Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05723


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Full Text
ANNO OK 1836. TERgA FE1RA
-.l-l!
16 E AGOSTO N. 176,
i
I* urna m nuco, ii Tirn M. P. de Par*. IH.16-
DAS DA SEMANA.
15 Segunda Assiimicao de N. Sur .
10 Ter$a S. Roque F. Re. ale m. aml. do J. de
O. de t.
17 QuarU S. Mamede M. Sessa5 da Thex.
18 Quinta S. Clara de M. F. Re. de m. aud. do J. do
C. de m. e Ctianc- de t.
19 Sexta S. Luiz !! es. da Th. P. aud- do J. de
O-det
20 Sbado S. Bernardo Ab. Rcl. de m. e aud. do
Y. O. de t. cm Olinda.
21 Domingo S. Joaquim Pal de N. Snra.
Ttdo agora depende e n meimnt da nnsaa pro
leen. MKiiit ra<;:io. e "nerea .'continuemos ruinn
principiamos, e t-remo ap.riiladoa com admira-
Cao entre as Nacoes maisculta*.
Proclamado da Aii'tnbira frml d* Broill
8nlicreTe>e a IOMr. mensae* pagos adiantadns
nema Tvuografia. na das (tiizcs D. .1, e na Pra-
ca da Independencia N. ST e SH : Ollde e receben!
correspondencias legalisarias. e anminciom instrui-
do ifl ..vti-- gratis sendo don proprio ai(;iiaiuen,
p rindo aasiguadna.
L
CAMBIOS.
Agosto 13.
AJOndrcs SO Ds. St. poi l cid. ou prata
cento de premio Nomina.
Lisboa 5.r> por o|o premio, por metal, N'om.
Franca 260 .896 R, por franco
Rio de Jan. 6 p. c de prem.
Moedas de 6..400 I3..S00 I.I..400
4,.000 U..T00.1 6SUO
Pozos |,.440
Premio da prata 50 p. c
.. da lettras, por me* I a 2 por o|0
Cobre 25 por cento de descont
a5(
por
PARTIDA DOS CORRrW.
Olinda _Todos os da ao meio dia/
Ooiana, Alliandra. Paraiba, VilladH Conde, Mo-
man^uape. Pilar, Rea: de S. Joo. Brejo d'Areia,
llainlia, Pombal. Nora de Souks, Cidade do Natal-,
Villas de fioianiiinha. e Nova da Prineena, Cidade
da Fortaleza, Villas do Aquirs. Monte mor noa,
Aracatv Caseavr. Canind, (irania, Imperatrii,
S. Bernardo, S. Joao do Principe. Sobrar, Novad'
KIRe, Ico. S. Mathens. H cae lio do angue. S.
Antonio do Jardim, Quexeramobim. e Parnahiba
Segundas e Sextas fcira* ao meio dia por ia da
Paraiba. Santo AitlaoTodtis as quinta* titiras ao
meio da. Garantios, e Honito mu liaa 10 e 24
de i.'ida mez ao meio di. Floresa dia ISde
cada mez ao meio dia- Cabo. Serinbaem. Ro Por-
mozo, e Porto Calvo- no! dias 1, 11 e 21 de cada
niez-
I
PARTE OFFICIAL.
'
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEa. GF.RAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEHJTADOS.
Sessa de 8 dejando.
Coniiwuaco do o. antecedente.
O ianto a emenda do Sor. Vasconce-
los, lembra ( oSnr. Calmon) que no re-
Idtorio que acabou deler, de eccordo coro
seus collegas da Commisso, emittira a
opiniio contraria eliminaco feila ; nao
julgando.quedevesse recahir sobre as Pro-
VQtias a despeza Feila com tos coi pos,
que elle Deputado podia e devia chamar
militares. A Commissio de Orea ment
peino i! assim, porque entende que o nos-
so exercito nao deve ser em tudo seme-
Ihanle aos Exercilos das Nacoes polieiadas
da Europa 5 cbrido not.ir aqui es-a des-
granada mania de queiermo-. admittir lo-
dos osexemplos das naces cultas, e jun-
tatnenie na pule em q' nao sao nem anda
po&m ser applcavfis ao I5ra7.il, pois em
n-gra prete que temos despnzar o a par-
le que nos seria dealgum pioveilo, em
relacio ao nosso estrdo de cvilisacio. Que-
rer tomar por modelo do Exei cit do
Brasil oExeicilo da l-'ia-'ca, da Inglater-
ra, da Prussia e d'Austii*, nao jiarece
razoado a elle orador. He por ventora
lorcoso que o no.-so Exercilo se ja COBipof*
lo dos mesmos Drages, Creadores, Sapa-
dores, etc. que ha na Europa ? Ser des-
honroso que no quadro figure, porexem-
plo, os coi pos dos lig. iros do Rio Dore e
oulros, que sendo ad .palos ao i-oitco
que devem* facer as mattas e bienhas, %--
j5 uteii sejjuranca inierna d> paiz?
Nao queiemos soldados lindamente f.u-
dados, e que bellamente figurera as pa-
radas : na5 he igso meo, porem melnir
beque seja elles adaptados ao servico
e utilidade que tem de prestar ; ira
como no quadro do magnifico Exercit >
Inglez Ggiira o Escossez de kaiote e pernal
nuas, na5 v elle Depulado ra/io p.ira
desciedito, em que figuic no qna lio do
nosso algum corpo com calcas decouio,
coto lano que iits-e uniforme ellesiiva
bem a Naca aquem perlence. Por ou-
tra p.'rte, ponsiderando que o Exercito
tem por fin tnanler a segaianca interna
externa do paiz ; e que as Divises de li-
geiroa do Rio Doce, Espirito Sanio, e
ftlotanho, tem por fim repellar os agres-
f-oif. Hac kf.iri.las M-lvaeens e de Tribus m-
dcpcndcole^.nad se pode com raiap di
Zer que laes Divi.-es nio devio perlenrer
ao Exercito, es'r assoldadadas cusa da
despera geral. Nem he licito classifica-las
c<>mo forca policial, porque e>la,tem por
fim a rejiies-.au dos crimes, e nao a rle-
fpza das Provincias contra s inrur^es
dos Selvagens, a quem nos Estado* Uni-
dos .se tem declarado g ierra por muitas
vezes, e a quem n< fuemos o mesmo
em 18O9, se bem se recorda elle Deputa-
d". Peiism lo as-im, elle orador declara,
que nio *o Vai de acord com os piinci-
pios rerebidoK, mas tamb m com o inte-
re-se particular da Provin< ia que tem a
honra de representar. A Baha carece
de huma comptnb'a de ligei> os para a ti -
feza dodislriito de Canavieiras, d cer-
les do Rio Pardo, e da Salsa no vasto ter-
ritorio da Conquista, E e-a medida (c-
linua o Ilustre orador) nao m'i be ulil
Babia, como s Provincias de Minase Es-
p rito Santo, se n 5 ao Rrazil em geral.
E por is.so p<-de lireng para mandar huma
etnendi a fim deorganisir-.se huma rom-
panhia de 60 geiros para a gua da da-
quellas paragens 5 d^ndo por esse modo
o seu voto a favor da emenda do Sor.
Vaseonrellos.
Denota deslai n fl xes onobreDepu-
la lo diz que nao cclueo s u discutan ro
dar o motivo porque disse, que tinhamos
huma Camra aui generis, e hum Mui-#
terio sui generis. E nao B" persuada al-
guem que elle Depulado faz epigrama1;
nem se escan (alise olgu-m com sA Iin-
gu geiu. Declara q ie, ten -lo tt>slidu .-os
debales dos rorpos I-gislal iros dt Europa,
e conlitcendo a|i a coinpoSc-5 das respeft-
livas Cmaras, nao pode d-xar ler.ro-
nhecer, cuinjiarando a rom a nosaa, qMie
be esta sui generis. Na Crsa dos Com-
mutii os pai tidos e cores polticos sao ali
condecidas, e bem pronunciados : he clie
le do partido wigh, o >' u 'lo L Td J. Rus
m I ; do Tory n eloqu nle Pe. I ; e do ra-
dical o reformador O'oii'ieM. Ni Cama
ra da Franca os lados exliemo* e cenlroa
sao bem divididos; e os pai li los bem ex-
tiemados. U me,iino aucrede nos Estados
geraes dos Paizes haXOa ; e deve succe-
der (como e'le orador 1 n ;i, p s que a
nao vio) na Cmara do actual Reino dos
B Iga-, O que vemos pon m aqui (excla-
ma o orador)! onde o partidos polticos
que sao alias neces arios no Coverno re-
presentativo, e quefazera pane e sencial
do seu mn li iniMiio P Ha lados, ha cen-
tros, ha credo algUui pronunciado? Nao:
logo he sui generis. Quanlo ao Minis-
terio, tambem o he. Factoa anterioies
(continua o lustie Depulado) Ibe tinh^
dado a entender, que o Mini-terio nao
era regular que nao* obrava de acord,
a\e o ncnsamenlo do Governo nao era um
s, etc.j mas lmma ciicuuitancia re.ente
o Viio convencer inda mais naquella sua
iitelligencia. OSnr. Ministro daMaii-
nha derlatjou em bumasessio, que igno
rava o fado da entrada de huma forca na-
val ngleza no Para ; e outro Snr. Mi-
nistro declarou na roesma sessa que sa-
bia do faci, ts'onoseiia possivel seo
Ministerio nao fra sui generis.
Depois de faHarem mais algunsSnrs.,
fi<-a adiscussa adiada pela hora. O Pie-
sidente marra para ordern do dia acn
tiMiaca da dsxussaS adiada, e levanta a
sessao pelas duas horas da tarde.
SENADO
SessaS de 9 de unho de i836.
Presidencia do Sr. Rento Barroso Pereira.
Lotioque se ach reunido numero suf-
ficienlede Senadores para firmar cas,
he declarada abeila a sessa, l-se, e fica
pprovada a arta da anterior.
O primeiro Secretario d conta do ex-
p< diente.
Ordem do dia.
Entra em nica disrussa o parecer da
meza, ?ubre a puhliridade dos trabalhos
do S>-n idoeni liiima fulha semanal.
OSnr. Rurge-de-i ja que esta Cmara
ji'leiree ao publico as --u.-s di-cns-Ses, em
hum sentid 1 o 11 ais |> 10 possivel, g no
dia (teguiute ; porem que observa que a
demora que te i iluiece na revista semanal
bede o lo tli.s, o que nacnnvem; por isso
be sua opiniio <| e se proponha ao em-
prd/ario (jue seobugu a dar pu'ili'ida-
de' s di -cus-oes do Senado no da -eguin
te. no Jornal doConroeicio, ou em ou-
t o t)u-Iquer peiiodico, declaiando a qua-
lia que |)a.a isso pretende : encujo sen-
lid > manda emenda mesa, que he a-
poufda, ea final app'ovada.
Entra i-m disc..sa hum parecer da
Com. de Iislrucia Hub'ica, sobre o re-
que imeiilo de Lniz da M-.ta Leile de A-
1 a 1 >, 1 m re.-ultado doqual aCommissa
aprevena a s ,;uinte resoluca :
A A-stmblea Geral Legislativa resol-
ve :
Ait. 1. O D rector do Gtirso Jurdi-
co de S. Paulo fica autoiisado paia ad-
mittir matricula do segundo anuo, o
esludante Luiz da M jo, nao ob-Unle a falla de exames pre-
pralo ios de logKz, Historia, e Geogra-
phia, huma vez que como voluntario le-
nha provado a frequencia do dito auno.
k Ait. "i. O lelerido esludante, quando
apj)rovado no s auno, n..f ger
aduiiltiJo ra-'tn-.uia do teiceo, bem a-
presenlar approvaca& dos preparatorios
de que por -gora he dispensado.
Arl. 3 Fica5 rehogadas, p3ra esto
caso -rnente, as leis em contrario.
O Snr. Rorges manda mesa o seguinle;
Vo'te Commisso a resoluca que se
discute, p'i-a que comparado a coen as
lets da creaca dos Curso Jurdicos, e a
dos seus e.-tatutos, minute resoluca de*
clarato'ria da maneira em questad.
He apoiado, e entiaodo em discussaS,
susta-se adamateiia primuidiel.
OSnr. Ver\ueiio em seguida ofierereo
seguinte: Requeiro que a resolucad Va
a' Comu,isa, para examinar se ha l 1 0119
faca necessaia e.'ta dispensa ; e pr< puuhsj
oquejulgar conveniente. He apoiado, a
entrando em di-cus-a, suspende-se a da
materia anterior.
Dep iis de brees rtfl-xs, he po-lo a
votos e fica regeilado. Piogride por con-
sequencia a di^cussa antecedente*
Datnio-e a final a materia [>or discu-
da, vncese que a resoluc- pase a se-
gunda discussa independetide do reque-
riin.nlo do Sur. Roiges, o qua! a final
tambem be approvad>. *
'JVn do dado ahora, o Presidente decla-
ra que as mateiiaa para a sessa de lO do*
corrente, sao as dadas para a de boje, c le-
vanta a tessa.
CMARA DOS DISPUTADO*.
Sessa de 9 de Junho.
Prtsidencia do Sr. Arujo Lima.
Pelas tu horas da 111 rili procede-se
chamada dos Dcputados, e logo que se le-
unem em numero I-gal, o Presidente de-
clara ab ra a sessa, e lendo-se a acta da
antecedente, fica ajiprovada.
O i." Secretario d conta do expedun-
Ordcm"o dii.
Continua a discussa sobre o requeri-
mento de ordem do Sur. V.iscoticellos pa-
ra que o projeilo de resoluca da Cun.
de Justica Criminal sobre medidas rela-
tivas ao Cdigo de Pi\ Cr.| seja conver-
tido em projeilo de decreto.
Dado por di-cutiio orequerimenlo, he
posto a vutos e appruvado.
Entra por consequencia em primeira
di.-cus-a o projecto.
O Sur. Sebasti.- do Reg pronuncia-se
contra opnjeclo, pelo julgar atili cona-
iiturion.il. i.-to he, ir de encontr s re-
formas da Conslituica, pois que legisla
sobre altrbuces de etnpregados quo sao
pi 0V!CC!:"1
O Sur. Goncalves Marlins declara que


V
DIARIO DEPERNAMRUCO.
julgava quequando o Ilustre Deputado
pedir a palavra para se oppor ao projec-
to, seria para fallar contra alguru de
seas arligos, e na5 contra todo o pro-
jecto, oque dccu-lo naS esperaba. De-
pois de outraa ieflex5es o Ilustre Deputa-
do conclue sendo de parecer que asfunc-
ces que devera exercer estes emprea-
dos deque trata o projecto, sao do poder
geral.
A dicu-sa fica adiada em consequen
ca de se annunciir a chegada do Sr. M*
iiistio da Guerra sala immediata, o
qual, sendo inlroduzido com as formali-
dades'do estilo, oceupa o competente lu-
8ar-
Continua a discus-a adiada do aitigo
i. 1." do projeclo de lei sob prqposta
do Governo, que fixa as forcas de tena
para o anno financtiro de 1837 a i838
com a emenda da commissa, e as seguin-
tas emendas apoiadas:
i." Do Sr. Calmon: Que se con-
temple hura novo corpo de ligeros de 60
pracas para a defeza do serla da Conquisa
ta e districto de Caruaviciras na Piovin-
cia da Baha.
a. Do Sr. Ferreira da Veiga : A
piafar a emenda da Comraiisa, aceres
cente-sena paite que r possivel.
OSr. Paranhos, entremoras nflexS-
es que ex pende si bre o 1. artigo da pro-
posta, nota o estado de-gracado a que se
ada reduzida a mu Piovincia, e diz, que
se acaso putessemos lanc ir na Provincia
deS. Pedro do Rio Grande d-j Sul huma
forca considerare!, ella nunca chegaiia -
quelle estado que oa soccorroa que ella
tem recebido pela rep. tt m sido routo escassos, o que de certo
nodo (em desanimido os defensores da
legnlidade naquella Provimia. Conclue
fioalroente o illu^tre Depulodo remetien-
do mesa as seguinies emendas :
Que se contemple hum novo corpo
de pedestres na Piovincia do Rio Grande
de S. Pedro do Sul, para defenderem dos
Bugres os viandanttR e moradores dos
distric'os de cima da serrn de S. Mai tinho
e campos de Vareara, etc. He apoia-
di.
No i.* do artigo i., depois da pa-
lavraexistentes, diga-seno lugar em
que o Governo julgr mais conveniente
era altencos neeessidade-j do pait, etc.*
He apoiada.
O Sr. Araujo Van na remette mesa a
seguidle emenda o 1." do artigo I. :
Depois da palavra lecrutar, accrescen-
te__na conformidade da lei de 6 de Outu-
biode 1835, e tupiima-se o rato do
K etr. r> He igualmenteapoiada.
OSr. Vianna declara ter pedido a pa-
]vra para facer wlgumas perguntas ao Sr.
Ministro da Guena, e pede licenc a S.
xc, para Ihe notar, que a re-peto do
'Ttciutameoto, que he h( je huma das cou-
sas as mais impoi tan'es, na5 \ huma t
pa'avia no seu relatlo. De.se ja poi tan-
to que S. Esc. Ihe dga qual be o nume-
ro de bayonetas d que se compe esse
coi pos que menciona o projecto ?. ..
Tem ouvido dizer que a sna Gxaga he de
teis mil. (llespondendo-se-lhe que nao
'Cout'inua o Ilustre Depotad >.) Com ffei-
to nao -'ao seis mi' ?. Diz que a na per-
gunta nao .e refere agora forca de bayo-
n:i.is e si ni "O imite o de hornera.
O Sr. Ministro rer-
pos devem prefaei* a h.rca de de/, mil
duzenlos esessenta e huma pracas, inclu-
sive os fl> iaes.
OSr. Vianria pe.gurita, se oGncmn
reconbece que esta !>Q* no :-eu estado cf-
fectivahe si.llicieu'e, pva qe c m ePa
*e julgwe babil-lado para i haroar t o dtin
OS rebeldes do Ro Gran le e do Para ?
OSr. Ministio dei.Ura q' he sofficienle.
OS-. Vurina pergnnla, que ore* < Ife-
tivi se presenta aclualmente riesses cor-
OSr. Mimbro rsponds,qe, secun-
do os mapp.s que tem piesente-s, sao tr mil e trsenlos liomens, nao cumprehen-
d-r.do seisientas pistas i|ue marcharlo.
O Sr. Vi.nna continua peinuo'aodo,
que forca dip Rio de J..ne;ro ?
OSr. Ministro responde, quatrocentas
i .juir.hcn!-3 prtca*.
OSr. Vianna, depoisde fZ^r algumas
objciraroessobic o projecto, dit que ro-
ta por alguna das emendas do Sr. Para-
nhos, por Ihe parecerem mais eipcitas
do que accrescentar emenda da Com-
missad as palavras, na pai te que lr possi-
vel; por qnanto quer habilitar o Gover-
no a prcencher a forca do exercito para
acabar com a rebellia do Para e Rio G.
e uniros quaesquer que apparec<<5.
OSr. Figueira de Mello, depoisde al-
gumas observac.es, diz que, vista do
relatoro e piopo.-ta do Goveruo, onde
nao enrontra as informages nccesrias
que a Constituiga exige para se fixar a
forca de trra, nao pJe elle DepuL do dar
o seu voto pele artigo que se discute.
OSr. Limpo de Abreu, depois desbre-
ves reflexoes responde aquellos Sr.. que
jlga5 haver contradicca no Sr. Minis-
tro da Guerraj quaodo disse que se con-
foimava com a emenda da Commissa,
modificada com as palavras que julgou de-
ver accrescentar-lhe. Diz que o Sr. Mi-
, nistro pedio noseu Relatorio huir ampia
autoii-aa5 para fa/er o r<-crulamento, e
na de 6 ma, porProvincins, na raza de rnaOes-
peetivaa popul-ces : quanio opin6
delle Deputado, be que convm que em
circunstancias extraordinarias o Governo
nao deve ficar ligado nos pseioa <|Ue d>-ve
ter a sna dis| o ica5 para u?ar prompta-
mer,le da forca armada ; mas que n5
existimio esas circunstancias extraordi-
narias, ser conveliente que o recruta-
mentostja dividido pelas Provincias, con-
forme a populaca de cada,huma Helias ;
isto julgaconv.r mais n.- exi.stindo cir-
cunstancias extraordinarias, e ser de mais
de acordn com as leis que Umos slne re
crutamento, com a disciplina do* Exercito
e honra dar. armas brazileiras. Concorda
naopiniadoSr. Calmon, quanlo a na5
podt r servir os exercitos de Franca e In-
plateira de typo para o no.-so exeicito ;
mas quantoao lecrutamento nao pode
hover typo melhor.
\ respeito das (1 : nes do Rio Doce,
rujo Em he a cathequese e cirtMoaQ doa
Indio--, o que por pertencet so Governo
Cerl conjuntamente com os Gocemos
Provinciaes, alguna /Ilustres Deputado
querem que Da6JBquc-ni esses corpos per-
tencendo aosGoverid Provinciaes, per-
guntai a esses Ilustres Diputados, se o
Governo Geial julgasseque o im o de c5-
teguir a calhrquese dos Indios fofse out'O.
nao Ihe er-a licito di/er que uaS desejava
que as divi.sas do Rio Doce continuassem
a pertencer ao Governo Geral ?
Passando a esppn'ler ao S Calmon,
quando julgou o Ministerio sui g> npri-.,
por c-usa do Sr. Mini-tro da Maiinha
p- responder pelos msanos termos que
elle orador a repeto das forcea ingWas
estconads no Par, dizque o Sr. Mi
nistioda Marinha n5 discordar d i a loe. se na5 nos le> m^s qie emp' ecra ;
pi>r quar.to i principal fim dess* divisan
lie proteger n (omme SO
poique hnm Muii-tro sobre qualqner fa-
cto nao,responder pelos mesmos termo* e
p,la*ras que hum seu colb gi, torna-o o
MnUtliu sui g neiis, est persuadido el-
le orador, que nao ha ver Mi:i-teiio que
n.i5 eji sui generis ; suppondo o honra
d > Deputado, o Sr. Calmil), membro
de hum Ministerio n 5 teiia Birj*t04 c-
panheiros quese pudessem exprimir como
elle, e n>-m por iso e | oderia julgar lunn
Min stetio sui g<;m-r..
O lustre orador p.twa a re-ponler s
ceosiir-s (juese ha feita,na Cmara a res-
peito d-s firc.'S mandadas as duas Pr"
vincias n belladas. Diqi^O Sr. Minis-
ti o da Giieira j sali fuera comp'etamen
te nesta parle bs nd v.r que o G'veino
d'lsyi 'le lo-U a tropa que p Ip, nao .
d Rio d< Jam irn, ooiiiu d qnaii ti.-.lis as
do Imperio; e elle oi>dor diiia qii', se
acaso essa forcas nao chegra cc-m a pr>'~-
U-za que eia p >r i so atti ibuir ao Governo, Owprtrs q
>o co r 'S se tem mandudo ir da Bihin pa-
ra o Rio Grande, e tt na ramOeSa delles
hou*er demora, oa5*Ja ella sec 4xpo>
tata ao Governo & i al, era moias V trien
ao anenies do Governo porque as rnea-
mas leit oll'erecem as vezes embaracoaj e
. I! orador de-eiaiia que os lo-d es De-
pula dos ie faieui es-as censuras o (i >-
verno, fos-em etecutoje* das Kis, p i-
queeuto baverian defeoder ao Governo ;
porexemplo, a lei das Guardas Nacio-
uaes foi para elle Ministro o maior trope-
co para auxiliar a Provincia do Rio Gran-
de com Guardas Nacionae.i.
OSr. Vasconcellos nota a'guma^inco-
herencia entre os dous Srs. Ministros da
Guerra e dos Estrangeiros, bum defende
a emenda da Commi-s.>5, e o segundo de-
clara se contra ella. Observa que o Sr.
Limpo, adiando pessimo o nosso sy*tema
da Gram-Bretanha, nao se lernbrava que
na Inglateara quando ha recrutamento
para a armada, as cidades fica em estado
de sitio, e por isso nao devia merecer tan-
to este systema as sym palias do nobie Mi-
nistro dos Negocios Estrangeiros. Sent
o nobre Ministro ter amaldicoado o nosso
systema de recrutamento, e na5 offerecer
bum substituto satisfactorio. Persuade-se
que o nobre Ministro, considerado colle-
clivamente, lera sempre a de.^graca de en-
contrar tropeos, onde, como Limpo de
Abreu, nad encontrara ; e se assim se
consid rasse, havia lembr^r-se que as ius-
ti ueces para o recrutampnto fora mal
meditadas, revogao leis em vigor ; que o
rtcrulamanto foi feilo rom tanta precipi-
laci, com tal despreso para com o cida-
da braitlero, que no Rio de Janeiro fo-
ia5 presos 5oo ou 6oo indrvidoos dos quaes
sse julgra aptos dous ou tres. Per-
sudase mais q<>e e.-ses transtornos que
o nobre Ministro aecu-a, he prova de
que n: tem bavido disciplina ; e por
que depois da ievoloc*5 de Abril se
entenreu que a disciplina era hum gran-
de mal para o paiz ; e dahi data todo o
mal do nosso exercito. Nao partilha pois
a opini do Sr. Miuistro, que do recruta-
mento veio tolo o mal ; deseja disciplina e
vigor ; porque hum lecrutameto que nao
exige grande Sacrificio do paiz, na6 he U5
impopular como podem pensar aquelles
que para se manierem no seu posto tudo
quenm sacrificar populai idade, poique
muitos lugares ha em que o recrutamento
he nfcessaiio. Declara n.' saber com que
argumento' se possa apciar a opiniaS d <
Sr. Mi'si Iro da Cuerra ereitda na Cmara,
porqueelieDeputadoeul-ode que iecru-
lamento be hum objecto geia'. Reprova
altamente a opinia do Sr. Ministro d->s
EsUigeiios qnanto proporca que deve
guar quer dar pretextos s'Proiincias, para que
deltas se exija, n'lium circunstancia or-
dinaria ou extraordinaiio, maior numero
de ho'iiens do que os revolucionarios en-
lendem que ellas devia dar. Sem ser por
espirito de provincialismo, dir que a Pro
vincia dn Minas he huma das mal par liba-
das na divi isso na5 devia ser agtrravada com mais essa
despeza, com as divisis do Ro Doce. Sus-
tenta que esta f rea deva estar a ca'go do
Governo geral, e subordinada ao Minis-
tro d Imperio, porque o principal de ver
des-'as divisSeshc 8 Citbequesee cnilisaca
dos I dios, p.n ei endo-iha h >ver anomala
me tarem sujeitas ao Ministerio da Guer-
ra. Reparando na cuntradiccad que ha
entre o Sr. Ministro da Guer a e o Sr. Mi-
nistro dos EtrangeirOS, diz que uem por
is o julga o Ministerio sui geneii-, por.pie
talvez a Cmara he queseja sui generis, e
o Mstiistet io creatma da Cmara. Obser-
va que, em sua opinia, a Cmara devia
negar o seu voto qi. ido apresent u bum relator o que p.i-
iecem que o cumplimento da hum dever ; mas
que a Canina n.i 'Un formulas, mas
d, ao Ministro que se aprsenla, qnanto
pede e quer, e por i->o. em quanto an-
dariuos a-sir, em <|U tedia a* formulas eaaeuciees da Governo
repre enlaiivo, nao U remos hum Minis-
terio organiaa'lo p ra mentar menta ; ru
bavei esees lados, es es extremos de que
falln o nobre Deputado, o Sr. Calmon.
Dep' is d facer klguina* bieo que dissera u Se. Mini-tro d>s Ea-
irang-iros o Se. Ministro "oa Marinha,
a respeito da forca naraJ injle/.t rio Para,
conclue e*clam.ind i > Ah Se' o S v Pa-
toja n no* aates, muito mal v-i o paiz.
^Militas risadas )
O Sr. Carmom tgeadece ao nobre Mi- \
n'airodwi Est'anseiroso dar-lhe occa-ia
a fal'ar aiada huma vez acata materia.
Conliniu ninda dccia(sr a favor da proposta cingindo-se ao dever
constitucional e nao a sua consciencia.
Concorda com a opinia do Sr. Limpo, de
que o recrutainento deve ser fcito pelas
Provincias, ra raia5 de sua populaca,
discordando tiesta parte daopinia do Sr.
Vasconcellos. Depo:s de algumas obser-
vacesroais, em apoip desta sua opinia,
passa a responder a alguns tpicos do dis-
curso do Sr. Limpo de Abreu. Obsorva
que a conscripca, fazendo com que a
mocidade franceza v servir no exercito,
depois de voltar ao seu paiz, indo servir
na Guarda Nacional, j est adexlrada as
armas ; o mesmo nao acontece entre nos;
e por con-equencia na5 p le a nossa Guar-
da Nacional, composta como be, estar no
caso de mandar marchar huma divisao pa-
ra o Rio Crande." Observa mais, que se
o Sr. Ministro nao se roostrou favoravel
conscriptas, mostrouse favoravel ao
engajamento; elle orador diva, que se
recrula para a marinha britannica, e pela
maneira que aedi-se ; e todava a mari*
nba britannica conserva o grao de esplen-
dor que he sabido demsis, persude-se
que a disciplina do exercito britannico
nao resulta da maneira de engajar. Ali
o engajamento he ordinariamente feito na
classe dos vad os, na classe daquelles que
sao reos de polica, que fogem d'hum Con-
dado, que for*5 perseguidos por se acba-
rem incursosna caca illictta, etc., e por
constquencia pde-se estar certo que la
se engaja a mesma gente que aqui se recru-
ta. O Ilustre orador, depois de filiar
ain la algum lempo sobie a organisacao
dos exercitos na Fianca e Prussi*, diz que
o dever da Cmara he pesar bem estes ex-
emplos, medidos com as circunstancias
peculiares Do nosso paiz, a fim de ver se
saapplicadosouse em vez de fazer bem,
vem peiorar o uosso estado ; persuade se
que nao terembs hum exercito regular e
disciplinado, sem que lenhamos de fcto
huno leciutamenlo, que Ihe parece nao
estar bem regulado, que julga que em vez
de ser promovido foi entorpecido pelas e-
vtrilualidide-.
Dando a hora, o Presidente decan a
diacussaS adiada, e dando para a orde.n
dodiaa sua continuacaS, 1 varita a MaSuS
j)' I..i duas horas e meia da tarde.
PERNABMUCO.
GOVERNO DA PROViaClA.
Expediente do dio t ti
CFFICIOS.
Illm. Snr. As Leis militares nao sao
applicaveis ao Corpo Policial, por ron--
quecia, nao procede a do vida, que o Em
pregado srviudo de Contador na Conta-
doiia Provincial poem sobre abonar-se u-
ma b sta d/Bagagemao2. Commandante
d'aquelle Corpo, que vai destacado para P
ja de Flores. Qnanto ao prego devera
ser regulado a 1^0 r >s por legoi. Desla
maneira respondo o .-cu officio de 8 do cr-
reme, que acompanbui o do uunciun. do
Empregado.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Gover-
no de Pcrambuco i i de Agosto !ie 1836..
Francisco de Paula Cavalcanti de Aibo-
querqueS ir. Insneolor da Thezomana.
Ao P.efeito da Comarca d Bonito
communicaiido-lbe, qu nao exi.-tiudo no
Acaup.imeii'n de A"i>a-Pi eta* carfuxame
do adarme i3 para llie ser remitlido como
havia sido ordenado; d've mauda-lo rcie-
ber no Arspmljde (>u< na.
A o P.i. f ito da Comarca do Ri For-
mo/.o'sobeeo mesmo cbjctu do cilicio as-
ima.
Ao Commandante Superior das
Guardas Nacionaes de Goianua para moii-
'dar dispensar do servigo o Guarda Nacio-
nal Fraocisco Cavalcmiie empregado na A-
g-ncia lio Corre0 aquella Vl'Ia.
Ao A.lin;riislia Cid.ole cenaruqicn 'o-!Se ter ordenado
a i Co manda rile Supeiior das Guardas
Niciotia vigo Fi%ncaco Cavalcante Agente do
Loneio da iiiesma Villa.
A II-rcolaiio Al es da S'l> a nerr ;an-
do-o M.nib'i) Tiiesiuiiiio da Adou.iii ira-


DIARIO DE PERNAMBUCO.
cio dos Est'abelecmentos de Caridade.
^- Foi presente esle Governo o offico
dessa C<,mara datado era a do curente mez
aCOmpanhando dous offii ios da propriea-
r, do Engenho Rio Formozo D. Francisca
Antonia Litis, e do Coronel Francisco Ca-
zado Lima offerecendoa primeira a doaci
gratuita e sera eondicio alguma de utn Pie-
dio seo paia edificado de urna Cadeia, e o
segundo oatro predio para a casa das sesso-
es da mesma Cmara gi tonamente por
cspi-co deseisannos com pertnissio de fa
zercra-se as obras, que forem necessarias,
e principiando a pagar se-llie no fim de 6
annos o alague!, que for aibitrado pela
Cmara; e offrecendo igualmente o terre-
no que b junto ao refei do Predio de um,
eoutro lado para ama casa de mercado
Publico. E em resposta tenho de .us-
cara Cmara, qae aceite o generoso offe-
recimentodeto dignos propretariosjou-
v*ndo-o, e agradecendo por parl des-
le Governo o nleresse que tomo pelo bera
publico, e depois passe a lavrar Termo, e
fazcra competente Escritura, devendo tra-
1rar, estipular desde j o aluguel, que no
fim dos 6 annos principar a pagar ao Co-
ronel Casado Lima, tendo attencioas hera
feitoi as, que se liouverem de faser no Pre-
dio por elle < terecido.
Dos Guaide a Vmcs. Palacio do Go-
bern de Pernambuco u de Agosto de
1856. Francisco de Paula Cavalcanti de
Abuq.' Snrs. P.esidentee Vereadoreada
Cmara municipal do Ro Formozo.
A Lei que creou as Cmara* Munici-
paes naoas auctorisa para terem A droga-
do de partido, e sim incumbe aos sus Pro-
curadores defenderos direitos das mermas
Cmaras perante as justicaa o diaras ; por
eenseguinte nio po>so annuir apermssio,
que Vmcs.-pedem a este Gobern era seu
officiu de 9 do crrente para engajar um
Abrogado.
Dos Guarde a Vmcs. Palacio do Oover-
no de Pernambuco 11 de Ago to de i83.
Francisco de Aaula Cavalcante de Albu-
nierqueSnrs. Presidente e Veie^doresda
Camaia Municipal da Cidade de Oliiida.
DIVERSAS REPARTICOENS.
i
i
PREEITURA. DA COMARCA DO RECIFB.
Parte; do| dia 14 de Agosto.
I lm. eExm. Snr.Ptlo Comisario de
Polica de Fora de Portas, forio remetti-
do o Guarda Nacional Manoel da Silva, e
. o-pardo E>taciode S uza e Eolio, os quaa*
forio presos pelo dito Sub-Prefeilo, por
baverem brigado, e ter sido fer ido este por
squelle com um garrafa. Pela Sub-Pre-
W torada Fieguezia de Samo Antonio, foi
remettido o G. Nacional, J"ze Francisco
-dos S.utos Ribeiro, o qual fora pesO pe-
la patrutha de polica, que loiulou no
.D.atiiitu eiR bcirt, por estar a-bno, e in-
sultar de pnlavras a dita palmilla. Pela
Sun Prefeiiurada Freguezia de Murib.ca
I foi hontem remettido o S.ddado do Bata-
/ lhio 7.a de Cavadores de I." Linha J-io
RaptistadeOliveira, o qual fora prexo no
logar do Jordio, por estar dese tor do re-
fe.ido Baudilio. Das nutras Partea rice-
hid.siio consta que houvesse mais novi-
dade. .
Dos Guarde a V. Exc. Secretan;; da
P^feitura da Comarca do Rciile i de A-
oki de 1816 [ilco.JiExiii. Snr. Fian-
cis.-ode Paula Cavalcante de A Ibuqoerque
Presidente da Proviucia.-Mamel d.a N'S
nmento da Costa Motateno, Pnf.Uu "
Comarca.
Paite do dia i5.
Ilm. e Exm. Se -- P-'a SusV-Pisj-
rlura de Santa Am-nio lorio remtttt-
doson.rdo Uan-el Franeiscu Pe.xe o
...o.lfo.a preso | el*. Sold. do da Qunta
Compimha do Co.pd Policial Vrenle
Fe,,eir da Silva por tei sido enco.it-a-
d as^ doras da noite eni briga Cjm ou-
tros,^ue por terem fugi lo deixio de ser
presos i e u preto Joaquim tarrifo de
Luis de Fia.ca o qual fora preso pe.
palmilla*, que rondn no Dislrde do
Col. gi-i, p-redar api-ando, pondo asiin
em confusio as patrulhas as quaes as
rondas se servem d'esse signal para so
reuniio. Da Fieguezia da Boa-vista foi
remettido preso o creoulo Basilio por
haver insaltado a um Soldado daqoelle
corpo. E pela Sub-Piefeitura da Fre-
guezia da Varzea foi finalmente remetti-
do o pardo Joio Antonio dos Santos por
qneixa de ler desvirginado urna rapariga.
Nao occorra mais novidade.
Dos Guarde a V. Esa. Secretaria da
Prefeitura da Comarca do Recife ia d-
Agosto de 1856. Illm. Sr. Francisco de
Paula Cavalcanli d'Albuquerque Presi-
dente da Provincia. Manoel do N. C.
M. Prefeito.
MEZA DASDIVEUSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 173.
CGRRF.IO.
O Brigue Feliz Destino recebe a mala
para oMarauhio, a man lia (17) au meio
dia.
OBRAS PUBLICAS.
Q Inspector Geial das Obi as Publicas
convida aos Propietarios das Madeiras,
que esta no Foi te do Mattos no lugar em
que se edifica o novo trapiche do .il^'d-
a removei-las qutnto anles daquelle lug.ir,
afim de poder continuar a dita .dificaca ;
declarando que n& respunde pelo estra-
vio deltas, um por as quaes ficaiem de-
baixo dos atierros.
InaperoaS das Obras Publicas 6 de A-
gosto de 1836.
Mora es Ancora.
EDlTALt
A Cmara Minicipal da Ciduije d'Olinda, e
seo Termo em virtude da Lei Scc,
^az saber quero convier, que em cum-
priraentoda Lei do Orcamento Provincial
do presente anuo, que a 29 do correle se-
rio arrematadas por lempo d'uin anuo (oor
({uemtnais dei) no Pjco d'este Cuncilho,
as passagens do Caldeireiro, oreada na
quantiaile 4000OO reis, e de .Vldria-fa-
rinha oreada na quantia de i o< ^ reis-; cu-
jos arrematantes se apresenlai habilita-
do^ com fiador doeo na|forma da Lei.
E para que chegue a noticia de todos fez
ptssar o presente s'b oignal e sello d es-
ta Cmara, linda 9 de Ag'isto de 18.I6.
Eu Joaquim Higino da Vlotta S Iveira, Se-
cretario mteiinou escreti.
Ignacio Antonio de Barros FIcio
Preidente.
O Padre Joio Jore l'iieira.
Jo/.e Joaquim d'Almeida Gu>def.
Ariliuiio Jote do Bpiito Sanio Barata.
Manoel Ai.touio u'Assiinipcio Caidim.
REFLEXO'ES SOBRE OS JUROS.
Disseiioos Peripatticos: O dinhei
ro tiio podendo prolucir dinbeiio toda a
siira de.e ser proscripta. .. Com elles"
cui. vimos que o dinli-iio no pro loza
dinlieiro ; lodivu co-.ti e l--s nao [olemos
convir nem os q e ti Terem senso com-
111 um que se pi oscreva esia usina, <|ne
em seo uso g>'iier co Ihe chamamos yuro.
Por exemplo anlig.'inente as leis de-
Icimiuavio, que o joros nio podrf-sem
exceder de 5 por 0/0 au auno na hypotlie
se de que as tei ras em nnos 1 o enfun-,
nunca deixo para menos dest.i reida ou
beneficio. D*q'uiconcliiio-e, que aquel-
le que pj-snis c 1: 00$ r. e cotnpiava
huma propri-dade % |.erc-be ia 5'5 rs.
de tend. Lo*i lia l.ypotliese; Ctfino a
m >eda nada mais he, que hu.n signo
repre/e.ilativo da primeira das i(|uezas ,
eotoRia-se a prim na vista ni > dever
p-.odu7.ir maior rendimento, oujuro,
op que ella pela r. equivalente de valor entre a trra e o
dioheiro ; em fim que os frutos civis des-
le, como os naturaes daquelle, devem es-
tar em perfeita paridade, llavera por ven-
tura paridade entie o Commercio ea
Agricultura; as Setnelas, e as Ai les?
Estamos cerlos que ninguem responder
pela afirmativa. Dir-nos-liio que te nio
deve permettir aos Capitalistas levarem
hum juro mais alto ( leila a devida .ib--
traccio do Commercio ) do que aquelle
quo perceberem os pioprietanos de beus
terriloriaes { ali.z seiia perUnder que #
tes abatidonassem as exploraces ag ru-
las cujas productos preciosos ( Acucar ,
e AlgtdaQ ) icnovio-se todos os annos ,
para abracaren! aquellas da especie amoe-
dada que por si mesma nio d producto
capaz de regenerar-se. Que resultara
de 6milhaute calamidade P Responder-
nos-hio talvez que a quantidade dos
rendimentos tenitoieaes deminuiria no
entant.) que aquelics da especie metlica ,
ficaru &empie no raesno e-tado ; e que
em consequeueia atsubsistencias augmen-
tariio de valor e pela mesma razio os
productos di industria espcrimeniaiiio
a meso a sorle. Aqui tendes paraduxos
que primeira vista iiludem o ju:zo mais
atilado ignorando qoe o Commercio na-
da lem de comroum com a agricoltora O
Lapitalisla ou qualquer oulro nio pre-
cita, e nem toma o dinluiro aoulrem,
?e nio com vistas de maior ganancia, em-
prebendando especiilaces longos e ex-
tensas. Quando hum Capitalista nio
quer ou nao sabe que destino dar ao seu
dinheiro por se Ihe negar hum inteicsse
proporcional ao empresiimo, prefere dei-
xalo estagtiado nos Cofres, oquehebem
natural. Se pelo contraiio houvesse lei
(jue o compeli-.-e a emprrgalo para que
a Naci e a Sociedad'e nao ficasse priva-
da da benfica iulluencia que o seu em-
brego produziiia 2 em lodos os ramos da
industria, esultaria cm tal col-io ( por
intoleravel mpolca e al em grande
parte intil ) lui;iiem de tal Paiz <>u a-
liasdirtm sepultura a seus thesouros em
incgnitos e inacessiv.eis escondrijos, co-
mo lem lugar na maior parte da Asia.
Ha innmeros sec-ulos que se debalem os
Moralistas, eTbeologos, contra a intitu-
lada u.-ura em a mor paite das Nato s
antigs e modernas -, to lavia anda ne-
nhiiin Legislador a pode vedar em tilmo
algum tstavel ou permanente D'oude
nascera esta empoleucia, te ni da natu-
reza das couzas iucomprehensiveis que
esli foi a dq alcance da acanhada eslea
humana 7 Genricamente fallando da-*e
oipitlietode u qtjailtiti que se d alem d > (inncipal ,
|;elo deVidor ao seo credor, cima da taxa
determinada por lei para o endemoisar do
pr'joizo que experimenta, pela pnaracio
momeutai.ea d>> seo dinheiro. Q'ai do
e.'ta illderanisae(0 e-l encerrada nos li-
mites legaes toma a denominacao dejil-
lo. Os Reris terriioreaes facultando a
p imeiras rupie'.as, e as especies amoe-
tladas sendo proprias a medir e repre-
sentar nmi valor, para que Imns nio
po-sn prevaleier-se kubie >s ouiros o
Legisla lor decedio qoe d'esem rend*
mciit m igu.es ; todava como os b-ns ler
litoiiaessello realmente productivo*, "
e que as moedas nio pr< duxeni se au
poi fecqo ha sido natural que o OrU'
indo.-decidisse, qoe os primeiros eieia-
:em le base aos oulro*, e que soan nra-
du.cSes preealeceriio na ineama odin.
Consequen temen te as corbeitai, ow safras
leudo lugar em cada Inirii atuo o juro
nao po le por tanto pe* -eher-se sena.
no fim de c.da anno. Objectio algn.,
que se por exemplo pei'Ctbease-se o juro
antecipado tod.is os meses 00 em quil-
qu.r nutra poca aires do auno Godo,
se.indo a hvp-Hhi- e-lahelii id* e em
re-peit" le ni- p< d-r-.se hia ronsid -
rar >e ni. como co-if da principal ,
ou como licita. Nao obstante 'S'.s e
ootioi rgiimentoi qoe possio produiir-se
capcioaaniente, cmprenlo considerar
vst.s a-^t-ic s .uno vtrdadeiros prmei-
pi- s. Bn k* lugar porque as tei ral
tonslanieinerile nio dio os nro-
duclos; e en a. porque nio he mar-
rilha ver estipular e mesmo com lega 11-
dade, que a sonnm ni ser empiesla-
da se nio por 1 1, 5 6, e 9 nietei
Se. Nesta supposicio pnece que o juro
se pagana antes do prazo marcado por
Lei, dando hum beneficio superior aquel-
te auferido por a mesma lei. Duas ra-
zS.'saconselhario esta ordem : 1.a porque
nio sendo o dinheiro produclivel de s
mesmo, como ja observamos, senio por
ficcio foi livie ao legislador permettir
aos co'ilrahcntes quo-frecebessem o pro-
ducto as pocas que houve.sem pactu-
ado; o que nio tem e nem pode ler lu-
gar (dativamente aos Bens lerriloraes ,
de qualquer especie que sejio por serem
seus prudu.tos annuaes ; e em a.* porque
se elle constiangesse demaziadamcnle os
coutrahentes em seus arranjos d'enteresse
causar se-hia sem du^ida p ejuizoao mu-
tlialario obligando-o a tomar por hum
anuo, huma quinlia da qual nio havia
urgente pitvisio te nio por hum prazo
mais cuito.
Ten-se a calculado que o meio propoci-
onal d-)S rendimentos terriloriaes deixo
5 por /> por anuo. Segundo esta liase e
principios manife.-tados f>i natural dicidir-
se, que o dinhei o dado a juro, produca-
se a mesma lenia. Entio por analoga ,
as rendas das tenas se denominrio ,
* fi uctos naturaes e os que produzi.i o d-
nbei'O Irutos ci*is. Havemos appre-
senlado os principios da natureza do juro ,
em relacio ao punto que sustentamos res-
la-nos anda examinar d (halladamente,
quas foio ou motives que decediiio o-
Legislador, em pe tender que o dinheiio
amoedado nao d se maior rendutiento ,
queasleiraspo.diodar no fim de cada anuo
commum. J-Lsta euicstigacio besuptiior
nossa curia esfera ; todava leiita-la-hc-
mos como podermos. Natuialmentc os
homens piocurisempre melhorar sua con-
d cu na sociedade. Supposeiio poisosLe-
gi>ladoies que se o dinheiro los.e estima-
do dever valer 011 prcduzir mais q' os das
Ierras, q'pes.'i algua se decidira em ad-
quirir pn.pi edades lirrictore.es; sendo
mu natural prefer ssem o meio q' Ihe pro-
porcionasse 12 poro/ mais ou menos pot-
an no, nquelleq' nao dara se nio 5 por <>/j
Daqui oiis. herio tlles(laUez no teupoem
que a Iv.onomia-polilica nio havia appa-
iecd ) que necessariameiile resoltara a
baixa do pricodas liras, p oulras pro-
pi edades e vicever-a 1 alia do preco pe-
los pn duelos ten itotiaes e sucesivamen-
te o preco de lodos os productos la indus-
tria que pela sua caresta, ocoatiooari*
o o avtmtnto do cambio com o estran-
geiro, e por consequeueia hum commer-
cio prcrario que o laria por esta cansa
com muita maior vantagem entroduzindo
cntie nos seus Capiies por mcios dos
qi.a.s l>-var nos ho lodo nos-o numeraiios,
por 1 fl'.-ito da usiira. *
E.Unios firmemente convencidas alca
evidencia, que estas ra/es nio pcovio
a inculcada saludoria c lenos aquella
sia cons i> iicio que tanlo carai lerizou
nossos antepassados legislador, s quando
presi reveris por le o juro a 5 por 0/0.
Paia justilicir-mcs o rornr. mos, que em g> ral os Capitalistas preft-rem
p rceher lenos lucro comprando bpns
lerri'oi iacs do que galibar muto ro.is ,
empreg..ndo scui rapifaea a giandes juros ,
ou usuiascomo commomenteselliechsma;
e i t p* la ia.-n mu simples de prefrlirem
ha ver iiiem s d'lifia man. ira reita, 011 pe-
lo menos oiueder< r al do que mais na
maior, ou pre&omivel mculeza. Islo d-
loassim sem mas nem menos, ha de pa-
recer cimei r i O nosso A 11.0 01 la rmnier
cial e ao donto Snr. Machado. QueSa
bichees...!!.' Ja se nos fig'.ra ouvilo ex-
rlam r em to'ii de alafa 'feoha n lo, te-
nlia mi.., agoia sim que o lanco por Itr-
ia Dir elle pois a quazi re>| ?a de hum
grande beneficio a esperanei des.- poder
lealsar foi luna em hum in-i.-nie( na Ca-
bera d.lle) o meio que Ihe ifferece subtia-
hu -e ao paganv n'o dos hn|stoS, o abrj-
Koqe lbefrn.|ueiao empiegode seu di-
illieliO, cintra a n ve geadl e ontras
clamidades naturaes, sa^i oulras tan'as ra-
zrj.s, que o d-le min.o '. sempre a laucar
mso do juro elevado do que perreber hura
mai^ mdico em iendimenl..s ten ilociae-.
Connua o Anacoreta >* Nao ven.o nos
noasi lodosos das poseas cjue poiiiio vi-
vir em hu honrosa abastanca embair-
iem-se com ti.d quanlo pos-uern em
li:ima fraaii eaabircaajlo aireveisarem


w
i
DIARIO DEPERNAMRUCO.


i*
i
tara
aa^afca;. a aan
mares os mais peiigosos p tarem huma fortuna que l'requeotemen-
le perdem por meio, de falsas fljspeculaf 5 s,
depois de havei ein corrido o> mais enormes
perigos. Qml -c;t pois a rasao detei mi-
nante que O faz (ornar semelhante ex Hedi-
ente"? O nleresse diremos r.s. Sira
interesse, que ein jiokso fraco modo de
antever os objectos*he prisma ao travez
do qual se veein objeclos bem difieren
tes do que sao. Ainda objectar nos-ha o
Anacoreta, de que para miihorisar-se ac'
tUdlrcenle a usura ditem : os lempos es-
to crticos com 89 reiteradas banca-rotas;
e assim como o Segurador exige premio
do Seguro que acceila na raso din ca
dos riscos que tem a correr, s-gue-se que
o mutuante exija o juro legal do seu di-
nheiro, e de mais a mais o premio do
Separo, que naturalmente lbe he dev do,
em consequencia do risco a que seexi>5e.
Parece a P'imeira vista haver paiid de de
rtfio ein todos estes argumentos mais ca-
pciosos do que verdicos. O mesmo ana
coreta, ou oulros que taes ainda nos
di rio *, piimeiroque ludo podem eropre-
garseu dinhtiro comprando bens terri-
toriaes ou casas na Cilade ; em segn lo
lugar dalo sobre hypotbecas ; terreiro
dalo a boas firmas ( quesempre abun>lio
dzem elles ) em fim existera dia-
rentes meios de fazer render o diuhei-
ro honestamente sem que se faca o vil
em prego deuuiario. Mal nio isto he
o que nio querem j hom, ns ambicioso' :
elles querem por exemplo com i:oo<$
ja. terem 24o, e 5 ou lucro annual e para que suas vistas
nmbicio^as nio falhera pitferem as hy-
polhecas. De que tein servido as leis re-
presivas contra a iimi*? Ellas nada
ina9 tem feito, que augmentar o mal era
ez de cralo como av propunhao. O
Commercio helvre por mtureza, spm li-
heidade nio pode prosperar tancar Ihe
grillies teamos de ver a mpsma lula da
hberdade civil contia o Despotismo. To-
das as leis repressivas sio fareis a Iludir por
toda a casta de meio*. A isto ubjeciar-nos*
liio que pode mui bem ter lugar no par-
ticular, poiem nunca no ger.d. Aquel
1 que boje podesse mutmr a 5o por
o/j o inns energonhar-se hia em ou-
tro lempo se o fite-ae, a 6 ou 7 por o/o.
Todos Bates argumentos que contra llave-
ro os eslabelecido tio filhos de Mitigo*
prec&nceitos, da ignorancia impostura,
hypociisia, ese mais amn'o houvera
la chegariio.
(Continuarse .)
.AVIZOS PARTICULARES.
O Snr. que no Domingo 14 lo crrente
Agosto loi trocar ump.ila-io no BaUquim
da ra do Rosario, a noite, eque em lugar
de urna pataca em praia, levou, por enga-
o urna pea de ouro, queira lser o Favor
de a ir restituir, alias se l'ar publico o
geu nome por esta mesma f Iha.
yy Oahaixo SbSgnado, vendo 0 ha-
rulho que oSur. Ancora leni feilti rom <>s
moradores da estrada dos Aflelos e Pon'e
d'Uch. offeiece ao Sur. Engenhciro'um
a, 3 ou 4 E-ciavos velhinhos que tem no
seu sitio para OaServQO da e>trada do M >n
guinho, e adverte a S. S. que nio exige
paga por este cffeiecimtntu, e quer ser-
vir a S. S. ou ao putilico e ruda mais.
Joaquim d'Oliveira eSouza.
yy Quera annunciou no Diario de i2
do correle ter urna morada decusa de 5**
andares para vender sendo em roa prioci
pal, qu< ira du'igii-se ao abaixo a-signado
na ra da Cuia n. 59 primeiro andar, ai
mu remo compra urna rasa terrea no atier-
ro, ou rraca da Boa-vi.-ta.
Julo Manuel de Jezus da Malta.
%ry Aff.ua-se um terreno na Futrada
que vai do Minguinho para os Affl rto-,
para edificar casas; defronte do sitio da Se-
nhora D. Laurianna; a fallar na ruadas
Trinxeiras sobrado D. 18.
tjry Arrmda-se uro sitio peito da ira-
ca : quero o tiver annuncie por esta folhs.
Quero tiver urna casa terrea, que
nio exceda de 7$ reis no Bairro de Santo
Aulonio, ou Baa-vista, nio se escolhe roa,
para alagar ; annuncie para tractar.
JC^" D-se a> 0$ reis a juro- sobre hi-
poteca em umescravo, queseja fiel, e que
fique os juros do dinbeiro pelo servico do
esciavo: quem Ihe convier aununcie.
Xy Precisa se de urna pes->oa, que en-
sine f aricez, l.mge dista Cidade /jO legoas ;
quem seproposer a faser este servico anuu-
cie sua morada para se faser ajuste.
%ry- P. i gonta-se aoSnr. Ancora por-
que raso orcou os pre-.os da ponte dos Car-
valhOH a 6-O do Manguinho a 480? Se-
o os da Ponte dos Carvalhos maiores ou
mais trabajadores do que os da Ponte do
nangunbo? Creio que nao.
O Perguntador.
Igp- Quem precisar de um Portuguez
para vender po na i ua, oue ja tem
sua fregiu zia : annuncie, dando elle fiador
a sua conducta.
WP" Quem annunciou querer corqprar
urna preta mossasem vicios, nem achaques,
que sabe coser e engomar com perfeico,
dii ija-se a ra do Rosario larga venda da
porta larga D. 4
ifW OAuctordd tnnuncio no Diario
n. i70, de segunda feira 8 do crtente,
torna novamente a rogar a qualquer Sr.
Pioprietario, ou a quem Ihe convier ceder-
lhe por alugueis, um andar, 011 um so
sobrados, em qualquer das ruis publicas
dos Bairros do Recife, ou Santo Antonio,
queseja decente, e birva para huma fa-
milia crecida, qufi>a la ver o obzequio
annunciar p*ra ser procurado : protes-
ta-s prompto pagamento a quarteis, as-
seio, e hom tratamento do pr ehta, porque encomodado, quazi que
passa por (moda) assim agor* pralcar-es.
*ST O abaixo asignado confirma, e
ratifica o s>u aununcio inserido no Diai io
de Pemambuco N. 162 de 29 de Julbo
do presente anno e para seo roa inr es-
cl tieeimento acressenta que lendo sua
Cunbada Mara Pereira de LimaGondm
hipolecrtdo ao fale.-cido Vilac, metade
do sohraJo uo pateo do Parabiso < urna
caza tenea que Ihe est anexa por Ihe
terem forado rstps predios no Inventaro
de se >s Pa*s falescendo porem a s"r>bre-
dicta minha Cunhada sem testamento ,
nem hei deiros acendenles, nem decen
denles, hoclaio paasar esta fazenda por
direiio s uas duas irmans como nicas,
e 'egilimas herdeiras a Sra. Monica Be-
ned cta de I ,im,i (ionim Solt-ira ea
Sra. Anna da Trindale de Lima Gondim,
minha muiher e da qual -ou Adminis-
Irador puque nunca houve Smenea do
Jui/.o Eilt siastico que nos separase. A-
vibta do exposto, o abaizo asignado a-
prova e convem que rematados em asta
publica metade do dito sobrado, a casi
li pertencentes lalescida sua Cunha-
da paga a hipoteca a* fale-cido Vhca ,
ou a seos Jierdeiros : paga a Decima ao
Grai io se recolha o remanict-nle ao Dt-
pu.-iio publico, para ser inventariado, e
p-riido entre as 2 tnicas hirdeiraaa Sra.
Mo a e mnba muiher; des le j-
protesto so no pug-renlo da Hypoieca rio
Vilaca e Declinas, aprovar e ciusentir ;
assim como prolc-lo nio con-entir, c a-
preva* o pagamento de qualquer outra di-
vida iem minha audiencia, consentimen-
lo, e aprovaco ; as^m romo protpstonio
Consentir, e aprovar qualquer Iransatio
dos bens da heranca venda ou p-rmu-
ta e eropunho pela pela paite que ie.s-
pri'a a dita minha muiher sem minha a-
proyacio e corisetimenlo.
Lendo porem no roe-roo Diaiio n. tyi
de 1 1 de Agosto do correte anuo s-'-
naJo por Monica Biiiedicla de Lima Gon-
dim rmque u e cobrio de viiupeio-,
injui'as acabando por me homar ora
o titulo de lio de P > I ca 5 eu pee > ao
Re-peitavel Publico que .u-penda por um
pouco o seo juizo, em quaaito eu posso
mo-trar a falcidade deasas calumnia* pe
rante o competente Tribunal do Juri, es-
criptos no seo infame, e r< g^teiro anun-
cio ; parece que basta quanU se tero dicto
pua nao seimos enfadonbos.
Joo F< rnindes Souto.
Qutin precisar de hurn Caxeiio
ou padeiro que sabe- para fura da ter-.
ra annuucie dando fiador a sua conducta
/y auctor do annuncio que diz pre-
cisava de um sitio na margem do Rio Ca-
pibaribe, mora na 1 ua de S. JoJM, unica ca-
ita de dois andares, no lado da Ig'eja, 110
piimeiro andar, a filiar das 6 horas da ma-
nila as '6, e das 2 da tarde ale as 3.
COMPRAS.
Tima casa lerrea, nos Bairro, de Sanio
Antonio, ou Boa-xista, que sej< grande e
bem eontruida : quem a tiver annuncie
\f5f Um cavalloquarto, que seia gr
He, novo, e que es'eja qi.ando nio gordo'
ao menos em carnes de dar sorvico : na 1 ua
do Vigario, casa junto a do Silva & Comp-
em sima de um nrmafcm deassucar, ou ua
roa do Crespo loja da esquina da ra do
Queimado.
aj.y Dois livros intitulados E'cudo
dmiravel. e o Caminho da Verdade, ainda
queesteja em mo estado nio faltando fo-
Ihas : quera os tiver annuncie.
IjjP1 Urna Trompa lirada com todas as
suas voltas-eem hom estado ; quem s tiver
annuncie.
t9" Um corrame de lustro, e urna
barretina qnee/teja prompta p* |G. N-, as-
sim como urna farda em hom uso : annun-
cie.
tjr^ Uma negrinba de 10 a i4 annos,
com alpumas halulidades, ou sem pilas : na
na do Collegio sobrado de um s andar
D. a.
LEILAO.
Diego Cocksholt rComp. fazem leilio
no da Qnarta feira i7 docorrente, de fa-
zendaslimpas e avaiiadis, na casa da sua
residencia, ra do Trapixe novo n. 14.
K9 George Kenworlhy & Comp. fa-
zem leiao no di* i7 do crrente roez, de
diversas fasendas avariadas por cunta de
quera perlencerem.
VENDAS.
Um Bilhar com todos osseus pertences ;
no Boiequim da ra do Rosario.
tjr^T Vende-se, ou troca-se por uma
pela rapariga, que saiba engomar, e fa-
ser o mais servico de casa, um prelo de na-
ci, que rppre>enta 11 annos de idade, ro-
busto, e tal qual ofli- i.l de sapateiro: na
ra Nova sobrado 3, a. andar.
rjf Uva negra mossa, bonita figura,
sabe lavar u abfo, core c engoma lisi>, e
rosirdia sofrivelrnente: na ra das 5 pon-
tas no p-nultimo sobrado.
Xy" Um sitio no lugar do A^cende can
deia de fora ; distante da Cidade de Olin-
da uma leeoa, com bastantes arvores de
fi uto, boas baixas para capim e rio corren-
te pelo meio: no mi^roo a fallar com o
propritario iiaioel da Roxa.
ft^ \ po>sp de um terreno no quintal
da Ordeno 3.' do. Ca roo, e uma tenda in-
leira douiive-", e uma casa j principiada
de pe lia e cal no lugar doCaxang: na
ra Nova D. 3, que l se dir quem as
tem.
U* Por preei commodo trrz livros
em bi aneo, papel de Oianda, folh-s intei-
ras,eb m eucaiiernados : ni ra do Ran
gel no penuliimo sobrado deronte da
The-ouraiia provincial.
O" Bizerro de boa qnalidade, e roo-
de> no : na iua da S.nzall.i velha n.4i.
%9' Um neg inh, crila d-* i5 16
annos, e de botiit.i figura: na ra do Col-
legio n 9. 3.and.ir.
W-tT1 Umescravo de naci congo mui-
to trabalhador, e sem vicio, e roesmo um
hocado de ouro velho : no Hospital do
Caimo no andar debaixo na primen a En-
ferma 1 ia.
%y Por prpezao uma escrava sem vi-
cio algum b mita |ligura, de 18 a 20
anuoc ; cosinba mui bem o diario d'uma
caza ; lava de sabiu, e mui hbil para
compro de roa c tratar de mininos: ta
bem troca por um molequede i5 16
annos, sem vecios que tenha boa figura
pagem : am Oliuda ra de S. Beuto ,
N. i9.
^fW Quero percizar da 100-2) reisathe
500^)ajnros daudo propredade mostran-
do-a liare edezembaracado o pinhores
d'oiuoou piala diujo-.-e a praca di Uni-
io loja N' 37 e 38 que U dir quera
asda.
Mp Taboado de pubode todas as lar-
garas e conipriraentos a sim como huma
piquenna porgio do ludo a prego cmodo
no Arroaze m de Sal do. F.decido Bruto
Joze da Costa.
ALUGUEIS.
Aluga-se um grande arraazem proprio
para asstfcar ou outra qualquer cousa na
raa do Fagundes D. 8 : quem o pe tender
dirija-se aoprimei.o andar do mesmo so
biado.
ESCRAVOS FGIDOS.
Boza, de naci, de 13 a 15 annos,
estatura baxa, quando anda ligeira, falla
acelerada ; fgida no da 4 do corrente, a
carregou uma tiouxa com 4 vestidos, 2
Imneos, e 2 de xilla asul, um puno da
costa, um roas.sode continhas falsas do Rio
deJaneiio, um dedal e uma tezourinha li-
na, consta que anda por os mucamboe das
lavadeiras desde a casa-Forte al o Caldei-
reiro, e tambem consta ter atravessado pa-
ra o ou tro U do do lio: os apiehendedo.
res levera-na a ra do Crespo loja D. i?,
ou a ra do Collegio D. II, 2. e 3." an-
dar onde morn o Tenente CoronelMa-
noel Cavalcante, que serio coro geueo-
dade lecompensados.
/3a- Christovio de naci Anguila, es-
cravode Francisco Joze Tupinamb mora-
dor na Cidade da Babia com os aignaes
stguintes: estatura bsixa, cheo do corpo,
cor pela, sem haiba, rosto redondo de i-
dade de i\ annos pouco mais ou menos,
denles limados, tem um furo de brinco na
on Iba direita, com o segundo dedo m-
nimo coro uma cortadura, os pez racha-
dos de clice da obra em que liabalhava:
quem o dcacobrir poder nlrega-lo a Jos
da Rocha Paranhus morador Qa ra da
Condenca quinta casa do Cimba, e na Ci-
dade da Paralrb ao Sor. Franci.'co Perti-
ra Pinto, no Rio Grande do Norte, ao Sr
Ui bao Egidio da Silva Cosa, e laobem
em Maceiao Advogado o Snr. Joze Cor-
rea da Silva Titara, quesera mui bem re-
compensada por qualquer dos annuucian-
tes.
Taboas das mares cheias no Pono de
Pcraambuco.
4-Segunda S'-
5-T: I -
6-Q: -
7-Q:
8S: 4 -
9S: -
0 D: J -
9-i. 18 m
10- 6 .
ib 54
11 42 N
0 3o
118 M
a- 6 a
Man.
Tard,
NOTICIA MARTIMAS.
Navio entrado no da i3.
Bo.'ton ; 45 diesj.B. Amr. Florida, Cap,
George Le Neckersan : varios gneros :
Ferreira & M.mliold. Ton. 133.
Shidos no memio da.
Porto; B. l'oit. Importador. Cp. aia-
noel Pinto de Araujo : va 1 ios gneros du
paiz. Pas^ageros o Doulor Joze ('.ttano
da ftilva, JozeJoaquim Das Cotlho, Ma-
noel Alves Narica, Antonio Joze Machado,
ManoeUoze deOliveia, e Antonio Joze
(ioncalve.-.
Rio de Janeiro ; Palaxo Paquete oo Rio
M. Joo Rodrigues Amaro ; sal e couros.
PBR.V. NA TIP., UB M. F. FaRIA lSG'_
.


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