Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05834


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Full Text
III
/mil* de 1848._______
[ tsrjssjii UJBBWMBBi^M^^^^^^
,,11/l/f/O pul>Uca-sc todos os das quo
1 Um 1 he de 4/rs. por quartel>9< aanUt-
mO aniauncioa dos easagnanles so Insc
[[no difireme, c as reneticues.t.da melado,
f nao forein ass.finan es pagao 8fi rs
Jr linhn, r KiO em typo difireme.
PIIASI.S i).\ LA NO MV.Z DE AGOSTO.
, ., ;tas 5 b- e 5 inin. da anauhaa.
cente a 10 M 8 h. e 21 minutos da tard.
' "0, ,.a, 17 aslOlior- eS? ruin, da man,
l^lyoalicaS as 4 fe".- 7 m. d., .,rde.
Sexta fcira 8
,PARTIDAS DQS CORREAS.
Coianna, Pkrihvba, c Rio'Grande do Norte
Segundas e Sullas- fe-iras.
Cabo, Si-iihlmeni, JUo FoiincsQ, Porto Cal-
vo, < Maucj, ii I." 11 e-21 de cada uiej,
GaranhunsieHoiiito a 10 e 24.
Boa-Vista a Flores a 13 eiX
Victoria- n.-an Quinta* le ras.
Oliiulii lodos os das
PrimeiVa
ScgUD!
- .
^REAMAR BE HOJE
8 h. e IX inin da maullan.
9 b. 42 minutes da tarde:
de Agosto.
Anuo XX

PAS DA SEMANA.
4 Secunda S. Domingos, nuil, do J. de D.
da 2. v. celo W- d*
V Terca N. Si da Noves, aud. do J. de 1)
. da v. e do J. dos t-'eits.
(i Guana S. Xisip, a tul. do J. de D.
da 3. vara.
Tftulnta S. Cactaiio.'alid. lo Juiz -le I).
da 4. vara, c do .1. M. d 1. e 2. v. '
8 Sexia S. Uiiaco. and. do 3. de D. da 1.
v. do civel, e do I. dos Feito*.
0 Satinado S.' liomiip. aud-jdo.J. de D.,
da 2. vara!
"10 Dciuingo S. Lourcneo.
CAasttlOS NO DA 7 Vi, AGOSTO.
Camino solire Londres. 25 d. por 1. a (Wd.
i, Pan* :rn ris por franco.
Lisboa 120a 125p. c.pi.tYtn.
De* de le. de boas liarnas 1 '/ 1 V: P-?
(Juro Onc.as licspinhoJas 'iW, i, Modado CvlU;) vel. HM'm'.t a loVIO
de (ifion nov. 17*'i>oi> a intuid
o de 4^000 aajttOO a WfOO
Pru/a Pataces I.'.i~i a ISVlSo
Pesos <:olumnares, j.c'JSO a 2il'(l
Ditos Mexicano. 1/94(1 a 1/"
Mordas de pacte. /W0 a l#'Xi
Accocs da C.- d Licberibc de 50U0l) ao par.
PARTE CFFCIAl.
Governo-Yla provjnciit
EXPEOIRNTE no DA 4 DO Col\BKNl I
(CneUu.)
Q(icnAo Btn. vicij-preldente da Alsga, ro
und. ft>? indomimar h arsenal de gurra'dcta pro
?einda 'quaiatin de 179/358 r., despendido tsom ali-t
ver artigue bellicos, que su )he remettrie pelo vpo|
S. Saltador. J ;~ i
Di lo Ao pomuian.danle inperior da guarda nacioant
Jo municipio do RecijSe, cniiiiiiiiiieainlo baer appnun-
dn a propU paca poitos vago do reinectivo 5,.. ej
| fl.O b.ilalhe. j
DitoAo roemo, ntelligenoiando o do acliar-se li-
l cenciad por 3 moto o.coronel cliee da reapoclira ter-1
ceira lejiao, FranoHco Joaquim Pereira Lobo, e do ha-
I Taido noiuetdn, para durante e> tempo iibliliiil-
0 Wnento coronel db quinto batalhao FranolaflO Car
| noiru Maohado Ri".
DitoAo nanec-torda tlietnuraria dn renda prnvut-
ciaea, ordenando, mando pdr em praca a obri d barrei
i rada ponte do Guanga, o cana repociia. Commiini-
onu-ae en engeolieir em cliefe e ao iotpector Bacal da
obra publica.
Dito -A Jonquim Jote da Coala, enneedendo lli ili
i pensa do lugar d 4.0 tnpplente do jnii inunicijial da
primoira vara deata cidade.^ j
DitoAcamara municipal de Iguarac, declarando,
que, ii viita da lei do i. de nutubro de 482S; nlo pode
um individuo tervir ao menino lempo oa lugares do ve i
rendor e aeortarie de una cmara.
HiloA meain, exigiudo copia do termo da 'Tro-
mataeao d'< rcpectivo iinpoalo, cuja apftrovasao o-j
Jirita em offloio da SO. do panado.
n
cessado o pronunciado pbr crime inaliangavcl ; por-
tanto conlinu 'a or conservado na prito, at que no
tribunal competente se mostr liwe. Permitla-me V.
S. que diga anda Igumas p1vras naata occaiao
e vei a *r: que se nao (Ora estar eu om urna avancadaj
idade na qual be de suppdr assistir algutnl pru Jen
talvez que o perverso Uibe.ro tivesse. h. mais too- esses denunciados sempre residente? e assiftente. i lae<<
Po, experimentado o elTeitos. da polica deste tormo. do pacharel processante. A.nda ma.s le o bachare
55
JUTEBIOB.
:
RIO-GRANDE-DO-NORTE.
N.o 40D'ordem do Ex.m. preai.dentq da provincia,re!
mello Vrn. o epediente dpjuido dircta, oonaUjntq
de ipiatro proceaoa, trea de reponabilidade o.uro.dd
crifnodeferimehoja jlfSclo n tribunal doa jurado,'4
chore dn nrn (fin jurado, e anata officioa e leia, ludd
emdoua maneo. Den guardo a Vino. Villa dn Prii.cei
xn,20deinio d* l.S'ilj.Illm. Sf.'jul de direiltf inte-
rio Manuel Bapii.la do Santo Bri. lo. Luic Fran\
iie da Silva.
talvez, digo, que a justica tivesse sido, ha mais tempo,
deaeggravada ; poii sa minh'a idade, e avancada pru-
dencia poderia tolerar a constante perseguicao, que
semelbantero de polica bavia empregado contra os
honrados babitontos deste termo ; azendo revi ver an-
tigs ritas ja com ameacas de mocte ja com a de
priso* e jft com pmcessos crimes : finalmente foi a
prudencia mesma quem me aeonaelhou i vista do
officio de V. S. que fiesse prender, e ter com segu-
fajnca a urna fera, que,unida a actual devastadora seres,
faio terriveis eitrajoi', sendo este de presento, em
menor numero por.harer cessado a primeira causa.
Eu agradecen a V. S. attonco que prestou mi-
nha lequisiclo d augmento do destacamento desla
villa., e munico para o mesmo ; da qual fui salisfeilo
oomll prapas do primeira linha e 240 cartuxos.
Resta-meainda asseverar a V. S. querecbo, e con-
tinuarei a receber com sntsfasSo os sabios e Ilustra-
dos conselhoa de V. S. na admiouttracao da polica
dsto tormo sempre que elles frem consentaneos ,
mediante aliis, e com aquelle gro de senlimen-
to de que me achu possudo; dos quaes s me aparta
rei depois que deixar do existir. Dos Guarde a V.
S. delegatura de polica da villa d* Princeza 2(i de
junbode 4845. Il|m. Snr. doutor Joo Paulo de
Miranda, chele de polica do Rio-Grande Noite.
Gonra/i> Lin$ Wandtrlty, delogadode polica. Conrj
forme O amanuense da policia, Cario Joaquim P-j
nheiro de Vasconcellos.
6. Cmo se isto Bao Bastasse, quiz ainda o tachare!
Silva infringir o ari. 400 do regulamento o. 120, drj
31 de Janeiro dei842. e 142 do cdigo do processo,'
que, exigindo expressamente a asiiatencia dosdenun-'
ciados para inquiricao do tostemunhas, foi isao formaln
mente preterido, documento, nmeros 7, e 8; sendo
Ulna, e Evm. Sr.Para quo V. Eso. fique soiente de
quo rcnelia,proceadu Manuel d Silva, Ribeiru, xj
proiuelur da villa d Av, que. fui [u-eiio. em S do roaid;
deste inno, nao lend ido ullo em virtudo do um de-
pacho meu, para eo nin curado n'unt. requeriinentq
do dito Ribeiru, tranninito por cjipjn o ollicio, qudj
ucrtirigl o delegado de plicia d aquella villa, copj
data de 26 dn' mci de jifnu uliiino, ein reipota an qu
Ihe enderece) 9 do rltramu tite, cuja copia taiubein iiu
lunaremotto. eo guardia V. Iao. Secretaria da po-^
licia, 3 dejulhn de 484t.->-Hlin. O Exm: Sr. doutor Caj
limiro Juu do Mofae Snrmenlo, presidente deata pro,
viuea.Jodo Paul d Miranda.
Illm. br.-r Accuso reeebido oofeio que V; 8J
dirigi me em dala do 9 do crvente -, eortifieando-mq
haver reeebido o meu officio de 22 do nroximo paseedq
maio a cerca dapnsodo turbulento Manoel da 8iH
vi llihciro e outros oujecU); e julgando enveniei-^
te.por ser meu dever,responder em parte oeitado offi-J
ci do V. S. olaco. a da 15 do-oorrente, asa
loras da larde pouco maie ou menoa me oi apre--j
sentado uui requerimento falto de muMai veraoida-J
des, do mencionado Ribeiro que vinha exarade
um despacho de V. S. ; o qual, reoebendo-o reipito-|
smente, o cumpri; cumprimento, que tova p S
nao soltar ao dito Ribeiro por so aehar iadveiado en
crime, que nao admitle lianca uio s-po ver eu as
ta exeepgao oo despacho de V. S. nomo-por meba-
er roqueriJoo promotor-publico desla comarca pe-
dindo-me em seu requerimento a eonservacov 8 segu-j
ranea do sobredito hibeir ; qual j boje sa acba pro-,
B!!JigigiB i Trrr-iT

Illm. e Exm. Sr, Competindo a V. Exc. a im-
portante misso de fazer ejecutar aa lea na provincia
e sendo a sancc8o coerciva contra seui inlractores um
ccmplemento indispensavel da exocucSo; no posso,'
encarregado, como ora interinamente estou, da direcJ
ao primaria desla comarca, deixar de levar ao cunheci-
mnto de V. Exc. as violacoes de leis. que mais ov
meos sciente. e culpavelmente pralicou o bacbarej
Luix Francisco da Silva, quando no exercicio de pri-j
nieiro substituto de juiz de direito da comarca, no pe-,
riodo bula, de 26 de marco at 20 de maio.
A provincia toda sabe, e esta comarca infelumento
be testomunba, que o bacharel Silva, semelbanleao^
oometaa, cuja apparieao o povo ero presaga do lorri .
veis catigo. he porsua parte um cometa, cuja opac-,
dade transtorna a ordem e tranquillidade, apenas aqu
apparecido, o que raras, porm mais d urna vez,basuc-,
cedido. Necessitado esse bacharel, para reorganisar a,
comarca bellamente, d'um escrivSo de sua tempera, co-'
nieou, para bem de ua perseguicao, por Bornear unj
escrivo piivativamente seu, o qual acbou oa pessoa dd
Joo Martinf de Sa Jnior, a quem passou o provimeni
to, documento n. 1.; e comeaaa rromeacSo, nao s in-
fringi o art. 18 do regulamenlo n. 122, de 2 de le-j
vereirrr de 1842, que da eitclusiiamente essa allribuij
Co as provincias aos presidentes, como at commet-.
too o errte de fabidade, o de prevrtcaeio, e o de ca4
lumnia, qaerendo imputar ao juiz competente a falt
deserventuario para o cartorio-do crime e civel; poi
que nem om 27 de marco, quando fez a nomoacio d
eBcrivati Si Jnior, iabh> ainda o bacharel Silva do im
pedimento de liceoca do escrivo Luii Antonio Eerrera
bou to, como proviw eos proprios officios, documentoj
numerosa, e 3; nem, apreseBlndo-se este de lioeacaj
em 27 demarco, estove o Sartorio vago da elgunv-oo-j
mo previo o documentos nmeros 4, e 5, edo, dd
mais, Iblo-qe' outro eserivio do jufto de orpbos.
loSo Baptisto d'Oliveira Montoiro, que be odojurd
gualnSentei esliveise jmas impedido, documenao.!
CAROLINA .NA StClLIA. (*)
TERCE1RA PAUTE.
xu.
SUS7XTTAS.
A viagera foi trate c deienxnbida;' oliorlo em feua
pciuarnt-nlo de dcinaaliiu, Fnbio niarehava em- iletioio
ora adame, ora atrat da raiotta, raro- vcacaa laih> dol-
a .iluii de evitar toda a eta.vera*ca eguida. Como nko
i""iiadiicroqeeei.lia,prcrcriclar-e;taiiloHBeu.'J efn|avp, qfl acoda uutanle e aiargqva u
t*va i ditiiniiuaeAo, Sun oro por ntuncia, e acbtlimado paaaoa
da muilo uioSu a Iraiiquasa da vid* militar -falt*va, comoi "
ladiiem, cuinooortcia na* nao; qualqoer infraVo'* p
da verdade era por ello um supplioio iop|iorl.nel
loie elle autor ou cmplice.
Feliiiuent^paiKnolle,, Carolina n*o etv mono pre-
oecupada, mai a ua preoecupaco era de muilo dift)-l
bacliarnl processa
Silva : havendo sido prncessado e pronunciado compe-
tentemente, por crime de responsabiliJade, e sendo-lhe!
a pronuncia intimada em 30 d'abril, dooumenlo n. 9,
nao obstante isso, conlinuou a funecionar com formal
desobediencia e acrimonioso desprcio, lazendo anda
audiencia em 2to mato, documento n. 8; ooonser-
vando-se no exercicio, com pretextos frivolos at 20 do
mesmo, documento n. 10; tendo at recusado entregar
o mandado ao officialda diligencia, documonlo n. 9; e
menoscabando inleiramente toJos os officios e ordens
do uiz substituto, que o processava, e quo solictava a
cessacao de seu exercicio Ilegitimo, depois da pronun-
cia. Para cumulo de todo, releva ainda informar a V.
Exc., que o bacharel Silva ebegou at mandar passar
certidOes lalsas no processo, que me forjou para ac-
bertar-se da patente rregularidade de n5o mandar-me
ouir em um processo de responsabilidade, om crime
afiancavel, se h, que esse nome merece o cumprimen-
lodosmesdeveres,pelo qual pronunciou-me;oquedeixO
de documentar,por ir ser demonstrada em juit essa fal
sidade revoltete. Tendo ssim preenchdo b arduo
dever de levar aoconhecimento de V.Exc. csss mani-
festas violacoes da legislacao ntr'oulras inuitas que aqui
praticou o mencionado bacharel, no curto periodo dq
seu e*ercicio; nada mais anhel, alm documprimentoj
do dever d'autoridadc subalterna, eno demonstrar
d'uma maneira sem replica, o proceder daquelles, a quem
o antecessor de V. Exc., corr taut predileccSo, ante-.
' Tn.^^g-.-j^-.aWsiyi^llB!BJ
rente natureo. A' propnrcio que c olla approxiinava dd
tn(af' do-eu-exilio, da mo fntlimo, om ella hnviaj
bapiiad. Ca'telvoirim, odeuioiiio da poltica, porpoa-.
co tempo ubjugado pelo amur, tonove e aponav del-l
la, c nm vea: enllor da prea, tiio o Urgava elle OuvisJ
Recaftimlava ella com igo meiun lodo os eu projec--
lo, ealtAilava-lhe toda as probahilidade, media o
eu mrfiN, e pertgoe, na empresa enlao e Ihe aprf-
aentara el todo o eplend*ir da iatillibilidado. Aconte-
eoo-llie al;hna vete diier a Fabio: Quando n
tiverntns em Polermo, quando n eHivermo om Na-
pote.-'Qundoeruio?" pergniita* aimounu tri-
temeute .. firg-livo, tal era o u irrependnienU>v que
nene momento fumo da aoibieo ue haviia qiai
dewvaueoidev e cedido o lugar .10 tude-^toderinO encanto
do amor. Pora ello obro aterra tu un iinioo boro bavia
digno de todo o eu detojp, Ralaelln, acajiavo 1I0
cavar entre ella .0 ello um abimao, cuj* jMofuudiadc o
iob eu
Vidfi bivio o.'- 173.


Jcqutfo viajante, don tinhao ltva-curcao a es-
iHHo, erto-aonarlo ereamariU.kEto4etpr aioaaad/
va ooaufra^onil)tfl..'0*legre oa.ador i adan-
e eantaiido. fuando. nameaoava r eguido Ip ata la,
pra tallndo-, farrjando, par.lil bando do. aea bvm lui-
> ounado lio oaniHV, eiu*u<-aauci5ci quando 4a-
a. Coinjuinheira liei,.e aaai iftf. companbeixu,
igoairaadadoiraa,. taahaa aniaaoaj>io, B jinaa inimago
punha aos verdadeiros amigos da ordem, do Monarcha
e da constituifao. Deoa guarde a V. Ex. \ illa di
Princeza, 25 de junho de 1845. Illm. e Exm. Sr.
doutor Casimiro Jos do Moraes Sarment, presi*
dente dista provincia. Luiz Goniaga de Brit]
Guerra.
Documento! que se refere o o/ficio supra.
N.'1 Adiando su impedido o escrivo do juiy
Joao Dsplista de iiveira Montoiro, o licenciado o di
goral. Luiz Antonio Ferreira Soulo, nicos, que oeste
villa existem; a lim de que no padeca adraitiis/racS
da justica nomeio interinamente para escrivo do
jury o cidado Joo Martina de S Jnior, para exer-
ccr dito lugar, depois de prestado o juramento doesty-
lo, emquanlo solcito, do Exm. presidente da provin-
cia, as providencias, ou approvoco da dita nomeacao.j
Cumpra so Villa da Princeza, 27 de marco de 1845-t
Lu: Francisco da Silva, juiz de direito substituto df
comarca. Termo de juramento. Aos vinte aete da
mareo de 1845, nesta villa da Princeza, da provincia
do Rio-Grande do-Norte, comarca do Ass, em casal
da residencia do juiz de direito ioteriho, o doutor Luis
Francisco da Silva, onde cu escrivo nomedo em vir-
tudo da portara retro a seu chamado vim, e ahi por
ello juiz Iota mim escrivo interino do jury, abaixoasj
signado, deferido o juramento dos santos evangelios,
encarregando-me, que dbanlo dalle servisse q dito em-t
prego, t que cesse o impedimento do eflectivo, Joo
Kantista do iiveira Montoiro, e sendo por mim escrl j
v prestado o juramento, o proinetti cumprir fielmon-
te, como me fura encarregado; e para constar mandou 0
juiz fazer esto tormo, em que commigo oramentadtj
assignou. Eu, Joao Martins de S Jnior, escrivad)
horneado, o escrevi.
N. 2Illm. Sr.A bem dn ervico publico, queira
V. S. informar-me, e o eaerivo do crime Lu Amonio
Kerrcir Sonto e aehn licenciado, desde quadu, e pof
que lempo; e, nd caiu de aflirniativ.i, qual o quo V. S|
rioineiiii par miljlitiii!-o. eo guard a V S. Felii-r
mente Vallo.da Princei, 28de marco de 1845Illmi
Sr. doutor Lu/. Goaaiago de Uriio (iuerra, jui municipal
1 "I
ms Francitet da 5/ao,
e de orphSos deste termo
jui de direito Interino da enmaren.
N..1Hara. Sr. Exigindo o ervico publico 100-
meac'o do eicrivo do erimo, n 1 impedimeailo do quo
te acha licenciado,- queicaV. S. iufnrmar-ane, qual 11
Humeado, o e j e ocha juramentado; e, nu oaan de an-
da onio ter feito, o dever faier com a brevidade poi-
vel, a Kan de nao padecer a administraco do justica, fa-
lendo-aaic logo participante. Uco guarde a V. S feliz-
mente. Villn da Princesa, 31 doanarco de 1845.Illm.
Sr. doutor Luii Goniaga do Brito Guerra, juiz anuninipal
e do urplaho deto teraato. Luit Francisco da Silva,
jui 1I0 direito sabttituto iln comarca.
ft.0 4_O dolttdr Luiz Goniaga de Britn (iuerra, juiz
municipal e do orphSo ncta villa da Prinoew anue-
Xaa, cuan alfada no crime e oiv*l, por S. M. I. o C, quo
Dos guarde, etc.Adiando u ean ano de licfcnfa u ac-
tual eacrivau do crimo, civel, orplin e tabllalo de
nota deita villa Luit Antonio ITerrcira Saulu, coaaoodi-
ila pelo E.m. preaideolcda provinnia, que ano foi apre
ciatada; cnearrego para aerv^r durautu o eu impedi-
mento, na cunfuriuidade do artigo 8." da lei Jeil do
nutubro de 1827, ao esorivaode orphaoidcsta villa Joo
Uaptista do Olivera Monleiro, que ervir debaixn do
juramento de eu uflieio, ate (jlio eja por calo ja'to pro-
videnciado d'outra forma. Villa da Priaicea, 27 de mar-
eo de 1845.Luis Gontaga de Brito Guerra.
S.'S- O bacharel Luz Gontaga de Brito Guerra,
juiz municipal e do orphios do termo da villa da
Princeza e aonexot, por S. M. o Imperador, que Dos
guarde de oulubro de 1827, nomeio a Antonio Penetra S0H1-
to Jnior, em quem concorre idoneidade, para servir
interinamente, e durante o impedimento do taberna o
publioo, escrivSo do crime, civol, e orphios deite tor-
mo e annexos, Luiz Antonio Ferreira1 Sonto, que se
acba actualmente em uso de licenca. Prestado, poi, o
juramento do estylo, entrar no referido eiercicio in-
terino, que desempenhar na confurmidada daaleis, e
respectivos regulamentos ; lieando|sein effeilo qualquer
outra providencia anterior deste juizo, em contrario
este. Villa da Princeza, aos cinco das do inrz de abril do
anuo do Nascimento de Nosso Seobor Jezus Cbristo du
1845, vigsimo quarto da Independencia e do Impe-
rio uta Gonxajo de tirito Guerra. -TermovJe
juramento Aos cinco de abril de 1845, oeste villa
da Princeza, em casas da residencia do doutor juiz mu*
oioipal, e deorpbao, Luis Goniaga do Brito Guerra,
onde eu escrivo nomeado oatava, alii pelo dito joiz me
foi deferido o juramento doa santo evsftgelbos, debai-
xodoqnal me encarregou. que bem ebelmenteeier-
oesse as funecoes de tabellmo publico, e escrivo do cri-
me, civel, orphios desta villa, o annexos, guardan-
do direito das parte, o o legrado da justica ; eseodo
por mim reeebido o juramento, assiai o prometli cum-
prir: do que, fiara constar, mandou osobreditoJuiz
fazer este termo, que assignou. Eu, Antonio Fer-
reira Souto Jnior, escrivo juramentado o escrevi.
M.Q (iIllm. Se. juii ninhieapil. Dn o oapitiO' Jlo
Baptiita deOlivoira Moaataaro, braaaoo, e.nado, morador
arala villa, quo Ihe taz a bem, quo u esnririe dettn
julio, vista de seus roe de culpados, Ihe faitean a folln
euin a culpa, quo o supplicautte tiver, de 27 de marco
do crrenlo anuo ale o prcaeiite : por tanto, pode no
Illm. Sr. iuz municipal do Icrmo da Princeta, mando
taiasr airar.E. R. M. Jodo Bptista de Oliveira
Montoiro.Pago o u'oVii* e velhoa dirato, pane il-
Var n forran requerida. Princcia, 10 de junho do 18415.
H^nnk-rhg. O coronel Manuel Luis VVauderley, juii
1n1a111eip.il 1: de or| liima substituto detta villa da Prince-
ta o auiievo por S Al. o 1. C, que Don guarde, ele.
Mando no eaorivaca deale juixu a quein eilefor nprcaen-
lado, l'.illeiia a folln dq aupplicaiito na lotui.i requerida.
Cuiaipruo.Villa dn l'rinceza, 1(1 de juiho de 1845.
Jiu Aiitunio FerreiraSoial.o Jianior, i-acrivo o escrevi.
/' amlerleu. Nada do supplicailte pelo meu rol do
culpados, do qual nada comta em lempo algum. Certi-
lieo mo haver oulro eacrivto ncite juito, que talle a
folha. Villa da Princesa, 10 de junho de IS.'iS. Em fo
de verdade, oeacriv, Antonio Ferfeira Souto Jnior.
ti.' 7Illm. Sr. dr. juii de direito substituto da
u separavao: prazerc, penase fadiga, todo nellcs er.
Cuwmuaii. Ape*ar da sua diacnco, Husario nao deixar;
de razier a sua* cuujeoliiraa acerca du dcsconbeoido p
que elle avuaiipanhava, o na sua idcia aavia aaaentadoJ|
irea. Uiz o major Muoocl Lim Caldas, que a bem
miimirjmiimm "'
luda ; o que o faUueauponei, como desdo o principio
o bavia lomado, era.um amigo du conde Allegroni. Ma
i|ue lurjasaii agora? como dalia elle; para que fui aquel-
lo enuoiiiru? eta viagotn, elt najtleriu? Ha oque
punco lho iinpur.Uva aber, e prreaaclri a tu miMo
cun n muda tioaatualidade du toldado que observa e tai
observar n orden, eau pcrgunlar a rodo., Faiia elle
por dciolavau o quo o oiilrua huei pur diaeiplina. lio
eiperimeutado guia souto hbil caoador, coatduiia o
sena linipedt-s por caniiuhus tile conducido, onde e-
l,.va certo de au eucunlrar i.em iniporluno naan ebir-
ros, uiaaoju coiupunoit curio Ihe pareca o caminbo.
(Juauu ii ao apiuiaauav do termo, mais pensativa
se lu nava a ranilla ; cunaullava a ilianeira pur que en-
traria can Caatclvetraiiu *ui ser preaenlida, eeuapra
*oa olhu doseapie iaiglozes, aue roalrsvao ou reai-
dvaicia. O da nminhava o cu hi, he verdade, c a imi-
te favorec* a sua entrad*, aun it&o tanto quo li tranqiail-
liwsto inleiramente. HatUv* uaa ulhu eunuau, pura des
auauu-lnr Uido oihui pMato da ana aupputa naolotiia, e.
para rcdnbrar a luapeita, j muilo avivada dus oeat
Fabie de nenhuma ulilidado ihe poda ser :
criminlo e obrigado a oecullnr-sc, ignorante alia* tan-
to dos tugare como das pcaioa, tiailin ftil neccasidade
du auccorru dos muros do que o podia dar. Que"partido
tomar em to criticas circuntatan'ia' Tal era a embara-
que uaeuhora era uaua daaaia d* curte, taires a miiiur de ciida queaiau que ella n ai mesma propuuha sera resol-
^e-hi, entretanto queja s torre de Caatelvetrano othe
apresentario ao olho us abrasados vapore! do pu-
ente.
Sabidos das moutanha deSalemi, coateav.'io oviajrt-
tes, aa escarpada bordas do Dclia que deiembcn na
(ilnincic; os eampnnezc cobertos das un capa de ca-
pul, rocolhio-'Se vngaroso villa, quasflue e jtbderlit
diser-estribaria, nut arranado tn? chirua,1 que do
din ha v lio conduiido; o 111 ni arras la lulo a grosioira ear-
relinha, onde cataran entnlliaito cn( desortiem oteaUi-
liu, andrajos o erianc.v. Tal ho o seu aviltafmeMttr, que
preferem'Boarilivroepuro do campo, athOrtwSrtn-
ra eanesva e feda da nfniada C'snjSi caiar; rjd
que o campos Bies rupreterrto ibmehre 0 duro icetj-
saaate (rabalho, em qaato oesaeriHiinundos receptaco-
lo( teimamau para animara' do que para honicns, ,iu
meiio neh&o o omnii, nnlcatregoa qua; i fome |he o-
targa. l>" Sioilia, amigo btreo! dot'dcoie e dos poeta,;
ilhueiicbntada- ond maceo Ceros, que fteutadon nl-
turea, c Theocrito que acanlou! Que ha feito do tafu
eafdeade^ d* toa riqueza? Teu pastores, e teas agti-
eiiltorc morretn de fadiga einanicio no mio de tuai
trtei campias do que serve o teu ftebndo sol?


leu precisa que o escrivio respectivo, revendo os autos
de denuncia por crime de rosponsauilidade contra, o be
cliarelLuiz G miaga de Brito Guerra, Ibe d porcerti-
Jli : 1,', o tormo de assentada para a inquine-So das
testemunhee antes da pronuncia; 2.', sedosmesmos
autos consta ter sido o denunciado citado para assistir a
nquiricio de testemunbaa ; o que posto Pede a
V. S. assim ibe delira pelo que Recebera justica.-
Manael Lint Calda. Paisa ni forma requerida.
Princeza, 19 de junho de 18i5. (ionsaga. Cer-
tifico, que,revendo os autos de denuncia de que trata a
peticSo aupra, achei a assentada que be do theor se-
guinte: Aos 11 de abril de 1845, nesta villa da
Princesa, provincia do Rio-Giande-do-Norte, comar-
ca do Ass. em casa de morada do dr. Luis Francisco
da Silva, juiz de direito interjjta desta comarca, aonde
eu escrivio interino do jury no impedimento do do
crime, adiaote nomeado, a seu chamado vim, e por elle
me foi dito que.haveodo mandado rosponder ao dr. Luiz
Gonzaga de Brito Guerra, juiz municipal desta villa,
em virtude de urna denuncia dada contra o mesmo pe-
lo promotor publico desta comarca; e que tendo-se
pastado os lo dias que Ibe foro marcadas sem que
respondesse nao allegando impedimento algum ; por
iaso ia proceder contra o mesmo e perante elle Toreo
inquiridas e perguniadas testemunhai a revelia do
denuuciado que sao os seguintes: do que para constar
fi este termo. Eu Joao Martina de Sa Jnior, escrivio
o escrevi.
se acba a asignatura dos Srs. juizes de direito e pro-
motor publicoEu Joao Martina de Sa Jnior, es-
crivio interino do jury o escrevi. E maisse nio con-
tinha em dito requerimento do audiencia que eu fiel-
mente copiei do proprio original a que me reporto.
Villa da Princeza, 19 da junho de 18*8. Em fde
verdade.o escrivio Antonio Ferreirm de Souto Jnior
Certifico, que, revendo os autos de que trata a peticio
retro, delies nio consta que losse citado o denunciado
para assistir a inqunelo das tosterauuhas do proces-
so. Villa da Prioceza, em 19 de junbo de 1845. Em
T de verdade, o escrivio, Antonio Ftrriira de Souto
Jnior.
N. 9.Publica lrma.Certifico que iotimei por
ordem do Sr.juit de direito da comarca ao capilo Ala-
noel Baplista dos Santos Brito urna pronuncia por
crime de responsabilidade contra o juiz municipal na
villa do Principe,o dr. Luis Francisco da Silva, em sua
propria pesso; e que nSo nio passo a certidio ao p da
pronuncia e mandado, por Dio querer o dito juiz mu-
nicipal etitregar-me, dizendoque nio recoobocia o juiz
de direito por quem tinha sido processado. Villa da
Princeza, 30 de abril de 1845.Em 16 de verdade, o
escrivio do meirinho de campo, Manuel Francisco da
Silva.
N. 8. Illm. Sr. dr. juiz de direito substituto da
comarca. Diz o majorManoel Linz Caldas, que
beui seu precisa, que o escrivio respectivo, revendo
os autos de denuncia por crime de responsabilidade
contra o supplicante, Ibe d por cerlidio: primeiro, o
termo de assentada para a inquirirlo das testemunhas
antes da pronuncia ; segundo, o termo de audiencia
de dous de maio prximo passado, que deve constar dos
mesmos autos ; terceiro fioalmente, se do processo
consta ter sido o supplicante denunciado citado para
nssistir a inquiricao de testemunhas: o que posto
Pede a V. S., assim Ibe defira;pelo queReceber jui-
tica.Passe a certidio requerida. Princeza, 19 de
junbo de I8i5. Gonzaga. Certifico que, revendo
os autos de denuncia de que trata a peticio supra, a-
cboi a assentida, que be do tbcor seguinte : Aos 10
dias do mez de abril de 184. nesta villa da Prince-
za da provincia do Bio-Grande-do-Norte, comarca do
Ass, em casa de residencia do dr. Luiz Francisco da
Silva, juiz de direito interino desta comarca, onde cu
escrivio interino do jury, adiante nomeado, a seu cha-
mado vim, por elle foi dito quo, mandando responder
a Mauoel Linz Caldas, primeiro uii municipal substi-
tuto desta villa, sobre a denuncia contra elle dada por
crime de responsabilidade pelo promotor publico desta
comarca ao Kxm presidente da provincia, e tendn
denunciado dado sua resposla em lempo ; ia sobre esta
dita denuncia inquirir testemunhas e proceder decon-
formidadecom as ordens do mesmo Exm. presidente,
cujas testemunhas sio as seguintes. que Torio judicial-
mente notificadas: e para constar fiz este termo. Eu
Joao Martina de S Jnior, escrivio o escrevi. E
maisse nio continha em dita assentada, que eu fiel-
mente copiei do proprio original, a que me reporto.
Villa da Princeza, 19 de junho de 1845. EmTde
verdade, o escrivio Amonio Ferreira de Souto Jnior.
Certifico que, revendo os autos do denuncia de que
trata a pelicio retro achei o requerimento em audi-
encia quo bo do tbeor seguinte: Requerimento cni
audiencia.Aos 2 de maio de l8,.'>, nesta villa da
Princeza da provincia do Rio-Giande-dc-Norte, co-
marca do Ass, as casas de residencia do dr Luiz
Francisco da Silva, juiz de direiro interino desta co-
marca, em publica audiencia, quo aos Teilos e partes
fazia o mesmo jui', apregoada pelo portein interino
Manuel Francisco da Silva,nella pelo promotor publico,
Manoel da Silva Ribeiro, loi dito, que, sendo o reo
Manuel Linz Caldas citado na forma do a'tigo 402 do
regulamento n. 120 do 31 de Janeiro de 1842, para
apresentar a sua conlrariedade, e produzir sua defeza
sobre o crimo de responsabilidade.por que be aecusado,
para a final ser julgado por este jui/o, e Rio tendo o
r :o comparecido neste juizo para se defender, consti-
tuido se assim verdadeiro revel.por so requers, que
sendo o reo apregoado.e nfio compareccndo.nemoutren
por elle, a sua revelia losse lancado da contrariedade, e
defeza, e te seguisse nos termos dos artgos 403 e 404
do citado regulamento. O que sendo visto o ouvido
por elle juiz, o informado dos termos dos autos,mandou
apregoar ao reo aecusado: o que sendo salisfeito pelo
porteiro, deo fe de nio comparecer o reo nem outrem
por elle; pelo que loi por elle juiz lancado da contra-
riedade e defeza, e mandou se seguisse nos demais
termos do artigo 403 do rogulamento citado, e depos
da leitura do processo, foi pelo promotor dito, que se
satisfazla com a prova dos autos, e accusac&o ja feila;
requerendo, fosse aoro imposta a pena mxima do ar-
tigo 140 do cdigo criminal; a vista do que mandou o
juiz, se seguisse nos ulteriores termos do processo:
para constar, fiz este termo por f da cota tomada no
respectivo protocolo das audiencias deste juizo, no qual
A rainha va cura oa aros ulhoi, loenva porneaim di-
er, com < dudo n miseria do aeu puro e a despeito daa
rcccnlea liceade Castreo, ufin tinliadella conaciencia;o
como n bou vcr.i alliviado? A' villa desaaa caros crestadas
e inirrada* pelo aol, desses corpos curvadua e disforme*
pelo excelso do trabulho, humera ella cantado de bom
grado o eterno e mentiroso idyllio da ventura cawpea-
trc. Aspirara ao poder com ludo o ardor do urna alma
ambiciosa, mas o fim, rnaa o objecto do poder, pensara
ella nisso'' Sabia-o ella seqner? Quem Ih'us baveri
euainadu? Mu poda aer nem aua mil. a auberba e bel-
Jicoaa Mara Therea, nem seu irrolo Jote II, etae falso
pliiloiophu imperial, aluda munoa sen ignorante e mate-
rial esposo Fernando. A imprento que nella pmduzirj
Castreo, inda que viva e profunda, era inulto recente
para equilibrar oa habitu, ai ideiaa, ua prejuioa do u-
na vida inteira panada no exeroioio e embriagues de
urna plana euprema. Do todos os peccadnrts, os mais
eodurecidoi ato os principes, u as princezai anda inaii
do que estes; como aeovnverterio til.-a aobre othro-
noP Ni se coovertem mesmo no exilio. Mai aqu Ca-
rolina d'Aualra pecca va porcegueira. por ignorancia.
Para curar urna ohaga, he preciso v-la, e ella nio a
va.
Avancava a real viajante vagarosa, e abismada em luaa
reflextiea ; Fabio a segua alguna pnaaoa airas, lio indif-
ferento i aua propria aeguranca, que nenhuma precan-
,.,ii, totuava para oceultar o rosto, nem consultara entre
CEARA'.
Eleirdo da capital.
No dia 6 do correntc julho leve lugar a designacSo dos
elcitnrca dcata freguezia, queja lia inuito, ic aabia quaoa
serillo cllca ; tal lu o abuso com que se portou a junta
nos respectivos trabalhue, a qual, para cunaeguir aciis
Un.-, nada rrspeitou : de fura s conlcuiplr&o rumo ele-
givcia a sua gente, excluindu a que pertencia ao lado op-
|iolo para prava vrja-ae que em Marauguupo nao exce-
den de pessoas que merecern a graca da junta, che-
gando ii si'ii arrujo a ponto de nio contemplaren! hacha-
reis formados bem conheuidoa no lugar, como acuntereo
lli com o Sr. Manoei Franco Fernandea Yeir, o outros
mutoa cdtdoe, que incotitcitavelmentu poituem maior
renda do que algum merabros da trompe designaaura ; o
mesmo ae pode dizer de Santa Cruz, Suure, Siupe, Tra-
hiry g-c.: nacidade contemplaran coiuoeligiveis a pea-
Mas inteiramenle deatituida do precisu reiidiniemo,
rque snssini pederan vencer com apparenuias de
iegnlidade; superfino julgainoi cutrarmoa agora nesaa
minucioeidade, e occu|>iir-noa de colisas que liem inoy-
Iro de qiinnto alo capazca oa humena da patria e liber-
dade. Apelar do monstruoso nlialainentu que organi-
sro, com o qual imposaivcl era que a oppuaicao po-
dusse obter triumpbo,nao deixrao do recorrer as medi-
das de terror, e ameacas ; querem sempre mostrar que
sio ardenlet: o socretarioda provincia dirigio-se a qua-
si lodos osempregados, ezigindooseu voto; eporque
un tivesse oais coragem, o resignacao S. >. o ameacou,
e disse em continente que ;_/ desejava estar na presi-
dencia para ensinal-o; ^Jore, os outros, vendo isto, se
lubmellrao fcilmente, porque nio queriio (car sem
pi: na vespera a noute lorio para a casa do mejor
commandanto 500 cartuxos, e igual n.* para a do l-
ente- joronel da guarda-nacional: nio sabemos d'onde
parllrio tamanhos receios, ronbecendo estes vndalos a
gente com quem lidao; mas como elles julgio os mais
por si nio devemos estranhar que se preparassem para
urna aguerrida butalha sem povo, sem bals, sem pl-
vora, &c : si'i para essas occasies be que os lenentes-
coroneis Manesinbos e Joiosinbos goslio de mostrar sua
bravura, da qual nunca deraosignal em crise algutna.
A estas indignidades succedrio outras, que nio p6dem
deixarde revollar pela rnaneira escandalosa com que se
fizerao : a tropa estove aquartelada, e embalada para u
primeira voz, prohibindo-se aos officiaes o virem
prestar seus votos; pois que, em primeiro lugar esta-
vo ponfos : em fin depois do todo esse preparativo bel-
lico, depos desses terrores e ameacas, os Srs. vigario e
juiz de paz enllocaran a o>esa em urna posicio, que nio
era possivel queso podesse evitar algum qui pro quo ;
de nada valrao as roclamacdes, que alguns ciuadaos di-
riglrio por essa occasiio a csses senbores omnipotentes ;
aquelles queriio, que as cousas se lizessetn em ordem
que nio sabissem smente os individuos que bero qui-
zessem o parocbo e juiz de paz, como de Tacto veioa-
conleccr, pois nao se viiio os bilbetes que so lancrao
na urna, nem lio pouco se poda certificar, se ns que
cbainava o parocbo, erao com efleito aquelles, que se
achassem na lista, visto ninguem poder obtel-a ; a que
fui posta na porta da igreja, como fosse de proposi-
to sustentada com brochas, em poucas boras dosap-
ptreceo.
E para que o escarneo se tornasse mais aggravante,
assim que conseguirlo maioria na mesa, chamaran mais
alguns opposicionistas, para depois apregoarem a legi-
timidade cem que se formarao os (ral albos, quando
elles desde o seu cornejo que veem eivados e... portn
nio quizerio mostrar essa generosidade a principio,
quando sahirao os Srs. Psdilba, ejusta, equeainda
compareefirao antes de baver-se finalisado o acto da cha-
mada dos 16 que tinhio de formar arnesajporm assim
ordenava o secretario da presidencia, porque nao quena
que hnuvessii il/eyalidade na ele-o, e ja so sabe que
asordons de S. S. detetu ser cumpridas, quando nao...
abi temos reproduzidas as scenas do Aracaly. Nio po-
demos deixar de maravilhar-nos do iio/o que eslava do
earrapato o oabeca, aendo oulr'ra tio amigo, que onde
via-o, nio Ihe dava a eonlianca de....; anda no prin-
cipio dfslaenno, quando o Sr. vigario chamou a jui-
zo um tal Bourbon, o Sr. juiz de paz que nio tem no-
jo das diarias do atttndile pedio ao Sr. Pi, para que
tomasse a vara, pois nio se poda encontrar com o mo-
ralssimo earrapato; porm boje, como o diabo os a-
junlasse, nada mais se deve reparar ; digno de reparo
seria, se os vistemos pralicando acedes meritorias ; el
les l se entendem. A'vista do que temos expendido,
os homens teem toda a razio para a ofsoarem do tri-
umpho, que obtiverio ; nunca em lempo algum se Tari
urna eleicio tio legal, legitima regular /
(Pedro II.)
PERNAMBUCO.
i mide ira, nem o que aeria delle. Abundonava o aeu
destino aoi relancci da fortuna e do amor. Rosario e n
seu cao camiiihavio adianto como exploradores. Todos
uaiilavo silencio. A dun ou tres inilhas da enlacie, ;,
pequea caravana fui alu.iucada por um viajante que ac-
guia u mcamo camiuho, e cujo cavallo alagado de suor
pareca fatigado de louga jornada. Ao passar por junto
da rainha, quo por prudencia alunara o veo, quando ae
aproximara de Caslelvetrnno, o recein-cliegado tal mo-
viiuento tez sobre a sella, que o cavnllo ergueu-se imbre
os pea, e quaai que anilina vio rolar na poeira. Emha-
racacln no grande capole que o envolva, u cavalleiro
euitoii-liie bastante a tomar os estribos, e proferio a
blaspbemia napolitana:
Maldito san Jaiiiiano1
Pela blasphemia ae conbeco o boincm, diste
rainha.
Perdi, magestade, perdi, a sorpreza fez-rae per-
der a caheca. .
Mas nao a palavra. Donde lahiste tu?
Por minha f, magestade, saiu, como Joas, do
ventre da baleia, islo he. da cadeia de Trapani.
Quo lambem tu?
1 Uh! queaini, magostado, fiquei l era refens, no
lugar do aeu protegido, que eacapon-ae no ponto justo
de evitar urna viageni 4 Favignana.
Que querea tu diter?
CMARA MUNICIPAL DACIDADE DORECIFE.
SEGUNDA SESSA5 ORDINARIA DE 8 DB FEVEREIR0
dr 184S.
Presidencia do Sr. llego e Aljbuquerque.
Comparecern oa Srs. Mello Cavalcanti, Carneiro
Monteiro, Ramna, o doutnr Nory da Fonseoa, fallando
com ctusa os demais Senbores.
Aberta a sessao, foi lida e approvada a acta da antece-
dente O secretario,dando cunta do expediente, mencio-
no os seguintes nflicios :
Un do fiscal do Reofe, participando, quo as mullas
por iiifracccas postura,em o mez pasando,niporlaruo
na q lian ta de 220/ra. Intcirada.
(Jutru ilo fiscal de Santo Antonio, parlioinandu. que
aa multas por infracc^es de poaturas, cin o mez prximo
panado,importrSo na quantiade l*24/ra., e pedindo, se
inandasac pagar ao nirorgian Joio Duminguca da Silva
a do D/BOO r*. de 3 corridas de aade, que fitera em os
das '2'J, ,'i0 o 31 do mesmo lurz. Qiianlu a primeira par-
te inteirada, c quautna segunda, que o dilo nlliciu foa
ae renicilidn a conladoria pura paiaar o mandado.
Oiiirn do tiacal da Boa-Vista, participando, que as
multas por infracQfica a posturas, cm o inei passado,
impurrao na quautia de 'l'JU/ ra como ooustava das
notas, que entregara a conladoria; e pedindo,ae mandas
ae [lagar ao doutnr Filippc Ncry Rodrigo do Carvalbo a
de 3/200 ra. de orna corrida de sadc, que fuera em o
dia 18 do dito mez, o ao cirurgiSo Jos da Silva Costa
igual quautia de nutra corrida cm o dia 28 do mesmo:
(Juaiiiu a primeira parle inteirada, e quanto a aegunda,
que tivcsae o cilicio o mcaino dostino du nutro cima.
Oulrn do juu de direito nterin da primeira vara do
crime, requiaitando varios ubjentoa, conatautes de urna
rolarn, que reinellia, para .-ervirom no tribunal dua
jurados.Deliberoua cmara,que foaac adiad.>,at que o
procurador lufunnasao, qual o consumo, quo haviao l-
elo oa olijcctos, que ella tein foruecido para o dito tri
bunal.
(Jotro do cordeador, pedindo, so llic concedesse a fo-
Iha da planta dos Coclhos, para poder a vista della dar
curdeacao a Jos Antonio de Amorim Lima, concedida
por esta cmara. Que so I lie tranqense.
Outru do mesiuo cordeador, iuforniandn a cerca da
protoncao de Joa Mara do Jess Muniz, que ao pe da
casa, que fura do Antonio Luiz do Brito, no Alterro dos
A fugados, liana mu iutcrvallo com li.i palmos tto largu-
ra, pertenccnlo ao dito Muniz, onde pretenda edificar
una propriedade, junto a nutra a'.li existente, coiu 30
palmos de largura, deixando urna traveasa ruin 35, e
que eniLnra nan eativesae a tr.ivosaa designada na plan-
ta, eom ludo se fazia indispensavel, pela cunatrucao da
casa do dilo Unto:Quo fosse dita infonuaco remetti-
da a commisaau de editicacio, acompaiihuda do respec-
tivo requerimento du parte.
Entrando em disnusao o ollieio do incamo cordeador,
que na aeaaiu pissada ficiraudiado, indicando oa nieioa
de reparar a ruina da ponte da ra da Aurora, delibcrnu
a cmara, que a vista da urgencia, que pedia a obra, fus-
-cni oa reparos postoa em adininiatrafio, pela rnaneira
estabeleeida no regulamento de 20 de uoveiubro de 1842,
e fui pelo Sr. presidente uonioado o Sr. vereadur Car-
neiro Monteiro para fisralisur a obra, em oonfurmidade
do mesiuo regulaineutu.
Entrando lambem em discussio o oflicio do conta-
dor desta cmara, que na sessao passado (cara adiado,
em que motrava que, compelindo Ibe pelo artigo 35 do
regulamento da conladoria um previo conhecimento de
lodos os pagamentos que houvesscm de se lazer, acon-
teca froquentemente serem-lbe presentados, para a-
verbar, mandados de pagamentos aos professores, que
acompanbavio aos fiscaes as visitas sanitarias, sem ter
coobecimenlu das requisices e ordens em virtude das
quaesse passavo taes mandados; resolveo a cmara,
que os mandados de pagamento aos professores, que a-
companbassem aos fiscaes em visitas sanitarias e ou-
tros, fussem sempre passados na conladoria, e subs-
criptos pelo secretario.
Acommissiode sade apresentou o seguinte pare-
cer, que loi reprovado :
ce A commissio de sade examinando a pretenco
do dr. em medicina Joaquim Anlio de Sena, nota que
lendo elle a seu favor a le de 5 de outubro de 1832, e
mais dispensa da pena imposta no cdigo do processo
criminal, $ 501,e posturas municipaes.t. 2 9, Inicias
10, podo obter u graca, que invoca. Paco da cmara
municipal, 7 de leveretro de 1845. Dr. Ignac
A erg da Fonseca. Jos Camello do Reg Barroi.o
A cmara resolveo quo se ofGciasia ao Eim. pIC,.
dente, ao commsndante das armas, o ao chefedu po-
lica, participando haver nomeado urna commisi\0(j0
cidadio* probos,em conformidade de artigd 86 i}, |e|
do 1. de outubro de 1828, para se eocarregarem ds
visita das prisdes civia, militares, e ecclesisssieas, fl0j
careares, dos conventos dos regalares, &c. ,equsas.
sim bouvesaem de expedir as suas ordens, a fim de Ihei
serem facultados os meios para semelhante inspec.
ci.
Resolveo mais a cmara, que o procurador ln.
foimasse, quaes es casas da prsca da Independencia
queso achavio fichadas; quaes as que Torio arrennJ
tadas; quaes as que andavioem litigios; eanzionur
que os arrematantes nio queriio sssignar os termos du-
que ferio arrematadas.
Foi remedido a commissio do policio o requeritjts-
to de Joio Manoel de Siqueirs, engindo o pagtroesio
do forneeioiento.que Tez,do azeite para aa tuces da ca-
deia desta cidade, nos mezes do junho, julbo, aceito
setembro e outubro de anno passado ; e commit4e
de peticoes 10 requerimentos de partea.
Despacharlo os requerimentos de Jos de Aragio
Miguel Felicio da Silva, Marcellioo Jos Loa*.
Manoel Ferreira Anlunes Villaca. dr. Joaquim Aag
de Sena. E por ter dada a hora levantou-se a atujo
marcando o Sr. presidente para orden) do dia: |,'
leitura do officios e pareceres de commissOs; 2.a, fa.
pachos de tarifa ; 3." propostas, requerimentos in.
dicacoes dos vereadores ; 4 o, discussio de querinwn.
tos. e mais papis adiados.
E para constar mandrio fazor a presente, em que
asaignirin. Eu Fulgencio Infante de Albuqurqets
Mello, secretario a oscrevi. liego Atbuquerqut, pre-
sidente. Mello Cavalcanti.--Bao--Cintra ttf.
noei.-'Monteiro,
Que o famoso processo, em que elle eslava impli- f enamorada
cado decid io-ae eala manbia incaino em cuncelho de
guerra ; o hroe du challo foi cunduinnado vinte annoa
de degredo o aa tcateinuiihaa dez.
Oezannos! vinte aunos! disse Corolina com amar-
go aoriiao, a loglezea dispoin du lempo, cuino ae Ibes
perteucra u futuro. Elles crecm ento a aua uaurpncao
da Sicilia, fundada por toda a etornidade! Nos Ihe fare-
nini ver em pouco lempo, que os seus aunos nao lio
mesmo dias. :
E anda oa condemnados deveni dar-ae por felizea,
de se I des dar tio traca pena : se o coiicclhu liuuvessoat-
londido aomajor Dudley, te-los-hia fusilado tudoa. El-
le nao saina diatii.
Cuino! exclamou a rainha com nial disfarcadu ac-
eeaao de terror, o majur Dudley era membro do conce-
Iho de guerra?
Sem duvida nenhuma, uiageslade; edeve-ac con-
fcasar que aquelle, dcpuia da sua aventura daSpaguola,
nio he huinem de indulgencia.
Eata ciroumatnncia fez ealremecer Carolina, que ig-
norava ella que Dudley deiia aer membro du Cuncelho,
lembraudu-ae da iiuuiinencia do jierigo, que .Fabio
bavia escapado ; era impussivel que o majur nio reou-
nhecease nella o sea descoaheoido adversario da Spag-
nola, e entio nio era niaia a Favignana quo o esperava,
era o patbulo. Esto panaaracnto Ihe fez vir ao rosto pal-
lidex e rubo
CORREIO.
CORRKSPONDBaCIA DA CIDADE E PROVIRCIA,
Hoje quero dar-lhes noticias de Gariobuns : o acin,
me fez enconlradigo com um Sertanejo, meu amigo ve-
Ibo, homem de sia consciencia, a quem eu oio va bi
muito lempo, e com quem me atrev a fallir, porque mi
pareceo o mesmo que < utt'ora era : elle me disse, que i
intriga lavra em GaranbMi portal modo, que eiuu
receios do futuro aos horneas prudentes o msis avisados;
quer vera prova, me du elle, e mello a mi na il-
gibeira, e medi a copia de um oBcio de Joaquim Jati
Luir, a qual dito Seitanejo tirou com todos os ff en
e que he assim concebido :
ce Illm. Sr. Constando-me que as autoridades poli-
ciaes demittidas em Papa-Caca, termo de Garaobnns,
se niodrio por dispensadas dos logares que oceupa-
vo, e quetratiode reunir frcas para eonspirareoo-
tra a actual administrar;io, com vistas de se proveretn
de armamento e man cues de guerra neslo acamar
ment, para cujo fim se ha chamado o salteador Vi-
cente Ferreira de Paula, que acaba de depositar a fa-
milia no lugar da Taquara, como acabo do saber qat
i est recolbida : dirijo-me V. S. para dar-nw
circunstanciada noticia, nio so do estado em que si
cha esse lugar de Papa-Caca, e todo o districtodt
Garanhuns, como das que por ventura possio occor-
rer. Dos guarda a V. S. Qoirtel do commando da
lorpas em operacOes no acainpamento de Bura-de
Jangadas, 14 do julho de 1845.Illm. Sr. Aatonii
Pinlo Tcixeira. Joaqun Jos Luilde Sousa, co-
ronel com ma miento.
Pois este oflicio, accrescentou elle, nao he senlo c
resultado de intriga do bom delegado, que assoalha no-
ticias falsa*, para indispor oscidadios pacficos e or-
deiros; e o fim desta traca e de outras nio be scait
pretextara existencia de alguna cabanada, para que el-
la sirva de fonte i riquezas improvisadas, i honras in-
merecidas, 4 indemnisaeio do domos em fornccimB-
tos fantsticos : pelo que me diz o meu amigo Sertaos-
jo, eu cada vez conbeco mais, que a desorden) nesta i
poca he promovida por aquelles, que, em razio da sui
posicio, teem interesse em preven-a, etc. etc.
Outra que me referi o Sertanejo be, que o delegado
he quem, na qualidade de collrctor, di despacho pin
folbas corridas, e passa alvars do folln ; equindos
juiz de direitQ ou municipal manda passar os ditos!
varis, o collector ou delegado recalcitra, e nio qoer a-
verbar os novos e velhos diretos, e fica o cidadio sem i
folba corrida : assim tambem, quando elle quer puro
veto em algum processo, ou empecer a defeza de algum
reo, elle nio sella os documentos ou papis, que h Ihe
apresenlio; e portento os documentos e papis naop-
dem servir nos casos em que elles sem seljo nio valetn:
aposto, que Vmcs. nio sabiio para quonto prestava uta
collector, e qual he a sua autoridade ; aprendi la:
saibio mais, que o tal collector, que he tambem dele-
gado, mora urna legua distante da villa, erara tu
vem ella, de modo que, quem quer sellar um papel,ou
pagar algum imposto, anda lem quatro leguas; porque
vai, vem, vai e entuma, duas e tres vetes, do col-
lector pare o escrivio, e do escrivio para o collector.
Irra ; se eu me encontrar de novo com o Serlaoejo, s-
inda Ibes contarei outras cousas.
ur. Sua imagiiiHCau de tuulber, e de oaulbcrdivulgar, o que eu penetrei.
, representou-lhe o perigo pur quo correr I Fabio que uu vio alguina
Fabio, anda quo pnsaado, sol, lio vivos cores, que ae
voltou do repente para o aeu lodo, como para disputa-lai
aua verdugos.
Mas para Fabio foi perdido cate npaixnnado movimru-
to, poia quo nio o apernebeo. Pouoo dearjoso de reno-
var conheciiiicnto com Cstreme., marchara um punco
deaviadu runa o chapeo sobre os ollius, de rnaneira, i
nio ficnr expuato ana ollma curenos.
Mas tu, raplicou a rainha rollando Castro-
nes como tehuuvcslc para acapares ao concelliu ^
guerra.
Preso e posto debaixo de chave como oomplicetli
rugid lio capito, respond ao ooncellio como osoutruii
porm mais feliz do que elle, fit capitular Mac-Farlaii''.
e por nina palavra aun o tribunal me poz fura du pruci-
so, aub a nica oondicao deanhir de Trnpini oiiloado
aol pualo ; oque nio eaperei que me repetissom, n ei-
me auui.
Tudo aso nio est milito claro ; diz a rainha Je-
pola de alguna iustantea de reHexao: a clemencia Je
Mae-t'arlaue o leu respeito he inexplioavel.
Ha hi um engao, nao lu clemencia, foi prude"'
oa qne o moveo.
PrudeuviaP Que inleroase tinha elle em llU-
par-te?
O iiitercsao de um segredo, que Ihe importa ni"
deslas palavras, dentar"


3
r iaii
Rendimento
COMME'
Alfandega.
do dio 7./..............-S:9G8CI9
Desear regad hoje S.
I5riguPo/i'fora mercadera.
15orca_PayM<-defriilarinh do Irigo.
Consulado.
RENDIMBHTO 1)0 DA 6.
Geni1:314,641 Provincial
Alovimenlu co Porto.
tono girado no ito 7 doeorrente.
Sumatra 82 dial; brigue americano Lucelia, de 285
tonelada, capitSo Henry W. Perkin, carga pi-
menti; ao mosmo capilio.
Navios- tahidot no mesmo da.
Liverpool, barca n'gleza Tomai Mellon, capitSo Ilo-
bert Bruce, carga assucar e algodSo.
Camella, escuna brasiloira Etpirito-Santo, capitSo
Jtqim Josa Pereira, carga si.
Hacei, Babia, e Rio-de-Janeiro, vapor brasileiro S.
Salvador, commanlante o aegundo-lenenle Antonio
Carlosd'AzeredoCoutinho: passageiros;otquetrouxe
das provincias do Norte, com destino aos porto* do
Sul, e alm deetes, o padre Miguel Joaquim J'.Vruu -
jo, Manoel Baptista de Moura Bbrges, ir, Saturnino
leS. Clara, Antonio da Silva Fernandes Tigre, Fran-
cisco Maria Cortes, Manoel de Mello Monte-Negro e
J criado, Francisco Chaves da Cunha, Ir. Nicolao du
rJom-Fim, tenento Joao Marinlio Paes Barreto, pa-
dre Firmino de Mello Azedo, fr. Joao do SS. Co-
raco de Jess, e 1 escravo, coronel Francisco Joaquim
l'ereira Llio, coronel Jo quii Bernardo de Figuei-
redo, Francisco Barbota Nogueira Paes, Brasileiros;
Wervalen, Americano; Jobn Dousley, Inglez e 1
escravo; A, D. Calkman sua senhora, e 2 escri-
vos, Bremepse; e 6 recrutas para o exercito.
Ed
itaes.
_
0 Illm. Sr. inspector da tbesouraria das rendas pro-
vinciaes manda fazer publico, que, era curopritnento da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de 31 de
ulbo ultimo, irio' praca no dia 18 do correte, ao
meio dia, para screm arrematados a quem pur menos
I/it, e s'ib as formalidades do regulameoto de 11 de
julbo de 1S45, os accrescimos s obras da ponte da Ta-
caruna, constante das clausulas ospeciaes abaixo trans-
criptas ; sendo a construccao e collocaco de duas ar-
maedes de (erro para segurar as travs compostas nos
muros de encost de dita ponte, oreadas em JOO rs.
e a construccao de um baldo para tapagem de urna cam-
bia, porto da dita ponte, oreada em 500j rs.
Os licitantes;devidamento habilitados, deverao compa-
recer na sala das tessQes da tbesouraria, no dia e hora
indicados. Secretaria da thesouraria das rendas pro-
viociaes de Pernambuco, 4 de agosto do 1845. O se-
cretario, uz da Coila Porloaarreiro.
PONTE E ARCOS.
Accrescimo s obras da ponte do val da Tacaruna.
Construccao e collocaco de duas armacoes de ferro
para segurar as travs compostas nos muros de an-
costosda dita ponte.
Clauulat esptciaes da arremutacau.
1. As duas armacoes de ferr ser^o fetaa pela for-
ma e dimrncoes indicadas no competente risco, e no
orcamento approvado pelo Exm. Sr. presidonte, em 28
do rorrente maz ; todas duas pelo prego de trexentos
mil ris.
2. A collocacioter feita sob a direccSo immedia-
ta do engenheiro encarregado da ebra, e de modo a
':o preterir o andamento dos trabalhot da obra da
ponte. .
". A primeira armaco estar prompta para ser
collncada no prazo do lidias, e asegunda no de um
me/; contados os dous pratos conforme o artigo 10
regulamento das anemataedes.
4. O pa.amento da ai rematacao realisar-se-ba em
trcspreslacoes iguao, p.gando-se successivamente as
duas primeiras, logo que cada armacSo fr recibida, e
a terceira, logo que a collocagSo completa fr effeo-
tuada.
5. Para tudo o mais que nao esta determinado as
presente clausulaa, seguir-se-ba o que dispOo o re-
gulamento das arrematat6es.de 11 de jullio de 1843.
Repartido das obras publica) 29 de ulbe de 1815.
O engeoheiro tchele,
Vaukiir.
Approvo. Plccio de Pernambuco, 31 de julbo
de 18l5.-P,BI(, CAicborro.
ClUisuks etjteciaet da arrematacn.
1. Os trabaIbos e obras do dito baldo sorsfl eilos
pela forma e modo indicados no respectivo orcamento t
planta da obra, approvados es 28 do counte mez pu-
lo Exm. Sr. presidente, o pelo proco di- quinhcritos
mil mil ri.
2. A obra principiar no prazo do ore rri, efinda-
T no de tres dias; ambos os prados contado em con
formidade do artigo 10 do regulamento dos arrematn-
o5e.
3. O pagamento da arremalacgo realisar te-ha em
quatro prestacoet, na forma na pocas indicadas no
attigo 15 do precitado regulamento; sendo de oito
mezes o prazo de responsabilidade.
Para tudo o mais que n8o esta determinado pelas
presentes clausulas, seguir-se-ha inteiramente o que
dispde o regulamento das arremotacoes, de 11 de julbo
da 1843.
ReparlicSo das obras publicas, 29 de julho da 1845.
O tngctiheiro em chele,
\'aulhier,
Approvo. Palacio de Pernambuco 31 de julho
de 1845.Pinto Chit horro.
POHTKS B AHCOS.
Accrescimos s obras da ponte do ral da Tacaruna
Construccao de um baldo para tapagem de ama cam-
bo perto da dita ponte.
O Illm. Sr. inspector da tbesouraria das rendas pro-
vinciaes manda fater publico, que, em cumprimenlo da
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, desta data,
ir prora, no dia 18 doeorrente, ao meio dia, para
ser arrematada a quem por menos fizer, e sob as for-
malidades do regulamento dol de junho da 1843, a
obra da barreira da ponte do Caxang, o a casa respec-
tiva, oreada na quantia de 1:80Ij332 rs.; devendo
dita obra ser executada sob as clausulas especiaes abaixo
transcriptos.
Os licitantes devidamente habilitados doverso com-
parecer na sala das sesses da thesouraria, no da e hora
indicados. Secretaria da thesouraria das rendas pro-
viociaet, i de agosto de 1845. O secretario, Luiz
4a Coita Portocarreiro.
ESTRADA DE PAO-DO-AI.HO.
Barreira da ponte do Cachang, e casa respectiva
pora se perceber a laxa.
Clautulai especian da arremata* o.
, 1. As obras e trabalhos da barreira e casa respectiva
far-so-hSo de conlormidado com os riscos e orcamen-
to, approvado no 1. do agosto de 1845 pelo Exm.
Sr. presidente da provincia, pelo preco de um cont
uilocentos e quatro mil trezentos o trinta o dous ris.
2. As obras principiarse) no prazo de um mei, c
lindars no de quatro mezes, ambos cootados decon-
lormidade com o artigo 10 do regulamento desrrre-
matacoes.
3. "pagamento do importo da arrematarlo reali-
sar-se ba da lrma, e as pocas determinadas polo ar-
tigo' 15do respectivo regulamento; sendo deum anno
o prazo de responsabilidade.
4. Para tudo o mais que nao est determinado pe-
las presentes clausulas, seguir se-ha inteiramente o que
determina o regulamonto das arrematares, de 11 de
julbo de 1843.
Keparticiodas obras publicas 12 do agosto de 184S.
O engenbeiro em chefe,
Vauthier.
Approvo. Palacio de Pernari'buco, 4 do agosto
de 1845.Pinto Chichona.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade,ojjkial da im-
perial ordem da Ilota, cavalieiro da ile Chritto e
inspector da alfandega de Pernambuco, por S. M.
Imperial, o Senhor D. Pedro II, que Deo guarde.
Faz sabor que amanbaa ao meio dia, na portada
mesma.se ba de arrematar em basta publica urna caixa
com 150 duzias demassas para chapeos no valor do 32a<1
rs., e urna dita com SO cstojos para barba no valor de
7o rs., impugnados pelo amanuense Domingos da
Silva Guimaries, no despacho por factura do N. O.
Bieber e C., n. 459; sendo a arrematado subjeita aos
direitos. Allandega, 7 de agosto de 1845.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
A arremataco das 100 chapas para logos, 2
barricas com lampas para as ditas, nSo leve elTeito no
dia marcado, por nao haver licitante, a por isso fica
transferida para odia 9 doeorrente. Allandega, 7
de agosto de 1845.
Miguel archanjo Monteiro de Andrade.
riesla cidade, qoeseicho vaga, pola dern'rssa'o do proles-
sor, qtie a exerceo. Os candidstos, que referida
ctdcira-so quieirin oppr, babitilem-se na conrorati-
dade das instruc{Ses, quo, regem os concorof Secre-
taria do lyco desta cidade, 2 do julbo de 181'i.
Joo Facundo da Silva Guimaidet, secretario.
Companhia da Ponte-pensil.
acc5es de aS.sooo.
nesto apenas quatrocentas acc3es :
qnem as quizer subscrever entenda-se,
(Hiatiio antes, com o secretario tia res-
pectiva companliia.
O Secretario
B. J. Fernandes Barros.
lYisos manamos.
Veode-ie o brigue-escuaa Fama, do lote de 9500
arrobos de carne,construccao americana de t a 7 annosde
leito, forrado de cobre,ba 2annos,noUio-de-Janeiro,de
regular marcha, prompto a navegar para qualquer par-
te : quem o pretender dirija-se a Amorim lrmos na
ra da Cadeia n. 4^, e para o examinar na praia do
Collegio delronle do caes do palacio.
Vende-se o brigue Flr-d'America, do lote de
15000 atrobas, prompto a navegar: quem o pretender,
pode fallar com Amorim lrmaos ra da Cadeia n.45,
e para o examinar defronte do Forte-do .Multo.
- Segu breve para o Ass o briguo Conceico-Ca-
boalo : quem no mesmo quizer carrogar ou ir do passa-
gom.pde tratar com Amorim Ira., ra daCadeiaa. 45.
Para oMaranho sai com hrevidadoa barca Er-
melinda, capito Julio Furreira Nunes : quem na
riiesma quizer ir de passagem, o carrogar por frotes mais
commodos, dirija-so aos consignatarios Francisco Se-
veriano (tabello & Filbu, ou a ra da Cadeia-Velha,
armazem n. 12.
Freta-se para a Parahiba a lancha A'. S. da
Penna : na ra do Yigario, n. 8, ou a bordo, ao
mestro.
O brigue A'ero sai para o Ass, .no dia 9 doeor-
rente; recebo carga tambem para Pilitinga, Caissare,
o l'ouros : qui in pretender, entonda-se com Leopoldo
Jos da Costa Araujo, na ra da Moeda, n. 7.
Para a Babia vai sabir breve o brigue nacional
Indiano: quem no mesmo quizercarregar, ou ir de
passagem, dirija-so aoseu consignatario Manoel Igna-
cio deOliveira, na ra de Apollo n. 18.
Precisa-se frotar um navio, do lote de 200 tone-
ladas, para conduzir gado, do porto do Cear para
Cayenna : na ra da Cruz n. 13, casa de Ridgway Ja-
mison & Companhia.
O Inate Novo Ulinda, de primeira marcha, for-
rado, o encanillado de cobre, pretende soguir, coma
maior brevidade possivel, para o Aracaty : os preten-
dentes a carregarem se podera entender com Anto-
nio Rodrignes Lima, na praca do commcrcio, ou na ra
da Cedeu-Vlha n. I, pritneiro andar.
Vendem-se, por junto ou a retalho. os seguintes
objectos, salvados do patacho Ca Im XII, por cunta de
quem pertenec:7 velas de boa lona, em inuilo bom es
tado, sondo traquete, vela grande, gavia, velachos,
tnesena, bojarrona, a giba, c; duas porcOes da cor-
rentes de ferro; 9cadernaesdo 2 gomes, e l.'i moi-
toos; T> amarrilliiis, conteodo onxarcias, brandnes de
joanete, 3 pedacos de cabo de Cairo, o o pedacos do ca-
bo de linbo; varios molios, atiiantilhas, e outros objec-
tos propnos para navios: quem pretender qualquer
destes objectos, dirija-so a ra do Yigario, n. 23, es
criptorio de Firminu Jos Flix da liosa A Irmio; quo
so vendem por procos mui razoavei.
Uetlaragoes.
O arsenal de guerra compra plvora para servico
das fortalezas: quem tal genero tiver, mande sua pro
posta em carta fechada, acompenhada com a amostra,
a esta directora, at o dia 8 do corrente mez. Direc-
tora do arsenal de guerra, fi de agosto de 1845. No
impedimento do escripturano, Joo ficardo da Silva.
Pelo lyco desta cidade se faz publico, que, em
consequencia do queordenou o Exm. Sr. presidente da
provincia directora do mesmo lyc'i, em ollicio de
21 do corrente, ir a concurso, da dsta dosle a quaren-
ta dia, a cadeira de lalim da freguezia de S. Jos
nuvidn
marcha do ca?oll, epiealou boiu
avio. '
Se me forcasseru n fallar para defender me, conti-
""""Cailriin, pndi-riaeudLer em pleno ennsilho, a
respeilo da fgida d preit, eerla CuOM qoe se que-
rom ler crreln. A minha liberdnde pagou o imu si-
lencio. '
F'bin turnou-e inni* atiento.
~ . l'-ilo-acju luagealadi-. Urna inanliaa quo eu lerav
o l'reio, da parte de V. ingedadn Ronolaf4a e ej> ,
'"ca, u que he cjie encontr ? O preso ludia te ido, e
em c, logar eslava.... n.ievinlie quem ?.... una inullier
Urna miilher! eioUninu a rainha
rabio le>e um ligeiro ratreniccimcnto; teio Ihe im-
mrdiaianienle a ideia de leiitnr nlgama dTcno, mai e-
' milito tarde; a tu>peitas de Carolina oslavlo deaper-
"; ealm dito. eotni, feoharia rila a bocea aCtt-
"une r Se elle nao falla. naqueUa oceaaiSo, fallara
em nntra. Carolina nao et uiuliier abaler-*e de per-
Eunint a cerca de tcnielhaiite objeeto, e (Jnstron no*
ra hnmeni que pnupaaie aa ana* reapoata Fabio af-
r"iitou pni o perigo, ja que o nao poda eTar, e oen-
ervoH ie tio impaaiivel, como te de outrent se ra ;
Uioamolber? repeli a rainha lancanda a Fablo*
m nlhar de trava.
- ele, luageatade, nina mullicr, e por san Jnnuario!
'A
visos diversos.
Pela ultima vez, a para serem adjudicadas, na
falta de lanzador, estro em praca, para serem arrema-
tadas a porta do Illm. Sr. doutor juiz da primeira vara
docivel, urna parte do sitio grende, sito nat Salinas,
pertencente aos dous orpliaos, filhos de Miguel Ferrei-
ra de Mello, e mais duas pequeas partes da casa de
dous andares e sotao, sits na ra do Yigario, tambem
pertencentes aos ditos dous orpbos, por esecucio do
conego Gurjao. como (estamenteiro do padre Francis-
co Nunes da Costa.
Pela primeira varado civel, escrivAo Reg, vai a
praca, para ser arromatado, um sitio com casa de so-
brado de vivonda, a um terreno, tudo tito na Mag-
dalena, e pertencente a massa dos bent do finado Joio
Rapbael Cordeiro.
= Para evitar duvidat para o futuro, declara-se
pelo presente a pessoa, que houver le arrematar a casa
de 4 andares, sita na ra larga do Rosario do bair-
ro de S. Antonio pertencente ao Snr. Jos Claudio
Leite que he foreira ao morgado das.Alagat.
= O abaiio assignado lax sciente ao respeitavel pu-
blico, e aos Srs. administrador da mesa da diversas ren-
das internas, e arrematantes do cuusumo das agoas-ar
denles brasileiros que vendeo a sua venda sita na
una mulher como ha puncas, urna verdadeira Romana,
porque foi ella, ao que eu descubr, quem ivrou o pre
to ficanilo em aeu lugar. Eit o aegredu quuMno Farlaue
prouielteo guardar, para uo comprometi!- a nin;ueni.
E e,u niiillicr lie moca ? pergutitou Carolina cotn
voi tenaivclraente alterada.
Moca e bunita, por certo 1 edemait milito fcil de
reoonhecer-te, purquecorn ua olbua pretoa de una Sici-
liana, iciti na cabello* lourot de mua luglea.
Este retrato, disa rainha dirigindoae directamente
Fabiu, lie tal qual O da pes,ua qnc iieontramoa cata ma-
nila no templo deSege>to. (jue penaaia va.rapilu Fabio'
Nada, i-ub.ira, reipoiideo elle framente. Eu nao
vi a ptasoa de quem V. magettade fulla.
lisia roajioita, alisa feita em tnm de desconcertar tut
peitat, nao pode arrancar do coracu da rainlia a aguda
ella da duvida; nas, pelo retpeito sua propria ps*oa,
ella nanpr>r>v,iaiia tiessn HfWnn" nutra1 etpcacCet, e
anlrinelieirada ciu altivo silencio, eontevo no fundo de
sua alma o niume que turdamenle nella trovejava.
Caslrnn applaudio-ie malignamente do mal que nca-
baa de fajera Fabiu; mas aft'ectaudo cordialidade;
Ah lie Vine, capito ? Estimo muito v-lo litre
e ed Un boa componliia. Maa qnem te lembraria de o
procurar em tal ditfarcC ? Posto diier son me gabar,
que quaiido Vmc en<;anou a Catlron, engaa a todo o
inundo. Mat eulSo conte-not ai circumitanciai da tua
evatlo.
iiti,ijiinaiiiiwii,aaji
Vine. et 15" bem informado a meu retpeito, que
cu tuda posto diier-lhe de novo; o tenlior abe muitu
niait do que cu niesino.
Cmii efFeiio, replieouCnttron, rom calculada mal
dade, ninguem he obrigado acontar ot teut neguciut,
cada um lein os scut tegredot! Bem tolo he quem nu
ua idade e ruin too boa cura nao lein ao menoa dous.
tem tnbia Catlron,que fallando aisitn vultava o pu-
nlml aocioto uorofau de Carolina, o o fex tom piedade,
e mudando de repente de objeeto :
1) ptteiicial, difse para a rainha, he que V. maget-
tade trnba frito a sua viagem feliimente; mtio me devo
atrever pergiintar-llie, ir to ') f.ituoto eremita?
" Logo trataremoa diatti, responden ella tercamente.
A prrgunta rneapada do Cattron, e a respotta cvaii-
va de Carolina, forao part Fabio ama fimto de detagra-
diTcit refletet : Carolina nial Ihe hava dito ama pnla
i da sua tisgetn. tem csufisr !ho : nbjecto, e sem
incsiuo i roiiunciar o niMne de Castreo; etta primeira
reserra o liavia ort'eiiilidu; c anda niaia conlieeendo, que
Catlron potiuia oa aegredot da raiulia, eetUiva muito,
u-iit adiantado do que elle nat tuaa confidencial.
O que sou eu cutio para ella, dixia ello entre ti
com amargura, se me eiclue dos negocio de importan-
cia, c me prefrre ain Casir. nc ? Que liuuiilhegAt) !
U rivalidadede influencia, a uuis irritante de tndaa
a rivalidade, o feria profundamente, e o teu orgulli
reroltaia-ic a ideia de deicrr ao papel deitct fnrorilus
(ravessa da ra Bell* n. 8, no dia 30 do mez panado,
ao Sr. Francisco l'ereira da Silva ; (cando o abaixo
assignado desctfcrado, lento do novo imposto dolunro,
como da eollecta do*consumo d'ag'oardente.
Justino Antonio faotitt*.
= Preeia-se sabor de morada do 8f. ^ cente Jos
da Silva Tarares. que muito se Ihe desrja fallar ; na
ra de Apollo, n. 18, ou aonuncie, para ser procurado.
agencias de jmssiiportes.
Na ra do Collegio,botica n. 10,0 nu Altarroda-
Roa-Vista luja n. 48, tiro-te pasiaporles para dentro e
forado imperio,assim como despacbo-seescravo: tudo
com brevidade.
LOTERIA DO SEMINARIO.
= Devondo a lote}}* do seminario episcopal de Olio
da dar andamento s suas rodas, oo dia91 do corrente,
por se echar urna grande parto dos biibele ja vendida,
roga se ao respeitavel publico quo compre o resto
dos bilbetes a lim i|o que no dia mareado se eflectue
o andamento das rodea como tanto eonvem : e alm
dos lugares aonunciados, tambem se vendem na leja do
Menezes, na ra do Collegio.
Agencia de pattiporlei.
Na ra do Rangel, sobrado n. 30, segundo andar,
uontinua-te a tirar passoportes para dentro, e fra do
imperio e despachar escrivos ; tudo por preco muito
commodo o com brevidade.
A mesa da rmandade do Sr. Bom Jexut das Cha-
gas, erecta na igreja de N. S. do Parairo, pelo presen-
te convida todo os irmaos a te reunireni no consis-
torio da mesma rmaodad*, par em mesa geral darem
scus votos a bem da mesma, na manhaa do dia 10 do
correle.
Um rapas Brasileiro, que sabeler, a escrever,
sem familia, se olTerece para administrador, oucai-
xoiro do algum engenho, prometiendo ser muito com -
modo em seus tratos: quem pretender, aonuncie.
Na ra da Conceicio n. 40, precisa-se de orna
pessoa para o servico de criada', forra ou escrav, fiel
o diligente.
= Precisa- te do um bomom branco pardo ou
preto para o servido de um hornera solteiro ; dando
fiador a sua conduela : oa pra(a da Independencia ,
livraria na. Ge 8,ou na ra Direita n. 9, se Jira
quem precisa.
a; Aluga-so, pelo lempo da fesla, urna casa terrea,
grande, com muitos commodos, no Puco da-Panella,
junto ao sobrado do Sr. Joo Pires; a tratar na ra
do Collegio, n. 4.
= O Sr. JoSo l.udgcro de Paula Freir queira
apparecer noAtterro-da-Boa-Vista loja de alfaide na
esquina do becco que se Ihe deseja fallar.
= Na travesa de S. Tbefeza becco do Padre Lo
bato casa n. 4 cosc-se toda a qualidada de costu-
ra, e engoroniQ-se; tudo por prego muito barato.
A calta de cliegar do Hio de Janeiro,
no brigue Conceictlo Caboclo, o. muito
iijicrior rap denominado Piinceza Novo
Lisboa, da fabrica de N. G, de Scbueler
8i C, que pela sua boa qualidade lorna-se
desnecessario todo e qualquer elogio; a
pesso.is que quizerem comprar dirijo-se
as lojns doy Sis. Guillierme Augusto lo-
drigttes Setle, ra do Queimado; Victo-
rino 8c Guimaraes, rua dos Quarteis; ou
no deposito na rua d'Apollon. 18.
A pessoo,a quem perlencerem os chaos, em que se
edificou a casa n. 6, da rua do Aljube em Olinda, per-
tencente ao fallecido padre Joio Francisco da Cunha
Saldanba, annuncie a sua morada, para se Iho pagawm
os respectivos foros, verificando-se a quantia, que se Ibe
dever, i vista de seus ltalos; ou dirija-so isupradita
cidade, fallar com Antonio Nobre d'Almeida, mora-
dor na ladeira da Se, ou a seu (Iho, do mesmo nome,
na rua Augusta da cidade do Recife.
Claudio Dubeux, testamenteiro da-
tivo do finado Joao Antonio Martins de
Novaes, tendo acceitado esta testamenta-
ria, resol veo o embargo, que os credores
do mesmo Novaes baviSo verificado nos
lena da massa ; acba-se entregue da casa,
e por isso habilitado para receber, e pas-
sar quitacbes aos devedores da testamen-
taria; aos quaes o annuociante roga, ve-
nliao ra nao se ver na precisao de realisar a ar-
recadacao por meios judlciaes. U annnn-
ciante mora na rita das Larangeiras, n. 18.
No sitio do Hospicio do Exm. concelheiro bario
de Itamarac da-se gratuitamente leite de burra aa
petsoas enfermas, que delle precisaren) e com es-
pecialidade a pobreza ; o isto se farl diariamente, das
G as 8 horas da manlia e das 4 as 6 da tarde.
em cnnquencia, cojo emprego nlo tem nome na
lingual lionett.n.
Kntrrtanto haviSo ot Tiajanlea chegado porta de
Caitelvetrano.
Agora, ditie Caitroni'-. trata e de entrar na praca
em boa urdeio e tem ser vitto. Como en couhoco nia-
llior que Vmc, meu charo espillo, o local e arredore a
permita que ou tome com S. magettade e a camaristas,
dinntcir.i. Tret peitoai eicapftn inclhor do que quatro
aot otlio do irgus Vine, tabora muito brm tirarse
do embaraco lein mim, e provr na tua aeguranca.
A' ealaa palavrat picn o cavallo; Carolina quo conhe-
oia o ten genio de recuriot, e ami inetgolateialritrei.
i aeompanhou tem fater rcRexrt, e te deixoo guiar
por elle tem resistencia. lito foi una nova morte para
Fabiu.
Al amanilla, disio Iho ella em tom enfadado, ao
liana* por elle*
E elle nada Hic respoodeo, e a segnio com ot ollioi;
tnai ella em breve detappareoeo na obteuridade, egra-
cat a Castrou, recolheo e sem ter tido momio aperce -
billa.
No dia aeguinte o medico declaroo que S. magettade
etta va em convalrscenca, e que nao tardara a receber
vittat, eal asahir como dantet. Em aceto de gracot
pelo seu rcilabelecimento antou-tc um Te-enm, na
cathedral de Catlelvolrano.
(Continuar-ie ha.)


ss
I)io-ie SOaOOO r. a juro, m p'quenas porc, com panbores de ouro ou pr*U : di roa larga do Kota-
rio. u. 32, la dir quem 01 d.
Precisa-sa alugir urna ama de leite, sem filho :
no Atierro da Boa-Visla n. 56.
A pewoa, que -annunciou ler urna eicrava con
leite para "lugar, .mediante 250 rs. adiaotados, quei-
ra d rigir.-se o Atierro da Boa-Vista n. 36.
OIToreee-se um moco, para caixeiro de mol ha-
dos, lazendas. ou padaria das quaes tem alguma
pratica: em Fura-de- Portal, n. l3'>.
Quem precisar de um preto para (rabalbador de
mamrra, e todo o mais servico de padaria ; dirija-se a
ra da Senzala-Velha, n. 98.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 1, no Atier-
ro da Bou-Vista ; outro dito, junto ao mesmo, com as
fc)a-t tratarcomo aeu proprijiario, no Atierro da
Bt3Vista. Joaquim de Oliveira e Souza, dal 9 hora*
ule ao roeio dia, e di 3 ate ai 5 da tarde.
= Manoe! Joaquim Hamos e Silva embarca para o
Rio-Grnnde-do-Sul a sua mulata Bita.
Ainda se precisa de urna ama, preta ou parda ,
para pessoa solteira ; no pateo do Collegio junto di
caa amarella.
,=as Aluga-se urna escrava para casa franceza ou
outra qualquer casa ; a qual cosinba o diario de urna
casa engmma, ensaboa muito bem, be boa compra-
dera e muito fiel : quem a pretender, dirija-se
ao principio do Atierro dos A Togados, delronte do
viveirodo fallecido .Munn n. 47.
= O bacbarel Vicento Pereira do Reg Iransferio
a tua residencia eo seu eicriptorio de advogado para
a roa larga do Bozario n. 30, primeiro -andar.
== Na ra de S. Bita n. 91, existe urna carta pa-
ra o Sr. Francisco de Paula Souza Lefio, senbor dd
cngenbo Paratibe ; e tarnbem se desoja (aliar ao nies-
mo Sr. a certo negocio do manhaa at as 9 horas ,
e das duai as 5 da tarde.
= Um moco Brasileiro, de muito boa leltra, se
offerece aos Srs. negociantes para caixeiro de escripia,
ou do ra, ainda mesmo prestando dous mezes do ser-
vido gralit : quem de seu prestimo se qui/er utilisar,
dirija-se a ra Oireita n. 18, segundo andar.
= Aluga-se ou vende-se um padaria montada
com todos o seus pertonecs delronte da igreja dos
Apipueos: a tratar na mesma padaria, com Jacinlbd
Jote de Souza.
Precisa sedo um cont de ris a premio, pa-
gando-ie o premio mensalmente, e dao-se por seg-
ranos duas casis terreas sitas no bairro de S. Anlo-
nio : quem quizer dar aonuncie.
- Aluga-se o sobrado n. 19, da ra das Trinchis
ni com bonscommodos egoslo : a tratar no mes .
mo sobrado.
Stciedadt Melpomtntnct.
O primeiro secretario avisa aoi Sn socio, que os hi
Ibetes para o espectculo do dia 10 do cqrrente, se dis
trihairo cm casa do thesoureiro na ra da Cruz
n. 43, em os diai 8, 9 e 10. O mesmo previno aos Sn
subscriptores para as cade iras de palhinba que, nic
#
O Regenerador Brasileiro n. 8 est a venda nos
lugares do costume contendo 18 paginas, a 160 rs.
cada exemplar ; conten um muito interesSante dis-
curso do nobre deputado o Sr. Alvares Machado, res-
peito a colon isacao belga para a qual qoerem os nos*-
sos bomens da actualidad conceder 400 legua qua-
dradadas no nosso territorio e reflexGes do redactor.
Procurem ler quo esta muito inloresiante.
Compras.
as Compra-se urna rola branca (femei) ; quem ti-
liver annuncie.
Compra-se, por commissio, escravos para en-
genbo; agradando pago-se bem ; e tarnbem se
recebein, para venderpor commisso: na raa de Agoai
Verdes n. 46.
Compra-so um oratorio de 4 palmos, pouco mais
ou menos, estando em bom uso; na travesa do Quei
mado.n. 3.
=s u>mpro-sc, para fra da provincia escravos
de 14 a 20 annos, sendo de bonitas figuras pago-se
bem; na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado d
um andar de varanda de pao, n. 20.
= Comprio-sc doui escravos um pedreiro e ou-
tro carpina.para umaencommenda do liio-Granfe-do-
Sul ; sendo bonitas figuras, pagSo-se bem : na ra
do Collegio armazem n. 19.
= Compra-se urna commoda ou meia dita, por
preco razoavcl; quem tiver, annuncie.
ten do podido concluir a assignatura para todos os exis-
tentes ', he por isso impossivel, por agora o surlea-
mento, para que cada um possa fechara que Ihe per-
tencer.
== Fu^io, antes das!) boros da maobaa urna io-
la branca pira as partes do quintal do Sr. Jos Mar-.
que da CostaSoares atrazda matriz da Boa-Vista ,
eoulroa quintaes-pegados o dito Sr. Marques: quem
a pegar, levo a praca da Boa-Vista o. 7, que su dar
o valor que ella pode valer, em razio de ficar desea-;
sida a outra
<= Aluga-se urna casa com bons c.mmodos para fa-
milia com quintal e cacimba lita na ra Augusta}
urna moia-agoa ', sita na travessa do Dique: a tra-
tar-a ruada Cruz, venda n. 51.
.,= Precisa-* de 1:600, rs. a juros, por espacr)
le un anno sobre hypolbeta em urna casa terrea na
iiua -Vista livre e desembarazada ; na ra Velba ,
onda n, 68.
Sociedade Iheatral l'haliente.
= O primeiro secretario avisa aos Srs. socios, qua
os bilbetes para a recita do da '.) bo crrenle distri-
buc'rh-se nos das 8 e 9, em casa do thesoureiro, na
ruadoOueimado. n. t37. O concelho administrativo,
reune-i-* no da 8 do csirente para approvai'io da
convidados t pelas 7 horas da noute. I
A pessoa, que annunciou por este Diario ler
urna escrava com leite para alugar mediante 2o0i'rs.|
adantados, dirqa se so A (terreada-Boa-Vista n.36,
. ., Jrecisa-so de.urna ama de leite sem .lilbo ; nej
tterro-da-Bqa-Vista, n. 36.
' i'O lente-coronel Domingos de Souza Leio i
lenfior 'do engenbo Caraur.a declara ao respeitare|
publico que a meacao do sobrado de 4 andares oaj
ra larga (Jo Rozarlo, penhorada ao Sr. Jos Claudino|
T.ile e'sua rnulber I bu est bypotecada por escriptu-j
ra! publica pastada m lude junho de 1844.
-- O .secretario da Ord-em tereelra de S. Francisco,
, da cidade de (Junde convida a lodos os irmaos da mes-;
rao acoraparecerem no consistorio da mesma Ordem ,
mo dia 10 do correte as 9 boros da manhaa par
assistirem a niisa do Espirito Sanio e proceder-se
, nova eleico. #
= O abaixo assignado terceiro testamrnteiro ,
"tni'c'.p'oi" nao trem acceitado o 1." e o segundo,do fal-
lecido Joio AMP.P>, Mitins Novaos, fax publico
todos os devedres, niosdo dito fallecido Novaos
como da.sus extincta,firma social do No va es & Basto ,
quu nio.paguem, e nem lacio negocio nem transacc-o
fgura cesa u testanie*kteiro dativo nem con. qual-
quer outra pessoo alqueo abaixo essignado acabe
coi a queslao qoe corre em juizo. Jti Miria da
C*Ha Car ral ht.
->- O abaixo assignado, como administrador de
soa mulher Alexindrina Ignacia do Carmo, declara ,
-- que pessoa alguma Compre ou bypotbeque a casa ter
rea, sita na ruadeKortasdo bairrp de S. Jos
Vendas.
i
Attencao ao bom e barato
= Vendem-se superiores chitas para coberta, de tin-
tas lixas e de bom panno a 180 rs. o covado superio-
res cortes de cbita fina de novos padroes e chegados
ltimamente, de 15 covados, a 3500, 3800 e 4500
rs. riscados Irancezes muito finos a 500 rs. o cova-
do, corles de cassa-chitas transparentes de lindissimol
padroes a 2KH) e 2300 rs. chitas a 120, 140, 160 o
180 rs. o covado, madapolo a 150, 160 e 180 rs. a
vara, dito fino a 200, 220 e 240 rs dita, madrasto
muito uno a 280 rs. dita, pecas de madapolo a 2800,'
3200 e 3400 rs., dito fino a 4000, 4200 e 4600 rs. a
peca, madraste fino a 5200 e 5400 rs. dita, chitas a
4500, 5200, 5000 e 6000 rs.. ditas escuras, cbadre
de linbo para jaquetasa 520 rs. o covado, superior
setim preto de Maco a 5200 o 4500 rs. o covado ,'
chales de laa e seda grandes, a 4-r>00 e 4800 rs. cor-
les de chitos de 10 covados, escuras, a 1600, 1800 a
2000 rs. o corte sondo euire -linas e de boas qualida-,
des, superiores fustoes brancos a 1000 rs. o covado
zuarte azul de vara de largura a 260 rs. o covado, mui-
to boa fazenda para pretos, algodSo azul inescladol
trancado, muito encorpado, a 240 rs. o covado, ago-j
do americano largo e encorpado a 220 rs. a vara, dita
estreito a 160 rs. a vara, esguiode superior qualida-
de, do verdaduiro e puro linbo, muito lino, a 1500 rs.
a vara bretanha lina de puro linho de 6 varas a 2800
e 3200 rs. a peca, ditas de rolo a 1800 rs. a peca, chila
a 140 rs. o covado riscadiobos novos trancados mui-
to boa fazenda para meninos a 200 rs. o covado cas-
tores ou riscados de listras a 240 rs, o covado, brins de
bonitos padroes de quadrosa 500 rs. o covado ditos
finos muito encorpados e de listras a 640 rs. a vara,
meias finas du algodao para hpuiom a 3600 rs. a duna,
sendo de muito bou qualidade cortes de chali ditos
de seda, u outras muilas fazendas j inoncionadas nes-j
tu Diario ; adveitindo-se aos compradores quo toda:
estas fazendas sio limpas e de boas qualidades : na ru
do Collegio loja n. 1, do Antonio de AzeVedo Villa-"
rouco & Irmao.
= Vendo su urna escrava engommadeira cozinha
cose soflrivelmenle trata bem de meninos e tom boa
conducta, de idade de 18 annos sem vicios ne
achaques; no primeiro andar do sobrado da esqu
da ra de Collegio que tem voiida na loja a qual-
quer hora do dia.
= Vendem-se calas de cha bysson de 13 libras
em porcao e a retalho : em casa de Matbeua Austins &
Companbia na ra da Aifandega-Velba, 36.
= \ ende-se um preto crioulo moro e sadio, pro
prio para agricultura por tef sido sua oceupacao v
he carreiro ; no Becife, loja de Joo Jos de Carva-.
Ibo Moris.
= Vettde-se um chronometro inglez, novo; na ra
da Cruz, n. 13 esta de Biduay Jamison & Compa-
nhia.
= Vende-se urna preta moga cose bem e en-
gmma com perfeico ; dous pretos bem robustos, ca-
pazos para todo o trrico : na ra do Padre Florian-
no, n.-7.
= Vende-se um excallente terreno j atterrado
na ra Augusta com 60 palmos de frente e nocen
tro de propriedades: a tratar na ra da Alegra, n, 34.'
= Vende te um terreno com 36"palmos de frente ,j
e 200 de fundo, j atterrado, com bom porto de
embarque por detraz de i Bita : a tratar na ra dal
Madre de Dos, lojadoCunba. '
= Vcndem se catit-clulas de lindos padroes e de)
cures hxas a 240 rs. o covado dita em corles a 200GJ
rs. cambraias do listras com fiares de cor a 360 rs. o;
covado dita em cortes a 3000 rs. ditas largas fran-
cezas com asseulos escuro a 260 rs. o covado ditas dd,
quadros e listras de gostos muito modernos a 520 rtt
ditas finisiimas a440 rs riscados linos e de cores fi
xas a 200 e 240 rs. cortes de chitas escuras a 1 (Md
r*., dita em covados a 160, 180 e 200 rs. cana m
muito larga a 400 rs. ditas de quadros e listras i
360 e 400 rs. a vara cortes de cambraia adamascada:
branca e de cores a 400 rs. dita lisa fina a 6(70 rs.
corle de cutete de ! toes para collete a 320 e 480 rs. o covado madrasti
lirio muito .largo a 260 rs. a vra dito em peca a. '>[
a 5400 rs. madapolo euleslado fino a 5.800 r
brins de quadros e listras, Trnceles para calcas a 520 i
emj
.na

47 sua sogra Francisca Mara dos Prazrres, e nam
(accjualquej qqjrp jpgW0 *or *** "**! intoira-
mente alienada: que patsa a provar no juizo competeni- 400 rs. o covado, casimira da algodao para caigas
.fo Av*od*,f,w#rtf{a.1.-ra Dat* Jaaqutm 480 rs. o covado, macedoma de listras a 600- rs., biia
Joi de Jthreo Juntar. J de algodo entr aovados muito encorpados 480 .
m, Lmmuliar de. bons coatumes se encarrega dk vara ditoescurse braneo lodos de linbo a TOO
criato de meninos de peito impedidos e desinrpedif 800, 1000 e 1280 rs. a vara meias para' menino -,
daa;a*nbem eeebvi meOrtro pr* se desmama 200 rs. luvasde afgodao a 200 rs., algodo mesclado
rem noque promette wmerar-se qum d* seu pre- proprio para escravos a' 20 rs. o covado twto se qalzer' utfflsar dirija'-se to'pafe do Terco 1 americano mtfito encorpifo a 220'tst. ,'lanfs")le'af||o
u. 28 serfuddrj rtdit lo e teda Vtifo e 1600 rs. brttnh CMW*


encorpada com 10 Taras a 2000 rs., manas de linho
grandes a-3000 rs. outras muilas fazendas por ba-
rato proco; na ra do Grespo loja n. 14 de Jos
l'rancisco D8S.
= \eode-se m escravo do boa figura ; sadio, boro
pescador do mar alto canoeiro e perfeilo padeiro ; na
ra da Cadeia do Becife n. 40.
= Vendem>se duas bonitas crioulas de 18 annos
da idade recolbidas e de boas conductas; urna pre-
ta de. A ng la, mii das ditas crioulas; na ra estreita
do Bozario, a. 10, terceiro andar.
= Vende-se potassa americana muito aova e de
superior qualidade em barra pequeos; na ruada
Cadeia-Velha arma de sssuear a. 42. '
a Vende-se, a dinbeiro ou a prazo com boas firmal,
ou troca-se por predios nesta praga.ou escravos,urna pro-
priedade de trras, que dista duas legaas da cidade da
Victoria denominada Alegoa-das-Anlas con)
urna legua de terreno propria para plsntacos oa
criacSo ; tem dentro dous grandes anudes, e receb
de foro* todos os annos 200/ rs., que Iba pagSo; ten
boa casa de vivenda, com bastantes commodos seo
zalla para pretos estribara, engenbo para descaro-
car algodio prensa para farinba e armazem -pan
depozitos: a fallar com Jos Das da Silva na ra dt
Cadeia-Velba n. 59 ou nos Afogados, com Lou-
reoco Jos de Moraes Cervalbo, na rua-do Bozario.
c= Vendem-se ricas caixas de tartaruga-, botins o
meios ditos de Lisboa chegados no ultimo' navio <
estojos de navalhas ingle/as, a contento ; na ra doi
Quarleis n. 24.
-----Vende-so a Vida de S. Francisco Xavier, 4 v. ; d-j
ta de Fr Bartbolomeo dos Martyres, 2 v. ; ludo no
vo pelo barato preco de l8000rs. : na travessa da
Madre de Dos n. 9.
= Vende-se urna porco da assualbo de louro e ou-
tra de forro de dito porprt-co commodo ; na ra di
Concordia, n. 15. que Pica por detraz do Carmo-Ve-
Ibo ou na ra larga do Bozario, o. 21.
= Vende-se um moleque peca, de 18 annos bou
official de pedreiro ; 4 escravos pegas para todo <
trabalbo ; um preto de meia idade, por 2008 rs. bon
para trabalbare botar sentidos um sitio, por star i
isto acostumado ; um mulatinho de 18 annos, de mui-
to boa conducta e he bom pagem ; 3 escriivas de boal
figuras engommlo cozinhao e lavao roupa ; urna
mulatinbade 18 annos rocalhida, cose, engomma, i
fas todo o ervico de urna casa ; urna preta boa lavt-4
deira de varrella ; na ra do Crespo, n. 10, primeiro
andar.
Vende-se potassa russisna, nova e superior e
cal virgem em pedra de Lisboa ; na ra de Apollo]
n.18.
= Vendem-se as seguintes obras: Grammatica porj
tugueza por J V. G de Moura pela qual te di no
lyco, por 1500 r. ; Historia universal pelo bispo de-
Mus por 800 rs.; C. Sallustii Crisp opera, por 120O
rs. ; Ensaio sobre a philosophia por Damirou 2 l. \
por 5000 rs. ; Obras de Virgilio 3 t. por 5000 rs.j
Guarda livros moderno 3 t. por 6000 rs. ; Medi-J
cia domestica por Guilberme Buoban 10 t. pon
12000 rs.; InslraccOes para s principiantes por-80u
rs. ; Eloquencia nacional por 800 rs.; Diccionario;
trance/ para portugus e por tugue/, para trance/ por
5500 rs. ; Grammatica franceza por Monte Verde, potj
2000 rs ; Geograptiia universal por TorreSo .pon
2000 rs.; Vida de D. Joio de'Castro, por 1000 rs.;<
Historia sagrada por Bernardino por 2000 rs. ; Tra-j
lado scientilico de contraponto, oflerecido ao Seoborj
D. Pedro II, por 1500 rs. ; Novo tratado de cantn
por Josoph Faohinetti, por 320 rst ; retroz da Julia
de todas as cora e de primoira surte miudezas por prego mais commodo do que em outra.
qualquer parte : na rus do Crespo, n. 11.
=s Vendeja muito superior fazenda escoceza
muito larga e ebegada ltimamente, para vestidos d
senbora, pelo barato prego de 320 rs. o covado; assi
tomo outras muitas fazendas por barato proco : na ru
do Crespo loja n. 12 ;do Jos Joaquim da Silv.
Maia. i
= Vende-se um moleque de naci de idade
llanno, ptimo para todo o servido; um mulafinh
de idade de 14 annos i ptimo para pagem ; um dit
de idade de 16 annos, muito lindo'; urna negrinha
idade do 18 anuos, con varia habilidades ; na ru
Direita a. 3. <<'
= Vende se fazenda muito em contt, tanto ero p
cas como a retalho ; ni ra do Queimado, segund
luja do obrado n. 18. -
= Vendem-se 3 livros em braaco, ariscados, pa-
pel pautado feitos em Inglaterra, proprios para qual-
quer casa de commercio ; na ra da Cadeia loja de
ferragens n. 59. '
liap imperial.
Este rap ,imitando ao prmco;a de Lisboa, vende-ttj
em libras meias ditas e oituvos, nal tguintet lojat do
Srs. : Francisco Joaquim Dutrte, rua do Cabugt
Gomes-& Carvalbo e na escadirtha rua do Crespo
Victorino de Castro Moura rua dos (^uarleis ; 'M en e-I
zes Jnior rua'do Collegio; Ferreir di Uliveira
praxinha do l.lvramento JoSo Jos* de Faria, rua No-
Va Tbdmaz Estima etartao, Atierro da Boa-Vista;
Guedes & Mello rua da Cadeia do Becife: preco 2u
rs. a libra e 30 rs. aoitava. ,
Vendem-se rolos de chumbo em lenco! de todas]
mi
para cavallos e cacimba com boa agoa : a tratar com 0
seu proprietario Joaquim da Oliveira a Sou. tio junto.
jas Vcndu-se urna sobre-casaca de panno pr
nova e urna farda, tarnbem nova; na mal
do Recife ,. loja de fateodas n. 60.
= Vende-se milfio em sacca a 450O rs.; na rua
da Cadeia d S. Antonio n. 19, depoziJo de farinU
de mandioca.
== Vende-se um banhoirode folba com cirro o
bom uio e muito barato : na rua do Crespo n. >{_
= Vendem-se taces de farinba mais birato do
que a bordo com sacca ; na rus largi i d Bozario ,
n. 24, primeiro andar.
fes Vendem-se dous sobradinbos ne sta pracja e
muito bom local deumaador, em chaos proprios
e tarnbem te recebe em conta algum molequo : a trt.'
lar as Cinco-Pontat, n. 160.
= Veode-s um bonitoescrao o 20. annos raoi-
to reforcado bom para pagem ; urna preta cozinhei-
ra e engommadeira de bonita figura; urna negri-
nha muito bonita ; propria para mucama d elgumj
menina ; na rua larga do Bozario', n. 46 segundo
andar.
= Ni rua larga do,Bozario, n. 35, primeiro in-
dar vendern se obras de ouro vinda 6o Bio-de-Jn.
neiro de muito lindo gbsto, com o toque de 14 qui-
lates e tarnbem aIgumas da terr de ouro coiro
toque d 18 quilufes haveodo, em ambas as fs clurai,
aderecosde multo' bom gost e melds adrecos,e
mais algumas obras da diamantes e brilbanles; ven-
dem-se lambe m fazendas de seda cambraias ,de linbo,
de muito bom goslo, lencos de cambraia d linho pita
riiio, riqtiisssimos manteletes de testante fantezia pan
senlioia, ricos suspensorios e grvalas,, cbl"'
sol para senbora ; tudo por preco razoavcl e
barato qu nat lojat.
= Xendem-se iOO varas de alodio ija trra, di
melhor qua lidnde ; na ruado Crespo, loja n. 19., di
Carvalho&Maia.
Vendem-se pente de tartaruga, da moda, aler-
tos e lisos de marrafa a 160,0, 2000, 1440.* 120
rs. o par ; ta m bem se lazem quaesquer obras deste g-
nero tanto novas como de. coocojiu j^ur sejaa |ji
ou abortas ; desmanchao-sa peritas elYios, e fszen-M
novos: na loja de tarlargWiro no pateo do Carmu,
loja do sobrado da esquina que volts para a rua das
Trineeirs, n. 2.
Vende-se urna taboleta para ourives, com gran-
de vidro inteiro ; na rua de Agas-Verde n. 15.
Vende-sefarinba de mandioca, om saccus; n
rua,da Gloria sobrado n, 59.
\'ende-se urna escrava de naci, quitandeira,
cozinha o diario de urna casi,, e lvs de sa.bo ; na rua
Direita,, n. 18.
- Vende-te umt bonita escrava muoarpa recolhi-
da de 20 annos engyinma cose coai.nha muito
bem ; urna parda do. 14 annos > umi escrava de meia
idade cozinha, lava e faz todo o mais servico de un
casa por 250c rs. ; urna dita par p servico da es i-
p ; um lindo mulatinho de 14 annos, tom vicios nem
achaques bom pagem ;, um escravo bom carpi; um
dito de 20 anuos, bom canoeiro ; um dito, ptimo
tiabalhador do unxada e entende c|j plantaoes par
300* rs. ; na rua de Agoas-V.ertjes n. 46.
\ endem-se o seguinle livros; (juloria PUto-
resca (| ornada com 52 estampas representando o acon-
tecim.entos mais celebres e gloriosos da historia de Por-
tugal e do Brasil ; Arte potica por J. J. Vallo en
quo se doscrevem oa principios elementares da versifica-
cao e poesa porlugueza; os primeiro, legumlo e terceiro
volumes do regresso do Cruzado por Sr Walter Scott;
as Aventuras de Talemaco, em jporluguez; tudo por
mdico preco e cm estado, que sem duvida nio des-
agradar ao comprador : na rua de Queimado, u. 10.
,== Vende-se. na travessa da Madre de. Dos o %-
brado n. 7, prximamente rectificado a' dinheiro 911
a prazo :. a tratar na rua da Cruz o. 50.
Vnde-se um horco ainda em bom uso, con
seus cortinados; no pateo do Terco a. 26, segun-
do andar. ,
Lonas da Bjjssia, n. 1 e ?., com um
pequeo toque de avaria, muito recom-
mendaveis para camas de Vento, entrele-
las de rmi|ias, e oulios usos semeliiarites :
yendeniTse pelo baixo preco de cruzado
a vara; na loja n. 4 la prara da lnile-
pendendia. '
rr- Ven-le^se vinagre superior a 4oo
ris a caada ',- na rua do Atterro dos A-
fogados n. 7.
Venderse farelo, pelo mdico pre-
co de 4,s'o Senzaila Velha n. i38.
^7- Queijosdo Alemtejo muitofrescaes;
oa rua da t iadeiu Velha, n. ai e 2^.

Escravos
os
as grossuras proprio paredaos e terrado por pra
co commodo ; na rua do Vigario armazem o, 8,
= Vonde-se, ou troca-i* urna rola branca ( femea
Sor outra da mesma cor, sendo macho ; no Atterro-da
oa-Vista, fabricao li'eotet n:126: 'l
=tVcndem-M'23mll fijlos detlveniria, 'da'Ham-j
burgo ; em casa d J. D. Wollhopp & Companbia
= "Vende-se'um preto bom Irffbalhador de nxada,
muito barato ; ao comprador "te dlro motivo da ven- ,,aP-
da ; na rua fiova, n. 69',' junto a ponte.
= Vendu-seuma grande casa do pedra e cal ps i
dadu delinda na rua dp Amparo com commodo
para grande faaiilia o euelleuw quintil.: a trata
oa rua do Crespo, o. 10.
. <= Vendem-se oculode de Avtdvot, bnneoswiji
cores para todas as idades por preco commodo ;j
urna preta evigommadeira'Tn mi larga do Bozario
l|ade-nvla*>iain.-5S.'"
==Vte,'SVtiilia tibi di matla', morto can'tlde
ra rnan-a Mt pfeco coipmodo ; ni irivetia de 6
Thrteia,Wodr^reI^baib,e*san.4. "
=iVnd-ie, o arreWa-sa um litio na estrada do
*n,clm\Mt*MMM a.MU wWffir,mtit
=a l'ugio, no dia 3 do correte urna preta de ot-
co. Mocambiquo donme Lourenoa.uesUtura re-
gular um pouco magra meta vesga de a mbo
olhos de idade de 26 a 30 annos pouco mais ou me-
nos custuma vender agoa elava tarnbem em "eDI"
rrbe totoidadere linda; quem a pegar, levo, rul
di Madre de Deds, casa n. 36, quesera rcom p"-
Aiiidu anda lugido, ou lurlado, o escravo da a*'
me'lacintho de,n,ft5,o l\ nos bonita fujura,. bem preto com ama marca no
peilo esquerdo a iiuitm,-.'o do um ancora-, que talM
jt.estoja apagada taifa meia doscauuda tom *
umla tabaco;- desappaveoeonodia 20 de maW-d !*
quem o pegar^ tevsi rua da (iuifl ease de 3" andaros
n."63', ^ua'ser generosamente reeompebii''o v
por seu sonliOrManoel Antero de ?*"

f 00,000 TB.
zaBis.
U4 -
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1
; N*TYP. DE M. FDEFt.HU
84*-


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