Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05846


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Full Text
tnn c *****
Sabbado 25
l-T~7*r~" ........'." ".*"' '
,,,,111110 publica-se todos osdias qnc
','''; ,i,. guarda: o preso da aaiigna-
,i,.<..-,,. por qurtel pagtu adunia.
.anuncios dos asignantes no lose-
"..-,, de "iO i-t-is por buba, lO rs. era
,rrfn(e,CarenosacavMametode.
'I1 me uo forero, assijiuantea pagao 80 rs.
,,,.,. [GQemtypo diifercntl.
riusl.S DA LA NO HEZ DE AGOSTO.
t 'tas lili, e 5 inln da nianhaa.
I.1" ",e loas 8 h. e 21 minutos da tard.
' ;. iai7al0hor. c 57 rala, da man.
' "'' .' i "i as 4 hor. c 7 ni. datarde.
PARTIDAS DOS CORUEIOS.
Colanna, Parajtvba, Rio Orande dojortc
Segunda* o Sextas reirs,
Cabo, Serinhaem, Rio l-'ormoto, Porto ("al-
vo, e Macey, no 1.". 11 e 21 de cada mei.
Caranhun c"::onito a 10 e 24.
Boa-Vista o Florea a 13 e28.
Victoria as Quintas friras.
nda todos os das.
PREAMAR DE 110JE.
Primeira. asbh. < IB inln. da manha.
Segunda as 9h. c 42 minutos da tarde.
de Acost.
Anno XX >T. 180.
-;..-
D1\S DA SEMANA.
18 Secunda 8. Chrispo, and. do J. del).
das. v., c do J. M. da. v.
l) Terca S. Lula, aud. do J. de U. da
\. edo .1. dos l-'eitos.
20 Quera S. bernardo, aud do J. del).
da 8. vara.
21 Quinta S. Joanna aud. do Jim de I).
da 2. vara, e do .1. M. da 1. e 2. v
22 Sexta S. Tlmotbeo aud. do J. de i>
da 1. v. do c'.vcl, c do .1. dos l'iilns.
2! Sabbado S. Dovina. aud. do >. de I).
da 2. vara.
24 Domingo S. liailholomco.
CAMH10S NO DA 23 DI. AGOSTO.
Cambio sobre Londres. 2.id. porl a60 d.
* ., Paru 370 ris por (rauco.
,. Lisboa 12" a 135 p. c. pr. p. ">.
D.-sc. de let. de boas urinas 1 './, 1 '/l p. %.
Otiro-Oncas lirsp.-iiiholns.3W50" a 31**"
Moedade /400 vel. IS.folM) a. 18/200
., de 8*401) nov. 17*801) a 180OO
>. de MI00 1I/00 a fl#7<*>
Prao-Palares .... 1/WS0 2*W)0
Pesos Columuares. IfflSO a 2#000
Ditos Mexicanos l/SKid a 1/900
Moedas de 2 patac. 1/780 a 1/8(H)
Acr.-.cs da C do lleboi ibe de 50.0000 ao par.
ARIO
_ "vn> -!'--1
* Auu^e** iij .= j.
BUCO
PARTE f FFCIA
Governo da provincia.,
AI'F.DIRNTE DO DA 41) DO ORRESTE.
0(|(.\ presidente da din-rejo "la obra do tlie.ilro
t.nblic", n'ffand., hija d looiar.de aeoordo ooin os do-
nis niembros da mesroa direccio, as necessnrias medi-
da I15 'I'"' "" '''" ~ '''" d'iembro prximo futuro tenha
lupra l.'rcpreseniacao cm o referido Ihealro, a fim d<-
lu- esse meio mauifestar-se mais ligtj/lealjvamenle U
I,,!,,,de que notfO lia letem de etar pnssuidos osPcr-
pinvbnennos, per ser elle u annivertario do na se i monto
.' Sr. I). Pedro 11; c prevenindo-o de que pela tholuii-
pria las renda provinoiae Ibe ira" sendo prestadas.i
qnimliat, quopor eontn da qnota para semclliauK- obra
viada pelo lei provincial n. 141, lioover S. Me. de rc-
uu'nitsr. Tambeni se ofliciou a.> presidente da direc-
Inril 'I" eiicaiioiueiito das aguas do Prala, para que Bics-
iaiic.nu ngoa se verificaisc em o
fauntissinio lia supramenoioriado.
DitoAo director do lycu, declarando, qneao pro-
l'eMiir da antifpi aula do entino mutuo, cujo sytema
fui mandado abandonar pela lei n. 14A, nle cabe niaia o
preferencia, que Ibe outir(ava o arl. 2. lo icyulnuiou-
lo de 47 de dciembro de 4841.
DitoAo chefo de pulieia interino, iilrlligoncian.lo-
i, de liaverem sido mandados apresentar ao ciiininandaii-
ic dan armas os dotis soldados do :1. batalliao de caga-
dores, cuja rcmessa acensara ein oflloio de boje ^1!),.
Diinao director do arsenal de guerra, facultando a
compra deoveadinhoa do Norto de n. 14 c de igual
pers&o dos de n. 16, para a respectiva ulHcina de la-
tintiros, ______ ______ _____________
ii i iiiiiiiiii iaraaaisgasnamiinMiiaaa
EXTE^I;;.
PARIZ, 29t)EJUNU0.
Julgatnos do nosso dever altrahir particular attenco-
dos nossos leilores para a catla quoabaixo Iranscreve-
inos, e que nos foi dirigida pelo nosso correspondente
la America. Esta carta contem inlorniayoes, que me-
recem ser colindas o meditadas :
NKW-YORK, 30l)EMAtO DE 1848.
ltimamente tomou a convenco geral da igreja
epieopal metbodiili dos Estados-Unidos urna resolu-
to, ordenando que um bispo, que possuia escravos ba-
vido pur heranca desua mulber, fsse intimado judi-
rialmonle, ou para emancipal os, ou para renunciar
suasde. lo buido reprosenlou o bispo, quesera cru-
elmente abandonar assim ao mundo aquellos infeles
negros. A comemao suslentou a sua resolucSo, o de-
cidi, que nao podia ser purmiltido aos niembros do
episcopado possuir escravos. Este negocio produzio a
desmeinbraoao de toda a soc(8o da igreja episcopal me-
tkodistl do Sol. Esta secc5o lormou urna convenco a
partee futidamentou a sua scisso noseguinte motivo ;
que lie contrario s luis da igreja o la/.el-a inlervir em
I queslocs relativas s instjluiQoes civis, e <|Uo a escravi-
d.loesl por lal modo ligada ,a toda o organisa(;rio social
nos Estadal do Sul, que una distincto semelbante -
quella, que oxigo i convoncao do Norte, acarretnria a
maior dusordem.
n As id.iiis ubolicionislas teem igualmente feito ra-
|ii loa progressos entre os anabaptistas lo Norte. Um
luissionano lo Sul recebeo do secretario das missoes
isiaticaia mlimacao do libertar osseus escravos. (guan-
do se soulio d 'este focto nos Estados do Sul. ptrguntou-
se secretaria, se a sociedade poria para o luturo didi-
culdadeem conliar umamisso interior ou exteriora um
: : i >r de escravos. Eia falta de tctica por isto em
queslio. ln resultadoaresposla foi,que neDliumpossui-
lor de escravos seria ddlii ein dianto designado para mis-
sao algum. A isto estabelecCrao o anabaptistas do Sul,
pela sua parle,urnaconterirSo particularem Augusta, na
Georgia ; cujo result do foi ualmcnle a desmembra-
c3o uVsta parlo da s^ita, que separou so da do Norte.
Nao porque ota seita pretenda tomar a lu respeilo urna
na'didageral; porque ella nao sU subjeitu a governo
algum tcelesiastico : mas a coinmunba dos anabap-
bstas lem-to formado em sociadades diversas para ob-
jectot etpcciaes: looiedade das miwtaai sociedde pera
a propagarlo la Biblia; sociedade para as publiiaeoes,
e oulras. Todas estas scciedades proclamaran asepara-
f8o. C.onvem nolar, que boa parte los anabaptistas n.Bis
lisbnclos do Norte esto do lado dos do Sul n'esta
qucilio.
N'esla mesnia ocessiao eslo os presbylorionos dos
!' dos-Unidos para fa/er urna convenci geral em
Cincinnati. Sabe-te, que a eacravidio be uma das prin-
cipis quesloes, que se dove aili agitar,e nao be mistar
11 uita laga'cidade para prever, que ella tambem a induzi-
'''separaco; por quanto <-m toda a parto, onde a se-
paraco lem entrado en queslao, o Norte exprime uma
tonlade, cuja immeiiiala execuefio procura o Sul Irus-
ar. A sci-sao dos presbjlerianos seru um aconteci-
"culo importante ; porque ornio no paii um corpo
tonsideravel e lortemente orfuoitedo.
Assim lie quo vemos alrouxarem-se successiva-
"ento os laeos d s Estados da Uniao. Coin elleito, se
bem quo s diferas irilai religiosas nada leiiliao de
1.....un directamente com as inslituicoes civis resto
repblica, o partea essenciaei ca orgunisa.iio social,
sobre que repousa cm ludo o paz a base do estubcleci-
mento pollino.
" Os episcopais, isto be, os membros la igreja an-
elicana, u oicutbolicos roiuunos, sao os nicos, entro
as grandes communhOes religiosas d'eito paiz, queoin-
dual1 estiva a leu lado o MuiiiiTavares. quo o auxiliou;
s granees commuimue .C.,H.U.. m ,., ,--_ 1 |.,lllou. (;rt.0 quq no di.se OOU-
da nao igilro d'uma mane.ra sensivel a queslao da [^^SSS i. ban. aqJ est o m.u c.,1-
abocio; porm comecao a observa, a. n ellei eertoi -q^]%&!na m.urlii o%oal lomari. par
tertulia. Isto be moit.i serio. E f.ii ent.. que a c-
mara dco orna risada de rabo. Por boje blttl de Allgoai;
vnmiii a OOtra eonsa.
He o rilo que fe tanta eonll ao Candido Biptista I
movimenlos. Se so ajunlar i ludo isto o desgosto ir.sp
rado pela anniwao de Texas a todos aquelles, que con
sideraoa escravidao como um mal material, e que sSi
em muito maior numero do que os abolicionistas por
. .... !.. I I.I.. I. .,rLL,
em muito maior numero do que os ibolicionistas por He o rilo que fe tanta eonlaoo Candido- ipiieta do
prinsipios, achar-ie-ha, quo a aclualidade esta prenbe QliveiraCoutinho Varejln. Gente deiiniereaaeda, ea-
do futuro. 'a! 0Candido quer orinflo, eeati pr.impto n payar
< Por outra parte a igreja relormado tambem tcm o .....ft.r..i... .nnilemHo. Macbado Alvares}
seu synodo em Pbiladelpbia. Esta igreja compe-se de
calvinistas como os presbyleriannos; com osla nica dil-
lerenca.oueestes calvinistas sodescendentes dos anligos Mr da joanna rol out
. 7 ,, I .. __..-.._.______. nru.l.l.riun UlM |Pllll|. Odabrill
uto forilllm moderndo. U Macbado (Alvares) nao quer
. que cae neiroci.. se discuta seili que esteja presente u
- ministro da oienda nu da gueirn : <;m, grande dwura-
vida esta upiuifin io patrila da
colonos hollandives. entretanto que os presbylerian
nos descendem dos colonos i'scocezes. O synodo ac
ba de decidir, que a escravidao nao deve ser considera-
da necessariamente, e cm todas as circunstancial como
um mal. e quo o govirno nao tem obrigaco absoluta
deabulii-a. A seita dos reformados be comparativamen-
te pouco numcrosB.
A queslao du nnnexaiao de Texas est ainda no
rnesmo p ; e nada so poder saber de delinilivo ate a
reuniio do congresso texianno, quo deve de ter lugar
no fimdejunbo. No entretanto, todas as noticias con-
lirmao o desejo universal do povo d'este paiz em fa-
vor da annexacao. Nonhuma de-'tas noticias indicada
parte do governo do Mxico a resolucao de declarar
guerra aos Estados-Unidos.
<. A quostao do regan est no rnesmo estado, cm
que eslava, ba um me/. Nada de importante haver lu-
gar, ou ao menos nada ebegar oo nosso conbecimento
d'aqui al6 a reuniao do congresso, em dezembio. O dis-
curso de inauguracSo do novo presidente, a cerca da
questo -do Uregon, esse discurso, que eauon tanto
alvoro;o ua Inglaterra, parece esquecido neste paiz,
grecas questo do Maynooth ; aqui be fcil do ver,
que a grande maioria pronuncia-se contra a guerra.
Entretanto, nao nos bo licito, ncm possivel renunciar
ao Oregon. Nenbum presidenle ousaria lazel-o, ainda
que tivesso desejo d'isio. No se pido tao pouco ne-
gar, depois d'um maduro exame de todos os lacios, que
se referem a esta tao complicada queslao, que o direito
est decididamente di parte dos Estados-Unidos, l'orem
os Inglezes teem necessidade do Uregon para maior van-
tagem das suas novas reluces com a China, para onde
expeden) a coirama colhida n'este Estado pela compa
nliia da baliia do Hudson. Isto nos conduz a esta dis-
tincco, que domina toda a queslao, a saber: que 0 In-
gle! eobici eslo paiz d'uma extensao dupla da da I'ran-
ea, nicamente pelo interesse do seu commercio de
pelles; em quanto que o Americano, ou o colono eu-
ropeu, queso transporta para all atravez dos Estados-
Unidos, tem um m mBis solido, qual be o de estele*-
cer-se como colono agiicultor, o de dentiOoar-Be com
o aolo do modo o inais eflicaz. (Cominera )
Campias. O Gabriel quer que o projocto volu- C00J-
liaVnndo'aea- "''a" I"" s,-r de ""v" "",'l1''"1"; i}"'n ,"'.l,t't'' da
D.aiora,enl ba remedio tenia i-bcdecer: por t.io pou-
co nao se lia de brigar.
Vamoi eobuiis.seao belga. Bem Ibe ditia en, em uma
dat precedente!, qne a couta "-"' mo ebeiravo bem <>
MAcbado Alvares} le/, palpar todo ..s iicoiivenieiite
que retulto lo lal projeito. Olbe que Uu couta burro-
rota Veja: all est .. fisco coi aa garrat calondidaa,
c.dbendo os cobrilOI aos pobres llrasileiins, para man-
dar ir colonos; e 1501a ubi ven. eliegaildu os colonos !
a, aonatau qoeebego, vio tomando couta da tenas
quejettio lavrada por Bratileiroa, quo d'cllat aeapua-
iriu porque as ebrlo aem dono ; e repare bem que la
se retira., esse pobres Brasileiros etbulbadot pelos 01-
traii"-eiios, levando pela mao suas mullieres, o impre-
cando t.ulas as mtldftJOei do eeo, todas as ualdicOea do
inferno, contra esses que derao suas trras, quo os dei-
xarao tem pr.priedade, que os tedutirlo l oondlClo de
servo da gleba!..... Nlo eitou brinoaudo, > quadro be
pintado com o tima maii horrorosa, o melle modo a
quera o vir asim osbocado. Querem |iopulaclo .' .1
o orador, nao doaanimera de uottai mulheroe, que to
n.uito feonnda; ellas ahi est.., rccgr/|o ellaa, everlo
quantiit rapatei o raparigt ahi veem pillando eaaltaudo.
Dai-lbet trra, que elle a irn cultivar ; n.'u. eibailjOll
. patrimonio, a lieranca de nosso neto! Aqu Con-
loa elle urna hUlnria da 811.81 de l.olh, quo muito e.h-
Rcou a lodo o pati iotas. Finalmente o Macbado Al-
vares1 follou com.. um verdadero Bratileiro!
Pedio aot Mineiro que tnoppuwttein lei, por amor
di.t.ioai mina; aoi Bahianoi que etoroveiteiu-part ua
ierra ao seus cuiistituinle, para que quanto antes .1.1-
oerassem a que la leen.; o ao militare que moslrat-
lera lodoi 01 riioot e perigoi de so abrirem ao etlran-
aeiroi quairo portal para eutrarem no eoraclo do im-
perio. Eu ou oirurgilo, diz ello, o o Deo quitetso
Bagellar o Bratil cen ocAe/ara-meria, e deixaate amen
arbitrio dar-lhe quiltro entrada 00 amat, en o I be
lana uma. Patriotismo ato aqui: se o Alvar-e liou-
votae maeldo na China, aem dnvida teria maudarini.
Doil-lllO |iarle que este Maullado corlou o cabello :1 01-
oovinha; t i.....da doaentigosntorcogdt, o nao ha
cniluiiilil-o oom iieiiliiim Chineado rabie no.
Por cite ROlu foi eoiilinuaodo, at quu me deo si
RlO-DE-JA.NlilRO.
O RELOr.10 DA CAMMlA Oo DEPOTADOt.
{Correspondencia reservada. Corrcio da Corte).
Amigo Stntintlla. Segunda feira otdou Machados
o Nones c o Alvares, lomarlo c.onta da tessflo, emnru
a paciencia do eu digno collega: te Mnchadinh"
pega ntpalavra, linhamoa nqoi um terceto completo e
ento nao havia recurso contra o despotismo da pala-
vrat, qoeealeafartetoa exerccroodm a maior liberal!- '
dado e munificencia.
Machad.. (Nunn fallou pelo colovellua a rctpcito
Jos negocio! das Alagos o Machado 'Alvares, aneme-
lou-o loffrivelmente no negocio daoeloniaacto belga
um o outro dissero maravilhat. coutas estupends-
ima !
Tinha u Wanderley narrado snc-iiitamciilo ai travs- urat doLopetCama na desraf.ada provincia das Ala-
na; toppoi divertmi facim, queerlo apoiadoa por car-
tas, por do. omento, e ate por aclo ollieiaes do preti-
li-nlet Nada disso era necestario ; era tullicienle duer :
nasAlugoa bouve urna icdico, quo lermiiioii, como
lOdol os moriHicii/os generosos, por uma amnista e
udo eslava explinadinhu lenlini por lentim; ja lodo
labilo que aquello que cahiro nu es par re a le pegar
em armas para wanler o imperio da lei etav.1o eniui-
Utot, votado no exilio, ouao exterminio. Certos go-
verno lo Brasil nlo querem quo ai deaordena levnta-
la ein uma villa, ci.lade, comarca, ou provincia, teja,.
umbftidni por uma villa, eidade, comarca, ou provio-
,.ia. aobnana de |ierteguicio a mai atroz. Ora, a-
bendo-.eqiie i.to he principio de tac goveinot, prilici.
Mmente) dea qne c pruelamao concitado'es, era bem
cm..doqn- Wan.le.bv eolras.e em ..lindezas, para
dentonatVar o miurnad estado ilasAlagoa; osj.n.s-
con..llo pn.eni nao sr comenta., con. duer 81 coma
.1. poueat palavros.e como tal o Wanderley cabio oaas-
eira de fuer t.a lenga-lenga, segundo a qualincueao
o Macbado (Nunes).
Lite fallo., boje pira contrariar oque distsc o seu eol
iyn. e tomou o otiuinbo mais fcil para ConiOgUll-o.
Neguu ludo Carla io carta, e valen. Ionio como
cou.a ne.diuiiia. (O Manuel Alves que ieprevio ..-
L-ilo dnqu.llaeorlinl... que Ibe manilo., a n.amria da
ulooulat, all aludas pela cleelricidade, e pela ty.npa-
li da grtlidao. Documentos rtu bou rnente qotn-
n trawni eartiaoo; m rim. nenbum do papen em qne
VV.iiiderliv le firmn, para c..inpr..var os hielo .in-
feri he orthodoiD. A -amara nao podo deixar de r.r-
.- da prop.ieda.le .o.u que e.le termo foi u.px-aiiu
peneei que o Machado (Nuues W ejMOIIOtrtMWi 'a"
,ab..;.. dar loas horas, c o orador dentaron quo vutava
Hoio, ten'-, feira, principien a teeeBo por um discurso
do Wand.riev em re.posta ao indefectivel Nune sobri-
as cusa da Alago-. Seguio-se-lhc o abri.l, que de
fondeo o govrnu por ter dad a polica aot sedicioso;
e moitrou que era til o reqnerimenlo, porque as mfor-
mace ,.elle pedidas nao v.rao tao cedo. No ent.oibr
du .'-.befe da maioria, o governo esta na maiaicompleu
ignorancia oritpeito do que tepaaia na Alagmi.
Fic.1.1 adiado. ... <
Colonitacio belga. Votou-ae o 1. artigo, que foi
pprovado. Mo 2. artigo tallou o Machado Alvares) no
ncs.no lenlido de hoOlem: o Sonsa Franca e o Mar.i.ho
lu.lentaiao 0 pr.-jecl... Nao l.ouvo too... do maior va-
iai vuao Ibe r.-firo o que disso o capole do Mvare,
.urque seo discurso de boje foi a conlinuacao do de
10..tem. Fieoil adiado a artigo 2.
I. S. A con.n.uso de ...a. ...ha e guerra upre.enlou
ontera o novo projeelo de lei de reorutainculo. Ditem
ue he obra do Jeroi.ymo:
Um C. cilio assim tao bo
Sabe oCo quoudo lerumo!
Pedi a. Saldanha qnc mo explieasse 0 que crio
molculas: icspo.ideo-me -guiiic: Assim coiuo o
hoiuem peque.,., se chama homnculo, 8 queslao peque-
.....,., questiuncula; do mesino mudo a 0101008 pequea
e chama molcula O velbo lem cou.a que 10 ao
,10 diubu lemb.o.
Al boje nada Aojuis dt paz1......
Sala da sestt-t, l te julho 'le l845.
Keloiio da Lasa.
dos com o devido enlbusiasmo ; e asiim nai illumim-
cocs. Nunca so fettejou este dia babiano com tanta
pompa, tanto pnzer, e tanta ordem ao rnesmo lempo.
itrando-sc no anno financeiro provincial, tem elle
de dar andamento a algumas medidas decretada! pela
assemhla ; e ja as encetou organiando a polica de
manaia mui oonve'oiente oo servigo publico, e esco-
Iheado ollieiaes idneos, sem attender aempenbos.ou a
mesquinhas consideracoes de partidos.
Us assssinos nflo se leproduzrm por aqui, comonaa
, lem ais provincias ; porque os luzias, praieiroi e car-
rapatoi, que ha, nao p.idcm contar com a conivencia
do presid ntc ; antes recoiiio muito a energa e promp-
lidflo de suas providencias. Hoja vista o occorrido na
Cacboeira, onde se vio o Novaes Rocha, apezar de dr.,
tenintu-ioronel, e potencia eleitoral, ir habitar a ca-
doia por um par de das; o so labio livre, foi porque
nao bouve quem deporeM contra elle; mas assim mei-
010 a licfio aproveitou : a Cacboeira eit detiuombra:
da, e quando algucm falla e.n -acetadas, dizem logo :
Olha o Andreas quo c manda o Julio He eslo
um ollitial tao bravo, como obedionie e sovero cumpli-
dor das ordens do governo, que effectuou a prisao de
Novaos lloclla.
Alemda boa adminislracao do Andra, temoi agora
um novo genero de polica que sempra julguei dos
melbore : be o empiego de bracos vadoi, o amor ao
Irabalbo e uo commercio, que su lem despertado com
as minas diamantinas.Teem subido para ettai levraimi-
Iharcs do possoas de todos os pontos da provincia, e cada
vezsetornao mais abundantes : un vio explorar mi-
nas, e nao peidem o seu lempo ; outroi levao negocio,
e tirao resultados mu ventajosos. O que mais estimo
he r que ossea mineiros e esse negociantes dirigem-
so agora para est.. capital, e nao para o Orao-Mogol o
pura a Diamantina, como al ba pouco fazio. Avan-
tago-se a provincia do Minas com as pioduccoei do seu
territorio,u a mesmasorle caiba Babia, nao be astim;'
Esta tal qual prosperidade, que por aqui vai-se mani-
festando, piledesapparecer, tu a inlerncl politice do
grande partido nacional tomar lugar na provincia da
Babia, se romoverom o Andrea, e vior novo presidente,
e do peito desso desgracado vatapa-luzia.
O mcu amigo parece esiranbar nao adiar se aqui a
imprensa opposicionisla em maior actividade. iga-
uic : que precisao temos do manifestarse mais por es-
so meio o ponsamento unisono da provincia da Babia .'
Ye-so por acaso tambem aqui a imprensa ministerial
em triumplio ? Repare quo a Babia est sendo admi-
nistrado por um presidente ordeiro (lestemunha oei-
ministro GalvoJ; as folbas todas, som excopcSo.do-
nunciaoas malfoilorias do agentes do ministerio n'es-
sas inlolizes provincias conquistadas : o proprio C'om-
meicio trunscreve constunlemente artigos do excellenta
.xdador, que honra a provincia do Pernambucoeo
llrasil inteiro ; as noticias do l'edro 11, esse novo t-
lente alliado do Coara ; e no apoio, quo ellicizmeulu
presta ao general Andrea, esta ella continuamente
protestando contra os bomons da nESisTBNCiA armada.
Era lira, quein sabe que os Goncalve Martins, os Ros,
o os Perraz sao doputados pela Babia, nao pergunta
mais como pensa esta provincia I cerc da poltica dos
saltiadorti domiuants. Ncssa corto a superioridade
da imprensa opposicionista pulverisa a ministerial da
maneira a mais decidida. O Brasil o a Sentineilu sao
lidos por todos os ngulos do imperio, e, por assim
dizer, supprem qualquer falta quo as provincias pos-
sa haver. Se o paiz ainda se ve governudo por este mi-
nisterio selvagem ; so ainda contina o citado excep-
cional, em que o collocou este 2 de fevereiro, de exe-
cravel memoria, e porquo cortos peccados, que o par-
tido da ordem commelleo, necessitio dessa longa pe-
nitencia para serem perdoados ; ecomo o partido da
ordem oi quera salvou o Brasil das garras do republi-
canismo, devia ser o mesmo Brasil quero purgaste es-
ses peccados. Parece-mi; porm que j be bastante ;
o Imperador ja' ua dk sabku do que se tero feito no
imperio desde essa poca latal, e colbido pela expon-
enciaquaes sao os verdadtiiosamigos do seu tbrono,
da liberdidceda prosperidade do imperio....
baha.
Em talla de noticias interossanles nos jornaesda Ba
bia, aqu transcrevemoso seguinte artigo, correspon-
dencia particular doquellu provincia com a Senlinella,
de 10 de julho. .
Por aqui nao ba novidade : o Andrea tcm dirigi
do a sua presidencia do modo quo satisfaz a todos. Al-
guns lusguentos de profissao, esses alliados natos dos
sanias luzias, tomem-o que nao he gracs ; as vezes la
dao o seu heno pelo Usycui; mas eocolliem-se,
porque nao acbiio echo. Ut bons, os amigos da ordem,
que laxen) a maioria da provincia, applaudcm constan-
teniente o administrador activo e justicoiro, capaz de
levara Babia ao seu estado de perleita paz, e desen-
volver os melhoramuntos materiaes, de que be susiep-
tivtl esta bella provincia. A impanialidade, com que
tr&ta a todos,teiu-liie grangeado utmtiila populadade,
.1 qu..l desenvolveo-sesbroiuaneirs pela parto por elle
tomada nos leslejos do nosso da -J de julho. No thea-
lio d'.'iao se Ibe muitos vivs, que oro correspondi-.
PE^^AmBUCO.
UAMARA MUNICIPAL DA CIDAUE DORECIFE.
SKSS.VO HXTUAOnDINAUU HE 24 DE ABRIL DE 1S45.
Presidencia do Sr. Mello CavaleanU.
Comparerro os .^rs. Oliveira Ramos, Csrneiro
Monbiro, Barros, e dr. Nery da Fonseca, fa I tanto com
causa os maisSrs. secretario interino, dando conta
do expediente, mencienou os seguintcs officios:
Unido Exm. presidente da provincii, communiean-
do, ein virtude do oflicio que receben do tecretario da
assemhla provincial, que fOreo pela metma approvadae
as cuntas desta cmara dosuonos de 1842 a 1844, e
louvado o zelo e interesso cora que promover a arro-
MdaAlo de suas rendas ; mas que notara ao mesmo
lempo haver esta cmara despendido sem autorisa-
rao legal a quantia do 2:030.388 rs., em trapiches pa-
ra despejos pblicos, o 2:228,508 rs., era despezase-
ventuaei, no ultimo anno, quando tmente se baria
volado na lei a do |:000#r.A cmara ficou inteirada.
e deliberou que se ofliciasse ao rnesuio Exu. Sr., para
se dignar levar ao conhecimenlo da dita asserabla, quo
a primeira das predilas lespezas foi autorizada pelo an-
tecessor de S. ElC. em -lliiio de 17 de junbo de 1843;


%
\
e a 2.', em outro oficio de 21 de agosto do anno se-
guinte, e ambas em virtude do arligo 3u da le o. 79.
Outro do mesmo Eitn. Sr participando que a as-
sembla legislativa provincial resolt, em virtude do
officio desta t. mar do 8 do frrente, que nao devia
vitara quantia pedida em dito oficio para iodemnisa
Cao semclbaote a que pede Jos Antonio Bastos,paro
demolirou rccuar na Irente o eu predio sito na ra da
Cadcia do Uecile, porque soria necessario arbitrar pri-
Dieiio a indemnisacao pelos moios lgaos, o propr de
poisa quanlia nccessaiia para ser votada especialmente
nalei uuorcamento municipal. Que losse dito olfi-
cio remettido a commissio de eJificai.'o.
Outro da cmara municipal da cidade da Babia, ac-
cusando a recepcao do exemplar do relutorio que esta
cmara Ihe enviara, quando aprsenla as uas cun-
tas o balancos a assembla desta provincia ; e remet-
iendo tambeo em manileslacao do seu reconbeci-
nento.uin exemplar de iguM trabalhoque apreseotra a
assembla d'aquella provincia. Inteirada. e resolveo
que se aecusasse o recebimento Josse importanto traba-
Jho, signilcando-se igualmente o recunhecimento des-
ta cmara por trio appreciatel ollera.
Outro do procurador Mello l'aclieco, informando
circunstanciadamente, conforme Ibe fui ordenado, a
cerca da edifcacao que est i lazendo o negociante Ma-
nuel Alves Guerra, por detraz da ra da Aurora.
lnteiradj.
O !Sr. vereador Mello Cavalcanli, como membruda
comminio de polica, epresentou o seguinte parecer,
que foi approvado. e em conicqucncia resolveo a .c-
mara que se espediste a conveniente COOimtinieacSo a
contadura.A commisso de polica a quem lorao
presentes os ollicius do contador da municipalidado, di-
rigidos cmara, nos quaes pondera a necessidsde d
lerem subscriptos pelo niesmo contador os main'a-
dos de pagamentos que se passao na contadoria j o at-
tendendo as gares ponderadas nos citudos oflicios,
as quaes, tendo em seu avor as dispo.ticoes do regula.-
mento da supracilada contadoria, artigo 4.", i.ao se
oppoealeido l." de outubrodu 1828, nema qualquer
outra disposieSo legislativa, accressendo ainda que a
medida proposta pelo contador be mais conlormo com
a (iscalisaco da despeza da cmara ; be por lano
de parecer que os mandados de pagamentos sejao todos
subscriptos pelo contador, ou quem suas vezes lizer.
i'aco da cmara, L2i de abril do I8i5 Mello Calat-
ean ti.Ha m o.
O Sr. vereador Ohvcira, como membro da commis-
saodeedilicacao, apreseiitouoseguinte parecer, que foi
approvado, e resolveo acamara, quoconlorme o nies-
mo parecer, se respondesse ao Kxm. presidente da pro-
vincia, a A commissio de edilicac.no, a quem loi pre-
sento o requenmento de Marcellino Jos Lopes, no qual
mandou o Kxm. presideule da provincia a esta cmara
informar, passou a examinar o lugar em questao; o be
de parecer, quo se responda ao mesmo Lxin. Sr., no
sentido da inlormacao do engenbeiro em ebele das obras
publicas. l'aco da cmara municipal, 24 de abril de
1845. O vereador Uliceiia
O mesmo Sr. vereador Uliteira, em seguida, apre-
sentou outro parecer sobre a pretencaodo cidado Jos
Mana Gameiro, e entrando em discussao, ficou adiado
para & prim ira sessao.
Foi remeltida ao cordeador.para informar em separa-
do e coiii clareza, a preteneaode Victorino Jos de Souza
Travasso, e a de Jos Rodrigues do Pasto, as quaes fo-
lio reinetlidiis a cst cmara, por despacho do Kxm.
presidente.
Compareceo ocidadao Innocencio da Cunba Guian-
na, prestuu jurumeiilo, a lomou posse do logar de fis-
cal da fr< guezia de S. Jos, para o qual fra numeado
fin sessao de 17 do corrcnle.
fosse indeferids, vot ndo contra o indeforimento o Sr.
vereador tamos.
Por esta occasiio constou a cmara, que o referido
Star submetlera consideraiao da assembla provincia
urna prctenco, pedindo um novo prazo para transfo,
rir a referida fundicao ; e por isso resolveo a camara-
que so exigisse do respectivo procurador urna informa-
cao ciicumstanciada, e com urgencia, do todas as oceur-
rencias batidas para a rornocao do mencionado cstabele-
cimento ; e isto desde o tempo que a enmara lentou fa-
zer, para o que se procedrao vistorias, designaiao-se
prazos, &c. ; a lim de que possa a cmara antecipada-
inenle levar ao conbccimenlo da assembl.a provincial
tudo quanto lia occorrido cerca de semclbanle objecto.
Despacha ro-se os s guinles requer.nentos ; de Joa-
quim Rufino do Reg, Mesquita 4 Dutra, Jos .Mau-
ricio dos Santos, Jos Antonio de Muraes, Joio Jos
Rodrigues Lofler, (2) Domingos do Rios, Jos Das da
Silva, (2) Joaquim Sergio da Conceico, Jos dos San-
tos Nery de Oliveira, Joao Miguel Teixoiri Lima, Jos
da Silva Costa, Miguel Felicio da Silva, Manoel Alves
Guerra, Manoel Jos do Sacramento, Antonio Lins
Caldas, Aotonia Mara Monlriro, os administradores
do grande hospital da caridade, Francisco l'ereir.i I bo-
rne, Galdina Mana do Sacramento, Narcizo Lopes da
l'orciuneula, Manoel Jos da Silva Guimaiaes, e Luiz
de Franca e Mello JunLr.
O Sr. pro-presidente marcou para ordem do dia : 1.,
leitura de oflicios; 2.', despachos do requerimeutos ;
3.', discussao da prc.posta apresentuda pelo Sr. vereador
Mello Cavslcanli ; 4., discus ao de objeclos adiados ;
u levantou a sessao. L para constar mandou a cmara
fazer a present', em que assignou. li eu J.uiz de
/'ranea e Ahilo Jnior, secretario interino, a escreti -
Mello Cavucuiili, pro-presiJente.Oltceira. lia-
moi. Carneiro Monleiro. Barros Ur. Nery da
t'onteca.
COfiRBIO.
niSREaroNOBKCIA DA i ihaiiI. F. PROVINCIA.
Chegnu (i vapor do Rio, c nada de Delicias! Ja nao ha
vapore, que prcitein! B para .quo desejarmu noticias
dr fra, quando por ca ba lanas r bu van, com licenca
de \ ni-. oiilar-lhc nina nov dado,que nao henovidade
Compareceo igualmente Joaquim Jos da Costa, e
prestou juramento pelo juiz de paz do segundo districto
JeS. Lourcnco da Malla, Manoel Lucas d'Araujo J'i-
nheiro, confurme a procuraejo que apresenluu o dito
Costa, e que fica neste archivo.
O Sr. vereador Mello Cavalcanli fez a seguinte pro-
posta, que foi approvada. Proponho que o secreta-
rio, logodepois da sessao, escreta a acta DO litro respec-
tivo, e submetta a approvarao da mesma cmara na ses-
sao seguinte, j esciipta no litro. Mello Cavalcanli.
O mesmo Sr. vereador apreieob.il a seguiute propos-
te, que, entrando cni discussao, nsclteo a cmara que
h'casse sobre a mesa.
Arl. 1.' Ha permillido lalbar carnes verdes para
consumo publico, somenic nos acougues pblicos, de
signados pela cmara municipal, precedendo licenca
annual.
Arl. 2 A cmara estabelecer, em cada urna das fre-
guezias de Santo Antonio Recite, uui aiougue com
proporcoes para conler o numero de talbot necessariat
para o abastecimento da cidade, continuando a subsistir
os acougues ja exisientes nas Ireguezias de S. Jos, e
Roa-Vista.
Arl. 3. Logo que frem estabelecidos, c designa-
das pela cmara os acougues pblicos, liea prohibida a
venda de cantes nos acougues particulares; sob pena
de aO.OUO rs. de multa, e perda da carne.
Art. 4." Us Idilios d.a acougues desta cidade serao
listriLuidos aos marchantes, como fr julgado pila c-
mara mais conteniente aos inleressos pblicos, sui jei-
tando-se aquelles ao pagamento da laxa ou aluguel que
Ibes r marcado.
Art.S. A cmara nomear, para cada um dos agou-
gues acuna menciouados, um porleiro, com is venci-
mentos, e attnbuir;{ies marcadas pela cmara.
Art. C. Fico derogadas todus as disposiees em
contrario. Uecile em sestao de 24 du abril de 1845.
O tereador Mello Cavalcanli.
Sendo presente cmara um requerimento do secre
tario interino, pedindo, que se Ihe mandasse abonar
ordenado de secretaiio, pelo tempo que ba servido pela
demissao do que exercia tal ernprego e sendo atten-
dida esta pretencao; deliberou a cmara que fosse ie-
meltido o requerimento i contadoria, para passar man
dado de pagamento, desdo o dia que o dito secretario
interino principiou ueste exercicio, at que tome posse
o novo n.-ii.eaiio ; dependendo esta despeza d'spprova-
i a da assembla provincial.
Em seguida o secretario mencionou um requerimen-
to de Cbristovao Star, pedindo, que a cmara uzease
Mibr'e-1 r a execufo da sentenca que contra elle f-
ra dada para rn dez das assignar termo de remoeao da
sua lubrica exigente na ra da Aurora cuja prelenvo,
depois de alguuia discussao, deliberou a cmara quo
aliento 11 principiu para os amigos tivor e yrac.i
i' te i ser iJIIC nosi-i qiifin ciii|ienliovn para que so
eonvuoaaae em Ulmda o jury afin de ser lentenoiadu, j
He sabe com grara, um tal innocente..... um recomenda-
do..... un ahlliada.....' Oala que se convoque i oque
se lia de tiucr, fuca-e luyo. Lnlao nao he eogracada?
!'(,. aln tai oulia queuliiilia. Uuti a um procurador de
cama* perdidas cun diulieiroii adiaulados boa grille'
pie uerin juit lupplcnlo, cuja nomo mu nao leiiibra.inaK
acaba aaniiu em oca man nao lie minliuea, mo be__
valba-me Deo.....seja o que for que por llume nao per-
ca ; que cerlo luppleille dmit.-ra i nlailinho sobre o sen
espaldar, ea ou queimu as pestaas querendo in-
culcar que csiiidara e nao era guiado por outro !J Ora
Vina, virio nutra.' Se o liomcm contina na vara em
brete o tcreiuos de ver cm pealaras ecoino nao era
galantol Meujuis, deise-ie diaso, veja quo lito lia em
rernainbuco quera pouha pesiaiiaa por oaridade, Esquc
cia-iue diter que o Ireinedor n|i vein; e o mam lie que
bem atacado do pello, o que se allribue ao inuito que
talln ubre todas as malcras e principalmente em fa-
vor dos artistas!!! Sebe vurdadu que digo, o digo
porque rae dissero, perde-se un orador de irui.
cito mesmo invocar as disposicoos dessas desprezsdas
leis.
Ser por ventura urna chimera o que at aqui temos
exposto ? Nao ; desgracadaniento bo menos tristo do
que a realidade o quadro quo esbotamos. (Jue nao
Uciii Jeito os protegidos da presidencia nos ltimos
lempos i' Reconbecem elles outra lei que nao sejao os
scus caprichos, scus desvjus de vinganfa, sua ambi-
cao de toda a supremaca, sua vontade de tyrannizar
os que Ibes nao eslo unidos ? A historia de Iguaras-
s, be rn vi i to conhecida : alli um juiz municipal tcm
levado a perseguicao ao maior auge; abri urna devas-
sa, e nella involveo as pessoas mais respeitaveis do ter-
mo ; nem os annos do antigo capitio-mr da villa, nem
o carcter de um sacerdote veneravel Ibe merecro at-
tencao; derao-su buscas arbitrarias nas casas o engenhos,
surrrao-se os cscravos dos inimigos; e o insulto cobrio
as victimas, ou seus amigos, que s tiverao a cscolher
entre a prisao e a morto ou o desterro Urna lei pro-
vincial decretou a ere,cao da villa de Itamarac ; mas,
i para ostentaco do quanto podem a cima das leis e
do poder legislativo os Honorios e Uuartes, nao foi ain
da esta lei executsds, e esta desprezada ; e a presiden-
cia tem como prestado a sua sanegao a tamanba inso-
lencia.
Entre cssa lilla ea capital, quantas perseguirles le
nao vSo Jeseuvolveiido .' Mais de urna victima ja tem
pago o zelo com que seivirao em outro tempo as maos
dos agentes da polica e commandantes da G. N., que
iiu cun'.ruin accordo vingo boje os facinerosos, que
entilo nao poderao supplantjr a autoridade que contra
elles proceda I
li que nao vai por Pao d'Albo, Lirnooiro e rejo?
Ahi o carcere bo meio de acabar com urna partilba, co-
mo se (ez com o Sr Chacn ; se a priso dos pas be
frustrada, executa-se nos Albos por ordem dos Luccnas;
e os assassinos de Targini nfio se desuientem, couse-
guind'i prender-Ibe os amigos sem culpa, e sem Ibes
adiiiiltirem flanea, ou ameacando-oscom ainvasiodc
un
ri
Hade no largo das Cinoo-Pontas. O iippiicnnle, E,
Sr., .sii-ifiitmi antes deludo una lidoVom a amara n '
ninipal, que Ihe negava a proprieade do lerrenn "
questn, o por urna aentenca do poder eoropelrate Pl)
firmada por (ooordlo da rclaco, foi deetArado'senhitiij
potHuidor do dito terreno, encamara nbri;;,ida acr-il.
ao que clin ch.imnva seu dirolto. Dcrlarnda efiruni
a8m a propricilade do supplicaiite, requeren eslo 0,
ta presidencia houvcs9e do ordenar quo a cmara mun"
oipal Ihe confurisiK a licenca requorida para a tubredi
eililii'ac.ui, c as-im fui iirdeneilo, com cuint Ji> ,
despacho nos diiciinirntos juntos, o qual dopar.ho |
do 28 de margo de 1844 ; nelle se declara que a ed(ica
can nao prcjuiliea a praca di> capim ; sendo pnr t:nu, ,
te despacho posterior a apruvacao da planta da ciilarf
que levo loyar no auno de 4843.
Requeren, em virtude do dito prnvimentn, ,, ianp|j
canle a eainara iiinni'ipal lbedsso licenca para edifica
(,:5o, e ella com cffeito Ibe foi concedida, depuis de ou-
vidos o fiscal ecordeador, que nada oppiiacraii. Non.
lauto leve o snpplieantc de fazer nao de sua lieenra ,.,,,
nclo de e cordearem as casa, ofTerecco-se urna david
obre a linli.i que devia seguir, o qun den lugar a demo-
ras da cordcacSo e a fazer u aupplieanle nota pelielc
cmara, na qual,depuis de ouvido n oordcndur quo'nj,|,
disso cerca do objecto em quesiSo, a mesma caara
denega a licone/a, sob pretexto de se achor o terrean
designado para urna [iraca na [limitada nidada, iiiueii
foi approvado pelo governo da provincia. He dcnB
ultimo dcHpachti, que recorre o aupplieanle a V. E\ti.
para que chame a cmara a obediencia o reipeitn,
deve guardar ordena denla |ircsidenciii. K com effeiio
acliando-sc j determinado em grao de recurso qup a
edific.icJo quo pretende o supplicante uJ offende a pu_
ca do capim, he rclucl.tnc'a o negar a cmara licciipj
aob prclexlo de prejiiiio desta iraca. 1". alm disto ie'a
eaniuia quer t'azrr USO do terreno em queatio para con-
vertel-o cin |irafn, cumpro que emprcgdo o rompeteal
procesan deexapropriacao,' o indcntnisc ao siifiplicanic
da jierda de sua propnedade ; mas querer por arbitriop
forca de sua vonlado impedir que o supplicante t-ii i tim-:..
no seu terreno, be [irocedunenlo cmiirario a lei, o of-
feisivo ao direito do supplicante. Neles terinua c|ic.
suas propriedades de mao armada, para lerem occasiao
de saciar vingancas. ou em fin obrigando os mais pru- supplicanic que V. Ex. Ibe de pro.imcmo ao,
denles ao exilio recorsu mandando que a cmara municIjMl Ibe .....ifif,
DIABI DE PEKAAIBIJCO.
O INTERIOR DA PROVINCIA.
O estado das comarcas do interior be bem desgrana-
do, e meri ce que procuren,os tra/e-lo aos olhos de to-
dos : nao dr/.emos do governo, porque isso he intil.
No ponto de exasperacao a que tem o partido domi-
nante levado a sua poltica, na irritacio u furor com
que tudo quer esrnagar, todas as consideraces so es-
quecem, anu |uile-se lodos os principios de justiea, e
.o so allende a estabelccer o despotismo ue quem esta
de cima, e a opprcsato dos que eslao de baixo, no go-
verno da sociedade. Parece i|ue os bomens tem muda-
do inleiramente de oatureza ; nos lempos das cruentas
guerras, por entre as aimas e o sangue que ellas derra-
mavao vio-se brilhar os mais nobles s ntiineutos, e a
juslicu oslentava ufana, no meio dos tropbcos, seu po-
der e supremaca. Actualmente a justiea e a nobreza
de espirito estao desterradas da cavalluna [ olitica. Us
seus servidores nao conliecein outra lei senao a que Ibes
ordena a derrola e dislrueo dos seus adversarios; pa-
ra elles o seu venciraento be tudo, e como quer quo o
alcanccm, nada be para elles tyrannizar os outros bo
mens, e despoja-los de tudo Em um adversario nao
se reconliece o direito de vivcr, de ler lamilia, bens,
pundonor e honra na sociedue : tudo esta a merc
dos senbores do campo, que na sua eialta(3o e embria-
guez eslendem a dcvaslaeo e a tvrannia todos os
pontos e relatos.
Esta capital oflerece nos a amostra da extenso c dos
i Aeitos desse espirito desmoralizado de conquista poli-
tice, e comtudo a Ilustrado e o contado de multi-
plicados interesses, de pensamentos variados e de in-
mensas relaces obsto a que esse espritu tome maior
desenvolviiiiento, e neutralizo a brutalidad sobre que
elle ssenla.
No interior ft Ihiio esses contrapesos, e ahi os servido-
res da poltica actual estao sempre com os bracos de-
senlroiihodos para nao perdoar no bomcm que nao bo
Oo seu lado, nem o respirar mais alto. (Js que tem o ,:
apoio do governo, julgo se com direilos a tudo, e en- "
teiidcn que os outros neubum tem, llo de satisfa/.er
todos os seus caprichos os mais frivolos, os mais despei-
tosos, em lim os mais ciueis. Como os seus advrsanos
nao teem direito sua casa, familia c vida, lie bem
visto que podem trato-Ios segundo o seu alvedrio. De
fado o odio feroz que laes bomens mosliao, be urna
injuria a bumanidade ; ecomo os inlerestes privados,
e toda a casta de ambieocs se Ibes vem misturar, po-
de-te pensar que nada ba mais depravado, torpe e ciuel
do que o espirito e a piopcnsao em que elles se acbao.
Revestidos de autoridade, ou a ella ligados, e por
olla protegidos, la vo exercer os seus acintes contra os
que Ibes sao desafleclus, fazer-lbes mil provocacdes.e
por bu i esbulha loado que he delles, p-los foragidos,
ou encarcera-los sobre qualquer pretexto, o al dar-
Ibes a moi te.
As leisservemsomente em laes circumslancias para
autorizar toda a sorte de excessos, que ueilns nenbuma
conla fazem os que teeui o apoio do governo ; e aos
que nao perlencvw ao bando que domina, nao he li
No llonilo ..o silencio dos tmulos! A juit>\-a
trucidou a nao poucos, cncarcerou outros, incendiou
as casas dos que lugirao, e conseguio incutir de tal sor-
te o terror na comarca, que nem mais se ouvem os ge-
midos dos que | adecem. liaste urna pira para tomar o
mais singelo camponez un grande criminoso, e para ser
obrigado a ver tomarem se Ibe as suas cargas, e dei-
lar-se fra tudo que ellas contenbao, sem Ibe ser licito
fazer a menor r.eclamacQo. A juttica do lugar tudo
consenle, e instiga, e faz mais por sua cenia, suspende
auentes da l'azenda, e sequeslia-lhes os bens I E so-
bre ludo isto o recrutamento, e as buscas arbitrarias por
toda a parle
Lis o lamenlavel estado das comarcas de fra, do que
no podemos dar mais miuda noticia pela falta decom-
municacao do lodos os leitos, que nellas cxcculo os
delegados do governo o seus asseclas. E isto quando
temos um presidente iniciado no programma da conci-
liacSo be realmente cousa bem singular Quem creria
que um dia conciliario havia de significar ly-
ranuia ; falta do direito em um partido, e direito
para tudo em outro p
Sem apoio na justiea. que boje be a mais inleressa-
da nos odios polticos, a mais humilde escraya do go-
verno ; perseguidos por eila, e por urna polica torpe
c furiosa cercados poi urna rede de espoletas do gover-
no, a que se chama guarda nacional ; sem merecerem
a menor atlencao do mesmo governo, nico Poder ac-
tualmente no lirasil, a cuna da Coustiluicio, do Poder
Legislativo, das Leis e da Moral, centro de todos os
allenlados, que se teem perpetrado sob suas ordens ou
inlluencia, que faro os bomens da ordem, que nao
querein enlutar sua provincia, abrir mais os diques re-
volucionarios .'' Abrigarem-se em sua consciencia ;
rcsignarein-se com os seus marlyrios ; elevarem a voz
to alto quanto fr possitel antees inimigos do socego
publico ; e esperarem ; que Dio tarda que os traillles
sejao mohecidos, e entao tudo ser feilo.
Coiiespondeiicias.
ii'r*. Rutlac'.orci. Tudo e nicamente entregue as
nccupacoc de niiulia |irohiio,iiadiiiiiiilrueo dos meua
negocios particulares, me persuada, quo nao lauca-
ra man da peuna, sent par ilar al; eni parecer, ou
ounirnunitar alguma ubservacao conccrnente nimba
arte; mas iiifcliinienlu ou obrigado adrizar oa meus
excrcieio o ilinai iu para responder ao parecer da eoiu-
niis.ao de [iclicijc da cmara municipal desta cidade,
impresso rn n, 178 desle lliatio; no qual u iiiembru da
diia tomiliiiisu,pusoidu de nina SUSCCplibilidade tvcea-
siva, e de ne.i telo urdeiilo |ielu CurpursCu de que faz
parle, me imputa ler cu tratado a cmara, cm urna peti-
(o dirigida a S. Ex. o Sr. presideule da provincia, di-
urna maiicira punco digna, o em nionuspreco sregrat
do decoro, altribuido leini rariaiiirnle a mesma cmara
falla de ciimprimcnlo de aeus deteres, e querer osten-
tar desacato ilna curporacao. Tao desairosa ropulaclo
coni que o membro da curomUsAo quii oiemosear-me,
aba mu i lo em dealiarniiiuia com u eaiueru com que te-
nbo aenrpre procurado rcspeiur as SDitiridadea, ndo [in-
dia deixsr dedeaagradavelmenio iiupresaioiiar-ne, prio.
cipaliueule uu leudo ido na miiiba uitencoea molestar
acamara iiiunicijial, nem lallar-lhc com o accalameiilo
devidii, ma mu defender o nmu (lucilo conlra a rejicli
da deuiaea da mesma, rom nada valer iiumernaoa ac-
cordiio cm ineu favor j e e algnnia expreatoea enrgi-
ca cnipieguei na miuba peliyn, fui por lito me le mo
puasivel eonaertor luda acalma, quaildo me paroceo,
que, de proposito, ao quera nuliliaar unte auuos de li-
ligiu. Para que o publico coiibcca que neohuma injuria
irroguri n cola uobre cor|ioruc.'io. Iransceterei aqu u
deapaoho de S. Ex. o Sr. harn da Boa-Vista, a miaba ul-
liiua pencan a 8 Ex o Sr. presidente da provincia, a
que te rele c o parecer da commisAu de pclicc da ca-
luma municipal, e o despache que UUlive. Kogo-lbe,
5r. Redaeloies, e digiieiu publicar estas lusca Inibas,
com oque muilo obrigado licar o cu assignante
Ji. Jeto l'emiru da .Silva.
I)i.-cu im Acamara imiiiicinal dota cidade dar
licenca rio supplieaute para edificar no tarrenu de aua
propnedade, visto estar provade que tal edifieaot nao
picjudica a fortaleza da Cinco-Pona, uciii apnca do
ea|Jm; ansiui fien prvido o recurao do sepplioanU.
Palacio dogoteriio de Peniambuco 58 de narco ea 1844.
Unido da boa-}'uta.
Rererrc para V. Ex. o Dr. Juan Ferreir.i d Silva do
i
lii enea impelradn, entrando d'est'arle na orbi(n du icui
de ver, mi recuiiheciiiienlo du suas obrigacea, eaa
obediencia quu deve ler a ordena emanadas do poder
superior e competente. P. a V. Ex, Ihe delira cumu re-
quer. E. R,' Me.
Despacho. Como pede; sendo cate aprcsenladu a
cmara municipal para (fue fique na iutelligeiieia de quu
irregular, e mesmo ceusiiravel foi o cu procediiuciitu
quando deixou de cumprir o despaclm desle goverim du
2S de marco de i.S'l'l, e illudiu decisiea do |ioderjudi.
ciario [irufridas euiii audiencia c com vcneimeniu di
iicsma cmara, a qacui Compete o meio de desapmpna.
Cao, no eaao de entender que o terreno do SUpplicauts
deva serdetinado pora [iraca publica. Palacio do gover-
no de Pernambuco S du Agosto de 154o.
finio Chicorro.
ijutn,contradictorio e desobediente despacho da cma-
ra municipal dealu cidade, pelo qual Befa ao suppliuau-
'v licenca para edificar em um terreno du aua pruprie-
Senhoret Redactores. Leudo o D.-novo n. 16
dcste anuo, ncllc deparci com um arligo, aoitde fui
denunciado peante o meu piiiz como um liomein
perverso, inmoral, desrespeitador das leise do de-
coro, perseguidor c.llagcllo da liunianidado, como
um lioincrn cnilim perpetrador de attenlados hor-
rorosos, e s digno do rigor e severidade das leis,
c do odio e horror de meus sementantes. Cerlo,
eu deixiiria de responder essus arguicOes calum-
niosas, lillias do mais ceg espirito de partido, se
tivesse a fortuna de ser perfeitamcnlu conhecido
por todos quamos lcm a follia aoude curre iinprcsso
o arligo, que tio virulentamenle me lialou; mis
convencido do que a calumnia e a intriga stun l'a-
cilmcnte marear a reputarjSo amis linipa e a mais
slidamente cstabelecida, ^ipagar em um instante
as obras meritorias de muitos anuos, e um nonio
reconiniendavel pela successo, nSo interrompida,
de leitos dignos da estima e agraderimento da so-
ciedade ; vendo que as iinputarOes, que me lize-
riUi, forfio de iiniiioialidades e de criines conuuct-
tidos no exercicio de minlius funcees publicas, co-
mo servidor de ineu pai/, e nilo no uso de minlia
vida privada ; sobretudo intimamente persuadido,
de que a vida publica de um cidadOo perlenco a seu |
[iaiz, e no a sua pessoa; voif por deferencia aquel-
lo patentcar a provincia inteira quilo injustos fo-
ro para commigo os redaeloies do I).-novo n. Itit.
Bem armado, como estou, de robustos documen-
tos, eu poderla destruir, um poruin, os diticrenles
potitos da aecusaeo, que me foi lei I a ; mas se-
ria tornar-mc fastidioso, c cu nao tlesejo roubir
meus coneidados o seu precioso lempo, quando
por um meio mais breve posso conseguir o mes-
mo lim..
Lembrci-me de que os proprietarjos c pessoas
mais distinctas desta comarca, legtimos aprecia-
dores dos beneficios por niiin prestados em dille-
rentes pocas, e verdadeiros conliecedores do m-
rito de um individuo de sua comarca, serillo Deis
as vo/.es de suas conscieucias e nSo se tarlarlflo
a depr a verdade, embora ella conlrastasse com
cerlos pequeos interesses, que talvez em almas
niesquinlias l'echasseni a porta a del'eza de um ci-
dadilo, tao aleivosanieiile calumniado, e deserip-
to com tao feias cores aos o I los de lodos, a cuja
consideracQoelle tem direito; se o doloroso sacri-
lii-io de saude e de fortuna por amor tle sen pf
se os esforcos de um empregado publico que ten
servido com honra e dignidade em tfid longo e-
|ia(;o de lempo, quando o egosmo em toda paite
se niostra desemliaracmlo e exerce victorioso o
sen falal imperio; se finalmente as ftidas,recei-
das em lucia com a maldadc e o crime, sao t-
tulos sullicii'iitcs para tornaren! recommendavel e
credor de consideracao um cidadSo qualquer. He
pois o rigoroso juizo dessas pessoas, que cu invo-
co em favor de minlia innocencia.
Eu tambem poderia enumerar aos meus gratui-
tos calumniadores os servicos, que lenho feito ao
meu paiz; poderia dizer-lbes, que na cadeia do
Recife existein 17 criminosos por inim processa-
dos e pronunciados em crimes graves'; que "''
cartorio do juizo municipal do Cabo existen) 18
processos por mim organisadns em menos de dou>
anuos; poderia dizcr-lhcs, que inquirswm dos
moradores desta comarca se eu consegu ou nao
extinguir as celebres quadrilhas do Pao-Seccoj ''
a cusa de meus esforcos as suas propiedades e
vidas teem ou nao sido rcspcilailas; e, quando vio-
ladas, se os autores dessas IransgressOes bao sido
ou nao postos debaixo do peso e rigor das lers
penaos; poderia, declinando de seu juizo, que real
mente he incompetente, dizer-lhes, que otivissein o
dos honestos habitadores desta comarca, os quue-
todos, gratos aos servicos, que Ibes hei feito ro-
mo empregado publico, nao deixarfio de atteiulfi
as impulsoes generosas de seus coraooes c de ren"
der-me a justiea, que merejo; mas hem eeilo es-


deque as
suas accusacOcs sfo meramente ani-
'"'> !!,'mais requintado espirito de detnbir. e
,:' invfila SOID par, de una exccsaiva mlole-
' ,,,,,i,,i'" virt.'.Jes alheias e.deurna smbMo des-
*"Trdti de obter proselylos na sua obw degul*
aesmoronamento da soc.edade. Anuo,
ps nada escrever, mas su para aquellos (pie
'conheccm, e emquera talvez alguma. mos-
. n as lalsidades contra num exaradas cm
; consideracffo desles, j>ois, lenlio a
D.-11 "'
V C(
rade
lili dos
fespoitave
prumptaui
olferecer > imparciai e
valioso testemu-
uuirados proprictarios e pessoas mai.s
is desta comarca, os quaes voluntaria e
ente se prcstiTio minha defeza, e un-
,...i-irio; que cu era innocente; que eu lia-
* Ido calumniado. Seja esse importante depoi-
v nm desmentido formal aquella cerebrina
"' mrr-io o lecheada de mentiras e torpezas,
So impregnada de fel e de maldade contra a
1 Heno e loria, que hei sab.do conservar e de-
S atraYK de provas e perigos grandes e pe-
IV Profundamente reconhecido a justica e ge-
""msidade dos distinctos eidadnos, que se digna-
, j e dar-me os seus nomes, para, em minha dc-
'' -i olTcrccel-os a meditado e ao juizo do publi-
,-u nTo posso deixar de llies fazer sentir nes-
T.'moinenlo a minha sincera gralidf.o.
Utentem os redactores do D.-novo para as 89-
.naturas que honrilo a minha defeza; pescm se-
':,-, ,. ,.s.-,,ipulosamcnte o valor dellas; e corri-
^sdcvergonha, eueslou corto, nffc. ouearo por
a capacidad.- e fortaleza da egida com
defender-me. de seus botes. Mon-
iiii dovida
me procurei
I,.,i. I.'i de agosto de 18C>.
Son Senhorea Bcdaclores,
ciado. Agostinlio Beserra da Silva Gavaieantt.
genho, proprietario. Antonio Cocino de Si. c
uaueraue. bacharl. Jos Carlos feseira,
nitor de engenho, proprictario Dommpiw 1ran-
jilva, senhordeegonbo, propriotorio. Mulo
l.e'tao de Albuquerque, proprietario. MiguelJlen-
,ks da Silva, senhor de engenho. Dr. .M.mou
Carneiro l.ins de Albuquerque, senhor toenpnho,
proprietario. Paulo Caetano de Albuquerque, po-
prictario,senhor de engenho.-Sebastllo JosMendes
da Silva lavrador. Pedro de Albuquerque 1. e
Mello, delegado do Cabo, senhor de engenho, pio-
prictario Alejandre Mondes da Silva, favrador.-0
Padre Jos t'aes Bizcrra.-Scvenno JoseFilgueira de
senhor de engenho, proprietano.Sil-
GOMMEB8Q
Alfendega.
Rendimento do 45..............
Descarregno hoje 23.
Briguciobimmercaderas.
Patacholbuinfumes
Burea -Amarrefarinba e bolaxinha.
. 0:597 j 80-2
Consulado.
BENOIMENTO UO DA 21.
Geral108^693
ProvincialC>578
Moviiuento do Porto.
ferreira, juiz municipal da comarca. } rancisco
los da Costa, senhor de engenho, proprietano.
Alfonso Artlmrde Almeida Albuquerque, juiz dcdi-
de Vms. venerador e
tario o lavrador.Antonio Ferr
pello proprietario e lavrador. -Francisco Alfonso
V
Jos<
S ^maic^-'ioie is Anjo-s .loveia, escriviTo
do crime e secretario da cmara.- Jos.- Flix a ( -
cha Falcao, major. Duarte Coelho de Albuquer-
ue Mello, bacl.arel. Joaqu.m Marques da Corta
Soarcs, senhor de engenho, proprietario. Flix
Jos Coimbra doAndrade, senhor do engenho, pro-
le m
nimba solicitude
empenho;
sobretodo sincera-
do
Mitc convencido de que VV. SS., nao menos W>
m en, eslin.ao cssa ventura, Utai digna de nossaa
oracoes e respeitoS ueste mundo, e amina.os
de sent mentes de bonestida.le e de pudor nao
ronsentirS calar em seus pellos r*WM < h -
rica reconhecendo o ment e a virtude em qual-
,,uer parte onde existan, sen. W^***
ra tenha o espirito de partido ; vou rogar \ \. \s.
o extremoso obsequio de d.-ehuarem se sao ou nao
verdadeiras as asscrcOes, que julgo conven.e.Ue
esUbelecer para demonstrar a minha innocencia,
restituir peranle a opiniao publica a minha.honra
c dignidade de meus sentimenlos tao mortalmente
I'eii.los. .
Nao desconheco que certos lacios lia,
nuaes VV. 88. nfib podem ler un cabal conheei-
mento ; mas, guiados pela voz publica desta comar-
ca, dignem-sc de responder-ine i
prcsso
nrietai-io. l.oureneo de Sa e Albuquerque Jnior,
-lo de engenho. -heotonio da s.ha Viera,
senhor de engenho, proprietario.- Reanlo Jos
da Cmara, senhor de engenho, propiietaiio.- n -
mingos Alfonso Ferreira, senhor de engenfe,, pro-
prieurio, delegado.- Lu/. Aflonso toman,.lavra-
Sor. Joaqui.n Alfonso Ferreira subdelega do e
senhor de engenho. Miguel Allonso ftrrwt^sup-
penle do subdelegado e senhor de engenho. -
os-Flix da Cmara Pimentol, senhor de engenho,
prop ietario. Kianeiseo das Chagas Cata inte,
senhor de engenho. -Thomaz de Aquino Pinto Ban-
d,'ira lavrador Francisco Xavier Mannho, pro-
Slurio. Joao Carlos Bezerra Cavalcante, co-
Kncl de leglflo o senhor de engenho, proprieta.io-
Jose Vieira da Cimba senhor de engenho ..-
a deCarvalho, senhor de engo-
enhoi
lo
ro.
n.
60
residencia deGoudino Agoitinho de Bar-
Navios siihidos no dia 22.
Alcobaca pela Babia ; hiale brasileiro S. Joao, capitao
Manoel Maria, carua vario gneros: passageiro, An-
toni Joaquim da Silva, Porluguez.
dem; biate 5. Benediclo-Grande,(\w tinba arribado.
Babia ; corveta de guerra brasilea Carioca, coin-
mandanto o capilo do fragata Joao Mana W'an-
dencolk.
Parahiba, Rio-Grande-do-Norte, Cear, Maranhao e
Para; vapor brasileiro Bhiana, comiiiandanle J. II.
Otton: passageiros para o Uaranbao, Francisco CoO-
llio da Cosa, Joao Baplista Melquades, Francisco
Jos da Alcntara, Brasileros; J. Ueschemin, Lan-
ce/: para a Parahiba, lente Claudino Agnelo t'.ss-
tel-Branco, Brasileiro: e os passa;;eiros, que vierao
do Sul com destino para o Norte.
Ubstrvaco.
Kntrou para o niosquciro a liarca ingle/a Prtsctlla,
copilao Stephin Wbetten, que estava tundeada no !a-
meirao, fi havia ebegado no dia 20 do corrcnle._______
_ Para o Maranh3ota. no dia 25 do corren le.
barca brasileira /rmW.n./a.cap.la Juliao I-er.e.ra u-
os : para o resto da carga e paageiroi trata-se na ra
da Ca'deia do Bccile armazem n. 12. <
= Para o Bio do-Jar.eiro segu com toda a Dre-
vidade a sumaca Amimde do quo be capitao Manoel
Antonio Sousa Guerra ; para carga paswgeiro e n-
cravo.afrete, juila-se com Gaudino Agost.nUo de
Barros pracinha do Corp. Sinlo, n 66.
= Sai impretcrivelinenlo para o Araealy. al odia
30 d,-agosto, a vereira sumaca A'. Uana-Boa-tortt,
por ler a n.aior parte de s.-u carregamento promplo :
trala-se com Victorino Teiteira I.e.te. na venda da es-
quina da ra larga do Rozarlo n. 1. que vai para a po-
lica, ou com o Sr. Francisco Joaquim Lardoso, na ra
da Cadcia
aahir o (a-
parte da carga
ei larages.
a im-
favoravcl ou desfavoravel, que em suas
consciencias elles tivere.n feito, te\"*J ""
reflectido a que VV. SS. os devem ter submettido,
poisque, nao sendo indillerentes ao socego e tran-
quillidac de sua comarca, no o podem ser aos
la.tos, que nclla occorrem'. .
TOO valioso tenho para niim o juizo de V\. SS.,
que por si so o iulgo bastante para oppor, em minha
dereza, as lalsidades e injurias, que sobre mim
atirarfio os redactores do l>. novo.
VV SS sao perleilamente eonhecedores da aus-
l.-ri.lade de meus principios de conducta, e domi-
ciliarios da comarca onde, ha .mulos anuos, sirvo a
meu paiz, como autoridide conciliadora, ja
como ollieiai da guarda nacional, e ja BmUmoM
como empregado policial ; poderao com lacilidade
e discricao satisfazer o favor que desojo merecer-
lli.s, ao qual serei eternamente agradecido.
Para mollior regularidad.! de minha deleza, e para
poupar a VV. SS. trabatho c lempo, eu me contento
nim as honrosas assignaturas de VV. 88.; as quaes
simplesinentcexaradas abaixodc minhas asser?Oea
Pedro Velho Brrelo, lavrador.-Franciacci Paes Bar-
reto Jnior deMolinote, lavrador..- IntriM
uuim do l'.ego Brrelo, senhor do engenho Mal iape.
1 Joaquim Francisco Paes Barre..,, senhor do en-
,-nl.o Maciape. =- Manoel Jom- de Siqu.-i.a po-
,i/>r viiire Rezcrra .1
Nelto Carneiro
prietario, lavrador.- Andr B a de Albuquerque
e Mello, senhor de engenho.- Maon
Lefio, senhor de engenho, proprietano. -- A tomo
Bandeira Carneiro Lea., senhor de engenho. -
oningos Fernandos deSOUZa Bandeira lavrador.
--Manoel da Vera Cruz LOS e Mello senhor de e..-
Carneiro Lea, proprietai
Paulo de Souza
de S Antonio n. 2.
Para o Cear, por estes seis dii
le^aua-Araiilvra. portera ma.or
prompla: e para o res.o, trata- com Joao Ev.ngeh.-
ta da Costa e Silva & Companhia na ma da Cruz ,
"*= Pirao Araealy sai com a maior brevidade pos-
sivel, por ler a maior parte da carga prompta a M>
mau Flor-do-A-setim: que... na mesma quitar car-
ou de passagem. enlenda-se com o mestre Her-
deSouu, oueomLuh Jos de Si Araujo,
na ra da Crui, n. SO. __
= Para a Babia o br.gue nacional naianno
sai muito breve ; inda tein lugar para alguraa carga .
B lern muito bons commodos para passage.ros: quem
pretender embarca! carga ou ir do passagem, emen-
da se ton. Manoncl Ignacio de Ol.ve.ra na ra de
Apollo, n. 18.
regar
nardo
visos diversos.
aenho. Manoc..
Bandeira.-Jos Carneiro Rodrigues
elei-
mc-
l prava in.luliitavel de que ellas SQO verdadei-
ras e dignas do acolhimenlo de meus conc.da-
dfios como minha nica defeza. .
Apioveilo a occasiao para fazer sentir aVV. SS.
meus protestos de estima consideraqao,. que voto
as pessoas de VV. SS. por ser. De VV. SS. atien-
to venerador .-criado respeitador Agosttnho Be-
serra da Silva Caealcanli.
Engepho S. Baitliolomeo 1. de Agosto de M.
F.is as proposices :
I. lie falso di/.er o D.-novo. que eu tenho com-
mettido indignidades e fraudes para vencer
res, comprenhendidaa as do aun de 18*3.
2 Nunca prolcgi at hoje assassn.os e muito
nos os tenho lido em minha companhia como meus
empregados. ...
i. Oferimento que solTri, e cujas dolorosas con-
sequenciassotTro anda hoje, mo ro resultado de per-
seguicnoabomens pacilicos, mas sim de lucta con-
tra iiKilteilores, na qual fo.T.o igualmente feridos os
Sis. Patricio Jos Cavalcanti e Jos Joaquim Can,
ainhos moradores desta freguezia.
\. lie falso ter eu mandado enlorcar o desgra-
cio Manoel do Carino, atiror sobre seus dous in-
felizes primos, efinalmente comm.-tter asatroci-
dades, que me empresta o D.-novo por occasulo
desta fatal oceurreneia. .
:.. A historia de meu ferimento contada pelo D.
noto, que, a ser verdadera, tanto me desacreditara,
be contrariada pela voz publica e pelos lacios, di
todos sabidos nesta freguezia.
6. Nao he exacto ter cu mandado dar rodas O
pao em cidadaos pacficos conserva... o-os em o
tronco de meus esclavos por lempo in. elmido
7. a voz publica me b*> denuncia de haver man-
dado assassinar Antonio Manoel, por abunlia AJ-
manjarra, cas palavras que, para mover aco.iipa.xao
e eol.rir-me de horror, invento., o 0.-mnWO-
gidas por mim a desddosa viuva, sao pela primera
vez envidas nesta freguezia. .
s. lie inteiramente est.anho nesta rreguez.a o
fado de haver eu processado algum individuo por
crime de n.orle, ao qual Ihe tenha entregado o pro-
c-sso para recompcnsal-o d.-s.-rvicos que nitunnd
prestado como assassino. He hoje a pnmeira \
que isto se ouve di/.er nesta freguezia.
9. As pessoas de minha a.uizade. as quaes
bonrSoalgumas vezes com as suas cumpanlua, nao
Paulo de souza psuwi..-" -....... ,". .- ,.
Can.pelio, senhor de eiigenlio, pro|.r.eta .(.-- Vi. -
cisco Antonio deSa Brrelo Jnior, lav.ado. .-lian-
cisco Ferreira de Barros Campello propncla .o -
Bernardo Ferreira de Barros Campello. proprietario.
-Manoel Ferreira de Barros Campe lo |ropnela-
rio. -Miguel Ferreira de Barros Campello, pro-
prilario -Antonio Francisco de l'aula Barreo,
hwrador --Antonio Paes de S Brrelo lavrador.
--.aire Jos das Candelas e Mello juiz. de paz do
..relo. -Joao Sergio Cesar de Andrade,, proprie-
lario -Miguel Aarehai.jo Copes da Fonscca, pro-
ietario --Jos Anlf.o do Andrade, proprietario.
'-joaquim Jos Bodrigues Lima, PP*-~
IsnaciO Jos de Barros ju.z de paz s.ipplei.le c
nT prieta rio.-- Antonio .lose Alves de Amoriin i.ro-
Erieurio. -Francisco Jos Ja Cruz,.proprietano.
- Bernardino Ferreira da Cruz, proprietario. Ma-
noel Lata desonza, lavrador.-Jos UuudmoLel-
le, proprietario e senhor de engenho.-JoBo Ca-
valcante Filgueira de Mene/es, propncla. u .-- A l -
iiio de Sa e Albuquerque pmp. .e ano. ".> '
Xavier Bodrigues Ksteves aviador. -- \.Ion..no
de Sa e Albuquerque bacl.arel. Joao le Sa e
Albuquerque senhor de engenho, propnelaiio--
Antoi o Juvencio Pires Falca.., senhor de engenho.
-Filippe Beuieio Cavalcante de Albuquerque
me
Paes Brrelo lavrador. Jos
Peroira de Bastos, senhor de engenho, ?P*-
-Joao d.-Souza Leao senhor de enge.ho.-Ma-
noel de Souza Leao, senhor de engenho. Ker-
prietario -Manoel V.e.ra da Cunha, piop ulano.
mu .. Manoel do llego Brrelo senhor de enge-
m, p op ietario.-Manoel do llego Barros, senhor
de enSo. Manoel Caldas Brrelo lavrador. -
Manoel do Carino Caima de Assucar, propr.eUr.0 -
Vicente Francisco Mendes das Chagas, senhor M
enSnbo os Cavalcanti de l.acerda Campello,
"adorJos Bazilio de Freilas l'e.xolo, propfie-
S?O.-Joao do BegO Barros, senhor de engenho
- Ignacio Francisco Vf. de Lcenla senlioi de
enaenbo, proprietario^- Antonio Januano PacsBar-
eto la vador.--Jo3o l'aes Brrelo de Laccrda,
se,hr de engenho.-Manoc Jos de Siqueira Ca-
I uti, senhor de engenho. Puntalean_d S-
,,ue,ra ( avalcai.ti Jnior, proprietano^-Antonio
dos Santos Coelho da Silva, senhor de engenho.
-Fra cisco Manoel de S.queira, proprietario -
\..lon deSioueira Cavalcanti, senhor de engenho,
ano^Antomo deSiqueira Cavalcanti Jnior,
o.'ietario. Jofio Carneiro Rodrigues Can-
elo senhor de engenho. Joaqun. Pedro Bo-
de mes "apello. -Manoel Ignacio de Jess pro-
m iet.no lavrador. Antonio de Carvall.o Soares
Brandflo wnhor de engenho.-Miguel NunesCor-
S proprietario, lavrador.- Jos Nones (.orrcia,
1&. Francisco Pedro Soarea Brandfio
__ O arsenal de guerra compra cadinhos do Norte
de n. 11, e de n. I (i : quem tal genero tiver, mando u
proposta cucara lechada, con. seus ltimos precos, a
la directora, ot o dia 23 do errente mez. Directora
do..rsenal de guerra, -2U de agoslo de 18*3 No im-
edimenlo do escnplurario, Joo Ricardo da Siica.
__ arsenal de guerra compra oleo de linhaca :
que... este genero tiver mande sua pioposla, cm car-
ia fechada a directora do nicsu.o erserul itodia
25 do correnle mez.
Directora do arsenal de guerra, "21 do agosto de
1845.No impedimento do escriturario, o inianuen-
se Joo Ricardo da Silta.
NOVA CMPAN1UA ITALIANA.
iiiHATRo rruLico.
A quinta rcpresentaeao lyrica ser boj o 23 do a-
gosto, as 8 horas; distribuida pela manera segu.nle :
1. Sympbonia. --1.1.11
2 Bon.ance.da Lucrecia Roraiu, tomo he bello
juale incanlode onizielti.cantado pela Sra.Manetla
Manna.igel. .
3. Dueto-idem-CiW .' cAi oo' o ? pela sobre-
dita Sra. c Jos Marinangeli. _
4. Dueto-de ,1/arino Pa//ero,-de Don.wetti
Trema Sleno tremole o superbipelos Srs. l'rsnche
Towlli. ,. .
Intervallo de 20 nnnutot.
5. Symphonia.
6 Aria Tornuiio Ta-to. frono e corona mo-
lami-o Donilltlipela Sra. Marietla War.nangeli.
7 Duelo Priytom d'Edimburgo,6et tu wr-
g,o?... i Son o'... deRicci-pelosSrs. Mar.nan-
aeli e l'ranchi. .
S Duelo Torqualo'J'asio,toteiSofronta ....-
de Donizettipela Sif. Marietla e o Sr.Toselh.
Intei vallo de 20 minutoi.
9. Symphonia.
10. Anal.ombardi, tome polea un angelo-dc
Verd.pelo Sr. Marinangeh.
11. Duelo l'uritani.Suoni la trombade Bel-
linipelos Sis. Francbi e Toselli.
A msica desto duelo nao piecisa de eiphcacao : tao
bemescolheo o compositor os lons para exprimir (
Boixes que Ihe serviro de motivo.
N. B. 0 espectculo principala imprelenvelmenle
a hora annuncada.
Nos bilheles da platea superior cstao marcados, por
nmeros, os bancos e os assentos, que os Srs. especta-
dores detciii oceupar.
O director .oga-ll.es que nao invertao esta d.sposi-
i-ao, a fin. de que os mesmos Srs. possao conlar
os
Manoel Joaquim Lamas avisa ao Sr. J0S0 Iwan-
gelista Noves, queira al o fi.n do corrente mez d'agos-
to, ir reu.ir os s.us penliores. que tem^ompenhados
.-..i inaod annuiic.ai.te, esatislazcr o principal eju-
ros, vencidos al esse da ; do contrario serio vendidos
por o maior preco que .pparecer ; lieando o mesmo Sr.
ohrigado a salilazer qualquer quanta. que possa v.r a
fallar ao importo total: lieando assm o annunc.ante
lesonerado, para com o dito Sr., d'uma clareza que Ihe
lassou di referida pi-nlior.
ADOR.
gt?rcr:j--V". i..
Sabio a !
com
u. seus lugares, quando houverem de sabir; o para es e
Ihn he que recebero na po.la do theatro melade do
bilhele (onde lera marcado o ssenlo) que deverao guar-
dar at o lm da represenlaco para mostrar, so Ibes lor
pedido.
12,000
7,000
8,0011
5.000
2,000
1.000
l'ieco por cada noute.
Camarotes de (renlo, ordem nobre .
Ditos lateraes........
Ditos de frente, primoira ordem .
Ditos lateraes ........
Platea superior........
Dita geral......
Acho-se venda em casa do director, na ra Nova
n. 7, segundo andar, e, no da da recta, no botiqun,
do thealro.
Domingo, 2i,se representar, a benificiode Jos An-
tonio Maximiano dasNevcs e Francisco Ludgero Ro-
drigues Cancella, a excellente pecaO Oaialode U$-
boa-e a far<;a com msica Um nonada em triellat.-
espectculo principiar i ci.egada de S. Exc.
sao reos depolicia, mas proprictarios lionra.los .
homens pobres, dignos de consideraciio e es m,
pelo sen amor ao trabalho e profundo respeito .
e as leis.
Intmente eu, como empregado pol.cal, lenlu
cumplir os meus neveros protegen.!.) OS 10-
,es, nersesuindo os criminosos, lazendo res-
moral e as leis.
10. Finalmente eu, como empregado polica
sabido
nocente ,
paitar a dignidade de meu lugar, nao olhando pan
despezas .- ncommodos, uma vez que estas seao
necessarias para perfeito desempeooT) de minuas
funccOos.
I.uureuco de S c Albuquerque, senhor de en-
prop riela no
- Pedro de Carvalho Soares
Brand^Tp^rrior-io^"
H,dl ..'.,'.. :LiM,io Mihor de enienho. l-ran-
de engenho.
proprietark
. Paes de Andrade senhor de enge.
cisco de P ni 10 Borges senhor de euge.ibo.-Anton.o
Jos d. C.s a. senhor de engenho. Manoel ose
l Vos 1 sei hor de engenho. Bernardo Tolen-
SmM-mso d" Cosa M^f >
Francisco Antonio de Sa liam.io, ca
mino Pcreira Monleiro,
Hollanda
prietario
itao de primeira linha.-F irimiin I < irai
uiz de direito da comarca Ignacio de
Cavalcanti, proprietano e lavrador.
Avisos martimos.
Para a Bahia segu viagem com brevidade a su-
maca Xova-Aurora : quem na mesma qui/er carngar,
pode entender-be com Au.or.m Irruios, ra da Caue.a,
Para a Bahia seguir cm poucos das o brigue
flor-America : quem no mesmo quizer carregur,
pode entender-so coro Amori.n Irmaos, ruadaCade.a
= Fret-se, para qualqutr porlo do Norte ou Sul ,
lo briguu Mara l capitao Anselmo Marques Vieira :
os pretendentes dirijao-se a pracinha do Co.poSan-
Ui, e ada se venda no lugar do coslume o
n. ii, primeiro da J.' serie, que, corno a antecedente,
sera de 23 nmeros por dous mil ris. Subscreve se na
livra.ia da praca da Independencia, e na ra Bella, ty-
pograpia da Uniao,n.45.
, Quem precisar de uma mulher Portuguesa, bss-
tanle idosa, que se acha ncse paiz. ha mais de 9 annos,
para servir cm alguma casa de familia do que tem
bastante excrcic.o ou mesmo reger alguma casa de
homem soltoiro diria-se ao Alterro-da-Boa-Visla .
cm frente da matriz, n. 80.
=r John Jonkl.eym, Hollandez, retirase para In-
glaterra.
= Arrenda-seo segundo andar esolao do sobrado
da ra dus Trincheiras n. 19 : a tratar no mesmo
sobrado.
= Ouem annunciou, no Diario de Ptrnatnouco
n. ISV, querer comprar dous temos de medidas e
urnas bataneas sen. bracos, dirija-so as Cinco-Pontis,
n. 10. n.
= Trocao-sc 4 imagens, muilo perfeitas ; nssdn-
co-l'onlas, n. ICO.
ss Joaquim Pcreira Arantes,embarca para o R10-
de-Janeiro oseu escravo Manoel. de na^ao Angola.
__ l)a porta do nrniazem do Senhor Joaquim Gon-
cahes \ .eir Guimaraes, desencaininhrao se no dia
20 do corrente, duassaccas com farinha lina da man-
dioca, sern marca, porm com nmeros, eujos an-
da nao se pode conhecer: roga se a qualquer pes-
soa, quo Ihe forem offerecidas, ap'ehendel-as; sssim
como, quem dellas souber, participar ns ra das Cru-
zas, armazem ... 30, que ser generosamente recom-
pensado. .....
= Prccisa-se de um ca.xe.ro, que se|a babil, o te-
nha pratica do venda ; cm Fra-de-PoiUs, nume-
ro 135.
ss Aluga-se uma casa terrea no neceo da Assump-
cao, por 6000 is. mensoes ; quem a pretender, di-
rija-se a ra da Senzalla-N elha n. 70.
__ Luil Conzaga. Portuguez, retira-se desta pro-
vincia, levando, em sua companhia, um sobrinho de
nomo Joaquim Diogo Mila, uma crisda.eum menino.
__ A pessoa que annunciou acceitar um pequeo
sem pai e Brasileiro para Ihe mandar ensinar seu
oflicio, dando-lho do vestir, comer e casa, dirija-se a
ra Nova, 1." andar, n. (o, a qualquer hora do dia.
Quem precisar de uma ama para casa de un ho-
mem so d.spr do arranjo de urna casa, dirija-se a ra de Apol-
lo sobradinbo de varauds de pao n. ."t ou 28 ,
tanque d'agoa.
= Aluga-sc uma casa terrea nova, no bairro de S.
Antonio na ra da Concordia com commodos bas-
tantes : a tratar na misma ra com Joao Teixeira de
Soua ou no Atlerro-da-lloa-Vista n. 34.
__ Hoje 23 do correnle as 4 horssda tarde na
ra do Sol cm casa do Sr. doutor juiz do civel da se-
undo vara se bao de arrematar; um sobrado de um
andar na ra dasCinco-Pontas a ilharga da igreja do
Terco que faz esquina no beceo que volta para a ra
uos Marljrios ; uma casa de pedra e cal, na ra de
Manocl-Loco ; uma dita de pedra e cal no Poco-da-
Panella na ra da Mangueira ; 500 palmos de terre-
no no lugar do Coelho ; cujos bens vao a praca por
esccuco de Tbom Pertira Lagos contra seu deve-
dor Jos Claudino Leite por pertencerem os referidos
bens ao dito Leite.
= Precisa-se de 200,000 rs. com bypotheco em es-
cravos ; quem quizer dar annuncie.
Um ripaz brasileiro do idade de l'J annos, o qual
sobe perfeitanunte ler, escrever, contar, aritbmetica e
geometra pratica, se oflerece a qualquer negociante
paracaixeiro de cobrancas ou escripia, e prestara fia-
dor a sua conduela; quem de seus lervicos se quizer
utilisar, annuncie sua inorada para ser procutado.


4
= Permuta-se, vendo 50, ou oluga-so uin sitio de-
fronto da igreja dos Remedios, com cana nova pora
grande familia e mais duas casiohas de taipa novas
no manto sitio tendo i.'iO palmos de frente trra
propria e lugar para dous viveiros perto do rio ;
quem de alguna maneira o qui/er, dirija-se a ra das
Flores n. 21.
=b Alugase um sitio na estrada da Passagem-da-
Megdolena com Loa casa de vivenda e urna olaria,
cacimba do agoado bcbor o oivores de fruto ; assiin
como urna casa com muilos commodos defronte do
truismo sitio, tendo estribara, eozioha fura o i'ni
d'agoa de beber: a tratar na ra da Cruz, n. o.
* Manool Pereira de S Jnior participa au pu-
blico que deixou deter caixeiro da Viuva Seve & Fi-
Ihoi.
= Quem precisar de um botnem para feitor de si-
tio ou para engenbo queenlend de horta e sabe
paudar parreira, j de idade, ud.i fiador a sua conduc-
ta dirija-se 1 ra cstreita do Kozario, n. 1.
a= Dao-ie 600,000 r. a premio-obre ponhoresde
turo ou prata ; quem quizer, ennuocie para ser pro-
curado.
Alitnio ao bom !
Quem precisar de um lindo mulalinho de ida-
de de 14 a i 5 aonos proprio para pagem sem o me-
nor defeilo ; um escravo born carpina ; um dito bom
carreiro ; urna bonita osera va para todo o servico ;
G eseravos para lodo o servico ; 4 esi.ravos para o ser-
viro decampo, dirija-se a tua de Agoas-Verdes, n. 16'
O segundo tenenle Jos Francisco dos Sanios
mora na ra do Nogueira n, lo.
Ufferece-se um moco l'oTluguez para foilor de
um engenbo o qual tein bastante pratica da dita oc-
cup.'icAo ; quem o precisar, annuncie.
O abaixoassignado roga a um Sr. de nome An-
tonio Maciel Monleiro quedisse em S Calharina ser
primo do annunciante o qual Sr nao o conhece e
nem tao pouco ten. parentesco com essa familia ; 1110
tivo por que roga declare por esta folba donde procede
o nosso parentesco. Candido Forjaz de I-acerda.
A prs-jja, quo annunciou querer comprar um
habito e capa (i- terceiro franciscano, no Diario de
segundo-feira n. 181, querendo um em bom esta-
do annuncie sua morada para se levar o mosmo ha hi-
to por isso que o dono inora lora do lenlo.
Prccisa-se de 50,000 rs. a juros, dando-se de
juros 4000 rs. pelo lempo de um tnez ed-seuma
firma deseguranca ; quem quizer dar dirija-se a ra
da Lipa n. 13, das 3 horas da tarde em dianlc.
ONAZiRENON. 120
estar a venda ao meio dia a 80 rs. cada excmplnr
Cumpre quo seja lido este numero quo est inleres-
sante por amor da correspondencia particular da cor-
te que aprsenla o estado do pniz no seu verdadeiro
ponto de vista tatito nacionuos como estrangeiros :
ganhSo em conhecer a situacao dos negocios para su
precaverem. Nossos correspondentes augurio grandes
aconteeimentos.
Amsnbaa baver no botiquim da ra do Colle-
gio n. 23, mi de vacca e bons peliscos, com to-
do asseio ; e tatnbem se poder mandar em qualquer
casa.
Jos da Costa Ribciro embarca para o Rio-de-
Janeiro seu escravo Romio de nacao Cahunda.
DENTISTA.
= M. S. Mawson, cirurgiiio dentista estando para
retirarse breve para o Sul ; as pessoas, que precinten
de seu presumo devem apparecer quanto antes na
casa de sua residencia n. 2. na ra Nova.
= Acceila-se um pequeo que seja Brasileiro, o
qual nao tenba pas, para se I he dar de vestir, comer,
casa, e mandar-se ensinar seu oflicio : quem se adiar
ncstai circunstancias, anunncie.
Knsina-so grammatica latina com (oda a perfei-
i'o o em breve lempo ; da rnesmu sorto pbilosophia,
erbetotica: na tua Nova n. 52, segundo andar.
Troceo se duas imagen!, sendo una de N. Sr *
da Conceicao, de pedra da Babia, e a oulra do N. Sr.*
d Agreda de madeira e muito per le i la: na ra do Sen-
zalla- Velba n. 112, no segundo andar.
= Quem precisar de una am.i quo sabe engom-
aban; cozinhar o diario de urna casa dirija-se a ra
doCollegio, fabrica de chapeos, n. 8.
mesclado trancado muito encorpsdo, a 210 rs. o co-
vado ; algodao americano largo eoncorpado a 220
rs. a vara ; dito estrello, a 100 rs. a vara ; esguiSode
superior qualidade, do verdadero e puro linho muito
fino a 1500 rs. a vara ; bietanha tina de puro linho,
de G varas a 2800 e 3200 rs. a peca ; ditas de rolo ,
a 1800 rs. a pera ; chita, a 140 rs. o covodo ; risca-
dinbos noves trancados, muito boa fuzenda para meni-
nos a 200 rs. o covado ; castores ou riscados da lis-
tras a 240 rs. o covado ; brins do bunilos padioesde
quadros a 5C0 rs. o covado ditos linos muito en-
corpados o de listras a 6i0 rs. a vara ; molas finas de
algodao para homom a 3600 rs. a duria sendo de
muito boa qualidade ; coi tes de cbali ; ditos de seda ;
pannos finos preto e azul, sendo o primeiro de urna
linda vista para pannos de pretas, o o segundo paro
pagem a 2500 rs. o covado; superiores lencos encar-
nados muito finos e grandes, a 440 rs.; e oulras tnui-
tai fazendas j mencionadas neste Diario; adver-
lindo-se aos compradores que todas estas fazendas
sao limpas e de boas qualidades : na ra do Collcgio,
loj5 n. 1, da Antonio Villarouco& Jrmio.
= Vendem-se superiores charutos do todas as qua-
lidades bem como : regaba meio-regalia, Cacboei-
ra regalos, primores &c. ; rap do todas as qualida-
des que lia presentemente ; licores de todas as quahda-
des dos 11.ais finos ; ludo por proco mais coinmodo
do que em oulra qualquer parte : no depozito de cha-
rutos viudo pelo pateo do Collegio a primeira Iota ,
n. 18. Na inosma luja vondem-se caixas com 200 cha-
rutos a 600 rs. por eslarem principiando a lura-
rcm-se.
Vende se um rnoloque de muilo boa (guia, pro-
prio para o servico de urna casa, e de campo; urna
porgan de cera do carnauba : na ra da Cadoia de S.
Antonio n. 23, ao p da guarda.
= Vende-se urna oserava crioula, de 24 annos de
boa figura ; engomma, cose bem, cozmba o lava bem
de varrolla com um filbo de '2 annos 11 uito nutrido;
duas ditas da niesma idade engommo, cozinhao e la-
vlo de salan ; una dita de linda figura cozuiha o la-
va de varrolla ; una mulatinlia de 20 annos, engom-
ma, cose, cozinha e lava de sabo ; urna cahrinha do
I anuos cose, e faz renda ; un.a nogiinha de 7 an-
nos propria para ser educada ; dous esclavos de 20
a 22 annos, proprios para o servico de campo : na la
das Cruzos n. 22, secundo andar.
=Vendcm-sc S eseravos pegas ptimos para lodo
o trabalho tanto da piaca como do campo ; um dito
bom carreiro ; um mulalinho du 18 auuus bom pa-
gem ; um dilo de 10 annos; pretas inoras, cozi-
nhao, engominSo e lavao toupa; una nogrinba de
muito elegante e bem conservado com os respectivos
irreios; em casa de Miguel s.geiro no Attcrro-da-
Uoa- Vista.
Vende-so um cabra serrador, o bom trabaibodor
de enxada e do mais servico de campo moco, sadio,
forte, o bem couduzido ; o igualmente um mulalinho
de I i aiinoi bem parecido muito vivo, bonito pa-
gem csadio ; na ra das Flores segundo andar do
sobrado da esquina que olha para o rio ou no Mon-
teiro casa do Maciel.
= Vendem-se muito boas bichas ebegadas lti-
mamente de Hamburgo as molhores que ba no paiz,
e muilo grandes; tambem se alugilo e applico-se
para mais commodidade dos pretendentes : na ra cs-
treita do Rozario, defronle da ra das Larangeiras, lo-
ja de barbeiro o. 17.
= Vende-se potassa da Russia, muito nova e ar-
cos do Porto para barricas; na ra do Trapiche, ar-
ma/.em n. 17.
ess Vendo-so potassa americana muilo nova e de
superior qualidade em barris pequeos ; na ra da
Cadeia-Velba armazcm de assucar n. 12.
= Vendom-se 24 pipas de ago'ardcnte de superior
qualidade ; no Alterro-da-lioa-Vista n. 36.
- Vende-se ch i bysson em caixas de 13 libras, em
porceso arctalho; em casa de MatheusAulin & C. na
ra da .llandoga Velba n. 36.
= Vondem-se ricas caixas de tartaruga botins e
meios ditos de Lisboa chegados no ultimo navio
estojo, do navalhas ingieras a contento ; na ra dos
Quarteis n. 24,
= Vende-se urna bonita crioulir.ha rccolbida de
10a conducta de idade de 18 annos ; una preta ido-
ia mai da dila crioulinba ; cuja conducta, tanto da
mOi como da filha, se afianca: na ra cstreita do Rosa-
rio n. 10, terroiro andar.
=Vende-se lona da Russia com um pequeo lo-
que de avaria muilo recnmmcndavcl para camas de
vento, encerados o nutra epplicatao. pelo barato pre-
1:0 de 400 rs. a vara; na praca da Independencia,
loja n. 4.
= Vendo-so mho novo a 5o00 rs. a sacca ar-
roz com casca a 4500 rs. a sacca e farinlm de man-
dioca por proco coinmodo ; em casa do Manocl Jos
(encalves Uraga ao p do arco do S. Antonio.
= Vonde-se urna escravo de 20 annos, bonita i-
l.ura cose, engomma e corinha ; dous moloques de
lia 18 annos, muito bonitos, um Jelles be caoo-
oiro e muilo habilidoso ; urna parda de 22 annos, com
habilidades; duas pretas do 25 annos, boas quitan-
deiras e lavadoiras; dous pretos do 28 annos, proprios
poro enxada por terem pratica ; um inolccote de 20
Compras.
Compiao-se dous machos, ou nulas ; um fole de
folear forniigas ; dous quartos : no principio do Ai
terro-dos-Afogados n. 31.
= Compra- so urna masseira urna tendecloira, la-
boas de botar pao e um torno de pesos de duas ar-
robas al um arratel ; as Cinco Pontas, n. 2, pri-
meiro andar.
Comprase urna porgao doce de goiaba quo se-
ja superior ; quem tiver, annuncie.
Compra-se una porgao de ps de coqueiros ,
que tenho de urna vara para cima du coniprimcnto ;
na ra Senzalla-Velha, n. 114, ou annuncie.
= Compra-se urna tipoia em bom uso; quem ti-
ver annuncie.
Vendas.
Attencao ao liom e barato !
= Vendem-se superiores chilas para cobcrla, de tin-
tas (xas e de bom panno a 180 rs. o covado : supe-
riores cortes de chita lina de novos padres e chegados
ltimamente do 13 covados, a 3500, 3800 e 4500
rs. ; riscados francezes muito linos, a 300 ts. o cova-
do ; cotes de cassa-chitas transparentes, do lindissimos
padrOes a 2400 e 2500 rs. ; cintas, a 120, I4O, 160
e 180 rs. o covado ; madapolo a 150, 160 e 180 rs
a vara ; dito fino, a 200, 220 e 240 rs. dita ; madias-
U muito fino a280rs. dita; pecas de madapolo,
a 2800, 3200 e 3400 rs.; dito fino a 4000 1200 e
4600 rs. a peca; medraste fino.a 5200 e 5400 rs. dita;
chitas, a 4500. 5200, 5500 o 6000 rs.; ditas escuras ;
badrez de linho para aqueta a 520 rs. o covado ;
superi rsetimprclo deMacao, a 3200 e 4500 rs. o
covado ; chales de la e seda, grandes, a 4500 e 4800
rs. ; cortes de chitas de 10 covados escuras a 1600,
1800 e 2000 's. o corle sendo entre-linas e de boas
qualidades; superior' s fustOs brancos, a 1000 rs. o
covado; zuarle mu de vota de largura a 260 rs. o
covado muito boa lazenda para pretos; algodao azul
14 annos, muito linda e peca com bons principios!annos, bom pagem ; urna preta de 27 annos, <|ue
de habilidades: na ra do Crespo, n. 10, primeiro jcozinha muilo bem de orno, massas, fogiio, e engom-
ma liso com perforan ; na ra da Floros n. 21.
= Vonde-se una preta de najao que co/inha o
diario do urna casa, e engomma; no areial do forte das
Cinco-Pontas, n. fi.
=Vendem-se cortes de ebili.s franco/as muito linas,de
assentos escuros, de quadros e listras, cores lixas de 4
palmos o meio de largura e de gosto muilo moderno,
a 3200 rs. ditos com 13 covados a 3000 rs., ditos
de cassa-chitas de cores fixas a 2000 rs. e em co-
vados, a 240 rs., ditos de chitas com assento escuro, a
1600 rs. hietaoha de rolo com 10 varas, muito en-
corpada, a 2000 rs., camisa du meia, a 1280 rs., brins
(raneados de linho purocr de ganga e escuto, a720
rs., dilos brancos, a 1000 e 1280 rs. madapolo en-
foslado a 5800 rs inoias casimiras de algodao mui-
to encurpadas a 4>0 rs. o covado, brins francezes do
quadros e listras a 400 rs. o covado Cusios pa'a
colleto a 320 e 480 rs. meiasparu meninos e me-
ninas a 200 ts. o par, u outtas umitas fazendas por
proco commoiio ; na ra do Crespo loja n. 14, de
Jos Francisco Das.
=- \ ende-se urna negrinha do idade de 14 annos ,
recolhidd com principios de costura ; outra dita de
1 liado de 18 annos engoniiiia e cese muilo bem; dous
moloques de idade de 14 a 18 annos ; uina escravo de
idodo de 20 annos ; dous mulatinlios do idade de 15 a
1S anuos ptimos para pagem : na ra Direila n. 3.
= \ endexn-se duas caixinhas, juntas ou separadas,
de Ierres de cirurgia com bastante sortiniento por
preco commodo ; nu ra do Queimado n. 14, se-
gundo andar.
= Vendem-se 4 varandas de forro novas proprias
para janellas de sacada feitas com gosto e bem for-
nidas tendo duas 9 palmos de coinprimento urna
com 11 e outta com S ditos e com dous palmos pot
onda IiIo ; oulras multas varandas por acabar; fateixas
de todos os (amunbos ; ancorles o mais bem feilo
possivol; assim como so fozem com promptidao todas
as obras o concerlos : na ferrara junto ao muro do ar-
senal de niarinba n. 7.
= Vende-se latinha do mandioca ltimamente
chegada neste porto em portos a 3800 ts. e a re-
lalho o 4jj rs. j a bordo do biate 5. Joaquimlmpira-
dor-dos-Anjot fundeado detonle do caes do Colle
gio ou na ra da Cruz, artnazem n. 'i.
= Vende-se una parda de idade de 22 annos, pou-
co mais, ou menos, de bonita ligura engomma, co-
se ecoiinha o diario de urna casa ; uina preta de bo-
nita figura de idade de 18 annos: a tratar com o Sr.
Hanoel 'erreira Ramos, na ra do Crespc^ao virar pa-
ra a ra do Queimado.
= \ ende-se um terreno de 33 1/3 palmos na ra
da Aurora contiguo ao do Sr. Joao Pinto de Lomos;
e oulro de ICO palmos no fundo do mosmo, entres
casa do Sr. desembargador Uelmonle e o letreno do Sr.
Joan Pinto : na ra de S. Amaro, n. 10.
= Vende-se una pteta do idade de 55 aonos, co-
zinhao diario de urna casa, e Java de sabo por preco
commodo; na ra do Nogueira n 27.
= No escriplorio de Francisco Severianno Rabello
di Filbo no largo da Asseinbla, ende-se cal virgem,
chegada prximamente de Lisboa cm caixas pe-
queas.
= Vende-se um ptimo escravo bom canoeiroega-
nhador de ra : na ra dis T'rincheiras, n. 46, pri-
meiro andar.
Vendetn-so 200 vatas de panno de algodSo da
andar.
= Vende-se tuti prclo de naoo proprio para o
servico de campo sadio, sem vicio., ou deleito ulgum;
no Attcrro-da-lioa Vista n. 26, primeiro andar.
\ endo-se um cachorro da liba por preco rom-
modo ; na ra de Agoas-Verdes, n. 70.
= Vendo-so coilocoao completa das mximas do
maiquez de Matic porSi rs. ; na praea da Indepen-
dencia livraria ns. 6 e 8.
=- Vende-se, a dinbeito ou a prazo com boas firmas,
ou troca-se por predios nesta praca.ou eseravos,una pro-
priedade de Ierras, quo dista duas leguas da < idade da
Victoria denominada Alaga-das-Anlas com
uina legua do tirr.no, propria para planlacoes ou
criacao ; tem dentro dous grandes assudes o recebe
de foros lodosos anuos 21)0.. rs. quo I be pagao; tem
boa casa de vivenda, com bastantes commodos sen-
zalla para prolos estribara, cngonlio para descaio-
' ar algodao prensa para iarinba e trmazens para
depozilos : a fallar com Jos Das da ,vilva na ra da
Cadeia-Velba 1 n. 39 ou nosAfogados, com Lou-
renco Jos du Moraes Ceivalbo, na tua do Rozarlo.
\cndem-se nieias de seda pela de poso parase-
nboras, e meninas; spalos de duraque decores, e
prolos, para sonhora e meninas, de Lisboa ; ditos de
lustio ; botins; bules o sapa tos de bezerro o de lustro
para bomem o mollinos; bolinas de duraque de cies
com pona de lustro pata meninas o meninos; moias
luvas de la para doentos ; lentos de seda preta ; co-
Iheres de marKm para tirar rap ; ditas para moslatda ,
matfim e bucho ; pentesdo alisar, de iiiatfim e do tar-
taruga de Lisboa ; lita de volta para padre ; barretes
de retroz prelo singelos e dobrados para padre ; li-
gas de seda de Lisboa e Porto ; (albores paia crianzas;
escovas de lato e denles inglozas; dodaesde mailim;
moias abollas para sonbora e meninas ; tinta de marcar;
latas de leidlitz ; caixas de tartaruga para rap : na
ra da Cadeia n. 15, loja do liouigard.
=Vende-se sola bezerros couros miudos o cai
xas de tartaruga feitas 110 Aracaty por proco com-
modo ; na ra da Cruz, n. 26.
= \ende-se um mulalinho do elegante figuta ,
proprio pura pagem e urna mulalinha ; ambos muito
sadios sem vicios e de idade do lia 16 annos : na
tua da Cru/, n. 52.
= Vendem-se dous molequcs e duas pretas com
habilidades; na ra da Palma, n. 15.
Vendem-se bichas ptetas muilo boas aos ce-
ios e a telalbo ; na tua da Cruz n. 62.
Charulot de regala,
=Na ra da Cadeia do Recite, 11. 46, ha sempre um
grande sortin.enlo destos afamados charutos vindos
da Haba ; e tan.bem grande existencia de diferentes
qualidude6 de vinhos do Porto, Xcrry, .Madeia, Claret.
e ago'ardente de I ronca a procos ra/oaveis.
=\ ende-se urna cadeira de anuar ; dous pares do
conchas para braco do balanza grande; um quarlao ;
lodo o negocio se (ara : n&s Cinco-Pontas, 11. 160.
= \ende-se urna parda com una cria; para ver
na ra dos Martirios, casa n. 23; e para tratar na ra
da Cruz no Recifa n. 26 com Luiz Jos de Sa
Ataujo.
= Vende se una armacSo de venda tom sous per-
tenec e uns caixocs muito bem folios o envidraoados ,
ainda novos ; 600 gattalas vasias; ludo por preco com-
modo : no Mundo-Novo, ra de S. Francisco 11.8.
= Vende-se urna machina de raspar; urna setraria ;
una machina de lazer lijlos, com lodos os scus per
lences, por preco tazoavel : no Allerro da-Boe-Vista,
n-5.
= Vendem-se gigos com balitas, de 40 libras cada
um gigo ; no armazein de Antonio Aunes Joconie Pi-
res no caes da alfandega.
= Vende-se o JuJeo Errante por Eugenio .Su
tomos do um a 6 ; o o conde do Monte Christo nn'
Alejandre Dumas, tomos de um a trez traducido-
c ricamente impressos no l'.io-de-Janeiro : na ruad'
Cruz, no Recifo livraria n. 56, a 12S0 rs. eadi
volunt.
At'cnrao !
= Continua se a vender o muilo superior rap dB.
nominado Princeza-Novo-Lisboa sendo este
nico rap que se podo por a par 10 de [Lisboa ; ven-
de-se as lojas dos Srs. Guilliernie Augusto Rodrigues
Selle, ra do Queimado; Victorino & GuimarSes, ja
dos Quarteis ; Antonio Domingues Ferreira ra J0
Crespo ; o no depozito, ra de Apollo, n. 18. p,e.
c.o de cada libra 1000 rs.
= Vende-se ptima carne do ser!5o e lingoas, em
jacaesde duas arrobas, pouco mais ou menos, e cal-
lente para urna boa feijoada : na ra da Cadeia ie S
Antonio casa n. 25.
Vendem se 3 eseravos mocos, de bonitas figuras
sendo dous canoeiros, e um co/inheiro, por preco com-
modo na ra das Cruzes n. 28, segundo andar.
Vende-se urna morada do casa de 4 portas de
frentee grande quintal, sita no Atterro-da-Boa-Vista e
com fundos para a ra do Cmara.): a tratar com Ma-
noel Ferreira Lima.
Vende-se urna bcranca constando do casas e
Ierras na liba de S. Miguel, na cidade d'Alagoas ; ni
ra do Rangcl n. 26 acbarao com quem tratar.
Vende se chocolate da liahia ,'a arroba a 6000
rs. em libra a 240 rs., em paos o meios ditos; na
ra cstreita do Ro/atio venda n. 8.
Vendem-se cases de rolas brancas do Hamburgo
na ra Augusta, n. 34.
Vendo-se um hanbeiro de folba em bom uso
por preco commodo ; na praca da Boa-vista depozito
de assucar, o. 7.
Vende-se tratado do arlilbaria por J080 Muller, 2
tomos ; instru').fles para exercicio dos regimentos de
infantera por ordem do maruchai Boresford ; geome-
tra de l.cgcndres ; 11 primeiro tomo da recreacSo phi-
losophica do padre Theodosio de AlmeiJa ; elementos
do analyses por Besout: na ra do Crespo, n. 11.
= Vendem-se ornamentos de diversas cores para
celebrado do inissa cm muito bom uso; urna biblio-
theca de Fetraris, 8 v. em quarto; uina biblia du II?-
mel e Concordancia 3 v. em folio ; um tbeatro
occbciastico 2 v. em quarto : na ra da Cadeia do
Recie casa de Jos Mara Seve n. 27.
Vende-se vinagre superior a 400
ris a taada ; na ra do Atierro dos A-
ogndos n. 7.
BARAl'O.
Vende-se superior rap de Lisboa
cliegado pelo liobim, por precio commo-
do ; na ra da Cadeia do Recite, loja de
Joao da Cunta i\la Rap de Lisboa muito fresco ebe-
recentemenle: vende-se nu ra ds
Cadeia n. ai e a4
gado
Eseravos Fgidos
Ierra boa fazenda a 220 ts. : na ra do Queimado,
n. 57.
= Fu gio, no da 5 do crtente moz de agosto, unn
oeravu de nomo Marcellina alta bastante secca do
corpo ps grandos e mal fuitos cara comprida, pe-
tos cabidos, de idade de 50 a 40 anuos; levou vestido
encarnado de riscado com listras mindas camisa de
algodao/inho sem panno.com utia toalha'de meso,
ja rota: quem a pegar, leve a ra largado Rozario,
n. 46, segundo andar, quesera bem recompensado
= Fugio, no dia 21 do corrento, doabaixo assigna-
do, um escravo croulo do nome Manoel, baixo da
idade do 0 annos com os signaes seguinles : rosto
redondo bocea rasgada olhos grandes e .inarellaios,
cor nSo muito pteto ; tem cilicio de aifaiate sabe Icr,
e escrever; eslava de caixeiro em urna venda defronle
da Tacaruna ; levou urna caixa com aiguma roupa e
dinheiro : quem o pegar, leve ao mesmo abaixo as-
signado no mesmo lugar, ou na ra da Gloria n. 62.
Joo Nepomuceno Ferreira de Mello.
No dia 20 do correte fugio una pela, de n; tan
Angola de idr.du de 30 anuos, pouco mais ou me-
nos de nome Mana tur preta, alia e magra do cor-
po olhos na flor do rosto, foieoos reglales; levou
vestido de cbita desbolado que partee branco o nu-
tro por cima, de assento azul claro e llores miudas en-
carnadas e panno da Costa e he bem civilisada : es-
ta preta foi escrava do Sr Antonio Jos do Magalhaes
Rastos. Roga se as autoridades polciacs campanbas,
ou qualquer pessoa de a pegarem e levarem a seu senhor
Domingos da Silva Campos, na tua das Ctuzes, n. -iO,
que generosamente recompnsala.
= Ainda se acha fgido o molcquo Flix, recom-
ii!.1 ib.to nos Diarios de 19 o 2 do torrente ; coosls
que anda pelos len odios pescando ou no Montoito;
c tambem roga-seaos propriotanos de 1 anuas d'agoa ,
bajo de recommendar aos seus canoeiros do nao da-
rom acolbimonto, nos camarotes uas incsmas canoas I
pretos fgidos, ou pretas poisj se tirou, de uina ca-
noa urna preta da mosma casa da ra da Midre-do-
Deos, n. 36, segundo andar.
= Fugio, no dia 14 do corrento um preto de no-
me Joao, de naco Angola, com os signaos seguintes:
bastante baixo peinas e ps pequeos denles lima-
dos representa ter mais de 30 annos; levou calcas
e camisa novas, de estopa grossa ; tom sido visto nos
A logados : quem o pegar lelo a 1 ua Direila n. 10,
que ser bem recompensado.
= Fugio no dia 19 do correle urna preta de
nomo Mana de nagao Songo de idade de 30 annos,
com os signaos seguinles : estatura baixa tOr piola,
olhos pequeos e um tanto vcrmolhos ; tem a perno di-
reila indiada um talh no natiz ; levou vestido de
cbita blanca com llores encarnadas, continhas cmarel-
las no pescoco panno da Cosa azul com listras blan-
cas ; cuja preta andava vondendo, na ra cocadas,
= Vende-se urna patda com urna ctia de 2 annos ; I bolos de arsucar e gtudes : quem a pegar leve a ra
no paleo da S. Cruz, loja de funiloiro. I cstreita do II tario n. 21, que seta recompensado.
= \ endem-se adragonas ricas para officiaes chc-J
gadas do Rio de-Janeiro ; galoes finos; apparelbos pa-1
= \ende-se um carrinbo ingiez de duas rodas ,'ra barretinas: na ra da Cadeia, loja de uiiudezaso 9. Ipekn
HA TVP. DE Mt F. DIFAMA1^4


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