina e ricamente bordada propria para noivado !
panninhos de barba bordados; ditos de lavirinto ,
um iengo bordado de marca; tudo novo e por prego
commodo : na ra do Caldeireiro n. 16.
= Vendem-se saccas de farinha a 3600 rs. ; na
ra larga do Boiario n. 24, primeiro andar, ou na
na venda que vai pira a polica n. 21.
Allencao !
= No hotel Pislor, n. 3 no caes da Lingota ,
vendem-se obras de ouro vindas do Rio-de-Janeiro ,
de muito lindo gosto com o toque de 14 e 16 quila
tes, contando : brincos alfinetes, e anneis com dia-
mantes e sem ellos flores de ouro para cabeca de se-
nbora tranceln* para relogios coraces, botoes e
alfinetes pin bomem admeos e meios ditos para se-
nbora ; todasostas obras sio da ultima moda, e ven-
dem-se em porcao e a rctalbo por muito commodo pre-
go e tambem se troci por ouro e prata telba.
= Vende-se potassa preta e branca ebegada agora
na barca americana Navarrt : no escriptorio de Luiz
Gomes Ferreira & Companhia.
= Vende-se ptima carne do sertio e lingoas em
jacaes de duas arrobos pouco mais ou menos, e encl-
lenlo pan urna boa feijouda : na ra da Cadeia de S.
Antonio casa n. 25.
Attcncao !
= Continua-se a vender o muito superior rap de-
nominado Princeza-Novo-Lisboa sendo este o
nico rap que se pode por a par ao de Lisboa ; ven-
de-se as lojas dos Srs. Guilherme Augusto Rodrigues
Selle, ra do Queimado; Victorino & Guimaries, ra
dos Quarteis; Antonio Dominguei Ferreira ra do
Crespo; onodepozilo, ra de Apollo, o. 18.Pre-
go de cada libra lOOOrs.
= Vende-se milho novo, a G.'iOO rs. a sacca ar-
roz com casca a 4500 rs. a sacca e farinha de man-
dioca por prego commodo ; em casa de Manoel Joto
Gonealves Braga ao p do arco de S. Antonio.
= Vendem-se duaiciixiubis, juntas ou separadas,
de lerrot de cirurgia com bastante sortimento por
prego commodo ; na ra du (Queimado n. 14, se-
gundo andar.
= Vendem-se cortes de chitts fnncezii muito finas,de
issentos escuros, de quadros e listras, cores filli, de 4
palmse meio de largara e da goslo muito moderno,
a 3200 rs. ditos com 13 covados, 3000 rs., ditos
decssa-chitas do cores (ixas a 2000 rs. e em co-
vados, a 240 rs., ditos de chitas com assento escuro, a
1600 rs. hietanha de rolo com 10 varas muito en-
cordada, a 2000 n., camisa de meia, a 1280 rs., brins
trangados de linho purocor do ganga e escuro a 720
n., ditos brincos, a 1000 e 1280 rs. madapolio en-
testado a 5800 rs moias casimiras de algodio mui-
to encorpadas, a 480 rs. o covado, brins francezes de
quadros e listras a 400 rs. o covado fustoes pan
colltte a 320 e 480 rs. ineias pira meninos e me-
ninos a 200 rs. o par, e outras muitas fazendas por
prego commodo ; ni rui do Crespo loja n. 14, de
Jos Francisco Dios.
= Vende-se potaisi americana muilo nova e de
superior qualidado em barril pequeos ; na ra da
Cideii-Velbi armazem de assucar n. 12.
- Vende-se cha hyssoo em caixas de 15 libras, em
porgoese irelalho; em casa de MatheosAulin & C. ni
ra da Alfandega Velba o. 36.
. = Vende-se urna pirdade idade de 22 annos, pou-
co mais, ou menos de bonita figura engomma, co-
te ecozinha o diario de urna casa ; urna preta de bo-
nita-figura de idade de 18 annos: a tratar com o Sr.
Manoel Ferreira Ramos, na ra do Crespo,ao virar pi-
ra a ra do Cjueimado.
= Vendem-se 4 verandas de ferro novas proprias
para janellas de sacada feitas com gosto e bem for-
nidas tendo duas 9 palmos de comprimento urna
com 11 e outra com 8 ditos, e com dous palmos por
cada lado ; outras muitas verandas por acabar; fateixas
de todos os tamanhos; ancorles o mais bem feito
possivel; assim como se fazem com promplidio todas
as obras e concertos : na ferrara junto ao muro, do ar-
senal de marnba n. 7.
=Vende-se urna ferrara com todos os seus perten-
ces tendentes a mesma ofGcina com urna porgio de
carvao de pedra e varias obras feitas e outras anda
por acabar de obrar ; e se trapassa por aluguel- a caa
con. o mesmo estabelecimento pelo tempo que con-
vier aos pretendentes ; pois todo e qualquer negocio se
faz muito commodamcnle : a fallar na mesma ferrara,
em-Fra-de-Porlas, ra do lirum, n. 7, junto ao muro
do arsenal.
= Vendc-se rap rolio hamburgus, em meias gar-
rafas ebegado pelo brigue Polidora ; na ra da Ca-
deia loja n. 16, do Itourgard.
= Vendem-se ticas sarjas e sedas brancas para ves-
tidos de noivad. s, lindas guarnieoes de flores para ves-
tidos, luvas de pellica tnfeitadas de muito bom gosto,
ditas curtas, brancas e de cores esqi'isitas capellaade
flores brancas, sarja preta superior lindas mantas
escocezas chapeos de palba para meninos ren fi-
tas de selim lavrado e outras muitas fazendas de gos-
to : na ra Nova, n 8, e esquina da do Cabug n.
11, lojas de Amaral & Pinbeuo.
= Vende-se urna preta moca de 18 annos, en-
gomma liso lava de sabio e cozinha o diario de
urna cata ; na ra do Rangel, n. 64 a tratar com
Victorino Francisco dos Santos,
= Vende se um preto de 18 a 20 annos sem vicios
nem deleito algum proprio para qualquer servico;
no Alterre-da-Boa-Vista n. 26, primeiro andar.
= Vende se ainda urna duzia de camisis de mida-
polio bem Irabilbadas, por 16/800 rs.: na ra da Ca-
deia de Recife n. 6, primeiro andar,
= Vende-se urna porgio de cera amarella ; na ra
larga do Rozario n. 29
= Vende-se urna escrava crioula, de idade de 24 an-
nos de bonita figura engomma cose bem cozi-
nha e lava bem de varrella, com um filho de dous an-
nos, muilo esperto ; urna pardinha de 20 annos, en-
gomma, cose, faz renda cozinha e lava de sabio; duas
escravas de naci com as mesmas habilidades; urna
crioula de 20 annos, cozinha e lava de varrella; urna
cabrinba de 15 annos cose e faz renda ; urna negri-
nba de 7 annos ; 3 escravos mogos para lodo o servigo;
um moleque crioulo de 12 annos ; um escravo de 20
annos, ptimo Lolieiro ; douescravos de 22 annos,
para o servico de campo : na ra das Cruzes, n. 22 ,
segundoandar.
Vende-se una preta de Angola com muito
boa conducta, pois nunca fugio; nio tem vicio de
beber espirito de qualidade alguma; he muilo fiel e
capaz de se Ihe entregar urna casa ; cuja escrava vnde-
se por nao querer servir a senhora ; o que ludo se
afianca : na Ponte-Velbi di Boa-Vista casa terrea
n. 29 junto ao sobrado da viuva de Luiz de Castro.
= Vende-se um cachorro da Ilha por prego com-
modo : na ra de Agoas-Verdes, n. 70.
=Vonde-so colla do Rio-Grande-do-Sul, de su-
perior qualidade e seboem rama ; a bordo do brigue
Paquete dt-Pernambuco, fundeado ao p do trapi-
che do algodio.
= Vendem-se barricas com farello de Lisboa pe-
lo barato prego de 4500 rs.; nos armazens do Braguu'
e Antonio Annes.
= Vende-se urna parda de idade de 16 a 18 annos,
de bonita figura e sem vicios; na ra das Cruzes,
tenda de marcineiro n. 29.
= Vendem-se 4 escravos mogol de bonitas figu-
ras de idade de 20 a 22 annos de todo o servico
sendo dous perfeilos canoeiros ; urna preta de 20 an-
nos perfeita cozinbeira engomma e lava ; urna
bonita escrava pan fura da provincii; urna negri-
'vse
= Vendem-se;3 escravas de bonitas figuras, ,_
gommio bem, cosem ecozinbao, de idade de 20 i0"
nos; urna parda de 22 annos com habilidades n,
de bonita ligura; 1 preto proprio para sitio, por 15q!
n. dos prelss cozinbeiras de 2 annos: na roid
Flores, n. 21. ";
= Vende-se um escravo orioulo, de 26 annos, n_
dio, de bonita figura muito born cocheiro Lolieiro
o oflcial do alfuiate ; na ra do Mor tas, o. 14O.
dir quem o vende e o motivo da venda.
= Vende-se urna toalha toda a roda de lavarinio
pelo preco de 16/ n. ; Da ru do Cafaug, tai, jj
miudezas, n. 9.
Ckeguem ao bom e barato I
= Venuem-se oculos de armaci.o de ono e de riel,
cbior do dilTerentes graduagoes ; fil de linho, a 48(j,
640 rs. ; dito lavrado de meia largura a 1000 q, .
dito com van de largura, a 2240 rs. ; p. pe de peio l
2600 e 320a rs.; dito almego nieii holtanda, a 33QQ
rs.; ramos de flores e cipellas fnneaza, p*opriaipBr,
chapeos e para cabeca ; cbipeo proprios pira cobrir
de seda ; fitas Imadas e lisas do diflerentes larguns-
bicos e rendn ; vallas e brincos pretos pan luto, t
dillerentes modelos; caixai de agulhai iuncezis ',ia.
pe prateado e dourado liso e lavrado ; ligas de bor-
racha a 200 rs. ; escovas pndenles, cabello e fato-
lindos pares de brincos dourados com alfinete de pai-
to ; thesourai muito fins para unha; luvas pretil
curtas; ditas compridis; ditai branca; meias de s
da preta ; capachos compridos n redondos; meias bren.
cas para meninos e meninas; e outrai muitas miudezii
por mais barato prego do que em outra qualquer loja:
na ra do Cabuga, loja n. 1 C., primeira loja de miu-
dezas.
Vendem-se 3 relogios de caixa de prata doun-
da eorrenles de ouro da ultima moda; um bonete ri-
co para oflcial de marinea ou de guarda nacional;
tudo por prego muito em conta : as Cinco-Poete]
n. 14.
- Vende-se urna preta moga sadi sem vicio*,
boi engommadeira, cose, e laz todo o servico de ou
oasa com perfeiclo ; na ra do Aragio loja do sapa-
teiro de duas portas porbaixo do sobrado do 5;.
6 ansie.
Vende-se um arte italiana em portugoez; u
roa do Quimado, n 10.
Vende-10 um carrinho ioglez de dun rodas,
muito elegante ebem conservado coro 01 respectivos
arreios; em casa de Miguel segeiro no Atterro-da-
lltu Vista.
Vende-se urna casa do taipa, em terral da Caban-
ga com os com modos seguiotes: duas portas e um
janella defrente, 2quirtoi sala a diante e a traz,
cozinha lora toda rebocada e ciiala um grande
quintal com 10 coqueiroi, duas larangeiras, duas ro-
ma nzeiras urna goiabeira, 1 cajueiroe um limoei-
ro por 96000 rs. : a tratar na mesma casa, na Ca-
banga n. 54 ou na travesa da Bomba caa n. 6.
Vende-se vinagre superior a />o
ris a caada ; na ra do Atierro dos A
nba de l'J annos muito bonita
propria para mu-
do Rozario
cama de alguma menina : na ra
n. 46, segundo andar.
= Vende-se um preto com officio de pedreiro ; e
un a pieta com habilidades: na ra da Palma, n. 15.
= Vende se um quartio muito novo carregador ,
e de bonita figura : nasCinco-I'onlas, n. 160.
-= Vende-se um macaco o maii minio possivel
na ra do Hospicio, n. 44.
= Vendem-se, ni rui dos Cruzes loja de eocader-
nador, n. 35, osseguiotos livros, todos eocadernadoi,
e quasi novoa: vida de D. Joio de Castro ; gramma-
lica Iranceza de Lamoniere; elementos de gcometria ;
cartas de guia dos cesados; corograpbia em (raocez ;
metbodo de violio; alpbabeto de Monte-Verde para 01
meninoi aprenderem a ler; e garrafal de tinta lina pa-
ra escrever, a 400 n.
= Vendem-se uns terrenos com 30 palmos de fren-
te e 150 ditos de fundo titos ni rui da Concordia ,
por detriz da ra Nova ; 01 quite fazem frente para 11
travessas do Monleiro e Caldeireiro: ni rui larga do I
Ronrio, junto ao quirtel de polica, n. 18. | pkhn
fogados n. 7.
Vendem-se harria com potassa, da
mais nova que ha no mercado ; na ra do
Vigario n. 11.
Muit i bons charutos regalos rega-
la, primorea e outras qualidades em cai-
xas de cetn charutos, da fabrica de Fran-
cisco Groa na Baha, por preco commo-
do : vendem-se no nico deposito, 1 na da
Cruz no Kecife n.26, jirimeipo andar
Vendem-se bichas de Hamhurgo,
e de Lisboa, e tambem se alugao, e app-
cao-se; tudo por preco mdico : no rlecife,
becco do Abreu n 4- ,
Vende-se urna pequea, mas in-
teressante collecco de objectos da historia
natural em exquisitos exemplares e con-
servada em espirito,' muito propria para
mandar para Europa; igualmente rece-
bem-sc encommendas para outras se-
melhantes collccoes; na ra da Gloria
n. 5q entrando pelo porto
Cscravos Fgidos
= Fugio, no dia 5 d o cnenle mez de agosto, oan
escrava de nome Marcellina alta batanle tecci ifi
corpo, pe grandes e mal feitos cara compnda, (Ki-
los cabidos, de idade de 50 a 40 annot; levou veyudo
encarnado de riscado com listras ailadas camisa de
algodiozinho sem pinno, com una toalha de meia,
ja rota: quem a pegar, leve a ra largado R cieno,
n. 46, tegundo andar, quesera bem recompensado
= Fugio, nodia6dejulho um preto de nota*
Manoe!, de naci Culabar, representa 30 e lanos as-
nos figura feia com urna cbaga grande em um lof-
noiello do p; he perlencente a testamentaria do ralis*
cido Antonio Machado da Cunba : quem o pegar, leve
a praca da S. Cruz n. 8.
Desappireceo, 00 dii 22 do correte agosto, ua
moleque de nome Justino oflicial do sapateiro cor
lula, estatura regular, secco do corpo; levou camisa
e calcas de algodiosinho : quem o pegar, leve em can
de Jos Francisco Belem no Forle-do-Matto q-
ser bem recompensado.
Fugio, no dia 24 do corrento, as 6 horas da
manbia um prelo de nome Jos que representa t
de 50 annos, para mais, de altura regular, rosto g"-
de, olbos pequeos e muito encovados com basla'"
barba e quasi toda branca mas nio tem suissai; lfin
alm disto as mi* tortas as junta" dos dedos e urna
cicatriz na perol direita ; j. fugio mi vez do p<"ier
do Sr. Antonio Jos Pereira e dirigio-se pin as pr"
tea do Cabo tem de D. Manan na contiguas 10
engenho Novo ; costuma tambsm a intitular-** frr0
he muito regnsla ; alui disso, he casado e tem liln0|
no Brejo-da-Midre-de-Deos de onde be natural:
quem o pegar, leve a ra Nova, a Diogo Jos da Costa<
que recompensara generosamente.
NATVP. DE M.. F.. DE TAMAI O*6'


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