Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05737


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Full Text
ANNO DE 1837. SEXTA FEIRA

8JVi.'l'-'- JJ ^'t.lL'Jg.a'.-: .
"._'ctm-1 ,m* ~:****~rs*wr
5 DEMAIO. N. 9?.
FERN. ni TYP. >!. F. i>r FAIUA. 18ST.
das da semana-
1 Si-punda (priineiro de Mato) f S. Fihpe e S. Tiago
\pp. listf-" ircsdiaacome se peixe,
'_* !eraS. AUliaaiu B. Itel- Je di. c and. di J. de
O.-de t. ..-.,
S UuartA T 'Juin) nvcncao da Sania Lru*, ani.
versan ''a Inst. da aseemblea Lep.
I 4 4UIHI.1 f asooncad do eenhor. La ora at 4 b.
e 1'2 in. ..a tarde.
|' 5 Sexta S. Sexta Confereci de S. agostioho sea.
da Til. Pul, and. Uo J. deO.dct.
(i Sbado fc Joo Daataceno. Ilel. de m. eaud. do
V. (i. de t. ein linda.
7 Domingo a Maternidudc de Iv Senhora.
Ttdo >ort depside de non memoi iii noiirii-
dencia. modaracio, principiamos. ereinoi apuntado com adunia-
;') ture >> Nacoe foais cullti.
JVocumni da ,-tutmblia Otral d B mil
8 ahurete-so a lOOOr.mensaea pagosadiantailfm
"esta ''po,r.-.ta. r das Cruzcs I). 3, e na l'ra-
ca da independencia, V. 87 e31 ; ondeae recehem
oorreipondBnoiaa icg-a!isaa.'ii,,e annuiioioit inaerfn-
do este ijrain endo oapropriot aaiigiiaules,
tindn attiniatlot
L.
CAMBIOS.
Malo 4.
OndreaS n 85 l|S Ds. Si. pot lc>d. od praU a
Aopor Canto de premio Nomina.
LiibonBa poro|t> premio, por metal, Nom.
Kraiiea "i'Z> lis. por franco
"Kio de Jan. ti p. e- de prem.
Itoedat de ti,,400 j2ko<> aa tenas, novas 1200
4,,000 C.TUUa ti,.tiU
Pezos I ,,440
Premio da prata 50 p. c
Cu
da letras, por mea I por 0|O
ne -J por cenio d deSOOUl
PARTIDA DOS f.OUHBIOS.
Olinda_Td<>9 oh dlai ao meio da.
(i.nana. Altiandra, Paraiha, VilUdo Conde, Ma-
maupnapo, Vi\t.t, Real de S. Joo, Brejo d'Area-
Hainha, Pnmba!. Nota de Souaa, Cidade do Natal.
Vil'aa de Uolanitinba, e Nora da Prineeaa, Cidade
da fortaleza. Villas do Aquirs. Monte mor noto,
Aracatv, CascaTel. Canind, Granja, Imperatria.
S- Bernardo, S. Joao do Principe, Sobrar, Notad
Ell'.ev, le6, S. Mntliena, Rcacho do aatiRtie, S.
Antonio do Jardim, Qiicxeramobim. a Parnab iba
Segundaa e Sextas feras ao meio da por va da
Paraiba. Santo aiuo-Todas a> quinta* letras a
meio dia. (aranbiim, e Bonito- nos dia lu ,
de tad me* ao meio dia. Floresno dia '2
cada msz ao meio dia- Cabo, Serinliacm, Rio *"f~
mozo, e Porto Calvo-nos dia l, >I,.e 21 da caoa
HMi .
fARTE OFFICiAL.
PERNAMBUCO.
i337-
N. 36.
Vicenta Thomaz Pires de Figueiredo
Camirgo, Presdeme da Provim i.i de Per-
nambuco. Faco saber a todo* os seus 11a-
bitantts, que a Assemblea Legislativa Fro-
viocial D^crctou eu Sanccionti a Lei
seguate.
Ai. 1. As Actuaos Difjnidades, Pre-
bendados meio Presen lados, e mis
Funccionaiios \ I,;ivj Cdthedral de O-
linia petceberio as Congruas e Ordena-
dos segaiates.
Art. a. As Dignidades qninhentos rail
rtk, Prebendados tjuatroreutoJ e cincu-
enta mil reis, meio Prebendados quatro-
tentos iQ reil Cura e Mestre de Capel*
las obrigadd: as Mujicas iiestntos mil re-
i, Sub Chantre e Organista lento oi-
tenta mil Mis, Capeaes cento e viate mil
reis, -M;osdo) Cjio o Porteiro da Maca
cncoentJ mil reis, S le rail reis, GratificacO ao Presidente
Capitular ciucoenta roi' reis.
Art. 3. A Fabrica da Catbedral fica
elevada a qninhentos mil reis.
Ait. 4- Felo rehogadas somonte nesti
parteas Lsis em contrario.
Maudo portanto a todas as AutoriJades
a quero o conbcr.icntoto eexe>ucaoda
reteda lei pertencer que a cumprio a
t,io cuioprir to iu'ei ajente como uel-
laseonteoi. O 8ec etano desla Provin-
cia a fa9a ioipnciir publicar e correr.
Cidade do Recife de Pernambuco aos vin-
te e nove de Abril de mil o tocen o- e trinta
e sette Decjaio sext'J da odependeaci* e
do liuoeiio.
L. S. Vrente Thuffiaz Pires de Figuei-
redo Carnario.
Carta de Lei pela qnnl V. E. manda
execi.tar o Decreto da Asamblea Le-
gislitiv* Provincisl, quelioure por beiu
Sanccionar marcando as (.'ongiuas, cOr-
dtiiaiios das actnaes Dig'iidades Piebn*
d.JvS i Meio-FrtbcndJos, e rnais Fun-
cionarios da Igteja Caibedral de Olinda,
ni funna a cima declarada.
ParaV. Ex. Ver.
Francisco Xavier e Silva a fez.
Com o competente Registro Sello.
publiccao, &c.
j837. N. 3;.
Vicente Thomaz Pires de, Figueircdo
Camatgo, Presidtne da Provincia de
Peruaiiihnco. Fago saber a todos os seos
Habitantes, que a Assomblea Legislativa
Provincial Decretoa e eu Sincciouei
a Resoluco seguinte.
Artigo nico. Fica revocado o Arti-
go cineoenta da Lei do Ornamento de
mil uitorentos e tinta e doue. EoGo-
verno lemovtra' o Hospital de Sam Po-
dro de Alcautara para on e entender
conveniente i'estituiodu o edificio Convenro do Carmo aos Religiosos Car-
melitas seus legtimos possuidores.
Mando portanto a todas as Autori-
dades a qu*m o conliecimecjto, eexecu-
^ao da rrtei ida Re>olu;io perieocer, que
a i'Uiiiprao e ffl9ao cumprir Jaa inteira-
mente romonelia se cotittni. O Secre-
tario desta Provincia a faca imprimir, pu-
blicar acorrer. CiJ.-de do Recifa de Per-
nambuco aosO ue Abiil de 1887 ; D-
cimo Sexto da Independencia c do Impe-
rio.
L. S. Vicente T001BM PiryJ da F-
gutiredo Camargu.
Cariado Lei pela qnal V. E. manda
executar a eso!uy*"o da Astemblea Le-
eislativa Pioviuciai que huuve poe bem
Sinccionar revogando o artigo cineoenta
da Lei do Orcamento de mil oitocenti'S c
trotae dou e mandando remover o Hjs-
pital de Sam Pedro de Alcanzara, o en-
tregar m religioios CftiinelUs uLlii-
ci do Convenio do Caamo, na forma a-
cima declarada.
Para V. Ex. Ver.
}jze Xavier Faustino Ramos a fez.
S guia-seo competente Rogulro,- Sello,
publicdcio, &c.
ASSEMB.EA LCGlSLATlVA PROVINCIAL.
Acta da 23. Sessio Ordinaria da Asssm-
blea Pioviiicial de Pernambuco aos
a9de Abril e i857.
Prasidencia do Snr. Dezembargador Ma-
ciel Montciro.
Pela chamada vira-se presentes 23
Sms. Deputados faltando] com parteci-
pa^io o Snr. Sette, e sera ella os Senbo-
res Baptista Gomes Pedro Cavilcaiiti,
Laiz Cav-lcanti, e Mera^
O Senhor Presidente abriu a SessaS,
t- em :-calida leu>e a Acta anteceden-
te que fui ijtprov id-. O Senbor primeiro
S.'i.i'-'t.i io uu expediente leu huma re-
"<.'-entacao da Cmara Municipal de O
I Mida pe lindo a permisso de faser
alguna afortmtntdl a qual foi para a C6-
ii>-o dos rifgocios das Cmaras ; Uu
i-utia reptesentacio da mesma Cmara
reclamando u restituicodos reudimentos,
que percenia pelas Batanean do Assuca,
a qual tambera foi a mesma Comissio \ leu
huma representaco dos Habitantes da
Koa-viagem pedio io algumas providen-
cias sabia o Rio J boatio, a qual foi pra
a Comoiissao de Commarcio, Agticultuia
&c. Leu se hum Projet'to do Senhor Vi-
eir de Mello no qoal determina que
vio do'i; individuos aptender o methodo
do eiijino mutuo, o qual sendo julgado
objecto dedeliberaco foi a imprimir.
Foi -tambera julgado objecto de deli-
beratjao ea imprimir-se hom P rojee lo do
Seabor Antonio Cavalcanti duvidindo a
Commaica do Bonito.
O Senhor Lopes Gama ppdiu a palavra,
eleu os-guile req^erimento Requeiro
se ponba em rigorasa nh*ervani* o art.
5v do Capitulo 5. do llegimento interno
de.-U 'Asacmbiea.
Pasjau-ae a primeira parle daordem do
dia, elcu-se hum parecer da Commis-
sio do rdsr'ddos tobie o rrquirimen-
to de Jos Riboiro do Amaral, e enten-
eJ a mesma Conimissio que este P^m-
pregsdo merece a gratifififlu de 2oi-> is. qa' lbe Jt-vem eve designada pela
Coinmiisfe de Ornamento e foi appro-
vado este Parecer, otro Parecer da C5-
misio do loatracio Pub'ica efereceudo
hum Projectj ta esoluc > aposentando
o Substitoto de La tira desta Cidade o r.
Lino Jise GoHsatvus de Oveira O tjual
julgado ubjfccto de deliberaci > fyi a im-
primir. utro parecer da CommUsio de
ijontai quu euteudeu nio ser de sua com-
peteoca lomar eoalaa a Administracio
dosOrfos, o qu il ficoa adiada porque
assira o requereu o Senhor Francisco de
Paula ate que se disculissem os Estatutos
respectivos.
Passou-se asegunda parlada ordem do
da. Entrou etu tereeira discussoo Pro-
jaetn uumero 48, sob. e elle apirecero
us seguintes ea/endas do Senhor Rafael -
Art. substitutivo ao artigo 1. Podern
ser promovidos a ordens sacras por dez an-
no sem previo beneplcito do Go-
verno aquelles desta Provincia que vo-
taco uecesssaria ajunttrem rs reqoisitos
exigidos pelos Caones e estatutos um vi-
gor. Ao artigo 2. Suprima-ce al Pies*
bitcrado, e diga-ae e ninguem pode re-
querer ordens sacras Roda a di.-cussio
poz'se a votcio,e foi approvado olProecto
para pastar a Comm-sfo de Redaban com
as emendas do Senhor Rafael e huma do
Senhor Ancora presentada era segunda
dUcaasaS.
Passou tambera em tereeira discuti
Projeeto numero 4, que foi a Comrais-
ti.' de Redact.
Contiunou a segunda discussaS do Pi 0-
jeclo numero 4" t e an ait. 1. do Cap. 7.
prasentou o Senhor Rafael a seguinle e-
menda Supvinia-se e 3. desde a
palavra a at o lim a qual foi approva-
da com o artigo.
Pa9su-se ao artigo 2. o vierao a mesa
as si-guintes emendas do Senhor Rafael -
Suprmase das palavras a mesma dispo-
bica ale o tira o do Senhor Ancora Su.
prima se da palavra e ja maisald o fin -
a qual foi appi uvada com o artigo sendo
prejudicada a do Sur. Rafael.
art. 3. foi suprimido por emenda do
Snr. Ancora. Pa>sou se ao artigo 1. dd
Capitulo 8. h vier-5 asseguintesemen-
das do Sur. Lopes Gama -Suprimad se
as palavras advertindo parem at o fim, -
e ao Sor. Ancora Suprima-se a palavra'
apasantadoria a qual 'oi pprovada com
o aitigo e regeitada a do Senuur Lopes Ga-
ma. O ait. a. foi approvado.
Passou-se ao artigo 3. e vieraS ns se-
guint^s emendas do Senhor Lopes Gama
- Supriraa-se a palavra ProfeMor de La-
lim ediga-se Professor de primeirss Le-
tias uo Senhor Vieira de Mallo- Supr-
mase o artigo 3. do Senhor Urbauo ti
re s* as palavras que ttver atmatricu-
lados, e bub-iitua-se cuja aula for fre-
quenlaia habitualuicnte por mais de 5'd
alumnos.-Estoaitig> com as emendas fi-
cou adiado por dar a hora.
O Sr. Presidente deu para ordem do
dii: piitneira parte pareceres de Com-
oiirses, e Leitura de projectos : segou-
da parte i, discusso dos projectos n, ag
do auno passado, e 16 desta auno, e se-
gunda discussaS dos nmeros 4<> *-
ir e a. *j e levantou a Sessio depois
de duss horas.
Thomaz Antouio Maciol Monleiro, Pre-
sidente.
Luiz Rodrigues Sette, 1. Secretario.
Lturentino Antonio Moreira de Carve--
Iho, 2. Seczetario.
EXPEDIENTE DA ASSEMBLEA
Officio.
lllm. Sor,Envi a V. S-* pr ees
apre-.eutada ao Exm. Senhor presidente' ds


*

DIARIO DE PERMAMBUCO,
provincia, a relajad inclusa dos Senta-
res Depu lados da Assemblea Legislativa
Provincial que assi.-tirao as Ses-es do
mex p. p.: para q' o mesmo Exm. Senhor
d as convenientes ordens para ser aviada
a Thesouraria.
Dos Guarde a V. S. Secretaria da As-
seniolea Legislativa provincial de pernam-
buao 2g de Abril de 1837. liJm. Snr.
Secretario Interino d Provincia. Luiz
Rodrigues Salte 1. Secretario.
GOVERNO DA PROVINClAl
Expediente do da 29 de A!>. II.
OFFICIOS.
Ao Exm. Prndente do Rio CanJc do
Norte, communicando-lhe que pelo Gom-
mandante do Paquete L bre I he seio en-
tregues os objectos de Equipamento, qoe
havil requisitado ; po lendo m 'nd.tr ab r-
do do mesmo Paquete para o Pai os recru-
tas que se achamn prontos.
Ao mesmo, communicando-lhe,
quaem virtude do Aviso expedido pela Se-
cretaria de Estado da Guerra de 29 de Mar-
50 lindo foi organisdo ao Destararaen-
to de 3.4 Pracas para aqnalla Provincia e
qaaexistiado j ali a2 soldados, 1 corne-
ta e 1 Infeiior seguem agora somonte 5
soldados 2 Cabos o o Teneute Coro
mandante Francisco Vi tor de Mello e AI-
buquerque osquaes va5 embarrados no
Paquete Lebre.
Ao Exm. Piesidente da Par, iba ,
partecipando-lhe que o Commandaote
do Paquete Labre, que vai tocar aquelle
Porto lbe entregar os Caixis de Notas
do Novo Padr?5 que fjra remettidos pe-
lo Tribunal do Tbezouro p..ra ttrtm este
destino.
Ao Commandaote das Armis para
fazer embarcar a bordo do Paquete Lebre
110 di.i 3 de Maio futuro, o Destacamepto
destinado Provincia do Rio Grande do
Norte.
Ao mesmo para desligar do Bata-
Iha y. de Lacadores o Tenante Juaquim
de Pontea Marinho, nomeado Instructor
do 2. Batalfca de G. N. de Olinda ,
Tasando entrar em seo lagar no referido
Bdtalh&d 7. o Tenante Jo-e Antonio
Pinto, e na vaga que hado Aiferes ao
Alfares Raimundo Jos da Silva Lobo.
Ao mesmo para em conformi a Je
do Avino expedido pela Secretaria d'Este-
do da Guerra de i5 de Margo do crrante
anno demittrr um dos Amanuenses da Se-
creara Militaa visto que a ella so' torad
concedidos dous.
Ao Inspector da Theionraria para
faser embarcar no Paquete L bre os Cai-
xotes eom Notas do Novo Podri perten*
centes 1 Provincia da Parahiba do Nor-
te.
i Ao mesn o rxigindo soluco dos
officios, que lhe forio remettidos dos Ex-
ceiientis-imos Prezidtutes da Parahiba ,
a Rio Grande do Norte nos quaes trato
da Creado de urna Agencia nesta Pi ovla-
cia por conta 'aquellas, para a arrecada-
ci de certos Diritos que Ibes perten-
cetn.
Ao mesmo; pira entregar ao Com-
mandante do Paquete Lebre os objectos de
Equipamento requisitados pelo Exm. Pre-
sidente do Rio Grande do Norte, e bem
assirn a quantia que for possivel remetter
pare o Para.
A Cmara Municipal de O'inda ,
enviando-lhe um offktodoi.0 Secreta-
rio da Aegenubtea Legislativa Provincial
acompanhado da representado que fez a
mesma Cmara pedindo permissfo para
aforar trez terrenos devolutos pertenceo-
tes aoseo Patrimodio ; a fim de quesats
faca o qoe exige a As.-emblra no mencio-
nado officio que devolver a Secretaria
do Governo.
A cmara Municipal de Goianna ,
para aatisfager o que exige a Assemblea Le-
gislativa Provincial no(Jffi,-0 que se lhe
reraetta do 1. Secretario da mesmt, de-
vendo cumprir o determinado pelo Deere
to de 3t deOutubro de i83i.
A Adminis'.raco dos 11. na dos Or-
laos exigindo informlo acerca do que
da Assemblea Legislativa Piovincial pre-
tende Jos Antonio Bastos no requerimen- que sahira5 da 1. Linha antes do Deere
to que se lbe envia a fim de poder ser
elle deferido pala mesm. Assamblea.
PORTARAS.
Ao Commandante do Paquete L bre ,
para sel".ser de vela no da 3 da Maio fu-
taro para os Portos do Norte depois
de baver recebido a seu bordo o Destaca -
rr ento que conduz para o Rio Grande do
Norte; fu-ando na intelligencia que pelo
Arsenal de Maiinha lbe serio fornecidas as
precisas races paia 6 Pracas do dito Des-
tacamento.
Ao mesmo, para receber a seo
bordo e ti ansportar para o Rio Grande Ho
N01 te os 5 Sildaoos a cabos", e 1 Te-
nente, que faz p-*fte do Destacamento d'
aquella Provinci.
Ao Inspector do Arsenal de Mari.
nba para (brnecer ao command.'Uta do
Paquete Lebre as rages precias para as
pr;is mencionadas na Portaiia antece-
dente.
* Ao Commandaote do Paquete L?-
l)i e para receber do Inspector da Tbe-
zouraria e entiegar na provincia do
Rio glande do Norte ao respectivo Presi-
dente um caixote contendo objectos de
Equipamento.
Ao mesmo para tocar na provin-
cia da Parahiba o entregar ao reactivo
Presidente os caixotes coro Notas do No-
vo prira6 lbe sera remettidos j elo Ins-
pector da Tbesouraria.
Ao A~dmin''trador do Comi, pon-
do o de intelligencia de que o Paquete
Lebre se far de vela para os -portos do
Norte no da 3 de Maio futuro.
Ao a. Tenente Joaqun Ignacio
de C'-rvalh) Mendooca nomeando-o pa-
ra ser Empre gado na Repti tica das Obras
Publicas, e particularmenta no levadta-
niinto das planta da E: irada do Sul.
Ofncios do Secretario do Governo.
Ao Secretario da Assemblea L g'slativa
Provincial, enviando lbe de ordem da
Presidencia urna representaca do Pre
hilo da Comarca do Rerife, para ser pre-
zeate a mema Assemblea.
Ao mesmo, rem* ttendo-lho a in-
formetrao' dada pelo Juiz de Paz da Fre-
gnezia de S. Fr. Pedro Goncalves do Re-
fe exigida pela Asternblea Legislativa
provincial sobre a nom^acao' que o mes-
mo Ju'z fez do Escrivao' respectivo.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia a9 de Abril.
OFFICIOS.
Illra. e Exm. Sr.
D. Maria do Carmo emsua supplica ao
Regente em Notne do Imperador pede que
se lhe abone i3$ rs. menes Cotresp n
dente ao raeio sold que diz lhe compe-
tir como ligitima Viuva do falecido Ma-
jor de Milicias Thoraaz Fereir Villano
va e haver j pro vado como Ihecumpiia
lodosos qaesitos exigidos na Lei de 6 de
Novembrode 1827 que taesgragas con-
cedeo t ficiaes falecid s.
Oa documentos c:m qaenstmio o sro
nquerimento prova s'.iflicientemente o
allegado; porem a mesma Lei citada em
sua literal dposica a exclue desta gi pga,
sexpre^samente anttn.da no Art. 1. o
cornos olliciaes do Ejercito em Qttio cajo
na5 esteva o finado marido da SupplKin-
te por 6er propiamente um official Mi-
ciano rom sido, como tabam demons-
tran os seos documentos.
Para me faser somente entender em re-
sultado de minba opinia respeito di-
rei a V. Exa. em face da LegislacaS exis-
tente que tres sao as dasses dos Uffiriaes
de Milicias : os que obtiveraS accasso de
paisanos ou mesmo Milicianos m forma
do Alma de i7de Dezembroda l8oa ; es
to de la de Fevereiro de 182a e os que
fora3 promovidos gradual, e regular-
mente em virtu le do Decreto de 4 de De-
sombro de i82a : os primeiroa nenhum
diieito tem a accessoB considerac5es e
maioria da sidos ; os segundos s obtive-
ra5 igu'Hade de sidos pelo I) creto de 7
de Marco de 1821 reservado os accessos
por antigs, e determinadas legras a 01
ltimos em ludo regulados e con?idera-
do; Officiaes de Linha em Commis^a as
Milicias.
Estando pelo que fica dito o falecido
marido da Supplicante no primeiro caso ,
nao tem por isso diieito ao meio toldo que
requer.
E' qunto devo, e posso informar a V.
Exa. era cumprimento ao que me deter-
mina em seo de-pacho de 27 di corrente.
Daos Guarda a V. Exa. Quartel do Com-
mando -las Armas de Pernambuco 29 de
Abril de I837. Illm. e Exm. Sr. Vicen-
te Tlio-nas Pires de Figueiredo Camargo ,
Preziden'c da Provincia. Ignacio Cor-
reia de Vas-conceos.
Ao mismo Exm. Sr., remettendo
o Processi do sold ido do 4. Gorpo d'Ar-
lilheria Alexandre de Castro Cavalcaoti,
para ser presenta'* Junta de Justica e
d>lla obtarfnal Sentenca.
PORTARA.
Ao Gppilio Commandante da Fottale-
za do Bruuo maulando dimitlr ao re-
ci uta do Deposito Antonio da Costa Cha-
ves, porter 53 annos de idade ser casa-
do com 6 filhas e ser incapaz do servicj
Militar.
DIVERSAS RSPARTigOENS.
TRIBUNAL DA RELA^AO.
Sessa5 de 29 de Abril de 183/.
Ni Cauza de Appellacao crimedo Juizo
de Paz do 1, Dcstricto do Colegio Ap
pelante o Juizo, e Appelados os Membros
da Cmara Munidpol desta Cidide : foi
confirmadla Sentenpa Appelada.
O Embargos oppostos por Francisco
R'.driguesde M ura bo Aecordad eoolra A'
!e prnlerido na Cauza de Appelhcio Ci
vel do Jnizodo Civel desta Cidade em que
he Embaigado Antoi.ij Joze aiuniz fo-
ra5 i'dcebidos e ju'gados provados attenti
a fdta de prova p r ptrte di Kmb.rgido
sob Na Appellacao Civtl do Jnizo do Civil
di'sti Cidi'.le Appellaute Manorl Jeron-'nn
la Co-ta Ucl, e Appellada D. Maria
Joaquina da S Iva e Mello f rao recebidos
os A; tigosde Habtlit'co e que a Parte
os contrariasse, quaiendo.
C0RREI0.
O Berganlim Nacional denominado Pa-
quete de Pernambuco, Capitio Leopoldo
Jo-e di Costa Araujo, sae para Lisboa no
dia 14 deste Mez e pertende receber a ma-
la no dia 13 ao meio dia.
O B'igue Brazilciro Minerva sai pa-
ra o Rio de Janeiro no dia 12 do corren-
te Gapita Joze Maria do Val.
MISA DAS DIVERSAS RPNDAS
A pauta he a mesma do N. 89.
OBRAS PUBLICAS.
Precisio-seserventes pareas Obras Pu-
blicas ; os q' quizerem trabalhar ganhan-
do tanto quanto gaohfo as obras pa< ti-
tulares poden dirigir se a casa da Re-
partilo das mesmas obr.s em todos os
d'w uteis desde a 9 horas da manbi at*
as 2 da tarde, parafoseram os seus ajus-
te?.
Inspecclo das Obras Publicas a
Maio de i837.
Antonio Egidio da Silva
Inspector Geialloterino.
da
PR-EFEIT0R1 DA COMARCA. Do RECIPB,
.< '
Parte do dia 2 de Maio.
Illm. e Exm. Snr.
Sou a participar a V. Exa. que das par-
tes h-ji: por m>m recebids consta que
fora preso e recolbidos ao Callabouco
doCorpo de Polica d'onde tivera des-
tino ; Antonio Marianno, preto, remetti-
do pelo commandante da patrulha qua
rondn odi<-tricto do carpo Santo, por ter
sido encontrado di-farcado em trajes'do
mulber ; Manoel e Jos Francisco par-
dos, remettidos pelo Sb Prefeito de Ma-
raoeaape.
Nada mais consta.
Dos Guaide a V. Ex. Secretaria da
Prefeitura da Comarca do Recife a de
Maio da 1837. I"' e Eim. Snr.
Vieeote Thomaz Pires de Figueredo Ca-
margo, Prfsidente da Provincia Jj-
ze Carlos Teixeira, Prefeilo da Commar-
ca.
PROMOTORI \ rUBLICA;
Illm. Sor. Doutor Juis de Direito da 1. "
Vara do Crime.
Perante V. S. denuncia o Promotor
Pub ico desta Comai ca, de Prancisco Xa-
vier Marinho branco casado morador
na Casa Forte e be motivo de sua Denon
cia ter o Denunciado muri em o dia 5 da
corrente as 9 horas da noiteera o Pc,o da
Panella o C< ChrL-tianno Taveira Nunes : tomado de
odio contra o Mecido pela exactida que preencheoseos deveres como Sob pie-
feilo daquella Freguesia e particularmente
por lhe haver con ido a casa por ord-m
do Prtfito deta Comarca o De-
nunciado a guardou occau*io de vingar-se
quando o faci, e o seu recentimento
parecessem esquecidos ; de com eflito em
a noite do ieferdo dia depcis da preparar
e alvejais dt- publico, e toda a tarde o ca.
vinote pox-ae de emboscada junto a esa
'de Antonio Coelho, q'.e fica no futido do
hitioem q'as i-Ae, e aop,sar 0 fclescido
chamou tiez Vezas por seo nome o pa-
ra reconhece lo, ou par? que voltando-se
milhor acertarse o liro : valtou se o fal-
lecido pergontoQ-lhe o que queria e foi
entaoqi/eo Denunciado dispsrou o tiro,
que o le o e em breve o roatou : anteada
morrer o f^llescido declarou que fura o
Denunciado o stu brbaro assa.-sino: a
vista destes vehementes iadicioa e do-
mis que depoem as teemunhas he evi-
dente q' o Denunciado foi o autor da mor-
te,est incurso prLs (cunstancias que se
derio uoait. i92 do Cdigo Criminal. A
e J. esta digns-se V. S. da mandar proce-
der como be de direito. Reife ao d'A-
brilde 1837.
S-'guem.se as lestemunbas.
O Promotor Publico.
Joze Thomaz Nabuco d'Araujo Jonicr.
EDITAL.
A Cmara Municipal da Cidadedo Reci-
fe, e seo Termo etc.
Fas saber, que pelo Juiz de Direito da
I. "Vara do Crime desta Commirca lhe
fora feita a devida parUcipaca, sobre ha-
ver designado o dia 26 de Maio prximo
futuro por as 10 horas da mauh, para
dar principio a Sessa udi< aia dos Jura-
dos na casa de saas Seques ; em conse-
qu^n.ii do que tendo-se feito o sortame n-
to na conformidad do Cod. do Proc.
crim. forasorteados os sesseota Jurados,
que sa5 os seguiutes
1 cap i ta Pedro Alexandiina de Barros
cavalcante.


DIARIO DK PBRNAMnuCO:
O

Adm-nistraeio do Patrimonio dos Or-
fos.
Perantea Administracio do Patrimonio
dosOifios se bio de arrematar a quem miis
der e por lempo de 3 annos, que hio
de ter principio no i. de Julho do cor-
rente anuo is retidas d*s seguintes casa-,
D. 54 oa ra do Amonta do Bairro
do Recife.
72 dem do Vigarij ditto.
74 Hora doEneantaraeoto'dito.
nS dem dito dito.
76 Iim dito dito.
3 Tenente Antonio de castro Delgido.
3 Francisco de Paula Souza Pinto.
4 Bacharel Agoslinbo da Silva Neves.
5 Jot* do Reg Bhi ros.
6 Josa Jernimo Rodrigues Xaves.
7 JoaScarneiro Machado Rio.
8 Joa6 da Alema cisneiro (do Engenbo
Bertoga. )
9 Jacfcqe Geraldo Mara Lamachi de
Mello.
io Felii Jone da cmara Pimentel.
ii Manoelde Araujo Cavbante Lina.
ia Manoel Fernandas da Cruz.
i3 Franciaco Antonio Pereira d Silva.
i4 Joa5 Antonio de carvalhoSiqueira.
15 caetano da costa Moreira.
16 coronel Francisco Jacintho Pereira.
17 Josa Antonio Pereira.
18 Jos da Silva Gumaiies ( do Coge-
nho Uiioga.
i9 Jjaquim Josa da Silva castro.
v.o cjronel Joaquim Bernardo de Figuere-
do.
11 Joaquim Eiias dn Moura.
2a Or. Francisco Xavier Pereira de Bri-
to.
a3 Jo9e Basilio de Freitas Peixoto.
24 Bacbarel Jos dos Aojos Vieira de A-
morim.
a5 Francisco Nicolao de Pontea.
a6 Antonio de Paula Souza Lea5.
27. Manoel Thomazde S uza Le 5.
'.i! Padre Pedro Mai inho Falcio.
a9 Jos Pereira Vianna.
3j Antonio Joaquim do cirmo Pfunes.
3i Capita Manoel Joaquim deliveira.
3s Jos Maximiauo Pereira Vianna.
33 Francisco Manoel da Silva Ta vares.
3-i Thomaz Jos da Silva Gu-maS-
35 Jos Francisco da Rocha Guedes.
36 Roberto Gimes de Fraga.
37 Antonio Ferreira Duai te Velloso.
3y Antonio dos Santos Si |U-ira.
39 Capit6 Francisco Manoel A hioli.
40 Ignacio Jj-e de Barros.
i Or. Luz de CarvalUo Pae* de Aadra-
de.
4a Jote Antonio dos S ntos e Silva-
43 Tenente Coronel Jo=quirn da Annun-
ciacaSi'iueia Varejio.
4 cosmo Jos Guedes.
45 U >*ngos de Sousa Lea5.
46 A;feres Joa6 Francisco do Reg.
47 Man e! P.t'iciad* lva.
48 Manuel Fener Au!U'>e.s Villar}*.
49 Jo*quin J-'Se da Si'Vt Biir..
50 Pede I >se Rodrigues.
5i Joao Rodrigut. h Mimada ( d..
Trem. )
5j Virginio Antonia Rodrigese mpellj.
53 Padie Aflonio Theresj de .iveia
An tunes.
54 Antonio de S e Albuqueique.
55 Pedro cKmonte Bandeire de Mello.
56 PadreIguacio Francisco dos Santos.
5y Jos Jo e Lopes Jnior.
58 Ant< nio Jo.e de Ol.veira.
59 capita Manoel Florencio Al ves de
Moraes. '
60 Antonio Jjse de Magalhes Bastos.
Os quaes sao o que dever servir na
Eobredita Sessa, sendo pira ojo fim em
virtude do Ait. 336 do mesmo cod. con
vidados po presente, e btm assira todos
os mais interessados cumparecerera no
dia e hora designado, sob as penas da Lei
Se lattarem. Pco da Cmara Municipal
da Cidade do Recife 27 de Abril de 1837.
Jos Machado Freir pereira da Silva.
Pro P.
Fulgencio Infante de Albuqueique Mello.
Secetario.
78 dem da Senzalla velba dito.
81 dem dito dito.
8a i !ern dito dito.
83 dem da Guia dito.
84 dem dito dito.
85 dem dito do Trapicha d.
As pessoas que as quisefin acrerastar
podero comparecer no dia 5 do futuro
mezda Maio as \ huras da tarde na C4za
das Sessesda Administracio, com seos fia-
dores.
Caza das SsssSes da Administr?co do
Patrimonio dos Oifos em a3 de Abril de
1837.
J. M. da Cruz.
Escripturarie.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
As Provincias da Sul goslo de tranqui-
lidade, a excepeo do Rio Grande, onde
a lula cAitri os rebeldes nio esta' con-
cluida/, nem est definida a conduta do
do Governo de Montevideo : estamos, que
esta sera' mais huma das nossas cau?as in-
terinas, adiadas, e esquecidas. Em um
des prximos nmeros, daremos o desen-
trecho do negocio do Cemiterio do Cam-
po Santo, dado por hum projecto das C6-
misses de Justina civil, eestabelecimeutos
Religiosos, na Scssio de 17 de Marco, na
AbSemblea da Babia.
Julgaraos gradavel para divertir os lei-
torea, atranscricao do.tegninte, extrado
do numero 260 doCorieio Mercantil:
POST-SCRIPTUM.
Ssbbado correo o boato de que a Pro-
vincia de Pernambuco se achava pertur-
bada. Diversos foiio os rumores q' gras
su So sobre e-ta acn ti cimento. Uus
di-em que* pova e tropa leunidos pe-
dira admi-sio do Exm. Seuhor (Jamar-
go,o qual. recu:ia descer da cadei-
ra Presidencial -em que o Regenteo de-
mit'sse. ()utrosajboall) que o pai tido
C.ivalcanti reensaya bedecer ao actual
Presidente, e menos ao Regente do Impe-
li. Oitios em tim, queo povo nio qutr
papel nem-obre, e siui que as trau-ac-
c6v se fiv em mceda de ouro e prata.
E .qui .j'i'fito onvimos varias pe.to-
s. O C.Alerc ano un ciar semelh.int.es noteiss quaodo
uio po'sue ddos ceitoi, nad* afiaoca
tal r^speito, e pode a Providencia que es-
tes boitos sejio faUo), nio obstante o mo
rebultado qua elles causj, se sao Qlhosda
indisliipca de a'giuis expertos.
E que la) ?... Tambem por c fe diz as
vesei oaicituo de la. A gracae'o inters-
se de taes noticias he capital para os ga-
zetei jio se huns boas nmeros de gfinde cu-
riosidade. Felismenta ainda o Diario de
Pernambuco nio as venden nem acreditou.
A; adecemos ao nosso collega, o aeu bom
conceito,
COMMUNICADO.
08 PADHEJ DA C0NGREG,\g.\5 DE 8. FE-
LlPPE NERI.
O maior elogio, que se pode fazer a
hum individuo, a hum Governo, ao
Curpo Legislativo de hum povo, he di-
xer com verd^de, que elle se dirige pelas
veredas da Justina. Heestesem divida,
o encomio que merece a Assemblea Pro.
vincial de Pernambuco. Sobranceira a
preocupacoeris vergonhosas que se tiuhio
apoderado de pesst as exaltadas por pai-
xoens violentas} porpessois, queso dei-
x.raS arrastrar de prevengoens, e vingan-
gas paiticulares ; ecujo coracao era hum
deposito de fal contra a Religiad e seus
Ministros; a As.emblea Rroviocial deode
mi simhaotes baixesas reflectio a-
nicamente que os Legisladores de hum
Paiz nao de vera aer os orgaSs da intriga \
que o Sanetuario das Leis nao deve ter
manchado por huma cenivencia deshon-
rosa e prejudicial ao bem publico -, e q'
os particulares opprmidos pelo despo-
tismo embudado dos largos mantos i*
Conititaiai deveria encontrar em ca-
da hum dos seus Representantes o prota-
ctor da sua proptisdade, dos seus diiei-
tos i edas auai garanlias. Reflro-me
concessaS da Asscmblria para a entrada do,
Novicos Carmelitas; entrega do Con-
vento aquel les Padres ; a nao extmea dos
Conegos; ao augmento dos seus ordena-
dos; refiro-me Congrua concedida aos
Parochoa; e ao Prcjecto, que l'oi, ha
pouco, presentado por hum dos Siembros
d'essa mesroa Assemblea para que se res-
titu ssem os bens e se restaurassem os
Congregados de S. Felippe Neri.
Se a Asse-nbla converte este Projecto
rm huma Lei ella poem o ultimo remate
coroa j destinada cesta ultima Le-
gislatura sua probidade, esuajusli-
Ca.
Osannos, as extraordinarias crises,
poique o Brazil tern pas-ado; as desgra-
vas que nos tero oppi mido ; os grandes
tnoviroeutos, que nos esperad ainda ; tem
arrefecido o calor dis nossas paixoens, e
nos tem feito capitular com as cir-
cunstancias Hepor-esta razad, q' o pru-
mo da experiencia nos tem guiado em al-
guns negocios pblicos. Em outrostempos
largamos velas aos ventos, nao houve pa-
ngo que teme-isemos e nem cacbopo ,
que buscassemos evitar. Mas qual fui
o resultadc ? sebreveio a tempestado e
poucas'embaracoens escaparlo ao naufra-
gio : anta os pilotos, que rtsia'rao tem
procurado viajar deoutia mantira; esprei-
ta os ventos, a monjo, eseolhem amari-
nhagem mais destrabe va as>im mesmo
pegando se com as almas, e quaudo Lncao
no porto huma m'> N'>, tami5 no por mi -
Iagre; e nem he paro menos !
Em outros tempos o i ancor o mais in-
ju:to e o mais descomedido, tomou so-
bre t'\ a empresa fatal de destruir os con-
gregados. Caprixos de homens podero-os
( na6 Ibes chamaroi perversos ) cabalas d'
aquella epoi ha tracadispor almas apo-
cadas que so'se farta quando se vin-
g*5 e queemprega toda a sua influen-
cia para derramar a de^graca, ambora aeja
o Mundo arralado ; mu caprichos de-
rao cabo da ccngregiciS. Cabio e-sa Cor-
porack de homens virtuosos, e Litiera-
tos i Hum grito elvagem n*scido de
huma alfgria barbara, applaudio a que-
da dos B mf itores de Pernambuco. Fui
hum triunfo para a demagogia. Ljnqcu
se hum n;i sobi e os grandes e importantes
ser vicos d'. m ntu, tro queos primeiros p i zar 5 nos-
s.'S praias, at o instante, em queos lti-
mos receber6 nossas ordtns para a sua
dissoluca. Calcara-se cesta acto do uos-
bo desacord todas as Leis e posterga-
ra 6 se todos osdireitos. Creados por Bul-
las Pontificias, elles fora abolidos, sem
se alcancarcm cutras para a sua txtn
cao. Nd5 so Ibes provou ciimes na5se
Ibes IVz processo, nao tora ouvidoi ,
us finio convencidos: regeitarao-se su-
as reclamac-ens, e seus documentos,
invadio-se oseus claustros, arrancou-se-
lhea a sua piopriedade cleMnbuir, 5-se
os seus bens, e elles se acb ioseui Igre-
ja sem casa sem asylo, polnes,emi-
eeraveisj cercados un camente do odio
gratuito des intiiguisusdo tempo ; e d.'s
hendise lagrimas dos mendigos, a quem
protegiio, e do reconhermeiito dos bo-
tnens imp^rciaes que nio podio esque-
cer-se do quanto Ihes erao' deve dure-.
Os Congregados degeneraron nao
l lidos Foi esti a senteoca de roerte ,
apregoada eolio pelos inimigos da Congre-
gado : fei este o pretexto nico, que
intei veio para que fossem destruido?.
Perguntamos poretn qualeta a 'uromu-
uidade ou ordem Religiosa era Pernam-
buco que nio tivesse abarrado de aua
primeira disciplina, e da re trircao' da
sua riegra ? Eu quereria antes que se
fallasso francamente, ose disse-se mes-
mo: Os Congregados 8aS ricos, e os
seas bens sa6 os seus maioies inimigos
Sm eu estou certo que se elles possuis-
sem tanto como os Franciscanos ainda
hoja n..5 haveria quem se lenfbras qae eatavad degenerados. Com eueito !
o jtfMo i'a maior iramoialidade edus
madres ciimes, querer, que 09 Con-
gregados fo sem oa nicos, que nao par-
tacipassem das mu Janeas, e alUroatiyas
do seculo, he em verdade querer hura,
impossivel.' E que prova mais evidente
da corrufca dos tempos, doqueaquillo
mesmo, que fe praticou cornos ex Con-
gregados ? Fallva-s em Leis, em coa-
tumes era liberdade em phaiitropia
em direitos do homem e qual foi destas
cousas, a que se reservou, epozempra-s
ticaa faror dVllen? era huma so'. Poi
en'.a5 havia forca para destruir, o nao
haia poder para reformar ? N'hum seculo
am que so' se falla de ref jrmas nao ver
mes nos se na5 hum bi-*c.o aleado para
demolir o que existe ? Poroutio lado co-
mo poderia aquellas Padics por envigor
seus estatutos se todos ovdiu esperavao
pela sua extinc-' ? Cjmo P Se o genio
malfisejo j Iheshavia tomado o conveuto
para AlfaQde;a e para aquartcllamen-
to ; se elles desalojados da sua habitacao,
vira s? conslrangidos a fabricar no cemi-
terio cslre'tos reparos em q' apenas c^hi-
a? Como? sem casa de Novicos, e transtor-
uados por peiseguicoes e injustlcas ?
Mas vejrnosos bens, que d-.rram.iva
essa corporagao, a.-sim tnesmo acabru-
nli.sda e que se elisia l'-m;>e da Regra.
Do s-.u caridosa refeitorio sahiaS lodosos
dias muitos anta, es para Familias bone.tis-
simas, e desamparadas da Freguesia de
S. Pedio Gonoalves. A'sua portara be
abrigava cegos, e mendigos, e pelo me-
io dia erafartossom hum suficientejin-
tar. Militas frailas pobres (quemo ig-
nora?) morava em algunas dassuas cazas,
ou de graca ou por hum aluger asgas
mdico. Os ir.q linos dos seus predios
pagava muito pouco, e nao receavio ser
expelidos por intrigaj, e quo ambiciosos
desalmados fos-em esaranji-los custa d
mais d nheiro. A palavra dos Padres
Congregadas tinha a forea do juramento.
Seusaju tes seus contractos era man-
tidosrelgiosamente. Sua Caridade se es-
tenda anda aos presos da Cadeia. Elles
e> as-iJuos no Confa-sionari-i. Elles
sabiio aqualquer hora s Confissoens da
hora da morte e al os ltimos ins-
tantes da sua deploravel exlingi enst-
nro gratuitamente Gramtica Lstina
E foraS estes os homens que Pernam-
buco expellio do sen gremio P Se se o-
lhava para o que hava entre nos deraai?
aotigo o demaisrespeitavel ludo tinha
sido discpulo da Congregacio do Orato-
rio em outros* tempes. as Estacoeos
publicas nos Tribr.oaes ca Magistratu-
ra no Sarcedocio, exLt'ao pessoas vene-;
randas, que se edui o com a Moral i
e com o sjber dos fiihos de S. Felippo
neri. A ingratdaS laucn hum esqueci-
meato profundo obro fictos to iucon-
trast.-ve9. e recentes. Nio imitem "pois
os nos 09 L gisladores txemplos desta ni-
turesi. Attendero ao direito de pro-
predide dos Ca militas; atlendioao direi-
to de propriedade des Congregados. Res-
tituirao' aos primeiros o sen Conveuto j
lestituao' aos segundes o Conveuto, a
os seus bens.
Occorre toda vi huma grande objeccfo-
qoe os anda nao' saciados inim'gos dos
beneo-jeiitos, e ex tinelos Padres ouzio
trasera balh*. Chamar os Congregados
(di/a-m elles)? Como? Que st-r feito
dos Oifas ? i Infelis astutia
Sm ( Ihes respondo eu ) chamar nsCon-
gregados e entrigar Ibes os O.faJ. Ea
lancado por terr.i o argumento sem re-
edita : eis emduas palavras desfeito o an-
temural, a que se abrigad interesseros
pescadores, com capado bem publ.co.
Outra deveria ser arespota quetam-
bt-iii nao tt-m irp'iea. Hum Col Ir gio de
OifaSshs hura estahelecimento Nacional.
Hum estabelecimento Nacional deve ser
feito custa da NacaS e co dos bous a-
Iheioc. Quem n.<5 tem na5 faz. Quem-
quiser fas^r sem o ter deve pedir po-
rem nunca arrancar da pessoa que o tem.
Mas como os bens da tx Congregaea5 ti-
Tera eiufitn eise destino, tod se pode
contra jar, e por em ordem. Cha
meo sa es radie;;, rntiogue-lhen o Con*
vento, e awjaS ellos os Administ dores
dos Orfas. A Corporaca reiotugradu
em seus direitos v o seu detri'nent^
reparado, va Orlaos nad extinctos,
v6 gozar d'buma tutela paternal poi-
que era verdade as pessoas clausuradas
tem todos os elementos e yoi assim di
er, todo o geito, para tratar da educajae^
"
#


DIARIO H
Masa Ail'aodega? Grita anda algunr
espirito turbulento E para qua se
touiou o que au era da Nac*5 ? Dveria
t<:r esta a nica resposta : qu-1 o pc-reui
.'acoutra. A Alfandega nao pode esta*
r ondu se ncha. Fui preHzo tolo o es-
pirito de cooteca da teima ed*tpar>-
iali''arfr-. para que t oo i loe* ssm r;o lu-
gar eni que a vemos. A Na-.-ao perde da
s.us direito* coutinuand.0 a te-la em sa
melhtnte local. O Cora ni ir ci disso ae
recento o lanto so tsixi conhrcido a dia-
cormuioncia d'uqueile editirio queoSr.
Engenheiro Firuiio tein principiado ja*
o plano d'oulra Alfandcga, que ere sor
sitala no l. Acaba vamos '>tas liulias, quando fu-
moa interioinpiu p>r pessoa q^.i nos
livevercu que o l'iojecto para n rin-
legracaS dos radr-s Neris, nao poda ir
.itiine na Assembla, por isso que ( dise
ella) naS ara nj.iisdo que huma chafa ,
ou hum remoque, com que o san Autor
buscou zocubetear dos seu- co:legas. Po-
is que( Ihe tornamos nos ) Nao ha quem
forme tal juzc, A chufa e o escarnio
de ve ,n ser alheios s pessoas de bcm. II am
tal procedimentohiiia desairoiu ciicuos-
joecco dos L gisladoresde hutzi rovo. O
lempo he precioso, mximo as .isseabl--
es Legislativas, a onde h.im momento pr-
di-'o traa as vezes grandes males. JNo
be decrer poi tanto, que o (esputo dic-
tasse temelbarile projecto, e iudo maU
por quem sabe, que a Provincia ilz Le-
gisladores e nio homens engranados.
Qujndo porem por desventura ( o q i"
jamis acreditamos ) diversas intvncoecs
Jevase ao recinto Augusto dos no-sos ro-
presentantes o Projecto em quoslo ellos
.odevoiio abracar, sen altandar fonte
d'onde tinha partido. O bs'Q he seicp>e
bem. Em tal caso a imior prov do >.-
tude, e du impaici-lidade ; a lepcihen-
cj tniij viva ero.a honrada era coo-
verler o Projecto n'huma Lu, a chamar
os congregado.
The op hilo.
PIHAMBCfl
i-Mllgfmpitg**l!WK,1lWliim>w*^f^^]-
AVIZOS DIVERSOS.
Fided:gna ra das Floras ; como na V
vessa do Rosario para o Queiaado leja
o. i,
C^ Da-se 4oa$000 r. a juroj da 2
por cunto as maz tobre pinhoi es de ouro ,
e peata quem precisar annuocie a sua
morada.
tiCU* Quem preciar de dos contoa de
ra. a premio com bo*s firmas ; dirija-so a
ra ratretn dol'j-ai o no a." andar do so-
brado L).29, que la se dii que faz e>te
augurio.
Vf* Qjetn precisar de o ou t\ negros
postante* e o' quis.r alugar para senico
do armasen) Ceossucar, ou outro quai
qoer que nao seja paia Corada pra-.a ; di-
riase-a ra estreita do llosa o ui %.*. an-
dar ocobrado U. 29,
Wt* D Sapareoeu no dia priueiro de
Abril prximo passido udi cameiro to-
do branco tero cbifres, e rom urna poita
de rordaao peacoeo queoa o p^gOO qou-
rendo re>li:uiIo leveo o a ra n -v.. no
sobrado D.a6, terceiroandar que sm-
g.nerosaniente recoaipeiisi>do.
ffi^ Arrend ve nmbom sitio na :m-
dique vai para o Monteiro, com bistao-
tes aivoredos de fructasde todas as qoali-
dades boa casa cochera 8 estribara :
na ra nova D. a6, terceiro andar.
W3P O abaixo assin: (aintfnte^oSr. A F. G. que a be/n de ana
liorna e c&ohCdo carscter camoda no
praso du oicodias da pub!ica<,io de^le sa-
tifrfaiser os 20 patacoeos q>ia ll.e loni' u
por ioiprcstinioaliis publicar o seu nooie
pt-r extenco.
Thoui da Rochi Guedes.
M-.rques, com toJj brevidadn : quem
no o-,e?moquiznr oarregar ou birde pas-
sageni diu'ja-s.: a G. A. de Barros pi-
a do Coi po Sauto 07 ou so Cvpitfu
a bordo. ,
Para o Rio Grande do'Sul
8^3 Gm 'oda brevidado segu viagem
obligue Lhcs te-Guardo, quem quiser
carregi ou hir de psssape tirija-seao seu
proprietaiia Jos Luiz Parado uo forte
*io 1 utto ou Da ra da ca< imb 1 no arma-
Zera i c sa n. 5.
COMPRAS.
O livro i.-lituladosecretario porti'giuz:
na ra ireilaloja >ie ouives D. 5\.
*.<3P* C--ntoe 'itent pessaas rie (i$400
do riiiho an'igo, i que nio enceia ce
iaJ000r;. o da-se prata a 1atento ;
quem as tiveraQDQDci*.
TSSZ
rrTBf/parr.friy^r.'SBnwr-yTT7yrna-.i-<
ttff Pranla o III."Sc B.or Jol da
primeira Varado Civel niaitinano da Ro-
rba Bastos, se ba de anematir a quem
maisder no dia 9 de Maio, em que tetti
lugar a ultima praca u-na grando n excel-
lente casa sita uo logar do Monteiro, coro
aabida para o rio, seis canoas aberbs ,
duaa de carreir, portas, e janellai de
costadiubo da marello scleirjs de pe ira
marmore mbbilba de casa e 34 es:ra-
Tos^le ambos ou sexos, e differemes ida les
e habilidades, perfumenles a Joiq^iu
da Fonreca Saarea de Figoiredjof por
exteuefo de M.moel Fernn ka da Cruz.
\p$M Precisa-seda ama ama para urna
eaaade peqoeaa familia, para engomar,
ecoser, piefmindo-se forra, e que le
uha boa conduela : tu rea do L;vrau:en-
to L). i8 segundo andar.
V3** O abaixv aaeigaado fas .'c-'onte a
pubiieoque nenguem la?a negocio o com-
pra coma vtndaD.o na ra d< Rangel
6am prim< irosaeutender com o abaixo u
kignsdo*
Constantino Jos Rapo.
1f&* No d-a aid-j Abril des pareceu
do trapiche uavo, duas travej ue 36' pal-
mos palmo de largura ecoilode grcsiu-
ra quem das ditas souber peder entre-
gar no trapiche novo na obra de He. c'a-
no Alvfcs da Silva quesera ricomponsa-
do.
,- viaV- l'recisa-'e da urna iavideira que
Beencarregue da Uvagem da roupa do
Hospital du Corpo Policial quem se qii-
zer ectearregar da lid lavagim ; diriji-se
o Quai tel do mesmo Corpo a fallar com
o Agente do raes.no Hospital.
%Cp- Qjem quiser atilisir-se rna'dei-
rasvelhas, para ler.ha vn estacadas da
alterrui, pode fiancamente hir ou ipan-
: bascar os cscos das si ^uas pen'i e
ventora que esioeocalhaos na p.-ai do
;maem do tal junto do Arsenal detijer-
rai 1.
%^ O novo peridico, que tem de
dar a lu sobre o titulo Relator de Novel-
las, nio se alleme oa i ypografia
O Sr. Francisco Jos do Prasores
Camboim pode a adiantar a minlia so-
gra Ann Joaquina da CoflCelgio, todo
o dinbeiroque ella precisar tobce ot alu-
gueil do sobrado onde mora (de que he
com Sr. o abaixo as.nada) asbim como
j i adidotun quaudo rnandou pintar o dito
s.brao para seu Ijusplendo e de>eontou
nos aluueis ; asm poJe continuar que
a ru lempo ser difarido e depon nio
diga que de nada Sibil : qaanto a ella est
110 uzo e frtelo de seus bena neg a ver-
dade eescuzado iLe he o responder-lbe
a ti.speilo ; ss:m como sati.-fei'o fio dos
recibos nerem passados por urna s peEoa
como afirma no seu annuncio uo Di'iio
n, 96; ttsaim leja OSSI pessoa de inteia
probidde, que persiudido islou que o
ser.
Jo.' Mara d'Aaioiim Jnior.
C^ Aluga-se urna casa de nm andar
com ruiaaem e soto sita na roa da
n ceda p. 151 a tratar coai Francisco
Mcreira Dis, ra da Vl.dre de Daos Joja
:. a4
Jitf" Ni roa dos QuaMeis n. 6 casa era
que mora a viuva do finado Joio Antcnio
de.Miiaude., achi-se aberta una escolla t
para m-.-oiuas, onde se ensina a Icr es-
cierer, contar, o Gi' za ania como t das as qoalidadea de
cu torai: o. S s. P4j de familia quequi-
z r< ni confia- as laaa Clhas ao ruiad
de mua laoidia que se \ na precalo de
dioiiiac-se lo (ciioso encargo para ji-
dar sub-ibtir, p >dem dirigir-te a nencio-
nada casa na cert za que as ftleslras te
r o ariior euidado oo idiaoUmento das
buaijovena alumnas, o^nsinod* Relgo
Ci.ritiede quanto pos-i inspirar. Ihe o
goitota aeceucii a da tirtade, oCcopar
co.o prefeieuoia toda a altn<;o das mes
tri's.
V9* Uin p.irtuguez se cflerece pora
caixeiro tanto para praca coihj para lo-
VENDAS.
T-Sf" Um mo'eque f-rimilo de idade da
iOannoi, mu selim Ingle? e<>in tu'os o
s us pi-elhos: n- ra do r.'tjg>-l U. 0.
8^5 Umi Clira d aO a al entius co-
Biaba, engoma leva fa/. renda, ec.se
tu loe un jarte,gy : no atierro d Boa-
ust' n. 29.
^3 Urna cabiinha rom j3 ar.nos de
id.ie, e cera principies de castora: na
1 ua ejtreitado Rosanu D. 29 segn lo an-
dar.
trjp Uuiaesccava deaOanncsde idade
com bnis lid!) liJ.i.es : iniui da Pt-nhi
sobrado D. iO.
JKi? Urna prata de naeiocom boas ha-
be) lirtdif- : na ra do rogo L). 11.
ICV* Um cavalle preto rnuilo novo e
com bons andares : ua na da praia o p
dastrearia do Juio i-erradcr ou na ra
o Livi rcenlo D. I.
"* HP" Mantas de serle para S nboras bor-
dada, de cores prximamente chugadas
de Franca : no poleo do Terco O. 8.
W3" Urna carteara nova de cbaram da
India : na ra do Cabag loja de fizenJas
O. 2.
'%&* Pira fora da provincia una negra
crtoua de idade de a2 anuos, co-uha,
eng-ima e ose toda qualidade de cus'ura:
11a ra da oadea do Rcif loja de fa2c:i Ja
11. .
torio do atole de cjir. p.tn 2 lernos
de flmdespara vender aXrite cmplelos
Je lunile medidas, urna me.iiJa de cana-
da de pan e urna dita de folba: na ra dos
Mai tirios D. 8.
k*^>* Obras de Metes uieu ob-as de
Conuilao Lices de Dlretto natuialedas
Gantes por Felice, B.nthara Tctica
das Asambleas Legislativas, Comeatanio
s-.b.o as 1 i, Ingleids por BI.1sck1.om ,
obras do Ro-seau, obras d'A'e.ubert,
Daojou das Prisoens, Vnttel Direito das
niuo !a Selva, Josninhi ou a engeitada
generosa Ilha Incogo ta ou a memoria
docavallairode Gastioes Rol.irison'Crs-
zoo, Piolho viaj4nte, Mil e urna ncile
Mil e um quarlode hora, alera de cuiios
fiiuilos lirras : na pracu daludrpeudencia
loja de livros n. 37 e 38. *
>>y Obras de Monlesquieu <3fi Us a
alguns Jude< s portonuetes alemes e
poloneses, a Mr. de Votbaire obras me-
thaphizica de Condilac Sermdes de R.y.
b-.i, Diccionario de chimica porKlapror
L'ves de Direito natural e das gentes,
por Felice o cspetaculo da n.>turez4
o e-piritodasleis theoria das panas por
BeuLiiam, tctica legislativa pelo mrsmo
9.mmentaiios(;breas lea Iuglezes por \V.
, li a kston a Italia por lariy IVIorgan ,
ob.asde l'asto.et, obras do D'Agtsseau ,
BiOgratia doi ministios Oar.jou tobra as
prisol, Economa poltica por J. D^os:
eseripclo da arte de fabricar as pessss
u'arldtieiu porMonge, Direito das gsn-
lesporde Weitel Diccionario geografio
porttil por Vosgieu, Diccionario Por-
logues fraooet, biatoria de Gil Biv/.,
mimorias de pbiUologte neruiais prati-
aa os trez monges por Mr. Favrolle ,
dciictoi e pacas exameentico porGor-
g-tud, aouMMsUti tioos do^ estados un-
aos }'Amarice, grammatica fr^ueza por
Lelil'ier, a erudieao por elle arao ue
t illeld leis cuniuaes por Rrissot, Lu-
treGtae trea natnrexa das ' trode Volt-iie, as conte;upl..c s de um
deafriad... cartusdt-Jtiniid p-r raiisset,
eetodo do crdito publico, di-logo cio:
moiios, gramoaatiea Ireareca por 'ons-
tanco reg oa sobre o codito do crner-
co, Ricri, eooaomjapoltica historia
inm.n.i pur llrtton, moral de confucius
fitotuifo ebiaes, commentarosubre o es-
pirito das his por Aa>nitsquieu resumo
da hiatoiia do lliasil, cartas de Merabeau
a soba : todo-i esleWivro sao em IVauccz
es*) veudeo por p nova U. 5.
Tabn* das mart cheias no Porto oe
Pernambucp,
27 Seguuda m S
-28 -T;
.^29 Q.
8 i-y -
a 2 -S:
4 c
5 88: < u
4 :
o
4- . 6-n
4 54
5 ^1-8
6- - 6 .
6 54
7 - 4^
8- 30
Manbf.
ra ; issim como para n-mar pr.metras
l-.tias; quem precisar annuniie.
<^" A Comrnis;i> Adoamtratira da
Sxiedade llarmonica-Theatral convi-
da os seus Socios para sesso extraordioa-
na d-t Soeiedade hoje 5 do conecte pelas
0 horas da larda afim de tratarse il'um
da Stfoiedede,
Gentes, Uicciynai o Universal Gogr.G-
ca por V).-gau, Diccionario Pcfacez
postdiil Giamoi.itica Franeeia por Cous-
tinoio Tiioatio ta Voltaue Cartas da
Juii us por Parissv/t E ludo do Credicto
NAVIOS A CARGAR
Para o Rio Grande do Sil
O ratacho Boas Jczus, Canito Luiz
Publico, Dialogo dos niortot, Cdigo
doCommercio iom/utado por log ou ,
Ricardo Ec.aomia politice, Moral de
Gonfuc-io il-is.f) obines, Ke otn de
-loria do oraii por Ferdiaand Denis,
Cartas da Mirabeau a Safie Ditas sobre
a Italia todo 1 em Francs ; os seguin-
tes sip Porlugoez : Moral Evanglica por
i'eualiel, Larraga p-ar Crosim Hist.un
aoolasisslioa por lierti Rasonio 1 a his-
toria Sigrad* Gramuiatica Po< togueza
de L.lt.iu, ui(a dita por, F; .trelo,
^art.baas do Padre Igiaco, cosutheiru
mojerno ebraa de Bocgo d Ijs du
loo Xavier ae Mstt-'S Culos Magno ,
V< lando Amoruio Bertbuldo Bertbol-
diuho, e Ciio-sen In-trucces de C'e-
rimouias Vi.gens de Altna Lunario
rV-petu- E-prtitadcr do mundo novo,
elementos de civilidade, Recre^o Filo-
70I1M do Padie Theodoro de Almeida ,
Vohaey as Ruinas dos Imperios Recrea-
rlo do Homcm Scuqivel, Viclor ou o rnc-
Navio entrado no dia i*
RIO GRANDE DOSL ; a5 dios, Brigoe
N. Boa Vnturi com 166 T., M. Bal-
t-s^r J> dos Rris, carga crre ct-ca :
Dono J s (ioocaUes Ferrra ira'.
4 cresos reitiettidos au Exm. Sr. pe-
zidente.

iaa.
RIO DE JANEIRO ; aedias, patacho N-
4 IiiHiose.ra lO^T- M. Aalonio Aires
Diaf, sirga faiiuaa : 1 G.-udino Agos-
tinbudl B.i. ros.
Saludo no dia l.c
BAR MI13A OO NORTE ; Bigue Iaglex
vLIi y M. H-iyt n, carga lastra.
bse vaedes.
a
Fundiou no L-im iiina Galera Ame-
ricana Andley Cahk M. Josrph Padraik
vinda do mr pacifico, todo aahio de
Neupo. t com/ia meaus de viagem a pesca
de baha ; carga azeilede peixe ; ao mis-
mo Meslie.
Pern. na Tip, di m. f, i'aiua, 1857.;


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