Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05767


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO DE 1837. QUINTA FEIRA
3 DE JULHO. N. 14 .
-T-!"........-
PEUN. iaTYP. ut M. F. orPAHIA. IS37.

J
DAS M SEMANA.
10 Seftnnila S. Januario M. AihI- dos .tiiIc*
dnCr.de ni. e de ti sea. daT. Publica c Chano-
de t. Qnarfc creac us lo h. e 50 nln. da larde.
11 Terca .*- Saliina* H. lid- te m. o uud. du
J. de tt de t.
I.! Uuarta S- joio Galhcrto. N's. da Thrsotiraria.
1:1 Quinta S- Anacido P. M. Kcl. de ni. aud. do J.
do C. ic m.e Ch. de t
14 Srxta S. aventura Card. Ses. da Tlicsouraria
Pul, aud. do J- de <> Ir t.
5 Saltado S. Camillo de Lcllis. Itel. de m. e aud. do
V. <. de I. ein (linria.
Iti Domingo'0 anjo Custodio do imp. N. s. ihi Canil.
siare' cheia para o dia 13 de julho
a I hora e 1H m. da t. 1 h. c 4' ni. da tu.
Tido agoradepende d nos roeimoi da nona pro-
dencia, fiodarac.ao, e euor|;iaieoiitiiiurino eoan*
principiamos, a reino y>ntaJoa coni adruiaa.
C&o antra ai Nacoaa uiaiaculla.
''clumu{ Un JitmflUa .ral d Irgili
8alcrete>se a lOOOra.rnenaaea pagofaiflan'tatlo
ueata Ty pografta, ra da Cruces 1). .ir na Pla-
ca daHndepeiidcncia N. Si o SH ; onde te reeeheiii
correspondencia* legalizada, c annaiiclnai Ihaerin-
'do >e ene (rratis feudo dos proprio aatlgnaiilaa,
vindo ignadni.
CAMBIOS.
Julho J*.
JL*)ndrea SI De. Si. poi l.ced.
Ljsltoa(i5 por <>|o premio, por metal, Notu.
Franca 310a 300 Its. por trauco
II lo du Jan.. 6 p. c- de prcni.
Moedas de 6,400 13,000 ns reina, novas 13,0)0
4.000 T.OOO a 7,00
Peco Cohmarea i 500
ditto Mexicanos 1,410 1.500
Patacoes Braailetae 1,500
Preigio dsi letiran. p.ir mea" I l|J por oo
Cobre upar das Medulas
PARTIDA DOS COrlKRIOS
OlliidaTud.!* oi da ao iiipio da.
(luana. Alliaudira. t'arailiu, Villa do Coaiale, Mr.
mae^apc, Pilar. Ilaai de S. Joto, Brajo d'Afea.
Rain ha, l'omlial, Nova de Soeae. Cidada do Hiti.1
ViPa iip Qoianiiinha. uta da fruteen, Culac* -
Ja Fortaleza. Villas do Aqriiras, Monte moi DOro
Aracatt Caacavel, Caainde, (irania, Imperan'--*
S-Bernardo, S. JoSu do Priucipe, Sobrar', Nov ilc
KlHet. Ico. .*>. Mat llena, Heai'to dotante. S.
Antonio do jardim, Quexernnit.luiii. a Parnahiba
--Segundea e Bextaeisiraaao meto da por ra
Parailia. Santo Anio Todas M quintas Cetra* ao
nielo dia. Qaftohtiiia, e Uouitouna d'a 10 i -'
de cada nica ao nielo da. Ploraslio di. 13 da
cade) mea ao nielo dia< Cabo,8arinliaem, llio *or-
moco, e Porto Calvonos dia I, I, el mea.
PARTE OFFIGI AL.
' RIO DE JANEIRO.
Ministerio do Imperio.
lllm. c l'.xm. Senhor sa O Regenteen!
Nomo do Imperador o Seulior l). Pedro
Segundo fletado inteirado pelo seu ol-
licio de i9 de Maio passado dasollititu-
de com que V. Ex. ea propon ha a acu-
dir no apuro em que saaclia a provincia
do Para', enviando-lhe huma porgo de
seis a selle mil alqueires de farinh a, Ap-
prova o aibitrio que lomoii, e Manda
luuvar o?elo de V. Ek. n< atetad inlvi-.-t-
annte objecto du Servico Publico.
Dpos Guarde a V. Ex. Palacio do Rio
de Janeiro em 16 de Juabo de 1837Ma-
detl AI ves Branco. Senbor Presidaata
da Provincia de Pernarbnco.
CMARA dos SENADORES.
Scssao do dia 25 de Maio.
P.esitlencia do Sr. Mrquez de lahambu-
pe.
A berta a Sr s o, leu-se, o approTOU-se
a acta da antecedente
O Sor. primeiio Secrelario Taz o ixpe-
diente.
Orden do da.
Continuou a segunda discussio addiada
pida bora do artigo primeiio da rasolu-
co numero a dista anno sobre injurias,
e ameacas feitas por Estudantes aos Lentes
da Academia do BrasiL -
Uepoia de fallarem alguns Senbores Se-
nadores o Sr. Cassianno manda a Meza a
btgmnle :
Emenda.
Acresceote-se ao artigo o srguiotf :
salvo o procodimanto das jasligaa o dina-
ra segundo a naturesa do delicio.
A discus-Eo toinou-he bastantemente
larga ficando anda addiada pela bo-
ra.
O Senhor Presidente marca para or-
dena do dia seguate:
Continnacio desta discuti ; as mate-
rias dadas para boje, u demais a Baso-
lu tonio do Reg.
Levantou-se a *S sso as dttM horas
c |i unarto da larde.
CMARA dos DEPUTADOS
SessSo do dia 26 de Mato de 1S7,
Presidencia do Senhor Araujo Liaaa.
A,'- t h iras feit# a' btm^di *
se flamero suffioiente de Snrs. Deputadoa,
o Seuhr Presidente declara aberta a Scs-
ft'l.
i.da a acta da antecedente foi appro*
vada.
O Senhor primeire Secretario fez o ex-
pediente.
Ordem do dia.
Entrou am discusaao o Projecto nume-
ro 80 do anno pea ado astabaleceudo o Ju-
izo dos contrabandos, cujo 2. e 3.
artigo-; foi regeitado, julgando-aapreiu-
(Iira do o resto ; e pondo se a votos tede-
vi passsr aterceira discussio decidio-e
pala negaliya.
Entrou em discussio o Projecto nume-
ra 13o de 1855, o qual dapoisde ter fiof-
trido varias emendas lieou addiado a re-
querimento do Senhor Cajueiio Lelo, e
foi remettido a Commisio da Penses a
ordenadoKj pira Iha dar maior desenvol-
vimento.
Eiiti-' 11 em discussa a Resolaca nu-
mero48l, de 1835, estabelecendo varias
cadeiras para a Academia daa Bellas Ar-
tes.
Fojapprovado 1. 2.a e 3. 'arti-
go, sendo regaladas toda? as emen-
das.
Adoptada a resolucio Ib i remetida a
Commissiode Redacio,
Entrou emdiscussa e fui approvado o
1. artigo da IasoIugo numero 95, que
autoriza ao Govarno para teceberam letras
a pra/.o, passadas palos respectivos ora-
dora* a importancia da divida activa
da Fasanda Nacional existente ateho-
Pela licra liuou addiada a dist usso do
resto deste pr'jenlo.
O Senhor primeiro Secretario leu hum
ollioio do S-'i*. Ministro da Guerra, em
que pede da e hora para appre- ma p opoala do Poder Exerutivo. l\n
de-ii:nado o dia /'.) pelo meiodia:
O Snr. Prendante deu para ordem do
dia 29 de Maio o resto da da boje, e mal-
1 resolur5es numero i35 da i836, a a7t
de i835.
Lavantou a Sessio depos das duas boi as
da tai de.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA!
Expediente do dia il.
Ollicio Ao Presidente da Ri lacio en-
viando copia do aviso expedido pela Se-
eretarra da Jueliya em data de udcJu-
aboultimo pelo qual o lh^"*it om No- '
me di? Iro*per9[iai tlaj^Mi-nu qua tv De.
Kembargadore9, Juiaas de Dirrito, e mais
empregados augeitos n ralenda Secretaria
querido tiverem da dirigir repreeentaces
ao Governo Supremo especialmente ro-
qoerimentos para licenca o faca porin-
ternfedio da Presidencia; e communi-
cando Ihe que nesla inteligencia expeca
as necesaariis erdens para tumpritneuto
do mencionado aviso.
Dito circular Aos Ju:ses de Direito
do Crime, e Civel das Commarcas da Pro-
vincia commumcaudo-lhe as despozices
do Avizo de que trata o Oflicio antec-
danle.
Ollicio Ao Commaiidanle das Ar-
mas, partecipando-lhe ter o Regente em
Nome do Imperador concedido ao segun-
do Sargento do quarto Corpo de Attilha-
r\ Jofo pinbeiio Guades Particular li-
cenca para rootinuar a frequentar na A-
cademia Militar na Corta os estudos pro-
priode suaarma.
Dito Ao Inspector da Thesouraria
parteripando-lhe ter fido approvada pe-
lo Thesouro Publico Nacional em avizo
da Secretaria da paseo da de l6deJunbo
a deliberaco que tomen de mandar con*
tinuar as tardes o trabalho da escolha,
corte, 0 rarimho da moeda de cobra
com acraacimo de gratieaelo aos respe-
ctivos engajados.
Dito-r- Ao mesmo rommun que por aviso da Secretaria da Mariuha
da 21 do Junho prximo pistado ord-nou
o Regen o em NotBe do Imperador q' ja-
mis selancein mo de tnadeiras verdes
para as fonstruec s Navaes pelos gravis-
airaos damnosque resulla a Faseuda Na-
cional ; eqaesfl active o corte das mes-
mas com tal antecedencia qua nenhum
a pao seja cm pregado nns ti fot idas cons
Irucvis antes de passar hura auno de-
pois de rtcolhidos ios competentes arms-
zene.
D tn-*-Ao Inspector do Arsenal de
M-riulia coramuuicando-lhe o conteudo
no pre- edente oli io.
Dito Ao Juiz de Direito da primeira
va.i do ciima da Comarca do Recife en-
viando-lha copia do Aviso da S-.cietaiia
de Estado do Justina amque he part.cipr-
di que o llegante em Nome do Impera
din- uaScuve poib^m attender a petiea5 de
greca do reo Matheus que foi condem-
nado a pena de norte pjj^p Jury da mes-
Kii Gummaria; e ordwiuilo que a
Sciiterict seja executada pata o queseen
tondeta' com Prefeito. a
DitoA Prefeito da Comarca com-
muuioando Ihe o conteudo no precendeute
crficio;
D t Ao mesmo enviando Ihe por
nopia o.ivis., < Paitado d*s ]N g,ocios E&Kraogacotbta t2 de
luaho djjfi m -i -. [proYidf natas papa
melboi fi-calisaro das vesitas oexanna
quo se pratirio aboido das tmarcace
vio Jas da Costa de Leste : cmnpi iodo ad-
vetlir-lhe qut* fm taos casos de vea en-
teodor-teCofa o Juiz da Direito da Segun-
da vara do Crime.
Igoaes partucipates fura dirigidas a
Ju-/. de 1) teito dai-ouund.i vara duCiiaie
defa Comarca, ao Inspector do Arsenal
de Maiinha eao Guarda ddi da Alfande-
Ollicio Ao Piefeito da Comarca do
Rio Formlo partreipandj q foi acento
orTerecimcn'o que (izcra5 algnus proprie-
tarios: motadores daquella -Jom.-rra para
oii-truc,- de bumi punte sobre o Rio quo
sjpir a Viila U.t',*dt roal para o
norte ; nomean '0-0 Age-ote e encarre-
gatji de promover ecxacntsr a referida
obra e reconimecdando-lbe que em No-
me da Prsidei*Ca louveo Bello desses Ci-
dadss patriotas convidando alguna outtos
que qneira toldar pa>le tit-st Obra du
tanta utilid. de pafl o Publico.
Dito Ao Gooa'ii' do Pottogal Desta
Provincia euviantio-Ine copia do Avi-o
expedido em 14 do JunHo do frrente
anno pela Secretaria de E goctoo Bstrangeiros e rogando que para
a Presidencia pod/r rumpiir o me>mo
avise qoeira informa-la toba os mot i-
vos que t**ve pta dar p'-p^lata de subdito
Portugnaz a Antonio Ti ixfira Jnior q
desde i835 servo romo Gorda Nacional
n. B talha5 da Villa de Macairj.
Dito circuir Aos Biofaitos dss Co-
marcas tte Santo Aula, RiwFormoso, Ga-
ranliuus, Flores, e Brttjo rec umetidan
do-1'ie.s emadditan ento a circular do a
do corante me/. qaeiemetaS pa 8 ta
Cidade oaindios de 7 a loannosde dada
afim de seren empregados nts ulficnas
do Atseuald Mriuba aonde aprenderaO
osdivrsos olfici.is dando Ihts em quautr
nao gauhai<-m lgurr# jornal, comida, c
ve.-luaro cotoo d< termina o Regente un
Nome do Imper. dor em aviso de l5 de
Jnnbo fiado.
Dito A Camera uan-ciral de Olind.i
enviando hum ojli^o <> CoiootJ do Ba-
talbao do mesmo nionnipiu em qQo ceqiii
.1 la a i<- h.i'- do Guardas Naciunaes
de Rebelin que boje f.sem paite dos--
guudo Pintai'M lan utu LegiaO ptr.a <>
pnuieiro Bitalhiu pela metioi- distancia
da patada gefal ; a ti n de que to-
mando ejm cjqdiJ. ;ata a- erpenJioas no
mesmo officio proceda na ccnloirniadj
da Lei.
Dtlto do Cw'ontft CheS de l.';
das G. N. d'Oliutla comUnafticanie Ihe o
couth'. iiiu no ol&cio precedente
p ,1 ,: \ D"-elor do Ar


2
^Kj.sjiawwKWocaJBBto
lo* di* C'asses livrus rnapados, da rela-
vO'S lie censulas dos Of&viaea.
Portara <-' Teodo o Renle cm Noma
d Imperador a quem f" presant* o pioji-
llo aprasentsdo polo Sur. Io.petor do
U*' na'. 1)0 Marinha para a organsaca de
hum doto Arenal ueata Provincia Re-
x lvid< por Aviso de-2i deJunho do an-
u cotrente (pie esta Presidencia reme-*
tet-se nao so' I tuina nove plante da obra
nrojcctadada na qual se addicione a con-
fjgraoaS da poic5 da Costa ,onde sa per-
tende construir o dito Arsenal, com indi-
eacaS tondas, e influencia das raais;
rna-tmib m hora otcamento mais e^rdi-
i ilo das b'umas aeoessarafl para a referi-
da ubi a 8 virir-ode maleriaes, com q'
sp po*sa contar ltenla giandc difficul-
d'de da so oble i aqu ;i uucessaua pedia
. -.aU enana a Bm de que a vista de tu-
iju p >* deliberar : ordeno que o oiesmo
Sr. Inspector compra etta R^/aducio oom
brandada* Palario do Gaverao de Per-
usmbueo i i da Julho de i83j. Ca-
margo.
Eapi diente atracado que nao foi
publicado.
Orno -.*. S*. loformfo que a Lei foi
transgredida no* arrendaroe.nto d alguns
Predtoa que cooalitoero o Pati iiuonio dos
ifjoe, cm que se uto guardn neiihuroa
das sofeenidadei na meara-* exigidas e por
con pBitinto, que taee irrendimeoloa, se
BcitaQ nuil*, a vista da Ord. Lvro i."
rajo 62 /\5 oumpre que facao obser-
ir ua dispuauSes do Art';o 5.* da Lei de
i i de Novimbro de 183 procedi a
iva errematecao; be oqi tenhoa rea-
r aohre a prneira pai do< fiicio de
V. S- de af do roa? linio. Quanto i segn-
lia, que trata do edeflieo la Soletiade para
1,'ollegio dea Orflai tale Go*rno pispa a
exigir o* escsreciineulos e nrccssjria in-
foirn,,c en ternp:> opportuno res-
ndei V*. Si. DeQ-,Gnaide a Va.
S-,, Palacio do r5ovrno de Persambuco
>'0 de Junho de iS'67. \ cente Tilo-
mas l1 iude F'gueM'doCa margo -> Sms.
Prezbieate e Mombros da Adminijlracau
dos bes dos O.fioei
DIVERSAS REPARTICOBlVS.
MR*-* das mvitnan ni'janAa.
-- a pautfi ti.e a naesni do W.. i-a5.
CORREIO.
O riii^iifl S. J9e Tnoofanre da que
j*pi'a loio GotMOlf8 RoCba, naejaia
Li bijwto da -jo do crlente.
OBRAS FUiUICAS.
Ten do o Il'in. e Exm. Saiibor P.si-
do'ite da Povinnia auclhoiAdu o aJ-
Bqiniatrador Fi-cl daa Obras Publicas,
em pn tafia de 5 do cerretite,p.iia mandar
vir do Bo de Janeiro a pedia npcesari*
para caloftt a unta ponte di Ho.i vista e ns
lamis ot>is pnblicRsj que deila precisa-
reta : o jftwmo Admnitindor Fiscal,
j-or fneio de-te innonco convida a to-
d.H na Senborer, ou consignatarios de
Embarcfcdes, q,,ft qui e'em *ronnd.-r
vir, bijt de cornpaiecer na Sdl.i d'Ad-
minitti4ca Fiscal, em lodosos dias uleta,
flria noto borat oa manh t as dnas ca
laide, pira ajualafko preeo, pirque Iba
eoH*rtra renter, m* Imcna ton. liada da
leferida padra do Riod.' Janeiro,
PREFEITRA.
Paite do dia lo de Julho.
Illm. Bcm. Snr. Poi.-'S piesou a mi-
nba ufdO'ti e livor5 diatino, o india?-
iluos aegoantea : Antonio Joaquim da
Miiva Aevef>o brando reroettido pelo Sub
l'releito de S. Pedio Mrtir de Oiinda,
p*r I ha ler s:do apprabendida a quioiia
de 'etenla mil rtjs em Selalaa, furtadas
v, ou' uaa ai-h> do furto
'.-if-j Joae Thiofi'o Rabell.ij Joaquina
.Viiiis V/.ii-v, Manoel Anto fe-
rio uai lii.;os
i ido1* pelo Commi'sai ib de Polieia do
Distrirtu da Jo.i de Buri-oa por sern
encontrados tarde da nuitejtioto a Taber-
na de Antonio Lppes eeirspeitar-se que
partaudiao tobar ; Josa tambem pieto,
raeravo de Jo.-e Xavier temettido pelo
i !ii.in ldante da segunda patrulba qno
rondou o diati'icta lo Carmo por ebrio;
Benedicto Rodngurs, rcmetttido palo C.
da Guardada 1 i l>< na por ser disector de
Manaba, e Mauotl Cosme paido, re-
mettido p lo Cabo de Polieia Nicolao Ma-
. baco Fruir, por ser criminoso de nor-
te na Commarca de Cbimbrea.
Partecipo a V. Ex. que o Sib Precito
dos Alagados acaba de commnnicar-rne
ter fcido aaaaasiaado na nianba de boje
no lugr do Giqui o pardo Manoel l'a-
tiicio, oficial de Caipina, muii que ae
tenha poiido s^bar quem fosse o author
de Mmelhnle Crime ; o que nao obs-
tante, tanh mandado faser novas pes-
quisas.
Dos Guarde a V. Ex. Prefeilura da
Comarcado Recife iodo Julho de 183y.
Jllnii e Exm. Senhor Vicente Tho-
rr.az Pires dw Figuciedo Gamargo, Pre-
sidenln da Provincia- Francisco Antonio
de Sa' Baireto, Prefeito da Comaica.
Parte do dia 11 de Jullio.
Illm. e Eim. Snr. Part cipa a V.
Ex. que d"s parte, boje reoebidaa, cons-
ta quo !' rao preso a rainia ordem, os in-
dividuos aaguotei na quaes liveraS di-
l'arentcs destino: Jos Gomes da Costa,
liranao, remet tido pl<> Commandante da
primaira patrnlhaj que rondou no Des-
ti ictn do C'orpo Santo, por e*taf ebrio, e
insultara rorsma Patrulha ; Manoel, preto
escravo de Jos Manoel de Jesun, pelo C5-
nundante t[n priiueira Patrulba do dis-
tricto das 5 P mas pr ser encontrailo
em trajes de mnlUer estando fgido ba
Imn inez, e indo conduzido p^rFelisde
tal, que no puude ser preso por ter fgi-
do ; Uibano Jusb David, e Manoel Jos
Rodiigues, b.-an-09, rernettidos pelo Co-
mandante da dita Parolha por aeram
iudigitados no furto do dita negro j e Fe-
lis comes de Oliveira, alcunbo barba de
ouro tamben branco, prazu por mito,
por ser indigitado em furto de eacra?o.
Nao o correo nais novidade.
Dos Gaarde a V. E. Prefeilura |da
Comarca do Recife lOde Julbo de 1837.
-- Illm. e Emi. Seohor Vicente Tbo-
mas Pires da Figueredo Ca margo Pre-
sidente dn Piovincia FrancUoo Anto-
nio de S B rreto Prefeito da Comarca.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
Segunda S.'ssio Oidrnri de a6 da Abiil
de 1637.
Prrzid,encia do Sr. Bji ros.
ComparcifSo os Stirs. Doutor Ptete,
Dr. Nevc Fonceca So'. Cb'f.s; faltando com c.mza os Surs. Sil-
va e Paula, e em rauta o Snr. rumond.
Aborta Ses-o e lida o Acta da anto-
renla loi ni 1 anda puf estar conforme.
O Se retara dando canta do expediente
menciooon os Seguintes officioa um do
Kx'n. Preriden* da Provincia enviando \
a copia da Lista dos CidaJos nomeado*
pela Aaiemb'ea Leg'slst va Provincial para
servirem de vire Preiilcpteem conformi-
dade da Lei : inteir*da.
Ootro do meamo Eim. Preiidente par-
(ecipaudn que para evitar duvidaa cumpre
declarar a e.ta Cmara pira faier constar
aos E eitores que appre-ente Leg;-latura
a que princ^iiou em tres de Maio de
i8J4 eluda fin-lar-se era tres de Miio
de 1818 a que os E'eitores so aquella-i
que toro numaados em o anuo da 1833
ioteirada.
O irto dojCidado Joee Narcco Camel-
lo, peiiudo excu?#.docargode V.iiador
sa cnl que se acba parte da calcada da Pra
ct di Bi Vista e como nenbuma deliba-
ra9o tem se tomado a respeito, por issa
de nevo lenibra esta Cmara pedinrio
que dease providencia a t.il respailo : q' se
nudofizasse ao memio Fiac! para fazer
os rrparoa necessaiios.
Mandou-so passar mandado a Manoel
Antonio de Souz da quanlia de l0$ rs.
provenunte de um siuele, que foi para
esta Cmara. Passou-ae mandado Ma-
noel Joze Soaies ua quanlia de 111^780
reis, picveuiente da Cc'3 para o Te-De-
um ; que sa selebrou no dia i. de Abril.
Mandou se passar matidado Joze Ri-
beiro bime-, da quanlia de lO^reiapio-
veuienle de diversos objerios para o expe-
diente desta ('amara. Foi nomeado por
w.iTuino accrcto o Snr; l'r. Neves para
o lugar de Provador laurino da Saude do
Porto. A Camaaa elib rm que so olli-
eiaate ao Exm. Pcezidente da Provincia
pt(lindo a quantia decretada pelo 01 cnten-
lo Provincial para n fatuta da ('di*.
Despacbario-se algunu reipierimentos e
por ser dada hora Icvantou se Sesso ,
e mandarn fazer a presente em que as'ig-
naiio, Bu Fulgencio Infante d'Albu-
(juerque e Mello Secretario a escreu.
Barros Pro P. Chai es, SoUKa j Pessaa ,
Fomcca. PeieU-, Sil* Neves.
EDITAL.
A Cmara Mditicipal da Gdade de Oiin-
da ttn titude d Lei etc.
Faz saber que em cora primen tu do Offi
ci do Exm. Snr. Prcdente da P ovin-
cia dacUdo de 10 do correte se bada pro
ceder a nova Clleica de b um Senador por
esta Proviuvia no dia i5 d'Ap,oslo dote
mesmo anno na Cathedral desta Cidade ,
por i.'lecirnentodo Doutor Juzc Joaquim
deCarvalbo j cuja Ellec5 sei feita pelos
f'.l.'eitoresda presante Legislatura. Pelo
que em virlude do piesente F.diul aa5
convidados os Edeitores das l'Veguesias
da S S. Pedro Martyr e S. Louren^o
da Matta ; para que con p-regn no dia
aprasado. E para que ebegne a noticia de
todos se pasma o presente que va assi
gnado pelo Presidente e com o sello da
m a-una Cmara.
Oiinda em Sessa de 16 de Junho do
i837.
Joze Jupquim d'AIraada Guedos.
Prezidente.
Joze Joaipiim de Figueircdo.
Secretario da Cmara.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
On^m ( 11 do correule ) recebemos
folhas do bal do Imperio, e en untar n
da Capital, que chegio a dada de 25 do
p. p: do pooco que tiremos tempo de
ler se deprehenda que as Provincias
conlinuao a rnanter-seem o lem, confor
me as partecipaces dos rcspectivoi Preai-
dentes: do Rio Grande pouco dizem e
por aso nos reservamos de aventurar jui-
xo algum sobre o seu estado, contentan-
do boa cora transcravar em noasas paginas,
o que dizem as nutras follias. A face dos
negocios pblicos internos do Imperio,
isto he, 01 negocios legislativos e a Ad-
Iminjslr.-.cfO', lie onde o observador patri-
ota p^e divulgar a nuvem preta de ututo*
tro gouro. A di:antelligencia t ou antes
guerra declarada entre o Governo e a
Cmara temporaria lie hnm empesnillio
toda accio administrativa. O romp-
ment enunciado na resposta do Regente
o Tot' de gracia, Um sido conlirmalo, e
mesmo aggravado palo Mililitro da Mari-
nlia na diseusso da sna proposta. O- apo-
dos de ptalas de repellir a orca pela
'orpa, he. nio tem sido pnupados peld
Ministro Po; por outio lado, o de -piozo
capacida.de do Agenta do Governo nao
Um kido disaiaajfladopcU Cambra ; queo
.consolidarlo fio syslema constitucional
nal sii constancias em que agora vamos
coliocados as frarcSes do Pouer na nossa
tena, parece, que develaos desinganir-
noa por este anno do esperar as medidas
que o Brazil re< lama todos "3 annos no
lempo das sasses ; esperance s-mpre bal-
(ftda e tiemple guardada para o auno se-
grate. Man inBle caso quem aira, quera
be o emp' rrado, quera he o agmaor doa
males do Paiz V Aqu respondem to-
dos o partidos, todos atribuem ttd s
dizem e jurio que he deste ou daquel-
le ramo do Poder, cujos agentes fco scua
de^aectea: ergue se a celeuma das piix-
efl os gritos, as mprecacSes estrondo
por todos os ngulos do Imperio, baru-
IIlio todas as ideas ahalao a razio atur-
dem o disgostiu os botuens bera intenci-
onados e o Brazil enleiado no neio da
eonfuzo,#contonts-se de esperar para o
anno, e n com elle. Nos esperamos
melhoramento para o anno i,jturo ou a-
inda para o outro ou para outra legis-
latura, no pela mudancade homeos ; maa
por que- acivsayo, a experiencia, ea
sensacio do ralas por que vamos pascan-
do illuslrai nossos maudataiios, elbes
abrirab a conciencia que paiere estar
lacrada cs de agora.
COMMUNICAD.
Contnuacad do numero antecedente.
Despedida da General Jaiksvn.
Em una paiz tara vasto, e onde reinara
tendencias tara diversas os regulamen-
tos internos dos fferenles estados devem
apresentar iiequentss divergencias relati-
vamente a pontos importantes, e oque
faz avuinr .-indi nais e!a dilerenca ,
sara 03 piim pina bera diveisos qui ori-
giualmento serviram de base ao cstabeleci-
mento das colonias Americana princi-%
piti que ha vi.un lanqado profundas rasea
em siia* relacoens sociaes antes da revolu-
pad eque, desde cntam deveram ne-
cessar jmente itfluir sobte a politita das-
las 00 /onias depois de sua organisar^am em
estados livies e indepondenias 5 acadaca*
adoporera compele, sem duvida, regu-
lar a seu bel praser os eeus negocios inter-
nos, em tudo quanto n-ra iuvada esdi-
reitos dos ouliosestados, ou da Uniam ;
rada um oblado de ve ser o seu nico legi-
timo juiz acerca da opportunidade das me-
didas adaptadas para garantir a geguianca
de aeus membros a para promover a sua
piosperidade ; e lodosos calreos dos ha-
hitantes dos outros estados para caluniar
as instituicoeus de qualquer um delles ,
todas as medidas tendo porfim perturbar
a Irauquilidade p ublica ei a por em pe i-
go apropiiedade seran diainelralmente
oppostos ao espiri lo ni que foi conceb-
da Uniam o-al cornpromtiiriam a sua
Majaran aa,
Sena fcil allegar rasoens philantropicas
com o intuito da justificar urna interven-
gan] de-la natnresa. Ilomens fracos per-
suadir-se-hiain que ellcs srrviam acau-a
da humanidade ; mas, refiectindo bera,
cada qunl te convencer que semelhantea
atlaquea contra os din-ilesa os scnlimen-
tcsd'ouirem, nam Irarim s namcalami-
dades terrive. Fcai persuadidos pota
que os homens, que a tal obra de deauniam
sa volam nnms.-m d'gnosde vos a con-
o r a
nanga e marecern pelo conlr rio a
repiovrcam a maisenrgica de vossa par-
te. O t-x-Piesdente parece elTodir aqu
a certos euthusia^tas, particularmenteba
hitantes do Norte da Uniam, que, leva-
dos de fetal ideiaa de justca e liberda-
de tenttm promover emancipacim doi
cscravoa por meioa viotentoa, excitando
a revolla da asiTavatura nos estados do iul
da mesm Lluiara. Per guau enaao. do
Traductor.
E' bcui sabi lo que sempre ix'stio tntre
ny. pessoaj animadas da desijy da ;,m-
p\ht a ui !t' i1


^to lii,VrtK^'*J^-J^'"^"fc---Jifctt]S
rej
"DIARIO D8
p ? r r M
3
u c o
S

imau^jpk.
:j*f903Biaam
i? qundoa experieucia parecera Indicar
urna propcnsam da parte di governo.
jiara fr4nqucar as bausas que Ihe foram
*ssignajas pela cnnstituicam:
iSua authorida.de ligitima satisfaz larga-
menta aos objcctos para os qnae9 loi cri-
ndo, e comr 09 seus poderes e-itam mar-
cados, n^ra rasoavel pedir cousaalguma
hleiu. Nenum. dos poderes conferidos ao
gOVtrne federal tant se prests IOS obusos
rnmo saja** faculdade di crear impostes.
A fonles de rendimentos as mais puras
as mais ahondantes Ihe forana concedidas
para que se habibtssse a desempenharos
deveres importante! que ihe sam impos-
tas e 9 tacas sobre o commercio estan-
do oceuUasao conaummidor no preco nos
objeclos, narn attrahem tam vivamente r
alUnctm de povo como as mais leves soru-
masquo directamente lbe pede o collec-
tor. Todava as taxas sobre as on-rcado-
i ias augmenta de tanto aprec para o
consumidor, c como amitos destes direi-
los pesam sobre gneros de prmeira ne-
cesidade de que o povogaaa quotdiaua-
rnenta urna grande porcara o dinheiio
percibido em' tees casos sahe na roalida-
de das elgibciras do coutribuinte.
O resultado desta re.iuluc.un se maniLis-
tou pela rpida exliocam da divida pu-
blica, e a acoumulacara de um saln no
ihesouru, benque a pauta tenba sido re-
ducida e se ache muito ahaixo du valor
que os seus fautores desejam fis..ir-loe;
mas fieai certos da que o projecto de le-
vantar impo dos extravagantes, o de vos so-
lira ca regar de taxas queexcedam as ne-
< t-'sidadia ligimas do governo, aiu la nm
est abandonado. Os mteresses que ed-
tam cclligados p ra estabdecer una pau-
ta onerosa e produsir umexces-o na re -
caita sam mu poderosos e mu empe-
uhados uata cornbiuacam para deixarem
o campo. As corpoiatoes", os homens o
pulentos.que tem inteu-sse as grandes
manufacturas deaajam umi pauta sbita
para lasaren avultar os seuj lucros. Al
puus politicus habis susttntaiaca a nauta
afim de seconciliart-m o favor e uhterem
influencia em nutra parte, e como o po-
vo j decidi que o goveruo federal nana
podera erapregar suas 1 en Jas em milho-
lamentos internos, esmerilhar-se-ham ero
sed Uir > euganar os Ci Jadas dos diversos
cslado9 eflerecendo Ibes a perspectiva de
falsos lucros que dever produsir um ex-
ce-sode rendas peicebidas pelo governo
central, e annualmenlB repartidas entre o
cstidos da uniao. Esi, levados destas es-
peranzas engaadoras o povo despresar
oa principia de aconotnia poltica que de-
vemcaraclerisar todo o governo republica-
no, si rile se entregar a prodigalidades q'
esced*m seus recorsos em breve ver se- bh
vergad o sol) um fardo de devidas que nam
poderia pagsr eparaob'.er umadeslri-
liuifam mais copiosa nam resistetia a
t. ulacam de sustentar um paula cresc-
da. Nam vos deixeis, charos concdadi-
09 nduzir em en o a esse 1 e-paito; o go-
verno federal nam p"de sem violar a
consituqara perceb.r um ex. e-so de
randas rom semilhante designio.
E' de mais um aysleme iniquo q' noaleva-
r ofslliveltneuteacuriupeam, e acabai
em nossa total ruina. U exressosera ex
(orquido do agricultor do obreiio etc. t
niasqueni o recebei a i, depois do feila
apaitilba entre oe estados, os polticos
iiifltitnics, om amigos a favorecer paiti -
briosa remunerar, nam tambem os en-
earregados da sob-partilba ? O dnheiro
nam voltai por Ctttoparaas algibeitas
d'aquelles que o deram e que mais direi-
to teriam a elle. fe leva pois circuus^re-
ver o gjveruo uas raas de suas altribui
coens.
Suiccssos receutas tem provado quo o
;v .ttina de papel moeda em nosso paix
iiode seivr d'instreineoto para aniquilar
nossasnstlniaosma livres eqtie desejam depositar o poder de toduS tas
n.as do pf uerio numero e governar pi-
la corruppam ou pela forca sam osdeen<-
sores desteayitema e se di-poema em*
pngalo. Os bancos de per si nau>minis-
irin tudo vosso meo circulante, eo
dinheiro abundante ou escasso em por-
'locam da qualidade das notas emitiadas.
Em qaanio csseas capitaes sao quasi igua-
^s, viles ae rivalisam e uenum consei;ae
dominar osoutro?; c r'emas, o nume-
ro dTelIcso a su dispersara lbe? impedem
later enmbinacoens que poderiam dar-
Ibes influencia poltica. Porem com a
crtncessem dn Carta do banco dos Estldos
Unidos o syslema de papel-moeda triun-
phou e p'iz r>s seus partidarios na posi-
cam da qual sempre aspiraram asenho-
rear-se desde a instituicam do goyerno fe-
deral. Seu enorme capital e os privile-
gios especiaes que lbe foram concedidos ,
loriiDCeram-lhcos meios de exercer urna
authoridade desptica sobre todos os do-
mis bancos da Imam. Por sau forea e
seu poder eslava elle habilitada a enfla-
quecer e destruir ludo quanto houve-
se inrorrido em sm ressentimento, e a-
treveo-se a reclamar abertament para si
o direito de regular a circulacam nos Es-
tados Unidos ; em >iutros termos, teve
o poder de tostar a moeda abundante ou
rara a seuaibitro, quando e como lbe
conviesse. 0< outros bancos qut-reou-
nbecinham sua potencia tociaram-se
seus mais humildes instrumentos ,
promptos a executar suds ordens e com
os bancos oppaieceo e^sa numerosa alaste
de gente que, em as cidadescoinmercia-
es, sam dependentes delles |-ra seus ne-
gocios t crdito. O rebultado desta fu*
nest.i legilaam q>e tam graudo mono-
polio creou fui concentiar teda a poten-
cia uionetir da Uoaui com meios Ili-
mitados decoirupfam, debaixo da dir-
cam e ordem de Cbefes recoaheci Jos,
com o poder de sustentar ou de repellir
todas as medidas do governo- Essa formi-
darel potencia regular igualmente o valor
da propiiadado e dos fructos do Ua-
bimii em toda a yait exieneam da U-
niam e tem o direito eo poder o cunl-
rir a prusperidade ou de enpasir a ruina
am toda aquella < ida.le 011 saccam do pa-
conforme ixige eu interasse au sua
poltica*
Nam fjcil eonjecturar at que pon'o
essa potencia usaia de sua p-der. Mas a-
inda se nam esquereo o susto qua por to-
do o pair se derramou quando o hmco
dos E-itados Unidos tam vivamente agitou
o povo querendo obiigilo a submelter se
a suas exigeucias. Aiuda nam est ipa
(ila 1 reminiscencia dos! iufoitunios de
que foi causa e que ficarm eternamente
gravados no coragam do povo dos Estados
Unidos. Si tul com effeito ;ha sido o
seu poder em teuipo de paz qual nam
sei un tempo do guerra com o imali-
go as nossa portas. Ntnutra nacam a
aam ser os bom nidospodeia ter ab aneado a victori um tal conflicto; e s eIN se nam bou
vesse de clarado a vosso f^vor, ac bado
eotava o vosso goveruo que recabiria en
tam nis mos de urna Oligarcbiar. As
calamidades e solTrimeutos que ausou o
banco ao povo saiu os fructos amaegoa des-
se syslema de p. tilica que procura do con-
tiuiio lurgar o governo a uitraptssar us li-
mites preflxos pela constituigam. O^ po-
deres especificados nesse acto oam conferi-
am ao congrosao o direito de crear urna
corporaern tal qual u banco dos Entado
Unidos; e as consequencias disagiadav i*
queioram o sea esullado deem con-
vencer-nos do perigo quebatrn alistar-
mu-nos da buba trabada pelo nosso pacto
fundamental. E' -roisUr ingirmo-nos a
letlra da constilui ella viciosa .m alguns pontos, curapre
emeudala conslitucionalmente. Basta-
rn! sem duvida as licoens severas da ex-
periencia para obstar a que o cjngrsso
consinta em urna futura inslituicam d*
um similhante monopolio quando mes-
mo a cniibiu.ic.'iii t* lbe nam opposesae.
Mas nunca vos equecais cliaros couci-
dados q.ie o pieco da lihardade o a vigi-
lancia ccniuu.i do povo, e que mUter
pagar e^se pr*co se quuerdes gosar de^te
beneficio. Debellados Da governo central
os mesmos iutiigantes recconerm aos d-
voi'.-os estados o esmeriUin o de intro-
dusic a orgmisagamjquo quisejam ftoer
prevalecer na Uni^in. E si um numero
siillicieiite de estados consenlirein noest<
btl.-cimentode setmlbantes OOrporaaoes ,
o lempo breve vita em que novamente
tomaram p. e alcancarm a final do cou-
greato urna carta p3ra sua organisaeam de-
tinitira. i/ um dos malas os mais reaes
de nosso actual systema de baocos, que,
peU influApra continuada que elle eser.
*e -sobre a tircu'8?am, [autborsa um
clas?e da soeiedade ecertamcnle nma das
menps numerosas, dominar os nteres-
es de todas as out-as, a ngerir-se os
negorios polticos de um modo cxoihi-
tante. Os agricultores <>s artistas e as
clesses dos artfices nenumn parte tem na
direcam das grandes corporacoens Gnan-
ceiras, a em viitude de eus habites o da
naturesa- desnas epr-racops, esUm inhibi-
dos do poder organisar .-tssociacoenspode-
resasque possam obraraimuitaneameate.
Um eemilhante concurso dTOnlades po-
da Igumas Vescs etiecutrar-s. em urna
cidade em um districto ero o qual 0S0-
dadas tem commun acoens directas utis
cora 09 outros; mas ser-lhes-bia impo;-
sips-ivd o correspondrwm-seccm loca-
lidades remotas. Fouco influem i exer-
cem sobre os jorn?es, qs agricultores ,
os labradoras, os obifirosbem coribecem
que a sua fortuna dependa do trnbilio,
e que elles n*m podem enriqoecar rapen-
tioamente, Eia pois esaas lasses consli-
tuem as tmssis da povo das Estados Uai-
dos ; esses homens amata a 1 bordad? ;
querem aiguaiJade, e --ua possuiiores
de nossasriquezajuaciona.es, anda q'ie
repirlidas em pequonas quantias entre
milhens. Mas utm -bsUnt-j a vanti-
gem do numero e das riquezas, deeon-
tinuo corrom o risco de poder sua influ.
eaoia obre ogviverno, ecom difliculla-
de mantem os seus direitos contra asi va-
zes dequesaca constantemente o alvo. do pul.Jico por ter delhs cansara pacten
Oepos de haver iuai-tdo sobre as con-
sequencias diistes principios que estm tam
iutimamentc lgales a existen |a e aos 0-
teresses domsticos de O0B30 paz, nam
devo omittir as impoitante9 conoiderages
qu*B devem servir de norma na vossa poli lia
ca externa. E' d us o inleresso, indubi-
tavelmenti;, cultivar e-enterter as relac5s
as mais aniigavcis orn todas as nafes, e
o meio de atliugir essa fim a f-qu- i c a
sinceridade em todas as'transac5e3 com el-
las, a prompla e fiel -xecacam dos Irata-
dos, a justica e a imparoialid^de de oos-a
conducta para com todas. Por mais m -
clinads poremq' urna nagam esteja a man
ter se em paz era sempre est ao seu .1-
c.ince o poder evitar coHises com a^di-tnais I
potencias, e|a poltica mesura a ma'> tno^e- |
rada exige que estojamos sempre em "-.lado
da sustentar riosso diieitus ate pela forca,
se necesssrio for. A nos*a poziram gen-
graplica, a extensam da m-s-as eost*s, cor-
tadas por urna multidam de ba!iia9, a gr-
deza de nossos rios, ludo ndica que m-
rintia devenios principilmeut confiar a
nossa defitz*. Ese piiticipio no porvir
devea ser a i-lma de vos- politi
ca. Agora que gozamos de urna mocita
que exceda ir-sas despezas, o momento
d0 zelar no meio da paz em que estamos,
o augmento da nossa mtrinha de guena.
A ella ca.be em mares distantes a :'<'.;.> de
posso commercio tam o e flrecente ;
por ella pode'eia em toda a parta alc-mcir
os vossoe inimigo's segurando deslarli),
da raao'.'ira a mais fi -aj, a difcta das eos
tas e do inteiior da Uoiam.,
Urna boba de (ortificacfs nam baala'ia
p.'ja proteger nossas eostas contra urna fr
ea estrengeira que tiouvtsse escolbidb um
ponto para operar contra nos ; maa estas
fortificacSes san intlispensaveis paia a pro-
tei cam de nossas cidades contra os b m-
bardiamenlos p de nessos estaleiros e de nos^us arscnirs ,
para abrigar nossas vazos mercantes em
t'jmpo de gu-rra, e finalmente para de-
fender CuOJ algum SUCCeSsO Olios zuladas
ou esquadras ligeiras persigu:4as e aperla-
da! por forcas superiores. A promptfi-
ca?arn de forlific*fBs desta rutuieza lum
admita demoi*. Oamale tanto abuudam nam piderim ser ejnpte-
gados de um ruedo mais til ao paiz. Q ti-
da estes trabilbos tstiverem acabidos, e
nossas f./rcs uavaes tiverem ndquerida
um cerlo grao de daremvolvimento nam
iccieis que no att.quem sol leves pielex-
los, ou que venbam sim u casida da pro
voc^r hoatilidtfdal de ntssa pa/te. Sem-
pre piomptos para a guana m*i^ corU-
t* Iiaret de conservar a paz. Eu vs
fffaierando charos conoidadio* ratas
conselhos, no momento em que vos deri
jo os seos adaoser, tenho dezenvoivide
os principio que foram a oafma dr mi-
oolloeasteis por duas vaaef. Conven-
cido da de nimigos que se reestero do mant'
da a O) zade lPr(br consagrado os ltimos
ostanif9 da micha vida publica pira tra-
cr-vos o qnadro do* pfrigoe que osame-
acam no pir*ir. O astado dn prosperi-
da^ee aden (amento dos Estados Unidos*
regi los por instituiedas livres, tem exce-
dido todas rs eaperances dos fundadores da
repblica. Nasu h exemplo de um pro-
greeao Uta rpido em poplacain, em r-
que/. 801 1 (i.stiapsra o todas as artes w-
t..is a bumanidada e a historia nam mos-
tra em epoclia nlguma urna retimam
de I3milh5esde homens que tenbam go
zado ao mearon tempo de tanta liberdade
e de tanta febedada rumo os Est.idos U-
ndos.
Eu toco ao ultimo estadio da rairiba
carreira mortal, minha idade provecta e
a minha U'^^vz^ me presagiam que cedo
.tcf neser su jeito as viss:siiudes huma-
nas. Bu agrdsc'i a cus de rae baver
concedido de vi ver em um paiz livre.
Cbao do gratidara [dos favores com qw
me haved honrado, cu vos digo aita.T.
Aadrew Jatksoti.
N. B. Tavcz a tentacam nos leve c
traclar exteocamente re. rea das insti' i
cues dos Estados Unidos, "m outra ae
caziam e de^da ja imple 10 a indulgencia
ciacom uoaa couza quo tslvez tura aprecie
como de ve.
CAMBIOS.
lio de. Janeiro ai de J?;nho da 13J7.
Londres........... 30 1 t 8 31
ParU..........'... 5oo ado
Mam burgo......... 57O
apocesdeG pe, juro 89 1/4 891/2
Ouro embarras..... i55 a ido
DobrGesHespanbcs. 9.5$5ooa aC^ooo
Pesos............. 1<2)700
MoedasdeGdOO velhas l4$800a i5^j00
,', novas J/j<$000
de 4^5000 rj50O a 8,2*000
Prata ............ 70 a 78
Cubre e 8 is...... i p, c.
(i'harol do Imperio. )
Bhia 5 de Julho de I857.
Londres......... 30 d. p. 1^000
Haris............320 franco nono.
Lisboa...........100 por cento.
i5 a 1., por c.
5 p* c. de p. forte
2 5^5000 a 26$000
13-2)500 a i4^000
7^000 a 7^500
Pernambuco
Rio de Janeiro. .
Dobres Hespan..
Pecas de 64oo...
Ditas de 4C0t.. .
Pesos liespanboes.. tOO por c.
Prala qpnhada.... t05 poro.
! 'csconto........ 1'/, a a p. r, ao rae/.
Moeda papel......15 p. c. p.
Cobre...:........ lo p. c.
(o Coneio Mercantil. )
A V IZOS DI V EUSOS.
S3T* A pessoa que arhar urna carta
faixaca, vinda do Rio de Janeiro, a Thti-
maa Joa de Sena -(ueia entregar na Al
fandega das Pstendas.
IQP- H.iVtndo algum navio em destino
para o f\ai> m:mu< ie pea b para elle,
3P5 P.eciaa-ke de urna mulhor para o
ser vico do interior de una ca^a estraagera,
de pouea f.:ui!i 1 : no piteo do Sacramen-
to deS. A-'itonio urniasera da porta lar-
ri'-
5^* O Secjetario di S-icedada Apo-
liuia convid'i u da mesnw para se
reunirem |'Oje t> di. crrente palas 6
horas da ta-
3J>" Sabio .1 luz o 5.* n. do Relator
di Novetl,a, e te ach a vende os noroe-
ros avalaos a 80 n" pr?.-. da Inrpc
deacia leja n. 16; na Tyiogre6a Fidedig-
na -u das Floree; e no Rceife ra da
L'tiiz loja o. 3l, la.'io ti 1 nasreote.
^5*= Aluga-M i.'iis'tona estrada do
nha administracim no lagar onde toa nao | AU jftte da Igrejt, b^anta ran


'
D I
IRIO
DR PERMAMRUCO
'.

grande familia e peto proco de 15o$ooo
os pietendentes entendi se como liscri-
vio Aimeida r/a ru das Trinclieira9 em
seucatioriu, ou na ra de Uortrs sobia-
do de um andar D. 70.
9* Aforao-sa dois terrenos ; i'aaber:
um da parte da estrada da Solidado para
oManguinho, defroute anjmo da ponte
Jodii logar, e oulro da entrad* que
aecua do ftlanguiuho para a Igreja dos
Altillos, co nieuando logo do tir d casa
U0V4 do hou prdpi islario o Doutor Ttio-
maz Antonio Macel Monteifo ; advrtin-
flo pote, que o fundo ds cada palmo
que Be pretende aforar he de 65 palmos
retornados e prego de 3ao rs. da um ,
e os t*i renos bo no todo i tu huios, e he
neficiedOs, e promplos para logo s-i pudor
edificar propiedades indeprudenle de
qualquer trabalBo o que de rerto n.
s cede rom outros que se tem tirado
por aquellas iniidiaces : os preteoden-
tes enteudio-se como Escrivio Aimeida
na roa dasTiicheras em seu cartoii >, ou
na roa de HorUs L).'70.
JGp* O Colle< toe da Dei ima dos Ira lio
Urban.s di Kreguesia dos Aflogados fu
scienle as toio9 os beus (Joll otados que
o mez de Junho heo (]ue a 1. i tem mar-
cado p.uvi o recebinjento da Decima e to
vos impostes e como o dito mez t-e acha
findo por isso lembra os mesrnoa cui
Collectados veobo pagar o que se nenio
a deter na casa do Sallo dos papen. Mon-
de fie faZem os respectivos pagamentos ,
preveniudo d'est'art ao mesmo Colfioior
de nao ser obrigado t proceder ex^cutiva-
nicute contra a quera o contrario 6s-r.
tj^ N ra dtaagoas-verdes D. 89, ha
para alujar orna preta captiva iom bohJ
icite para criar*
Boga-ee ao Sr. Ajiid.nte Costa ,
que ..oa porpertoda Igreja do Pilar em
?ora de poi ta, o favor de mandar um por
tador seu na ra Direila D. 27, para ne-
gocio de seu interese.
8^ O Sr, que na ra Direita offoi eceu
5oo,ooo 'i. por um muleque canoeo c
pescador queriudo dar 5 J.i,ouu rs. apai e-
ca.
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiio
Con toda brevdade o Patacho blla
Cailota, Capitam Fiapcrsco Jos da Silva,
torrado de cobre ede primtira time* ;
quetu 00 mesmo quiser carrtgar ou hirde
patssgem diiija-se a G. A. de Barros,
detraz de Corpo Santo D. 67, ou ao Ca
pito a bordo.
COMPBAS.
Urna escrava cosiureira, e engom
de e nior.iJo boa <'.! de t venda os
preteodeotea drijio-e ao seu pi\ prietnrto
Franciico Aotoo-o de Uliveira morador
na B"a-vista ao pe da ponte.
jfl^ Arrenda-se eonualmente, ama
boa casa tita ra estrada do mauguinho,
o voltar paraa dos Aflictos, com quar-
tol, estribara e mais arraoju- para urna \ cas dos raottos : no atierro" da Boa-vista ,
Urna esrraara do gentioa de An-
gola da yo annos de idade propria pa-
ra todo o servido: na ra Oireita D. li.
WW Oualttgi se urna nadara sita em
Olinda no logar do varedouro : na ra do
Torres n. 16.
Urna urna para deposito das cin-

mideira: no pateo da IV0I1, suLado
per cima da venda de garapa.
VENDAS.
*/y Um mulato de i7 auno-* de idade
bom ofllcist de allaiate e prcpito para
pagem: na ruado palacete ou aug^ta
I D. 16.
tq*T Umrequissimo guarda n.upa, 12
cadeir.is e um bofa duas banqiinhas,
om .-erveutuaiio doctna tudo de iaca-
rand ; assiai como mais alguna tr.aojos
ds ca-ai : naiui velua esa parede ea^e a
do Queiroga.
%^ Um cvalli ruc cirrega e es-
quipa : na pi ni da Iudapcnden.it D. 13
^ Trcse.s'rravc,, sendo don tuitns
e uuaa negra cuja abo cocer e tosinur :
na ra daa Ciu/ajs L)'"f).
ajr*p** Um muleqoe de 7 annot de ida-
de oolro de i5 e out>o caooeiro e
pescador urna uegra mo^a : na rtn Di-
it.i l). a7.
ajCp Urna morada de ca* cita na na
do l-'agundes D l4 cdelicada a pi-uoo
rompo, por ioso quttslem bom tetado ;
t,c de dois atidares, rom rotio en ti
roe, laida pera a pait1 delfcboa pro-
prini : na riv r.
1 ,
loja decourm do sybrado d'onde raOra o
Srs Domingues Mala<|iiias de Aguiar.
Wk^* Urna mnUtitiha de 16 annos de
idade cosinha, faz d"ces e refina as-
sucar um uiulrque de 12 annos de ida-
de : na ra do fogo D. 11
*f&* Um apercibo de prata para < ha ,
do ultimo g<*sta : na ra do Rosario que
vira para o Collegio D. il.
Wfr" Urna farda no'a par* O. N. por
preco i'omrnodo : na ra 1I0 Qiciuiad
D. 1.
+9 Urna piat'de 2.} annes de ida Je
ose, engomma e coainba : na ra de
Hortas 43.
jflk^ Rap princesa de Lba dito da
Baha dito areia preta cha isson de pii-
mairaserte dito pernla diloImperial ,
erii raxinhas de 2 librase nicas, tinta
da eicrever em garraGnhas dita encar-
nada encllenles cstojos com duis na
valhas linas cingletas t .somas finas para
unhrs, aoatras inui't miudesas}. as itn
c uno pirlas di familia em frasro de So
e roo com o aetl competenta folheto, pti-
mas bichas tiltimamente clregadas tanto
emporeSo como a retalho ; a pri..i da
Independencia O.
tjy Urna ntgra dd rjr.cw cosinha ,
engomma e faz todo o mais servico de
unit casa : na ra Direireitl D. 34.
f*ir Um preto de n?io de 28 annos
do idade cosinha engomma a lava :
n < ra aira?; dos Martirios D. S-.
rtPf Um escrav* crioulo de ao anuos
de idade: exti fura de portas n. l53.
raff Dnai negras sendo urna crioula ,
e a outra de angola f 5oo couro cortados de
cabra 3o feeies de fltjla ; no forte do ma-
to padaria o. 43.
jQP* Pus de roqueiros de boa qiialida
de a 7.4 > rs. em porc5es grandes : na
l'fia de Arma Ba.
V9"' Almocrevesde peas; Dabocozo;
Bertoldo ; Bertoldinho e Cacasen ; o
Dote do Suza.ninba : a ra do Livramen-
t >, loja de eucadernarder D. 6.
|^S Uma .--noa aberta em bam uzo ,
que pega em 600 lijlos de alvenaria gros-
8i ; na ra do rotrelo na otaria de
MarciannoJos do CoUtO.
Jp^ Um preto: na ra estteila do Ro-
sario U. 33.
a/ja* Uma escrava de bonita figura ,
cosinha e nsaboa: na ra do Arago
D. 18.
f^g Um preto de ig annos de idade :
no atierro da Boa vista botica D. 4o,
fjgeo Ro-elae de ouro, ditas de filagran
com diamante, brincos ditos tracclins-
ditot, um meiu faqueiro de prata ; assim
como espellios de pared* e uma duzia de
oa'hjirasde pau jiiet'j, ludo de gusto mo-
derno : nai S pontos sobrado U. lo.
8^>> Um mulato de ao annos de idade,
bom p.-ua pagem e b>mcarreiro : a fallar
com o parten o do Ai seual de guerra.
t^> Dos negras mocas : na luja do Sr.
Baudeira do rap.
|q^" Milbo e IVixocui tacas : dttraz
do Coi pu Santo D. 67.
jtjp" Urna baii-edna de liado; uma
banda de la, tudo para Interior de G. IV, ;
nestaTyp grafa.
jqp Dois maitros para embagacio, sen-
do um desabocaba a o outra de emberi-
ha todos com 110 a 115 p timos de cum-
plimento, e 7 de grossina : ua ra da
praia na serrn ia de Joio 'l'bomaz.
eKP* Urna negia mo^a cosinha o dia-
rio doiuma casa e faz todo o mais ser-
v :o : ua ra de Hurtas /\~
t^> Faainha da mandioca, de Santa
Caltidtina a bordo do Patacho Lobo an-
corado defronte do pateo do (jollagio ou
detraz doCurpo S.uto L). 67.
ajry Um escravo de naca prepro pa-
ra jirenca de Alg^dio e euch^da, outro
i'e 20 tunos proprio para todo o serviijo,
qaem oa pcrieuder \ a roa da Cadeia Lo
, .u. ,\i-
99* Jarras da Paiaiba de muito boni- l
; 1 felio e ginodea : ua na na M.J1 du
; o L f\ d,.,t1i,'J da jfiaida
Umatpreta de naca, Com 14 annos de
idade, lava, a faz oservico de casa .sem
vicio al^um ; na 1 u da Senzal'a vulht n.
51 sobrado de um andar.
|y U 11 Cvalo pequeo proprio
para menino cor ala'/o, com Ca reg de
meid p^ra bixo, e lie novo : ra do fo-
go D. 23.
flPJ* A tbf* intitulada R'portorio
do Thea'ro Prtncea, composta de Si
volumes, em Iraucez : na ra do Cie.-po,
loja D. 11.
jtj^ Umapnrcio de fumo ira ricano
piop io para laaer cgairos, por preco
muito Il.an. 3.
tjCP** Rixas grandes de superior quali-
dade a loies : na prica do Jnmmer-
rio 110 hotequim de Antonio Joaquimde
Faria.
f9"* Alora-c lium.i porfo de terreno
murado na estrada do manguinho vollan
do para a estrada dos Ailitos; os per-
tendentes entendile com o EcrvaS Ai-
meida em seu Ca torio na ra das Trin-
cheiras, ou na roa do Otas D- 70.
ajrjj^ O mui'o velciro|Paicho Anrieiica
noShawmuf, de lote d 150 Tonellad;-s.
forrado de cobre, a prompto a seguir
Viagem para qual quer parle, os parlen
dentes dirijs-se eos seus consignatarios
J-i' Malbeus & C. na ra ala Cruz n.
56.
Hi^ Ou Fretn-se, o Brigue Americano
Rosalba de Lote de 200 Tonelfladas, or
rado, e cavilbado de cobre ; os perlenden
tes dirjase aos seus consigo, taros Joa
Matbcus &Comp. na ra da Cruz N.
56
VW Botinsde Lisboa para Senhora de
Duraque e setimde todas as qualdades ,
da Marroquim para meninos e homens o-
hras fetas na trra de todas as qualda-
des e mais aviam*tos tanto a retalho co-
uro em dusias lude por prefo commo-
do: na ruado Livra manto loja de Albino
de Jezus Bandeira D. 10 junto ao (ampiad.
XW Uma venda na ra Direita D. 11:
qaemaqoiaer comprar diriji-se a mesma
venda.
Ws* Bixas muito boas chegadas na ul-
tima F.-nbacacao de Lisboa de preco de
160 al 144o reis, receben do se as que no
pegarem : na quina da ra do Livramen-
to D. t.
9^p Uma cabra (hixo) comera e la-
te : na ra dos Mrtires D. i2 a correr
da Igrej-i.
tf^T Travs de 48 palmos} < em palmo
C rneio ei'u quadroa lo,ooo reis, dilas de
45 a 9,ooo rs., ditas de-ton 8,000 reis di-
tas de 36 a 5,<>oo rs. ditas de 3a a 4,000
rs. ditas de 3o a 4,000 reis envaines de
36 a 3,auo, ditos de ao a i,44 > reis, mos
travessasa i-,6oo : no aruiasem do porto
das canoas da ra Nova oa quina que vi-
ra para a ruadas Flores.
ajy Uma cadeirnha de dois bracos
com pouco uzo, toda en vicheada e pin
tada com as competentes cores por preco
commodo .* em Olinda ra de Malina?
Ferreiraao p da fon le lado direito que
vai para S. Pedro Novo.
%|h Camas de vento muito bem fetas
por 432o res cada buma e tomando em
porcao' poje ,-}ooo reis, e hum berco de
cuudor tambui p ua ra d > Livramento venda D. 1.
WP^ Uma escri vania de duas laces com
oa seus competeutes mouxos outra d.ta
paquena de uma so face, duas mesas de
ainaiello um armario do v'lro de guar-
tlar papis dti's cancellas 4 socadoro?
de asquear lauca da Baha, encbadas do
porto, feixaduras dilu grandes rneiam ,
pequeas um cavaleitede pau de botar
selim (ivellas pra selim um rneio bal-
cao duas pipas um espclbo dourado
com a su. competente mesa domada ,
uma pedra de^marmore fe ragens de eu-
geuho tambores de fenos, aguilhcs de
varar ditos dos lados, oM-ietas de bron-
zes, cadeiras de jaoarauda', um eogenho
delirar agoa com muita facilidade, 0 4
uiappas Gograliios : na ra da uioeda
n. i4i.
^ Sacas de farinha a preeo de 45)aoo
f*. ; No armazem de Antouio Josqum
Pereira caes de Alfandiga.
1/9 Meiassellas para montara da ho-
irj.ii. bellteja para montana sailifpaiM ",,fl turado em Lisboa o melhor possivel e
1 superior, celogio d'oiro du}egundoindc-
pendente nroprio para nutico de frontu-
do trapixe novo em casa de Joaquim Jos
do Amorim.
jCJT Um negro da naci proprio para
prenca de algudaS e outro qual quer ser-
vis na ra da Madre de Dos no segunda
leja de fronte da ra do Encantamento.
?jy Um escravo bom marinheiro de
naci angola que iepreze"ta ttr 20 tu
nosde idado ; ua ra dos torea D 16.
ESCRAVOS JfUGlDOS.
9^ Valen ti m ni co costa idade l5
n ij annos estatura proporcionada a
idade, seccodo corpo aboca e orellias
p- quenas olhos grandes e abu^alhados ,
emeios vegos nariz mais afilado que
chato, beicos finos boca a bicodada ,
deutes a cangulados, peScouco comprulo ,
peitovuvado, mase ps proporcional,
pernas finas, cor preta, iovuu siroula
de algodio iutransado, e jaqu- ti (de ris-
pado fugio em 10 de Abril do correte
anno qqalqoer pessoa que o appreheu-
der dii-ja seatraz da Matriz da Boa-vis-
ta segunda casa, entregar a Maol Eli-
as de Moura (uo lecebera Jj^Jooo fa. de
gratificafo.|
WW Felisarda, ci otila de 45 annos,
de idade pouco mais Oa n cuos, com
cabera, pintada de cabelles bramos bai-
la fade cara, naris chato, bastante
ladina Ua perna esquerda on direita as
ima do jure te tem urna cica tr ir de um
talho que deo fogida da arnda rarapo-
to tvrmo du V Ha do Brejo da Madre do
Dos, perteticente a Josd Pedro de Mi-
randa Henrique snp5e-se que freq lenta
ou mora na Povoacio dos allogadis qual-
quer peoa que a pegar pode reooll er a a-
deia e hir receber 3o{^aoo rs. do Coro-
nel Luiz] de Moura Acoiol. "
ajEp* No da a do corrate fugio do eri-
genho Mussambti junto a vil a deGoian-
ua dois pretoa com os signaes seguiutes :
Joaquim de afio Cassauge, reprezeuta
a5 anuos, alto bem feito do corpo ga-
gueija alguina cousa quindo falla e quau-
00 ollia Iij setii pro coma cabe(a baixa ,
tem bastantes mareas de chicote as costas
trabalha de pedrero e foi nesta pray-a de
Eliae Coelho Cintra. Francisco naco
Cabund reprezenta a5 aunes baixo ,
gri.c. do corpo, tem es pernas alguma
cousa arqmadas e he rendido de uma ve-
nina ; talves se tenha encaminbado para
o engtnho cabera de negro .aonda estevo
por grande espaco de lempo quando no
mesmo eogenho esteve Elias Coelho Cintra
a quem pertencia : os apprebendedoi es
lerem-nos ao dito engeoho Mussnmbu ou
nesta prac* a "casa de os Anlouio AI ves da
Silva, morador as harrerasbairrojda Boa-
vista ; poia em qual quer dos lugares serio
generuzamente recompensado..
a/jr No dia 9 do correte dezapareceu
um cabra de nomo Luis oficial de sapa tet-
ro levando com sigo lodos os ferros e
parlences da tenda com os seguiutes signa-
es: estatura regular seco hem espiga-
do bastante ladino idade pouco mais ou
menos de 18 orino tam uma mo alguma'
cousa a leigado de um tiro qu levou no
braeo olhos pardos uaria regular, boca
ome-mo, pernas linas, pes secos ecos-
turna a aodtr calsado : os apprehendedo-
res ou qual quer pessoa que o pegar po-
de! a levara ra doFagUudea sobrado de
um andar 7 que ser recompensado.
3IOVIMEIVTO DQ PORTO.
Navio entradj no dia 11.
PORTOSDO NORTE 65 das, Paquc
te N. Bella Americana, Cemmandaute o
a.'Tinte Antonio Xayier de Noronba
Turrez passageiros 3 e >[) cecidias.
Dia
1 a.
47 das, Paquete N. 1. de Abril C6>
mandanteo i- Taueste Felipe Jos Ferj
reir, passageiro 1, 4 recruj>ia, 1 unz"
soldado envalido.
hKPfW KA'TfK rC n i', FARJA. ''; \


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E8AMZ8OV2_063TH0 INGEST_TIME 2013-04-13T01:58:39Z PACKAGE AA00011611_05767
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES