Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05830


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Full Text
jlnno le 1848.
Segunda feira 4
iimltlO publica-i.c todos os das fjiic
torem Je Ruarda : o precodaolsiana-
"' os annunclos dos aiitrniules ao insc-
o dillereutc, c a. rcpejicoes pela melado.
Si niie nao foro... aislbanles pauao 80 rs.
JJr linha. c 160 em typo d.gferonte.
PIIASKS DA LA NO ME/ I> AGOSTO.
, ,, nova a 3 as 5h. e > niin. da manliSa.
."'., '?,,ea lOas 8 li. c 21 iiiinutoj da tard.
'a cu a a 17 as 10 hor. e 57 lu*, da man.
Voautea24 s 4 te. c 7 m, 4a Urde,
PARTIDAS DOS COIUIF.IOS.
Coianna. Parnliyba, e Rio Crnnde do TToi te
Segundas t Sexlas feiras.
Cabo, Serinliaein, Rio Fomioso, Porto Cal-
vo, e Maooj, no 1.', 11 e 21 de cada inca.
Garanhuiis e- lonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e28.
Victoria as Quintas feiras.
Olinda todos os das.________
PBKAMAR DE HOJE
Piinicua as 6)i. e 6 min dainanba.
Segunda as i e 30 minutos da tarde.
de Agosto.
Anno XX N. 170.
das da semana.
4 Seguuda S. Domingos, aud. do J. de D.
da 2. v. edoi. M. da 2 v
5 Terca N. S-d8 Noves, aud. do J. de D.
da 1. v. eo J. dos Cellos.
(i Quarta S. Xlato, aud do J. de D.
da 3. vara. .
7 Quinta S. Caetano, aud. do Jim de D.
da 2. vara, e do J. M. da 1. e 2. v.
8 Sexta S. Cyiiaco, aud. do J. de D. da 1.
y. do civel, e do J. dos Feilos.
9 Sabbado S. Romao. aud. do J. de D,
da 2. vara.
10 Domingo S. Lourenco.
CAMBIOS NO DA 2 DE AGOSTO.
Cambio sobre Londres. 25 d. por U 00 d.
i, Par 370 n'is por tranco.
.. Lisboa 120 a 125 p. c. pr. p. m.
Dse, de let. de boas urinas I '/ Vj.P-JV
uro-Oncas hesnanlioias 31.^600 a 32*000
Moeda de G/400 vel. WotlO a 18/100
' ., de 6/400 nov. 17/803 a 18*00
3e 4/000 4MMMI a 9/700
Prao-Palavues .... 1#970 a 1/980
Pesos Coluinnares. 1/980 a 2/OO
.. Ditos Mexicanos 1/040 a 1/970
Moedas de 2 patac. 1/78 a 1/800
Acces da C." do ueberibe de 50/000ao par.
DIARIO DE PEEHTAMBUCO
ADVERTFNCIA.
No rendimanln do consolado, anle-hontera publicado,
na non ella correspondente a laxa do 20 rs por laceo de
osaucar, em lugar de 20/040. la-se 620/040.
PABT GFF.CIAL.
Commando das Armas.
Illm. e Exm. Sr. Em presenta do altettado.iqui
junio, do cirurgiio-mor encirrcgado do hospital regi-
mental, quMamioou o estado de sade de Jcs Alvo.'
da Silva, nlo pod ter pracas noi corpos do exercito es-
te odifiduo ; o que levo ao conhecimento de V. Exc ,
para resolver defioitivamente a eite respeito.Deo
guarde a Y, El. Quartel-general na cidade do Recife,
15 de julbo de 1845. Illm. e Exm Sr. Antonio Pin-
to Cbichorro da Gama, presidente da provincia.
entorno Carreta Sira.
Constando-me, que, por occasilo de passar re-
vida de n;ottta o primeiro batalbio do capadores sol
seu interino corarotndo, se apresentra, para ene
|m, o amanuense da pigadorii das tropas deata pro-
vincia com uniforme privativo dos ofuciaei do estido-
maior doexeroito, dislinclivo decapitao nocanhio da
tobre-cisica, e canutSes grostot no chapeo armado ;
\'mc. fique oa intelligencia de que, naot nio tub-
juilar esse batalbio a ser revistado, como indevida-
mentefoi no referido dia 2 do crranle, porumem-
pregado pertencente a reparticio da guerra, que tero
a temeridade do uaar d uniforme, o distinctivoa, que
Ibe nao coropetem; Oas o pronder a mfnha ordem no
quartel do eatado-maior. Deot guardo a Vmc. Quar-
tel-general na cidade do Recife,20 de julbo de 1845.
A nlomo Correia Sira. Sr. rtlanoelJos d Espin-
pola, capito commandante interino do l.o batalbao de
cacadorrs de linha. ,
Mando Vmc. relaxar da prisio ao toldado Hilario
Jos Antonio, ibsolvido pela deciao do jury, em cujo
tribunal reapondeo pelo crime de latrocinio, de que f-
ra aecutado.eot guarde a Vmc. Quartel general oa
cidade do Recife, 28 de julbo do 1845.enlomo
Correia Sira.Sr. capitio commandante do detti-
camentodo 2. batalhao de artilbaria a p, Joo do
liego Barros Falcio.
Illm. o Exm. Sr.Ordenei, que ot recibot dos
soldot dos offciaet, que, na eonformidade do artigo
19 dat inslruccflet, quo bailarlo com o decreto n.
578de 14 de agosto do-anno prximo panado, tcem
de ser legalitadotcom o vistodeate commando.lot-
Sc'm paaiados em papel almato : disto opporlunamente
tevo tcieocia o Ribo do coronel Gatpar do Mvoezes
\asconccllosDrumond, o qusl he incumbido de rece
bcr na pagadoria dat tropas mediante o recibo firma-
do poraeupai, quah.bita lora deata cidade, o res-
pectivo sold. Propendo crr, quo o referido coro
.iel ignora o inlervenco.que teu filho ha tomado n'um
neRocio, quo.tendoalbeiodetua incumbencia, pode,
pela falla da execucao immediata daquella minha or-
dem, expol-o a postivel represtio, e tem recurso : con-
seguir mente nesla dada exijo deste oflicial aa expli-
cacoet precisaa a cerca deste Incidente. A doestadOra
pbraseologia.em que calo concebido orquenmento em
'|ucslJo,nao pode deixar de ser esmagada.com o peso do
desprezo, por inim, que lenho o juixo desembotado, e
apela repugnancia invencivel que me inspira ludo,
quanlo pdeconcorrer para mariar" a sisudeza, queem
iiiim sobrepuja imperiosamente, mxime noexercicio
de minbaa luiu-coes. Heos guarde a V. Exc. Quartel
general na cidade do Recife, 1." dffgoato de 1815.
Illm. e Exm Sr. concolbeiro Antoario Pinto Chicbor-
ro da Gma, presidente da provincia.iniom'o Cor-
reia 5idra.
EXTERIOR.
INGLaTERRAj
CoHVFNCA EKTRE S. M. D. E O RKI I MNCF./.BS Pii
r\Ti\C(,Afl no trapico ooa eCravo, as.iokad* em
I...Mim: AOS 29 DE MAIO DE 1845, E TRUCADA A RATI-
llclllihuni 7 DE JUNB" DU MEaMil ANVi.
S. M. arainlia do reino unido da Grndi Rrcttnha e
Irlumla, eS. M. n re dos Pram cica, con.idernmlo qiwas
cniveiircsde 30 do iiuvombro de 1S31, e*l 22 de
niarc de 1833 aorlirao o aeu i-tfeilu eui fanr cenar o
trafico daeacravalura aub a smi respectivas bnndeir.is,
iua que esse odioso trafica inda existe, e que os dilu
ti incucesaio iuanfrkiciibW para aatugurar a sua com
1'leia cxlinreS.i; leudo S. M. o re doa Franc.eies man
trotado o desrju de adoptar medida roai eflicaxe do
quo as coriiijiiii.lflS as ditas tenfenefica, c S. M. a ra
lia dn reiuu unido do Graiu-Brctanha e Irlanda, sendo
oolieila era cooperar para a consecu9*o daquello fim; ao-
cordrao n'unia nova ounvencao, que acra ublituiaa
rin lugar da uouvciicOoa, aciiua mencionada de 1S31 o
de 1833, entre aa incaMa duas allu portes contratante;
para oque noiuerio como tcua plenipotencia!v.,
saber:
S. M. a raiuha do reino unido da Gram Brctanha e
Irlanda, a<> cunde do Aberdeeii, elo. e a Etevio Lu-
liingtoii, co ; oS. M. uroi do Franceses, ao conde de
oainl Aulaire, eto cao duque de Drogue, ele ; o quae,
drpoi de lerem oomniunicado entre ai a aeu rcspceli-
vus poderes plenos, o sendo cote ncliudoa eiu boa o de-
vida forma, ai-cordaiao no seguiute artigo :
Ariig,, i o p,ra qe a, baudeiraa de S. M. a ruinlia do
'no unido da Graiu-RretMilia c Irlai.da, c de 8. M. o
rei doa Franceio, nao teji, contra o direitodaa gentes,
e em vigor no dout paiies, uaurpadaa para eiicobnr o
traficodoaeacravoa;oa fim de promover inaia cfltcai-
monte a tna extinecan, S. M. o rei dos Franceses obn
ga-so a estacionar, logo que acj poa.ivel, na coala occi-
dental d'Africa, doode Cali Verde al 40 groo, e 30 rni-
nutua de lotitiide meridional, una frca naval de 8
cruzeiros pelo menos, compntta do navios a vola e a va-
por; o na costa oriental d'Africa aquello numero de oru-
xeiroa, que S. M B. jnlgar auffleiento para a prevenclo
do trafico nnquella costa; oa quaea croieiros erio ein-
prcgailoa para o fiu a cima mencionados, do eonformi-
dade com aa C(;uinte estipulacOes.
Art. 2. As dita frca navaca britannicas e franco-
xas obrar de acoordopara a exlinccau do trafico da es-
erovatura. Ser aua obrigacfl vigiar reatriotamente.to-
dos as parles da costa occidental d'Africa, dentro do li-
mites dcacriplos no artigo t., onde se fas o tr.fioo.
Para este fim exercera plena e rompidamente todos oa
poderes inherente a coras da Gram Brctanha o da
Franca para a eslinecao do trafico dos (acravo, ficando
aubjoitossmcnteimodifioacaea nbnixo mencionadas,
quanto ao navios inglesca o trnceles.
Art. 3. O. olllciae de S. M. a raiuha do reino uni-
do da Gram Bretanhao Irlama, o oa deS. M. o re doa
Franceses, que tiverem o respectivo commando das es-
quadros da Grom-Brcla'iilia e Franc, destinadas para Ic-
varcm a effeito a presento oonvencao, onncerlaro en-
tre si os mclhorcs inoios do vigiar restrictamente as par
les da costa d'Africa a cima referida, escoihendo o do
fiuindo as eslaces, o oommettciido o cuidado ilellas aos
cruicirosingleose franceses, junta ou scparadamenU-,
como jolgareiu maia conveniente; comanlo queiemire,
no caso de er urna estacan oomiocttida a cargo dos cru-
zeiros do una das nac6cs, possao ot cruiciro da nutra,
em quiilqueroccaaiao, entrar no mesan eslacao, tiara o
fim de excrcerem o dircito quo respectivamcnie Ibes
ooinpetcm para a oxlinccao do trafico dos escrotos
Art. 4. Estipular sc-ho trotado para a extiuccao
do trafico oom oa principes ou cheles indigena na par-
le a cima uicnoionada da coala occidental d'Africa, tilde
quor quo | are5a neeessario ana uoniinnndante retpce-
tivot da esqiadra inglesa o franoeta. Esse tratados ao
rilo oonvciioionado julos luesmos odmmandaiiles ou
por oiciaes eapecialmento instruido por cllcs para ese
effeito.
Aat. 5. Oobjectodos prcdilos tratados limitar-se-
ba exlinccW do trafico dn escravatura. Se alguin doa-
ar tratado fr concluido por un oflicial ingle, aer
oxpressamento reservado a S. M. o rei dos Franceie o
direilo de tomar porto n'um tal tratado, c e por mu of-
licial francs, igual dircito sera reservado a S. M. a rai-
uli.i do reino unido da CraniBrelanba c Irlanda Toda
a ves quo SS. MM tnuiarem parto n'uui scuielliaiiie
tratado, a deapeta que ac houvcr reitl) pora rcalisal o
cont fireetnles ou outro seiucllianle, serio igualinenlu
repartida por ambas as liares.
Art 0 Toda os vete que fr niialcr empregar o
frca,"de eonformidade com o dircito das genlc, a Km
do compcllir devida execugo de q.ialqncr datado,
feilo em ron.equcncia da preaenle conveuyao, uJo se
lancar mao desea forja, quor raaritiow, qor terrestre,
oin coiuenlimcnto de ambo oa chefel das esquadras
ingina e frencea. E no raso de so julgar necrasanu pn-
raaeonaecucaodoafinadcslacouvcucao, que se oceu-
pem postoa naquclla parte da costa d'Atnc. i cima re-
ferida, n5o su far iao em o coiiaentimenl das duas al-
ias partes contratantes.
Art. 7. Apenas araquailro, quo S. M. 0 roi dosFran-
ertet dte de aviar a costa d'Africa, cstiver prom, la
para romecar alli suaa operocc, mandara 8 M. o re
do Franceses fater di.so avi.o a S. M a rain lia do re
no unido da Grom-Hrelanbo e Irlanda; e a. duas al.oa
parle, contratante, f-rfi saber por urna ueclaracao .i-
moltanrn. quo a medida realiavei. ero virliido d-sta
conv.nco vio ser postas em cxecuco; e o dita docta
racao ser publicada, ondo quer quescjnlgar noces
So. ... i i .
Dentro em tres mezet da data da dita declaracSo se-
rio respectivamente enlregues aos erureirot dat duat oa-
cet as orden que tiverem sido expedida em eonformi-
dade dat convencOes de 1831 o 1833 parao mutuo exer-
cicio do direilo de busca.
Ar. 8. Como quor que a experiencia tenba mostra-
do, que o trafico do escravoa n'aquellaa partos do mun-
do, onde hebabitualmenteexercido, he oiuilas vexea
acompanhado por actot de piratera, pengotoia tran-
quillidade dos maret, e aseguranca de toduat bandei-
ras; e considerando ao metuio tempo, que, com quanto
a btndeira orvorada por um navio teja prima faeu
prora do carcter nacional d'esse navio, esta ptesump
Vio no podo ser considerada como sufficiente para yo-
Jar em todoi ot cato, que te proceda > verificacao d'el-
le ; poia que alias todat at bandriras ficariSo sul eilat
a abuto. porservirem para encobrjr a pira tana, o trafi-
co dot escravos, ou algam outro trafico Ilcito ; coo-
veocioaa-ie que se dem aot officiae, que commanda-
rem aa etquadrat iogleta e francesa e ai eslar,ei da coi-
la d'Alriea, inslrueyei fundadas no dircito das gen-
tci e no uso comiente dat potencio! martlimai.
Art. 9." S. M. a rainha do reino unido da Gram-
BreUnha e Irlanda e S. M. o rei dot Freucezei mutua-
mente se ubrigo o continuar para aempro a prohibi
do todo o trafico d'etciavoi as ecloniat que ora pctiu
em. ou venbao para o futuro a possuir, assim como
tambera a pravemrem, tanto quanto o permiltuem at
leis de cada paii, quo os seui respectivos subditet se en-
volvi n'este trafico directa ou indirectamente.
Art. 10." Tre meiei depoii da declaracio mencio-
nada no art. 7.", pr-te-ba em execucao a pretente
convenci, cuja duracao tera de dez annoa; ficando sus-
pensas a anteriores. No decurso do 5. anno conecr-
Isr de novo as altas parles contrataotei entre si, e
decidirs, conforme as cireumtlanciaa, to convira por
outra vei em execucao o lodo ou parle dt ditas conven-
ido!, modificar ou rovogar toda ou parte da presento.
No fim do 10. anno serio considerada! como definiti-
vamente revogadat as convenc.0es interiores, te nao ti-
verem sido de novo postal em execucia. Tambera to
obrigio as altas partes contratantes a continuaren! acn
cerlar entre si tolos os raoioi deatsegurar a cxtincc.io
do trafico dos oscravot que Ibes pareci ma:t utcis o cf-
ficazct, at qu teja completamente abolido otsc tra-
Art. 11." A presente convenci tera ratificada, e as
rttificacci terio trocadat em Load rea no fim de dez
tonos d'etla dBla, ou antet, e fr postivel.
Fm testemunbo do que loi a metma ttaignada pelos
reapectivot plcnipolenciorios, que Iho pozerio ot sllot
do tuas armas.
Passada em Londres, aot 29 do Maio do 1845.Et-
te:ilo Luehinalon.Abtrdeen.Suinl Aulaire.Y.
Broglie. [Tftnee.)
Bailante inleressanlo nos porecoo o teguinte artigo,
com quo deparamos na RutauracOo, e por Uso aqu o
offereceuios a consideraciio dot r.ossos loitorot.
BREVES OBSERVARE SOBRE O THATAD0 CONCLUIDO EM
1826 KNTBK SS. UM. O 1MPEBAD0B DO BIIASIL B O
UEl O.V FRANCA.
Ait. 2. JUmdaihonrat e prilegioi de que goio
actualmente noi dout paiies os respectivos agentes di-
plomticos, convem cada um dos dous soberanos em
conceder na sua corte qualquer favor que a este respetto
o outro soberano conceder na sua.
Lste artigo he em todos os caaot inconveniente; por-
que jimait deve um homom somato compromeller se
a later como til a um lercero o a si, oquoaease
lerceiro toTigurar sol o. Mas tobretudo te reconbece
ser inadmisivcl n'um paii consltlucional, onde o mo
nareba nio podo proinellor o que nao dependo dulle
inot de um poder iudependente de Sua ventado, qul bo
o corpo legislativo : toodo certo que poderia o govei-
no Iranccx conceder aos agentes diplomticos nen-
cOet que, sendo contra as leit do Brasil, o imperador
uao podo conceder aos diplmalas estrangeiroi.
Art. 5. Cada um dos governos lera direilo para
nomear agentes consulares nos portas ou cidades dos
dominios do outro, onde elles furem precisos ;i excep-
cdo dos portas ou cidades onde as altas partes contra-
tes entendern que les empregos no s&o necessanos.
Late artigo be equivoco porque tem dout tenlidot,
mas n'um be ocioso ; no outro he inadmisivcl. A ex-
pressioas alias parleicontralanlet entenderempode
sipnilicar: cada urna ou ambas concorrentemente. Em
qualquer destat bypolbosct duor que hovera coosulei
francczei tmenlo ondo o rei da Franca julgar que os
deve baver, be etlipulacio, pelo menos lupcrflua : di-
zer que i os havera ondo o imperador do Brasil con-
sentir, bo contradictorio com a permissiio de trafico
concedido aos Trnceles ; pois quo por esse simples
fa.lo adquircm direilo a faxerem ah vigiar o defender
scus legitimo! inleretse por qui-m bein Ibes approver,
salvo se elegerem para icu procurador peisoa que pelai
leitgeracsdoimpe ioieacbe inhibida de excrcer laet
funece. .
Art. 4. O cnsules ndo poderiCi entrar em ejercicio
san o approvacHo do soberano do paiz. Approtados,
gotar das honras e privilegios que sdo ou /orem con-
cedidos aos cnsules da navUo mais favorecida.
O cuntedo desle artigo lica prevenido as obierva-
ces sobre o precedente. He urna violagio dot direi-
los iuauferiveis do hometn essa pralica dot goverooi re-
cusaren! o exequtur. Ser itlo um abuio do poder te
manifetta, refleclindo se que o rxeouafur nada man bo
do que um modo de identificar para com ai autorida-
des administrativas o judicieei, perante quem ot Bran -
leirot forem admittidos a tratar tuat pendencia!, as
pessoas que etlat livreme.nle houverein eacolhido para
seus procuradoiea. Ora, nao se podo conceder aulonda-
de a nioguem para inhibir a qualquer bomcm tui inris
de escolher enlre o quo pelai leit geraet ao habis
pira procuradoret quem melhor Ibe parecer pira o re-
presentar na def. za de seut legitimo! interetiei.
fcmbora nio admita o governo eise cnsul, quando
se aprsente com credcnciaei do oncarregado deneg
cioi (como frequenlemenle acontece) embora no exe-
auatur exceptu de sua approvecio o poderet quo
bi se Ibei concede muilai vezei pera exercerem lunc-
ces diplomtica!; porque deiaetsdeve ter incumbido
quem nio intpira desconfianza a nenbum dot contra-
tantes ; que he vislo quererem tinceramente remover
das negociaces, que vio a entrar ou das relacSeaami-
gaveit que querem coDiervar, quanto poa at rassaio
ontibialoi. Wat as funcies puramente civil de pro-
curador da parlo, cssai a ninguem be licito cstorval-
as, a quem a lei geral nio tem declarado inhibido:
tob pena de se commellcr um arlo de prepotencia ;
pois que extorquir ou empecer, pola rf,a, o que a lei
prometteou nio prohibe, he o que te chama prepo-
tencia, i- i i
Art. 5. Cada um gozar da mate per fula lioerdade
de consciencia, em materia da religido, conforme o
tystema de tolerancia etlabelecido e pralicado no seu
respectivo pait.
bouiiiooi deeitoiem que labora ette artigo; por-
que dous tio oj tentidot que to pdu dtr ao seu con-
texto ; a laber : '' ...-
1. No Brasil os Franceics, como os Brasileiros fo-
rem tratados em Franca : e em Foanpa como o Frao--
ceiet forem tratados no Branl.2.' Os Bratileiroi em
Franca como os Francezoi, e os Francetei no Brasil
oomo ot Braiileiros.
Lm qualquer desles sentidos (que era Decenario nio
deixar no equivoco) so cabe no erro de farer depender a
tolerancia em materia de rcligiao, a respeito dot cida
diot de um paiz, do que cstabelecer a legiilacio, lalvez
es.encialmente intolerante, do oulro governo.
Islo he sobretodo inadmisivcl, quando te trata de
Brasiloiros, cuja eonttiluicio bem entendida, ou aniel,
sea nioaophismirein, he a mais generla de quantas
oxislem, nesle imporlaoto artigo.
Art. 6. Cada um goiar dosdireitos, privilegios,
favores, e teni-oVt que forem concedidos nafdo man
favorecida. Poder dispar, por qualquer mantira,
livremente de tuas propriedadts, tem obstculo ou im-
pedimento algum. Serao itenlos de impostas ri-
OMMJfdet militares. Mi se poder faier txamt ou in-
cestigacHo not seus litros ou papis, debaixo de qual-
quer pretexto que seja.
Este comprebonde assumptoi de diverui nalurezat, e
que, por comeguinle, devem ter estipulados de mui
diverts mmeiras.
Deide ai palavras: o u6r2i nada ha a dixer senio : que, ondo quer que eita pora-
te se encontrar, se abre i porta a desagndaveiie muitai
vezet funottat discusset; por ino que ot governos se
gao as niaot para nio podrem coocedor lavore a urna
potencia que Ibe concedo outros equivalentes, pois ho
obrigado a concedel-os i urna terceira (em virtude del-
ta pbrsse banal), posto que ella nada ou mui pouco Iba
concoda em retorno, tendo n mais dai vetes difllcil do
detlindar, it que ponto"iquelli quo be mi! drorecida
compensa melbor o favor que le Ihe concede, do quo
a tercoin quo exige sor tratada como ella. Ai vanU-
gent no commercio das nicSes, como nos doi particu-
lares, nio te calculio pelos em, massim, e tio t-
menle, peloia/do.
O que le segu detde as palavras elles poderiO at
sem impedimento algum precisi que te iccreicente ; co-
mo os nacionaes. Mais do que esle leria exorbitante ;
menoi serii iniquo.
Na pbraso impostas e requisicOes militara becltro,
quo o epilboto militares nio te refere t a requisicOes,
mis tambemam/>oiioepoisnio pode tersidoamentedoi
governos contratantes neniar o eslrangciros de todos
os impotlos.
Mas quo lio impastos militares ? He expretsio que
te nio acha fixada em nenbuma parte; e que, portan-
te, te pode appliear a lodo o imposto, cujo fim especial
be a manutencio da frca armada. Tonuda poii nesla
vastistimo accepgio, a que de ebicanai le nio vai abrir
o porta' aos governoi poderosos, que quizerem rsqui-
drinhar, na origem doi impostot, pretextos para dellet
isentarem os scus subdilot
Desde as palavras nem se poder faier at ao fim
do cumprc observar, que ha em commercio, e al oa
ordem civil, dous casos, em que o exame, o mesmo a
busca forgada noi livrot e papeit do cidadio e do -
trangeiro devem ter lugar; um be, quando abi se a-
cbio papis peiteoccntet a lerceiro, qur teja na loa to-
talidado qur teja por participacio, como pela aisig-
nalura, &c, &c. Segundo, quando o nacional ou
cstrangeiro te obrigou a provar que nio deve, apro-
sentando os scus livrot e papeit: tal be o caso, quando
elle to pe a excrcer o commercio n'um paiz onde isso
be expretso no cdigo commerciil, como boje o he (ie
bem, se mal, essa lio outra queitio) em todos os pai-
ies, que se dixem civilisidos.
A rl. 7. O rompiviento entre u duat corlet nunca se
reputar existir, sendo depois do chamamento ou par-
tida dos respectivos agentes diplomticos. Em tal cato
ot subditos de cada urna dat duat coiat t serio man-
dado! tahir do pait, onde te ackarem residindo, no
caso dedaiem motivos de tutpeila pelo teu comporta-
ment.
Doui gravea defeit n te encontrio neite artigo : o
primeiro be fazer depender o eitado dum Tacto que pode
depender da mi f do governo eitrangeiro : o legundo
o deixar o ettrangeiros dependente! do bel-prtzer do
governo do paiz, onde reiidem ao abrigo dti leit da
bospilalidade, e o quemis he, da juilica universal.
Todo o governo deve aot povos, que administra, re-
pellir ii iggressOes do inimigo com as armas da ra-
zao, te isso be posivel, senio, com a frca armado;
o nuil prompto que estiver ao leu alcance. Esperar
que o outro governo chame o seui agenlea diplomti-
cos ou que bajo lempo para elle fuer retirar o leut, se-
lia ubrigar a iu afio a supportir males taivex irtapa-
nveii; e lalvez tolber-se a iculdide de dar um golpe
que, deideo principio, alalhiaeurna longae fatallini-
mi contend.
O ayilema de metquinho eiume que out'rora eitabe-
lecia, eque praticamcote linda hoje admita diflerenea
entre nacionaei e c-strangeiroi, no quo diz respeito aos
tre direitoi naturiei de teguranca peitotl, liberdide
individual, a propriedide do Uabaloo, ja nio be do
nono sceulo.





Nnguem deve ler expulo do paiz, senio em virtu-
de violado as leisgeraes, e cuja pena legal seja a do
cxpulslo ; pena absurda (se a houver no cdigo penal)
mas emfim pena que o juiz pode e deve applicar, se os
aj lr le.
D'outro modo a expulslo s lie propria de um goor
no desptico, para quem nio ha lei senio a sua ospri
ebosa vontede. Por suspeita De quem ? Do go-
verno ? Do chele de polica ? Do administrador local? -
Que helio paiz do liberdade, do ustiga, do governo
constitucional!
Art. 8. Os individuosaccusadosdos dimes de alta
triirdo, falsidade, e alsificaedo de motda, ou de va
ni que a repreunte, nos estados de uma das altas par-
les eontralaulu, ilo ser&o admitidos nem recibirn
proUeeaa dot estados de outra: a tneimo ser o expulsos,
logo que o respectivo governo assim o requerer.
As observarles (eitas sobro o artigo precedente sao
applicsvcis acete 8. Quem he que ha de expulsar o
estrangeiro reclamado ? O governo brasileiro ? Quem
loe deo direito para elle se constituir juiz entre o go ver
no estrangeiro, que accusa, e o emigrado, que protes-
ta ser aquella aceusacSo una calumnia ? Nao ha no
Brasil um poder judicial i' Nao so veio subjeitar a sua
jursdioclo o emigrado, quando entrou no territorio do
imperio? Se um Brasileiro tiver dedemandel-o nio be
elle legtimamente obligado a responder perante osjui-
zesdo paiz P Mande, pois, o governo estrangeiro pro-
curador que eonvenca o emigrado do delicio por elle
commettido no seu paiz contra es leis quo elle devia
observar, cmquanto all resida ; o ainda quando elles
liflirSo dos do Brasil, as auloridadea judiciees do im-
perio o condemnaro por ellas, rorquo para o emigra-
do crio leis do contrato.
Mas estipular a extradicio do bomcm, que se diz in-
nocente Entrcgal-o bas mios dsquelle que elle diz
ser seu nimigo s porque he um desvalido, o o govor-
iio poderoso E ato no nomeado do dcimo nono s-
calo!
Art, 9. Ndoserdo empregados no servico de um dos
panes, nem recibidos nelle, os desertores do exercito, ou
da marinh'i, lano militar, como mercante ; mas antes
presos e entregues, logo que furem reclamados.
Provado perante os tribunaes do pas que o estrangei-
ro Iinvia contrabid > na sua patria a obrigocao do servi-
i'o militar ou martimo ou, com os armadores mer-
cantes, o servico a bordo, por da c volla ; devorados
juizescondemnal o ; porque bedever de cada um cun-
prir aquillo a quo se tiver obrigado, ou es ontaneamen -
te, ou em virtude das leis do paiz, onde so Ibes sssentou
praca de militar ou de martimo. Porm ha de ser
por sonlenca judiciaria no paiz, a cujaa leis elle se soc-
correo ; e que mondao que cada um su seja esbulhado
da p'osse, em que se acbc.de quaesquer gozos, quando
por tentonfa judicial froin julgadas nulias as razos,
com que pretender justificar essa posse.
Art. 11. Hatei reciproca liberdade de commercio e
navegaedo ; d excepedo dos artigas de contrabando de
guerra, eos reservados corda do Brasil: e bem assim
a navegaedo cosleira.
Falla neste artigo urna phrase essencial como tambem
j fica dit > a respsito do art. 6., o he = Como aot na-
cionats = Porque militas das transaeces aqu mencio-
nadas sio subjeitas pelas leis a resiricres, de que nes
tu artigo so nio faz mencao. E seria absono, que os
estrangeiro* fossem de mcllior condiyo, quo os naci
naes.
Art. 15. Quem autorisou o governo para constituir os
estrangeiros jui/es da nacionalidade dos navios brasi-
leiros, quando nisso nao perigao os interesses dosses
estrangeiros ? E se a asscinbla geral entender qu
cumpro tripolar as embarcaces brasileiras com um
niaior numero de estrangeiros, ou cominctter o i-om-
inando dallas a estrangeiros, ou comprar navios cons-
truidos fra ; pode ella cm nome da naco ; pudo sup
por quo a naci, a menos de ter perdido toda ella o
(ui/.o, autoriso o governo a contratar o contrario com
urna potencia eslrangeira .'
Nio he indecente, que o Brasil se ebriguea provar,
que te contina a nio cumprir com as cstpulores d ste
artigo, ho porque nio lem tulliclenlc numere de nacio-
nal s, aptos para osle servio i ?
Nio he indecentissimo que, donando i Franca o re-
gulor-se a este respuito, como bem approvtr aos seus
legisladores, o Brasil prenda as mios aos seus P
Art. 14. Os productos de um dos paizes, importa
dos em navios de qualquer dos dous, pagara,; nica
mente os mesmos direitos, que pagar a nardo mats fa-
vorecida : salvo, no Brasil, a naedo portugueza.
He epplicavel a este artigo o que tica dito sobro o ar-
tigo 0., relativamente i menos ponderada phrase =
como a naedo mais favorecida.
Art. 15. Aot ojficiaes das al/andegas ser licito lo-
mar os objeclos, cujas avaliaces os respectivos despa-
chante* qualifiearem de lenveis: pagando ao despachan-
te dei por cenlo sobre a dita avaliacdo.
A pratica consagrada nette artigo est bojo tio des-
mascarada, lio vilipendiada, lio eslignBlesada ; ella
be, por sua nalureis, tio torpe, tio ovillante para ca-
rcter de um funcionario publico, tio avossa a gene-
rosa protecrlo, que Ihe incumbe prestar ao commercio;
tem-se esetipto tanto, e sao tio nianifeslos os seus a-
butos, quesera supeifluo insistir aqu nesla materia.
Art. 17. Sera permtttido aos cnsules fazeremre-
presentacOes, quc.ndo si moslie que se acha exceesita-
mente avahado qualqutr dos arligos comprehendidos
as pautas das alfndegai.
Este artigo tem o grandedoleito de autorisar cada um
dos govarnos a concluir que os cnsules do outro nio
istlo autor hados a tzer representaron em nenhum ou-
tro caso de prejuizo para o commercio da sua afio ;
pois que para este foi preciso'especificar aquella auto-
rsacio por um artigo eipresao do tratado. Esto he um
dos prinicros deveres dos cnsules : e portanto n5o ca-
recen! ellts de iicenra, nem de autorisaco para o cuin-
prirepi.
Art. 18. O subditos rancezes poder ser Desig-
nantes das al aniegas d<> Ilial, como os subditos bra-
mteiros. Mas ates s gozars, em Fiancu do mesmo
fscoT, qusrt'a as lci> piTmtinm.
Mais outra indecente desigua Idade. Pois os Brasi-
leros bio dcGcar subjeitoi tarestrctesda legislavBo
franecza,e os Franceres bio degour do direito que la/
objecto do art. e sein-reslricr,oei se sobmellerem as que
aos legisladore do Brasil approuver determinar ? E
se se diz, que he s quanlo a actual legislado, nio he
mu lo improprio conceder-se aos Franceses no Brasil o
queoa Brasileiro* nio pdemobter (seja qual fra ra-
zio) em Franca senio no caso que ao respectivo con-
gresso asaim agrade ? '
Art 19. faiificdo-se as pr tica flseau das al-
fandegas, actualmente estabeleeidas.
Sobre este artigo nada ha que observar, senio remol-
ler para os escriptos onde se acha demonstrado o in-
sana vel vicio das praticas que aqu se eatipulao.
Mas isto entende com o aysterna geral das alfandogas:
disrussao que nio pode ter aqui lugar.
Art. 20. Os gneros despachados dos seus respecti-
vos partos per baldeacdo ou ixportacdo pagarn os
mesmos direitos que fossem despachados por subditas da
nardo mais favorecida.
Vejo-se as observaces sobre os arligos 6, e 14.
ABTIUOS AHOIC10NAKS.
1.' Declarase que alm do estipulado no artigo A.
do tratado em favor dos agentes dip'omaticoi, cada
um do% dous gocemos conceder aos dooutro ai mis-
mas vantagens qae ao di qualquer outra naedo mais
favorecida.
VVjo-se as observaces aos arligos 6. e 14.
2." Declara se que acendirdo de icrerom ser comps
tos de nacionu-s os tres quartos da tripolacdo para qual-
qusr navio brasileiro sor liar ido como nacianal, so fica
r smpenso durante eis nanos.
Este artigo peo Brasil ainda de peior condicio do
que o artigo 13.porque, dopois da indecorosa ficalisa -
cao a que ficiio subjeitos os seus navios duarante os pri
meiros aeissnnos, se obriga a nio ter, depois dessa po-
ca, navios nacionaes se nio podr satisfazer is condi-
res contidas n'aquelle artigo.
Estes arligos addicionaes he declarado fazerem urna
parle integran te do tratad', posto qui ndo t minio outra
garanta'mais do que a assignalura dos ministros ne-
gociadores tem decreto de ralificardo dos moiiarchas.
Por ultimo conveni levantar a voz contra um insup-
portavel abuso geralmeote recebido; mas que, nem por
sso, deia desor dignod'animadvtrsio, e vero a ser:
Que depois de assignados pelos monarebas os tratados,
os plenipotenciarios coocordao em oxplicaecs que, sem
dependencia de ratificado, passio como partes inte-
grantes dos mesmos tratados, E quem ignora que o ar-
tigo explicativo he que fica sendo o verdadeiro artigo,
pois se suhvtitue ao do tratado P E donde consta que
os monarebas approvio esta subilituicio, essas cxpli-
cacoes, osses arligos addicionaes ? A presumpcio le-
gal ? Entio de duas urna : ou essa basta ou nio : se
basta para os novos trligos addicionaes, duve bastar
para todos e a ralificaeio dos tratados vem a ser una
superluidadc-. Mas,so ella he ndispensavel para os ar
tigoa do tratado, nio pode deixar de sol- i para os addi-
conaes, que ou revogio, ou restringem, ou ampliioas
priiEeiraseUipularei, ou conlcm nutras inteiramenlv
oras.Silvetre Pinheiro t'trriira.
nio posso tcoeitsr ama npmeaelo de que nio son digno,
e que me ndispe com o partido ao qual me honro de
pertencer, e pedir tambem demissio do posto de cap
lio. que oceupo no referido halalhio.Dos guarde i
V. Exc Quartel no engtinbo Muliute, l." de agos-
to de 18i5.lllm. e Exm. Sr. presidente desta pro
vinciaManoil Joaquim Pan Brrelo.
PEftNAMBUCO.
C0RRE10.
CORRESPONDENCIA DA CIOADE E PROVINCIA.
Quem tiver a sua pera veja como anda pelas Cinco-
Ponlat;o subdelegado respectivo serve se da sua aulori-
dadepara descompr.e insultar a quem a tras,e tambem
manda para a cadiia, ondo dizem que esleve essa se
mana um par de das, ordem do tal subdelegado, un
criminoso destes, e donde s sabio, depois quo a rapou.
Esta gonlc nio sabo pri curar a vida. rUiuhem, matem,
fagio quanto quizerem, mas andem desbarbados, e
caireguoni a rodella corno o subdelegado, e durmi
s.iiinio descansado. A polica nio be para isto ?
Cominunicido.
Revendo, ha alguna mezrs, um compendio de chy-
mica, deparan os com o seguinte tpico I
O vinagro que a principio exlrabia-se nicamente
do vinlio, cuino o indica a etymologia do seu nomo,
(( oblem-se agora com todos os lquidos alcoulicos, co
ino sej.'io a ceiveja, a cidra, &c. ; existem, pois
mu i tas qualidades de vinagre, cuja parte essencial h
r para todas o acido actico, proveniente da onydario
a do alcool, cuntido no yinbo, cidra, ou ceneja; i
que contm lodas.outras substancias stranbas, inlei-
ramenle nuteis, quando nio nocivas, como sejio o
acetato, o tartrale, e o sulfato de potassa, assim co
n nio varios principios colorantes.
Ha alguns annos, quo um Ingle/, obteve urna pa
lento, para fabricar directamente, pela onydacio dos
espritus, um vinagie inloiramenlc puro, oinuisu-
perior aos domis por nio couter matciias cstranhas;
n porm, em ra/io do alto preco dos espirilos na liu-
ropa, esse processo nio podo ser applicado, com van
la tem, senio em alguns pontos da A llemanba, aonde
fui aperfeicoado.
Ilellectindo nessas palavras, pensamos, que tal ve/
em nossa trra, onde os espirilos sio mais buratos do
que na Europa, seria vai.tsjoso instaurar aquello ra-
mo de industria ; e se nio fizemos experiencias a tal
respeito, foi por nos (altarero os espinaos conhecimen-
tos. Entretanto nio (cornos admirado mas alegres,
quando soubemos, ha poucos das, que se trslava u.u
seriamente de dotar o nosso paiz dessa nova industria,
e quo ji se tinhiio eslabelecido aqui duas fabricas des-
se vinagre nsrional, cojos productos estio a venda.
Infelizmente a experiencia tem provado al agora,que
poucos ou nenhuns dos que inventio, ou mportio in-
dustrias novas,' conseguem, por taes muios, a fortuna,
que he quasi sempro o privilegio dos seus successores ;
por isso nio queremos vanear a prophetisar o suc
cesso iminediato dessas empresas corajosas, mas viva-
mente o drsejanios, para o bem de seus autores, e o do
nossn paiz, que assim deixsria de pagar tributos i in
dustria estrangeira.
Publica^ucs a pedido.
ll/m. e Exm. Sr. 'leudo eu sido comeado pelo
vicc-presidente antecessor do V. Esc, rmdomez
lindo, major do 3.* batalbio de G. N. do municipio
do Cabo, cm lugar do major Joio do Reg Barros,
que loi reformado; ccomo me ufano de pertencer ao
partido da ordem, e de professar principios poli! eos
oppostos aqucllis, que dclerniinorio a relrma do dito
major, e me parces, que a minia Dmeselo parti I
talviz de engao, ou de ignorancia acercados meus
sentimientos polticos; teobo declarar a V. Ele., que]
fefutardo documentada aos impressos da Sr. cirur-
fido Jos Laurneo de Castro $ Silva.
(Continuado do n. 168).
Para desmentir a 2." falsidade de carecre immundo,
e eslreito calabouco em que foi clausurado e inconi-
municavel o Sr capitao-mor Barbosa, tenbo as ordeni
por escripia, que esto registradas nos livros da polica,
e casa de correcto do modo seguatel\'ao ser con-
cedido, qui se reundo fallar com os memos presos
(em geral) mais de duas pessoai, e s quando estas sa-
hirem, consentir que entremout'a, conservando esta
ordem inalttravel, e s resposla do eolio director.
lllm. Sr. dr, Jos Vieira Rodrigues Camino eSil-
va. Tenbo de responder a V. S. ,que todas as ordens,
dirigidas por V. S. a mim como director da casa de
corrccclo, frio sempro por escripia, e nuncu esleve o
Sr. capitlo-mr Joaquim Jos Barbo/a, quando preso,
incommunicavcl, e foi sempro bem tratado, e roco-
Ibido em um quarlo o mais decente, e liropo dos que
existem na mesma casa: be o que tenbo a responder
V. S., ao qual Dos guarde lelizmente : sou com res-
peito. De V. S. aflectuososervo e criado. Fran-
cisco Alendes Pereira.
Se isto be por incommunicavel a alguem, quando
lodos sabom que o motivo, que tive para assim obrar,
era o grande ajuntameoto, que se fazia na prisio,
qual perturbara a ordem da casa, de que me fez scien-
(e o director; o publico, que mejulgue. Para des-
mentir a terceirs, de que alalliei defeza.Lembrarei
o art. 237 2., em referencia ao 238,do cdigo penal,
eoait. 263 do regulamento de 31 de Janeiro de 1842,
eart 6. da lei de 26 de oulubro de 1831 : da combi-
nacio desta legislaca conhecer o publico, pelo que
vou expr, que longo de atalhar defeza ao Sr. Barbo-
za, lu com ello bastante benigno, e generoso, pelas
posic -s em que entio nos achavamos. Todos sabiio,
lodos propalavio nesta capital, que uma parte da defeza
do Sr. capilio-mor Barboza erip injurias, dialribes,
e sarcasmos eontra o governo, e o presidente da pro-
vincia ; lodos que estavio no sali do jury tentirio,
quando chegou ella a este poni, o choque da explo-
sio ; todos ouvrio as expresses oflensivas, que se pro-
ferido contra o governo, e o presidente 1 Assim um
um perseguidor, um perverso, eslava ebefe do polica,
juiz proeessador, n julgador i final nos crmes correo
conaes ; o Sr. Barbota, eslava reo ; linha proferido,
em escriplo seu, e publicado, em uma reuniao publica
de muilos cidadios, e pestoat, injurias contra um a-
genle do poder, e contra' o poder; eslava em flagrante
delicio, e o juiz perseguidor e perverso o teria puni-
do sem remissio ; mas pelo contrario contentei-me em
pedir ao juii de direito, quo prevenase este escndalo;
que me evtasso de cumprir com o meu devtr de chelo
de polic, tomando conbecimenlo de taes injurias. Eis
por tan lo, na botca do Sr. Jos l.oureoco, o beneficio
tornado umaggravo, uma perversidade Aqui po-
dero cu lindar ; porm o Sr. Jos<: Louronco (et, como
a-cascavel-.mordco me.e foi-se para o Pesqueiro i es-
pea do efloilc... forra serei mais extenso. J o pu-
blico cima vio que a prisio do Sr. capitio-mr Bar-
boza era dec< ote ; agora provarci quo era a melbor da
capital. As prises civis sio a cadeia do crime, ou
enxovia no aquartelarncnto militar; e a casa de correc-
cio, cujo edificio tem varias prisoes fechadas, e quar
tos decentes, como os de qualquer casa particular
onde conservara o chefe do polica o Sr Baibozs,
com mais commodo, e limpeza ? Na casa da cma-
ra, me responderlo ; porm o oflicio seguate con
vencer ao Sr. Barboza, o ao publico, de que nio po-
da eu torear a cmara ter presos em suas salas.
lllm. Sr. Constando a cmara que o juiz muni-
cipal dera uma das salas da casa da mesma cmara para
prisio dos reos sentenciados, Barboza, e padre Verde-
xa, sem se qur ao menos haver intelligoncia com a
cmara, como so a casa fosso prisio de que o juiz po-
desse dispr, sob resolueio da mesma ja communica-
da ao antecessor de V. S so officiou, pedindo para fa-
zer retirar ditos presos por nio ser a casa da cmara pri-
sio de criminosos, e espera quo V. S. dar as provi-
dencias, para que ditos presos sejio dalli lirados. Dos
guardo a V. S. Pago da cmara municipal da cidade
da Fortaleza, cm 8 de outubro do 18i2 lllm. Sr.
dr. Jos Vieira Rodrigues de Carvalboe Silva, juiz de
dir to e chelo de polica Jodo BapUsla da L'unha
Jnior, presidente.
lio preciso dizer, queja o Sr. capitio-mr Barboza-
estava no quarlo da casa de corree, ao, quando i uto-
mei conia da polica, como se v do oflicio seguinte do
juiz de direito :=
lllm. Sr. De novo requisito a V. S. Lea reti-
rar os presos de juslira, quo estio na casa da cmara
desta cidade, para outra pr.sao ; pois embora despe-
assom elles sala das conferencias secretas do conceibo
de jurados, e se recolhessem a um quarto inmediato ;
todava nio pdein ditos presos all estar,' porquanto,
a cunliguidade di sso quarlo con) a sala sobredita fas
que os mesmos presos sejio testemunbas auriculares das
qucsloes suscitadas pe'os jurados; eo estarem no quar-
to cm que esto, he o mismo que ficarem na sala das
conferencias, porque apenas esta he separada daquella
por uma mea parede, quo nio pode impedir o legre-
do das discusscs dos juics. Espero,pois, que V. S.
tomando em considerarlo o exposlo, mande retirar pa -
ra outra prisio ditos reos, na forma de meu pedido Je
uoniero, e sem perda de lempo. Dos guarde a V. S.
Fortaleza, 30 de setembro de 1842. lllm. Sr. dr.
Miguel Fernandes Vieira, chefe de polica interino da
provincia. Pedro Pereira da Silva Guimardes,
presidente do jury.
E que no momento, em qual e juit municipal, en-
lendendo ser inspector das prisSes,o quera tornar para a
casa da cmara, foi entio que reecbi o oflrcio da muni-
cipslidade obstando; e por ase msndei conservar o Sr.
Barboza, no lagar onde se achata: ss detas esclare-
ce a verdad*.
lERCK).
lega.
Al
Rendimento do da 2...............fi: 194*783
Detcarregail hoja 4
Galera Suord-l'ishmercaduras.
Barca austraca Poquels-de-Trieste larinha
trigo.
PBACA DO RF.CIFE.2 E AGOSTO DE 1845,
AS TRES HORAS DA TARDE.
Vista sf,manai..
Cambios Effecturio-se transaeces regulares durante
a semana a 25 d. por 1,000 r.
AssucsrAs entradas forlo muilo diminutas; nio
ha deposito algum, e assim mesmo os precoi
afrouiiro um pouco.
AlgodioQuasi quo as entradas sio nenbumas; tendo
havido slgumas vendas do existente em de-
posito s 4,800 rs. a arroba.
CourosSio uflerecdos de 127'/t a 130 n. a libra,
tendo havido algumas vendas I estos precoi;
o existe deposito.
BicalboNio houverio entradas, e o deposito be de
2,500 barricas,!eedo-se relalhado de 12 000
a 13,500 rs.
Cabos de CairoVenderlo-se a 18,000 rs. quintal.
Carne seccaExistem no mercado 22,000 arrobas,
- ss vendes leem sido regulares dS,400 a 2,890
rs. da do Rio-Grande, e a 2,560rs.a de Bue-
nos -A y res.
Cera brancaVendeo-se a I,ISOria librada d'Aagoli
Chumbo de municiodem a 18,000 rs. o quintal.
Farnha de trigoCbegou um oarregameolo de Tr.
este com 3200 barricas, que,diz-se, foi ven-
dido a 16.800 rs. a barrica.
Dita de mandiocaO mercado foi supprido esta se-
mana com diversos csrregamentos; osquaes
augmentirio o deposito : e, tendo deminui-
do as remessas para as provincias liroitropbes
do Norte, os precos bailarlo, e as veoda,
que so leem feto no fim da semana,nio exce-
den de 3,800 a 4,000 rs. a saces.
ManteigaChegirio 420 barris da inglesa; os quacs
forlo vendidos de 060 a 700 rs. a libra.
Oleo de linbecaVendeo-se a 1,500 rs. o galio em
cascos de msdeira, e a 1,71)0 rs. em boti-
ja.
Passasdem de 5,500 a 6.000 rs. a caixa.
Paios do Lisboadem a 3.000 rs. a duzia.
Vinbosdem a 132,000rs. a pipa da marca PRR;
128,000 do oulros autores de Lisboa e
120,000 rs. do Figueira.
O moviiiionto do porto, depois da ultima revista, foi
de 12 embarcaces sabidas, o 11 entradas: existndo no
porlo, ao fazer desta, Si; sendo 1 austraca, 42 brasi-
leiros. 1 franceza, 1 bespanbola, 1 hamburgueza, 3
inglesas, 1 lubekonso. e 1 napolitana.
lloiatuciitu do I'orlo.
VaMM entrados n dia t do corrente.
S. Matbeus ; 10 das, sumsca brasileira Nova-Auro-
ra, de 114 toneladas, meslre Pomrngos Jos da Sil-
va, cquipagem 12, carga larinha: ao mesmo meslre.
Haml.urgo ; 48 diss, lirigue amburguez Polydora,
de 180 toneladas, capillo E. C. Cbnstiansen, equi-
pagem 12, carga fazondos e mais gneros; a E.
llooflhapp & Companbia : passageiros, I. F. Seik-
nitb, U. C. Fapp., I. E. L, Wilkens, I. H. N.
Gebll.
S. Matbeus ; 11 diss, garoseira brasileira Auvo-Espe-
eulador, de 24 toneladas, capitio Manoel Jos Mar-
tina, equipagem 6, caiga fariaba ; a Vranool Joa-
quim Ramos e Silva : passageiro Jos Antonio de
Souia, Brasileiro.
11 ha-de-Sal; 20 das brigoe^hamburgoz Conrad, de
200 toneladas, espillo I. H. Hsrms, equipagem II,
carga sal; a N. O. Bieber.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio-de-laneiro vapor brasileiro Cacique, espilla
Jonb HenriqUf Kagul, em lastro : passageiros, Jos
Antonio de seixos, e Antonio Contal vos Pavio, Por-
tugueses.
Philadelpbia, brigue-escuna Americano R F. Loott,
capillo Joseph Farrel, carga assucar: p.ssageiro,
F. CBulmsn, Americano.
Boston, (alera dinamarquesa Cathaiina, capitio G.
Drescber, carga aasucar.
Dartnioulh, barca inglesa Crmor, capilio Tbomas
Sbapley, carga anucar.
Itio-Grando-do Sul, patacho brasileiro Guapo, ca-
pillo Antonio Mariano Gunt, carga assucar, ssl, <
cocos.
Gibraltar, barca franceza Antoine/te, capillo Dugage,
carga assucar.
Navios sabidos no dia 3.
Maraobio, brigue-escuna brasileiro Laura, capilio
Antonio Ferreira de ."vilva Sanios, carga assucar a
mais goneros do_ paiz : passageiros y.
Ass, Moranl lo; e Par, biigue-escuna-brasileiro
Aguia, capitio Antonio Goncalves Santos, carga la-
rinha e mais gneros.
Editaes.
(Coafinaar-ff ha.)
Miguel Archanjo Monteiro de Andradi,,jjicial da im-
pela! ordim da llosa, cavaCiiro da He Chr.sto i
inspector da alfandega de Pe nambuco, por S. N.
Imperial, o Senhor D. Pedro II, que Utos guarde,
Faz saber quo no da 4 do corrente so hio de arre-
matar,em prava publica porta da mesuia, ao rneio da,
iuatro praoxes de mogoo no valor de 1 10j rs., e um
ardo com sessenla equolro folbss de dito, no valor de
lOOj rs., impugnados pelo guarda Joio Manoel Ribei-
ro le Loulo, no despacho por factura de F. H-
LulMn>, ndoa "rrcniatavo ubjniia ao pagaueii"
dos direites Alfandega. 2 de agesto de 1845.
Miguil Archanjo Monteiro dtAndtade.
O lllm. Sr. inspector da Ibesouraria das rendas prn-
viociaea manda fazer publico, quo, cm cumprimeoto
do artigo 3i da lei provincial n. 144 do eerrente an-
no perante a misma thesouraria no das 1.*, 3 a
5 de setembro prximo vindouro ao moio di Jarrematadas, a quem man der, pelo preco annusl sba-


por tempo de 3 ifMM fon tur do
prximo futuro a 3
d.,
_ setembro de
\'0w eohSo a cargo
uocip'ios di provincia ,
Goiauna e S. AotSo a
. S79#0O0
798jOOO
1:329,800
1:699. 600
518*400
254,-000
1:900*000
l:000000
339*000
278*000
420f000
951*000
527,000
,o designado
de outubro _
]8i8 as rendas provincjj
d coHo..t c0.r. eco|eio ^ de
lber: '
Iguarassiioltamarca
Cbo.......
Pao-d'Aibo. ...
Naiareth.....
Liinoeiro.....
.sernbiem.....
Ro-Formoso .
Bonito......
Brejo......
Cimbres.....
Gartnhuoi
Flores......
Iioa-Vista. -
Os licitamos, oVmdamenlo habilitados, deverao com-
parecer na sala das sattdos da diU Ihesourarii nos das
eboras indicadas.
E para que chegue a noticia de todos mindou o
Biasmo Illcn. Sr. inspector publicar o presente.
Secretaria da tliesouraria das rondas provinciaes de
Pernambuco. 31 de ulhodo 18150 iecretero,u
da Coila Portocaneiro.
JoSo Xavier Carneiro da Cunha,/dalgo eavaleiro da
casa imperial, cawtleiro da ordtm de Chrislo, t ad-
ministrador da mesa o consulado por S. M. o Im-
perador, que Utos'guarde, etc.
Fas saber que perante a adminstraco da mesa, so
ha de arrematar no dia 5 d> corrente a porta da mes -
ms, 6 ramu o 2 capellas de flores de peonas, appre-
beadidos sem despacho palo guarda da alfandega a bor-
do da 1.'barca de viga, e avahados om 5.2U0 rs.: a
arremalacio he livre do despexa ao arrematante. Meta
da consulado, 1. de agosto de 1845O administra-
dor, Jo&v Xavier Carneiro da Cunha
0ir. Francisco Joo Carneiro da Cunha, jui% de or-
philos e ausento*, da cidade rfd Santo Antonio do Red
he ku termo, provincia do l'ernambiic, por S. H
1. eC, qwDeotguarde. etc.
Foco saber, que por este juio foi julgada Antonia
Joaquina Boserra fura do estado de reger sua pessoa,
e administrar seus bens, sendo seu curador ad bona
Roymundo Pinto de Abroo ; e por isso so (ai publico
polo presento, para ninguem com ella contratar sobro
s?us bens; pena de nullidade : e este se passou por
bem de minha sentenca, procrida nos rotpeotivoi au-
tos, que se curoprr. Rccifo, 31 dajulhodo 1845. -
Francisco Joaquim Pcreira de Ca vallio,o fi escrever.-
Francisco JoSo Carneiro da Cunha.
Deilaragdes.
O Eim. e Revm. Sr.-hispo diocesano tem desig
nado o da quiuze do corrento, para que possio lucrar
indulgencia plcnaria, concedida por Sua Santidade, to-
das as pessoas, que, dispottaa com a confisslo e oom-
munliSu, vstarem a igreja do Nossa Senhora da Glo-
ria, no acto da missa solemne do mencionado da, ro-
gando a Dos pela igreja catboliea, porS. Santidade,
cporS F.ic. Revm', Na mesina occasiio, por indulto
da santa s.lainhem dar 9. la." Ro.' a boncao papal,
tomo se fosse conferida por Sua Santidad. Reoile, 2
do agosto de 1845. O padre Francisco Jos lavares
da Gama, secretario do S. Etc. Uovn *
O lllni. Sr. corono! director do arsenal de guerra,
em vrludedaordeni do Esm. Sr. concelbeiro presi
denle dcsla provincia, manda annunciar, que tem do
contratar o conecto do quaiUl do Hospicio, constan-
do Jos obras seguintas-; 1. feilura do travejamenlo.
edacoberla de dous quarlos torros; 2. concert
geral da coborla, as partes que deixia pastar agoa;
3. tapainenlo de una racbadura; para o que convi-
da a quem se queira incumbir do taec obras, a compa-
recer un sala da directora al o dia 9 do corrente me/,
para,a vista do ornamento, faser-ao o ajusto respectivo.
Directora do arsenal do guerra,2 do agosto de 1845
No impedimento do escripturaro,/oioflscaraWaS/ta.
= Pelo lyco desta cidado se las publico, que, em
consecuencia do que ordonou o Exm. Sr. presidente da
provincia, ird a concurso da data desto 60dias, as
saguiotescudeirasde primeiras leUraa paia o seno mas-
culino : a de Ourioury na comarca da Boa-vista, da
Patenda-Urande nadePoja, as dt) Aneas-Bellas e S.
liento na do (aranhuns. Os candidatos, qudsreleri-
das cadoiras so quizerem oppor, babilitero-se nos termos
da le.
Secretaria do lyc>, 5 de junho de 1845. No im-
pedimento do secretario, Hermenegildo Martellinode
Miranda.
PUBLICACO L1TTERAHIA
Acaba do pnblicaf-se a muito interessante
RESPOSTA
Jo GENERAL J. 1. de Abreu o Lima ao conego Ja-
nuario da Cunha Barbosa, ou Asljlyse do primeiro
jitho do Francisco Adolpho VafWiagcn cerca do
compendio da Historia do Brasil.
I'm volume em 8. grande com 150 paginas, em
bom papel, edicto ntida e Coila com todo o cuidado
o esmero.
Esta obra he um dos maia interessantes Irabalhos
sobre as eousas da nossu patria, porque nal la sao.
tratados pela piiincira ve/., de una nianeira Uto
lara como a luz meridiana, inultos tactos impor-
tantes e controversos da historia do Brasil. No cor-
pn da obra, entre outras muilas noticias, prova-so
mens prelos durante a guerra dos Hollando/es, e cu-
ta uaturalidade |'>/. em duvida o ignorante censor^
"i'fillio da pnn-incia de Pernambuco ; assim como" tot(o ,
l'iova-se igualmente que Araorico Vespnecio nao foi
" primeiro oxplorador das cosUs do llrasil, como
nssevera o inesmo critico, porque os l'ortuguezes
"o tinhflo necessidade de pilotos estran^eiros,
'P'anilo os pi.isinS de Soua, e u exceenU-s,
lueero considerados naquclla poca como os pr-
meiros e mais habis do mundo.
_s Scnhores assisrnantes, que ainda no receben
l;l os exemplares do suas assignatuias, lerilo a lion-
soas, aquasin dciio a iniportancia dellas.
.0 resto dos exemplares da mesma obra acha-sc
venda as lojas cima indicadas. No lim do vo-
}ume vem a lista completa e alphabelica dos Scnho-
res nssignantes de Pernambuco com dous Suplie-
ra entos.
ivisos nianlinios.
Para a Babia sai, oestes lOdiat, o lancbao Rom-
Fin, capito Jos Joaquim da Costa : quom no ines-
mo quiter carregar, dirija sa ra da Cadeia do lle-
cifo, armaiem n. 12
Ficar prompto a seguir para o Rio-de-Janeiro
no dia 5 do corrente o patacho Castro Segundo o que
se faz sciente aoi.Srs. passageiros e carregadores de e-
cravoa.
Vende-te o brigue-escuna Fama, do lote de 9500
arrobas de carne,construccao americana de 6a7 aonos de
leito, forrado de cobre,ha 2 annos.no Rio-de-Janeiro,do
regular marcha, prompto a navegar para qualquer par-
to : qoem o preteader dirija-se a Amorim Irmos na
ra da Cadeia o. V, e para o examinar na praia do
Collegio defronte do caes do palacio.
Vende-te o brigue Flr-d'America, do lote de
15000arrobas, prompto a navegar: quemepretender,
pode fatlsr oom Amorim Irmos ra da Cadeia n.45,
e para o examinar defronte do Forte-do Mallo.
Segu breve para o Ass o brigue (onceicHo-Ca-
bofilo : quem no mosmo quizer carregar ou ir de passa-
gem, pode tratar com Amorim Irmaos, ra da Cadeia
a. *5.
Para o Ass saj, no dia 9 do eorrento, o bngus
Vero, capilao Joaquim Pedro de Sa e Faria; recebo
carga a frete, om conta : quem quizer carregar, enUn
da-so com Leopoldo Jos da Costa Araujo, ra da Moe-
da, n. 7.
Leilo.
Jamos Crabtroe & Companhia continuarlo, por
intervencio do corrotor Oliveira, o sou leilao, lano de
mobilia nova, recenlemenle chogada, como do muito
mais com pouco uso, inclusive cadeiras, commodas,
toucadores, marque/as, mesas, bancas de jogo, secre-
ta de patento, lanternas, rodeado Para, espingardas
do caca, e de ar, quadros primorosos, edemuitosou-
tros objectos uteis: quarta-feira, 6 do corrente, at 10
horas da manhaa, na casa do Exm. Manoel de Carva-
Iho, ra do Amorim.
avisos diversos.
= Recebem-se oscravos para se venderom por com-
misso levando-se lio smenlo dous por cont de
vender, por tero annuncianto muilas freguetias, tan-
to para trra como para (ora ; na ra das Flores,
n. 21.
' = Aluga-se o segundo andar do sabrado n, 3, da
ra Direita, com bastantes commudos : a tratar no
primeiro andar do mesmo sobrado.
Na ra daSenzalla-Nova, n. 4, te diz quem
precisa de um caiieiro, que tenba muita pratica do
negocio de venda, e afiance sua conducta.
i Copiio-se stotencas, traslados, e outros quaes-
quer papis jdiciarios, com boa leltra, presteza, o
pelo proco que se convencionar : no pateo do Carmo,
soguodo andar da casa n. 7.
Urna Porlugueza, moca, quo sabe fazer bom
moias, luvat, coser vellidos, camisas, e mais roupa
cha, e alm disto bo muito diligente, offorece-se a
qualquer familia capaz, para servir de criada ; astevi-
rando, quo be perita no arranjo interno do urna casa :
quem a pretender, procure-a no becco do Uuvidor, ca-
sa de Josepba sapattira.
Aironda-se urna casa terrea n. 23 na ra Bella,
bastante commoda para qualquer familia decenio, e de-
conlomento preparada : a fallar com seu propietario,
na travoasa do Veras, n. 15, primoiro andar,
Arrenda-se o segundo andar da casa n. 147 em
Fra-de-Portas, junto ao arsenal de marinha, com
commodos para grande familia, muito frosco, com mui-
to boas vistas para o mar e trra : na loja da esquina
do becco da Congregafio, n. 41.
Precita-ie de duzentos e cincuenta mil ris a (r-
tenlos, com bypolheca em urna cusa lerroa sita no
Mundo-Novo: a tratar na ruada Praia, venda no bec-
co do Carioca.
D. alaria do Espirito-Santo Compeli faz scien-
te ao rospeitavel publico, que move, contra Manoel de
Albuquerque Barros, queslSo judicial sobre os bens
dos Uados pais do seu finado marido, dos quacs be ella
herdeira o seus filhos; e por isso ninguem contrate ne-
gocio algum com o dito Barros ( sou cunhado); e pro-
testa contra qualquer negocio, que por ventura baja.
No dia (5 do corrente, as 4 horas da larde, na
porta do Sr. doutor juiz do civel da segunda vara, so
bao de arrematar, por eieoucao'do Tbom Pcreira La
gos contra seu devodor Jos Claudino Leito, os bens
pertencentet so mesmo Loite ; os quaos sao os seguin-
tes : urna morada de casa do sobrado de um andar, na
ra das Cinco-Pontas, a ilbarga de Nossa Senbora do
Terco; urna dila na ra de Manoel Coco; outra dita
noPoco-da-Panella, na ra da Uaagueira; e o loro
do 300 palmos de terreno, no lugar do Coelbo, con-
fronto ao sitio do mesmo nomo.
= Precisa-se de alguna ofliciaes de marceneiro, e
um dotornoiro, sejio Brasileiios, ou estrangeiros : no
Atierro da Boa-Vista, n. 63.
a Precisa-so aabar da morada do Sr. Vicente Jote
da Silva Tavares que muito se llie deseja (aliar; na
ra de Apollo, n. 18, ou anouncie, para sor procurado.
DEN 11STA.
= J. W. Vervaleo f cirurgio dentista retira-se
ara a Baha no vapor, (fue est prximo a ebegar do
e avisa a todas as pessoa que preaisarein
seus servicos, que se acha, al a chegada Jo dito vapor,
na ra da Cruz n. 3.
__Di-so 1:000*000 rs. a i e mcio por cento ao roez,
por lempo do um aono, dando por bypolheca proprie
dado nesta cidade livre e desembaravada : ao p da igre-
ja do Terco, venda o. 4, se dir com quem se trata.
. OSr., quo, ba lempos, morou no Maoguinho,
cata do Exm. bario de Itamarao, que quera comprar
unciacSo, r"- do Queimado N. 5.. Aquelles Senho-
, 1,le pagarSa logo as suas respectivas assigna-
raras, receber os exemplares de uios das pes,-
- ,-----..y.a,y.a uu ouaa al6i,uiu,.j, vvrwv ...... cata 00 tu
Yv"orA."^"^1"09 bu8carJD.as >oJdo8r. Manoel uma M ptrid( ,e ,nda qu,r, 0u boira qualquer
^^t^:^^^^!!SA^fl Pf. '.o na ru, Nova loja ,. 58, ou no M.ngumbe
n. 55, que se larfc negocio.
Alaga so um pequeo silio, cujo terreno be mui-
to proprio para horUlice e mais planlacOet, com varias
arvores do fructo. com boa casa de yivooda, cacimba do
boa agoa o coreado de limo, no logar da Capunga pr-
ximo aoCapibaribo : a entender-te cora o propietario
na ra do Mondtgo. botica n. 64.
Antonio de Vasconcellot Menezes de Drumond
transferio a su retdencia para a ra do Atterro-da-
Boa-Visla, n. 36.
0 Sr. J. X. M. queira mandar pagar a quantia
dors 17,800,. quo ficcu deyondo a loja de J. Maria
Ponchet: alias so publicar sou nome por oxlenao.
Ninguem (ac negocio coro Gemiaiano Joaquim
do Miranda sobro a es, sita na ra de Hortat, n.
108; pois a cata per te neo herdeirot mait fortes.
Lava-re, e engovtha-te com perfeici.o e mais
barato do que em outra qualquer parto : na rila do Fu-
go. 15- .
JoSo Luis Vctor Lieutier. natural desta provin-
cia, lendo feito seus estudos d'engcnharia em Pariz, e
acbando-se actualmente detoecupado.oflerece aos teus
compatriotas, eem particular aos Srs. d'ongenho, seus
tervicos, no assenlamenlo d'cngenhoa d'agoa, machi-
nas e mais misteres, concernenles ao teu estado : as
peasoas, que quierem utilitar-so do seu prestimo, p-
dem procralo na Solcdade, no sitio do falleciJo Ro-
gadas.
bandeiri mello jonob pede ao Sr. Carnauba,
esludante que foi do seminario, que immcdiatamonto
trato de ir embolcar ao mosmo as quanliat, quo roce-
beo do Sr. tenonto-coroncl Antonio Carneiro, e Joo
d'AllemloCisneiro; visto um tal procedimerflo ser in-
digno d'um homem.quequerrevestir-sodas vestessaccr-
dotacs.
A engommadeira Rosa Maria da Conceicio, mo
radora na ra do Cotovello, n. 16, faz vor.pela ultima
ver, aos sous (reguezes, que tambem ensaboa roupa
o por baralo preco; sondo ensaboado eengommado com
annil e sem elle peca ; camisa de bomem, a 60 rs. ;
dita de sonbora, a 60 rs.; calcas dita, a 100 rs. ; ja-
queta, a 100 rs., e se'm ser ensaboada a 40 rt. ; ca-
misa de bomem, dita de mulhcr, a 40 rs. ; calcas a 80
rs. toda e qualquor roupa, por barato preco ; espero
no rospeilavel publico aeraltendida por moio destoan-
nuncio : o as pesjoas, que nJo poderom mandar as suas
roupas, annunciem paraserem procuradis.
. Froderico Fromont avisa ao respeitavel publico
desta cidado, que ello contina a afinar o concertar
pianos, e tambem tem. em sua casa panos muilo bons,
para vender e alugar, ludo por um preco barato : no
Atlerro-da-Boi-Vista, n. 5.
OITerece-sc urna parda, do m'cia iJade, para ama
de leile, ou mesmo para servil" em urna casa de peque-
a familia ; a qual lava, engomma, cose, o cozinha,
e subjeila-so por mdico preo, ou mesmo pelo sus-
tento, e algum vestuario : quem a pretender, dirija-ie
a ra do Sobo, n. 34, ouannuncie. _
=.Procisa-se do um bom. cozinhero ou coiinheira
(livres ou oscravos); quem esliver as circumslancias
de bem deseinpenbar este lugar em casa eslrangoira,
dirija se com breidade ra daCrui, n. 21, a tratar
do ajuste.
O CLAMOR PUBLICO.
Sabio n. 34, e acha-se venda na praca da Indepen
dencia lvraria n. 6 e 8.
Anacilo Jos do Mondones (i Companhia, socios
o caixat do contrato de 2,500 rs. por cobeca do gado do
consumo do municipio do Itio-Formozo, responden) a
pergunta feila pelo Sr. Joaquim Francisco iniz, no
Diario de Pemam'mco, do 2 do corronto mez.n. 16!):
que a vista do papel de convonco o destrato,feito entre
o mesmo Sr. Joaquim Francisco Diniz o o nosso so
ci, o Sr. Francisco Gomes do Carvalbo, estando esto
para isso autorisado pela mesma sociedade, ficou o
Sr. Diniz desligado do mesmo contrato, desde o da 15
de abril prximo passado, e Picamos, tanto nos como
o Sr. Dinii, subjeilos as condicScs em dito papel de-
clarados, as quacs ozcmot firmes o valiosas.
O nulor dos 16 dramas e dnas traduc-
c5es abaixo designadas,sendo instado pelos
seus amigos para a impresso do drama
DZE ANNOS DA VIDA DE HUM DEPUTADO
vai fazel-o imprimir no decurso do cr-
lente mez, em excellente papel, e nti-
da impresso com a lista alfabtica dos
Srs. assignantes ; as pessoas que para
esla obro ainda iretenderem a'ssignar o
poderS fazer: noBairro do Becife,
as lojas dos Senhores Bourgard, Cordu-
so A y res e botica do Senhor Antonio
Fedro das Neves : em Santo Antonio, as
livrarias da praca da Independencia t
roa do Collegio ; loja do Senhor Lodi,
e botica do Senhor Baitbolomeu, ra do
Rosario Larga : naBoa-Visla na botica
do Senhor Gameiro, no largo de Santa
Cruz. O consideravel numero de pessoas
que j lem assignado, foz com que o autor
empregue todo o desvelo na impresso des-
ta obra cuja assignalura ser sorhente
paga na occas3o da entrega dos drames ,
e al vista da bcllt-za da impiesso.
felf/riio (las pecas comptOM e traduzi-
da$ pelo autor do drama -n- Doze ali-
os da vida de de um Deputado.
i.8 A senlinella besponhola envi8a3.
i. S. Goncalo de Amarante em \it\.
3. As foi I unas oda Cruz do FatrSo em
t8aG.
4. imperio da verdade em i83o.
5. Morlc de Telles Jordao em 1835.
(i. Martyrio de S. Kngracia em i83C.
7, Soplua de Nassau em 1837.
8.| macaco sensivel em i838
t). Uodolpho e Folisca em i838.
10. A cifra de Milord Rusbm em 1839
11. A pianif.ta em 1839.
1 a. t) tres viciosos em 1839.
i3. S. Bartbolomeu em 1840
14. Quinzo innos de Pariz (traduccSo)
em 1840. JS
iS. Coroacao de. D. Maria 11 em i84r.
1 0. Doze anuos da vida do um depu-
tado em i844
17. Os successos, (traduccao) em 184^
18. Bal-ilha d Gtnrarape em i83f>
-r- Vende-se a legisiaco do Brasil,
desde 1808 .al 1841, por;preco comino-
do ; na ra da Senzalla velha, armasen
ti 106.
Jgencim de pnssttportes.
No ra do CoHegio.botca o. lO.e np Atierro da-
Boa-Visla loja n. 48, tirao-se passaportes para dentro e
forado imperio.assimcomo dcapacbao-seescravos; ludo
com brevdado.
LOTERA DO THEATROPUPLICO.
__ Dovendoesta lotera, pelo adiantamento da ven-
da de srus bilhetes ser a que primeiro tem de dar
andamento as suas rodas ; est o respectivo thesourei-
ro resolvdo a fail-s eztrahir no prximo moz de agos-
to inlallivelmente : para o que convida aoa amadores
deste jogo a so prevenirem de buhles, os quaes achio-
se nicamente a vonda no bairro de S. Ant-nio na
loja do mosmo theioureiro ra do Queimado n. .19,
e na botica do Sr. Joao Moreira pateo da matriz ; e
00 bairro do Rocifo lojas do cambio doi Srs. Viera,
e Manoel Gomes. Escusado se faz lombrar ao respei-
tavel publico a confianfa quo mereco osla lofona, po-
la regularidado de teu processo do extraegio; procetso ,
que passa a ser ainda mais perfeilainento desempenhado;
porque as rodas toem do andar segundo o novo re-
glamelo ; entretanto quo as loteras. que bio a De-
nunciado, parece nao so quorerem desaferrar do anti-
go systema de eilraccio.
Fiedcrico Chaves, fabricante de licores e
de todas as qualidades de espirites,
com fabrica no atierro da Boa-
vista n. a6
tem sempre grande sortmento do licores finos e or-
dinarios do todas as qualidades, com muito ricos letrei-
rosdourados do varias cores, e com bocea prateada, em
garralas prrtas. verdes e brancas, todat iguaes, por
procos muito commodos, para vendas e para esporta-
cao'; tambem tem verdadeiro marrasquino de Zara, ?.
nlio do caj, da Madeira em garralas o em caixai de
urna duia, gonebra om botijas o em canadas.ago'arden-
los do reino, do Franca, e de ans em canada e em bar-
ra, espirito do 30 graos em garrafas e om caadas,
charopes Gnos para refrescos de todas al qualidades, e
da verdadera resina do angico muito bom para o
peito; apromptalodaequalquer encommenda para a pro-
vincia, e para ra della com todo o asseio ; o respon-
de pelas boat qualidadet de todos os lquidos que se
vendem na mesma fabrica : as amostras so francas sos
compradores.
LOTERA DO SEMINARIO.
= Dovendo a lotera do seminario episcopal de Olio
da dar andamento a suas rodas no dia 21 do corrente,
por so achar urna grande parlo dos bilhetes ja vendida,
roga so ao respoilavel publico, que compre o resto
dos bilhetes s lim de so annunciar o dia impretenvol
do andamento das rodas que ser breve ; e alm dos
lugares aonunciados, tambem se vendem na loja do
Menezes, na ra do Collegio.
_' No sitio do Hospicio do Ezm. concelbeiro bario
doltamarac d-se gratuitamente leito de burra ta
pesso.is enfermas, que delle precisaren o com et-
pecalidade a pobreza ; eistose far diariamente, das
0 as 3 horas da maohfia o das 4 as 6 da tarde.
Claudio Dubeux roga a quem bou-'
ber aonde est escondido o seu moleque
Guilherme, o mande prender; pois que
esl fgido desde o dia 3i do passado.
= Aluga-se a casa da ra da Aurora, n. 38: a
tratar na roa da Cadeia do Reeife o. .JO.
__ Urna pessoa particular se ofereco para dar almo-
co jantar e seia por prego commodo com muito
asseio o promptdo ; quem do sou prestimo se quizer
utilisar, dirija-se a ra do (Queimado n. 32, legan-
do andar.
= Alivraria da esquina do Collegio precisada um
moco do 14 a 17 annos, para caixeiro, devendo saber
ler, cscreverecontar, e ofltreceudo pessoa, quo afian-
ce sua fidelidad e bom porto.
= Detcncaminbou-so urna cabra (bicho), preta ,
arrepiada, som cabrito no dia primeiro do carrete;
quem della der noticia, dirija-se a ra larga do Bota-
rio venda do Lemos, quo sera gratificado.
Precisa-so arrendar um sitio perto desta praca ,
que tenha arvoredos, o proporcio para te-3 vascas de
leito, ainda que a casa seja pequea : quem tiver an-
nuncio.
= Arrenda-se, ou vendo-se uma casa com grande
quintal, cacimba com boa agoa, o algnns arvoredos
de (ruto na povoac,ao do Monleiro logo adianle da
ponte indo para Apipucos com serventa para o rio
Capbsribe e a eir delle; cujo arrendamento prin-
cipiar do primeiro de outubro do corrente aono: a
tratar em Fra-de-Porlas, ruado Pilar, n. 6, de
manbSa al as 8 horas e de larde das duas em diante.
J. IS. C Treno participa ao publico que elle
lem do labricar um orgSo lorie-piano, com voz huma-
na e flauta, proprio para a msica vocal, que o
vender por preco razoavcl: quem o quizer comprar,
dirija-se a ra Nova n. 13, a fallar com 01 Srs. Di-
der Itobert & Companhia.
:= Arrenda-se por preco commodo, un sitio no
Jugar do Ani<>!, na esquas Jas estradas da Casa-
Forte Monteiro e Brejo, com casa de vvenda de po-
dra e cal lendo3 salas, G quarlos, estribara para
4 cavados, cozinha fr baixa para caplm cercado
para duas vaccas, e rio dentro do mesmo litio ; quem
o pretender, dirija sea roa da matriz da Boa-Vista,
n. 19.
Precia-te d 200| rs a juros de dous por cento
Iso mez por tempo de um anno d-se boa firma ;
na rus das Cruzes, loja de encadernador, o. 35, w diri
quem precisa.


O NAZARENO N. 115
citar* a vend no lugares do costutne ai duss horas ;
tras, ontri oulros ertigos, un sobre ai hidalguas do par
lido dominante
A
res
Compras.
=r Compra-se urna venda na Boa- Vista que te-
uhacomniodoi para familia ; dao-se boas firmas, oo
dosonvrad sede teui credores ; quern tiver, annun-
cie.
= Comprlo so escravos de ambos os sesos, por
rommissSo; pagao-M. bem, agradando : na ra das
Flores, o. 21.
i= Comprio-se, para fra da provincia, escravos
de 14 a 20 aonos sendo de bonitas figuras, pigio-ae
Lem; na rua da Cadeia de S. Antonio sobrado de
un andar de vareada de pao, n. 20.
= Comprio-se dous escravos un pedroiro e ou-
tro carpioa.para umaencomtnendado Rio-Gran Je-do-
Sul ; sendo bonitas figuras, pagio-se bem : na ra
do Collegio orniazeo n. 19.
Compra-se urna carroei, para trabalhsr un boi;
na ra Nova penltima casa junto a ponte primei-
ro andar do lado do Sul.
- Compra-se um armario em bom uso ; na ra
Nova, n. 32 ou annuncie para ser procurado.
Vendas.
= Vendem-se, na praca da Independencia livra-
ria ns. 6 e 8 os scguintes livros : Cartas amatorias do
urna Peruviana 1 v.; Honriada de Voltaire, cm por-
tugus 2 v.; Nuaia Pompio, rei de Roma 2 v.,
Lunario porpetuo 1 *.; Historia do imperador Car-
los Magno ; Marilia do Dirceo, 1 v.; Kscolha das mo-
lhores novellas ere 2 v. ; Carlas.de Echo a Narciso ,
1 y. ; Noute do Caslello e os ciumes do Bardo, 1 v. ;
Historia Romana, 1 v.; o Dote de Suzaninba 2 v.
Attencao ao liom e barato !
= Vendem-se superiores chitas para coberta, de tin-
tas lisas e de bom panno a 180 rs. o corado superio-
res cortes de chita tina do novos padroes e chegados
ltimamente, de 13 corados, a 3500,3800 e 4500
rs, riscados Irancezes muito finos a 500 rs. o cova-
do cortes do cassa-chitas transparentes de lindissimos
padroes a 2100e 2300 rs. chitas a 120, 140, 160 e
180 rs. o corado madepolioa 150, 160 e 180 rs. a
vara, dito fino a 200, 220 e240 rs. dita, madrasta
muito fino a 280 rs. dita, pecs de madapolio a 2800,
32U0 e 3400 rs., dito fino a 4000, 4200 e 4600 rs. a
peca, madras te fino a 5200 e 5400 rs. dita, chitas a
4500, 5200, 5500 e 6000 rs., di-as escuras, chadret
de linbo para jahueles a 320 rs. o covado superior
setim preto de Maco a 3200 e 4500 rs. o covado
chales de lia e seda grandes a 4500 e 4800 rs., cor-
tes de chitos do 10 covudos escuras, a I0O, 1800 e
2000 rs. o corte, sendo entre finas e de boas qualida-
des superiores fustes brancos a 1000 rs. o covado ,
zuarte azul de varu do largura a 260 rs. o covado. mui-
to boa lazenda para pretor algodio azul raesclado
trancado muito encorpado a 240 rs. o covado, algo-
dio americano largo o encorpadu a 220 rs a vara, dito
estrello a 160 rs. a vara, esguiiode superior qualida-
de, do verdadeiro o puro iioho, muit lino, a 1500 rs.
a vara bretanba fina de puro linhn de 6 varas a 2800
e 3200 rs. a peca ditas do rolo a 1800 a peca cbila
a 140 r. o covado riscadinbos novos trancados mui-
to boa lazenda para meninos a 200 rs. o covado cas-
tores ou riscados de listns 240 rs. o covado, brins du
bonitos padroes de quadrosa 300 rs. o covado ditos
tinos muito uoeoipados e de listras a 640 rs. a vara,
moias finas de algodio para homein a 3600 rs. a duzia,
sendo de muito boa qualidade cortes de cbali ditos
de seda, e outns muitas fazendas ji moncionadas nos-
te Diario ; adveitindu-se sos compradores, quo (odas
estas fazendassio limpas e de boas qualidades : na ra
do Collegio, lujan. 1, de Antonio de Azevedo Villa
rouco & Irmao.
= Vende-se, por preeisio ama escrava de nagio,
pelo commodo preco de 320* rs. ; na ra ostreita do
Rozarion. 31, primeiro andar.
= Vende-se um sobrado em Fra-de-Porlas, ra
do Pilar n. 198 : a tratar na ra de Agoas-Verdes,
o. 4G.
= Vende se um mulatinho de idade de 14 onnos ,
muito lindo e ptimo para pagem ; um dito de ida-
de de 16annos, com bonita figura ; outrodito de 30
ani.oa bom trabalbador do cniada ; um moleque de
naci, de idade de 14annos; um dito de 20, pti-
mo para todo o servico ; urna negrinba de idade de 16
annos, de naci com bonita figura; todos de 'mui-
to boa conducta : na rus Direita n. 3.
= Vendem-se muito boas bichas, chegadas lti-
mamente de Hamburgo as melbores que ha na tr-
ra muito grandes; e tambom se alugio por pre(o
commodo e vio se se applicar para mais comraodida
de dos pretenderlos ; na ra estreita do Rosario de-
Irona da ra das Ltrangeiras loja de barbeiro
o. 19.
= Vendem-se caitas de cha, de 13 libras em
porcoesoa retalbo ; em casa de Matheus Austin& C,
na ra da Alfandega-Velha.
i= Vendem-se e alugio-se bichas dts ultimas ne-
gadas de Hamburgo de muito boa qualidade ; tatn-
bem vende-se doce de goiaba do muito boa qualida-
de : na ra larga do Rosario, n. 52, venda confronte
a igreja que laz osquina para a ra estreita do Roza-
rio.
Charulot regala.
Na roa da Cadeia do Recite n. 46, ha sempre um
grande sorlimento destes sismados charutos; assim co-
mo grande sortimecto dos melhores vinbos do Porto ,
muito velhos, Madeira, Xerry, e ago'ardenle do Fran-
ca que teom vindo a este mercado; a presos razoa-
veis,
Vende-se um casal do escravos, com urna cria
femea de S annos, o negro ganha na rua, a negra co-
zinln o diario de urna cesa, engonnna liso, cose bem,
borda e fas lavarinto, e cria tein principios de costu-
ra : na ra da henzalla-Velba n. 142, segundo andar
= Vende se urna preta de naci, de elegante fi-
Reeife roa de Apollo, sobradinho de um andar de
varanda de po defronledo armazim n. 34, das 10
lior. s da manlias as 4 da tarde dos das uteis.
a Vende-se potassa russiana, nova e superior e
cal virgem em pedra de Lisboa ; na ra de Apollo,
n. 18. K
Vendem-se oculos de armacSo de dous e 4 vi-
dros, brancos e de cores pera todis as idades che-
gados proiimmente por preco commodo; na ra lar-
ga do Rozario loja de miudezas'n. 33.
= Vendem-se dous escravos ; urna preta e um mo-
leque ; aquella de 16 annos muito habilidosa em eos-
tora o para todo o servico do urna casa ; ambos de
muito bonitas figuras sem vicios nem achaques: na
ra da Cadeia de S. Antonio, n, 25 por cima da lo-
ja de chapeos.
= Vende-so tal de Lisboa a 1440 rs. o alqueire,
da medida velba arroz do casca muito novo, a 3#rs.
dito uros porcio de garrafas vasiss por preco com-
modo ; na ra da Praia venda no hueco do Carioca
= Continua-so a vender a agoa de tingir os cabel-
los esuissss; na ra do Queimado, ni. 31 e 33. O
methodo de applicar acompanba os viJros.
Attenido !
=z Vende-se panno de linho portuguez sem mis-
tura alguma pecas de 15 varas, a 520 rs. a vara, pan-
no azul fino a \/f, 2400 e 3000 rs,, dito preto superior
a 3600 rs. o covado merino de urna largura a 1000
rs. o ovado sarja de duis larguras, de algodio com
lustro, propria para forro de chapeos a 240 rs. o co-
vado brins pardos de linho a 400 e 640 rs. a vara
dito branco a 480 e 720 rs. a vara, chales de chita
480 rs e escuros a 500 rs., brins de quadros do me-
Ihor gosto para calcas a 240 o 480 rs. lencos de seda
Ijj e 1600 rs., ditos de algodio a 160 o 400 rs ,tar-
latanas as mais modernas a 4600 rs. o corto de 7 varas,
algodio americano de listras trancadas, em pec;as a 220
ti. ea retalbo a 240 rs. o covado cbila a 140 rs.
o covado fazenda muito forte para escravos algodio
cr trancado a 220 rs. a jarda lencos de grvala,
modernos a 400 rs. cassa de quadros a 3/rs. a peca
de 10 jardts, bretanba a 1600 e 4200 rs. a peca, di-
ta de linbo de 6 varas a 4500 rs. sendo muito fina ,
madapolio muito fino a 2800 e 5000 rs. chitas linas
a 160, 200 e 240 rs. escuras, cambraia lisa fina de
vara de largura com 8 jardas por 5600 rs. e outras
muitas fazendas por barato preco ; no Atierro da Boa-
Vista, n. 14.
= Vendem-se superiores casimiras francezas de lis-
tras, de cores e padroes modernos a 1600 rs. o covado;
superiores meias cruas para homein, a 2,800 e 4,000
rs. a duzia ; corles de finissimos riscad.s de quadros, do
ultimo gosto para vestidos, a 4,000 rs. ; cortes de finis-
simos cassa-cbttas, a 2,400 rs. ; ditos de quadros, e
"islras de cores, muito modernas, a 4,000 rs. ; cam-
braias de listrsi de cores, de bonitos gustos, a 4,000
e 4,500 rs. o curto; lencos de cassa-chita para grvala,
a 500 rs. ; madapolio entestado, muito lino, a 7,500
rs. ; medraste fino, a 5,400 rs. ; cassa lisa lina, a 400
rs. a vara ; pecas de bretanba de rol, pelo barato
preco de 1,600 rs. ; cambraia lisa fina, a 4,500 rs ;
meias muito finas para bomcm e senhora, o oulras mui-
tas faiendas, por baratos precos : na ra do Crespo, n.
8, loja de Campos & Mava.
= Vende-se um casal de escravos, muito bons para
todo o servico decampo : na ra Velba, n. 115.
= Vendem-se duas escravas do naci, de 24 an-
nos de bonitas figuras engommiu, cozinbio e la-
vio de sabio ; urna linda parda de 20 annos engom
ma, cose, cozinha e lava de sabio ; urna cabrinba de
13 annos cose, engonnna, cozinha e faz renda ; urna
negrinba crioula de 7 ann.s ; duas escravii de naci,
mocas, para todo o servico; um mulatinho de le
aonos de bonita figura com principios de oficiodo
reiro e be ptimo pagem ; duu. moloques de 14
dous molecotes do 18 proprios para lodo o
annos
servico ; um escravo de afio, pe^a ptimo para
carregar palanquim: na ruu das Cruzes, n. 22, segun-
do andar.
= Vende-se um moleque Je idade de 14 annos
ptimo para qualquer olliuio ; um escravo de naci
de idade de 20 annos; dous pardos mocos, com bas-
tante pralica do sen ico de campo ; 3 escravas de najao,
de idade de 30 annos com varias habilidades: na
ra Direita n. 3.
== Vende se urna escrava de 18 annos, engomma-
deira costureira e cozinheira ; no primeiro andar do
sobrado da esquina da ra do Collegio que volta para
oPasseio-Publico.
=\ endem-so lindos corles de fazenda chineza, ebe-
a ltimamente para vestido de seobora pelo ba-
rato preco de 2400 rs. cada corle cortes de cambraia
de quadros de cures c de bonitos padroes pelo preco
de 1000 rs. cada corte ditas muito finas e do lindos
gostos a 5600 rs. ditos de listras de cores e bonitos
gostos a 5400 rs. cada corte larlatana muito rica em
gostos a 4500 rs. cada corte coberlas de damasco pa
ra cama a 6000 rs. cada urna cambraia para cortina-
dos de cama franja para o mesmo tudo por barato
preco ganga azul para roupa de prelos, por ser mui-
to larga e lorie a 260 rs. o covado meias de seda pin-
tadas para homem a 1600 rs. o par, ditas prclas do
peso a 2000 rs. o par, assim como outras muitas fa-
zendas que tudo se vender por preco muito barato :
naruadoGespo, n. 12, loja do Jos Joaquim da
Silva Maia.
= Vendem-se 10 actes da companhia de Bcbiri-
be : a tratar com Manoel Gomes Vieges, na ra do
Crespo.
Vende-se escellunto gomrna de mitarana
principio da ra Direita butica do Sr. Brandio.
= Vendem-se duas duzias de camisas de madapo-
lio bem ro tas e acabadas', pelo diminuto prego de
168800 rs. a duzia ; um par de baoquinhas de cabe-
ceira de cama de gosto moderno; urna coberta grao-
de de chita franceza, em bom uso ; um lencol grande
novo du linbo com folbos de cassa ; um appartlbo
decbi de louca fina ; um dito de prata contrastada ;
um fsqueiro ; um par do csslicaee; salvas para copos
d'agoa ; copos; palileiro ; collieres de cha e de soupa,
desimanadas tudo de prata e por preco commodo :
na ra da Cadeia do Recite n 6, primeiro andar.
s= Vende-se um rico annelio com 1 grande bri-
no
bonitas figuras engommio, cozinbSo e lavo muito
bem roupa ; urna dita teeclbida, de 20 annos, ama
de leite com um molequinbo muito bonito, de 7 a 8
mezes ; urna negrinba do 10 annos muito bonita; um
preto de 20 annos: na roa larga do Rozario n. 46 ,
segundo andar.
= Vendem-se, por preco commodo os sepuintes
livros : ceuvres completes de Bulln 42 vf; Histoire
de la rvolution francaiie par M. A. Tbiers, 10 ;
Le Vieillard des tombeaux ou les presbjtriens d'fccos
so par Waltar Scott; 7v. ; Dictiooosire francais-sn-
lais et anglaia-franeais par A. Bonilace, 1 r. ; Aven-
tures de Telmique, 2 v. : Histoire de Napolen par
M. de Norvios, 2 r. ; Nouveaoi lmens de botioique
et de pbvsiologie vegetis par Achule Richard, 1 v.
Traite d arithmtique par le bsron Reynand 1 v. .
Elmens de physiologie vgtale et de botanique par
M ir be 1.,3 v. : na Soledade, casa n. 38,
=- Vende-se urna venda no Manguioho com pou-
coa fondos e commodos para familia : a tratar na ra
da 8. Cruz, venda da calcada de pedra, n. 3.
= Vendem-se dous pianos com pouco uso e de
boas votes; na ra do Crespo loja da esquina n. 4
Vendem-se charutos de regala de superior
qualidade ; oo armazem de Francisco Das Ferreira
no caes da Alfandega.
= Vende-se um escravo de boa figura; sadio, bom
pescador do mar alto eaooeiroe perfeilo padeiro; na
ra da Cadeia do Recife o. 40.
Vendo se urna escrava engommadeira cozinha,
cose sofTrivelmente trata bem do meninos e tero boa
conducta, de idade de 18 annos, sem vicios nem
achaques; no primeiro andar do sobrado da esquina
da ra de Collegio que tom ronda na loja a qual-
quor bora do dia.
= Los Soiresdu pre de laroille ; Essai sur la his-
toire de la philosopbie; vendem-se, ou trocio-se urnas
obras por outras, que estejio em bom uso; e grande
sorlimento de livros ; tambero se vende rape superior,
grosso, meio-grosso princesa da fabrica de Gasse do
Rio-de Janeiro em libras eoitavas, dito Imperial e
Meuron Campello e Vinagrinbo em libras e oi-
tavas, ludo por preco muito commodo ; na ra do
Ciespo, n. 11.
Vundem-so, p r preco commodo, duas carra-
cas sendo urna de ferro eoulradepio, ambas em
muilo bom uso ; como tambero um escolente boi de
carro muito manso o em boas carnes ; na ra da
Soledade casa o. 38
=Vende-se olbeo de cupahiba em latas de 28 libras,
por preco commodo ; na ra da Cadeia-Velba, n. 10.
== Vender se os primeiro, segundo terceiro e
quinto tomos do Panorama juntos ou avulsos por
preco commodo ; no largo do Collegio loja de euca-
dernacio.
== Vende-se urna rede branca, batida, do tapuaraua,
com verandas, fe i (a na Bahia-da-Traicio; na ra
do Queimado, n. 7.
= Vondem secsssas-chitasde lindos padroes e de
cures fitas a 240 rs. o covado dita em cortes a 2000
rs. cambraias do listras com flores de cor a 360 rs. o
covadj dila ero cortos a 3000 rs. ditas largas fran-
cezas com assentos escuroa a 260 rs. o covado ditas de
quadros e listras de gostos muito modernos a 320 ra.,
ditas finissimas a 440 rs. riscados fines e de cores fi-
tas a 200 e 240 rs. cortes de chitas escuras a 1600
rs., ditaem covados a 160, 180e 200 rs. cassa lisa
muito larga a 400 rs. ditas de quadros e listras a
360 c 400 rs. a vara cortes de cambraia adamascada
branca e de cores a 400 rs. dita lisa fina a 600 rs. ,
cortes de collete de gostos modernos a 2560 ra. fus-
loes para collelo a 320 e 480 rs. o covado medraste
lino muito largo a 260 rs. a vara dito em peca a 58
e 5400 rs. madapolio entestado tino a 5800 rs ,
brins do quadros e listras, franceses para calvas a 520 e
400 rs. o covado casimira de algodio para calcas a
i. o covado, macedoma do listras a 600 rs., brins
a
de algodio en trancado muito encorpado a 480 rs
vara ditos escuros e brancos lodos de linho a 700 ,
vara meias para meninos a
800, 1000el280rs. a
200 rs.. lusas de algodio a 200 rs., algodio mesclado,
proprio para escravos a 240 is. o -covado dito liso
americano muito encorpado a 220 is., lencos de algo
dio e soda a 640 e 1600 rs. bretanba de rolo muito
encorpndacom 10 varas a 2000 rs., mantas de linbo
grandes a 3000 rs. e oulras muitas fazendas por ba-
rato preco ; ua ruado Crespo, loja n. 14, le Jos
Francisco Das.
= Vendem se duas bonitas crioulas de 18 ai
de idade, recolhidas e do bou conductas; unta pre-
ta de Angola, mil das ditas crioulas; na ra estreita
do Rosario, n. 10, terceiro andar.
= Vende-se urna canoa de 6 caizas, de uro so pi ,
propria pata o trafico do olaiia por preco commodo ;
na ra de S. Rita-Nova, n. 91
= Vende-se farinha de mandioca a 3800 rs. o al-
queire; a bordo da sumaca Tercena- Andoimka, fuo-
deada defronte do l'asseio-Publico; por se precisar
desoecupar o navio.
= Vende-se potassa americana muito nova e de
superior qualidado em barril pequeos ; na ra da
Cadeia-Velha armasem de assucar o. 12.
=Vcnde-se urna canoa em muito bom estado, que
carrega 800 lijlos; a tratar na ra do Hospicio ,n. 4,
delronte da casa se acba a dita canoa
= Vende se um escravo do servico de ra,, por pre
co commodo; na ra dasTrincbeiras, n. 48.
dito Irancez e pottuguei, 1 v. ; Epithome dos prnt.
pios do moral, 1 v. ; dito da doutrina moral 1 ,
Cathecismo de ordenafidoa. 1 v, ; Elementica oioril i
pbknvophica 1 v. ; Inatrucc5ea de eirimantas 1 .
Licfies do matspbisiea moral 1 v ; Scieocia dos coil
turnes 1 v. ; Sagrado Concilio tridentino, 11. ; Eli"
mentosde philosopbia : na ra do Crespo loja da
DSHideasn. 11.
Vende se urna (arda de panno azul fino e nrm
para guarda nacional, por preco commodo ; no U-
trro da Boa-Vista loja de miudetas n. 68.
Yeode-M uan preta boceleira dnselo Costi
na ra do Aragio, casa n. 9
Vende-se milbo araito bom; na ra do Rana
n. 37 8
Vendem-se dous queraos bons psra sella e ca-
galba ; no pateo deS. Pedro n. 10,
Vende-se um escravo da naci de bonita fign
e ptima para todo o servico ; na ra das Trincherru
o. 25. ^
Vende-se um lindo grande, gerdo, novo u-
bilidoso cavailo por preco muito commodo, seguido
as suas qualidades: na ra Imperial, sobrado de ou
andar n. 87.
Na fabrica de vinagre e espiritos da
ra da Gloria, n 5g, vendem-e es se-
giiitites gneros de superior qualidade
vinagre tinto a 50/ rs. a pipa, a 23/ rs a quartoli,
dito branco a 20/ rs. a quartola e a 500 rs. a em'
da ago'ardenle do reino a 800 rs. a caada dita de
Franca a 1 rs. dita dita de aniz a 800 rs. dita gi-
nebra a 800 rs. dita espirito de vinho a 1000 rs. di-
ta, licores ordinarios (cravo csnella) a 1210 rs. dita",
ditos finos de diflerentes qualidades a 2560 ris a ta-
ada.
Christopliers & Donaldsoa, na ru
do Trapiche da alfandega vcllin, casa ni
4o, tem para vender cerveja em barricas",'
vinda de Londres, vinhos do Porto, Te-
nerife, e otttros autores, ago'ardenle de
['ranea, tanto era cascos como em garra-
ras, tudo das melhores qualidades que
vem esta provincia, e tudo proprio
para as pessoas de bom gosto.
Lonas da ltussia, n. t e a, com um
pequeno toque de avaria, muito recom-
mendaveis para camas de vento, entrete-
las de ronpas, e outros usossmeihantcs:
vendem-se pelo baixo preco de cruzado
a vara; ni loja n. 4 da praca da imle-
pendendia.
Queijosdo Alemtejo muitofrescaea;
na ruada (ladeia Velba, n. 31 e i\.
VenJe-se vinagre, superior a Joo
ris a caada ; na ra do Atterro dos A
os n. 7.
Vende-se farelo, pelo mdico pc-
eo de 4.'000 e 2s'56o rs. ; na rua da
Senzalla Velba nTi38.
Escravos Fgidos
Ha 15 dias pouco mais ou menos, fugio do ea-
genbo Trapiche, no Cabo urna escrava crioula de
nomo Joaquina que representa ter 30 aonos, alta,
magra um pouco fula bocea e olbos grandes, mui-
to regrista e foi boceleira quando era escrava de Pris-
co da Fonseca Coutioba, que a vendi ao Bario di
Boa-Visla : quema pegar, leve ao rulando en;enbo ,
ou a rua do Queimado sobrado 3 an Jares 11. 46, que
sera generosamente recompensado.
= Desappareceo, no dia 27 de julhe um preto de
nome Flix .que representa ter 25 aonos, pouco mais
ou menos, cor preta baiio, reforcado do corpo. tili-
cos grossos talla grossa, ; foi visto as Cinco- Ponas
e ribeira ; levou talcas azues de algodozinbo tranca-
do : rogase per muito favor as pessjss, que o conbi-
cerem de o inandsrem pegar econduzil-o a casa di
Rosas Braga & Companhia, largo do Corpo Sanio n.
17, que serio recompensados.
Fugio, no dia 20 de julbo, ha noute, um preto
crioulo de nome Cbristovio muito ladino, sita-
ra regular ebeio do eorpo, sem barba ; beivos gres-
Ka { julga-eeter lugido para Macei, por ter sido
d'abi de Guilherme Jos da Grata : quem o pegar,
leve a rua Direita, padaria n. 60, de Antonio AI ves Je
MirandaGuimaries, que gratificar generosamente:
adverlindo-seque o dito escravo ebegou a esta p"C*
no dia 17 do dito mez.
be Fugio, no dia 15 do passado jullio urna preta
da Costa, de noanCatbaiina malura regular, cor
bem preta olbos grandea nariz Chato bocea e pei-
tos grandea bracos e pemas grosssi, ps apalhelados,
e bichentos urna cicatriz em una das pos, falta-lbs
urna unha em um dos dedos da ma 1 esquerda, em so-
bos os joelbos tem bastantes verrugas ; levou vestido di
cbita branca coro flores-encamadas e panno da Costa ;
quem a pegar, levo ao largo do Carmo n. 5, ou s
, o. .
= Vendem-se cadeim de pinho propriai para sisen .
tos de lojas e vendas, por abrirem e lecbegarom ; la boas I rua das Trincbeiras n. 10.
dopinho, costado, costadinho, assualho e forro paral = Ero dias do mez passado ausentou se de cass o
rncas ditas americanas ale 3 palmos de [cabra de Antonio de ousa Rangel, de nome Eslanis-
gura propria para o servico de agricultura por Ira-libante e um relogio de ouro de vidro
balhar bem de ensada, por ter (ido fMHlo uso o mes-liuisso ; ns rua Nova, Ibja n 21.-
rao para ganhar na rua, por ser corporerota e be mui-l = Vende-se um pardo de 20 annos perfeilo pa-
lo boa liradeira de marisco de toda qualidade; nojgeai o asesino pira todo o icnicu ; duas pretas de
largura e de todos os lomprimentos ; tudo por barato
preco : atrai do theatro velho, rmaseos os. 16 e
','" ',"4r com J<|um Lopes de Almeida csiieiro
do ar. Joio .Matheus.
= Vendem-se os seguinles livros j usados, por pre
90 commodo : dous jogos de Breviarios; Sermes de
Massilon, 16 v.; ditos do pidre Antonio Vieira 1 v
aitos do quaresmi, 1 v.; Compen Jio de tbeolog'ia roo!
ral evanglica 0 v. ; o Pastor evanglico. 4 v. ; Dic-
cionario tneologico, 5 v. ; Ideia do um perfeilo paro-
cbo 4 v. ; Compendio de Ibeologia moral 4 ; His
loria da igreja ebrislia 4 ;Quadrode doutrina dos
padresedouloresdaigreja,3 v. ; Panegricos evaa
gelicos S v. ; Oracoea sacras 2 v. ; Compendio do
diccionsno dos casos e pontos, 4 v. ; Retiro eapiri-
'u* I V'{ ^"d"0*1 os confesaores, t. ; Opsculo
Iheologico, 1 t. ; Diccionario potico portuguez, 1 v.;
lio muito conbecido aqu no Recife aooda pesiis
a toda bora ; quem o pegar lavando o na otaria do
Cotovello sora bem recompensado.
Do sobrado o. 7, na rua da Gloria fugio ">
dia 24 de julho passado urna escrava de Francisco d
Amorim Lima de nome Catbarioa de naci Cos
foi do Sr. Jos Joaqun: do Metquila ; a qual be secd
do corpo pomas finas, o na esquerda urna pequen'
mancha loieira e no lado esqaerdo do nariz, ja pe'10
do olbo uro signal de carne que a loros bom conde-
cida : roga-se a quero a vir o favor de lvala no men-
cionado sobrado pelo que sera bem recompen-
sado. ^
PEllN. } NA TP DE M
a
F DEFAMA l845
J


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