Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05828


This item is only available as the following downloads:


Full Text
uno de 1848.
Sexta cira I.
O DI Ifi" publC-*e Iodos o di* qu
j0 foro... de guarda: o precj
,a he de 4/ rf. por quarj*pPOTfln( f nuncios do. aasilnaaWaao inseridos
flVrei.tc, e a -ptlcoes PcU metad>.
Huc nSoforem assignnhtes pigao 80 M.
if01niinl.a, e 160 em typo dlffcrente.
WASESDALUA NOMEZ DE JLUO.
... a 4 as 2 h. 10 mln. da Orle.
"I1 ,?, te a 12 aos 3 minutos da tarde.
Uigoante a 26 a 1 lior. da mtnaa.
partidas dos cobrbjos.
fioianua Parahyna, e Rio Grande do Norte
Segunda* e Sextas feiras.
Cabo.-flelrlnhacm, RioFormoso, Porto Cal-
e Macrj, no Io, 11 e 21 de coda inci.
Garanliuijt.e llonitoa 10 n 94.
Bo.-VlaJ Ksres a 13 e 28.
ViciortsnMRas feiras.
Olloda todos os das.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira a 2 e 54 mln. da tarde.
Segunda a 3 18 minutos damanh.
do Agosto.
Anno XX N. Ift8.
DAS DA SEMANA.
28 Secunda S. lnnoccncio, aud. do J. de
1). da 2. v., e do J. M. da 2. v.
20 Terca 3. J|arllia, aud. ,- dal. v, eWJ.'M Fritos.
30 Quarta S. Rufino, aud. do J. de D.
da 3. vara.
.11 Quima S. Ignacio, aud. do Juix de D.
da >. vara, c do J. M. da 1. e 2. v.
1 Sexta S. Pedro, aud. do J de D. da
1. r. do civcl, o dos J. dos Feitos.
2 Satinado S. Eatevo, aud. do 1. de D.
da 2. ara.
3 Domingo S. Ilermillo.
CAMBIOS NO DA 31 DE JULHO.
Cambio sobre Londres 25*. p.l#ar30 d.
. Par* 370 ris por franen.
Lisboa 120 al35 por cpr.p.m.
Dse, dr le. de boas firmas 1 /. '!> !' "V
Oiiro Duras hcspnilmlns 3I#500 a .'ll/MJtr
Morda de 6*400 vrl, lVOO0 a 18/100
.. de G#4(H) uov. 17/800 a 18/0M
de4/J00 9/400 a 0/W0
Prala- Patacos .... 1/S60 a 1/980
* Pesos Colmnnares. 1/989 a 2/B00
Ditos Mexicanos 1/MO a 1/960
Moedas de 2 patac* 1/780 1/800
Acedes da C* do Bcberibe de 50/000 o par
DIARIO DE
PARTE QFF.CIAL.
Governo ria, provncivi,
EXPEDIBirrft DO Dli 28 DO CF.NTS.
(Conclusas.)
CircularAta presidente! das provincias dt> Norte,
communicando-lbe, qu esta go/a do tranquillidade.
(juicio-Ao chele de polica interino, recommen-
nJo a captura do* marinbeiros desertores do Trans-
porte a. I, Jos* Rodrigues e Jos Mara Ucboa.
Pirticipou-se ao inspector do arsenal do marinha. ^
DitoAo mesmo, declarsndo, que gectetaria da
presidencia nunca foi transmitida tpartieipaclo, feita
polica, do assassinato do subdelegado de S. Lou-
reoco.
Dii i_Ao engonheiro em chele das obras publicas,
Ktnlificando-o d'haver indeferido o requerimeoto, om
_e o arrematante dos reparos do atierro dos Afogados
Nrgava nao lar obrjgacio do mandar proceder grslui-
timtnlo sos coocertoa de quj ella precisa, para que
teja Punitivamente recebida; e eiigindo oro crci-
mento das despeas a fazer com plataco de grama as
keiras da estrada do mesmo atierro, e com a de urna
rampa, que, pella so lado da respectiva ponte, facilite
a deciila dos cavallos para o rio
DitoA cmara municipal do Iguarass, signifieao-
Jo-a, do que o abatimenlo, que o arrematante do diri-
mo de miuncas do aeu municipio pretende, ge laja no
ireco por que com elle licou, s pode ser concedido pela
ttsembla provincial.
DiloA cmara municipal do Bonito, deelaraado,
que, du conforrnidadecom o artigo 307 do cdigo do
prucesso criminal/' s deven) ag municipalidades pagar
aquellas custas, i que definitivamente bouverem sido
conJomnadas,
DitoAo commandante dts armas, ordenando,
mando por & disposicio do chafe de polica interino 20
pracas do esquadro de cgvallasl de prime-ira liaba,
armadas e municiadaa.
DitoAo mesmo, aecusando recebidos os moppas da
lrca de primeira linha d'csta provincia; dos movimen-
toi dos corpos, ocessionados por altas e bailas; da es-
IMiilica criminal das tropas da guainicio, e do arma-
mento e pretechos de guerra das fortalezas, ermazenso
corpos militares.
UitoAo inspector da thesouraria das rendas pro-
tinciacs, upprovand j o contrato, por que Maooel Fer-
ri ira dos Santos Pimentol sulijetou-so a finslisar as
obras que restio a fazer entre a ponte do Caxsog e o
seilo lonco da estrada do Po-d'Alho.
DitoAn inspector da thesouraria da (azenda, trans-
mitndo, para serem cumplida*, -as ordens do thetou-
rode nmeros 84,80 e 91.
DitoAo vigario da freguesi de S. Pedro Martyr de
Olinda, significando, que pelo regulamento n. 337 de
27 da abril do 181 i nio Ihe lie permittidoencarregar-se
da thesouraria da lotera concedida favor das obroa de
loa matriz, mas sim propr pessoa paja ella.
DitoAo director do arsenal de guerra, inlclligen-
asndo-o d'liavcrcm-se dad as precisas ordens,pora que
K soldado da cempanhia de artfices, os Gaudencio
fo Almeida, se forme coneetbo de disciplina.
Dito--Ao mesmo, scientificaodo-o do ter mandado
inspeccionar o furriel da supra relerida companbia.Mi-
Jtiid Antonio delivtira.
ilo-Ao mesmo, commuoicando ter licenciado por
3 mores o tenente da j mencionada coropsnbia, Joao
rinho Paes Brrelo.
DiloAo commissario pagador, devolvendo, para
("\''i. visto estar legalmente organisada, a contado
despendido pelo director do arsenal de guerra com os
'paros do dormitorio dos aprendizes menores do Ses-
""> arsenal, e oulroseoncortos. Parlicipourse ao di-
'wlor do arsenal de guerra
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
O RP.LOGIU Di CAUXIIA DOS OEPUTAOOS.
(Corretpondencii rtsenada. Correio da corle.)
Meu Sinhnella Al que finalmente .... I* ai
a Venas para o cenado Depois que a repassrfio a seu
gosto.dpois que.m urna palavra.a puzoraoem misera-
vel estado, a en vi 8o os palriofas de presente aos sena
dores I Digo-lhe que os velbos nio bSo de goslar da
filbinbi querida dajoanna,remendada eemplastada pela
corrrmissio de constitu^So.
Na sexta-feira anda o presidente- no linha declara-
do que se ia entrar na ordem do da, ej o Ir. \ arro-
Ibador eslava de p para pedir o encerramenlo.
Anda he cedo; ainda nlo he rompo disserSo
uns.
Agora, agor*. ...
lio Machadnbo arrumou com a rollin na Venus-
Joaonieo-Praieiro Santa-Litia.. Tambc-m j era
lempo. Diz-mooSaldanha quehouvo hontem graode
escarapela entre o k.'. cobridor (chele da maioria^ e o
Ir.-, arrolbador : o Gabriel passou urna descompostura
formal ao Macliadinbo por ter consentido que fall.-s
sem o Thomaz Gomes e o Wanderley, e amescou o
de o delxar s, quando se tratar dos pareceres da com-
missfiodeestatistica, de que ambos aquellos patriotas
sao membros. O Machadnbo desculpou so como po-
de, e por issu trooxe boje do casa prepara io o discurso
para pedir o encerremenlo. Est volada a Venus : ah
fies esse monumento ten ptrmniui da aabedoria da
maioria a do seu sanoi'r /aire. He um carur que nom
oa proprios Babianos podero tragar. D'aqui em di-
nte nAo ba mais eleicio que nio seja a mais pura ex
preislo da vontada nocional !
Depois desta votacio, que durou mais de duas ho-
ras, apoderou-se um susto tal do- lodos os patriotas,
que penser j ler ebegado a noticia de estar o Honorio
eu o velbo saquarema no ministerio : nio era nada ;
euidirSo que en (raya em discussao a historia dos Aun -
snAo* do Jansen, que esti dada para ordem do da.
Os patriotas prometlrio volar pelo pagamento, e cj-
nio disejo roer a corda, tomem quo chegue o momen-
to da discussic : o susto epparece, sempre que se vota
um objecto, o lio necessano discutir outro. Desta vez,
porm, foi terror pnico ; porque nio vierto osieii-
imAos, mas a concessJo de direilos de cidadiio brasi-
leiro aos colonos de S. Leopoldo, que ficou adiada, de-
pois de algumas asneiras ditas pelo Antao e Saturnino,
que nio estavio bem certos do quedisp5e a constitu-
ci a respeito dos que nascom no Brasil.
Cootinuou sabbado a discussio a respeito dessos
colonos de S. Leopoldo : Torio a mesa emendas sobro
em.'ndasjea final aprovou se um projcclo susblitulivo,
do Souza Martina.
Abi esti o Hollando, que vem assslr i discussio da
ixa<:io de forcas de trra ; e vai fallar o Joio Paulo, o
celebro conquistador das Sabinas no Kio-Grando-do-
Sul ; o general que, no dixer do Saturnino, mais com-
prumetteo o exercilo brasileiro n'aquclla provincia.
Esle patriota est moito zangado, etem do quo.Di
zerem no senado que elle venceo os eleices em Minas
coga do mais brbaro recrutamento isto he capaz
de melter o diabo no eorpo de um santo. Saibao quan-
tos esta carta lerem que Joio Paulo dos Santos Brre-
lo nio rttrulou emquanto foi presidente de Minas-tie-
raes, nem mesmo mondvu recrutar : parece que ape-
nas dtixou subsistentes as ordena anteriores para o re-
crutamento ; nSo as revogou. O conquistador das Sa-
binas proleslou que ge nio delende mais, porque nio
carece de defensa : essim he ; o general Joio Paulo
est defendido.
. Asaegurou tambem o mesmo deputado que a com-
missiodemarinha e guerra prepara e discute actual-
mente o projecto de le de recrntamento, sob inlorma-
ssssiasiismiisihS^wr^"'^m^miK'sai^ssimrmiSiiMistsiiMBSsm
CAROLINA NA SICILIA. (*)
TERCE1RA PARTE.
Nu
XXX VI.
BtUtHi
' viinoK que Fabiu tete de vcir-sc oomo oldcio na
I "cca"'" H sua fgida, C o dcixaiBB* aisiui trujado ju-
"ciiiivenlo da Madonn de Trajiaui no momento eso
1" plia para o mygtepioso ciVcontro que Ihe haviio
iwarcilu ,l0 lemnlo de 8gfso. Levava elle jaqucU
I cP>nnogrotso. ajustada por urna cinta do couro, u
I'I' cimenta com foir de capote. Um chap- do
I resahas, luelhueabia sobrv o olhos arnbava de o
ii'l"" <,c*CODhecid". A Hassioa escopelta pendla-llie da
I J' ea vallo como se se honvera por instincto con-
'".""" cireuostgancias, tinha perdido a andadura
i "ar *"!' riiatioai harnetes e inarcliava, de i-abec.i
, p'"e "r,-ll>as oabtaas. Fabio nlo o instigava nem oom
(''Ih*' "e"' C0'B Y0*' deixava ir v.mtadc,
"'nido em brere pela noute, elle alravraaou no esou-
J Vidc Diario a.* 1C7.
ro c sera encontrar viva alma os grandes c extensos pas-
tos, quo leparlo o monte Erit das ruinas de Segesto.
A obscoridade nada luc deixava distinguir, mas da que
fura que elle incllior nSo eniergra, lio profundo era a
un prcoccupacao. O corpo s lie quo viajava, que a al-
ma Ihe ficara esa Trapani na-praio em quo Rfaelln [ior
elle licra encerrad*. Quo nuute! qu morada par una
saullier como ella Tanta coragein fe devotaflu penetra-
vo a Fabiu de urna gratidao ardente, infinita. Como pa-
gar aenu-lliaiuc divida! pergunlava elle, e responda tris-
lenieute que jatais o coitaeguiria. O seu mor eolio
igualava o seu rcconbecimenlu; ello s aspirara nrstc
momento a sabir das coiupliciicoes da sua vida u a triusn-
hr dsj difllculdades ds s::a carfeira, vara eSerecer *
afaella vida e ceraflo dignos dclla. Mas como eaUvo
esse termu lunge delle! Em logar de simjilificar-sc, a
ua vida ao contrario cada ves mais se compllcsvo; eaj
gua earreira, qunl eraellu, (juando se va fugitivo e cri-
minoso?
Pur r..-.i; inclinados quo os buroettt seju dissimular,
ii ao menos attenuar os aeu* reveses, nio procurar
Fabio ii si proprio illudir-ae, e sentia-se lininilbido, |ic-
Usu triste campanil. Erfesao o que ello baria pro-
uvttido Kaf'aulla P que era feilo desso allu destino, que
elle so gabara du oumprir I Su abulida iinbicto o rc-
eoiuiugjo vioientaiiiento rinlia, cujas in.lruccos lio
mal bavia cunipridu, e cuja ouufianc Uoiul utvia pa-
go ; mas elle rreduu de si esta imageui, que nio qu-
ria deixar-se di.lrahir por cousa algunia daquclla que
nesae momento Dio ocoupava o corai.io.
es do ex-minislro Coelho.E que Ihe parece? Isto
catisou-me estranbeza, eouviao Coelho Baslog.que a-
qui se auenta ao p de mim, e he, como todos sabem,
versado nos usos e estylos parlamenlarea da estranja,
que as commissSes se eotendom i;om os ministros, e
niocom osex-minsttos. Mes como ha deaeommis-
sio ouvir oeste particular aoHollanda.se este quero
projecto de recrutamento que olereceo a cmara, ba,
nio sei, quantos annos ? O Joio Paulo fez a esse pro
jacto tal analyse, que lodos tirio ainda mais urna vez
patente o lino administrativo do Hollanda. Com o tal
projecto, o minimo que se gastara annualmente, pa-
ra obter 4,000 recrutas, seriao cousa de uns 400 con-
tos de ris. um milhiu de cruzados 1! Quem os pilh-
ra, meu Stntinella....
O eieroito brasileiro est em muero estado; e o
Joio Paulo pretende fazer urna ordonanca, para que
os soldados saibio o manejo de suas respectivas armas.
A artilharia nio sabe nada, be nominal e nSo real;
nio sabe usar dos morteiros, dos obuzes, &c. Osolli-
ciaes de artilharia devem mandar ao famoso general re-
formador a preU dos pastois. E he com esse exercito,
assim desorganisado, quo nao sabe oom ao menos ser-
ir-se das armas, quo gasta o povo brasileiro mudares
decontos de ris He para vinte mil vsdios, que nio
servom para defensa do paiz, que se votio Unios im-
postas que acabrunhio o povo! E o que sio todos
esses ministros que so tom succodido na repartilo da
guerra ? Oulroa tantos ineptos ou traidores.. Deixe-se
dsso, meu Joio Paulo ; nio maldiga os bravos mili-
tares brasloiros: o que falta ao exercito do lrasil sio
bons cabos de guerra ; | ois. sempre que os tem i sus
frente, os soldados e ofliciaes marebio aos combales
com animo desembarapado o seguros da victoria. Des-
la vez o conquistador das Sabinas cedoo mu prompla-
mente vis malidecsntiw que o domina.
Defendeo uneuioui el roalrg o conde do Rio-Par-
do, que se diz ser o msndante dos assassinos do viga-
rio de Paranagu, em Piauby. (uem ha hi que nio
saiba quanto lie ea/ene o conde do Rio-Pardo ? Pois
ja ha nio ha nioguem que se lembre das suas proezas
na rcvolta dos Irlandeses, ah no quartel do campo, e
das suas fecanlias no Rio Graode-do-Sul ? nio se
lembrio mais quo esse valente foi instructor geral do
exercito brasileiro E est a dofesa feita, ajuntan-
do-se-lhe que o conJe ho pobre, e portanlo honrado;
porque s be honrado quem he pobre. Asgim o pin
eliou b Joio Paulo as bocheclus da cmara. E o tal
Sousa Martina, que vem aecusir oa camera o viscondo
daParnabiba, sem se lembrar mais que elle foi o seu
protector, quando veio para o ito-de-Janeiro para uta-
tricular-se na academia militar, escrevendo o dito vis
condoa monseobor Miranda, que oapresentouaosu-
pracitado Joio Paulo ?! He verdade qje o Sousa Mar-
Iris disse quo a ninguem linha aecusado ; que havia a-
ponas relorido os lacios passadoa no Piauhy, quaodu
foi ssassinodu o vigario de Paranagu; que tinba lido
diversas cartas, as quaes se dizia quo a voz commum,
fundada nesses inesmos Tactos, indigitava o condo o o
viscondecomo autores do assassinato ; que o vizconde
nio poda ricommcndal-o a monseobor Miranda,por-
que nesse lempo nem o visconde dara carta de recom-
mendscao a ello deputado, nem elle a acceitaria, por-
que reioava entre a sua e a familia do visconde crua
inimzade, e que portanlo era inverdads o que se di-
zia do proleccao... Masque importa ludo isso ? O
certo bu que o Sousa Martina pralicou urna accio con-
traria a moral publica ; e assim deve ser, porque o
o presidente nio chamou ordem o deputado Joio Pau-
lo, quuousou di/el o perante a representecio nacio-
nal.
Depois do Joio Paulo e do Sousa Martina, lallou o
Coelho Bastos ; mas nio pude prestar-lbe a necessaria
atlenco: eslava com os ponteiros desorientados. O
Joio Paulo desta vez lirou-me o sangre Irio ; nunca
mais Ib'o perdoarci.
O tal gjviio aqu reio boje outra vez nimorar-
me: e-io des minutos depois do meiodia. O patueco
othou para mim, rio-so, e lisdfoi ca aqui, cai a-
colipuxandu pelo caldeirio, talve para acera I o.
Se elle voltar, faco-lbe urna careta.
Sala dassessoes, 28 dejunho de 1845.
ORblooio da Casa.
E lio profundas crao a nnnto a sua mrditariio, que
ellebourcra pas.adu junto ou templo deSegeato sem dar
f delle; mas rbrio-ae-llio oa olhos*>iiuco a puucu acos-
tumando obscuridad, e tendo-u por acaso erguido
vio urna formo quadrada quo Ihe interceptava as estrel-
las era u templo. Desde que saliira do Trapani, fe* ello
pela primeira ves sentir brida ao cavallo, e dirigindo-o
para as ruinas, subi de vagar a cullina pur ellas coroa-
d. Au aproximar-so, distingui as columnas que como
Jinbas negras a detenhavio nu estrellado firmamento.
Em lim chegou.
Visto a esl hora, tinba o edificio maisalguma cousa
de mouumental assim como do mais mysterioso. Us'cor-
rrgus que u eirculavaO, u cujo fundo os otilo nio ai-
oancio pareeiao iurummensuravcis abismos, o os mon-
tes dos arrciloic figuravo no hurisonto moostrus gi-
jpsntesuos. Nada perlurbava o silencio geral: o xcpliiro
da noulc to braiidaruciite sopr.iva, que nio falla o me-
nor murmurio us mallos e arbustos da cullina ; apenas
e otnia Usa pequen coruja quo havia puusado sobro o fron-
tes picio do templo, sollou por nlgum lempo no esparo o
grito lamentoso, depois ealun-se o voou para ir gemer
mais longo. Fabio apoou-se, e lomando por caulclla a
espingarda, puz-se ptstear oom paciencia, au abrig
du purtiuu, esper das nslruccoes quo Ihe liaviSo pro-
aellido.
Foi senltnrll longa, o j quando ia perdendu pa-
ciencia, uuvio os pasaos, antes o sopro do um cavallo
que suba afiadigadu a cullina, e eui [loucos inuniuntu
CEAR. ADIAHKNT0.
Actos ba, que posto se basem as leis, com ludo,
pela maneira que sio leitos, pela sua iaopportuoida-
do, pelo motivo e razio, que levlo as autoridades a pol-
os em pratica, tornio-se sem duvida dignos de serio
reparo, e justa censura, e ainda mais pelo ridiculo,
com que se cobrem seus autores, e leviaadade, com
que tratio os negocios pblicos, quando empregio o
precioso tompo em (utilidades. Ora isto se tersa
maia eeosuravel, quando laca cxamplos- de deleixo par-
ten) de urna autoridade, quo, pela sua alta importancia
e ealhegoria, cumpre ser mu activa e vigilante no cum-
primento doa seus deveres, para que aquelies, que se
acbio subjeitog a sua immeduta inspecelo, nioprati-
quem.em prejuizo dospublicoa interesses.o mesmo Ha-
vendo a asseuabla legislativa desta provincia, ei sessio
preparatoria de 30 do mes fiado, remeltido ao Exea.
presidente a relacio dos memores, que se acbavio pre-
sentes na oidgde, e que constiluilo numero legal para
abrir-se a sessio no 1." deste, como determina a lei, S.
Exe. em vez de responder designando a bora em que te-
ria lugar a abertura, enviou urna portara adiando a
mesma assembla por Ti das !
Procurando nsgabermog, e investigarais as causas,
que moverlo o presidonte da provincia a servir-ae de
uma atlrhuirio, que Ihe concedo aim o acto addieo-
nal, porcm em utilidade publica, e nlo em virtud* do
motivos, que uo pdem assaz deixar de depdr contra o
administrador de uma provincia, em lim soubenos, quo
o cujo adiamanto dos 5 das, foi porque ainda nio es-
tuve concluido o relstorio! Com efloito, se exacta e ve-
rdica be a eauaa, nio ge pedo dar maior migara, que
muito depiio contra S. Esc.. tanto mais quanto ae echa,
ha 7 mexes, na adminislracio da provincia,* nlo tendo
occorrido cousas importantes, que Jislrahissem S.
Exc., nemsoquerde suis ordinarias oceupacoes, mais
indisculpavel se torna por semelhanle falta ; mostrando
dest'arle a pouca conta em que tem negocios de summa
importancia em urna provincia, como esta de que trata-
mos, o que nio ir por ahi com oulroa, que posto ge-
jo de menos ponderacio, todava grande influencia
leem na regularidade da adminatracio publica/i' Ora,
porque assim nao aointecer quinde a ge trata cuida
de ioverter, o solapar aa instituigoes pelos meos os mais
subversivos ; o lempo he sem duvida pouco para em-
pregar-to em lio konroio expediente, quo muito ga-
rante o socego o Iraoquillidade publica.
lia muito, que nos consta va, que a confeccio do rea-
lorio, esse primor de alta concepcio, e de alorado ea-
(udoeexperiencia, esteva confiado a diversas pessoas.
sendo distribuido o trabalho da maneira seguinte o
artigo financas tocara ao inspector provincial; o da ios-
truccao publica ao director do lycflo; o do culto ao reven-
dlssimo earrapato; o o rstanlo dizem, que reservara
para si o epilptico e farfante secretario. INao podamos
acreditar nesses boatos, sendo S Exc. um militar sa-
bio, poltico contaminado e... e que assim desecase de
sua dignidude para confiar a tanta gente a confeccio de
obra lio primorosa; porm agora Dio nos he licito du-
vidar, que nio sejio exactos. E sendo cerlo o adagio,
que panella em que muitos mecbem mal adubadaaai
acomida, e sempre Urde; o mesmo poderemos luturi-
sar do relalorio, que deo lugar i adiar-se um* assem-
bla. Forte desgrac forte lastima forte miseria !
BEMOCOES1LLGZES.
O ministerio de 2 de fevereiro encetou sua admi-
nistrrcio inlringndo a le da* reformas judiciarias;
asuiTiiia is inawim Uanrata
m
m
te peou junto ao templo om cavalleiro eiubrulliado todo
em um grande espute. No mesmo instante ouvio Fabio
chamar pelo seu nume, e resulutu eucaniinliou-se para o
descouhecid'i.
. Sera duvida be o Sr. por quem espero? dissc-lho
ao proxmar-e.
O Sr. entio he o capillo Fabio P
Elle mesmo, e o Sr. ?
Nio me uonhece '
Ou roe engao, ou he o Sr. conde Allogroni.
Adevinhou, sou Allrgroni.
Ora nio me engaa vio oa meus preseutimentus
era o Sr. cujo olhu e braco raigo velarStf em mim du-
rante a minha prisiu. V csoelleucia he iiinha provi-
dencia, meu credur.......
Mas tcnliu u pexar de nlo ser o seu libertador.
Toinrio-mo a dianteira.
Nio Ihe devo porm menos vivo e {acero reoo-
iiliecimenlo. sbbw
Nada me deve. Nlo Ihe disse que o Sr. bavia re-
cordado meu fillio.' Pur esto Ululo sou seu pai. S urna.
cousa Ihe piro em troco, he que me judo vinga-lo,
vingmdo a Sicilia e a si mesmo.
J lli'ojurei, Sr. cunde, e depois do meu juramen-
to, tcni os Ingleses adquirido novus titulus ao meu odio.
E nlu tlnhau elles necesaidade disso, como V. exceden-
cia sabe, para que o mea odio igualaste o seu, se nlo
Ihe excede.
E\cede-lo'' exclamou o conde com grito sclvageiih,
he iinpobsiiel. Mas cui liin nos nio victuos aqui oslen-


H
pois do espirito sjonuino delli nao se collige, que os
juizcs municip.rt pselo sor removidos dentro do qua-
trioni ', e isto mesmo se evidencia d* discusso que
houve pib ambas as cmaras. Mas os homens da polti-
ca conciliadora t\w acceiUrJo as ideias revolucionarias
do nobre assessor com todas as suas ms consequencias,
slrto de mi a inversio ; e por isao, calcando >s dis-
posicOes da lei daa reformas, e do regulamento, que
foi dalo paro a sua execucto, i mesquinbos intcresies,
e vis vingancat, foi osse ministerio torto e direito
removendoaot pobres jai/es munioipies, ou, para uie-
Ibor dizermot, demitlindn, que tanto impotta a injus-
ta dotoripeo exarcida para com empregados que cm
muias partea tecm de ordenado 250 f rs.
O Sr. Galvfo, que outr'ora Unto se queixou das re-
morOMdoi magistrados, o dai qutet foi S. Ex. victima
em certa poca, em vea de parar no abuso que bavia
abe, lo o Sr. Alvet Braqco, continuou ainda com mais
furor: esta provincia' nao foi livre da inversio, e
quando suppunbaraos que S. Exc. se tioba della esque-
cidn, asiim nlo aconteceo; pois agora no vapor,que ha
ptico chegou,vierao novas remocoet ou antes demissoes
le juizes municipaes ; nio quiz acabar o seu governo
scui comtneller novas violacoes de lei, sem opprimir e
perseguir os infelizes magistrados. Forao removidos o
dr Pedro Pereira da Silva Guimaraes, juiz municipal
desta cidade para a Vigia no Par, oodr. Raymoodo
Ferroirade Araujo Lima da comarca do Grato nao sa-
l'emos ainda para onde, sendo oomeado em scu lugar
o dr. Mareos Antonio do Maccdo que se achava excr-
cendo o cargo do promotor da mesma, por bsver pedido
domisslo de juiz municipal do Aracaly, para onde li-
nba sido removido do Inhamum.
AS JI'.NTAS DESIliN MIOKAS.
llm clamor geral, um brado do indignarlo leouve
cm quasi todas as freguexias onde se concluirlo os tra-
halhos eleitoraes : as juntss de qualica(io s inclui-
r!) no alistamenlo as pessoas de sua parcialidade, em-
li Ta fllecessem a muitus os indispensaveis requesilos
exigidos pela lei; ebegando o escndalo a um excesso
tal de contemplaren! a indviduos pronunoiados, ao
passo que deixario dequalilicar a immensoseidadios
que possuem em g'io subido a necessaria renda, e
qualidadet precisas para mereceremas honras daelegibi-
lidade, da qual forlo privados pela mais inaudita violen-
lencia, manifesta transgressio das leis que regulio
as cleic/fies. A immorslidaae e corrupcio que o go-
verno, fomente para satisfacer caprichos desregrados, o-
dios estranhos, paixoes brutaes, e mesquinbos interes-
ses.vai inlroduiindo na sociodade com revoltanto pre-
vericacSo, o abuso de confianea da vontade irresponsa-
viI, que em verdade desconbece laes rneios na r-anei-
ra de dirigir os seus subditos, nio pdem dei\_r de
contristar a um coracSo verdaderamente patriota,
quando seriamente atienta para o misero estado que
trin sendo reduxida a nac) brasileira, onde os I seos
que fazem prender os h imens reunindo-so em socieda-
dade se roo rasgando de urna mantira horrivel ; nio
se teme a Dos, nao so acata a rcligiio, nio se respei-
la a lei : i estes to sagrados objtclos subslituem a li-
herlinagem, a irreligiio, o desprexo as leis, e autori-
dades; em lini a corrupcio, a iinpuoidaue, e desmo-
ralisscioludoinvidem, e prevalecen! inclumes.
As cartas que ora publicamos mostrio, e assss con-
\cnrem qun as nos>as asserces se boseo em lacios
maisqueveridicos, eque por isso temos toda a ratlo
quando tememos que esse calamitoso estado, que se
procura reduzir o paiz, ameaca, e prometle borrivois
calamidades; pois nio he possivel,quo una naci, que
sacudi para longe os ferros da escravidao, proclaman-
do a sua independencia o escolbendo urna forma de
Kovcrno que mais garantas oflerecesse as liberdadcs e
direitos individuses, nio trato de recuperar seus loros;
a vox da rerio e justira mo podo ser sulocada por tanto
lempo: essa explosio be que recelamos como amigo sin -
ceroda ordem, o lelicidade publica; por quanto glan-
des males sempre coslumao apparecer em semclhsnles
crises majestosas. As eleicCes no Cear nio possio de
una verdadeira dosignacio ; ellas to urna cumpleta
burla; pois que pela maneirs que se tem procedido
impossivel he que se possa mtnihstar, econlieccr a li-
vre expressao da rnaioria da provincia. Gearenses, vede
a maueira infame,por que se vos vai privando do direi-
to mais nobre, o santo que possue um povo esclarecido
elivre.'eonhecei,pois.seus niquosemonstruososautores,
c,entregando-os ao desprexo de que so torno dignos,
protritai perante Deo, a nscio, e o Monarcba; que es-
tes jui/es rectos, justos, imparciacs, reconhecendoa
justica da vossa causa, nio deixaraO, que ella corra a
disericio dos vndalos que tos opprimem : tempo vi-
r que esses sicofantas sodreraO a merecida recompen-
sa de seus horriveis attentadoa. Odio eterno i faecio
to infame quio ibjecta ; o imperio da lyrannia, do
puubal e bacamarte nio ser longo.
PERAMBUCO.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE.
SE88AO EXTajSOHDLNiRlA DE 25 DE JANEIRO DK 181.)
Presidencia do Sr. llego e Albuquerque.
Com>irccrfio os Sr*. Mello Cavalcanti, Cnrnero
Mimteiii., Ramos, Barros, o d.nitor Nery da Fonseca,
hilando com oausa os mais Senliorcs.
Aborta a sessao, lie lulo o approvaaa a aetn da .inlece-
dento. O secretario, dando conla il.i expediento, nien-
ci na os segunles ofliuos :
Uro do Exm. preside ni da provnola, participando,
que aoabava de ofliciar ao Iteverendu provedor Ja ir-
manduda de S. Pedro para permitir, i|uo o collcgio e-
leitoral para a cleciodo senador se *"""iilT respec
tivo consiliario, no din 26 do crrenlo Que assim se
publieaase por editaes.
Outro do cidadio Bernardo Antonio de Miranda, clei-
lor por freguetit de S. Fre Pedro Goncolvee, panei-
pando, que se achava docnte, o que por issu nio poda
comparecer no collcgio eleitoral, no domingo 26 do
cor renteI n lei rada.
Resolveo a cmara,que novaiucnte secouvdasseo,pa-
ra prestar juramento, a todos os juixes de pat c supplen-
tes, que ainda o nio haviio feito.
Furan presentes a cmara diferentes procesaos de par-
les, exgindo pagamento do cusas, em que fura ella con-
de nina Id.Fieou iuleirad.i.
E por ser dada a hora lovantnu-sc a sciso, marcando
o Sr. presidente para ordem do ilia : l.u, Iciturn deolli-
cios c pareceres de cornniisscs; 2 dcs|iacbos do tari-
fa; 3.", ndieaces; propostas c rcqueriiucntos dos Se-
uhores vereadores; U.", rcqiierinieiitus c mais papis a-
diados. V. para constar mandaran futer o presente om
que assignarSo. I'.u Fulgencio Infame do Albuqucrquo
e Mello, secretario a cscrevi. Rogo AlbuquerqutMel
lo Cavalcanti llamos Barrosl)r. Nery da Fomeca.
CORREIO.
CORRESPONDENCIA DA CIDADE E PROVINCIA.
Corre por ahi de bocea em bocea, que urna grande
funecio se prepara, para quando aqui chegaretn os es-
colhidos, que,a cusa dos cofres pblicos, lorio manda-
dos ao Rio, pela praia, nio sabemos que. Est
nomeada urna commissio ud hoc, e nem poda deixar de
nomear-so; porque boje as commisscs sao da essencia
da cousa; e assim como nio ha sermio sem Santo A-
gostinbo, o nem panella sem louciubo, assim nada
se faz, nada se obra sem commissio. Nio quero dizer
quom sao os membros, porque nem todas as verdades se
dizem, e onde me cabe o pi, cabe este segredo, que
muito me pedirlo, guardasse, o este caso laz a excepcio
da regra N&o iou bahu de ninguem.Agora o que
vou a dizer-lbcs be, que ha grando divergencia entre
os sucios, porque uns quercm, se levante a cada um
dos bures o seu emolumento; outros que vio lodos
englobados n'um s ; e outros quercm que, quanto a
caridade, zelo, e patriotismo contribuir, seja consu-
mido em urna boa merendola ; opiniio esta mais se-
guida, porque um dia bom mette-se em casa
e para nada presta festanca de bandeira, sem boa cal-
deira. Veremos em que felo os sucios; e o que se
passar irei contando, pouco a pouco ; pais, pelo gi-
lo que o negocio vai levando, (eremos panno para
mangas.
Esquecia-me o mclhor, o be, que bouve urna indi-
cacao, para que repicassem os sinos, caso viesse o so-
lapador, honra propria aos bispos, mesmo aos bispos
fieri, o se Ibe esntasse a anlipbona Ecce tulapa-
lor magnui
Publicado a pedido.
[Pedro 11).
lar odio, mas prudencia. Antes denos vingar-nios, pre-
ciso lie que Vm. se oceulte, ebem uceulto.
. ..tr, Mm oi"lo.\
Ea he a questo, c cu crcio liave-la rscsolrido.
Isto exige alguna prrlisninares vamos para a minlin m-
icnda da Barbara, onde estaremos mclhor e ero mais se-
{ urlica do que aqu, para eiivoriarmoa coufidencial-
ii(ule. Ella tica a dus passos d'uqui.
Tornarlo a montar ac tallo e cm pouco lempo se po-
xerao na flinda, situada quando muilo a una milha
d'alli I.H encosla de um oiteiro que gozava da mesma
vista que o de Segeslo, ooni o templo mais em perspec-
tiva); era verdaderamente urna casa rustica, quasi um
Caban, beiu uml tratada por um fazendeiro milis oceu-
pado cm cacar as cuitadas alucias, do que em labora-la
Por uan hora pasnada na charra, Rosario__cru o
nonio pass.ua des com o espingarda na mi,
ballios do CAHfpo nio iio mellior; mas elle compens
a ana iiiepiidao agrenla por urna devolaeao sem limites
pessoa do conde Allegroni, a quein pagava em caca i
falta de dinheiro. Ucoude er Lu.lanamente rico para
coiileiilar-sn com rala paga; a Barbara ert paro elle um
anuel do dedo; alein lidulgo sicilinnu, elle deixava r os seus negocios pela
agua abaiso, e tomo grande conspirador prefera multo
n mu reudeiro exacto earranjudu ara eacador affouto e
Refutacdo duvuinentaila aoi impretsos do Sr. cirur
guio Jos Lourcnco de Catiro e Silva.
Onpreoo, que o empregado publico, eonseieucioso
do seus actos, devo dar i ana reputaco, a obrigacio,
em que se deve sempre julgar Collocadu para juslifical-
os, quando atroz, e falsamente argido, sio os nicos
motivos por que me sirvo dos prclos: limitar-mo lies
desmentir os relos Ooul dociiiueulos; que muito do pu
dr tciilio, par enlrai* em liea com o Sr. oirurgiio Jos
Loiireneo de Castra e Silva, o responder-lhe insultos
com insultos. Se anida residase esse Sr. nesta capital,
recorrera cu aos tribuuara do paiz, c para all guardara
toda minba defesa; porin, como o exilio do l'esqueiro
be inviolavcl, fr^a lie ni deixar correr sem respos
ta as accusacocs inalignainenle laucada sobre miin; I.',
de que tetiho urna ndole fervoren, do que opprimi, inju
riei, arrastei ao carcere tais immundo da casa de cor.
roer*, e ullragei a tiuva Florencia da Andrade te
zei ra e Castro; i 2.*, de qo clauntrei no mais estreUo ca
labo.ico dos corrigiceis o capitdo-mor Joaquim Jos Bar-
bosa, c o pus incommunicavel; a 3.*, sua de fosa peranle o jury | K.ias pnlavras asiim impres
as eoni lauta perfidia, quando todos os Ccurenses m-
parciaes de ambos os credos polticos me coulicccni,
me fatninjiiiiica, lie horroroso! I Mas vista daa pro-
vos, nao cri a negra roao da calumnia, que me lisnari
a honra do emprcgi.do iMiblioo, ou do cidadao simples.
Para desmentido i prinieira lalaidadu de que arrastei, o
pelo contrario provar, que nunca cnlrou na casa de cor
SSSSjlHHMMaHi
scu
o Ira-
emprchendedor, e preste, i todo par. o seu servco,' -O'UI meo camarada, d.s.e, batendo-lho familiar-
anda que tivesse de perder para sempre a sua renda,
pagar-llio ainda em cima plvora ebaila.
Arriba, Uosario! grlouoconde bateudo porta
da fazeuda, o acoumrooda o tou cadello.
O cao eplou-se poj ai mesmo au reeouheecr a vox do
conde, cacuamu appaieceo logo com nina linterna na
mo, por quo era anda escuro, nio obstante aununci-
ar-se j a aurora por urna branca nuvem no Oriente.
Rosario era uiu vigoroso rapagio, de formas herclea,
anda moco, coja pbysioiionua sangiiiuea exprima aa
paixoes violentas, o o predominio duinslincte sobre aa
facilidades rclleclita.
Pela Madona de Trapani! disse elle so abrir a por-
ta ; V. rxuelleucia he madrugador; se cu niu hiiuvesse
reeonhecido a sua voz, acreditara que cru visiladu por
alguma quadrillia.......
Ou convidado por olgunj camarada calacciro para
ir cafar lias Ierras do prximo.
Que quer V. excellenca? be preciso que a gente
de ves i m quando troque a rbica du arado pelo fusil,
pora nao perder do todo a certeza da mi e o geto da
puutaria.
Se he por isso, ninguem tem mi mais segara nem
mais certeza de puntara; oeu ten lio rasea pora o saber:
ao niutia bolea suffre, niiiiha meza folgo.
Eale elogio do amo arrancn nm surriso de satisfazlo
ao rtiiduiru, que te caliir sobre Fabio o seu bom h-
mor. Engaado pelo veatuariu ruslioo, tumuu o elle
pelo quo pareca ser :
recio dcsU cidade a vuva .D. Florencia veja o publico
o documento seguinte :
- Certifico, que revendo o lvro, quo servo do asscnla-
inento da entrada o sabida dos presoa.quo eutrrSo, osa-
liiro.e o quo so aobao prcseuteiuenlo no..a prisio, nio a
ehei nada que constasac da vuva 1). Florencia do Andrado
llczerr o Castro, o u referido lie verdade. Prisio publica
da oxlincta casa de corrtcao, em 4 do julho de 184f5.,
tilias Narlins de Sa, caroereir.
Quo nunca injiirei, ou nllragoi a mesma vuva leio-
su os cinco documento segoinles :
.lllm. Sr. cirurgiio mor Jos Antonio de Oliveira Por.
(ugaj. Hjrendo ,ido Y. S'amdosfeeuiltiTos, qn in-
lervicra com eu parecer na inspoccSo medica, proco
dida era 13 de n|lubro de 1843 sobre o molestia da vu-
va D. Florencia do Andrade Bezcrra o Castro, e testemii-
uhaoooular do miiihas accAea nossa oceasio, rogo lbe
que por amor da verdade, declare au pe desta, se dirig
alguma injuria ou ultrage a referida vuva, ou a pessoa
de ana familia. Com resposta, e pura verdade abrigara
ao du V.S. respeilador c obrigado, Joti fieira Rodri-
gue* do Cartalho.
C'-ar, 2 de jolho deiSli.
lllm. Sr. duulor Jos Vieira"Rodrigues de Carvalho.
- Em rcspusia a caria supra tcnlis) a dizer, em honra a
verdade. Fui teslemonba oceular doproccdimenlo quo
V. S. lovc para com a Sra, D. Florencia do Andrado Be-
zerra, viuva do fallecido JoSo Facundo de Castro e Me
uczes, qoando all fui pira exeroer as fuuccCei, quo n
lei Ihe incumba cm razao do corgo que entio exercia :
nessa diligencia portou-se V S. tom toda a inuderaco,
odiguidade, praticando urbanaucuto com aquellea com
quera oommuiiirava, einfini com aquellas inaiicira, quo
c.iraclerisAo um magistrado digno do o ser; isto aQirim.
porquo o deprebendi de todas as suss accoes, e roesmo
pur me dizerera aquellea quo conimigo asaslirSo a esse
acto. Isto be a pura verdade, c por isso era juzo o sus-
tcntarei, sea lauto tur obrigado. Cear, em 3 de julho
de 1845 Suu de V. S. rauito respeilador .'criado, Jos
Antonio de Oliveira Portugal, cirurgiau-mr.
lilil. Sr. duulor Jos Viera Rodrigue! do Carvalho.
Em resposta a sua de 3 deste cumpre-uio dzrr-lbe, que
nio vi V. S. ti alar nial a Sra. D. Florencia do Andrade
Bezerra de Castro, na occasiflo, cm que foi inspeccio-
nal-a no quo respeitn ao seu estado physico, e se dii-
sesso o contraro, era eci lamento faltar aos termos do
lioinem social; antes preseuciei V. S. tratar a mesma
Sra. com todo o respeilu e prudencia, propria de um
magistrado constituido re carcter civil: he o quanto
posso critificar lob minba pulan a do honra.
Cear, 3 dejullio de 184;i. Silrorio Jos da Crut.
lllm. Sr. dr. Jote Vieira Rodrigues de Carvalho.
Silisfazeodo o pedido de V. S., tenho a declarar-lhe,
que nenhuma injuria, ou ultraje dirigi V.S. i Sra.D.
Florencia do Andrade Be/erra e Castro, e nem t per
soa algumt de sua familii, quando em o dia 5 de outu-
bro du iS lo fui com V. S. i casa dessa Sra. ; antes
mostrou-seV. S. pezaroso pelos incommodos della, e
propenso a fazer-lhe o bem que podetae. He o quanto,
por amor da verdade, lenlio a dizer a V. S. de quem
s u muito respeilador e criadoJoaquim da Silva San-
tiago.Cesra, 2 de julho de 1845.
lllm. Sr.major AntonioLauriauno Ribeiro. Ten-
do V.S. servido de promotor interino,e assistido a ins-
peccio media procedida sobro a molestia da viuva D.
Florencia de Andrade Bezcrra e Castro, em 13 deou-
tuhro de lSJ.'i, e | or isso presenciado minnusacedes
nessa occasiio, em que exercia o cargo do ebefe de po-
lica interino; lOgo-lbe me declare ao pe desta, se ou-
vio, ou vio dirigir a dita viuva alguma injuria, ou ul-
traje, e qual fosse; com resposta, e pura verdade obri-
gar maisaodeV. S. respeilador e criado.Ceari, 2
de julho da Icii5. lllm.Sr. dr. Jos Vieira Rodri-
guos do Carvalbo Silva. Na miaba prsenos nio diri-
gi V. S. injuria algumt a Sra. 1). Florencia de An-
drade Bezcrra e Castio, e nem lio pouco praticou ac-
(io alguma, que de leve a oflendesse. He o que pos
so affirmar, em talisfagao to que exige V. S. Do seu
respeilador e criado. AntonioLaurtanno iUbtiro.
lllm.Sr. dr. Jos Vieira deCarvalbo o Silva.Em
resposta a sut carta suppra, t.nhoadnor que be pre-
ciso nao ter o mnimo conhecimeuto de V. S., e ab-
solutamente o nao ter communicado, pan dizer-se,
que V. S. trata a qualqucr pessoa com improperios, ou
insultos; quanto mais a nuia viuva como a Sra. 1).
Florencia de Andrade Bezerra e Castro; e por isso aflir-
uio, em l de meu cilicio, que, indo V, S. commigo,
os Itcuilalivos e promotor, assignados na vislorit, a ca
sa da mesma Sra. por occasiio da cerlidio, que ba-
via passado de estar ella doento de cama, ahi se porlou
com aquella decencia o delicadeza, que lbe be pro-
pria, pedindo com lermos aflaveis, e urbanos, que te
nitodasse abrir a por la da la para entraos; o quo
assim acontecendu, licamos todos na prioreira sala; em
seguida mandou V. S. pedir liccnca a referida Sra. .
Florencia, para ir a junta cirurgica a sua alcova, cuja
resposta foi, que podiuo cutrar, conjuoctameate V.S.,
o seu cscrivio; assim cumprindo, V. S. foi o priinciro
em saudar a sobredita I). Florencia, dizendo-lbe, que
o rigoroso dever de cumprir a lei, o compellia a all ir
mandar proceder a aquello exame, e nio o espirito de
maldade, ou perseguirlo, tratando-a sempre com a-
quella decencia e recato anlogo a seu eslado e sexo ;
sem quo houveMfta menor palavra da parle da V, g
quo ollcndor podfjiistfsjaielindra da mesma Sra. \\t
o qno tenho o res^onaRvjL. S., pur ser a pura vetd.
de do econlocido, e invoco r>*)temiinho dos muimos
lacutalivos e promotor, que toata|abMtfido a verda-
de, (comosuppoaho). dirio isto meslo pouao mais na
menos. Dos guarde a V. S. muitus dimos para dii-
pr de quem be de V. S.muilo respeilador ecriado.
Manoel Lope de Svuia. a
Sio de pessoas (estemunhas presenciaes.
(t'osH/sititir-sf.Aa.)
AlUcellanca.
O Sr. de Abd-el-Kader, de tal modo te tem torasj
clebre, que, sam-nos responsabilisarrooa pela vertcios.
de do quo a cerca deste grande borneen vamos ntrrsr
limitar-nos-hemos a dar sen commentario a aoticia
que delle extrahimos, de um jornal bespanbol.
Abd-el-Kader, que reno todas as qualtdades mili-
tares, inherentes a um grande guerreiro, guniu acti-
vo, bcllicoso, inlolligenle ; e a quem talvez se poeta
chamar nico; este hornera, que por tan tqian nos tea
pralicado feitos de armas quasi iocriveis, arrostaado
com um punbado de borneas o poder da primeirs ntcio
do mundo ; eil o reclamado pela Hespanba, cooiostu
lilbo, nao consenlindo esla s em perder a gloria qm
portal acquisico lliecab; baseando-se estalendsts
(acto, que vamos narrar. .
Em 1808, ou 1810, exittit em Benindorm um ii-
dividuo, chamado Pedro Baroel, que, i imitacioit
alguns oulros seus conterrneos, tinba usaaembarci-
cio, que armou em corso ; haveodo, por'm, na relc-
rida poca grando escacez de trigo na Hetpanba, julgoi
este, que Ihe seria til dirigir-se frica, afimdeet-
pecular neste ramo de commercio, que lbe ttaegursvt
grandes vantagent. Eflcctivtmcnle realisou O scu pr-
jccto, e dentro em cyucot diat cortava ot msres a re.
rida barca hespanbola, que sem aconlecimento nova-
vel ebegou ao seu destino, sendo bem recebida pelo*
debitantes daquella costa, os quaet oeeitirlo a pro-
posta que -te Ibes ftzit, cosvenciooando em lerca
promplo em ceilo dia, que para esse fim lixrao, o tri-
go de que a barca hcspanhola careca para .completar i
oarga. No da aprazado furto evitados oTriespanlifi,
para que fossem a trra, a fim de verem carregar o tri-
go, e chelos de con ten la me nlo pelo bom resultado d'umi
emprexa, que Ibes promeltia grandes lucros, desem-
barcarlo em trra, indo entre estes, Pedro Bsrcel nu
chefe, com um filbo de menor idtde, que ardeolemcD-
te desejava ver os Mouros.
Mal tinbo. porm, estos infelizei. desembarclo,
qutndoum grande numero de indgenas brbaramen-
te cahirio sobre ellos, degolando-M desbumtmenle,
mesmo vista dot teus companbeirot, que se achaito
embarcados, e que nio podiio obstar a morto lao alroi,
escapando a esta carnicera meramente o menino n-
celo, a quem concederlo a vida.
Mudos annos se tinto psssado depois desta scena de
horror,quando era Benindorm se recebeo umt caita do
joven Btrcel, na qual diziaterMoujto, echaiuar-sa
Ab-dcl-Kader.
Sem afliioctrmoi, quo osle seja esse Finir, terror
inda hoje da Franca, e do imperio mtrroquino, li-
mitar-not-bemot a observar, que, educado o referido
Barcel, desde tenra idade, no paiz, que o tinba sdi
tado, identificado com ello pela religiio, hbitos, e
affei^oes, nada ha mtit natural do que esquoctr a lies-
panba, onde apenat leve o beico, troesudo-a pelopiii
onde tem sido o theatro da sua gloria, o oode tem adqui-
rido umt reputacio, que na historia contemporneas
na vindoura lbe dar pagines brilbantes.
Em Benindorm corre por toda a cosa, que Abd-cl-
Kader he o menino Barcel: a pura verdade do cu
ttbe-t Dos e Abd-el-Kader.
[Da Rutautaco.)
grande trakalho; pois que todo monta a orna vacca
duas cabra; ba moilu lempo que o ultimo dos nono
cameiros passou 'pelo espelo da cosiuheira, o por des-
grana morreo sem her Jero.
Fabio rio-se do engao, e eslimou, mas enlendeo que
lbe fria cunhener a sua verdadeira cundidlo deixando
ao reudeiro o cuidad de Ihe eooduiir o cavado c.....o
do conde Allegroni.
Parece quo o rapaz nao se incomnioda muito, disse
Rosario entre si, era quanto pegnva naa redeaa d ambos
os cavalloa. Paciencia I como o Sr. cundo assim o acha
____COMMEfaCIO.
Alfandega.
Rcndimcnto do dia 31...............5:022a755
Qeecarrega hojt 31.
PatstboNeptunopipas abatidas.
GaleraSword-Fkmercadorias.
liaresPaquete-de-Trietle lamilla.
ilIo\ i ment do Forto.
Navios entrados no dia 31.
Rio-de-Janeiro; 17 dios, brigue brusilciro Conceif&o-
Caboclo, de 187 toneladas, tapido Joaquim Jos os
Siqueirt, equipagem 10, cirga larinha e oais g-
neros ; i Amorim Irruios.
Alcobsca ; 10 dias, garopeirs brasileira /V. S. da /'
na, de 26 todeltdtt, capttlo Manoel Jos da Boi-
Morte, equipagem 8, carga farinha ; a Antora)
Irmioi.
Ats ; brigue-escuna-brttileiro Binriqueta, de 131
tsitwmitmitmm*mmtmms>xa^?imBiB'-i^
outro, em quo pnder ao mesmo lempo occullar-ic
vingar-se.
To agradavel me seria isso, que nao ouro acre-
ditn-lo.
Pois creia, ou antes 0090-ine : Vm. mo pcrguii'"
em Trapani, na vespera do diada sua priaao, so a coB-
frario dos Nobrrs, da qual bou griu-niealre, nao liis
analogas 011 relocoes eum a anliga contraria doi lleali-
Paoli i saiba pois que as dos oonfrarias tzein una 10: ja
eulh'o houtera (lito, so asuu pl'isao moiio litera iiu|ie-
dido de inrcia-ln era uossoa raysterios, como era de """
bom, he por que tem suas raivca para isao. Basta!.......luha inteucio. Pur agora nao posso, itAo devo descubrir-
"Os arrjnjos Ja quinta eslavio quasi cm abandono : o.| ",e m,i' f. ?"," "esmaeonfidencia lbe faro sob ...in'"
instrumentos oratorio, em muilo pequeo numero c ^.responsabilidad.- pes.o.l, c ,ob o sello de *;
pes.imo estado jaiiao em coi.fu.4. A um cauto doler- rcd"- Bem ve que a mmlu ronfian5a emV.u. lie scoi
limites. Coiitenle-sc liojo cora esta mcia-rcvclsfi".
quando for lempo saber mais; fique certo de quera
quanto nlo he um adepto regular, o he era espinl"i
,,r ae presentemente a confraria s lera um intuito,
este inlnto he o seu.
Cosa exclamo Fabio, V. excellenoia lanil"11
quer expulsar os lugleze* da Sicilia?
Quero exteriuiiia-los todos e singar do memio gol*
pe uiintia patria e uieu tilbo assaisiuado nos meui oH*os
pur csses barbaros. Ilouterio j mais justas reprcsaln.
E seria o ultimo dot homens, quer coiuopai, quer ce-
rno eidadlo, se deixass* amortecer era cuvordo ciq"'"
cimento raeus odios polticos e miaba vinganca pal*"
reiro, inonles de pedrsa e de lito obstruan o caininhu
por inda a parte, sem fallar na lama e no domis. Via-se
bem quanta amencia f.uia d'alli o liomciu doicem ollioi.
O interior corresponda su exterior, a dcsordeiu e falla
do asseio rematan pur tuda a casa ; urna iS pees bavia
iiieiius suja, e menos nua do que as outras ; all era rece-
bdo o conde, e o foi tambera Fabio.
Em quanto nio ba raelkor, Ihe disse ello, est Vm.
aqui era seguranza, sub a guarda do meu reudeiro, nada
tem que lenier, o niarulu uto daixa parar a cafa loa vi-
ainhus, mas lie do urna fidelidad a luda a prova ; pode
fiar-se nelle. Aleas de quo capero que nio hoar aqu
mente no hombro ou momento cuque ae ello apeara, I por mallo tempu, nao porque nao lunlia muito praerleular.
ae lu veos guardar o gado da izcuda, nio lias de ler'cle Iheofiercoer aqu uwaailo, wat tenho a propor-lhej Mas quo meios tem de os salisfaxer?


----------.__________ig
tonel*las, capiliQ Domingos Antonio do Aicvedo,
cquipagem II, caiga salid ufe goneros ; no mes-
l0 capito : pa.sageifajPPnonio Alvcs da Silva,
Brasileiro. *
tmrUoitivafo,
Vai acatar defgar etn Maci a barca ingloza
llente*, capao N. M'. Ir, carga assacar oalgodjfe.
Edital.
Subscrcvesc nj praja da Indepoodencia, livraria n. 6
08, 2000 rs., pagos na occasiSo da entrega da obra.
iquel Arckanjo Monltiro i* Andraitfijfficial da im-
pi ial ordim da liosa, cavai'eii o da de Chrmo ; e
wsptcior da alfandega de Pemambuco, por S. Al.
Imperial, o Senhor D. Pedro II, que Deo$ guarde,
He.
i-az caber, que 00 da 4 do proiimo tnex de agosto
10 bao da arrematar om basta publica, a porta da alfan-
doga 'O meio dia.por corita de quem pertencer, om vir-
tudedo aitigo 229 do regulamento, 100 chapas para fo-
sees, o 2 barricas com lampas para as dlas, pesando
lulo 310 arrobas, para pagamento da multa om que
jncocreo George Aencwortby pala difirenos de 279
irrebas.encontrada 00 despacho n. 20t pelo conforen-
te da poita Faustino Jos dos Santos; todo 00 valor
de 9j rs., na eonformidade do artigo 227 do citado
rcgulamcnio : a arrematado be (vrc do direitos. Al-
Isndeg, 50 de jullio do 1845. Miguel Arckanjo
Monltiro ie Andrade.
Avisos martimos.
Segu breva para o Rio-do-Janoiroo velcro pa-
pacbo Castro 11 por ter a muioria do seu caircga-
menlo : quem no moamo quizer carregar. embarcar
eseravos or ir de passagem para u quo eflorece bons
commodos pode entenderse com Amorini Irmaos,
na ra da Cideia n, 4.">.
' Pira o Rio Grande seguo viagem o patacho Gua-
po com brevidade: quem no mesmo quizer embarcar
eseravos. ou it de passagem, pudo dirigir se a tratar
com Amorim Irruios, ra da Cadeia, n. i\
O brigue-esouna Aguia sai para o Ass impre-
L)et laracoes.
_ O lllm. Sr. coronel director do arsenal do guer-
prclende mandar tapar o vio de urna arcada, e o do
duas portas do segundo armazem do almoxarifado do
mesmo arsenal, e destapar o vio de duas outras, fazer
alguns pequeos raparos, e caiar o referido armaiem :
quem so quier incumbir dosta obra, compareca ni sala
dsdirectora ate" odia 4 do prximo futuro mez. Di-
rectora do arsenal da guerra, 29 de julbo de 1845.
No impedimento do escripturaro, /oda Ricardo da
Silva.
Pela delegacia do primeiro termo da cidade 10 fat
publico quena cadeia etiite o eabrinba Jeronymo ,
escravo de Fnstaciseo Jos da Silva, da comarca do Li-
moeiro, oqualdiz tarsido furtado na mesma comarca,
eonar aqui perdido.
O arsenal de guerra compra aieito decooo, dito
de earrapato, e fio d'algodo : quem taes gneros tiver
mande sua proposta em carta fechada a esta diroctoria,
at o da 5 do proiimo futuro moi.Directora do ar
seal do guerra,80 do julho de 1843. No impedimen-
to do escripturaii, J0S0 Rtca/do da Stlva.
__ O vapor Cacique recebe a mala para o Rio do-
Janeiro boje (!. do eoffente),ao meio dio.
PUBLICACOES L1TTERARIAS
\raba de publicar-se, a muito interossante
RESPOSTA
doiKNElUL J. I. de Abrcu e Lima ao conego Ja-
nuario da Cunha Barbosa, ou Analyse do primeiro
juiso de Francisco Adolpho Varnhagon cerca do
compendio (la Historia do Brasil.
Um volumo em 8/ grande com 150 paginas, era
bom papel, edicto njtida c fcila com todo o cuidado
o esmero.
Esta obra be um dos mais interessantes Iraballios
sobre as cousas da nosaa patria, porque nella silo
tratados pela primeira vez,'de una manera tio
rlara como a luz meridiir.ia, muitos factos impor-
tantes e controversos da historia do Brasil. No cor-
po da obra, entre outras muitas noticias, prova-se
que o celebre Hcnrique Dius, governador dos ho-
mens pelos durante a guerra dos Hollaudezes, e cu-
ja naluraldado pz cm duvida o ignorante censor,
mt fllio da provincia de Pemambuco ; assira como
prova-se igualmente que Amerco Vespccio no foi
o primeiro explorador das costas do Brasil, como
assevera o mesmo critico, porque os Portugueses
nao tinliao uecessidado, de pilotos estrangeiros,
quando os possuao de sobra, e tSo exccllentes,
que cio considerados naquclla poca como os pri-
meiros cmais habis do mundo.
Os Senhorcs assignantcs, que anda nilo recebe-
ro os exemplares de suas assigiuturas, terto a bon-
dade de uiandal-os buscar as lojas do Sr. Manool
Figuera deKaria, pract da independencia, livraria
X." 6 e 8, e do Sr. capitao Antonio Ferreira da A11-
uunciacto, ra doQueimado N."'>'.!. Aquelles Senho-
ri's qu pagrilo logo as suas respectivas assigna-
luras, recebcio os exemplares de mitos das pes-
soas, a quem denlo a importancia dellas.
O reslo dos exemplares da mesma obra acba-se
venda uas lojas cima indicadas. No lim do vo-
lume vern a lista completa e alpha'betica dos Senlio-
res assignantes de Pernambuco com dous supple-
nienlos.
Acha se sobo prolo.na corte do Rio de-Janeiro, tra-
du/ida por Jacintbo Alves liranco Mus B-erieto, a se-
guinte obra : .
Um granadeiro da guarda-imperial sobre o sepulcro
deNapuleaoBonapaito; historia da vida pblica epri-
ada do mesmo.
Iiiiiiieniiij ie snubrrmos nsnr ilclles.
Du|ilica luinba Ueinjio, e uum ella iiiinba inipn
Cifncij ; nao os (Irise all'roxar |"r muito tcnip.
Ucixe estar, que nao bao de atfruxar. Via.tcr sein
duvida uuvidii fallar da corporaciku do Curtidores, desso
terrivei conciapelli que f.itero Iremcr Palermu. Nenliu-
wa uuii-iicorpuravau de ollicio lie lio brin orgaiiitada ; o
fu quarieirau, terdadeira eidadclhi bo mu saactusrfia
Kspeitado o itniivel, onde n pulirla nao ornara por j>
por niiiliiiro pretextu ; elle tem anaa leis, suas franque-
" c imiriuiiiiladij que lodo os govi-rnus ten respeiu-
do, cohio n actual. Entre nutrus privilegio tem de
bregar anuas em todo o lempo c lugar; a|iaixoiado
Ha mea, ia excrlleiitea aliradore, e U prompto t
dar um tiro no lioineiu, oonaja no bit los. Ligados e-
treiUnicnle entre i, jud&u-se ornan iruuvx em luda a
>"ciiiiutancin. Offcndrr a um menibro da corpor\lo,
beiiffmder a euruornc iiilair, a desgr.15.1du do cf-
liinor. De lempo imihemorial tem elle pela Madoiia de
*'>|>ani particular dufuelu, ejvraai* deixSo de vir re-
ar-llie em romtria dua'vrie por anuo. Eta frequen-
''viagen oaieiu posto, h muito lempo, em rrlrro
rm a eunfraria dsM'Nobies, da qual aSo |iwr as*im diier
0 lirado ecutar.^iflo he, queean quantoserveni a con-
rsria puUira, sirtrin aii sjsasnsn Irrrpt aconfrari r-
'reUe ,o Beati-Paoli sera u aaberesn. U seu oouul lie
u uiiicu iniciado, epora nos he como cfoneiu todos;
porque he cutre elle u orgao da nrdem. ea nicdionei-
,u ecoiuo usgovvrua como dictador, uosta* orden
1 7T^ ,17 nl7.ri JisAJanacio Guedes de Barros, o Anlonio Manoel
tenvelmante, bbado 2 de agosto quem no mesmo J^ rf j, .
quutr carregar, o ir de passagom; din a se a Novaes A 'OOT'" "H H s- ,, -..!_.:
?. r ni j rom-se a ruu dat-.adeia do 3. Antonio n. I, primei-
Lompaohia, na roa do Irapiche n.34, ou.na ruada """'"..... ,..:..... r
Compaohia, na roa do Trapie
Cadeia n. 40.
Pata o Murais sai oom toda a brevidado o brigue
trance Matkylae, deque he capitSo Legonede: quem
no mesmo quizer ir de passagem, dirija se aos seus
consignatarios Juhnslon Pater & C., ra da Madre de
Dos o. 30, ou ao capillo a bordo de dito brigue;
para o que tem expelientes commodos.
l.cilo.
= James Craltree & Cotnpanhia (arO loilao, por
interveocio do corrotor Olivoira, de grande poreao do
mobilia do melh'or gosto, importada prximamente :
boj i 1. de agosto, is 10 horas da manbia, na casa
do Exra.'Manoel do Carvalbo, na ra do Amorim.
a visos diversos.
x-\ agencia de passaporles, es'.abelaeda na ra do
Rangel n. 34, se acba mudada para a mesma ra, so-
brado n. '20, onde contina a prestar-se com toda
promptidio ocommodidade.
Um moco Rrasileiro que tem muito boa ledra, e
sabe lr e contar.se ofleroce a algum Sr. negociante para
caixeiro de escriptorio, ou de ra ; quem precisir, un -
nuncio.
zPrecisa se de um bom cosinbeiro ou cosinheira
(livres ou escravoi); quem estiver as circumslancias
Je bom desempeabar este lugar em casa estrangeira,
dirija-so com brevidado ra da Crui, n. 21 a tratar
do ajuste.
. Aluga-se por.proco commodo, urna negra; quem
a pretender, dirija-se a ra por detraz da matriz de
Santo Antonio, sobrado n. 14
Desappsreceo, no dia 29 do correte, um caxorro
ingle cornos signaes seguiotes:er vormelha.cabe'udo,
orelbas grandes, e urna mancha branca no pesco;; ro-
ga-se a pessoa que o acbou, ou dellesouber, dirija-se
a ra da Cadeia do Recite n. GO, primeiro andar,
que sera genorosamento gratificado.
Monoel Joaquim da Silva Hibciro se acha moran-
do na mesma ra do Rangel, sobrado n 20, 2 an-
dar.
Na ra deS. Francisco, n. 17, dio-se 2003 rs. a
premio sobre penhoresde ouroouprata.
Candido dos Santos Xavier retira-se para fura da
drovinoia.
Perante o Sr. dr. juiz do direilo da segunda va-
ra do civel, Jos Thomaz Nabuco d'Araujo, tem do ser
arrematado.no da 2 d'agosto p. futuro, o escravo criou-
lo, de nomo Martinbo, penhorado por execucSo da
viuva Seve & Fillios, e Barros, contra a viuva & Filhos
de Joaqnim Luiz Virfies; cuja praca tem lugar no dia
mencionado, aa i horas da tarde, na ra do Sol, 6
ports do dito ministro.
Fazem-se trancelins de cabellos de
qtialquer modelo, atinis, fitas, pulceirss,
&c., &c. o mais bem Jeito que he possivcl,
por preco mdico j na ra do C'almg, loja
de lazendas n. 6.
Rap vinagrinho.
Este superior rape torna nviriavel a sua qualidade
por n2o in jfar, nem seccar; 0S0 fere o nariz, nem pro
dur irritacSes vertiginosas, porque a sua composico he
a mais (imples possivcl. A geral estima quo tem tido
este rap pelos apreciadores do una boa pitada, e a ap-
provaeao que a respuitavel socedado de medicina Ibe
eonceileo rematad o seu mais completo elogio.
Novas Tornadas d csteetcellcnte rap, com a cor mu
escura, seachao venda nos depsitos da ra da Ca-
deia do Recite, n. 50, praca da Independencia n. 28,
atierro da Boa-vista o. 10, e atierro dos Afogados n.
209, aonde se vende a 10()0 rs., a libra, de 5 libras
para cima, embrulho dcste rap he azul, e os rot-
los brancos.
LOTERA o theatro PUPL1CO.
Devendo esta lotera, pelo adiantamento da ven-
da dest-us bilbetes sera quo primeiro tem de dar
andamento as suas rodas; est o respectivo tbesoure-
ro resol v ido a fazel-a exlrabir no prximo niet de agos-
to nlallivclinento para o que convida aos amadores
deste jogo a so prevenirem do bilbotes, os quaes aclio-
se nicamente a venda no lauro de S. Anl nio na
loj-i do mosmolbesoureiro ra do Qusjimado n. 3!)
e na botica do Sr. J0S0 Moreira pateo da matriz ; 1
no bairro do Recifo lojas do cambio dos Sr. Vieira,
e Manoel Gon.es. Kscusado se faz lembrar ao respei-
tavel publicj) o confianca que meteco esta lo'cria, pe-
la regularidade de seu processo do extrsccao; proetsso ,
que passa a ser ainda mais perleitauenle desempenhado;
porque as rodas teem de andar segundo u nevo re
Kularnento ; entretanto que as loteras, que lia an-
nunciado, parece alo so quorercm desaferrar do enli-
go systema de Mlracrao
= Roga-se aosSrs. Estevio Jos de Albuquerque,
ro andar, a negocio de scus intoresses.
Agencias de passaportes.
Na ra do Collcgio, botica n 10, e no atierro da
Roa-Vista loja n. 48, tirao-se passaportes para dentro e
forado imperio,assim como despachao -se eseravos: ludo
com brevidade.
aF.TH.UQDK.
Quando o galo bravio declarar a ruSo, por que voto
um odio figadal ao Rm. provincial dos carmilitas,
este rebaixar-se-ba do sua dignidado para satislazeras
perguntas, que Ibe lorio dirigidas pelo confradedevo
lo do t, not-o o. 1CG. Isto affirma
O espoleta do almirante Balito.
Aluga-sc urna mulata boa ama deleite sem cria
recebendo-se oalugel adianlado pelo lempo que se
tratar: a tratar na ra das Cruzas, n. S.
Deseja-se saber se existe nesta cidade a Sra. D.
Feliciana Mara da Triodade, e, no caso aflirmalivo, a
ra e numero da casa em que mora, para negocio de
seu interesse.
Arronda-se urna casa terrea n. 23 na ra Bella,
bastante commoda para qualquer familia docente, e de-
centemente preparada: a fallar com seu proprictario,
na travossado Veras, n. 15, primeiro andar
Quem annunciou, no Diario de 29 do corren te,
querer um sitio perlo da pra(a, por arrendamento,
lendo proporcoes para conter al 1G vaccas de leite, e
que tenba beira do rio, querendo um com todas estas
qualidades, o que tem pasto para muito maior numero
de animaes.e que ora so pretende vender,pode procurar
na ra da Florentina, casa n. 16, das 5 horas da tarde
as 6.
Arrenda se o segundo andar da casa n. 147 em
Fra-de-Portas, junto ao arsenal de marinha, com
commodos para grande familia, muito fresco, com mui-
to boas vistas para o mar o trra : na loja da esquina
do beceo da Congrcgtco, n. 41.
Aluga-se o segundo andar da casa n. II, sita na
ra do Rangel : a tratar no primeiro andar da mesma.
A pessoa que dii precisar do um bomom cotn fa-
milia para oceupar urna casa e teiras na ilba do No-
guoira, dirija-se a ra da Palma, subin I do becco do
Pocinho n. 6; que todo o negocio se far.
Precisa-se de duzentos e cncoenta mil ris a tro-
/entos, com hypolhcca em urna casa terrea sita no
Mundo-Nevo : a tratar na ra da Praia, venda no bec-
co do Carioca.
O VERADEIRO REGEN ERADOR N-34-
est a venda nos lugares do costuro e, e traz versos mui-
to interessantes.
ONAZARENON. 114
esta a venda nos lugares docostume, o asfim os ante-
riores.
Alugao-so tres armazens no lim da ra da Guia,
so pe do arsenal de marinba, proprios para recolbcr,
com bastantes commodos, por seroui periodo embar-
quo : quem os pretender, dirija-se ra da Cruz,
jun'o ao arco do Bom Jczus, no segundo andar das
casas n. G, que achara com quem tratar
Manoel Joaquim Soaies embarca para oi'io de-
Janeiro, urna escravo, por nom'e Joanna, de naeo gen-
li d'Angola.
Quem annunciou um carro de 4 rodas, para ven-
der, dirija-sa a ra Direita, padaria n. 38.
Alua-so o armaiom n. 34, na ra de Apollo,
lodo ladnlliado do pedra, c com bom embarque, pro-
prio para qualquer estabeb cimento.
D Maria do Espirito-Sonto Campello faz scien-
te ao rcspeitavel publico, que move, contra Manoel de
Albuquerque Rorros, queslio judicial sobre os beos
dos liudos pais de seu tinado marido, dos quaes be ella
berdeia o seus filbos; e por isso nnguem contrate ne-
gocio algum com o dito Barros ( seu cunhado); e pro-
testa contra qualquer negocio, que por ventura baja.
Quaila-feira.C do corrente agosto,vai ser arrema-
tada a casa do sobrado de 2 andaies e solio, sita na ra
do Vigario, do finado Uiguel Ferreira de Mello, bem
larga, e funda, que vai de ra a ra, bom armaxem :
queiu a pretender, v, as 4 boras da tarde do dito dia,
a porta do Sr. doulor Nabuco de Araujo, na ra do Sol,
lio executada iinmediala'racnte. Temos desta inducir
ludas as vantugciit da associagao, acra os perigna da in-
liscrijo.
Permitta-tnn diicr-lhe, Sr. conde, quo nao vejo
inda com bem crarcia o que pode haver de commum
nlro a luglrtcs f osConcioiielti.
__gm breve o ver. Lanar, seu cnsul actual, he um
onirm iiicii ', aalvci-o de nina banca-rota inminente,
me he por iio muito reconhecido. Se cu llic distesse
.joje, quo era iwcessario molar lorde lii ntiiick, hnje
nicmiio olnle>deixaria do vi ver. Colorea aenlender ?
~ r.oloo.lo incmo prrfeitaincnlo
Todava nao he nono projecto rascr assassinar
Beuiinck. Dequo nos erviria? Muri elle, enviar-noa-
lia a Inglaterra oulro prn-conaul, nutro lirannu, da-
la gaubariainos na mudanfa. II111 aastinat iiuladu,
endo-no intil, seria pueril viuganca. N roirainus
hall longe; n5o setralri de-rir om Infles, >s Inglcxea, e paro iasu sublevaremo contra eflea, com a
ijudu (los nososalliadna os Conciapelli, c puvo do P-
lerniu cm mosan. Oro c Bcnllarfc receber um golpe na
i-lija, n nuscunaularcmoa em grande pena.
Cunfc.so-lhe nuo laiubcm cu no morreria de pe-
sar. Mas conlinue, Sr conde, dit-ine V. exccllencia
coma lio agradavei a ouvir, que |Kir nieu proprio in-
lereaae me urrepesidu daa minhaa meiiore iulerrup\6ca.
Estamos mais adiaulado do quo Vmc. suipe;
um do nooa cosifrade, u cavallciro Vito Vilalli, ja
est om falenuo, oceupadu em organisar a insurreicao,
c Lozzaro veio em pessoa i Trapani oom una vinte Con
ciapelli, a pretexto de romaria a Maduna, ir.au na reali-
dado par recebera iniulias orden; ello volta boje mc--
1110 pora Palcrmo o Km de a exceular.
Oh I trata e ja da execn^So ?
I n tci nuni'ii ii' a ni ila nio. Ser para quando o resulta-
do nos parecer ufallivel; por ciuquaiiluriiigimii nos mor-
ios, o loin|ino noatas medidas para quo nlo fallic a em-
presa. Eis-aqui agora o que tenlio a prupor-lhe. O Con-
i'ippelli deveni na sua volta parsar por aqui, ejnnte-se
i'll.-,e rom elle entrar cm Palermu sem ningucmrepn
r>r cm Vmc. Laitaro esl prevenido, euuculta lo-ha mi
sun casa. Purceitu nlon irSu la procurar, aloni deque
estar bem guardado. Pagar Vino, a hnspiulidado do
cnsul com ua seus conselhua, e quandu ohegar o dia da
aceo, confio que (juntara o exemplo .10 prcueiln. Ai-
cei'ta Vine, a niilibas propoaiccsP
-r Cora graH'i-iiuoittu.
Fique, pois, aqu at que pasra os Conciapelli;
Laitaro vir meanio recebe lo; abandnne-se Ibe com to
respeito para melhor engaar a Sua gerilc, responda sim
a ludo que llie elle ditter. Agora, deixo-u; he conveni
ente que cu vulto ji i Trapani, onde minlia presenca lie
neccasaria, e ondo dove ser ignorada niiulia ausencia.
Mas Vmc. lera noticias miulia co auas. Adeos, charo
opilan, adeos Suppunha quo lem em inini uiu pai, as-
sim como eu vi-jii cm Vmc. um lillio; cesaou de er or-
pUJo, cuino eu deixei de viver solitario entre os borneas.
que nesle dia be impreterivelmenlo arrematada.
No da ti do corrente, as i horas da taide, na
portado Sr. doutor juiz do civel da segunde vara, so
ha do arrematar, por execucio de Tliom Peroira La-.
gos contra seu devudor Jos Claudino Leite, os beas
pertenrentes ao mesmo Leite ; os quaes s5o os segua-
les : urna morada de casa da sobrado de um andar, na
ra das Cinco-Pontos, a ilbarga de Nossa Sonhora do
Terco ; una dita na ra de Manoel Coco ; outra dita
no l'uco-du-l'anulla, na ra da Maogueira; e o loro
do 300 palmos de terreno, no lugar do Coelho, con-
fronto ao sitio do mesmo nomo.
. A coiniiiissio administrativa da sociedade oulr'o-
ra Natalense, e boje Philodramalica, responde pela
parle que Ibe toca a perguota do Sr. = Mono dos ocu-
ltis = do Diario-novo, de l de julho prximo passa-
do, que nunca deo, nem d, o nem dar quanlitatito
algum para lambant-as, e muito menos ao honrado
professur, a quem a pergunla allude, quede certo oto
lie pessoa de lmbanlas. O, lempo be frtil para ca-
lumnias! e quem boje pode verse livre dellas V
QLIDA-OE..
Sabio o n.38, eacba-se a venda na praca da Inde-
pendencia livraria n. C e 8.
=3 Precisa-se do alguns ofliciaes do marconeiro. o
um de (orneiro, sejSo lirasileiros, ou eslrangeiros: no
Atierro da Boa-Vista, n. 63.
= Arrenda -se um sitio quo tenba casa sorivel ,
quo nao seja muito distante da praca, e quo toaba pro-
porcoes para tor do 14 a 1G vaccas ds leilo, preferindo-
se aquello quo for situado a mirgem do rio : quem o
livor, annuncie ou dirija-su a ra da Cadeia de S.
Anlonio sobrado n. 2.
= Precisa-so de um cooto de ris a premio dan-
do-se interesse avultado e por segranos urna heran-
ca quo su dse reoober nesta cidade ; quim este ne-
gocio quizer (azor, annuncie por osla-olha.
=s Furtirai. m dia 25 dooorrento roo de julho ,
da oseada n. 5, no largo do Carmo, urna cabra (bicho),
do cor preta, prenhc, com um mirea smarella bastan-
te pequea no quarto direilo do lado posterior ;
foi vista ser conduxida por as russ do Fogo, Rosario e
Quarteis ; e nio so ignoran lo por ssso onde olla asta-
ja rogi-se de a man lar entregar na sobredita casa ,
que se gratificar.
= Precisa-se saber da morada do Sr. Vicente Jos
da Silva Tasares, que muito se Iho daseja fallar ; na
ruada Apollo, n. 18, ou annuncie, para ser proourado.
= Avisa so as pessoas, quo teem panhore em mi
de Miguel Esteros Alvos, queirio vir resgalal-os no
prazodo 8 dias, cootados desta data do contrario
serio vendidos para pagamento, fioando resp ansaveis
pelo re.to pois que, ba muito lempo, se finalisarioos
prasos dos ditos penbores, o por isso o annuncianle nio
pode esperar por mais lempo.
l)eseja-so fallar os Srs., Joio Jos Pe re ira Bor-
ges, Joaquim Domingos da Cunba, Francisco Correia
de Menezes, Manoel Jos Barbosa Guimariea, e An-
tonio I Jomar Jo Vsz na ra da Cruz, o. 9 : na mes-
ma existo urna carta para o >r. Jos Ferreira de Mal-
tas, vinda da Babia.
Oflercce-se urna mulhcr branca para casa de bo-
mcmsolteiro, a qual sabe cosinbar eengommar : diri-
jaO-se a ra da Senzalla Nova no segundo andar do so-
brado, que tem a veranda do I." andar caiada, nu-
mero 27.
= Procisa-se alugar urna ama do leite, forra ou
escrava sein filbo ; no pateo da Penha, n, 4
= Precisa-so do um mogo Porluguez de idade da
16 a 20 annos quo saiba trabalhar em padaria e to-
mar conta do urna freguezia de vonder pi aqui mes-
mo na praga : as Cinco-Ponas, n. 30.
= Jos Martins Barboza retira-se para o Rio-de-
Janeiro.
= Aluga-se urna cass terrea, na ra da Soledade ,
por commodo preco com duas salas, 0 quarlos, cor-
redor ao ladu cozinba lora quintal murado com ca-
cimba do boa agoa de beber, e um grande quintal cer-
cado : a tratar na ra da Aurora, n. 58.
= Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 65 na
ra Nova caiado e pintado de novo: a tratar com
Antonio Ferreira Lima ou na venda por baizo do
mesmo sobrado.
DENTISTA.
= J. \V. Vervalen cirurgio dentista relira-se
para a Bahia no vapor, que est prximo a chegar do
Norte ; e avisa a todas as pessoas, que precisaren! de
seus serviros, que se acba, at a chegada do dito vapor,
na ra da Cruz n. 3.
= Ha 15dias, poucomais ou menos, no theatro
publico, depois da occasio do concert, que houve,
do Sr. Grosdidier no camarote n. 14 desapparecO-
rio 3 cadeiras americanas deas.-sento de palhinha ;
quem por engao as tiver tirado ou iellas tiver no-
ticias poder dar aviso na ra da Alfandega-Yelha ,
n. 36 que se agradecer.
assn
Allegroi proniiiiciou estas ultimas polavras cora oen-
tci neeimento de que ello nunca era senhor, quando Iho
rinlin memoria a lembran(a de seu filho.
Nio he ente o momento de nos enternecermoa,
pniaeguio elle ngolindo o pranto, isas sins de traba-
lhar, iraballicmiis. Demos costas a piedade, e su nos
Iciiilireiuus da vinganea. Livremos n Sicilia do seu ti-
r.inno, ea V. me. dos seu perseguidores. Exterm-
nenlo at o ultimo o auassinos de nieu filbo-, chorn-
o-liemos ambus, Fabio, quando o huuverrooa vin-
gado.
Proferidaa eta palavrna innntou elle eavallo, e par.
lio depoia de haver dado aa suas inslriicces a Rosario.
Ja u sol apparecia pelos dentado cuines de San-Bonifa-
tu; niuutanlias, collina, templo de Scgesto, anieasna pla-
nicie, tudas as parles desia magnfica paisagem ae lia-
vifio illuminadu urna aps oulra, e oadilflo em onda
ile lu. O conde ia depress; de prompte deaapparece
ana olhos de Fabio, o cm pouco tcnipu cliegou eorlaa
lo Trapani. Cunto elle cnlrava su cidado, Ijuaru delta
-alna a leata da sua tropa. Enconlrar&u-se na ultima punta
levadiza; in.i rrio Irocario nina a palavra nem landa-
co A prudencia ordenara Ibes eslu excessu de resor-
vo; coulu-ciao-so muilo para dcKareni que so aperce-
bcsseni do quo se conhecil. O conde tes somonte
Lanar um muvimeuio de cabe;a iaiperceptivel, quu
qmri.i diser .-
Tudo vai bem, o fugitivo espera-vos na Barbara.
^t'eniiuar-sc-aa;


-m
m
, MCIEIMDE
PHIL-DTIA^ATCA
O priinciro secretario lembra aoj Sara, sociis que
boje lid sessio ordinaria pelai 7 huras da noute.
= Precisa-ee alugar ama casi terrea ou toja de
(obrado as ras das Cruzes, S. Francisco e paleo
do Para izo ; quein livor, annuneio.
Uumercy, Francos, chegado.no ultimo vapor,do
H10 -lo- Janeiro, participa ao publico, que trouce dil-
feranle obra* de brilhsatcs, rubios, e esmeraldas, do
ultimo gasto de Parit: as pefsoas. que quizerem com-
prar, procuren) na raa larga do Rosario, o. 30, por
cima dahotica doSr. Bartbolomeo Francisco de Souza,
primeiro andar.
> A nova Companhia Italiana
avisa ao respeilavel publico que
a terceira representado lyrica
ser quinta (eir 7 do mez de
Agosto. O& pormenores serao
annunciados por cartazes.
Precisa-so de um socio para um estabeleciaiento
bom ; a pessoa, que estiver oestas circumslancias, an-
nuncie.
Pergunta-se ao Sr. Luis Jos de Soua so sua
merc compete receberas dividas do Sr. Maooel An-
tonio Supardo. Um que quer pagar mai nao dua
teut.
*j 0 Sr. Jos Alvc* da Silva queira dirigir-se a ra
do Vigario n. 11, a negocio.
Urna pessoa particular so oflercco para dar almo-
<.o jantar e stia por prego commodo com muito
asseio e prompldio ; quem de seu prestimo se quier
ulilisar, dirija-so a ra do (Queimado o. 32, segun-
do andar.
Compras.
.-= Compra-se um fiteiro em bom estado confor-
me o uso das lojas de charutos ; na ra estreita do lio-
zario loja nova n. 5, delronte do becco da igreja.
ss uxnpro se, para fura da provincia escravos
de 14 a 20 annos, aendo de bonitas figuras pagio-se
bem ; na ra da Cadeia de S. Antonio, sobrado de
uui andar de varanda de pao, n. 20.
= Comprio-se dous escravos um pedreiro e ou-
tro carpina.para umeencommenda do Rio-GranJe-do-
Sul ; sendo bonitas tiguras, pagio-se bem : na ra
do Collegio arma/em n. 19.
= Compra-so urna venda na Boa-Vista, que te
nbecommodos para familia ; dioso boas firmas, ou
desonerad-so de seus credores; quem tiver, annun
ci.
Vendas.
= Vendem-se, na praca da Independencia livra-
ria ns. 6 e 8 os seguintes livrot: Cartas amatorias de
urna Peruviana 1 v.; Henriada de Voltaire, em por-
tugus 2 v.; u.na Pompilio re de Roma 2 v.,
Lunario perfMftM \ 1 v.; Historia do imperador Car
los Magno ; Marilia de Dirceo, 1 v.; Escolha das me-
Ihores novellasex 2 v. ; Cartas de Echo a Narciso ,
1 v. Noute doCastello e us ciumes do Bardo, I v. ;
Historia Romana, 1 v. ; o Dote de Suiaoinba 2 v.
t = Vcndemsu 10 escravos ; urna prela de boa figu-
ra boa engommadeira cose e cozinha ; uina dita
boa vendodeia de fazendas; duas ditas boas quitan-
deiras; urna mulalinba de 18 annos, engomma, cose,
cosinha, e be muito linda mucama ; um escravo de 20
annos, bom carroiro e trabalhador em todo o leivico do
engenuo; um mulatinbo de 18 annos, muito boa fi -
gura para pagem e se afieoya a conducta ; 6 escra -
vos pe;as, do 18 a 25 annos bons para todo o trabalho;
um preto de meia idade por 200 j rs., ptimo para o
servico de urna caa ou botar sentido e irabalhar em
um sitio : na ra do Crespo, n. 10, primeiro andar.
= Vende-se a mais nova e boa farinba de mandirca,
ebegada nltimamente de Ucubact.no Inste .V. HeneJicto
Grande Tundeado confronte a rampa do Sr. Jos Ra-
mos de livcira a 4400 rs. o alqueire da medida ve-
lba e sendo porcao de 50 alqueirea para cima a
4200 rs. ; a tratar na ra da Cadeia de S. Antonio ,
deposito de farinba n. 19.
= Vende-se um sellim para montara de senhora ,
e um palanquim; estes objectos acbao-se em rneio uso:
na ra do Irapicbe o. 32.
s= Vendem-se muito boas bichas chegadas lti-
mamente de Hamburgo as melbores que ba na tr-
ra muito grandes ; e tambem se alugio por prego
commodo, e vio se se epp I car para mais commodida
de doa preteodentes ; na ra estreita do Rosario de-
fronte da ra das Laraogeiras loja de barbeiro
o. 19.
=Vende-se urna escrava do naci, quitandeir, co-
sinba o diario de urna casa e lava de sabio; na ra Di-
reita, n. 18.
=. Continua-se u vender chocolate novo, chegado
ltimamente a 280rs. a libra e em porcio te d>
por menos caf em grio a 140 rs dito moido a 180
rs., cesada nova a 200 rs. espermtcete a 800n. ,
carnauba a 360 rs. manteiga Iranoea superior, a 640
rs., dita ingles* a 960 rs. rap Meuron a 1080 r. ,
dito de Gasse a 1 rs. manteiga de porco a 360 rs. ,
chi hysson a 2240 e 2560 r* dito pcrola a 2400 rs.,
dito uebim a 1600 rs., : no pateo do Carino esquina
da ra da Hortss, lado direilo, n. 2.
aa Vende-se Prosodia latina ; Concordancia da bi-
blia ; Pedro Barbosa tratado sobre o matrimonio ;
i'razios medica1 ; Tractalus de Iroctibus ; Dicciona-
rio geogrepMb eljmologicoe critico por la Marti-
nica* ; Diccionario francas para portuguez ; Pratica
judicial ; Diccionario latino e francei; Breviarios ro-
manos da edicao de Lisboa; Magum Lexicn ; Die
ciooano de Constancio: na ra do Crespo, n. 8
= Vendem-se.no armaseas de Antonio AnoesJaco-
me Pires delronte do caes da aifandega,barris grandes
e pequeos de bom vinbo tinto do Porto, da I' igueira e
de Lisboa.
= Vende-se relrox da Italia, da primeira sorle, e
de todas as cures; na ra do Crespo, as. li.
= ContinuSo-se a vender, pelo paralo preco de 88
rs chapeos do cantor brancos, do ultimo gosto ; as
sim como um completo sortimento, do chapeos doto.
das as quididades do bonitas formas e bom goslo ;
lambem se vende ptimo sortimento de fazendas para o
fabrico dos meamos; tudo por preco mais commodo ,
do que om outia qualquer parte: na praca da Inde-
pendencia, fabrica de chapeos de Joaqun de Olivei-
raMaia, ns. 24e26.
Venlem-se caitas de chi de 13 "libras em
porcoes ea rctalho ; em casa de Malheus Auitin & C,
na ra da Alfaodega Volba. ,
= Vendem-se o alugio-se bichas di* ultimas cha-
gadas de Hamburgo de muito boa quatidade ; tam-
bem vende-se doce de goiaba de muito boa qualida-
de : na ra larga do Rosario, n 52, venda confronte
a igreja que (as esquina para a ra ostreita do Rosa-
rio. ,..'
= Vende se cera amarella ero arrobas ou em li-
bras como convier ao comprador; na ra larga do
Rozarlo venda n. 29.
Charuto regala.
Na ra da Cadeia do Recife, n. 46, ba sempre um
grande sortimento destes sismados charutos; assim co-
mo grsnde sortimento dos melhore vinbo* do Porto ,
muito velhos, Msdeira, Xerry, e ago'ardente de Fran-
ca que teom vindo a este mercado ; a presos razoa-
veis.
=Vende-se um carro de 4 rodas muito commo-
do com os seus perteneos, arreios, e a parelha de
carelios ; vende-se junto, ou separado : narua da Au-
rora, n. 62. #
= Vende se urna casa terrea na ra da Gloria, n.
90 em chaos proprios: a tratar na ra do Crespo ,
d. 10.
a Vendem se dous prtos mocos muito reforja-
dos de bonitas figuras, e proprios para qualquer ser-
vico ; duas pretas de todo o servico ; urna dita engom-
madeira cozinha, faz rendase bicos de todas as lar-
guras ; urna nogrinbade8 annos, muito bonita; urna
bonita escrava de 20 annos para lora da provincia,
ou niesmo para o malto ; urna dita engommadeira e
cozinbeire ; urna dita de lodo o servico por 150/ r. :
na ra larga do Rosario, n. 46, segundo andar.
u Vende-se fumo em fulha de primeira qualide-
de dito de segunda qualidade e milo muito om
conta bem como charutos regala muito boa faren-
daaSiOOrs. a caisinha ; na ra do Codornis ao
Forte-do-Mattos n. 9.
= Vende-se urna escrava de naci de muilo boa
figura com algumas habilidades e be ptima qui-
tandeire sem vicios iiem achaques ; 3 harria de guar-
dar azeite de carrapato por preco muito barato: na
roa de Agoas-Yerdoi, n. 21.
No arma/em de Francisco Dias Ferreira, defron-
te das escadinbas da aifandega vende-se a arroba de
tapioca a 1500 rs., bem como charutos da Babia do
todas as qualidades, e fumo em folba de superior qua-
lidade.
bb Vendem-se queijos londrinos, presuntos ingle-
ses proprios para fiambre, conservas de todas as cua-
lidades frutal em conservas para pastis latas de
hervilhas, sardinhas salmio soupa &c. cham-
pagne de superior qualidade vinbo do Porto, Ma-
dcira-sccca Xerry Constancia e outros de difiran-
les, qualidades passas miudas para podios, ago'ar-
d'o'nto'de Franca rum de Jameiga genebra de llol-
landa licores de varias qualidades tintas de todas as
cores, oleo delinhaca charutos de regala e Man
Iba mullios para carne e peno de diflerentes quali-
dades cabos de linbo lonas brins, moilos, pss ,
&c. corveja branca e prela chi hysson e preto mui-
to superior, caixas corn seidlilz vidros cora mustir-
da e outros muitos objectos, ludo de muito boa
qualidade ; na ra do Trapiche armaiem n. 44.
= Vende se um escravo peca de boa figura sa-
dio sem vicios be muilo gil no servico e cozinha
o ordinario de urna casa; na ra da Cruz, n. 5, segun-
do andar.
Vende-se um casal de escravos, com urna cria
femea de 8 annos, o negro ganha na ra, a negra co-
zinha o disrio de urna casa, engomma liso, cose bem,
borda e faz lavarinto, e a cria tem principios de costu-
ra : na ra de Senzalla-Velba n."142, segundo andar
Vende-sc una venda em muito boa ra a qual
vende muito para torra (em bons commodos para fa-
milia e cacimba : a tratar nss Cioco-Pontas, n. 4.
= Em casa de Adamson llowe & Companhia na
ra da Alfandrga-Velha, n. 42, vende-se cerveja pre-
la engarrafada da melhor qualidado que se podo
encontrar nesta praga, do celebre autor Guinness do
Dublin em barricas de 4 duzias, por preco commo-
do ; assim como cbampagno, tambem da mclbor
qualidade e por preco commodo.
= Vendem-se 15UO volumesdo livros em francez
inglez e italiano tratando de moral, astronoma, ina-
tbomalica, cbimicu, pbysica medicina pharmacia ,
e economa domestica &c. ; 2 garrafesde vidro com
capacidade do 7 caadas cada um ; 20 garraloei de
barro com a mesma capacidade que pdem servir pa-
ra manufacturar vinbo de caj ; um bomba de lati
dous canudos que eleva agoa a altura de um terceiro
ou quarto andar ; ludo por preco commodo : na ra
Formosa da Boa-Vista casa terrea confronte ao nu-
mero 3.
= Vende se a venda da ra da Cadeia do Recife
n. 1, que foi de Francisco Jos Alves Pilomba : a tra-
tar na mesma' venda, com Jos Goncalves Torres.
= Vende se urna canoaaberl que pega em800a
1000 lijlos, por preco commodo; na ra da i>en-
salla-Velha n. 106.
= Vende-se fiado com bom praio o resto das
fazendas, que esistem na loja da ra do Quei-
mado n. 43; assim como tambem se cede a loja: a
tratar na mesma loja.
= Vende-se um terreno com 40 palmos de frente,
com alicerce para se edificar ; um oitSo ji prompto e
caes de pedra no fundo sito na roa da Praa da ribei-
ra ; a tratar na ra da Peoha u. 5.
da ra de S. Bento casa do fallecido Jos Miguel.
= Vende-se urna preta de naci de elegante fi-
gura propria pareo servico de agricultura, por Ira-
balhar bem de enzade, por ter tldo muilo oso e mes-
mo para ganhar na ra, por ser corpolenta e be mui-
to boa tiradeira de marisco de toda a qualidade; no
Recife, roe de Apollo, sobradinho de um andar de
aranda de peo defroote do armaietn n. 34, das'10
Veadem-ie vsrios passaros, como bicudos, pa-
lativas, curiji, e outras muitas qualidades; em Olin-
hor. sda mantiia as 4 da tardo dos dias utes.
= Vende-se potassa russiana, nova e superior e
cal virgem em pedra de Lisboa ; na ra de Apollo,
o. 18.
Pap imperial.
Esterap,imitando ao prineeza de Lisboa, vende-se
em libras meias ditai e oitavas, na seguintes lojas dos
Srs. : Francisco Joaquim Duarle, ra do Cabugi;
Gomes & Carvalho e ne escadinha ruado Crespo;
Victorino do Castro Mouro ra do Qutrteie ; Mcne-
re Jnior. ra do Collegio; Ferreira & Ovcira ,
pracinha do Livramento ; Joio Jos de Fsria, ra No-
va ; Tbomaz Estima e Caetano, Atierro da Boa-Vista;
Guedes& Mello ra da Cadeia do Recile : preco 2*
rs. a libre e 30 rs a oitava.
MU 1NTERESSANTE AVISO
Principalmente a clatte da Sr. lavradotii.
= Vende-se na loja de J. Cerdoso Ayres, ra da
Cadeia do Recife urna obra publicada no Rio-de-Ja-
ueiro em 18 i3, intitulada Dicoiouario de medi-
cina popular em que se descrevem, em lingoegem
eccommodida a inlelligencia dai pesioss estranhai t er-
te de curtr os signaes, as causas, 0 tratamentos de
todes e molestia*, tanto da que accommetlem os
preto como da que affectio ao brancos, os soc-
oorros, que se devem prestar no accidente graves, e
sbitos, como ao a Togados os pbyiiado* fulmina-
dos-do raio &c.; o meio de deicohrir a falsilicacao do
vinbo e dos elimeotos e preparecko dos remedios ca-
seiros, as plantas uteis, e venenosa, &c. ; pelo dou-
tor Cberuoviz : dous volumes em quarto, contando
950pagina: prego 10# r*. embrochurt, el2?r.,
eneadernado.
= Vendem-se charutos regala regalo e primorea,
do mei* escellente fumo, iguel eoe de Revene, em
cims de cem na ra da Cruz, no Recife, n. 26, pri-
meiro andar.
ea Vendem-ie dous escravo; urna preta e um mo-
leque aquella de 16 aono muito habilidosa em cos-
tara e pare todo o servico de urna casa ; ambos de
muito bonitas figuras sem vicio nem achaques: n*
ra daCadeie de S. Antonio, n. 25 por cima da lo-
ja de chapeos.
Vende-se sal de Lisboa a 1440 r. o alqueire,
da medida velba arroz do caica muito novo a 5/re.
dito urna porcio de garralas vasias por prego com-
modo ; na ra da Praa venda no becco do Carioca
= Continua-so a vender e egoa de lingir os cabil-
los e suisiss; na ra do Queimado, ni. 31 e 33. 0
methodo de applicar acompanba os vidros.
Atlencu !
Vende-se panno de lioho portuguez sem mis-
tura algume peca de 15 vera, a 520 rs. a vara, pan-
no azul fino a 1/, 2400 e 3600 rs, dito preto superior
a 3600 rs. o covado, merino de urna largura a 1006
rs. o covado sarja de dues largura, de algodio com
lustro, propria pare forro de chapeos, a 240 ra. o co-
vado brins pardos de iinho a 400 e 640 ri. vara ,
dito branco 480 e 720 rs. e vara chales de chita a
480 rs., e escuros a 500 r., brin de quadroa do me-
lhor gosto para calcas a 240 e 480 rs., leneot de seda
a Ige 16110 rs. ditos de algodio a 1G0 e 400 rs ,tar-
latana ai mais modernas a 4600 rs o corle do 7 vera,
algodio americano de lslras trancada, em pegas a 220
r. b e e retalho 240 rs. o covado chila a 140 rs
o covado fazenda muito forte para escravos algodio
cr trancado a 220 rs. a jarda lenco de grvala
modernos a 400 rs. caoa de quadros a 3/ rs. a peca
de 10 jardss, bretanba a 1600 o 4200 r. a peca, di-
ta de linbo de 6 vara a 4500 rs. sendo muilo fina ,
madapolio muito fino a 2800 e 5000 r., chita finas
a 160, 200 e 240 rs. escuras camhraia lisa fina de
vara de largure com 8 jarda por 5600 n. e outras
muitas fazendas por barato preco ; no Atierro da Boa-
Vista, n. 14.
= Fugio, no da 29 de julbo urna preta de nome
Gervasis.de nacao Calabar cor preta ebeiadocor-
po ; lovou um vestido de rscado romo, panno da Cot-
ia azul e urna loalha de algodio : quem a pegar, le-
ve a ra da Anumpcio n. 60.
= Vendem-se superiores casimira frsncezas de lis-
tras, decores e padroes modernossja 1600 rs o covado;
superiores meias cruss para homem, a 2,800 e4,00G
r>. a duzia ; cortes de fioissimos riicadus de qusdros, do
ultimo gosto para vestidos, a 4,000 rs ; cortes de fins-
simas cassa-chitas, a 2,400 rs. ; ditos de quadros, e
lslras decores, muilo modernas, a 4,000 rs. ; cm-
bralas de listra de cores, de bonitos gostos, a 4,000
e 4,500 rs. o corle; lengos de cassa-ebita para grvala,
a ."oo ra. ; madapolio enlestado, muito fino, a 7,600
rs. ; madreite fino, a 5,400 n. ; cana lisa fina, a 400
rs. a vara ; pecas de bretanba de rolo, pelo barato
preco de 1,600 rs.; cambraia lisa fina, a 4,500 rs. ;
meias muito finas para bomem e senhora, e outras mui-
to* fazendas, por baratos preco*: na ra do Crespo, n
8, loja de Campos & Maya.
= Vende-se um casal de escravos, muito bons para
lodo o servico de campo : narua Velba, o. 115.
= Vendem-se dua eteravas de nagio de 24 an-
nos de bonitas figuras, engommio, cozinhio e la-
vio de sabio ; urna linda parda de 20 annos engom-
ma, cose, cozinha e lava de sabio; urna cabrinba de
13 ennos cose, engomma, cozinbi e faz renda ; urna
nejrinba crioula de 7 anos; duas escravas de naci,
mocas, para todo o servico; um mulatinbo de 16
annos de bonita figura com principio* de ofCoio de
pedreiro e he ptimo psgem ; dou< moloques de 14
enoos ; dous moleeoles de 18 proprios para todo
servigo ; um escrevo de naci, pega ptimo pera
earregar palanquim: n ra da* Cruse, n. 22, segun-
do andar.
Vendem se oculos de ennecio de dous c 4 vi-
dros, blancos e de cores pare todas a* idade che-
gados prosimsmenlo por prego commodo; na ru lar-
ga do Rozario loja de miudezes o. 35.
Vende-se urna casa terrea em cblus proprios
lita na ra Velba, n. 62 com quintal e cacimba :
Iratar na ra do Raogel, n. 4-
Vende-se urna venda com poneos fundos, oo
Maoguinho, n. 37.
Vende-se um par de rodea grande* propria* pa-
ra engenho paraconduegiodecaonas; noPorto-det-
Cenaa, no Recife, o. 34.
Vendem-se obre de ouro e p'rata de diversos
moldes para ambos o sesos, de bom gosto e moder-
nas eora e resplandores para imagens ; e todas es
qualidades de efleilo de taberna mullo em cont el
pertencesetrmetlopara mesma ; umaeaiza de m-
sica toalhas de4jyjigai nova* : na Cinco-Pon.
Vende-se urna moia-commoda e um balcao ; m
ra do Livran enlo, n. 21
Chrtstophers & onSB?Mj*jia rita
do Trapiche da aifandega vclha, casaH.
io, lean para vender cerveja em ^rricas,
vinda de Londres, vinlios do l'rlo, Te-
nerife, e outros autores, ago'ardente tt
Franca, tanto em cascos como em garra-
fas, tudo das melhores qualidades que
yera esta provincia, e tudo proprio
para as pessoas de bom gosto.'
Vende-se urna balanca de metal
com pesos proprios parablica; na roa
da Aifandega velha n. 36.
-7- Vende-se farelo, pelo mdico pre-
co de 4,00 e 2s5Go rs. ; na ruada
Senzalla-Velha n. i38.
Escravos Fgidos
==Ante-bontera dessppareceo.de 1 siliojna ftsisjdilea,
om mulalieho bastante claro que represente Ur 14
annos; levou camisa branca caifa* de genga azul,
chapeo de earnaba;pre*ume-*e que esteja aqu mesmo
ne prega seduzido por algum Sertanejo do Aiacaiy,
donde o mulatinbo era: roga-ie a pessoa, que o pegar,
de levar a ra Nova loja de ferregens n. 37, que sera
bem recompenied. _
lOOfOOO r. de gratificacio
a quem pegar, ou der noticias do um mole jue de no-
mo Joio, de Angora, de idade de 12 annos seceo
docorpo, com urna malba entre os olbos, de umi
enpinge que leve, e com sarninhas pelo rosto pe
speros, esusado de calor de (gado ; iieepparecido no
diavnte e nove do pedido mez pele* 7 horas da nou-
te ; deseonfia-se que fosse seduzido por jiguem em
consequencia de nio estar acostumado a ndar pelas
raes; por isso roga-se sos Sri. negociante de esers-
voe, que, no ceio de Ihes ter oflerecido dito moleque ,
apprehenda-no; e o mesmo roge-se a*autoridades po-'
licaee; assim como que peiticipem na ru do Collegio,
n. 12 vende de Sebastiao Jos Gome* Pt,na.
= Deeeppareceo, no da 27 do pasiedo julbo, um
cabrinba de nomo Jeronyroo de idade de 10 para 11
annos he um pouco acanhado no creseimenlo, cabe-
ca redonda olbos mui vivo*; foi vestido com camisae
ceroulas de algodioziobo da Ierre ; soppde-ee ter sido
seducido por alguma pessoa ; pois que be nascido oo
mallo e ha doui meze* apenas, que reside na prega:
quem o pegar, leve e cesa de sua scnbora, em Olinda;
ra do Amparo n. 67, que sera bem recompen-
sado.
Ha 15 das pouco maii ou menos, fugio do en-
genho Trapiche, no Cabo urna eeoreva crioula, da
nome Joaquina que representa ter 30 annos, alta,
magre um pouco fula bocea e olhoi grande, mui-
to regriita e foi bocaleire quando era escrava de Pris-
co da Fonieca Coutinbo que e vendeo eo Bario di
Boe-Viste : quem e peger, leve eo referido engenbo,
ou a ra do Queimado sobrado 3 andar* o. 46, quo
er generosemento recompensado.
= 601000 rs a quem cntiegar um bolieiro, cabra,
escravo do capitio Jacinto Marcal Loiete. do Itio-de-
Jeneiro de casada quem fugio em 1839 e consti
existir nesta praca a titulo de forro ; foi visto no bair-
roda Roa-Vista pelos criados ou escravos do Eim.
Sr. Vlaciel Montero : tem a cara redonda os denles
da frente elgume cousa limados falla descangada, e
ajunta espuma nos canto* da bocea quando falla ; pi
chato* ; tem um sigoal no rosto de uns couces de ea-
vsllo que mal 10 conheco : levem a ra Imperial, a.
67, primeiro andar.
= Fugio a preta Roza, de Angola altura ordina-
ria um pouco vergade, de 40anms de idade, pouco
mais ou meos ji tem alguos cabellos brancos,
alguma cousa lula nariz bstanlo grosso, falla bem
portuguez, o dedo mnimo de mi direta tem uma .
grossura que parece inchacio; desappareceo na nou-
te de 6 do p p. com 1 vestido novo de chita amarelli
de quadro e avente) de chile azul.e le\ou maia um ves-
tido do picote ou chila azul encoi pada : quem a pa-
gar, leve e praca da Independencia livreri* ni. 6 eo,
ou no litio da Cepeda do Rozarinho que seri gene-
rosamente gratificado.
= Fugio, nodia 1.3 de julbo uma preta de nomo
Catbarina de agio Costa, lendo o talho* do rosto
pouco saliente* ps cambados os dedos grandes ds
mo esquerde e opologar da direta, ambo incba-
do, um pequeo hunco em uma dai pas que pa-
rece ter sido de algum earoco de chumbo ; levou ves-
tido de chita : quero e pegar, leve e ra dai Trincbei-
ree, n 10, que seri recompensado.
= Na madrugada do da 31 de julho, fugiro da
bordo do patacho Guapo doui cnvoi merinberos,
pertencentes eo Sr. Poifino Ferreire Nunes do ^Rio-
de-Janeiro ; setdo um de nome Jos, de naci bita*,
alto, gordo cara comprida, bocea e ps grendes, bei-
goegroieos pouce betba, iJade de 28 anno; o ou-
tro de nome Arcenio de naci Angola baso ,
bonita figura ps grandes sem berbe de idade
20 anno*: os quae levario toda a roupa que linbio
bordo ; bem como,em dinbeiro de cdulas 120^ rs. 4
capillo ; reeommeode-se e captura doi meioio*, *'"
to de que quem os appiehcndcr se gratificara genoro-
simenle o* ra da Cadeia n. 45 casa oe Amoriffl
Irmloi. .
= Deiippareceo. no die 27 de julho um prelo
nome Feliz que reprsenla ler 25 annos, pouco man
ou menos cor preta bazo, reforeado do corpo. ue'-
gosgrossos, lallagrossa, ; foi visto na Cinco-Pont
e ribeire l levou caigas azuesde algodiozieho tranca-
do : rog* *e por muito favor as pessoas, que o conbe-
ceretn de o mindarem pegir e conduzil o 1 casi *
Rotes Brega di CompanbU, largo do Corpo Santo "
17, que eerio recompeniadee.
da
da
peni, j NA TYP- DE
! M F DEFAMA----- H,5.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EV3ZLWEKK_AW5P10 INGEST_TIME 2013-04-13T01:16:26Z PACKAGE AA00011611_05828
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES