Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05841


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Full Text
Segunda fcira 10
I n nliltlO publioa-se ..todos os das qne
n r.iri-m le guarda: o prf-co da assigna-
' 4/ por quarlcl pago, adianto-
2, O* aimuneios dos assignantes no iosc-
11 ., ,a-o de 20 res por liulia, 40 rs. era
! no'dinrrri.tr, C as rcpelifes pela inrtade.
- nur nao ferem asonantes pagflo 80 rs.
| ,'rVinia, )(S0 en. typo diferente.
PHASBS DA LA KOMKPDE AGOSTO.
., 3 a Mi c 5 min. da manlia.
cente ,0as 8 h- e 21 Vn'nu,to,5" '
' ~,.ia a 17 s lOlioi. e 5? niin. da mao.

PARTIDAS DOS CORMEIOS.
Colanna. Patahyba, c R6 O runde do Norte
Segundas e Sextas frlras.
Cabo, Serinl.aeni, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Maceyo, no 1.". 11 c 21 de cada inez.
Oaiaiihuns e Monito a 10 < 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28. .
Victoria as Quintas feirai.
Ol.i.da todos os das.
-
PREAMAR DE HOJfc-
l'rimcira as 51.. c 18 niin. da manha.
Segunda as 5 li. c 42 minutos da tarde.
de Agosto.
Atin XX N. 181
r-t
DAS DA REMANA.
18 Segunda S. Chrispo, and. do J. de D.
da 2. r. .' e to J.' M. da 2. v.
19 Terca S. I.uii, and. do J. de D. da
v. e do .1. dos r'eitos.
20 Qnarta S. bernardo, aud. do J. de D.
da 3. vara.
21 Quinta S. Joanna, aud. do Juii de I),
da 2. vira, e do J. M. da 1. e 2. v.
22 Sexta S. Ti.nothco auH. do J. de D.
da 1. y. do eivcl, e do J. dos 1 ritos.
23 Sabbado S. Dovina, aud. do J. de D.
da 2. vara.
24 Domingo S. bartholomecn
CAMBIOS NO DA 15 DE Af^TO.
Cambio sobre Londres. 25 d. por l a 00 d.
'. Par 370 ris por franco.
Lisboa 120 a I25p. c. pr. p. tn.
Desc. de le. de boas firmas 1 '/, 1 '/., rs. "/
Oura -Oncas hespanliolas 3IS6U0 a"32|D00
Moeda de #400 vcl. 18/000 a 18/100
de (i/100 nov. 17^800 a 18*000
de 4/0O0 tyfeOO a
'rata- Palares .... 1/070 a
Pesos ('.oluuinares. 1/1)80 a
Ditos Mexicanos 1/940 a
Moedas de 2 patac. 1/780 a
Acedes da C." do Beberibe de 50/000 ao par.
!)#700
l'/!)80
2/000
1/70
1/800
-''-iSSES
DIARIO DE PER1AMBUCO.
PARTE QFF.CIAL.
"DECRETO N.0 422 DE 27 DEJUNBO DE 4845.
Alterando o regulamenlt de 9 de mato de 4842 poro a
arrtcadacSo dos beni os defantot e ausentes.
Hei por bem ordenar qne eobscre o regulamento
que com esto baixa,' Iterando o do 9 de rooio de 4842
llura a srrecadaco dos bens do defuntos e ausentes, os-
i'-nado por Manuel Alve Branco, do concclho de esta-
do" ministro e secretario de estado dos negocios da fa-
jeada e presidente do tribunal do (hetonro publico na-
cional, qe assim U!ra entendido e far executar.
Palacio do Rio de Janeiro, vigsimo quarto do independeuoia e do imperio. Cora
a rubrica de Sua Magestade o Imperador. Manoel Al-
tes Bronco. .
jWamifile alterando o de 9 de mato de 1842, sobre a
urreoadaco des hens de defantos e ausentes.
Arl. I. Assnosicio do art. 2. do regulamento do 9
de inaio do 4842 nao ter lugar:
1.0 A respeito dos bens do defunto, testado ou intes-
tado, que dcixir conjugo na (erra ou herdeiros presen-
tes, ascendentes ou descendentes, a que, confurn.C a di-
rcilo, pertenca 6car em posse e cabeca de casal, para
proceder ao inrcnlario e partilhas.
2. A respeito dos bens do defunto com testamento,
que ti ver deixado teslamenteiro, que osleja preonlo na
trra eacceite a testamentaria: a este pertencer proce-
der a inventario, administrar os bens e dar partillias, na
falta do conjago c herdeiros mencionados no paragra-
].lio 1."
Se ao terapo do fallecimento estiver ausente o lesto-
tuenteiro, se far a arrecadaeflo judicial; mas, se aconte-
cer apresentar-sc o teslamenteiro antes do feita a entre-
ga aos herdeiros, e rccolhido o producto dos bens ao
theiouro e tliosonrarias, lhe ser ludo entregue para o
cumprimento do testamento.
3." A respeito dos bens pertencentes aos herdeiros
ausentes dos defuntos testados ou intestados, quando es-
livcrem no lugar procuradores legal...cute autorisados
para receber o quo Ihes pertenecr.
Art. 2." Nos casus desdous paragrsphos 4. e2. do
artigo antecedente, se bouverero herdeiros ausentes, o
juii nomear senipre curador quo assista ao prooesso do
inventario c partilhas, arrecade o administre os bens, se,
findo o tempo da oonta, nSo liverem os herdeiros entra-
do na posso da heranca por qoalqucr motivo.
Art. 3. Ficio supprimidas no art. 3.a parngrapho 2.0
do regulamento de 9 do inaio de 1842 as palacras ou
tciu elle c no paragrapho 3. as palavras no mu-
nicipio da corto que serio substituidas pelus pala-
vras em to'do o imperio.
Art. 4. He da obrigaoao dos delegados o aubdclcga-
dos da polica o d.irem parle ao juiz dos orphaos dos ob-
los de todos os intestados, na forma do art. 13, como
tambera de todos os que morrerom com testamento.
Art. 6. Se, feita asaverigunce* do art. 15, vicr o
juii dos orphaos nu conheoimonto do quo o intestado he
cstrangeiro, participal-o-ha ao respectivo cnsul, quan-
do ja antes o nao tenha fcito, o no caso de nao o haver,
so ministro dos negocios estrangeiros para cuiuuiuui-
cal-o ao paiz da uatiiralidado do tallecido*
Art, .* As diligencias e processos ordenados pelo
art. 21 fic5o a cargo dos juics dos orpbaos.
Arl. 7." Dos 6 i por cenlo deduzidos dos bens arreca-
dados, lera o cscrivao 1 por oento somonte, passando o
por ceirtb qlT do n.ai tu.lia at hqjo para o curador,
que ossiin vira a ler 3 por cenlo.
Art. S.u Os bens de rait pertencentes s herancas ar-
recadadas s pdenlo ser vendidos, como osoutros bens,
quando da demora se poder seguir ruina dus meamos
bens, segundo o juio dos* peritos.
Art. 9. A juslificaces u libellos para a cubronca do
dividas a qne estejio expostas as herancas dos defuntos e
ausentes sern intentadas perante o* juizes quo asarre-
cadarem, citados o curador .las Lerancas, o procurador
da fjzeiido|no municipio da cor, e os iniciadores fis-
cac, os seus ajudaules, ou os r.ollectores em todas as
provincias, com appello ex-oflicio para n relacao do dis-
tricto, onde .ser mitra vei ouvido o procurador da fn-
lenda, (cando assim revogado o art. 32 do regulan.cu-
lo. Noseriio mlniittidas juslificaces por dividas maio-
rea do J00$ rs.
Art. 10. O art. 3G do regulamento deve ser entendido
nuitermos do paiagrapho 42 p. 3." da lei de 30 de no-
verobro de 1841, pelo quo respeita aos 2 por ceuto que
no dito artigo so manda urrecadar.
Arl. 11. v;, assistencia que he facultada aos cnsules
das nacfies estrangeiras aos aotos judiciaes e administra-
tivos relativos a herancas do defuntos e ausentes de suas
Dafnes, devu cntender-su permittida a faculdado derc-
'|..ererem, perante as autoridades do pait, todas as pro-
cidencias legaes que frem conducentes boa urreoada-
{3o e adininistrafao das ines.nas herancas, c bem assim
o direilo de seren ouvidos a respeito da eacolha e no-
i.ii arao dos curadores c administradores dos bens della,
Art. 12. Ficao revogadas todas as disposieOes em cou-
trario.
Rio de Janeiro, cin 27 dejunbo do 4845. Manoel
hes Bronco.
le n.o 350 DE 17 UE JUNHO DE 1845.
Extingue a tontadoria da intendencia da mariuha da
corte, e a secedo do estado dos negocies da mariuha, c cria urna canta-
doria geral da maiinha na corte, e contadorias subor-
dinadas a esta em cortas provincias.
"oa Pedro II, por graca de Dos c unnime accla-
niaciu dos povos, Imperador constitucional e defensor
perpetuo do Brasil: faiemos saber -a todos os uostos
ubditos que a asscmblca g*ral legislativa decreta o nos
lucremos a lei seguinte :
Artigo l.u Ficio xtinotns a contadoria da intenden-
cia da niarinlio da eftrte, o n seceso do contabilidad!) an-
nexa secretaria do estado dos negocios da mariuha,
oreada pelo decreto o plano do 4 de Janeiro de 1842.
Art. 2 Ser cread ni corlo urna repartilo oorn o
titulo de oontadoria geral da morinha, indepeudonlo da
intendencia,
Art. 3. A contadorio peral da marmita sor* irteum
bida da escripturaco, contabilidldo e fisoalUacao da re-
ceta e despeta do marisma em todo o imperio, c da OS-
cr|ituracio privativa do arsenal da crtri da tomada de
contas de lodos os empregados da rcportico da mari-
nha, responsaveis per gneros o dinheiro; du organisa-
co dos (.remenlos o balancos anuuacs quo devetn ser
presentes ao corpo legislativo, o da distribuicao do cr-
dito do respeotivo ministerio.
Art. 4." A contadoria geral ser dividida em sccccs
pela manoira que fr ni ais conveniente ao servico; e ca-
da orna deltas ser dirigida por mu primeiru ullicial, co-
mo chefe, dubaixn da dircecao do contador geral, ven-
oendo por este servico una gratificacSo, a qual smente
lie devida pelo exeruicio etteclivo.
Art. 5.0 llavera ora cada nina das provincias da Ba-
bia, Parnaubuco, Para e no Rio-rande-do-Sul ( cm-
quanlu nesln provincia honver arsenacs do niarinha),
una contadoria, iudepondente dos respectivo intenileu
les e inspectores, e subordinada contadoria geral: ca-
da urna deltas contadorias ter, no quo fr relativo ao
respectivos arsenacs, as mcsiuas ine.umbuncias e attri-
buicSos quo a da corte, devendo sua rscripturacao o
contabilidado ser cstnbelecida emperfeita hnrmoiiia com
a da contadoria geral.
Art. 6." O governo hoauloritado a supprimir, as
intendencias o sJmoxarifaiioada corte e da Babia, os em
pregados que parecer... dusnecessarins, vista da dis-
posifdes desta lei; as [cssoas quo os servircm, bem co-
mo os empregados das reparticea que por ella ficao ex-
tractas, o que tivcrein as nucesssarias habtlitagoes, pas
sar para t respoolivas contadorias.
Art. 7. Na udmissSo para os rmprrgos dacsuriptura
gao o coutabilidade do ministerio da mariuha, su obser-
var o que dispoe a le do 4 de outubro ilo 1831, excep-
to a respeito dos individuos que estiverem j emprega-
dos e houverem do passar, era tirtudo dcsta loi, para as
novas estacones por ella creadas.
Art. 8. O governo fien autorisado para fixar, no
praio de um anuo, o numero e vencimentos dosompre;
gados da contadoria geral da corto e das contadorias das
provincias, subractteiulo tudo depois approvacSo da
asiemblca geral legislativa.
Art. 9. Para a boa exccuc-Jo dcsta lei, dar o gover-
no os necetsarins regularaculus, emque scro marcadas.,
debaixo das bases nclla cslabelvcida, as attribuifes quo
deven, f.rar nstnpctiudo a contadoria geral o s contado-
rias provinciaes; aos intendentes da niarinha, inspecto-
res, contadores, o a cada urna das scccocs era quo fr
dividida a contadoria geral; ostabctcccudo u ccntrali-
sundo o systcmn de escripturaciiu, eoutubilidado c lisea-
lisarao do toda as opcracSes do receita o dcspcia per-
tencentes ao ministerio da niarinha.
Art. 40. l'.ea o governo autorisado para aliar as
dii|iosiers dos decretos do 11 e 13 do jineiro do 1834,
na couformidado desta lei.
Art. 11. Ficio revogadas as leis c dispoiices cm
contrario.
Mandamos portante a todas as autoridades a quera o
conhecimento o execucan da referida lei pcrtcuccr, que
a cumpro e t'. rao uumprir e guardar tan iiitciramcutc
como nella se conten. secretario do estado dos nr-o.
uios da niariulia u laca imprimir, publicar e coirer. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, cm 10 do junho de 1845, vig-
simo quarto da independencia e do imperio. Impera-
dor, cora rubrica e guarda. Antonio Fianciscode Pau
la Hollando Cavafoanti de Albuquerque.
BISPAD0 DE PEKNAMBUCU.
D. Joo da Purificado Marques Pcrdigo, etnego lo-
grante de Santo Agostinho, por graca de JJeos o da
tanta s apostlica, bispo de Pcrnnmbuco, do concclho
de S. M. 1., eto.
A todos os niissos diocesanos sadc, paz o bencSo em
nome de Jeius-Christo nosso redemptor.
'leudo nos em vista n'preceito apostlico, quo no
impo o devor du praticor o bem, einquauto pa.ra este
fi.n nos he concedida a existencia por beneficio daquclla
Providencia, que anhela nossasantificacao; o sendo nu-
merada entie u obras du grande mrito a coustruccao do
um templo, em que a nomo de Dos seja invocado, c
glorificado pela adorarn em espirito e verdade dos que
firmemente ereera na magiiilude de sua gloria o mages-
tade, temos felizmente projectado cooperar para esta
magnifica obra, confiando na piedade chrisla, que orna
os habitantes desta diocese, cujo rgimen nos est en-
tregue.
Reinimou nosso esperanco, o confortuu usso animo
a gei.erosidade, que a rcspeitavel asscnibla legislativa
'desta provincia manifest.., destinando duus contos de
ris para auxiliar e animar religiosidade dos quo sa-
bora apreciar quilo grata seja ao autor da nica verdade-
ra religiao um projecto de tanta monta.
Louvor e publicagralido tributamos a umn asicm-
blea, que, com lao edilicanto cxemplo, excitou|o povo
ebristau u eiuprehcnder a edificacao de um templo, que,
segundu nos parece, ser dos mais tortuosos, e elegan-
tes desta capital, npezar da escaoet dos moius para se
oLlcr a vcrificacSo de nm designio da niaior tranice-
doneia.
He com incxplicaicl prater, que annunciaroos a col-
locscio da primeira pedra para fundamento da nova
raatrii da frcgueiia do S. Jos do Recife, junto das Cin-
co-Ponlss, pelas S horas do da 31 do correte mes, em
cujo soto compareooremos para sor celebrado pontifical'
mente, mediante o exercicio das tocantes esempro res-
petareis ceremonias, proscriptas pela santa igreja, di-
rigindo noi ao jt luciiviouido lugar cm solemne procit-
sao, que deve sabir da igreja do Terco, para no fien des-
te aolo celebrarmos o incruento sacrificio, conccderraoi
as indulgencias a todos os presentes, o trssislirmos ao
sermio.
Varaos, dilectos Rilaos, concorrer por todos os mcioi
ao nosso alcance para a estructurado um magestoso san-
tuario, emque possa habitar o SS Sacra monto, cuja ins-
lituicao devenios recoiihocer rcalisada cm uoss favor,
pora gosurmos as delicias espiriluae, quo esto pao ce-
leste nos offerece, o saborcarmos os naves frnetus, que
scu autor couiuiiiuica s almas nliinainente convenci-
das das santas disposicies coro que o devem receber,
existente cm nossos altares al a coiisiimmacao dosse-
culos.
Se, pois, sinceramento nos inloressamos no culto e
vctieracao devida a S. Jos, castissi.no esposo da soro-
pre Virgem Alaria; se tomamos parte ere sua singular
glorificado; se nos regosijamos com os extraordinarias
eparticularissimas prerogativas, smente concedidas -
quello, que fui reputado pai do Jesus-Cbristo; se finol-
inento almejamos o seu patrocinio para imitarinoa suas
virtudes; ennstituaino-nol telosus cooperadores da mag-
nificencia do templo, no 411' e,e glorioso patriarcha
possa ser louvadu o engradeeido, convencidos de que
lhe sern gratos os muso esforcos, o proliouos para nos
garaiilirem sua protccgSo.
A intcrvcncSu desto magno protector seja o forte es-
timulo, que faca continuare eonsunuiiar a obra j prin-
cipiada para honra e gloria do Dos, sob os auspicios de
scu lidclissimo servo, cojos obsequios a verdadeira de-
vofo promove, o religioso fervor inspira.
Seja, dizemos. um vigoroso escudo, quo defenda to
nobre objoctodequalquerincur5o inimiga, aparte to-
dos os obstculos, e aplano as dilliculdades, que pdeni
occorrer na creaco do um monumento digno desta ca-
pilnl.
Palacio da Solcdade, cm 10 do agosto do 1845.
Joo, bispo diocesano.
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DI. 13 DO CORBENTE.
i OfllcioAo delegad, do termo do Paodo-Alho, en-
ea rregando-o do lorneeimentoaol presos pobres dejusti-
ca da respectiva caiicia; o provenindo o, de que a des-
peta, que com tal tornccinientu fizer, ser paga no tbc-
soura. i.i das rendas provinciac a vista da oonta meusol,
que |iur S. me. llevo sor apresentada. Parlinipou-so ao
juiz de direit du Po-do Albo, queaicuielhuntc respei-
to havia olliciado presidencia.
DitoAo thesoureiro da lotera do llieatro, declaran-
do, que o edificio, que fui igreja dos jezuitas, nJo pude
ser posto sua dispusicao para nelle t.izer corrers ro-
das da inesraa lolerio; por estar arruinado, e precisar de
alguns reparos.
PortaraNomcando Antonio Jos Campello instruc
tur da guarda nacional de Naiareth. Goiumunioou-o
ao chele du respeolva legio, e ao inspector da thesou-
rana da fazeuda.
Dita Reformando a Ju-.o Lcito Torres (alindo no
posto do teente-ooronel do primeiro botalliflo da guar-
da nacional do Cimbros, oaJoaquini do AlmOida Cata-
nho no do major do nicstuo batalho.-Forao noinoados:
o raajor Jos C.ietsno de Medeirns jiara substituir o pri-
meiro dos reformados,' o cidado Joaquira Mouoel do
Medoiros para o posto do segundo; o cidado Panlolcao
deSiqueira Cavaicanti para coronel cliefo do legiio de
Cimbres; e o capito Francisco Cordciro do Carvalho
para nifjor do primeiro batalhJo do Brejo ,e fixcro-lo
os participaces do estylo, ________________
^^-- --' ^.-Tanrr^-*aMI't'-"*')lgl,aBT'fT'^iBJ1MIMI*a|aB^BM
EXTERIOR.
RI-DA-PRATA.
Ab.iixo tem os nossos leitoros a noticias do Rio-da-
Prala, que encontramos no Jornal do Commercio.
MONTEVIDEO, 3 DE JUL110 DE 1845.
Aqui est demorado o paquete ingles Spider, que, j
ha das,devora ter|scguido para o Rio-de-Janeiro. Asse-
gui .".ii-iiir que est espera do vapor Firebrand, que
hoje dever sahir de Buenos-Ayres com odesfecho das
negociaces, .hu de poder levar o resultado das luissocs
iuglea e francesa aos respectivos governos.
Sobre as negociaccs cutaboladas em Buenos-Ayres,
continuad a correr rail boatos, o a todos ellos don cu
pouco ou ncnlium crdito. O quo me parece ler algum
fundamento he o seguinte:
Rosas recusoii entrar era negociaces, em quanlo, co-
mo passo preliminar, no fosse admittido o direito da
Contcderaco para bloquear rigurosamente o porto de
Montevideo, recunhecciido-sc primeiro quo tudo ene
bloqueio.
Os mediadores recusarn reconheccr o bloqueio c a-
presentro a final o seu ultimtum, xigindu que as
furias argentinas cvacuasseui o Estado Oriental, eque se
luaudassc retirar a c.-quadrillia de Bucnos-Ayrc, que
est em frente desta piafa, para livreuicnte se poder tra-
tar di paz; marcando o dia 2 do crrente para so Ihes
dar una respostu definitiva.
A opinio geral, lauto em Buenos-Ayre corno aqui,
ho que Roas nao ceder, e que a Franca e a Inglaterra
terao de recorrer forja para conieguirem o seu fin, e
restabelecerem a pax nesta repblica.
dem, 10 DE jumo.
Intervengo iicut erat in principio. Nem palavra
adiantauoi, Em Buenos-Ayres reina urna peste do cir-
cuiiispacfo: ha j 63 dia que foi recebido uSr. Ouie-
ley, o nada apparece, nada so v, nada se sabe. As cartas
de Buenos-Ayres aununcio que Rosas resisto s todas as
propoiicoet, o nico facto quo al agora falla, be que
os navios mercantes all detidoi, era censequencia do
deoreto do 43 de fevereiru, principio a vir descarregar
aqui. J ebegriu a Fama, ingles, e o Universal o Ave-
Mari, fraucezci. i seui capits.es dizom que o agentes
diplomticos dai suaispaces Ihes declirrflo que nio ba-
ria esperanca de chegar a um accordo com Rosas, lia
j muito tempo que cu sabia isto ; mas be nm dos pbe-
iiomcnus da poca que todo o mundo comprelionde bem
o quo he Rosas c o seu systoms, mcnoi o gabinetes eos
diplomatas que cora elle tratan.
As prorocacOes diarias da 6'acela contra os cstrangsi-
ros prnoipio a dar o seu fructo. No dia 27 de junho foi
degollada urna familia inteira escoma, na curapanha,
nao longe de Buenos-Ayei, ncluindo urna enancado
quatro metes! A Goce/o de Roiai c o mesmo Rosss celia
fazendo grande apparato para desoobrir os autores deste
atrocissimo crirac. Mas no entretanto alguns chafes do
Rosas atacro duas ou tres familias ngleus.no Rneon-
de-lai-Galinai, saqucrSo-as e oltrajiio com brutal in-
solencia as senhoras das familias. Li a peiicao das rioti-
uias, poiliudo reparafio e castigo do attcnlado. Foi a-
presentada ao Sr. Turncr.
A corveta Cornos, ohegada hontom do Buenos-Ayres,
.innuncia tambem qne tres Inglezes, um Rail, umBsrker
e oulro, forao isssssinodos a duas leguas de Buenos-Ay-
res. Algumas cartas que ou vi confirman esta noticia,
mas nio tomo sobre mim aiscgurar que be exacta, como
illlrmo quo sao as duas que primeiro refer. Estas per-
seguico o .nortes ho de continuar e ir eea augmento i
nao oduvido Vm., o uio so limitars a Ingleses. La O
arti do Defontor do Cerrito, publicado no Nacional de
boje, e conheoer a sorto que terSo os estraugeiros em
geral, debaixo do rgimen de Oribe e Rosal. Sio ellos
mesuios que iinnuucio.
Agora me dizom quo rom entrando o Vapor franca
Faltn. Vou ver o que traz.
dem, s 2 horas da tarde.
Gloria in exoeltU eo\ 0 vapor Faltn trouxe final-
Dicnte a t.'io desojada noticia ullicial sobro a tuareba das
negociaces em Bucnos-Ayfes.
Os ministros inglex c francezoxigern que Rosas retiro
as forcas argentinas de mar e trra, edio-lbe* din para
so decidir.
AcceJera Rosai? NSo o creio, nio o cipero Vm. Ji
rcpellio a luipcniio de hostillidadcs, e ha de repellir
tambera a intimacao que oro se lho fus, Rucorrer-ie-ha
i armas. Que far o imperio?
{Cartas particulares)
CONFEDERADO ARGENTINA.
BUE80S-AVBEI, 21 DE JUNHO DE 1845.
No dia 26 da raaio loffroo urna modificacio o mini-
terio braiiloiro, quoconflamoi ser precursora de una
intelligencia mais cordial entre os governos argentino o
imperial do que aquella quo exilie, ha algum lempo.
U presidente da cmara dos depuUdoi, o Sr. Liuipo
de Abreu, foi nomeado ministro dos uegocioa eslrangei-
ros, eas oulras duas pastas foriu confiadas interinamen-
te aos ministros do imperio e d mariuha.
Nao obstante todas as diligencias da opposiclo para
obtor alguns esclareoimentoi a respeito desta mudificau,
rccuirio ot ministros dor a menor informacaclo a res-
peito, o quo parece favorecer a mppoiiclo do que a co-
ra interpo sua prorogativa noita oooasiio.
(Extraoto do Briiish Paokel).
DEM, 26 DE JUKBO.
O Sr. Limp de Abreu, actual ministro dos negocias
estrangeiros do imperio, era presidente da cmara doa
deputados, o jurisconsultu illustrsdo ; oouviraos elogiar
a sua notoria probidade e inteireza de carcter. Diz-se
quo examina e ie oceupa de preferencia com as roclama-
ciies apresentadas pelo ministro argoutino na corte do
Hio-de-Jaueiro, em nomo do seu gorerno.
(Goceso).
1D&M, 28 DE JUMIO.
....... A presenca em Buenos-Ayres, nesta conjunclu-
ra, de dous diplmalas europeos, ao mesmo tempo que
o Brazil nao est repreienUdo, causa no Rio muta in-
quictaco. A opiniio geral era que o novo ministro dos
negocios estrangeiros desojara remorer as difDculdades
que existem entre os governos argentino e imperial, de-
vidas a actos de seus antecessores, de surte que, resla-
bclcoidas as rclacc diplomticas, possa o Brasil, de ac-
cordo uoin os Estados-Unido*, fuer uurir a sua re em
urna questSo que lio profundamente stfecta a America
cm geral.
(Extracto de Brilith Paokel).
PARAGUAY.
AS6CMPCA, 17 DE MAtO DE 1845.
Paraguayos! A seguranea eo bem-cstar da Repblica
exigem que o exercito seja elevado a urna torca roiiiei-
urel.
O lupremo governo nacional cita certo qne oa brio-
sos Paraguayos sa bem dedicar i aua patria todos e quaes-
quer_ sacrificios. Aquello que ella reclama actualmente
be pequeo. Sois chamados ao honroso servico das ar-
mas, e o vouo alistamento voluntario est aberto de bo-
je em diante. Os que so apresentarem espontneamente
obterao vantageus ero rclacio ao tempo do servico. Eia
Paraguayos! presidente da Repblica conta cout-
rosco.
AssumpSo do Paraguay, 17 do maio de 1845.
Cblos A. Lpez.
(lio n. 4 do Poronoeuo' Independiente, irimcriplo no
Nacional).
L-se no Jornal do Commercio:
A baha das Uhas da Nova Zealand, onde os Ingle-
zei leetu uina colonia, foi altimimenlo o theatro de urna
lucia saiiguinoleiiia que teriuinuu pelo abandono e des-
truifo total da colonia.
" No dia 3 de marco p. p., chegou aquella baha a
corveta americana S. Louit, ora fundosda no nono por-
to, e achou em guerra a berta ai autoridades inglesas de
kororareks, villa de 59 habitantes, com o afamado che-
fe nativo llelii.
" 0 coiuutandaiiie americano, reoltido a cgiiorvsr


^
-:.
> inoie rHJecnsa neutralidad?, mu, qaerendo mostrar
jiralic.iuicrtte ao mesnio lempo us dcsejus que tiulia de
evitar o acius de Liiibaridadc da guerra sulvogem, leve
uni.i entrevista eom o chefe Hcki, e ublevo delle a pru-
mesia de que scriao respeiladag as inullieres, us crian-
cas, os estabelecimenlus iinssi"u,.rio e as pruprieda-
des americanas, pmmcis.i quo fui lielnienle uiiiii>iui,i.
Na madrugada du 11 de marco, simulando ua ind-
genas un ataqoegt-ral a tuda a villa, leaiii de assallu
o ioi ti ni quu a protega. Ao ineio da tez ciplus.n, u de-
jnisito de pulvora dus habitantes, matando o lerind
inuitus, r pinico depuis fui abandonada a villa, seudu en-
t ni saqueada c destruida julos indgenas, que s respei-
trSo as igrejas e as casas dus missiuuuriu*.
Os escaleres da crvela S. Louii cmprcgrSu-ic ac-
tivamente mi transporte dos le idos, e das mulliercs'e
i-ianeas, para bordo d enibarcacet surtas nu porto.
'.ili:ula-c a perda dos luglezes ein 16 inurtus e uulrus
tantos feridos, entraudn no numero destes o coiniuau-
le da cuneta inglexa Hazard, que defenda a villa.
No da 15 de inarcu, fui abandonada a malfadada
robinia, seguiudo os seus liabitantea para a cdade de
Auclilaiid, capital do governo colonial dcNova-Zealuild,
mide aportaran no dia 10.
RS
PERNAMBCO.
CORREIO.
CORRESPONDENCIA DA CIDADE E PROVINCIA.
Alguroas aliuinlias devutas, vendo que o formo algu-
inis vezesapparceco magro, o nutras deixa de apparc-
rer, tlvet lenhau dito la de si para si; morreo o pinto
lia cascae ueste oaao tenhiii favorecido com algumas
uncdei :cu Ihea agradeco a caridade. Nt morreo
o Comi; roas estove muito doente, que lie, para uior-
rtr, meio camiiiho andado. Estevo atacado de urna in-
flamacao as t>'a*ra tfiieslinuc, quo o pos na espinba,
betu que Ihe nao dusse cabo do canastro; o anda bem
que nao deo, porque o Corrtio nao eslava para dar tal
barrigada.e lao grande fartadella de riso a seus smioM
antes de ver a patria dos Negrei montada oficialmente,
segundo o syslcma Texeiro-chichorreano iVJorre (se-
jamos francos e nada de bazofias, senipre custoii, cus-
la o lia de oustar, porque emfim a gente lie de carne e
ussu, e essa carne, case usso d todu o cavaco por a-
quillo, que se chama sensacoes desle mundo, e nio ca-
be em querer dcxar o oertu polo duvidosn : os meamos
santinlios, quando so achavau no caso vai nao vaifa-
xiao anua embarguinhos, que nao pegarlo por acr ma-
teria velha e sentcnca paasada cm julgado, que o lio-
niem lia de morrer. Vollando, purera, ao caso de que
bastante nos temos afaatado; dizemos que inorrer custa,
jiurcm morrer antes de papar os doces fructos da. fron-
dosas urvores plantada* pelas cresturas do ministerio.
candela, he forquilha anda niaior do que a dada por
un doases mandatarios a certoa amiguiuhua, que aiuda
boje chupan no dedo, o liiu de chupar, porquequero
pilimu, pilhout .
Tem, pois, o Corrtio dado a aua competente satisfa-
co aos benvolos e malvolos Icilures; c espera de uns
favor o grata, c de outios jusiiea recta, f'aicnda cata,
que esta ein uso, eo que he de uso nao se escusa
Agora, que devo entrar cm narrarn, porque o exor-
dio ja l vai, nao sei o que hei de narrar, valha-mc Dos
com esta cabeca oais desmiulnda que a de um Pinto.
Nao somos nnda ueste mundo Narraremos mortes.
Na inanlija do dia 1G do andante, appareceo nm ca-
dver no rio la para a Boa-Vista : nao se sabe, pelo me-
nos nao sei eu, ae era nata, ou nao nato, e inenus se
morreo, ou se o malario, e porque, ou porque au. l)i-
zein ni.s, que o pobre hoiuem, teniendo o nomcassem
Hupplcnte du certa vara, procurara meioa c modos de se
mudar deata para a outra, onde nao ehcgau varas, c
inclino nao entran os que c ueste mundo quando as
tem asenvergao... Diiem uniros, quu o homem viva
do vender chapeos, e como a venda ou o consumo d
tal genero loase em decadencia, porque parece au ha
ja minias canecas (esta he a edieco uiais correcta), c a
bocea nao quer tiadur, assentuu o homem deitar-se,
fiiircgar-su aos mares de Christo. Fosse o que fusse u
lioincm aeiupru fez asuena, porque agura he quo a pa-
tria vai aquella grana sao gustos Tamben), ha das,
quo morreo uro liento, cuja patria se tem disputado
niais que a do pregaaur dos pcuinbos; porem felizmen-
te, depois de olliciuspara la, ollicios para c, descubri-
rn ns nussus Faduanot, que o tal liento era da gema da
f'regueiia de Santiago. Tinlia o tal Benlo um oraturio...
(ohcaspite! ;, que a mais de tres devotos tem excitado
a devucao : resta agora ver su ha tnilagre... basta que
cstou atordidu com urna pitada do tal rap Meurou &
Contpanhia, que tcm-nie posto pedrjdos os miolus
cautella cunt laes pitadas.
No dia seguinie apresentuu o ir. viiconde do Olinda o
aegiiinto rcqncrifucnto :
Que o senado, leudo tomado cm couaiileracao o of
" lien. (I.i i .un ji.i dos ili'pnladns, unan pudendo dar o
son assentimento, rosnlveo nfio ter'mais nada a resi
ver sobre a materia Este requeriraentu, que entiou
em disciisaao cun outro substitutivo do Sr. Mat'ra, fui
na rearan de 24 retirado pelo sen autor. Qur de um.
quer do outru mudo parece, que definitivamente est
dcoidido, que u senado nada maii tem a resolver obre
a muteria; ou que a questo morreo. Nao he man modo
de decidir cunfliclus.
Na cmara electiva oceuprfio aa ultimas sessoes, com
mais calor :
A discusaao dn parecer de enmmissao acerca da pro
tencao dos padres do Caraca; e cujo objcclu podeiu os
unssos leitnres conhecer a vista do trecho de um discur-
so doSr. Rodrigues dus Santos, quedaremos cui outro
numero.
A diacusaao do una pensfio concedida familia do fi-
nado coronel Joan Nepomuecuo da Silva (l'ernambuca-
no) e que fui afinal npprovnda.
A do projecto de colouisacau belga, que deve icr ca-
labeleuida naa proviooial do Kio-rande-do Sul, Santa
Catharina, S. Paulo e Babia; terminada na sessao de.28 :
iiossos chores, que tambero publicaremos era uittro nu-
mero; o l'iiisluu.nio
A do projecto sobre o augmento da rcprcaentacSo du
alguuias provincias, a qnal igualmente lerminnu na sea
sao do 2S; re'sulvendo ae igualmente, que o Mamullan
dase mais dous deputados, o Para, Rin-Urande-do-
Sul, Espirito Sanio,Mallo (irusso o Santa Cathariua mais
um.
Tem chegado ao Rio-de-Jjneiru grande numero dos
colonos Allomaos contratados por coil.i da presidencia
daquclla provincia, o mimtavSo j.i ujiijis de 1000.
Diz o Jornal do Commcrcio, que lhe consta ter o Sr.
viscoudc de branles apresentadu ao gnvcrnu prussin-
no u projecto do tratado do connuercio entre o imperiu
o o Zullvereiu.
? mesilla ful ha cm 2o do' jullio, refcrindii.se ao /'.-
n., da a noticia du assassinato do subdelegado do Sao
LuureuCu, pela niiincira a mais desviada da verdade,
pur que ease laclo fui aqu referido. O Jornal do Com-
mercio deva sem duvida ter j a fulha, em que ao publi-
cuu o uflicio do delegado : teria ordem para contar a
histurin au pela coiiiinunicacuo ulcial, o sim pela pu-
blicacao da fulha ullicial, que so jiecui llagrantu con-
tradirn com os artigui ofllciaea ?
Du Kio-rande du-Sul, duainda a nicima folha ter
receido nulicias al 14 de julho, que davu a provin-
cia cm tranquillidade o as cleices cuncluidas. Das de
senador condeca so o result.iJo do uito uullegios, fal-
tando cinco : das de deputados faltava mais um cullegio.
Os Srs. mais votados para senador erSo : Condu de
Caxias, Jos de Araujo Kbciro, conegu Thumai Luiz de
Souza.
Para deputados tnho mais votos o*
Srs. Domingos J. (i. de Magalhtcs,
Curonel Luiz Manuel de Lima-
Manuel Jueo du r'roita. Travassos.
Dr, Luiz Alves de Olivcira Bello.
O Mercantil da Babia, cujas fallas chegao a 12 do
correnlc, diz constai-lhe por cartas da trle, que as
uegociacea curo Buenos- A; res marcharan lentamente,
apezar do talento cactiml.idc dn actual ministro dus ne-
gocios ostraugeiros, que nuhou essa reparlicu em suro-
uia com|ilieaeau, u que permanecera na mesma corle
Fructuoso Rivera, at que se possa evadir por haver-ae-
Ihe negado passapurle.
Correspondencia.
DIARIO DE I'ERMBICU.
, Tronce nua o paquete inglez, procedente do Sul, e
chegado a 16a estepurto jornaes do Ro o Babia da corle
aumente o Jornal do Commercio que chega a VJ do
patsado). Coruo anniiiiciamoseni uosso numero anterior,
iienbuMia alirraco bavia all occorrido. O ministerio
continuar manco e inerte. Eis-aqui o que ha de nuta-
tcl ipiaiito aa duaa cmaras.
No senado termiuou/uo dia 1S, a disoussio do parecer
ue coiuniissSo a cerca do conflicto suscitado entre as
duaa cmaras porliec^sio da fusilo requerida pela dus
deputados. Esae parecer foi rejeilado, c como elle O re-
querimento do Sr. Meya, pedindo, que Tollasae o nego-
cio commisso, n lnn de dar o scu parecer definitivo;
a emenda do Sr. Clemente Percira para que ae respon-
deese :O senado sent nao estar do acoordo com a ca-
mera na intelligencia do artigu 61 da cunsttucSu po-
ltica do imperio;-e a emenda do Sr. Andrada Alachado
concebida nos seguintes tetraos : Responda-so. Ose-
nado, qnerendo dar cmara dos Srs. deputados um
tcatemunlio de sua consideracio c du desrju de harmo-
na entre ella e o senado, convida a cmara a noinear
urna conimiasao mixta, compona de cinco membroa, pa
ra excogitar, se possivel fr, algum expediente conci-
liatorio; bem que o senado nio possa dcixar do certifi-
car cmara dos Srs. deputados quo est firmemente
convencido da intelligencia queda ao artigo 61, e do
direitn que ibo assiste.
Dcpoe deata inesperada votaca, diz o Jornal do
Comtmtrcio, susciten-so urna questo do ordem subre a
respoata quo ao doria dar ao ollieio da cmara dus depu-
tados: o consultado o aenado aecunvinhaque sedease es-
te negocio para ordem do da da primeara sessao, deci-
di se negativamente.
' Esta queslu, por tanto, torna-ae cada vez maia
complicada. Ouvimoa dizer que vai aer apresentadu en-
tro reqnerimonto, pedindo, qne o nbjeoto vulte de novo
u ama oommissio par,-, propr qual a resposta que se
deve dar a cmara; mas,depois da discussio que tem ha-
vidn, e sobre ludo depois da vot.ico de houtem, parees
que acra difljoil propr algum expediente que rena a
tunioria du aenado.
Srs. liedactores. Nio be para rosponder a L.
Poudra sobre o que elle, por ineio do insultos, falsida-
des, descomedidos ataques e contra as regras mais
triviaesda polidez, uvainou eui o communicado noseu
jornal de 15 do corrente, que eu torno a apparecer em
publico escrevendo; be sim para satislazer em geral a
todos os habitantes desta cidade a quem devo attengao e
consideraco, e em particular aos ineus amigus: nao
quero acompanhar ao meu adversario no genero burles-
co e ridiculo, seu nnico refugio, e que s serve paia
f.rovarteu despejo e ignorancia : he icais fcil profe-
rir dictnos, assacur sarcasmos o repetir insultos, que
combatur por ineio de razoes esleiadas em solidos prin-
cipios. Nio quero que se faca applicacao do que disse
o poeta
Le bel boneur d'altrouper les passants
Au bruithonteuxdecris indcents.
Nio : devo respeitos e civilidades a todos que me le-
rem, e lembrando-me do que escreveo Frederico II
a Voltalre, em carta do 25 de dezembro do 1758
L'arl de rendre injure pour injure tst le partage de
crochiltur e mais aiuda do conselbo dos livros san-
tos Ne reipondeae ilulto, juxttv itullttiam tuam,
ne efticiaris ei similit; passarei a tratar da questo
de direito e de lacto ; quanto quelle como entender,
e quanto a este como realmente tem succedido.
Tratarei do lacto: quando principiei a negociar
nesta praca, possuia, pouco mais ou meos, 14:00OSOO0
rs. : compre a diversos negociantes della, desde 1836
at maio de 181 l.lazeudas que imporliro em 86:8(J0j
rs.: recebi de Franca, remedidas pelo Sr. Poudra, de
1837 at 1842, fazendas na importancia de 169:0008
rs.: o quo tudo lrmou um capital de 2(9:500.) rs. Este
capital teve o seguinte deslino : deduzindo delle a quan-
tia de 43:896*rs valor das fazendas por seu custo,en-
tregues i Poudra, quando com elle fiz a transaccao ami-
gavel e novacio de minba obrigacio, vero a licar a quan-
tiade 225:5114* rs. : esta quanlia.em fazendas, produ-
zio; em vendas a dinheiro Jl.'J:(00i rs.; em vendas a
crdito 31:4004 rs ; e em dividas perdidas, morte de
escravos, fazendas extraviadas, roubadas e perdidas em
um naufragio na costa de Mocambique,5:000 rs.; for-
mando tudo um capital de 382:000; : entretanto s
mecumpre dar sabida quantia de345:600 rs. das
vendas feitas a dinheiro. Esta quantia foi empregada :
1., em pagamentos feitos aos credotes desta praca, em
razio de fazendas a ellos compradas, na importancia de
81:a00f ra.; 2.*, nacompra da chave da loja da ra
Nova n. 21, 2:400a rs.; 3.", na armacio da loja,quando
em cata terrea, e depois quando em casa de sobrado,
compra de movis, trastes, esuravos, &c. 4:G00# rs.
4., na compra da casa terrea, e na construyo do pre-
dio de 3 andares, 2:QO0i rs.; dos quaes, deduzindo-se
10:000, rs. de indemnisacao, recebidos poremprestimo
deJoioDuarte de Faria, ficio 22:0004 rs.; 5., em
pardas, resultantes de roubos, morte de um moleque,
impugnacoes n'allandega, 4:000g ri.; 6.% em despe-
is do comedoiias de caiieiros, seus ordenados, aluguel
de casa, impostos, despeis miobas e de minba familia,
desde 1836 al i 844, pouco mais da 10 por canto do
importe do negocio (eito, 40:o00# rs; 7 ", em direltos
e imposicoes d'alfsndega, commissees aos despachantes,
gastos diversos a esto rospeito, Irete das fazendas de
Franca para ci.sobie um valor de cento esossenta e nove
contos, mandados pelo Sr. Poudra, 45"000j rs.; 8.*.
emfim, em dinheiro remullido por diversas veres i Pou-
dra, 145:518*119: todas eslas quanttas unidas dio o
computo de 345:?18114, capital,apurado em dinhei-
nyias vendas (citas em minhi loja.
Os livros, em que se lebie todas cssas pentOes, pi-
rio em mi de L. Poudra, e nio obstante olio negar sua
existencia, eu tenbo pessoas, de cuja f nio he licito du-
vidar, que os virio em seu poder, e que, por obsequio
verdade, esli promptas i todo tempo fazer osla de-
bilocan. Aleui to quu leinelli b Puudra para Franca,
elle tomou em Pariz, por bypotbeca sobre minha casa
em Charelou, perlo de Pariz, urna quantia de 21,000
francos, equivalente i 7:000 rs.. vindo assioi a ter re-
cebido a quantia total de 152:5188100 rs.: ora, alm
de carecer de veracidade e exactidio o preco primario
carregado por Poudra sobre as fazendas que me remet-
lia, de maueira quo.se se quiesse contestar aquella con-
ts, e entrar aesse exime, elle teri a restituir-me nio
poucos contos de ris, accresce que, face da sua conta
e remeasas por mim feitas, esta completamente demons-
trado que Poudra a formulara, levando commiss5es,
juros de commissOes, commissoes de juros, juro
de juros, o juros desses juros de juros; porque essas
addicei ebegio, com algumas desperas a este respeito,
i enorme somma de 104:8Cl309 rs., que, com os
16:481/) rs. que eu reslava a dever sobre o preco das fa-
zendas,completio os 121:000 rs., decujosellese apre-
sentou eredor em maio de 1844, quando se fez a tran-
sa cc o.
lembranca da conta doSr. Cb. Cbmerler be triste
e mu miseravel: esta conta, obra de Poudra, nio es-
lava nem reconbecida, nem assignada por mim, e por
isso, nio podendo ser equiparada urna lettra, como
erradamente se disse, a repelli, quando me fui apreseo-
tadi, visto que continba addicGes tio exageradas, que
era forcoso nao as pagar: fiz portanlo minbas reclama-
edes,que,aperar de juslss.deixrio de seraccolbidos pelo
Sr.Chmerler.por carecer de ordem expresas de Poudra:
seguio aquello com ellas para Pariz em novembrode
1843, e, exposlas a Poudra, veio elle em abril de 1844
para realisar a accommod8r;io, a qual com efleito se fez
a pedido delle com as mesmss condirSes, pouco mais ou
menos, propostas n'squolla occasiio. Agora chamo a
attencio dos meus leitores, e para que me digio,
se eu fura negociante de ma l, se tivesse teocio de
roubar e converter em meu proveitoos bens que tinha;
logo que d'aqui seguio para I''ranga o Sr. Cbmerler,
nio podia reduzir a dinheiro ludo que possuia, e pas-
sar-tno para algum paiz cstranbo com o que apuras-
so, que podia moi bem chegar a 80 cootos de ris ? Nio
tinha,para operar isto,parto de 6 meies sem que ilguem
me podesse embaracsr ? Mas o que fiz eu ? Conservei a
minba casa e bens no mesmo estado em que a deixou o
Sr. Cbmerler, at ebegar Poudra, e a seu pedido fiz a
acenmmodacio e amigavel composigao deque trata a
escriplura publica feita as notas do (abelliao Bezerra
em 11 de maio de 1844. A face disto ajuize-se de que
lado etli a justiga, e se seu me tenbo aproveitado de al-
guma cousa que purtenca a Poudra : capriebei sempre
por cumprir minbas obrigagoes, e no espseo de oito an-
nos, em quo aqui negocie!, fui sempre pontual em sa-
tisfazel-as : outro tanto nio tem succedido a Poudra
que,em pouco mais de um anno de residencia nesta ci-
cidade, tem deixado de cumprir oque ha piomottido;
sendo por isso chamado as justicia do paiz at por quan-
tias menores de 10,> rs. : e se no sentido da lei pode
caber a alguem a pecha depublico adro e rouba-
durtitulo com que me quiz mimosear, e que eu lhe
duu a mesma resposta que deo o iogeoes quando se lhe
disse queon voue donnt bien dtt ndiculesman jt ne
la recois pat : he cerlimente Poudra que, tendo
recebido porum contrato o synalagmatico, reduzido
a instrumento publico,todas as fazendas da minba loja,
escravos, casa, ttulos de crdito, &c. 4c., at boje
se tem constantemenlc negado a passar recibo do que
lhe entreguei, apezar de chamado para isso perante as
justigas de paz; be um homem que tem laes precedentes
que pude desceiluar a alguem P pudo exigir ou mesmo
pietender que s lhe preste algum crdito do que diz ou
escreve ?
Mil vezes cai, qtiem se nio precata ;
Quem a tudo o que cuida, solta a penna,
i Muilas cousasenfeixa, poucas ati.
Bem. C. 10.a
Deixando de repetir o que j esti dito as minbas
ultimas correspondencias,suflicientes a pulverisar quan-
to ha dito Poudra, dirc anda que a mi, a perfidia,
a alcivosa, e a ingrstidio, symbolisadss na pessoa de
Poudra, procurio, mas de balde, comprometter-me :
sua calumnia ser desmascarada, sua manba e ardil
descobertos, e elle exposto a execracio de quintos o co-
t hoce re m.
Passarei agora a.Uatar departe respectiva ao direito,
postoque nisto nio, soja prolossional, eso pelo que
me dita minha razio, e pelo que tenbo lido a este res-
peito; pedindo por isso'venia aos Srs. jurisconsul-
tos. Principiare mostrando que nao tenbo fallido de
bens, que a cessao, que liz.de ulguns, que possuia, nfio
esta comprehendda nadisposicio daOrd. liv. 4.,til.74.
Para mostrar o que vendo de referir he bstanle con-
siderar,que, nao estando eu fallido,que havendo pago
puntualmente a ineus endures al a dala em que fiza
transaran com Poudra,que leudo bens para poder
pagar a este com as vantageus, que pode dar o commer-
cio,- a eessn que fiz, coiietaulu da escriplura de 11 de
maio de I.N'i'i, nio pode ser considerada de um devedor
em estado defilieucia, mas aim urna amigavel composi
co e transaccao, em que fez conta tanto ao eredor como
au llovedor pagar u recobre pelo modo abi aonordadu :
logo, o ideia de falimiento deve ser inleiramentc banida
e desterrada da qtieslau.
Ora, nao existindo falimiento, nio pode igualmente
existirblnca rota fraudulenta,por ser esta dependentedj-
quella. Por tanto, iienhuina applicacio tem para ocaso
o aiv. de 13 de novemhro du 1756, e nem alguma nutra
disposif io do cdigo pual a eito respeito. A minba au-
sencia d'aqui sem passapurle, anda que fosse ignorada
e inexplicavel a causa della, nio lie motivo legal para
ser cu considerado fallido : circunstancias imprevistas,
e mesniu interanienie cstranbas so estado de minha for-
tuna me pudiio faser ausentar em segredu, sera por ii-
su inoorrer no anathema de fallido : huesla a opiniu do
insigne jurisconsulto Pardessus no seu curso de direito
cuiiimereial, part. 6.* til. 1.0 c. 4.leit. 2.S 1100. Aleru
de que nto fug, e tanto que pira aqui regressei) e nem
havia rmilio para coinmeUer nm irlo de f^g qllem
como eu, nao llnha quem lhe riubargaase o pasan pari
qualqurr parto que me quiease.rctirar ; logo, nao teiid,,
cu hje credorra algiins, nada devendn mesmo a PoUl|r,
por nio estar vencido o pnizo do scu unibulsu curan
iifllrmi-se que ou esluu fallido, quo son baiioa-r fraudulento ? He istu com effeito urna temeridade dig.
na do uinis severo caitiao.
A queixa, pur tanto, de Poudra ho incompetente, n>
fondada, suspeita, ralumniora p falsa : nio ha nem |,uj0
lia ver prova ncnliunw de dolo < frudeem minhas transar-
cOca : os vicios, que elle pnssa ter praticado em njea|
livros, IsccragOes o qiiiilquer outra falta, nfin pilcm re.
oabir sobre mim; eesacs txames cxlempsranpnnenie
feitoa o scu modo, e sem ser cu ouvido, ou pralieadus
perante o gerente do consulado, que, uvui qnebra de ina
dignidade, se lia prestado a perseguir io, Aem lhepo.
de dir direito algum, nem perder-i na opiniao pu.
blieat Dasta qub vou sondo longo; e nao ovo oais rt|.
ponder ao que disse Puudra por sabir da quesillo, L. ,(r
niel luir nio perder tempo com quero userevo de roa f*
para iiludir desprevenidosau diablo les importunes.
Son, etc. J. Churdn.
Publicacao a pedido.
Sti, Redactores. Como oSr.Joio Frederico de
Abren Hego, por alcunba o Patriota, me impot nos
Diarios o precoito de justificar o empenhb de seu ouro
por lhe axer favor ; dizendo ser lalso, qae lhe argvii
para o desacreditar; rogo-lhespubliquem esta carta,qu
elle julgavajterd.sappireeido.como elle lez desappirenr
o pipel de empenho, que eu pissoi ao Sr, Bastos, e ro-
go-lhe, que nao me laca mais exigencias palo* Diaria;
porque o rosto pretendo dizer eprovar no libello, qgg
Ibe propuz em juixo. Joio Goma Jasmxm.
lllm. Sr. Jos Andr deUliveiri. Vi o meq
amigo e patricio o Sr. Joio Gomes Jaimim, com o ira
porte dos penhores, a quem Vmc. fari favor de entre-
gar os ditos penbores, assim como os pipis qus psi-
se-lhe; fieando-lbe sempre muito obrigido, e oflete-
cendo-lbe o meu diminuto prestmo para o que lhe ser-
vir. De Vmc patricio, amigo obrigadissimo Judo
Frederico Ab. llego.
S. C., 18 de Janeiro de 1845.
COMMERCIO.
Alfandega.
BtroniMEirro do du 16................5:323)973
DetcarregaO hoje 18.
Brigue francezNelie-Mathilde niercadorias.
Barca Globeidem.
Consulado.
RENDIMENTO DO DU 14.
Geral195#664 Provincial194^887
i,-----------------
PBACA DO BECIFE, 16 DE AGOSTO DE 1846,
AS TRES HORAS DA TARDE.
REVIST\ SEMANAL.
Cambios Elleclurio-se pequeas transaedes durante
a semana, e acba se firme a 25 d. p. I n.
havendo aaccadorei.
ssucar Os precoi continuio nominaes, pel falla;
pois as entradas lorio mui pequeas, e nao
existe deposito.
Algodio Ha compradores do 4*700 a 4*800 rs. a ir-
robide l.'sorte, e de 4*200 a4*500tt.
de 2."; o as entradas frao quasinenbutrus.
Couros Sooflerecidosde 12S a 130 rs. a libra; ciis-
tiodo deposito dos da trra.
Ac de milio Vendeo-se a 21* rs. o quintal.
Azeite doce dem a 1*850 rs. o galio.
Bacalhio Nio chegou carregimento algum durante
a semina, e as vendas forio limitadas;
existindo em deposito de 1,500 a 1,700
barricas.
Bolaxioha Vendeo se do 3j"00 a 3*800 rs. a bar-
rica.
Carne secca Com um carregamento entrado do Rio-
Grande o deposito he de 20,000 arrobas, a
bouvrio vendas regulares de 2*000 i
3*100 rs. diquella, e a 2*400 rs. di de
Buenos-Ayres. m ll1
Dita salgada Vendeo-se 120* rs. o barril da do ric-
es, e Dio ba de porco.
Cha hysson dem a 2* rs. a libra.
Enxadas dem de 600 a 660 rs. urna.
Erva-doce Falta, tendo-se vendido a ultima a 5*500
rs. a arroba.
Farinha de trigo Gbegou um carregamento dos Es-
tados-Unidos com 1,915 barricas; partido
qual vai puu o Sul: o deposito actual ba
de 8,000 barricas; 4,000 em primeiru
rnios, e 4,000 em segundas: e as endii
teem sido limitadas do 16* a 17*500 rs.
Dita de mandioca Teem chegado diversos cirregi-
mentos durante a semana : o deposito tem
augmentado, e houvrio venda de 3*600
a 3/800 n. oalqueire antigo a granel.
Folha de Flandres Veodeo-se a23* rs. acaia.
Manteiga Cbegrio 700 barris do Havre, os qoie
lorio vendidos de 555 a 545 rs. a libra.
Pixe americano Nio ha.
Potassa Vendeo-se a 280 rs. a libra.
Sabio amarello dem a 103 rs. a libra.
Fretes Nao bi navioi no porlo para serctn frotados.
Existe em ser um carregamento do vinhos, azeite, p-
papel e massas, vindo de Genova.
O movimento do porto durante a semana fui de 1.1 o-
vios entrados, e 7 sihidos: existindo no porto 55; seado
2 americanos, 1 austraco, 46 bnsileiros, 2 franceses, 1
hamburguez, 1 hespinhol, 1 inglez e 1 sardo.
BAUIA,
Londres ,
Piriz .
Hamburgo ,
Lisboa
Oncashespan bolas.
a mexicanas .
Pecas de 6,400 .
Moedii de 4,000
Prati
11 DB AGOSTO DB 1845.
Cambios.
. 25 a 25 3/4 p. 1,000.
365 o franco.
. 690 o marco.
... 120
. 31,500 a 32,000.
. 31,000 a 31,500.
. 17,600 a 18,000.
. 9,200 a 9,500.
... 105
Ap.' do Seg. Leald. 10 por cento de premio,
a do goverao60 por c. de descont.
{Comi Merctntil.)



Slovimcnlo do Porlo
Vamos entrados no dia 16.
ivellif 10 dias. patacho brasi'eiro Bom-Come-
Iho de (53 tonelada. capilio Manuel Pereira da Sil
va/..quipagem 8, carga larinha; a Manoel Joaquim
i Hircos e Silva. ...
R,o dc-Jineiro e Bahia. 15 d.as, e do ultimo porto 2 /.
da,, paquete inglez Pelerel, commaodante o lenen-
I te Caesers .... _. .
Ro-de-Janeiro ; 16 das, bngue brasileiro Fie, de
>00 toneladas, capitfio Manoel Marcianno Ferreira,
quipagcm 13. carga larinha ;'a Firmino Jos Felu
da Rota: passageiro, JusliuLaveuier.
I S Catl'arina e Rio-da-Janeiro ; 3o dial, patacho bra-
sileiro Mello, oapito Cyprianno Antonio de Qua-
dro, equipagem 9, carga farinba ; a Manoel Igna-
cio de Oliveira.
Nano takiiin no mamo na.
Aracatv; patacho b"'''ewo Neptuno, capitio Jote
Riendo de Souza, carga farinha e mais gneros: pas-
saaeiro, Antonio de Aietedo Pereira, 1 filho o 2 es-
eravos. _
Navios tnlradoi no dta 17.
I>0.de-Janeiro ; 14 dias, patacho brasileiro S. Jos
Amtrieano, de 172 tonelada!, capitio Jos Antonio
Mattozinho, eqoipagem 10, carga farinha ; a Gau-
[ dio Agostinho de Barros.
dem 23 dias. brigue brasileiro Ftrial, de 247 to-
neldts, capito Augusto Antonio de Cont, equi
pageml5, carga farinha e mais gneros ; a Tbo-
ma/ de Aquino Fonseca.
Yilla-do-Prado; 11 das, sumaca brasileira Boa-Espe-
ranca, de 42 toneladas, capitio Manoel Ramos dos
Santos, equipegem7, carga farinha; a Manoel Joa-
quim Ramos e Silva: passageiro, L. J. Gomes, Bra-
S Matbeus; 10 dias, patacho brasileiro Lima, do 95
toneladas, capito Jos Pedro dos Santos, equipa-
i gem 8. carga ferraba; ao capitio.
Barcelona ; 46 dias, brigue hespanhol Guadelupe, de
193 toneladas, capitao Francisco Arana, equipa-
gem 14, en lastro ; a erdom.
Edlaes.
para ser arrematada a quem por. menos fizer, e sobas
formalidades do regulamenloda 11 dejunbo de. 1843., a
obra da barrcira da ponte do Catanga, e a casa respec-
tiva, oreada na quantia de I:804,j332 rs. ; devendo
dila'obra ser executada sob as clausulas especaes abaixo
transcriptas.
Os licitantes devidamente habilitado deverid com-
parecer na sala das sessoes da thelouraria, no da e hora
indicados. Secretaria da thesouraria das rondas pro-
vinciaes, 4 de agosto de 1845.- O secretario, Luir
da Cotia Portocarreiro.
ESTIUDA DE PAO-DO-ALHO.
Barreira da ponte do Cachang, e case respectiva
para so perceber a taxa.
Clan$ulat eipeciaetda arrematac 1. As obras e trabalaos da barreira o casa rsped
far-se-h5o de conlormdade cora os riscos e orcamen
to, approvados no 1. de agosto de 1845 pelo Exm
Sr. presidente da provincia, pelo preco da um cont
oilocentos e quatro mii trezentos e trinta e dous ris.
2. As obras principiar no praxo de um mez, o
lindars no de quatro mozes, ambos contados de con-
formidade com o artigo 10 do regulamento das arre -
matacet.
3. O pagamento do importe da arrematacao roali-
sar-su ha da forma, e na pocs determinadas pelo ar-
tigo 15 Jo respectivo regulamento; sendo de um anno
o prazo de responsabilidad!).
4. Para tudo o mais que nao esta determinado pe-
las presentes clausulas, seguir-se-ba inteiramente o que
determina o rogulameoto das arremtaseos, de 11 de
julhodel843.
Reparliciodas obras publicas, 2 do agosto de 1845.
O engenbeiro em chefe,
Vauthitr.
Approvo. Palacio de Pernambuco, 4 de agosto
1845. Pinto Chickorro. ___________
O Illm. Sr. inspector da thesouraria das rendas pro-
vincias! manda fazer publico, que, emeumprimento da
ordem do Exm. Sr. presidoote da provincia, de 31 de
I julbo ultimo, ir5o 'praca no da 18 do correle (boje),
ao meio dia.para screm arrematados quem por menoa
fizer, esob as formalidades do regulamento de 11 de
julbo de 1843, os accrescimos s obra da ponte da Ta-
ciruna, constantes das clausulas espeeiaes abaixo trans-
criptas'; sendo a construccao e colloeacio de duas ar-
macoes de Ierro para segurar as travos compostas nos
muros de encost da dita ponte, oreadas em 300 rs. ,
e a construccao de um baldo para' tapagem de urna cam-
bfla. parto da dita ponte, oreada em 600 r.
Os licitantes, devidamente habilitado,dever compa-
recer na sala das sessSes da thesouraria, no dia e hora
indicados. Secretaria da thesouraria da renda pro-
vinciae de Pernambuoo, 4 de agosto de 1845. O se-
cretario, tttx da Coila Portocarrtiro.
PONTE E AltCOS.
Accrescimo s obras da poote'do val da Tacaruna.
Construccao a colocac3o de 4,uas armncoei de ferro
para segurar as travs compostas nos muro de on-
costos da dita ponte.
Clausula! especiis da arrematacao.
1. As duas armaces de ferro serO feitas pela for-
ma e dirmoces indicadas no competente risco, e no
orcamento approvado pelo Exm. Sr. presidente, em 28
do corrente mez ; todas dua pelo prego de trezentos
mil ris.
2. A colloeacio ser feita ob a direcclo inmedia-
ta do engenbeiro encarregado da obra, e de modo a
nao preterir o andamento dos trabalhos da obra da
ponte.
5. A primeira armaco estar prompta para er
colloeada no praao de 15 dias, e asegunda no de um
mee; contados os dous praxos conforme o artigo 10
do regulamento dasarremataedes.
4. O pagamento da arrematacao realisar-se-ha ero
tresprestaioes iguaes, pagahdo-se successivamente as
duas primeiras, logo que eada ormacao fr reeebida, e
a torceira, logo que a' colloaacSo complota fr efec-
tuada.
b. Para tudo 9 mais que nfio est determinado nat
presentes clausulas, seguir-se-ha o que dispSe o re-
gulamento das arrematacoes.de 11 de julbo de 1843._
Reparticio das obras publicas, 29 de julbo de 1845.
O engenhairo em chefe,
Vauthitr.
Approvo. Palacio de Pernambuco, 31 de julbo
do 185.Pinto Chichorro.
POSTES B ARCOS.
Accrescimos s obras da ponte do val da Tacaruna
Construccao de um baldo para tapagem de urna cra-
bos perto da dita ponte.
Clausulas espeeiaes da arrematacto.
1. Os trabalhos e obras do dito baldo ser5 feilos
pela (orma e modo indicados no respectivo orcamento e
planta da obra, approvados em 28 do correte mez pe-
lo Exm. Sr. presidente, o pelo preso de quinhentos
mil ris.
2. A obra principiar no prazo de um mez, e linda-
r no de tres dias; ambos os praios contados em con-
ormidade do artigo 10 do regulamento dasarremataedes.
3. pagamento da arrematacao realisar se-ha etn
quatro prestares, na forma e na poca indicadas no
artigo 15 do precitado regulamento; sendo de oilo
mezes o prazo de responsabilidade.
Para tudo o mais quo n3o est determinado pelai
presentes clausulas, seguir-se-ba inteiramente o que
dispSe o regulamento das arrematacSes, de 11 de julbo
da 1843.
Reparticio das obras publicas, 29 de julho de 1815.
O tngenheiro em chefe, .
\authier. r. ,
Approvo. Palacio de Pernambuco 31 de julbo
do 1845.Pinlo Chichorro.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria das renda pro-
vincial manda fazer publico, que, emeumprimento da
ordem do Eim. Sr. presidente da provincia, desta data,
ir praca, do dia 48 do corrente (boje;, o meio da,
va
to
Declaracoes.
O Illm. Sr. inspector do arsenal de marinha manda
faxer publico pela 3.* vez, que contratar ofomocimon-
to da carne para aseir.barcacSes da armada, pelo lempo
queseconvencionar.a contardesde odia posteriorquel
lo em que se fixar o contrato; e canvida as pesso, que
commerciaocomtemolhanto ohjecto, e queirao fazer o
contrato, a apresentarem as suas propostas n'esta secre-
taria, em oirta fechadas, em qualquer dos dia de tra-
balho, d'eade as 9 horas da manba at as 2 da tarde.
Secretaria da inspeccao do arsenal de marinha de Per-
nambuco, 14 de agosto do 1845. O secretario, Ale-
xandre Rodrigue! doi Anjoi. ....
Hoje(18) principia a cmara municipal destj
cidadea trabalhar om sessao'ordinaria.
Companhta brasileira de paquete! de vapor.
Tendo de ser contratado pela agencia nesta cidade,
por parte da dita companhia, o servico do embarquo de
carvo de pedra para bordo dos seu paquetes, o do des-
embarque d'aquelle, que vier do Inglutorra por sua
conta ; annuncia-se a quemeonvier, que ascondicOes
para este contrato esto patentes todos os dias o'agencia
dos ditos paquetes ( 2. andar da casa n. 7 da ra da
Cruz ) at 21 do corrente, pelas 11 horas da manbaa; a
cuja hora se terminar a recepcSo das propostas, que
houverem do ser apresentadas.
O bacharel Luiz Jos do Sampaio Jnior, promo-
tor publico do termo do Recile, transferio a sua residen-
cia para a ra larga do Kozario no segundo andar do
sobrado, em que tem botica o Sr. Bartholomeo.
A mala para Falmoulb pelo paquete inglez Pe
tere! ser fechada as 3 horas da tarde do terca leira 19
do corrente, no consulado britanoico, na ra da Cruz
n. 40, aegundo andar.
__ 1." batalho do cacadores de linba contrata car-
ne verde e pao de 6 oocm : quem se quizar incumbir
de fornecer, dirija-se a tratar cora o agente no quartei
dos Hospicio, ou annuncie sua morada por este jor-
nal. Candido Franciico de Santa Anna e Olivara,
alere agente.
Carlai vindat do Rio-d~Janeiro e Baha pelo paque-
te inglez Pelerel em 16 de agoito 1845.
Alexandre Jos Rooha, Antonio Mjria Cortez, Ber-
nardo Jos Lopes Carlota Maria Vianna Cario
Peroandes Ribeiro, Domingos Francisco Alves, Do-
mingos Francisco Silva, Erasmo Jos Mello, Elias Ma-
rinho FalcSo, Francisco Antonio de Alraeida, Francis-
co de Jess Maria, Francisco Urbano de Albuquerque,
Jeronymo Cabra) R.C.Joaquim Jos PereiraV. .Joaquim
Luiz Ferreira, Joo Fernando Prente, Joto Fran-
cisco do Carvalho, J080 Jacintho Pereira, JoaoJos
Lima, J0S0 Martins do Barros, Jos Baptista Gonpal-
ves, Jos Frencisro do Reg Barros, Jos Joaquim Lo-
pes, Jos Pereira Gomes, Melquiade Aotunes de Al-
meida. Mathias JosAUe do Almeida, Manoel Antonio
Ferreira Gomes. Manotl Jos Dias Carvalho, Tbomax
Pereira Mallos E. ^__^_^_
Avisos martimos.
= Freta-se, para qualquer porto do Norte ou Sul ,
o brigue Maria I, capitao Anselmo Marques Vieira ;
os pretenderes dirijio-se a pracinba do Coipo San-
to o. 66 reideocia.deGaudino Agostinho de bar-
= Para o Rio-de-Janeiro segu com toda a bre-
tidade a sumaca imitada de que be capitao Manoel
Antonio Sousa Guerra; para carga passageiros e es-
cravosa frete ajusU-se cora Gaudino Agostinho de
Barros, pracioba do Corpo Santo, n 68.
_ Para o MaraobSosai, no dia 25 do corrente, a
barca brasileira Ermelindm,capitao Juliao Ferreira Nu-
nes: para o resto da carga e passageiros trata-se na ra
daCadeia do Racife armazem n. 12.
-O hiato S. Joe sai para a Bahia at o da 19 do
correute: quem no mesmo quirer carregar ou ir de pas-
tasen: dirija-seruaDireita, venda ri. 53. ou a bor-
do do mesmo, fudeado defronte do Paaseio Publico.
__ Vende-so por preco commodo a lancha bipecu-
ladura de rouito boa contrucc5o e boa marcha: quem
quizar examinal-a. pdedirigir-se a aeu bordo, que se
a'cha fondeada delronte do caes do Collegio, e all mes
mo acharO com qaem tratar, ou no eacnptorio de Ma-
noel Joaquim Ramos e Silva. ^^_________
Avisos diversos.
Acabando eu de ser eleito deputado awembla
geral legislativa pela provincia da AlagoM ; e nlo me
sendo pogsivel dirigir-mo prssoalmente aos Illul
simo eleitores, que asnim me honrrocom os scus
sulragios; recorro as folhas publicas .para dar a esses
Seobores um testomunho euchurislico da rr.ioha grat
dao protestando-Ibes desde j que enpregarei tod
os esforeos por promover, qutnto me or possivel, em
a cmara o que tenho a honra de portencer o bem da
nacao e especialmente curar dos nteresses peculiares
da otre provincia que leve n bondade de eleger gra-
ciosamente ao Padre Miguel do Sacramento Lopes
Gama.
- Aluga-seo armazem aondo tem prensa o Sr.
Mendonca : a tratar na ra do Vigario n. 19, com
Tuomaz de Aquino Fonseca Jnior.
__ U abaixo asignaJo tendo finalisadocoin o seu
estabelecimento no largo de N S. do Terco n. 11,
por assim melhor convier ao seus interesses particu
lares ; so bem quo tenba consicncia de nada dever
a pessoa alguma todavia pede a quem quer que por
qualquer titnln se julgar seu credor o obsequio de te
Ibe apresentar a fim de ser satisfeilo. Outro sim o
abaixo assignado pagando,um tributo de gralidioa to-
dos os Srs. negociantes que com o mesmo tiverlo
relacOes commerciaus Ihos agradece profundamente a
conianca Ilimitada, que nelledepozitarSo pelo espaco
de mais de 6 annos em que esteva establecido.
Amaro Benedicto de Souia
= Aluga-se o segundo andar e solio com boos
commodos para familia na ra do Rangel n. 73 :
a tratar na mesma ra n. 54, com Victorino Francis-
co dos Santos.
= Avisa-se a Sr*. Anna Maria de S. Pcdro.que, ba
m ais de 3 mezes doixou os traste na ra do Uangel
empenbados pelo aluguel da casa ostenha tirar ues-
tes 15 dias, do contrario serao vendidos, sem respon-
sabilidade do credor para seu pagamento.
= Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
Direit, n. 24 com bons commodo e muito Iresco,
por preco commodo: a tratar na padaria do mesmo
sobrado.
Precisa-se de 400,000 rs. a premio, dando-w
em hypolbeca um predio de triplicado valor: a quem
convier, annuncie.
= Ensina-se grammatica latina com toda a perlei-
cio e em breve lempo ; da mesma sorte philosophia,
erbotorica: na ra Nova, n. 52, segundo andar.
= Quom precisar de urna mulber capaz para ama
de urna casa de pouca familia ou de homem solteiro
a qual engomla bem, e coiinha o diario de urna casa,
c d prova da tua conducta pelo seu propno amo que
tem servido, dlrija-se a ra do Caldeireiro, n. 88.
= Um rapaz Porluguez de idade do 14 annos.
nrotende-se arrumar em loja de lazendas do que j
tem praticu ; quem O pretender diri|a-se a ra (
Queimado, 52.
= Aluga-se o segundo andar da casa n. 147, jun-
to ao arsenal de marinha com muitos commodos para
familia e muito fresco : a tratar na loja da esquina
do becco da CongregacSo n. 41.
= Do-se 1008" a premio ; na ra do Nojjuei-
ra. n. 27.
= Jos Goncalves Ferreira o Silva embarca para a
Babia os escravos Jacob Delfina e Antonia para se-
ren entregues a seu senhor, o doutor Cstimiro de Se-
na Madoreira. u
Precisa-te do engajar, para a provincia do Mara-
nhio dous homens, sendo um perfeito raestre de as-
sucar, e outro perfeito purgador, e que deom cooheci-
mento de sua conducta : quem csl.ver neslas circuns-
tancias, dirija-se a ra larga do Rozano, junto ao
quartei de polica padaria n. 48.
= uem precisar de um homem para administra-
dor de engenbo oumetmo para caixeiro dinja-se
a praca da Independencia, livraria ni. 608.
= Aluga-se urna casa terrea com commodos para
familia na ra da Gloria, n. 45, da parlo do reco-
Ih ment das freirs: a tratar na loja de faxendas, ao
p do arco de N. S. da Concedi com Francisco
Goncalve. ...
C. SUrr&C. anda que nao nfado o publico
lodos os dias com vaos annuncios, continan realmen-
te a fabricar na sua fundido de ferro na ra da Au-
rora, com a maior presteza e perfeicao, toda a quahda-
de de machinismo de ferro e brooze, por maiores e
mais complicados que sejao. Na mesma fabrica acbaO
so machinas de vapor proprias para engenhos, as quaes
nSo nomaodao outro fogo senio o do assentamento;
moendas do canna de urna construccao original e muito
superiores; moinhos do mandioca, tambora originaeae
j muito afamados; arados de ferro; carros de mo;
ditos de duas rodas para barricas; serras para serranas;
paraf usos e porcas, e muitas outras obras desta natu-
=Aluga-se a loja do sobrado da travessa dos Expos-
tos, por detraz da matriz de Santo Antonio n. 18; um
armaiem proprio para qualquer estabclicimenlo, por
ser muito grande com seu quintal e cacimba ; quem
o pretender procure na ra larga do Rosario, a J0S0
Manoel Rodrigues Valenca.
Roga-se pela ultima vz aot Srs. Theophilo Jos
ue Lomos, Alexandrino Pedro do Amaral e J0S0 Ger-
mano de Paula, se dirijo a ra do Rangel n. 3, l.
ndar, para realisarem negocios, que nao ignorad.
_ O Sr. Candido Severino de Avila
Jirija-se a ra do Crespo loja n. 10, di
viuva Cunha Guimares, para negocio. '
Bartholomeo Auhe vai ao Rio-de-Janeiro.
Antonio Jos de Oliveira Castro retira-se para
fura da provincia, levando em sua companhia um
caixeiro e um eseravo.
Aluga-se um sobrado de um andar e tolao, com
ammodos para grande familia, narua Formoza: a tra-
ir no Atterro-da-Boa-Vista n. 38.
Aluga-se um sitio annual perto da praca, que te-
_ha arroredo, boa goa, plaa de ctpim e caa de o-
brado: quemtver, annuncie.
Troci e dua imagen, endo urna de N. sr.
aConceico, de pedra da Babia, e a outra de N. Sr.'
J'Agrella de roadeira e muito perfeiU: na ra da Sen-
xalla-Velha n. 142, no segundo andar.
Alugao-aeo l.'e 2.' andar da caa da ra larga
do Rozario n. 48, com aufCciente commodo para fa-
milia, ou aeparadot, ou juntos : quera os pertender,
pode dirigir-se a padaria existente na mesma loja, que
ahi acbar as chaves para os ver e tratar.
O abaixo assignado, sehor e possuidor do criou-
lo da nona Antonio, idade, quo representa 28 anuot
estatnra regular, cheio do corpo, barbado, csnltmna ca-
beca, bom lallanlo, rosto redondo econ uow*tombo
era um dos dedos da mi direita, por compra, quo dal-
le fzi-ra em 6 de junho do corrente anno a Jos Leo-
nardo desta praca, que o havia comprado a Joio Fer-
reira de Almeida Callado, morador no Altinho. onda
dizem aohar se acuitado o dito eseravo rog a todaa a
autoridades policaes. e eapites de mallo a apprebeo-
sio do mesmo eseravo, e a sua conduco ra Direita
sobrado n. 40, ou ao engenbo Pintos; promettendo o
mesmo abaixo assignado a gratificaeao de 50j rs. a
quem quer que Ihe (iier entrega do mesmo eseravo.
J. F. daCrui.
Claudio Dubeux, testamenteiro da-
tivo do inado Joao Antonio Martins de
Novaes, tendo acceitado esta testamenta-
ria, resolveo o embargo, que os credores
do mesmo Novaes haviSo verificado nos
bens da massa ; acha-se entregue da casa,
e por isso habilitado para receber, e paa-
sar quitac&es aos devedores da testamen-
taria; aos quaes o annunciante roga, ve-
nhao quanto antes remir seus crditos pa-
ra nao se ver na precisao de reansar a ar-
recadacao por meios judiciaes. O annun-
ciante mora na ra das Larangeiras, nu
mero 18.
Vicente Thomax dos Santot ratra-ie para fr
detla provincia por aigum tempo.
LOTERA DO SEMINARIO.
= Devendo a lotera do seminario episcopal de Olio
da dar andamento s suas rodas no dia 21 do correnta,
por se acbar urna grande parte dos bilhetet j vendida,
roga se ao respeitavel publico que compre o reato
do bilbete a fin de que no dia marcado te atieeti
o andamento dat rodat, como Unto conven : o alen
dos lugares annuociados, tambem se venden na loja do
Menezcs, na ra do Collegio, e na botioa do Sr. sa-
gas, pateo do Livramcnto.
LOTERA DO THEATRO PUPL1CO.
Devendo esta lotera, pel adiantamento da ran-
da de scus bilhetet, ser a que primeiro tem de dar
andamento as suas rodas; est o retpcctivo thetouroi-
roresolvido a fazel-a extrthir no presente mex de agos-
to inlallivelmenle : para o que convida aot amadores
deste jogo a se prevenirem de bilhetes, ot quaes achio-
se nicamente a venda no bairrf do S. Antonio na
loja do mesmo tbesoureiro ..ra do Queimado o. 39,
e na botica do Sr. J080 Moreira pateo da natrix ; a
no bairrodo Recife lojas de cambio dos Srs. Vieira,
e Manoel Gomes. Escusado se faz lembrar ao respei-
tavel publico a confianca que mereco eata lotera, pe-
la regular'idade do seu processo de extraccio; processo .
que passa a ser ainda mais perleramente deaempenhado;
porque at rodas teem de andar segundo o novo re-
gulamento; entretanto que asloteriat. que nlo un-
nunciado, parece nao te quererem detaferrar do anti-
go systema de extraccio.
LIQUOR D* CHINA OU ESSfcNCIA DA. FOtMOSDRA.
O cheiro delicioso e suave deste precioso e bem co-
ohecido cosmtico o tornio digno de figurar 001
mais elegante toiletei Elle amada, liropa, bran-
queia e alisa a pelle; entretem sua Ireteura e brilho na-
turaes; tira as sardas, pannos, espinha, e outra afoo-
c5e cutneas; fas desapparecei a caipa da cabeca e
previne a sua reprodcelo; fortifica e d luttro aos ca-
bellos; tira o mo alito; conforta as gengivas a provino
a dor dos denles: muitase raui repetidas experiencias
teem confirmado a efficaca dasto cosmtico, em todos ot
casos cima dito; veode-se rnente na ra da Cadea
n. 15.
P8 ASITICOS CAMINADOS.
Esle pos team apropriedade de lropar, branqaear e
conservar os dente, sem produzir a menor alteraeio
no seu vidro 00 esmalte, o qual elle endurecen;
previnera a carie, e dcstroem a pedra do dente ;
consolido as gengivas; dio iboocanma cor, cheiro
e frescura mu agradaveis: affianea-te, que elles nada
encerro que possa ser nocivo aos denles:vendem-se so-
mente na ra da Cadeia n. 15.
Rap vinagrinho.
Elle uperior rap torna invariavel a la qualidade,
por nio mofar, oem eccar; nio Icre o nariz, nem pro-
duz rritace vertiginosas, porque a tua eonpoticio he
a mais simples possivel. A geral estima qoe ten tido
este rap pelos apreciadores de una boa rilada, e a ap-
provacio que a respeitavel sociedad da medicina Ibe
roncedeo, remalao o seu mais completo elogio.
Novan tornadas deslo excellente rap, com a cOr mu
escura, se achio venda nos depsitos da ra daCa-
deia do Recife. n. 50; praca da Independencia n. 28;
Atierro da Boa-Vista o. 10, a Atierro dot A togado d.
209, aonde se vende a 1,000 n.. aubra. do5 libra
para cima. O embrulho deste rap be azul, o os roa-
los brancos.
Frederico Chaves, fabricante de licores e
de todas as qualidades de espantos,.
com fabrica no atterro da Boa-
vista n. 36
tem sempre grande tortimeoto de licore finot a er-
dinarios de todas as qualidades, com muito ricot letrei-
ros dourados de varias core, e cora bocea prateada, em
garralas pretal, verdei e brtncat, toda iguaet, por
preeos muito commodos, para vendas e para exporta-
cio; tambem tem verdadeiro marrasquino de Zara, vi-
nho de caj, da Madeira m garrafas e em caitas de
tima duzia, genebra em botijas e em canadas.ago arden-
tas do reino, de Franca, e de ans em canadat e em bar-
ril, espirito de 36 graos en garrafas e em canadis,
cbarope finos para refrescos de toda ai quliaadei, a
da verdadeira retina de angico Mito bom para o
peito; apromptaloda equalquer enoommenda paraapro-
vincia, e para fra della com todo o isteio ; o respon-
de pelas boas qualidadet a todos 01 lquidos que w
venden na mesma fabrica : ai amostrai ao franeu aos
compradores. .
= Aluga-se, oa vende-te,urna cata terrea de pe-
dra e oal ptima pira te passar a (esta por ter com-
modos para grande fanilia no Poco-da-Panella, a
margen do rio por preco commodo ; no AllicTO-ae-
Boa-VisU loja do ourivet n. 62.


Agencias de passapor tea.
Na ru* do Collegio,botica n lO.e nc. Atierro d-
Boa-Vista luja n. 48,.Jrio-se passaporlet para dentro .
forado imperio,assim como despacbSo-sa escravos: tudo
coin hrevidade.
= Aluiza-se a casa terrea na la do Pilar, em
Fura-da Portas n 4 ; urna dita na ra dos Guara
rapes, no mesmo bairro o. 13: os pretendontes di-
rijo-se a Antonio Jo3|Um d Souza llibeiro na ra
da Cadeia do Keeifo, n. 18.
= Troca-se dinliciro de cobre por cdulas com o
rebate de um por cento em grandes o poquenas or-
eje ; na r ja ireiti n. 10.
= A pessoa, qu-> annunciou qo erer comprar lia de
Trecha do canoa dirija-se a ra do Oueimadu, n. 28,
sogundo andar.
Para se ovitar duvida, equvocos, e contesta-
roe futura, o abaixo assignado. (az publico que a
olaria que elle fa/ia trabalbar na camboa do lio-
medio, no lugar ,do Cano;, acha-se parada desde
lins do junho do correntc anno e sein so oceupar em
eu antigo mister, c obras respectivas: pelo que nao
est o mesmo abaixo assifrnado obrigido ao imposto ,
huid outros qoaesquer onus, ou obrigncos, que dizem
repeito a otarias Francisco dat Chagas Cavalcanti
Pesian.
77
***
Compras.
= Comprao-se barris vosios; na la Dircita, n 9.
= ComprSo-se dous machos, ou mulos ; um fule de
Totear formigas ; dous quartos : no principio do At-
tcrro-dos-Abgados n. 31.
= Corapra-se um banhoiro de folba com celindro,
que estoja em bom estado ; quom tivor, annuncie por
esta folha.
= Comprao-se dous candieiros de paredo e todos
os pesos, medidas o bataneas de venda ; na ra do
iUngel, toja do cera, n. 3.
= Compra-se urna preta que tenba habilidades ,
C boa conducta ; quom tiver annuncie por esta folha.
= Compra-se 13a de Trocha de canna o du outras
qualidades, que sirvi para eocbor colchSo ; paga-se
bein : na ra Nova delronto da igreja da Conceu-ao,
n. 28.
= Compra-se urna coelba de casta grande, de
qualquer cor que seja ; na ra du Apollo n. 12, ou
annuncie.
Compra-se um habito e capa de terceiro fran-
ciscano, que esteja em bom uso; quem tiver, an-
nuncie. 0
Compra-se um Tito Livio, em bom estado ;
quom tiver, annuncie.
Vendas.
=Vondem-se, ou trocio-so por ouro vellio ou prata
quebrada, as seguintes obras de prata contrastada: um
upparelho de cha, urna caTeteira, um billa desirmana-
nado pequeo, Igumas salvas pequeas, uina oscriva-
ninha, um par de castigaos, um laqueiro, pratose
tliesouras para vela, dous copos, varias cotheres para
cha, e um par de brincos du ouro de 20 quilalesina ra
da'Cadeia do HeciTe n. (i 1. andar.
Sabio a luz, e vende-se por 320 rs. na praca da
Independencia, livraria ns. 6 o 8, o Alphabeto da
malicia das mulhercs seguido de ilguns versos sobie
a creacao da mulber.
- Vendem-se cortes do chiUs Trancozas muito linas.de
csseolos escuros, de quadros e listras, cores linas du 4
palmos e meio do largura, e de gosto muito moderno,
a 3200 rs. ditos com 1 .i corados, 5000 rs. ditos
de cassa-chitas do cures lixus, a 2000 rs. o euu co-
vados, a 240 rs., ditos de chitos com assento escuro, a
1000 rs. hretanha do rolo com 10 varas, muito en-
corpada, a 2000 rs., camisa do meia, a 1280 rs., brins
trancados de linhopurocdr de ganga o escuro, a 720
rs,, dito uiancos, a 1000 o 1280 rs. madupoio en-
Testado a 6800 rs. muas casimiras de algodo mui-
to encorpadas a 460 rs. o covado, brins Trancezes de
quadros e listras a 400 rs. o covado Tustoes para
collttc a 320 e 480 rs. moias para meninos e me-
ninas a 200 rs. o par o outras muitus lazundas por
prego commodo ; ua ra do Crespo luja n. 14, de
Jos Francisco Oiai.
= Vende-se potassa americana muito nova e do
superior qutlidado em barris poquenos ; na ra da
Cadeia-VelDa armazem do assucar n. 12.
=* Vende-se, a dinheiro ou a prazo com boas firmas,
ou troca-se por predios nesta praca,ou escravos,urna pro -
priedado de trras, que dista duas leguas da cidade da
Victoria, denominadaAlagda-das-Antas, com
urna legua de terreno propria para plantaces, ou
criacio ; tem dentro dous grandes assudes, e recebe
de foros todos os annos 200/ rs., que Ibe pago; tem
Loa caa de vivenda, com bastantes commodos sen-
zalla para pretos, estribara, engcnbo para descaro-
car algodSo prensa para farinba e armazn para
depozito : a Tallar com Jos Das da silva na ra da
Cadeia-Velba n i9 ou nos A Togados, com I,ou-
renco Jos do Moracs Cervalbo, na ra do Hozar io.
= Vendem-se ricas caixas de tartaruga botins o
meios ditos de Lisboa ebegados no ultimo navio e
estojos de navalhas inglezas, a contento ; na ra dos
Quarteis n. 24.
= Vende-se milbo em sacca a 4500 rs.; na ra
da Cadeia de S. Antonio n. 19, depozito du Tarinlia
do mandioca.
= Vendem-ae muito boas bichas, chegadas lti-
mamente de llamburgo as melhores que ba no paiz ,
e muito grandes; tambem se alugao c applico-se
para mais commodidade dos pretendentes: na ra es-
trella do Kozario, defronte da ra das Larangeiras lo-
j.a de barbeiro n. 17.
= Vende-te potassa di Bussia, muito nova; e ar-
cos de pao para barrica: no Recife, ruada Cruz,
d. 46.
= Vende se, no depozito de taboadode louro e ama
relio, de Antonio Domingos Pinto, defronte da Ordem
terceira de S. Francisco taboado de (oda a qualidade
e grossura de superior qualidade e muito bem ser-
rado por ser serrado por machina movida por agoa ,
eitabelecida no Monteiro e por isso merece toda a
preferencia em razio de poupar muita mi d'obra ,
ribr isso que o taboado esta muito desempeado ; e se
vende por preco commodo sendo em porgues mais
vultadas: a tratar no mesmo depozito ; ou na na No-
va ,. n. 59.
-- \ende-se lona igual a da Rtissia, na sua qualida-
de largura e bondado para velas o encerados, por
ser muito'encorpada o toda de linho pelo comino-
do preco do 24 rs. a peca ; na ra do Vigario, arma-
zem dp tanoeiro n. 27.
\ endem-se lindos cortes de cambraas de crese
de lindos padroes a 5800 e 4200 rs. o corte supe-
riores curtes de riscudos do novos padies chegados
ltimamente, a 5200 e 4000 rs. com 13 covados,
Tinicsimos cortes de cassa-ebitas do quadros e listras de
cures a / rs. macedonia de quadros para calcas, a 640
rs. o covado,casimira franccza.de listras de cures a 1400
rs. o covado, lencos de cassa-chitas para grvalas, a 480
rs. linissimos corles de cambraia lisa a 4500rs.,
finissimo madapolio enostado a 7000 o lOs'000 rs. ,
meas de algodfio cr de superior qualidade a 2800 e
3600 rs. superiores pecas de hretanha de rolo a
1600 rs. cortes do chitas escuras pelo diminuto pre-
co do 1600 rs., e outras muitas Tazendaspor barato pre-
co ; na run do Crespo loja n. 8, de Campos & Maia.
= Vendem-se dous escravos de bonitas figuras, pro-
prios para todo oservico decampo e um padeiro, ca-
noero o pescador : na ra da Cadeia, n. 40.
= Vendom se 4caixilbos para janellas de sacada;
na loja da esquina dobeccoda Congregacao, n. 41.
= Vendem-se pranches dop.o d'oleo, por pre-
co commodo na travessa do (^ueitnado n. 3.
. = Vende-se urna bella propriedado com arvoredos
de fruto na marpem do rio Capibaribe, rom casa do
pedra o cal ; cujo silio da excellente barro pura olaria,
e tem proporgos pora plantaco de capim o muito
bom pasto para vaccas de leite ; tudo om terreno pro-
firi e livro de qualquer onus e muito perlo da ci-
dade do IteciTe. A quem llio fizer conta comprar a
dila propriedado procuro na ra do (^ueimado n. .'!),
lojadoSr. Antonio Ferr ira da Annunciaco para
ulteriores informal oes.
Vende-se uroacadeira de arruar em bom esta-
do urnas conchas novas para drago de batanea gran-
de e urna porgio de medidas do novo padrao ; todo o
negocio se Tara : as Cinco-Pontas, n. 160.
= Vende-se um preto moco proprio para todo o
servico; na ra das Larangeiras, n. 18.
= Vende-se umeabrinha do idade annos sem deTeito lgum com bonita ligura pro-
prio para pagein por saber bom montar a cavallo ou
para aprender qualquer olh'cio ; na ra do Crespo, lo-
ja n. 14.
= Vendo-so urna escrava do nacao, quitandeira ,
cozinha o diario de urna casa e lava de sabio ; na
ra Direita, n. 12.
Na ra do Trapiche, n, 31, segundo andar, ha,
para vender por preco commodo superiores charutos
de regalia ebegados ltimamente da ltahia.
= Vende-se assucar refinado cafc cevada moida,
o lodos os mais gneros de venda por preco commo-
do ; tudo de boa qualidade : na ra da Cadeia do He-
ciTe venda n. 1.
= Vendem-so presuntos inglezes, queijos suissose
parmiso, salames de llamburgo vinbo do Xerry do
superior qualidade, vinbo do Hheno dito branco
francez liaut bersac sauternes, preignac, de diver-
sas presas, vinbo do Porto superior conservas in-
glezas e francezas licor iiiarrascbino agoa mineral ,
0 outros objectos por preco commodo charutos rega-
lia e Tama-va du 16 a 35j rs. o milbuiro e em por-
fi mais barato ; na ra do Trapiche, n. 34 casa de
Fernando do Lucca.
= Vende se rap Meuron & Companhia do de-
po/ilo do Kio-do Janeiro ; o qual pela viagein, ou por
outro qualquer inutivo aprsenla urna aroma que se
aproxima ao de Lisboa : na ra do Cabuga luja n.
1 C, de Francisco Joaquim uarte.
= Vcndu-so urna rica tualha de lavarinto u com lu-
co de roda propria para noi\ado por preco comino-
iel, servical c
na ra de
do ; urna escrava de muito boa ligura
nem achaques
Ajoas-vordes
cinco
Coto-
quilandeira, sem vicios
n. 21.
= Vendo se lcnha de mangue muito boa
achaspor quatro vintens; ua otaria du ra do
vello.
Vendem-se 8 escravos pecas, bons para todo o
trabalho tanto da praca como de campo ; um dilo
bom carreiro ; um dilo bom ollicial de pedreiro de to-
da obra ; um iiiulalinho de 18 annos bom pagem ;
3 prelas, quo coziobao eogommio e lavio roupa ;
uina preta boa quitandeira : na ra do Crespo, n. 10,
primuiro andar.
-\ criilcui-sc saceos de milho ditos de arroz bran-
co e vermelho piludo ditos de casca ditos de lan-
uda dilosde fcijao mulalinbo ludo do alqueire u
da inelhor qualidade, que boje appareco na praca ,
por preco commodo ; na ra da Cadeia do HeciTe ar-
mazem n. 8.
= Na ra larga do Roztrio n. 35 primeiro an-
dar vendem-se obras de ouro, viudas do Rio-de-Ja-
neiro, de muito lindo gosto com o toque de 14 qui-
lates, c tambem algumas da Ierra, de ouro, com o to-
que do 18 qutales, havendo, em ambas us lacluras ,
aderecos de muito bom gosto e meios aderemos, e
mais Igumas obras de diamantes e brilhantes; ven-
dem-se tambem lazeudas de seda cambraas de lnbo,
do muito bom gosto, lencos de cambraia de lnbo para
mi riquissimos manteletes de bastante lantezia para
scnbora ricos suspensorios e grvalas chapeos de
sol para sunhora ; ludo por preco ra/oavcl, e mais
barato quo as lujas.
= Vende-se potassa da Russia, muilo nova e ar-
cos do l'oilo para barricas ; na ra do Trapiche, ar-
mazem n. 17.
Vende-se potassa da Russia nova, e superior, a
320 rs. a libra ecal virgom em pedra, de Lisboa; na
ra de Apollo, n. 18.
= Vendem-so duas bonitas crioulas, rccolhidas,
de idade de 18 annos, com bom comportamento ; urna
preta de Angola mai das ditas crioula : na ra es-
trella do Bozario n. 10, terceiro andar.
\ ende-se lona da Russia com um pequeo to-
que do avaria muito recommendavel para cama de
vento encerados e outra applicajio pelo barato
preco de 400 rs. avara; oapragada independencia,
loja n. 4.
= Vcnde-e urna escrava do 20 annos, bonita fi-
gura cose, engomma e cozinha; dous moleques de
habilidades; duas prelas de 25 annos, b,oas quitan-
deiras o lavadeiras ; dous pretos de 28 annos, propripi
para enxada por terem pralica ; um molecote do 20
annos, bom pagem ; urna preta do 27 annos, quo
cozinha muitu bem de Torno, mossas, Togao, o engom-
ma liso com perTcigao ; na ra da Flores n. 21.
=Vende-se urna escrava moca de bonita figura e
sem bdiaques ; no Mundo-Novo, n. 17.
= Vende-se um escravo de 20 annos, de bonita
figura bom para pagem, e mesmo para o servido de
Campo; duas pretas, sendo uina para fura da provincia;
urna dita eogommadeira cozinbeira, cosa e Taz lodo o
mais servico de urna casa; urna negrinba muito bonita,
propria para mucama de alguma menina : na ra lar-
ga do Rozario n. 46, segundo andar.
= Vende-se potassa da Russia, em barris peque-
no ; na ra da Senzalla-Velba, armazem n. 6.
Casa da l?.
Ra eslroita do Rozario n. 43.
=Vendem-se hilbeto? e cautellas em decimos e vig-
simos da presente lotera do theatro publicodcstacidade;
cujas rodas devem teroseu andameolomuitobrevemente,
e anda mai pela rpida extraegio, quo viotendoas
cautellas, quo, pelo seu diminuto valor,a todos chegio:
os amadores deste interressante jogo concorrao a com-
prar anda mais as mencionadas cautellas, a fim de que
deltas se previnio em lempo antes que andem ai ro-
das da referida lotera, o que est mu prximo. O
procos das cautellas sao: decimos, a 18000 rs. e vi-
gsimos, a 500 rs. O pagamento do quo porsortu sabir
na extraegio da lotera sera promptamente realisado na
mesma casa cima.
= Vende-se urna ou duas prelas para o servico de
cas> ou mesmo para venderem na ra ; em quanto
ao servico do casa, ongommao, liso, cozinbao, onsaboa
o fazem o mais servico que se precise; na ra do Colle-
gio, n 15, segundo andar.
Vende-so um cabra serrador, e bom trabalbador
de enxada e do mais servico de campo moco, sadio,
forle, e bem conduzdo ; e igualmente um mulalinbo
de 12 annos bem parecido muilo vivo, bonito pa-
gem csadio ; na ra das Flores segundo andar do
vibrado da esquina que ullia para o rio ou no Mon-
teiro casa do' Alacicl.
= Vende-se milbo novo a 5*i00 rs. a sacca ar-
roz com casca a 4500 rs. a sacca e farinba de man-
dioca por prego commodo ; em casa de Manoel Jos
Concalvcs Uraga ao p do arco de S. Antonio.
= Vendem-se dous lindos moleques de 16 snnos,
poucomaisou menos; na ra estreita do'Rozario,
n. 31, primeiro andar.
= Vendem-so dous pares de brinco do ultimo gos-
to 3 cordes, urna cruz dous pares de botoes de
punho, 5 ditos de abertura 5 pares do rosetas para
meninas, 3 relogios, tudo de ouro; o obras novas
na ra do Rangel, n. 3, primeiro andar.
Vende-se um alambique euuta bomba pequeos,
ambos de cobre e 4 tunis I i nipos, arqueados de fer-
ro ; na ra da Gloria, 59.
Vendem-se saceos vasos, novos, que servem
para Tarinba ou para assucar; na ra da Cruz, n.
46 casa de II. Mehrtens.
Vende-se urna parda de 18 annos engomma
lava, cozinha e cose, sem vicio algum ; na ra dat
Cinco-Pontas, sobrado n. 25.
V ende-se, por prego commodo a Sania Biblia em
Dom uso contendo u novo o velbo testamento tra-
duzidu em porluguez pelo padre Antonio Pereira em
um volume ; na ra do Crespo, n. 25.
Vende-se lia do Trecha do canna ; na ra Di-
roita n. 95.
O abaixo assignado, vende urna sua casa terrea ,
de lijlo e cal em chaos Toreiros ao engenbo Giqui ;
quem a prelender dirjase ra Direita dos Afogados,
casa n. ; a mesma propredade acba- se livre e des-
embarazada.Francisco Gomes II' andtrleij.
= Vende-se urna prela de naci Costa do idade
de 20 annos, pouco mais ou menos de bonita figura ,
muito diligente sum vicios nem achaques boa qui-
tandeira ; na ra do CJueimado n. 32.
Na fabrica de vinagre e espiritos da
ra da Gloria, n. 5 ruada
co de 4*ooo e 2'56o rs. ; na
Senzalh Velha n. i3tf.
Vende-.se um coslureiro novo com
lodos os per teneos necessarios para S-
nliora, un relogio de quadro com musita
grande, meio appatrlho completo de an.
tur, e um dilo de cha de louca da India
do mellior gosto, ludo chegado do luo
de Janeiro e por preco em conta : na rn
Larga do Rosario n. 35, primeiro andar
guintes gneros de superior qualidade
vinagre tinto a 50/rs. a pipa, e 3V a quartola ,
dito branco a20/rs. aquartolu e a 500 rs. a cana-
da ago'ardento doreinoa80O rs. a cacada, dita de
Franca a lj rs. dita dita de aniz a 800 rs. dita ge-
nebro a 800 rs. dila espirito do vinbo a 1000 rs. di-
ta licores ordinarios (cravo o caoella) a 1280 rs. dita ,
ditos finos de difTerentus qualidades a 2560 res a ca-
ada.
Vendem-se 6oo palmos de terreno
as mallas que lbraodoengenlioda Torre,
com 6oo de fundo, a preco muito commo-
do de 2s'ooo ris o palmo, e tambem se
vende em pequeas porcoes; tem boa
vista, por descobrir quasi lodo (ordeiro,
e licar muilo perlo da beira do rio com
pouca distancia; quem os pretender diri-
ja-se ao Coelbo, ra dos t'razeres n. io,
dos G as 9 horas da manhawe das a as G
da tarde
Vendem-se ricos aparelhos de me-
tal contendo bulle, caeteira, assucareiro,
leitcira, manteigueira, he obra mais bem
trabalhaa e mais moderna, que tem vin-
do a este paiz : na ra nova lojas de fer-
ragens ns. 25 e 29 de Teixeira & Andrade.
Vende-se urna pequea armaco
de loja, propria para miudezas, no lugar
da praca da Boa-vista, pintada, nunca
servida, e por preco commodo; quem a
pretender dirija-se venda du esquina,
ao vollar da dita praca para a ra detraz
da Matriz.
Vemle-se vinagre superior a 4oo
re'is a caada ; na ra do Atierro dos A
Hoje ba bons quartos venda no largo da
>Cadeia.
- Vende-se urna negrinba de idade de 15 ,.
muito linda, com principios de varias habilidades-
moleque de nac5o,de 14 annos; outro dito de 16 ann!
um mulalinbo do 14 annos ptimo pora
gem ; outro dito de dado do 18 annos ; um "
cravo de idade de 20 annos, de nagao ; urna m.
crava de nagao do 18,anno de idade,cozinha o diario de
urna casa e engomma; tres escravas de naci combo-
nitas figuras, cozinbao c lavio bem de varrella, todas de
muilo boa conducta : na ra Direita n. 3.
= Vende-se urna escrava recolhida de elegante fi.
gura e de 18. annos, engomma, cose e cozinha muilo
bem; urna linda molca de 14 annos, c3m principio da
boas habilidades, sem vicio nem achaques; duas escra-
vas para todo o servirlo; um bonito mulalinbo proprio
para so educar, nio tem o menor vicio, de 14 anuoi'
um bem eicravo oTBcial de carpina; um dito bom car',
reiro; tres escravos para todo o servico : na ra do 4-
goas-Verdes n. 40.
= Vendem-se ainda 18 camisas de madapolio bem
trabalbadasa 16,800 rs. a duzia; alguos pares de ec-
roulas de linho a 1,200 rs.; um lengol novo de linho
Tino, com grande babado; um par de banquinliaspari
cabeceira de cama,novas e com pedra: urna papeleira do
Sra. em bom uso; e um apparelho de cha do porcelana
dourado, tudo cm conta : ra da Cadeia do Recife n.
(i, 1." andar.
=\'endein-se duas escravas de 24 annos, bonita
figuras, engommao, coziobao e lavio de aabao; urna
crioula de 22 annos, engomma, cose bem, cozinha o
lava de varrella, com um filbo muito nutrido de 2 an-
nos; urna escrava do 20 annos, boa ligura, cosinha e
lava de varrella; urna parainba de 20 annos, engom-
ma, cose, cozinha clava desabao ; urna cabrinhado
13 annos, cose e Taz renda ; urna negrinba de 7 annos'
um moleque de 14 annos, com principio de sapateiro;'
um mulatinhodo 18 annos com principios de pedrei-
ro; 2 escravos de 20 annos para o sorvigo do campo:
na ra das Cruzes n. 22, segundo andar.
Escravos Fgidos.
14 a lo annos, muito bonitos, um delles be cano- togados n. 7.
eiro e muito.habilidoo ; urna parda de 22 anno, com -- Vende-SC farelo, pelo mdico pre-
=Tendo desapparecido na tardo do dia (J do corren-
te um mulatinho de nome JoSo do idade de 14 an-
n os, pouco mais ou menos com os signaes seguintes:
uina belida em um olbo uns carocos em um brago
pescogo curto os dedos grandes dos pes volladospara
dentro; dosconia-se estar oceulto, e logo que se rea-
lisc se proceder com o rigor da lei contra quem o
tiver em seu poder : quem o pegar, ou delle souber,
dirija-se a ra do Passcio, n. 4 ou nu ra do Quei-
mado n. 23.
_= Desapparecco da casa do abaixo assignado.no dia
15 do agosto deste anno urna escrava cabra de nonio
Severina que foi escrava de llolli Cbavanne com os
signaes seguintes: secca do corpo altura regular,
com una marca de lerida na Tace do lado diroito; quem
della liver noticia dirija-se ao Mondego botica n.
G4, quo ser gratificado Joo Cancio l'creira Frtin
= No dia 17 do corrente, a noule fugio um es-
cravo de Augola de nome JoSo de idade de 56 an-
nos : o qual lio bem condecido nesta praca por ser
ollicial do marcineiro e ler trabaihadtf em diversal
tendas j tem bastantes cabellos brancos bem bar-
hado denles limados estatura regular bastante
ebeio do corpo pos apalbetados; levou camisa do ru-
cado azul caiga de casimira esbranquicada, jaquela
branca : quem o pegar leve no bairro da boa-Vista,
deronto da matriz por cima da botica da viuva Ci-
nta terrena segundo andar que ser recompen-
sado.
ssb Fugie, no dia 5 do correle mez de agosto, urna
escrava de nome Marcellina de nagao bstanlo alia,
secca do corpo ps bastantes grandes, cara cumplida,
de idsde de 30 a 40 annos ; levou vestido ue lisiado
encarnado cor de sangue de boi, com listras encarna-
das e pretas, urna tualha, esem panno: quem a pegar,
leve a ra larga do Rozario, n. 46, segundo andar,
que ser recompensado.
= Fugirao, no dia 6 do corrente agosto, 2 escravos,
sendo um crioulo de nomo Cyprianno de idade de
16 annos, estatura regular ; este Tugio do engenbo
Pedreiras, comarca de Goianna : o outro de Angola,
de nome Joo estatura ordinaria, ebeio do corpo,
com uuia cicatriz na testa de idade de 20 annos, be
ollicial de tanoeiro e trahalha de carpina; ausenlou-
se no dia 14 do corrente : quem os pegar, leve a Boa-
Vista ctsa em quo mora o Sr. doutor Gomes, pri-
meiro andar que sera bem gratificado.
= Fugio, no dia 14 do corrente, um preto de no-
me Joao de nacao Angola representa 30 an^ios de ,
idade cor Tula, baixo, pernas e ps pequeos, den-
tes limados; levou calcas e camisa de estopa grossa :
quem o pegar leve a ra Dircita refinaeao n. 10 ,
quesera bem recompensado,
Na madrugada do dia 17 do cor-
rente mer fugio, desta cidade do llecife .
urna escrava de nomo Tbomazia quo representa ter
20 a 25 annos do idade, com os itgnael seguinles:
baixa secca, cor Tula com Talla de um ou dous den-
les da parte du cima ; levou vestido do chita de qua-
dros escuros panno da Costa cordao de ouro ao
pescogo com um annel enfiado no mosmo ; consta
ter ido para o cidade de Olinda : por isso roga-so a
pessoa, quo a vir, de a mandar pegar u levar na ra do
Crespo, n. 11, bairro de 5. Antonio, que ser bem
recompensado. .
PERH. J NATYP. DE M. F.DE FAlilA. o7}5.


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