Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05826


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Full Text
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iHO DE 1*38. TIJRC\ FEIiU
.-:.
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<*
.
87 DE FEVEREMO. N. A
PF.KN. mTYP. ii M. F or VARIA.
I sus.
I, i ,8 DA SKM.sN*
, Segunda -. Trcate tro. Aadiencla (lo Jllis
de tarde scs da T. P.
Tcr$a 8. Leandro ir. Re. dem.eaud.do
.1. dos Or', di tardo.
Unmta de Covafj-jum atoa Pascoa, excepto os
..,1:. ,1V, Proc.dc lar. do.terc.de s, Francisco
vio ha despaxo. .
. ,|, Marco lomw s- aadrtao M. Abertura da a.
L. i'. V"i" ha desp.
Sxl s mplicio M- Sessao da Thesouraria
, ... ,: '. dos orf .!< tarde.
viIihiI-.s. Hermeterio *. Rajac. demanh. etad.
jo V. G. cm Olinda de tard. ftuat. cresc. as 3
|10, e :>t <<>:"- ,l;i man" .
l Domingo l. da Quaresma. 8:Casimiro riel
nare'cheiapara odia 27 de Fevereiro
a- 7 horas e '-' m. da m -8 h. ( m. .la tard.
PERNAMBDCO.
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 9.1 do Fevereiro.
i838.
0(Tico Ao Commindante das Armas,
para ordenar que guarda collocada 00
Arsenal de Manaba das uoe huras da
noiteetn diaote em que sodeve feixar o
respectivo Por-ta 6que isenla das rondas
de ve-ite qn os oloiaes costuraaS User,
fi ando a OBesma guar.ia inleii airante su-
gaita aoluratctoi d'quelle Arsenal que
asaai o requ sita o boiu do Publico Se
CO.
Dito Ao Inspector do Arsenal de
Idarinha commuuicando-lbe o contoado
rio pi acdente l!ii .
! >ito A.> Commandante das Armas,
pira fa.-er eogajar para o Corpo destacad?
nados, ou tres Cornetos, irae requisi-
tou ero seu cf&cio de 2o do correte.
Dito Ao mesara, cnvi.n.lo llie urna
copia da Pmvisao do Conseliio Supremo
Militar de 8 da Janeiro uo crreme a nao
sobie os ve ici ment* do Sugenio RUlor-
I ruado Manoel Gomes Ferena, e do
Guarda Nacional Antonio Fenoira da
I Silva.
Igoal reniroessa se fez ao Inspector
da Thesouraria.
Dito Ao Iuspector Geral das Obras
Pubica, pata mandar aprontar novas
grades para o Callahouco do Hospital Re-
^irarulal a fim de substituir as grades
vcias que ali existe, tn visto oferecerum
nelo 6au estado de ruma seguranza algu-
na, enmo representou o Commandaule
das Armas,
Dito Ao Comraandente das Armas
commmiirando-lnw ordoin exegid* pe-
al precedente ofi i .
Portara -- Ao Director do Arsenal de
Guerra, para entregar nu Gu rda Nati-
onal Sebaatito Biserm, as tres algemas e
cedeados, qoa por Poriria de a7 de Ja-
ii'0 des le nuno se maudaiiu foi necer ao
I'i afeito da Comarca de S^nto Aniso.
.'OMMANDO DAS AUHAS.
Expediente do dia i2 do Favertiro de
Officio Ao E-cm. Presidente, Bigni-
-icandolbe om i esposta ao seu cilicio de
K mtirn que a rercessa do ru.'ppa das For-
Ulesta,eiofuimacio azigida pola Preai-
eooia em 4 Uefcembro oUimo, linha
iaidoftita ue4 u iolaiO8or ere o do
Tudo acora depende de nos mesmoa da no-a
prudencia, moderacSo, e energa contineemoa
como |rrinctpiamos._ < seremos apontadoa com admi-
acio erntre ew Niiqocs mala en tas.
Proclamado d'Aawmbfea C.cral do nrasil.
Subscreve*8 a I.OOO reismonraes pairos adiantados
mi'-i.i Tipografa, ra das Cruses o. 'J. e na Praca
da independencia I). 37 e 88, ond ae recflwin cr<
respondenciaa legalisadas, e annunciog i nserindo-se
estes gratis sendo dos proprioa assignantea, e mido
assignados.
CAMBIOS.
Fevereiro 2(>.
,l.
.Vonn
l^Ondrf 82 l|2 D. Si. poi 1,000
[isboatf5 poro|o premio, por mu
Pranca 818 a'SJO Uk. por franco
llio ile Jan. 'i p.c- de dse.
Moedas de 6.400 13,000 i velhas, oras 13.4oo
4.000 7Ho 7 500
Pezo Colunare 5,565 a 1570
ditto Mexicano ,50On 1565
PatacSes Brasilekoa i ,565 a 1570
Premio das lettras, por mas i| por o[0
Oolire a par das .v-ilulag
PAKT1DA DOS CORKRI08.
Olimla _Tudos o das o mein di.
Gouti, All. in.ira. Paraiba, Villa do Conde, Ma-
maaguapa, filar. Real de S. Joao. lirejo d'Area
ilainha, Pomli&l, Nova de Soasa, Cidada dn Nati
iMas ile Goiannrnha, e Nova da Pnneea, Cidada
'* fortalece. Villas do Aquiris, Monte mor noto
tracatr Cascarel, Canind, iiiaiijs, Imprratrix
> Beraardo, S. Joio do Principe, Sobral, Novada
"tille*, leo, S". Malheus, Ueachodosangne, S
tntonio do Jardiin. Queseramnbim. a Parnali'ba
"Segundase Sextas talras ao mei dia por vi da
Parailia. Santo Ailo Todas as quintas feirasao
neio da. Qaranliuns, e llonitonoa din l" a ii
le rada mea ao mato di. Vnica no di 17 d
:da mes ao meio da* Cabo.Serinhaem, Rio Vnr-
iii no, e Porto ("alto noa das t. II, a 81 de id
mi. ___.____.______
mosmoroez, e qne do mesmo mappa, o
ollioio que asmaos de 5. Ex. ell* bavia
pastado i achtria os precisos osclareci-
meritos sobre un tal objeto.
Dito Ao Dirtctor do Arsenal de
Guerra, disendo-lhe, ern virtud'? das or-
dena 'loe C.'b iva de receber do Exm. Si".
Picsidente Ci.muiunicadus em officio de
i d"storaez, bouvos^e de enviar con ur-
l>>ncia a Secretaria Militar, as plaotas,
a orQameatos daa obras Militares a cargo
de sua Repartigio, q.io se deviij comecar
insta Provincia; assioi como as hOmnns
qae tinho inda de di.-ptnJer-se con a
eooclaafo das ja ptincipiadas, declarando
quaei ellas aejio, e o estado em que sea-
chao.
Dto Ao Major Felippe Dmrte Pa-
reir ordenando llie que alern dos es-
clareciment( s que em offi.-io de i3 do
crrante llie hava pedido a cerca da obra
do Ilospit.-l R.gimeiital devia juntara
planta, eorcametito da masma obra.
Dito -- A< Inspector do Thesouro,
renietundo-lhe a corita legasada da ira
portanca dos medicamentos qiia compo-
erio a ambulancia que acompanliou ao
Corpo Policial eri sna marcha a> Bonito,
a fim drt quo S. S. segando as ordens do
Exm. Senfaor Presidenta, coiarnunicadas
rm cfficio de 5 deate mez, houvesse com
U'gencia dea mandar s.iptisfaser ao Bo-
ticario J. L. I. Pogjje, eCsrre,;ado da
promt tificaclo da mcama ambulanra.
Diio A> Comuiaudinta uterino do
Corpo Destacado, dizendo-llie etn res pos-
ta ao scu officio do boje q'ia as praca
do mesrao Corpo s tinbio pela Lei de
ii' Ag-i.-to de i83i, e posteriores di-
reito aos sidos, Etapes e fardament-s
conco idos a tropa de primen a Linh ,
mas nao a gratili^aco equ vaK-nte a mo-
t -.a do sold, que {, concedida sos
psizanos que voluntariamente se quisas
>em prestar ao ser vico do Ex-icito ; por-
isso que os co pos di Guardi Nicional
destacados eio prehancbiilus com Pra-
i; 's tiradas da mesrna Guarda cem pro
1 reooia dasqjepaia este servido se pres-
ta-spm x) r:taneamenle.
Dito Ao Ci.rumaiidante interino do
qua.lo Corpo de Artilberia, rn.'ndjn 'o
ijue suboi^lisse s ordem anteriormente da-
da a cerca do impedido do Capitio Ari
tonio Gomes Lisl no obtute asra-
s6es que p.nderava fui seu cilicio de ho-
. /
Portaiia D (icario J. L. I. Poggo pela boa vonude
cm que se boa va ao desempenho da
Commiaso de quo fora ircimbido, pre-
paraode a ambulaucia que acompAnhou
ao corpo Policial em t>ua marcha iiara o
i ;iiu, da molhor forruae to wuot es-
paco dbUmpo possivel.
Dita Ao Major Command-nte do
Deposito, mandando dar detnieafo ao re-
Oiuta Tlieotonio Freir de Andrade, qoe
com o oo.'ii*-' de Antonio Viniente do I'i-
gueredo se *ch*vi om pracs, por st>
ter v> rifiesdo ser op'Oprio, e nico fi-
Iho da Viuv Anna Mara do Jeaus.
Dita Ao mesmo, raand.-nlo dar de-
mica a Amonio Bernan-'o 'le Sooza, por
s..r escravo de Fs'evio Paes Barretto,
entiegand i-o a seu lenhor.
Dito Ao mesmo, mandando dar de-
m;co ao recruta Joe Francisco, pot ser
Blho nico 'le pa's idosos, e o arrimo dos
tiejmo G de suas irmans solteiras.
niVKRSAS RKPARTIQOKNS.
THESOURARIA PA PROVINCIA.
EDITA ES.
O I'lm; Snr. Inspector da Thesoura-
ria 'le Fasenda ra Provincia m*oda la er
p.blico que bao de arrematar pian-
te a nesma Tbrsciuraria nos das io i i ,
e i2 d'AI i il proxim j futuro as Rondas
seguiutea :
l.1 Imposto de 2$ reis por cabeca da
gado varura que for consumido.
2. Diio ne ao por cenlo a'agoardeote
do ootisiiroc.
3. Taxa dis pasiageos dos Rios nos
Municipios do eife e O'inda.
4 D simo do Capiro de nUnta das ditos
Municipios do Re ile e Olinda.
5. lo do Gajo va.urn e cavallar.
A irretnatacaS de cada urna das dit.'s
Rends ser feita poc lempo de un armo
contado do i. da Jolho de i838 a 3o de
Junho de839 e dividida seguudo os di-
ver- s M/i'iii ip03 da Provincia sendo a
ultima a,\ apparigafi do Gado nascido no
corrente aun fmanceiro de i837 s 1838.
E para imi-tr te mandou afiar o
prese: te a publica lo pelo l'relo.
Coiadoria Provincial de Pernembuoo
2i/de Fevereiio do i838.
O Contador.
/ Joao Baptista Per eir Lobo Jnior.
Ji aS Coelho de Caivalho; Presidente
do troco da rancia de cobre fa* pub'i-
co a Pot taris do theor segrate :
O Sor. Hre-idente do troco da mne-U
de cobre ficandj na inte lig> ncia da <;ue
no ultimo do crranla mes finda era
c nfiitn.idsde da Lei o troco <'a moeda
.le cobre por N.tas e deslas pela me mi
mae-.ucomi j :' annanoiaaopoi ca-tai
rje :>:\ d. D.jerubro proino passaIo ,
ter igualmente em vista que ale' esse dtt
devo effaitini-se quinto for possivel o
troco c'e todas as qumiiss que se ollere-
rem eque por tanto, se nao houver
moeda puncada sullicieiile para salislaser
sos portadores potle da'-lties, cautellaa
pan seren depois resgatadas pela ord ni
itas datase DttnieracaS com q' lora6 pas-
Sadas.
Tbesooraria da Fosenda de Pernambtt-
co 23 de Favereiio de i838. Joao Gou-
calv s da S Iva. Pru\\\.buco i'i de t*'e-
vsretro d" i838,
Jja l'oelbo de Carvaho.
Prabi dente.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.-
A pauta he a mesma do n. 26.
GORREIO.
O Br;gue Rom Jezus de q' CapitaS ,
Jo5 Rodrigues Amaro sai para o Rio da
Janeiro no dia 4 de Marco.
O Brigue Lea Segundo do qu-l h*
Commandanta Antonio Gomes de P iva
aai para S. Miguel no dia 8 da Marco.
A Sunuca ConcaicaO Flor do Mar do
qosl ha CapitaO Joqoin Jo-e Silveiras pira o Aric.ny no da 8 de Marco.
OBRAS PUBLICAS.
Na silla d'AdmimMraca Fiscal das 0-
bras Publicas SO hde vender em hasta
publica, a quero mas dar, 12 bois uiau-
sosdeesrro, muito bons ; os'quaes e-
xistem na Coxis do C-tpo Policial pa-
ra quera os pretender compir bir ali
vellos: os dia 1,3, e 5, de Marco
prximo vmdocro aa6 os dial apra>adoi
para a dita anematacao : quem os quiser
comprar, a.lwrsebana sobreuil. aal
ahys domiio dia p*r* lsncr.r.
Amaro Francisoode Moura.
AdmiuUtrador Fiscal.
PBEfElTURA.
Paite do dia 24 de Fevereiro t838.
II!m.eRxm.Sr.-l,'r'l"i'oa V- E
que -iver. o divido destino OS ladivido-
os, que bootm fors.8 p'wos a mmha or.
dam e'consta das partes boje recebida
D'sta Secretaria > os quaes l* o segura-
vIPLAR ENCONTRADO


^.:fi
f
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nunt | U I I A M I c o!
las ; Manoel Pedro do Nascmen'o setni
hunco, pelo Sub Preleto da Freguesis
do Recife por haver ferido com Din ca
nivele a UisaU Maria do lug da AHandega das Faseodas ; Jo e M-ria
de Sousa brinco j Fran< sea Mara ,
parda eTito, preto escravo de Joa-
quina Hers, pela i. patrulha do distrioto
do Corpo Santo este por 1er sido encon-
trado a maia noite a aquellas por br>ga ;
Franci-co Antonio do Nasciment pre-
to Luis de Franca do O' pardo escaro,
e Francisco tmbem preto escravo de
Joaquim Andre', pelo Sob Prrfeito da
Freguesis de Santo Antoni e ta por ter
nido encontrado a meia noite no lugar do
Carm ?elbo o 2. por ser fgido da
calceta eo i. por ter furtado a Fran-
cisco de Barros Ferreira no lugar da La-
deira grande de Santo Ant.- 3 escravos ,
dos quaes uro se acbavaja a borda de ama
Sumaca, para ser Tendido; Joaquim,
Paulo Diogo tarobem pelos e ev-
rraTos este de Manoel Z fuino o 2.
de Antonio Carnero Maxadn Rios e o
i. o de Maria Felicianos pelo Sub Pre-
feito da Freguesia da Boa-vista, por os ter
encontrado cm urna palboca no logar da
Estancia pelas n horas da noil a joga-
rern cora grandes alaridos ; o Candido
Antonio do Ca mo pardo, pela i, p trulfn do districto da Praca da mesma
Fregnesia por suspeita d str desertor da
Marinba e andar tarde.
E' o que consta das partes hoje recebi-
das n'esla Secretaria.
Dos Guarde a V. Esa. Prefeilnra da
Comarca do Recife -J^ de Ferereiro de
l838. Illm. Exal. Sor. Francisco do
Reg Barros, Presidente da Provincia.
Francisco Aotooio de Sa' Brrelo, Pre-
feito da Cornaca.
CAfcHRA MUNICIPAL DA CIDADE
DO RECIFE.
Sessi de aO de Dosemb.o de i837.
Presidencia do Sor. Silva.
Comparecers os Snrs. Pessoa Sonsa,
Cbaves e Douctor Paes d'Andiade ; fI-
tando com causa os mais Sm>.
Abci a a SessaS e lid* a Acta da ante-
cedente fui approvada.
O Secretario menciooou os seguiotes
silicios.
UradoExm. Snr. Presidente da Pro-
vincia declarando que a ElleicaS, que se
mandou proceder de a Deputados que
prehenseraS os lugireB que na respecti-
va Cmara deixra vagos oa Exm*. Snrs.
Antonio Perigrino Maciel Monteiroe Se-
basliaS do Reg Barros, deve ser feita pe-
loa Eleictores da 4. Legislatura para
qual ha via sido eleitos os referidos Srs.
inteirada.
Outrodo roesrao Exm. Presidente exi-
gin lo, que esta Caara informe *< a re-
metteo a Imperial preconoa a lista da apu-
rado geral dos votos para a Eleica d<>
Senedor, que deva substituir o lugar q*
deixou vago o fallecido Doutor Jos Joa-
quim de Garvalho : iuterad*.
Outio do mesmo Exm. Presidente de-
clarando que mo obstaote ter ja esta
Cmara como informa era seo olli i;> de
18 do correte, feto subir a Imperial Pre-
zenca a Lista trplice da Eleica do Sena-
dor que deve substituir o Gnado Doutr
Josa Joaquim de Ca valbo cumpria q'
remetesse a aquella Secietaria huma se-
gunda via da mencionada Lista trplice ,
a fim de ser por iuteno'dio da Presiden-
cia enviada so Governo Imperial com to-
da a brefade : resol veo a Cmara que
ge remettesse urna segunda via da Lista ti i -
plice pela maneira que determinan as
respectiva* Instraceoens por intermedio
do Eim. Presidente.
Outrodo nmmo E*m. Pree lente par-
tacipando que laseuJo-se in dispensa vel,
entrar no .-,onhecim*rilo das necessidade<
mais urgentes de lodos os Municipios da
Provincia, e,fira de poder cipo-las a
Aasemblea L giilatira Provincial; e lee
>!!si o coavcMieuic protpto '-m" lo
determinara a eila Cmara que OOQJ a
poesivol bravidade rame'e-se a Secretaria
urna exposioaS circunstanciada cobre o
eatado e necessidade d este Municipio :
a Cmara ficande inteirada re>o'veo q*
fosse a Commis-iaS dos Snrs. Doutores
Piretti, e Paes d'Aodrade para indica-
re m os raeios pelos -quaes se devem dar
oe selareoimentos exigidos pelo Gover-
no.
Outro do Tente Coronal do Corpo
d'Engenheiros partecipando na5 e po-
der conformar com a opiniaS desta Cma-
ra Iransmeltida emoifioiode 7 de De-
zembro p. p. a respeito da largura que
les* ter a entrada qoe ha de substituir a
do Chora Menino, a tra*essando o sitio
de D. Francisca Maria da Silva por isi" q'
a Loi Provincial de to de Juuho de 1835
diznoaitigo i. que os estradas Prorin-
ciaes naS tera5 menos de 4o palmos de lei-
to, e a Portara do Governo Provincial
de 26 de Outubro do anoop. p. recom-
menda a execuca dessa Lei, quando a
opiniad desta Cmara, a ser seguida, ar-
risca-rue infiingi-la se por ventura a
estrada do Mondego tiver menos largura
addiado.
Outro do Snr. Venador Barros parte-
cipando que tendo de sabir para o cam
po a tractar de -u> saude naS pode com
parecer as Sessoens desta Cmara. Igual-
mente remettia os papis qoe se achavao
a 6oo cargo como Membro dasCommis-
soens deque eslava encarregado: a C-
mara ficou inteirada e resolvao que o
Snr. Veriador Cbaves subslituisse aoSnr.
Veriador Barros as Commissoens de que
estaba encarregado..
Oatro do Fiscal deste Bairro partici-
pando haver intimado aos proprietarios
do terreno m frente da Ribeira do Pe-
as que na5 prossegoissem mais no at-
terro e mais beneBcios qne a>tav5 fa-
zendo no mesmo terreno : resolveo a
Cmara que se determinasse ao Fiscal
respectivo, qoe pncasse a lser termos de
acbada dos terrenos, enjos proprietarios
continuanem no atierro dos mesmos ;
meuciouaudo-se em ditos termos quaes os
proprietarios, queassim procedem 5 sen-
do vencido o Sor. Veriador Sonsa.
Outro do mesmo Fiscal partecipando ,
que tendo comprado alguns mateiiaes ,
como cal lijollo rea emadeira para
os concertos doassogue de qoe eslava en-
cai regado ; e sendo sobstado na continu-
aban dos ditos concertos por ordem desta
Cmara na5 tinha agora onde guardaos
mencionados raateriaes, que se a
chavad no mesmo assogae sob a vigilancia
do Feitor e agora sem ossa vigilancia ,
fca sojeitos a seren fuados : a Cma-
ra resolveo nao obstaote a sua resolueab
aotiriormente toma-Ja a respeito que o
Fiscal continuaste com os reparos d> as-
sougue devendo a presentar qoanto an-
tes o seo 01 carnalo.
Outro do Fiscal do Bairro do Recife par-
ticipando que se acha dueota e em aso
de remed os e que esta Cmara bou va-
se da dispensar por alguns das de com-
parecer em suas Sessoens : a Cmara li
c.u inteirada e resolveo que o Fiscal
Rodolfo Joa Barata subslituisse no impe-
dimento do Fiscal respectivo.
Outro do Fiscal deste Bairro exigindo
a quantia de 772o res que despendeo
com oeuterratnento de sello cor pos, a-
parecidos em diversas partes d-ste Bair-
ro j como pro^ava dos documentos juntos.*
qne se p.icasse mandado.
Outrodo Fiscal da Boa-vista exigindo
a quantia de ii$48) res, que despeo eo
com o alimpamento da ponte da<|uelle
Bairro nes meses de Desembro p. p. e Ja
ueirocorrente com una corrida de saude
que fez no assougoa Nacional e com o
entei ramelo de 4 cadveres aparecidos
no lugar dos Coelhos ; tendo a dita cor-
: i; p'O'Jusido a quantia de 48(JJJ re? de
multas: a C'niara ficou inteirada, o man-
dou passar mandado, e juntamente re-ol-
veo qua o I'i-c.hI por nra nao fisesse mais
O i-l'uipamemo da ponte''a Boa vista.
Requeiimento do Snr. Veriador Sousa.
Hivoudo no lugar da Tiernpe urna Fa
brice de Plvora e de Fogos AitiliiM e.
em detrimento da v*nhanva em cuja
Fabrica tero pere. ido 4 pessoas em 1 o-
cesdioa q je ali tana a contrado. Re-
floe'ro "<* iivlos m*i s leeaesae 'n'inj-; a
o do.1 o da uesroa Fabrica para tirar da-
quell* lugar a lim de tiaoquilisar a atajo
nkarifa, que justamente rife sobresialtar
da: sobre cojo requeiimento resolveo a
Cmara que fos-e emettidu ao Fiscal res-
pectivo para informar se a mencionada
Fabrica eeaoba sxtabalecida com bcenga,
ou sem ella.
A Cmara resolveo que se remettes-
se o Deploma de Deputado Geral ao Ci-
dadi Antonio da Costa Reg Menteiro ,
visto ter sido excolhido Senador do Im-
perio o Exm. Sor. Pedro u'Araujo Lima,
assim como outro Deploma como Depu-
tido Provincial ao Cidada5 Antonio Joa-
quim de Mello por haver fallescido o Ci-
dada5 Nicolao Joe Vaz Salgado, e da mes-
ma forma ao Padre Luz Carlos Coelho
da Silva Doutor Farmino Pereira Mon-
tero e Coronel Beato Joae Lameha
Lins em lugar dos Ex ais. Snrs. Antonio
Perigrino Maciel Monleiro e Sabastia5
do Reg Barros, e Francisco do Reg
Barros, aquelles por seacbarem no Mi-
nisterio estopor se acbar na Presidencia
de-t.< Provineia.
Despachara6-se alguns requerimientos,
e por ,-er dada a hora levantoa-se a sessaS
e mandaraS faser a presente em que as-
segnaraS. E en Fulgencio Infante de
AIbuquerque e Mello Secretario a escri-
vi. Silva, Po Prssidente. Pessoa,
Sousa Chaves Doutor Paes d'Aodra-
de.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A tranquillidada publica continua a per-
manecer em p de segurauea. Sexta feira
o Governo fez marchar para a Villa do
Limoeiro huma forea de 3o Municipaes
para desempenho de suas ordens: a forca
mandada ao Bonito tem de ebegar segun-
do se diz, por estes das, tiazendo bom
numero de recrutas.
O estado de caristia e de falta dos vive-
res continua a ser deplorevel, com tudo
logo que a Polica fez alguns eaforoos,
aiipsreceo alguma farinha no mercado pu-
blico, oqueprova, que a fome he pro-
cedida mais por medidas de monopolio,
do que por extrema falta dos comasliveis.
CorraS-se esses armazens de deposito de
farinha s esto a vista meia duzia de sa-
cas, que f-empre se diz serem as ultimas
que ha ; mas no outro dia no outro a
semp.e apparece oquelle numero consig-
nado ; poique cumpre esconder o jue h
para reputar-se escandalosamente a racaS
do dia! Quem q-iizer comprar v. g. 5oo
at rail sacas de farinha e offerecendo
i6vft rs. pode estar corto de poder oble-
las sem queesaas mil sacas facaS desap-
parecer a dota diaria em cada armasera,
que se dit ser o resto. A farinha que hoje
se vende a ia-8> rs. amis, he a mesma
quedous mezas se vendia j com bom
gaoho a 6 a 7^ rs. I Quaudo seremos
isentos de alimentar estes Publcanos?
Quando os nossos agiicultores seguirem
outro systema de plantacSes e se desen-
gaaren- que todas as suas especulacos em
don* 00 tres annos de lucro, he para oj
sacrificar em hnm na compra de fari-
nha.
Estamos em vesporas da abertura da
nossa Assembla Dos queira dictr aos
nossos Represntenles medidas de geral u-
tilidade; todos os espritus se fitaS era
seus trahalhos elles serfio pezados este
anno minuciosamente; porque o povo es-
t caneado j de esperar cumpre por to-
dos os meios pos.iveis satiafazer a expecta-
tiva e as preei-5es publicas. Este objeclo
attrae todas as atiendes e he o alimento
da todas as esperances.
FLLE1CA0' DO REGENTE.

Nfo obstante o gabinete actual espacar
para lio longo sem necessidade alguma,
o dia destinado a elleicso do fucturo re-
geute, ja vai sendo occasio de se predis-
porem os elleitores pira um act > de tan-
ta iniguitude a que taraanha influencia
deve de exercer sbreos deslinos do Bra-
sil. Ja todos ha vemos soffrido os pe.simos
efttitos de huma pessima eecolha e quei-
ra o eco que a esp-riencia non aproveite
para de novo no elevarroos a lo eminen-
te posto quem queira gove'uar o impe-
rio por uta modo aui geue is, por ano-
mali's e caprichos sem respeito a religi-
io, nem as lea! Emquanto he lempo cum-
pre pensar e refletir maduramente na es-
colha de um candidato ; para que depon
nfo se diga fui Iludido ; o arrepan-
dimento quaudo sa trata de urna eleica
que vae faser a felieidade ou a dasgraea
do pa um crime e um crime uex>
cusavel.
A anarchia devastando tras das mais im
portante, provincias do imperio, o atlon-
tado contra as ElleiaSes da Paraiba e S-r-
gipe, o decreto de 18 de marco, &c. &c.
io outros tantos poderosos motivos para
que oa elleitores pensem e reflictam ,- nao
se deixando levar por momentneas ap-
parenciss, e tdepois de conbecerem ma-
duramente as boas e ms qualidade du
candidato que deem uelle depositara
precisa confianpa que de outro modo ar-
riscam-se a commetter os destinos dos
Brasil a maSs inertes ou inbabea. Urna
tarrivel responsabelidade pesa sobre elles,
cumpre que a nio esqueea.
Como um dia de gloria ou de maldi-
cEo deva pelo fucturo ser julgado o dia
2a de abril de i838. E' entao que a urna
das eleicSee deva patentear o pensa-
mento do paiz, a expressio da ven-
teda irres'stivel da maioria, o nome da-
quelle que mereceu os suffragios de seus
concidadios para o mais eminente posto a
qoe podem aspirar as capacidades do im-
perio e todas as ambicSes malogradas se
devem calar, e os intereces individuaes
submetter.se a expressio da maioria, ao
eleito da naci.
Intelligeocia, virtudes, amor do paiz,
experiencia dos pblicos negocios, eis o q'
pr dades myteriosas que temem a publiei-
dade, e s por detras das sombras, que
avultam e parecem notareis. Nos go-
vernos asteado* na opinio, preciso he
que os agentes da adminiatracio se nio
esquivem s suas indagares que sejam
francos, sinceros, nio lemam a discus-
sfo, nem odeiem a imprensa, a a tri-
buna.
Compre tarobem nio escolher o regen-
te entre aquelles que se suppe nicos e
necess.irios, que precindem dos conselhos
de todo o mundo; nem lio pouco entre
es-es outros que por fracos e pusilnimes,
no tendo vontade propria dexam-sa
levar de albeias euggestSes seguem o
impu'so do primeiro ambacioso, que com
tent e malicia os encaminha e dirige e
em logar de governarem sio governado
O regenta date ter conselheiros, nunca
directores.
Em toda e qualquer occasio, a fraquesa
no poder sempre um mal, as nossai
circunstancias esse mal requinta e pode
produzir os mais funestos resultados. A
fraquesa oo tem sido e nuoca sera nma
garanta de liberdade; pelo contrallo tao
nocivo um governo desptico, como um
governo fraco. Si equelle invade atlri-
buicSes dos outros poderes, este nao cu-
ra das suas, abaldona o que Ihe convem
conservar, eodesiquilibrio sempresub-
sista : o primeiro oprime, o segundo dei-
xa oprimir: um prosterga e viola oa
direitos do< cidadas, em quantos qua
outro no tem forca bastante para garan-
tidos dosatlentados individuaes, *> seu*
garanta o direito urna chimara.
Depoisdo Brasil ter passado pe'as Iraus-
orinaces de uma revolucaS que fet estre-
mecer todas as nstituicSee e anniquiUou o
poder, aprirnera necessidade da epoclw
era reconstroil o e firmal-o em solidas ba-
ses hablital o para que prehenebesse sua
missio; o pacto fundamental porera co-
metiendo assemhla geral a alacio da
regencia, nio houe disc.immaaa entre
poder executivo e legislativo; o raesmo
partido, as mesroas influencias domina-
ran} na ti ibuoa e no gabinete ; e na cime-
ra quatriennal que decidir das leieoes
constituiu-se o unito poder uo estado, frot
sem duvida para sanar tamanlio iuconve-
niente que o acto addicional tirou as c-
maras essa importante attribuicaS, cou*
fiando-a a um poder que podesse prestar
ao regente toda aquella independencia ne-
cessaria. para que apresentasse as cama-
nao como creatuiasua, einiocomo
I
ras
o elaito da naci apoiado oa aufiaf
dos eleitores na mesma base que presta
a cumiraniui meioi de influencia, ao


BI1S19
ftR P8AAMRUCO
-T-)
des maneire baveria independencia de
facto, o coaseguintemente o to desojado
equilibrio dos podaren poltico'.
Feij o primeiro regento eleito segan-
do as disposigSes do acto adicional na5
comprehendeu sua posicaS ou si a com-
prehendeu pessitnamentea desetnpenhou5
homem de extremos elle quic dar ao po-
der mais larga do qua a compativet cotn
m systema representativo j intentou co-
loeal-o em uraaespheia inaecessivel a toda
e qunlquar influencia das cmaras com-
bar d'ellas a constitnir-se homem necea
s-rio; faltava-lbe porem urna qualidade
para ser o plano bem succedido, falteva-
ba um genio vasto, urna compreheaeo
v lente que vissa aa necesidades do paiz a
aa souhesse remediar j por tanto em vez
de fortalecer o podar mais o enfraque-
cea.
A administrago actual provisoria ,
de traosigaS e o reganie interino ; esca-
maras esto eucerradas; a opposicaS no
jornalismo Traca ; graves embarazos re-
sultantes do syiteuia representativo aiuda
m poseraS em prova a energa do poder
actual; nada poia diremos a i eqjeito. E'
nestes difficeis coojuactura* qae se marca
o dia qua bem podia ser meaos remo-
to e con voce-se os eleitorm para a no-
rne*ca de um novo regente. De nada ser-
vir a experiencia ? votar-se-ha no pri-
jQ-iio candidato que apraseatar-se em
campo? Nao o esperamos j poia to pe-
queos nao ra qae nao fiqaem impresos no coraeo
do eleitor amante do paiz e previoaS de
iusidiosas intrigas, obrigando-o a pensar
e a reflectir antes deescolher. O eleitor
moralmeota responsavel pelos erros
crimen em poltica d. re m seas sulli agios.
(Oo Cbronista.)
EXTERIOR.
Situaca da Ilespanha.
A Hespanba > effetuar-se um d'astes
movimcntos da opinio que muda5 da re-
pente o aspecto da sceua poltica em um
eitado representativo. Por um momento
alia piocurou a sua alvaca nos meios ex-
tremos que acooselhad sempre as paixas
revolucionaria* e correu graude isco
de encontrar u'ellas a saa parda. Todos
ae recordad em que perigo seacbava ba
apenas alguna mezes, a causa constitucio-
nal. A sanguinolenta anarqua triunfa va
por toda a parle das Leis. A insurreieaS
derrubava o poder as Cidadesj a morta
arrebatara seus chefcs no exercito ; e o ni-
migo couimum aproveitando-se d'estas fa-
taes di-senses cbegava at s portas da
Capital
Quem pode deter a Hespanha sobre es-
te perigoso c.iminho no 6m do qual eslava
o abismo ? Quem p te imprimir sbita-
mente nos seus uegocios urna face ioteira-
meote nova e mais animadora ? Nao
Tacamos por ora honra aos seus homens
de estado. A Hespauha na6 tem tido an-
da o seu Cazimiro Perier o nem o ter
ta cedo. Mas a Torca das coisae Tez apa-
recer urna reacco salutar. Nos o dire-
mos aquella qoe quiseraS aasemelhar a
revuluge peninsular aoasa euganaraS-
se completamente. A Hespaoba do i9.
seclo e a. Frauda do Km do i8, oa5 teui
nada de commum. Aquelle paiz nad era
chamado a passar pelas phasts, que o
nosso aotreu. O espirito de reforma ru
podia ali encontrar os meamos obstculos ;
elle nad tiaba que domar ali urna nobre-
/. e um clero rebeldes. Em Hespanha,
com eleilo naS 1)4 ciaste essencialmente
contra revolucionaria. Nao ha de Tacto ,
rn-is do que urna questo de rgimen po-
ltico, e da forma de goveruar que se
agita entre os partido;.. Os Soldados de
D. Garlos combatam pela manutengan das
suas antigs Tranquera* uacioriaes, o os de
Izabrl combatera pelo triunTb das moder-
nas [abordadas, inscritas na Constitu-
ca5.
Eis aqu o que comprehendeu o poro
Hespanhol com o bom senso, quem
falta nunca a-, massas e as recondaz seai-
pre aos caminhos da conservases quan-
do Hay se Um nputaJo dalles, por um
instante; a eis aqui tarobem porque o par-
tido exaltado se achou sbitamente detido
nos seas progresos sem que se podesse
perceber da nenhuma maueira a Toraa ,
qua o datioba. Ella se formou d'um con-
curso poderoso da vontades at ali inde-
cizas, oimmediatatneote pronunciadas,
para a rapresso da desordena e restabe-
lecimanto d'autoriaade. Assim que ella
ae mobtron a sua victoria foi completa.
Bata nova 4spoica5 da opinio publi-
ca se mani'festoa desde logo as eleicee.
Com grande surpiesa d'algun dos nossos
publicistas, que aeguudo a fisionoma ,
que tinba rauitas veses apreseutado as sea-
sfs do ultimo coogresso julgavao ver a
Hespanha marchar iacessantemenjte para a
repblica estas eleisSes tem sido muitis-
simo monrquicas. A Conslitaica cujas
bases aa5 ta5 liberaes pareca assegurnr
todo o favor aoa homens violentos a pelo
contrario sao os horneas moderados, que
fora eleitos Elles oceup preseutemen-
ta, como se sabe, em grande maioria ,
os bancoi das duas cmaras. A discusso
da resposta ao discurso do trono, que vem
de finalisar-sa, assinalou a preponderan-
cia decisiva desta porgad de ambas as C-
maras ; apenas na segunda algunas vozes
procorara pnrmeio devana recrimina-
g5es a respailo do passado, tasar reviver a
effervecencia e a irritasaS nos espiritos
socegados, e resolutos, a usar d'uma sa-
bia madurez em suas deliberacSes.
Esta discusso da resposta falla do tro-
noabsorveo um grandissimo numero de
aessSes. N< veramos certameato om
um vivo pezar gozar de crdito por entre
nossos vi-inhos, um ozo parlamentar de
que nos temos por mais de urna vez reoo-
nhacdo os inconvenientes. Por entre os
perigos a as precises actuaes da Hespa-
nha bavia evidentemente alguma cosa
melhor a faser pelas Cortes, do que e9te
interminavel commentario d'uma falla
d'etiqaata sem valor em 6 mesma. Al-
gumas semanas que se passaS era taes de-
bates naS deix i a pi si, pode dizer-sa
com franqueza resultados de goande pro-
veito para o paiz. Porera pondo de parte
esta observaea nad se poda negar que
esta discusso apresantou um carcter apa-
ratoso a solemne, do qual a Europa sa
admirar. Homens que as ultimas reac-
ces polticas tinhaS sido por um momen-
to pseos de parte, tornaraS ali a appare-
cer rom expleudor. O Sr. Martnez de
La Roza faz da novo brilhar esta eloqaen-
ia que precedentemente tanto o tioha
feito distinguir, das suas oraces parla-
mentares. No curso desta discusso da
qual elle sosten too quaso > todo o pezo,
o antigo presidente do Conselho fes os
maiores protestos da sua devoga, e do
seu amor pela Constituica actual e to-
dos os seus amigos Statutistas ratificaras
o ta declataga. Nos nos comprsemos
credita-la sincera. Com effeito como be
que todos os Hespanhoes Iluminados naS
reconhecera, que acanta nacional naS
pode boje ser salva sead pela fuzad de
todos os pai tidos constitucionaes, em urna
( opinio in variavelmcule iiieinada ma-
nutengan do systema exisUnte*
A questo principal neste debate devia
ser, o >-> 'tivauente foi, a cooperasen
estrangoira. Por urna uspecie decontra-
dicca no mesmo momento em que tan-
tas vozes se levantaras uo recinto legisla-
tivo para reclamar o mais effectivo apoi i
das duas grandes potencias alliadas da
Hespanha, a tegiia ugleza caneada em-
fim do estado de penuria era qua a deixa-
vj chir se dis-ol va. _0 aoccorro trasido
por este coi po s armas da rainha tem sido
ua verdade bem impotente, pude ser
que o governo jnlgasse auxiliar o pensa-
ment das Cmaras, abandonando um to
fraco auxilio quarendo tambis melbor
testamunbar aos astados signatarios do tra-
tado da quadrupla aluenga o geaei o dV
poio que pode nicamente segundo o
sea modo de pensar por um termo
guerra civil.
A queda do ministerio taS completa-
mente abandonado nesta discusso devia
naturalmente mai car o seu termo. A re-
novaca do gabinete era o cumprimento
iudispensavel da precipitada inudaiica ef-
lectuada no espirito publico, e na mar-
cha dos negocios ; mas ua reaega se sua- j
teutn lis boj ] ustoa le mitad, eseolbeudo j
par presidente do nevo conseiim o Sar
d Ofelia, antigoembaixador de Fernan-
do 7.a Corta das Tuilerias o que nao se
apressou muito se bem nos recordamos ,
a reconbecer a legiiimidade dos direitos a
jovn rainha? Semelhantes escolhea tem
direito de surprender os numerosos am'goa
que conta em Frange a oauz constituiio-
nal hespanhola ; nlganus pessoe- suppoem
que ellsj saS devidas volte d'uma influ-
encia qup nao seria menos funesta que a-
qoella do que o paiz acaba de escapar.
Nosporem nos comprazemos de ver ali
urna comlioaca do partido, do qual os
nltiroos debates tem estabelecido a pre-
ponderancia e que neo podem ter por
confluencia nada de inquietador para o
futuro das itistituigSes represeotatvas.
(La Temps.)
VARIEDADES.
Cont'nuagaS do n. 4
Entretanto, nao querondo o Papa an-
nuir a nenhuma das propones que lbe
ero feitas imaginou Napolio reunir em
Paris os Bispos de Frasca e da Italia em
um Concilio nacional, que restabelecesse
a paz na Igreja tomando decises estaveis.
Como sobre esse plauo conferisse cora seu
novo Mai este, querondo sem duvida evitar urna
responSabelidade, cujas conseqoeucias re*
reiava qua sera bom oonsultar previa-
mente alguris Eccle.esticos versados Ues-
sas materias.
Teudes razia, responden o Impe-
rador, masa quam darei a preferencia,
aqaera dirigir-mo hai primeiro? Sor.,
ao Arcebispo da Bnrdeuas aos Bispo do
Troyes, de Versiilles ao Padre Fray s-
nous aos V (arios Capitularas de. ..
Nao os quero clamou o Imperador to-
dos esses que me estaes apontando se tem
constantemente decedido em favor do Pa-
pa: antes quero o Cardial Maury o Ar-
cebispo de Matines o Bispo de Digne .
Estar elle em Paris ? Pens que sim Se-
nhor Tanto melhor. Se o Bispo de
Digae pensa como seus parantes de ve-
ra ser favoravel.
O Padre Miollis Bispo de Digne ara
tio do General Vliollis encarregado pre-
cedentemente da oceupaco de Roma: mas
aqu as previsSasdo Imperador o enga-
arlo.
Na semana segrate esses tres Prela-
dos eutiavo ao gabinete do Imperador,
qua os recabeo com a raaior afTibilidade.
Fallou-lhes a principio de cous'S indeffe-
rentes, e depois entrando de repente em
materia-A proposito Srs., inandei-
vos chamar hoe poique quero por um
termo as minbas desavengas com o Papa.
NaS vos posso dissimular que des Je que
fui obrigado a mostrar justa severidade
contra o Vigario Capitular, contre alguna
Sacardotea estrangeiros que um falso za-
loimpellia, quaenimava um pernicioso
espirito ejat mesmo cuntra um membro
de roeu conselho nossas relagos esia
bem longe de seren omigaveis. E.taS
pela maior paite as Diocases do Imperio
privadas de soceorroN espirituaes, por is-
soqe recusa pertinazmente o Santo Pa-
dre dar sua conrroapo as minbas esco-
Ihas, vi o-abis taS bem com eu. Mas
.-lo qae me excommuagou e porque
motivo? A dasaveovaquj tinhamos u
Ierra dava-lhe por acaao direita de fechar-
rae as portas do Cao?! Haver alguem
neste mundo capaz da julgar d<* raeu com-
porlamento ?. Ha de mister que ludo
isto termine-si quanto antes porque he
adecoroso Quero especialmente prover
ai nacessidades das Dioeasas foi para ja-
so que desejai consultar-vos. Vossas la-
zas ma fase esperar, que procurando
meios de aatisfazer o Sumiso Pontifica,
no tereis em ineaospreajo o respeito que
devido a minlu Coioa.
^S

AVJZOS DIVERSOS-
1X9" No dia 7 de Marco nao va i a
prafa publica do Juizu da leroaira vara uu
ptiaoipio do atierro da Boa;Tita a casa de
sobrado, na ra do BomSucesso na C-
dadeda Olinda cota 33 palmos de fundos
a 46"defrente, cacimba (|e pe,jr;, e c,|^ COm
tanque, muro tatnlirn de pedra; por,
que a execugo de Job Francisco B llm,
contra Joio Pinto dos Saotos depende de
termos sobre <-s qoae' tem de havar de-
ciso final no sendo a avaliaiio a 5:5oo"*S
ria j ma que a seu tetnpuse fir ver.
Pelo /uizo do Civcl da segunda
Vara, escrivao Cunlia se ba de ai rema-
tar oo da primairo de Margo, urna Su
maca velleira denominada S. Jo Viajan-
te, fundiada defronte d< estaleiro de Jo-
aS Thomaz Per eir avaiiaia por 8ot$
a requeiitnentodaMiecbael Sieiaff.
Precisa so alujar urna ama qua
tenha bom laite para criar quer ja lr-
ra ou captiva : quem estitar ueuas cir-
eunitancias dirija-sa ra da Paz quarta
casa, vndo pela Boavista, que se dii
quem pretende.
-----Prccisn-6e de aluger o primeiro
andar de hum sobrado ou casa terrea
com quinta! os bairroi de S:ito Antonio
ou Boa vista alosando em mas exqia.
ts preferindo-se em Santo Antonio em
ras de prorissSes pa(jando-se seis me-
zes adiantados ou fiador codtenlo :
quera a tiver aonancie, oo di.-ije-se a
Boa-vista na ra nova da Tjampo na
casa pintad de amarello ao p de hura
portio que echar com quem tratar.
----- Arrenda-se um segundo andar de
um sobrado com om bilhar dos melhores
com panno novo ausento de cadeiras ,
marcador, bonita lluminac jogo do
gamo e lodosos mai utonsiiios pe la-
cenlas ao dito h'Ib-ir egamio pelo lem-
po e preco que se conveneionar : na ra
Diraita sobrado D. ao onde existe o mes-
niobilhar armado, a fallar com Anastacio
Jos dos Paasos de manti. das 9 horas
a<> raeio dia e das 3 da tarde em dian-
ta.
= A pessoa que no Diario de ai do
co rrente n. 4a aununciou querer dar lo
mil rs. a juros de dois por teuto ao mez ,
annuncie sua morada para se procurar.
aj^ U ma mulber parda j de maior,
se ollero co para todo o artico de orna ca-
sa deporta dentro sendo a qualquer Sr.
solteiro, oa viuvo ; annuucie sua mora-
da para se procurar.
fc"3P* Na Boa vista ra de So Gon-
calo casa n. lo preriza sede um Por-
tugu--z para feitor de ama Ollaria dentro
da praca.
----- O Depozito do Gelo estabelecido
ua ra doy T anoeiro>, b*ino do Rerife
acha-se abertw, e ali se vmde o mesmo a
ce/n reis a libra, em porccjns grandes ou
pequeuas como convier eos compradoros.
Hypotheca-se hum sino uo lugar
d Piraogu cara b^as Ierras para planta-
coens, por a50) rs. por hum auno, a
a porcento ou por ftzend>s que ehe-
guem a er>a quantia; quero quiser User
este negocio din ja-so a ra d'Agoa verdea
canfi onte as tribunaa da Igrej > na caza
nova de duas porta-s pintada ue verde.
Uai ps-soa capaz, que dar co-
nhecioiento de s ae cueree* a noalquer
teubor que lenba transaeges para oa sC-
t&es ile ta Proviocia para sa cnearregar Tic '
algutnas cobraogas concili.igoes, nu ou-
Iro qual.juer negocio cuja pessoa tem IO
talligenca de iifgocios do loro: quem
precisar do seu j> estimo para o dito lira ,
annuucie para ser procurado.
cjyr* Precisa-se de huma lavadeira de
varrella que d fiador pelo tmporte d
ruupa que tiver em sua mo dndose
prei'ereiiti o quem more na risinhenea da
Magdalena paia o Caxaog ; quera quiser
justar se difija se ao obrado novo do
Sr. Fiuza no lugar da Migdalena de
manba at as oiio horas e de tarde de-
pois das i-eis.
ygr Alluga-se huma caza terrea cons-
troida moderna e oom mu-tos eomo-
dos para moa numerosa familia sita ua
ra nova que vaipara a Tempe ; a Jfa-
larcom Joe6 Sebestiafl Perali em tua ca-
za no osteo da S.iit* Cru?.
yy Arreniia-se a leja dosobrado si-
to na ra Direit D. 53, com cmodos
pr negocio I fncilia : qait a preten-
der daudo boa /ador, entenda-se com
seu propietario no primeiro andar do
uieacc nhrado. OQ < Alfi.degl, Oae
be ffopra?gido.
V


f-'
1
OIAIIOD PEBAMICO, ,
mmmbmbI
r: I
V?" Piecisa-se de urna lavadeira, que
s ja boa e que se qoeira encarregar de
levar annua'rnonte a roupa do una familia
e dando fiador a . ttretta do Rozario no lerceiro andar do
sol irlo O. ig,
t>-^ Na ra da? jgoas verdes casa ter-
ree que tem lameii Da p->rta e que
lie; det'Onte do hobif'o 16 precisa-
std'ama mulber, quesaiba forero ser-
,vifi interno do urna asa da piuca familia.
i. 5* Precii-a-e da ora rai>^2 paqueno
par oax 'iro do om renda : na ra do
fcUkl-el D. 2.
\ a* Quera annon iou no diario de
Ses. I ira a5 do -errente querer com-
pra om paUtiquiM) dilija-sea ra lar-
fr,t c" Rosario D. 8.
t T Frac isa s de |5 J >oo rs. de
a?ois por cento ao mi, p:o lempo de
6 ttltiZes, cuja qoaotia se garante com boa
lirn i.
tp.y frecisi-- de ora caixeiro Por-
tjgt "Z capaz de toimr tonta de om venda
por a'aneo e que eicrova sofrivelrnen-
* > S>-. que es ti Ver nestas circunsten-
oii l dirija-so ru larga du Rosario D.
7, que ab< saber que o pretende.
a/S" t^uaro precisar de um rapaz por-
(Qgi :i de iciadf de aoanns qual Ha-
be ben rever, para venda ou
armasen do t, -e tem hastite pra-
tica eda fiadora S!:a conduela dirija-
H ra ci.is Cru^-o? D. i4.
ajy O ieai precisar1 de urna ama de
te, diraja-Oe botica da Joio Muieira
ilarquea, que d-'.-a onde mora,
a/y Jezuina Candida Mjuteira de An
li lessora publica de prirneiras le-
tras de bairro de S. Antonio do Rerife ,
risi iS Alampo*, que j.i so acha coro
lia abarla na mesen a casa te sua remiden-
- : de tifo estar de toda restbale'
c.d comtudojt deu principio a cum-
eora i ;..i ; io.
*!!*" OSr. que c-ou querer oro*
l pai coi '". i| los e pagar
en troce com tj;;' ;;- e ao forte do
35.
Jt*- lo da heberibe
baixo titii o mangabeiiss ,
liesi caatano la-
? abarla, 3 i 4 ps ctlaadioa,
lo Icio de an-
j lera do rnesmo
ca dirija* ao rnesmo sitio,
reita D. 14 que sei gene-
meote recompensado.
o da Lotera da B>a-
vist i. pi '.'.. > q u o pagamento dos
- premiados t:.:a i o do de boj om
dianfe naa ae| .-. horas tarde ao 6, 8m casa do
:rivio ai Ja S Crui.
ajry Coa rapas brsilero de muto
' os costa cheged e pouco do ma-
i q:ed fiador e sua conducta, se of
rece para caixsit-o deq^alquer casa de
qu m. o precUnr annuocte.
0X9" O en-- ri dSocidade Euter-
COnvida os Socios da rn".:m para
i. aip^reccrem ou ')i- quinta feira pi i-
tirodeBarc.0na *!;. dt s-jbs aesaSes pa
7 horas d: aoit^
WP* Arrenda seca rende s^ositio de
.'m)i de M9llo Alboquerque Fita na es-
,. .'a que va i paro o moatairo para ci-
ma pojee pare a po-t& de Uc> a, no la-
dreitO | as'rcraa com o sitio que foi
ne Antonio Furreira de Parias, boje do
Sr. Elia. Baptista, gr.u le bastantes
frateiraa casa para nlo pequea fm-
i\-, eforoode aosinhar pi: a f.dlarcom
Franci.ro Manoel di SiWa Taraiea.
ffl^ O Sr. Antonio Rodrgasa Macha-
fia qa mandoa dieer por Manoel Gomes
d'a^oas bollas, que etn seu poder estava
.ui escravo Maoeei mucambique e que
o queria comprar queira declarar a sua
uffian pata se hir tratar do jjste.
V9* O ijr. Man ;el Jos Luna mora-
dor na fiea iscriviona Villa do .'abo qu^ira ter a-
hondade aparecer ue-ii u ja na ra do
Rangd casa D. 6 do lado do mar que ha
^>ara sa tratar sobre a letr% que o dito Sr.
aceitou ao Sr. Reverendo Vigario do Cabo
Jlo Cevalcanti de Albuquerque a qual
hoje pertmee so BQnaneiiBte, ea a
pootada e protestada.
ejaj^ Precisarse de alagar urna preta ,
qnem a tiver aononeie.
f/y Quom precisar da urna mulber
de rueia idrde para ma de casa de ho-
rorm solteiro ou rasado com piquena i
familia; aqual serr para tudo o ser vico |
tiuto iuterior como .Menor da urna ca- j
ia : anuoncie.
6^ Quem precisar de hum pqueno
Portugus para Caixeiro : auuouiie.
LEILAO.
%^ Que faiern Lenoir Basuchet &
Bugat de 5o caixas de 32 queijos viudos na
galera francaza Athalia em lotes grandes
ou pequeos a vontada dos compradores,
por conta e ri^co de quem pretencer no
casada Alfandcga defionta da escadinha ,
no da Qnta fcira primeiro de Marqoy,
as lo boras da manhS.
a/y De fateocas Ing'eras sexta fcira
2 de M.irc as io hor.is da uianhi, ero ca-
sa de Lutlkens & Companhia, ra da Ciur
n. i.
NAVIOS A CARCrK.
Para ngoh
^y Sahiratio ou |5 do Marco,
o muito b m construido Patacho Foi tu-
guoz Curioga; quem no mesmo quier
carrrg.r ou hir de pataagenq dirija-se a
ra do Queimada loj i de ferragem D. 5.
Para Humburgo.
Sai om a maior brevilado possire! por
ter parle da soa carga ptomta o muilo vel-
leiro Rngue Escuna Hmiburguec Fortu-
na CapilaS P. Peleraen : quem quijer
carrejar ou ir do pas9ai>em dirija-se eos
seu-iCons'gnatarios N. O. Biebar o Comp.
na ra da Cruz n. 63.
NAVIOS AFRETE. .
tqp* Para qualqnor p >rto o mn'to
superior Brigue Inglez Helen a tratar
ci.i cas de M. Cal moni a Componhia.
Kpa para qualquer porto, o milito
superior Patacho Surprze; a tratar em
casa de M. Calmont & Companhia.
COMPRAS.
%$ Urna casa forrea que noscja roni-
to pequea ou um sobr. sendo no bairro deS. Antonio ; quem ti-
ver annuncie a sua morada.
VENDAS.
*iy Na praca da independencia leja de
liaros n. 37 o 38 exisieuui grande sor-
tmente de papel pintado de difieretitea
modelos, lisos, L nados, Honrados, pratijdos ef.apal de
cotes sim lutro.
*/.y Un mulequede naci Jar.goli com
dada do 8 a 9 annot propio pia servir a
uro r:\sg as^im como orna e'orava de
bonita figura optim* engommadeira co-
zinha o diario de urna casa, lava bm de
aabi e boa boteiteira : na ra Uireiti
qa?m vai para cinco PonUs lado e-querdo
. ao.
a/y Um escravo crioulo de 25 para ?G
anaos de ida^e bom pg" < a ptimo cf
ticial de sapateiro : na ra do Apollo no
armasam do Lobo ou no pateo da M ti it
da S. Antonio que dir quero o vende.
ajey Um grande sitio n< entrada do
Arraial com asa de sobra-io, com fru
turas de divorcasqualida'le-t e urna por-
ciogiandede caffeseiros lera pasto tan-
to de enverno como de verso para nor-
cioda vcaa tem biia para p'aniaco
de capiro este sitio peitenne ao-i Hardei
ros do Finado Manoel Gomal ves Rodrigues
o annuociante vende a parte de um do er-
daitos e os mais herdriros tambero ven-
da ca a snas partea, trata-se com Santos
liraga roa da Moeda n. iAi.
ajqy Bixas boas ero Oliuda ; na boti-
ca dos qoafro can'oa.
/y Ra da Madre de Dos venda da
qnina so voltar para u encantamento doce
je LUbca, em frascos de 4 libras a a4 a.
libra boceitinha com mermelada. i,aoo
J duzia. '
6^ Agoa Minera! He Scilzar em bota-
j.s na ra da Cruz n. i.
ajry Alum e aven ti echa e *l porgio e a
retslbo ebegado prximamente de Lis-
boa : na praca da Boa- vista D. 6 junto
ao nineho da Concoicio.
y Urna caixa vazia para assucar :
na ra da Praia Serrana de Maiiana Fr-
osca dcOlivtira assim como um prt-to
j < de idade proprio pata sitio na mesilla
Serrara a cima.
y Ni ra do Rozario D. i5 bindo
para Fslacio a honda se vende bolacha
acucar candi horchata e caf moido ,
cb e doces a moda de Lisboa e tam-
bero biscoutos.
K5)Sapato9 de marroquim d cores do
todo tamanho para meninos 48 > ditos
prvtos para Senbora 7ao ditos de dura-
q'iei,98i, caix^sde laujpiiina pira 6
mezes la, chapeos brancos cator 5^J ro.
no atierro da B vi ta loja de miudiza
D. 16.
ajry Urna escrava crioula rouitomoca,
boa figura cozinba engommadeira ,
coze com pe feico rebna assucar e faz
pao de l algunjas qualidades de doces
ne ra do Aragio casa 18 das 6 as 8 da
tnanha e as 2 as \ da tarde.
jrjy Um bom escravo official de al-
Liste, cozinheiro o di'pobto para tod > o
ser viro : na ra da lapa sobrado que tem
N incho primeiro andar.
jty Urna negra moca, sabecozinhar
o diario e urna casa lava e engorama
sof iv-.'lmente : naruaatrazdo (Jolabou-
ce velho casa da quina I). 1.
D^> 8oo barricas vazias prontas para
assucar, e 16 caixas e doze F.ixes-, assim
com se recebe a-smar em pagamento : no
segundo armasem por detraz da casa da
opera.
Ijty Dores para cha a modado Lisboa
eassucar refinado caf muido, e eh
de bo? malidade : na ra do Rozario pe-
gado a Igreja D. 15.
xy Urna canoa aberta de conduzir
fijlos e cut de carreira e um mola-
to canoeiro e v.iqneiro : no forte do ma-
to pt eusa de algodio D. 35.
/y Quatro cabras l>ixo todas pre*
nba eum bode tudo por prteo comrno-
do : na ra de S Tbereza D. 37.
/y Duas es< ravas de uacio mocas ,
la/' m todo o servido de urna casa e urna
he boa vendedeira de fazanda : na ruado
Fogo D. 11.
/y 10 railheiros dejtijolos que esto
proraptos, na olaria ou posto em qual-
quer porto, por prego commodo : na
ra do (ueraiado D. 5.
f^> Chapeos de castor de diferentes
core, aparelhospara G. N. ns praca da
independencia n. 28 e a9.
e9 Uuiu crioula bonita figura com
i5 16 annos cose costura cb lar.
renda e tem principio do lavarinto. co-
siuba o diario de uro casa, tm aaboa ,
ven e.-e por nao querer hervir aosScus. :
em Fora ce Portas n. 54-
ejryUma venda sita nos qoalros can-
tos to Bairro da Boa-vistt com os fon-
dos de 700^5 res; quem a peit*nder di-
rija-se a metoa venda advsrtitulo que tem
t-xcellentes commodos pura familia.
Leite puro a quem queira afreguea
zar-^e, mandaodo-se al levar 'zas
dos iregue-es, pelo preco de 5o reis a me-
dida cujo hite afanca se ser puro, por
que vean trancada na vniilba evitando as-
bim alguma especulag- dos portadores:
os pruieridentes dirijau se e caza de Fran-
cisco Jos dos Pra/.eres Camboim, na
Si neo Ponies lado direito D. i3 a da-
rem seus oomes, e a porc,a de que cda
lium precisar para logo que chegoe a fre-
guezia a 4 cu 5 caadas, pr-se o negocio
ero pratioa por isso que seado menor o
aoosUinO) n. compensa o trabalbo da
couduco, e a qualidade da pureea.
105? Latas rom sortmento da AgU
Ibas de numero 1 a la: na Praca da Li-
depen ii-oci o. 59.
fry Huma preta de nicSo, que sabe
cozmbar o diario de huma caza lavar de
sabio, e varrella, euUnde do sai vico de
campo e he boa quiaodeira sem vicio,
uecu achaques : no baco da Pol sobrado
D. 1 no primeiro andar.
Lu molato de deseteis annos, bo-
nita figura, com offi io de capatoiro f
sen vicios, rnuito fiel | propriu para.
pagem t ea vista do comprador se dir n
mso por que se vende : nesla Typ. so di-
r quem o vende.
ujp1 Oous Escravos muti lindoi, na-
c3 mu;ambique idade 19 anuos, pro
prios par* cadeirinba : passando a Igrej
dos Martirios no primeiro andar do So-
brado pegado a Igteja do lado do Sul.
/y Huma poica > de cordas propria
para andaiues de casa a lser se em mili-
to bom uzo uo armasem da casa nu-
mero 5. na ra da cacimba.
$y Urna eacrava, que cosinha o quote
diano de urna casa engoma, ens^b-j*,
refina assucar e faz qu.lquar doce u,.
Footevalba casa da quinua do ludo de
tanque.
ESCRAVOS FUGIIOS.
a^^p D'zapareceu da fibi ica do Fun-
dao no dia 2t do coirente 2 escravo um
por rime Joaquim naci congo alio
ebeio do corpo peinas tortas para den-
tro e os p< a pallietedos coro camisa algudio zinbo e raba de gang* j Velha ,
tudo muito sujo o outro por norne i >-.
miz n;icao congo muito fulo, cara redon-
da naris chato baixo cfaeio do corpo ,
com urna rauca de ferida na pama esq lar-
da ja Biciluzad de pouco: quero dVlla
souber, ou os p<*gar levtm-o-< a tu fiama f \*
brica, quesera bem rec^uipeusadude cui
trabalbo*
^k Dazapareceu no dia primeiro de
Fevereiro um escravo por uorne Francisco
naci cabund estatura regular cheio
do corpo i rosto redondo, tti2 a 11
annf>s em barba : quem d'clle si uber ,
ou o pegar leve-o a ra nova sobrado de
3 andares por cieoa do armasem do capirn
a f llar coro Luiz Pires Ferreira.
ajry No dia 28 de Setembro p. p. fu-
gio um negro aje rime Joa de NatjaS
Camuni-mgo com os siguaes seguintes:
boa estatura, um tanto corpolento, mu-
to pieto b ni paracido 1 postoque car-
rancudo, beicos a soiiranoelbas gtossa,
orelhas e cab ca pequeua tem urna sica-
trises rio rostida parte direita proveni-
ente de um talho ; este negro foi comprado
em Maoei a Joaquim Jos de Asevedo q'
o ven leo uesta praca de Pernambuco ao
Ajudaute Francisco Juarpiim Pereira Lobo
o qual ollera; e locj' reis de gratificac6 a
quem o tocer a casa de sua residencia de
fronte da matriz do Sacramento do Bairro
de Santa Antonio na esquinada ra da.?
Trinxeirrs 1. audar.
8^* No dia 2i do corrente fogio de
case de Antonio Joe Gomes do Crrelo
o c-sc.ra.vo da Francisco Affjn9ode Mel-
lo dame Bruno, crioulo : qnem dil-
le tiver noticia aviso ao dito Gomen que
sera' recompencado.
RfO VOIENTO DO PORTO.
iVav<" entrados no dia i\
BUENES AYRKS e Rio da Preta arri-
bado a este porto com io2 das, Brigue
Hrtspanliol Aimonio, M. Joaipiiro de
Caatanho, caiga varios gneros: ao
Mestie.
Dia a5.
RIO G. DO NORTE; 4 das, Sumaca Te-
meridade, M. J^ciato da Rocha e Silva,
carga couros algoda, e sal : ao Mes-
tro.
PORTO ; 36 dias Brigue Nac. Uran ,
M. Antonio di Silva Pereia em las-
tro : M. J. R. e Silva.
RIO DE S. FRANCISCO; n7 dt,
Brigue brasileiro Dos the Guarde M<
Joaquim Doarte de Aievedo carga fa
riaba : Dono Jo* Lui Pardes.
Da 26
BALTIMOR; 3* dia, Escuna Ameii-
tiaua Vfnnter M. Well, caiga faiinba
de trigo : a F. MansiielJ.
Obbtti vacos.
Fundi 00 L*meiro a Barca A merica-
na Wo keugions, carga azeite, M. Coi-
seolen.
Fundi no Lameirio a Placa Hespanbo-
la Vmus vinda de Montevideo, m *5
diasM. hi lorio Mouristen carga caruo
sece 1 oosignida Antonio Alvea de Souze
Carvslbo.
Fuodiou no lameira a Galera Ameri-
cana Panam, vinda da pasca caiga az-ei-
'.e, M. Wcira Feunei

PfiPH, A Ti*. oB#ni. FfDS ^PIA.-r8-1*


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