Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05710


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Full Text

ANNO OR 1836. S\BB\DO
i-
30UEJULHON. 163.
Pimn.imdi, m Tve. na Mi F.de Pm*. i8*r>.
D.IAS DA SEMANA.
tfi Segunda S. Tafo Ap.
2rt Terca S. Sitnphfonio. Ret. de nv and. do J.
de O. de t.
27 Unan S. Pant liaO M. **. da The. P.
28 Quinta S. Innocencia P. Re. dem. and. do J. do
C. de m. e O.anc- de t.
99 Sexta S. Marth* V. se, da Th. P. and-
do J.deO-det.
50 Saha.ln jej. S- Rufino Re. de m. e and.
do V. G. de t. em Minda.
51 Domingo S. Anna Mi da Mai de Den*.
Tt.do acora depende e no meamoa da nona |irn
denca. imidera^ao. e enerara icoiitrmiemo com
|>rincipiarnos. e reinna apnnfadn* com admira-
qo elktr aa Na<;oe maiacnltai.
Prulamoci d Jmmbltm Saral 4t Brnail
9nh*crevr-*e a lOOAra. menaaea pagna adianladna
neam Tvpuarrafia. ra das (ni/es D. 3. e na Pra-
Ca da liideiiendenoia H. al 3H : onde >e rer.eheru
cnrreapondenuia legaliaadas. e annunoioat iuaerin-
do mii< -rafia acudo doa proprini aH^nanir,
* i ndn aaairnadoa.
CAMBIOS-
Julho 27.
-JLdOndre 36 Da. st. pni I,. cd. on praU 50 por
oentn de premio Nomina,
.islma 5S |or o|o premio, por metal, Nom.
Franca 260 -965 IK por fmnc
Rio de Jan. 6 p. c- de prcm.
Mnedas de B..400 13..5(10 I3..4n0
., 40U0 B..7.X>a 6..8U0
Peana I ,,440
Premio da prata 50 p. c-
,', da leltra-. por me* I 2 por o|o
Cobre 25 porcento de descont
-=*
ieM
PARTIDA DOS COHRRIOY
Olind_Tcidn os diaa ao meio da.
Ooiana, Atlrandra. Parailia, Villa do Conde, Mo
mnguape. P'ar, Rea. de S. Joo. Rrejo dAreia,
Raihha. Pomlial. Nova d So'uxa. Cidade do Natal,
VIMan de foianninha. e Nova da Prineeia, Cidada
da Fortaleza. Villas do quir*. Monte mor nota.
Ararstr, Cacavel. Canlnd. Granja, Imperatric,
S- Rernardo, S. Joan do Pnnnipe. Sobrar. Novad'
ElRev. Ici, S. Mathena. Reirhodo anc-tte. S.
Antonio do Jardim, Qoexeramobim. e Parnahiba
Segundas e Sextas je ira* an meib da por via, iU
Paral Ira. Santo A Man Toda as quin'ia l'.-iras ao
meiodia. Garanhiina. e Bonito nos diaa 10 e 24
de'ada mea an meio di Ploreno di 13 da
cada oiex ao meio da- Cabo. Srrinlraem. Rio Por.
mozo, e Porto Calvo nos diai 1, 11 c 21 de rada
me*-
PARTE OFFICIAL.
PERNABMUCO.
GOVERNO DA PROVjHCtA.
Cont. do Exv*fii*nt* do dia
CFF1CIOS.
28.
Circular ao Prefeitos da Com aris de
Flores, Brejo, Garanbuns, Bonito, Na-
r.art th, e Limo* iro, para em conformda-
de do Art. 14 d Lei de 9 de Junho do
crreme annoengaj.n-ni em cada tina das
mesmas lO homens de boa condu< ta e pro-
bidaele para seiem empichados no servido
da Polica, os quaea, tem os mesmos ven-
cimentos que percebem os Soldados do Or-
no de Polica por onde sera pagos, e for-
necid >s de luz, agua earmamento ; ecom-
m'unicando-lhesque paitem para cada u-
m das ditas Comarcas, 1 Sargento e i
Cabo afim de ccramandarem os engajado.
dem aos mesmo, dizendo Ibes que
os homens que engajarem em viriune da
nrdito que ihes be derigida oesta d -ta de-
re 5 ficar addidoa ae Cotpo de Policia a
cojo Commandante Gerai remeltera os
Piefeitua aa iiaces dos referidos engaja-
do-.
Dia 29.
OFFKIOS.
Ao Inspector da Tbezouraria, d-
tendo-lhe que tendo o Governo d promo-
ver sub critores para o Corre o Oflici I em
ron lo i rcio* do Aviso da Secretaria 'Esta-
do dos Negocios da Fezenda de 18 de Mar-
co : tem i esolvido que as pesoj>a que q;i
zerem subscrever a referida Folln, e nao
tenh-o Procuradores na Corle n fnca na
AdminisUacaS do Correio rtest Ci'iadc,
por cujo intermedio recebera o Nme-
ros, eque a importancia da sulwncase-
jd entiegue Da Tbt-zourau'a ; deveid) a
lista dosSubsctlores ser remet di a ref.-
.iida Secretaria d'E-lado por iuternudiu
do Governo.
Dia a9.
PORTARA.
Ao Ciru'g;a6 Encanegado da Vaccina,
para rimetter a Secietatitt do Governo
lgum*s laminas de pa Va. cnica para
lerem enviada para a Villa de Santo autaS
OLdo grassaa p*le da bexiga.
EDital.
Sua Eic. o Se Pre-i'lenle da Provin-
cia manda fz*r Publico, qupalo Eira.
Mitii-lio e Secretario de lutado dos Ne-
gocias da Fazenda Ihe foi dirigido o Avizo
do Theor seguinte.Illm. e E\m. Sr.-l
l)i vendo o Goveruo Publicar o* feu< c-
t/>s como Ihf'mpoema Lei de 4 deOulu-
bro de 1831, e conviodo prop Provincias oseu conhecimento, queiraV.
Exc. empregar oseu zelo em promover
ubsri iptor.s para o Correio OBcial, que
os cont m nao s para se vulgarisarem
as pe.-sas ofliciae.t, como para se fazer
ti'Ti^ rusloza a Fazenda Puh'ic* a sua
i. dtrc.i. As pessoas que nao lenbsd pro-
curadores nesta Corte, e Ibes sej
mais commodo fuer eflfertiva a rub c5 ness Cid de, podar faiel-o na Ad-
ministraca do Correio por cujo interine-
d o receber a Folha ; o que V. Ef.
em l-l r,i7o podar determinar enviando
a relac.a dos subscriptores : e outro -itn.
que a importancia seja entregue na Tbe-
zowraria com cuja parterpacioHar-se-ha
a- provi Jenrias conveniente*. Deu-Guar-
de a V. Exc. Palacio do Rio de Jane o
em iS do Margo de i836M-mnel doN'S-
'-imenioCastro e SilvaSur. Presidente
d Provincia di Pernambuco.
As pesso.s que quiserem subscreve o
dito C rre;o Offical o de ve faer na
Adminisiracio do Corieio d-sta Cidade,
por cujo ir termedio rtCeberS as Fo-
bas.
Secretaria d> Governo de Pernambu-
ro 29 deJulbo d" i836-Vi.enie Thmaz
Pires da Provincia.
Navios Despachados no dia a9.
Brigue BrasileoCacique Pai o Ha-
vre.
Concluio da i Noticias do Para.
RTICOS D'OFFICIOS.
Illm. eEvm. Sor.No meu (lucio de
26 de Abril previni a V. F,xc. d-quees-
perava um bwm resultado da expedidlo de
Ig.'i'sp-meriru, eassim ae verificou. A-
(Mielle ataque de< idio e com a presenta
de duas emba cales dt Guerra, d* bra
v 'S l'ei nambucaiios, que a'i mandei: o
inimigo foi derrotado complet'in>nte qul
do intentava abrir camiulio tacando um
dos noss..s posto, ena ua r< tirada veio a
t esta Ci-lade, aonde o seu commandante
coufesu que tinba sido tratado com hu-
mauidade, que nenlium excesso tinba-
mos commettido, eque humas mulheies
e criancai moitas'oforio por te aclwirem
entre elles qtiando rompeo o fogO.
E->te golpe, e perda sofrida pelos re-
bel Jes do K oliusaa, emai que tuvjti a
tome a que oa red m com o bloqueio in-
completo'mesmo como era, os fez aban-
donar a Cidade de todo no dia 13 deste
mez, an mesmo tempo, que as minhas for-
gas entiavio pelo lado de Santo Antonio.
Fora5 presos muitos e os demais tem se-
guido varias direccSes por plano mesino
do Chee Eduardo, como se deprebende
da sua proclamacio. que V. Exc. arhat
por*copia hem como as ultimas corres-
pondencias. Tendo eu confiado a direc-
go das forjas Navaes ao seu Cotnmand e oCapita de Fiagala Mariilt, confiei a
di recelo das operarles de trra ao muito
hbil Major Joaquio Joze Luiz deSouta,
e dou o parabem a V. Etc. por possuir
nessa Provincia um OTicial de ta decidi-
do meiecirrento. Na5 cbstante agrande
vantagern de o 'impar j a Capital da Pro-
vincia devo confessar a V. Exc. que a mi-
nha po-ic-i peorou grandemense : at a-
gora poda ter em p-1 f. it-* apathia asfr-
cas rebeldes Ja Cidade, com um simples
bl .queio, que aasim mesmo Tarisva con-
forme a precisad, que tinba de alguma das
Embarcac5e.temou'ros lagares, e restava-
me (odas aa nutras pira as empregar" se-
gundo me hera possivel : Hoje tenho to
do-o-en Ira ves e dificultades, que tinba
d'ante excepto o bl .queio da Cidade,
e tenho alem delles, que guarnecer, e
d< II nder a Cidade e que hir atorar os va
i ios foros da atiarch'a. que os rebeldes
muilo de proposito fora e-Ubelecer. Nes-
ie apuro pieciso mt>t<> de g**nle, eoroeu
pei'ido a V. Exc de conlemplar os seus
latall oes a sea Ccmpanhits, t.o-rn-se de
um i necessidade mu to pr isso o repito nesta occa>iio. I'.-lou lam-
b m muito mal de dinlieiro : Depois que
eu chegui i ja a divida tem augmentado
qoasi tanto, quanio veio com migo, e
ai.-i la nao recebi nem mais um i'eal, e
nem tenho sobre i loo mais pequeuoavi-
so.
V. Exc conhe-e bem qual .'era o a-
puro em que me terei vi^to, e t da" sua
parte soccoi rer-me pelo melhor modo,
*tiue entender.
Dtos Guarde a V. Exc. Pala o do
Governo doPai 2t de Majo de 1836
II ro. e Exm. Sor. Francisco d Paula Ca-
valcanti de Alhuqueiqoe, Presidente da
Provin i* de Peruamburo FrabciscoJu-
ze deSou/aSoares de Andrea.
rrOclamaccS.
Parense*, meus caros Paii i ios, sftm-
pie ao vuaso lado v* tendea sido teste-
munhas do valor com que tenho sabido
defiender votsos direitos. Quando se tra-
ta de atacar o inimigo* eu sou o prime i-
ro q.iea vossa frente dou provasdo amor, i
que vos cont'gro encalando tem honor a
tnorte. A alvaco dasv"3ws vidas me he
mais amavel que a ruin ha prop a, e ja
mais poderei concenlir que sejamos sa-
ei lirados ao furor hi utal de inimigo* de-
sesp. rados : A capital se acha em rigo-
roso bloqueio, e a a'ta de man mentas
ja nos pe segu com bas'anie loica-, ino-
centes familias, miseras crancas, velhoi
decieptos, que at hoje tem vivido tran-
quillos a sombra de nossa protecca vio
ser a*primeiras victimas da fome. Ab !
E quem poder deixar de enternecer-se a
vi.-ta de tio triste v ena Nos somos Chris-
to>-, e temo- um dia de dar ronlat a De
o*, do que (serrana no Mundo. Nossa
po-icio he mui tristae, pois mesmo ja co-
mecamos a experimenta falta de muni-
do de guerra ; nossos cobardes inimi-
gos nao se atreven atacar nos, e t tra-
tad de renderem nos pela fume, nj0 |neJ
demos pois Patricios caros esse gosloj u-
ma boa t>tira la nos he mais airo-o, do
que roorrer de penuria ; vams pois para
o interior com asnossas armas, e muni-
tes espetar a Amnis'i* que nos promete
o Governo dentro em trez mezes; equ-
do nosfaltm a ella n* Ihes taremos oque
luje prelendem fazer no-. Sim, n poremos emsilio na Capital, e por -so
os lancaremos f"ra *rgonhosameiite ro-
mo d-s m*s vezes olemos feito. Meu Ir
mo Geraldo, niaich-- areuni-se ao Co-
mandante das Forcas dj Capitn e Guama.
Agoslinho de S<>uxa Moieira; meu Irmlo
Manoel, vm teunir se ao Major Joz A-
go.-tinho de Oliveira para susientarem as
lorgas nos Ros Acara', e Mo j } eu lam-
bem saioa lomar mi riba p"S'Cio, e igual-
mente os Commandantes dos diverroi pon-
tos, a qu'-m voU mandar unnl-as ordens
atespeito: 6ca por tanto a vvssa escolba o
arompanhatein, a miffl, ou a meus li-
nios, para o que de-de j< deveis e-tar
promptos na C'pi'al pir a hma em que
.-e designar a tetirada. Resta pois reco-
mendar-vos que durante este tempo vos
com-erveis tranquillos ecom todo ores*
peitoas vossas Aocloii'lades, lespei'tand')
os.-^alo dieito de propriedade, amol-
do prximo como nos ensina a Religilo
Santa que prole- amos. Viva a Religiafl
Santa que professamos. Viva o nosso
Jovem Monarca o Sur. D. Pedro i. Vi-
vi osParaenaes que por suas liberdades
esquecem suas vidas. Vi5 Os Pa aeuses
que a hoje mesefluem. Palacio di Go-
verno do Para 8 de Maio de 1836 -Edu-
ardo Francisco Nogueira Angeliin, Pre-
sidente.-E-t conforme a urna copia que
se achou emeaza de Antonio de Azevedo
bautos-Bernardo Joaquira de Mallos, Se*
crttario doGovemo.
n



2
T) I A R I D E P E R N A M B U C O.
DIVERSAS REPARTICOF.NS.
TOIBUK.VL DA REIXA.Ca5.
Sessa de 28 de Julho de 1836.
Naappcl'acaS civel do Juizo do Civel
desta Comarca, appeltsnte D. i/.abel Ma-
na Ferreira, e appellado Leopoldo Joze
da Co^ta e Araujo, eoutros; foireforma-
da a senten^a appell< Os Embargos oppo-tos por Joa Anto-
nio Prior, ao accorda contra elle profe-
rido o appellacao civil do Juizo do Cive!
desta Comarca em que Ibe he parle Ma-
ioel Marliu^ de Carvaluo.', lora dispre-
zido-, mandando-se, que a seatensa tran-
site livrernente por a Chancellara.
Os Embargas ot'po.>tus por Manuel Joze
Goncalves Braga ao accorda contra elle
pnferido na cauza de appellacao civel do
Juizo d<> Civel desta Commarca ero que
Uie he parte Candida Monteira de Qut-i-
.101} foibdispretados da roesnia m.>ne-
ra.
Os Embargos oppostos por a Viuva e
herdeirosde Mam el Jute Gonealves de A-
zevedo a<> accorda contra elles proferido
na appellacao ci? 1 d<> Juizo dos Or fas da
Villa de Flores eoo q' Ihe he parle Amonio
Luiz Gonealves Ferrena; tabem fora
disprezadus mandando-se iransiiar a ten-
ten.-a.
Na appellacao civel do Juizo do Civel
desta Comarca, apellante Antonio Joze
Teixeira Aires, e apellado Jo5 Baptista
Navarro, se ju'gou pela conlinnaca da
sentensa appellada. .
Na apptllaca civel do Juizo Municipal
da Villa do Porto Calvo, appellantea Jus-
t ca por parte da Fazenda Nacional, e ap-
pellada Anglica. Maria : nao se tomun
conhecimenlo da apptllaca por iu. o
Ri curso daquelles de que falla o Art. gO
da Leide4 de Outubrode 1831, que so
os compreendidos no Til. 7 '1 da Lei de
a8 de Junho de 18OS.
Na appellacao civel do Juizo do Civel
desta Ccmmarca,appellanles Joze Joaquirn
deOliveira M.-cie! to.ua roulher, e D. Jo-
quina Maria do Reg Cavbante, tutora
de seo filho Francisco, appellada D. Fri-
cisca de Paula Vieira CaValcante ; se jul-
gou pela eonfirmagaS da sentetiss.
j. Na appet ac6 crime do Juico de Direito
do Crimt desta Cidade, appellante Joa*
quina Jotfa Lopes, e appellado J> aquim
J*,te de Miranda como administrador de
seos Escravos, nao se tuuiou conhecirnen-
to do Pee uro.
O' Embargos opposlos por Jote Higi-
tiu de Miranda r>a app< llaca civtl do Ju-
izo do Civel desta Commarca em que he
pale Joe Lzaos; fgffaS dispretados,
maodando-'e transitar a sentensa pela
Chancellara.
A denuncia contra o Ju/. de Direilo da
Coren.are* de Flores Antonio d>* Cerquei-
ra Carvalho da Cunba Pinto Jnior foi
iu'gada improcedente por falta ilebaze pa-
ta a accuzaca5, e inteira carencia de pro*
va que convenc o Denunciado do delicio
de que be aiguido. v
lagoas, Wancisco Luiz'de Sousa, que na-
quelle Reino esto da va Medicina, havia fal-
lecido, faz-se publico este Aviso para co-
iilncimento de quem convier.
CORRESPONDENCIA.
Snrs. Redactores.
Drsatou S. Ex. Tiro, o ri gordio, e
nom-ou para Reitor do Seminario Ejiis-
copal deOlinda oRm. Conego Francisco
Antonio Mendts Gurj.'S, VaraS.pruden-
te, e reeonhecido inerecimenlo; grecas
p.iis seji dadas ao Fxm. Prelado, qoe
ta dignamente preemheoeu duver com
huma nomeaca la6 digna, que de cer-
tofar florecer aquelle eslal)elecimento ;
nao quero dizer coro -so que o Rui. Ex-
Reitor na tivesse merecimento, pois betn
pelo contrario conheco o; poreui ioeg-
vel pela sna exressiva blandura, nao ser-
via para tal fim. A Dos Srs. Redacto-
res toca o refi-itorio, en dt-slribuidor da
sua'fo'ha n qef esperar pela nilnha vol-
ta d'elle, por isso na5 ^u .ai- exenco.
I). Vow.
Venerador e As-i^nante.
O novato.
ALFANOEG das FAZENDAS.
O Brigue !ngl<-s Tboroat Bdt.rs'y. vin-
doae Liverpool, Capita Tfiomrt*Tp)>t
entrado eru 28 do lonenle, consrgna-
do a Crabtioe Heyooiths & Comp.
Manifestou o feguinte:
3S0 Barril de Manteiga.
IBB7.A DAS DIVERSA* RUNDAS.
A paula he a mesma do N. 145.
^'
1
ti. .i*
ANNNCIO.
Tendo participado o Enviado Fztraor-
,ii.i-' Mi.i-iio PlnipwUncsrW He 3.
M. o Imperador, junto ao Coverno de S.
M. o Rei dos Fsancezes, que o Subdito
Brasileo, oalural da Provincia_ dai A-
THEATRO do REC1FE.
Ho'je 3o de Julho, Anniversario iliF-'e-
vaca de Luiz Phelippe ao 'l'hrono da
Franca. O empizarro vai pela primara
vez fe.tejar neste Theatn a gloria da Na-
cao Frameza com huma hrilhante Peca
Dramtica intituladaA Batalha da Bar-
ricadas, ou aRevolucf-6 de i830.
Esta en-igne Peca he preducad de hum
patriota Franciz, amante da Libfrdade ;
qire se disnou ofrtala para este dias s<>m
outro intetes-e maU do que ver aplaudida
a quem d > Atlntico a gloria da sua naca.
Ella envolve em si apurado criterio, ex--
ct-llente Moral, mu 1.0 Palrioti-mo, e nao
poneos rasgos de humanidad*- que devem
caraterizar o Guerreiro quando este deci-
de da sorte do vencido. A sobriedaHe, o
sofiimento as Privag5es, a constancia nos
ruis arriscados cndilos, o v*lor, e o he-
101 mo no meio dq* cnchales; virtudes
e-'tasque tanto ahrillianta os guerreivos
Frarrcezes, e.^tes m'stres da guerra, que
tem visto curvar a Europa inicua ao bn'-
lhante aspecto-de seus blicos estandartes.
A Peg. ser ornada de Muzica Militar
assaz indi-ppnsavel para o funeral das vi-
ctimas di Liberdade. E^te funeral ser
precedido de huma.vistoza aparc6 dos
campos Elizios em que e dislinqu'iS
O Duque de Bragana. O Grande Napo-
ha. Fred-'iico a. da Prucia.
E ou'ros rouitos hroes 2Ul rreros, que
recbenlas almas de seus camaradas na
Manssa da perpetua felicidade : com eata
ri-a prespectiva, ecom o llymnoda L-
herdade Ftanceza.
T-rminar este grande expertaculo.
OThealro e-tara completamente Ilu-
minado, a Muzica rer arrescentada,' li-
nalmente nada se omitir que possa Con-
Ourrer para a gloria deste lia.
O Empoz i tem a honra de convi-
dar o Sr. Cnsul de Franca pata o Cama-
role N. 11 contiguo ao do Exm. Pr.ii-
dente dtola Provincia. Kte of-facmeo-
ra he do ct>slumea B'dosoa S nlrore.s CoO-
sules daquellas N^ccKs que' p.nilha dos
rBesmossenliinento.que ii'jv-id no Bja-
y.il : Espera por t..nt<> q-ie Ma Selihora
*e digne aceitar este convite honrando com
sua iespeilavt-1 prezensi hum t-xpeelaeulo
dedii-aiU. a t-luiiada sua N 'Qd, e q e de-
ve encher de hum riub-e enlbuaiasroo n-
so o* hriozo;. Kiain-.z b rezid-ntes rre.-ta '.'a
d.a'tti mai-i Igualmente a todo< os Cidi-
das amantes da justica e da igualdade.
dNNONCE.
Le -Directour du theatre a Ihonneur re
prevenir le Respectare PubC qu^ I- U
iiiillHt anniversaire d<* la glorense e me-
roorablc Revolulion Fimc.-ise de i830 :l
va nettre en Serne pour la premiere fois
un nouveao Diare intitul les trois Jour-
nes de la Revolutioo de i830 ou les Bar-
rCades. Pi^ce.en trois acles tt en Pro^e.
Le premier aele dmontrtra combien de
mauvais ministres peuvenl induire les Ro-
isen erreur : enuile les Effets drffrens
que pcoduisirent les trop fameuses ordou-
nancesSur le Pople la noblesse et Sul-
la represeniation nationale le hr osme
cclaii des jeunes eleves de Pecle Poly-
techninue mis err parallcle avec le jesui-
tisme Fanatique : en fin Pact se termine
parniieSrne interessant des Gjiouc'ttes.
Dans le Kcgond act or vena l\,rTaqnede3
Barr cades et la resi^tance du Pouple Con-
tre lesSatellitesdu lyran. Les traitsj.isto-
riques lea plus sdmi.ables de courage ,
Patriotismo, hqmanit et desinteresa-
ment Scrvout deplovs dans ce segonda-
cte 011 verra aussi 'le genereux devoo-
ment de la troupe de "Ligue Irater rusarit
avee le People enfin re rneme Peuple a.
l'aspect
l'hvmne P.-lriotique Sur Pair cheri de
|a maraeiuaise., et maschesa eufuit ala
grne atlaque des fuitoroi &. &.
Froi-cfme >cte les remords Urdii de
rha.les X la h.-nleuse desespenttion du
Uiini,t-re. .1 'S imprcalioii.* de cssupp^ts
-le ia tyr.-nnie les unS entre les aiiire?.
Leur lint arec la lamle Royale l'entiee
du Peuple dans S*l Cloud faira le prin
cipal objecl dutroisieme act, qui sera ler-
mitie par h-C'Uvo des Braves niortsdans
es tr.iis jnnrnees un Diacoura" Bref sera
prenonci Par le General Laffayette sur le
toniheau des. martyrs de la Libert, qui
aur-s sernira d'auTel pour unir civilemeot
le Jeirne Etudiant de Te. ole Polytechni-
que, t-triieroiqii('Cele>tne, le reme Ge-
nero! leur dercer era au nom de la Patrie
l recompen-e de Bravosa la fin de c.tle
scc-j Palhe'ique, la Libert descerrdra du
cielr et apr- avoir curonn Lalfayette.
mntrera au Peuple, que )>our comerver
la libert, il doit obrr aux Lois, puisen
(in pour terminer, elle mntrera aux mor
tels l'asiledes Braves les champs EMf*.
Le Dirtctuec n'ayant ricn Fpargn pour
rendre Ir reprsentation de Cette Piece
digne de sougloiienx obet, fait eu cn-
Sequence app- aux Patr i. les de loutes les
nations eten Paiticuh'er a M." les Fran-
ca. pour quils veuiileut b Piesence un speclaib qui leur est dedie.
Aman'ia o Gamenh 1 nao falta, cont-m-
ER.ROS muito rileiessantes : a materia
he nova, reas o prc'> he o noesmo. Tan-
to na5 --e faz nO theatro. Dar o resto do
Artigo do Bjullo's.
LOTERA A FAVOR das OBRAS da I
GRIA do L1VRAMENT0.
Conlitmao a ventler-?e os Bhe-
tes e meioa Bilhetes da 1. ^ Lo-
teria a favor da tdirca(,at) da I-
gfejade N. S. do Livrainenlo neis
seuuintps lujrares : fsTo bairro do
Recite Luja d Jobo Jaz ne Car-
vallio Moivcsiua da CaJeia : em
Santo Antonio; as cinco pon tas
loja sia rila do Liviaimiilo Botica de
Manuel Hteltao de Ca iva I lo ; na
na do Coteffiu escjua do P^O ,
loj;t de Jcse de Menzes Jnior ;
na i'raca da Independencia lija
de Livms N. z 37 e 3S de. Fiou'e-
r ;' cu Pnteo ta Malviz, Boli^
ca dr Jo5o Mprcira Matijues
e na Caza do Tiiczoiciro Niculu
Hodriguefl da Cunta na roa du
Florentina. O preco dos Bilhetes
lie de 5$oo res os inteiros; e
i 10 di. os meicsem rata jelo
valor tia Lei, c 80 reis de sello.
AVIZOS PARTICL^LAHt.
A Administracio do Patr imono dos Or-
fos tendo de mandar faser diverjas obras
noGollegiodos mesoaos, convida'a todas
as pessoas que d'ellas por menos se quise-
rem enca regar a comparecer com se.s fia-
dores no da 3 do mez.de Agosto as 4 hu-
ras da tai de na casa das sesses da dita Arlmi-
nistraco para que scientes d'ellas (visla
dos ornamentos que serio pateoUs) se pos-
sa concluiros ajustes
Cza da A 20 de Julho de i836.
Jote Maria da Cruz.
Escripturario.
^3T" Prcciza-se de um feitor, que feja
capaz de tractar de umsilio na estrada do
Aaraial, e adverte-se, que.se oo for fiel
jera despedido na pr imeira qae-=e declaf.r
velha.o : na ra de Santa Therti?. usa
jutttu a Ordem T^rceira.
jpa Troca-se cobre marcado asati-fa-
Codo portador por pr;-ta a qu^tro pala-
cas e doze yintena: nppiincjpio do atier-
ro dos Af->gdos casa da esquina do beco
do Peixoto.
t^y Quem precisar de um caixciio de
ra f.I!e na r ua do Rangel D. 28.
1fy Piecisa-^e de um rapaz Portuguez,
l vate anuos d'idade, que ten ha plati-
ca de loja de miudezas, e querr ser cai-
xcirod'uma que se vai abrir; quem esii-
temesias circunstancias, equeira osera-
nuncie foreste Diario para ser procurado.
f^- Denj.-s Fallar com'alguma pes-
soa quecsieja nesta praca, e more para a
fregue/.ia da Escada, para se lhe eocarregar
de reetber urna divida, dando Banca: an-
uuncie.
jy Na ra'da Florenlina casa nova a
le cetra vin \o da parte do rio da-te 600$
1 eis a juros de 2 porcento com penhoresd
0 uro ou pecta.
jty Quemqurser helar urna Sumaca,
ou E-cuna para o porto do Acarar diri-
ja-fe a casa de Manuel Goucalves da Silva,
no Recife iua da adeeia veJha loja n.'i8.
jy O Snr. Antonio dos Santos Cor-
deiroda Cruz, queira procurar na 111a de
Santa Rita nova, sobrado de um t an-
dar Di to, urna caria viuda deSimbres.
jry Qaemannunci U querer allu;ar;
ou vender om sil-o n* estrada dos Aflictos,
queira aparecer em casa1 de Joze Joaquirn
J E-p to Santo na roa Velhn.
^3T B .aventura Joze d*S hra avisa ao
res| eitavel publico, que tendo aparecido
outras pessoas com o mesmo nome de ora
em dtaute se asignar
B isvenlura Antonio Maciel.
a/y Th'im.rz Ferr-eira Soares, aviza ao
resp^ilavel publico, que nada deve a Joio
Antonio de Miranda, e mu t > mems a fa-
lescida sua Mai Anna LuM de Franca,
anies o individuo, Ib* devedor de mu ta
quantia e s ndo que ap. eserrle alguma cori-
ta fal-a.
/y Prcciza-se de um caikeiro portu-
gus de i2a i4 annos e que d liador a sua
conducta: na loja Francesa do largo do
Livrauen'o.
Arrenda-se o sitio de criar gdos no Ser-
tio na 1 iberia de Poligi denominado saco
do Pinicapo : quem for t-eo dono, ou pa-
ra armi'lalo estivec autorisaao dii ija-e a
rui dn Collegialadoda nr.r a.* and.r D.
9, ;i fallar com Manoel Florentino Camel-
lo la Gunha p^rtr tr*ctarem doaju-t. .
jry p.eci/a-se d<; o'0$risem prati,
obre hipoteca de um esclavo fiel: quero
os quis-r der annuhc e.
^y-> Qo:ilquer Sur. prop ietario *|e
1 i veri, e qui-er pr q -r uma Emlni'-31-'*"
Su naos, ou Escuna a earjj*, p*i*a a b do A. a.ai dever dirigir -se a loja do Re-
gocianie Manoil Gorrc.ilves d.i Silva a t'-
tardo seuaju>te, qu ha caiga prompla.
S^ Pieoiza-sede duzentos uril reis a
juiosde uois par cinto com hipoteca em
um e?cravo: quem tiver annuntie.
*3?- Da se 350$ Cd. a jnos de dous
porcentoao mez, com hypoicca em pro-
pi-iedade decaza, orrc>, ou pra'.a: na tie-
ve^aileS. Joze D. i9.
ajgpp Adverte-se ao respeitvel Publi-
co (pie ninguem fai,a Cu ni rato de com-
pra sobresolada eru o atierro du Aloa;
am


DIARIO DE P E R N A M H U C O.

I

do, annunciado. *io Diario n. 161 a ven-
der-se es urna csza era N. $'. do Terco;
porque esta olaria he de .loio de Fi citas
Torres Glindo, e'cste Sr. he Fiador de
u de Juico ao Julgado, e sentcnriido de
hnma cauza ; que cutre por o Juizo do
i'ivel, Escrivio Bizerra desde i o .>.:"), cuja
CHUS* est no to lo vencida, sem della ma-
is poder haver recurso ; assim como rom
oulro qualquer bem do mesmo Sr. Ca-
linda ; pois que desde enta esto todos
hypotecadQS aquella fianca.
Hiy Snr. Pasmado, ebem pasmado.-
Que analoga tem o MigoelLla, que espe-
ra pelas ceblas doEgypto, r;m a conta-
bihdade de Juros na qu.sto5 do Sr. Oli*
veira ?
Muito maoadvogado, porcerto, tem
e.-te Senh, se taes campie. sao os que
d.vem deflendel-o. Que miseria Bx-
rmplos destacad >s om lugar de p> oMeroas
analgicos, o que tem appareci lo ; e
falta va m;isete Russiano, que nfosaben*
do screver a lingoa mjteiba, atirn-uos
com -illucide por delucide, -mal ialismo-
por materialismo, e outras quejandas bor-
dalengas parvoices.
Sm. Pasmado, appresente o spu noine
(seque bapli-adn foi) e ver pela indig-
nacio publica o mrito que tem ; podendo
entio mtdr a distancia, que entre o
Sargento cand), e o que Vine, cha-
ina
Migue.-ta desencapotado.
^9 Rnga-se pela segunda vez ao S'.
F. A. de B. o favur dezempenhae seo no-
rae que no da 9 do con ente Juinu, dei-
xou empenbado por quatro patac.s que
pedio empresta los por duas horas em a
pi-usa de Brito & Siqueira pira com-
pletar, um cont que bia ajusfar om o
ment e ferreiro Sabino, e se Ihe ad verte
que a generosidade com que foi s< rvido
doS merece em recompensa calote ; nao
ofazendo ser procura lo por justica.
Advinhasso.
)/& Pede-se ao Snr. Pasmado do Di-
aiio de 28 de Julho do coi rente, que a-
xou a reiassad entre juros .-imples, e ai
ceblas do ESypto, (mais difidil que a
quadratura do cnculo) e que tambem a-
xou um novo mtodo de escrever mate-
rialismo com t-r-i Iri, e que rom ludo
faz ama pergunta de menino de escola.)
qde advinhe coinque se p de de um queijo, se adviuliar, tem aso-
lucay, de*ua pergunta pelo
Advinho.
Ify Um Brasileiro, que tem estado
em vendas de caixeiro e por 01a se acha
deiempiegado oferece-se para aliMimn ain-
da mesmo sendo fora da Pivc- : qumo
quizer anuncie.
^TJf* Quem preci-ar de um caixeiro
Brazileiro tanto para venda como para
ra que tem pratica sabe bem ler eacre-
vere contar, anuncip.
(p_J Destja-se entregar urna carta ao
Sr. Antonio Joze de Barros j annucci* a
sua morada para ser procurado, ou quem
tiver conTieciment com o mesmo Se-
nhor.
%Jf' Os Collectores dos predios Ui ba-
os das Freguezias ile S. Fr. Pedio Gon-
Calves S. Antonio do R'ecife, e Boa vis-
ta faztm scieute a lados os se* collec
lados que de boje* em diante leceberio
na casa da Recebedoria do Sello dos pa-
pis as Dcimas dos ditos piedios, e
mais Imposios designados na Le.do Gv-
camento Provincial do co> rente armo fi-
nanceiro a caigo dos mesui'S ; as.-im co-
mo toda devida espt-ito iheom de
Junio pioximo passado.
jQ^ Preciza-se faltfr com a ra. D.
Qiteria Roza da Lapa p T se I be entie-
sar uina carta vinda^ de Vlaranliao : na
ra da Madre de Qeos lujen. la.
tyy Preciza-se de.uma mulher livie,
e desembarcada que qucia liir para lu
gar distante desta Praga eucarregai se *B>
Servido interno da caza de hum hornero
6 .Iteiro tendo ella ,ts req.iesilos necs-
s-arios e dando fiador a sna conducta :
lia quina da ra du Livramento e do be-
codo Padre sobrado D. 1. que adiar
com auera tratar.
'f Ah'ga-ie um sitio na estrada dos
A ditos com boa. caza baxa para capina ,
e muilos arvciredoj carregado de frutas
vingadas quem o quizer apareca na ra
da Conceicio da Boa-vista venda D. 5o
o memo sitio tambem se *e*de a troco
de urna morada de caza no burro de S.
Antonio p Boa-vista.
%3^ Na roa da Conceicio da Boa-vista
D. 3o pVeciza-se de urna ama que sailia
cosinhar e ingomar.
Vy* Precisa se de nmi casa terria no
bairro da Boa-vista para allugar-se : a-
nupcif. ..ir.|
NAVIOS A CARGA.
Para o Rio de Janeiro.
A Sumaca Belleza do Sul, Capillo
Joze Luciano Dourado seguir com toda
brevilade: quem na mesma quiser caire-
-ir. ou ir de pa'eagem din'ja se a Gandi-
110 Aostnho de Barros, rraciuha do Cor-
po Santo D. 67.
Para o mesmo porto
O bem ronhecido Pataxo Paquete
do Rio, fapilio Joo Rodrigues Amaro .se-
guir infillivelmenle no da 6 do prximo
Agosto : quem no mesmo quiser rarregar,*
ou ir de passagem, para o que commodos, dirija-sea Gaudino Aeostinbo
de Barros na Pracinha o Corpo S.iDto D.
67, ouao Capitao.
Para o Maranhio.
IKy S.-lir com toda a brevidade o f lia-
te Nympha bem condecido pela rapidez de
suas viagens: recebe nicamente algn*
passageiros para o que tem exceentes'com
modos e a quem sp. proc.pteomilhor ti ata-
ment.; a quem convier diiija-se ao con-
signatario Vlanoel Duarte Rodrigues, ra
do Vigaiio 11. 3i, i." andar.
ARRKMATACAO.
Arremsla-se por venda duas paites da
casa de sobrado de trez andares da ra do
Quraado na esquina do beco da Cgrega-
c*p D. 20 ; assim como duas partes da casa
terrea D. 10 na ra do Rangel, e outras da-
as partes d'iiitra casa tenca na ra d Glo-
ria D. 20 : quem nellas quiser laucar com-
pareca na ra Nova a portado Juiz do Ci-
vel, quinta e segunda fVira 4, e 8 de Agos-
to pelas 5 horas da larde. ,
COMPRAS.
Urna, ou nv-ia duzia de cadeiras, urna
mezinha, c urna m-nqueza, que seja ludo
j u'ado : quem tiver anniim ie.
tjr Um apatelho de barretina que sir-
va p,ra G. N#: no beco do Marisco casa
junto a veuaa D. 9.
trjr* A obra de Metalurgia, em Fian-
cez, e nio se oHia ao preco : na ma do
Rangel, dt fronte da Coutadoria Pinvnoial
no penltimo sob-ado ao rhegar. Ribeira.
%r^ Idiologia de Mr. Detuit de Tr;,yt,
L"gica d! Mr. Felice em idioma vulgar,
u Francez, no vos ou em bom uio : q -em
.livciannui.cie.
Cjr MoelasdeG^OO, e paga-se por
mus um toslao do que eolio pagando os
diiib strtS: no aunasen! da iui Nova D.
3 i, se dir quem precisa.
VENDAS.
Listas dos Bilhetes premiado, h-nipm
( \. da) na Luid ia :. nes'a Typografia,
i-ua das Cruzes. naPracada Unii- loa-.!e
livros n.37 e 38, na roa do Culi. gi. iijti-
;a D. 5, e ero Onda c.-\-u do Destiibuidor
do Diario, ra do Bouifim n. 2.
\yjT* Cor proco moho commodo, man-
telga Ingle/a ordinaria prcpiia para holi
nlios, m teroccios: no arinascm da ra
dacadea do teciie u. 3.
Parinha em saccas muito boa, e-
por prreo cmodo : nopiimeiro armasem
da praia do Collegio indo doarco da Con
ceQo.
%^ 4 feixaduras do Porto, de broca
gran Jes parasol ta de ra, bices de spa-
rar cerca sem espeto etxitras ferragens,
ludo de encomeuda : no arraasem dama
da Cruz n. \i de manhi ate as 8 horas, e
de tarde das % al as 3 e meia.
\TW Urna preta citla, l>va, cose e
engoma bem : noMoudcgo no sitio gran-
de da Viuva France/.a, os pertendentes po-
dem vela todosjos dias de manbi at as 9
horas, e me-mo se dir o motivo porque
se vende. Na mesma ca-a se compra uina
negra coi as mesmas abidadcs.
*fj^ Um bom bote novo para 4 remos:
abordo do Brigue Inglez Travellor.
|ry UiDi negra de naci Rebota, lava-
deira, e quitandeira : na ra "da Guia so-
brado n. 60.
^C3P Uniaescrava crila, de 22 annos,
sabe cosinhar, lavar, e engomar, parida a
trez raezes, propria para criar: no paleo
do Hospital do Paraizo, lado do nascente
D. 10.
IfT** Urna canoa nova aberta, sulicien-
te paraconduzir familia : atierro dos Ala-
gados sobrado do Lima.
JP" Urna escrava de meia idade glo
gento, sem vicio e yor pre?o commodo:
na mesma casa cima.
*y Correames de lustro para G. N. a
7<>000 reis cada urna: na luja Franceza
do lai go do .i vramento.
jCjr Uina escrava niolata com idade de
28, a 28 annos; engoma perfritamente,
costureira, <|Ue faz camisas de pregas, cor-
ta e faz vestidos para senhora, doceira 'e
pi ofis-o, muito fiel, e muito domestica :
naruado Gollegio D. 10 primeiro andar.
Jp:^ Urna canoa de amar.ilo bastante
gro?a com 65 palmos de cumplida, pio-
pria para Barcaca : na mesma casa cima.
tt^ 28 a 50 oitavas de ouro velho; a
3^ reis a oitava : no paleo do Carino lo-
go ao subir na stima porta.
fcry Silsa parr I ta de jupeiior qua*
dade em rollos de arrouba, ou em porco
niaior por preco cmodo : na ra da Ma-
dre de Dos loja n. ia.
- If3p Duas cabras ; na ra Direira ven-
da D. u9.
de Santos Braga, ra da Moeda, que ser
bem recompensado : consta andar o dit
escravo em companhia d9 um pescador em
a praia do Jang-*, Conceicio e Pao Amare-
lo disendo ser forro, aos quaes roga-se en-
tregue a polica dos ditos lugares ou em a
casa do annunciante.
%r^T Jacinto da Costa de 5a annos de
idade, bem preto, muilo ladino, espigado
do corpo, com falla de 2 derites na Lente
de sima, e tem urna das orelbas corlada, e
he bastante vivo e ligeiro, fgido a a an-
uos do I'.ngcho Siluro do Cav&lcaute, e
enasta andar romo forro trabalhando nos
Engenbos Sibiro do mato, e Bemfia Iro-
gaeua de Ipojuca. Antonio Bengoelta de
35 annos de idade ladino, de estilara re-
guiar. Jorge crilo de .20 auno-, haixo e
grosso do corpo. bem preto, o'hos papu-
dos ; .fgidos do Engpnho Penderama no
ik iH de Juho p. p. : os aprc'iendcdo-
res os poder Kgar ao mesmo Bngenbo
Prnderama, ou a ra do Vigario casa de
Elias Coelho Cintra i." andar a Nuno Af-
lonso de Mello que seio bem recompen-
sados.
TJr Feliz, crilo, de i9 annos, com
principio de a.l'f.fe, levando vestido calst
de estopa, taiiisj, de midapolio, e cha-
peo de pallia ; fgido no Domingo 24 do
correnle : os aprchendedores levem-no a
roa do Crespo D. 7, que serio bem iccom-
pensados.
I4P V'crdiana, crila, de i7 a 18 an-
nos; iugida no dia i7do correnle, elevou
vestida de ganga roXa, e pao da cusa
com matames eui'roda, e aigoras de pe-
drs as orelbas, e no pe.-coco duas voltas
de couta azul e qualro voltas de cotilas
francesas: os aprchendedores levt-ro-na a
Boa-vita defronte da Riheira venda D. 28,
que sei io generosamente rf com pensados.
1Q>* Lourenco, naci Rebollo, de 40
annos, baixo ; fgido no dia 10 de Jultio
correnle, levando vestido camisa e cilsa de
Igodao: osapreheudedores levem-no afo-
ra de portas n. 19 defioute do beco largo,
-----------.---------y---------
Taboas das mares cheias no Pono de
Fernambucot

ALUGURIS.
Ha para alugar um sitio na estrada do
Arraial, coro urna boa casa, de bastantes'
cmodos, e outra mais pequea, com bas-
tantes pez.de larangeiras, ecoqueiro-, ja-
quearas, cafeeiros,e boa cacimba, cora um
riaao no fim do sitio para lavagera de rou-
pa : quem pertender alugar dirjase a pra-
ca d<> Corpo Santo, p >r fim do 8oteqi.ini
de Antonio Lop.s a fallar com Joio Anto-
nes Guiroaraens, ou no mesmo Arraial .a
fallar como Snr. liranci-co Jorge de Sju-
za.
*fij* Quem ou3er tomar em alugnel u-
roa.canea aberta que carreg 600 lyjollos
d'alvenaria, proeme na ru do Ro/aii 1 e<-
treia D. 31, ou na praqa da Independen-
cia loja D. 2.
rj Aluga-sc urna pr((a para ama de
leitc sem ci a, cil (ador a sua conducta ;
adverte, se, que o leile be mui fallar com Joze Carlos Teixeira no atierro
da Ba-vista.
5^ Aluga e uro sitio na estrada dos
Aflictos, cm bast.-n!es fruct.is madura',
e boa biixa p.-ra captm, < liohnn .-e"v. o
de. "M trocase por urna morada de cim
o Bairro ie Santo AMonio 00 15 a-vi-ia : !
na ra da Conceicio da Bo.-v.sls D. 3.
i2Segunda S -
i3T: l -
,4~0: i-
-So- I
16d: -
'X 17S: n -
18 D:
o
4h. 30 m
5 18 .
6 6
(5-54
7-42
8-30
9-18 a
i Man.
NOTICIAS MARTIMAS,

PSCRAVOS FJJCIiOS.
Amaro le naci Moss3inbque, estatura
e corpo regular, abdxodas ionte<.tein u I
mpiolba de fogo, com as mos bastante
ctllejads ealcatroadas fug'O.no dia 22 do
prximo passado de bordo ,!a Suma a Au-
rora, levando camisa e calsa debrim suj
de a lealrio, bem conhecido oui Fora de
paites por ter sido de Joao Antonio pes-
cador, t com elleexareeo csse officio 8an-
Navios safados no dia 29.
Angola ; B. Matildes, Cap. Joz Xavier
Viaiui' ." v.nos gneros. Passageiro Pau-
lo Joze Alves da Silva.
America Indita ; Pataco N., M. Cusfo-
dio Manuel Vieira-de Araujo : couros e
x i fres.
Plitladtrlphia; Patato Ame. Ai.rora,
Cap. Cales 5Wardao : assucar.
Ubscivaces.
Fundiou no Laire:rSi a Galera itmeii-
i-cn.t Me'CUiin viada do Nova lanila em
l\ ine/.es, t'anuao Caries; carga anise,
li.uellada.s 3ii0.
S>
ERRATA.
No Diario le hont-m na corepon:'en-
cia de Joze An'm o d'Oliveira ; h^\\a 14
em lugar de Joitozo, lease forcado.
MUTILAD
,


m
Ptecos c&ttenie*. pemambmo
SO
c/e yu/Ao- M
latOlKASAQ* IMPORT4TIOX
GNEROS.
^ (JO de Milo.
I da Suecia
ARTICLES.
taz.
;Ajoardentede Franca 26.
do Mediterrneo,,
Aicatro Sueco.............
Americano.........
Alfazema...................
Alvaiade..................
Amarras de ferro conf. snas v
de linho Iirg. pat...
da Russia.........
Amendoa doce com casca mole
Ancoras e ancorelas........
! Aniagem ordinaria..........
i .. >s..............
! rame de ferro............
t de lalo............
Arcos de ferro.............
Arroz pilado e*trangeiro.....
A zarca o..................
A*eite doce de Portugal.....
de Mediterrneo,
de peixe.......
BCALHAU peq. seco.....
Hacas de lato...........
Batatas....................
! Bezerros Frarcezes.........
Bren......................
Bit. da Russia largo.......
eslreito......
Inglez !argo-----...
estre.to.....
Bolaza fina...............
ordinal ...........
Bolaxinha.................
CA BOS de linho Ing. pat....
da Russia..
Ca'fle'....................
Carne secca do Rio-grande-----
de Monte-video...
de vaca salgada d'lrlanda
,, d'Ainerica
dePorco j. ...
. ,, d Irlanda
Ca'rneiras'f rancezas de cores..
Carvio de pedra..........
Cera araarella...........
,, hranca.............
Cha Hisson superior......
.. Uxim...............
erla ..............


M
II
>
I
P-
Cerveja branca..............
M preta............
Chitas azues'da fabrica de Lisb.
Chumbo era barras..........
ein lencol..........
demuniijo.........
Cobre para Caldereiro.......
forro...........
ENCHADAS do Pono.......
Ervadoce..................
Espingardas lazarinas........
Estanto....................
FAR1NHA de Trigo Ame...
de outra parte...
de Mandioca.....
Fo'l'ha de Flandes
de ferro Inglez
Steel Ai lian..........
,, Swedish.......
Snirtts ojturpntine...
Brandy Frtnh 26. ..
,, Spanish ,, .....
Tar Swedisch.......
,, American.......
Lavander............
iVllel^d...........
Cablcs-chain acc. to size
lemp Eng. pat
Rus fian.......
Sweet talmondsso/lshelt^
Anchnts and grapnels..
Crcquillas........
i. /".......,
ron Irire assorted
Brass ,,.....
Iron hoops.......
Rice white........
Redlead.........
OH olive Portugal'.....
,, Mediterranean
Whale...........
Cndfsh Small and dry.
Brass basins
Potatoes.........^... .
Cat/skins, French
Rossin ..........
Russia sheeting wide...
Ravens duck.....
Engl, slueting wide ...
, n duck..
Bread pilot......
navy ....
Crackers ........
Cordage Eng. pat
Russian...
Caffee..........
Beefdried, Rio grande
Montevideo
Salted Irisk-----
,, American
Pork.................
Irish..
Sheep Skins French col.
Coal..................
Ycl/ow wav...........
,, white..........
Tea Ilysson S.........
,. Uxln............
,, peart.............
Ale bottled.... .......
Brown Stout..........
Prints Port. blue dc....
I.cad in barrs.........
Sheet ........."
Shoi aseorlea..
Braziers copper.......
Sheathiiig............
lo/ 'ortuguese.......
Ai ,eed.............
Portuguese guus......
Pewler...............
Flour IVhcalen Amet..
,, other...
,, mandioca........
Tin piales assorted....
Sheet Iron.....e......
1
11
"PREg
PRICE
lAvatiae
Valuat
14o
600
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0 7f5oo
30 3020o
2000 aaojfooo
#900 2^000
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24#000
15^000
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1
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Qi. i
Ba.
Ba.
Ar.
Pp.
Ar.
Ql.
GNEROS.
Al.
Fa.
Ferro Ing. em barras.......
M em vt/g........
1, da Suecia.............
GARRAFAS pretas........
Crarrafoens empalhado<(....
Crenebra em pipas..........
em botijas.........
iGrossaria..................
LONAS da Russia largas-....
,, ,, estreitas.....
,, Inglczas largas..
,, estreitas........
MAMTEIGA Ingleza.......
,,<- Franceza-.....
Massas sortidas............
OLEO do li/ihaca em pipa..
,, em garra I oes.. .
PAIOS de Lisboa..........
Papel Hollanda grande......
,, ,, menor......
,, de pezo coroinha 1. qua!.
,, alraaco 1. o/ialidade. .
,, |. 1. ,,.......
florete...............
,,de embrulhar i. S 1. q.
Parnahihas. -...............
Passas muscatcl............
Pise da Suecia.........o..
,, d'America.............
Potas%a d' Ameriea......*...
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Pregos caibrar.,...........
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Fio de vella....-,........... Twines sail makers....
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Prezuntos do Pe rto.........
de Inglaterra.....
iQEIJOS Flameogos.......
Londrinos........
RAPE da Baha, rea pieta..
Princesa...........
|Reiroz sortido.'.....-.......
SABAO' Americano........
,, outro.............
L?al Estrangeiro............
Salca-parrilha........
Selnis...................
TABACO maepcndiui. .
,, da Babia........
d'America.....^.
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Vinho de Porto............
de Lisboa tinto PR R
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da Figueira
deProv. e Catatona..
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de Bordeaux em B.....
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Butler Englsh.......
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letter ..........
almasso I. qualit.
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florete.........
Wrapping i Griman cutlassOt......
Moscatel ratbu.......
Pitch Swedish........
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Hams Lisboa.........
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English.......
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Sewing Silk.........
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Tobacco Maependim...
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Finegat Portuguese...
Mediterraitean
Wine Oporto.........
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Figueira .. .....
Provence and Cat.
pipes of 85 Can.
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Champaigne ,, ..
Muscatel ,,
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ou prata 5o p. cento de premio.
Lisboa 55 por 0/0 premio, por metal, Nom
Franca 260265 Rf. ]>or franco
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Moedas de 60400 a i305."< i304oo
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Premio da prata 5o p. c.
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InglaterraAlgodao, I D. p. lib. 6l5 p. C. n-
,, Assucar 3 por Ton. & 10 ,,
Franca Algodo 5oo 7S. ar dijo poro/o
,, Assucar 70 fr. nom.
Couros 180 a 200 res
Hamburgo, Assucar 3 L. 5-e5p.
Hollanda 3 L. 5 3 L. Trieste 3 L. V 5 por olo
Portugal; Algodo 600 Rs. por Ar.
,, Assucar 2jo ....
Genova, dito 3 ii 5 por olo
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Nom
CAMBIOS.
Rio
de Janeiro 9 de Julho Londres 5g tp Pariz 240 Hamburgo 448
p. c. pre. Dohrbes (lespaulidcs 230]oo a 254oo ~ Pesos 1045o a
ijp. c. de dos. -- Apolices de 6 p. c., juro 87 p. c.
Ouro em barras 85 a 88
1,46o'"-Moedas"'~ Ditas de 4000 6066o a (r;5o ~ Prata 45 a 46 Cobre inoeda de 80 rs Op
I Bahia 4 de Julho ~ Londres 33 e 112 Ds It. contra papel e 3i Ds ll. contra cobre Franca 8j Rs. o franco Lisboa 80 por c. T Rio de Janeiro 18 a 20 por c. Dobroes Espanhoes!
28 a 2U0O.-O Pecas de 604oo i60ooo -- ditas de 40ooo 805oo ~ Prata cunhada 90 por c. .oeda papel ?.. por c., cobre 20 por c.
N B Do primeiro do corrente em diante todos os espiritas e vinhos pago 4o r. por medida de imposto provincial.

1 Quintal z 4 arrobas. 1 ar. 32 Lb.
100 Lb. = 93 meios k\,, = 101 Lb. Ings. =sg5 Ham.
1 Canad (medida vetha)= 1 3/5 galn = 6/7 velte.
4a Alquetrcs (idem)zzz 94 bushel = 34o litres.
1 Cavado == 3 palmos, 1 Yaid. L palmos.
. r/, .ii/nnr 1 nnlmn m0 T. 'i ll ~
u
S direitosso de i5 p. c sobre as avaiiacoens, e mis 1 tf3 de expediente
fc** A Agoardente paga 7 por cento d'exportacao sobre o valor de 400
rs. a caada.
9^^Subscreve-sena Typografia do Diario, pateo da Matriz i i30ooo por anno
70ooo por Semestre 40ooo poi trimestre ; vende-se avulso no mesrao Jugar a
4oo Rs. cada iiunv esenuopara os assiguale a 80 lis.
I.MPRESSO POR M. F. DE FARIA.
MUTILADO


Sur Ha xa Jo. Vamoj ;i dem-msir.ica cfa 'segunda
parte.
Emconloslo direra>s(pr:n3pij Vin.)quose n
Lei&c Ji se Ih t mi respondido, q' a questa naS
lie saber co no o Juiz > conta e sira saber se o Juiz
conta certo, or errado ( a'vUrahindo el real e n-
bolso qn? ru ven 10 oso e Ji ma-teiri por
que se tem feto os pagamento*, nao tem sido dan-
do o'dinheiro exigindo recibo ) Vm. agora desso-
briu nesse sen modo de contar urna certa conlorrai-
dade co na Lei ; va 11 m or tanta ver q na I ha ella.
Porqnanln aran-tizar o Capital con ospaga-
iiK'tiio-i feito* &,\ Eisah a razio paro' sua conta
est cm conformidade cuma Le, lie por que a Lei
qiter quer que cm ao anuas juros eqnivalaSa Capi-
tal... Ali Seuli!>r -Este sen argumento be contri
produceritera, por que p'>r mi mesmo que Le
quer qu era ao tronos uros equival i ao Capital ,
nao se Pasendo pega ment algn, segue-se quefa-
zendo pagamentos amtualni'mtQ d'oraa quantia ,
igual que repcezeota o juro do Capital (que naS
lia rasan para chamar 4 esta~quanta juro ) hepre-
cizo correspondente, o qnI lucro deveser o mesrao que
o dnbiro do Cccdor pro luz em poder do devedor ,
islo be5 por favor do devedor, apir aso o*ju-
ros no fin V1j.s >. > anuos djvem diminuir na rasao
inversa dos pagamentos; e uo caso presente deve
diminuir metade no fi n dos 21 anuos; logo con-
cillarse mutto com o Espirito da Le, qu*os paga-
mentos {e nao os uros) amortasui o Canital.
E ntstoest neludj a demonstracao' respeito
dos pagamentos roui-ires, (neos juros vencidos,
Capitals r*om Capit.ilse paga &c. Que qu>r
isto dtaerP Pague-lhe eu, chame Vm. meo di-
nheiro aquilo, que mulo bem quizar. Os lucros
que o devedor gosa sa6 o frueto de sua industria ,
e de aeu trihaTno e parece Vm. pouco que a-
quilo que o devedor obtem por ineio de sua indos-
tria va servndo para amortizar o Capital, e que
depoisde ni ni tos anuos amortizado elle aida ve-
nbfi restar o juros? Porem nos j* temos mais
alguma cotiza, nos j temos urna confissa tacita.
feita por Vm. mesmo, que sua conta he de juros
compostos ; eu quero citar suas proprias pa'avras _
Oidevedor, os Apellados nao devem pagar juros de
juros; podem nao pagar animalmente os jurn ven-
cidos e querem prceber annualmeute o lucro ,
que Ihes d; o Capital do Credor Ora isto be o
mesmo que dizer por que rasad o devedor quer
percebe:- annualinente o lucro, que 1 he d o Capi-
tal do Credor e nao quer pigar juros de juros ?
O que Vm. acrescenla anida d mais forcu sua con-
fiases, quan lo diz Lei barbara, Lei atroz tanto
lhes concede Aluda mais E Com que jostica se
pode fraudar o Credor concedendo ao devedor um
d'esses Capitaes formado com os juros do Capital
do Credor, quoni ambos elles pertencem? Ora
est visto e pelo curto espasso de tempodeseu
exemplo que o segundo Capital de que Vm.
trata s pode ser formado com juros de juros 11a
maS do devedor ese- ambos elles pertencem so
Credor segu se que o devedor tem obrigaca de
pagar o segundo Capital, oqual nao he ontro cou-
za se nao juros de juros. Confessado, como est ,
que a sua conta he de Juros compostos, a qweslo
iorna-se iiiteiramente oulro, e he de demonstra*
lhe que esta Lei nao he a barbara, nem atroz, pelo
contrario be a Lei mais santa que o bomem pode
desejar : para isso basta s refleclir no seu proprio
argume lio responder-lhe con a mesoia per-
guuta ; ato h.! por que razio u-n hornera que tem
a desgraciij surte de ser devedor, lude no curto
espasaos de (i annoi ( considerado o menor juro
actual do \i o ir aqueja he doro )ser devedor de
doas Cipities? He or este mesmo motivo, que
(pnilo o Ci'-dog h; de m f, que marcha contra
a La q'ie I!ie po'iibe que arabia os Capitaes lhe
pertengfo, c utrera n lis ao davedornunca Facer pa-
gamentos g !re que Vm. esta era perfeita hartmo
na rom o Sur. Micha lo, e em contradicho com
sigo inesm com > a liante orov.irein )S... ;\!i Sur.
tal he o orgulho q aean'ss Vm, quer branir contra a
Lei, queconfessar seu erro.
.Mas isso ainde he pouco Conf ssado como
esla por Vm. que a sua conta he de juros compos-
tos. eu por tanto marcho coma Le em na5 querer
estar por ella ; e reipeito do lempo do pagamento
tinto nao depende do meu querer j que Vm. quan
do bera lhe apraz api-ezenta com o rae Sitio d^So-
Iidadeen pnei; anda tem feito mais t-n-sea-
prowitado d > terapoem que en s trato de salvar a
minha rida por can a de Coiidc-s Polticas, dei-
xando mfntia eazi ; revelia para por o Sitio em
praoa com o fi n de lhe ser adjudicado, que he a-
balendo a quinta p irte de seu valoo ; de maneira
que Vm. espera va goaar do fruoto de sua iniuidale
par tres modos, pelo I ido do baixo preco, por que
oi avajiaio alguna 15 annos 5 pelo lado dos juros
compostos, e pelo la lo do adjudicabas do Sitio ;
mas como e-t confessado n 10 lie por ignoran*
te ; segue-sequaquelleepteto, que Vm. naS qiiiz
pronunciar, cabe lhe perfeitamente e naS mim,
que por or nao tenho Feto, se ntfodfeader meus
du-eitos peranle o Juiz, que ( poi isso mesmo que
Lorien de numero nao se destrn e nem deixa
arbitrio ao julgador) conhecendo a miuh justiga,
oblive umi Sen tenca favor, dada pelo Meratissi-
mi Juia. Em qunlo a denioi'a dos pagamentos
confessado como est que al Marco de i83o
Vm. fo pago, tanibem fico justificado porque
o atino strguinte foi o da bdicacad, em que com
os meus trab.illios ficou minlia caza revelia ; aleni
disso no momento que Vm. quizer estar pela minha
conta de juros simples Vm. he embolsado de seu
dinheiro; pois para isso estou concluindo o Inven
tarto de minha caza.
Segundo aquella pratica de contar do Juizo
Provado como est, que todas as vezes que o Cre-
dor nao se cinge Lei aida que lhe pareca barba-
ra couveni mais ao devedor nao pagar ; diz muito
bein o Sur. Maxado que neste caso o devedorjie
punido por p*gar; por que 110 mtsrno exemplo
que a pona he evidente qiesenolim de 10 anuos
eudevo nm Capital que chamo C que produz um
juro, que chamo j sem ler feto pagamenio al-
gum; e se tendo leito alguna pagamentos, u anda (le-
vo o mesmo dpi tal C proousindo o mesmo juro
j; isto he sendo indiferente pagar, ou deixar de
pagar, para existir o mesmo Capital C, produ-
zindo o mesaio juro j 5 he evidente digo, que me
faz rnais conta nao pagar, visto que posso lucrar
com esse dinheiro posto giro isto he que sou pu-
nido por pagar ; porem alem do absurdo demonstra-
do aqui ha mais alguna couza ; ha coutradica
manilesta com o que Vm. dice cima no lira do pa-
rgrafo, em que conessou que a sua conta he de
juros compostos,
Tudo, que mais dei o Arbitrador Eisoulra
vez a miscelania de ideas diffusas. Por ora o Sur-


Maxado s lem dito que quamlo o Credor he de
m !' q' a presenta urna conta, comoa de Vni.; con-
vein mais ac> devedo;- na5 pagar isso cAi demous-
trado de diversos modosj por tanto onde lie que es-
t o que o ditoSnr. diz Contra os Apellados? Sitn
i opugna analisar taes incoherensias, salta aosolho?
tanto absurdo .' E cauza tnuitofastio ir a cimpanhan-
do Vm, as suas descohertas respeito de Lgica
denumeos; mas em fim sigamo-lu, que principia
agora a conta com o Sur. Agoalnho, vejaino se he
mais feliz as suas especuladles,
A conta produzda pelo Arbitrador fl. i65
Principio logo por notar, que Vm. tem.de esco-
lber urna deduas ; ou lia de conformar se con essa
tabella ou nao ; no segundo caso enlaS Vm. nao
se conforma com sigo mesmo, porque essa tabella
he a iu'smissima cousa que Vm. exige s rom a
difcrenca, que era lugar deesta re m confundido ja-
ros com Capital, como Vm. faz alii se chao sim-
plesmente os juros, e em lugav.de ser em cada pa*
ga ment, be ah sno ultimo pagamento ; se secn,
forma ( cjso negado ) enia anda mesmo queis'o
seja juros composlos ( trato das tontas meldicas,
em que Vm. falla, can que esta se parece ) vou
pvovar-Ihe que uo mesmo uso mercantil o mtodo
he muito mais favoravel ao devedor que na ques-
to preaenle anda mesmo su pondo que devo pa-
gar piroa compostos. Com emito as cuntas me-
tdicas em que se abonlo os juros por debito e
Crdito passanJo-so animalmente o balan'o de ju-
ros a Capstal, em cada aun o resultado dts juros
tosa o bigardo Capital, isto be d cada pagamen-
to do devedor s,e eslrahcm juros sen favor e no
fmdoanno subtvahem-se os juros favor, extra*
Indos dos pagamentos, dos juros contra, extrah-
dos do Capital, e o resultado he que toma o lugar
de Capital, isto he Os juros restantes tornad o lu-
gar de Capital slo he em cada anuo ha juros de
juros i em quanto pelo sen modo Je contar em ca-
da pagamento os juros tomao O lugar de Capital,
isto he em cada pagamento ha novos juros; se por
exemplo em cada hora eu fzesse un pagamento ,
em cada hora Vm. reuna os juros ao Capital isto
he eincada hora iavio novos juros de juros! Ab-
surdo manifest Atbitraridade inaudita \ Poni-
do o devedor por pagar, como diz muito l;em o Snr.
Maxado? Advertencia. Heevubnte que se reduzao
mesmo resultado a mortizar com os pagamentos o
Capital, e os juros assim deminuir ou extrahir
dos pagamentos os juros favor parase subtrahn'
dos juros contra tirados do Capital.
Seja ainda dito, como fica demonstrado que o
mesmo mtodo mercantil he ncomparavelnvmle
mais favoravel ao devedor que o da questo pr-
senle (como quiz faier ver o Sr. Ago;f.inlio mssa ta-
bella. ) i admira-se Vm. simples Ibssem concordes os Senhoie.-. Maxado,
o Agosliuho? Admirarse bim, por que tal he o
o guillo que Vm. ostenta com suas idea* dilfusas
Biso mol i vo por que leudo Vm. deixado correr
sua Cauza ivvetia la!vez por estar persuadid ida ini-
q idade. O Sr. fufa nomiando lina p ucos de Srs.
N.gociantes nenbuin dMIts quiz ao eitar e f
Snr. Agostinhu que foi o qujn'o nomeado nao quiz
ter coiitemplacao alguraa cora Vm. para dizer o que
entenderse e.n sua coiuciencia.
C.nclusao,
Tenho levado evdensia o iusTca, T'e me a-
sisie na i," parte da miulia dem mal relo 5 leudo
levado em fim evidencia a Hiquida le da sua con-
l.i na -a.J pule q ie se re la novar que o
seu primeiro argumento he contra prodnreotem j
que osen segundo argumento he. urna confelo ta-
cita dos juros compostos de sua cunta-, que o seu
3.o argumento be um n ult > gratuito, que Vm.
me drije, desespralo d- nao ter en consentido
Vm. passar a mo no meo Sitio ^ que no seu 4.
argumento Vm. he contradictorio com sigo mesmo;
que o su quinto e ultimo argumento o pocni na
collisio ou de nao se conformar com sigo mesmo ,
ou de conformndose confessar que a sua conta
he inrou paravelmente mais prejudicial que a do
mesmo uo mercantil. Vm. abi acrescenla.que a-
inda poderia alegar oulrai rou.-a-; e entao tea-
mos de ver cousas bastantemente CUi -zas ; por que
quando pan alegar juros compostos Vm. avansa
lautos absurdos,' sofismas, c mtradieSes &c. que
feria Vm para alcgT e.ss spi ejidos de que trata ?
Por lano espero que te-a confirmada a primeira
sentenca, e nesta h> pote>e tambera Vm. nlo em
a ser exemplo unico ; pois todas as \ezeque outioa
tem requerido seus d;rel.s, lem obtldo, eeatoa
cerf> que se bouvease urna parte que tivesse .e-
que.ido Relaco pa a mudar que o Juizo leloime
esse ni- do de contar tamlu-m o tw he Pem mburo o rico Pai* do Mundo onde o
Juizo conta acahn. Recifc *5 de Julbu de i856.
Sou
O Major Josa Gahriol de Moraes Mayer.
-*
b

Pern. NaTyp. de M.F.dc Farias. i836.


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