Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05707


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Full Text
-
ANNO OR 1836. QUARTA FfilRA
87 K JULHON. 160.
Perhamboco, Tvp.r M. F.de Fahi. ih.16.
Das da semana-
26 Segunda 9 S. T;ago Ap.
26 Tarca S. SimphrAnio. Re. ae m- Biid. do J.
Hr O. de t.
S7 Quaru S. Pant hao M. ea. Ua The*. P.
W Quinta 8- tflUncenci P. Re. dem. aud. do J. do
C. de in. r t'i.anc. de t-
29 Sexta S. Martli t- tea. da Th. P. aud.
do J. de O- de u
SO Snltadn jej. S- Rufno Re. de m. c aud.
do V. G. de t. em 0|ind..
31 Domingo S. Auna Mili da Mili de Dos.
Tido agora depende e no meimoi da nnsm pro
llene, uiodr.rac.an. e enere'-continenlo enm
principiamos, e ereuion- apnntadu* enm admira-
Cao enlre m Nacocs maia Caltas.
Pruclamncit da Jiumblta Gtrnl ti Branl
SulicreTexr a I 00(1 r. meniaea pagoi adiantadnii
neaia rpoarfia. ra das Cruzes !). 3, e na, l'ra-
Ca da Independencia N. 37 e.18 : onde e receliem
correspondencia lei;aladH, e municin; nterin*
do r vinrtn asaignadni.
CAMBIOS-
Julho 27.
J-iOndrco 36 F). St. poi l c d. oa pala a 50 por
cento de premio Nomina.
I.i-lioii 55 |H)r n|0 premio, por metal, Nom.
Franca 260 -V65 Ra. por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de prem.
Moe.las de 6..400 I3..500 I3..400
4,.000 ti..T.K)a6800
Pczna |4jo
Premio da prata 50 p. c. -
das Irttraa. por mez I 2 por 0|0
Cobre 25 por cento de uescoitto
PARTIDA DOS CORRRIQS.
OlindaTorio oa dias an meio, da.
Goiana, Alhandra. Parailia, Villa do Conde. Mo
maiipuap, Piar. Rea. de *. Joao. Rrrjo d'Areia,
Kainha, Pomlial, Nova de Souxa. Cirfade do Natal.
Vina de (oianninha. e Nova da l'rineeza. Cldade
da.Fortaleza, Villas do Aquir*. Monte mor nova.
Aracatv Cascavel. Canind, Granja, Imperatri/.
S. Bernardo, S. Joiio do PrinrW, Sohrar, Novad'
RlRev, Ico, S. Matheus. He)shodo saiiguc. S.
Antonio do JardimT^^ucxera^niibim. Partiahilia
Secundas e Sexta (oirs ao nielo dia por V da
Paraiba. Santo A ntaoTodas as quin"u (Viras ao
meio da. Garanhiins, eUonitouoi iat 10 e 24
de cada me/, ao meio dia. Cabo. Serniliaem. Rio Por-
mu/o, c Porto Calvonos dias 1, II e21 de caria
PARTE OFFICIAL.
RIO D JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGlSLATITA.
CMARA. D08 SENADORES.
5essio d ai de M*io.
Presidencia do Sr. B tilo Barroso Perelra.
A* hora do estilo, acl>a-iv na sala nu-
mero sufliciettte de Senadores, o Presi-
d nte declara abarla seas 5, Ifi-ae a ap-
prnva-se a reta da anlecdnte .
Nio lia expediente.
O Sur. Rodi igues de Carvalho manda
mtsa a redaceio \Ja resolucio que faz.
extensiva aludos ei Officiae< de Enge-
nheiros, as disposices da ki do la de Ou-
tiihro de i83A\
Fica sobra % mesa para ser examinada
Ordem do dia.
Entra em segunda disrus-fo a resolucio
viuda da oatra Cantara, no anno nadado,
appi ovando a coritas a presentadas da Ca
sa Imperial, do anno financeiro do i. de
Abril de 1834 a 31 de Marco le i835; me-
nos na parte que diz reepeiio convenci
feita com Ba| lista Caetano de Almeida,
subte a seguranc < a forma dos pagamento'
do alcance do seu afiancad", Manuel Se-
res I/sboa, para cora o cofre imperi-
al.
O Presidente <>b ultima se.-so do auno passado deliherou :
que se pedUem informaces outra Cama-
ja obra o se poder desannexar da resolti
co queapprova ascontas do Tutor a pa -
4e 4'e.Uliva nio pprovacio da conven-
ci feita .cora Bapti.-ta Caetano de Almei-
da* revendo que ella fosse consultada so-
bre o ctoivar em qi-e tanto huma como
oytra rejoluco, dada a repaiacio, nio
eubissem sanecio, visto que oobjeclo be
p.ivalivo da A-sembieaCeral; e haen-lo-
se oli -iad.i a ootra (amara a respola que
elle dar ja havia sido pusente a>Sena-
do por oflicio do i. S crea rio da mesma
Cmara, de a4 de Outubro passado, em
sesso da 5 do correle. (Vide Jjrnal do
Commeroio e 6 de iMaii.)
O Sor. Oliveira fai o seguiite nquen-
mento: Requeiroqoeva resolucioa C5-
misio deFatenda, eascontas dadas pe-
lo Tutor de S-- M. I. a suas Augustas Ir-
ir.eN sobie -ua admiuislracio do atino
dei854 pra835, d^ndo com urgencia
naco preer n* parle itlaliva conven-
ci fais com o Mor do ex- f iiezuuieiio.
He apoiado e approrado.
Entra em disctii-sfo, a be apprnvado o
parecer das Commisspj de Mai inb..,
(ilien a e Fazends, sobre a pretenci de
D. Izabel Wattson. (Vide ses.-io de 14 do
crrante.)
Entra etnd-cussio o pirerer da Com.
de Faien la sobre o requerirnento de Jote
da Silva, preparador da chimica da Aca-
demia Militar.
Susrita-ae questio de ordem, e a final
decide se que seja remeliido Com. Es-
pecial encarregada da organisteio das A-
cadernia.i.
Entra eni ni lima disrus>fo, heappro-
vado o parecer da Com. encanegada do
exame dos actos legislativos da'Assemblea
Provincial de Goiar.
Sendo a ultima partera ordem do dia
trabalhos de C<>mmiss5eF, pelo meio dia o
Presidente cdvida os Senadores a entrarem
nesse exerciiio, e para ease fim suspende
asessio, aqujl continua s dti*i horas;
marca a ordem para a ses'io de i5 do cor-
ren le. a levanta a se^io.
CMARA DOS DEPUTADOS;
SessaO de -i 1 de Maio.
Presidencia do Sr. Arujo Lma.
Pelas i n horas da ni-nlii prorede-e
chatsada dos Teputado*, e logo que .se ie-
ttnem em numero b-gal, o Presid nle de-
clara abetta ses>><5, e lendo-se a acta da
anteredenle, li O i." Secretario d couta do expedien-
te.
Ordem do din.
Gonlinna a dUcussio sobre a teguinte
resol ocio :
Foi presentes Commisso das A-sem
bleas Lei'latvas Provinci^es, a l^i da
\ssemblea Prviniial de Sergipe de 9 de
Mdico de 1855, etn irtude 4 qu.il foi
Stae|a a 0>'dem He'igiosa'.dos Carmelita-i
diquella Provincia, m-hIo encorp- rado-
o>seus ben.s aos piOpi"S prnvinriae", e
ordenando-se s ai.(..n iilade- locaes, sua
venda e di>tra<;o. fxando-se p.ra a pri-
meira o dia al) de Janeiro do auno proxi -
roo. A Coimniasao nada jnlga poder di-
zer a esta augusta Cmara sobre a extinc-
cio daiefaiida ordem, pra o que se a-
cliio babilitadas as Assembleaa Provinci
aes pelo art. lO, tOda lei das reformas;
o mesmo potvm sent a Com. nio poder
di/.tr sobre adistraccio e venda dos bens
religiosos, por quanto sendo elles bens
nacioiiaes, extinctos os religiosos, huma
ci lural liada es "**> d.e.jgnou provinci.
es, segundo est dispo-to no art. il
4. da I i citada. Parece mais Com. que
este eoutros actos legislativos proviarioes
seto r pe'dos com graves detrimentos das
rendas geraes, eat mesmo da harmona
que devia existir ende os poderes geraes
e provincias, se huma lei nio for qi-anto
ante* decretada pela Assemblea Geral,
marcando o que sio bens provinciaese se-
parando com clareza e distiuccio as m-
pobtos que felo sendo geraes, e aquella
de que ss Provincia-* poder5 di pir a so-
bre el'es legislar. A Commisso pois pa-
ra evitar o resulla lo da mencionada lei
provjnricial, offerece a ola augusta Cma-
ra a seguate resoluco aqua a autoriaa
o art. tO das reformas.
A Assemblea Ceral Legislativa resol-
ve :
Ait. nico. Fica revogtda a lei de
en tada pela As.emblea Provin< al de Ser-
gipe em data de 9 de Marco* de i835, da
paiteem que di p5e dos b-ns perlencen-
tes oriera dos Religiosos Carmelitas, ex-
lindas por esta mesma le.
Salla das sesses, 3 de Agosto de i835
Goncalves MartinsSt basiiao do Rego-
Mello.
He remedida mesa huma emend- do
Snr. Ferreia da Veiga, pira que em lu-
gar deFica revogadadia-se. he mil-
la a romo tal fica de nenhum efleilo, etc.
He apoiada, eenlra em discus-o.
tj^pP O Snr. Henri(|ne da Resende op-
p5e-se resolucio, e he de partcer que a
As c i>b|ra Provincial nao exoibitoudas
iUaI allii'iui .
O Snr. Climaco diz que acredita que a
respeito da reaoluclo *m discus lo sedeve
o mesmo deliberar, que a respailo da re-
presentado do Cabido de S. Paulo que foi
adiada at int-rp elar se o 7 do art 10
d > ado aiUji.iuii.il Sobre a emenda do
Snr. Feneira da Veiga, diz o llustte o
rador, queju'ga que ella v< m por em
bum rabo-* a le^is!acio por ter-se usado da
palavra ievog mesma nalureza qoe a do arl. 7 da 'ei (fe...
de-
O Snr. Cameiro Lelo responde-aosar
gumen'01 do Snr. Loii Cavalcanti, emol-
ir emeomo os baa de ordens religiosas
sao nacionaes, eseees nio sio d* naci,
tambemnioda Provirn:a eni' sendo da
Naci rinm da Provincia, segua se que a
Assembba Providcial poda sim eootrao*
tar com essa ordem religiosa, a nio dis-
por dos seus ben's, e -endo assim foi hu-
ma usinpacio que piaticou a Assem-
blea.
O Snr- Fernandes da Silvriri sustenta
a medida tomada p*la Aemblea Piovin-
cial, declarando que os religiosos ficiio
tninio contentes com ella ; e con lm- di-
zendo que ha de volar contra a resolucio,
por ella per tender revogar huma lei qu
eslava na rbita da aribuicS a da Assm
ble Provincial.
O Snr. Fe reir da Veiga discorre lon-
garuenie sobre esta matciia, sendo de o--
piniio que seguudo o mesmo paragi-ap lio
doait. iodo Arto AdJicional, romqoa
alguna Diputados tem argumentado, ai
Assembleaa Provinciaes tem o direito de
legislar acerca das associa.Ses religiosas,
i to he, sobre as susa regras, suppressio,
ou augmento, etc., mas nunca sobre os
seus bens que sio reputados bens Naci-
mes, por huma antiga jurisprudencia se-
gui.la en Podugal; e sendo e-sa jutis-
pru 'enca nuiui J..dc en blea poda ir buscar bum tal direito, he
em \ii tude desse mesmo direito que esses
bens nacionaes, 1 >go nio poda legislar a-
cerca delles. O Ilustre orador,, depois de
xpender muitas outras reex5es sobre o
objecto em questio, conclue, sendo de pa-
re.er que a resolucio da Assemblea Pro-
vincial he contraria a Constituidlo refor-
mada quedeixou para huma lei que an-
da nio existe, a divisio dos bens nacio-
naes, e por isso rota pela resolucio desta
Cmara a a sua emenda. *
I.e->e e be apoiada a aeguinte emenda do
S. Climaco: Dep das pafavraa-da
mesma leiarcrescenie se--e millos "S actos
que em virtude de tal lei se p alicario.
O Sr. Maciel Monteiro ola pela rcso'u-
?o, porque a Assemblea Provincial ultra-
passnu os limites de suas attribuicd Rt spondendo a alguns Srs. Deputados que
a'defendem com o argumento do que pra-
licavio os conselhos geraes, diz que as
piopo.-tss dete8 conselbos tilo podio ex-
ecutar-se semaer pprovadas pela Assem-
blea Geral; que tinhio os conselhos attri-
buica de propor, maslo de legislar, por
isso nio havia anal gia a'gnma neste ca-
so. Entende que tem as AsscmMeaa Pro-
rin.iies diieito de legislar sob e ordens
religiosa8, masque nio se inclue neste di-
reito o de alienar bens dessas ordens. De
mait a Conslitoicio e-taln-l. ce que huma
lei definiia o que sio bens gniats e bens
provinciae-.; nao exiatiodo pois essa lei e
con-iderados bens de corpoivcS s religio-
sas, quando cabidos em commso, como
da tenda geial, nio podia a Assemblea de
Sr-rgipe deliberar sobre elles : ferio pois
ne.-la partea Con.-tiiuiglo. Alrindeque,
leinbraque, por lei de i5 deNorembio
de i827, as rendas das capellas vagas tem
huma aplicacio especial; sio appli.alas
para acaixa da Araorli.-aco6, e por isso
tambera por eaae lado a Assemblea de Ser-
gipe nio piocedeu em forma, tocou em
mpostos geraes sobre o que na5 podia le-
lislar. Conclua dizendo que, as im como
se oppuKcrj a que ae nomeasse a Cominis-
so Emecisl para interpretar o Acto Ad-
!-


DIARIO RE PE R N A Mjl JJ C O.
diciona!, a;sitn enlende que a AsscmbVa
Geral deve estabelecer atentos para servir
degua s AssembU'.is Provinciars, ere-
vogando esle arto da de Sergipe croo,
extralegal, nao f esta Asembla como
todas as outras tomaia islo como lium
ai esto que os deve guia.:-.
O Sr. Henrique de Resende diz que o
argumento mais forte fin favor da resolu-
c5 que se discute eque revoga o acto le-
gislativo de Sergipe, lie o de que a lei de
15 de Novetuhrode i8a7 ja deu applica-
cao eos rendimentos de Capellas vagas.
Jo'ga que algunia diffenrica bavia entre
proposlas e represeniaces dos extincles
Consejhos Geiaes ; as primiras s tinlia
huma discussn em cada Cmara, e era
regeitadisou approvadas, quando as se-
gundas se converla em projectos de lei
com 8$ discusses iesp*ctivas, e por isto
lemlira que a propoeta do Conselho Gem
de Pernam^uco sobre a extincen da Cob-
gregaca de S.- Felippe Nery, mandando
passar seus bens para o collegio dos Or-
laos, lo i reconhecida como da competencia
dos Consellos Geraes, c'na fui emendada.
Persudele que, seas Asseroblas Provin-
iaespodem legislar sobre oidens religio-
us, neo sabe como se pode fazer abstrae-
cao dos bena dessas ordens.
O Sr. Caltron vota p la rpsolura, e
por quarrtas appareceiem ueste sentid.
Lamenta que sobre cstabeleciroeutos de
cbaridade havendo tanto a fazer das Asiera b'as Pro vi m es, toda a solli-
citude se concentie naquellas ordena que
tem bens di'pomveis, deixando-se de
parte thesoreiros dilapidad n es, adminis-
tradores de Capellas que nao dao conia,
ele. etc. Fallando a espeito do que se
praticava na Provincia de Sergipe acerca
das rendas publicas diz que essas rendas
tendo sido divididas por alguna maiis eos-
pregados as tramaeces que se fizera,
be por ventura letn se seguido o tnesroo
roso os bens dos Pfcligio os be esta mais ho.
uia raz.io paia volarresoluca. Entretan-
to para i^so nao prec'^a argumentar com
abusos, basta lembrar que esses bens estan-
do sujetos a huma dobiada dcima ap-
piioada por huma lei geral i*t* OaiV.
de Aoiortisaca, a A-.semidea Provincial
nao poda, postergar luma lei de c/edilo.
OSr. Luis Cavalrariti observa que, Be
os beosdefraus psga -dcima, nao sao
bens naponaes, sao particulares. Con-
rorda quese rprove a lei da A'serhbli'a
de Sergipe poique foi de encontio a im-
postes geraes; mas deve isto ser por hu-
ma formula diversa da que usa a reaolocab.
OS'. Castro e Silva, sobre a observa-
ca do S'. Calmon respeito da Adiniuif-
fc-ac de Fazenrjaem Sergipe, diz qiie o
Governe mandn ieponsab lisar os tnaiis
empregad s defaznda diquell.i Provincia,
os quaes sendo ab-olvidos pelos Jurados,
o Govemo os demitlira.
' O Sr. Calmen congralula-se rom a Ca-
raira por o Sr. Miuislio demittir mana
empri-gadot depoii df os mandar respnn
abilisar; mas n* .-abe se escolheu bats
para substituir aos mos.
Dando-se por discutido o hrligo da re-
soluca. he posto a votse app ovado.
Entra ern discusSaO o prbjeclo \indo do
Senado s> bre altrilniiees os Coromar
dantas das Armas.
OSr. Fig itrlra de Mello manda rr.esa
o tegninte lequei imet l depois de o moti-
var : Para inelhor oidem da risou'ssa
requeTo que a Cmara, ante-, de mirar
nartforma do Cdigo do Processo Criui-
nal, deriila pimeiiiseprefere alguib dos
peojeclosj apesenta los j eineinl que
nlguns Diputados lem oRrecii ; eseguq-'
Cidade, Arpellaifte o Padie Joze Pedro
Pessoa de Mello, se julgou tomando co-
nhecimentoda appellacnS, e mandando-se
remeter os Autos ao Jiiiso de Direito para
se proceder a novo processo em outro Ju-
No requerimento do prezo Andre Si-
mil h em que pedia ordena de soltura, sem
prestara flanea na forma,, que Ihe foi
mando, foi o mes roo indilernjo. mandan-
do-se subs'utiro Ai coida de i9 do cor-
ren fe.
Na Appellaca ci ime ex officio de Jus-
tica, do Juizo de Direito da 2.a Varado
crime desta Cumarea, em que s*S appel-
Indos Manoel Jn; qi.'im Per eir L'bo, An-
tonio Vital de Olivera, e Joa Luiz, foi
corfirmadft a senlenc da de-pronuncia.
Na Appeltacaorivel do Jui/.o do Civel
desta Coniirca, appellante Joze Gomes
Lea, cutro'oru Joze Joaquim da Costa.
e appellado Manoel Duarte F'rra. Nao
tomou a Rellaca conbeciment da ap-
pellaca por ser apresentada filtra detem-
P0'
Na Appellacao civel do Juizo do Civel
desta Cidade em que o sepelante Joze
Coelboda Silva oppoz Embargo, ao Ac-
cnrda, e he Errbargado Joa Baplista
Correia Nones : fora os Embirgos des-
pre7ados, mandando-se transitar a sen-
tenca livremente pela Chann llari*.
Na Appellacao civel do Juizo Munici-
pal da Villa do IV'ioda Arca em que sao
appellanles Joa5 Nunes de Souza, e sua
mulher. e appelbd > Antonio Martins ca-
zado se ju'gi'U pela cnfirmacao da /en-
te nca recorrida.
Nos Embargos nppostos o Accordd,
por Francisco Rodrigues da Ci uz na ap-
pellacao cv.l do Juro do Civel desl Ci-
dade, em que Ihe he parle Joze Bapt'sta.
Ribeiro de Faria : fora despiezados, man
dando-e transitar a senlenca livremirire.
Nos Aulo" de Revista Civel em que he
recirrento Tliorh A)T<>nso de Moma, e
recoi i fd i a Fazenda Nacional: foi deii-
did f- vor ao m'esro rfcorreiile.
ALFANDllGA DAS FaZENDAS.
0 Bripnelnplez Jarte, viudo d- Liverpo-
ol, Cpil Th-'m"1150"n,iiell, entrado
nste porto em 23 de Julho, consigna-
rlo a Bei nardo Lisserr & Conip.
Manfesto o Feguinte:

544 raixas, e 22O Fardos, corn f sen-
das, bairicas mih feriajiin, 50 diics
rom serveja, 398 hirils" coin mant.ig*.
930 caixascom ial)5, 5 barrisenm ai;oa-
ardenfe, 1 caixa com ferrajem, li caicas
com Dnigas, 1 Bar Acoro diios, 20 e:ii
xas com rhap*'r's, 400 harria 0111 polrpra,
1 bacrica cihi fariiilia, 30 pieznnlc 2
-aixast'om qutijos,
salgada.
[..
.iit i-> rom ca ne
MUZA T)A.SniVKUS\S m-.NDA8.
A pai|Ja he a mesii.'a do N. \4'~>.
EDITAL.
A Cami'i Muir ip.l da Ci e ..eo Tei moem virtude daL-.i &c.
Faz saber, queein r um primen ro di Lei
Provincial do Orcatoento d 8 de Jonh to99ocasoderenustaa preferid<*, el- pn>s*c-iite anuo financfwfc que esbehceo a
emendas que fora5 oF-f- impo.Mcio le 2$000 reis pn^os por cala
O Padre JoS Jo Percira.
Lorenco monjde Albuquerquee Mello.
Monel Antonio d'sumpcio Cardim.
Joze Ignacio Xavier.
.....
DIARIO fPERNAMBUCO.
Cheg&ra-nos as m-oi Peridicos de
Madrid viudos por \ia de Gibraltar; os
quaes nos Irazern noticias daquella Capital
at 14 do mez pa.-sado ; de Lisboa at 4,
edePari/, e Londies at 5 do dito. Em
Madrid reinava perfeilo soiego. A Ra-
nha Governadora havia dissolvido as Cor-
tes por Decreto de 6 do dito mez passado,
e mandado proceder eleica de novas
Coi tes segundo a nova Ley E'eitoral. O
General Crdoba ha\ia chegado a Madrid
para conferenciar como Governo^a fespei-
to do plano que deve por termo a guerra
dos lamosos, os quaes acabava re ser
batidos junto de Bivvia pela Legiab Frari-
cen, que Ihe tomou toda a sua artilbaria,
bag'ges&c. NoArag6 tinhasido inteira-
mente derrotado o rorpo dos Carlistas
enrnmaiidado pelo intit i.'ado Brigadeiro
Torres que regressava da Calalunba, cu-
jo.chele ficou priiioneiro, e mais alguna
Ofliciaes; os quaes fora todos passados
pelas armas.
Huma caria de Lisboa escrita no dia 4
de Junho por hura correspondente do Re-
dactor del Espaol di/ que naquelle mes
1110 dia bavia sido dissolvidas as Cortes
Portuguesas por hum Uoteto da Rairiba,
em cons>quenci da giande oppozic ff ita
ha Cmara dv^ DepiPados a novo Mi-
nisterio, o que se la I lava raquella Capi-
tal, que ettirriao olttr Vet pira o Mi-
nisterio, o Duque de Palrpella, e Rodrigo
daFomeca tUgalles. De Inglaterra
Prn'ca n*da trzem delnteressa'iite s'Pe-
ridicos HW|'anRoel. .
As cartas das front.-iras da Franca fal-
lava de nov h prjima entrada d hum
. xercito Fiancez ele 40.O0 homns 11
H es pan ha.
tSH
*&,
" I I' II I-
BST.
la quer discutir as
lei'dM lt", Codigj do Proi-eaan, ou so-
roenteaquellas que te-p-iia a abuiis dos
si-us maiss.lieules e impoi tantea difeitos.
He apoiado.
Dada a hora 6ca a/Jis-'Ussa adiada. O
Presidente mai'ca a odein do dia a conti-
nuaca da discus-ad adiada e mais a de al-
guna projectos, e levan'a a ses pelas du-
as hora-1.
UlVEri&AS htPARTlCr^S.
TRIBUNAL DA RELLACA.
d:~..X A* on H lnlKn rl ipw
^fV rsv u- is*%j.
Na Api*-Haca 6 crime dos Jurador di si a
huira Bocetera, e Mas te ueste Mun oi-
pio, deveros niesiii'>s ler, e ti'azerrbm
bigohm coriliTcimento de como pagaio
dito impoto, pa-snio pelo Secretario, e
rubricado pelo Piesi:leiie, e Procurado;'
u'ista Cmara, at 30 ,dias depors da pu-
bliccio d'esie ; tudo 1 [dependente de emo-
lumento algum.
E para que ebegae a noticia de todos fez
pass.r o presente soh seo sJgrilTi e sello.
Olinda em Ses>o de i9 deJull.o de i836.
Eu Joaquim Higinoda Motta Silveii'a, Se-
cretario interino o eseievi.
jguaCio lAuvCrtC se i7irrc# kuinv.
Pretidenle.
PARA'.
Coniudco d n, = antecedente.
No dia 4 d-- Malo corente, t't'>u finar-
la D puta<;i dos Rebeldes ao Pr.-.-idfinrl,
e peloTadre M'igio'l Antonio Cahral, Ir.e
foi z6 entregues o Ofici, e ('arta seguln-
tes.
^ Illm. e Fiim. Snr. Tendiem vista
a sua proposid anterior esta ultima,
fui de a< do com ella, e ero remosta Ihe
mandei piopr o meio im que 'concor-
(iaiuoscomo o mai Inme e va1 oso 1 evi-
tar a efugio de sangMp ; nao p 'deudo con-
vir no que V. Ex. saoiaex'ge pn sereiii
condices mui pecadas, e duras p-.ra un
p vo que se tonsidea Irionfaiite, em o
qual nao f-lTi'm valor, er orate paia de
fundir a sua liberdade quando etA a agiedida.
Anda estaos em lempo de remediar
os malos que *1a6 "ol-ianreiros ista | vrncii, an.indo ao que propi/. V. Ex.
be liie mandei pedir que d'se ordero aos
punios da Legjlidade pata nao impediieni
0 mi u tran-ito, nao loi por temer os seu*
canhe<, com os (jiiae por tezes j;i roe
1 olio bttido, loi uiiicaini ule p,\ra It'var a
efeito os frns a que me p>rp*dha confor-
me a palabra dada. 9entindo lol via i|ue
V. Ex. pllenla Hg ira abusar do povo
Pariens ipe aqu existe, em meno-cbo
da 1) >a IV p--.-.oa de V. Ex., pie l al vez atlribua e -
les piocedimeiil* a cobarda. A minlia
{Rienda, alemd' nao ser lugar solivenle
para comod >r 4 cu 5 mil homen, qu
me devem acompanir, acresie rla ha-
ver nella os meios de recursos necesSaiius
vida, e ficar mui pe to da Capital, on-
de nao so poder efitar a* coniequeneias
que daraas novas desconfiarlo,is, causa-
das pelo contacto em que e*istiiem um e
outio partido ; se V. Ex. se pode acam-
par riessa l'in, onde tenho parte, eu nao
oposso faioc ali como levo dito. Se nao
quizer mandar retiraras emba caces do
VJUdUIdll llO iiiiUD pT q'f'tvl ClletS Jtl
110 assuita rom. o exeaiplo lem mostra-
do. Firme nestes principios em que ora
permnneco, dellts rae nao afaslare em
qoanto V. Ex. na mandar o contrario,
Dcus (iuardea V. Ex. Palacio 4 de Maio
de il836. lllm; eExm. Snr. Franci-co
Joze de Souza Soares de Andrea, Presi-
dente do ParaEduardo Fiancisco Nu-
guera Angelina.
RESPOSTA. J
Snr. Chefe das Forcas da Cidade.;
Fu nao julgo ter filiado em cousa al^uma
ao que dice na minha segunda oommuni-
cacu, piopnilo Ihe a sua Fa^enda de
Carnapij para nella esperara concessa
d'Aranstiaquc peilendeobter da Assem-
bleaCeral, sobre os (actos passados tiesta
Provincia; antes enlendo que da minha
parte levei muito van te a responsabili-
dade, consentindo na sua passagem de m
armada de um lugar para oulro : e s o
fi/. com o lim de Ihe facilitar os meios de
paientpar as suas boas intehcOes, e tornar
mais fcil a concsssa d'aquella graca :
como nao convem ni>so podem as consas
licar comoeslava d'anlis. Acampamen-
to do Arapirang 4 (',; M'o de i83G.
F. J. de S. Soares de Andrea.
' 4 t
Copia da Carla do Exm. e Rm. Bispo
do Para.
Illm. e Exm. Snr.Reunindo-se
boje o Povo no Palacio do Governo, me
pedio com mm instancia por huma De-
ptgaS, hinsseeu de rogar a V. Ex.
que se dighsse de niuir a todas as pro-
posites, que se Ibe lem feito, na cerieza
deque recusando V. Ex. esta atomodaca
pac fica, pas r<5 a incendiar e de-ti uir a
Capital, como lizera a Legilidade no Ig-
rapemrim; oquaelles tem tentido vi-
vamente. Espero p .is que V. Ex com-
padecerido-se do deplorare! estado, em
.lie me aclio, nao tendo tnas do que a
pelle rollada adis ossos', e sobre tudo pelo
inleresse da humanidade oprimidn, que
deve tocar o pidoa'cora cao d V. Ex.,
tudo fique em boa ordem, mediante a
pniti ttri.i, o tb'doria, que carecleris.'
aV. Ex. DeosGu.rdea V. Ex, Para
6 de M^fo de i836Illm. e Exm. Snr.
Franciadb Joze deSouzi S'iare de Andrea.
Romualdo, Bispo do Para.
41 Exm. Rm. Sijr. Nao a mim
qu V. Ex., deve dirigir suas locativas
00 c nJelhos; erafda aad cotneni roal-
dade alguma, otra terlho dado ordens pa-
ra que se comeltaS : Sib Cliefe que hoje
domina na Cidade quer augmentar d nu-
mero de seus en os cora mais um atienta-
do de que, nem elle nrn pes-.ua alguma
tirar vautageni ou proveito, nao sou eu
que o rlevo prevenir fdtando aos meus de-
vores, e con-enlidoem proposic-s iuad-
miifeis. Queta preteuleser ainnistiado
d bra-se ra preseiua da Lei, e eugeita-se
aoque jusio. Jan p .neo encarre-
gir rae, eu, de receber, e the envur ao
Gov rnoasua pelici de suplica, e de-
xal-os esp rar com as arma* na nv a ies-
p.sla que Ibes possa-er da la. Firei riis-
ln minio mais lalve/ do nic devo ; mas
ti. levarei tnais tanie a unnha respon-
s-bli'ade', nem V. E.. u deve pedir
nem e-pt-rar. N >ainemlios lem acabado
alyuans vesos os me-irios que Ibes Lrgira
fogai Sou com a ctui^deraci deiilt.
D. V. Ex. o m.is bumilde seivo.F. J.
S. S. Andiea. Exui. e R.n. >r. Bispo
do Para.
(Do Cae-ambo )
(Co'itiuuai-iea.)
Do l.i'ieral Rio Crandense copiamos o
Si'uiile:
RioCrande, 18 de Junho.
Se losj-mos a jnl^ar da capocuiade poli-
tica dos nos-tos -Represeritante Naciona-.s
pelas discusses que tem lia vid o na Cnma-
r.ilo- Depotados a respeito dos negocios
desia Piovincia, podenamos a vanear, que
a se diaculem materias de grarde i rite
res-e publico sem se estar ao fado del-
tas 5 que os acontecimtfioj sao alera-
mente desfigurados com o nico filo de se
fazer" guerra ao Coverno em vez de il!u-
mina-lo como cumpie todas as vezes
que, eiie se pai ic uaqucua mua lie condu-
cta q'ie o bem publico reclama e a sua
i



D I A R I O DE
mnanmannni
P ER/AIBU C 0.
.
prnpria co.nservaco c desejos tem pres-
oripto. Ns'porm' estamos convenc 'o-,
queduas causas promovera esla marcha ir-
regular : a primeira as f.lsas iulorma-
damenle se confia ; a segunda ( e nesta
incluimos os Deputados da opposicio ) o
desejo de censurar o Governo de lhe fa-
zer perder a fot*; moral, deque tanto
precisa, para o desempenho das altas f\in-
cioisde que se aima incumbido pela gran-
de ledo Fslado. A historia da noss oppo-
sicio parlamentar de 1831 em dianiejus-
tifica suffiientementea nossa ultima asser-
q'ie> dOlrveira Lisboa ; e utro do Rio
de Janeii pelo $ci Capillo Lopo He'n-
riqe de. Almelda Botelho lVeljo. Ambos
: es'es Corps tem rivalisado cor o i. Ba-
tallio em disciplina e subordinado., e lo-
dos se acliio anriosos por coro provir no
. campo da hatalha a sria bravura e a soa
nobie ded cacao a ptol da ntegridade do
Imperio.
Nao menos formdavel aos rebeldes se
arha a guroico da villa de S. Jase* do
Norte sob a dirercio do Sr. Coronel
Francisco de Castro Matutina Ptta. 6
Batalbo Provisorio daquelia villa, com-
cao. Setnpre vistas mesquinlai, sempre mandado pelo bravo Major Joo Nepo-
o desejo de faiercahir hum Coverno que tnuceno da Silva, tendo desenvolvido hum
ardor veidadcirauenle patritico todas as
a opiniiu publica e o interesse mesmo da
Stciedade sustenlava ; jamis seobservou
nos campe s da opposico aquella cen-
sura grave e comedida., aquella lingua-
gem nobree independente que d.ve rli-
ligi" huma opposico baseada no since-
ro anhelo de obstar aos males dos Gover-
nantes aero comprometler o repouso ea
tranquillidadedos governados. Infelizmen-
te nao he pojsivti acreditar-se na sinceti-
dade de hum Deputado ( o Sr. Corm-Iio )
que tendo aprsenla Jo u Cmara as ideas
mais iufeusas iVlonarchia-6onstitueion.il,
se quer boje mostrar minto interessado em
que esta Provincia esmgue o pariido de-
mcrata que ousu levantar aqui o es-
tandarte da rehellio.
Na diiCusso da respo>ta Falla do Tro-
nodiv'agju-se l.rgareuteaobre os nego-
cios desta lYovincia, e os Depuiados da
opposico quizeri'o mostrar que a amnista
concedida aos liomrns complicados no mo.
vimento de ao de Setembro alm de .-er
Ilegal, nio produzio beneficio algum
causa da unlto.
Havendo o no>so Jornal tratado anteri-
ormente desta atera parece nos ocioso
repetidnos as razes ein que nos funda-
mos para provar que a amnista fui til ,
necisjaria e proveitosa, Cumpre poim
que libamos saber que muitos e mui di-
tinelos cidados que tomrio parle no
movimeulo deSeiembio, ou com elle
sympaihi-o sustento boje a causa da
iutigiidade do Imperio.
No he taml)m exacto o dizer-se que o
Exm. Commandante das Armas-, bata
desposado a causa da hgalidade antes de
saber da amnistil. De>go-toso com mu-
tos por ha ver a Asembla Provincial ne-
gado a pos^e ao Exc. Sr. Presidente da
Provincia sd.hivia re irado de Porto A-
egre, e quando fes publicar a bvib ordem
do dia em 3o de Dezembro em S. G*br-
el j tinha em seu poder a Procl^macio
do Governo Central en! qu fazia a pro-
messa da amnista; logo pois a roanifeata-
cio publica do Exc. Commandaiite das
Anr.as, ste ps>o salvador da uniio do
Impeiio, foi filho da persuacao em que
eslava e anda se conserva elle e todos os
implicados, de que nio le.rioa responder
imTiibunal albura par eiios anierions
ao 9 de Dezerobio.
' Terminaremos este artigo rogando aos
nossos Legisladoies, que se informen mais
exactamente dos- (artos quando houve-
rem de tratar doassninptoa mpor,taiiies ,
paia se subtiahiiem a jus'a censura que
ter 5 de soffrer em casos idnticos.
23 de Junho.
O rebeldes tendo pascado as snas Tor-
cas ha mais de 2> das, par-a aquein de
3. Concalo, no ou>o acommelt- r #s nos-
aas tiincbeiras. E como fa/.e-lo sem .x-
perrnentar a mais completa <)> reta ? Nao
he possivel duvdar hum s momento |
que elles tera nece>saiianienti de odr
diante das pholangts da Patria inspia-
'das pelos maissantos dos deveres i i icos. A.
dahi posio he cada vei inais ivni.ida-
vel. As trincheiras sao defendidas, pela
direita pelo bravo e denodado 1." Bta-
Hio de Capadores da corle dignamente
commandado pelo dUtinoto Coronel Joao
Clirisostomo d SiNa e a esque. da pelo
ltalho Provisorio cujo enlhusiasmo
he assas conhecido e que tem por Cora,
mandante o valente 'Pnente Coronel Ja-
cimho Pinto de Araojj Correa. Alem
di>to somos co;.djuvados por dous Corpos
^o 4,iL.r!, ... Je SaaCB Otoanna .
vezes que osanarchistas se lem apresenta-
do em frente das trincheiras mostra as-
tas que elle e a de mais guarnido toda
animada de hum entlisiasm naicial ,
lio de tonul aquella praca hum baluarte
inexpugnavel da Legaidade e da rdem ,
e caro pagarn os rebeldes o seu arrojo ,
se i< 1.1.(1(111 sccomroctkr qualqoer dos
dons ponlos di Tendidos por homens cira-
\ josos animados pelo foo sagrado de hum
verdadeiro patriotismo.
Iilrp. e Exm. Sr. Conseguindo al-
puns Olliciaes pe'rsuadir ao 8." h.italho de
Creadores, p..ri livrar a api tal dos se-
diciosos que a oprmiSo ha 9 tner.es m a
noite de \f\ para 15 do con ente met a-
comm'ettero todos os poots qu a ti-
tulo de defeza contra qualquer eslorco da
legalidadeseathavo fortiheados e guarne-
cidos por (-uardas Naciortaes e reuden-
do*se ao piimeiio assomo e s<-mefTusio
de hmagota de fiarigoe nlre vivas i
Consiimica o Sr. Pedro II j Le-
g.iliddce a V. Ex*., fco sobre a ma-
drugada do dia 15 convidar'me pffra
testa de Mes dirigir e dar as pfbtidenrias
que fossem conv-nientes ao bom xito da
. ansa que defendio ; sendo e'U liosa-
grada, para deix^r d promptamente a-
cudir ao convite; com rffeilo, soliio-se
immediatamenieos Oficiaes pres^s que
consio da relacid junta em n. i.*, e pren-
drlo-se os cahcas e mais ii (1 lentes da
faccao sdiciosa eonstflntes da relacio n.
2, e para chamar a attencio dos amigos da
drdeni para lium centro e ponto de eu-
niao publiqut-i a proc-lamic^o n. 5-A'Ia-
nifestava-se hum regocijo geral nos hab-
lames desta cidade t'stemunho evidente
do moito que soffio de seus oppres-ores;
naodevo poidrn dis-imular a V. '.xc. o
perigo em que nos arlnmos, coro bem di
minuta foica? e umeacados de todos os
lados, se o ousado chele da facc-5 anar-
chica empreh rider a>gum colfe de M9 ,
antea de nos rhenarem auxilios; por qui-
lo queira V. Exc. ton-ar ctn presteza
aquellas mrdid- fim de .-usienlar (mua rnprcia ti5 leli-
ifien'e comeeda.
D to Alegre i(> de Junlio de 18.16. --llm.
e F.xm. Se Jos de A'aojo Ribeiro.
Joa5 de Dos Meiuia B dj Exerciti'.
ProcIamaCi-.
Habitantes dePoito A'ege! Foi pira
minorar v>ssos malea, p causa da jusiica e da bumaai-'ade, que
rae puz frente do presente movimento ,
annuicio felixde queas amias da legali-
dade lijo de ti iompliar desse pai lijo infa-
me que tamo horrores tem e>pa!iiado so-
bre a nossa cara patria. Adiase pois esta
capital livre do jugo que a opprimia sem
que se derramaste huma s gota de sin-
gue; mas para que continu a manter se
doGoveinolegal, eu vos rogo caros pa-
tricios que me coadjuveis pondo em
pratica vossa prudencia, e todas afl mais
do vossa soreg e de vpsso bem es'ar
VivaoSr. D. Pedro II! Viva Consti-
tmcaS Viva a AssemBlea Geral [.egislat-
va Viva o Exm. Sr. Presid. .te jsde
Aianjollil.eiro! Viva o Exm. Sr. Gene-
ral das Armas Bento Manoel Ribeiro Vi-
va5 os Rio-Cranden^es amantes da legali-
de !
Porto Alegre, i5 de Junlio de 183G.
Joa5 de Dos VTenna Birrelo ,
Marechal do exercito.
(Do Jornal do Commerrio.)
NOTICIAS ESTRANGEIRAS.
TURQUA.
Constantinopla, 9 de ^farco.
Um srcelo horroi oo acaba de por em
constemacio desolaco immensas fa.mil;8.
Entre as lies e qmlro horas da tarde
de ante honlem perto de 460 aililhei-
ros polvoristas etc. se achavam reuni
dos n'um vasto armazem situado em
Ka kioi, junio ao quartel dos bombardei-
ros onde tfftr espaco de uns quarenta
dias, trabalhavam na construccio de fu*
gDS artificiies por ordem do Gobern, qui-
do de repente urna f.isca cujo ponto de
partida se ignora, cornmunicou fogo
plvora de urna inmensa qnantididede
apparatos fogos artifician j fabricados ,
e putras materias infl.unmaveis de que es-
lava cheio o annizom. Qua no mesmo
instante se tentio urna explosio Reral, com
horriveia delonaces que commoverara
lodo o bairro; as pare Jes do armaeem
gretarara-!-e e: demoliram-se o iveto fui
P' os ares cura ruido horroroso, e cahio
sobre a multido de morios e ftidos que
nio tiveram um s minuto pat-a se talva-
lem.
Al ao presente gnora-se fixamente o
numero das victimas que perecern) neste
deploravel successo, porm de>giacada-
mente consideivel. Durante o primei-
10 dia tem-se lirado d'entre as ruinas 80
cadveres, entre os quaes se icconhece-
rain um Tenente Coionel e to OIi-
ciaed. Muitos dos que leui escapado com
vida, nio sobreviviiio s suas eridas,
outros perderlo alguns membros e um
glande numero (icario inteiramate oe-
gos.
Nio se sabe roma tem podido veriGcar-
se esle incendio pois se tomaram todas
as precau^Ges paraevila-lo, exceptos de
tirar do armazem as machinas artiGciics
acabadas.
Jo momento da explosio os Minis-
tros de'S. A. que eslavam reunidos vm
conselbu t coneaoj ao logar da sceiu ;
pjiem que socrorros podiam prestar?
Sem embargo di.v-o 6zeram quanta es-
lava da sua paite, contribuindo paia evi-
tar o incendio se propagasse pois j li-
ona pegado fogo em urna c-sa viuaha e
irif',l:\eiiiiciile t' 11.1 invadido todo o liair-
i.
( Constilucionnel. )
TUEATRO do RECIFE.
IlojeQoarta feira 2y de Julhoae renr---
zenlara a ^eg* anuuuciada prj o da 20 a
Beiulii io dos Ji.vens Joo Joze da Silv*, e
llenrique Manoel da Silva.
------ III !
AVIZOS PARTICULARES.
A Admn>traco do Patiimonio dos Or-
fos tendo de mandar faser diver-as obras
noCollegio dos mesmos, convida a todas
as pessoas que u'ellbs por menos se quise-
ia-
3
Jo.e MarS d ruiV.
Escripturario. *
Na tard de Sexta feira 20 do corv
rente, e as de Terca feira, e Sexta da a*-
mana seguate se iio de acabar de ariema-
tir por renda trienal as casas das Recolhi-
das da Gloria, risto que se nio pJe con-
cluir na piac/a passada.
Iftnacio Alves da Silva Santos-.
Procurador, e administrador geral.
WJ* Como me persuado que os Snss.
Manoel Lopes Machado, e AgostnhoHen-
nquea da Silva alo dotados de bellissimaa
qualidades moraes, e por consquenca a-
migos da instruccSo do seu prximo igno-
rante; por isso Ibes rogo aglaca dme
mslruirem as seguioles perguntis'; \isto
que os seus coadiecimentos em materias
Commert iaes, e contabilidades *o bem co-
tihecdos tiesta praca. Eilas.
1.' Dando eu hojea prazo da nm anno
Rs. 0:COO#000 a premio de 1 por cento
ao miz que vence no firn do mesmo anno
Rs. i:200JOOO em que dia, moial e re-
ligiosameiue Jalando, devo receber o meu
premio:
a* Chegando-seodevedoramimedan-
do-meno fim de 18 mezesRs. 5:000^000
por conla, de que maneira, moral e reli-
giosamente fallando, devo abonr este di-
nheir isio he, se devo tirar primeiro os
Rs. 1:200^000 que vence de joros, ( os
quaes o devedor releva em sua mi 6 me-
zessem premio, lucrando por isso a rasio
do mesmo premio Rs. 72#000) e depoia
*bonaros Rs. 3.800^000 npcapital, ficar
estevencendo o respectivo premio at fi-
nal embolco, regulado este por pagamen-
tos guaes ao prjmeiro ; ou cada pagamen-
to que o devedor me fuer se devo abonar
no capital, como elle quer?
3.' Respondendo-me Vmcs. primeira
pe guata que o premio se acha vencido no
fim do anno pertendo saberse tenho direi-
to a pedir os Rs. 72$000 em que meacho
prejudicado, e.eo devedor em afa cons-
viencia est obtigado a pagarmos, siena
responderera pela negaliva pertendo saber
se em sia consciencia o devedor pode dts-
f. utar os ditus 72^5000 nis ?
4.* Se o modo de faser a minha conta de
juros na segunda pergunta denominada
regra de juros compostos responden
do-rae Vmcs. pela afirmativa, pergenio
liualmente que denom;uacio se d a regra
que acules a terceira pergunta, e rice
veica.
Se Vmrs. salMizerem em termos clarea
sroinhss pergunta.*, como de esperar fi-
rio a tnjtn um particular obsequio, e ao
itspeitavel publico dario tsciaiecimentos
para por tneio d'elles ye regula 1 em as pes-
soas qiieeslivereraero circuntancUsde su-
prirem as faifa* pecuniarias do Comercio
e agricultura, afina de con'iuu.nem com
.-egeranca Ma, es socorros a estes dois im-
poitintisiinos ramos; vi lo nio lu ver lei
que regule, ue.-tcscjsos, o modo certo des-
ta coniabilidade. Muilo o brigada fic.irei
a<>s Sius. Redactores i^aerodlo em seu Dia
rio a presente proposia.
O dezejozo de acertar.
rem e.icarregar a comparecer com seus na
vii tudes de que sois dotados ; nio permil- I dores no dia 2y do mea crrente as 4 h>-
tindoque secommelta o mai pequeo in- rasjda tarde na casa das sess5esda dita AJnii-
f O nmandado pelo nosso digno palrino ,
sulto ; pois be ao Governo a quem com-
pete castigar aos criminosos. Habitantes
de Porto Alegre.' Vvei tranquillos m
vossis casas, e tende confia nca as minhas
L
o^^JZ^uT^u^ !p-(. i -rir- p'1
riislraqs'j para que scientes d'ellas (arista
dos orcamentos que serio patentes) aepos-
sa concluiros ajustes.
Caza da Adrainistraco dos Orfios ero
20 di Julbo de i8.36.
%^J- Pergunla-se ao Snr. Inspector
rt'Alfandega .-e j manden C8s^ar a" folbas
de Descat^a do Brigue Porluguer. Ventu-
ra Feliz, jura a inodol'.rupri gado BjsIos,
visto que andio em vizila pe-os armazens
d iiieuciouadi A'fandega, e os partcula-
n s nio poderem Despachar o seu genero
S'm tnaiscsie Biquinho d'obra. Pergun-
ta-se mais a S. S. seo R.gulamento da
mesma Alndega teza seuielhanfe artigo,
ouseserdto N" das s-as fidizes 1 mbrau-
cas. .., se porcm ser paia encher lempo
afiu das mereadori.'S pag^rtm a forca de
cabrolanle, aeham.-da armazenagem. In-
feliz comniercio quando terminar o ten,
opresaor, al quaudo deixara deserespe-
zuihado pelo
E. S.
)r Troro-se pataces a quatro e do-
ze : na padjria da ra Direita I). |3.
tj^r Preciza-se de 500$000 rs. a ju-
ros de um e meio por cenLucom penno-
res de ouro e prata ou boas firmas;
tjaem o quiter'dar anuncie.
!



DIARIO DEPERNAMBU C O.
HLV Ensina se partir alrmente (hiado-
se id casas que quieren) l.atim, Francez,
Rhetorica Logice, e Gramtica Portu-
guesa aualisada segundo o melhores Au-
ibores : queoaqaiser annuticie a casa onde
inora pare ser procurado.
tfl^ Anne de Freitas Barboza faz pu-
blico, pelo presenteannuncio, que a casa
situada na roajdo Motocolb naro.oacio
do Affogados, de que esteve de posse o seo
* ir mi JoSo de Frenas Barboza, pettonce
agora a ella annunciahte. e ao seo irmio
Joaquim Henriqae|e Freitas em partes
iguees, por terem herddo a do finado seo
Irmio commum Joze Yenencio de Freia*.
tjp Rogase aoSor. Manoel Antonio
da Rocha que te dii ijj a Praca d < Un <> lo
ja de chapeos n. 28 para re'ceber un ca ta
vinda.de Lv boa, cuja fui berta por oulio
de igual nome.
%C^" Nosobradinho D. 1 do beco do
Ouvid'or continiia-se a tirar passaportes, e
t'olhas corridas, eoutras quaesquer escrip-
I0rec5es.
jCaV" Precsa-se de ura sitio na margem
do Rio Capbarbe, tendo cornmodos p*ra
ter-Se vccas de leite, e cora arvoredos de
fi neta, desde a passag m da Magdalena a-
toMonteiro: quem tiver annuticie pira
ser procurado.
yy* Qaein annunciou querer comprar
Ura banbeiro, ou gamella grande, dirja-
se a roa da Ciuz oo Reo i fe n, 5i, onde
mora Jale Ignacio da Cmara qu<* ah se
Ihe dir quem tein para vender, cujo ba-
nbeiro tem 8 pal moa e meio de cumprdo,
eje meio de largo, e duas po'egadas de
groeura, cora cabeceira di mema ruadei-
ra.
JJJ Tendo o abaixo assignado por via
de trez cartas, dirigida por di ver as vezes,
avisado aoSor. Julo Ferreira de Barros,
morador no Engenho MasSuassu', e lavra-
dur do Snr, Domingos G mes do* Santos,
que oo seu preto de nome Miguel, naci
Benguella, o procurara-para o comprar;
e nao ten lo al hoje tido res posta desse -
Viso; eqereodo livrar-sede duvdas que
ponfo comprometer sua reputadlo, por
SSSO que ase tem decorrdo quase tr>t rae-
* sel, o avisa por meio do prelo, paia que el-
le, ou quem suaa vezes fizer se entenda
coro o abaixo assignado, morador na ci-
dade de Olinda, na roa da Boj ora, q >e
nio ter duvida de eompra-lo, he ajusta-
ren: soleinnemeate declarando desde j
que Dio se responsabiliza por qualquer ac-
cidente de trida, ou fuga.
Joze IgnacioB.-a que.
p *jrj** O abaixo asignado fazsnente ao
Sor. Thesouieiro da Lotera do S-mina-
rio de Olinda, que. por ordem d Antouio
Joaquim Gaspar, do Aracaty comprou um
bilhete inteiro da a.* parte da i3 Loti ia
n. 4959, porem supe ter-se deseucami-
nhado, em consecuencia do perdimeotoda
Sumaca Estrella Matutina, por onde ha-
via mandado o mencionado bilhete, por fas
so pievine ao diloJSnr. Thezourero para
que to caso de sabir premio em dito bilhe-
te, o nio pague a qualquer outra pessoa, e
sian ao anouociaute, por quem est au-
to risa do.
Francisco Joaquim Cardozo.
jf^r* Pergonta-se ao amante da lber-
dade legal, qual he o motivo, porque occu-
pa hum espasau tamanho do Diario, coa.o
'seeste fo--.se patrimonio seo, para dar as
suase-tudadas noticia? Cauzio rizo oss'OS
ceosethos, quando diz aos que nio sao do
sao credo, que cuidem na sua vida, < se
nio embarassem com os negocios de Hes-
panha ; palavriado este adoptado era lo-
dos oe lempos pela comitante caterva dos
parlad rea -que seper.-uad. m, q' a liberda-
de .' existe para e.lcs. Qual he bum des-
se (a quem o amante da liHerdaile desen-
freada apelida de irracionais) que pelo pre-
lo tenhd insultado a Senhora D. Mara, ou
teogoverno? E nio haveiia sobej-i rasio
para censralo? porque se na estouvada
lingoagein de Vmc. he tirano hum Re por
mandar executar reos coudemnados por
sen tenca! na opiniio dos homens sensatos,
e pensantes mais tirano se mostra hm go-
bern, quando or sua ordem seapuriha-
Uc cobardemente, i;io .6 preses, nte **o
removidos de bomas para outias Caicas,
uasCidadioi pacifico*,, que confiado* ua
palavia liberal, se deixario ficar na Patria,
que os vio nascerl Quem he, que tanto
louva os gloriosos^feitos desses Mandoens,
Manobrioens, ( e tudo quanto acaba ni
oens) de Lisboa? he hora celtbre prega
alfineips, que ne^taCidade se tem torna-
do o Echo do partido delles, que escapan-
do de ser victima dos foguetes constitucio-
naes, deo na as%cira de se fazer babozo no*
.ticiador de Lisboa, da Elbiopia, China, e
se mais mundo houvera la chegara que
presta sua caza para discuasoens de ranco-
za poltica baibeiral, que sempve achaa-
brigo as casas, em que eiitrio mais moscas,
que homens e que finalmente anda por
Botequins, lojas, Pracas, Trapixes, fa-
zendo a triste figura de hum Apstol- de
banro; ora Shr......dou Ihe de conse-
Iho, que cuide na sua vida, na sua casa, e
nos trocoa da sua gaveta ; nio se ira-
porte com Politica, que Vmc nio oi
criado para ella. Ai Espere l Snr. J....,
lerabw-me outro cttselho mais liberal,
pegue Vmc. era huma maricbeia de tro-
ros. m.taa na algibeira pespegue-s em
Lisboa; represente ao conspi governo
os sers relevantissimos servicos, e com
quatro documentos mais do quanto Vmc.
tero pallado dos jantores,' dos vivas, e
Kiimbaias. que tem feito, pelas mais partes,
qiie em Vmc. concorrem ; eu Ihe prome-
to que pelo menos pesca a provedoria do
seoConselho para onde Vmc hii com
hom Diploma muilo-cumplido exercrr
hum poder maior, que o da hum extinto
Capitio-mor.
Perd: 5nr. J....., se asquentar nio
venha coro osj seos torremos liberaes do
costume.
O Pitada.
WP^ O abaiio assignado previno ? todat
as Autoridades policiaes desde os Srs. Pre-
feitos, at o ultimo de seos subordinados de
todas as Comarcas dsta Provincia, e por
igual a todas Autoridades policiaes d*s de
mais Provincias do Imperio, que Ihe furto
rio desla Cidade do Red fe no da 29 de
Mao do currente^mno um seo escravo
moleque de nome Silvestre o qual teri l4
annos de idade pouco mais ou menos, crio
lo cor nio muito preta sera marca algonia
visivel, bouita figura, na ra um tanto afil-
iado, olhos grandes, bem feito de p'ze
miot, peito um pouco alto, franzino do
corpo, com bastante vvteidade, e iigeiro
no andar. Igual reromendacio faz a todos
os Suts. Commarielantes e mestres.d'Em-
barcacoens que sabirem' deste porto, e
mesmo aos quesshirem d'outro qualquer
porto do Imperio, e a todos os referidos
i oga o annunciarite que hajio 'aprehender
o dito escravo ; e qualquer que o fizer se
fur Autoridade queira por amor da Justi-
ca, e comprimento da Le proceder as de-
ligencias que a mes na Lei liie incumbo em
rasio deseo Emprego de maneira que pos-
sa ao menos ebegar a noticia do annnnc<>n-
te onde e em que circunstancia se acha o
mencionado seo esrravo; e te for pessoa
particular, que Ihe o aprsenle ou o man-
de apresentar, ou de outra qualquer for-
ma s torne a haver a s o seo escravo receher a
gralificacio de 50$ rei>; piotestaodo des-
de j nao proceder em Juizo, nem fera
delle contra o autor e seos cmplices do
furto era questio: porem ao contrario u-
zar de todo o seo direito aiim de fa-er re-
cibir o i igor da lei contra aquelle ou aquel*
les que p.ir qualquer titulo estejo de pos-
se de&te seo escravo.
Manoel Ferreira d'Almeida.

%ry O abaixo assignado faz sciente ao
re-speitavel publico que ninguem foca ne-
gocio com Verisi-imo Joz Rodrigues, era
uma escrata por nome Delfina e tres cn-
np.rser e-ta furtada por A. D. C. no
dia iO de Marco de i83a, e protesta con-
tra todo qualquer que fizer negocio com o
dito Veiis imo.
t
Maooel das Merc.es.
4
?jrjr* Ura Brarileiro de bia conducta ,
que sabe bem 1er, escrever e contar,
illerece sb paia en.- ts Prs^a, e promete ser a-ssduo no s?u
cargo quem d/lle se quizei sefvir anun-
cie.
yOT Lembra-e ao Sr% J. P. B. de
M. queira mandar pagar os rros que
comprou em Marco de i835 ; com que se
livrar da repetcio de.-te em maior indi-
viduacio.
jrjP- Precita-se de 200$ rs. a premio
de a por cento por tempo de um auno e
se hypotbera liria escravo ; quem quizer
anuncie.
V^ Preci/a-se de um preto que st-ja
bom trabalhador de maceira; e paga-se
bom jornal uma vez que seja perito : na
Pa laria da ra Drrita D. 33.
jrjr Dase 200$ is. a juros de 2 por
cento ao me. sobre hypoieca era ouro
u pata ou mesnjo boas firmas quera
os quiser anuncie.
jqp Preciza-se de um Padeiro bom e
trabalhador para substituir o lugar d'ou-
tro que nio se quer sujeitar ao servi^
diario, anuncie.
para G. N. por preco commod, quem
a quizer anuncie a sua caza para ser pro-
curado e se fazer negocio.
ajen- Ura sobradinho na ra do Bom
fim em Olinda, cujo se acha hip flecado
ao cofre dos Orfos quem o quizer en-
tregar-sp-h livre e desembaracado : la-
lem era Olinda ra de S. Beato soba Jo
D. 45.
tW Um fardamento para G. N. em
bom tstado e que serve para grandes pa-
radas ou alguma pe'-soa separada : na
ra da" aguas verdes hindo pelo pateo de
S. Pedro segunda casa.das Bemavuutu-
ranea *
NAVIOS A CARGA.
Para Loanda.
Segu viag-m no da 28 docorrente o
Brgoe Matildes, e recebe a malla uo dia
antecedente as oto horas da noite.
Para Hamburgo.
jqn Carregar o Bi igue Dinamarqus
Theiese, e os consignatarios Latlk^n* &
Comp. aceitio a frete assucars, algodio e
couros.
Para o Maranhio
la Segu viagem coro moita brevida-
de o bem conhecido Bergantim' Feliz Dea-
lino: quem no mesmo quiser carregar, ou
ir de pas-agemdirija-sea ra da JCruz ar-
mazem de Rozas # Irmio,
COMPRAS,
Umrefecom o seu traca do,-que esteja
em bom estado.* na roa Direia venda que
foi de Jo/e da Penha, ousnnuncie.
fcnj" Ura Diccionario Ioglez por Anto-
nio Viera, anda que seja usado: em O-
lnda casa defronte d Ribeira, oo amura-
ci.
VB' Gompra-se, e paga-se bem, uma
negra mossa, bera parecida, tem vicios
ero*'baques e que saib.< coser e engomar
perleramente: no beco de Joaquim Joze
de Veraa sobrado novo de um andar.
VENDAS.
Listas dos Bilhetes premiados
hontetn ( i.dia) na Lotera:
nelta Typcgrafia, ra das Cru-
zes casa pegada a do Thezoureiro
da nicsma Lotera ; na Praca da
Unio loja de livros n. 37 e 38 ;
na ra do Gollegio Botica D. 5,
e em Olinda ra do Bomflm n. 1.
IQP Um escravo cabra pinp'rio para
qualqu 12.
\fW Uma barretina funilada, e era
bom estado para G. N., e por piteo com-
molo: neata Typogialia se dir quera a
t m.
U** Uma escrava de boa Bgura, cose
eogima, (u lavariuto, e borda de susto:
n> ra do palacete ultima c-isa do lado di-
reito, das 6 as 8 horas da manbi,
jr^T Ura escravo |oabra de 20 annos,
sem achaques algu, e bastante abilido-
zo para lodo o sei vico! a fallar com o seo
rubor Joze Joaquim lime-vides na ra da
Aurora debaix>do|s< brado de D.Mari ri-
a, ou Je coslumioassistir ertaiiejos.
jrjjjp 200C peixes grandes eseceos yin-
dos da liba de Femando : na ra do Roza-
rio D. 1.
Je l'.ftft iinnta. de Bai : na roa Nn-
va 9.
XV Uma barretina em bom estado
Meios bilhetes da Lotera que est
corten lo: Na Pr^c-i da Independen id loji
deljiros N. 37 e38.
PERDAS.
No dia.Qosria fera ao do mt rente per-
deu-se quatio sedulas de 10$ re> cada u-
ma, do F re do Mal tos at a Matiiz de
Santo Antouio: a pessoa que as ai bou
tendo remorco> de con>cia, e as queira res-
tituir pode entregar na venda de Manoel
Fereir Fialbo na ra do Cebo D. i2, e
tora 10$ res de adiado.
jr^a> Pti-deu.se, ou finta lio da mi de
um negro, um livro de recibos pequeo,
no dia 26 Jo rorrente desde o beco do ca-
pira at a Alfand'-ga : quemo tver.achado
ou a quera' for offei ecido, queira por obze-
quio leva-lo, na ra do Queimado loja D.
i3.
19* Perdeu-ie uma carteira com vari-
os papis eduas Facturas que fasem bastan-
te falta: quem a tiverechado eqiii-.ee res-
tituir-la o poder faser noarmaaem de An-
tonio Joaquim perera a Guimaraens Fer-
reira, que sei gratificado.
Taboai das mares eheuu no Pono de
. Ternambuco,
12 Segunda i -
i3T:
4 5-Qt
- 16S:
i1 S:
18 -D:
3
& -
o
a
4h. 30 m
5 18 .
6 6 *
6-54 -
7-4
8-30
0-18
tMiin,
a
NOTICIAS MARTIMAS.
&
Navio entrado no dia j5.
LISBOA ; 48 das, 15. Esc. Anna e Ma-
r:a, Cap. Doming< s Francisco da Silva:
v ros gneros; Bento Joze Alves. Ton.
16O.
Di28r
LIVVERPOOL 49 dias.; B. I.ic Tho-
m s. Cap. Tuqmas Qapp : maqteiga :
L.rabitree4 Comp. 'foq. 3>.
Saludos no dia 25.
R. DE JANEIRO; B. Sueco Mom y, C.
H. N. Hauberg : varios genero*.
TRIESTE; R. In. Carolina, Cap.Joio
Vaiio: assucf r e algodio.
Dia 30.
. RIO G. DO SUL ; B. Esc Matules,
Cap.JoioIgnacio Ferreira: varios geue-
ros.
BUENOS: A Y RES; B. Ing. Mary, Cap.,
William Lampor: lastro.
ERRATA.
No Diirio de hontem na qnarta pagina,
no ultimo aviso particular, da'Sociedad
dos bilhetes, em lugar de N. 168 leia-so
N. 1.688.
Fe-Ral. KA. TlP., D^ M. F. DE FaRi\ 1836.


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