Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05734


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Full Text
ANNO l)K 18.36. TERCA FGllU

30 E AGOSTO N. 187.
Pkriumbcco, Tve. di H. P. He P DAS DA SEMANA.
20 Seg-tinHa Urg. tie S- J- B. Aud. los Jni/es. rio Cr.
de ai. i- a,- i. es. da Tliezouraria Publica e
Chae de t.
30 Terca S. Moza tle L'ina Re. de in-aud. do J.de
O. de t.
31 linaria S. Raimundo N. SessaS daThex.
1 Quinta I. de Setembra S. Egidio Re. de m. and.
do J. do C. de m e Chana (le l-
2 Sexta S. Estevao II. S. -es. da Th. I, and- do J.de
O- de t. Q. minfr-a* 10 h. e 5 i m. da t.
3 Saltado S. Eufemia V. M. Re. de m. c aud. do
V. G. de t. era Olinda,
4 Domingo Hoza de Viierbo.

Tt_rlo .vii depende e nos meamos .1 tions pru
denme, inoderacSo, e energa ^continuemos enin
principenlos, e agremia .,' ni...:*.,, con ariiiuru-
C.'io entre as .Varjes inaigeultM.
Pror.lnm/ico dn nrmUlta Qiral o" Rrnul
SiiimereTe.se looo rs. mentar* pagoavdlantadoi
nena Ti pog rafia, ru.l das Cni/es D. .'I. e na i'r.i-
c.n da liid'-pendenea S. 37 e..s onde e recelirm
correipoiidenciaajlejraliaan'a, nmincins iiiserin.
do sv rsiRa .ii ieiido do proprioi a*i * vndo aniia-nadoa.
CAMBIOS.
Ago$to 29.
XJOndrcs 96 .i 96 l|3 I)- t. poi l ct.!. ou prala a
o porceiilu de premio Nomina.
Lisboa ">"> i"ir n|o premio, por metal, Npra.
Franca 260 t>'> H. por Franco
Rio de Jan. (i y., e. de prem
Moe.ta de 8..4U0 i3. 5i 0 I3..4O0
4..'.no G..7K>a 68O0
Peaos "I..440
Premio da prata 5') p. c.
,. dai lettras, por mea l n-[oro|b
Cobre -^ por ceuto de ..escomo
PARTIDA DOS ("OH II ROS.
Oliiida_Tiiilns os diasao meto di*.
Ooiana, Alhandra. Paraiba, Villa do Conde, Mo
m.in Hninlia, Pombal. Nora de Sonca. Cidade do Natal.
villa* de Goianninha, e Novada Prneeaa, Cidadn
da Fortaleza. Villas,),. A|nir. Monte mor nota.
Aracati Cascavel, Colind, Granja. Irapcratria,
S. Bernardo, S. JoSo.!. Principe, Sobrar, Novad'
BIRer, ico, S. Mathen*, Reacho do an|rne, S
Antonio do Jar.lun. Quexeramnbim. e l'arii.ilii a
- >eg-itndat e Sextas feira* ao mel dia por va da
Paraiba. Santo Anta. -Todas ai quintas reirs SO
meio .lia. Qaranhun, e Bonitonoi .lia 10 e 'i4
de cada inca ao meio da. ("alio. Serinhacm, Rio Por-
raimo, e Porto Calvo-nos diu I, II c "I de cada
mes.

PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
Minute) io da Juslica'
AVIZ0S.
Illm. e Exm. Snr. H.vendo- troduzido o abuso dse leputaiem expm-
ptos do recrulamenlo do Exerciu de Li-
nha e Armada, todos aquelle que se acha
allsUd is na Guarda'Nocional. O Rcenle
em Neme di Imprador o Sur, Pe-
dro II., maula declarar ,i V. Ekc. qne
sao sugeitos ao dilu recrulamenlo, em-
boca es teja 6 alisado* Da Guara Nacio-
nal, todos os Cididios filhos familias de
pessoas que tem a renda necessaria para
*erem Eleilores, rom tanto que ten lin
de 18 anuos de idade pa.a cima, sendo
residente ne>t Cidade, e ras da IMia,
Itecife, Maianha e seus respertivoi ter-
mos, e em todos os oulios Municipios do
Imperio, os Cidados Bhos familias de
pessoas que tem a renda necessaria pira
poderera votar as tfleices primarias, rom
tanto que tenha de 18 annoa de idade
para cima, segundo he 9 e 10 ada Lei de t8le Aposto de 1831
Atts. 3 e 4- SSa da Resoluca de 25 de
Outubro de i832, salvo se em favor de
nualquer dos aobreditoa Cidadios fiihos
familias militar alguma das excepe-'s
Jnarcadas aslusti uccoes de 4 de Julho
de i822,. o que partefipo a V. Exc. para
'na inleigeticia,
De.os Guarda a V. BxOn Pipo em ?.0 d.-
Jullio da i836.Gustavo Adojf. de A-
ftnilar Pantoja. Sur. M^noel Jjaquim
Pereia da .Silva.
Na mesma confjrmidado se ex pe lira
Citeulares a todos os Presidentes tUs Pro-
vincias do Imperio.
Ministerio da i'azenda.
Pelo Imptesso inrltiso sabei V. S, o
funesto acontecimento h-vi lo noThesou
ro Publico: sendo da nnior preciaao
tomar sen1 peda tle lempo todas as pro-
videncias a respeito, combinndole tan-
to quanio ter poua o met,..- prejuiso da
Fatenda, como sitiado deef dieonaer-
vaca do crdito Nacional ; deliberou o
Goferno Imperial inutilisar desde j todo
o dinbeiro papel do actual novo padia,
da3 claases de 50 a 500$ tu inclusive (as
quaes o roubo sobe soint tle 4~0:000$
reis.) f.izetido recolher ns e.'iitlidas para
reiem substituidjj pjr oulraj de menores
valons. Cumpre por tanto que n ron- l.-cdo. N, nega que poden laver
fo.mitlade dmeos Ollnio Ns. 3 e 5 do busos, mas a esecug.6 desta lei be, per-
presente anuo, V. S. mande logo logo min-selbe aexpressa, facultativa ; puJe

prornpiificar as Notas dos referidos valo-
res de 50 a 500$ reis, e as remeda curo
a poasivel brevidade, no todo, ou par par-
les, medida que se forera aprontan lo ;
leudo>e a tnaior attenca .obre a rolloca-
a5 do numero e especie, na forma por
im mencionada no segundo dos Sobredi
los Olliiios. So este lenivel acontec-
milito causat neasa Praca alguma biixa
em nossos fundos, ou tiver qualquer outra
di'sagrad*vel influencia emcousis que, nos
dig,-5 respeito, V. S. publicando-o despi-
do da rierac6 que ahi se Ihe da-, e
fazendo v r is medidas lomadas peoGo
verno, procurar assim, e por alguma
outra rnaneira que conveniente se*, des*
vanecer I da a impres-a desfavoravel que
ipparecer possa.
Dos Guarde V. S. Palacio do R!o
de Janeiro em u8 dJ ilbo de i836 Ma-
nod do N.i.scmuto Castro eSlva.S:.
Manotl Antonio Galva5.Londres.
ASSKMBI.F.* GBRAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
SessaS de a0 de Junho.
ContinuicaS d. n. intecedente.
N sestil-.m. ite IIh. orador (oSr. l.iui
P tle Abieo) a esle uizo |ior rzer !>r,.n-
d- diereaca entre huma corporjcaS en
me a Rel.o 5 do Riu de J.tneiro e hum
luis Municipal, apenas salud dos b-
eos de 5. Paulo; entre m a enrpora-
ci que j tem servido da abrigo < asilo
lilierdide espavorida, e hum Juis Muni-
cipal que ainda naS deu bastantes pro-
vas para elle, oador, nem de ana niel-
ligencia nem da forlate,aa do sen carcter.
No entsnto, Vsla especie de cmI to de
jurisdirc bemais Imm tut-tiro que de-
va mover ao Governo a clisar a quaea
qner pretextos que as .mlorrl,.'e. udici-
aes po.ssa tei- pa con ideiar esas me*
didas como illegies em hum caso, e em
ouiros como legues. NaSjulga a^r neces-
sano esperar pelos efleitos que piodu/.io
a suspensas de garan ias no Para; co-
mo lo. a elle, orador, oeiecalor deata le,
deseja que todos os d .comentos cncer-
nenies au.i oc^coca .-ejs pedidos eex-
aminados pela Cmara ; persuadido que
deu toJas as providenci s quelheoocor-
reraS para que a u tica l.>s-e sati>feita e
a humaoidade DaS padeces e. I-l con-
vencido de que he a oppo ic.i mais arris-
cada em que imm, Miuistio po:u SefCoN
o executor recoirer a ella, ou di'ix.ir de
recorrer. Huma tas providencias mais
ellicazes que pode'r.4 per si conservar a
pi dos po'-os com o respeito que be ne-
ces-rio cooseresr ConstilaicaQ e s lei?,
he a esolha de b'ns empregades, beaes-
con de hum Pie.idete que ni seja
caps/, de constituir-se instrumento de pii-
x6e e v inga ocas; he hama vigilancia
constante que o Governo deve ter sobre
os Prndenles para jue, no aso deque
elles etorbtcm, sfaca retirar e punir
cm.i lli' enmp e.
O Sr. Vascoin ellos et resolvido a vo-
tar contra a proposla. 'Pendo a fortuna
de follar peranle hum Ministro da Justi-
c, cujos conhecitiienlos nbal**ds
lio reconluci los desrj i ter algumas o-
f.irinces. Talve .-eja nesla mi te ta
linin dos I), pulados os mais ministeriaes
que se as-.enlao na Cmara. Ob-ei va que
nao se podem suspender garantins senu
quando o paiz esi rerto da existencia do
mal; prosigunilo logar quindo .-e esl
persuadido que as medidas que se a'
em pregar sao as unirs que podem pro-
dixir o que sedeSeja, Pelo que len cu
ido nao e-t'5 s*isfetos stus desej.s,
posio quemuito flgasse dnouvir ao no-
bie Miui-to d> sEs'rangi'iioi; noreOl rS*
te Snr. n. o ronvencfa de que o nial
que hoja plisa sohre o Rio Gtande n5
p-t'iia ser de 01 tij i a removidos-.'
nao p r es'a meii 'a ; romprn p> t tanto
que o Governo justili'que peranle a Na-
ci esla me li la que pede ^o Corpo L gs-
l.it v ., emeotl tido elle Debutado que a
lei nao tl.Ve pa-sir a s'gunla discoss'5
seiu esta jiistifi.-ae. 6 ; e memio para que
o Brasil ronheca a rapaeidade tos nossos
Mini Iros, beque ruga ao Sur. IVlints'ro
i por med J s I aes he que s1 p.'e res-
labelerer a od m e a(tianquillid>de do
Rio Gtan le d > Sol,
O S i. Ministro duvida poder sat'Sfa-
a anSnr. Depulalo ctmo~ileseja, pur
o ffi.'Iicullosa c.ou-a he sal i- ,/,r hum
nohre Uepulad rupa conherimentos
11 anacen'leu tus ia/em e*pt'Ca em tuda a
|)it-, cujos conhecimenlos sao considera*
vlos c ni. buma poltstade politice; tri-,
conforme .-s suai forcas, conforme o e.-ta-
do do negocios, aira o que souber.
irinie commtttido no Rio Uriude a.
Sul, que ao principio se encarou eomo
huma sedicca, desenvolveu.se gnnde-
menlr, e na. t> i is ehem qne dissera que maia competa ao
Poder ludciaris dasaificar o crine, dis;
soque o Corpo Lgi-Ittivo tinha de en>-
pivg.ir medulas pata reprimir o mal, e
por isso julga nao poder ser tolhido de
cl.issifical-o para de conlbrmidade com esle
juico piimordial tomar as nvdidas que
iuU'.ar convenientes. Que o mal do Rio
Grande hemuilo moito consi'leravel, nin-
gtiem o ignora. O Sur. Ministro obser-
va que na5 lina sahind > da vida privada, achou^e repen-
tinamente no tui bliao dos negocios pbli-
cos ; mas jalga que a utilidada da pro-
posta he evidente, que heneressn a ; que
paa se conhecer esta neossidade n.iera
preciso que se lo se hum jurisconsulto a-
b./isad. e profundo poltico. Quanto a
segunda percut (a do Sur. Vasconcellos,
ieacaso be s este o meio elucas que o
Governo julga coaveniente para conse-
guir o fim a que se prop diii ijueua;
ou'ros .-Su os mcios que o Gove no proco-
raa ter ao sen abance ; as furris de mar
e Ierra, eis aqui meios que com esle t|ue
prope o Governo ptl > Ministerio da Jos-
lca, dveni levar a effto a lalVaoaS da
Provincia do Rio Grande.
O Sor. Vasconcellos nao ignora os rr.s-
les do Rio Grandet e por tanto iir era
preciso que o nobre Ministro ga^tasse a
sua e'oquencia em expor a hitoria dos
relbtlJes do Hio (Jrati'le. Obscivaqueo
que pedia ao nohre Mi"isU'" (ora coutra
mu i diversa, poique p dir qoedoclnias-
sfi se o mal quexfflge ao Ri > Grande n
podia cr removid se n8 se adoplasse es
la proposla : seas i.-p -iet.'s desta l raO ouaa5 efllrazes, poique a n<*oseretii
na 5 se pode approvar a lei; o n>bre Mi-
nistro nafi disse que a medida do projecto
v-i picdudr laes taea eff-ilos, vai ma-
lograr o pUnos do-r heldes, etc.; dese-
ja s-her, elle Oepuiado, ve he esta medi-
da ele.'Z, o que -e pode satisfacer s m
que se abuse da insufn ienria do Deputa-
tla Jo.-! ca que haja <'e mostrar, p-la in- do inlerpellanle, ena ira pienso que o
formsc s que tem do Rio Gtan.le, que
na couvcco, aconviccsS ge.al, beque
nobre Mmi-tio chega-se esle exlie-
ffi.
O Sor. Prannos limita se a d.r algu-
ma r crllos. I)ir a> Sur. Meputdo (\<1 nao
esta peisuadido que a medidas ti pro-
j cto -i-i. por si > elcazeo paia acabar
com aiebeliiad; he tiecesario empregar
forra, m.-s be nee.s-ario que esla forca
seja coadjova la com alguna ou tros meio*;
labe se qie minios; bomens do part.lo da.
legalidade srrepia5-se com alguna iactoa
pra tica dos por horneas que estad testa
da legalidade, po<" conbrCerem tpie nao
sao bn&eados n.ts leis existentes; he as ve-
tes preciso prender homens em lugares
laes em circunstancias taes, que se nao
p*.de formar oprocesso com u$ formali-
a es que a lei inarc; ja se nostrou qu
oJnit Mui.inal conceda ordena de ha-
r'


DIARIO PB.PSRJAJl.BUCO.
beascorpu?. Nao recela que'com e>ta U\
se v pere-guir sos liomensda hgalid'do,
ao Coionel B.nlo Manoel, a S Iva paga-
res, tC. 'j
O.Sr. LimpodeAhren julgaqueo r.o-
bre Deputq'mlerpellra o Sr. Prannos
deve ettar aalUfrto, j e por islO espera
quenaSdrSoonie de quaele vutodecon-
hanc,a que se pretende dar ao Governo,
ou autes-esta iludida de neces-i lade pu-
plica, possa seMeorutada sera inconvei-
ente alguna p* Ministerio. Q arito
pergunta feita pelo Sr. Vascouellos., se
acaso o Governo julg-. .que comedida se-
iasullicientee eilicaz para o fim a que se
prop, l'ar elk-, orador, huma dislrnc-
ca a este res pello : se alisto o nohre l)e-
uuttdo alude a huma medida excepiion.il,
declara que, quandoa propor, entended
que nella se cont nha as unirs medid*
eificetes que nos termos da Constituida
o Governo podia propr : e .se elle alude
a outras medidas que devem ero rapan bar
a esta e que rn6 sao medidas excepciont-
e>>, dir-lnu-ha quena: huma suspensa^
de garanti.-spor r s nao he bastante pi-
ca subjugar qualquev tiotim, muit priu-
cipaluieirte huma n-belliaS ; lie raist.r que
esta medida seja acompaiihaia de f .reas e
deoutras jnedidas geiaes, etc. Ohseivaao
nobie eputadu que o Governo n5 pedia
por rnais do que quillo que a Consultar*
do o inlere.-se em propor huma medid',
a qn-il Ibsse dar maia vigoa s leis, era pre-
.fenvel propor esta medida especie!, po-
dando eui outra ocasiaS piopor huma me-
dida gcral sobre o julganiento dos com-
prehoiididos na ivbelli.5, ele. Acredita
l>ois que por oa be a nica medida que o
Governo pedia piopor, e que ella he eli-
caz debiixo deste ponto de vista, para se
conseguir o fim que se leve em vista do
iestnbelecimenlo daordem publica. O il-
lustie orador pa.-sa a mostrar que a lei con-
tera medidas puramente de pieveuca:
atjalysasdi-posi(,'5es de alguns dos .-eus
orligos. Mostia que o primrro artigo he
lficaz para o fino de desviaiem do theu-
Hro da rtbelliao.homensque-e jiilgarem
perigosoi. L<.ml>r que o Pietidele Va
Provincia lem mandad. para a Corte mul-
tas pe.-soas que susprtas influem nesses
movimenlos votec onario, meiode que
lincou tn.5 par> salvar a ProVinca, e
ueporis.ohjusiiBcavel, mas que os
Tribimaes ficatido todava autonsados a
cUssifirar hu.i> al arlo como quue.em,
tea mandad*, soltar esses homen, haven-
do*nlfeenes,lgunsq.ietem pelo menos
pretendido *otar4 Provincia e airx-har a
ttlMlluS. 'Pe* a a-moosti-er a tilica-
cja eutilidadedooutro artigo sol.e bus-
cas, e o que trata da naide Nacional,
elDepor romciedtem(tl dUclidaa
materia. ..
O Sr. ttieeVtro da SasUca retiren
com a aMna fo.mal.dade com que rn-
' Heapprovadaa prcposla discussa para petare segunda, por qua
renta solevlos contra imita e *e\-.
Continua a discSS..5.lo .llmenlo resolucaS, que fioou diada pela entrad,
OS.. Clfmaco, depons de t-T netfB
lado asna opioie roiAi** ..soluto que
reffMewerlijtee da lei P.ovmc.al, con
clue votan lo a htfir d< diaHln>0.
OSr. Fe.rer. d. Verga riaettirta ofli-
amerito, e he -fe parecer q fe a rVe^enAMa
Provincial exorbilou das attiS.ic6-
M que Ibeesl. marcadas no A, lo A Idi-
rioi.al. qu-'ld" ^*fuU ,okrt ";l--'m""
t0dodii'-itodeexpjrar..O.
Dada a ho-a, a dis 0*6 fi a arla la, e
oPre.-iden'edn para r'em do da >. t a
<-omi:u.acda d.scu--a .d.ada peUt IJ
|,or--l rceira di-cuss. o d, le da 6-co
de torcas de ter. a, e MMI> oisrteria datf.,
levanta a sessa- dVpoia d horas ...
taide-
xo transcripto expedid j pelo Ministerio
dos Negocios da Faaenda, e o EdiUl, a
que pile se refere, pcretafria da Presi-
dencia de Pernambuco 29 de Agosto de
1836.

Vicente Thomaz Pires de Figueicdo
Camai go.
Illm. eEsm. Snr.Remello a Y. Exc.
viute exemplares do Iviital, iue se man-
dn publicar em cootequencia do arru-
bsmento, a roub-i praticao no Tbetou-
ro l'Lbl.uo Nacional das N ipadra Vas noites de a3, a 25 do correa-
re ; a fim de que V. Bxc. ahif3c tambera
publicar nos Pe iud eos, e reimprimir,
para ser aix ido em tocios os logues p-
blicos, e deslnbuido por todas i Autori-
dades d Provincia, para se a.cautclarem
contra a ntiodiiCC5 das ditas notas na
circulaceB : eompre utro sim, que V.
Eje. d todas as providencias para evitar,
que os perpetradores do rouba consig
a.i iiitrodu/.il-o maiidan.lo procedvr aos
mais etci upu'o-Os exaniesem todas as Em-
barcac&es, que desta Provincia te dirig-
rem essa.
Dos Guilde V. Exc. Polacio do F.io
ele Janeiio ema7"de Julho de tS?C Ma-
Tioel d Necimento Castro : &i!vaSnr.
Pre.-i tente da Piovincia de peinan.buc.
Compra-s e registe >*-^ PaMiio do
Govein de Pernambuco 29'de Agosto de
I36 Gavalcanti. r.dita!. Por ordem
do Exm. Snr. Ministro, c Secretarfp de
GstedO dos Ngocioa d i Mariuha, e irte-
i'ihament dos da fozenda, ^e ia publico,
cue Iota5 roubadas desda a noite do dii
9.3 at a do cofres da -Directora da numeraci, as
sefuintes notas do novo padra ja r.ume-
aJas, e nao as^igrirdas, a 6.iber :
Zia#de
S.
QorobUco, e par, i.xpecca dos G. N. j que pelo Sub-PreUio ds.Fregoezi;
doenWs, cumpreqsesepreote a requisi- j Lourenco e Tygffopapo forao presos, e
-:____^ r..^ remetti'os rn> da 27 do correte, lerem
cometlid difivrenles criines, Manoel An-
PERNABMCO.
GOVF.RSO D\ PROVISCIA.
Sita Ex", o Snr. ProiJen'e da P.o-
> incia manda fcier publico o Aviso abat
Do Valor
De 2$> rs. 5." serie
nto
5o.j
60O
'o >^
500-W)
2.
1.
I.

1.
1.
sem sei e

88.50i
G7,50i
9i,50i
6l,50i
20,001
27.001
25,601
8.1OI
1.1O1
8q.5O0
08,500
9u 500
6a,000
20.400
30.000
26 600
3 600
1.300
Directora de numeraras 26 de Jolbo de
'i8T6
O Director Jeze Francisco de Mecki; o.
S. Ex. o Sr. TVetidente da Provnci,
manda azer pol Aviro Bbi;xo tran?.
criptoexpedido poto "ni ierio dos Ne-
rorios da Justica, e o Mal a que se elle
rtfere S-rreLia da P.ovinciide Pcff
tiwnhueo 29 de Aro^Io deiHr>6.
V cent" Thom marg-, Secrelai i.> di Provincia.
illm. eF. h.i.ias do Theiouro Publ en Nacional dt
no les de 23 a 5 do corr- nte, as Notas do
novo Padra constantes da 'vhca5 inrlu-
ra, (que vai t.ansciila 110 Avizo acint..)
que >e achaV ja minealts como s.-
indi-a, mas ua as=2'ia'a, e ci.wp indo
rdopt.r to !:s as rm:cJ la.s OOnveuieillC,
na i a ce nem tila* psta5 ser int.odu/idas
na eiivulace, e nem os. enmpliree d'et
O den a 0 R< t cao ^w.: do Imperad r
o Su B. PedO Sejuo-lo, qo V. F.X.
$ ,b.ee"te*'bf*t'4*aqttrUa providencia,
(fite otaftielOi e boni deseernioienln Ine
s'ui.irem, mandaii-io publicar pelos f<
, odirne e -. 1'roM-cia por m>.i pepeti
da-, vetea a reUca referida, p r qe o
Publico acientcdella deixe de aer iiiudi f'.
,'jHtad. poe "eio d s iWIHgeociat, qt
.. n.i si-lejji i 1 man lado r),- 0111 pi.fi 1
s- had 1 un-iga de wbrir, a
leferidaa notos "' rbnbadttre deilas
tt-.it. m introil.i/.il as nia* Provincia.
\).ub{: lardea V, Esc. Pilepio de Hic
,!.. I ,,,,-ir. eD 27 Gunlavo A I !'. d'tguilLar Peutiavh.
PieHdo4e d. Proviaciade Pernambuco.
Expediente do dialO.
CFF1CI05.
Ao Doutor l. M nital Militar ditendo-lhe a bem do Servi-
cia que de seo o>mpueciir.ento fiec o
Picfito desta Comaica.
Officiojdegtjeltf'or oi dirigido ao
Doutor 2. Medico do referido estiaeto
UospiUl. ,
Ao Commandante S'iper.or da G^.
N. d Rt-cil- para ordenar ao Ciflirgiaa
Mor de L-ru que laa de compnece- pa-
ra inspeccionaros G. N. doentea querido
pira es-e fi n fot chamado pelo Prefeito
desta Comarca.
Ao Prefeito da Comarca do Recite di-
tendo-lhenuadeferitiJo o Governo a re-
pre^enlacar (ue fz em olicio de i9 do
me? lindo, leA expedido o.d.-.n peca que
o i., e'. Meli o do extincto Hospital
Militar, eoCirurgiaoor de LegiaS Lo-
z de Carvalho Pae> d* Andrade se pies-
lern afazer n'pecc aoa G. N. dientes
(luandop.ra csse (ai foreaa pelo mem a
P1 feito convidado,
- Ao Exm. Presidente da Provincia
h Pafabba cunmunicando lbe que foi
expedida or.l; m p ira se entregar ao Olli-
cal da Fatenda da referida Provincia C
eurro Daniel de Carvalho os gneros re-
nufsitados putaFrtgalftCainpista.
' Ao Exm. Presidente da. A'agett,
pnviando-Ihe cinco Processos dos Reo-. Mi-
litsrel Antonio Gncalv.s de Miran la,
Manoc! Ttm-h, Joaquim .te Batilio,
Maoel Correie de- Araojo, e Pedro I ran-
citco os quaca toraU ulgadoi pel^ Junta
deJusti?. m
_. Ao Chefe-de-Dssviaao Joao i.-yior,
dir.endo-lhc-que tica satibfeita a requia-
caquefevwn cilicio de li dettt mee
dos generdf que sa aqu anrorr.ptara para
jf rattfl Campista.
__ Ao Inductor da Th zcuraria iren-
do-lheq'ue a vista di sua informaca, e
noque expoem o Inspector Geral dasO-
bras Publicas, o Coverno convem que-
arrendamenlo do ultimo tobrado d
Qaarte da extincta Intendencia da Ma-
riuha, s.ja transferido para quando del!;
nao preci-ar a Pazenda Pub a, como o-
ra precisa.
_ Ao Cnsul Portugiiez, commnni-
cando lbe que em attenc^S eo que recta
ini emteo 'dlicio desta data foi expelida
ordem a> Comroandante do Briue Ni-
ocra-pica lar.er des-mbucar os dous Su'>-
ditO' Poituguetes que se ali aclia5 com
prapa. ' _Ao Commnnirate Superior das G. N.
deGoianna |iara ordenar (ce sej des-
pendidos doServico dasmerais o Di.-lri-
huidord. r feridaVilla S^hFitia da Gu-
nba \rciok Lins, o The/O'ir. i.o de Or-
fn- Paulo Fcancisc do Re>o, o o de \u-
ze.iles Jote Veilio d Mondonga, oonf.r-
*rrr rpq'iciu o respectivo Juiz de Direit.
doCivcl.
__Ao Jii'z da D'rt-ito d Civel d Co-
marca de G oa tina c.mmunicando-lhe o
conteodo rio pVec'edwite ollicio.
__ AoCo-nman Unte Superior daa G.
N. d R-cife |>'ia mvodar deqvn-.ar do
Ionio, Manoel Martins, e Claudio Joze
dos Santos, e mai-i 3 : reclutas ; que pelo
Sttb-PrfetO da Fregue/.ia de S. Pedro
Mrtir fora rc-metlidos o preto Francis.
co, escravo de D. Jozsfa, por se ter op-
po-toa prisaS de outro gritando eos de
mais pi etos, a6ai de que oajudassem.
D>s Guarde a V. Exc. Secretaria da
Pieeitura do Racifc a9de Agosto ^de 1336
Illm.eExm. Sur. Francisco de Paula Ca-
vaicante de-Albuqutrque.- Manoel doNis-
cimento da Costa Manteuo Preicilo da Co-
maica.
B1EZA DAS DIVERSAS RKNDAS.
A pauta he a mesma do N. 184.
CORR FIO.
O B.g'ue Porlnguez Ventura F.zde
(ue Capitlo Anlouio Francisco dos Sin-
tos sai para o Poito a 10 de Setembro.
F.DlfAL.
Foresta Directora se faz saber, que
pela PresiJenca desta Provincia Ihe foi
rem-Uido o oflicio d theor sfguinte.
Em cumplimento do (|ue^me foi ordena-
do por Avizo da decretara d'Eslado das
Negocios do Imperio daldoem aO de Ju-
Iho prximo pass^do, tenho de fazer cons-
tar a V. S., que os Exudantes, de que
Iracta os seur. 1 ffickjs de 3. .e 28 de Maio
e 5 de Jnnho do correte aiWo devem re-
I querer Assemb ci Geral Legislativa as
arrendamenlo do ultimo tobrado dof dispensas, que Ihea 6 Doaara. pera
1 secunsiderarem icgularmeute meliirula-
dos tas Aulas desse Eslabelecimenlo &c.
E para que chegue ao conbecimento de
quem convier fi publicar o p.esenle E-
diclal, que vai pr mim assiguado. 1
Serreta.ia d'A-ademia Jurdica d'Olin-
da 28 de Agosto de 1836.
Miguel do Siciaineuto Lopes Gam<.
Dirtctor Interino.
... R-ci
Servico Jote'Gabrial da-Silva l.oure r-,
GearJa Nacional da 4. Coiiip.nhia do
3 liala'b<, quef-l notaei*doNjtan da
Fiegue/.U de r. Fr. Pedro Goacalve?. 1
' Ao Coronel Ch. le de Legia da !'..
N. d() i-la pal a ajaiwhi.r d> -p e*ar d.
servico J r .toJ>>e l.-horoals da S l,
Guarda da 5. Ce hp aia do J.i.i'alb-
do l'occ M o", I Clemente o'
d.i-2. Comnlvta do rJaialh d; Gli-i-
de, os q ae? !> ,. .uomeadvj Con.i-
1 (i- il 1' licio,
DlVGnSAS BEPAS riCOBffS.
R-cebemos da Corte, entre outros pe-
riodios, Paquetes at II do cociente;
da Bihia chegao aa : de Mmtl at 29 de
Jullio ; do inteii r do Rio de Janeiro at
3 de Agosto. Pelas p a- doj reipectivoa Pe-idenie.-. se colche ,
que eo todas as Provincias do Sul a or-
dem ni' tem .-ido alterada : exrepto p>>-
rem o estado ainda convulsivo d1; Ri Cri-
de, de que nada a imito as gaZetot,qoe
1 venios lempo de l< r. Na Capital do Im-
perio o silencio total dos escriptores so-
brea Imperial PamiPa nos (atm erar,
que at'at A-igealaa Pe.-soas nada sofrem
o coucideramos .-eiinxe grata t los os Bre-
sih iros.
Objrtoa de alta mignitud- se lem pro-
ponto rJ osi.ximen e, e detr-tdo. nos
,,. iatoa da A sinblee G. : Irahacrefeoaot
es te'giUPtes Projectt a;o-es'-ntadoi no
S ualO, que em v rdade ode sunrnio
i 111!<-!,(, e m.i pio;.ios p-ra nos abrir
(, uh -. SegoioiOS a cada hum de al-
turnas reft-xea, que Ibes tai o R d..cUi
Oh A' lut'-. '
a \ Asamblea Geral Legislativa Re-
solve.
Arl. 1. O I -api- s -oiiiue nao aprese n-
ti- em Juro o Elilor oflplhor *esp>n-
Htvel, c m as qaaRdads exigM-> pela
m .r7-m Das p rica recelti i L- o qu nao lomar s,b e ti a respon-
; .. ,. i,li;,t.s
*'--"11"'"" ;'r' : ': ,,|"r,>Cm m h ,-Van Cofre da Caira Muuic-
P..IU, qurondn no Deatiir,to do Loi- m. n-a pa,d u
8anlfllfbrapwaJanrfaTfio Oprnea, en- pal, declaracao ; a que
U da Portaba rB. jg jar Jar a* J O } (Jfl { ?.
"U'"'"'"" Cm 1 I i .'-.ha d, dito!-sor nao apresenlou o respon-av, 1 dentro
ftWjrap,nbou : '^ ^1 Tquafeiita coito liaras Litinn.a e id,
corp, qu,roud..u m ^s *LU ro ogavei, ter .urca de Senienca pro-
mm-ii v r j^- jzikAre
!'- '
FREt-.lTl H \ n\ COMARCA DO Ri:
re dos ;1 'il. i"'i e 2
./
fio Da
27
No hjuve no.i 1 '-!e.

la



DIARIO DE PERNAMBUCO.
A da Justicv Civil.
Art. 3. Fico rehogadas as disposcGes
$ em contrario.
Paco do Senado em iG de Julho de
iS3\ Mrquez de Inhambupe. Con-
de de Valenca -- Jlo Antonio Rodrigues
de Carvalho. -- Visco ode de Cononhas
do Campo. Marcos Antonio Monteiro. -
Pulro Jop da Costa Barr.
Me o mesmo que querer que o Impres-
sort^ha debaixo de sua custodia a quan-
< -nder^m fiser algurna puhlicaco
poi iiCi >ia Typografia d'esse Imprcs-
snr, Amda as..111 nio estara elle seguro
que o Projeclo llie impe. A roidico dos
lmpressores loaria minio ptior que ;; dos
ii.idores as causas crrocs ; os qn jes alias
.sabem os Crimea dos afianzados, o tidas
as circunstancias, em que afiancio : ao
Oteos a estes a lei soccorre e hes manda
prestar pela justica todos os auxilios ne-
cesarios para a pristo dos Reos afiance-
dos: nio atontecer' assiru ao Impressjr :
pague qualroccutoa ruil res, ouvapu
ra a Cadeia e tem mais recurso.
Di* o Projeclo que o auto de deciara-
co de, qoe o Imprcssar nio aprcsentou
orcsponsavel dentro de quaicnta e oito
lioras continuas e improrogaveis ( nem ao
menos se fez exrepcio dos dias consagrados
segundo os principios e usos da Religifo
nicamente ao culto Divino ) l< -rV forca
de seo tenca procedendo-se depois de
findos na foruua do artigo jodadi-po&i-
n;io provisoria acerca da Justina civil :
era mas fcil disi r-se s<-j. preso que
he o que diz o artigo citado daquelle, que
em bu na litigio sendo vencido, nao paga
as cusas dentro do vir.le e quatro lloras
A Assenvbla Geral Legislativa De-
creta.
O Regente do Imperio no exei\ icio de
uas attribuices lera'as seguidles limita-
t5eS.
Ait. i. Nao podera', sem preceder a
opprovacio da Asserobla Getal: i.**
declarr a guerra, e fier a paz : 5.
Ratificar gratados. ou convcnces coiu as
Nacoes Eslran^eiras
Art. 2. Nao podera'dissolver a Cma-
ra dos Deputado.s
Art. 8. Nio podera' conceder ttulos,
a excepeo dos do Consellio.
Art. A. Ficio derogadas as disposi-
<5as em contrario.
Paco do Senado &c.
Nao vimos ainda as assignaluras dos Se-
nil .res, que spoisrio o Piojelo.
Na uiinoridade do Si. D. Pedro Se-
cundo t'oio os limites da aullio.idade da
Regencia marcados na forma do A-t. i5
3. da Consliiulco em#lei Con titu-
uioual que se publicou em i4 de Juuho
de i83l.
Regencia, no sentido rm que fala a Cs-
tiluiyao no citado Ait. 15 2, e de que
nos ocitip.-mcs consiste toda na auih.-ri-
dade deGove nar bur Estado na mino-
lidade, ou ausencia do Mon..nli i. Seja
urna ou wjio muita.s as pets/a-t que Re
gem ; Regencia significa sempre a mema
coma. JNi> reco runo ao vocabulistas,
;>'iu a' Aiiih.-rid.'dt's qn qutm q.>s r
jpodo cfumiar de-prcsty-i : com a Cwii.s-
i'luicao i'ieMno ; e se Cor pieciso cuan a
dos uez Srs. Comelheros que a ass'g
iario 00, como dizeni qu rid^i-
iao ; pansi'uj elles emboca na opi nao
lesura u,o tamben) :;> >\ iiseiem estar p*>
la >Ua Authrid i pji igualmente Cea-
prosivtis
Tem por ep'gialeo Capitulo Vda C5s*
titub^ao.
I ;a Regencia na roinordade, ou
iu'ip. diinento do 1-np.r. -d >>.
Dib.ixo dtfsta nns.n.t Epgrafe I-sr no
Ari. i2"2 oseguinle Uui ao < a mk< ra-
non Jale ( a it.> lm| er^Hor ) o Imperio se-
r'g'iern'do pie liwma Reee'iv'a pul
perteneca o Pan-nle nuii chegadj iio
Imperador..,. Neste ineaaD aenlido<5
tinoia os oulr->s a ligos at ol-S, onda
e*t es'iito por buuii niibeira, que nio
daixa duvida o segujote O. actos da
Regencia e do Reg-nte (do Regente.,
vejaae b-m) seri> expedidos em Ntue
do Imperador pela lonrmla seguate-
- Maula a Regencia em Nomc do Impe-
rador. --
S quando o Principe Imperial be o
Regente he que a Constituirlo per/ni lie
usar do titulo de Regente na expediciodis
Actos da Regencia (seja de um, seja de
muitos); e ento a formula be esta
Manda o Principe Imperial Regente.
A Regencia do Imperio tend na Ki de
i-i de Jiuibo de 1831 as suas attribaice.s
marcadas |mrt todootempo da minorida-
de do Sntior D. Pedro S'gondo j qual
sera' o fi.n a que.-c dirige o Projeclo ? A'
piidieira vista e!le parece perlender les-
trngi-las; mas o contraro s delta bem
de pressa ver. O Projecto supp&e alo
existir essa lei ; e <]ae por iss- a R-g-n
bui^.es do Imperador como Chefe Su-
premo da Ps.igao e Cliele do Poder Exe
cutivo. Estas supposi''s nao btiSIio :
eia ainda mi-ter etippor na ASsembla
Geral o mais escandaloso deak-xo-, e o-
inisso d'is seos deveres ; quanlo alias
Ella tem .obrado mditdaipente, tendo
em vat,i o btm do litado. Era liobeni
preciso suppor ( oque tOtiiopode acredi-
tar) no (Km. A'-tlior ci Piojecto t tal
indiffereuca tas t ousas, que esto a' seo
caigo como membro d'e-sa me3oia Asam-
blea Geral. i
No seguinte n. continuaremos a
(raoacrever asriflix.sdo Atlante, que
nos pareeem rasiaveis.
Caitas particulares daem aclur-se no-
meado Commandan'.e das Armas dcsta
Provincia o Teents Coronel Ignacio Cor-
ris de Va-coiictllos, que ja' ioi Pic-i-
dente da ProM'ic'ado Coara .
Rendoo a Alfandegu oo Iviode Juic-iro
no anuo fiuanceiro de 3833 30 ^l^.
3 9St:883#6^a.
Pea de dtspeza Rs. iTS.OGG^SOl. A
despera foi de A.Aj por rento da R ndu.
O Rendimentu sk> Administraqio de Di-
varsaa Rendas em dito anua t'oi de Rs.
1.3o5:5a5j533G. Fez de despeea : Rs.
86.44o$9>4. A de^pe/.a foi na laio de
qoasi 2,(i por cento da Renda.
No Mappa da expoi lacio mens;-.! do
Rio de Janeiro, em Julho p. p. faz-re
mais notavel por BOJ <|usniidade os se-
quintes geeros : Cef 5i,ia4 .--acas ,
3o8 Ban cas; Asucr*- I186 volumes:
Couros i5,3.2: ChiV-'s: 35 938: A-
poard nte a82 Prr. : Fuit.o 3,al5
Rolos: Arroz: Farinlu 450o Sacas V.
ce.
cer de horror, pensar nos ssiassinstOS
que uliiniaracnte ensauguenlaiio a Cida-
de, e no cxpecUculo horrendo, e es-
eaadalodO que nos a presen tu os dter-
logatorios de um Donstro, que coafes-
sa perante o Juiz, ea le, ler lecebdu
dmlieiro de varias pessoas para ass^ssioar
outras e l| reputscio, recehia das victimas con le
tornase indispenavel como diremos,
S criaco de eno> agentes subalternos,
inteiramcute Siib as ordena do (Jhefe da
Polioia, e qopela uaturesa de suas func-
cGes se dev'eiio escollier na ciaste dos ho-
mins vic osos para que se i.io tornern sus-
Foucbc responda aos liomensque
peitos.
tl fbe pergunUHio a lazio porque empre'ga-
m- t vacile adres e houicos corrompido* ,
nadas ao seo poobal meios de ub,iatencia. corno agentes secretos da Polica que-
a dolo de poupar-llus a exisfuuis ?! res queeu chame hotfleiy deben? Elles
bti pensarmos .pie taes (actos sao pub- ; me ab.udonaiio..... Mas Feuch aabia
eos, e notarios, que tats essassinos sio
protegidos par certas individuos, que sao
condecidos ceesmo das auti)Oiidades, e
doo osagislrados (ue pela impotencia
de nossas lea penales oadeixio andar li-
vi emente pilas i uas da Cidade nio lia-
\v- por certo um s boraem que nao co-
tuda ijuaiiK) .-e pastara em Franca e os
rimes apeuas projectadot, era ataihada
a sus e\. cugiu e punidos os u.-us autho-
ns. Nao usuremos pois de repetir nos
oi.vi.is dos ::osss Legisladores Provin-
ces, que he sem duvida para lastimar,
Cidde do Imperio nao
imperio
rede vergoulia eupertencer um paiz exista mni poltcia, nem' sala pna o Ju-
que aupports lio espantosa mmoralida-| iy, otea registros de siguaes, nem casas
de, eeciipaiidj se exeluMfamente om
questdea ociosas e com discu6es ftivo-
laa, sem ter Turca bastante pa reformar
sua orgaoUacio judiciaria, deixando im-
punes tais seeleisdvs Se laneamos nossas
vistas j;..ra o resto da*Proviucia, vemos
com surpia que na Villa de Santo A-
maro em 3 me/es se comaiett-rto io as
fcassinJloj, te'gundo consta ollicisliceiit
tendooExiel. Sr. Prndente*com
ta lazio exigida do Promotor Publico aV
quelle muicipiu urna conta cireunslan-
ci.-.da da Mes fccontecimentos, a qual es-
pozamos com impaaienria. Onde iremos
pois parar com Unto crime, com tama-
uha impuuidude ? guaalo poiem aos
roubos e la tro iuios Le tal a m tiga-
msacio na Babia actualmente, que se i5-
metlem em planoda equasi vista des
authotjdades policas* A' duas semanas
que lorio na Victoria saqueadas duas ca-
.as do incio da s 4 horas da Lude, e
nos Barra, laee quai do S Cl.ei'e de
j i -ji----- >|,.wiil iiciu tas*
propnas para as dVersas repartfSes pu-
blicas nem archilectos especialmente en-
earregadoa de reparar as cale d.s, nem
administradores incumbidos do sreiodaa
ras nem escolas pralicaa de qualquec
naturesa e que na entant > duas .-es-es se
tem decorrido d'esss iastituiofo to preco-
nisada p-los Duasos utopistas comorafi^e
ule, oe prouiover o eograudecime/ito peculiar
moi- (!as P^oraciaS, e da qual a Rabia apenas
P
tem por ora colindo poucos beneficios ie-
ais sem bd lar tilos no ingresso de no vil
eos Carmelitas, a Benedictinos, no Ga-
biuete Douville na. criscio do Liceo da
Huuiauidddea no augmento do oidenadaj
da Secretario lhe dar o irataci.iU de Seoboi a eem
outras medidas d'esta naturesa cuju be-
tii Ocio trauscedeiiie, e iminediato para a
Proviiuia be de simples nluico, elo-
.dos reconhetem. Tem ha vid dinheiro
para tudu isto t|ue nao julgamos du pri-
meirj DSCeSsidade em quauto que obje^
Polica, r dopropiio Promotor, que ali ct0* P'iwaries abuso, arreigados, auti-
residem l\ ultiman.ente rOubtdo todo o j B*. P"eOCeilos cuja extirpacio acarre,
dmhiiro, e mais efieitoa de um indivi-I 10ri* erdenta; beneficio a> paz tem-
do, am pleito da, e levados por d ou 6Jo 'v*dados, cousumindo-so o lempo
gsnhadores, queosUd 6es tiveilo a su- | da8 eaflaseoa friVwls discusfies era fu-
daeij de r buscar e d- avompunbar com
o fruoto de seo crime .' Nao falla-
remos deuiua muili io de nuima ciimes
do
nesmo genero que diariamente pre-
nt'stos despeitos pie nao cess.iremos de
lamentar amargamente quando eucara-
nios a moltidiu de ol'jectos que urgein
pro'ii leucismos nos limitamos apenas par- ldS ou>,,inas agradar uus e desagra
gOBtar, como acabar i^tO? Se b.-veni ', lla,6 muitos us nao importa ; o tera-
CAMBIOS.
Riodc. Janci'O io desgosto d 1836.
landres........... 58'/4a 3g
Pariz.............. 24 a
llamburgo......... 450 m.
Ouro em barras..... 85 a 88 p. c. pre.
DohrOes llcspanhes. 23^5200
'os............. I&*45
Moedas de G400... .SaO a 13300
)> de 4000 0,2)700 a 6-J;S80
Prata............. 46'/i f '" prem.
Cobre moeda de 80 rs. i 4 p c. de du^.
Apolices de t pe, juro 84 >S i '/^ p. c.
(>o lornal do Commer> io.)
Bu/i i 22 de Jgosto de 1838.
Lmdres......... 8930 cobre 33 '/, p.
pai is............|85 por 1 iran "
Lisboa........ SO 1. 85 por centu.
Pernambuco..... ifi a :>.o por c.
Ro tic Janeiro. ... 15 80. p. c.
|),ib oes lle-paii... aSOOO a a9L7000
Pecas de6oo..... itil'000
Di/asde '\........ 8500
i sos ilrspanlioes.. 90 95por c, pr^c.
Prata ennhada. '.' p. r. prnc.
Descont......... 1'/, > 2 p. c,
Moeda ppel.......JO p. r. proe.
Cobre............ ao a ao p. c.
(Corveio Me: cantil.)
po mostrar a sua evidencia, e com isso
uus contentaiemo*. P
( Correio Mercantil. )
AVIZOS PARTICULARES.
peileiia e real segu anca de pes'dl o de
Pr0|iriej.i(l ? Sa O 1 difi io social estain
iZeulo de deoOiOronar-se vi.ta de cma
herie de crime1 de tal natuiiza e yraii-
daje ? Rtn taeScircunstancias pos ior-
na-se in i-peiisav-l que a no-so f .tura
AssL-mbli'a Piovjnrial rgani'e com r.lo ,
e sabedoria urna lurte e vigBanle poli-
ca a qitalaeri sempro infrctilera ( I O abaiso assignado faz pubb'co que pra-
oossovr) fe o Magistrado enoarregado j fe0a slguma faCinegirio deOompra do ca-
zas, ou Escravos a I). R>la Mari do
Csrmo, Viuva do flescido Jofo Nepomu-
ci no P.ics de Mendouca, e seus herdeiro-,
a quem o annunciaiite vai demandar por
lei* a mesma ^ ijva maliciosamente deixa-
do de separar, qaaisdo fz p rtilhas de
bens suficientes, pira a ndenisacio do on-
nuncante, que u*ndo compra'o a su fi-
nado marido um terreno, *cio a perder
1 'i le d-ste por ler -id > es o d> mandado 0.1
ni'smo finado, t- ie- peididoa cauza : o
pi' a previ nii "ju ilquer duvidaa fa?o u pie-
aeute annuu< i>.
P j.5^- Estando prompta para ie inipri-
mii a te Mr cia dis I i-tt'ii.o-s de Dir. 1I0
Publ-co EcHe&iadicu de Xavier Gnieuiu
na pane relativa bqs es tu dos d.i Academia
o st-.i Ti aductor tem ;" 11>> uilia sabacucio
nmi o lim d mais proinptanien1c tllaaec
did'lus: por aso aa (essoas que fiara
dita ubra q'uixtTiin asii^nar podem hi-
.ir-s.-n ladeia lo Varaduiro II. 11, Onda
s' recaben) ?.s ar-iguaiuras, cuj.< piecu se-
IS in es 'lite na li;l<.
\>Ca*" A .Me/1 .idmini-'t adora Santa
de lao diL!i"il .nii-ao nio poss'dr m ios
de lorr efiicut pelo intermedio de.
varios agentes s cielos, e des 'orinecidos ,
e-pecialmenJe annanegado de espieitar ,
a e^uir os criminoso, ou oa &u-p<.4tos.
Este meio que em lodos os ptiees bem po-
liciados se lein leeouhfcid > como essen-
tial iikim o bom reu la lo da polica t.-m
sido atritamente dcaprezado pelos nossos
Legisladores, q>ie se pcrsuodmu ciea a
coiu i *'h mili Cidade roiHil'-a romo .
Bdhia, s nenie ci'iicdeudo um Magii-
ll., o titilo df Qh fe de Polica, sem
c')Snnai'-lbe somn.as pecuni -ras ilesli-
lu j, ,i msiiter ,-e pe um crfo nume
Po de viga corulla* que d-*nuncieiii o
crimes proj-'i lados para.tm leipo se
Uies ved-r oiirso,*e a 'exeiucit. Em
urna din.:. p-s < catll-fgora da Jibia,
cu i 1 t x "" '"' "' vi iuui'dida de escros
Alicuz, qu in dlVer-as in-urieic6eS
liem "+ .'' e. (I ni Bn d 1 1 m< i >de
tr.im reo i.u'ras, on te od ntriimenle
!i.- o reloiti" q Muta re no, e crin ino
s> es un das do mar vomilo qi lidiana-
meute sobre s pracaa uian'r-n.s hada
priiiu ii i ne e. siil 'de > elabe bi ment de
urna polica vigilante, e b ni provida da C-.< da \!/-.i ic i dia de l n a, avis* a tu-
REFLEXOENS SOBI1B A J'OLI_U
DA BAHA.
Os crimes se mu!tiplic'i 11a Ci.la.lo e
Provincia da Baha em tal pnoporfio, e
com umi iida a vordadeiraiu -ule ts-
pantoii Cjuem poder ? sd estreme-
agen'es secreii'fl largamente cumpensidos
para vjjljarrn na seguranca di>s Cidadio*.
Deixemu- pois Oa iossds tlr.o i-I 1 s li-
lantropns suitentar a mmora-Jade da po-
liia e o en neos principios 'al aqui
adaptados, e iiga-aa com futidimento e
com o apoio da experiencia e pralica
constante d >s paizes < "fes ie pata 1 -
, c vigilante po!.. i
creer so u:i:a
na
d sos Snru., que lem ti-madoa |uros di-
nlitiio tli memil S'tiJ Cala, que liajio
i.....' dentro do praio de 50 dda,
peanle a Comrtiia-io nomeada pa eon-
t/ai lar sobte pi ncp:es; e juroscorietpon-
deutes ticandu eniendidoa de <|Ud rao se
sppresenlando n'aqVelle praso, o qu.l .-o
contara da uaa ueste em diante terio d
dagar jnrosd; 18 por cento anooses. A


_

referida comissio he composta dos rmeos roas da Larrngeira, Trnxeira, Rangel,
Antonio Nones de Mello, actual Escrivio, e Direita; quem a tiver desembarazada e
Jo?qutii Joze da Fonceca Jnior, eMano- por una proco rasoavel annuncie para ser
I Antonio da Assumpca Cardim. sendo as procurado, que se paga em moeda corre.
Si...s reuoioens todos os dias uteiSd. fas da manhi, at 1 da tarde, na roa do
CXO B. lt. ,
Antonio Comes Leal
Procurador da Santa Caa.

^y Precisa-se follar com a ptssia, q'
stiver encarregada da Proeuradoria da-
tenas ieriotninadas Tituamunh* do Tis
moda Villa da Porto de Pedras, que di-
tero pertencera urna das Ordns Religio-
zas de Lisboa: annuncie, par* ter pioe-
radoa negocio djs ditas tenas.
tgj^ Quem quiser dr dinhciro nesta
Provincia para receber na Babia na mesma
especie, annuncie a sua morarla.
D sede iOO a 1:000^5 de re!s a
premio: quem o pe tender ditiji se a esta
Typografia.
"^rjr- O Snr. Padre Joo Rodrigues de
Araujoqueira mandar procurar una car-
ta vindado Rio do Peixe, na ra do Cres-
po D. 5 i.*andar a qual s? Ihe nao tem eu-
tregado por s<* ignorar i ana moi ads.
ajrjp Joo Duartede Faiia retir..ndo-se#
para a Europa gravemente enfermo, nao
Ihe liepo'-sivel cumprir pissoalmente sa
gradsdeveres para com s>us amigos, a
quem implora desculpa, el!e agradece lam-
b m a os generosos Braxileiros o benigno
colhimento e ati mi que ira todas as epo-
chasllre prestaio, e a lodos piotesta uuia
eterna gotido.
yy Pnci-a-fede a00$ res a premio
sobre penhores de ouro e prata : quem os
liver annuncie para ser procurado.
%gp Quem pteciaar de un criado pura
servir a ca^a no que for preciso, e tan b. ni
para carrinho, dii ija-se a iui da Cruz em
casa de Joie Antonio Lopes.
Hp Quem annoncioii no D.aro de
a9 do crrenle querer dar 800$ cois a ju-
' ros de um e meio por cento om boas lir-
Snas; annuncie sua murada para ser pro-
curada.
jlJB1 Quem annuncion no Diaiio de
S-libelo, querer trocar um moleque de
iba 18 annos de idade, por urna negra
mossa, dirija-sea ra das 5 fontal loja L).
3i, ou annuncie sua morada.
ajrJS" Quem precisar d; um caixewo
Brasileiro tatito par venda, como para pa.
daiia <)ue tem pratita, sabe ler, eacrever
c contar, capaz de tomar onta de nego-
cio, e bem conhecido para e enfoimarem
de sua conducta : quem partender anun-
cie para ser procurado.
a/^a A ptasoa que annuncion querer
aun rapaz al)il para caixeiro de um estae*
lecimento dn rija-sea ra dasCruzes em Santo Amonio
D. ao
paga
Um Diccionario Magno Lexicn,
e urna Seleta, ludo em bom u-.o: na ra
dos Maitins lado da Igreja D. 8.
VENDAS.
yy Urna morada de caa terrea no
I), co da IV.ri.ba bastante larga D. 6: ao
coi ier d I jr. ja le S. J..z L). 4.
jrJJ* Uno poicio de tabaco daCaxoei-
ra viudo da Blaem latas de I7 e 18 li-
bras : na 1 ua da Crespo casa D. 6 do lado
do Bul,
B/p Follriribas d'nsibeira para o anno^
de 1837: na ra do Vigario n. 16.
^JT Urna ca/.aca de pao fino azul, u-
m'a cal-a do mesmo pao, una laida do
Corno Municipal, dois coleles rie pao:
1 a iuada Iluda 1). *i3, por pnco 0.uHUBo
do.
/J^1 U na armacSr e lodos os perlen-
ns de urna leuda si'a no pateo de N. S. do
Terco pdo prc) ludo quanto existir den-
tro de i00$ ei: 110 mesaio pateo loj i de
lazelidas I). 5.
|T9* Itinerario do Ri< de Janeiro ao
Pai e MaranhiO, pelas Provincias de Mi-
nas Geraes e Goiaz, pelo Brigadeiro Rai
mundo Jo/.e da Cunha Mallos, em a vo-
lumes acompailiados de um Alias-: 11a
ra do Vigario n 16.
ay Um.' venda com poneos fundos e
cmodos parr familia : 111 ma dosQuarleis
V.9.
ajjsj Urna negra mossa de naco ang>-
l, sobe engomar e cosinhar, e tem princi
pi de costura, para foca da Provincia : no
beco do Amoi im n. 50.
tj3r Urna espingarda de cassa, de pa-
tente iniliza quasi nova, cun espoleta:
na ru d" Crespo loja D. 6.
tffy Todas as qualidades de comedias,
mremeles, e firvs novamente chegadas
de Lisboa, Marankio, e Rio de Janeiro,
em partidas grandes; e mesmp pelomiudo,
quciii as quiser compuir diiija te so Di-
rector do Tbealro, na cs da Opera, e
podis ver oa pteaoa e qualidades as lo-
jasdt livrosda Pracada Independencia, na
salla do Comercio, e nos Uotequins da ra
d" l!i..-.ii io : aondea.bo ao p'blico a^ lis
tas (jue deca-io as qualidades e os prees.
\ty Na Botica de Joze A'exandre Ri-
beiio roa d / Coeg D. 5 vende-se garra-
finba- defVgoa das caldab xegadas prxi-
mamente de Lisboa.
3^ Urna iu-gra nv-ssa, d > ftervioo de
cas taba cosinhar, coser,, cnsaboar, ?en-
W Oab,ixo assign.do adoga nesta Iwd una cousa de engomar: na ra
Cidade, e rezide na roa da Penha L). 8.
Joze Vellez de Guivaca.
IQp" Jjaquim Joze Ferruca de Carra
, lho pievine a quats juer Senhores a quem
da Crua n. 39.
jej* Para fora da Provincia, ou para
algum Engenho, um preli de Naci An-
gola, mugo e de, bonita figu'a: noarma-
zern de as-uorna ra d> Vigario n. a ,.
tJTjr* (Jma ca vall Gastan lio muito no-
III ij utctiuc n u'iaio tjci ._*t !*-. .* .|"' -. \j-4s un" tmauu 1.031.1111- iiium^ .iv-
offerecer a'gumi transaeco 'com um b'- I vo, que aindi agora fira muta,
U._._ J- 4 11'____!_,., .1^ tfk.ila ,.. li j ... ____IJ......___:_..!.._ ..i.....ti ...il.,
lliete da Aifandega da quautia ci Rs.
393$855 sedulas, vencido em a8 deJu-
nho para paganm os Sis. M. Calmout
cariegadr, e*quipador, nao esta multo
gordo, por ter leilo una lon^a vingem, por
pceo cumodo : na iua do Rosario laigido
ScG. visto que fe i perdido outem pelas | lltdo donascente padaiiaD. 5.
10 horas eme-ia da manb eos Sis. Cal- | ^r3" SaCCM de aovada a i^GOO a arro-
mont esli tambero prevenidos de < nao \ bi, e 80 rei.s a libra, esaic.-s de feijo mo-
pagarem se ufo ao annunciaut? ; e quem \ |Anoho e branco por pieco cmodo: na
o achou 'era'a bmdadede lho intrigar na ra dcsQuarteis D. a.
ra das Tririxeiras n. 18 onde tem u ca- ^y Hap .-.e Liarioa chegado no Lit;ei-
tcric. io: na praca da Independencia loj i de
miudesasn. 33 a a2)7a0 reis.
IC^" Uin b de Lisboa que veio rom
calqado bstanle gran le : na Pivca^ da In-
dependencia loj i n. 7.
?Xjr* Joaquim Enilio Aires, tmpora
vender os seguinlea esclavos Domingos
de n 'cao Gege de dado de 40 annos pnuro
maaou menos, sem achaque algum, boro
caireiro, e calo- ireim e bonqueii'o de ca-
za de < al Itira de Engenho de fas-ir assuca;
Antonio naco Gege de 40 auno de idade
puuco m. bom caiioeiro, e carangu jftro e Irabalha
bul detncbada ; Filip.i cabra de idade de
anuo-poucomais, ou menos sem acha-
que algum cose chao, faz renda, lava de
brrela e sabio, engoma alguma cousa e
co inha o oidiaarioj Joaquina parda d
COMPRAS.

400 palhas de coqueiro botadas ao p da
ponte do Manguiiiho : no beco do Aiique
D. 9, ouanuuncie.
tjry Um lebecio, ainla mes mu em
meio uso : na ra do Qu im.d D. 3.
1C^ Urna esiraia, que lenha algumaa
abibdades de casa, e que sirva para seri-
i-o de ra de comprar s vender, sem nci s:
narua Vtlhan. 7 p fallar tom Anluiiu Vi-
eira.
j^ Um rtfe cora o seu competente
rajado: no alien o da Boa-vista 54.
aar^r* Urna motada de iasa terrea cas
idade de a8 annos pouco maij, ou menos,
sem achaque algum, paiida di- um mea de
urna molalinha, faz renda, cose chao, en-
goma, cosinha alguma ecusa, e faz eos
doces; Claudioa parda de i a annos de i-
dade pouco mais ou menos sem achaque
algum, principia a coser, faser renda e
mu'to bem educada ; Aicelinode r4 ann s
de idade pouco mais ou menos, sem acha-
que algum, cesa de alfaiate ; JoSo cri-
lo d-' l6i annos de idade pouco mais, ou
menos, sem achaque algum est aprenden-
do a Carpina. Qu.m quiser comprar to-
dos os mencionados escravos, ou algum
do I les, ptecure o anr.unciante na ra do
Rozario esireita ). 18, no s gundo andar.
JOT Acha-aena C-ieia por aegnraoca
hum E-cravo ladino, de Angola, que seo
Sr. oprtUr.'e dispor; de trinta a trin'.a
e dois annos de idade, e representa ainda
menoa ; de muit. boa 6gura, desemba-
raoo, e fnicaqiie uudesraenle o'que in-
culca, equealeni de ser j ito-o para o
que se propoem, he oplimo Guioeiro, e
ensgne padeiro ; os motivos que occorrem
p.,r* seo Sr. o despen ar desles ltimos
presumo-, e en que tanto o aproveiia-
\Jk vista de qualquer pretendente se
paTentiara : o que mais convir, he que
se algum lestes, tiver, tu poder adquirir
hum pequeo moleque que ofTereca em
ca, vollaudoo quefur de raso, desla sor-
te, aera taires mata vanlajo-o a qua'quer
das parles interesadas. Em o l>eposito
le Agoa, epadaria, junto caza da ope-
ra, se dir q iem faz este negocio. ,
JEJ? Vinli ca?aes de poml'o- de muito
boa raca quem fui* apaixonado por dita cr-
acio procure na ra d> Livrament-.i so-
brado da tras andares defroute da Ireja
do Livramento no U-rceiro andar e no mes-
mo tambera se vende huma espingarda de
tspoleta novi e muito^ioa para lumbi.
JTJP* Urna venda no largo do Terco ,
quem a penen ler diiqa-se a ra Direita
L). 5i. Faz-te lodo negocio com quem a
quiser comprar.
a,Jr' Coiitinua-se a vender urna pr-
elo de rape Princeza chegido ngora da Ra-
bia t-uito em caxio como em retalho por
pieco commodo tambem 5o lib de dito
Princeza le supe ioi qualidide na ra no.
va D. iG.
fc^" Roas vacas de hile ; nos'\fr>gados
i ua de S. Miguel lado direilo defi otile da
caza n, 122.
ALUGUEIS.
Aluga-seuma nieta de de caza por prpgo
comm .'<, >endo a urna pessoa capaz: na
r a largado Rosario D. lo.
PEttDAS.

DpseiicaHiiri'iou-se no da a8 do cor,r le desile Reberibe al o Coelflo na Boa-vis-
ta uoi ca v 11 lo ni-so pi eto, com a pona da
i>r.lh t direita r >x >da, carr gsd >i at meio,
marcado no quarto diiei'o orna marca
1LR unidos.
FURTO.
Portarlo esla n< ite do sitio do Hospi-
io pelo po-lo do orre ior do Rispo (<-
romliando^ie feixadura do meamu por-
tan) um carallo, alaaio, caparlo,b m refor-
cadoeespadando, da a-ge do I) zembir-
gador Presidente da neliacio; quem oa-
p.elund-r, e lho levrtela a gralilicacio
de, 50^000.
BMCll A V OS F U (i I DOS.
Antonio na;5o cafsange, fgido em ao
de Fevereiro do CJirenle auno i om os sig-
naos seguiites, idade iH.. _>. > anuo, altu-
ra ordmaiia, bem prulo, cara compiila
o el has pej nenas, c beca piquen*, peinas
finas, os pez piandu assenia no xio espar-
ralha nao tem as unbas dos roesmos pez
peifeitas por motive de moleitia, tem mais
em um dos lados ao p ou em sima das cos-
tlas sicatrizes que trouxe de sua trra, j
tem biguaes de cabello na barba, bem cus-
liado rm trra : recomend a qua'quer Ca.
pito de Campo que o peder pegar e le-
va-loem o lugar da Ponte velfia que ser
bem-pago, assim como desde j protesta
proceder contra quem tiver o dito escra-
vo em seu poder com o rigor da Lei.
Vy O abarxo assigr Jo morador na
i ua do Collegio casa contigua a dequatro
andares e com loja na ra do Cie-po L). 12,
oferece 50$ reis a quem Ihe aprender urna
MPgrinha de naci, idade 13 a i5 annos,
esUtura b. xa, muito efpei'a, rosto curio
e quando aud-i lige ra lucida des le o dia
^ co coi rente e ha desconlianca que fose
seduzida por certa pessoa a qual se Ihe pede
que a vetilla ou mande entiegal a que re-
ce!) ', o mesm-i precio cima Jferecido,
ss liie guardar silencio obre a criniinali-
dade da a tor.seduzido ea consrvala em
suacasa.
Martinho Joze de Souza.
P Municio, Angico, boaaaltora,
rbeio docorpo, cor nio muito preta, cilios
grandes, lentes miudos, tm no rosto e
testa mu Uvantados, bem ladino, e boni-
ta figura : os apiehendedon-s I vem-noem
Sciinhein ao EngenboSrbii do Cavalcau-
te, e nesta Praca a Piacinlia do Livi-amento
loja D. 23. que serio bem recompensados.
ty Em 28 do presente mez de Agosto
pelas 10 horas da noite, fugio um esciavo
sp ileiro de nome Rtrnardo, idade pouco
mais ou menos 28 anuos, levou vestido
c-ls 1 o camisa branca, sem chapeo na oa-
beca, mag'O do corpo, estatura ordina.ia,
tem um cilio grande, ou matea as cosas
di mi, cbixu do ledo mondinbo, proce*
dido de apertar a linha, tanto na direita
como na es(|uerda 5 qualqtu r pessoa q>i
o pegar, e leva a roa d cadeia do Recita
deliunte do beco-iarg: casa n. 12, sei
generosamente recompenshdo, e ao mes-
m<> tempo se roga ao Illustiissimo Sur.
Commandante do Registo para que d to-
das as providencias fim le nao rahir
b.irra parafoiaem alguma embarcacio.
Tahuas das mares chnai no Porto Jt)
Pernambuco.
- 9'i. 18 rT
- 10 6 .
- 10 54
- 11-42 -
- C-30 t
- 1 18 "
- a- 6
18 Segunda i9-T: 20-Q: a-c% S ce 1 c
-2i-Q: r 22S: ^23-8r "21-D: m 0 2 c
M
an.
Tard,
NOTICIAS MARTIMAS
Navio entrado no da 28.
Genova; 66 dias: Polaca S.rda Cie->
mentira, C*p. Jobnpho Cauuval: azoilo,
e 1 sti o. Ton. a07.
Dia 29.
Boston; 56 dias dias; Palaxc Amrri-
rano Neturno, M. Samuel Riimutidi: va-
li-, g eros : Fomter & Comp. Pasa-
geiru Bu-nardo Vicente Las-ere Francs.
Liverpool; 48 dias ; 13. lng. Ellen, C-p.
.lohnson : vanos gneros : Juhn.-tou Pa-
lee Ton. 156.
Nw Yoik; 36 dias; B. Amr.T-baa-
o. M. Si 'iu'pe: varios genero: John
01dam6r Comp.. Ton.l4i. Pass.geiio l.
Navio saludo no dia 28.
Genova ; B. Sardo Ipochvas, M. Leo-
nardo Caneca : varios gneros. Passager-
ros o Coronel Poilugoez Jofo Duarle *|
Farias, e o menor Joio Pereira Vidal.
Obsett vaques.
Fundiou no Lameirio o Paquete Lige'-'-.l
PERK. A TIP., UK M. F, FaRIA "^fjjr-
I


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