Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05713


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Full Text
ANNO DK 1830. QUAHTA FBIRA
!E. ^(JST(1]6(L
Pbrhimbdco, a* Tvr.oa M. F.ilr FtM. I SMC
DIAS DA SEMANA.

l ,m .la I. le Veosto 8. Pedro advinciila And do*
Ju!m. do Cr. de a., e de t. cs. da Theaotr
raria Publiea a Chae, de 1. ...
t Tere N S. dos Arijo Re- de m- aud. do J.
3 duarU nvencao de S. Estevao P. es. da Thez. P.
4 Quinta S. Dominan* de G. Re. dcm. aud. do J. do
C. de m. e Chae- te t-
3 Sexta N S. das Nev se, da Th. P. a.id-
rfoJ.de O. Het.
O Sbado Traasfiguracao de Chr- Re. de m. e aud.
do V. O. de t. em oiinda.
7 Domingo S. Caetano.
Tt_do agora depende e no meimni da non prn
denota, moderacao. e enerea.-continuemos coin
principiamos, e eremoi tri>iado coro admira*
ciii) entre a N ac.de mai culta.
Proclamar da Jurmblrn Qrrol rai'l
Sohcrevese a lOOOr. menae paraos adiantadn
nesia TywttgraAa, ra da Cruzes D. 3, e na Pra-
Ca da Independencia V. 37 e SU : onde e receben
correspondencia legliada. e annniK ios: inserin-
do e ?! g-ratta leudo do prnprio aigiiante.
p viniio acsig-nailo.
CAMBIOS.
y/gOSU 2.
JLiOndre .16 Ds- st.. por lcd. on prata a 50 por
eruto de premio Nomina.
Lisboa 55 por n|o premio, por metal, Nom.
Franca'60 -865 Ra. por fnneo
Rio de Jan. 6 p. c- de prem.
Moedaa de A,,4O0 IS..500 I3400
40UO ..TOa 68iK)
Pr/.os | ..440
Premio da prata 50 p. c-
da lettram por me y l ?poro|o
Cobre '5 por cento de descont
PARTIDA DOS CORKBIOS.
Olinda_Todo os dia. ao meio da.
(Jornia. Albandra. I'araiba, Villa do Conde, Mo-
maugiiape, (Mar, lien, de S. Jnlo, Rrejn d'Aris,
Kainba, Pombul. Nora de Sonza. Cidade do Natal,
Vil'a de Goianninha. e Nova da Prineeaa, Cidade
da Fortaleza. Villas do A unir. Monte mor nova.
Aracstv, ('acavel. Canind, Granja, linperatriz,
S- Bernardo, S. Joan do Principe, Sobrar. Novad'
F.lllev. Ico, S. Mathen, Reschodo angue. S.
Antonio do Jardiin. Queieraimiliim. e l'arnahiba
Segunda e Sextas Icira ao meio da por via da
Paraiba. Santo AfilanToda as quintas feiras ao
meio da. Garantan, e Bonito nos dias 10 e 4
de i arfa mea ao meio di Floresno dia 13 de
rada mez ao meio dia. Cabo. Serinbacm. Rio For-
mo/o, e Porto Calvo-nos lia 1, II e 21 de cada
mez- _____^___-.______
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLB1 GERAI* LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEMJTADOS.
Sessade 28 de Maio.
Presidencia do Sf. Arujo Lima.
Pelasni horas da mnhf procede-se
chamarla dos Peputado, logo que se re-
tinen, em numero legal, o Presidente de-
clara aborta sessa, e lendo-se acia da
antecedente, fica approvada.
O primen o Secretario dconti do ox-
dodieute.
Ordem do din.
Entra em discussao huma resoluca do
Senado, que declara, que oPad.e Anto-
nio Joaquim do Nascmeuto Beleza, Pres-
btero Secular est no gozo dosdireitos de
Ciflado Bratileiro, c-tc.
Heap ada huma emenda do Snr. Fer-
reira de Ca tro, que di/.: Se passar a re
iolucio, diga-se Cidada Braileiro natti-
rali ado ato. *
Depois de longa discussao, he approva-
da a resoluca, e regeiada a emenda.
A resolucio he adoptada, e passa C5-
rri-sio de redaccio.
Entia era disrussio a resolucio sobre a
eoncessio de le renos em beneficio da la-
brica de ferro de S. Joao de Ipouema.
O Snr. Alves Machado entende que a
Gommisso Desta resoluca oflferece pro-
videncias queja esli dadas; por cone-
ella mana demarcar, medir e desapro-
piar lenos oecessarioa para a fbriea,
e tudo ato e.vt frito, faltando s p*g*r
aos proprietai ios de terrenos que fora des-
apropiados o valoras suaspropriedaJe.-.
Louvando o actual "rector da fabrica,
que he o que se lem mostrado mais tel-
lo pela ptwsperidade dafabiira, dia que
este horoetn et todava em continua lu-
ta cun os vsinbos da fabrica, que se me-
terlo emterrus que foia desapropiadas,
mas cujo valor ainda rao rec eberao. No-
ta que o artigo manda dar tres legoas de
terreno para a f-brca, o que he maior
quanlidade do que -e necessita, porque
ven coroprehender te-rertos que de nada
podem seivtr fabrica, porserem cam-
pos de criar. Conclue que sendo nica-
mente necessario mandar pagar a esses
individuos visinhos da fab.ira nern o que
nao se pode despoja-loa de suas eotig^s
propiitdadcs, manda z mesa buixa e.ucn-
da 8ub>ttiiiiiva que da esta providencia,
e rom a qual julga (car smIis!" ila<< todas as
vistas do Governo; sendo poucs os pro-
prietai i<>. de terrenos n^ressarios fabri-
ca, os quaei prop ittat ios de certo tem si-
do muilo flagellados.
A em nda he apoiada, e entra em dis
cussio.
O Snr. Duarte e Silva observa que o Co
verno tem mandado yir novas informa-
Qes a respeito des te negocio, que julga
importante, e ulgan.-b mais coiVeniente
tomar huma drliheraca depois de exami-
nadas as ultimas inform.ices que o Go
verno tem, pede o adiament-> da dt>cas-
sio, por nao ser posivd de mp'oviso e^-
colher entre a emenda e a resoluca. He
apoiadn o adiamento.
O Snr. Floriano de Toledo apoia o a-
diamento, porque con-U-lhe que o novo
director tendo bem examinado a fabrica,
tem representado o que mais convetn.
Constando pofa haver estas novas infir-
mace-, e al huma memoria mu ci cuns-
lanciada a tal re-peito, he de voto que se
pecio ao Governo para enta a Cmara
deliberar. Faz. a nsma observaca do
Sr. AUes Machado quanto arquisica
de 3 legoas de trras para a fahrica que
uio ervem paraa fabrica por serem cam-
pos decriaca.
O Snr. Vianna combate o aJamento.
O Snr. Duarte e Si'va observa que as
nf.irmaces que exislcm sao nt'gas.
OSr. Alve^ Machado lembra de mais
que a tomar-^e adlib raca que indica a
Conmisto, mandando medir lies lefdaa
de terra, ficar esbnlha las de suas pao-
priedad a-grande numero de pessoas, por
que 1a eofi-prehender toda huma fregu
zia nova, e grande parle tl Municipio
de Sofocaba. Vota pelo adiamento, vi*
t-a da rar,ft expendida de haver novas in-
formaces.
O Snr. Vasconcellos dec'ara se contra
oadiamento por julgtr desnecessaria a re-
kOlucio; poique para datar negocio be
misier iobrmacei mtiiio miudas, e ao
Governo compele piopor o que jalttar
sobre este obje.lo er msis conveniente.
O adiammto he approvado. Entra em
dscssio a resoluca s-biv a remidi de
mateiias primas em favor de fabrica* no*
vamente estabebcda.s no Biatil; dando
origem a esta resoluca o lequerimenio
de Francisca Joie Rodrigues.
O Snr. Vianna nao pode votar pela re-
soluca *em ser ante esclarecido pela
( omriii-so. Julga que he preciso decla-
rar o que teja materias primas; quando
nao, a passar a resoluca como est, vai
dar-se lugo a muilos extravos naa AlTan-
degas, e fazer despachar para consumo
dettas fabricas, se-u pigai direitos, mui-
tas cousas que nao sao necessarias para as
fabrii-as.
QSn'. Fneira da Vi i^a lembra que
a ns. lucio nao vai dar privilegio nenhum
a e-te mi a aquelle individuo, mas sim
vai eslabelecer hum limite s i.entes, que
Commisrlo, segundo depr-. hende-se de
seu prembulo, e pela redaccio vio artigo
da resoluca, e-to dadas por les : quz
a Commissio que es as sences marcada
por huma le de Abril de 18I8 teji mar-
cabas agora no s^u quantitdtivo. Derlata
pvr hora nio poder dat o sen velo por
nao estar muito certo as leis a que a C-
tnissio *-e refere. Quanto s f bricas que
citoii o Snr. Vianna, diz que huma das
fabiicas de chapeos tem goiado o mesrno
beneficio.
O Snr. Crtlmon su lenta a resolucio,
salta a redaccio, por julp,ar nascircu^tan-
cas actas huma tal medida necessatia
e eminentemente econmica. Lembra
que ero viitude de antigs les, as fabri-
cas establecidas no Brasil em grande, e
julgadas taes pela Junta do Gommercio,
gotario de isenca dtfdireitos as mate-
tias primas que importava: entretanto
que muito abusos tem havido a este res-
peito j quena Babia a fibrica de sabio,
que tem patente de f.ibiica nacional, goza
de insenca de dr -itos d todas as matei as
piimas, e pode alllrmar que a daqui, que
hetambem de Wenceslao J..ze de Almei-
d, ha d- gozar da mesmo direito. O que
jul^a preciso he r>rtar o- abu.-o, que por
fsta isi'f.cio rxistem; como por txemplo
na Babia <>B er qoe e despachara para a
fabrica era em to grande quantidade que
assotxbrava tu Inspector da Alfandega,
po>to que zeloso pe'a prosperidad: das
fabiicas nacior-aes, e por iss mandn ar-
bitrar a qgaolidade de breu necessatia pa-
r a fdb-ica ; e p>r i-so cumpre que, por
huma med da Reral, se ponba hum termo
a es es abusos. Convem pos que a ns>-
lucio" pa.-se iom melh >r redarcio, e or-
cand s a qnar.ti 'ade das materia primas
q e tada huma f briol dere importar, pa-
,a e\ilar bu-os, e que a-> Governo se di-
ga que expeca esas patentes, p< i* que
na Bhia, alem da fabrica de rap areia
preta, montada em g:andissima escala, tal
vez como nenhutna na Europa, ha outra
fabiica nascente ic bem montada em es-
cala consi leravel, que ambas por falta de
patente nao gozao efeste diieito.
O Snr. Vasconcellos, vendo tres Snrs.
Cimroentarem a resoluca, cada hum a
seu mod, deseja ouvr o pensamnto de
alguui dos Snrs. Ministros sobre esta ma-
teria.
O Snr. Castro e Suva diz que, segun-
do a legi-laca actual, basta ao privilegia-
do pedir aquautidade de genero5, e apre-
rntaf o documento em foims para isso
na Alfandega, para dar se-lbe ; e por is-
so tem havido os abusos que apotitou o
Snr. Calmon. Duvida se se deve genera-
lisar a toda as fabricas esse privilegio de
isenca, so porqpe tem huma patente:
porque importa huma diminuicr da
rend, e por .-so julga queso se deveria
conceder por hum acto legislativo i e
mui'o mais quando^r^pela Conttituica
tem arabido lodosos privilegios.^%En-
tende que a resoluga nenhum mal, an-
tes bem pode fazer, porque limita a qui-
lidade em e-pecie, que deve o privilegia-
do guiar se^und o c insumo. Quanto
definica do que he materia prima, c*it
qoeentro nos tem-se d -clarado ser aquelles
gneros nio manufaci/irade.s equecoma
sua manufactura vem a adquj ir outro va-
lor.
O Snr. CarmiroLrio vota contra a
res'ilucH por d sned ssatia.
O Sur. Vascon ellos, depois dealgumas
observac-s, pede o adiamento da discus-
sao, que he apoiado e sera debate appro-
vado.
Entra em discussao a resoluca que re-
gala os emolumentos das ceitdes que se
pag na^ Secretarias de Estado e Cmara
Legislativas.
O seguints artigo 1- he approvado sem
debte:
O-emolumentos das cerlidSe< paspa-
das pelas Serrelai iis de cada huma das Ca-
ntatas e pelas Secretarias de Estado ser
na raza de 960 rei p r cada 50 legras da
escripia, ciiendo reg-a 30 letras, hu-
mas pelas outras. No caso porera de ria
ronter acettida 50 regras, nao custar
aunca menos de 600 r-,
Ai i. a. Em todas as ou'ras estaces
publicas, Tribun.'es, Juizos e Atchivos
Pblicos, os emolumentos das POrtidei
sero os mesmos que por taes escripias
competem preser ti-meute aosTabeHiiesde
notaa, na confotmdale do respectivo re-r.
gm-tilo.
Este artigo h* approvado rom a emen-
da do Snr. Alcibi.'les Depois das pala-
vi asarchivos pblicos, accresrente-.-e
--peitenceiilts ailniiiiistrs9o geral.
Dando a hora, fica a d srussa do resto
da resoluca adiada. O Presidente marca
a ordem do da, e levanta a sessio $ duas
horas da tarde.
C AMAR a DOS SE.VADOKE8.
SessaS de 50 de Maio.
Presidencia do Sr. Bento Barroso Pereira.
Presentes 3a Senadores, abre-se a aes-
sj. Lt'-ie e apptova-ie a acta Ja ante-
cedente.


DIARIO DEP ERNA M BUCO.
'
O pritneiro Secretario dconta do se-
guinte fxpedienie: lium officio doMims-
tro do Imperio remetiendo copia da de-
creto que concede a lene, de i>0$ rs- a
l). Leonor Cantofcr dcBanmann: sCo-
missSes de Guerra e Fazenda. '
Outro do Presidente da Provincia do
Rio de Janeiro remetiendo os ados da As-
serohlea Piovincial da me.-ma Proviucia ,
de numero i a 18 promulgad Ss na sessa
extraordinaria prxima linda : Commis-
sa E-pecial das Assemblas Provinciaes.
He approvado ft parecer da Commissa
de Instrucca Publica etn que pede in-
foi maces ao Governrf sobre o requeri.en-
to de Luiz da Mott Leile de Araujo : bem
como o das Commisoes de Fazenda Ma-
rinha e Guerra sobre os requerimentos
de Ignacio Viegas Tourinho Rangel e Jobo
Valintim de Faria Lobato.
Mauda-se imprim;r o parecer das mes-
ruas Commissues de Fazenda Marinha e
Guerra sobre o requerimento do Coro-
nel Jos Ferreirada Cunda.
Passando-se ordem do d!a sio appro*
vados em segunda discusso e passao u I ti
tima as resolnc5< s do Senado h*ma decla-
rando os vencimentos a que tem direito o
Conselbe ro Antonio Hornern d<> Amaral, e
oulio approvandoa tenca 2o$ icisconce-
dida ao Coronel Antonio Joaquim Brscete.
Entra em discusso o parecer da (om-
missio de Legislaqa sobre a propo-ta da
As-emhl.i Provincial de S. Paulo, a res-
peito de sesmarias desaproveitada-.
O Pi e-idente prope a queslo de ordem,
ae de vera toraar-se e'ste objerto como re-
pres*ntaco ou como proposla da Asspm-
ltla Provincial de S. Paulo. OSr'-Ver-
gueiro fazo seguinteaequeriment : Que
o presente se trate romo representrcio .
emendando-se neste se/iliJo o parecer da
Commissa.
He apoiado e a final appmvado. Entra
por ronseqoenc a e n primeira discussa a
re o'uqo sobre se-m*rias desaproveiladas.
Sr. Oliveba (Terer o seguinte re-
querimento que n* he apoiado : Que
se trate rrimeiramente se se deve ou 'nao
continuar a concederle gratuitamente as
trras do Brazil ou seja terr.s nao dadas
ou as d-s seminarias desaproveil.-d.>s q'
tem colido em commisno.
A reaolucio jiflgava discutida, he ap-
pmvada e passa a segunda discuco.
Segu-se a doruisaSdo parecer da Com
m ssio de Li' gislacn sobre a prpota d
A sembla Pro*inii-l de S. Paulo accer
ca da oempacio de terrenos devolulos.
O Sr. Vergueiio requer que sobre este
obyecto se tome a mesmi d-Tb-.-raca que se
tomn acerca do anterior; e a-sim deci-
dindoa Cim.ua entra em drscos-io a re-
soluco respectiva que be itppiovada para
fiassar seguuda disy isso.
Entrandoem piineira diacusse o ic
qnerimentodo Conde de Lagea afim q' so
convide o Goveruo para que de a or-
do com o Tutor de S. M, ojmoerador,
deas providencias p* ae excluyen: do ?cr
vigodo paco^os escravos; o mesmo ni-
tor do rt-querimento pede ntira-lo, oque
fbe he concedido.
Sinapprovadasera ultima dsrussio, a-
firn d se remettprpm MOCQafi imperial ,
as f-eguinles resoluto-s vinias da nutra Ca
Manoelda Trindadc^ possi interinamente
reger a Cadena de Canluxa do Semi-
quanto a mesm* vi ser poda a concurso
para s- provor d. Unitivamente nao se faz
roi.-ter que elle sollicite Titulo pelaJfcjerre-
taria do Governo, o qual Tilulosenr p'as-
sado a quem for approvad.' depois de exa-
minado em concurso, e dizendo-llie mais
que a Thesouiaria sp expedid ordem pa-
ra se pagar o ordenado do dito Padre Trin-
dde apri.-t nU; do at!etaca de S. Ex.
Rm.
Ao Inspector da Thf-souraria para
pagar ao Padre Triudade de que irada o
precedente cilicio o ordenado da maneira
n'elle rxpreso..
Ao Commandante das Armas di-
zendo-lbeque o G--verno ccnfirmando-se
eomon seu parecer tem ordenado que o
f irnecimcnto d'agoa s Fortlfras do l'rum
e Buracoeja feito plo,,Aren'ide Guerra
da mesma i^aneira (jue s;-5 brnecidos os
corros da Guarnica, sendo os pedidos
dosCommindante ai Amias.
Ao Iispertor da Thezcuraria rom-
municandu-lheocontbendo do preceden-
te ollicio pura que ponha em execucaS
pela patte que Ihe toca.
AoCotnmandsnleGer.il do Cirpo
'Policial, dizendo-lhe que os bomens qne
forem engajados p^ra i'azerem o sei vico da
Poliria as Cornaicas de Flores, Rrejo,
Garanhuris. Roni'o, Naza eth, s Limo-
eiro ficaia addidos ao mesmo Coipo, e
quen'esta conforroidade tem o Governo
ruciado aos t respectivos Piefeitos, os
quaes Ibe remettea as feliacesdos ditos
engajados.
Da 50.
PORTARA.
Ao Director do Ar-enal de Guprra para
fajero fbineciinenlo d'agoa as Fortalezas
do Brum, e Buraco a vista do p pelo commandante respectivo, rubricado
pelo commandante d.ia Armas, e dvspa-
chado pela Gove no.
BISPADO de FERNAIURUCO.
Dom Joa da Pnrificaga Marques Per
digi Coriego Regranlc de Sant > Agosti
ribo, pela Cracn de Dos, e da Santa
S Apostlica B;spo de Prrnamhuco,
do Conseibo d-S. M. I. eC. oSenhor
D. P.d.o a. &c ,
Aos Noasos dilectos filhos em Jozus C.,
Saude, paz, e benca.
eenciadeque. ja mais Ihes pode ser pro-
ficuo o Commercio, que est em contra-
nario d'Onda pa-a que foi nomeado em posica a huma Lea esenpta pelo dedo.de
mar : 1. rUnis*ndo o Governo pira
f ser l'quidar por Com mistar hia-ileiros
as ucUmayes fitas pelos sub litos Purtu-
giiens por prejozo sfT idos (iuianle a
guerra da Independencia ; 2. appr<
vando a nen io de 2'>"JJ r-. concedida a D.
Mura Ad-laide de Ai*vedo Pessanha.
O Presideiitv declara que e-t esgotada a
materia d i ordem do dia, e q' do dia t>e-
guiutP beoaclo do re Slieeimentoda Prin-
rea Imperial a S'nhora D. Jmuaria; e a
do dia I. 9 d<-Jurihu he paiereres nao im-
pressos e tnbalhos de eummioses el-
venla a *e*s ao roci dia.
PERNABMCO.
GO\'ERNO DA PROVIUCIA.
Expediente do dia 50.
CEF1CIOS.
Ao Exm. Rm. Bispo d'esfa D'oceze,
pzendo'iie que /). Tendo Nos prisenria'o rom a ma's
pungente magoa o desprezo Ioi-toI d'hum
dos prereitos da L'i de Dos (i abitinen-
cia d*todo, e qu-li|uer tib.illio corporal
nos #Do'iiingos, prescripla pelo mpsmo
Dos, qtitndo poaitivamedte os dedicon ao
sen Culto, p nos das Santos pe|i Santa I-
grja, qup-o< crner u memoria, e ve <
rieracaS los Predestin dos de-de a org<-m
do Mundo, peina singular's pierogatitas
de que fur- (1 liados, e relrv^nips virlu
de-, qne exercerad, excitar do-nos sua
irnilaca, pata conseguir-mus G'oria,
e praser m onderavel, que gosa na Pre
s nca do l.ieino Remunerador;) e na5
Ni-s sendo passivel occultarc doloroso sen
(ment ceuca d'hum Ul proced ment,
nipaiiradoenti'os mesmos Prot^Unt* ',
que exadamenta olise v. o Douiinic
preceilo, e.canda'omenle violado pelos
verdadeiros Clirias, quaadoaMD peijo,
n ni temor, huns palerjlea as lojas ao
("ommeicio dlicito no> mencin dos dias,
oulio- matida iiab cas d"alvenara, e nas demais ollcinas, com
mntf.ata posteigagaftdas Lea, bprncomo
cair.ga,, e desca reg*r, anumes dcsli-
nados conducaS de Varios gneros, i)e
mi'iein (fue nenbuma dillerenca Ha -
vemos not.idoertlr'os dias de n-legiosa < b-
sci vaii'i e o* semanarios designados ao
trab lio ; em Nos-o animo Itzer ver sos caros ohjt;-
ctosdeN'SSi Patero il ddecca, (quaes a
Piovidencia Nos con6u, respoustbili-
sando-Nos pela sua conducta) como Ibes
coriveui serem exactos no cumplimento
deti esencial obse.rancia, na intelli-
Deosvivo. e cuja-exarca Rile exige com
a maior elicacia, Comminando gravissi-
miR penas aos trarwgre-sores.
E pnderemos nos ignorar os designos de
bnm Deo zdoso de sua honra, e Gloria,
contt'aquelles, que se nao recorda dos
(leyeres da Creatura para com o Creador ?
Poder subsistir o producto o'hum Com-
mprcio illeglmenie grangeado ? Que es-
cuza poderemos allegar ?
Eisa cauza oue iuduzio o Salador do
Mundo a proferir a sentenca mais fatal
contra aqoelle, que, preferindo aos eter-
nos, osbens temporaes, nenhuma duvida
sp lhp0erpce n nrgociga peccamioosa,
eom inevitavel detrimento de sua alma.
Em verdade vos derlaio, dz Jezus C,
ma'a fa-rilm^nte pendrar o Camello pelo
fundo de huma agnlha, que hum rico pe-
la porta do CenAmen dicn vobis, quia
divps difficile intrabit in Rpgnum Cselo-
rum, et iternm dico vobs.' facili,JS es^
Camelutn per foramen acns transir quara
divitera nlrarp in Rpgnum Ceelo'um.
Malb. Cap. Igw. 23 e a4. Esta sen-
tenga comprehende, e sem hesitaca diz
respeito aquellas, que se exercita nd n^"
socio por sua natnreza, e nos das prohi-
bidos illicilos ; pois que a norma decreta-
da para b-ei vancia dos preceitos, igual-
mente obriea como os rresmos.
Ricos do Mundo, que ignoraes qual o
hcrdeiio de vossos suores, e fadgas ; que
Iribntaes superabundante considerapa a
caducidad- dos bens pprituros, e diminu-
to aprec > (talvez) aos de ineslimavel va-
lor, quando h mister dirigir todos os
vosos negocios, sem com ludo perder de
vista o da vossa alvaeaS ; Unum est
nece=s9riuro Ev. Luc. Cap. lo AV.
4c, e 42 os vossos transitorios thesouros
perererao com v-sco. Ps. 38, e 48. A
sua exinanica. Ep. Calh. Cap. 5 \v. 2
p3 frequpntpmenle verificada de vara-
formas, talvez mciera cr attribuida il-
licita npgociaca .' Vos seris apanbados
no laco, que huma violenta paix.-o arma
quelles, que, constituidos por Dos em
pe fita lili rdade, ama o cativeiro da
Culpa ; de cujas verdades indisputaveis,
d-vemos colliair, na5 serem os b^ns
d'esteS culo, d gnos dos attractiros, que
muilos Ihes conagrr5.
Pelo que, attento o mrninente perigo
direprnvsc^ eterna, insinuado na sen
tenca de Jezus C, pela qual nos significa
qua difilcilima seja a consecucaS da pere-
ne felicidade para aquelles, a quem pela
presente Nos dirigimos, Determinamos fa-
zer cessjr os x -esso- ja mencionados, pro
hibindo absoluiamentc abertura das lojas
nos das de preceitos. ^exceptuando aquel-
las, queporuzo, e cosume tolerado po-
dem tfitar patenta, dipcis d'ssistencia da
Ylivsa, para sali-faca das urgentes ne-
ctssideden do quotidiano sustento) o Ira-
bilho ras biac, o oflicinas publicas, e
a condica d'dniuiios carregidosde qu qoer genero, ou fezenda.
E ron o j em outra occazia Experi-
mintamos a inuiilidale dos Noaaoi enfor-
eos; por carencia de respeito di.-tnboi-
ca do n- da celestial doulrina," que ja-
ma i-i rde nutrir aquelles, q' se snbtabem
i X o- em rer tinta relaxa<;a; Deliberamrs
p en elTe. tindide as penas eatabelicidas
na ConltjuieaS do Rip-do, aiuda n.-5
derrocada, e em vigor u'aqelld paite,
que he ompalivel com a d'esle Impprio, e
actual LegislacaS, recorrendo se ne^sario
for, ao Poder coactivo, outorgado pur
Jezus Cbrisio sua Espoza, p* atlrahir os
lilhos obediencia de la digna Mai, E .
2. ad. Cor. Cap. i5w. 2, e lOeree.om
mendado pelos sag'alos Cauone, aos
quaes o Governo deve ProtecaS i orno seu
def-msor, a lim de que a disciplina Ecclesi-
astici, d.-cretada por tantos, e ta respita-
ves Cnncil'OS Ecumnicos, presididos pelo
Eipto Santo, e cono taes, geralmente
acelos em to'i'o Orbe Catholico noque
respeita aos Dogmas da nica verdader*
ReligiaS, Tr*dica Divina, e Apostli-
ca, obtnlia inicua observancia.
tradica, foi, e ser (semper, etproscrn.
p^er) o rnais sagrado dever, contrahidonaj
piodigicsas, e salutferas agoa- di Regene-
racs humana. Aquelles, queprocedim
d'outra maneira, surdos voz da Esposa
do Cordeiro Immaculado, em cojo Nome
Exercemos a mais nobre de Nossts atiri-
buic^s (o Ministerio da Palavra, qric
mais tfficnz pela leiture, quede viv. oz)
sao considtrados por Jj/us C., como
Gentos, e Publcanos, Maih.*Cap. j8
v. i7 inimigos declarados de Dos p|
desobedienciaQui non e.si mecum, con-
tra me estdiz o Eterno Pastor. Carsi-
mos filhos, se por ventura existirem mire
vos alguna, que proponba em sua mente
nao prpstar attenca Divina palavra, por
meio da fl"a' Jezus C. nos chama para o
cam'nho 'a rectidaS; nao queiraes ser
particpanos de sua'insobordinaca, pur
quanto, soroenteos que ouvem, e pratico
a Santa Palavra, ato pelo mesmo Jezus C.
denominados filhos de DosQui ex Deo
est. verba De audit ; proplerea \os non
awditis, quia ex Deo non estis Ev. J.
Cap. 8 v. An.
Temamos, filhos, as terribilissimas
consequencias d'huroa tal assersao, pro-
fciida pela boca d'hum Dos Omnipoten-
te, cuja Palavia. jamis podo dtix.it- de
tersen devido effeito.
Nos evitaremos aquellas consequencias,
seescutandoa sua voz, procurar-mos nu-
trir a alma, como deligenciamoa alimen-
tar o Corpo, segundo o tcstemunhu de
Jezus CNon in solo pane vivit homo,
sed in omni verbo, quod procedit de ore
Dei Math.PGsp., e v. 4.
Cordial, e affectuosamente vos reco-
mendamos por Jezus C. no-so Salvador,
(cujas vezes Exercemos apezar da propiia
inutilidade) a seria rfflexao na leitura des-
ta Nossa Carta Pastoral, e sobre a repro-
veca d'aqulles, que pen.-a, falla, e
praticaS contra a solida dootrina, outi "oa
annonca la pelo Divino Meslre a se. s
discpulos, e e n si as pessoas, e p. lo Mi-
nisterio dos que 03 subsliluerii, a to-
do o Mondo.
Terminemos lamentando a dc-graca
d'aqnelles, que podendo fcilmente com-
prar com oa bens terrenos a immort.ilida-
de, confi.iS nas riquesas illegalmente ad-
quiridas ; mor mente se a restituicaS
deve preceder (pelo menos) ao termo fi-
nal da existencia, quando sem aquella,
jamis he possivel gozarem o fructo pro-
veniente da Redempga, que o Hornem
DeosConsumon no meio da tetra Ps. 73.
Recordamos como Jezus C., desconhe-
cendo, e repellindo de si os que pratica a *
iuiquidade, Compara .rnenle ao lw in. m
sabio, que edifcou a sua casa sobr'a ro-
cha, aquelle, que ouve, acredita, e era
cousequericia de sua crenca (imbuiua pe-
lo orgao do ouvido, Ep. d Rom. Cap.
Ov. 17) presta obediencia aos Divinos;
Orculos.
Numquam no vi vos : discedite a me,
qui opeainiiii iniquit.item. Omnis ergo,
qui audit verba mea base, et fcil ea, as-i
similobitur liro aapenfr, qui xdificavit '
domi.m suam suprapi-tram. Math. Cap.
-. \v. 2t, e i\.
Palacio da Solidade 2y de Juiho de
1836.
Jua Bispo Deccesano.
DIVERSAS hRPARTlCOKNS.
TRIBUNAL DA RELIACA.
Sessa de a de Agosto.
Escutar a terna, e carinhoza voz d'um
Pastor, que anbel conduzir, como pela
raa, ao Aprisco os ovelhas errantes do
carnitj/io da verdade, qie n soffie con-
Naappellacacivel do Juizo do Ci'el
desla Comarca, appellante Berilo Gomas
Pereira. e appell.do Joa5 Mana Aires 9
sua mulher toi reformada a sentensa ro?
con ida julgan lo-se na5 competir ao ap-
pellado a acca pioposta.
NaappellacaS civel to Juizo dos Or-
I'kOs di Villa de Santo 4,ll;,! appellante
Antonio Camello de S Cavalcame, e ap-
pelladosos Herdeiros de Joa Maitins Di-
niz ; se juigou pela confirmaca da sen-
tensa appellada por nao se mosti ar na Pai -
tilda Ieza5 em mais da scxU parle.
Nj appellaca civel do Juizo do Civel
desta Commarca, appellantes Miguel Car-
a 1


DIARIO DE PERNAMBUCoi
n
neiro, su ttmlher, e appellados Joao
Marques da Cruz e sua mulher fui a sen-
tensa recorrida reformada.
Pa appellacaS crime do Juzod^ Paz do
i De.(ricto da Boa visla, appeilante Jo-
a5 Domingues da Silva, e appellado o Dr.
promotor foi julgado nuHo o Processo.
ALFANDEGA DASrrENDAS.
O Brigue Americano Tencdos, vindo de
Tena Nova, Capitmn Samuel W Bub-
bint, entrado no 1. do Corrente,
Consignado a Heniy Froster & C.
Manifestou o Seguinte.
3:400 barricas de bicalho.
O Brigue Portugus Fior de Beirys, vinrlo
do Porto, Capitam Jos Thomasde Li-
ma entrado no i. e do Corrente ,
Co-igiisdo a Joaquini Jos de Amoiitn.
Manifestou o Seguinte.
4 caixas rom linhas 66 ditas cnm m'ui-
dezas 4 caixes conn va/.os de louca 18
pedras lavradas 206 barricas com ferra-
iem a3 caixas com fasendas, 3o bar is
rom pai"} ; 4^* barricas abatidas, 143
cunheites com Terrajera 2 caixas com ar-
r botes 26 caixes com chapeos, 21 bar-
ii- cot piezuntos i caita com feijn5 1
barril com aeeite 1 dito com vinagre, 33
cinlietes c >m ch .peos, 462 a'ncoretas com
a/.eitonas 9a6 cadeiras !de diversas ma-
deiras, a8 canaps ou sofas, a9 tuncas,
5 cmodas, 7 caixrs com calcado 2O di-
tos com qur-jos conhetes com obras de
prata} 4 caixas com fio pnete, 1 Fardo
tompneiras, 3 lavatorios, 5 poltronas,
16 molhos de taloado, 1 cunhete com
murcelas, a pacotes de panno d linho ,
a> feixes d'alhos 1 |l>ahu com tetros, 1
caixa com dito 1 caix te com agoa d*8
caldas 1 caix*5 com 1 birretina 1 I t
com liguicas, 4 caixas coro bisas, aoRs-
teas de sebollas, 179 molhos de ditas, 4
guilas com canarios, 1 viveiro com ditos,
3 saceos dinbeiro de prata.

rBZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 145.
--------imam mi
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
Stssa odinaria do dia 11 de Julho
de 1836.
Presidencia do Snr. GusmaS.
Comparecers os Seo. Miranda, Sam-
P'yo, Pessoa, e Souza, faltando com
causa os roesmos Snrs.
Aborta a S--sso e lida a acta da aritere-
pente foi Sancionada por estar conforme.
Mandsu-se passar mandado da quantia
de ;t6$600 r.s. a Joze Ribeiro Simoens,
de divercos objetos c>>mpiad<>g por e-ta
Caruara alo he 3 volumes de Leisde i83
e ro33, enquardernacaS de t volumes
das ditas Leis, e lvroa para eleicoensdos
Juize--de Paz, penas e tinta. A Com-
misa encarf'gaaa de examinar as contas
00 Fiscal d > R<-cife, taoto da limpczn das
nas f hecos, do mesmo 13a i ira como da
iitip za da Ponte do os p<>r examinados,
e uinndoii-se passar mandad--) da quantia
de 6^-240 rs. da limpeza da Ponte do Rt-
fiffe n5$880 rs. da limpeza das ruase
becos do duo Bairro, deduzindo a quan-
tia de i00$000 rs. como consta da acta
da sessa de u3 de Junh) do crrente an-
uo.
Oesparhara5-se alguns requei tmentos,
fp r ser dad* a hora alevantou se a sessa,
e mandarad passYa prezente em que ss-
tignara. Eu Fulgencio Infante de Al-
buqueique Mello < cscrevi. Gosm*6
Pro Prezi lente, Miranda, Souza, Pessoa,
e Sampaio. o
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pelo Paquete logice Deiigte, rM*
mos mui poucas folhas das Provincias,
sem divida por estar sahir para este por-
to, dois dias depois deste navio, o Paque-
te NacionalI. de Abril.As noticias que
encontramos rela'irainenlo ao Rio Grande
d'Snl, nada trazem que mais moderno
seja ao movirnento de Poito Alegre. **$
O Jornal do Coramercio assegura que
o Governo de S. M. o I. anuir a reclama-
cao dos defens resdi cid m e legali lade,
na Provincia deS. Pedio do Su!, manda-
do que o Snr. Joze de Arawj > Ribeiro fas-
se conservado na Presidencia daquella Pro
vincia, passando o Sur. Brigadeiro E-
aiio, na mesrua cspatid.d,? paia de Sa-
ta Catbarina, eoSw. Joze Maiiano de
Albuquerque Cavalcan'i, p^ra a do Espi-
rito S nlo.
O Snr. Deputado Rafael de Carvc'ho
havia presentado um Projecto para ase-
parag.i da Igieja Brazileira da Igreja Ro-
mana, o qual n*5 foi julgado ohjecto de
deliheracad, tanto a Cmara des Snrs.
D''puta'*o>e't concorde com ossonttmen-
to-i do Brazil a tal respeito.
O mesmo Sor. Depniadj apresentou o
seguinte pit)jecto, e o darnos com as ob-
servaces t|ue o aompanha5, e o abando-
namos ao joiio dos no^sos leitores.
Snbni-ttemos ao ciiterio, e juizo de
nosos Leit.-ivs o seguinte piojecto apr."
sentado pelo Sr. R>yihael de Carvalho na
Cmara dos Srs. Deputados na seiso de
2docoriente: elleio deveria ser a pre-
sentado por nos, sem soffrer a analice ,
que por sis se |',,j btm recomendado pira
merecer a conciderac.io, em que dtve ser
tido nos dispensamos desse frabalbo ,
enlregando-o ao criterio publico, que
Ihe saber dar o aprec,o justo : ei-lo.
a A AssemblaGeral Legslativa decre-
ta.
o Artigo 1. Todo o individuo que se
cntiular patritico ou se provar que o se-
ja pelas su as- pila vras, escriptosr accSesou
pensamentos;
Penas de 4 a la anuos de prisa com
trabalho.
Nesta clase entra os pais da patria ,
martyres da Lbardade, defensores das li
beldades publicas, etc.
Art. a. E toda Muelle que se intitular
pbilantropoou se provar que o seja pelas
suaspalavras eciiptos, accd's ou peii-
samentos:
Penas de ta 12 annos de enfermara
privaHa de hospital.
Westa classe entrad os defensores da
humanidad oppi imida o, pescadores de
almas perdidas etc.
taco da CamajTa dos -Deputad s 2 de
Julho de 1836. Raphael de Carvalho.
(Do Paquete do Rio)
He isto zombar ou nao com os B azilei-
rof.?!!! Quanto nos, se framos mem-
bro da Cmara dos Dcpulndos votaramos
pt-lo-projeco, sub ciiridilione sine qua
non de qu>; o mximo d > pena d) arl. i
seria logo applicado ao auctor do projecto ,
em remunerac 6 da sua revoltante ou-
sidia.
No dia 24 de Julho f Etm. Snr. lote Lino Condoli, do Con-
selho de S. M. o Imp raOr, Dignatario
da Imperial Ordem do Cruzeiro e Deputa-
do a A^semblea L"gialaliva.
No Gorreio Meicantihde 27 do passado,
le-se a noticia seguinte :
Corre i.esla Cidade o boato de fra as-
assoados o Juii de Deieito da coinmar*
C do Ilapiui o De. Dultia juntamen-
te con o Esoriva do Jury, noaco mesmo
em que o Tribunal txeica assu-s fuafftea.
Esta trrrivel noticia apenas consta-nos por
varias pessoas quera todava no asis-
tem doeuraen'os que h ertiquem. Praza
I)' o-. que semelbantes calamidad s se nao
veriquein !
(Do Cnrreio Mercantil.)
Por edita! da Cmara Municip! da
Cidade de Campos, datado de 21 de Ju
nho ultimo, fez se publico que se havia
de a rrematar tm pr.ca publica, no di
1?. de Julho, diversos contractos, ntreos
quaes notamos o de40is. por medida de
lquidos espirituosos, simples ou couipos-
tos, ajmas-ardentes, &c. &c, que se
veuderem para o consumo em armaiens,
tabernas, botequins, &c. Inserimos este
tMraWapko fui 8raii qac as opinie-
sobre o mtodo de cobranza entre n is de
hum igual imposto, diversificas ent:e si,
equ'essa puh'icacaS pode servir illudir
buma questa, boje de gran lelmorita'p 1.
id o commercio, e nao menos para certas
localicades nossas, cujas necesidades v-
r ser suplidas pe'as Piorincia limi-
trophe.-, vantagens qae no estado; actual
nao Ihes podemos offertar.
Continuaco do Aitigo Litteralura.
He bel'issimo o quadro onde Bernar-
desnos pinta huma rocha em aeco de ca-
ir, e o espectador-uspenso; imatem ma-
gistral mente emitada de Virgilio ( Ed. I.
v. 75. )
Non ego vos posthac vridi projectus in
antro Dumore pender piocul d tupe vide-
bo. Os versos do Poeta Portuguez sao
estes,
,, Espanta-se quetn olha vendo quel-
Rocha por cima' d'agna pendurada ,,
Como j se nao deixa cair nella ,,
Se conta os sirvicos que fez aiia Pasto-
ra ; com que giac e naturalidad,e seno
exprime !
,, Vivos 03 mansos COri he trazia
Vivas as mansas lebres fogitivaf,,
E moi toj os que va andar armados
Do dentecortadord'unhas esquivas. ,,
lleadmiravel a cloga I7 que consta
do Dialog. de 2 Pastores, lmenlando-se
d.-s calamidades da guerra onde appare-
ce to natural a hum Pastor a Cromato
pea para declarar o estronJodos tiros.
,, Nioouves nesles montes encalvados ,,
,, Hum contiuuo bum bum humferoes-
(t.ondo,,
,, CJue nos a todos la traz ourijados f ,,
As foesias de P-dro d'Andrade caminha
destingue.se p- lo encanto da dicijlo, e har-
mona. Franci-co Dias Gomes respeita-
vel critico portuguez o esclue di classe
d'quelles que aprefeicoaio a Lingua ,
1 uni os seus contemporneos, mas coo-
fes a que soube servir-se della n creando
o ouvido pela suaelegancia, e c 1 recrea o. A'
Academia Real das ciencias de Lisboa faz
publicar as poucas produccGes deste Poe-
ta as quaes nao pas 0 de quatro clo-
gas e sio hum nt d-lo de propriedade ,
e elegincia. Sirvi d'exenplo os Vor.-cs
segninles.
,, Dio teus olhos apena, Fil, ter-
CmQji
,, Sem elles quanto vio he escuro, e
( ermo ..-....
As Ninfas destefl bosques aperlados,,
Te de-ejio, e esneio co'as mos
( cheias ,,
,, De dons a t -, Fels de dn-ados .,,
,, Para ti mais oopiofassoaa veas,,
,, S 'lio s c'arasfonies, e os libeiros,,
,, Mas- tu li s contigo te peoras. .,
Compre advfi-tir que este Poeta def
ferenga sa em algumas cousis do dialecto
do, aeui contemporneos ; porque sempre
e-creve non por nao : termina as vozes
do presente em am cono faliam em lu-
gar detalla, e O mesmo no irnpeifeito,
e conjuaclivo -o qn1 s<; nao eocuntra nem
noCaffi&es, nem no outro Po>tas d'a-
qtielle lempo, A B bl.'oier-a Lusitana a-
tribue ao mesmo caruinln bum Poema do
seero burlesco, intitulado Ngalamio;
mas niocbegu ao meu conhecimento.
Hura dos Poetas mais notaveis d > seculo
16 he Pemaoi Alvaies^do Oriente, que
no.s legou a sua famosa Lustania translor-
rnada ohr Pastoril eniermeuda de Prosa,
e vers<>. Tem elegancia; nalivalidad ,
e g ac e quanto locuca l.e hura (.-
'enptor eminentemente classi.;'. F.u da-
rei boma amostra assira da sa prosa co-
mo da sua p >e-ia. Seja aprimeia a se-
guinte belli-sma descripca.
,, Naquella prte di grande Lusitania ,
que a nalureza fez no sitio aos ollio-- ou s
orculta e na fre.-cura dos arvoredos. que
a encobren, mais apreciavel pe t d'onde
o rioNabiO, mais conhecido pea antigwi-
dadedeseu norae que pela grandeza de
sua corrente e o claco Zezar liiislurando
as agoas juntamente cora os seus norne*
as rio entregar ao Tejo, que por douradas
aras ( descouto c< fto de '.odos os bens do
suady ) as *"?- -^ BJistura tjovrj as h
d'abi a pouco* ep.ico ao mar salgado
n'huma abrigada ao p d'hom alto 1x190(6 ,'
quede continuo lava com asm corrente
hum ribeiro ,. vive huma companhia de
pastores, que juntos debai\odo governo
de Severo seo maioral n'aqu>>l!es cam-
pos apascento seus rebanbos. Aqui apac
de huma Ion te clara se levanta hnm freixo
amigo, que exte-ndeudo o ramos sobre as
agoas, parece, que ou esto contemplan-
do no rrstsl liquido sua fjrmosura, na-
morando-se sem rasio das obras da nature-
za que em si descobre ou'que agrade-
cido ao beneficio que das mesmas agoas
recebe por natural impulso Ib'o paga
com a sombra, quede coniinuo Ihefazem
os ramos, que extende sobre a fon te crya-
talina. He n'aquella parte o clima lio
temperado, que as ditosas flores, que ali
nascem se log>io de huma perpetua pri-
mavera de mapeira, que nem o fr'jo in-
vern nem o calmoso estio Ihefazem com
suasalteinacSes alguma injuria ; que por
particular dispensacio do Co alciopou a-
j quelle bosque deleitoso privilegio de uo
ser tributario s mudancas do temp, qae
tudosenhorea. Acost urna vio neste logar
muitas vezes os pastores dispender alguns
pedacos do dia que furtavio aos seus
continuos exeroicios em hone-tos passa-
tempos para os quaea a fiescura do prado,
e o apartamento delle Ihe offerecia segu-
rissitna ocasiaS. E como os mais dos pas-
tores que n'aqnelle pacifico remanso
passavo a vida estavio desengaados da
vaydade della ( merc da longa experien-
cia) o em que se entretinhio e deleitavio,
era em contar casos diversos, com que
amor e fortuna, tyranos regedores do
mundo, affligem nelle quem os segu j
para mais certo desengao das suas sem ra-
ses, e mais firme seguraoca Jl'aquella
vid* que Ihe empresta va quietadlo lo des-
carnada. ,,
A da j)oesia he a hellissima Falla de
Rosarda que vem no Livro 1.
,, Se ponho os olhos nesta clara fon-
,, E pelo largo campo e;palho vista ,
Aquella d'agoas chea, este de flores,,
,, Colho de ludo aqui proveito e gosto
,, Que quanto vendo estou me alegra
(opeito,,
,, E em quanto vi me desengaa o tem-
(P0
,, Lg-.-iro corre mais que a satta o
(tempo,,
Ea quematropellou, perpetua fonte,,
,, Com si us golpes ci ueis Ihe abri 00
(peito
,, A qual sua evasio (*) tem na vista,,
Mas a quem convidou c'hura breve
(gosto,,
,, Mais presto o mincha que nocarn-
( po as flores ,,
Conlinuar-se-ha.
CAMBIOS. O
Rio de Janevo \ 1 de Julho de 1836.
Londres...'........ Sq'/. a 60 dv.
Pariz.....f........ 238
llambuigo......... 445
Ouro embarras..... 85 a 88 p. c. pre."
DobrSea llespanhes. 23^000 23^)100
Jsos............. 1^450
Moedas de 6400.. |5350 a 13400
. de 4000... 6$750
Prata............. 45
Cobre moeda de 80 rs. 14 p c. de des.
A plices de 6 pe, juro 84a83/4P-f-
(Do Jornal do Commerao.)
mtmutimwm
AVIZOS PARTICULARES.
Quem annuilcoa nr Diario de Sexta
feira ao. de Jullio do cociente anno, que a-
(*) Nao sai onde lora catar certos fra*i-
celiios o suh-tantivo nunca visto evasiva
para sig'ii6'r escpula sabida &. ha-
vendo a palavra eva>o que exprime es-
tas mesmas ideas e que talvez seja tomada
do Fi ancez que tambem diz ev.isioo no
mesmo sentido, Evasiva, substantivo uaS
sci o que seja nem donde nos viense, Sa-
.- <,.-rif> fin hm tnm ? .


DIARIO DEPERNAMBUCO.
be onde existera dois escravos de noroe Ma
noel Jo/.e, eFranci.-ra, que ditera ter ca-
zado*, e escravos de uma Senhora D. Joze-
fa, apparece no segundo andar da casa de
trex cobrados na ra do Collegio por rima
da Botica D. 5 para cam a rufurmacio, que
der, e com a que se lhe dai poder saber-
se que cor.vera a quem falla uma escrava,
que taires le mudado o nome, ese inti-
tule casada, e no caso de apparerer a que
se espera ser recom pencado.
Sjry \a ra do Queimado defronte do
kecoda Congregagio, loja de fasenda-, de 5
portas acha-s tuna tarta, cbegada do
Porto, pelo Brgue Flor de Beiris para o
Snr. Nar-izo d ta Eulalia de Besteiroz, rndenle nesla
provincia ; e como se ignora sua morada,
faz-se ete annuncio para ni n lar rece
be-la.
jtjv- Iliiia Mara d<> Sao amento, faz
publico que lhe fui hipotecada pelo Padre
Joaquim Eulrazio d Cruz, no da \ \ de
de Miio d i con ente nno, u na casa terrea
sita na ra do Padre Floriano, p>>r escu'p-
1ura publica na nolta do T. bellio Guilher-
roe; e porque const-lln que o mesmo
Padre pertende Tender, ou Tendeo as
mesmas c. sis, preiine qualquer pes>oa
que nio faca contracto sobre d la casa, .>em
a cautella de deixar em sen ped :r a quantia
da 300$ res, a que a mesuia e -t oh ia-
de,
V9** O -baxo assignado f z sciente a
todos os Snri. qu se achio devendo ao
mesmo abaixo assignado quantas fiadas por
Joio Antonio Ferreira, dtiranie o lempo
que e*lee em sua casa, queirater a b >n-
dade de vir antender-se cora o nn-it o bai-
lo assignado, do contrario trata de uioTer
exerucusobi e todos que seacho devtndo
poi tem documentos por onde mostea
se achreos a de ver, e para que nao se cha
mem a ignorancia faz o presente anuuiicio.
Manoel Moi eir da Costa
tjty Precisa-sede uma casa tenes pa-
ra pequea familia, que tenha quintal, e
cacimba, na^ ras da Cnceici>, Rosario,
ou Aragjo, na 13o.i-Ti.sta : quem a tiver fal-
le cora Joio Iiaiio no atierro da Boa-vis',
ou annuncie.
fcy A abaixo.asignada, Vio va d fa
lescidoTenente Joze Joaquim de Vascon-
cellos, nao lendo a Ten'ura de conhecer
todas aquellas pes-oas residentes na Villa) de
Nazareth, e Povoacio de pedras de Fogo,
que conduejido sedoseu lastimoso e.-tado
tigriarfo>8e de assignar uma subscripcio
para minorar os s- os males, e nio po leu-
do a asignante dcixar d- t turs pesso*s o seu reconhecmento, ella se
prevalece dos meiosquelhe faculta o pro-
sete Diario, e por elle ag adere as re' ii-
das pess- as o beneficio que com ella r!i;>ii.
ro-.-e d'esrender, b tielirio em que muda
partA tete como agente da mencionada
*ub-cripco, o Sur. Capitio Leandro Ce-
zar r-aes Barreto, cuja philantropia tem
para sempre pinhorada a graiidao denun-
ciante.
Ma- ia J jaqoini de Vasconrellos.
Manoel Luis ('ai tell.ii faz sciente
o i tspeitavel publico que de boje em da ti-
le muda o seu nome paia Manoel Luiz Vi-
cha por rasao de ha ver pessoa do mesmo
nome.
ffjff Quem tiver um sitio di lante des-
ta Praca urna alduas legoas, com rasa pa-
a ni< radia, algn-, arvoredo- de frutos,
e terreno sufficienle para do/a vacas de le-
te; querendo arrendar, diiija-se ao paleo
de N. S. do Tergo na esqu na do beco do
Lt balo sobado D. i, ou nnoncie purs
te Diario pa- a ser procura Jo.
yy Que ni precisar de um Brasileiro
de bm. costumea para caixeiro da I ja ou
venda, e metnio para armasem, u ra,
dandu fiador a son conduca, dirija-se a
ra do Fagundes D. i, a andar, ou an- t
nuncie.
*VJP O abozo assignid >, faz sciente ao
publico, que nur.ct passaia bi I hete (para
Comercio algn). Aparerendo poi era a-
g'>ra um bilhete falso firmado com nome
igul, do bii*o ssignado da quantia de
50$00G res previne por lano ao p blico,
para que negocio algura faci com este re-
feido bilhete na ui.o.ico de ser sao; o
q al desde ja-protesta nio pgu ; mas stm
usar do tneios Judiciaes, que lhe perme- Costa ; Manoel Lourencn ; Manoel Carva
tir a Lei.
Francisco Pacheco de S.
O Director do Theatro tetado de
festejar no di* 21 do correte Agosto os
Annos de S. M. Guilheni e 4.a Rei da Grio
Bretanh^ roga a quem tiver (principal-
mente aos Senhores Inglezes) o Retracto
deste MonVrcba, anda queseja m ponto
pequen, haa por obzequiode o manifes-
tar ao Director, afim de fmer qualquer ne-
gocio para o a presentar em scena no men-
cionado dia, em honra da Brioza Naci
Ingleza, porem com a bievidade possivel.
\$9 O abaixo a signado aviza a quem
convier que se acha insto e contra t do
com os erdeii os do falescido Manoel de A-
raujo Pinheiro a comprar uma morada de
casa terrea na roa da Lapa D. i65, e rJara
que depo s nio|apateca algum inconvenien-
te faz o prsenle annunco
Sebastiio Joze da Silva Braga.*
&" O Europeo que annunciou no Dia-
rio de Segunda feira qu< rer ser criado para
i omprar na ra, serTirem casa, e dar al -
gum*s vagens fora dando fiador a sua
con lu ti, pode diiigir-se a ruada praia na
serrara do Xavier para tractar do ajuste.
19 Aluga-se um pelo, para servente
de pi dn ii o : quem qoiser ilii ija-se a ra
Velha n. 38, ou annuncie para s r procu-
rado.
ITJB fSjj ,-ua da Roda D. 20 dezja-se
fallar ao Snr. Fraocisco da Cunha Camello
morador no Engeoho Cajabucu' a negaco
do mesmo.
W" Precisa se de um pequeo Portu-
giee, para caixeiro, as 5 ponas loja D.
34.
UP Preciza-se de uma ama que tenha
muito e b m leite : na Praeinha do Livra-
mento loja D. 19.
jC\t* Quem precisar de uma ptrdinha
para ama de ca-a, que sabe rojer, engo-
mar, e cosinhar: procure na ra Gloria
D. 45.
CT* Deceja se fallar nesta Praca cfltii
grande percibo, ao Sur. Ignacio Joze
Pts'aiia, e ao Snr. Joze Bento Pacheco,
queira ler a b ndade de annunciarem as
suas moradas, por este Diaiio. '
V9* D se 350{^000 rs., a juros de
um e meio por cem ao mez, com S'-cu-
ranca em pinbores de oiro, ou prata :
quem os quizar ; anuuncie para ser pro-
curado.
j^W ^P >sn' tlUP qoizer trocar orna
nepra, que ej cozinheira, engomadeira,
ela Mideirasrm vicio, nem achaque p> r
um .. ^ro moco propiio para lodo o ser-
vico, e para page 'em vicio, nem achaque,
dirjanse a nua do Hospicio, caza junto
ao i'fropi 5
\&s* Qualquer S Olirial de Pedrei-
ro, que quizer concertar uma caza ra O-
linda, que ser bi-m p do Padre Floriino n. 34 s fallar rom
a Sr*. Alaria Magdalena de Cordoa.
*/Ir" Quem annunciou querer co;'prar
uro Diccionario Irig'ez : annuncie a sua
morada.
Kp Alluga-se urna caza t*> ri ero qu quer das roas do B.iiro de Santo Airo-
nio, quem a tiver paia e.-se lim annun-
cie.
%W Appaieceu na caza de Jo Izi-
dro Lopes Lima, ra da Floientina orna
niolatinha de poura idade, com -aia de
chdla azul dizerdo ^e^ forra, e querer
err portia ter pais, a chamarle Ger-
trudes, e como o autionciante na5 tenha
conhecimento da veid'de declara que a
tero recebido em sua caz* em qualid oie de
ma, e ella < o -o a liberdade d retirar se.
quando lhe o< nvice.
Ihode Medeiros, eJozeJoaquim Carneiro
Leal contra ceu deredor o falido Joio E-
vengelista Pereira; em cuja casa assiste Trmenlo
actualmente Joaquim Ferreira Fonte, vul-
garmente conhecido por Joaquim Barbeiro.
nal, emais corrame pertencente, ao uni-
forme o padrio do Corpo, por pi eco com-
modo : na loja Franceza do largo do Li-
GOMPRAS.
A obra intitulada, Curso completo de
Metafizca, ou Theoria dos seres instnei-
veis, pelo Abbade Para do Phanjas: quem
a tTer annuncie.
W* A-. Oraces de Cicero em Porlu-
gue'/.: quem tiTer annuncie.
IHP* O Tratado de Seguro4, b Medeci-
n < Lgica!, por Ferreira B-rge9: ua ra
da Floienlina ca.-a de JoioZuriiik porta
junta ao lampiio, ou annun< i .
%3"^ Umco de filia novo : quem o ti-
ver anriuncie.
IBP Uma negra de 16 annos pouco
miis ou meno-, quesaibiengomar elava,
e de bonita figura: nn En-riptorio de
lohnston ptter & Comp. na ra da Ma-
dre de D'OS.
U Um corrame de lustro em meio
uso : nesta Typografia. *'
IKf Um sobrado de uro andar as res
principaes do Baino de" S. Antonio, ou
Boa vala, e paga-se bera : annuncie.
VENDAS.
Collecces das listas da Lotera que ara-
bou de correr : nesta Typ ra das Cru-
ces ; na Prca da Uniio loja de livms n.
37 e 58, na ra do Collegio Botica D. 5,
eemOnda un rasa do Destribuidor.
%&' Uma m 'Uta de iO a soaonos com
uma c< ia de 3 a 4 mezes boa para criar por
ter muito bom leite, saber.o*er, engomar,
lavar, p cosinhar ^tudo com perfeicio : na
ma do Collegio Bonica D. 5.
ty Cera branca em paens.' em casa
de Antonio ^nnes Jacome, na ra da ca-
deia do Rer i fe.
%9 G olas de rame de novo modelo,
ro proco commodo: atraz da Matriz da
Boa-vi.-tt.i n. 10.
jt^ O muito velleiro Pataxo Amen-
cancano Virginia bem construido e cavi-
llwd.i d cobre, de lote de i39 Tonell.das,
prompto a seguir viagem para qualquer
porto : o* pertendentea dirijio-se ao seu
consignatario Joio Malhues, ra da Cruz
n. 5G.
fjty Bixas do Porto grandes e pretas,
ch' gagas no Bi igue Flor de B- iris, por pre-
go commodo : na ra do Rosirin estreita
venda D. 16, que faz esquina com o beco
junto a Iftreja.
jrjT Uma vacca muito ora, por pr-
co commodo: no Ai combado sobrado de-
Irontedo banheiro.
^ Um terreno na Cidade de Onda
ra de S. Francisco junto ao muro do pa-
dre Gama chioj propiios: na rn do
Mundo novo D. 3a, eudefionte doQjar-
tel da Polica a fdllar rom Lourenco Mar-
tilladas N> ves.
Ha?1 Urna cadeira noTa da B. hia: na
ra da Cruz armasem n. 10.
fff l ;" bom e novo bote para 4 re-
mos: abordo do Brigue Iuglez Traveller,
ou miui da Cruz n. 11.
V-Jr~ Um sitio denominado Caet na
Povoacio de Beberibe, com arvoiedos de
frusta-, pom.'l de larangeiris, limas, caf,
com cercado de gado Ierras de maca p pa*
ra uma F.og nhca, matas de maxado as
Um preto de naci Angola corn
ao annos, bom camoroeiro e canoeiro. sem
vicio algum : no ultimo sobrado da ra do
Palacete.
/y Uma escrava crila de aa a 24 an-
nos, bonita figoia, com algum principio
de qua'qutroccu paci: na praia do Colla,
gio armasem d Joaquim Joze Rufino, )uq.
toao arco de Santo Antonio,
WpT" Uma barretina em b im estado pro-
pria para G. N. : na Praca da Indepen-
dencia loja n. 3.
JJP Uma negra de naci cabinda, ro-
busta, por preso cmodo : na venda de-
fronte da porta principal dos Diverses Re-
eebimentos.
ALUGUE1S.
Quem quiser lugar uma casa no Mon-
teiro chamada da levada ; dirija-se a casa
de Joze Ribeiro do Amaral, moradoilno-o*
bradoda esquina que bota a frente para a
Matriz, e a escaria para a ra da Larangei-
ra, i. andar, por sima do Relojoeiro.
jQ,f" Aluga-se uma casa terrea com
bons cmodos paro uma boa familia no
lia i 1 ro da Boa-vista, ra do Assougue ve*
Iho D. 324 ; quema perteuder dirija-se a
Praca da Independencia loja n. 3.
V Aluga-se uma casa terrea na Boa-
vi-ta, no principio da ra do Cotuvello
com bastantes commodos, e moderna:
fallar com o seo propritstario Francisco
Manoel da Silva Silva Tavares no'Foitedo
Mattos na p eme que foi do mesmo, das
11 horas da-iiianh at as 4 da tarde.
PER DAS.
No dia 28 para 9 de Julbo p. p. desa-
paieceoum canoa ineia aheita, do'Porto
das canoa*, com os .-iguaes stguintes: com
ineis braca decoireuie e um cabo de liuho
amarrado na mesma, e as lajeas esli des-
calafetadasam algiima* paites, e nao lem
paneirona pia : quem della touber quei-
raannunciar ou dirigir-ae a ra dos Ta-
noeirosn. 77, que sei recompensado.
/Jr* Perdt-ii -se uns botoens de ouro
de puuho, desde a ra do Padre Floiiano
alad> Florentina na ro te do i.'Ajo cr-
reme: quemo tiver axado annuncie ou di-
1 ija-.-e. a iua do Padre Floriario D. 21 da
parte do n aseen le que ser recompensado.
ESCRAVOS FGIDOS.
M.-not-l navio angola, representa 18
-nios de idade; fgido no dia 31 de Ju-
Jho p. p., elevou vestido calsa de duia-
queazul.ecami-a de ascado azul : os a-
piehendedores levem-no a ma "o Ctespo
n. 11.
Taboca das mares cheias no Porto d
Pernambuco.
19Segunda
A R REMATA CAO.
Amanhi 4 de Agosto sei a ultima pia-
ra era q1 e se dever arrematar perante o
I m. Su'. Doutor Ju z do Civel Navarro
morador na ra Nova urna propriedade
de casa de 3 sobrados no beco do Abreo no
Recite com chaos proprios valiada em trez
com (iu ici-, piuhorada por execuco dot>
htrJeiros do finado Coron-1 B, nto Joze di
marg-'iisde Beberibe, e casa de um sobra-
do de p>dia e cal, com mais de quatro
cenias b.acas do frente, e mais de seis cen-
ias de fundo: na e.-trada de Stnto Ana o
ali nted. Hospicio, passando o sitio de
Joze de Borges, o primeiro portio seguinte.
jQ^ Uma prcta de naci Angola, de
17a 18 annos, bonla figura, sem deleito,
nem molestia, abil para todo ser vico, com
aldum principio de costura, e engomado, e
boa vendedeu a de ra : na ra da Roda D.
ao.
tr^r U.n molequeciiolo de 18 anno?,
com olli lo de padeiro : naa 5 pona* D.
20, padaria do ladodireito.
VLaT* aifia cora seus competen te-tes a-
parellics para ovallaiia de Guarda hacio-
'.20 T:
3 tiQ:
4 >2-C}:
m 23S:
5 a4:
a5 D:
d
m
- 8h .54 ro
- 9- 42 .
- i0~ 30 a
- 11- 18
- 12- - 6
- 0- 44
- 1- 42
Tard.
Mar.
NOTICIA MARTIMAS.
Navio entrado no da a.
Rio de Janeiro ; 21 dias} Paquete Ing,
Delight, Com. La. Pas^ageiros 10.
PI-RM. NA TIP., DE M. F. DE F.-VRiA 183S,
v^
*


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