Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05712


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Full Text
k
ANNO DK 1836. TERgA FRIRA
2 DE AGOSTO N. 165;
" i m ,i. ni,........
Paananhoco, i Tvr. o M. F.tfe Paria. 1836.
DAS DA SEMANA.
I Secunda'l. de Agosto 8. Pedro adrincula A mi do
Ju*s. do Cr.dem. e de t- ses. d.. Tiiezou-
aa Publica 9 Chae, de t. ,
erca N. S. dos Anjos lie I. de m- and. do J.
de-O. def.. _' _. _
3 Uuart* Inventad de S. Estevao P. se*, da Thei. Y.
4 Quinta S. Domingos de G. ReL dem. and. du J. do
C. de m. e C*nc de t-
5 Serta N S. das Neves es. da Jh. P. aud.
doJ.de O-del. .
6 Sbado Traas6jruracad' de Chr- Re. de m. e aud.
do VfQ. de t. em linda.
7 Domieeo S. Caetano.
T
Tt.do cor depende e no mesmoi da nona pm
denota, moileracao. e energa .coiuinueinos com
principiamos. tmni apninadot com admira-
cao eutre as Nacoea raais cultas.
Procamafio. da Juemblta Bernl 8ulmcree-ie a 1000 r. mensa** pgo adiantadni
nema T pugrafia. ra das Cruzes D. 3, e na Pra-
(ja da Independencia S. 37 e 38 : onde e rrrrlinu
enrrespondeneias legalisaans, e aniiiincion: iimmn-
du i. iiido assignadns.
CAMBIOS. '
Julho 30.
J-dOndret 36 Ds. t. Poi l ctd. ou prata a 50 por
cento ile. premio Nomina,
.islwia 55 por o|o premio, por nidal, Noita.
Franca 3B0 -965 11. por franco '
R *o de Jan. 6 p. c. de prcm.
Motilas de 0.,4(K), t3..5(IO I3..400
4000' 6,.T)0a6800
Peao |, .440
Premio da prata 50 p. c
das lettrs, por me* 1 a 2 por o|o
Cobre 25 por cenlo de descont
PAKTIDA DOS COHHRIOS.
Olinda Todos os .lias ao meio dia.
Goina. Alh:indra. Paraitm. Villa iln Conde, M
manguape, P>lar. Rea. de S. Joao, Rrejo d'Areia,
Hainha, Pomlial. Nuva de Soma. Cidade do Natal,
Vil'as dp Goiauninha. e Nova da Prineexa, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aqnirs. Mpnte mor nova,
Aracatv, Cascavel. Caninil, Granja? Imperalriz,
S. Bernardo. S. Joao do Principe, Sobrar, Novad'
ElRev, Ico, S. Mathen. Heichodt sangue. Si
'Antonio do Jardim, Qucxernmohim. e Parnahiha
Segunda e Sexta* le ras ao uieio dja por va da
Paraiba. Santo A litanTodas as quim-u feiras ao
meio dia. Garanhum, e Douilonos dia 10 e 24
de >ad me* ao meio dra. Floresno dia l.tde
cada mea ao meio dia. Cabo, Serinliaein. Rio Por-
moxo, e Porto Calvo-nos da 1, II e 31 de cada
me*.
aS!iaa*iia*s*F-
PARTB OFPICIAL.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEa. GBRA.L LBGISI.ATIVA.'
CMARA DOS DEtHlTADOS;
SesiaSdctf de Maxo.
Presdetela doSr. Arujo Lima.
Pelas io horas ajti'nhl pfoced-ae
chamada dos Reputado, alogo que se re-
unem em nuroerolegai, o Presidente de-
clara aberta a sessa, e leodo-se a acta la
antecedente, fittt approvada.
O primeiro Secretario d eonfa do ex-
dodeute.
Ordem do din, ,
.Continoae diar>usif> do parecer da C6-
missio de ConstitoieaS cerra repie-
entaca da AstembU-a Legisla!iva do Rio
Grande do Sul.
O Sor. Santa Baib-Ta encea adi-cm-
eio declarando, que hontem pedio a pa-
latra pala vi a para responder ao Sur. Mi-
nistro di Jostica sobre huma inexactd/5
noe elle suppoz aohar qua d > flloo sobre
o officio que manciara ppr em procedo o
Vice-C>nul da NacaS lldrghur,oera. Dia
foSor. Ministro, que oSnr. Rraga Ihedis-
era no officio que Ihe dirigi, que e.-e
hornero interviera notfacto rev lto-0 de
30 d^- Setembro. Oilluslre orad r, paia
luslificar o seus argumento', pede licenc.
a Cmara para 1er a proclamatjaS do Vice
Oonsul Hamburguez, o oflirio do Snr.
B 9ga e a portara do Snr. Ministro que
tnaoda pronessar-o dito Vire-Consul. e
oocluidi aualeitnra, conlinua diiendo,
que procedend i-se assim, era o mesmo que
querer que han sub lito esttatigpio, is-
bes-eaosestiangeiros que se ingei i>emem
oanegoriig ecomo he que elk*a se> podsm
ingerir em negocios brari'eiros? Tratan-
do de re p tado, que era inexacto o dizcr-e que a
amnista d-da pelo Gove no julgava le-
eiiima a Asieruhlea Provincial, concor-
da em que se os actos eraB illegies anles
da amnista, os actos praticadus depois
dulla erio legaes e legtimos, pois dimana-
v6 de huma autoridade constituid t de-
p lis da ainn'st'9. Di^corre sobre lartos
idenlxus prajicados em outras Pronoi-
as do Imperio, e estranha que 0 parecer
da Commisa5 aprsente este de tal moao,
que parece o primeiro facto horroroso
que se tem pralicodi no Imperio. Res
ponda simpulacSes que Ihe iera hum
puutidp, direado que na ses:a5 d boa
tam nao dafendeu os revoltoso, nem
>ympathisa com revoluce, sqtiaes tem
grande horror ; que falln com franqu-
a, e apresentou factor, aos quaes anda
nao respondera.
Discorrendo sobre conducta do Sor.
Fernn des Braga, quando Presidente da
Provincia da Rio Grande do Sal, declara
que este Snr., na falla da abertura da As
semblea Provincial em 1835, dissera que
se tramara na Provincia busna conspira-
f| que tenda a seprala da commu-
lA hraaileira ^ que a A isrmblea, na dis-
cusn desta lialii, proettroa infmi.t>ae
desle facto tiaiMcenrlen'e, e reqweaeu ao
Prexideoie da Provincia qne apresentaae
o documento em que elle fuudavm huma
aecusaca d. staa ; e depois de muitas da-
cuas&*a naquella Aaserables, apparece hum
ollirto do Sor. Braga, em que disque
Me n<> tem doenmeutos nem prova deas
conspiracafi; qaie era apenas de humaou
ou tra car'a d'onda iaso se colligia. mas
qne eaiava persuadido que na havia tal
conipiraca. E *e nao tinha documentos,
como avancou, em huma Assemblea, hu-
ma proposicad desta ordem ?... O illuUre
orador ronclae latineando un me-mas ri-
as qua na se sio anterior emittira.
O Snr. Vaseonrellus pede huma peque-
a ii formaca a nohre Ministro d Jas
tica, vea a ser se o novo Presidente do
Rio G armas?.. (Re-pomle o Snr. Ministro da
Justica que nao.) Con dizendo, que la Ihe paieiia ha'ver algu-*
ma difliculdade era o Pie.ideiie du Pro
incia excrcer ao me.-mo t>mpo o reavo
de ComniancUnte da Armas ; e peiie aos
Senhores que sio i fioiaes, e por conse-
quencra tois versados nes'a materia, Ihe
dem explicacea a este resp ito. Sendo
isto assim como tem pondera lo, a nertj.i-
sidade que raostr.ni oSr, Mini^iro dtJus-
tic.i, de .-er .-ubstitui lo na Prei lenca 0
Snr. Joie d Araojo Riheiro ja ru e\i-
te ; que n. 5 rompehen le pois como o
Presidenje, n'5 lendo o eomma'ido ds
armas, pwssa comtnandar as forc,a*d Po-
vincia ; qual ser a raz. parque o nos o
benemrito Goterno nome >u huti militar
para Pre^i lente da Provincia do R o G<*
de ?. Ser para rtemiilir a (-nto Mno-
tl ?. Quaes s rao pois o- resultados desta
marcha d> Gov>rno ? Nu pode por esta
occasio deixar de apoiar ao II u tre De-
putado o Snr. Santa Barbar*, qumdo nos
dizque na6 foi a amnista', e sim a rivali
dade quem fet a traccaS, e o horror do
rrime qnem fraccionou o p.u-udo dos re-
beldes.
O Ilustre Deputado combate a medida
tomada pelo Gverno da notne.cio d linio
,.uo ?U.i4ir-ir, ??? j'g" pellapoda
aggravar os roalca daquella Provincia, des
perta alguna ressentimentos, e m^rao pa-
r que nao conservera supeila de que o
Governoapadrinhaareb'lliodoRioGran>
de do Sul: que nao se jalgue a elle ( Depu-
tado ) contradictorio, em dizer que a pru-
dencia acnnselba a que se nio dirijlo cen-
saras ao Coverno dos actos que sio de mas
a'triljuicjSes privativas, como a nomeaco
e demisaaS do P residente, e outres emp. P.
que he de opiniio que em geral taea censu-
ras tendea) a diminuir prerogati.ada Co-
to* Imperial que tem a regala de nome-
ar <>s empregados pblicos ; mas que estas
rearas nem semnre pod*m sub-isrir inalte-
ra veis : e que por tanto eotende ser oonTe-
niente que fixa-e este precedente da casa,
qual vem a aer que compete a esta C-
mara e he do seu de ver examinar aquellas
demisscs e nomea<;5es do Governo que
podvm comprometter a pase a tranqoilli-
dade publica, e as instituices do pait.
Discorre sobre o parecer da Commissa,
e diz que qaando hontem pedir pJavia
era seu intento ol recer-lhe huma emenda
que j''igue justificado o p-ocediraenio do
Sr. Jpz de Araujo Ribeiro acerca da
posse'da Presidencia tomada na cidade do
Rio Grande o que hojefai, Depois de
ter feito muitas outras ob-ei vaces sobre o
Govemo declara que as censuras que Ihe
ha dirigido te sido muito commedirias ,
e nio se pndem comparar rom as quese lite
fa'ipy em outro lempo que e-t muito pro-
ppnso a apoiar a ,-idminist'aca porque
nao ha hum nppasica mi- suave do que
a hMa e nunra ffr exigencias que se nao
pos-5 f iZt r em-
pre o o o p.veii^elho em huma mi, a
Conxtilncio em ontra e a fraiu|ueza e
candna uocoratfo( Apiadose iisads ) ;
que bojf mesmo p s^ar para o lado minis-
ten'd hoje mesmo dar o seu voto ad-
mioistracio *e ella se mostrar anep ndi la
de todas as suasculp e aaronfessar di-
7.endo mea rulpa mea itisxima culpa....
( miitt.s ristdas o Presidente ledan-a a
nttencio ) ; que -bjuie as suas ideas reii-
piosss acarea < ds CtnoliiM Romana.; que estaure'a li-
bardade 'te Imprens^ ; que pratican lo i-to
assim e-l d^ par..- del'* ( 0- potado ) ees-
sada toda a dive gencia do acto l Govern;
poim em quan'oelle1 nao seguir esta mar-
cha se v obligado a offeieeer-lhe os seus
eonselhos : que nao se entenda pif*: ito
Mp ha de dar o seu voto de accusicio ao
Governo actual por em quauto nao he es-
ta a ua intenca : que quer me tar mui-
to sobre estas cou-a e nao dem de reco-
nhecerque as actoaes circunstancias sei
diiliuil apparecec liuraa administracio su-
perior esta. Coiidiie finalmente, decla-
rando quesoubera que hum Padre que o
Sr. Aiauio Riber enviara preso para es-
ta Capital por ter si lo encanvgado de
huma misaa dos revoltosos log qea-
qui chegou foi solt a Ihe constoo que lo-
ra para oasa de hum dos Governantus; que
sendo Mo assim, e raminhand as cousas
desta forma partee que se presta protec-
ca5 aos revoltosos; que em fim nao asserera
qde estes factos sejio ta/s e quaes para
convencer o Governo de connivencia com
os rebeldes ; mas que dse ja que esta sea-
siose trate do decreto da amnista que se
conceden para o Rio Grande.
O Sr. Peixoto de Alburquerque declara
que, visto esta tnater a ser tio importante^
reqoer que se convide o Sr. M mstro da
Guerra para tssittir i discoasfo, e por iso
propeoadiamento.
O adiamanto proposto he apoido, po-
rm nio se vana e continua a disrnssaS.
OSr. FeraandesBraga responde nica-
mente s oh-ervaces que fi/.eta o S Sao-
la Barbara acerca da conducta delle orador
quando lora Presidente do Rio Grande do
Sol, e d boma explicaes do seo precedi-
ment para com a Assembla Provincial ,
demonstrandiqueempregra todos nsrnei-
os para obstar revolocio, b que a Assem-
bla e>a em grande parte composta dore-
voltosos; e que quando fallara que se tra-
ma va uma conspiracio psra separara Pro-
vincia nio se entenda com todos os seos
h'bilantes, e sim coro <>s ambiciosos que
entiiva n-s-a conspiragi'*.
L se a seguinte emenda do Sr. Vascon-
i ellosq'he apoiada: H j"-l ficado o prr-
cedimento do Se Jo de Aiaujo Ribeiro
lomando pos-e na Cmara Municipal da
cidade do RioGiaide do Suh
O Sr. Carneiro Leao dedra-se contra
es'a emenda.
OSi' Souza Mailins pela ordom pede
a psUviae participa, como ora lor da De-
putaca que foi levar ao Exm. Regente a
resnos'a da Cmara Palla do Trno que
a DeputscH l'.pi ie.-thi des do es'ilo e que w Exm. Regente res-
|ioo''ia que fi ava certivdoS >entimeolos
d.i Cmara dos D-pillados.
OSr. Vjsconnellos, dbois de alguras
observages, pede reti"arasuaemenda o
quelite be concedido.
O \ imeiio ore t a rio par'icipa achai-
se sotire a mes os projectos de fixas;a6 de
forcasdemare lena, e q' va a imprimir.
O Sur. Sania Barbara decUra fazer tus-
t ca sboas quahdad-s do Snr. Araojo
Ribeiro; mas qu agora o mesmo Gover-
no conhece que esse Snr. na5 tem mar-
chado em regia ; o que se coniprova peWs
fdclo que elle Depuledo apresentou.
Os Snrs. Souza Martina erletuique de
Rezende anda sostentab a sua opinaS :
o pnniito pelo parecer dn Commissa, e
b segundo,con ra.
O Snr. Prannos insi-ie Ha sua bpiuiao
peto ptirivi.
ll
A]



DIARIO DEPERNAM B C O.
O S'. Peixolode Albuqnerque de clara-
se contra o parecer daCommissa.
O Sr. Limpo de Abieu, observa que
nenhuraa censura se ha ftifo sobre a cspa-
t cidade do novoP residente, e quanto a di-
zer-se que huma tal medida ia desanimaran
paitHoda legtlidade, elleorador est longe
de suppr que o partido da legalidade m-
quella Provincia, he partido de s-ffeic-s,
ijio hmenos p-rtido'da l.g lidade do que
amigos do Sr. A ra jo Ribeiio.
Conclue fazendo afumas reflexesa
resp-ito dealguns argumentos produzidos
peloSr. Vascouctlio, alheios materia em
discossa. Depois de Ciliar o Sr. Vascon-
celos, tendo dado a hoia, o Presidente
consulta a Cmara se d a materia por
suficientemente discutid, e decidindo-se
que sim, he o parecer posto *oloi e
approvado.
O Presidente mire* par ordemdodia
as materias j designadas as anteriores
ses ex, e levanta a de hoje depois das duas
horas da tarde.
CMARA POS SES ADORES.
SessaS de 28 de Maio.
Presidencia do Sr. Bento Barroso Pereira.
f
A'horado estilo,, acha-se na sala nu-
mero sulliciente de Senadores, o Presi-
dente declara aberta asess., leoe e ap-
prnva-se a >cta da antecedente
O p.imeiro Secretario, dando conta do
expediente, l lium officio do da Criare
dos Depulados, conmiinieando concordar
aquellaCamaraemque n. dia 3* do enr-
veniese proceda ao acto solemne do iero-
nhecimenlo da Serenissiraa Princesa a Sva.
DI Januaria como Sueessora ao thiono
do Brasil: fie o Sen Sao approvadoaem ultima discssioos
requerimento doGonde de Lsges, em que
pede raformaces ao Governo \ !. sob.e
pagamento das pracasque guarnecen mi
navios aimados e desarmados, e sobre
munices navaes de guerra e boa: a.
sobre etapea forr.geus e ferragens : e
3> sobre instructores da Guarda Nacio-
nal- .. !
Entra em piimeira discussao a resolu
CiSqueutoiina ao Coterno a fater liqui
dar por me'm de commissarios BraztUnrts,
as reclamaces dos subditos Purtuguezes ,
por prejuizos solTr id-s durante a gurrra
da Independencia ; conjunctamente rom
perer da Coraros>io de Const.inicio
njrwpeito, E depois de discol da esta
materia, he approvado o parecer, bem
como aidoluca me, logo tem lugar,
he epprovada para pasar ultima.
As n horasdamai.lii o Presiente de-
clara que a ulima parte da orden do d he trabadlos de Comii.is.-6es, e rnnyida
os Senado, es membros dellas a se retir-
rem aos eos gabinete para este nm e
Jetanta a sessa. ... ...
pula m"ia hora depois do nieto da ,
continuando a sess 5 o Pedente obser-
va que a ordem dodia e-t e goa.la e as
simd-sign.das. escluses de 1835 sobre
n, vtncimenlos do Conselhe.ro Antonio
Homem do Amaral e sobre a tenca d
Coron-d Catlete; disease pareee.es
da Commis-a de kVgMeaj o, M,b-e as
resolu.es da ArtMlhbt de S. Paula a
resp-ito de sesma..as e terreU > desapro-
veii.d .- iiidrac.6o do Conde de L-.ges,
aob.u earravoa no serv.co do Paco ulii-
mas d.seusses da re-oluca que airteria.
Govrno a azer liquidar por t ommi-
sanos B.aaileiios, as leclamacoe., dos nid-
di.os Po-tugu-zes; dita apprmando a
pens- de t), Mana AdelaHe; e levanta
* bcsjA pela meia hora da tai de.
PENABMUCO.
COMM4.HD3 DAS ARMAS.
O Gommandantedaa Armas em rumpri-
mento ao Avizo da Itupai lic-o da Guerra
de 26 de reveieiro i-eneltido por S. Exr., o Sin. Presidente
com aeu officio de 6 d'Abril, f..i con.-tar aos
biirs. QIIiiiiMde i.Liuh, das.*,^
vencem sold existentes nesta Provincia, e
pertencentes nutras, que se apreientera
na Secretaria Militar at odia ao de Agosto
viiiilouro, munidos doa documentos, pelos
quaesfasemsua residencia aqui, e quando
por motivos justificados, nao possio pesso-
almeniefaser sua apreseutaco no menciu-
nidodia, que alacio por escripto, deca*
r g >siode licenca, mi <|u ilidade, por quanto
lempo, para onde se dirgem, Si \ Quar-
tel doCommando das Armas de Peruam-
buco30 de Julho de i836. 0
Joze da Costa Rxbello Reg Monteiro.
1VERSAS REPARTICORNS.
Perfectura d* Comarca do Recife.
Paite do dia i.* de Agosto.
Pelo Comissario de Polica da Fiegoe-
zi.t do Recile forio prezos e remetidos o
pardo Alfredo de Carvalho eMaiialiita
do Nascime.ito por terem sido encontra-
dos em des.irdrm. O mesmo Commi-sa-
lio de Policia partecipa tei' si lo honteni
lerido cora duas focadas um crioulo li-
berto cujo nome ainda -t; ignora as-
sim como o do agresor o qu.il nao fura
pie-o, por se tur logo evodido e nao
obstante Gca-se procedeudo aos deridos
termos da Le.
Pelo Su Prefeito de Santo Antonio
1bra6 presos, e remetidos o crioulo Ma-
nuel Vieira por ser susneito, e mo lio-
mem o pelo Jom, esciaro 1 Manoel
Carduzo da Foncera, por estar tbrio e
ser encontrado fora de horas.
Pelo Sb Prefeito da Boa-vioU foi pre-
7.ot e lemetdoo Indio Manoel Gousalves
da Cruz, por ter sido enconlrapoem de-
sordem em urna taberna ruin um cai-
vete na algibeira ., e ser de na conducta.
Por me constar achar-se criminoso
Francisco Boiges de Furia fgido da
calceta em companbia de outros crimi-
nosos em o,lugar do Airaial, mandenma
Patrulba do Corpo de Policia cavllo
de-p'a:co dos Sub-Prafeitosda Boa-vis-
ta e-Poco, .para prender oh ditos crimi-
nosos o que se nao pode tffectuar por el
les ali j.-e nao acharem seudo someute
apprelieudidos sete cavados furtados que
uiandei recolher ciia do dito Corpb.> "*
MKZA DAS ni VE USAS RENDAS.
A pauta he a inesma do N. 145.
__ i-iiiiii
arcenal demariniia.
O Arsenal de Maiinha precisa comprar
4 dusi .s de tinhatii-o de cusUdmlio, e 4
d i.isd'.' (ii-l.(l i, 11 t n.t'iih.i piollio, mi,
bmzio ; ou Pinx5>s que pos-
ir tal quanl'dade de Inboa-.
Ar-cii..l de iMarinlia 50 de Julho de
i836.
Antonio Pido deParvalho,
luspeoior (1 Ais;na!.
^^MITO
GUKKK^rOftlJKftCiAS.
Snrs. Redactores.
Remelendo-lbe p peridico de Li-boa
iniiiol-do o iNrft-i-.nd IN." 44fi de 18 de
Min di corrente auno rogo-llie o favor
de Iraiiscievtr no n u Diai io os artigos do
ma.-.mopeii('dicoHrvista dos Jornaese
Uocurnent''8 illtere.^sIlte-^ c-oininunua los
ao^'arlaueiilo Ing'ezdo primeiro. o
que u Acoriii'>N.5i falla sobre a ernigia-
ca para o IJ.ard, e no qual mostraa con-
ducta de dous Negociantes Jnglizes cnn>-
goalarios da Barca Inglesa Sarah Capotad
Pedro M. Iniyie sobre seaaelhaiite obje-
cto, e do segundo tudo o quanto nelle s
contem reapeito O. Ca lode llespanha.
Ccts !"~:'?.;5 dcstes c srtg"" Vm.
rauitoobiigaiad ao aeu atenrioso e coos-
tauieLeitor.
*
REVISTA DOS JORNAES.

Aeoranon.*5r. Coramunicado, inos-
trandoquese relisaram a maior parte dos
receiosda opposicaS em i835, enemuma
das promesas extractusdo Nacional: um art. sobre a
einigrsca para o Brasil emque diz :
Sempie olhamos com profunda ma-
goa o desapego e I illusa cora que. cente-
nares de nossos Compatriotas abandona-
Vam a tena da sua Patria para se
transportaren! aos portos do Brasil,
a -buscaren! eslabelecimento. Se eata
tentativa fosse praticada por una forma
que apresentasse ao menos esperancas^ de
melhoramento, se os quaes para all se
transportam pigassemeom o seu dlnheiro
ofrefe, e !a apdiecessemsuijuris, e aptos
a boscar fortuna como bem Ihes pareces-
se,' era isto sera duvida um grande mal
para a nossa Patria, dahi proviria, sem
queiia, a ruina ea irremediavel miseria
de muitos, porque iienhuin euthusiasmo
piblico mais diflicil de realisar do que o
desejode possuir grandes riquezas ; *to
um sonho de vivos, que faz esquecer e
mesmo despresar o que pos>uimos, pelas
biilhantes chimeras que avidez levantou
em nossa imaginacad, por va de regra se
perdeaposta de carne, que ja temos, pe*
la sombra, que nos seduzia : embarcar
porem para o Brazil por conta de especu-
adores, que tem de se pagar do fete das
mas daqelles Brasileiros cora quem la
cuntrainera sobre o servifo dos infelices
pa.ssagei|-os que entregarara ao aeu arbi-
trio o destino de suaa pessoas, de sua l-
berdide, e o que mais inda, de suas
familias, que por un a parle se compe de
menores, e que por nma injustica e urna
bu li.riilade de seus p^is va6 soffrer os ef-
feitosescavisadores desses coutratos in-
piudentes, e absolutamente repugnantes
natuteza, dignidade de un ente ra-
cional ; puique paia cumulo- de horror
podem abranger a meoorda,de dos filhos
de urna roaneia que nein ao menos Ihes
fiqueo lecurso de mudarem de teulior,
quando a humanidade o reclame. .Ja em
algumss de nossas Folbas combatemos es-
te deliiio, masinlelizm>ntesem o menor
prove lo; por sso que o povo ca-
lece, para convencer, em logar das li-
guiasde Rethorica, a eloquenria dos fa-
dos, o que pela maior parte igua^ a-
prender sua cu-la. Cora effeito o cor-
rei do tempo Ibe tem apie*entad<> anea
l.T 'rnosos de-enganos, Uns puncos de
navics que destas libas transportaran] gen-
te para o Brasil, foram carregados e ta
mal prvidos, que muto apena o des-
granados nue nelles transportaram, p< -
d.-ram escapar cuma vida aos mailiiios da
vigera, para irem presenciar u leil-6 que
delles, de suas mulheres e filhos seus bar-
baros conductores fizeram aburdo dessa-
i ratoeii as, em que os pilharam, e donde
namais si-hiiam < m (juantu n.o houve
quem pgs e o valor de seu transporte;
nessa oics^5 romo se fose una ftira de
gado vir.- desoiembrar suas familias, e
r*da um tos individuos dVlla ir servir
diferentes senhores, e alguns a grandes
distancias, pelo tempo, que po>leram con
tratar cornos Correspondentes, de seus
d.-simlanos Traficantes, que de certo
bem ponco Ibe impoitiria sacrificar por
longos pra/.os a liberdade dos inf- lies,
cine vendiaro, rom tamo que prompta-
mente seembolsassem, eao mesmo it-m-
po se desonera-sem de Ihe continuar, esse
tal ou qual susto, com que a bordo Ihe
entretinbain a vda. Pora que nao pare
ca, que son exagerado aqui transcrevo o
artigo desses horrorosos estipulaces, a
que alluditno-..... desde ja auctorisa
os ditos correspondentes para contrataren!
com o dito Palrasobie u praeo de tem-
po que elle obi igado hade prestar-Ihe se-
us servico, por va de seu cilicio, ou tra-
balho, para a indemnisdC da sobredita
(juantia, que por elle pagar..., Mai a
baixo seobriga poraua ])essa bciis e ber-
dei os a cumprir o qae sobre e-te objecto
pelos ditos Coi respundentes, ior coulrata-
do.a
Continua moralisando este horroroso
contracto e deienrie as medidas tomadas
pelo Govemadur Civil para dificultar a
oncessa de despacho aos navios destina-
dos a ta preuicioso trafego, a con.le,
i Seria para nos digno de censura e
mesmo de execraca o nosso Governtdor
Civil, se iuipassivamente presencasse a
sai la de nossos Concidada', entregues
por sua inexperiencia i barbaridade e ao
desejo immaderado de locro doi S>s. Ri.
chard Hal'oran, e Abram Bomsoud, Con-
signatarios da Barca Sarah. Cp t > Pe-
dro M. Intyre. E>ta embarcacaq che-
gando de tornaviagem do Rio de Janeiro,
aonde transportara urna carregapa de A-
Qorianos; segundo aqui se soub*, o mais
incommo la, e miseravelmente possivel :
fez-seannunciar segunda vez pira o Rio
de Janeiro cora passageiros : pelas com-
petentes Repartieres soffreu aa iuspece^s,
ordenadas no Alvar do Governo Civil que
cima referimos ; e sendo a Barca lutada
para 5i pessoas, e p Capita intimado pa-
ra nao receber passageiro se nao at esse
numero ; devendo antes do embarque ser
apresentada na Provincia do Conseibo Re-
laca nominal dos passageiros, para o qua
fora intimados Capita e Consignatarios,
tendo sido o Capitad igualmente intima-
do para nao levantar se nao de dia, e de-
pois de visitado o Navio pelo Ajudante do
mar.
Con desprezo e infi aeca de todas es-
tas de terminal, oes no dia a do con ente
ao lim da tai de foram ron dundos a bordo
os passageiros, com publico escndalo, a
revoltante insulto s Authoridadeside Paiz;
o que apenas sabido pelo Exm. Goverua-
dor Civil, requisitou urna forca de Linha,
que mandou para bordo a tempo, que j
o Capitad iasair de Ierra para o Navio a
lim de largar do Porto. No dia stguinte
lo i A embarcaca competentemente exami-
nada, eem vez dos 58 passageiros, que
devia levar, te Ihe acharara 213 cojos pas-
saporteso Capita na apreseulou, e por
isso fui ara mandados reverter para a teira
em cumprmenlo dasordens do Governa-
dor Civil. Alera destes a!3 passageiios
consta, que o Capita pertendia n'aquella
noite receber mais una grande porca, a
nao sabemos de que b>ma os pertendia
condqzr ; poisquepa ai3 j eslavan ta
empacados a bordo que por muto felizes
se deram era t. rem ocrasia de vqltar para
trra. Cunta nos qua se, tem protestado
contra os proced raen I os do Govemadur
Civil, porque elles tem sido olhado pelos
nteressados como atentatorios dos direito de Subditos Biitannicos. JS'a verdade
muto zombar do decoro de urna Naca,
respeitar mui pouoo as leisda hospitalida-
de Com que direito pertender um Es-
trangeiro Iludir os subditos da Nca5, que
o acolhe, e por meio dessa illusa encher
sede diubeiro emb ira exponha as pessoas
dos Nacionaes e aquellas de suas familias a
ini ommodus insuportaveis, ea t eos emi-
nentes de vida ? Poder um E asp carao direito de dispor da vida dos
homens, e dos homens, cuja patria Iba
. bi io os bi acosa ollerecer-lhe todas as van-
t.'gens, e segu ancas de urna hnspitahd.de
cordral e franca ? E' na verdade o humeui
um abysmo de incohei encas Jul^am et-
tes 1", -traiiReitos, que o seu gove no tciii
ojs, e mesmo t% obrigaga de pugnar
por seus interesses perante o no-so, an-
da que es-es sem srdidos, e formados
casta dolud brioeda oppressa da huma-
nidade ; e protestara contra nossas autht-
ridades, quando ellas da protecca aos
portugue/es, cuj boa f, e smeridada
foi sin pi herid ida ao pon tu de Ihecoinpro-
metter al a propria existencia fiaica, de-
pois de aniquilar Ihe a existencia polti-
ca. Os subditos Britnico.", quando ern-
barca de sua ruai patiia para as Coloniaia
de sua naoa, tem direito aviejar cun le-
das as commudidades, que as leis iuglezas
ordenara por taes trausportes : nos, os
portuguezes, quando somos aliciadus, e
il lud jos por E-trangeirus para abandonar-
mosa p.dria, e rmosser vendidos em tei-
ra estranha nao havernoater mais direitua
do que os cazes de assucar ou os rolos de
pao de campeche, que ero se raovern no
lugar, em que os t-ncarteiram, nein co-
rr em neni bebem a huid! Na verdade,
tornamos a dize-lo, zombar muto do
decoro de urna naoa, e ludibiiar sobre
mam ira o direito das gentes Va Os por-
tuguezes habitar no paiz. que mais Ihe
couviei ; porque o.direilo d
a nossa lei fuudainenlal Iho eoiisuriiein, o
t .


DIARIO DE PERNAMBUCO.
V:llicm, mas vigiem semp e nossas autho-
,dudes para que sua inexperiencia na5
cia as torpes .coa, que' a aajareza, ea
deshumanidade Ihe ab urdir, para en-
i iquecer-se sua oidii cara propredade :
c osOon-dgnataiios e C i-ib eoetentem-se e sugeiros que ella pode levar, e se nao ga
libaren, tanto como perlendiara, ganhem
aquillo, qu devam ganhar ; eemtodoo
casod'entreellessoffram as respectiva* pe-
nas, os que a aatlhoridade comp tente jul-
g-.r deloquentes, para alivio de suis cons-
ciencias, e escarnanlo de novo* a-pecula-
dores.
'Documentos irtteressantes commu-
nicadosao parlamento ingjez. A corres-
pon ienciaeotie o g.vemo Inglez, e as
diurs-s personagens Hesptnholas que t-
veram parte na convenci de Elliot, foi
posta sobre a mesa da Cmara dos Lords.
Agora ja nao ha dvida obre a aulheo-
tcdade do famoso Decreto de Durando,
ta frequentemeute desmentidos pelos
partido-de D. Carlos.
N.* I. Cpia de urna declaraca 1-
da a il de Agosto a D. Ca los pelo Co-
nel Wyldequeaccompanba umexemplar
do Decreto de Dftrango. O abaixo assi-
cnado lern a honra de prevenir a S. A.
R. D. Cario* que chamou a attencaS do
S. M. B. am documento em forma de
Decreto, firmado por S. A. R., do qual
o aba xo assignado tem a honra de reraetter
urna copia, abaixo assignado nao se
echa enea negado de perguutara S. A. *e
este documento authenlico, porq' o. go-.
vernodeS. M. pensa que urna pergun-
1a de tal o tureca n5 poda faier-se sem
faltar ao re-peito devido honra e boa (
de S.. A. R. Porttn certos partidario de
S. A. R. na Hespanbs, e fra della, ten*
do-sesfocido em propagar a opinia de.
que, sem reparar na aulhentiridade real
ou suppusta d tal documento, S. A. R.
est decidido a facer excutar o dito, De-
creto nos termos eos que est concedido,
oab'xo assignado ieceheu ordem formal
de declarar a S. A. R. que o governo In-
gle m5 permittir que se viole impu-
nemente a convenci negociada pela me
aca de Inglaterra, que o governo nao*,
d uvida da execuca5 estricta e Bel desta
convenced a nspeilo de todo o individuo
empenbado no terco da Hcspanha, heja
H^panhol ou eatrangeiros, e o governo
cunta especialmente com S. A. R. D.
Carlos para adxecuca do que foi conven-
ridnado, e Uto na confoamidade dos eos*
turnes novos civilisados.
N ?___O Coionel Wyld ao Conde
Palmerston (recebidoa i2 ileHgosto.) Es-
tella i de Agosto de i855. Mylod : Ghe-
gie a Estella hontem tarde, e dirig es-
la manhllnesmo ao Sr. Crin Mayor a
nota de que tenho a honra de vos trausmt-
tir ur..a copia. Responden-me por um
olVicioem que me dizia qu S. A. R. D.
Carlos me dai ia urna audiencia s 5 horas
da Urde, Passei inmediatamente a en-
contrarme com o Principe que justamen-
te me lecebeu ahora indicada.
Informei a S. A. R. que eslava enrar-
reg do pelo governo de S. M. le Ihe com-
iunicar um documento que llie liria se
elle conviulia. Feita a leitni deposui
em suas m.-s a declaraca original com
a timlucc- em Ilesp.inbul, e a copia do
-u Decreto. S. A. R. respundeu que
h.via dado aquelle Decreto di pois de hu-
ma madura rellexa, e que se | oiga va com
direito de o facer, e que havia dado ordeui
a os *em geneies di" o por em exi-cuca
por toda a parte. Que quandoa conveli-
ese Ihe havia sido apreseutada por Lord -
l<0t naSse peuava em recorrer tropas
estrangeiras, tm cojo caso elle na5 dara
enla a sua adhesa a similhante conve-
nio : que elle olha s foi cas estrapgeiras
omoliado convenio. Participei a S.
A. R. a-.-iui como )a o linha.feil" ao Sr.
Ciftz Mayor de que as minhaa instru ee
nao me impunbam o dever de exieir u-
rn resuosla roinha communicaca* po
remqebaVendo julgadoS. A. dtver ex-
plicar-se cathego>irametite dara noticja
de 11rt n n Mayor e Mr. Arboy, Cnsul de S. M.
B. t-ui B.-yoaa a^isluum a ct'a iuteivuta.
AssinnadoWy Ide.
N. 7.O Conde Palmerston aos Lords
do AI mira utado Forcing-oflce i3 de A-
gosloMiloi ds Recebi ordem de S. M.
para fazer aaber a V V. SS. qae a sua von-
tade que no caso que D. Carlos peca
protecca a bordo dos navios de linba ou
ou tros vasos de S. M. esta protecca seja
positivamente recusado quelle Princepe.
Porcensequancia eu suppjico a VV. SS.
setirvam dar imuiediatamente or.lens a
este i e-peito ao.s commandantxs dos navios
de S. M\ AssignadoPalmerston.
(Journal do Comerce.)
(Oo Nacional.)
Snrs. Redactores.
O homem ituj fleugmatico nao poda
deixar dse inflamar como nojeoto aran-
cel do Sr. Pitada iri.serlo no seu Diario
N. 164. Apecar de eu ter huma boa
cise de paciencia, e de pachona, c de
cenhecer as fragilidades do nosso prximo,
n|o pude ler sem me encher de indignacio,
tanta miseria e tanta bestealidade a par
de insultos graves que esse tal senhor
Pitada dirige ao actual, eligtimo Gover-
no de Portugal. Digo insultos graves ,
porque o tal Pitada ( Paiece-me que he
huma boa pilada ) tem a impudencia e
o descaramento d'avanear, que o actual
governo de Portugal manda apunhalar os
prezoa, quaiido passo de humas para ou*
tras prizes &e. Que calumnia que
malvadesa .' Se o Sr. Pitada qui/esse ser
insero a verdico as suas asserstdes di-
ra que no tetopo d'esse moustro a qiiem
chana Rti, muitas Scenas deisss te re*
presentarlo en Portugal, eentie outras
muitas a do cruel e brbaro assasinio da
trinta e tantos infilizes, que se achavio
recluzoa as Cadeias de Estreinoa rujas
Cadeias foiao arrombadas pelos satlites do
Usurpador ; oaquaes cometlerio nessa oc-
caziio attrocidades de que bao h exem-
plo neto na historia antiga era Da mo-
derna. Se o Sr. Pitada quizesse ser sin*
si ro diiia, que'huma grande parte dos
pi iziom iros feitns pelos Miguelstas na ac*
cao d'Alear r do Sal no acto d' os cori-
duzirem para Chaves, e outras Pracas,
foio asaa-sinados no cah.inho por esse
bando de salteadores que melitavao de-
haixo das bandeirai do Usurpador. Se
finalmente o Sr. Pitada quizei-se sor sin-
oro dira que no desgracado tempo do
R i caccteiro nao havia seguranca indi-
vidual nem de propredade, que as ras
de I x boa esta vio quase sempre desertas de
homens de bun e apenas oceupadas pe-
los caceteros testemunhas falcas e de-
nunciantes e que se algum homem capaz
liuha a desgivca de nao p.jder cond^sien-
der com as exigencias daqoelles- malva-
dos era em continente acuz; por na.
Ihado para o que haviao promp'ns i-enr-
pre testemunhas falcas, queelles ronheci-
n por ceito lgoal carasteratico, que as
destinguio, como era huma ponta do
lenco bianco appai ecendo por f.-ra da al-
zibeia &<*. e dr-pois desta opp"ivco o
ue-gracado eia agarrado e couduzido ao
Lmoeiro a toques de ccete do que re
sultava alguns chegarern ali quaze mnrlot,
e ou'ros aleijados. S m Sr. Pitad.i na-
quelle bello lempo cometiio-se tiestas e
duutias atrocidades, que omito por nao
con temar o respetavel publico com taes
horrores que (azem estremeier a huma
ndade. Se he veidade que pelo dedo se
conhece o gicantf o tal amigo Pitada nao
pode.deixar de ser hum furiozo, um dis-
larcado absolutista .' E como se atreve
He a fallir em opinio homens sensa-
tos e pensantes ? Q.ie tandeu", que ir-
racional / Pode alguem avancar, a nao
ler encellado um coracao de fea ou ti-
gre em fnn um malvado, que D. Mi-
guel a queiu o Pitada por antifraze cha-
ma Rei mandou excutar aeus condem-
nadoa por Seuienc<8? Que oprobiio para
a Iniui.'iiidadi' que ofienaa ao senao ou*
mum Os assas-inos Jurdicos que D.
Miguel mandou fazer aos Poi tuguezes
boniados e fiis ao seu juramento h..-
mi este e outrus iguaes absolotislas ,
ros condemnados por .entrica ? I Es-
lava anda 'reservado para todos os amigos
da L'bcrdade leg-al mais c:te ultraje sais
esta affronta deste sandeu, a dos da sua
sucia dessa i'acco degenerada niqua ,
e sanguinaria que nao vomita senio es-
tragos e mortes. Sin, he i cio atroa que tem commettido era Por-
tugal esses roubos e assas*inos que o tal
Pitada tas apello. Saba pois Rernambu-
co esaibi o Mundo inteiro que os ul-
trajes que se tem platicado os loabos e
assassinios, que se lem commettido, sio to-
dos ebra dos Miguelistxs que hoje se co*
brem com o manto de liberaes : para se-
raeiarem desta arte o di^gosto, e a divzio
entre a Paraillia Portuguesa e chegarern
por este meio a seus damnados los. Po-
rem nao o conseguiris. Vossez mzera*
Viis irracion es sois sempre condecidos ,
e aniquilados, e hum Governo enrgico
ejusto vos cortar, nao as rabeis, como
*oc dezejaes a quem no pen-a como voz,
mas os vossos planos fratrecidas. Dezen-
g.navos; o vosso adorado Rei de Thea-
tro nio pza mais o Solo natal, que
tanto flagelou eque para voz, o tio de-
licioso apetecido tempo dos cacetes das
denuncias, das testemoobas falcas &. &. ,
nio voltura mais ( Oh dor Sr. Pitada !
Quem sabe se Vm. ser hum dos taes )
A nica coiza que vos resta he nutiir-vos
com as gratas e quimricas esperancas ,
que alimentioos da propaganda de EIRei
D. Sebastiio.
Como os Srs. Redactores transcrevetia
nosru bem conceitoado Diario as sandi-
ees do Sr. Pitada queiio lera bondade
em reposta a ellas trioscrever estas mal s-
Iinhavadas Itnhis pelo que ihe licai
muito obrigado aeu venerador e criado
O Malhador.
Sis. Redactares.
Or.tem ( 58 de lulbo) foi visto entrar na
Alfandega antes de comicar o expediente,
hnm pieto do Sr. Manoel Zefirino d>s
Sa-itOS, levando cabeca hum hauzinho ,
da tamanho de tres palmos com pouca dif-
ferenca e demorando se all por a'gum
tempo, em lugar dos mais recondi sabir depois com o dito bat fechado do
raesmo modo, ecomo sonde ha partcula-
ridade ou reterv*, nao f.lhe a enriosi-
dade, nio faltou quem intentas e advinhar
o que contiuha tal vnlume : dis-e hum
dos curioios, sao os livros da Alfandega,
que elle tem levado para caza : nio sao,
i-espondeo outro porque esses livros i>o,
entio publicamente sabou outro ; sio
pessas aecuzatorias, pr*paradas contra
os Empreg'dos da sua Reparlicio aos
quaes, segundo dizen; promove todo o
mal. Outro qusiia, que fusem as plan-
tas que tem d.'do para as obras da Al-
finde;a ; este, que os plan.-s paia a fis-
caiizacio, e expediente da me-ma se fazeij,
smente com cinco Empregados, com"
tanto, quesejioda sua privativa, e im-
niidial i nomeagio : Aquelle que o bab
estava cheio de razuens, para destruir
denuncia que contra elle dra o outor
Promotor Publico por erros de cilicio.
Ou:ro, qe eia huma collecio de dispedi-
das, que putendia derigir ao rcspeilavel
Corpo do Comercio, por ucraziio da sua
sabida da Alfandega. Outro em firn que
era...- e eu pela miiiha parte, raudo
espectador 6em pronunciar o meu voto,
a)sentei cmnroigo que no fcto nada ha-
via de misteiiozo ; todava aconselharei a
S. S. q>*e n* repita nio s para que
se nao e*g'>te a curioiidade que para ou-
tros ohjectos deve rexervar-se como pur
que como ha homens lio malvados,
que nio escrupulizio inve ter es actos mas
honestos, e innocentes, podem fcilmen-
te inventar alguma arepcio desfavuravel
inimitavel probidade do meu nobre Iu.-
nector d quera he zelozo defensor.
Hura Viga da Alfandega.
rasemeia da tarde, a Academia, Imperial
de Medicina celebrou aba Sestio publi-
ca snnual, em huma Salado Paco Impe-
rial da Cidade, na presenca de Sua Ma-
getade o Imperador do Sr. Ministro
merino do Imperio Officiaes da Casa,
d^ons Merabros do Corpa Diplomtico ,
Acadmicos, e hum lucido concurso de
pis-oas Litteratas.
O Sr. Ministra interino do .Imperio ,
Presidente honorario da Academia, rom-
deo este acto, recitando hum breve Dis-
curso. Seguio-se o Relatorio dos traba-
Ibos Acadmicos do auno feto pelo seu
Societario o Sr. boutor Simn i. Depois
o Si-. Doutor Torres Hornera leo huma
Memoria sobre a Hygiene publica e Po
licia Medica d<> paia, por parte da Sec-
eso Medica. O Sr. Correia dos Santos
leo tambera por parte'da Seecio de
Pharnacis, huma Memoria sobre a ne-
cessidade de bum Cdigo Pliarmaceutico
Ihvsileiro; efechou a leitura de todos es
les Discunos o Se. Presidente Doutor Mei-
relles por parte da Academia allusivo
fuudacio da Sociedade de Medicina no
qual dirigi huma respeitosa apostrophe a
Sua Magestade Imperial, e agradecimen*
tos pela Proteccio queda a lio til Cor.
poracio e pelo distincto e repelido fa4
vor, nio so de honrar a Sessio publica)
com Sua Augusta Presenca, como da
conceder que ella se celebraste em huma
das Salas do Imperial Paco.
/ Feito isto dous Socios forfo convidar
\*leza do Si. Presidente o Sr. Deputado
Antonio Luis Patririo da Silva Manso,
para receber o Premio proposto na Ses-
sio do aonto antecedente, por huma Me-
moria que a Academia coreara e tambem
o Diploma de Socio, o que se realisou
com as formalidades Acadmicas.
O Sr. Presidente fes publico no fim da
Sessio o seguiute.
Programa das queslSes e Previos para o
snno da 1837, propostos pela Ac. de-
una Imperial de Medicinado Rio de Ja-
neiro.
I.* Huma me da Iba de o uro ao Autbor
da melbor Memoria sobre as causas do
desenvolvannto espantoso do Bocio, nss
Pro\inriajt do Sul do Brasil, sobre a toa
anatoma palbologica, eo ti aumento que,
por lacios positivos se mostr ser o me-
lbor.
Far-se ha huma menefo honrosa ao
Author da Memoria que for de hum mo-
recimento inferior.
a.* Ouira medalha de ouro ao Author
da melhor Memoria que tratar das aguas
minei aes do Brasil, e de Seus eleictts
therapeutce^.
Huma mencio honrosa ser feita ao
Amhor da Memoria sobre o mesrao ob-
jerto que for julgada de hum valor ira-
medialo.
O Authoies das Memorias as dirigiiio
ao Secretario lieral com a precisa ante-
cedencia de modo que no i.* de Maio do
supradto armo elle as tenha recejado.
Cada Author enviar o seu noire fecha-
do e 1 -crudo para ser abertu depois de
julgadis as Memorias.
(Oo Com io Oficial.)
KOTICIAS ESTRANGEIRAS.
... '
RIO UE JANEIRO.
Quinta feifj 30 de Juubo, felssSln-
BsspaKa*.
Madrid 6 de Juobo.
Cooperacio Francezs.
Dizem no. de Parir, com data de la,
de Maio o seguiute :
" Agora mais que nunca se trata com
muito alor de urna cooperacio directa
em H-spanha. O Governo inglee a de-
eja as Potencias do Norte tem declarado
foimalmente nao se opporem a ella com
tanto qoo o seu fim seja faser tiiunfara
causa da ordem e da* Leis e por termo ai
guerra civil. A Franca nio intervir por
nenhum oulio nioiivo e todas as Cortee
da Ivucpi conheeem mudo bem que a
entrada dos Franceses tfa Pennsula %9
pode ter sendo vstes resultados.
'* E*b*2! rnb*K:d5 do todos o Geb?
uctes a lealdde do Rei dos Franceses p*;
4
a
"I


DIARIO P l II N A M I! U C O.
se poder duvidar das suas intenses que
nio tcm ootro 6m seno a completa paci-
ficarlo da Pennsula e a consoliJaco em
Hespanha d'ura Governo verdadeiramen-
le constitucional, tio distante dos prin- |
tipios telrogrados de D. Ca los, como
das opiuies subversivas it sociedades se-
cretas e dos levulmiouari'S exaltados
que esto sonhando com a Constituidlo do
anoo i2, rom a Repblica, e com a a-
narquia. Podemos ass.gurar que sabemos
de inuito boa farile que ne-te momenta^e
cilio faiendo loogas conferencias sobiea.s
bases desta coopocao cujo resultada
a Mr indubitavelmente a entrada de
50 mil Francezes m terrttoio He-panhol.
A entrada do Se. falutiz no Gabinete va i
a acelerar e a l.u ililar a concilista deslas
conferencias diplomticas cujo desenlace
era a ntervenci Fiancez*. ,,
( Da Vdela da Liberdade. )
THEATRO do RECIFE.
Quinta faira 3 Je Agosto Anni-
?ersario do nascimenio da Augusta Prince-
sa D. Francisca Carolina se lepresentai o
"-guinte expectaculo: os profesares da
Orcbeslra dcsempenhario a excedente O -
?ertura denominada Os dois Cegos de
Toledorepre-entar-se b o insigne Dra-
ina intlol.idoO Ptrnambucanos no Pa-
ra-cu o Triunfo da Lrgabdade? m qu.
representa as scguinles figurasA Intri-
ga, o Para, Maraubio, rernamlioco, Tro-
pa da Legalidade, Squito da Intriga. Es-
te Drama he bem digno e a-saz propi io pa.
ra aplaudir as favor veis Noticias que ha-
vemos rectbido do Norte, e que muito de-
vem agradar aof verdadeiros Amigos da
Lei, e da Patria. No fim do Drama apa-
rcero Retracto de 5. M. I. C. o Sur. D.
Prdro a. v st<> que ainda nao po saimos o
Retracto da Augusta Praceza que faz o
objectodo festejo Heste di a. Findo o Dia-
ma se cantar o II mnoPatrioco do Brazil.
Seguir-se ha represenlacio da semprea-
plaudida, e inagesfoja Peca denominada
Anna Fredagaiie, e o Cunde de Poitiern,
011 calumnia desma.-ear.ida Esta peca
foi aceita com grande entuiasmo no dia
dos Annos da Augusta Prnceza a Senhora
D. Januaria ; e huma to boa escolba eleve
deixar satisfaitosos amantes da Patria Sc<*
Apezar de algumas pessoas terem pe-
cemmodos para familia, ou mesmo urna
casa terrea grande, nos Bairn a de Sanio
Antonio, ou Recife : que o tfver de parle
a ra Nova l.jaFranceza D. 4.
VlJ Aparereo em urna cas) no dia 3i
de Julho una Arara a quem ella faltar diri-
ja-se a ruado Crespo D. 12, onde dando
ossiunaes re ios se Ihe entrgala.
J3P* Troca se a uoradia de uma casi
terrea na camlioa do Carino lado da som-
bra por alguin sobrado, que tenha b-ws
commodos, ou mesmo casa terrea que seja
boa, e as ras que pas-em Procesa", a
casa paga 8$ reis, equer-se que o sobra*
do noexeeda de i0^ reis a' 12$, sen*
do boa, e para sto consenta lo os atino*.
IjrjBj Precizi-te d'uma ama s> ca para li-
ma casa de poma familia : t.a ra do Li-
vrarnento loja Francesa.
fcy Mana Juze Lins avisa ao reipela-
vel publico que ninguem laca negocio al-
gnm com neo muido Joie Pereira de Al-
cantara do O' pois se ac ba em divorsio com
o dito seu marido.
"%y A Commissio administrativa da So-
ciedade Harmonico-Theatral scienlibea a
misma sociedade que no dia 3 do con ente
pelasseis horas da tarde, | pectivo Theatro distribuicio de que Jalla
oaitigo /><"> dos estatutos.
V9* O ab.uxo a-signado avi-a a todos
os credores do Cazal deseusfalescidos Pao,
o Sur. Jo'quim Apolinaiin Mayer, e D.
Catbarina de Sena de Moraes Mayer, para
quaapresentem quanlo antea seus,ttulos
pata q' se faca a declaracio no lnventaiio
da Cadt-ia n. 57. O espago nio permit-
tindo entrar na analyse de lodas as virtu-
des desle precioso licor, os depositarios li-
ruitfio-se simples expusico que faz das
anas principaes propriedades, o seu des-
cobiidor oSr. M. 6. Levacber, Doutor em
Medicina da Faculdadede Par<, autor da
obra intitulada Guia Medical das Antillias
e do Brasil.
Propriedades do Licor Parisiense.
na
dido pelo Diaio a Peca Monede Teles
Jordno Director e.'t deceddo a apre
entala no primein .wiiverstrio da Nico
para quem fai falla j assim como a Inde-
pendencia da America do Norte, Revolu-
cao Franceza Sft. poii nao jolga a propo-
sito repieseutt-l.is se nao nos aniversarios
dasJiac'Sa que pe lencera; do contra-
rio seria perJer-lbes o rot-reciroento, e nio
ter nutras para os referidos di^s: final-
mente a Peca do Conde de p .iliers he di"-
nade toda a tslimacao e o respeitavrl pu-
blico a tem recebido |rom iriuitu a-
grado, eenluzia>rao. No fim da Peca Ma-
dama Luiza cantata um Aria; rematando
todo O expectaculo coma danca do Si roli-
go. O Theatro estar conipUtajrn ule il-
luminado, c nada se omitii n que po--.i roo-
corier para aloiia desta di>.
AVIZOS PARTCULA HF>.
O Padre Joaquim Antonio flonealves
Lessa, Regente do Hospital de Nos-a Se-
nhora do Paraizo, f.izsciente ao respeita-
vel public, que se acba lecditicado, e
pronapto o dito Hospital, e em e-lacio de
receber 16 infermos, 8 de cada sexo, nio
sendo de molestias incuiaveis, ou contagio-
zas ; quem se adiar pois nestas eirrunslao-
ras, pode dirigir-se ao referido Ptdie Re-
gante para s> r admJtido, tirando certo,
que hade ser tratado com a.w >, grandeva,
eraiid.id-. Pajizo 2 de Ago fT" Quem preci-ar 'uma ama de lei-
te, diiija-s di fronte da matanca casa D.
j5.
aj9 Quem precisar de um caikero pa-
ra armasen), ou para escrita, raerao pa-
ra ra, dilija-sed Fora de Porta em ca-
za de JoioManoel defronte do beco largo.
ajy AJuga se um andar que tenha
do dito cazal, qua se est cpncluindo.
O Major Joze Gabriel de Moraes Mayvr.
/y Quem precisar de um padeii o pa-
ra fora da rraca, ou mesmo pai a vender
pao com algum pieto: annunce.
W Quem precisar de uma mulherpara
servir dentro de casa : annunce.
%W* Q'icm preci-ar de um Mestre de
primeira letras, para fora desta Cidade,
annunce a sua morada paraer proccrada.
ty* Quem qui-er uma ama para uma
casi sn do Firu;el, i uiu e-querdo, pausando a loja
d>!era, eo s>'brado de dois andar* logo o
segunte de um andar com venda por haixo.
NAVIOS A CARGA.
Para Santos
A Samaca i4 de Novembro a qual per
tonda sabir ale" o dia 6 do cociente Agosto:
quero neila quiser carregar ou ir de pas-a-
gem dirija-Be ao Capito Joio Alvss Carnei-
ro.
COMPRAS.
Cobre velho, laiio, chombo, e ootro
qUalqoer metal em grande ou pequeas
poico: na 1 na Nova loja de CaKIt ii t iro
I). 15.
*T2^ Um ao'brado de um andar as ras
principies do Bairrode S. Aut< n o mi Uoa-
vista, e p'ga-semuito bem annunce.
I/J^ lima ca-a terna que nao exceda a
um cont e duzent is : rio Barro du Santo
Antonio, ou B-a-vista, nao sendo em be-
co: noaimasem de Francisco Joiquiin da
Costa.
*/3^ Un pal teiro de prata usado sem
feilio: (|uein cr liver annuncie.
Ijry Um corrame de lustro em meio
uso: nexta Typo^ralia.
jt^" Umrt ie;ula de 0111 ves Completa
queseja em hom uso: na la dos Marti-
rios la.ioda lgiejd D. 8.
VENDAS.
Listas dos Bilbeles premiados h"ntem
( 6." oultimodia) na Loteia.' nesta Typ.
ra dasC'Uzes, na Fraga da Unan loja >'
I i fro* n.37 e 38, na roa do Collegi Boti-
ca s. o. BdU ulllMI.I ivi IJU 1'OllUiilJiil
do Diario, ra do Bmifiro n. 2.
DepoMto do licor i'ai i-iense, ra
t O Licor Parisiense nicamente rom-
posto de plantas rnedicinaes, goza da pro-
piied.'aoti blennorrhagica, a mais efficaz
conheci la htijo, Sua aeco be -obre tudo
salutar nos paires quemes. Si.a viitode
nao se limita smente a combater aserJu-
zes recntese chroniras; obia ao mesmo
lempo por propriedades tnicas, esolutivas
e purgativas.
Como meio tnico e resolutivo, *ua
accao se ext-nde a todas as molestias da
pella ; aos ratharros antigos do peito,
a<>ma, goita, aos rumatismos, s aTec-
Ces herpeticas, s Elefancas ou grossas
pernas, doenga mu comum no Brazil e
mais paizes quentes. Como purgativo a-
presenta huma tintura de hum amargor a-
gradavel, de huma administricio, e de hu-
ma injeccio fcil ; nesta intencio deve ser
piefeu'do a lodos os outros purgativos, lo-
go que nio Peste nenhuma Indicarlo es-
pecial em favor de hum ou tro medicamen-
to.
O Licor Parisiense, cuj reputacio
fe7.-se boje Europea, he o remedio indis-
pensare! aos Viajantes, Marinheros e Fa-
rendeims.
x D atinado a tomar o lugar dos outros
medicamentos, reunindo to jmente as
Tantagens destes ltimos, excede a todos
em alio grao por suas qualidades immi-
nenti mente anti-blennon hagicas, por suas
virtudes inicas e 1 evolutivas.
Cada garrafa va aeompanhada de huma
instrurco contendoo modo geral de d-
ministraco do Licor Parisiense hum me-
thoio do tralamenlo contra as Rlennorra-
giasia Syphilis. Pieco 2)000 res.
Comprando-se por porfo fr-se-h um
abatimeiilo rasoarel.
VW O muito velleiro Pataxo Ameri-
caricano Virginia bem conbeciHo e cav-
Ibadodt cobre, de lote de i39 Tonell. das,
prompto a seguir viagem para qualquer
porto : O' pertendf nt s dirijio-se ao seu
consignatario Joio Malhues, ma da Crur.
n. 56.
19 Botins e napatos de Li boa, ditos
de maiToqoim, e duraque para senhora,
dilo.s deseiim e marroqoim, francezes, di-
tos para homem e meninos de varias cores,
e de corda vio prelos para senhora. Indo
por preco commodo : na pi ac da Inde-
pi-n 'eueia loja n. 7.
Vif" Um xexe"o mullo canta li-r : as
5 puntas venda D. 11.
JTJ* 4 bandas de canoa que servem pa
l' faier barcaca*, para carregar (sjollo.-, e
a rea, p'r pi eco cmodo : no eslalciro de
Joio Thooiaz Almeida.
^TJT* 26 t. boas de louro e 17 pranxes
delotiro e amarello des5 pilnns de com-
prido, por preco commo lo, e 5,f loros ^e
angico: no arma/.em de Fiancisco Joa-
qinm da Co t.'.
jry Uma barretina ainda nova pro.
pria para G. N. por prego cmodo : na roa
da (iloi a li. i7.
1X9* Urna pietu de 26 a a8 annos, sa-
be cosinbar, lavar roupa de sabo e vare-
la, e boa qutandeira: na ra de Santa
Tlieie/a I). 27.
/^* Um sitio em Santo Amaro, rom
duas moradas de c.isas grandes de pedra e
cal, cuirar para sei-. araccas de lele, es-
tribara para dois cavados, um ibrno de
lser arinlia, e outro dito de fa-er po, boa
agoa de beber, um bom viuiiro de peixe,
e bastantes Iruleiras na 1 ua Nova D. 5
dcf. onle do caldeireiro.
Wh Por um cunto de reis um esrravo,,
melre em faser colla, (que ja trabilhou
em una fabrica na Haln .) negocio esle da
grande vanigem principalmente nesta
Provincia onde anda nio bou ve quem se
propose-se, o dito eseravo muito mosso,
bonita figma, Man vicio, e cosinha bem:
a muir coi o Sor. Ci valhc tu ru.-: de
\luinz, indo p.na o atierro dos 'Alogados.
Uma oegia de iCi annos pouco
mais ou menos que saiba engomar elavai.
e de bonita figura : no Escriplorio de
Jobnston pater & Corop. na ra da Ma-
dre de Dos.
a/JP- Um cazal deescravos acostumados
aos trabalbos de Engenhos : na ra das La-
rangeiras casa terrea D. 13 quase defronta
do Peixoto.
ALUGUEIS.
AI11ga.se uma casa terrea a ultima nava
deJJ o Zurrele na ra da Florentina : a
fallar com Manoel Pereira Reg.
ESCRAVOS FGIDOS.
No anuo de 1836 m Outubro at De-
zembro fogiio ou furtario na Cidade de
Oluida do sitio cbamamado dos Anos, 5
moleqnes de 14 a 2^ annos; um de nome
Gi eg >i io do >>enlio de Angola o qual anda-
va pasturando gado na Floresta, peinas
101 tas, a-sim como os dedos dos pez tam-
bera toiios para baxo: outro {de nome
Caetano fiigbio com 8 das de diferen?a do
mesmo logar do primeiio, do mesmo
gento, rorpo ebeio, alguma couza filia,
denles acangullados, os pez grossos, e um
farro no pescoco; Antonio baixo, corpo
cheio, cara larga, brices giossos e grandes,
o d'-do mnimo aleijado ; os quaes pe len-
cero a Joze Thomaz da Silva, Senbor do
Engenho Mncate na Freguezia de Urina, e
como ba alguns indicios que fossera fui la-
dos, pede-se a lodas as aulboridades com-
petentes que sabendo delles ou liverem no-
ticias os prendi ou avisem,* assimo se pe-
da a todas as pessoas que os peguera le*em
ao dito Engenho, o nesta Piaca a Joaquim
Pereira de Mendone defronte da cadeia D.
7, que seio bem recompensados.
jrjp^ Francisco u'augolla, estatura bai-
xa, cor fulla, idade a annos, temos dedos
dos pez feidos, |eviu vestido esmisa azul
de rucado, e calsa de ganga azul, e nio le-
vou chapeo ; fgido ud ilia a8do corrala
Jlho: osapiehendedores reiebeid apa-
ga ua ra do Queimado D. 3.
Taboai das mares rheias ao Pon da
Pcrnambuco.
19 -Segunda 8h. 54 ra
m 20T:
-j2i Q:
4 a2-Q:
2SS:
c a4S:
a5-~D:
a a ti - 9 42
u a. - 10- 30
- 11-I8
- 12- 6 a
- 0-44
s S 1- 42 s
Tard.
Mar;.
NOTICIAS KAJUTttlB. J
Navios sabidos no dia i".
Bmia B. P.scuna Flor do Norte, m. An-.
temo Joaquim Fernatids: varios gneros.
PsssHgeiros Ven -slau Miguel de Almeida
Jnior, Joo da ."1 i I v a |)..m<-zio Jnior, Jo-
ze Carneiio, e um llamhorgueZ*
Boston ; Pataxo Amr. Thorn, M. John
Xarmsnl : varios gneros, Passageiro
Henque Forster.
ERRATA.
No Diario de onlem no
annuncio que diz rde-
se ao 1II111. senhor renele
coronel comniandante do
2. Jialalltao da c. n. as
letras inieiaes do nome do
cuarda, lea-se A. P. do
I'., enoB. P. deF.
I
.
PfUtt. NA TIP., UE M. F. DE F\RlA 1836,
/A


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