Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05809


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Full Text
NNO DE 1838, TERCA FEIRA
b DE FEVEREUIO. N. ?0.
PEHN. da TYP. oa M. P. ur PAHIA. 1837.
*
10
11
das da semana
i egnnda a. Agaida V. M. Audien. do Juis
cmiie de Urde se da T. P.
Perca Chagae de Chrlsto. R. de m. c and. do
J. dos OrP. di tarde.
Unuta S. Uainualdo aliado sessao da Thcsourana
Quinta S. Joo da RfatU F. Relac.de maah.ete.
La chela as H h.eS*min. Jt-
vm.-iS. kpoiDOJa V, M- Seaaaoda Thcsouranae
,u,l. do J. dos or', de tarde.
Sahada s. Rscolastiea V. Kolac de manh. caud.
.<> V. G.emHoda detard
Uominro .l.i V tuajiessiuia S. Lauro b.
Mare'chcia para olia f> de levereiro
as 3 horas e 42 m. da m 4 h- 0 m. da tard.
Todo asrora depende de nos mcunos da notsa
prudencia, moderacao, e enerRia continuemos
omo principiamos^ e seremos apontados com admi-
racio entre as Nacoes mais cu tas.
Proclamacaod'Asscmblea Gcral do Brasil.
Subscreve*se a 1,000 res meneaos papros adiantados
nesta 'Pipo-rafia, ra das Cruses D. 3, 0 na Praca
da independencia 1). 87 e 38, onde se recebem e >r.
rcapoodencias legal!sadas, e annuncios loserindo^e
estes gratis sendo dos proprios assignantcs, e vindo
assignados.
CAMBIOS-
Feverciro 5.
LiOndrea 30 Ds. St. poi I.OOOced.
Lishoafi. por o|o premio, por metal, Nom>
Pranea319 a SiO rls. por tranco
Rio de Jan. 6 p. c de dse.
Woedas de f>.4o<) 13,800 as velhas, dotm 13,400
,, 4.000 7.400 a 7.000
Pezoi Colimares ..'>j
ditto Mexicanos 1,575 !,580
Patacoes Braailelroa i.osj
Premio dat letiras, por mea I l|i por 0|O
Cubre apar das sedulas
PARTIDA DOS COHKKIUS.
Ullnda _Todo> o iliii >n ai' di*.
Diana, Attiandra, Paraiba, Villa do ( >nd, Mi-
maaguape, Pilar, Real de 8. Joao, Rrejo d.'Are*
ilaiulia, Pomlial, or de Souza. Ciliada do Nati
r"ll'l de loianninlia, e Nora da Prineria. Cil
la Portalea, Viilas do Aouirav Monte mol D0*o
tracal; Caacarel, Canind, Granja, Impertirla
i- llerntrdo, S. Joo do Principe, Sobtal, Nova i
RlKey, leo, S. Mathent, Hearhodosangue, 5
Viitonio do Jarilim, U'ioirran: ".. l'.irv li.< >
~ Secundas e Sextas feiran m ni<*-> ia por vi i
Pirailia. Santo Anio Todei a ipniua t'ciias k-l
meloda. Qaranhuiu. eUo.i.nto- ooi di lo e 1+
le rada mes ao malo da. Floresno da '7 tj
:ada mea ao majo dia- Cali.Bertnhaenf, Rio *Of.
moa o,' e Porto Calvo-toa das I, II, a l**' d
inca- _____
V A 11 T E O t F l G 1 A L .
PERNAMBUCO.
COMMANDO DAS AllMAS.
Quai tel do Commando das Armas de Per-
nambuco i. de Feveieiro de 1838.
Ordem addicional.
Tem nomeado o (Jomroandsnle das
Aunas ao S-ir. Major F.lippe Dunti Pe>
reira para efectivamente Coraoiaodar o
Deposito dos recrutas,e dispensado desle
exereicio ao Sor. Capital) Antonio Gomes
Lial, a quem louve pelo zelo acceio e
Disciplina que soube no inesmo conser-
var.
Sendo ja considerare! o numero dos
recrutas, determioa-se ao Sr. Major Du-
arte Pereira que os urganise em duas
Compaubias aun lo ai.10 Commaodada
pelo Snr. C-pita5 Autonio P.es Girtea ,
e a 2. polo Sur. Teneule Antonio Joia de
Sousa Cosseiio obrig'do ata a faser na
t'U .riiga do Brum os Eitados raaiores ,
que por escalla liie tocar. Os Oftioias do
Deposito em qaanto se nao noineaS os
lubti uctoius, cuiuar5 do easifto doj re-
orutai. t
O Snr. CapitaS do \. Corpo d Artt-
Iheiia Jos Matia [delfonao Jacouie da
Veig-i Pessoa, que estaudodoente acaba
de dar paile de prompto tomara' como
mais auligo a com as formalidades pros-
criptas pala Lei o Commando interino
do mesmo Corpo que Ibe sera^entregue
pelo Snr. CapitaS Manoel Ignacio de Cjr-
yIIio MeadoOOJ. O Commndanle das
Acmas louva e agradece ao Sor. CaiTa-
llioMndoncaa h a Tontade zelo pelo
sei vico e Dis iplina que manteve no cor-
po,durante o t-mpo que o derigio de-
faaixo de sujs ordena.
O Snr. Major Cimm-nd'nte interino
do B*tlba5 deG. N. daaUcado, dos Con-
fnenles ltimamente recolbidos ao Quar-
tel, oiganiaro'a 3. Companliia titila
tomara'o Commando o Sor. Cap la Ma-
lina* d'Albuquerque Mello nomeado pe-
lo Exm. Sur. Presidente para servir nes-
te Uatallud.
Continua a Companhia d'Arlificesa dar
diariamente a hora costumadi o reforco
tomposto de mttjde de sua forea pira o
' Quarlel das 5 Pootas, e o Snr. Cominan-
dinledo4. Corpo ordenara' que ca-
da ama das Pracaa de relorso so' laca du-
raute a noilt urna sentinella. Proroga i
por mais trez meses a liceoca regisiada q'
actualmente gosa o Snr. Cadela do 4-
Corpo d'Artilheria Joa Marinho Paes
Barrete
Antonio Pe ko d 5a Barrito.
Expediente.
Ofticio -i Ao E vendo-lbe a roquis9t5 do Juiz de Direi
to do Crime da Comarca re Nasareth e
disendo Ihe, que nem no-D pasito, e nem
no 4. Corpo o'Artilheria exislia com
praca o criminoso de morle de que ta-
cta o mencionado Juiz de Direito sendo
por isso de presumir que elle livesse ti-
do outio deitino ou mudassu de uome ,
como fK'qututemeule suceda.
Dito Illm. Sur. Cbamado intiii
mente para o Commando das Armas
desta Provincia em 13 de Desenbro ultimo
pela demisiaS que deste Em prego tiverao
Teaente Coronel Ignacio Correia de Vas-
concollos e blenlo par Decreto de 29
do dito mes a tlFactitidade do meuno
Commindo assim o commuaico a V. S.
para S. intelligencia o da Brigada que
Ibe fii confiada.
Por urna tal occasiaS tenho de derigir-
mea V. S. significando-lbe, que em mim
ter os Militares desta provincia empie-
gados nessa um (lele telador dos seos
dii 111 o e minenlimente appreeiai'o; de
seos relevantes serviecs prodig-Usados tm
prbl di Con-tiiuicci, e da Integridade do
Impeiio. Congratulaudo-me com V. S.
pelo tiiumpbo das nos-as ai mas nesse
Ponto do Brasil pela Iranquilidade que
boje principia a saborear a povo Paraeuse
e pela p>rc<<5 deglolia que Ihe cabe de
todos < s'es lelices rebultados cont com a
continuaca5 de ignaes -eivicos, e com a
cooperaban de la dignos Compantui.os
d'armas.
Dos Guarda a V. S. Quartel do Com-
mando das Armas de Peruambuce i.de
Fevfreiro de i838. Antonio Pedro de
Sa' Barreto. Illm. Snr. Joaquim JoseLu-
it de Souza Taante Coronel Comman
danteda Biigada Expedicionaria ao Pa-
ra'.
Dito Ao mesmo, ordenaudo-lbe a
remeda ti i mensa 111, en le do mappa da fot"
9a da Brigada soh seo Commando com
declaraca dos diflereoteaservicos em que
e achava empregada, e urna relaca5 dos
OTticiaes luferiores, e Cadetes q' ma
ts se lia vi 10 distinguido por seos servicos
e conduela. Pedia t5 bem um relatorio
dos servicos feitos |e'a Brigada uos di-
versos Ponlos daqu^Ha Provincia.
Dito Ao Teneule Coronel Comman-
dante do i. Batalha Eipedecionario a
o Para' accu audo recebido os seos olt'i-
cies de 8 de Novembro, a 1. de Desem-
ultimo e papis qu O acompauharad ,
cjramuuioando lhe-a sua nomeacaS para
o Commando das Armas desta Provincia,
os sentimentos que nutria pelos briosos
Militares ali empregados e ordenando
a ftectT tecessor havia ieito da guia do soldado
invalido Jos Vicente Neto.
Dito Ao I11 pactar do Arsentl de Mi
rinba requisitando Ibe urna lanxi para
rondtisir hoje varios uteasis do Bitalhio
destacado do Arseual de Guerra p*ra o
Quartel du Hospicio.
Dito Ao Coronel Chele da Legio do
Muoicipio do Santo A O lio acVusando
recebido o seu otBcio de 3i de Janeiro ul-
timo que acompanbara as II pracas,
que tinbad de lser paite do Ualalliio des
tacado, e diseudo-llie que quindocom-
plet'Se a remessa do Cootingente que
Ihtfora p.-dido bom seria vir de todas
as pracat urna rel Dito Ao Juiz de Direito da segunda
Varado crirae, lemettendo-llie or-que-
rmenlo do Alfere F. de P. C. Lio em
o qual pedia a su-penco da nota de pii-
sio que tinba tu classe por crime civil,
e a nibrmacio que a respeito dava o com
mandante da mesma Classe para que
S. S. o houvesse de iati uir do estado des-
te negocio.
Dito Ao Director do Arsenal de
Guerra, respoudendo o seu ofticio que
tractava dos Attifioes, com a parte da or-
dem do dia de boje
Portara Ao Major Commandante
do Daposito, roandnudo demittir o recrnta
Joto Nepoottoeno de Jess e entrgalo
aoComtnari4nle inteiiob do Corpo Po-
licial, por ser d'ali desertor.
Dita -Ao m^smo, mandando demittir
ao recruta Pedro Jos Montero.por ser i-
Ib j nico de mulber viuva e por isso
recrutado contra a Lei.
DIVERSAS REr>ARTiCOIN8.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do n. a6.
CORREIO.
Existem na Administraca5 do Correio
as Cartas seguras:
Para Jos da Silva Coimbra viuda do
Cearo'.
Para Leonardo Bisorra Cafalcanta ,
vinda do Sobral.
Para Manoel Gomes Correia de Mi
anda vinda do Para .
Brigue Portugus S. Domingos de
que be (JapitaS Manoel Goncal ves Vian
na tai para Lisboa 00 dia 9 do cnente.
A Xarrua Nacional 3o de Agosto lece-
ha a mala para o Rio de Janeiro no di
14 do correnta as 5 hora* da Urde,
O Paquete Nicional PatagOOa do qual
he Commandante o i. Teaente Joso
Maria Rodrigues sai para Jaragoa Ua-
hiaeRiode Jaoeiio noiai4c recabe*!
malas na vespora en 9 horas da uoile.
ARSENAL DEMARINUi.
O Arsenal de Mariuha rompra 01 -.
guiutas gneros.
Feija tflsucar, bacilbao carne sil-
ga la dita dita Je porco oalQBI de briio j
camisas di'a, jaquetts tle panno lona
da husaia, ferro de sapo de pac com quatro
(|uintaes de peso dito pequeo de sepoda
ferro com trez dito* dito ancorte -.,
teixas, chapeos.
As pessoas qus tive em tae3gneros, o
os qnisorem vender conjpMer,* ntsla lio-
par tii;a5 com btiai prop stas na forma do
estilo pelas 1'.< botas do dia de a manha..
Arsenal de Mariuha 6 de Fevernito oa
1836.
Francisco d'As^is Cabial e Teive.
Inspector.
OnilAS PUBLICAS.
As pessoas que quiseiem Irabalbar no
atierro do lugar deuominado Tocos po-
dem apresenlar-se ao Snr. Aleres loa*
iMiim Ignacio de Ca valho Vlendonca ,
tncarregado daquella obra que lera or-:
dein para Ibes dar tiaballio.
Iiispecea dis Obras Pub!i::s i"! de Ja :
neiro de a 838.
Rloraas Ancora.
PREFE1TURA.
Parte do dia 4 de Fevereiro [3&.
Illm. e Exra. Snr. Das pattes hoje re-
cebidas ft'eata Secretaria a penas consta ,
que foraS presos a roinh' oidem e tivav
rae destiuo Antouio Jos das Mercei *
pardo, pelo Sub l'rtfeilc de S. Auionio,
por ser encomiado a meia noite 11 ni atcav
linc e Fermina preta e twrava pelo
Sub-Preleito da Boa-ista pelo mesm
motivo, e aipol a lugidt.
Dos Guarde a V. Exe. Preteitura da
Comarca do Reci- 4 de Fevereiro de
i838. Ulm. e lxm. Sur. Francisco do
Reg Barros, Presidente da Provincia,
Francisco Antonio da Sa' Barreto, Pie5
t'eile da Conwrca,


V
'v 0I1EIO I
sasi
P B W A
anaHa
y c o.

r

i

Parts do da 5.
lllm.e Extn. Sr.-* Fors presos a mi-
i.ha ordem e tivera o competente des-
lino: Manoel dos Res Manoel Pereira,
Manoel Jos diSUa, EozeLio Frenis-
ro liunlo da Costa Joaquim Jos>: Perei
ieira e Francisco Claudino Biserra pelo
Sub-prefaito da Boa-vista este por Ur in-
sultado ao Commissiu > de Polia do dts-
tricto da Estrada de Jo de Barios a a*
ijuellcj para reeratat;
E' o que consta das partes hoje recebi-
das n'efta Secretaria.
Dtos Guarde a V. Exc. Preleitura da
Comarca do Rerile 5 de Jmeiro da
1838. Illm. a Exm. Snr. Francisco do
Reg Burea, Presidente da Provincia.
Fraucisco Antonio de S Brrelo Pie-
feilo da Comarca.
CMARA MUNICIPAL DA COMAR-
CA DO LIMOEIRO.
5." Sessa ordinaria de 19 de Janeiro da
i838.
Presidencia do Snr. Lira.
Feita achamada comprecera os da Ses
sao antecedente.
Pelas palavras doSr. Presidente loi a-
berta a Sessa.
Lida a acta antecedente foi approva-
da.
O Secretario deo ron'a do expediente
um officio do Exm. Presidente d* Pro-
vincia em que exige que esta Cantara a-
(o me as necessidades do Municipio para
ser levada ao conhecimento d'Ass.mblea
Piovirn af ; a Cunara ficoj inteirada.
Outro do Prefuio da Comarca dactada
de 17 do crrante em que remelle a lista
dos Jurados deote nno ; a Cmara fnou
inteirada a passou a cumprir o mais que
/ Ihe emcmiibe a lai a remeito.
Coropareo o o Fiscal da Villa a dar
centa desusa *trl)uicoeos appresentando
5 -leu mus de inulta por tranagressoens as
Posturas, que logo fora itmaliiii 5 ao
Procurador pnra as cohrsr.
Requeieo O Portn o de ta Cmara 3
ni es*, a de licenca fora-Ihe comedidos.
Piopo* o Sor. VeriuJor Ferreira que
tstn Cmara raanlasse comprar amas Ho-
ras Marianas pasa qaando ouver de se de-
Gi ir o juramento a algum Empregado que
posto ern d^cus-a foi decidido a favor do
requerimenlo.
Propoz O Snr. Presidente q-je se man-
dasse comprar um enserado par* cubrir
O panno da Mesa desti Cmara que eu-
Irando em discu s foi decidido a favar ,
e logo se expedira as ai d- ns ao Procura-
dor para as comprar assiraa.
Desparbara-se aiguns requerimentos;
e por dar a hora d<> Costume Coi levantada
a Scssa. i'.u .! m Saraiva d'Araujo Gal-
va, Secretario o escrevi. Feliciano Pe-
reira de Lira Presidente. Antonio J a-
quim Ferreira. Antonio Peres Qui-
las. Sivrino l x-n-iie Viliaiim. tVla-
itmano Antonio de Piulio Olivis.
CURSO JURDICO.
EDITAL.
Como quer que a 15 de Dasembto ulti-
mo esperas-e o praso mareado para o Con-
cillen as quatro substituices vagas das
Cadeirss d'.st Academia seto que compa
recose hum n"> oppositor ; tomo a por
em concurro as dita- surV'titoicoens com o
praso de seis meses da dada d'esteem con-
i'oiinidade d a artigos i. e 2. do Cap.
j5 dos Estatutos.
Secretaria da Academia Jurdica de O-
linda 3deFevereiro de i838.
Miguel do Sacramento Lopes Gama.
Director inteiiuo.
ED1T\L.
Ignacio Lins Barrada, CapitSo fbef.-n-
ieiino do egondo Balaliio de Guarda
Nacional do Municipio da linda, e
Cotnistario Alistador do Destricto do
mesmo Batalba e.n virtude da Lei &c.
Faz saber aos Guardas Nacionaes do di-
do Btelho, que sio solteiros, casados
gem fi hos, e viuvos seai fiibos, que a in-
tegra das tres listas que remeteo ao Exm.
Snr. Presidente da Provincia, e ao Snr.
Chafe de Legiio Commissario Detignsdor
do mesmo Destrite, he a qae vi junto a
este fielmente copiada, e qae d'entreosa-
listados se hade tirar, o Contingente que
deve dar eue Batalhfo para o Destaca-
mento ( por dois meses na Capital) em
eonformdade do Decreto e regularaenlo
de 15 do Outubrode 1837. Os que po-
rem forera designado para o Destaca-
mento pelo iesmo Senhor Chafe Desig-
nad r, e nio se apresentarem fico su*
geilos a pena do artigo 11 do dito Decre-
to e Regulameoto que be serenare-
-rutados para a primeia buha. A lista
dos que devem faver parte do dito des-
tacimento sera' publicada pelo dito Snr.
Chefe De-ignador.
E para que cliegue ao conhecimento d
todos mandei afinar o presente nos laga-
res mais pblicos deste Destricto, e pu
blicallo pela imprenta. Secretaria do
m- bino Batalbio a *e Fevereiro de i338.
Francisco Caetaoo Pereira Guimarus, Al
fares Secietcriao escrivi.
Ignacio Lins Barradas.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
As noticias que tivemos da Biliia pela
Cbar.ua Carioca, nada adiantio poi ae-
rem anteriores as que ja temos publica-
do ; todava, .vimos huma carta de passoa
de toda a consideraco escripia em 4 de
Janeiro cuja intrega multa deve ufa-
nar aos Pernambucanns pela frase, de
que se serve o Autor da predita carta
i|n. Ontem e qui ebegou o precioso
presente vindo desss Provincia o qual
nio podia serraelhor. Anciava-mos por
esta Expediclo porque nio tnecessi-
tavamoa della e de armamento, como
p-.rq' sabemos o crdito ou lorc moral, q'
aqu tera a tropa des a provincia. Nio
foio 5i>a lnin-ms, loi um grande Exer-
cito, que chegou. Deve po4 o Exm.
Presi 'nte dessa Provincia receher es g gas, ,(iie Ihe rendemos por tal presente.
Vai ser atacada a Cidade oro urna forca
de mais de 3,000 hornen*. O Tenente Co-
ronel Coelho vai tomar qcommandoda
B-igada do Centro que alera da tropa,
que com elle veio ser composta de outra
que se Ihe vai leonir. Espera-se que
mui breve ser e>ta Provincia expurga-
da da gente desordeira. A mesme carta
dando nos n aaber alguma couaa do RO
Grande do Sul dii o segrate Do Rio
Grande temos a qui as melhores noticias
conste q'por lodo o conente wer. (Jane-
10) -e espeiava a cabada a replba de Pi-
ratinin.
Bonito. -- InformacSea as mais ve-
rdiras nos hab litio hoje para diser algu-
ma coma sol>re as de-ordtns occori idas
ni-ssa Comarca, e 'je derSo motivo as
medidas dos das sexta taita, e sbado p.
P"
Oque ha no Bonito ? Eis a pergunta
geral eis a epgrafe da ordem do dia em
t..-1-s asconversac5ds: oque ha no Boni-
to p Tumultos populares sera caractera-
iuda de huma sedicio metho lica ; tumul-
tos por c;. u a da m intrepelacio que li-
seii' conrel.er aos povosdehuma pala-
vi s .' Qaom o pensara ? Foi umaitigo
de L i a airaa com que se servirioos i-
nixiigos do sucego publico para balar a
estupida desc-.nfi.inca dos povos do interi-
or TranscieVendo oaitigoda q estio ,
n faremoscompiebender melhormenle
aos nossos Laitorej a mierevel illscio,
com que pe versos anda oceultos coma
mascara da hypocriaia soubero lileque-
ar a simplicidade dos hnbitaiiiDS do Boai-
t >. Eis a qui o ai tigo 1 a da Le de 11 de
Outnbro creando, e applicando Impostos,
para emot tisacio do papel moeda.
Artigo ia Na seguinte Sessio, e as
sub-equeiius, o Governo apiesentera' hu-
ma ciicuostanciada iclaci t-X> dos pro-
prios Nacionaes, (1) que forem desneces-
sario" aos servido, e que conveoha serem
(1) Quer diser : Pcopiiedade) baos,
posseises Nacionaes*
vendidos para ser applioado o pro-
ducto a araortiaauio do papel moeda.
Eis a nversio que derio os sedutores
ao sentido da Lei Qae o Governo
mandava avallar os propnos Guardas Na-
cionaes pata serem vendidos todos os que
nao fossera mistar para o servico rapan-
do se-Ihe sotes disso a caheca. e pondo-se-
Ihe i carimbo --Para mellior faserem acre-
ditar o imbuste appiesc-ntaio hum b a-
geiro de cabec* rapada e com carimbo,
(que talvez seja dos da Costa d'alrn: ) o
qual se disia escapo do sactiQcio do em-
barque para Inglaterra; e com esta irafame
mauobra 6serio-se acreditar nio sendo
nada mais preciso para revoita*r o povo da
Villa, pondo o em estado de sedicio,
leselo soltar os presos de Justina toman
do e pondo livres os recruaa queseman-
devio, tornando-se desobediente e insul-
tador das autoridades que tal vez se
descuidassem bem de desvanecer as pri
meiras inipressdes, edecapturar os mol
vados inventores, que l nio dexario de
ser bem conhecidos. Mas emfin eis a
ixposicio verdadera do que se sabe por
ora do Bonito : o Governo como sabemos
no'despresou a centelhs ; a priraeira ex-
pedicio composta de 120 bomens, sah'o
como ja diremos, antes de" sevulparisar
a nova ; tio futil he o negocio, que a-
quelles meamos que advinhio ru-gas ate
no globo da La na5 s b ao oem espe-
rava este refresoo do Bonito! novas es-
perarntas, novas mentiras sera mister pa
raamplificar as desordensda populassa ig-
norante do Bonito : ora po<8 inventem
agora Cabaoos da Liberdade : porem
advii ta5 que 3oo homens de liopa bem
disciplinada commandados por ofli-iaes
de toJa a coitfimga equode-vem apire-
cer nos logares infeccionado? pela seduc-
en 5 quando taltal ali se ulgue que nt
Capital se saberia apenas dos negocios, es-
ta torea respeitavel e nao esperada di
temo n<, junto com as insinuac5es per-
suasivas do Governo Provincial. sera5 sufi
ctentissimos para traser os Iludidos a 1 as>5
e traser os seductores ca' para a estrada
novado pau do Albo ou para onde me-
Ihor convier segundo osen mereciment>
pelas disposicus do Cdigo crimiual, que
a todos elles, e a outros devemos desejar
para alivio dos boos, e de desafionta das
Lcis. assim seja.
EXTERIOR.
II E 8 P A N H k.
O Hespaoliol traz bom ai tigo mu nota-
vel sob o titulo de Auxilios estrangeiros.
Nelle mostea a toda a evidencia que en-
teodendo'se bem a Franca e a Giam-B t.ujlia seiia obra de huma semana a con-
. lu-o da guerra civil ; e porque naf>- lem
querido ou podido concordar aquelUs Li-
as potencias para um lim taS louvavel e
la generoso loi ca que nos outros ta-
camos os maiores esforcos para consegu-
lo por n mesmos.
Este ai ligo cheo de lgica e de boas
ideas, sujjgerio-nos algum-s n flexdes so-
bre a mema materia.
Hefacto, que at agera na5 tem podi
do concordar os dous goveruos da Fi anca
e Inglaterra cuja uniio nada resistira,
para por hum termo infernal lata que
nos dovora.
Nio nos na5 podemos attribuir a este
ficto sena huma de duas causas. Existi-
r entre acuelles dous governos ta5 pode-
rosos alguma rivalidade mercantil ou de
influencia politice na Pennsula rivalida-
de tal (na n.16 permita coocentiarena-
se entre si para dar hum golpe decisivo,
que feche p ira sempre o volcad da guerra
civil? Outemem, auxiliando-noi, ts-
ar na Europa huma guerra geral de prin-
cipios contra aSinta allianca cuja -ym-
pattiia pela oauza da usurpaca5na Hej>pa-
nha be assaz couhecida no mundo polti-
co ?
Examinemos por partes os diversos mo-
tivos que pudera causar aquella falta
de harmona.
i. /V rivalidade mercantil lie, os
notaos olhoa de u pouc* impurtancia ,
que a nao citar amos, e alguns a nao ti-
vessem como hum motivo podeioo pu
nao concluir e gaerra. Se esta contioaar
mai-i dous annos ficar a Hespanba m-
possibilitada por hum sculo para servir
de mercado a nae6 alguma:
O commercio segu leis, que na esto
9ujeitas nem a tratados, nema disp. sicej
administrativa". Pe'a nataieza raesma
das cousas e pela siluaca5 topogrfica dos
lugares a Franca prover anda por mu.
tos annos com os productos de auas fabri-
cas o norte e leste da Hespanha e a Ingla.
trra, o oeste eo snl. Se ontiausr a
guerra civil estes mercados ficaio fecha-
dos tanto para huma como para outra,
porque na6 taremos rom que pagar aquel,
les productos. Sa a luta acabar de promp.
to, nm a Gram-Bretanha nem a Pian,
ca podero disp.ir huma outra dos mar-
eados respectivos, para onde afluem nt.
tura'mente seu* productos onde o hebi-
to e a facilidade faz com que encontreto
compradores. Prescindimos nesta ques-
tio dos principios gxraes de economa po<
litiea que piosc-evera5 j como inuteig
e perniciosas, essas rivalidades de com*
mercio ; porem mesmo prescndindo
dos seus principios se > v que as dan
grandes naces de que temos fallado nao
podera funJamentar racionalmente sua
falta de acord, para auxiliar 00a em
nenbum terror ou rivalidade mercantil.
a. Se pois rivalidade de i..fluencia
po ifea ? Na MluacaS em que nos echa-
mos, he natural que nossa sympatbia se
dirija nafa5 que nos proporcionar au-
xilios m lis, promplos e efficazes : e se ara-
bes se reunissem pra no-Ios dar com
igualdade, ambas seriaS igualmente ere-
doras da gratidlo hespanhola que em -
poca alguma foi illusui ia nem estril.
Por outra parte, houveramos la. ilments
concebido essa rivalid.ide quanto Flan-
ea e'a Ioglateria disputando o imperio
do inundo tinba interesses bem ou
mal entendidos, porem diametialmente
oppostos. Essa 8tuaca5 ja nao existe. Al
duas grandes quesles da Europa 8*6 10
presente, impedir o engraudecimento do
poder d. Rusia e conservar a indepen-
dtncia do occidente euiopeo, azilo das
lu?.es o da liberdade. Na6 nos illudamos,
nem se Iluda alguera : nao ha no mundo
poltico ootras quesles alem destas. A
misma guerra civil da Hespanha na5 he
senada reacca do ol scuianliamo e do po-
der da santa allianca contra a c,ivl9ac->5 s
a liberdade do occidente da Europa.
E quesles ta giandes, ta importan-
tes e de que depende a ventuia ou des-
ventuia da melhor parte do mundo eivi-
lisado por muitos seclos seiio abando-
nadas por hum ir.teresse ta mesquin^o,
ta pequeo, ta verstil, eorno o iiiflu-
xo de hum aja bnete ex posto por lies an-
uos as tempestades 1 evolucionaras 7 Nao
podemos c lo; tanto m.is que a Lon-
dres e Pars interesa igualmente q-.e seja-
mos huma aaca capaz de fa=er contrapeso
na batanas da Europa a favor do syslema
occidental.
Porem, talvex nos diga, nao se quer
guerra com Santa Alliamja e por Uso
nos he foifoso adoptar o priucpio de n*5
intarvenea. Em primeiro lugar, qa
demoiittraa fizera as potencias do noj-
tecontiaaG i Betanha, eujo pavilho
interveio algumas veses nos nossos comba-
tes navaes com a f^cca ? Por veotori,
declararan guerra Franca cujas tropas
seapodeira de Anvers ou Inglatena,
cuja equadra bloqueoo os portos da Ho-
landa ? Em segundo lugar o tratad d
quadrupla allianca nao be hum acto posi-
tivo de adhesio a causa qae defendemos?
E pioduzio elle alguma reacca da parta
da Santa Allianca?
Oemais te a causa de I-a bal II he a
mesma do occidente da Europa como o
temos demoti'irado, dexa-la solada,
ou para melhor dzer entregue a si mes-
ma em consideraca potencias do nor
te, he a mais errnea de todas as omb
naces polticas; bs faltar aos deveies de
amisade para comprazer com hum inimi-
go qae c^do ou tarde se apresentar no
campo de btalos. A Santa Allianea a-
miga intima do absolutmo nsO perdoar
r j mais revoluca de julho mil vezes
mais opposlaee ssoj principios que a da,
Hispinha pois que asta teve o sau pnn<
'

1


BURIODKPIINA MROCO
5


ciuio em huma comedio do trono e aquel-
|i em hura movmsnto popular, A nosss
profenou sempre o miis profun lo respai-
lo dyaasta reinante ; e aquella arrcba-
tou ni sua torrente o rei com toda a sua
fiiiilit. E qaando as margen* do Rlie-
n0 ou do Elba seja o theatro da grande
contestacad Europea, o que sar raas
vaoiajoso allimca occidantal tar na He*
ptoht huma allia'ia f>rto e poderosa oo
lium vi.iuli dbil e minarlo pelo volcio
mal exncto da guerra civil ?
Dir- se-ba a que ntre nos uutros ha fra-
quenles desavengas : porarc queiu as
cansa ? Quem pmduz a ii ritaca de ni-
mos sena a prolongaos da lula e do9
seus estragos ? Restabelecei a paz que
immediatamente se apagar o laxo da dis-
cordia a euperanca dos ambiciosos, o
preUxto da anarcbia e animosidade dos
partidos; porque enira as cousas que os
Haspanhoes de-ej poucis ha que se de
geiem com tanto ardor, como a tranqa-
liJadc publica.
lito he o que diramos aos gabineteses-
trangeiros oode em vez de defender-nos,
como o exigen) sea iuteiessse e o da civ-
li -ac.i do mundo nada mais re fas qua
calumniar-nos. Porem aos nossos conci-
dados repetiremos oconsalho, que lhes
d o Hespanhol. Ganliai por vos mea-
mos a liberdade pois os que podia5 e de
vis soccorrer vos se compraiem em ver
prolongar a Iota ; e cousolai vos deste a-
bmdouo considerando que hum bem ta5
precioso nunca se eslima cuino se deve,
seaad quindo be adquirido pelos propiios
esforc. (El Patriota)
(Do Jornal do Commercio.)
NOTICIAS DIVERSAS.
Prosperidade puhl.ca do Reino d'IIm-
nover.
Apoplo-5 do Reino d'Hmnover su-
ba em 1833 a 1.662:629 habitantes em
urna extensio de 694 '*"guas quadradas. A
p>pulaua5 particular de cada provincia
est na raso da uaturrza dolcneuo, e
do genero de indtistiia ou occapacad. As
provincias de Harz e de Ostlrisia sao as
mais povoidas. Todas as cidade* de Han
nover juntas no citado atino ss reduzi'5 a
2(<:ot() habitantes, de modo que fia
deltas teis vetes mais a populaban. 8'
bre 14' 589 8i3 geiras de trra 8:075:182
consisten! em trra lavrada boitss pra-
dos pastos bosques etc.
Corto em comparaoad de seas hab*
taDteso numero de hannoverianos dedica-
dos industria manufactora. Um para
cada cem ilmts contava em 1824 *' ""
mesmo ponto se eucontra hoje em dia ,
porque os estahelecimentO) de f.b: ico u
naqualle paiz poaca valia. Como geril-
meule se de curando pouco dointeiior, se sojeitim
menos aos cambios e estagnacSes commer-
ciaes que ira'em qaasi sempre a ruina das
grandes manuiactuies.
Grandes empregos desta ciaste protegi-
dos com pesa-Jas cunt ibuces ; na6 te-
riam cabimento no Rei no d'Hmnover. A
felicidade de um paz cuja oalaiez* ecos-
turnes se fuodam no cultivo das trras
em nusso eutender mais solida que a de
um pais fabricante. E' certo que rusto
haver mais actividade ; a popul.-c ugmentai com mais rapidez e do raes*
mo modo os capitses se multiplicars e
circularlo : porern em troca um pas a-
gricola nao est sujeiio aos continuos va-
vens a que estaQ expostos os paizea indus-
triaos, onde a sub-i-tencia de um grande
numero de horneras depende de urna sita-
sao t pouco estavel qua ao msnor con-
tratempo fcam sam trab-lho esem lu
ero algum. Assim que os paizes indos-
triae-> preciso para govema-los bem mu-
ti mais prudencia que os agrcolas pois
nos ltimos na6 se encentra como naque)-
les um immenso numero de proletarios
sempre disposlos a tomar parte as dissen
ces civiz.
O Commercio d'Hmnover se funda
principalmente nis produccSas agriculss,
e nos objectos erijo cultivo teja de prime-ira
D.eiiidatt8i Este, tommersie pela ai-
lidade de communicacSea interiores, e ds
navegacio dos ros, se esteod* por luds
as comarcas do paiz ; e o6 se reane ni-
camente as grandes cidades como saccede
nos pases onde a mansa das exportacSes
da industria muito maior que os produc-
tos do terreno. Anda que a situacaS da
provincia de OstrGsia seja favoravel ao
commercio maritim >, esle 1: mui curto
em compiraci da Hollonda e cidadas An-
siticas porem tatnbem o terreno haono-
veri mo abastece estas cidadas e a de Al-
tona.
Urna Mi por favor.
Urna substituicaS de parto crime pou-
co condecido bem que prevenido pelas
leis pansas em Franca ac meiter em Saveroe-le-Chateaa (Aveyroo)
EugniaT... Teve a ofelicidade de
ciir pejida. Anda que esta na5 era a pri-
raeia Ves iato com ludo nao daixou de
Ibe causara mais viva ioquietacaS. Ella
conGou o seo sagredo de Leonor T. IUI
prims, casada; estase resaeotio do esta-
do em que se achava sna prente, entre-
tanto tua piedade nao eslava de todo etgo
tada e para evitar a Eugenia um novo
escndalo imaginoa ella um singular ex-
pediente : como ella era rasada fcil lhe e-
ra ser mii sem vtrgonha alguraa. Q fa 1 ia ella pois ? Persuadi a seu crdulo
muido que ella ia a.tornal o psi. Cem
p'ta nova elle nao caba em si de alegra.
Elle nutra j a idea de sna futura paterni-
dide consagrando todos os -eos votes pi-
ra a chegada daqaelle quedevu perpetu-
ar seu nome. Da sua parte a muther na-
da perda para o entreter nesta louca es-
peroca. Chega por tanto o termo da
prenhez de Eugenia.
Bem que a presenga do m>i i lo se op-
pozes.e ao projerto com lado na5 fui
con- difcil separar se lie. O inlante
de Eugenia vem ao mundo a astuta p t-
leira presta immediatarneute eus aoccor-
ros leva o iccem nascido a Leonor, que
se iego-ij isa de adiar su mii sem ter sof-
fido cousa alguma. Peito i to chega o
marido ese precipita sobre o barco. Seu
coracaS palpita de alegra, e cobre'de
beijoa o infanta esu preter.li Ja mii. Que
digo su ? Elle acha mesmo que o i .liante
8eaisemslha a ai grandemente. No dia
seguate elle se derigin so escriptorio do
Corregedor pira ir fa-er sua declaraciS de
patai ni Jade ; mas a penis o acto do estado
civil fui diiigdo qoe alguna indiscretos
mais astutos que o marido de-coln iam o
engao com grande u de'sapointamento
do pai, que va assim desnpparecer ara um
momento, seus soohos de felicdade i e
suas esperanzas de progenitura.
*sosnaA ia sozi a y
O Imperador da Rassia em Circss9a.
Segundo noticias rscebidas de O.ies-a ,
o Imperador da Russia se acha ne-te mo-
mento 110 theatro da guerra da Circassia.
E' certo que todas ss medidas de preraa-
ci po.^siveis foram tomadas e que o Im-
p rador escoltado por tropas as-az nume-
rosas para se suppor al certo ponto segu-
ro de todo o perigo ; com tudo ba sempre
demasiada temei i Jade era se arriscar assim
em um paiz rebelde, cujos habtotts pas-
sam p te de anuir cilidis a di-por emboscadas.
Falla se muto aqai da prxima nomeaca5
le um novo governador para a Polonia :
diz se que o Prin pe Paschswitsch fora
exonerado, e que caira no uteiro desa-
grado do Czar.
O vapor Cbimera ch'gou a Toulon em
10 de Movembro. Trouxe a seu bordo o
coi po do general Perregius que espirou
durante a viagem no dia 6. Vieram taro-
hem o coronel Domas eo Principe de
M'isctw ambos feridos em Constantios.
(guando o vapor saia de Booa o Duque da
[Nemours e o Principe de Jonville com
todo o aeu estado maior tinham voltado
para a cdade. A goarnici deixida em
Constintina s ordena de general Bernella
ni5 excede s 2:8jo horoens. As oulras
tropas doexercito esto estacionadla em
Merdjezel Hammor Goelma Djcam e
Booa. O Marechal Vale, pedido para ser
substituido.
(Do Nfloioiaal d Liabos.)
K> Precsa-se de um feitor para um
sitio : no atierro da Boa-vista em casa do
Doulor Brito.
*y Um brasileiro de muto bons ros
turnas, sabe le-, esorever, e contar sofri-
velm nte, ae offrece para osiXeiro de al-
gum armastm de a-sucar do que tem bis-
tante pratica ou outro qu^lquer negocio;
quem dalle prccisir annuocie.
fla"* OFsiece-se um rapaz portuguez
para caixeiro de podara ou arroasem, in-
da m. -m > para fora da praca dirija-se
striz di Igreja dos Mrtir >s venda ptrei-
de e meia ao fundo da mesmr l/reji.
jujr* Precisa-se de urn ni lo ira ou
captiva [macas* de urna s pesso : no
beco de S. Pedro 00 segundo andar do so-
brado D. 2.
9Wh Preciza-sedeum cont de res a
juros por temp de um armo c -m bypote-
caem urna boa otaria ou escravos quem
e>te negocio quizer f7.er annuncio por
esta folh 1 pira se tratar do ajuste.
VV Piecsa-se de alugar urna casa
que seja em qualquer ra do Biirro da
boa-vi-U at o Moodeco ou Solidado;
quem a tiver anouncie OU dirija-se a
ra nova D. a6.
XeT* A p.'ssoa qu^ offerecu na Boa-vis-
ta em urna venda 5 > rs. pnr cad garra-
fa vasia sendo qae qaeirs todas apare-
es na dita venda.
Wp*' Manoel de Jazus Praffita faz pu-
blico a que n coover que o Sr. Angelo
Martin 1 de Siqoeira deixuu de ser seu cai-
xeiro des de o dia 3 de l'er, reno do pre-
sente aono.
Sjr^T Quem precisir de um rapiz por-
tog'iez rhegado a pouco lemp> p^ra cai-
xeiro de qualquer negocio dirija-se a
roa do Queimado laja de ferragem nu-
mero a.
VJP" Joo Fiancisco de Oveiro faz
sciente ao seu Amigo P. G. L. que em
con-eqnencia de s,.a ordem Cumprou mu
bilhete n. 49*7 da segunda parte da se-
cundo Laceria a favor d de N. S. do Livramentoda Cdade do Re-
rife.
Tfi Affon-o Jo- de Oljveira Profes-
sor de Geog-afia eHistoria do Liceo, avi-
sa a qu-m canfier que tendo de princi-
piar as li6es no da i3 do correte, de-
vem comparecer no mesmo Liceo 00 dia
10 palas li horas do dia a fim de te
matricularen).
a \ Cbansellara o Consulado de
['rauca fica transferida para o segundo
andar da casa numero 60 rus da Cruz
do Recife.
mbs Alugi-se urna escrava para servi-
codeumacisa, euja cozinha e engom-
ma ; quera a quizer annuncie.
esaaaa pjda 2 do torrente dmspare*
cu ou furtarfo do sitio de ponte de U
cba umacaix de prata lavrada nu-
jo lavrores muitos d'elles fingem 0MX01
de uvas <*om a firma em cima com es-
tas letras JL A,supe--eser lirada por al
gum escravo pur tanto rogase a quera
ella for offerecida de a tomar e levar em
casi de Jo Lopes re Ibuquerque stiaz
da casa da opera, ou na ra do citspo
loj D. 3, que recompnsala.
___ Quera quiser dar por 3a 4 annos
2:ooo^ -oo a premio de um por canto ao
mez, hypothacsndo-se predio^ ou tr-
ras ou mesmo e-cravos valendo cada
objecto o valoi dobrado da qusnta e os
juros, quersndo paga-sede3, 6, e 12
mezrs licandoos cscravos na n.ao de t.eu
proprelaro; tudo desembaragsado; quem
esle negocio quiser fazer annuncie.
Xe Arreudaseum sitio no lugar da
Trempeno ladoe^querdo hiodo para a sa-
udade o primaro depois do do $r. Her-
eulsno, com boa c*sa de v.veoda com
copiar fura e solio com janellas para o
oito eslnbirii, boa cacimba e tanque,
com Distantes arvoredos de Lucias j a
tratar na ra do sebo sobrado noro de um
andar.
sy O Sr. que tem urna carta viada
de porlugal paia o Tenente Coronel Fran
oscoGuedes de Quinhones, quura en-
tregar a dita carta ao Sr. Jos Gomes Liil,
com leja do fazendasna ra da Cadeta ve-
Iha sondes procurar a viuva de oieu-
cionado Tente Coronel.
tary Qoem precisar de urna aras de es*
sa para servir a homem solieiro a qual
d < o todo o jervicode casa : dii ija se a ra do
Hortis lojs do sobrado D. 25.
Era o dia i.' de Fevereiro do correte
mez einno, InU'lou >e o CoMegii de
S. Boi-ventura na Fregu-sa de Se
nbora di SauJedo Poqoda P.nella com
aquella Sale^jindade possivel. Honrara
0 Acto da Abertura os Iil'DS. Srs. Piat'ei-
to di Comarca emuitos liomeus sabios ,
e Djulores e Pescas distmetas. Oj
Ulnas, e ExmN. Sr-. Bispo p.eiidante da
Provincia o Commiudante u'Armas ua
podera comparecer a honrar o Acto
por motivos que occorrera de sarvico
Publico que em ve>dade peualisou a to-
dos os Especiadles. O Director reci-
tou una Or.-c de sapioacia anloga ao
objecto, onde moslrou a utildade q'
sempre se tira da laes Esubelecimentosj
Ao a mmherer do dia appareceo em bui-
deirado o Adro do Colegio e deitara5-se
lia tintes loguetes do ar, illumiaou-se todo
o Edificio. A n ite houve um grande
c iiciu- de povo de p-jssos de todos oa
estidos que lii' ver a boa ordem a
maneira com que se tinba aderecadu a ca-
sa que encina a todos J 1 atis ic pe-
las lisongeirts esparaugas que o Estabe
leeimeiiio prometle a nosa mocidade Peri
nambjcaoa. O Ceo abeucoe e o feli-
cita e que os Dignos Patricios se quei-
ra utilisac do que se colhede um tal F.s-
tabelecimeuto. Fiat, fat.
VW Roga-seao Snr. Thesouceiro da
Lotera da M Iriz da Uj-i vi ta que no cr-
zo de anda nao ter pigo um Bilhete da
n. 1127 da eg.mda paita da 1. *
Lotriia ni (|Utf sabio o premio de 25& rs
oqu'lesla' sssgnado as rostas por O
M. de Cirvalb Nogeii e Joad Aires da
[Silva, o ns pague se ru qualquer dos
1 dois assignados por se ter perdido no da
i 3 do corre t>'.
Hum llespauhol residente oeste praca,-
e achaodu se sem emprrg > propoem-se
a sar criado era alguma c*a : as pessoij
que o porteadei pn t n dirjs-se na Boti-
ca da 1 u 1 tiQ9 N noite do d ia 2 do corrente mez
datiencaminbou se. ou fu r ti rao no lu-
gar do Poco da Panella, ura cavallo sella
no, ruco claro, quelinas o r?bo preto i
quem do mesmo liver uoiieia qicia di-
ii r-se s iui da l'il ia no Bairro de Sj
Antonia D. 1. q te sei a'gratificado.
-" Ptrdao-se noda 3> de Janeiro de
noite una Sedla de aos res juntamente
com 5 Bilhetes de li na im'-raa Sdala oa
embrulbo : quem achar dirija se as cinco
P-mlas D. 4j que sera' recompensa-
do.
f^ .vT jte do primeiro do rorrele
foitaro hum pieto de idade del8anw
no Mossatabique, de bonita figura, pin-
tmdoo bulsoda buba, de uome Fortu^
nato, muto ladino, indo de calsa e cnle-J
te preto : da-se co^JJ de gratificado a
quem deoancisr o autor do furto, a pro-
mete-se guardar sagredo : quem do mes-
mo souber dirija-se ao principio do atier-
ro dos afogaioi p. imairo sobrado, que re-
cebera' a piga e todas as mais despesas
qne fiser.
^r3pp Quem precisar de hom rapaz pe^
queno para loge de miudesas ou caixeiro
paraqu'lqu-r occupiflio, nao seudo ven-^
da, annuncie.
yy DeHapaieceu no di primeiro de
Fevereiro di ra do Raoget easa do Nicho
hura negrinba de idade 9 a lo annoa
pouct mais ou menos, 6 palmos de alta-
ra, folla, oreibis pequeas, cabello cor^
tado biixo, pe/- apilo* tados de bichos,
leToa vest Jo de ebita asul \a velho ca-
misa deafgodio-zinht nova ; decon!a-se
ter silo loriada, cuja escravo cbams-sa
Claudios : a pessoa qae a pegar ou dell*
ouber qoeira entreg.l-a na mesait cas
aciroa pois ser' bem recompeni^a
Ar Quera qu^er rebater bn m* Je^
tra de 52^5aoemmeda legal contra Da-
noel Jos de SoOM Luna ca.ado moraidof
na P^oaei de Ipoju.-a, J| vencida e
p.otestads, pede camparecer 00 Bairr o
da Boa vista ra atrae da Mstrix, sobra-O
do novo D. V, onda achara' com gusas,
tratar,


&**
V
4
DIARIO ti FIMAHIDCO,

. Wn^ Quem precisar de utn fetor par*
iio que entende da plantario dirja-
se a ra do Rangel venda D. a.
\jrV Perdeu se um cli.-io viudo da
Corarrea de Nazareth dirigido ao Com-
xnaudante do Corpa Policial Pedro Ale
Xandrno pelo Alferes Jos Guniguni ;
tjueoao achar dirija-sea eatregai- na re-
partido da Prefcitura, que sei gratifica*
do.
A professora particular, que rno
ra defronto do Theatro visa as sans dis-
cpulos, e a quem coover, que abri a
eua aula ao dia 5 do correte.
Wa^ Precisa-sede um rapaz de lo a
i2 innos para caixeiro da urna venda :
ua ra do Rangel venda D. a.
?/> AJuga-se um sobrado no bairro
do Recite seud > pieferivel primero an-
dar ; quera o tiver annuncie.
> Fancisco Antonio de O ivaira ,
tem enlaressado na sua casa cominercial,
seu filho Miguel Augusto de Olveira,
e desla data era dianta ser a firma de sua
asa em objecks commerciaaa a de Fran-
cisco Antonio da Oveira & Fi lio.
TtiP" A pessoa que annuncou querer
lugar um sobrado de dois anJares para
grande familia, no bairro de S. Antonio ,
dirija se ao beco do Rozario D. a 5 que
dir quem tem.
toP" Na loj daBez Desbyes a Compa-
jihia, da ra ora D. 17, acha-se um gran-
de soitimeato de livros de differentes lia*
goas e sobra todas as rnaterits cbagados
na ultima embarcacio Franceza.
ft^> Bracisa-sede um caixeiro portu-
gus de lo a 15 annos de idade para
urna venda perto desta praca: a fallar
na ra do Queimado D. 5.
NT AVOS A CARGA.
Para o Havre
Seguavagem a Barca Alie at
o fim do currante moz tem a maior par-
te da.sua carga prompta e com excellen-
tes comuiodos para passageiroa : a fallar
com Mauoel Aires Guerra ou ao Capi-
llo Laaierre;
COMPRAS.
WP* Ura moleque ou negro que
entenda de cozinba : na ra do Raugel
vaoda O. a.
VI1 Urna lipois em boa uzo ou
aluga-ba por alguna dias : no beco do pe-
xe frito venda O. 4.
fV Moleques e molecas ladinas da'
boas figuras: no Escriptorio de Manoel
Joaquim Romos a Silva.
VENDAS.
Dois cavallos da estribara for-
tes, manteados e passtiros, um d'el-
les sellado ; tambera se vende um preto
Africano forte e robusto da ao annos
de idade : na ra do Rangel primeiro an-
dar do sobrado D. 3i das 8 horas da
xnaohi as 10 e das \ a* 6 da tarde.
fflar" Oito b-y mancos, gordos e omi-
to mancos : no engenbo fragoso a fal-
lar eom Mauoel Antonio de Brite.
HV A tbra de Virgilius, em 3 vo-
lumen, ea de H^racius em dois ditos na
ra do Collegio na botica de Cypriauo
Luii da Paz.
*9* Bichas mu boas c bagadas ulti-
xnaoiente de Lisboa e se a funga ahonda-
da d ellas, grandes a pequeas am por-
fi ea retalho vinbo do porto de supe-
rior quadade e ja muto claro, por ser
vallio eduas canoas pequeas em bruto:
na ra do Rangel venda 2.
ffW Um ciioulo cajreiio deeagenho ,
de idade de ao annos: na ra da Alfande-
ga vclba n. 5.
frj^ Urna negra de angola de 18 annos
de idade, cose, engomma, a cozinba o
diario da urna cata : nai 5 pontas no pri-
meiro andar do sobrado D. 14-
%W* Bichas do porto, grandes e pe-
queas trocio-feas que rifo pega rara :
na praca da Ba-vista venda U. 9.
WJ1 Terreno proprioa no atterro dos
affugadus do lado do uascenie com o
lundo de mus de 35oo najaos: m ra
Dircita tercairo andar do sobrado D. i3.
Uan boa arrancio propria p^ra ne-
gocio de miudeza ou fazendas no atteno
da Boa-vista a fallar por conta do ajuste e
aluguel do quaito da mema ou na loja de
fazendas vzinha.
jrjT Travs de palmo e torno de gro-
sura de Mangue e de cumacuti todo de
bom cumplimento, a caibros de 4 i-1 des-
cascados todo por prego comino Jo a fal-
lar com Luis Jos Marques na saa obra ,
eu era sua casa ns ruado Rangel quina
do beco do Carcareiro, e no mesmo turna-
se qualquer encomend que se lbe faga de
qualquer porco da meama inadeira.
----- Perciza-se arrendar um sitio que
seja perto da praca e que tenha bastante
irvoredosde frutas e baixa para capim ,
ou ortalices e alga mas larras que se possi
plantar tendo boa casa e agua de beber ,
quem o tiver lumm a ou dirija se a cam-
boa do Carmo D. 8.
tjOJ^ O Brigua Americano Abbyell ,
forrado de cobre e prompto para qual-
quer viagem, quem pertender dirija-be a
os consignatarios, F. Man-lield.
^3* Rap prineeza de Lisboa em libras
eemoitavas, de suparior quadade por
prego coramodo, e tem-se o regallo de
dar-se a raostra ao comprador, na loja
de fazendas na pracinha do Livramcnto
D. a5.
i> Urna boa escrava cozinba, eog6-
ma e lava roupa : na ra Direita no
lado esquerdo quem vai para as 5 pontas
sobrado D. ao.
tW Urna escrava moca, sabe cozinbar
engommar, lavar de sabio e Irarrella, e
faz todo o mais ser vico de urna casa: na
ra do Fogo O. II.
prjJB O sitio pe (encent a Thomns Ste-
w limo com boa ca estribara pata 6
cavallos, cocheira, curral murado, gran-
de baixa de capim muitas larangeirss e
oulraa fruteiras, parreiras das mulheres
qualidades um poco da excelente agua
urna vacca um cavallo urna carroca ,
dos airinhos de mo duas bebsdouras
de pedra varias utensis de Jardim, e com
toda ou parta da mubilia da casa : na
ra da Cruz casa n. 55. INio se venden-
do por contracto particular athe i5 de Fe-
vereiio vender-se-ha nesse dia em baata
publica^
sjrjj** Bichas prelas de superior qua-
dade e preco commodo : no alteiro da
Boa-vista D. 19.
Iris*" O BiiguePortuguez, denomina-
do Venus, de lote de 133 toneladas, pron-
to a seguir viagem fundiado de fronte do
Trapixe da naci os pertendentes diri-
jio-se a Machado & Santos, no Forte do
Mtto n. ja.
m** Folhnha de feitcara branca
ou segredo curiozos h.belidades raase
jogo da sociedade a primeira parte com-
a do seguinte ; jogos de pinhores peni-
tencia segredo da t liv-ionomia ou arte de
conhecer os horneas pela cara varios signa-
c; e mais muito jogo e souhons a de ver-
timeulo ; folhnha ourioza Je recreativa
com a8 estampas cada estampa com sua
Historia ; Folbinhas de Jusliga com os
dois Cdigos; Folhnha Nacional e Cons-
titucional com a reforma da Coustiluioao;
Folhinba de dicada a Senhora com poes-
as dito d'algbeira com notici-s do Brazil :
dittas das G. N. com a reforma e Diccio-
nario para a mesan ; Folhinba de porta
em papelio; a tambem se venda um pan-
no por preco commodo : na ra nova loja \
de Frederico Chaves D. 5'
tW Bisas pretas de boa quadade,
clngd.is ltimamente por preco commo-
do : na ra estrella do Rozario nadara
D. 17.
t^T Duas vaccas filhas do pasto ,
paridas a poucos dias muito Loas de leita
no sitio Cayana, Giqui urna escrava
ds naci inda que de idade de boa figura .
o de muito servico urna das milbores la-
vadeira que a mu tos annos lava roupa no
Monteiro conceituada de seas frtgrezes
um es> r-ivo tambem de naci para aeivieo
de Eogenbo sitio ou aqu mesmo da pra-
ca : a fallar no atierro dos Aff gados ,
casa terrea bam de fronte do sobiado do
viveiro junto oarmazem do sal de Joani-
nha,
H9" Uma flauta preti d'Ebano de bom-
b)com 4 chaVM de prata, do milborgoi-
to e quadade igualmente um raetho-
do para aprehender a loucar flauta feito
por F. Davienne tudo por proco com-
modo : na ra larga do Rozario loja de
miudezas D. 7.
/I Urna rica mobilhade jararanda
contendo de tima cama ura sof 2 baos
aduzas de cadenas tudo do milhor gosto
aseguranoa de mi de obra : na rica da
Independencia I). 1.
fjf^ Livos latinos a saber urna obra
completa de Tito Livio outra de Oracd-
es de Ciaccro, outia de Oracio : caitas
Geographicas, urna arte Franceza de
Constan* io: trez compendios de Potica,
em Portuguez, e Instituic5s Oratorias
de Quuliliano em Lstim todos e muito
bom uzo : na ra dos Quarteis casa D. 7
segundo andar.
tjrjpp Uma maquina de vapor da foroa
de 6 cavallos, propria para Engenbo no
atterro da Boa vista em casa de Joo Pires
Ferreiaa.
*y Urna ascrava crioula com as ha-
bilidades beguintes; cozinba o ordinario
de urna casa fas renda o bico engoma
lito, faz lodo o arrnnjo de casa vende
na ra e muito fiel: o motivo de ven-
der-se por nad querar mais servir ao
senhoiio: quem a quizer dirija se ra
das Cruzesjunto a Typ. no 1. andar D.
4-
MT' Urna escrava ladina de idade da
vale e seis anuos pouco mais ou menos,
naca Angico lava de vanella edesa-
b.i cozinba o diario de ama caza en-
goma e 1' muito sadia pois nao tem vi-
cio algum : quem a pertender diiija-se a
ra da Conceiead da Boa vista na caza D.
l3.
W& Urna Canoa de carregar caixas ,
apa re hada : os preten lentes drijaS-te ao
Armazem do Sr. Molla defronte do Co-
legio.
|f Um preto da muto boa disposi-
ci, e figura, babil para todo o servic.) ,
e pesoador do alto : n'esta Typ. se dir
quem o vende.
Urna Cadeirinha de sabir a ra em bom
estado e um bauziaho de tartaruga encas-
tuado de prata ; na ra do Rosario es-
treita D. 16.
tQp" Muito boa Cal branca : no Beco
tapado do Pateo da Matriz de Santo Anto-
nio casa D. a sendo o alqueire a 1930 1 s.
e quartas e meias quartas, selaminj, e
rais dito1*, etc. o mesmo proco.
99a Urna casa na Freguesia doi A (To-
gados na ra de S. M.;ui:l : a p-'s-oa que
a pertender dirija-se a ra da Virassa na
casa D. a5.
jry Huma escrava do gento da An-
gola propria para todo o itrvioo de huma
casa de familia, pelo preco de 45 $ res,
quem a vir n5 asilara' dar cssa quantia:
na ra da Cadea do Recife n. 48.
WW Um bom c#vallo russo carre-
gador de baixo meio largo em bo-
as carnes: quemo pertender diiiji-se a
1 na do Crespo loja D. 2.
ley Dois cavallos russos bom carre
gidor baixo ate' meic e por preco com-
ino Jo : ni ra da Cadea D. 3o.
tiqpp Bollos sapatos a botinados e de
orelha para homam ditos para meninos
sapatos de cores pretos raarroquim ,
e cordavad para Senhora chegado ultima-
mente de Lisboa; no Atterro da Boa vis-
taD. 16.
5 Urna escrava com duis crias: no
primeiro andar do sobrada pegado a I-
greja dos Malinos, lado do Sul.
T^Urna escrava propria para todo ser
V190 de uma ca^a de familia e sabe smgo-
mar, annuaecie.
ESCRAVOS FGIDOS.
trjp Pugio na noite do da 3o do Ja-
neiro do correte auno fugio uma ne-
gra de nome Tbereza estatura regular
cheia do coi po cara redonda falla ti-
goma coiza baixo levou vestido de xita
azul com palmas feito saia e uma garra-
fa na mi a uma toalha de madapo-
lio com matames os apprebendedores
levem a ra Direita sobrado do dois anda-
res quefica de fronte da padaria do Nico-
lao que ser gencrozamsuta recompensa-
fiog;se tucaiecidauaata i peas-
soas a cujo cargo se acha a polica e mes-,
moa particulares, o obzequio de appre-
ben-lerem um escravo prelo croulo de
nome Custodio fgido desde 27 de No-
vembro do antro p. p. cajos signis sio
os biguinles, altura regular, chuio do car-
po Ihtu fallante mal feito de ps e
pernas aquello um pouco inclinados para
fura nana chato abaixo do qual ton.
uma scatris procedida de uma queda em
pequeo as costas tambem com sicatri-
ses de assoiles uma pequea marca no
cangote : batuda a probabeldade de qu
o icesrao escravo tranzita com pasapor-
te falso as pessoas que o appiebenderem
levem-o ao engenho PiX'X-; provincia de
Alagoas, e Sebasliio Ferreira de Araujo
de quem o mesmo bee.cravc ou nesta pra-
va a AlexandreTavires de Mello na tus
da Cruz n. i7 de quem receberio uma re-
compensa generosi.
S/ja- No da a4 de Dezetnbro de 1837;
fugio uma preta de nome M to rebulo, um sgnal na testa bem azul ,
bsm parecida e moca cor bam tulla sec-
ra do corpo altura regular levou ves
tido de chita cor ds roza novo a sem baba.
do panno da coata novo tem os din-
tes da frente bem abertos ; ruga-se as pes-
soas encanegada da polica uu qualquer
capillo de campo r de a pegar e leva-I)
a ra do palaceite, em casa de Francisco
Nicolao de Pontos, que recompnsala.
tuy Na noiie de a3 para -i\ de Janei-
ro p. p. fugio do Monteiro uma preta de
nome Roza com us siguaas seguintes :
baixa cheia do corpo fula ps apilhe-
lados, com um*. grande ccatris na junta
de um dos bracos peitos grande. cate
comprida moga, e nio mal parecida;
levou vestido de xita e panno da costa ,
e juntamente una Irosa ron toda sua
roupa os appieheudedores lovem-a no
beco do Padre sobrado D. 1 que seiio bsm
rerompensidu do seu trabalho.
t^gh No dia a do crrante fugio um
muleque croulo de i5 anuos de ida Je,
o q>.al tem uma sicattis na testa, labios
grocos peinas finas, levou no corpo urna
camisa de 1 iscado azul cal-.a de estopa es-
cura chapao de palha oleado de prelo
quem o pegar leve-o ao sitio, que (i a a
traz do Jardim Botnico em Oiinda cu-
jo morador, Stnhor do dito muleque
chama se Antonio dosSaotOl Lope* que
recompensar.
^> No dia 31 de Dezemhro do anno
prximo fiado iugio um preto por njme
Antonio, com os biguaes teguinles: esta-
tura pouco mais de ordinaria pouca bar-
ba falla um tinto nazat, com dous den-
tes puJres na frcnle magro de curpo,
v-stido do calca de brico camina de Brc-
tanha, ajaquefa de chala de qoadros a-
zuss e encarnados; consta que fugira com
um cab<"a escravo d? L'no de tal morador
as Ciuco-pontes : quem o sprehender le-
ve-o a seu senhor Rodolfo Joio b.rut de
Almeida na ra doAleciim que gratifcala
generosameute.
MOVMIENTO DO PORTO.
Navio entrada no dia 3
PARA'; palos portos do norte, eim-
sendodoGsara 11 dias, Paquete Pa
tagonia, Cornraandatite ai.* Teneuta
Joc Mara Rodrigues passageiros o
Uepulado pelo Cear Fadie Caiios Au-
gusto Peixoto de Aleuoar, Joaquim da
Costa Mirauda, euma Senhora e tres
escravos, o Alteres Manoel Vicente de
Olive-ira e 3a pracas da primeira linha ,
do Maraahio o Doutor ,Jo Alves de
Castro R. italhiasSeveriauo de Ave-
lar e do Para o i.. Teuente de Man-
nha Femando Lzaro de Lima.
Dia 4.
CEARA'; 2idas, Sumaca Emilia, M-
Jeronmo Antonio da Souza, carga sal,
passageiroa Jos Joaquim Fernandes
e um escravo Jos Pedro de Faria e
Carlos Antonio.
" \
l'ER, KA TlP. BB M, F. DB Fr&IA.-l85&'
{


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