Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05728


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Full Text
fl
-t
ANNO DE 1836. SEGUNDA FEIRA

.
22 DE AGOSTO N. 181,

Pcrhamiiooo, aa Tvr. os M. P.de Pat*. 1836.
DlAS DA SEMANA.

j2 torunda S. Thiuntco M. Aud. dos Juizes. Hif.
de m. *'-' l- ses- da Thezouraria Publica e
Chano. He t. .
23 Teftj jc|. S. Fclippe B. Re. de m. aud. do J. de
O. da t.
54 QuarU 8. Bartliolonieo A p.
25 Quinta S. Lu* Rei de F. Re. de m. aud. do J. do
C. de m. f Chae de t-
26 Sexla S. Zefcrifto P. ses. da Th. P. aud- do J. de
O-dct.
27 Saltada S. Joze de Calazaes Re. de m. c nud. do
V. (i. de t. fm Olinda.
28 Domingo O St .ado toracao de Mara-
Tcdo agora depende e not mesmos da nossa pro -
denca. moderacao. B energa;icontinuemo* conw
principiamos, e renion apnntadot com adioira-
Co entre ai N'acjot mis cultat.
Proclamar*, do jftmblio Qtrnl d Jraiil
Suliscreve-se a lOOOro. menae pago adinta'o
neta Tipografa, ra d;is Cruzes I). S, e na Piu-
ca da Independencia H. SJ e 3s -. onde *e reeebem
correspondencias legalisadH*. e annuiiuos; insenii-
dn < i an eiido dos propriot asaignaiite*.
e indo -signados.
JLiOndres S
CAMBIOS-
Jgosto 90.
LiOn'dres 3fi Ds. St. poi I coi. ou prata a SO por
cento de premio Nomina.
r.Nhoa 55 por oo premio, por metal, Nom.
Francia 1260 -65 Rs. por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de prom.
lfoedM de 6..400 kSJWO 1...400
4..000 C..:00a680
Peaoi l, .440
Premio da prta 50 p. o
das ledras, por me* I a3poro|0
Cobre 5 por cento de descont
PARTIDA DOS CORRRI08.
, OlindaTodos os dias ao meio dia.
Goiana, A.h unir. Parailia. Villa do Conde. Mo;
manguape. Piar, Rea. de S. Jcao, Rrrjo d'Areia,
Rainha, Pnmlial, \ova de Souza. Cidade do Natal,
Villas de Goianninha. e .Nova da Princesa, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aqnirit, Monte mor non,
racatv Cascavel, Canind. Granja, Imperatriz,
S- Bernardo, ?. Joio do Principe, -Sobrar. Novad'
Elllev. Ico, S. Matheii. Rcacho do sangue. S
Antonia do J.irdin:. Que*eramnhim. e Parnalii a
Segundas e Sexta feiraa ao meio dia por va da
Paraiba, Santo A nio--Tudas as quintas feiras a<
meio da. Garaiiliiins. e Honito nos dias 10 e i.
de rada mez ao meio da. Floresno dia 13de
cada mea ao meio dia- Cahd. Serinhaem, Rio For-
Woio, e Porto Calvo-nos dias I, II.* 21 de cada
Diez- ._'_________ -
PARTE OFFtClAL.
RIO DE JANEIRO.
iSSEMBLEa. GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADO.
Sessa de 15 de Junho.
c-~
Conliiuuacio do'n. i80.
O 8r. Limpo de Abreu anale-nti cjua
o i'crutameiito, feito segundo asi is ex-
istentes, n5 pode deixar de ser pes imo;
e que poderla con -iderar-se como huma
dai*COUat< para as desordena que infeliz-
mente existen em diversas Provincias d
Bitil. Etn re.-p i.sla a alguns Snrs. De
pillados, diz que be verdad que, segun-
da a legi5#ingleza, admitiere nauta*
ment para a M.-t inha, mas isto depois
de exhaurir-se todos osiecmsos pra se
obter mannheiros proprios, homens a-
costurados vida do m*r. A resp-ito
dosengajamentos no exercito inglez, te ni
de observar aos Ilustres Diputado-, que
a'i d-se lempo conveniente a que os en-
gajados pcfsa6 reclamar j sao levados pa-
rante oa Juizes de Paz que Ihes l os arli-
gos de guerra, principalmente os quo di
tem reapeito rebelli.iS e desercio, e
elles enta confirniio os ajustes peranle
esse Jui/.es, etc. A opinhS delle orador
he que cotn pnfeiencia se ai"cp era os
engajamentoa ao rerruiaraento, opiniio
que e nao pode rensuti- por estar a-
doptada na ultima lei; mas quesera du-
vida he nei^essario tornar-se melhor a sur-
ta dosa#oluiilar'S, hahihtando-se o Go-
bern com oulros meios para poder ob-
tel-os. Lembra por e.sla o casiio os que
cm Inglaterra sepratira etn beneficio dos
voluntarios: cuio tempo de servico he
dividido ea tret periodos; no Uro dos
)'imeiros tete annos tero a-ua ln xa, no
lim dos-segundos, a rO'itinuar no servico
huma pequen pensaS alera do sold, pen-
tfoqu* he augmentada no fira do ultimo
pe iodo. De.ej pois elle oradoi que ba-
ja hura exenito, mas 040 implesmente
huma lei para nanea e reiificar, ou q -
do venha a pnenfln -e o exercito he el-
le coroposto de pessoas qa m6 po 'era
uiet*r ao piiz o servico que deltas torn
ireito a xigir. Responda aos uobivs l)e-
putados queargamealioattribuindo a fil-
ia t)o disciplina a nao haver regulam.n,
tos proprios, etc., e poi e.la occaMno
diria <|ue he mais ami^ de argumentar
_____*. ------ln COm Ul la, Hmuu "- v-..-
donado as utopias, as llieorias; I (teoras
eora que tete. aitumenUdo para se iu-
trodusir era no^so piii algunas intitui-
ces que nao nos tem dado os resu'tados
que cspei'aVamos. Observa que, a pesar
dos regul iintMitos dos Pepanen''-s, pode
asseverar que os do Munfripio da Curte, e
os de Minas tem prestado relevantes ser-
vicos, 6 sa6 esses cotpo* prienchidos
com voluntarios, e sobre cuja condmta
se intil e htim e\ame muilo rigoroso,
vi^ta d ste faci issera que p--ferira
para oscorposde primeia linha osajost-.s
voluntarios ao rermlamento.
Depi'is demais algumas rtflexe-i, ob-
serva quanto sdivises de Pedesties ?
Ligciros que, asesar de eslar persuad.lo
que este n\> seja o meio inais propii
para o fim a que se destinar >5 esses cor-
pos, rom ludo n..5 se segu desta stia o*
pint5 que queira substitu las por corpos
depiimeira linha; leml'rando que sobre
esta p-.itei a ach se na casa hum 'los se
us maia dignos antecessores na ad uinis-
tra<;a5 da Provincia He Minas, que po'li
informar a este r" speio, desejand > elle,
orador, que ilgiini Snrs. Depu'ados ds-
sessern francamente sua opini.i a respei-
to, e se entendem que essas divides d<>
Ro Doce lera prrenchido, como era de
desejoi*, os seus fins, Julgi que por ora
devem ncar a caigo da administracaS ge-
ral, nao ligando o seu voto p>ra em tem
po oppoiluiM nao poder piolessar a is-
peiio dessas divsses qualqtier ouh a opi-
ii i-5.
Sobre odizer se que nao c-l o Min-te-
rio orgauisado pail^menlarn enf-, sobre
a clivetg-.n ia que paree* supp r se entre
o> Aleiuhi'os o'o Minifftei io, e pelo mais que
se tem dito e por cujas razoes a'guus
Snrs. declararSj nao votar pila le an
nual da fxacad de for cas, diz que pelo
tacto da no:oeaco5 de hum Ministro nao
agradar, nao sequer Votar por huma lei
aunua que a Constitiicad manda fszer,
nao sabe se isto he consli.ucionalr Ad-
inilte t-Ile orador que hum Ministro nio
possa satsfazer a confianca de muilosSis.
Deputados, quenaSsja mui'o d guo da
coniianga da Cantara ; mas jtrlga {ue de-
ve haver distinrcio entre questes pina-
mente ministeii-e?, equestes con^litucio-
naes ; as primeras podem os Represen-
tantes da Na cao volar contra ellas para
votar conlra o Ministro que nio lema'sua
confianca ; mas nt sla quesia, resultado
de huma obrigdcio que a ConatituigCS
i'ii|5e aos Representantes da Naci, julga
que (jua'quei que -*'>i o Ministro d-ve se
vit.ir, j|i-%em os Re1 -c iit.ii,t-.s daNicao
dii' aoGovenio aquellas i reas i ie em
sua sabedoria entendem indispensaveii
para se roanter a tranquillida Je pub i a,
e defender a honra e independencia da
Naci, qi.'alqaer que leja o' Ministro j en-
Uo aCatnaraem t-i om>i> de fizer tom
que o Ministro nio abuse das forcas que
se Ihe deu.
OSor. Calmon, em hum lono discur-
so, diz que vista da drecco que lera
tido aproposta do Governo, julga dever
hoje letirar o seu vto a favor da pro-
posta, pelo facto deter-se ella apartado
hura poco di Constiii.K ro, pois que
simplesmente fixa a forpa ordinaria) qu
do estamos etn circunstancias exlia >rdi-
naias e pelo fario de nio ter elle Depu-
tado t das as inferra 'es necesaria pa-
ra tranquillisar a stio con ienria. Obrer-
a que nao tem boit a Cmara quem a
uforme, quem !he prps'e os esclarecmen-
tos necessarios nesla qae.itfo, se nao por
via de correspondencias; pois que o res-
pectivo Ministro declarot, sera allegar
hum pretexto hones'o, que nao era po*-
sivel Bssiatir discussio da le da fixaclo
de furias de trra ; promelte dar os cscla-
lecimentos que se Ihe exii*irem | mas elle
Deputodo nota que, lendo de pedir escla-
recimenloa anSrn, Ministro, nao estando
elle pcente, tem de dn'gir-se ao Snr.
Piesdenie para officiar-seao Snr. Minis-
tro, que po hr* nio dar logo a re nio estando pois elle Deputado habilita-
do com os esclnrecimentos que s6 o Snr.
Ministro Ihe pode dar,-n:> Ihe he licito
votar pela re ; o que fazia no seu espi-
rito huma impte-sio muito viva; ro-
nliece t|ue opaz nio pode dispensar hu-
ma forca mililar, mas queja tnha4con-
ti ba'angado o pe igoq-ie se vai correr nio
i?- lixando a forca com o que haveria fi\-
do-se., Ob-tra que tinha de pergulitar
aoSor VH'i'slio ^e por ventura linha ap-
p-irecido a'guma Propo ta sobre a nrga-
nisatjj^ do exercilo ; pois |ae conbece que
he p^isM hum arto legislativo que corte
certas difficuldades para organisar o ex-r
cito;; mas nio estando presente o Sr. Mi-
nistro, nao cabendo se ha a'guma propos-
ta qte organi-e, que d ao exercito aquel-
la giaitle di-ciplina sie qu oarece, nao
alie |tie bem podem fazer ao paiz essas
m is-8, sses coi pos deseonexados, etc.
Observa mais que menos, dignas, efe ron-i-
iJeiacao nio so asnfl xesdoSnr. De-
putado do Mar*nho; e por e ta orca-io
teria de aur graves inle pellago-s ao
Sm. Ministro dos Negocios Esiianeios,
mas que se reserva para a dtcusrlo do
oicamenlu; lamentando que O Governo
seoec.'.ippe em questes locaes, quando
tem oecasa de tratar com vantag'em dos
mais serios negocios do Estallo. IKpois
demais algnmaa' rellxSes diz que, vota
contra a ftxacio de forcas, porque entende
nue mais penga coare o paiz em fixar as
toteas de lerr* por hum modo t > insli-
to, tao irregular, do que cm nao fixar
forca aiguia.
Passa a KtMr algarnws reflexDes solire
o quo dis?er o Snr. Ministro dos Estran-
gsitcs, notando a divergencia de opiniio
que exi-te entie este Snr. e o Snr. Minis-
tro da Guerra sobre o reciutamerito.
Quanto aos engajament >s a que o Snr.
Ministro tanto se inclina, elogiando nest*
paite SOS Ingleses, toma a repetir o que
j dis-era n'huma das anteriores sesses,
queomeihodo de engsjamento na Itigla-
tetra serve de chamar para as fileiras do
exercito inglez os vadios, os in-orrigive-
is; os h.m ns perdidos. Lemhra que ha
muito se agita a queslio de abolir-se a pe-
na de acoile, e que, apesar apesar de
abundar o Parlamento e Cmara dos
Commiins em homens senment.ilislas, tor
davia nio tem sido po sivel obolir-se es 4
pena infame por attiibuir-se a necessi-
de della maneira por que o x rcito in-
giez he organsado: vista da gente que,
na Inglaterra se encaja, perguntaria ao
Snr. Ministro se espera que entre nos se
engaje ente sitada, motigerada,. circuns-
perta e boa? Parecend Ihe que o nobre
Ministro deixou ptever isto nos elogios
que fez aos Corpos de Permanentes da
Corte e de Minas, quereudo romo io-
var, queas-im como haviio homens DOW
paia es^es corpo-i onde nao ha humase-
Vera disciplina militar, tambera o po-
deriio haver por meio de engajamntos
para os ro< pos de primeira linha ^ elle
Deputado rncommeoda-lhe qu na5 ex-
lenda esla sua opiniio a todas as Provin-
cias doln.perio, pois que em algumas
tem entiado para os corpos de Perma-
nentes gente menos boa. Lembra que
no uosso paiz, ondea moridade arha hum
cento de occiipaces para gnbai\a vida,
nao he minio fcil encajar gente bci
para O'Xcrci'o, quanto sdivi>8es do Rio
Do e t Lgeiros, nio vai moito, elle Depu-
tado pira a preg-cio do Evangelho por
miio de bsyoiiuu, e fusil; mas taes.d""-
ses sao titees arias para defeza das po-
voacSes, para abrir o passo aos verdadef-
ros calbequisadores, e para inspirar mai-
or resp' i o s bordas selvagens, tic.; con-
correni pois lamhem pa a ralhequese.
Chama aattenc.'S da Cmara tobe os ser-
vicos que estas divises piesta; pelo la-
do de defender a Piovincia de Mmas, pqr
eXemplo, naspre-t.- servico a tres Prd-
vincia.-, mal podemain-la prestar a inui-
tas nutras; pois que. diuunuida a neces-
sidade del'es naqoella Provincia, puden-
do marchar daquelles lugares com gran-
de proveito da causa publica, e prestar
glandes servicos; esta pois persuadido
que nai estas divisoeOj como as que ti-
veieiii por fim repellir as aggresses da*
hordas sejvagen, devem pertencerao qua-
dro doexercilo, sera qie nioto venha de-
-ir ao exercito do Brazi!, pr entrar na*
ma fileiras bornenj que nad tem mes-


m^^m^mi^
2
DIARIO DEPERMAMBUCO.
5.
i burnida e magnifica espada, o mesmo
pomposo uniforme, etc.
Finalmente, quanto differenca que o
Sr. Ministro'fai entre (jucsia minisleial
questaS constitucional, pi-rsuadido o no-
h e Ministro que a nenhura Depulado ei a
licito votar contra o Governo, se por
ventura se tratar de preenrher hum de-
ver constitucional, julga esta proposica
absoluta como foi pronunciada inexacta,
podenJo f ter applicaca n'huma ou
n'oulra hypothese paraicularissima j o pr-
meiro pneeeito constitucional que cabe
nao s Cmara, como ao Governo, he
de bem goiernar e fajer o bem do paz,
Subordinando lodos os preceitos a este ;
e sendo assim, pergunla ao nobre Minis-
tro se por Ventura entende que h'im He-.
put do convencido que seria pergoso ao
paz a fixacade forcas as circunstancias
acluaes., deveiia, na obstante, volar pe-
la fixaca? De mais qual ser a quest5
puramente ministerial em hum pait onde
o Governo Repte?entatvo est em acca,
que nao participe alguma cousa d ques-
ta constitucional ?
Lsehum ollicio do Ministro da Mari-
nba, em que participa que, tendo de a-
presentav huma proposta da Bepartija a
seu cargo, pede dii e hua para este fin.
Designese odia deamanb pelo meio d'a.
Havendo dado a hora, o Prndenle ci-
clara a d scuss^ diada, e levanta a ses-
sa5 depoisdas duas horas da tarde. -
Campos Ferros, RofinodeGliveira eSou-
*a, e Jja5 Joze de Mello, que se acha
desertados.
( Continuar-se-.)
Navios Despachados no dia aO.
Bregue Ingle Thomas Battersby
DIVERSAS REPARTICOENS.
TRtBCHAL DA RELLACaS.
Sessa de i3 de Agosto.
Na Appell ca5 cvel do Jolzo do Civ.l
daCon:ar pellante, Auna Joaquina, e Apptllados
Ponche, Frere, & Comp. se jw'giu pe-
la confii nrca da senten^a recon ida.
Na App?llaca5 n'vel do Juan" do Circ!
da Villa-de Macei, Aiipel'ante o Juico,
e Af pellada A Irianna Francisca se nao to-
mn conhecimento do recorco por ilegal.
Na Apnellacn civel do Joi/o do Civel
desta CHlrle, Appellantes Antonio Fran-
cisco de Sci?*s p sua molher, e Appe:la-
da D^ Jgnaria Mara Xavier, foi refor-
mada a sen te risa recorrida julgando-se a
Appellada c.reccdora de acca.
Ss;-5 de aO.
Nos Embargos de Jacome Andreatte r-p-
po-t >s ao Ac-ord^ na rauza de App- Ha-
ca" civel do Juio do Civel de-ta Cid de
em q' Ihe parle Nono Mara de Seixas se
julgnu porodisprezo dos meamos.
Na Appt-llac. riv.-I do Jpio do Civel
dp'ta Cidad<\ AnpelUnte BinaCoelho Cin-
tra, e Appi-IU'V o F Tucife se julg"u peja conSrmacH da sen-
tensa apppllad.
rnEt^Ti'nA PACOSARCA DontciFE.
Tai te do dia 20 de Agosto.
Illm. c Exm. Snr.D- Frguezia He
M ragua no me foi fu etlido pelo i esped-
voSi.b-PnTtiio os presos Manoel Icze de
Sania Anna, Leonardo Joze dos Piaseies,
ambas pardos, e de condarta mr, para se-
ren reei litados para a i." Linha, os quaes
tivpiso o mmpe'eote destir.o.
Nada mais occorreo.
Dos Gun'de V. Exc. Secretaria da
P'ff tura do ReciTc ande Agosto de 1336
IMm.eExm. Snr. Fiaimsco de Paula Ca-
valcanlede Aibuqucruue.Man-el doN-.s-
cimento da Cosa Mmtei.o PrefelO da Co-
maica.
PERNABMUCO.
GOVERNO DA PROVlIlCIA.
Expediente do dia 20.
CFFiCIOS.
A Cmara Municipal da Villa de Flo-
ras ordenando em addiUmento ao cilicio
que Ihe foi d< rgido em 18 do corren te so-
bre bs Eleicpes dos eptitados Geraes e
Mein I) os da Assembla Provincial, que a
Cmara d as necesarias procidencias pa-
ra que nos Jtilgudos de Cabrob e Taca-
ra t se pioceda a taes eleices nos das
marcados; devendo fomecer todo quan-
to for pieciso para tal fim.
A mesilla, em reposta ao sen cfficio
de 27 do mez pas-ado, dizendo-Ihes, que
faca proceder ao orea ment da despeza que
loe precisa para recdicacaS da casa da Ca-
deia da Villa, e o remeta ao Gocerno p^-
ra que a vista delle delibere, sobie a qu-
tia, e prestacesque para tal obra dcv'e
consignar.
A" Insp:dor Geral das Obra Pu-
ba*, enviando Ihe a planta, plam-, e
orcrtn>enlo da estrada do Sul appro'ados
pelo Govtrno, para ler p -ta em hasta
Publica a sua factura, p>dni(lo o Inspector
organisar, e enviar a Secretara a rela-
c^ dos c n inhos, pas, e mai-. f-remenla
que se deve m^nda vr de fora para o ser-
Tico das E-ci'ad'S e < b as Publica.-.
Ao Commandanle d s Armas p.n
expedir asordensonvenicnles Mim t que
compar*ca5 na Sflla d-.s St8*5es da Junta
de Ju-tica nod a 26 do crtente o-> respe-
ctivos Vogies Mihtares.
Aos Dprem'ia'g d tres Joiz P.-ltor
e Vogaes da Junta e Ju-lica pi !< ip m.
do-lties que eat de^g"ad 1 o 'lia (j do << r-
reuifl pora haver leunia da referida J U.
Dia 20.
portaras.
Ao Inspp.-tor do rs-nal de Mui.ha
ra>a Wt-t entirgar ao I'ispecti r Ceial tl.i-
O'Tas Publicas as difTreni-s pe has de
cantara, que ex:slem 00 birsDO Arsenal.
Ao Inspector CeTal das O'tss Po
bliVaSj para mandar fizi r a < bra pre i-a
na c xia do Corpo Pociil t-fi n de qip
]) s-a receber mai-. Iri'ti Caall" ; < b m
ssim as cazas da ac eca i.tc >'o tuel,
jnillio, e caphn, e da Guarda di Cv !!i"-
rice, para rujia deipezfs ja recebeo da
Thesomaria o Aloioxanfe ds iuesin#sa
bras cinco contos de res.
Ao Director do Ar cnal de Guerra, | nadita Rip*rlic5, nos das 95, a6, e v?
para dar baixa de Elucandi i ..cnal ao8"1n?noies Joaq-.iin X*ier de I a- 2 d hide, para se l-atar do ptveo de
HKBA DASDIVKR8AS RENDAS.
A paula he a mesma do N. 173.
(LlAS ri"BMCAS.
0
m
Pela IospeccSo das 0b de ser m rem tu s selle < putas p Irinla
iracas 'tu nov.i entrada l cot tima
a'cnda ite rijol'o, av<.|A-lapm 11: l77fJJ59 i
r i-. Quin spp'opoS'-i a tomar a dita o-
I) 1 0 ni >it.i'!a 1 !-{>' fi.io rusfi s 1 o, \,i v iodo prxi-
mo lilil o roe <'f Si-IpiiiIih do m-0 'ii fl
2 ht rae da tarde, a fim de s> r a>ramatada
a q i' m por in-ui's9com mhor s ca :i-
ce-a fiaer,
Insfxcgio .s Obras Publicas 20 de A
goslo de 183l.
Moraes A ,coia.
A R.'pnT?ca5 das Obras Publicas tem
le nrr);)rrti f |H 'I- p.Tif.i p.-r.i Sllst-n-
laca le G b a e farro emprende, uo-
Ir.b.ihos tia noi a eti i,i Jo l'au do A'b ;
f pe-s'ds q-i'.- o (|.t.'erifii vende poden
e.oicorrec na a'a Ja A'tinini&lraca^ Fir*l,
cada hnma arroba, da quanlidade q ie se
bade tomar diariamente, e de tudo o mais
que for necesario para este negocio.
Moma,
Administrador Fiscal.
EDITAL.
RIO GRANDE DO SUL.
(Continuado do ii.'an'ecedente.)
A Cmara Municipal ao S>. A'anji Ptbei-
ro.
F/Irtl. Sr.A Cmara Municipal da Ci-
d- sua inslituicao, incumbe velar sobre a
tranqu lida.lr e bem estar de.-te Mmiiri-
pi, p'Pvendo es male-quenaS a" ele,
masm-smoa toda esla Provincia -poden
gobrpvir coma retirada^da V. Ex. pra
a C te, e leitibrin lo-se que n o s lia,
mis mismo qu-sique todes os 1-aes Rio-
Gr.nd-ns'S Si5 deste mo-mo lentimnto,
atienta a repre."nl8i a5 que ao T "no de
S. M. I. firra s-yuirem ma do Doulor
Joaqm'm Vera da Cunh, Depatado Pro-
vincia] i primefag Vice-Presidente, son
piteando Ib" honvesse |.or bem anOi r aos
rog"8 dng Riti-Giandei'ses leaea, econsei-
v..r na Pit.-idencia a V. Ex, que rons-
t '*\i ler m;1o demitf'do : rmninio-se bon-
t-m na s'Ii'Vsiissvsin'-, publira e una
nin.eopr.te d-ri linio dever lOtiioctr iio
ea todo*na Cnia l5s que lem cargos nonieaco popu'ar, e 10 los reunidos diri-
g rem an Kxin. Presidente no meado hu-
ma rep e enlac 6, rngando-lh haavea>e
dJ ilemorar sua |>->-se at aher-ae da rfe-
ci 6 dada por S. M. [., p Ii'c que se
Ihe ha dirigido. Todos fn piomoto-
e-n r'unium se boj* na s-ili das sej--s la
t'anra, e nui.ni.ie nenie s-i^iirr n
lepresentacafi era quu8. Tolvi-z po !
f'taldadC 11 i-sa nao f ni n alt> n iiilos, I
toan bi 11 motivo p.r.t depotavniut n |
A Cmara Municipal da Cidade do* R-
cife, e seo Termo em virtude da Lei
&c.
Faz saber, .que cid urlude do Art. 2.
da Carla de Le do i. de Outubro de
I8a8, dever ter lugar pe'a mano no
dia 7 de Selembro prximo futuro a elei-
ca5 dos Membros da nova Cmara Muni-
cipal de i'"s de Paz, que devero substituir aos ac-
toaes, em o piincipio do futuro anno de
1837 ; cuja eleica5 se efecUiar cm todas
asParochias do Municipio, sob a Presi-
dencia dos Jues de Pas na conformida-
de das Leis, e despoices em vigor. To-
do Cidada8 com direito de votar, para
naiucorrer na multa de que liacta a ci-
tada Lei co i. de Outubro de i8a8, de-
ver em sua Parocbia no mencionado dia
apreseutar as respectivas Mezas suas Se-
dulas para o 6m indicado.
E para que chvgue a noticia de todos
se pas.-ouo presente.
Recife em sessa de li de Agosto de
1836. E en Fu'gpnco Infante d'Albu-
(|ueiqiiee Mello, Secretario o escrevi.
Jore Machado Freir Perera da Silva.
Pro Pretidavn'e.
Jonquim Joze de Miranda.
Joih Fe! s (Jesusa.
Antonio Gomes Pesssoa,
Luiz Joze de S. Puio.
de V. Ex. ; todas as coasderac5es devem
desappirecer, s o bem da patria, 'desta
qua o vionasaer, he o norte do suas ac-
tes ; V. Esc. ha de fi ar entre nj, a
Cmara e tod^s os cid daos Iho rog5. E
nos membros da Dputaca5 nomeada pela
Cmara.Municipal, e mais lunccionaros
pblicos de eleca popular, alimentamos
disto a mais lisongeira esperanca. Rio
t Grande, 3 de Julho de i836 Joa5 lia-
plista de Figueiredo Mascarenhas, Joze
Mara Rodiigues, Joaquim Jos da Cruz
Stcco Jnior, Miguel da Cunha Peieira,
Manoel Alves de Vioraes.
Re.-posta ao Sr. Araujo Ribero.
Grato consideraban que me da a C-
mara Municipal e mais concidadaos en-
viando-me huma DeputacaS para mo con-
vidar a permanecer na Provincia depois
de entregar a Presidencia delta, cumpre-
me asegurar a VV. SS. qua he com o
mOTvivo prazer que aceito esse convita
que tanto me honra ; e que, como todos
os biosos Ro-Grandenses que defendem
sublime causa da legalidade, eu conli-
nuarei a pirtilhar os pericos e cuidado d*
potfio-a hita un que nos achamos, com o
que meihor sabeiei apreciar o regoiijo o
gloria que (levemos ter, quan'do a victoria
coroar nos.'0 esf ireos.
Consta que a Biigada que commanda o
Coronel Bonifacio Calduion, conseguir
apossar-se de huma grande porga de ca- 1
valbada dos rebeldes. A ser exacta, co-
mo suppomos, esta noticia pode se cal-
cular qua precaria sei posicao dos a-
narchitlas, que se veeai privados de hum
dos indispensaveis recursos para as suas
operac s ; assim nsens'velmente se ve-
r toreados a abandonar a sua empreza,.
e enta ser-lhes ha diilicil con-egua- hu-
ma relinda estando ni fenhous do Rio
deS. Goncalo, et( ndo riles na sua rela-
guaida o invencivel obstculo da n-ssa
Gavallaria, be ni montada, e coramandd-
da por Ofiuiaes iiabcis e torajr.sos, A in-
fan:eria earilhena dos faccioso se achava
aiampola na pequea povoac^ denomi-
r'adsGapilhaj4 leguas distante de-ta
til .e, e 0 sua cavallaiia por aquellas irn>
raediijey. (Liberal.)
TROCI.KKXqK.
H hilantes da Provincia de S. Pe !ro do
Sul!
Por caita Imperial de 9.5 de Rtaio nl-
timo, d'g<:ou-se o Rtgenle, em nome do
Imperador, nomear-me Presidente dasla
Provincia, de CUJo cargo boje tome? pos-
sp. Este celo de pura thedienria ao Go-
vi rno Imperial, pe-a s- b e mina consido-
lavelmi-nt. ; po*is be mis ter ton i'iarcoin
as dispo-icoes militares, que Ciinip e a
lempo dar, burn* depurada poltica, tia-
ra nu initar nimos ulcerados, jn do -
crine da sanguina*ia ievo ncafi que dile-
rera eata bella Provincia, jado d-s'jo violar a lei mquarr ente po rp1a ; sen-
d > porni e-te ultimo o sentimento que
ania os bouradis cid, daos, quisaciifi-
rando osiu bem es'ar.'e ludo quanto Ihe
he m os raro, c >rt ra s armas para sus-
'< otar inabala v< I o T, 0110 d 1 nossoaug '>lo.
I'iipea'tor Onn-ti'u urial, o Senler I*.
Pedro II, a Co. t tu..-. 0, eagloriad.no-
iu- Urzdei r.
Fe pela 1 simi /, de meus .tal" n*os "m.
me he (!ad-> d 1 igi' saliianj- nte.oa neg eos
a i'rrniiliativos conjunrameme n ni <>.
liliiar.s, ..o menas reeuiib"cerri$ tin mi -.
aatvacap ^ nha iiriptrcaud . V. V,\, ;? *. sp-'i ni; 1 ile nussa
U'a o 1 a b ,ie rumprr a le, a posar i ha ft serrftda, tqd..; ni f'iJd.. firoues ,: 'ca qoe nos aehamo empentado, rotici-
d-l.gibl.nle, U de i liando, qaanto me lr p .ssiv.l, em Ub
' ilt-lic.td crise a ec.tiou>ia da Fazi nt,> I u-
!)ii a, romo me rnmpre, a em raiai da
fltta7ofHj qijtse 1I1.16 K fi.-'-Tic-s da P10-
tifl'ia. Dla orle->me v. res [i i,t ,1
observador d^a leis na paite ad uiustrati-
v.<, vi\ lante e nelivo na disaiphrM militar,
e solic'ofem fazer obir i pus; rica augu.-i
t d<> S bi rao.1 >..s fa.toa heroi o* ufe>i<>dos
em s- 11- prin pos
c,b liecer h seis .teteras, e nao s-' de\svi.-
r- hum 6ap|.#dov rda eiro Irlho 'la
h n, V. ;x. poim, q o vai antie
car a P c i eo. i 1 robeMo de hencSes d>
todns os (; is pili ii'iiis
!(ir 1 Rio ii niluis
poiiut '. lo f'js < s sicOfi ios a
patri-, V. F.x. le valor de V. Cx., venia
q II. 6 ae tm
fvr..l da
Vi. o
.1
n Seremos : V. Es. fe cobiir d.
; i-, se maia g|.>ru cahe q em, como
*'. I4-' h t arjt-a ,,, i, ,.-<;.. co-
mo particular na m Provincia, que
.' connanca tem depusitado na pessoa
no' raiiipo ilali na, ou eolio uutlqoer
eivico, platicado em bcnecio da causa
.Mi: .
1,,. ,.i 1 '
Os negocos da Provincia ton ra 1 m>-
nha fice o m otriumpb ., q e a LeaaJida-


?
DIARIO DE PERNAMBUCO.
i
de obteve ern* Porto. Alegre no di i i5 de
Junho prximo ptssado ; triumpho tanto
mais i.ppreciavel par ser devi.io ao bom
eenso dos mu habitantes, e huma Mili-
tar, que nad podia estar por mais lempo
conipiimida : ta5 heroico exemplo de le-
aldade nao deixar de ser repetido ea to-
dos os pontos da Provincia.
O benemrito Coro mandante das Ar-
mas, que o Regente em nome do Impera-
dor confirinou em 2i de Maio, este Mili-
lar a quem a Pi'orinen tanto deve, dispo-
r sabia e prudentemente de toda a loica
existente logo que as comomcaces e-ttja
l'aiicis, e posaa haver unidade de plano j e
tnta manobrando de accordo com o illus-
tre Chele de Marinha, que o Governo a ca-
jja de maudar para esta Provincia, oble-
remos o mais Itsongeiro pon ir.
Eta-pois, Rio Grandenses, facemos si-
multanees e nao inlerrotnpidos eslbrcos, e
iim deappiesar a dcsej.-d. pocd, ero que
restauaude-se a KgiliJade em toda e-t.i
Provincia, bijibe outia ver cm seu primt-
tito esplendor a homa nacional ; e esta
estrella que os rebeldes pretenJem eclipsar,
Ma a que mais fulgme na oustel aca5
biazileira.
Vita o Senhor D> Pedro II Imperador
Constitucional uoBwzil! Viva a Int.gri-
dade do Imperio e a Cotistituicab refor-
mada, que nos rege. Cidadedo Rio Gran-
de, 4 deJulho de i836. Antonio Elizi-
ario de Miranda e Biilo.
(Oo Jornal do Commercio de 26 de Julho)
.
NOTICIAS ESTRANGEIRAS.
m
Franca-- Paiis, 16 d-* Janlio.
O, f indos Francezes roanifestaram boje
urna especie de irouxido se asswn se
llie pode chamar que IV z ba'xar cinco
; centesimrs os 3 por 1OO. Este resultado
nada importa a nio se consideiar a nulli-
dade das IrarisaceSe.'. Nio p idemos di-
zer precisamente que a energa do dis-
curso pronunciado nontPin na Cmara por
Mr. Lafitte prolusiu algunia impres-o no
animo dos especuladores j porem para os
que se compiazeni e u descaucar no statu
(juo, ha urna reveUco balante penosa
iies'J loucania de ipposicio que r..iasce
depois de un silencio to longo como
para provar que'auuelles af/n.tiinnntna ,
com os quaes jiilgaiii nao toi' )t que ron-
lar, por tei'.'in ^feixado de se producir
ostensivamente, nio ces.-am d>? subsistir
em todo o seu vigor no Tundo d is cora
ces ulcerados peU'S euijan-.s dst*-fl lti-
mos lempos. A nova just fi acio de d-
ficit que devora a rjoasa lazerida, a pre
sentada por um hori.em cujas palacras na
materia tem to grande auilionda le nio
pmpiia paia reanimar a conliatica a-
morterida da Bol-a e tudo o q ae tem
innuiu i;ido sib e o poder das relit'C's
pronunciada** na nca-io d boj- p ir Mr.
Thiers, nio tem produZdo effeitn hl-
,,,ri*
Nao tpm con ido na Bul-a noticia al
guma capas de influir 110 valor dea fon-
dos Hespaaboea, que se tem rooserv do
r-t.ciouarioa nos mearnos presos de hor-
Um.
O Duque reinante de Saxouia G-
'burgo e seu^filh ct\egiram antes de
hontem a Paria, oiam re,-ei> ),s cm
Neuill por SS. MV. ci.m a mass franca
cordialidad, e cono aui idos da la t i.
O Re agra4eceu aj Wque cm t?rmos af
(Vitaosoa pela parla q i* liohi tonudo em
que sea uni o EL** sopordo aceitas e o
Dtono da Blgica. S. fcl. junioi qpe
Be recordara sempre com pa-, r que o
Duque e liftha apres-.i i- "-r d.' Bey
reedito para acelerar o rconhecieilto'
dotoveiuo de{J*ilho, junto d.s.n.s
as.gil..,,]., di HW gfaiidi s'"' ll,,s"
tres li >,)'.. ino.tiou-se milito reeoiiheiiio |i lo aco-
ltumento aiiigavel que ae II.' i" '"-,0
em NiUiy. Este Piioci^e ^jep ilado
hbil potinco, e d'zem ser una Joaent'n-
dimentos maia claros Je Allemanli.*. S"U*
filhoa de cajaa educac.o eui-iou eiie n.es-
mo fuzem honra tanto leruun do p-i,
iomo habilidade dj dire tor.
Depois dos primeiroscumprimentoa o
Re, Wzem, que falloil longo tempo com
o Duque sobre as mais importantes qaes-
tes de poltica geral. S. M. fallava em
alta voz, e na presenca de va.iaspessoas.
As duas personagens anda que discor-
des em alguns pontos paieciam nio obs-
tante isso e.tar multo satifeitas urna da
outra. Pelo que respeita aos negocios
da Allemanha a casa de Saxoma-Co-
bnrpo, iuclinou-se a^mpre mais para a
Austria que para a Pn.s-ia.
Desde que herd-u o Ducado de Gotha,
0 Duque governo um paiucipado de,
i6i,D0O habitantes, o qual se bero que
desegunia ordem nio deixade serim-
poitante por cansa da sua posico.- E'
por is-o que a Austria e a Prussia julgim
ter um igual intiresse em contemplar este
Soberano,
O Duque permanecer quatro semanas
em Paiis j depois ii paaaf alguns diaa
em Bruxeilas e vollar depois a Franca
para as Testas de FoBlainebieao.
Durante a permanencia dos Duques de
Oileans e de Nemours em Vienna orain
estes Piincipes convidados por aita aut-
grafa de S. M. o Fifi de Biviera a pas-
ear alguns das em Munich. A off.rta
Toi aceita com prazer e hora que es-
crevemos devem e=tar j S. S. A. A. na-
quella Capital.
A mulliplicaco exetssiva de bancos
nos Estados Unidos continua n'uma po
gressio lio rpida que faz que todo 0
honiem sensato tema urna itacco ioevi-
tavel.
ltimamente o S- nado anthorisou urna
eoiiS'fo dn billit'ti-s pela soinms de
27.000,000 dolais ( pesos fortes ) n'um
t dia. CalculoO-se que em toda aex-
tensio dos Estados Unidos os diversos
bancos podiam emittir 700 000.000 dol-
lars. A commoco econmica occonida
em Inclatenaem iS^S, deveo-se em gii-
de pat te a um de.-envolvimento de erais-
ses (ora de toda a p\ oporcio at lo,ooo,ooo
de libras esterlinas { daqui se pode inferir
que o choque ser muito mais terrlel
quanfo chegue facer se sentir nos E-.ta-
dos Unidos. (Mvssager. )
a
llespanlia Madrid 9,9 de Jl|ohov.
TerQ-se prnppgidi es!e das boato* ab-
purdo^ aerea de trnsatelas e ajustes en-
tre o G0V1 \ no de \S. M. e o Pretenden-
te. Nio esta a primeira vpz que no pu
buco se dillundem tio nesrias e calumnio
sas noticias, enjo obj'fio nao ontroae-
nio o de deiar opinilo publica rtlali-
amente as pessoas a s rou^as afTiou-
xar o valor de 009-01 intrpidos d fenao-
ns e desalentar os amigos da iberda-
resultados ifo r!e lamanha importancia
|aia os partid atas da D8Urpacf<>, nio 00-
demos dt.ii Ohec r que %*tas v.zes e to
das as que rom ellas' se paterem deii-
um sua orgem d*?|les mermo*.
Os li' 1111'ris que sabciu pens ne-
res'i'am de q-ie se desminUm p ubi ira o
so'emi.e neole aimilhantea abordos : co
nheoeiii mu bem a ,-ini cao dos neiO ios.
c s ihfii que Bill qu s's de BUCCe9s|o e
de pi'ncipios polticos, nio ha oulra tran-
so i que r.o sej a viclor a. Dcmais .
assas con niiiio o craitr le D. Cal-
las sobejaoswite roo'ei :l't lanibcnj o
h ya tema de Governo qo-* prO'*'ama pa-
Id aeaoieditar que entre > ^h-i-uti-m,
a ibeocraca e a u*a..ci > poc urna
pinte, e or. f,m n liberal i a^ Intes, e
1 ligilimidade p>r'ouiVa possa h*vei o
meuur ponto un routr^rt*-* ''un i-Jeaa,
que senlimenios, que viu. oh eoramuai
pode existir entre o repr..-eii' ote do si-
mio X, e os Hespanhiea do XlX ? Que
hom- ca^cilnl>i aiiicn'f. Iltspai/bol tei ia
cnp.i'- aHutahol.ir ajuste nl^nm com apift
iuinD,,os, que 1 > f'Sst? o armax, h sul>.m;iur.-iii .-e a o o asa lninlia
11 gitima ?
Mv.sciu fi.n como rumar da cal un
nia ehegj to.b.s oaouHof aa-im dos
liomena per-p a**s e cordato, cmodos,
incautos e pouco lo.-tiuidos r.ifrupre pre-
caver e>tea contra a perfi >a dos ral 11 m-
niadorrs. Esamos tuthorisados para de.
clarar, ni =c> que nio exi? ..si-r.1.
gun, rwibum principio d? tran>ac.,io,
iic:i 1 un pensoieoio de et.trac aui mgo
ciac,5es; nas lambem que estas vozes
proceded das que tem interesse em pie-
verter o espirito publico em utilidade da
causa do usurpador. A submis o mu
batalha :_ ^io e-tas as nicas condicis
que podem conceder os Ministros de S.
M. aos partidistas de D. Cario'.
( Gazeta de Madrid. )
LISBOA 5 DE JttLHO

Dos periodi.-os de Madrid q' temos rebe-
bido at 28 do pas ado se codige que rei-
na grande dirsinitlligencia entiechefes ma-
is acieditadosentreos rebeldes. Osque se
tem feito celebres por su4devajfi. a I). Car-
io",'e que maiores sac ili,ios b ft-ito pe-
la Ma causa, deampaiam suas handeiras
e vioarraatarera paizes, estiangeiros urna
existeoria obscura de-entunados de que
heos crinies aotcni servido para attraliir
sobreellesa ezeeracio dos bomeDs gene-
rosos de todas as na<,5es. Eguia e Mai oto,
desesperando do xito daluita, tinham j
partido do exercilo do Prttendente, des-
gostosos da ucapacdade de seu chefe, e
maldizendo seu desastres.
ra'lativaroente a noticias do theatro da
guerra, di/.ia se que o General em chefe a
comecar asoperaces, fazendo um novi-
mento sobre Guevara com todas as suas
loicas reunida.-.
GrS-bretanha Londres, 11\ de Jonho.
Acamara dosLoids, rejeit.m hontem a
projwsta de L'.rd l.yndhurst a segun-
da leitura do hdl relativos reforma da
chancellara, por urna maioria de q.f vo-
tos O t Sun 1 aprsenla este faci que con-
sideiaco.no urna nova prova de que-flsLor-
ds esto decididos a mmter ledos osVmsos,
e-omo se fassom potes integrantes da con-
tituio. iu % ajunta que a organ:-
sacio actual desta^airara C; tal que causa-
ra veigonba atea um povoselvqr>m.
O Comier pericticb Whig nio
sent mudo que este hill teuha sido re-
itado, piovavelmente orque nao consi-
dera a reforma que elle propc c-m b. s-
lante -IRcacia pura repri 1 ir OS grandes a-
hiisos que existetn n ordem de proced-
mentes se observa pa chancellai ia.
G,)e novogolpe dadoaomini-t ro,pro-
poieinni.il an m SlaodarJ materia para
um longo artigo, no y nal procura provar,
que o gabinete riioeta SSentado sub.e ba-
se solides.
Gri-bratanhaLondres, ir do Junho.
LrtTp John RusseM, o Fiscal Geral, Lord
Morp.-ib, oc>v,tl!iciro J. Ho'i'iou.-e, < A
dvogado Gara1, o Procurador Gral, Mf,
Peinas, Mr. O'ConoaH, Mr. Sie, e o
caval'ieiro J. Wro-eal*-y. aio os tvewi'iroa
da. Commis--o. n.-meada pjra ledigir urna
memoria qj>e dere npr-a-iitar se aos Loids
n'uma conferencia, < rujo ohjei lo seri Fa
/.im-llit-s onhecer s m< t v..s e ro"idera
<,5 sqaedpifrmoaram a Cxmara d->sCom<
01..im a rejeitar a- a'i.ti'O.s iniruduti^aa
no b:li das corporales da Irlanda.
Pe Iondr-s escicvemem data de 7 o s^-
guinte:
Sabbadopaasado, Mr. O-!.!, en nomo
de.S. M. o lei los i'ai'is 15 i\'iv. pediua
mi da Pnnce/a V'irtciia para v iIho p i-
iDog-nito do Piiiicioe d"Or..u;-. Ai'.i
HueoR.id'loglalerraCP le i p >r -i, e igual-,
mente a Rai'ioa, r-po-t .u .r. u con-
seibo; e persist ndo r- le no sen paiifefde
neiXar hvre a joven Princesa a ebivio de
esposo 5 deu !' I* a-i '- de li m <>* pre
leiicioaOnqu-r.u Kr*t, I'-'' Pon.e/a
resoondeu que a la lilhs j imh. rei-
dido prlo Qlhodo Duque de Sav|a>iaCo-
DOi ?Oi
J'.d; j v. n ronh c lo, asaim romo s-n
irin pelo sen tlenlo e patinados de.-ui-prei.d.sex'ri.n-; e por
iss a i*sl reren ama ga al appruir#c ".
A' v -t.. da re po*la d< D se t x ne di rain dilfeientea cth- 11. .> vanos
pontos .lo c mnente. Na8 urdai em
cdnclu'r-se o mat'i nonio, e ngora ae cum-
piemas formalidades, que dercm pr.-
' der, segundo o protocolo, esta unafi.
A coi te das Tulberias convidou o Du-
que de Saxonia-Coburgo, e seus filhos, a
pasar urna ternpoiada com a Real familia
em Foutainebleau. e annuiu-se gostosa-
; mente ao convite.
( La Paix. ) .
Franca Par?, 13 de Junho.
Um peridico faz as seguintes reflexea
acercado pioximo matrimonio da Priuce-
za Vicloiia como lili.o primognito do
Principe de Saxonia-C'obur;o.
Forc convir em que a casa reinante
de Ilollanda nio fehx nos seus projectos
de uiiiao inctrimonial com a Inglaterra.
E' bem sab:do que a mo da Piinceza Car-
lota, ilha de Jorge 4, Toi pedida pelo
Principi de Orange, pai do actual preten-
dente; e que quando S. A. chegou a Lon-
dres para concluir a negociacio, a Prince-
za fugiu da casa paterna com o objecto de
se Bubtrahir a obse vai 5es que se lhe torna-
vam insuppoit'aveif. Depois casuu com o
Principe Leopoldo de Coburgo, boje Re
dos Belgas, e tio do Principe, a quema
Princesa Victoria d boje a preferencia.
Sabemos que o joven Principe de Cobur-
go sedistr.'gue por eminentes qualidades,
eque a eleicio da herdena psef.umptiva do
Tlirono Brilannico geralmeute applau-
dida em Imglateira.
( Teiftp.)
( ,Do diario do Governo de Lisboa. )
CORRESPONDENCIA.
Sts. Redactores.
Nao pertendendo responder is falsas!*
mas arguices, e algunas outras parvoi-
ces conidas em urna carta de hurntseo
asignante inserida 110 Diario de segunda
feira i5 dR rente Agosto ; parque at
pouco mais ou m im. sei quem he esso
assigninle ; todan'a limitar-me bei em
pedir a es-e Sr. 1.a, que me aprsente,
quacs as pe:oas, cm qut-m tenho deixa-
do.de cumplir minhas o'M-igafSes lor*
nando-niP assim parcial: 2.*, que me a-
p-esente igiulmente doiimi-nlo, ou ou-
tra qualquer cousa que prove nio ter
eu l'eito termo de arriada por causa dV-
se rano, deue elle tal'a eoutros que
banasta Cdade: 5., finalmente, que
uoblique quaes si o as catlng'.rias altas ,
quem tenho guardado nfpeito, e nio
ejercido rom ellas minhas obrigacOes'*
eupecificaiida as que exalem na ra Di-
reit*. que < 11 ignofo* Certo pon.Wn quu
o tal asgnanla clomniador nada pro-
vai nio menos cerln e-tou queoaed t
lioi he d. ira. tar ; prque de nutra sai ti
elle se durid ae trbdho de indag.r
verifiraiia, (jii'en nao tenho .jurtadicio
Pra mandar ia>ar canos, assim como
Uobam nio a tenho p:ua -apar bocas de-
tractlas; veiificaiiu que a muiha autho-
lidade fe f ir-. nn-cri-e un as em fasr
termos de a. hada, e fenfiraria finalmen-
te, que a nniea pera (jiie tem quem coii-
;vi *m mii casa e -cu i'Mirr.s ojanos
par* ra d a da i^OOO r-. de n ul'a e
ti'ah parle a frequ quas la neo* q 1- en. gera) todos ^e U-
geitioaeila ciu tanto ditos (800S poique *-*..t>i Itus nsolta
11,ai >r vnUal em b'isetjueaaii' pa-
eio can-t ..oteo ente < .
n ...
ei-a mult Acn* Ih-i |'"S ao Sr. s-
-i. n^nte qtie Se de un l- nha'lio d.' i-ula-
gar dn ler e de ron-ull*! quando qui-
ser tilal1 de hlgum KmpregaHo, roja prn-
liid.de peircai.ee -e-i pre u dep-i'o .|.s
sh'i nos. u aiguiccs d) .Sr. msguante :
observe em gr.l c mo meconrluso no de-
-euipeniio .. mi.ih s obiig(5es, e Uca
entao as suas aenenra, nslis 1 e 0 Hile su a r,i "'- m:u na aa^ignanle,
,. me vise ron huoi P-di-iro ral ,
.i.eii, lijlo arl-HMii-m. ule i.p-ndo
0i M|,o o ea.u.d iuiO i* Tilvet que
I,,. 1 s j^ire.-s a CoJbpiM d loma Tj-
1,,.,Tali' pa.a I. s-r dwiiamente gs-oier <
iireio em meo desabono, nio le a paraos
1 is golo.
FcrdoiSra. Redactles es?e enTdoqu-
./


T?"*-
mm
?
DIARIO DEPEAN
lbe caula o teo Amigo e assignante.
O Fiscal
Rodolfo J<>io Barata de Almeida.
VIZOS PARTICULARES.
Qualquer Snr. que queira dar licea de
Gramtica portugueza a um menino, diii-
ja-se loja da cera na ra do Cabug, ou
annuncie a sua morada.
jty Quem quiser tirar passaporte -e
folh.is corridas com presteza, eprec" eom-
raodo, procure defronte da radeia D. 7.
'fjry A pessoa que temo Dicionariolu-
glez, para vender mora na ra do Arabio
d Boa-vista casa D. i7, e adveite (|<.e o
mesmo Diccionario he eomp'to por Vie'-
ra, e nao tero falta de folhis, e nem a.s lera
impereitas, e essa pesoa que o quer rom-
prtrr|>essoalinente send lhe onvenha
pelo pieco ja annunciado, compireca em
dita casa, das 6 as 7 da manila, da 1 as i da
tarde.
Hy Na vendada r-ia dos Qiarteis D.
a precisa-se de um cixeiro que entend
de venda, e que saiba lee, e escrever, o
qual he para >ei vigo da dita, e para tora,
yp^ Avisa-se ao Snr. Joze Pinto da
Mtla, quena rna do ftosai io larga D. 7
h quem lhe d noticia %Jf< Quem annunciou querer comprar
una casa gi%nJeehem construida, e n'u-
na dis pi incipaes ras do Biii'ro da Boa-
vista, diiija sea ra do muro da Penda,
casa confronte ao nixo a fallar com Fran-
cisco Ja Costa Arroda e Mello, e tiohem
?ende-seoutra no mesmo Burro da Boa-
vista mais pequea, nova, e bern construi-
da.
ajry Precsa-se alugar um sob ado de
um andar, ou um segundo a^d'i', as r-
as Oireita, Livramento Rangel, ou pa-
teo de S. Pedro: ni ra do Liuameulo
venia D. i.
9" Piecisa-se de um cosinheiro cati-
vo, ou foirn para pequea familfa ; quem
estive nestas circunstancial dirija sea casa
docommerrio no Corpo Santo.
jj^ Oabaixoas-ignado avisa por meio
deste a todas as peso oque perend* m lau-
car peern le o Sor. Doutor J iz do Civel
da i,* Vara desta Cidade no arrendamento
anoual da casa de sobrado 1). 53, -it na
ra Diieita, que hoje 22 do crtente pelas
4 horas da tarde he a ultima Piaca, quem
a perlender compareca as horas cima
marcadas, (na ra N.>va na' casa da resi-
dencia do mesmo Snr. Doutor luis do Ci-
vel) com seu "adar xio e abonado para
l,ue no fi :i da praca a-sinem o termo da
Arremataco na ronformidade dodespaxo
do mesmo Snr. Doutor Juii do Civel, (pa-
ra nao acontecer o re'.amo que j aconte-
ceu na primeira) poi-i aque'le que WD(ir
menis alguma cousa, e linda a praca apie-
zent.M' seu fiador, e o que laucar mais o
nao apresentar para assignar o aurto, ser
o arrematante aquelle,e nao este. I-to n-
non ia o Propietario quasi total senhor
d'aquelle predio.
Caetano Pinto de Veras.
fcj^ Sfo sitio da Viuva de Joze Mar-
ques dos Santos na Entrada dos Aflictos,
apaaeceo no i. do cociente Agosto um ca-
lillo castanho como lml>o bastante f*ii
do, cujo cavallo fez uma grande estruicio,
e pagndole at que apancesse dono, e
.pagar o.prejuizo que o dito fez, at o pr*'-
zente niofoi ainda procurado o dito caval-
lo, a quem pertencer pode hit- recebeilo pa-
gando o e-tiago feilo, pois que um sitio
ondese trabilha em plantea nao he,lugar
de pastar animis.
ayy Quem annunciou querer vender
um eseravocrilo raow, bim cosinheiro e
carniceiro, dirija-se a ra do Liviamento
D. 3.
JCJT Precia-se de uma mulher forra,
que saiba coser, layar, e engomar, e o mata
S"i vico de uma casa de familia: uo llospi-
cipio em casa do Con-ul Ingle?.
WT* Qoem annunciou querer comprar
um belfo em bom uso j annuncie a si a
morala.
jjr" Quem quiser dar 350$ reis um
e ni' io p ir cenia, por lempo de um anno,
d-'iido-se urna esorari quiaodrira, e que
serve para o servico de uma rasa, a qual
tea 26 a 40 anuos, ficando o servido da
escrava pelo juros do dinheiro, cuja escra-
va at o presente sao tem vicios, diiija-se
a ra doMondego D. 5a.
%3r" Quem quiser negociar uma. ebri-
gacio de 1:400$ reis em prata, de Joze
Joaquim Teixeira negociante que dizem
ser do Ico, falle a Marcelino de Campos
Quaresina na ra do Mondego no sitio de
seo Pai o Snr. Antonio Joze Quaresma.
tW* O Snr A. P. D. Procurador da C.
de.. queira vir pagar a Antonio Domingos
Pinto, o resto do bilhete que passou em 2
de Malo do anno p. p. a vencer a um
mez, e nao ofasendo rio praso de cito dias
depois da publicarlo deste, ge publicar o
.seu nome p ir #tf-nQO, ese dir de que
prov nienie o s'-u debito.
iKaV" Quem precisar de uma ama rreta
forra com bom e Instante leite, diiija-se
a rna do Uvramqnto venda D. 1.
Ja^y Quem quiser alugar um preto pa-
ra o servico de uma ca
de dirigir se a praca da Independencia n.
52 que ahi achara com quem trodar.
jry* precisa-se de um Capellio para
um Engenho perto da Pr.ra, e por isso
qualquer Snr. Reverendo Sic.erdote, que
esteja as circunstancias, de querer ir pro-
core na 111a do Crespo D. 6, que la trta-
la de sen au-te.
fejjp Deseja-se fallar nesta praca com
o Snr. Joze Pacheco do Amara!, e Francis-
co JoXflMa'tins, queiiio ter a hondade de
aun uncial em por este Diario as suas mora-
das.
Urna Senhora com is qialidade.s
exigidas p-ra sor boa Directora, dedMrse
a ensin ir fora da praca a ler, esc ever, con-
tar, e perf lamente coser prometendo,
quesera iuid'<"sa no de-empenhodos -eos
devere>. Os Sms. proprietarios que per-
cisarem. dit iiao-se a ra Direita casa D. 11
?m. ou
irmit
que acim o com quem tractar.
O Snc. Joo pereira da Silva qu"i.
1 car
igel
D-se 300$ rs. a furos de dous
porcenloao meis port^mpo de um anno,
com hypothera ei p opuedade de caza,
ou eseravo, na trevessadeS. Joze D. 19.
ra procurar uma carta viada do Maranho,
na ra do Rangel sobrado D. 24 no 2.*
anda .
NAVIOS A CARGA.
Para p Porto
Sahir com a possive! brevidade o Bri-
gue portuguez Ventura Feliz, Capitlo An-
tonio Francisco dos Sinlos. Recebe car-
g^ a fete, e tem bous commodosp^ra"pas-
aageros: quem quiser carregar, ou ir d^
p;iS-ageri, entenda-se C"m o dito Captio,
ou com Antonio Joze d'Araorim.
COMPRAS.

Um sobrado Je um andar as ras prin-
cipaes do Bairro de Santo Antonio, e Boa-
vi^ta : annuncie.
Xy Urna ca'xa de violto; quem a li-
ver annuncie para ser procurado.
VENDAS.
U.na pela crila, de 20 a 25 an-
uos, eoze lio, e eos n lia alguma causa, e
ca.-luiiud ao strviqo de c-a, e tractar de
meninos : defionte da caieia D. 7.
Jt^* Uuas boliiaduras domadas para
cavallaiia das Guardas N-cionaes, e lii'iri
tizo, de 20 lint;)' iis rada urna, assim p wio
tobem Uiu par de escamas domadas, em
bom 950 : no lieco do Bo-ario D. 22.
jqp Boas bixas ci porto ltimamente
che;adu.s, o por pieco (ommod; na ra
do Livramento venda de O' dial.
IfW* Os fundos de uma ferrara e-tabr-
lecida na ra da Praia com todos os seu
pe tences, ou sem elles, a qual tem gran-
d-8 cmodos para e ge gralificaco alguma pela cepcao da cha-
ve, e lio semiente prompto pacamente do
a'uguel mtnsal da mesma serrara, c^jjos
fundos so vendidos pelo mesmo preco por
que forio comprados -, a filiar com Joaquim
Antonio de S. Tiago em a serrana doai*
"vier, ena mesma ra da praia.
yy T*boadode pinhode todasasqTa-
lidades, camas de vento, e babus ; a cobre
marcado sem excepgio de moeda : no at-
ierro da Boa-vista D. 16. #
jry Una vacca com cria de 10 mezes
por 50$ reis; e adverte-se que he do pasto
e muito bo boa Ieiteira: annuncie.
t/y* Uma venda com puucoe fundos e
cmodo para fania : na ra dos Quarleis
D.9.
JOP" Uma cama de Jacaranda grande, e
embutida, em meio uso : a fallar com Jo-
io Ilario no atierro di Boa-vista.
jrjp Tnz travs de 45 palmos decum-
prido, palmo e coito de grocura, de muito
bo* qi.alidale-, um cavallinho asianho
muito paceiro, esquipa, muito manso, com
selim, ludo proprio para andar menino: uo
sitio da Viuva de Joze Marques dos Santos
na E Irada dosAflictes a fallar no me-mo
sitio com Francisco de Olmda Chacn, e
no Recife cum Joze Antonio de Carvalho
Braga, ra do Encantamento armasen de
assucar n. i4-
jrjf Botina esapatos fqiilurnados de
Lisboa, dit-'S pira rapares, diU'S de ortlha,
e sipatos de manoquim para homem, di-
t.i'S p^ra meninos, e botinszinlios tambem
de marroqum para os mesmos, sapalosde
duraque de Lisboa de todas as cores muito
bem feilos, com litas e sem ellas, d'iosde
-cordavio rom fi'as, ditos demonoquim,
esetiin francrz, dit'S de cordavio pretos,
rap areia preta da Babia, e miudezas de
todas qualidades, tudo por prego mui'o
cmodo : na Praga Piafa da Irdependeu-
cia loja n. 7.
jry i2oalqueiies de cala 480, na pa-
res de sapatns de setim para SenHca, de
do Lisboa i$040. uma vaca a parir, 1 no-
vi I has, e um novilho, e 112 pares de sapa-
t<-s de cordavio para hornera i$i20:
na iu'a do M ndego D. 52.
|Cp Um negro, honilI figura de 20 an-
uos, sem vicio algum, para fora da Pro-
vincia, e tobem uma nema de meia if,,rfe
por pi cqo cmodo para fora da trra : no
principio do atierro dos Affogadoa sobra-
do de um andar d fronle do#viveiro.
ry Pipas cim agoai denle bianea ; no
atterro dos Af-gados na venda da esquina
que oi de Abtonio Luiz deFreitas.
jrjr Uma espingarda francesa ainda
nova, por pi eco commodo: na travessa
de S. Joze D. i9.
ARRKMATACAO.
Aireroata-se por venda duas paites da
casa de sobiado de trez andares da ra do
Queimado na esquina do beco da Congre-
gaco com xos proprios D. 20, assim
como dua-, pai ti'*da casa terrea na ra do
Rangel D. 10, eoutras duas parles de ca-
za terrea na ra da Gloiii D. 20 : quem
nellas qu;ser laucar compareca na ra No-
va, a poi ta do Juiz do Civel Quinta feira
11 do coi rente as 5 horas da tarde que se
hade arrematar.
PEUDAS.
Fogio dotobradoque foi do Doutor Ber-
nardo, dt fronte do Ca mo em Olinda, um
Papiga o, com%8 encontros muioencar-
nadoa e algumas peii.-s encarnadas as
portas das azas : que'm o tiver, e queira
1 eslituir leve-o a m suia < asa, que ser rp-
compt-nsade.
ESC KA VOS FUG11#S.
D-se 20$ res a quem aprehender uma
negrinha por nome Roza, de rucan, idade
13 a l4aunos, baixa, muito esperta; f-
gida no dia 4 do correte, e tem sido vis-
ta desde a riheira ateo aiia! das 5 pontas,
e quese desconfii ter sido desencaminba-
'a por C-ila pessoa a quem por este se
lhe pede mande para casa de quem perten-
ce, do comr.ii i<> tal vez se nao n bem : a
ra do Cre-po lija D. 12, ou na ra do Co-
legio a." e 3." anclar di* casa contigua a de
q na tro andares.
No dia 20 de-JuIho fugio um c
brinjia que representa 18 annos punco ma-
is ou menos, nao tem ainda barba, algu-
ma cousa est uro : os aprehendedpres le-
vem no as 5 ponas em casa de Antonio
Luiz Ribeiro de Brillo, que recompensa-
r generosamente : o dito cabrinba chama-
se Louien5o.
a/y Zacaras, naci Angola, de a8 an-
uos pouco mais, ou meno ; alio, gi oco,
com uma marca bstanle negra junto ao
pescoco, talvez de queiraadura antiga, pez
prossos; bastante palrador; conhecdo
pelos trabalhadores da ex-ponte da Moda-
lena, pelo nome da Commandante : sbe-
se que iem estado na Boa-vista em casa de
cei to sugeito, que l&lvez o lenha para em-
barcar como seo, e desde j prolesla-se con-
tra qualquer, que o lenha em seu poder:
oeseravo desapareceoem dias do mez p.p.:
quem o aprehender leve-o a Olinda t>< -na-
do junto a S, o qual foi do Padre Mostr
Pegado, ou no Recife, ra Direita *:,
5. andar, que sera bem recompensado.
tty Fugio no dia i5 da fabrica de cal-
deireii o na ra Nov.i um neg.o Aogico de
nome Jo.-, oflicial de raldeiieiro, estatura
mediana, corpo bem fornido, olhos vivos,
nariz chato, cara com muilos talhos mia-
dos, rendido de uma verilha, b-slanie a..-
seiado, e por is>o tem diferentes uniformes:
osaprehendedores serio bem lecompen-
sados leyando a Joze Pereira Teixeira.
JCJP Fugio um molecote de naci An-
gico, deidadi pouo mais ou menos de ib"
annos, tem a es-i talliada, bous denles a-
bcrlosadiaute, ollus algum lano encar-
nados, tem a mole lia de calor de fijado
as rnios; chama-seThomaz; q >em o a-
prebeddei e levar a seu Snrs. Luiz Gomes
Fe 1 reir 110 mondego, recebera ao$ reis
de gratificacSo.
jcy No dia 8 do coi rente mez d receo pelas 8 horas da nme do sitio em
Santo Amaro que foi do Fradc de#Jeiulem
doiseseravos a saber : uma negra oriola,
por nome Domingas, com os -ignaes se-
guiules *, baixa, magra, olhos g.'andes, des.
dentada, lalia de c bello na caneca, e uma
p. rna greca causado de um formigceiio, q
foi em cumpanhia de um m-gio, dt? Ani^u|.i(
por nome Matiotl com os.siguaessegumte,
baixo, cor vermelho, cabeludo nu peilo,
cheio do corpo, mogo, e bem feilo ue cor-
po. Ong'o foi acostuniado na Natrizda
Varzeae Muribec, por ter perten ido a
D. Maria Francisca de Paula muradora em
ditos lugaies.
arjr Miguel, Nacu^ogola meio ba-
Xo reforqado, vestido Vi uma carniza de
xilaazul, e ciroula de brim prelo, cha-
peo de palha pequeo, cacbaro rap.do,
pnueabaiba, piza meio cambilado, fugio
no dia i4 do correte, quem o atbar po-
de pgalo, e I. vallo a su Sr. Antonio
Norherto de Souza Lialdade morador 00
Engenho do Timb que lhe pagar o seu
traba'ho.
jy Desapareceo no dia 30 do mez da
Julho prximo futuro, urna pr ta por no-
me Margaiida, do gento lebolla rmstra
ler 18 a 20annos de idade estatura 01 di-
na 1 ia bem parecida, chea do corpo o I ico
supi-riorgros;0 com duas sacati/es do lado
e-(i i'Tilo no pesco-so -baixo da orelhi,
bem ladina naris chato levou vestido saia
de seda prela com f.ores. Quem a des-
rrnbri dirija-se a Praca da ndepedeocia N.
'Su que ser bem recoupensado.
Taboas das mares chelas no Pono d*
t'r.rnambuco.
10Segunda S -
T:
J12-Q:
^ 3-Q:
n i4S:
i5S:
i-:
1 -
o
ah. 6 m
2 54 >.
42 a
30
4a
30
iTdrd.
E
- 7- 18
NOTICIAS MARTIMAS. $#&{&*
Navio sabido no diaaO.
Para o Cear sabio a Sumaca Santo An-
tonio.
im. 11. ___ '
VEKjf. NA TlP.^DB M. F. Faria 1836;


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