Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05714


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO DE 1836. QUINTA FEIRA
4 Br AGOSTO N. 167.
Pbihiamuuco, iTyf.iuM. P. de Pra. IHS6-
DlAS DA SEMANA.
I Scsiinda 1. de Aposto 8. Pedro ad vi nenia Aud dos
.lui/s. do O. de m. e de c. ses. da TlielOU"
ruria Publica a Chae, de t.
Terca N S. dos Aojos Kel. de m- aud. do J.
" de O. da t.
3 Quarta Invcncao de S. Estevao P. ses. da Thez. P.
I Quinta S. Domingos de (i. ltel. dem. aud. do J. do
('. de n. e Charle- de t.
5 Sexta N S. das Ncvcs ses. da Th. P. and-
el.. J. de O- de t.
f Saltado Transfi^uracao de Chr- Ilel. de m. e aud.
do V. Q. de t. ein <'linda.
? Domingo S. Caetano.
TYdo agora depende e nos mesmo da nnssa pro
denes. morirraco. e energa :conlinuemos com
principiamos, e eremos afnnladni cmn adnura-
co entre as N'acoes asis cultas.
Prnclumin a a
Subscrere-se a 1000 i. mensaes pag-n. adiintados
nenia Tvpografia, ra das Censes I). 3, e na l'ia-
Ca da I idependencia \. .1* es ondeas reeeliein
corre.' pondenclaa legalisada*. e animnos: inserin-
do c <* t-ratla sendo do proprioi antiguantes,
e rindo signado.
CAMBIOS-
Ag**ta 3.
-LiOmlrcs .Ifi Ds. t. po, l d. ou prata a 50 por
eenio -le premio Nomina.
Lisboa 55 or o|o premio, por metal, Nom.
Franca 960 265 lis. por franco
Itio de Jan. fi p. c. de prem.
Mnedas de 64O0 I3..5O0 l3.,4O0
4ot;o 6..T00a 6S00
Prioi |440
Premio da prata 50 p. c.
., da lettras, por mea I 2poro|o
Cobre 25 por cento de descont
as
w
PAUTIDA nos conUROS.
Olinda _Todos 01 dias ao inem dia.
Colana, Alhandra. Partida. Villa do Conde, Mo-
manguape, Pilar, Mea. de S. Jlo. Brrjod'Areia,
Rainba, Pombal, Nova de Sonsa. Cidade do Natal,
Villas de Golanninha, e Novada Prineeza, Cidadc
da Fortaleza. Villas do AquirAs. Monte mor nova,
Aracatv, Cascavel. Canind, Granja, Iraperatris,
S. Bernardo, S. Joo do Prieipe, Sobrar, Novad'
El Rey, Ico, S. Matheot, Reachodo angue. S.
Ant mo do Jardim, Qneseramnbim, e Parnahlba
Segundase a-xtasfeirasaomeio dia por ia da
Paraiba, Santo Antio Todas asquin'is feirasso
inem dia. Oaranhnns, e Bonitonos dias lo e 1-t
de rada mes ao meio da. Floresno dia II! do
cada mes ao mel dia- Cabo. Scrinbaem, Rio For-
mo/o,
mrz-
e Porto Calvo nos dias I, II e 31 de cada
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA, GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPOTADOS.
Sessa de 30 de Maio.
Presidencia do Sr. Arujo Lima.
Pelas 10 horas da tnsnh procede-se
chamada dos Depotados e logo que se re-
tinen! era numero legal, o Presidente de-
clara aberta a sessa, e lendo-se a acia da
antecedente, fica approvada.
O primeiro Secretario dconta do ex-
dodieute.
Ordem do din.
Continua a discussa adiada na ante*
ror sessio, e passa-se a discutir em se-
parado ossegointes artigos :
Art. 3. Quaodo o documento, pe-
dido por ceriida, ou vista do qual deva
ella ser passadt, tiver mais da det annos
fin ai tiguidade levar-ae-ba em todas ases*
taces, a titulo de busca, outro lanto do
custo de cincuenta legras de escriptapara
cada bnm dos annos em que o docuOento
exceder a os de?, cessando a accumulaca
annual deste emolumento aos vinte annos,
alera dos quaes elle nao ser cobrado,
cando s permittido neste caso o quan
liutivo correspondetite aos des annos,
por mais antigo que seja o documento.
Art. 4- O art. antecedente nao com-
prebende os Tabelliies e Escrivies do ju-
dicial.
Art. 5. Os Officiaes que passarem as
cerlides dtclarar oo p dellas o .-en cus-
to, eassgnar.
Ari. 6. 0-. Secretarios, Ofliriaes, Ta-
belliies, escrisie*. e outros quaes quer
luuccionacios pblicos, que foiem com-
petentes, dai s parles as rer lid oes que
pedirem, seja do iheor, ou n6, in-
dependenle de petica e despacho do Su
peiior, salvo se occorrerem duvdas sobre
inconvenientes.
Art. y. Em nenhtima estacan publi-
ca, Jui/o, ou tiihuoal, sedeixar de en-
tregar s partea, ou a seus procuradores,
sseus originaes, reqocimenios e docu-
u ntos, quando seja indeferidos, aern
estipendio a'gum.
Pdco dd Cmara dos Deputados, 29
de Agosto de 1835.Mello.
Qa arts. 5., t., 5. e (5. ,>r5 approvadus
tais o (jtidt'.-, e seiy dlSCOSsaO.
Entran lo o ait. 7. era dcuaiaS, o Sr.
Kodrigues Tunes pronuncia-so coaita es-
te artigo, p declara que deveria ter cabi-
do o ai(. 6., edemonstra o imonvenien-
tes que elle oferece, hem assim o art. ",
Sendo de opiniad o illustre Deputado que
as partes rec documentos, porern no os requeiiraen-
tos quedevem 6car nat Secretarias, para
as necessarias informaces, qu un i esas
paites toinein a requerir sobre o mesmo
obj<-clo ; e por isso o art. 7. deve cabi-,
e ha de votar contra a adopca do pro-
jeclo por ter passndj o ait. >exlo.
O Sur. Ferreira da Veiga remelle me-
za hum requeiimento, em que se decla-
ra que, terminada adscti.-ao, se con-
verte o piojelo de esolucu) em projec-
to de decreto para ter a tercena discus-
m6.
O Sr. Presidenta obs rva que ha mais
conveniente conservar oapoiamento,ds-
te requerimento para quaodo se lindara
disru-si5 do ptojecto.
Julgado discutido o art. 7 da resoluca,
he posto a votos e nao se approva.
Consulta-se a Cmara seo proje> to pas-
sa a terctira discussa, e decide que nao.
Entra em discussa a resoluca do au-
no passado que approva a pen-a de 75
mil IV, annuaes a Frei Pedro de S. Joa,
em remuner -cao de servicos, como em-
pregado na Biblioteca publica desta Cida-
de.
O Snr. Vianna exige ser informa lo se
acaso 09 servicos sobre os quaes recabe es
ta pensa, foraouna servidos relevan
tes, pirque a Conslituica manda remu
Berar estes servicos e nao outros : e pede
que se alten a ao exemplo que isio vai
dar.
O Sr. Henrique de Rezende discorre a
favor d resoluc- e vola por ella.
Discutida a mateiia, a resoluca lie re
geitada.
Entra em discussa a seguinte rrsoluc
As Commisses de Saude e de Iuslruc-
ca publica examina rao o dea et<> doCo
verno, de 8 de Mi-io lo corrente anno,
convertendo em Acedemia Imperial a So-
cieilade de Medicina de ti Cuite, e oa
estatuios dados pelo mesmo Governo
dita Academia, e por elle envi.Hos a es ti
augusta Cmara, p*ra t-erem apoiov-dos
osailig09iO, i5, e 29, no quaes se con-
cedem aquel le Citabelecimento alguns pi i-
vilegios ; dttermina-se que o Tbesouro
Publico o-uppra arinud/mente cum huma
mima para a sustentado do sea peridi-
co, premios de memorias e out'as des-
pegas, e marca-se a graticaca de 600.^5
icis ao seu Secreta 1 io.
AsComs. rerouliecendu co^n o Go-
verno os servicos prestrdj a elle e liu-
nianidade pela SiciedldB de Vlediiui,
n conhecera todava no mismo Gover-
no, vista do oitio 15 da Constiluica,
>s ; privilegio odiozoeinju.-to vis-j O Sr. Via na esc la
lerem existir fia do seio daqulle o decrelo doGov.'a
auloridade para ronverter em estabeleci-
mento publico lium etab leciroento par-
ti'ti'ar, o que equival erraca de hum
estabelecimeoto pb ico ; podendo sm o
Governo, em conformidade do ait. 53 da
ConstituQio, apresentar a Assemblea Ge-
rdl Legislativa propos'at a lal rtspeilo.
Quando mesmo as Commisse- re o-
nbece>sem no G verno o poder de fazer a
menciouadi convenio, nao afsentirio
por cei to no, privilegio exclu.-ivo que
pelo artigo i5 dos estatutos se concede a
dila Arademia c laculdade de Medicina,
de so ella* podercm tiesta certe ie-olver os
diversos cazos de Medecina legal, menos
os Corpus de delicio por ocrasiio de feri-
mentos
to pod
carpos srirn'ilico I Tu 'ta t i vo- lio habis
como os membros uelles, e cojos parece-
res de vio merecer toda a ronfianca.
Parecendo k* Commisses, que mes-
mo sem se converter em eslabelecimentos
pblicos, pode aquella sociedade ser mui-
touiilj e leconbeiendo por outro lado os
poucos meios que ella lem a sua dispo-i-
ca para bem de-empenhar os (iris da sua
creaca, julga conveniente que o Go
verno a auxilie annuapeote uuaulia; auxilio e-te quepare.-e de Jos
tica, a'lentos os serviejus que aquella so i-
er'a le t' m prestado pode continuar a pres-
tar ao Governo e N.cio. Offerecem por
tanto as Coms. consideraca desta au-
gusta Cmara o seguinte prujttto de re-
suluco.
.. Ait. 1. O Governo auxiliar annu-
smente a sociedade de Medicina do Rio
de Janeiro cora a qoantia de a:400J) rei!'.
Bcardo ella obrig-di: 1. aiesponder s
1 erguntas do Cove no sobre a hygiene pu-
blica medica, e em geivl sobre tudo qui-
to i teie-sar asaode publica: 2. a enviar
ao G .verno numero sulliiiente de xem-
plares do seu peridico pa-a serem dis-
tribuidos pelas Cmaras Municipaes do
Imperio, Bibliolcas dasfaruldades Medi-
cas e mais Bibliotecas publicas
Art. a. Fu a so ie^ade de Medici-
na autoii-ada paia rereber legados ou
docs, a hentli<-o do progressu dasti-
eucia.
Art. 3 Fira derogaras, etc.
Paco da Cavara dos Deputddos, i5
de Sete'mbrode i835 Francisco de Sui-
za IMario*."J< P. de Cu-valbo. Gomes
da Fo iceca.Antonio Mara d.- Moura.-F.
de Paula Araujo- F. Aliares Machado.11
O Sur. Frreiri da VViga exige serin-
formado se araso exi.-te e trfs icieJade, 011
sei nao existe e foi convertida em Acade-
mia Imperaj ^ lia
de
votar emserai liante negocio, e precisa
pois sabor se a .o i (la>ie aida sub itlc," 110
Rio de Janeiro.
O Sr. Paula A'aojo mostra qae as C-
missesque organisra este piojecto nao
reconhei rao no Governo o pod-r de con-
verler hom stabelecimenlo particular em
hum e-tabelecimento publ co, e h,ue o
Governo tinha por esta forma excedido
dassuas atlribuices, quando creou hum
corpo acadmico ; que o Governo, ein
virtudeda Conslituica, podia apresen-
tar huma proposta para tal tim, mas nun-
ca crear erapregados, que para tanto nao
est autori.-adn ; que tambem nao havia
necessidaile de se con verter a sociedade
em huma academia, pois que a sociedade
podia continuar a prestar muito bone ser-
vicos ao publico, como lem prestado.
rece esta materia lendo
cerco da Sociedade de
Medicina, e reservae para, depois de
ouvir a discussa, emiitir a sua opinia.
Or. Figueira de Mello apptova o de-
cielo do Governo, suste.itaa utilidade des-
te eslabelecinftnto, e declata que tiesta
parte he ministeiia.
O Sr. Maciel Monteirj pronunciase
pela re oluca, e, ende muilas observa-
ces que faz em seu abono, declara, que
o Governo, com o seu decreto, instaurou,
por assim dizer, o Piolo Medcalo; con- .t
redeu o que nao devia conceder, islo he,
deu o que nao pod a dar : demonstra que
nao se deve be-iiar, nem llavera menor
(huida sobre o davse a esta Sociedade tlous
contose quatrocentos mil ris annuaes,
quando anda oannopassado esli Cmara
deu huma pensa de quatro coritos de
tisa hum lrigadeiro ou Marechal ; que
os peridicos pois dessa Sociedade, dev n-
do ser disseminados por todo o lrazil, lhe
de vera produzir grandes bens : se acaso
se olliar paraos servicos feiios ao paiz pela
Sociedade de Medicina, o Governo lbe de-
ve huma remuneraca. 0 Ilustre ora-
dor elogia os servicos que fez esta Socieda-
de por occasia dos receios que houvera
nesta cidade acerca da colera moi bus \
conclue finalmente votando pela icsolu-
ca.
I. seeheapoiada a siguite emenda,
doSr. Figueira de Mello.
Subslituitiva resoluca. Ai ligo. Fi-
caappiuvado o decieto do Governo de 8
de Maio de i835, q' converten a Socieda-
de de Medicina do Rio de Janeiro em A-
cadema Imperial de Medb ina, e bem as-
sim es artigos 10, 15ea5do8 seus esta-
tu is.
O Sr. Sour.a e Oliveira nao v que o
Covernoexorbitasse de Mas atlribuices
em cunve ter a Sociedad de Medicina em
Academia Imperial : foi hum titulo que
lbe deu, assim como huma lypographiu
existe com o titulo de Imperial : a Soci-
( dade de Medicina, desejatido fdzer-ieco-
nluccr, e mesmo couvinda Ihe muatiar s
\


M BUCO.
!

nutras associaces de igual natureza, que
ella astava estabeleeidasob a proccado
Guvemo doBrazi!, procuiouj^sse titulo.
Fica approvados os estatutos dados
mc9ma Academia pelo Govtrno; sup-
primindo-se o art. 15 as palavras--as
quaes, etc. at Faculdade de Medici-
na.
Ambas ds emendas no sentido cm j|iie
fallaoDepulaJo saapoiadas, bem como
a segninledoSr. Cornelio :
Qjeosa:400$000iis seja para a
escola de Medicina do Rio de Janeiro,
com s niesmasobrigaces.
* Le see be apoiado a siguite emenda do
Sr. Paim. Fica consignada igual quan-
tia sociedade AuxilioJora da Industria
Nacional deaja Coi te ; s do Agricultura,
Coinmercio, Industriae Altes, e de Chi-
liiica Pnibmatica da Babia, ficado ellas
tanibein obrigadas aos mesmos onus so-
bre osassumptosde sua competencia.
Julga-se a materia sullicientemente dis-
cutida. O artigo be posto a voto=, e be
rtprovado-, bera como sao repruvadas
todas ss mais emendas; julgando se pre-
udicidaa doSr. Paim, o artigo beguudo
he reprobado.
Entra em discosa5 a seguate resolu-
tas, que fica adiad > pela hora :
Ai." Commissa de Fazenda vio e
exwmnna o requerimento de Joaquim
Nones soureiro Geral do Tbesouro Publico Na-
cional, oqualexpSe, que vencendo co-
mo tal o ordenado de hura cont de ris,
16 ana passagem que fez. o Governo da
Provincia pata a Cidade de Kitherohy,
nomeado para ali servir o lugar de The-
sourtiro, que a lei nao havia creado, com
o mesmo ordenado de Ajudante, sendo por
isso obligado a prestar huma flanea, de
que eslava sent, e ficaudo de maii su-
ieito 30 pesado onus que irnpe a lei aos
Tbesoureiros, de pagar as faltas, como
j Ibe tetn acontecido, se ni que entretan-
to se Ihe nccrescentasse o vencimento, i-
gualaodo-o ao dos empregados das Pro-
vincias, que na creaca das Thesourarias
forao considerados na mesma cathegoiia
que a do Rio de Janeiro, e pede por isso
que teja igualado o seu ordenado ao dos
Thesouieiros de Pernambuco, Baha e
Rlaranha.
m A Commissj, ideixando agora de
entrar nocame da legalidade ou illegali-
dade ou mesmo da conveniencia ou in-
conveniencia da remocaS aja The.-ouraria
lo Municipio da Corle para a Cidade de
Nithtroby, porque este negocio est af-,
fteto ao conhecimento da Assembla Ge-
ral liuiita-se a pondeiar Cmara, que
a pretenca dest empreg do he fundada
tmiustica, e na intelligeiicia literal da lei
de 4 de Oulubro de i83i, e que ao Go-
verno, que fez tal alteraia, cumpiiater-
Ih dado ao menoa, como graliBcacad, a
differenca que vai do sen ordnalo ao
dos Thesouieiros das Thesourarias das
provincias da ISahia, Pernambuco e Ma-
ranha, cu jos ero pregad o fora em ludo
igualados aos da Thesouraiia do Rio de Ja-
neiro ; por quanto, se o Governo fe le
pulou autor i ado para crear hum lugar
queakinaS creou, finca que Ihe mar-
cas-e o iesp:rtiv'o ordenado. No parecer
d.i Commi*-a tora me)bor tomar buma
medida geral, a re.-poi'o ds The-ourarias
de Piovincia militas das quaes poi inuleis
devem acabar; mas como nenhuma ie-
totuoao anda e lem toma io a semdliante
tsptto e o em pregado de que se Mata
naSdtve por isao ficar de peior condicao
e privado de vanlagens que, fm rigorosa
i ptica, Ihe compet m, em vir aquella l%ar ; be por i-so de parecer
quesedefira a esta pretenca coma se-
guinte rtsoiuca :
A Asseuibla Geral L-gi lativa resol-
ve :
Art. i OGovcrno fica autorizado
* igualar os v-ncimt rtos do Ajudante do
Thesoni iro Ceral, que serve d- Th-sou-
raro da Piovincia do llio de Janeiro, ao
ordenado que vencemos di BVhia, Per-
nambuco e Vlaranl J>, em quanto se ua
decidiaasea Thesouraiia desla Provincia
continua ou n5a (star oia do Municipio
ta Corte, ou mesmo so dve ser abolida,
pagandu-se-lhe o que nessa qualidade ti-
>er vencido, desde que princjpiou a exer*
err este lutiai.
Art. 2." FicaS revogadas quaesquer
leisedeterminaces ero contraiio.
Paco da Cmara dos Deputados, 2g
de Agosto de i835.Vianna.Araujo Ri-
beiro.Maciel Monteiro.
L-.'e hum oflicio do Ministro da Jus-
tica, em que pede dia e hora para apre-
sentar duas propostas do Governo. Mar-
ca-se-lhe o dia Quarta feira, pelas i ho-
ras da manba.
O Presidente da para orden do dia a
ronlinuacao da discussa adiada, asdisem-
sa do projecto de lei que Bia aa forcas de
mar e Ierra, adiscu:-sa5 dis resoluces do
nno pas-ado j designad sesfc pel.is duas horas da larde.
EDITAL.
A Thesouraria de Fazenda desla Pro-
vincia tem de negociai letras sobre a do
Maranhao, e manda convida* ao9 Snrs.
Negociaptes Nacionaes, e Estrangeiros que
aesta.tranzaco se proponho, a compa-
recerem nos dias k7,e9 do cor rente mez,
na Salla das SessSea da mesma Tbesoura-
ija para faser-se o ajuste. Societaria da
Thenuraria de Pernambuco a do Agosto
dei836.
Joaquim Francisco Bastos,
OIIcial Maior.
PERNABMUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 30.
CFFICIOS.
Ao Commandante da Forca Marititna
rateado-ae-lbciemesaadeutn recrta pa-
ra o seivico da Marinba, afim de llie
mandar abrir o competente assento de
praca.
Ao Commandante do Batalha5 de
G. N. de Simbie devolven.lo-.-e-lhe o
assentamenlo de praca do Cmela ^Seve-
rino Marques, do mesmo BaUlhaS, |>or
na5 ter vindo conforme, e f .zendo se-lhe
remessa de hum modell" respeito.
Ao Inspector da Thezoiiraria rom-
munirando se-llie d'ordim de S. Ex. o
Sr. Prezidcnte que eip'edisse a conveni-
ente ordem alim de mandar passar mostra
ao Corpa Policial.
Ao Commandante Geral do Corpo
Policial coinmiuiicarido-se-lhe liaver-.^e
expendido ordem ao Inspector da Thesou
raria para mandar pass.ir ao Corpo do seu
Comoiando. t
Ao Director do Arsenal de Guerra,
ordenando-se-lbe d ordem de S. Ex. o
Sr. Prezidente, que com urgenria inior-
maase para este Secretar o o numero de ar-
ma, e correames que tem do mesmo Ar-
senal recebido O Balalha do Guardas N.
d'Olinda, e o qua o mesmo tem recolhi-
do. )
Ao Commandante da Forca Marti-
ma communicBndo-selhe haver-se poto
em futa em carainho o disertor d*a Encuna
victoria F.liz Joze Concdves, que se Ihe
havia lemettido para llie mandar dar o
competente de-tino,
Ao Adanle d' do d Armas f.izendcr.-e Ihe remetsa do
paizano Eleuterio Gom>sda Silva que vo-
luntariamente^ piestou 90 seivico da
Patiia pedindo para islu ser alistado as
iileiras do A." Coi po d'Arthelbaria de
Primeira Linha de Pozifa.
Dia a.

OFFft IO.
Axln-pector Geral das Obras Publican,
approvandoa Francisco C-elano Pe reir
Guimaraena para nicarrfg .do da nxpec-"
Ca ,)..i cidl da obra di estrada do Gitiu.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 145.
im
CORREIO.
O Hiate Ninfa de que Capitao Joa-
quim Gonc,alves Maia sai para o Mar-
uha no dia a do con ente.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
StssaS odinaria do dia i3 dejulho
de. 1S36.
Presidencia do Snr. Gusmao.
Comparecera es Srs. Miranda, Sam-
payo, Pessoa, e Souza, faltando com
cauza os mesmos Snrs.
Aherta a Sessio e lida a acta da antece-
pente foi Sancionada por e.-Ur conforme.
O Screlario dando conta do exptdien-
tc mencionou os seguintesolficios :
Hum do Exm. Prezidenle ero que ap-
vava a rotura addicional iuterina-
Thezouraria da Fazenda de Pernambu-
co a8de Julho de 1136.
OTIiesoureiro da Sociedade Bentficerite.
Domingos AIF01190 Neri Ferreira.
BKTiijgK-^B-K-gg-ii^^L---rar-Trai
uii.ii '\wr^
Continuaco do Aitigo Litteralura.
Nao menos agradaveis e de bella elo-
cuco ho ia aeguioles duasOitavas. que
o Poeta p5e na bocea do Pastor Urbano
no Dialogo com Jasminio e Rogerio t.an-
bem Pastores. *
" O lempo que torcendo a rrdea le-
(
ve
'
u Nunca teve n'humser seguro o pas-
(
so
" Comprid no pesar, no gosto bre-
(
ve
'
oro'
mente sobre a cobranca da impozica de
a^OOOrs. que pelo 3." do Art. 8. da
Lei gar a< Bocctiijis e Mscales: a Camaia
rezo I ven que se cumpris>e e regislasse, e
que efifhasse Edital. Mandou se pas-.-u-
mandadoda quantiade 70^a95 rs. a Jo-
ze Maria de Albuquerquo M-llo d-^ seo
ordenado vencido dsde o 1.* de Marco
t 16 de Junhodo rorrenteatino.
O Par< cer da Commisa sobre o re-
querimento dos propietarios, e morado-
res da ra da Boda foi approvado, man-
dando a Cmara que se officiasse ao Exm.
Pie/idente remetiendo todos os pap is a
esla rspeilo.
Despachara-se alguns requerimenlos
ep r ser dada a hora alevantou se a se^a,
e mandarao passar a presente em que as-
signavaS. En Fulgencio Infante de Al-
boquerque Mello o escrevi. Gosma
Pro Presidente, Miranda, Suuaa, 'Pes-oa,
Mamede, e Sampaio.
<<

BTcaracrraaMuar
DIVERSAS REPART1COENS.
Perfectuia da Comarca do RecifiV.
Parte do dia 3 de Agosto.
O Commusario de Polieia de Fon de
portis partecipa ter prendido ontem as
oito bor.is noite o pardo, sOiieiro.de
nufiie Francisco JoaS Lui/., e por ser tn-
contrado sem del no, e ser dado ao
ocio. Quanto'ai outrai Fregutziis, nao
occorreo novidade.
DeosGuaidea V. F.\-. Secretaria da
Prel'eitura ila Corii.rca d R> cife 3 de A-
goalo de i8"6 Mu. e Exm. Sr. Fran-
cisco d Paula Cavlrauti de Albuqucr-
que. Presidente da Provincia? Manoel
do Nuscimento da Costa Mintciro, Pre-
feitQ di Co aa rea.
Relacso das pe^so.ig que subcrever5 a
favor das dasgraradas victimas Pra-
enses, no Julgadode Tararal : a sa-
b* r.
Joze Fiancisro Arruda da Camera dez
patacoens a a o............ la-JJOOO
Tenenie Coronel Lei te d'Albu-
quejMue................. 12^000
A!'x4tVlre d'Albuiiuerque.... a^OO
Antonio Bizarra t>va-lcauti.. 5^600
Paulo Bizerra Leite de Sampaio ajj400
HeniiqueLu's de Mello....... 5^600
liarlo de Rezende Me'Io...... 2&00
Cosme Rodrigues de Meilu. i^3?.00
Domingo Joze de Resende Mello i5a')0
Juze -Mves de Sequeira....... 4^)800
M.iiioel Alvesde Oliveira Mello ^jjaOO
Mdnoel do -Necimenlo Araujo 2,$400
Rccebi dolllm. Sur. Doutor Jos Er-
ci-co d'Arruda Camea, ex Juiz Munici-
pal do Julgjdo de Tacara 1 a quantia de
quarentae novo mil e duzenlos reis em
moeda de prata pelo valor porque rece*
bida as Estaces Publicas, d'esta Provin-
cia, importancia da subscribo promovi-
da pelo dito Snr. a favor das desgranadas
victimas da anaichia Provincia do Para,
*' De males liberal de bens escasso ,,
" Contra os tristes mortaes tanto se a-
( 'rev,,
" Que a seus prazeres logoatalna o pas-
(so
" E desconta em mil annos de des-
( goslo
" Hum' hora em que moatrou alegre o
( ros o
NiDguem no mundo vio grande bo-
('n^nca,,
Que em fim contr' ella o tempo] nao
( se annje ,,
' O mai*9 supremo bem qu' boje se
( alcanca ,,
f' Amanhi logo d'entre as mos vos fo-
( ge
** Nio h mais certo mal que em bens '
( mudanca,,
*' Se hontem ristes alegre, cborae
( hoje
? Que sempre, ah vida alegre magoas
( viste .'
<( Mas triste succede outra mais tris-
C te.
Uia em mais de meio o Seclo 16 quan-
do appareceo Francisco Rcdrigues Lobo ,
que he justamente chamado o Teocrito
Portuguez. Era dotado de grande c
variada eiudico e de hura decidido la-
lento para a Poesa Buclica : a sua locu-
elo he seropie crrela, eclassica. Tam.
bem escreveo em -prosa, e as obras que
nos deixou sao : Corte n'Alda : A Pri-
mavera : O Pastor Peregrino: o Desen-
gaado : e hum Poema pico que tem
por hfToe < famoso D. Nuno Alvares Pe-
leira Condestavel do Rino. Esta ullim
produrco nao te pode chamar Poema ;
puque nao he outra cousa mais, do que
a vida do here expo.la em versos : mas
nio hemuio, queso encontr es-a falta
no Poeta Portuguez, quando o famoso
Vnlta'u e, cuja c lebndade esfalfou as trom-
bl.sdi Fnsfl", quiz a< chamarse Poema
Epi^a sua Henr-iade, que em verdadu
nao mssa de huma nanacho-rim.'da ou,
como lbe chamou hum Critico G-izeta
em veiso.
Farei ver trechos de prosa e verso do
nosso Clasico Lobo.
" A inda a rosada Aurora nio desenga-
nava de t'do as estrellas, que com alba
luz sa qweno metter eui pose do dia ,
quando Lerftno com osolhos em sua de-
sdada patiia, quedoixava. tomou o ca-
mnhu para os can.pos do Mondego pa-
ra onde o hia guiando o seu d^tino por
entre Incultas charnecas que ja Ihe mos-
trav- ailcs, e montes, em que se creara : e
com a saudade queaquelles outeiros lhu
repiesenlavioao louge suspirando a ca-
I da passo voltava os oaos etrr con o
quv o chamava seu cuidado ; ale que p
deo de vista o altos ediGcios que c,
situadas em a soberba p^nha, que o rio*
vfoceioaodo: e fazendo dVi com os 0-
Ihusda novo despedid-, fe i camiuhindo,
e chegou liheia do Arunca piqmn)
rio que em graciosas voilas rode.i bumi
comprida varsea e depois se mistara d<
aguas do Mondego digno de eterna me-
moria pelos pastores e pastoras^, que.na-
quelle lempo o babitavio.
A Poesa seja a da Flore-la 4. ond-
hum pastor j de {maior assiui canta, e
bemdiz a vida campestre.
n Em quanto est o avaro cm seu tbe-
( souron


DIARIO DE PERNAM/1U C O.
3
are
wnmmuivemn
iiiiIiiiwii mu i ii ii i iiii ~~~~
Ce,.naooSo.^,d.nd...p.n!.ne; | ^^M^Ca Co.er^
,, Materia v cobica de mais ouro :
Em quanto o navegantes e o leve ven-
O?
Entrega com as vellas a esperanza
Do temor dos perigos livie-, e Weu-
( lo :
Em quanto vai regendo a grossa lan-
(ca
,, O Soldado atrevido cuo estado
S nos bracos da moite em fim des-
( canea :
., Em quanto em vans promesas levan-
1 (lado
Segu o tracto da Corte perigosa
Qiem lio larde se v desengaado :
\, Ivn quanto na Cidade populosa
., Nao scsia a coulua da humana grn-
(te
. Onde reina a mentira poderosa : ,,
, Pacei, minliasovelln, lvn meute,,
' A ve.de erva deate valle umbroso
' Faitai-vos d operanca la conten-,
" ('e.
Gozaido louro soi;claro;, eioraao-
" ( so
Agora que vos moslra a ice sua
" S<-m seu rigor ardente e furioso.
Nenlioma flor o Crio vos excepta ,,
' De qaaias Para os lhus m-tra- e
" ^ ^ cria,,
De dia o claro sol, denoilea la.
E eu de baixo dest'arvore sombra
r Ausentado subr'ervas, e entre llores,,
' Vo* estareiguai.lando lodo odia.
" D'aqu vos contarei do meus amores,,
'1 Aoiom do meu rabil ja lio gabado
Entre as mais das pastoras, e pasto-
% ( res*
.. A vs'darei os olhos o cuidado
" V me daris do Uta, e da la vos-
" (, sa
Tcar-m'besassim vestido e abasta-
( do.
Contente vivirei na minha choca
' S.m querer dar vida e ao temor
Osbens, deque a fertuna desapoa-
" ( .
Eu goxarei d vida a meu sabor
E vos a passareis tambera .sugura
' Sera rerear ao K>b> roubadaor. i
, Ande o rico melhor trai d ventura
Melhore-se em cobija e em r.que-
" ( a
One iguaes nos h de achar a s "V fa (tura. &.
Aqu ha verdadeira pocsu, naturali-
dad mmenlo e pura locuelo por-
tugnea. ,
( Cootinua-se a. )
General das posses>5es Francesa ao ItOT-
| te da Al'iica. ,
Visto o artigo 20 do Decreto do Sr. Mi-
nistro da Guerra do t. de Seteuibro de
1834.
Considerando que durante a viagera que
vamos faier a Pa.is, a fim de tomar pai-
te ras tarefa* da Cmara dos Diputados,
{Ranear a prompta exp-dico dos nego-
cios da colonia.
Decretamos :
Artigo nico. Durante a noss.i emen-
ria o Sr. Tenente General EUpalel ,
Commrndantc das ti opas de frica & a
nteimente encarregado da direccio
superior dos negocios cvu e mili.ares, e
asignar pelo Governador General au-
sente. Argel 13 de Abril de i83. As
sanado Mure bal Clausel.
Gabinete de S. Petersburgo. Sabe-se por
(oiiseguinle que a neutialidade da Franca
foi proint ttida a e^tas tres Cortes para )
caso em que chegas-e a verificar-se un
rompimento entre a Inglaterra e a Rus-
.sia cujo esentimeiilo contra as Potenci-
as menos podoiosas, que nio tive>sei>'
tomado parlido por ella poderia ter ef-
eiios desagradareis sobre a ma futura
Borte, *ern que nenhum Coverno Conti-
nental quizesse defendo las. A situaco
da Suecia d muito que pensar sobre e-
veriliulidades. Pan quanto llullanda ,
o Rei to bom Kusso como o herdeiro do
tiironodaPru-.sia e os liis do \leio l)>a
da Eutaopa pih m acbi s eui outras cir-
cumslncias que estes.
( Moniteur Alg.icn. )
PRSSIA.
Bdilim, ?.8^e Abril.
Aindi que o Gove-no Prussiano bi-ja
re.pondido as recUmac5es que Ihe tem
feito o embaix.dor di Franca com mo-
tivo dos artigoa offeosivos a este paia in
dem, a7.
Por ordem dolmpefador acaba de esla-
belecer-se orna cuarentena em d^" ,'1"-
c8 3 sobic o braco do Dduuhio cbamad >
aSouliua. A primeira tecqio i|ue sei
ii-na quarenteaa pratca, se estabeleeera
naextremidade da I.lia d Leti; ea .se-
gunda lera por objecto urna qarentena
rigorosa qoe se estabeleeera na I ba Ge-
orgijeW'k. U'na 9 ooMw seeglo servilo
de refugio -os Nanos, que acoc^d-s pelos
ventos contrarios, ou mpetuosidade das
livo dos amitos uciisiu!> o .. i-1 ------ .'..* ..
'eridoa debajo da rubra de PrttsaW, borrascas, venbamabngar.se a,ete pon
nos diarios do Allemanha que elle nao
poda responder sobre puerilidades que se
pubicav^m lora da Pcisia. M. d* Cotao,
editor da Gaieta de Augdmrgo, "b
de reeeber do Gabinete do Berlim a adver-
tencia deque se para o futuro inserir si-
milhanles artigo as suaa columnas se
prohibir a importac.o do seu penodico
na Frussia.
( Do Diario do Governo. ;
to. A qarentena de liasarlscbuk., na
embocadura do Danubio se supprimii'
pur intil.
( Correspondencia particular.)
Diario o Governo.)

AUSTRIA.
Venna, 2i de Abril.
Nio somente se licenciar a reserva do
exercito Italiano mas taicbem todo^ elle
se deve nr no pe de paz Botada to em
activo servido 19 baUlhe., 6 eqoa-
dras. Foi licenciada igualmente a orli-
O AVIZOS PARTICULARES.

Joaqun. Candido Ferrera, e Domin-
gos Jcze Rodrigues Braga, fazem sciente
ao respeilavel ao publico que deixario de
serjiaijeiros dos Sis. Antonio Ferreira da
Costa Braga & Corop., e se acho elabe-
lecidos na ra Nova casa D. 22 debaixo da
groa de Ferreirs & Braga.
Ma Vi no Paquete do Njrte de Sex-
afeira 29 do p. p. orneo nome noex-
sigosdo pelo dito depositario com a su-
reposla terei mais que perguntar se estia
ver na tena.
O Pa-guctador.
|f3J- Preciza-se dttsete centos mil res
a uros de un e n:no por rento ao mez
poreepisso d.' seis me/es dando-se urna
propriedade livre e deserobaacula pura
seguranza : quem quisir anuncie por esta
foi ha.
?T^ P^ecza-se de urna mulher quese
queira sujelar a serv em urna caza de
Ii nwein soltero cujo servico he comprar
na ra o trraujo da caza dtmaub, cosi-
nhar A*, anuncie.
tr~jr Quem precisar de um bomem ,'
que intendd b.iit.mte de plantaqio, e quo
laii-bein se suieta a servir fora de casa
si-j.i (|iial lor o servico: quem precisa
anoncie a sua morada uu estad 1 para Sft
piocarado.
yjr^" Quem annunnou no Diario, de
Sexta feira ai) de Juibo saber onde ex-
iste um escravo por nome Manuel Joze (
sendo o dito pa> do queira Iraxer na rus
Nova botica D. a; ou anuncie pelo Di-
ario onde e la.
$-y i'iece-se una mulher de bons
COstumes para ama deleiie, para qual-
qu< r una casa, qoe a q ca>a pegada ao Quartel dos Pcrmanen-
le.
^y Preciza-se de um caixeiro pe-
queo dos que uhegirao agora da Cidade
do Porto para vrnda fora desta Praga ,
Sendo para perto da dita apanca na ven-
da da ra do Rozario D.- 15 na quina.
^qp Quem percizar de um rapas Por
tuguez para' caxeiro de venda da qual
tem pralica, ou anda mesmo para cai-
xeiro de rus, dirija-se a Fraca da Boa
vista na venda junto a botica de Joaqun
Jos de Coulo, na mesma caza se vende
bixas de muito boa quadade.
^y Tendo aparecido nos Sertoens da
de dentro ; a mais de 12 annos um Ca-
bra com alguns principios de capateiroj
o qual se ntrftilava por forro ; e agora de
pppximo descobriu ser escravo do Sanhor
Joze Camello Pe^soa morador neat P-?
na ra dasCruzes; e por i^e se avisa ao
mesmo Sanhor procuie na ra do Ars-
gio venda D. 4 a Ira lar com Wanoel
Eustaqui deGarvalho.
t s ri\->i tirenciaua ipua menie a uiu- < -a -- r c
drotis. ro biij ,,,,< Vem assipnado o Snr. Joze
ieriade reserva d. manera,qa. a de| P/l^ ^ CoT une diz estar fazendo
lodo o exercito Aualnaco, ae acha boje
FRICA.
Argel, iS de Abril."
redotd. 35 bateras. RsUs redueces
do exercito devem commumcar-se offioi-
almente a todas as Cortes em opeas. A 4
de Mai" sahiro de Proburgo o Impera-
dor e a Imperatriz pa.a volUrem a Sebo-
embrum "^e residnio durante o eslo.
(Gsteta de Ausgsburgo ).
Habitantes das posses-5es Frsncesas no
lorie da frica. .
As Cmaras Franceza" esto reunid- ,
e vou lomsr parte nos seu debutes. A (Tas-
to me com um vivo sentimento. So o m-
teie*e d > paiz o vosto, e docommercio
da mi patiia podeiam separar-me de
\> por alguns instantes. Fu falUei ao
R^i do vossu amor sua prs oa e su au-
gusta familia au P.impe quH vimos en-
lie nos too intrpido, e tioam-vel.
Como Governador dirtiaoB.fi, e romo
D- putado s Camaraa ques sao vo^sai
Urefss, rosaos progreeo couqu-ataa
q>.e cada da fasei oes campos da indus-
tria do commetcio e da ag.tcu'tura. u
Governo sustentar nossos ealorco Ojo
resultado ser offerecec bem depress a
Franca urna ampia cOiape.alo das ue-
pezaa momenle.ieas q '> causam o
uosso estabelecimentoem Alnca.
O futuio no,so, se souber-moscon-
quisUlo forca de trabalho J e nos teie-
iuos contribuido para dar a nos be. -
, aria urna nova gloria e ebrir-lbe um
, inte desconhecida de prospenda
RUSSIA.
S. Petersburgo ai de Abril.
As ordetis dadas pelo Imperaoor para
que aereuoam no poto de Rarel lodoso.
.nvi.-s d. Bltico, piincip.a-r. a r.cebr
a exteocio M li,,lH,n ob*tado B,a
lempo. Todos os navios rapsaes de entrar
ero servico e.-ia,o pois, reunidos no dito
pocm po. todo o me/, de Mam. Nioguem
L pie lwoujaar de conhecer os pea a-
m,.tosdol.npeiadr lelaiivos a esta ri-
q..-dra, e do Mar N gro mais nuine-
?o.as boje do que nunca loram 5 Ra la-
cil comprebeoder quaeMJuer que sejaui
s proiectos do Motare! va ou-defensiva, dep.nda de mullos a-
contecimentos.
Uai siodante decampo de S. RI.
outrosotciaesgeneraes, tcab.u de eahir
I cofB oatrucco*. relativas ^ corpos ..o
exerci 0 do meiO ula. .
O quo Dio p6de occultar toda a dis^i-
mulacfc de diplomacia, eoewpregodoa
naeios de (lue a o Imperador tem o ver-
dadero So, sao os esf.rcos pira separar
da poltica Inglesa-urna por uma as 1 c-
tencias da segunda orden,. As fo, mas dL>
Antonio dos Sanio, que di estar faiendo
.eses de Secret.do ex. nisno ecomo pre-
r.O a veidade, rogo ao dito Snr., que por
obsequio e favor queira omar-roe, em di
ter p-.r esta folba,.o dia e o lugar em que
lhe .evo fallar pata Ihe apre.-eniar os des-
pachos que eqamlio no meo poder emaHdo
eumentoa pelos quaes conhecer perl .t-
mente que nao e.-tou disenso do exer-
ciciodas minhai ordens, restndome o
orazer dediaer mais ao tobredto Snr.,
Ladeada odie a7 d, Junho do correle
a.u.o maguado por iustos inoiivos, fil
proltesto pe.o mais Sagrado que ha no
Ceoetena de na5 exercer acto alguno
,1o meoMnisteiiono Bspado de Peroara-
buco, efaer por Vi ver c ..no t./em todos
oabomei eaerimuioma-s relia coro*
oroteccaS dorSeculares: Por'er eiitoo-
Usio rogo ao respeilavel Publi.o que sui.
considencaS I tita
L
Ar^el i3 de Abnl de iS^O. v Q na SlieL.ia Dinamarca, e t. I-
xei uaclor General ds posses^oes trance^ ^ ^ ^ ^ ? <)l)de Q p0(Jt,
z*B no Norte da frica A^B"^0 | ^ coocentrado, por ouira p-rte
Ca. iL rAmmanj3nte os eapiSes do Oabioete de Londres desem-
O Tenente General Con miame oe^ ^^ ^^ ^ ^ cWi(j ^ o
Jas t ioj.'as de frica L
peda tocia o qua'quer
a u;eu .ivm cil<>, lelativo a misteno*a
,. ,5 de que presentemente se trata, em
5,.n.opo>soapreMntarempjblicooque
nuIlfaaeria da minha inienc:,,<""<;' '
que guardarei o respeito divido a liberda.de
di inpt'nse. ir
O Padre Joaquim Eulrazi 1 da U'U7.
KV- Anemata^epor renda duaa par-
tes dacaaa de Sobado de tres and.reada .
ru8 do Qaeiroado na esquina .'o 'eco d
congregacaSD. aO, a^io. cofno duu par-
tes da OHB lenia na.ua do Raiifiel U- 10-
eoutraWuaaparten d'outraeaaa terna na
raada GlorD. aO, quem uellas qo 1
Uu.arrompareca na ra JNova, f 9
do Jo do Cieel, quinta, e segunda leira
4f etido co.renle pelas sirtco bocas da
l JftzeMauritoio de Oliveira Alacie!porque
Uo entrego aoa Credoie. deJoaquim
J ,ze Femaridcs a quantia de bJ^aoU rs.
auese-axava sequestrado pila Jauder-
f,os desU CWej Cujo sequcsUu e3te as;
Jos Lino AlvesCoelho fas ser-
ta ao respeilavel Publico que o anuncio
ieitopor Maio p. p. por D. Calbarina Nunes da
CunhB?estde nenhum efeito porque
tendo appellado das Partilhas, que be
algalio po.Sente.19a, deixou de seguir
com appellacio.
A-sim como o mesmo anuncio no
me-mo Diario feito pelo Sr. Majo.- Joze
Carlos Teixeir, sobre os escravos que
mesmo Sr. a.remat.u e fui mrama hrt-
malacio julgadi nula por accordo de Hal-
ladlo, oauuiuiante jase axaconforme por
lermodecomposicloque fez com o dito
Sr. Biajw etc.
^. O Snr. Francisco Al ves Pinto
queira vir buscar uma carta qoe do Cor-
reio e ti.00 pr engaiio: na .ruado Lies-
o D. 5 i andar.
r^* AliiR'-seumsiona margem do
, Capibanbe, que lenha artoredo de
fruto, e camodo para v*cas da passagem
da .ladalena, at o Monteiro : quem Une
annuncie.
,^-r Pie.ita-se de urna casa terrea que
gfia no Burro da Boa vista, ou de SoIo
Anloiro, que seja de 8^ rea mermes:
,. Uver annuncie poreU|folh3.
Ky Ma venda (rundes precisa ao de um menino Po.tu-
V- na meama a fallar com Auiomo
i;
r ,[ j,,s da Silva. _inU,
rr Ouem precisar de 100-^ te 800^
I(;., uros de dois ,.or cento aomea, dni-
..seatravea-adaFloreulioa, D. 4 do la-
do uireito, queabiachara com quem trac-
U!3- Huma nruHier capa/, fe ofTerece
paramado caaa de bomem soltero,
pesar de ser do 'n ura filho aiu'Ja PB"
aueno, q^ rw Par" comprar; quem
2uiseraju.lar.se dirija se a um
nbeda meia agoa quue decoole 1
das 5 ponas.
fcy Pergunta-se aos Snrs. Iudactc-
M9j Se p Cidadlo G. N q4S!S dS*-
a ,
um -sobradi-
do l'oita


DIA.UIO DEFHRWAMBUCO.

; i-
f'l
teles, e decidido pelo Tribunal do Jury
de Revista reserva por ter completado a i-
dade que marca o i. do Arl. 8. do De-
creto de a5 deOutubro de i832, se he "
inda obligado, ou nao a comparecer tu-
das as vezes que o vieren avisar para sero-
lhan'es averiguaces, visto j estar pelo
dito Tribunal de noan vez decedido. Se
me responderem os Snis. Redactores a es-
tas perguntas faiio hum grande fjvor ao
seu ass gnante
M. J.T.daS.
O Sur. M. J. T. da S. segundo a lti esta
dispen-o de taes coaiparecimentos, se he
certo oque diz de si : ra segundo nenia-
do das nossas cousas, e o desarraigo em
queparaio as Guardas N. deve ter past-
eara.
Os Redactores.
\j& Os abaixo sssignados partecip
ao rcspeitavel publico que Joaquina Can-
dido Ferreira. deixou do ser seu caixero
desde o i.deAg"stu d> corrate auno, e
nao se acha m. i> encarregado de negocio
alguna da casa dos an iuncu Antonio Ferrera da Cota Braga y C
O Europeo que annunciou no Dia-
rio de Segunda lena querer servil' era al-
gumacasa, procure na un larga do Bosa
lo veilda D. 8*
IQP Precisa se d'um, ou dois -urra'o
res de v?queta : quein quiserajustar-.se di-
rija-se a ra do Queimado D. 3.
19 Quem se ofeieceo no Diario de
Segunda letra a de Agosto p >ra ser padei
ro, ou vender pi na ra, cfirija-se a ra
do Rosario a fallar com Manuel Pereira
Reg.
jr^ Pr*cisa-se de 500$ a 600$ res a
juros com seguranca em duas tXcelUntes
entra vas, ou em urna prop. e-dade, qiiem
quiser fjser tal negocio annuncie asua mo-
rada para ser procurado.
ffj^ Qualquer pessoa que cstiver as
circunstancias de ser criaddf de um rapaz
sollearo, dando fiadora sua conducta ; an-
n.inrie para se Ihe procurar.
VJP O abaixo asssignado faz publico
que seusobrinho Manoel Goncalves Fer-
reira nao he mais seu socio nos lucros da I
venda que o anounciants tem na ra do
Rosario junto a Santa Cruz na Boa-vista,
visto que no dia 3 do corrate se auzu.-itou
mandando por urna preta a casa do anun-
ciante a chave da venda e urna carta em
que diz se retira va por isso o a un iniciante
nao fe re o dito seu sob abo faca de hoje em diante
em nome do annuuciante.
Jozefa, queira ter a bondade de dirigir-se
a ra d'Agoas vordessobrado D. a,segundo
andar,
T^ Prccisa-se de a50$ reis a juros
com seguranca em penhores de ouro, e
prata : quem quiser f..ser tal negocio an-
nuncie por esta folha a sua morada para
ser pro \f^ Quem annunciou no Diario de
S-xta feira 29 de Julho que sabeaonde ex-
is'e dois escravos e que di era .ser de urna
.Vnhora D. Jozefa, apareca na pracinh do
Litraroento loj D. 23, para com a infor-
m^coque der saber se o escravo tei mu-
dado o nome. m
jt^T Aluga-se urna canoa abefta de
hora tamanho: quema tiver e quiser alu-
g rporanno, ou mais lempo, diija-sea
venda da ra unto a Ponte D. 36.
arrfmatXcao.
Hoje 4 de Agosto sei a ultima p>a-
ca em que se devora a arrematar perante o
IMn. Su', outor Ju z do Civel Navarro
morador na ra Nova urna propriedade
de casa de 3 sobredes no beco do Abreo no
Beeifecom chos prprios avahada em trez
contos do re, pinhorada por execucio dos
herdeiros do finado Coronel Bento Joze da
Costa.; Mannel Lourenco ; Manoel Carva-
llo de Medeiros, e Joze J. aquim Carneiro
Leal < ontra .eu deved r o ilido Joio E-
van ge lista Pereira ; em cuja Vasa ansate
actualmente Joaquim Ferreira Fonie, vul-
garmente conbecido por Joaquim Barbeiro.
fs.
cojupr
Urna cabra, que tenha bastante leite :
na ra do Crespo loja D. 7.
ajrp O Tratado de Seguros e Medeci-
ua Logical, por Ferreira B>rges: na ra
da Florentina Rasa de JoioZuriiik porta
junta ao lampio, ou annuncie.
Antonio Joze Texeira Lima.
Piecisa-se de 200$ reis a juros
de dois por cento ao mez, com boas firmas :
qnem quiser dar annuncie.
f|h A abaixo asignada endo o anun-
cio que apareceo no Diario de hontem 3 do
corrente da venda de um sitio em Beben-
be denominado Cae' declara que lhe est
hipotecaHo por Escritura no Cuten io do
Escrivio Pinto aos 14 de Abril de 1834
correado os juros de umemeiopor cento,
e que se alguma pi-ssoa o quiser comprar
nioconclua a vendo sem se entender com
ella livpotecat te pois d > contrario fi
ca ol>i gado a pagar o principal e juros.
Joaquina Mara Pereira Yianna.
JE^ Ahiga euma casa ttrrea em quaf
quer dos dois Bajeras Santo Antonio, ou
Boa-vista, ou mesmo al>um soliradinho
que nf o exceda de 5 a 6-Q res por mez :
quem tiver annuncie.
f/y Precisr-se de 100$ reis a juro!
dpnme meio por cenlo cuta penhores de
ouro por lempo de tres ruezes : annuncie
por e^ta folha.
yy D-se 300 a 400# reis em prvta,
o palacio a i$auo, a dois por cento ao
mez com bo.-s liimas: quem pretender
annuncie.
XP" Quem quiser dar 500$ 'ra coro
hipoteca em escravos, annuncie.
O?" Pede-ee a pessoa que annunciou
no Diaiio de Sexta lena saber ona\ exa-
tem dois escravos, um de neme Man el Jo
Ze e urna escrava de nome Francia**, que
VENDAS.
Collecces das listas da Lotera que ara-
bou de correr : nesla Typ., roa das Cru-
ces ; na Praca da Unio loja de livros n.
37 e 38, na ra do Collegio Botica D. 5,
a em Olinda em casa do Destt ibuiuW.
Preco 160 cada colleco.
m^ As Obras seguintesIdeologa de
Destut Tracy3 vol., Helvetius, 3 vol. e
Viagens de Volney, 3 vol., em franceft,
boa encadernaco, e com nruho pouco uso,
dez mil reis nada obia; quem as per ten-
der, annuncie.
j^ Tenas de vidro, e tinta de e-cre-
ver, ludo de muito boa qualdade : na ra
da Cruz do Becife loja de lou^a n. 36.
t^r* Uin navallo castanho, goido, bom
paCfirOj e muito bom carregudor e esqui-
pador: oeata Typografia se dir quem o
vende.
ay Um quarla rastaiho muito
gordo, serve de-elli, cang-lln, ou carri-
nho: em Santo Amaro, no aitio do sobra-
do que fo do Frade de Jeruzalem defron-
te d > Consi-torio dos Inglezts.
}fW Um selira raso, ing'eza, rom
todos os a r reos: na ra da Cadeia velita
leja n. i3.
JCJT* Um excellente capote deharregi-
na, forrado de baeta, com golla de vellu-
lo. feilo em Lisboa : no ra do Cre-po lo-
j*D. II.
Ijry Ummolalinho proprio p*ra qual
querorfieio ouoccup.c^io: na 1 na da ca-
deia velha loja ti. 40.
tX3^ Urna venda com poucos fundos :
na ra da Sanzolla nova o. 2(>a9
JU"1 Uus mappas Geogrficos em bom
nzo, e por preco commodo : na ra dara-
deii'velha loja n. O
H&* 3 trivci de45 palmes decumpti
ment, e p^lmoe dito de groe.na, e de
quajidade: ni e,liada O* Aflelos nb si-
tio da \ invade Joze Mdiqucs d s Santos de-
fronte do litio que loide ('.lias Balita a f*
lar com Francisco de Olanda Chacn, ou
no Rtcife na ra da (V i 1.L>a com Jote
Antonio de Caivaiho Braga ai masera de
assurar n. 14.
Urna preta 'Angola de 25 a 28
annos, com bastante leite, e urna cria de
trez mezes, com algumas abetiiades, sem
vcios, e muito fiel: na ra do muro da
Penha sobrado D. 18 das 6 as 8 horas da
manhi, e das 3 da tarde em diante.
ajay Uma duzia de cadeiras um cana-
p, um jogo de bancas tudo de angico de
gosto moderno, com pouco uso, e preco
rasoavel: na ra estreita do Boario sobra-
do novo quasi em confrontaco a ra das
Larangeiras no primeiro andar.
Ijy Urna canoa de cari eir nova, e
bem pintada, bom bom gusto: no princi-
pio do atierro dos A fugad os sobrado de J-
lo Baplista.
%/^ Ura molato de 14 annos, bem cla-
ro, pr-.piiopara pagem : na rea dosQuar-
tes D. 2.
X^ Vinhode Bordeaux de muito boa
qualidade, em caixas : na casa de Bull &
Chavannes Freres no Foitedo Mallos.
jry Smenles deorlalice, muito novas,
prximamente chegadas de Franca : na
Soledade n. 40
&> Um realejo grande, e um mais pe-
queo, ambos comjboas voses. eo grande
com a6 pessaj de^jpMCM rom duas pescas
bonitas voses : atraz da Ig-eja dos Martin
os a toda horado d:a verde.
fcy- Gigos com garraras vasias, ditos
com n.eiasgarrafa, e 1000 holij brade Olando, ludo por preco commedo,
assm como urna poicio de garrafas pro-
proprias para vinbo moscatel: na mesma
casa cima.
f/y Rapprnceza de Li.-boa em libra,
dito da B..hia, dito areia preta, cha hisson
da ptimeira sorle, ditoperola. aljfar, dito
imperial emeaixinhas de a libras e meia,
tinta de escrever ero garrafas, graxa de dar
lustro -eni precisar escova, fita de linho
branca de cois larga, excellentes pilulasda
familia em frascos de 100, bixas ltimamen-
te chegada, grandes e pequeas, tudo por
preco commodo a troco de moeda {Imperial
e mesmo por moeda mareada nao obstante
ser feia : na praca da Independencia loja
n ao.
J9 Chapeos de pello de seda pra ho-
rnera a ette patacas e meia, em dinheiro
imperial ou marcado embora seja feio: na
mesma loja cima. Tiobem se continua
a vender os verdadeiros e genuinos Pozes
ante-biliosos e purgativos preparados por
Manoel Lopes na Corte do Rio de Janeiro,
osquaes tem tido muitos elogios pelas suas
curas, e por serem saborosos de tomar.
|^ Um negro de naci, coi-roba o di-
ario, entende de padaria e marinhagem,
bonita figura e sadio : na ra da Cruz n.
33.
f/^ Urna venda na ra Nova : quem a
ptrtender procure na ra do Bosario ven-
da D. 8.
HJP" Bixas boas: na praca da Boa-vis-
ta Botica. D. 10, e juntamente rap piiace*
za e Bibiano a 1 io res.
'f9m lauoo coucos com casca para em-
barque : quem psrtendcr annuncie.
HW Duasescravas mai e filha, a pri-
meira tem de idade 50 a 60 annos, e a se-
gunda tem de idade i5 a 16 annos.
jtJT" Um preto, ciioolo, carreiro, e
canoeiro; um dito de nacaS, proprio pa-
ra servcodecampo ; e huma escrava, q'
lava, e tn^ahoa : iodos de idade de 18, a
ao annos, esero vjiio, nem molettia al-
guma : na ra do Cabug, loja D. 7.
%Tp* Urna preta nacao, idade. 16 an-
nos, lunilla figura, sab cozinhar, engo-
tnir, e faz loco o sei vico de urna caza._:
na ra do fugo D. 11.
fcj" Ei riamente capim de planta o
liix-a 16o bixas milito las .\egndds
ultimirente por picea commodo : na ven-
d da ruH Nva unto a punte D. 36.
V9 Bixis de superior quilidade e
chegidas prximamente : por preco 10
rao .0 : no alte r> da Boa vi^ta D. i4 na
v. niJa que leiii airo.
Xy" Muito bom tahoado d* pinho xe-
g do proximaimnl', de Indis as larguras,
compnroento de2ua4p primos: por c-
modo preco : no Armasem do falecido
liento Joze da Costa.
S. Miguel, com casa para moradia; quem
o pertender dirija-se a ra do Rangel em
casa de Joze. Antonio deSouza, sobrado de
varandas encarnadas.
FSCRAVOS FGIDOS.
Fugiu urna negrinha de i4 a i5 annos,
crila, bonita de cara, pez e dedos das raaos
curapridos; anda pela praca, ou nos Afo-
gados : os aprehendedoreslevemna aoat-
terro da Boa-vista defronte da Matriz casa
de a andares.
/^ Felicidade alta, seca do corpo,
mos cumplidas em un dos dedos das
mos teranim signal de talho, orelbas pe-
quenas, beicos uro pouco grosso?, olltos
pequeos 5 fgida no dia 25 do.passado, e
foi vestida com urna saia de xilla azul raiu-
diuha, pmo de listas j desbotado com
franj is em roda, camisa de biim com ba-
bidos totalbo: quem a pegar leve-a
Rudolfo JoSu Barata de Almeida, quese-
ra recompensado.
irjr No dia 14 de Julho p. p. fogio da
Fmtahza do Bium um molato coraos
aign.e, seguales no muito claio, alio,
seco, o rusto descarnado, afilado, ca-
bello pegid.1 como de negro boca meia
grande beicos finos pouca barda *o-
i^sas rallas, na b-zexa esquerda urna
queim. dura de baa bem Icitu de pes
amis, meio zambo das p- roas, chama-
e Amaro Jare da Sdra quem o apiehen-
der levi o no Hospital do Paraso que ser
bem lecomj encado.
bjjp JNo dia a5 de Julho fugio urna
negra com os siguaes seguintes Naci
Cabio idade l5 a 16 tunos piqflena ma-
gra rumbada dos pes que bim se conbece
quando anda que mete os joelhos para
dentro cabeca aftinilada e inulta sarna
em tima dos olhos beicos grandes bar-
riguda e peitos pequeos chania-se Mar-
garide e levou vestiJo rocho com dois re-
inendos panno da 1 o la azul bem s ijo
d'azeiie d: carrapalo por ser co.-tumail
a vender e he bem conhecida no Recit
noticia que passeta pelo Manguinho e A-
a fria a pessoa que a pegar leve-a a
llidatle sitio do Machado ou ra do
Rozarlo larga lado do uaacente D. 8 que
ser recompensado.
fjrjr Joanna criolla grossa do corpo ,
cor fulla rosto de h- la quando falla representa Ir 3o annos
de id de e se cha fgida desde o da 3o
de Julho p. p. de noite do mondego, os
aprehendedores h:v m-a na ruada Cruz
n. 11, que ser recompenfado.
Hfc
Taboas das mart cheiat no Pono da
Pernambueo,
i9Seg nda i 8h. 54 m J
.* 20T: l 9-42 [
J2.-Q: i0-30 [Tard.
^ a2Q: - n 18 |
23S: - 12 6
5a4 S: 0 44 Man.
a5-D: 1- 42 )
NOTICIAS MARTIMAS.
Hontem nio entrou nem sabu embace
cao alguma.
ALUGUEIS.
Aluca-e um sitio us Afosados ra de
Erratas da Correspondencia destrbuida
rom esta f"II a-sigoada pelo Dezejoso
de AierlarPp. 1.* col. 1 lin. 11 em
lugardComiso ,leia-teo nhis 12 e que lorcm de maneii a alguma
de encontr, hia-seque forem de encon-
tr. Col. 2.* linhas 9.1(ornecela, le*
saformulalinhas a3 fijtetnpios, lea-
se txem pitres.
PjRM. NA TU',, UE M. F. DE FaRtA 1836_
MELHOR EXEMPLAR ENC(


Snrs. Redactores.
Agitado por huma correcpondencia, entre o
Snr. Jos Antoniod'OUvera, e Snr. Agoslinho IIen-
riques da Silvas, e Maooel Lepes N el s, de 18
do corrente mez do Julbo pela Typografia I dedig-
na relativa forma por qne precederlo a contar
a execucSo dos Erdeiros do fallecido So Joaqnim
Apelilla. d Mayor cora Arbitros na nies-ma causa $
en voo jjor meio do prelo'apretentar aus mesroos
Snrs. Arbitros tres cv tupiares de conta de juros ,
rogando-Ibes o especial favor de examinaron, e pelo
inesmo prelo notarem as CoraistSes, ou alteracoesque
nasmesma* acharem, eq' foremde maneiaalgul le
encontr Ley, e .-5 conciencia, visto q' en de ma-
neira alguraa me conforma cora .1 saa contab'ida
de, un quanto nao for convencido do contrario.
Convencido que Bija pelos Snrs. nfo continuare
mais a fazercontas pelo nieu medilo, e resllua-
retoque tenbo assim rerebido; e a pregoarei por
todo o imperio aos nteresfados o.ule tal contabeli-
dade lenha (do lugar que vio haver o que de mais
tenhio pago. Fonozu dizer aos Suis. Arbitros
que sengnndo lifas ideas que tenho creio que a lei
ordena acelo executiva contra o mqluao omisso
que nao paga annualmenle o respectivo Juro s logo
do cperilo da lei se conclu que o jurodeves rpago
pronlo.
A vista destes principio*, o para por isso em harmo-
na coin aquella si conscieneia que tanto caiactizou
U0S8OS antepassados legisladores, quando prescie-
verlo por lei "s joros de 5 por pergnnto aos Snrs,
Arbitros. De que maneira \. de ejicun'roasl
Contcienca quando o devedor deu por ronla os
i.osRs. 1-o o Crtdor tiren primeio os
p, i.U'j ilosjuro, vencidos, e aa-im snc.c
Bvamente ate final como se musir do t. escal-
plo?
', ni que s consci ncia vos levis acredito da
conta da devedor esses Rs. i23'*4 para vencer
bum juro cunta o en dor s ndo odnbeirodo mes-
rao credor e a.isun succtss va mente at final, co-
mo vos mostr pelo 2. rxempio que lie o loe-
0. cria do niappa do Snr. Suva, mas sem atle ci
aodebito queea foco nesta conta\? Era suma exa-
mina! mena exemplos que no fin direi o qoe
mais se m'offerecer.
1836 Janeiro-10
1. Fxemplo.
Dt as Juros Capital.
- t f r- *
lo.). 1 -> ;
ia,s i-'- ;-
Importancia de hu Obrgoclo dc.-te da vrncendo desde a sna dala at real 111-
bolco o juro de 5 por aonno..............
Juro desde 10 de Janeiro de 1826 at 3o de Junhode i8a8. })'>
Recebdo em ditto da Rs. 4..os'oo dos quaes dediwo a juro vencido Rs. .
c o resto em Capital................
Juro desde 3o de Junho i8a8 ate 3o dsJunbodc 18*9.
Recebdo emdnheirodiaRs. 4oo*'ooo dos quaesdeduzo o juro vencido lis. .
e o resto em Capital...............
Juros desde 3o de Junbo de i!3ac) ate 5o de Junho Vle l836. ^555 19M8;
Tucebido em ditto dia R3. Soos'oou dos quaes deduzo o juro vencido Rs. ia5kW.
I ;ooosuoo
36s 171775
e o resto em Capital.
n / IV
7s3|49'tl5l
365
174^4 -H
ReiU R* i85/454tS


1
*
Segundo Exemplo por
Debito e Crdito.
Quantias Dias N.os Qnantias Dia3 N.os
1826 I828
Jaur.0 10 Huma O'nigaco deste dia Junho3oRecebidonestedia4oos'2920 1:168:000:000
vencen-io o juro de 5 1829
pur 5 desde a sua dala Junho3oRecebidonestedia 4 255 1:022:000:000
t real embolco, calen- iS3(5
lada em uros desde sua Juubo 3o RerebldoneMedia 3oo'
dala at 3o de Junho de Ballancodos n.os ." 2:083:817:480
i83ti 1:000 000. 382i 3:821:000:000 Por Ddlliiico i85s'454-
N.os correspondentes a das
sobre Rs. ia3,f4^-iH
importancia dos juros
q*' devia receber de meu
devedor como se v do
I* exemplo cu jo re-
sillado levei a crdito
desta ronta apio 360:399:906
I.liin na mesma c iiiin-
midade aissma em diai
sobre Ks. 3ts 171 -11
importancia dos uros
q' devia recber d< mes*
iiio enmo se v do 1.
exemplo CUJO re/.ullado
levei .. cu crdito 2555 9*''4Ij:49$
Pallanro dos juros
a.o83;8i7:48g iijlpf
'
7oo Rs. 1:285*454^
JN.os 4:373:817:489
Rs. i:285s454 N.os 4:273:8/7:480
? Por Balanco i85#454 ,#
1 11....... ____________.
Tercciro Extmplo.
iP36
J.licu 10 Importancia de huma Obrigacao desle din vencendo desde asna
ala t real imbolco o juro annual de 5 por sendo de Rs.
a saber........ u
Jaros do ..C anno. ... .........irooojboo
.>.< d., ,.0 di,,,. ....;;;........ H<
Dito desde lode Janeiro de ,828 at 3.. de Jnnho 'do mesmo' anno '
da do i. 3 pagamento obre Rs. IUo25oO em dia..... i;i 958a.5
,8a8 777
Juuhj 3o Recbido por conta ,; .' Il*'*#*
.........: 4"os,,o
v^sf' ;--------,
Juros em dias ; *" 'S3**!
1899 ..........36S 36{*;6
Junho 3o Recbido neste dia. ...'.. 74f74
1 -.%'* .....- V 4ooso.io
Juros desde 3o deJunbo de 1829 ate 3o de Junho de i836 em ^^
das .... -
............... a55j i27,s659
i836 --------
Junho 3o Recbido deste dia. ..... 49.?4o
' 3< osoo
Resta S. E. Ts. iga^oo


3
Tor ocde vos mostr o resoltado da mrsma con-
i-, no normo periodo, pela regra de juro com-
i < :t<>, e veris que restando o everdor pelo i.
,. ?.c exemploRs. i86f4&4- pureie3. me-
ihtdo reslaria Rs. igaf40 '''' ,K" hu ditferemja de
Rs. 6i'g4ti contra o Credor ; e hita a cotila rna
r.eira do Iinpciial roapa que aprsenla o Sor. Silva
!,,:a huma di IR renca de lis. (JeJfjp ', e por con-
tcquencia falcimente roiihecereis que o modoprati-
co do contador Oliveira i'./, r taes ronlas n..G lem
tareiitesco algnra rom a regra de Juros Ci-mposto
denominado pelo Ail tro Machado usara de usuras e
mi vno-meuaTm ;mas armas dos cilibres Arbitra
dores Machilo eSilva diiei tanta inousiquencia
...,!:,. hos > II.o-. E acresc ntarei mais lauta U.. salta
i.a B... do C! Porq' essas intitulad .- uzi ras d usuras
quertm os ajamados arbitros reverta eni favor do
,. vedor, lzendo-o posar lucro do q' aMu i" lenha em
gtu puder, dcpois de o Iwver entregue a stu verda-
deiro Scnbori Tanta inco seq.i k ucia a ui de sal-
lar? Os Celebres Snrs. Contadores Machado,
&Comp. o dirn.' Ttnho demonstrado e\dente-
mente, e debaixo de regras incontestave-s quena
conla em questad, d^da pelo contad r d> J trroeiu teu methodoe menos contadas essas usuras d
usuras, ou Juros de Juros; por que haven-lo-asa-
i arecera mai*em debito es = Rs. l'f\;\:> que Ibi jus-
tamente qnanto lucrou o devedor pea falta de
promplo pagamento*
Ora pois"esta demonstracao he feita era, pequeo
ponto, tanto era q uan lia como em periodo e juro,
mas se ella fosse lula a lace da conta de i|ie se trata
di strar-se-bia huma diflereneia ( a estar cita a
mesma ('ruta )de Rs. ubjBSfo segundo inculca
a correspondencia referida; e montara > Rs
3:156s85o se o juro fosse de io por -; ea Rs.
6:3i5$7oose o uro de sopor -, pouco mais ou
menos o regular da praca. Em conclusfio: em taes
( ,, e na forma la contabilidadedus afamados
arbitros, saia melhor ao credor, quando dome
a premio certa quaulia dizei logo ao devedor cu
quero servir a Y m., < por isso goze \ m. da quan-
ii.i que agora leva como sua visto que ha vendo fal-
ta era \ m. no pagamento lo juro em da ealte-
raco nos pagamentos do Capital p>demuito bem
acontecer que a mam-ira da. conlabilidade de Ma-
chado & Silva ainda tu Ihe venha a dar mais di-
nheiro, c. por isso v na paz do Snr. gozando na
mesma essa soma. Como Vm. se nao quiserfo dar ao
trabalho de respouderems minhas pergunlas feitas
no Diario de 27 do correule, em cuja la/e en quena
formar a presente correspondencia sirvi se sa-
Jir a publico com suas destructivas ideas presente;
nao Ibe ad mitrado pergunla alguma emquantona
fizerem as minhas. Mais huma pafavrinha, O
Snr. Arbitro Machado na sua opniSo quer que fi-
que prevalecendo a conta dosnuttosa II. iJ5 da qual
se conhece que a divida nao vence juros desde (> de
Maio de i83o e o Snr. Silva na sua opiniao diz ,
que esse bailando deve vencer juro desde aquella o
poco at Bual raboteo.
A vi la po lestas desconformidades dezejo sa-
ber qual a regra arithemetica que as admite desde
que illa f> Ibrmada al ao presente seclo ? He
precito scienlinear aos Snrs. arbitros que quando
l.uiii Juia se propoem a dar huma Sentenca s Ibe
cabe em suas abribuiefies destribuir a Ley a vista d>
feito embora o *eu bem founado coracafi aissore*
pugne; por que qucni quer mostrar es-a bondade
deslril ue do queseu e nao doalbeio em cojo ctizo
estad os Snrs. Arbitros. Se em attencio ao que le-
vo expendido vos vos coi 1 vene* rdes, nao ros fica
mal, antearos ser.* mu louvavel, hide lser no-
va decaraco nos allos paia editar o prejuizo de
terceiro ; e desta forma daris a conhecer aores-
peitavel publico, o ao Merelissirao Mgador que se
siugio as vovas falcas epinides, que errasteis,
mas que conhecendo < erro, logo o enmendas-
teis. J sabis que eu nao sou o Snr. Jos Antonio
d'Oliveira e por ssoa miin he que vos deveis di-
rigir n3o a elle, como i,i ofiz sle.
A Deo Snrs. Redactores al quando os Snrs,
arbitros quizercra oas que se dereiz ho tra-
balho de conlraditarem minhas deas. Conlin.ioa
subscrever-me o
Dez-jo.o do Acertar.
V. S.
Depois da presente correspondencia w acbar na
Typografia, mandei-a buscar para I! a cenia este
PSpor que veio-me depois a nioa correspon len< ia
di/sSrs. Agostinho Henrique* da Silva, e ISanoel Lo-
pes Machado com oSm, Ma>r Jos Gabriel de Mo-
raes Mayer e dote com o Snr. /os Antonio d'
Oliveirat cuja correspondencia un nada me satis-
faz ; por Unto aos mesmos Snrs, Arbitros continuo
a derigir-me e de novo ao mesnio .Sur. Major
Mayer para refutar minhas ideas por exemplos Ari-
Ihimelicos, eno por meiode historias.
As sircunstancias que mililo com o Senhor O.i-
veira. e Senhor Mayer, nao melito commigo, e por
isso nao deveni tratar por acinte esta miulia corres-
pondencia : quera me ohriga a esta sao puramente os
iiteresses le meus Concilladlos ; por <|>e enlendo ,
esei, que o melbodo da conla em questa nio he
regra de juro composto como o lenho evidenlemen-
ie demonstrado ; e querendo desenganai sefacloa
conla em qoesti por esta regra e verao a duicr uc:
que iac1 &c Espero salisfecau o
1 DezejOso de Acci lar.
vbz*mBt
Pern. Na T/p. de Jtl.F. Farias.de rS36.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQ92NE4N0_CVSDGB INGEST_TIME 2013-04-12T22:00:55Z PACKAGE AA00011611_05714
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES