Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05704


This item is only available as the following downloads:


Full Text
..V*. IM
i
f.-D .
!..
ANNO >K 1836. SEXTA' FJ t

99 OE JUUIO N. 157.
. .,
1.1
. i
i '' ;
'i .
DAS t)K BS.MANA.
XSKSSC
PcriAmiivco, h T*e. ni M. F. dfc F*ni*. IKS3
-ir

..
.a R -j-irta 8. SUrlnha Aild. do Juz. do Vr.e
m.Toiie fcfes. \ '.i'a.iaru- >' .lenoulmo E.scs-. daTI'"-- P- 9r cn
.,-. 1 h. c lO.iren. dat. .
"1 Unmt Pratr.fcs V. IteL-dcfa. a.td. do .1. C. da ni. e Cl.anc. de -.
... -exta >'. M.nU.Magd4l:.f. da 1 li. P. aud-
do -l.d rSabadojcj. Apolinar!- Hel. de ai. e uf
do V. G. .le-t. em ojm.u. .-* n
lomifjffn S. Cristina '.. M. ;
* ''_________ '"'"' '.i ''

1
Tcdoae;or."id< nde e nos rh.'uo' fla n.:'-*>ni
dfnc. moderac/lo. e. rncfs.ix .ontiiiuc-ii'o. ioji
principiadlo.) aermo ."i>;if-ido com a-..i.'i.a-
cao entre Nacoes tnais cultas.
Proclamnet ia Jmmblta Gtrnl .<. Jiro::.
II c' t .
Sulicreve-se a 1000 rg.'tensaos pairo adiantadna
neat T>.p')Krafia, ra das Cruzei I. S, t na'Pra
i^trfa ttidepemiearia S. :i) v 3S ; ou(to-e aeceliwy,
correspondencia* TjrafiVaiai!'. < anntnflnoKi inserin-
do se c-sre* (ralis trido rioi. |>ropiion asfipiiaiurs.
r vind astnado*.
(Aili'.. '
/alta 82.
I

JL/Opdrcf fl Dfi Sfc > n i., ; '. [ prata a M por
lo (te premio 1
LkImmi65 or i\ pnmi'd,$ot ateta), Mam.
Franca | aor tinoco
RO qe Jan, 'fi :.!"'
al tttal de o,.:k: :: ..V'U UJ.VflQ
iwj i...:;<;;a >.,.
P. ,< ;. ; i
Prtfnifo da r*w SI h <.
da- lettras, por inejf 1 2p
Cobrla por Sent de Befclitd '
2 por oo
!"HTii)A nes CoitiysiOS.
OMlda'. T. H/.s'-i ili'-**-taco dia.
Ooi uiii, ,s!H.iintra. Paraiba, l'jjla d'i Conde. 151 m
p%, '. ir, Hea. de S 1*p> Brju d'Areia,
Kaiiiha, Pdnjbal; Nw.'. -.'.. ara.'l Id .' lo Natal;
i tiatmialia, c Notaba P*rtneza,. Ctdada
ii.i Kortiilc.ia, Viila>>do tquirc, Moote.uior novo,
ivel.'CaninR, Grama, Itnperatrt,
S. Bernardo, S. Jo3o 4oflPVctp** bbrar, Korad'
.!.'i, |. o, S. Matheaa, Kt-artiodo aapia, S.
iio d.Jardim, Quexeramobini. e Parnahibaj
..,......-., ai; pido da p?ir va
PaiWfta. SiMi AnlSoTrtaaa'twquintal feiraaaa
gieo da. iiarantiiiii-, e Bonito no dia< l e 24
d,: < Ada ii'i'.z no me'n da Plora'no dia ISde
cada Inca ao m'ow' Cabo. Sernbaem* Hio For*
noato, e Torto Calvo-nos das \. Ileil dcada
ii" __________ ._________,___.__,
PARTE OFFICIALo
RIO DE JANEIRO.
A6SEMBU GEHA LEGlPLATlTA,
GABARi DOS-BEHADOIllsa
Sessfio Je i9 deMaift.
Presidciiciy do Sr. Beato Barroso Pereira.
A'tiordo sio, aclia-se na t.ala nu-
ier sufficietite do Senadore, o Presi-
dente declara aberta a sesi, l-^e e Jif>
nroYa-$ a ca da anterior.
01- Secretario d cunta do expedi-
ente.
Ordemdo dia.
Entra em discu86 o vpqnerimento do
gnr. Paula Soura, offeierido na tessa
*eiitfiir, vetativo que a Corr.mi-sa
encarre^ada da tevisao do Cdigo do
Processo oseja igualaiente di- (erno Co-
t go Penal as a!lerce
rik-ntes, ele: lu apjjrovado.
'Feudo lugar'a-nova' discuasaS dafnien-
da do Sflr. Paula e S-.oza, ofTcrecida na
t-Sit anterior,' Tesoluga relativa s
prcniofes no Corpo de Engenheiros. He
pprotada ; e a final a esoldla assiai
emendada, indo a Com. de redaccaS a fin
de enviar nutra Cmara.
Entin em djs<-us.is5. e sao anprovados
ot nefeceres da uiesa sobra a publicuci
desdirio.
Entra em primejrs discussaS aaeguinle
reoluca: l
* A Aasemblea Gcral Legisla liva resol
ve: .' ,
r Art. i. OGoverno tira autonsaco.a
Conferir a insignia de Cavalleit;o dOr-
dert Imperial de Cruieiro, a Lourcco
Jtjvtiniano Jardim, Commandante da Bar-
ca Mara Adelaide ; expeflindo-segralis o
rompiente diploma, c declarndose ser
huir' leMetnnnho de agradecimento bacic-
nal, por ser o agraciado o primeiro enga-
jador; que un maior escala importou bra-
cos livres no Brazil. .
Art. ?.. Fica sem vigar a.Legi-Iaca
em rontrario.
Pa 1335.Conde de Lagrs.
O SnT. Vergneivo^i impugna a resoln-
cao, fundado e.q que nao sabe se str
conveniente abrir-se hum tal exemplo,
elem de entrar em duvida se n Assemb'ea
pode f^er taes gracas, por julgar com-
petir i sfl o Poder RaeaulifO, no que por
,., J0 o^frn. nt1 a* -* ""' '"',':l-
,a5 oppoituna j'qut ae o Gokiuo enr
tender que tal individuo be digno de !-
gttaa coriideravaO, ele propor Afsein-
blea oque julgar. conveniente.
O Sur. Saturnino comba e aa epinioes
do antecedente orador,, o faz ver que a
Assemblea nao vai conceder j:rac;is, qtie-n
as concede he o Poder Execwiivo na fa-
'.endo a Asseipblea outra coiihm tiais que
cuspendpr execuc^ deburnalei, qualJ
daA atlribnices da Regencia, pela qual
lora coa reta do ao Poder Excutivo ronee-
der ,r"ndecorace, e'c, nao sendo io
aU? couva nova, porque ja o anno paa---
a'do tli poito em pralira.pela Assemblea
Gura] a re"|)(iio de um dos njC'roada Re.-,
gencia Permanente.
O Sr. Ccnde de Lapes reforca as deas
do o\ .Sstuii'.nio', sustenta a rfsulucao
deque he aulor.
A resol uta H s.; por disco! Ma, e pos-
Ut a votos nao be approvtida pata paasax
a eeg'-nda di-cus ao.
C crit-nua a pi ioieira dyrfurapS diada
na s> ss5 de i 4 de'Outubro do noo;wis-
sado, Gm dse pedirem iulorira Gerno d re.s^luco da outra Canjpr*,
que declara de ver ser reintegrado no pos-
to de Capi'o de Mar e Guerra, Mfltwrtl
Wetcb..
O Sr. Paula Snnza manda mesa ,ore*
tilinte: Reqneito (m op*occto vcalie
h Cunmibsao para Teiligir-ii i emeMos-,
de modo que fique huma nlwpmleeq
da le;, como nudid >gerarl,i leudo- em
cousidera^o a iiypolhese de qiH s r tra-
ta.
le apoiado e entra em disrtis-o coi-
jun 't3 roen te Dwta h heiulnca/i* e dada a
materia por d^ciiti*, posli O H^oluffiel
votos, v.nce-se que ei pt?e >*u::da
discus o, eo requoitinentu u5oie ppto-
va lo.
'J'em lugar a rcgn.nda di res o lucio o Sm Panla $ a seguiule emenda :. So tompr bwd -
da>tia eanepefo do ish i'A- da M "ela ,
te.lus : QtScwas de M&Hlba, mn, an-
da que uo corobaUiro ; asanaie (pdaiw
orti (.eivipo tm utio p'.i"t aver cojn!a^ .
Salva, a -edaccSo.
H-apoiada, b entra em dicu so.
Dan:l ce-s* que a resolrjeio palaoall'aH dia-
O, efica a emenda |)r<
Coniioua asegunda disou-9<<> dn io-
lurJt viuda da outia Gamata, (|ogj-
ni-a-e Secreta j, (Jontadoria o--TI m.u
rana da Cmara Municipal daf>f*', -
diada na wfl de tO do porrete, em que
foi remtttid.t 4*Coqlnafcafiea de l'a/euda
e Legislarlo para interpor o seu ><-<
e o parecer pelas mesmas Caaaause5ea da-
do. *
I Fica seto objeccao approva-ia etn todoa
osseus aJtigOJ:. l ruara. ,
Tena i. dsciis>5c> e paisa pata a a., a
seguate resollido :
A A*emblea Gcral Legislativa resol-
ve j
. a A deOntubio de i834 dofxtensivas a todos
o Ciuiaes da. Engcnbe;ros emii'egador
ata i,Vnmis>0>'8, ou estas sejio Civis, ou
Stt)go Militar'?.
A t. a. Firlo derogadas as lea 8 dis*
p05c,u?,em contrario. .
u Paco da Cmara dos Deputadps, era
i'.) dt Mato de i83 Pf.ro de Araujo
k, l'csiclenlt-. lleruardjo BdMfio
Soarcsde Souza,, 1. Sacetrio.Manotl
Od/Jrico Mer.de-, a. Sdcrttario.
^v.tsrui.i c:e^aiaa bora, o Presidente,
de.Uia a s adiada, dsna p.>ra or-
dem do diao resto da materia dada, e
levanta. sessio pelas duas huras da.l^i de.
CAMBRA DOS DEpoTAUS.
Se,sao de l8de Mato.


PitiSideacia do Sr. Arujo Lilta.
!... 'loras da Diinhl ])rocet!e-se
.-bai: Peputados C lego JW se if-
iiniiM>aa iiumer l^al, o Prettdtnte de-
clara ib ra a aessaS, e lendo-se a acia da
d 'i'.', Ii<: appiovada.
O i. Secretario d couta do expedien-
te.
Ordom do dia.
i 3n-. Paite obtem a pakvra pela or-
den, e vh'va a Camaraj (,ae existigp j..
tu raga muitos projecto sobre refuraiaa
doCodigp. e (jiiceria melboc que lr*taa-
se ante, da se discuircm alguna dearea
.tos, do qutfsfi.pava-.'.e a lWB^f a
.., a i f-l.i.-io o Presiden!'? dc^u
aera aV.dew <:<> Jia; e en/to neaessai-ip
muida a .'. ruca htiifl r.-q..rimenlo o al
respeito. Que he pw .oneiuen:-.1 >\^
se .'': f n ordem Um di* a diJOjasia.de
pr tefeavia, quer de pcj toi, iqjl
^.(^M. i do Governo .sobet **<> o'.j.v-
OS-.i. H^OflWJj d r.z--ti !" i
uiess:.hi:tii qu( pan <1>'V "' :"
drie at;a au0/%*do paM ,9""--'" |
arC'nwo^o doC'. ig gesnt: iu ivifi ojqu" Uio.n'.meadea \ >
ra esna Conimiedo em i835, ele.
/'j'.' reqnt uiornt.) neapAado, edisru-
!lJo, e pi lio volac.iO, !iA I
He lidio eapoiado htsmTiq>
do Snr. Pai Pahn para que lll,'a
ordem do art t discysso de preta
ojectos existentes r casa acercado
Bodigo do proceasocrim nal, oque o pro-
i^cto preferida entre inmediatamente na
ot- em dos tralalbus, eacusada assim a (iam.
lt*mbr..d pelo Senado para o inesmonm,
etc.
Est requerimento, depoisde discutido,
he apprrado eol. Secr-tario declara
aCtm^rOi que assim o connnuuicara a
Senado.
P.ocede se eleicio da Commisso para
o rodig'i docojiimercio, e depois de a
c.i)trem7j sedulas, .alnm cleitos os Sr.-.
Amaral <~ui: 1 com 50 votos, Souza O-
lixtira a6, e Se*a Warlinis a.
O Sin. So.ua !VJ..jj!!s allega ^uecoiu
esta hequarta Cururu/s-ia para que h
nomeado i e que nao de ejando esquicc
se adservico ia .Casa, tem com tudo a
ponderar,'que he daOum. oo Ocamen-
lo, Goui. muito t;.l)lhoaj que aiem des-
la'Con. lambem pe teme as Assemb.
Prf., pndetem d'exmj a'r (altes ma-
la de qiatr'ocent|S li-, e que as-t'm btfen*
do na Casa njujlos njemhro insli Uidos ti r
itjateiia de que a Coni. te de tratar,
pi'deaev diip i-ado da mtsm'a Com.
Consulta a Camaia, decida que o Sr'.m
Soum Mai.tins de?eser dispnsalo. .
Em lugar do ll'uslre Djpulado,'he no-
meado p'eloSr. Presidente para membro
da Com. o Snr. V .onde de G< jna.
Entra em diacuaVajJ resotcafi fob e
a prelenCttO $ Looreiico Antonio do Re-
g, s Emenda apoiaaa do Sr. \isnda
O Sr. Fcrnandesda SUreira, observl-
do MU'-,ja dar o aeu *otp sub'e esta mate-
ra de man iraft|iie a.N*c5 nao *' p-a-
adteada, remette me-a o segu ole re-
qttcrimeuto : ^
r Bf:.|uc'.' (pie so pec5 ao (jn.verno
Cp-'as das u'Siru crs d^das ao Manjuez
do Haranhao', qundo o Cotr.mar.dnte das
horcas de Mar, eouUa ai P" togezas ;
a-Iui c.mo a te posta dada pelo ei.-Mi-
ti. Marit.ha, Maiqmz dePaisi-a-
,. BjjPrqQwadoi: a Corva eFasenda,
duvidas de sciem s emWcacea
hendidas, conaidea|>fa.i
b a* pjcezay .Hlijt.io se o projecto eoftts-
D -i>, ate q 12 cheguem taes documenles,
quo a6 daai'o de i 1 tniir os uiembros
da casa a iu-tKa, o i de Ul pte-
.5. S.U- a redacj.iq, etc.
Hpoi.da, e. eriti.a .difctisaao.
Sr. 5>uita Sls'i :'i- dedaia ,.! os esiaUm nos autos
.'". na
les da Silvetra ftislenta
irifli oto, kdojieopiniaque
1 [),,->a, estm
para dar o seu voto
cimeoto de c*u a. 1 p-:de
.lea esiljuciajciUoi.
J



/

DIARIO D ES NA M BU t O.
Julgado discutido o wquerimento, he
olerecido i votaca, e approvado. r ica
por consequenctajadiado esle negocio.
O pfimeiro Secretario declara que, co-
mo exist-m na casa esses papis, escotado
he pedi-los ao Coverno.
Entra era discussa o projecto vindo do
Secrenado o anno pasado, sobre aa attri-
bures doa Commandantes de Armas, que
sera aubordioadoa aos Presidentes daa
Provincias: ...
O Sr. Seara pede o adiamento da dis-
ussa para o fim de se convidar a asistir
a ella o Sr. MinislroMa Guerra, era con-
sequeacia do oegocio Mr puramente mi-
litar. ...
He anotado este adiamento, e depois da
discutida, he approvado.
Entra era discussa outra nsoluca, 'in-
da tambem do Senado, que autorisa os
Presidentes das Provincias a chamarem
para as suas immediatas ordena dous ofli-
ciaesata patente de Capita, etc.
O Sr. Vianna diz que se a outra resolu-
ca ficou adiada, esta tambem deve ficar
pelos roesmos motivos,^
O Sr. Rodrigues Torres oppe-se a es-
ta resoluca, e mostra que ella nao he ne-
cesseria, e que dessa despea que ae vai a-
gora atrtorisar eom semelhante resoluca,
n.-seide tirar nenhurn resultado be
nefico; que isto nao he mais que hum
raeio de empregar maior numero de ofli-
ciaes, e gastarnos mais dinheiro, e Ihe
parece por tanto, que o artigo i.* de ye
ser regeitado.
Dada por discutida materia, o artigo
i .be regeitado, eosoutros da resoluca
ficWpor eon.-equencia prrjudioados.
Entra era discussad a seguinte resoluca:
A Aasembla Geral Legislativa resol-
Te:
Art. i.* Nao ser admittida em Ju-
itoaccs algnma sobre fiaca, que nao
lenha sido leeonhecida pelo supposto pai,
eni escriptura publica ou te-lamento.
Art. a'.4 Fica revogadas todas as dis-
posces-em contrario.
k Paco da'Cmara dos Deputados, a3
de Mai#deW55. Paim.
OSr. Sbuza e Oveira ouerece huma
emenda p*ra que em lugar deResobre
te diga Decreta.
Aonunciando-aea ohegada do Sr. Mi-
nistro daMaiinJia, be introdozido na sala
comas formalidades do estilo, toma as-
sent a esquerda do 4.* Societario, e em
sua presenca tem lugar a -primeira dhtus-
ss do projecto de lei relativo s piorno-
xes no corpo da armada.
OSr. Ministro nao negando, antes le-
conhecendoa necessidade de huma seme-
lhante medida, c<>m tudo declara desear
que seja o projecto raais meditado. Diz
que pretende apreaentar huma proposta t
ust respeito, e todava vacdlaalguma cou-
ea quanto s primeias escolhas da nossa
olficialidade, da qual depende as ulterio-
res escolhas para o tomn ando dos navios,
eujas escolhas bera meditadas devem ser,
poique huma.Marinha roal commtnriaria
a sirve de desdouro Naca Depois de
mais algumas leflexes, observa que,
aendonecebSaiioqueosOfficiaes de Maii-
nha se. exerciten continuamer te, este
fim se consegue ha vendo hum numero
muito maior deofliciaes do qoe 08 neces-
sarios para as einbarracoea que podemos
armar, f podendo dar-se es.se grande nu-
meiodeOmciaes quando tivermos huma
grande Marinha. Em conseqoencia dea-
taobservares, lembra que seja devolti-
do-pi'ujecto Commissa de Marinha e
Guerra, onde pode ber. 00vido tanto elle
Sr. Ministro, como o ilustre autor da
proposta, boje pr O Sr. Rodrigues Torres pesar de
Tcconbecer que o Sr. Ministro, nao con-
cordando eom todos os artigos do proje-
cto, deve apreseotar sa raodifieaces que
julga conveniente, cora tudo accede 0-
pinia de ser o projecto devolvido Com-
uiissao na furnu pedida. Fax algumas ob-
servacoes acerca das proraoces dos Offici-
es da armada que julga nao seren veda-
das p>r !" Concorda com o Sr. Mini*-
tloo.oe "5 podem baver habis nfficiaes
fe Marinha sera que tenha applicaca
propna para este fim ; e por isso admira-j
t que se eropiegue oflii iaes da armada eui ]
fctereometras das Alfandegai; ignorando
qoe seja escola para se aprender* a difficil
profissaS da armada o exercicio de medir
pipas egarrafes 5 a mais hade estranbar
ase comportamento quiHdo se eroprega
nesse exercicio huns dos mais esperanco-
sosofficiaes da armads.
OSr. Castro e Silva responde a esta
censura, queem ere pregar-se hum ofici-
al da armada nesse exercicio de stereome-
tria ni ha in 1'racca de lei ; e se nistO se
commetteu falta, esta recalara sobr*e a re-
partica de Marinha Julga que eensuravel
seria o Ministro que, no-concurso a qneae
proeedeu para preencher o lugar de ste-
reometra, aeadmittissem pessoaa n. ha-
bilitadas.
O Sr. Torres declara nao ter censura-
do o Sr. Ministro de violceo de lei, mas
de violceo do bom senso, por empregar-se
nff se era prego hum Official de Maiinba
de grandes esperarlas na sut prefissa.
Tambem ignora- se esta nomeacaS foi feita
no tempo do actual Sr. Ministro da Mari-
nha para facer sobre elle recahir esta cen-
sura. Em seguida manda mesa o se-
guinte requerimento : Que o projecto
seja remedido Commissa respectiva
para que o mesmo Sr. Ministro da Mu i
nha aprsente Commissa as modificac-
es pela maneira conveniente. He apoia-
do.
OSr. Castro Castroe Silva ainda falla
defndendo a nomeaca que hoove de hum
Official de Marinha para stereometra', por-
que falta de bom senso teria o Ministro se
no lugar de stereometra, que he dado por
concurso, nao houvesse de preferir aquel-
lo qoe os examinadores julga mais hbil;
e muito menos falta de bom seoso ha qui-
do ha boma lei que concede ao Governo
dar liecnca aos OfHciaes que nao forem
precisos para o ser vico.
OSr. Galmon julga que, se da parte
doiSr. Ministro d Fazenda nao hoove
falta de hom senso, houve-a da do Sr.
Ministrada Marinha em julgar disponi-
vel a esse Official de Marinha, moco de
esperances, qusndo todos dizem qu ha
falta de Officiaes de Marinha. Julga po-
rm que nao haver falta de bom senso da
parte da Cmara, quanto ao requerimento
feitoda paite do Sr. Ministro, e do Ilus-
tre autor da pioposta, que tem voto moi
valioso de conht cimentos praiicos da ma-
teria, eque tal requtrimento espara ser
approvado.
He approvado o requerimento, e por
consequenna fica.a materia adiada^ para
se devolver o projecto Commissa. O
Sr. Ministro retira-se com as raesmas for-
malidades com que entrara.
Continua a discussa adiada. OSr. Pa
m far algumas refl'Xea, e termina vo-
tando pela emenda; julgando-se discutida
a emenda he approvada. Entra por con-
sequenna a re oluca convertida era de-
creto era primeiradiscussa.
( Continuar-sep .)
PERNABMUCO.
GOVERNO DA PR0VIHC1A.
Expediento do dia 20.
a
OFF ICIOS. 1
No Juiz doCivel Joro Joaquim Gem'ni-
anno de Vloraes Navarro, nome Earapiesidiro andamento das rodas da
uteria do Seminario de Onda que deve
correr no dia 26 do presente anno.
Ao Coramandandante Supeiior da
Guarda Nacional do Municipio' do Recife
para mandar dispensar do servico a Mano-
el Antonio de Sonta Guarda da 3. Com-
pan do 2.* Brttalhr, por assim o requi-
sitar o Administrador Fiscal das Obias
Publicas onde he Empregado.
A Command oii Superior da G.
Nacional de Goianna en*iando-lhe um of.
ficiodo Administrador do Correio 'desta
Cidade. afim de que informe sobre o seo
conteudo. (^
Dia aOi
PORTARA.
Ao Inspector Geral das Obras Publicas,
para entender-se com Inspector da AI-
i.md*ga e faier o orcamento de todas as
obras quenecesiitar a caza d'aquella Re-
partido.
Ao mesra para fazer consertar o
Quarlel do BataJhs 7/ de Caladores de
i. Linha.
C O Presidente da Provincia a quem
constou qoe nis officinas do Arsenal de
Guerra, e particularmente naide Csrpinas
nao reina aquella ordem, descjplina que
convem ero EsUbelecimentos aemelhantes,
para adUntaroento, e peifeica dos tra-
balhos, faltando os Officiss roesmo os
AprendUes o respeitoobadiencia que de-
vem sos respectivos Mestres ; ordena que
o Sr. Director eumpriodo com o qoe he
de seo dever faca desaparecer essa falta de
ordem, pnnindo com suspensa, ou mes-
mo demissa do Servico os seoa pertu ba-
dores, erestabeleca a obediencia, e subor-
dinaca conveniente, e ndespensavel dos
Aprendizes para seos Mestres, e destes pa-
ra os seos Superiores.
Palacio do Governo de Pernambuco af>
de Julhode i836.Cavalcanti.
(Contnuar-se-.)
DIVERSAS REPARTiqOENS.
CAMARl MUNICIPAL DO RkCIFB.
SessaS odinaria do dia 11 dcJulho
de 1836.
Presidencia do Snr. Silva.
Comparecern os'Srs. Gusmio, Pessoa,
Samp-iyo, Souza, Mamede, faltando com
causa o Snr. Mena e Castro.
Aberta a Sesslo e ida a acta da antece-
pente foi Sancionada por estar conforme.
O Secretario dando corita do expedien-
to mencionou os seguintesofficios :
Hnm do Eim. Prezidente remetiendo
as LeisProvinciaesden.#ai a n." 34 : in-
teirado.
Outro do mesmo Exm. Presidente re-
metiendo o exemplir da Lei do Orcamen-
to Provincial do anno, que tem de decor-
rer do t .* de Julho de 1836 10 ultimo de
Julhode 1837, recommeridando deligen-
cia, eexaclida na arrecadaca das rendas
de que trata o 3.* do Art. 8. da citada
Lei. Eqne dar, ao Governo, parte de
quanto produzr estas' imposicesale o fim
de Dezembro deste anno\ a respeito do
qualoSr. Venador Joze Machado Freir
Pereira da Suva, aprezentou a seguinte
Postura addicional: As Boceteiras, e Mas-
catea, para poderem li vi emente vender
neste Municipio, tendo de pagar em vir-
tudb da Lei Fiovincial de 8 de Junho do
correte em o descurso do presente anno
finanreiro a renda Municipal de 2,000 ;
deverater, e trazer dentro do praio de
um me?, depois da publicaca di prezen-
te Postura, o respectivo conhecimento, q*
ser 1 ubricado pelo Prezidente, e asigna-
do pelo Secretario, e o Procurador, sen-
do dado independentemente de emolumen-
to algum. Os contraventores, que n,
satisfuerem dita lenda, sera compelimos
pelo seo pagamento, e de mais multados
na quantia de 1,000, paga tanto esta, co-
mo a da renda da Cadeia ; depois de des-
cutida foi approvada ; e a Cmara detei-
rainou, que se officiasse ao Exm. Presi-
dente inclusa a mencionada Postura.
Outro do Fiscal do Bairro do Recife,
participando nao haver o Medico da Sa*
ude comparecido no dia stxta (ira i.do
coi rente Julho, para fazer a correica d
Saude, tendo elle estado a esperar X hu-
ma hora da tarde no lugar cogtumado :
que se ofliciasse ao Medico da Saude.
Outro do mesmo Fiscal, participando
que tendo mandado examinar por dois pe-
ritos, no da a9 de Janeiro do anuo paga-
do, umacaxa de 11. 7O, no Baino do
Recife extremamente arruinada, pe ten-
cente ao Collegio dos O fas ; e marcando
15 dias para ser demolida, segundo o seo
extado ruinoso, Gndara se estes, semque
a AdininistracoS Hn dito Coegie, CCH*-
pri-se o que determina va o termo i av&ta
do que passou immediatamente a entrega;
o dito Termo ao Procurador da Cmara,
tanto por exigir a multa de tacs nfraeces,
como para mandar demolir a referida casa,
acostado Proprietario, como determina
o a. do Tit. 8/ das Posturas, e que ten-
do decorrido quas.e anno e meio aida es-
teja dita cata em p, era gravsimo peri-
go do Publico deliberou a Cmara que o
Procurador procedesse na forma daa Pos-
turas.
Mandou-se passar mandado da quantia
de 7,580 ao Escriva dota Cidade Joze
Francisco do Reg Rangel* importe daa
cusas do Processo de Denuncia, que contra
esta Comer, deo o Promotor Publico.
O parecer da Commissa sobro os rc-
quenmentoa de Francisco Ignacio de Atiy-
de, e Francisco Caetano Pereira Guima-
raens: foi adiado.
Foi lido, e descutido 0 requerimento
de Innocencio Xavier Vianna, em que
edia ser prvido no lugar de Secretario
nterpreteda Saude do Porto : o Sr. Pre-
zidente largando a Cadeira, propoz :
que em quanto nao informasse o Sr. Pro-
vedor da Saude o requerimento do Sup-
plicante houvesse a Cmara de nomear in-
terinamente para exereerdto logar a In-
nocencio Xavier Vianna, coja proposta
foi approvada.
Despachara-se alguna requerimento*,
ep r ser dada a hora alevantou-se a ses-a,
e mandara passar a presente em que as-
signara. Eu Fulgencio Infante de Al-
buquei que Mello o escrevi. Silva Pro
Prezidente, Gosma, Mamede, Pessoa,
Souia, e Sampaio.
f HESOXJRARIA DA PROVINCIA.
O Inspector da Thzouiaria da Faaenda
I tendoem vikta o Officio do Sor. Thezou-
reirodo Sello dos papis de 2 do corrente
l em qoe pai ticipa haver huma grande qua-
dadede Bilhetrt da'Lotera a Sellar, e a
impossibilidade de pr-se verbas era cada
hum dllea: responde ao mesmo Snr. The
zoureiro que he suficiente por se no lira
di cada livrode talos huma verba do nu-
mero de Bilhetep, e do sello a alies corres-
pondente pois que devendo os Thesoarei-
ros das Loteras prestarem afinal sua cun-
ta1 na Thesouraria da Fasenda com facili-r
dade se poda conhecer se pagarlo ou nao o
impo to cumpiiro a Lei. > Theaouraria
da Fazenda de Pernambuco i5 de Julho
Je i83G.Joio Goujalvea da Suva.
ALFANDEGA DAS FAZRNDAS.
O Brigue Inglez Lester, vindo da Terra
Nova, Capita J. W. Hayard, eotia-
do em 20 do corrente, consignado a
Liogo Coiksbolt & Cotnp.
j
Manifeslou o seguinte:
2150 Barricas debacalho.
O BrigUe Sueco Naney, vindo de.Cetle,
entrado em aO do 001 rente. Deo%ntra-
da por franqua, e segu para 0 Rio de
Janeiro.
Nada Descarr.regou.
O Brigue.PortuguezS. Manoel, vindo de
Lisboa, entrado em 19 do crrente,
deo entrada por franqua, e segu para
o Rio de Jaoeiio.
Tem a descarregar o seguinte:
xCunhetes com rap.
1 Vaca com cria.
1 Jumento.
a Caixote dinheiro de prata.
6 SacCoscom dito.
1 Caixote com marmelada.
1 Condeca cora &>patos.
a Caixotinhos cora obras de
1 Dito com vidros-
1 Ditto(ignora-seo conteodo)
ARCENAL DE MARtNIM.
O Illm. Sr. Inspector do Arsenal de


DIARIO DE HRNAMBUCO!
3
Marinha manda publicar o srgunte ofR-
cio, que sendo dirigido Manael Remos
de Siqeira, delle nao fora entregue, por
nao morar tiesta Cidade. Era con-
sequencia das Ordenado Exm. Sr. Pres-
dante da Protincia, tenbo de exigir de
Vm. O desmancbar com toda brevidade o
liigue de sua Propriedade, que esta raer*
guihado ea frente do Forte do Maltos ; i n-
timando-lhe, que, se a*sim o nao fizer,
cite Arsenal tomar a aen cargo desmn*
cha-lo a sua cuita, conforme a Ordens do
iDfsmoEsm. Sr. Presiden le. Dos Guar-
de a Vm. Arsenal de Marinha 5 de Ju-
lho de 1836.Antno Pedro de Carva-
Iho, Inspector do Arsenal da Marinha
d'esta Provincia.*Sr. Manoel Ramos de
Sequeira.
. Arsenal de Marinha 20 de Julho de
i836.
Alexandre Rodrigues dos Anjee,
Secretario do Arsenal.
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 145. O al-
godio passou a 8#000 reis.
OBRAS PUBLICAS.
' A Repartilo das Obras Publicas tem
de comprar os gneros se uintes a saber pa-
ra a Allandega das Fazendas sette rentas
cincoente e duas taboas de costadinh de
amarello, de30 palmos de cumplido, ea
de largo; e scenla e tres arrobas de de-
gos de co'stadinho de 6 polegadas de cum-
Grido; e para o concert da Est ra do do
languinho o seguinle : gerenta e sete mil
e quintos lijlos de alvenaria grossa ; mil
oitocentos e cincoenta de ladrilho; mil
sete oentbs 6 cincoenta e cinco alqueires de
cal pieta ; cincoenta e trez canoas d'areia
lavada; qua renta canoas d'areia para en-
tutho ; cento e vinte quatro e mel palmos
decantara bruta suceplivel de lavragem.
Cale material para a Estrada do m*ngu
nho deve ser posto pelo vendedor no lugar
te ponte do mesmo Manguind. As pes-
aoasquequiserem vender os ditos gneros
podem comparecer na salla da Adrainis-
1recio Fiscal da mesma Repartido das 9
horas as 2da tarde, no das 26, I7,e28
do correrte; para traetar dos ajustes e
comprarse a quero por menos Vender.
Administrado Fiscal das Obras Publicas
SI de Julho de i836.
Moura.
...... .
s ni naai ii -------
RIO GRANDE do SVU
, ii
Ameriro Cabral de Mello, Vire-Prezi-
dente da Provincia do Rio Grande de S.
Pedro do Sul. Face saber a todos os seus
Habitantes, que a Assembla Legislativa
Provincial decreto, e tu sancioueia Reso-
luto seguate :
Art. i. Os donos ou administradores
dascasafde negocio da Provincia, que ti-
vercm eaixeiros estrangeiros, pagarn por
cada hum annualmente aOOvJOOO res, as
Boticas, e as casas era que se venderem
por atacado gneros seceos ou raolhados ;
100$000 reis as em que se venderem a
re taino fasendasseccas ; e 20.$000 res, as
tabernas, botequins ou coiufeitorias, on-
de se venda a retalho. A mudanca de ti*
tulo nio sentar do imposto o dono ou ad-
ministrador da casa, huma vez que o in-
dividuo ou individuos sejo empregados no
servico commercial della.
Ar|. a. Serio isentos do imposto os do-
nos ou administradores, logo que elgum
caixeiro estrangeiropassar a ser socio na
negociaco; poretn para aer considerado
tal, dever provar*se:
I. Que tem servido como caixeiro na
Provincia por terapo de seis airaos.
II. Que he maior de vinte e hum annos.
III. Que entrn para a Sociedad; ao
menos com a quarta paite dos fundos, e
que essa quarta chega ou excede a dois con-
los de reis, devendo ueste caso apre.-entar
.ripitjr; pu:!;Ci o tiMtraciu.
IV. Que a Sociedade subsiste*, e nio foi
de forma ahjuma distolvida. *
Alt. 3. N.opagaio o imposto esta-
belecido no Art. i os donos on admnistia-
dores das casas do negocios estrangeiros:
I. Por hum s caixeiro, sendo da sua
prnpria Naci.
II. Petos seus filbos que lhes servil em
de eaixeiros.
III. Pelos eaixeiros brisileiros que tive-
rern.
Art. 4. O imposto de que trata a pre-
sente le, ser arrematado a quero mais
der; e na falta de arrematante,ou nfo con-
vindo o preco da arreraataco, ser arre-
oadado pelos colleotores parcaes, que per-
ceber dez por cento das coimas que ar-
recad.rem.
Ait. 5. O Negociante que fizer algum
contracto simulado para fa.-er passar por
seo socio o caixeiro esrrangeiro, que de
facto o nio for, ser multado na quantia
de hum cont eje reis, pelo Juit de Paz res-
pectivo, decuja deciso baver appellaco
para a Junta de Paz, sem mais recursos; e
na penada quarta parte desta nwilta incor-
rer o caixeiro que a tal contracto simula-
do annur. O producto de taes multas se-
r applicado a criacio dos exposto-, e sua
ce branca ficai a cargo da Cmara Muni-
cipal respectiva. Na falta de meios para
pagara multa, ser o multado condemna-
do a tanto tempo de priso, quanto por ar-
bitros se julgar que precisara para ganha-
la.
Art. 6. Fico derogadas todas as dis-
posices legislativas em contrario.
Mando por tanto a todas as Autoridades
a quemo conhecimento e execucio da re-
ferida lei pertencer, que a cumpio e fa*
cao cumplir to ititeiramente como nella
se conlm. O Secretario interino de6ta
Provincia a faca impiimir, publicare cor
rer. Porto Alegre, a4 de Marco de i836.
Lugar do Sello. Ameiico Cabral de
Mello.
Nesta Secretaria da Presidencia foi pu-
blicada a presente lei om 29 de Marco de
i836\ Jo/.e Luis Vicente da Costa.
Registada a 11. 52 v. do Livro i.*deLeis
e Resolucesda Assembla Legislativa Pro-
vincial. Secretaria doGoverno em Porto
Alegre 25 de Marco de i836.Jo/ de
Miranda eCastio.
(Mensageiro.)
ContinuacSo do Aitgo Litleratura.
2.* poca.
Antonio Ferreira que nasc ra no co-
meco do Secuto 16, veio a morrer quas
nosfins, e anda boje he justamente con-
ciderado por hum Classico >: primeira
ordem. Era hum tempo | em que a mor
parte dos Litteratos anda expriffliio os
seus aensameutos em Hespanbol oa La-
tina Ferreira parece que nio estudra
as Antiguitladrs da Grecia e Roma se
nio para trasfegar ( permilta-se-me a ex-
p res si o ) as bellezas e preciosidades des-
tas para a sua Lingos; e em ver Jade eu-
riquereo-a e aformoseou-a em cus es-
ciiptos immortaes.
Ele compoz obras Drammaticas, E-
pistolas Odes Sonetos, e Eligas, e he
admirvel quer no Cmico, quer no Tr-
gico. A' sua Comeda o 6*/'oo encerra
bellezas preciosas. Na 1.* Scena, por
ex. apparece Bromia fallando no tom fa-
miliar mui proprio da Comedia, e vai
explicando summaria e engracadamente
os caracteres das personagens, que de vera
figurar no Drama.
Como nio entende $ Justica nos Ci-
osos ( diz Bromia ) como non doidos ? Qae
doidos h que i.*. fazena tanto mal.
Na Scena 2.* he ballissima a Paranoma-
sia ou vozes trocadas, com que se ex-
prime Bromia, dizendo o ver entrar
Julio ( o Cioio) w Eilo v?rn coitada can-
sou na raulber, e vira deseanc-arem mim.
Era eutra parte Bromia, pondo-se as
rases com Julio a ver, se Ihedesvanes-
ce o riume diz Oe quantas janellaa tu
vi abertas per essas ras, de todas tu
stispeitas mal ? ( Julio ) Oe todas
(Bromia) E das mulheres honradas,
que vio, ou vem das Igrejas, e da visi-
tas mais h duvida. ( Bromia )
ue
......... j f..
UfiS
Qu
tacos desuasamigas? ( Julio ) Dees-
as mais h di
. .:. j --
so he grandemente deserapenbado, quan-
do Julio, depois de muilos ralbo*, passa
a euumerir as suas qoeixas dizeno. a
Vou-me decasa deixo as janellas fecha*
das as fiestas tapadas as partas que
se nio abito: requeiro. rogo manda ,
eameaeo, que se nio bula com.ellas at
que ea torne; que aproveita? Lembrou-
me agora ( diz o mesmo Julio ) que se me
escusou aquella Senhora ( fallando da mu-
lher ) com a vstacio de sua mi: digo,
que nio quero que pai nem mii, nem
irmio nem prente, nem visinho nem
amigo nem amiga, nem compadre, nem
comadre nem Ro, nem Rainha nem
que vrnhio do Paraso, entrena neata ca-
sa. No mesmo Dialogo entre Bromia ,
e Julio com que graca e naturalidade
di* aquella Se nesta casa for preciso
fogo, ouagua, ou outra cousa, ou a re-
rem pedir de fra, nio queres ? (Julio}
Nao : digo que nao quero esse logo ; e
se em casa o liouver, mata-o logo, porque
nio baja rasio de o virem buscar: a a-
gua, digo, que fogio ; primeira joeira,
gral cadeira e tudo mais, que as im-
portunas vizinbas seo pedir dize-lhei,
que nio h hi, e que viera o oo ladros e
que o levrio ,r ( Bromia ) E quera ma
creri isso ? ( Julio ) Se t'o nio ere*
rem que se enforquem que noqueio,
que em minha casa entre r.inguem,
sendo eufora. Que Attirisnio Que
desfastio de dizer Finalmente na elocu-
ci do grande Ferreira ehcontrlo-se bel-
lissimas Metforas Epanalepsis engran-
das, Elypses apropositada, que tanta'
concisio saberp dar ao discurso e huma
circunspecta imtacio do guato d'Antigui-
dada Grege e Romana.
Mas de todas as produeces de&te insi-
gne Poeta a mais eonhecida e jlistamente
gabada be a sua Tragedia de D. Ignez de
Castro que foi o segundo Poema Drarn*
malico regular que appareceo na Eu-
ropa ; porque a'Sophonisba de Ti issim
poneos annos Ihe precedeo.
Reeva advertir que esta obra pecca
no interesse drammatico, e tem defeitos,
que o Theatro de hoje nio sofrena. 0
Principe D. Pedro, por ex. nio appa-
rece, se nao no principio ,* a no fin da
Tragedia : elle deixa aos algores todo o
tempo de consumar o assassiuio, e s se
apprescnta para augmentar a catstrofe
com horriveii imprecapes : todavia a
Poesa d'eitilo, as exprestes delicadas,
o sentimento, a naturalidade, a elocueio
pura e bullante sio qualidades, qneca*
racterizio esta prodcelo amminante-
mente classiea. No i.* Acto D. Ignez
de Castro abre a Scena exhalando o
sentimento da sua alegra e com admi-
rvel simplicidade assim comees.
** Colhei, colbei alegres
Dnnzellas minhas, mil cheirosas flores ,
Tccei frescas capel las
De lii ios, e de rosas, coroai todas.
As douradas calieras. &c.
Fallando do ten D. PeJro, com que
ternura, com que tom animado se uio
exprime!
" Coa olhos lhe aecendi no peito figo ,
Fogo, que sempre ardeo o ind'urde a-
(agora.
No Acto 3." que maravilbosa Hypotjr-,
poe allegorica de*crctendo uaWni
o sonho que tivera !
" Entio soolui, que estando eu t n'hum
( bosque
Escuro e triste d'huma sombra negra
Coberto todo, puvia ao lonsje huns brados
De leras espantosas cujo mel
Me arrepiava toda, e me eropeda
A lineua, e os ps: eu c' alma quasi mor-
( ta
Sem me mover meus filbos alnacava...
Entio carava
Vozes aos Ceot, charaav.i meu Senh ir ;
Ouvia-nie, e tardava ; e eu rnorria
Comanla saudade, qu* inda agora
Parece, c a tonho. ,,
Em o Acto 4.* que. bellezas de enti-
mento e expre.*io noi nio appresenta o
encontr do Re i com 1). Ignez de Las-
iiu, queja uv igor ruui,o ua sud
rnorte !
Eat lie a mii de leus netos : ( diz Ig-
nez ) es'es mo
Fiihos d'aquelle filho, que tanto amas...'
Bastara leu mandado
Pera eu segura e livre.t'esperar.....,
E quando meus peceadss me aecusrio ,
Ati fra buscar a ti tomara
Por vida em minha morte .........
Bejo estas mios
Reaes lio piedosas; pois quir.este
Por ti vir-te informar de minhas eu'pts...'
porto possio
Estes mecos leus netos defender me
Files fallem por mim, eiies $s ouve.
Mas nio te fallars, Senbor eum liogua ;
Qu'inda nio podem ; falli-te c'o u al-
( B"i
Cora SUS8 idadestenias ; com SCU sangue ,
Que he leu, te fallar.
Que forca Eothymematica nio lera aa
seguintes exprs 5es da mesma Castro i
" Se por amor me matas,
Que fars ao inimigo ? Am-i leu Gibo,
Nio o matei : amor amor merece.
He grandemente pa(htico o que se begue
'* Pcisj mouro ,
Ouve-me ei Senhor ouve primeiro
A derradeira voz desl'alma trible.
Tendo-Ihe o Rei perguntado Que mo
queres? com que forca com que vi-
vac idade com que tom verdaderamente
trgico lhe respondefj
" Que te posso querer, que tu nio ve*
r(j*8?
rergunta-te a ti mesmo o que me fases :
A causa qua te movea tal rigor;
Dou toa consciencia ea minha provr.,.
A ultima despedida de Ig&ez a seus
filbos he exprimida rom a maior ternu-
ra e naturalidade qual convrn a hu-
ma mulher u mii, que tem de separar
se para t>empre de seus tiliuhos.
Ai meus fiihos
Chorai, ped justica aos altos ceos ;
Ped misericordia a vosso av ,
Contra vos lio cruel, meus innocentes:
Picareis c sem mim sem vosso pai,
Que nio podei ver-vos sera me ver.
Abracai-me meus fiihos, ahraeai-aae ;
Desped-vos dos peitos, que mamaste* r
Estes sos forio sempre; ja vos dcixio.
O feixo deste Dialogo todo pathtico
est no verdadeiro tom da uatureza e
do trgico.
" Rri Senhor,,
Pois podes boecorrer a tanto* males i
bocroTre-me, perdoa-mo .-.-. *,
Nao po.-so
Fallar mis, Nio me mates, nao me
( males ,
Senhor nao i\> mereco. ,,
No Acto 5. Apparece D. Pedro e he
informado da morle da sua *m.daajquan-
do menos o 6uspeitava e se embalara era
lsonjeiros e agradaveis esperancas. Ao
darem-lbe a aondl nova exclama ole-
ado.
trty Dos, Ceos l Que contas ? quo
/ (medites?,....
Que direi ? Que farei ? Que clsmare ?
U' fortuna crueza, mal tamanho
O'miuha Dona Ignez I O'alma minha l
Murta me es tu ?.. O neo o c vivo ?
Eu vivo e tu es murta ?...,
E nao me vejo morto ? Abra-se > trra ,
Sorva-me n'bura momento ; rompa-s'al-
A parte-se d'hum corpo ta pecado....
Ali minha Dona isjttei.***
Matara te, matara te?
Como tal consentiste Re cruel r
Imigo meu, nao pi: migo meu !
Elle retraca ni fanlazia o cadver da
sua D. Ignez jaaalysando a sua pissd*
belleza conclue com tatas le nissiiuasex-
clamaies.
J me nao ouves ? Ja nao l'hei de ver ?
J te nao posso ochar em toda a trra ? ,,
O Dic:~.cscxtG Sccuiooi para Portu-
gal em Litleratum o que foi para Roma o
aecolo de Augusta eoe l_uiz l.j pai a
9 Fraocs. A'ii lia foi a poca em que u


' I
I
DIARIO DEPIl
K A M R V (fO,
IPIIMI llllliiPlMaBi
Elocae6 Portogne7a adquiri toJa 3 sua
magostad* e perfeica pelas obras, qu
proel uziraS grandes Escriptotes quercm
vemo, quer em prosa. Do prime i ros so-
bre todos.ee avantaja o insigne e bem
oonhecido Lue de Can oes a que a Li*
gua Prtu.guea deve as suag maiores bel-
lezas e a Naci gloria'do sea ame.
Niotntra em meta prop-sito analysar as
pradoecde desse genio assombmso que
uorrem por mos de todos. Q letn des-
eonhece a ikas, e erros, em qu* w&'ftes-
penhja, antes debidos aos prrjutzos do
8a culo, dp que sua pr'opria inven-
cao? A extravagante mistura da IVIytolo-
gia cora os Dogmas da nossa Raligo San-
ta, he hura dos ruis sobresaliente- deft-ilo
do CamSea m sea Poema as I,miada*.
Anexar dos grandes elogios que se lu
feito ao Fpisadio de Adamastor, que vem
no Canto 5.* parece-me iroperdoavel a
nverossimilhanfa com que tendo dicto,
e figurado buma noite tempestuosa e
honiel, em que ae afronta ao Gama o
iradoobo. gigante, acrescenta -que a-
quelle-'ihe tira "rbarba sqolida, os den*
te atnarellos ,, e outra pai ticulaiiddei
dessa norme figura que nao poda ccr
tatente enchergar queui se ach.iv emto
eapessas trcvas, a nao suppormos ( oque
nao diz o Camss ) qua o seu Cama ser-
vir para e>se effeilo 'aguma-Janterua.
Masqual a raso porque ete Poeind'* on
de aa epparecem tantas manqueiras ,
irregular'dfdeii, e extravagancias teco
merecido o a pa azo umvers.ti de todas as
Nscd-'s cultas ? No he certa mente por
essej defeitos wno queapezar delles o
Cames off-j-ece bellezas que de certo
roodp fazeai que se' Iba perdoern aquel-
Jes, E era verdade era hom gnio mor-
mete na Poesia desciipliva, e sobre ludo
na fecuadidade admira ve], com que son-
be to graciosa e adeqoadamente enri-
quecer o cau Edionia de mane ira que.
qnanlos depois delle escrevrio na pu-
ra, a elegante liogoagem Portuguesa bem
sepwdedser, qua forio discpulos deste
iusigne Poeta.
Elle fez outras tnuitas composiges ,
como sejio Sonetos Ca>ces Elegas ,
Odes e Drarnma> ; dado que em to-
da* l appartca a extra vagancia .do aeu se-
clo todava sempre se couhece ana tata
pro Jucces o grande ecgenho e o mes*
tro da Lingoa.
Depois de havermos fallado den Poe-
tas, que justamente merecen o titulo da
fundadoras da Liileratura Poriugueta ,
lancemos huma vi ta d'olhos aobie os
q io tumben illn.strro o feculu 16, e
concorrfo grandemente -paia ap-reic-o-
ar a Lintjoa. Qua-u todos esiejMfififo a
R. loga a Eb-gia e aos l'.omanr.-:> Pas-
to iz e posto quv neiesuii'se encontr a
cbaneza e candara do sculo anteceden-
te descobr*-fe todava mais harmona ,
tois .legancia e mais ideas.
Elles se votara, cogi os seus prede
ccssoreajfc contemplacd da natui-za ; '
pureui Ofeu espirito leve grande pender j
para s ideas brilbaotes degloiis, e dea-
mor. Asmis das veates o.>eu< 'a-iores i
la la, romo caa!heiro<, e sao entrado! i
desse arroubo melanclico, que t cbf,
ijue teuha iiomens de continuo impeo- |
do pelos successos da fortuna emanas af- |
eicois, ee>perancas. Elles mul(ipjicava
f.einpre, paca exprimir o amor, as mai
exageradas comparaces; porque es>e
tentitnenLo ja tau rurnanesco, quil nelles
bavia, -era alentado, e exaltado pelas-tx-
j)edices guei reirs j e bem Ibes podi-ra-
mos appiicar o que diz o celebre Hi.ito
j iador Guinguin, fallando dos primeaos
Poetas da It'Jia. Listes, iialtruidos m
ncolas do Pljtonisuiu, de tal arle se ar-
redra emsuas poe \s anmrra deludo
quaoto he vulgar, e terrtsUe, que muilas
ve-i*s tambera se arredar..~ do que he iu
lelgivel, e humano.
Entre todoa osPoetaj- Buclicos de.-*e-
tempos sebresaem rom grand e ti ia Di*
ogo Bernares, Ai diad-, Gaini iii. Per-
nio Alvares de Oriente, Francisco Rdi-
gue Lobo, e Manuel da Veiga, o quj.es,
com quauto nao rloiecessem precuamen-
le n mesrna epocba, jh quasi todos da
geculo 16, e pertancem a e.ssa escola. Mu-
ta, e variad-s be.jlezas, imagens pinlures-
cs, temos sentimeit'oi e encllente. 1 -
eic*5 e encontrad id as F-clog? deDi-
ogo Benisrde"'. Eu cit.-rei aqu algamas,
corno ai jostra, tiradas irwlisincla mente
das mesmas clogas. Note-sai a brevida-
de e conciso desta pintura. Uj
" Dar
' Formse vista o-morvie, o .valle, o r:*i,,
" O ro que vefallo tocegado .,
?'(^uete parecer que searrepende ,,
" Me/lceVr agua doce ao mar saldado.
Em .iTotra parte
' IVhuma secreta tapa cn'stol puro
' Veras estar cabindo em gotas fra*
l*Por entre hum muago autigo yerde-es-
{ curo
Descrevrndo a amenidad? das riberas
o IlioMondego diz
'* Qae murtas! que medronhos que -
( "Ileirat I ,,
" Que,fitixos! Como estio u;era cinppl-
(dos!
".Quantn volti's Ihe d de mil inane*i-
( ras I ,
'' Os lyrios junto d'agua bem nucidos ,,
" QoiUita graca que tem entre boninas ,,
Sea ordtm com mais graca enirrfmetti-
( do* I
. E:proseg!!udo na inesma dascrpein V
m ae exprime.
1
" Vera encrespando es ag;scristalina?',',
"Huma viracao branda; a lollia treme ,,
v' O rntajimenlo apias determinaes. ,',
( Continoar-se-. )
AVIZO AOS NAVEGANTES, '
FAKOL EM 5TABT POINT^
Casa da Triadada (TiiniyHouse).
Londres^ aOde Abril de i830.
Por esta.se.fjz saber, que se Rrcpndcr
la no Faror, que s- erigi'em Siait
Pont ija costa d Devor^bit" na" larde de
-Seaitj (eir i. de Julhe pi ot'mo futuro, e
dahi continua! ir esde o por ao nascer do
Sol, m banefcto da navegacio.
O-carater vie.t luz, que hade aMuroiar
r.a elevarlo de 204 p's acirna do nivel do
mar, nis mares viva da Primavera, a -ri o
de urna vaiente luz girante, apicse'itai'do
urna .scijiilla biilh^nle por iniervallos m-
guiares d'u'Ti minuto, eem addico a est.1
)avei maisu.in Juz lixa no mesi;;o Farol,
na drecee de Beny lead,
O fogo mai elevado de Portland.
t
O.ilio sim

fa i." uo snlredito Julho. o logd'MMttfe
elevado de PonUnd, deixar de ver-.e co-
mo luz girante, conliim.ai nesse e dea le
e.sse dia em diante coroo luz fixa ou eslacvo-
nan;i, conjunrtameiite rom o f go tOh
baixo, ambos v siveis, com lames fixos n
mesra direrclo da prntedo mar como at
nqui. P.ir Ordeni Superior, J. Herber!,
S- re-'rio.
(Do Diario do Gorerno de Lisboa.)

- Toda qualidsde de cffeitos por di.
AVIZOR PABirlCJi.AHl^. I nhejrodcobre marcado anda que nao te-
lhnM.B nbaopez': na ra do Bodrio na esquina
A Compisso encarregtda de rec^e'' o D. i5, po*-pre9ocomrcod.
producto da aubicripQlo favor d,os infe- i ^^. Utn ,re|(>j0 de .fajjrpa Cotei{a
liza Paraenfe.. e de fazer chrgar o lesmo mm(0 regu|at]or pr prc?0 t0OB}(i-.
ao seo destina, desejando azer sera, mus rU9 daSanta Croz'D. 32. ''- i
deoiora remeca do que existe recebido, e
liequal.juei quantia que ainda, baja pejf ,
re. eheii, roga aos Senboies,ene8rregados
as difkrentes C'Jtriac;-3 de pioino.verem
e rtcaheitm a dita sbscripgci, bajo de
rnci.r .10 Thrzcu.eiro. o I lro. Sn> Pp-
n>ing(\s Neri Ffrn-ira com a maior brevi'
dadeqne Ibes soja poss!vel,qualquer aU'>,
nfim Oe que se possa faser a remeca Siu.i,
e Conimiso larco'ita do icsuludo.
Recife 19 de Jullio de i836.
fui''. Gmes Ferroira.
Francisca Antonio d'Olieira.
Joo Pire Ftneira.
B!anciaudose devia o nao res-
ponder, ao Sor. qu me pergunto.u no
Diario n. ni, per-cadidota'vez Je baver
eu u.u-bido dinheiro,, para uso faser caso
do arreedamento, que tenho di Caza do
Tliealro, spu a di?r-Jhe com loda-u cnce-
rdade, quenada recebi,' e nenl i^ber*.-
jamis. Sealgumdinheirocusloi! aoStn'-
Cairboa o orreodanjento^ue fe/, o qne.eu
duvido ; goetle sabe a qnem o do, poia'
jooapto! mim uSose-sarei derogar a Pro-
videncia, que. ,0 eucba da felicidades do-
rante a sua;eiupiaza : elle nda menea fez'
d qua livrar-we de buma nitnta repenti-.
na e se por causa disto me for preciso hir
rpendigar o pao em -cu Ira Provincias bi-
rei contantel/.rud aquwlleantgo riao
Mae val a pena sentir, que sem remedio cho-
rar-
Antonio Lopes Ribeiro.
W 6 pipas de-agoardehte superior
na ra de Santa Rila D.'a8, basada NqUi
que rolla para o Less.
* Na loja de Hereulano J.^''de Fre-
tas na esquina da pracinha do Eivrsrneuto
vende-seas a$endis se^uintes, Jnva's para
senbora de linho bordadas e aBft-tas muito
finas, e b.vas pera homem finas, e'pescOci-
nhoidecimbraia para senbora e esrrna- '
nha para habito'dost'rCeirosd S. Ffaoc's- '
feo, esmbraia, muitoMiperiores biins tr'an.
cadosb'rancose pardos, castor dobrado de
todas ascorc?s, los do linho finos grandes e
pequeos, e pao a f.-alhado de linho part
toalba e guarda na nrrs,-cousa muito superi
or, tudo islo a prcVmuitomait cmodo"
...... .......i ." i.r ,..,. .i i,., .,, ... -^.
ALU.UEIS.

AIngs-se nma rasa terrea por an-
uo, no Baiiro da Boa-vista ao j da Ribei-
i?, de bous coito mudos: quetn apeilenJea
diiija-se a rus do Rosario e^treita cpid/on-
te o eco da mesmo borne sebrado D. 17,.
sgundo andar. :"t
1 .......11
-
-.-........i,',1,
Quem annuncoo no Diro de
2C do con ente querer sacar un letra de
60-25000 res pai a a Cdade da Balda, fslle
dvfrante da Capebnha dos Aflictos no silio
de Antonio Maiioel deMoraes
i
-para ser nroejirada.
la
Piracntel
ou annuncie a b
da Masqui-
morada
1?.
AKN UNCI.
Na casa, que serva de Estado maior doJ
Corpo Policial, a oretarada Pr-feitora d'esta Commrea, e
ella poder conco,-' pr os interesados
RtC!e2i dejulhod.) 18.:

Manoel do Nasciraer.lo da Cesta Monteiro.
Prefeito da Goinafea,
THEATRO ro RECIFE.
O B neficio di>s J^voris J'.o J<>7.e di S 1-
vae Hemiqe Manoel da Silva por cauza
da O anee rhnva fi t\ .*>.. C i, mm A~ *~r......t
Quem annunct"Q no mesmo Da- I
rio querM comprar nm cavallo ruco, hum
carregador par preco commodo, ou Iro-
car por nutro que se)a castanbo^ dirijt-
ao mesirlositio dos Aflictos.
^Jr* De/Vja-se fallar nesta Pruc com os
Snrs. Manoel de Me^ejros, Lo-ia Joze Ca-
bral, e Fcli) ,, a negocio de mte-
resse queiljo ter a bond.de de annun-
carem mos uaoradaa pnmte Diario.
\ff^ Qu:m .nnuuciau no Diario de
T'-rca fi ira ;i. \b\ precisar de um caixriro
Portugue/, que eseieveae sobiv/Imeol'',
a-tea ra dis C'xe, na esquina que
v.;i p.ra a reja do ParaizOi venda de \
Antonia do liego PoXvCo.
'&'&*' Qu&m pi,:cisai- de. ora caxeiro
P toguez t;Ao para vt-nda como para roe,
a rraca,ou fura t\e\ia annuncia a sua
a pira ser procurada.
'PS*** Manuel r morisco Coelbo de be-
tnot profyesox de G'nnalica Luin^, tem
mudado 1 ana aula xj.i ra do Cvrame.
ara a rua .das Plores casa ulliiua juntaa
Typografia Fidedigna.
^rJ Quem |:eii.r de um rapa; !}-
Zilaro papa caxeiro de. algunsa c.^a de ne-
gOCO, o qu.il d fudor a sua conduela : au-
r.uneie a sua morada vira ser prucurada.
^JSf A pessoa que dtseja saber a inora-,
da de Francisco J'oae de Souza .Pinto diri-
j.T-sp a rua do Qut-mado a luja de JoSo.da
Silva Santos.
WP* Dse a prem^ nma porco de
dnhero em part ella, ou toda junta, so>
bre penhores de [irata, e ouro, ou hipole-
ca em benj desembarazados: no i. andar
do sobrado onde uiorou o outor jUacia,
rua das Aguas verdes.
fcJT A pessoa que deseja saber dd resi-
dencia de Francisco Joze de Sonsa tinto,
do Mallos 'reucv de.
>ii ijise ao Forle
Curueiro Monteiio.
VENDAS.
Ucn refa novo: no .obrado junio a Ma-
l rz de SaPt Antonio.
ynp0* Mil c quinhen^ai pontos de, Boy :
na ru.i Nova D. 9. ^
* AKREN0AMENTO.
Arrena-se utn sitp no. lugar da Caa
Forte, cambua, casa'de vjienda, trra pa-
ra criar gado,'baixa para capim, pje-se
ter aoa So'vccaa de leite, e com Bropor-
ces para se plantar: a Lb'ar com Anioaio
da Silva Cunta raens no a ierro da Boa-
vjla D. 16.
ESCRAVOS FOIDOS.

|p3P No di i9'do corrente mez fugo
urna preta de naqo angola porvtn maito
ladina que patece crila, de oqme Joana,
rosto redondo, estatura regula, corpolen-,
ta, as'peruas gro9at pez larg'qs, t muito
j.i eia j levou U'is vc.-'idos no ^poj u-n de
cbita, e o outro de cassa j usado^, e naeta
a.-ul lob'em usada, e j foi escrava de Joa-
quim Joie Fe reir da Prensa -Por esle
se authorisa a qu*iquer pevisoa pafa a pe-
gtr e lvala a seo Senbor Jo7e J-aquim de
Lima, no Forte do Mattoque ser prono
lo em gratificar o frabalho : prolestandr
dsele ja contra quem a tiver occplta. bave-
os,dias de servido cpoceder segundo o di-
reinque tiver.
I
)TaboQ$ das mart cheiaf no Pono,dff
"Pernambuco, ft
5Segunda i
J -~Q:
* BO:
g 05:
51S:
r
~-
- 10h.54 m
-.1-^-4, a.
- o -'Sb a
- 118
- [G
- 2-54
- Z~{i
-Van.
Tarde.
NOTICIA PARmiAS.
Wavio entrado no da \ 8.
SALEM; 48 di.s; B. Bfifta A-rr.eri-
ct.no Virgin, Cap. Jurge Betel : vanos
genetos: Joomaibaas.
Saludos no mesmo dia,
ANGOLA; S. rielmira, M. Joae Joa-
quim Alve: vario1? gneros./'Passageiros 2,
NEW-YhCK; G. Arar. Bandalena,
n~ vi
1VT ._..,!
- f,-----.
HS^Ji. NA rir., ve M F. pb Faria 1o3,


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E2YXFHOW8_RDSQTA INGEST_TIME 2013-04-12T21:54:20Z PACKAGE AA00011611_05704
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES