Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05699


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Full Text

ANNO DK 1836. SVBHAD >

i

in n
16 DK JULHO N. 152.
.!



Pr*sa*ruco, i, a Tvf.on M. P. de Piiih. IH16-
das da semana.
11 Sgn4a 8. Sa'jino.': Aml. do* Juizs. An Cr.de
m. e Ht- t- se, da Thezourana "ultlica c
Chae, de t.
12 Tere S. JoaO fualb.-rto Re. de ra- aud. do J.
.le O. de t..
13 Qiiarta Anaclet P.ses. daThez. P. L nova
a< 6 h. c 3 min-da m- *t*
14 Quinta sHoMVciuura B Re. dem. aud. do J. do
C. de m. e J|.nc de t-
15 Sexta S. Gamillo de Lcllis ses. da Tu. P. aud-
dh J.de>- det.
16 Sbado Triunfo da> S. Cru*. Re. de m. ^ aud.
do V. de '. nt OMnda.
17 Doraiopo Anjo Custodio do Imperio.
Tt.do inri depende e nos meamos da nossa nrn
denaia, ......inaijan. e euertpa .'continuemos cuna
principiamos, e <*n>mni aiontd\( com admira-
cao entre aa Nacoes mam cultas.
Pracama^o Aa Aii'-nhlm Qernt d* flraiil
Suliscrere-se a lO'Hir. mensaes Pagel! adiantadns
nema Tpii|craa, ra las Cruzes D. 3, e ta P ra-
fa da lilil-pendencia H. I' e 3h i onde ,e receliiu
correspondencia lepalisiidas. e aninincios: nterin-
d,i < Aaies prati sendo dos prciprioa amig-nanies,
e mi.lo ji|nado*.
CAMBIOS.
Julho 15.
JLWOmlrcs- So [>. "t. nm I., cid. ou prata a 50 por
ponto fta (iii-mo Nomina.
Lisboa 55 por o|o premio, por metal, Sota.
Franca 2B ) -?6S Ir... por franco
Ro de Jan. 6 p. c- de prein.
Miiedw de <..4!:i> I3..500 I3..4O0
4,.();)<) (;..70Ua63lX) .
Pozo | ..410
Premio da prata 50 p. c.
., di- lettras, por mez I 1 por o|0
Cobre -.-..'ceiilo de i.c-conti)

PMITIDA DOS CORRRIOS.
Olmda _Tortol os das rq mein di*.
(diana, Alliandra. I'araiba, Villa do Condft, JJIa-
ni me u.ujc, P.lar, Rea. de Sy Jlo, Brejo d'A rea,
Rainha, Potnbal, Nova de Sotixa. Cidade do Natal,
Villa* de (oianninha. e Nova da Prineexa, Cidade
da Fortaleza. Villas do Aquirs, Monte mor novo,
AraAait Cascavel, Canind, Granja, Imperatriz.
S. Bernardo, S. Jnao do Principe, Sobrar, Novad*
ElRev, Ico, S. Matheus, Rcxchodo an^ne. S.
Antonio do Jardim, Queteramohim. e Parnahiba
Segundas e Sextas le i ras ao meio dia por via da
Paraiba. Santo AntaoTodas as quin'ia feirai so
meio da. (aranhuns, e Bonito mis .lias 10 C -4
de tada mez ao meio da. Floresno din 13 de
cada mez ao meio di. Cabo, Serinbaein. Rio For-
e Porto Calvo- nos dias 1, 11 e 21 de cada
mozo,
mez.
PARTE OFFICIAL. "
RIO DE JANEIRO.
'
DECRETO.
O Regente, em Nome do Imperador o
Senhor Dom Pedro Segundo, Ha por bem,
era obse rancia do Art. dcimo da Lei
de Tnt'1 t-eis de Agosto de mil oito centos
vinte e*eis que o Mini-tro e Secretario d'
Estado dos NeRocios Erangrirog, e in-
terino do- do Imrerid, faca imprimir, e
publicar, eremttta, pare conhecimento
de lodos, s Authoridades do Muniripio
di Corle, e das Provincias, o Instrumento
que ab'txo segu, do Reconheeimento da
Princesa Imperial aSenhora Dona Janti-
M4, como Succe-sora noThtono, e Co-
roa do Impeli do Brazil, segundo a r-
dem de Successa estabelerida n Consti-
tuido Ti ulo quinto-, Capitul quario,
Art. cento.e deiesete, e Lei de trinla de
Outubro de mil u4tocen108 triuta e i in-
co, O mesmo Ministro e Secretario d'
litado o ipuha assim entendido, e Faca
eveeota*- romos D. spachos riere serios.
- Palacio do Rio tle Janeiro em balote
di; Junho de niil o lo rentos trinta e s>' s,
rieiimo quinta da Independencia e do
Impeiio.
Di'>go Antonio Fci.
Antonio Paulino Limpo de Abreu-
lnsli inmuto do Reconherimento da Prin-
CCZa Imperial Seih -ra Dona Jariiui-
ria, romo Successora no Thono
e Coroa do Imperio do Bra-
bil.
Sib'0 quintos e*t* I islrunnnto v-
rem, que'no Auno 'do Naseimento de Nos-
so Senhor Jess Cbristo de mil nitocer-
los e trinla eses, Derimo quinto da (n
dependencia do Imperio do Brasil, aos
trinta e bum dias do me de .M-io, pelas
Onze horas da manh, ne?ta mito Leal,
e Heroica Cidade do'Rio de Jaiim, no
Paco do'Senado, onde se leunirao ns d.'-
as Csmaraa, de qoe s compoem a Assem-
bdea Geral Legislativa do mesmo Impe-
rio, ciando presentes vinle eoit Senado-
res, e citicoenta 'e seis DtpuUdos ^ob a
Presidencia do Exro. Bento Bar.oso Pe
reir, para se ftter o Reconhecimenlo da
Prineexa Imperial, na 'conl'ormidade da
Consiituica Ttulo Qnaifo, C-pilulo Pi i
meiro, Art, Quinte, P.iragrapho Tercei-
ro, ea Lei de Irinta de O^lubro de mil
oito rentos e trinta e cinco, se procede
ao Acto S lerane do dito Reconbecimen-
to ; e aScnhora Dona Januaria, Matia,
Jpcoa, Cailota, Leogildina, Caod'da,
Franrisra, Xavier de Paula, Mi(-ha"la,
Cafjriel, Raphaela, Goruaga, Pinceza
Imperial, Filha Legitima do Fallec Jo Se-
nh'ir Dom Pedro Primeiro Imperauor
Constitucional, e Defensor Perpetuo, que
foi do'Brasil, e d.i fallecida Senhnra Do-
na Mara Leopoldina Jozepha Carolina,
Impeatriz sita Mullier, Atchiduque7a d'
Austria; Nascida em onze de Margo de
mil oitocenlos e vinte dois, e Baptisada
aos dezoito do dito mez eanno na Capel-
la Imperial de-t'Coit* pflo Exm. e Re-
verendi-simn Dom Jeze C'aetano da Silva
Coutinho, Bispo Diocesano, Capellio Mor
de Sua Mige-tadt; Imperial; n.-la Assem-
blea Geral Legislativa Foi Rconliecida
por Successor. de $.n Augus'o I" ma, 0
Senhor Dom Pedro Segundo no Thfono,
eCut'OH^do Imperio dt Brasil, segundo a
ir 'em dei-u ce-s.5 eslabele.ida na Con-
lituicaS Titul) Quinto, Capitulo Qiarto,
Artigo rento e dezesele, e Lei de trinta
deOutubro de mil oitocenlos e tiit-.te
cinco, com todos os Direito's, e Prcrogi-
tivas, que pela mesma C'ins'itniqao com-
peten! ao Pi ucipe Impci i.l, Suecessor d<
Throno. E para perpetua memoria te
lavrou e-te Amo na^onformidade da Lei
para os fins riella drlara',0), o qual (i
lido pelo Exrellentissiino Vi-conde d<-
gonlas, Segundo Secretario do Senado,
im ^o^ nte{ligivel, perante a Assi-rnl;le:.
Ger v-5 a-signados; e eu <> Cond,e de Valenca,
primeiro Secnlario do Sen irlo, o csrevi.
% sub>creveo. Conde de V leilC*. Betitri
|}.rio-o Pereia, Prndenle. Saturnino r'e
Siusa e O iveira. H/noraln Joiede '.'i"
ios Phiti. Jo> Joaquim de Lima eSi'va.
(oir.elio peneira Ftanc.. Jote. Ij;n Buiges. Joji Antonio R"driu-o de Car
albo. MiM-qmz de S. J6 da Palma.
I'ianriso Cameiro de Campos. Joo E-
vatigelista de F^ta Cnhalc. Juaiquina Fir-
cisco Via-ia. Mrquez de Baependy. Jo'
Tcixeia di M.-tta l)icell.'r. Maii|iuz de
Cravellas. Ptlr Jo.-c di Costa li.r.is
M..noel Caetano Ce Almeida e Aibuquer-
ijuc. Nicolao Pereira de Campas.Verj;u i-
ro. Antonio Correa St.ua. Mano. I O lo
tico M#ndes. Jos Saturnino da Cosa P>-
reira, Mrquez d- Inhambup''. Miguel
Cal"ion du Pin e Almei la-. Manos A ni -
uio Vo t te Ir o dl'.iiros. Lnurenco Ro-
drigues de Andrade. Diogo F>mite Si'va.
Con le deLiges. Francisco deSouza Mar
tin-. .loze Mari.: Ildefonso Jdrome i5a Vci
ga PetS'il. Jernimo Maitiniano F'g ti ei-
r de Mello. Erne-to Feirei;a Ftancn
Antonio Fraucisco de Paula e Hollauda
Cavatcanti de Albn^uerque. Eva isto Fer-
reira da Veiga. Mrquez de Marica. An
Ionio Paulino Limpo de Abreo. Jo- Ra-
fael de Macedo. Mauoel Dias de Tolle lo.
Venancio Heoriquea de Rezeodc L'Vancis-
ro de Paula de Aran) e Almeida. Mano-
el do Nasciim-nto Ca-tro e Silva. Ber-
nardo Belisario Soares de Sou#.a. Antonio
Pinto Chichorro da Gama. Manoel J.a-
quim do Amaral Guigel. Joaquim Flori-
ano deToedo. Vicente Ferreira de Cas-
tro e Silva. Jos Bento Leite Ferreira
de Mello. Candido Jo^-de Araujo Vianna.
Arcebi--po da Bahia. Pedro de Araujo Li-
ma. Manoel Alaria do Amaral. Joaquim
Ignacio da Costa Miranda. Antonio Fer-
nandes da Silveita. Joaquim Francisco
Alves Rranco Moniz Brrelo. Antonio
da Cimba Vasconcellos. Antonio Augus-
to d>* Silva. Innocencio Joze Gala. Jo-
7e Pedro de Carvalbo. Antonio Rodrigues
Feruandes Braga. Honorio llermeto Car-
neiro Leao. Joze Bispo de Cuiali. D. .Jo-
te de Asris M.-s arenbas. Joze Joaquim
Fernandes Torre". Francisco de Paula
Sousa. Lonrenco Marcondes de S. Fri-
t i-e" de Brito Guerra. Antonio Pinto de
Mendonc*. Patricio Joze de Almei.la e
Silva. Francesco de Paula Cerqaeira Le-
le. Francisco AI ves Machado e Vascon-
cellos. Mairoel Gomes da Fonrera. (Ja-
bt'iel Mend s tlus Santos. Luiz Francisco
d Paula CavaJcanti de A'huqiierque. Jo-
ze Alrca e Cartieiro. O Padre Joa de
Sula Rubiia. Valerio de Alvarenga Fer-
ieir,i. Gabriel Francisco Jumpieira. Bap-
tlsta Castao de Almeida. Joa Antonio
deLemos. J-a DiasdeQuadrosAranba.
Joze ("u-loo Das. Joaquim Joze Rodri-
gues Ton'ea. Mfiio-! dos Sanio* Martn
VulUsuuea Viccode lo Rio Vermelho.
Conde i'e V >!'-nca. Visconde deC< ngonha
Ju Cahipo. Luii Joze de Oliveira.
' de Ju-
i i i
Palacio do R o de Janeiro em
olio de 1836. _
Amonio Paulino Limpo de Abren.
CMARA DOS DKPUTAD08.
Sessio de 16 de Mrio.
Pusideoci.i do Sf. Arujti L;ma.
Pel,s n horas da m nb prorede-se
chamaJa dos Tepula-io-, elogoijueae ie-
tineni em numero legal, o Presidente al-
elara berta a .-essa, e !eudo-Se a acta da
dnleiedenle, dc appruvada.
O t.# Secretario d conta do expem'en-
te,
Ordem do din.
R -posta Fala do Throno.
OSr. Cmelo Franca enceta a discus-
j "oir.eqandoa declarar que est pjrsiui-
dido 'lie nesta legislatura seria escudado
responder Folla do Ttouo, e que s.-r
lempo pen'irlo, todo quanto se gastasse
nesta discus-a ; mas como a Cmara tem
assentadoem responder Falla do Tiono,
eo mesmo Sr. Ministro da Justica disse
que bom era que bouvesse huma discussa
a tal respeito, rile (Depulado) a lem exi-
liado, porque todas easas discosses lem
estado muilo brilhantes, e por ellas se ba
conhecido qual lem sido a conducta do
ministerio. Depos de outras obiei vaces,
principia o orador a tratar da questaS so-
bre o Rio Grande do Sul, e a dizer que
passa a ver quaes For5 as providencias que
o Governo deu para aquella Provincia:
tratar pois da amnista, porque lhe pare-
ce que Foi a nica providencia que deu o
Ministerio, nao f.llarido em oulras pe-
quenas providencias ; dir poisao Sr- Mi-
nistro da Justica, que o Governo era con-
ceder huma amnista Provincia do Rio
Grande do Sul, pratcou huma coua pa-
ra a qual nao estava auturisado, usou de
huma altribuica que na5 tinha; e na5
sabe como -e possa conetber que o Gover-
no tem Feilo no entender delle, DapU;^
tdo, heSmostrara vonlade de transgredir
a lei da Regencia; que al so diz que o
G14VC no quer dissolver a Cmara d> pillados ; mas linJa que elle o quena *o
iif.5 pode Fazer. Ja bum Sr. Depulado
pela Proviucia de Minas Geraes, em bum
eloquente e brilbanla di-cu'so, disse que
se e.palhraS boato-aesse espeito. e que
j se tinha e-criptu para a Pioviucia de Mi-
nas, nao declarando tomtudo ouem fra
que escrevra, nem a quem Foi d rigUa a
.arla. Cont nuando a Faie"' oulras ob-
ervatots, dizque se o Guvemo t. ntasse
dis-oler a Cmara do- DepUtados, seria
bum da vei dadeiramrnle na ional esse
em que seaiTeseniasse aqui hum decreto
da di-s bes, p<.rque e.-l cei o que n. 5
havera hum Deputa Jo que obedecesse a
humado ta illegal.
O orador pro.-egue fallando contra o Mi-
nisterio, e diz que todos os Ministerios que
tem passado, com pequeas excepcOes,
n.'OU'in tratado senaS de infringir as leis,
piel. Xtando-eoiprt para seus actos o salo
populi, e com i-to trau.-giedindo a le;
que na5 estando linalii.eiile o Governo au-
lorisado para dar esse decieto da amnista,
inflingi huma lei, ede.e ser chamado
rrspj.iTsabilidt.da. Que trata tambem do
facT sobre0 Ministro da Guerra,4 poique
riTuue anda nao appareceu nesta Cuma-
huiudecnto Hedemi.-sodisse Sr. Minia-
n o; que o Si. Calmon, em ootra sesS5,
disse que lhe paren'., muilo impoltico o
estar no Ministerio da Cueira hum indi-
\iduo quese achata lgado, pelos lagos de
parentesco, rom hum revoltoso da Pro-
vincia d. Rio Grande do Sul ; que poiso
actual Ministro da Guerra, ou ha de ir
contra O: iuletestes da na(a, ou contra o

<
!
^-ir


-.
D I A -K 10 DE 'P ERNA M BUCO.
seu sangue ; e daqui conrlae o orador que
elle di6 dere periitiir no Ministerio, ni*
lo concorda rom a opiui. 5 do Sr. Soma
e Olivetrs, deque a conservacad de tal o
diviiluo no Minrterio he d facciosos do Ri<> Grande. Pelo que val
vendo, e t-m ista do que se inn dito, lbe
parece que este Ministerio na5 tem apoio
nesta Cmara, se acaso quer. ms ver aca-
badas assanv volotees, nt>8 digo do Para,
mas do Ri<> Grande do Su I, de ve haver hu-
ma mu Jang de Ministerio. Tambera se
diz que ca tas do Rio Grande forad diri-
gidssa pessoasda administras*!!; que pes-
so-s houverad que, interetsadas no bem
daquella Provincia, conliad ao Governo
qnal era o seuestado, e < s ni. ios que se de-
v-rineirpre^ar para pacrfici: lu, e que o
Govtii no a nada attendeu.
Continuando o illu-ti e oradora analy-
sar e a eslranhar faetn que dia pratica :o<
. pelo Governo, trata sob>ea rooitede Pin-
to Madeira, e pergu n t.< q' coritas tero dado o
Governo a esta Cmara sobre esse farto ;
se acaso j mandn responsabilizar o Pie-
sidente do Cear. Tarnbem diz que nad
sabe quaesfoiadas razdes porque o Gover-
no mandn sabir para fra do Rio d Ja
neiru a hum individuo chamado L que he diz por ahi, que fina poique bo'ou
luminarias pelos annoi da Princesa a Se-
nbora D. Januaiia, etc. To'o-i igual men-
mente na creac/d de lium copo de Urba-
nos,, sendo de opiniad que o Governo n5
e-tava aulorinado para i-1 ; e Subre a medi-
da que se toma de remetter huma f rea da
Guarda Nacional para o Rio Grande do
Sul, a desapprova altam. nte, e lhe parece
que deveria ir antes para aquella Provincia
ororpo de Permanentes; (hum UepiHa-
do : |le contra a lei.J e declara em fim
que roru-seroelhante Administrac/d o Rio
Grande do Sul na5 socega. Responde s
it-fldx&esdo Sr. Ferreira da Veiga, qu.in-
do declarou que as amnistas antes se dtve-
riad darq lelles que se achavad com as
armas naa mad<; sanio de parecer, elle
Deputado, que em tal estado nao se devem
dar amnista., e conclue finalmente, di-
zendo que' ha de votar pela i espora Fal-
la do Ti 01 >. porque est o mai- bem r<-
digida, e nao era po-sivel redimida ine-
llior; que ha de votar contra a emenda do
Sr. Ferreira da Veigs, e contra todas as
emendas que po-sad apparecer.
O Sr. Rodrigues Torres sustenta e de-
fende o tpico da respesta, e opina con ra
a emenda do Sr. Ferreira d Veiga, por
julgi-la de necease ra.
O Sr. Henrique de Resende spprova o.
acto da amnista concedida p lo Governo,
roncorda com o methodo seguido n* Fran-
ca de vontade irreaponsatel as'is'jr s con'
ferenciasd>s Ministros, e conc'ue depois
4' responder a varas inlerpellaces que se
fier5 ao Governo, votando pelo tpico
da i esposta, e emenda do Sr. F.rreir da
Veiga.
O Sr. Figueire de Mello, depois de al-
gumasob-ei vaedes sobre a illegalidade da
concessad da amn stia, passa a responder
ao discurso do Sr. Feneira a Veiga da sea-
83 5 anterior.
O S Wconc los d alguroas expli-
caoes s palavras por elle ditas que forad
mal interpretadas pelo Sr. Ministro da
Justica. Diz que nenhum homem pondo
a mad ero sua ronscienca poda pestrar
apoio a huma administracad que nao est
ai harmona com o espirito constitucional;
resp ui'lu loan di curso do Sr. Ministro
da Ju-tiea sobre ser a vantade responsavel
peddida pela i responsavel, para saber
at que potito deve por na administracad
Ma ronfianca, diz que rouilos meios ba
para a VOntade ii -responsovei saber se o
Ministerio marcha em apoio com oh prin-
cipios proclamados sem ser este. II*- ine-
xacto o diw-r o Sr. Mini tro que elle De-
putado fizera amarga censura a vontade ir
responsavel, antes julga que o Sr. Minis
tro he que tisera essa amarga censura qui-
do comente que essa vonta le se mova fra
da espdera da accad que lbe he marcada
na li fundamental do E'tado, porisso que
8e confunde com etsa rontade irresponsa-
vel, e porque entende que nao b- possivel
o rgimen representativo sem que se api-
gue toda aijF.'ienca entre vontade res-
ponsaVele inesponsavel.
Continua ditendo que suas exprcs-des
a tal resiciio sendo rrspeitcs as nad podem
ser estranbadas, quardo em nutras As-
sembleas spparecm reDexdes muito mais
violentas. Lembra por i-soo que di-sra
Lo'd Rrougham na Inglaterra: O rei
naO segu aos debates de seua Ministros ;
oque dist>era5Charlea Dupineseu ir-
m5 ; V A vista dis*o o illustre orador julga que
pedir que o Governo do Brazilseja consti-
tuido segundo a soa ndole, n6hecensu-
iar a vontade irresponsavt I. Lembra ma-
l o que dissera o mesmo Dupin quardo
se formara o ultimo Ministerio de Franca
em i834, quejulgava dever di-sol vei -se
esse Ministerio por ter hum Presidente
nominal. O iusire Deputado julga que
no Ihazil onde t-e preconisa o piOgre>so
( ysteroa que nao pode comprehender) de-
ve sr admillir estes t-ieraplos, que p> dero
assegorar a nossa liberdade, e que baja
hum Governo verdaderamente re^ponsa-
vei que possa sera egide da grande preo-
gativa da vontade inesponsavel. O il-
lo.-tre Deputado declara que far epposi-
c.<5, ta6 enrgica como omedida e decen-
te ao Governo, emquantoelle nad se or-
ganisar pai lameutarmente ; e passa a re-
petir os mesmos argumentos de que Gzera
menead no seu priineiro discurso para
mostrar que os mles deque se qiteiza a
falta do trono provirba desta confusa
de vontade-. Pede aos memhros da Cata
que confrontem a proclamaca de 24 de
Outubro de 1835 com o telatoro do Sr.
Ministro da Juslica, e di>;a-sea penna
que e.-creveii ta perfeito relatorio poda,
sem encantamento, referender essa pro-
clamaca. Julga que tambem desse en-
cantamento proveio o convite de bsrar o
Ca bol ico Brazilero da obediencia ao San-
*to Padre, a interpretaca da lei da Impren-
sa, a amnista, etc., etc. Observa que o
Brazil pede em altas vozes a paz ; que os
cidadas pacifico-, vendo as seena- ensan-
gnentadas do Pai e Rio Grande, lem-
bra ndo-sedosdiasde Julhoe Outubro de
1831 na Coi te, etc., etc., entrega5-se as
mSs do Governo, e he essa, em ua o-
p;riia5, a principal causa que obrigou ao
Governo a entregarse poltica de m-
doedo in-tincto ; pois que tile orador
na5 - toiidid s, quem procura insinuar s Pro-
vincias o espirito de independencia.
O nobre orador passa a analy-ar a me-
dida tomada pelo Governo sob.e a liber-
dade da imprensa, e a este ie-peita diz
q ie, lendo e-se decreto do Governo, oc-
corre-Ihe que Demcstbenes di ser aos A
tlienien-es, que n<5 jolgassem as causas
publicas cmo as p-.riici.laies ; que nao
se eiquecessem nunca nestas oerisSes do
genio de Alhenas, e que as im nn decid
van causa alguma que n5 l'cs-e digna de
Alhenas. A me-ma suppbca elle f.r s'o
Governo do Brazil, pedindo lbe que des
Ierre para longe de si o espirito rsbu'isla,
i> quaudo lenha de decidir as causas publi-
cas, se record do gen o do Brasil, para
seusactos serem dignos do Brasil Quanto
amnista, responde ao Sr. Ferreira da
Veiga que nad duvida de que, se huma
pequea f acc -5 do povo desvairada tomar
a-> < rmas sem nenhum fim poltico, hum
Governo sabio aproveitando*se do estado
de causas, e deseovol vendo todas as suas
forca$, possa, para poupar effusad de san-
gue, amni.tiar os criminosos, mas crimi-
nosos que depuzerem as armas em cei to
espapo de tempo, porque nislo interessa
a poliiicaea bumanidade; mas v que
na5 se conceden a aiuuistia ao Rio Grande
nestas circunstancias ; antes o Governo
nao de-enrolveu torca ; que sabe, como
dsse o Sr. Ministro, que ha ali hum pa-,
no de separacad da Provincia : o que
me-mo moolra-se pelo manifest dos re-
beldes, ouile na5 eid os vexamrs do Pre-
sidente depos'o, que. fi/era levantar o es-
tandarte da i el), lliao ; e he neslas eireun*.
tanciaaqaen Governo Ibes manda huma
amnista. Obse va que o Governo assiru
pratirando acaricia va a esse partido ; eqoe
fez que elle maisse declarasse anima lo con-
tra o Governo condescend tre orador prgunta-se, como dase o Sr.
Ferreira da Veiga, a amnista tinha por
fim metiera dtvisr as filenas inimgas,
laccionar o partido rebelde, porque nao
a conceden o Governo ao Para, que em
iguaes ci i constancias estav p Nao hava-
na as filenas dos reb.ldes do Para ho-
mentque apesar de terem entrado na re
bllia, comludo nao professassem de co-
raci-6 a causa da rebetliad ?
Quanto ao grande argumento do Mi-
nisterio, isto he, de perguutar opposi-
ca que hava o Governo faler, eile Depu-
tado ilii que n-5 he a opposica que ha de
guiar o Guvirno ; roas que o Governo
tem hum mero de salvar o Brazil, consta
elle emoGoverro ter lemnossa.- institu-
ces. Finalmente o llnstie Deputado ob
ser\m que o mesmo Sr. Ministro da Jus-
tica dizendo que n;>a guerras ci vis, ns5 ha-
vendo pai poi filho, nem filho por pai,
nao desconh cendo a circe nspecca e ser-
vicos do Sr. Araiyo Ribeiro, comludo
nao i ra suaopiniaq que elle fusse uomea-
do Presidente do Rio Grande ; julga que,
>e loi pelas relacea queoSr. Araujo Ri-
bero ali conserva, que o tumearaS, com-
melteu se'hum erro ; julgando-se que por
ser prente do chele dos levoltosns, po-
da char a este chefe lei : porque elle l)e-
putado na5 cce maior obstculo pira
rsle fim. Quanto separacad de Rento
Manoel e Rento Goncalves, petsuade-se
que a amnista nao foi queiii os separou,
porque elles nad podisd unir se por muito
tempo. O orador conclue ob-ervando so-
bre a impoltica conservacad do Sr. Lima
no Ministerio da Guerra, que nad sa-
be-se a reputacadde hum Ministro em ser
demitiido vale a cau-a publica, nuando
alias nutro Ministro, o Sr. Alv.s Branco,
j foi demitt do sem que por isso soffresse a
sua repulacad.
OSr. Calmon faz Igumasrrflexdes so-
bre a opuiad do Ilustre orador de Vlinas.
O .serva maisque a amnista nad foi op-
poiluna nem til, nem a ella se dse a
defrecad dePento Minoel, a das Cmaras
Muncip.e.s e escriptoies, etc., pois que
hum partido poli i< i. formado em cir.uns-
tancias extraordnei ias pode con-ervar-se
por mullo mpo sem fraecionarse. So-
bre a conservacad do Sr. Lim no Mini
lerio da Guerra, lembra que no pasado
Governo bou ve hum homem corajoso que
perguntou aolmperadoa D. Pedro I. : _
Tanta imp .rtancia da V. M. I. a F. (hum
dos seus validos) que queia o pdr n'buma
concha da balanca, e na outra o Imperio
do Braz'l ? Quer perder o Imperio em
consi ieraqad a F.Elle Deputado pois qui-
t< ra que bouvesse hum conselh'iro da co-
r corajoso que li/.es.e a mesm'a queslad ao
poder inesponsavel acerca do actual Mi-
nistro da Guerra ; que lhe perguntasse, se
por ventura, nada provincia do RioGii-
de, mas a dignidade do lmpe> o em gei al,
a cau a d > Brazil pe-a va menos que a con-
s-rvacad do actual Mmi-tro da Guerra.
Conclue o illu-tie orador dizendo que to-
ca nesta materia n. porque lenha algum
moi n o ou interesse era fazer < pposicad
oeste caso, mas por lhe pesar na sua cons-
cencia.
Tendodado a hora, o Pre-idente de-
clara ad-ada a di cuvsa, d para ordem
do dia a mesma materia, e levanta a sessad
pe'as duas horas.
.r
DIVERSAS REPARTICOENS*
Sooai Lins, e Appellado Coame Vicente
Ferreira se mandouotivir o dito Curador
Cern.
TRIBUNAL DA RELLACA&.
Sesead de i4de Julbo de 1836.
Na Ajipellacad crime do Juzo de Direi-
to da a.* Vara do crime desta Cidade, Ap-
nellmte o Juizo, e Appellados Manuel
Joaquim Pereira Lobo, e ouiros; se man-
dou por Accoidad se desse vista ao Dezem-
b da Nacional.
Na Appellacacu'me do Juizo dos Ju-
rados da Cidado da Paraiba, Appellanle
Joad de Mello Azedo como administrador
du seo Escravo Rali icio, e Appellado o Ju-
izo fi deliberado p r Accordad, que nad
tomavadeonhecimento do Recurco, m.n-
dando'teque fossenovo Jury para no*
vamente ser julsado.
Na Appellaca do Juizo dos Oifds da
Comarca do Rio Formozo, Appellanle Frl-
cisco Xavier Lopes, e Appellados a Viuva,
e heideiros de Antonio Joze Marinho se
man Ion ouvtr o Curador Geral.
Na Appellacad civel do Juizo dos Or-
fas dtata Cidade Appc-i'aute Siuipcio de
ftal
MKZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mesma do N. 145.
godio passou a 8$ OO.
Oal-
CORRER).
A Sumaea Dflmira reobea m-Ila para
Luanda aroanbi (i7) as 11 horas do da.
EXTERIOR.
PORTUGAL.
Quarlel General no Paco das Neccssi-
dades em 4 de Maio de 1836.
Ordem- do Exercto.
Tendo-se dignado Sua Magstade F-
delisaima a Rainha de nomear-me Mate-
chai General, e deoniiar-me nesta qua-
liJacte- o commando do exercto, ordenan-
do me pelo decnto e carta regia, que
abaixo vad transcritos^i)deassum-lo m-
medlatamente, he o meu primen o dever,
ao entrar no exerricio dete distmclo lu-
gar, deque muito me lisonjeio, o man,
f.star a todos ossenbores generaes, oficia-
es, clli uae.s inl". ores e roldados a v.fa aa-
tisfacad que siuto, e a grande glora que
tenho deachar-me boje eolio, ado afrenta
do exerci>o Poi luguez, desse exerclo brt-
vo e leal, que, por sua fidelidaJe, pelas
distinctas acedes de valor e patriotismo
que pralicou, e pelos extraordinarios sa-
crificios que fez para restaurar o Trono
legitimo d Rainha, e a carta constitucio-
nal damonarchia, nad mereceu as lien.
<;ios da sua patria, mas attrabio a admi-
rac-. da Europa jiteira.
Votado de todo o meu corsead a con-
correr cora quanto es'iver ao meu alean-
capara que a Na ad Poi tugue/a, a que
hoje peitenco, s.ja eleva la o maior grao
de prosperidade, eu estou certo de que
enconlrarei nos mi lita es de todas selas,
ses a inais deeid'da coopeacad p:.ia sus-
tentar com inabalavel firme2a aquella
mesmo Irono, a carta, e a independencia
nacional; para auxiliar e fazer man ter
a rigorosa eiecucad das bi-, ^e qe t,
pende easencialmente a felicidade dos Ea-
lados.
P-ra deseropenhar eficazroents tad im-
portantes devere-, a subordioagad,.base da
disciplina, e a pialica de todas as v. ludes
cvicas, e militares, sao indispensavelmen-
te nece-sa ia-.
Eu as recomend por tanto ao brioso
exercto que buje tenho gloria de com-
maodar, p^ra quecoserve Ilesa a nobre
reputaga que a tanto custo soubeadqui-
rir, e para que continu a merecer a be-
nevolencia dos seus coucidadios.D. Fer-
nando.
(Do Jornal do Commercio.)
COR RESPON DENClTs
Sis. Radactores-,
Interesado no bem da estrada do Man-
gninho nio posso deix ir de novamente im-
po. tuua-'os rogando-Ibes a insercio do se-
guite orpamenle, para que o Publico im-
parcial ajuizo com fundamento ditaques lio.
Orcamenlo.
Muro: 138 bracas quadradas
e j cetitessimas compre-
bendendoos alcerces, e &-
_.l5................... i:416^i90
36 {pilares metade u'elles por
licaiem iriutiusados....... 216^000
i 3 palillos de ierra......<-.. 300$000
(l)Oque tianscreveremos ao seguinto
numero.


DIARIO DB PE R N A itl B U C O.


57pTreir 2#000.
n4#ooo
Toial 5:046^190
Sr*. TtR. parece me q' he[hastante pa-
ra o l><-fn Publiro dsse o diriheiro que pe-
de o Snr. Dezerobaigador Maciel Montei-
rc ( o que este Senhor n ruii-, visto qnesempie se tem pt estado ao
bem da liumanida 'e e do publico, e ler
e-tc negocio por elle mesmo rometlidu)
arrasa-se o muro al ai sapitas faZendo-
8-'o mesmo com oa pilares, espa Iluda toda
a meliaHia pela estrada, puxadtarea dos
treze p.Irnos por sima da dita metralha,
aherlaas valasque tero de tu aberta que
deve ser huma > entre o numero do fun-
dado ditu sitio do Desembargador Maciel
Monteiro, en capilla arruinada existente
no sitio inmediato n.^ entrada dos Afliotos
rom 70 bracas da extenco, 4 palmus de
largura e a proundid-de de 3 palmos no
seo principio junto a tstr*d.< e cuna a decli-
vid.uk- precisa Km t>er, pieci-o se gastar
nem ora punhadode rale nein tijullns, e
areia que aair da Valla rarrega se para si-
ma da melralba ; deste modo foai o Pu-
blico ser ido com urna entrada de 40 pal-
mos romo marra a lei, e a afio poupa
maisde um Cunto de iris ; quanto tenho
a di-er a i espeito do I ni publico
Tenho a lembiar novamente os nom^s
d(- Sois. p'opriet.rios e rendeiros dos di-
ferentes sitios, que fiteiio o requerimentu
Assemblea Proviiiriol para oblerem o
melhoramenlo da estrada do Manguind ;
a6m de que attenda-se 48Cdad'*que
reclaniio o bent publico ae tomeem con.si-
deracioeste negocio de tanta monta.
Francisco Matine! d.i Sila 'lavares,
Amonio da Silva Srnliago. Francisco de
Oliveira Gi.maraes, Manuel Paulo Quin-
tela, Joa Paulo de Miranda, Francisco
Joze d Paula, Raimundo da Silva Maia,
Joze Baaos .le Oliveira, Filippe Mena
Calado da Fonceca, Luis Antonio Rodii-
gues E-teve*. Antonio d"S Santos Ribeiro,
JozeC-rlos Teiieira, Luir de Mello eAI-
buquerque, AUxandre S. G. R. (Inglet)
Bento Joie da Costa, Antonio J.-ie Pires,
Francisco Jo/e rfa Costa, Mano-1 Joze da
Costa, Joze Bento da Co.la, W. E. S.
(Ingle*), Diogo Crattece(Inglei), Joaquim
Carneiro M*xado Rios, Francisco de Olan-
da Chacn, Francisco Carlos Seixas, Ben-
to JozeAlves, Joaquim Francisco de Pau-
la Estoves, Jote uartins Fer reir, Manu-
el Gomes S. Lima, Antonio Joze da Cos-
ta, Antonio Pereica S.. Florencio Joze
Carneiro Moni iro, Ji.a RoGno da Silva
Ramos, Joaquim d S<>usa Lirne, J-a5
Xavier C*rne.iro da Cunha, Joze Lou-
renco da S Iva Jnior, M. J. M. Ribeiro,
Antonio da Silva Gumares, Francisco
da Roxa PaesBaneto, Antonio Lina Cal-
das, Venceslao Machado Freir Per a da
Silva, J. Crroll (Ingl).
Soudnrs. Redactores
Um dos Assignados.
^ Snrs. Redactores.
Para desengao de alguna malciiados
(piem Ihe servir a cara puya que a ponli-)
do4.'('orpo d'Ariilharia, que ae persua-
dein, que com descomp'isturas, e ataques,
beque se desuoi qualquer proposco que
seavanca diser em qualquer folha ; rogo-
Ihesqueiio declaiar, se sou cu corres-
pondente, qoese vino seo Diario do i.#do
curenle, que e assignou o Vigilante, de
cojo avoi ficar obligado quem he
De Vine." fiel criado
Filippe Servlo BiteiraCavalcaut.
Nio he o Snr. F. S. B. Cavalranle
re ponaavel da correspondencia do Vigi-
lante: asseveramos sob palavra de honia.
O-, Redactores.
Como o Snr. Padre Joaquim Eufrasio
da Cr assigua com scu propno nome a
correspondencia infra escripia, escudado
he qualquer rtflexao, ou def\ta nos a, a
qualquer das partes.
Oa Redactores.
Snrs. Redactores.
O Digno Rielado d^ata dcceze, se obra
com uslic, ouaem ella na publicarlo da
sua re-petavel Pastoral, nada tenho a en-
dagar; a obediencia he.a primeira vrtude
do meo corado, tive em 1831 pelo proprio
punbodeS. Exc. R." hnm despacho as-
a m Se o Reverendo Suplicante foi sus-
penso, nio tevt tffeilo a suspensio. 1833
Declaramos atiento o exposta, levantada
a suspen-io do Reverendo Suplicante
1835 O Reverendo Suplicarte he livre
paia residir e diser Missa m qualquer ptr-
te desla dioceie he Moa pura verdade,
orespei'avel Publico analse : orespeito de-
vido a hum principe da Igreja, a quem llie
i en do gracia, nao tanto pelas arengas tra-
aidas de outros que trazeni a S. Exc. enga-
nado, mas -ira pela sue alta dignidade, poi-
que nella muito ie>peito a Imagem de hu-
ma religiio Santa que t foi confiada a luz
do Ceo, em reve enra a qual aconselhado
pila milhoc poltica deixareia Patria eos
amigos, e fique no berco que me deo a luz
quem a 5 annos tanto me consterna sem
raao, sem lei, e sem justita. Sou Snrs.
Redactores seo silencioso criado.
O Padre Joaquim Eufrazio da Cruz.
AVIZOS PARTICULARES.
A ahaixo assiunada la/, sen rite ao publi-
que nao contrete negocio de venda com
Joze Noberio de cn-a Lima sobre 9 esrra-
va M liana denagio Angola a qual fora ti
1 ada de sua casa no da 6 de Junho dste an-
uo, ptlo dito S ir.
Roza Mara Jota do Nascimecto Lima.
Joio V-'lenlim Falcio faz scienteao
respeitavel publico, que no mez de Janei-
ro do presente anuo entrara para sua casa
urna cabra de nome Mara era titulo de
fura, e o annonciante Ihe pergu; d'onde tinha.viudo, e ella re->pondeo>Ihe,
que tinha vindo de S. Antio quaudo ues-
cero os Soldados, e at o presente se ron-
servou a dita cabra na casa do annonciante,
mas no da 13 deJuIho aparecen da parte
deS. Aullo oSnr. Joze Mauricio Lino Van-
de lei em procura da dita cabra, que Ihe
tinha fgido a 9 para 10 metes, e tendo
inf'rmacao que eiistia em poder do an-
nundante a titulo de forra, como elle mes-
mo conf ssou, e querendo elle Vanderlei
condusila para sua casa como verdadeiro
senhor, esta abiagando-se com a mdlher
doannunciante pedindo e rogando que a
compra-sp, descebrindo tiesta occasio que
era cativa: disendo m.iis o Snr. Vanderlei
que ella nio se chama va Mara e sim Amo-
ni". O annunciante compadecendo-se do
gen !e pranto que a escrava tinha feito
fez todo.se-.fo' eos para a comprar como de
fa< to a comprou, como consta d^s seqs do-
cumentos, mal como o annunciante desejj
marchar dehaixo de honra e probidade sem
mu ular o aeu ciedito por isso far o pre-
teuteannunciu afim de que conste ao aaea-
mo publico, que do da i3 de Julho em
diante ficou sendo sua cativa dita eahra,
fic-iudo elle Vanderlei obrigado por todo
inconveniente que possa aparecer.
%cy Joze Apol na' ioda Cunha, marido,
e teslamenteiro da falescida Mara Ma lale-
nade Albuquerque, segunda vez avisa a
Manoel doCarmo filbo de Antonio Lour ri-
co, Manoel lillm de Damiana, Joio lho
de Joio Joze, F<)iciana filha de Thom,
Peln a filha de Manoel Mende-i, e Candida
filha de Joio Alves bajo quanto ants vi-
re m receber >ius dexas em sua casa no at-
ierra dos A fugados roa do Muni.
fcV1 Destroca-se GOO^J reis em prata,
por sdalas, sendo o palacio a t&ivQ rea,
a quem Ihe convier dirija se ao pateo do
Hospital do paraizo D. 16.
trjT* Quem annunciou querer 100i ra.
em prata, dando boas firmas: nesta J'y-
p grafir s; dir quem os d.
# Preci-a-.se de um feitor pira um
sitio: na ra da Gloria sobrado D. 38.
9* A pessoa q-ie annunciou precisar
da um homtm padeiro, dii ija-sae a ra Di-
reila venda que foi do fallescido Jote di pe-
11 ha.
Faz-sessoer aos Sublitos Brit-
nicos resi lentes em Pernambuco, que no
dia Sexta feira 22 do correte pelo meio
da lera lugar no Consulado Brianico ra
da Cruz, o ajuntarnento dos subset plores
; pira os fios de-ignados no acto Ceo : IV
Cap: 87.
Wth Deeja-fe fallar ao Snr. Pedro Lu-
ir. Goncalves Ribeko, natural da Cidade
de Braga, ou na falta sos seos herdeiros, a-
nun.ie por esta folha, ou dirija selrua do
Crespo loja D. 6 la Jo do sul.
tW OBl'iece-se para ama do urna casa
urna pirdinha que sabe coser, engomar, e
cosirihaf na ra da GliUia D. 46.
*W" Quem annunciou no Diario de
hontem i5do correnle, ter urna carta pa-
ra Francisco Joze d'Oveira, rija-tc a
ra do Crespo loja de fastndasjD. 8 lado
dj norte.
. Wp* Boga-se m Snr., que tem Ola-
na grande a m.rpemdo Capibarihe, que-
ra mandar entregar os qoarenta e quatro
mi!, que rerebeopara dardo mil tiiollos,
Visto os nio ter.
WW Q>Jem annunciou querer arrendar
ou comprar um sitio perto da rraca, no
Vondego, Sole' ter urna casa com Um grande quintal na
Estancia, dirija-*a ra do LivramentoD.
iS.
'. A jTp" fidedigna pracifJ de qua-
troaseisOrficiaesCornpozilores, tanto pa-
ra seencanegarem d'obras avuls^s, de re-
imp.essoes &c. flto.; como parafaserera a
composicio do novo Peridico intitulado
Puquele do Norte, que por falta dos
momos nio j le ser publicado no dia an-
nuociado.
Precisa-se de um caixeiro qie ta-
nha bastante inteligencia de loja deferra-
geinemiudrsas para tornar conta de urna
loja que se parteada abrir de novo, o que
se lear necias circunstancias poder* en-
lender-se rom Antonio Ricaid do Beo
ni ra do Collegio em casa do Comman-
danledti Amias que se Ihe far hom inle-
resse.
la|P Quem annunciou querer comprar
urna rara paiida rje novq e b m manca,
que desse de leite urna garrafa para cima,
dii ija-se a ra do Mondego 52.
NAVIOS A CARGA.
Para o Cear
0 Barco8. Antonio Vencedor, deve
sabir at.ijm do correnle mez : quem qui-
zer carregar, ou ir de passagem. dirija-se
ao Me.tre Fiancsco Gomes de Frueisedo,
ou ao Bscrip'01 io Je Vm r Costa Se Filbos.
LRILAO.
Que se ha de f.zerSegunda feira 18 do
correte na ra da Cruz, loja n. 54 dos
ieiteuces de urna l<>ja de sapat< ir<, cujo
i-ilio sera fe>to com auctorisacio do Consu-
lado Britnico.
VENDAS.
Urna molatinha de 15 anno, sabe coser,
engomar, ecbsinharodiari ua ra do Collegio n. 9, 3 andar.
/Jr* Meio> Bilhe'es da Lotera que cor-
re no dia 26, a note patacas e meia em
prata : na ra do Collegio Botica D. 5.
U1 A obra de Felice, o Diccionario
Inglez de Vieira sem ter anda eervid 1, e
as Oiac5es de Cicero em Frauccz, c Latim:
na ruad Bon.fi n o.-a n. a.
ajrj^ Urna negra de naci de.a4 ani'O,
prepria para vender na ra por disso ler
a'gurna pralica, umescravo cabra de 16
a'ino-, proprio para acabar de aprehendr
o Ski > de carpna por j ter estado 3 annos
com um roe>tie : na ra di Cadeia do M. -
cifeloja n. 40, a fallar com Francisco An-
tonio Pont ual.
VLP" Um quartu capado novo em
raeias carnes: no paleo de S. podro lado
do nascente D. 6.
booila figura, sabe eosinhar, e bom oficial
de sipateiro, eptimo para lodo o servico
de urna rasa : na ra do Fogo D. 11.
V" Meios bilhetes da prsense Lotera
a 3$200 : na ra do Livrameuto Botica
I). 11.
%9' Bihctes da Lotera, que corre a
a6 do coi-rente a 9 patacas e meia : oa Pra-
9 da Independencia n. 37 e38.
, *a^ 5* toros de angco: na praia do
Collogio armasem de carne de Francisco
Joaquim da Cosa.
Wk** B.dhetes e meios bilhetes da pre-
sente Lotera : na 1 ua do Qaeimado leja
de miudtsas 5.
**". Urna negra de 23 annos, sidia,
sem vicios, cosioha sofrivelmenle, engoma
ls(, e lava pe leiiamente : na ra das La-
rangei, as sobrado de urna andar D. 11.
F B.lh- tea e meios bilhetes da pre
tente Lote, la : na rUa do Crespo loja D. 6,
lado do sul. '
WW Na ra dis Flores casa da Typo-
grafia ha para vender meios Bilhetes da
Lotera, que vai co re-r nodia 26 do pre-
zcuto mez.
t^ Meios bilhetes da Loteria^que cor-
re no da 26 a 3 patat oes, e 40 reis do
sello: na ra do Crespo loja defaeadasD.
8 lado do norte.
. |rj^ Meio.s bilhetes da Lotera que cor-
ro no dia 26 a a$880 em prata : na praca
da Independencia loja n. 7.
MP A Iguns ferros de tirar dentes: a
fallar com Amono Nunes na ra de Bor-
la, sobrad" U. 47 antesdd cheg.tr a Jgreja
dos Martirios ao meio da, ou a qualquer
ora no Arsenal de Guerra.
Ity* Urna e>pngirda de dos canos j
usada { nos ruesinos lugares cima.
V9 Charutos vindsda Bhiaa 1^600
reis o milheiro embarricados; um eavallo
gordo, cairega e esqupa, mu to novo, e
um preto sapateiro, de boa figura, e tam-
bero se troca por urna escrava que aiba
engomar e eosinhar : ua ra Nova loja de
f.rragem D. 2 1.
y& Meioa bilhetes : no atierro da Boa-
vistj na loja de miudesa de Antonio Fran-
cisco Gama, a 3$2oo.
U Vestido de fill de linho, mangas
de vidro bordadas, e um molatinbo de 7
annos: na ra da SanzaJla Velha no 1.*
andar da casa L. i'J.
VP Cal a G.,0 oalquelre vellio, rpaj,
cahios, um hahu4 de bol ios para horueos
e iapa/.es, um dito de sap.tos de du^aque
prelu para Senhoraa e meninas, um dito
desapatus de durequ da cores, marro-
quim eCoidavio preto para raparigas,
um dito de cordava para horneas, um
dito de sapatos de setim para Suis. de co-
res branca, azul, Lra, cor de rosa, e a-
zul f-rete, ludo obia be fita de Lis-
b( a, e vende se a vista da factura com os
por cento na forma docoslume: ua ra
do Mondego D: 52. ______
Taboas das mares cheiai no Pono de
Pernambuco.
28-Segunda 4h. 54 m \
5-i8 .
6-6 >
29 ~T:
3 l-O:
g -Q:
3 -S:
5 4 78:
5 D:
^ 6-54
3 7-4a
303
8 9-
iMaD.
NOIICIAB MARTIMAS.
&
Navio entrado no dia i5.
HAMBURGO; 50 das; B. Dinamarquec
Therese, Cap. J. Jebseu : varios gneros.
Lutk.ns&C.
m
A Soeiedade Harmnico Tba-
tral convocada pelo Censor da rne-ma
Soeiedade para no da 18 do corrente de-
liberar sobre alguns objecin que tem a
aubmetter sua considera9a6, e como Ibe
cumpre.
d
N^
i
* Um preto de nacfo de 21 limos, | Pfa^ ma ti., de M, V, DB FajiiA IM6.
*-lj-


II iHJ
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IH?@a*ASA% IMPOR TATiON
irtutmbuc*
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GNEROS.
Ji 90 Ue Milo......,.....
i'" da Suecia...........
Ago faz..............
Agoardente de Franca a6. .
,, do Mediterrneo,
: AcatrSo Sueco............
Americano ........
, Alfazema..
T
Alvaiade...................
I Amanas de ferro coni. snas v.
delinho Int. p*t------
d,i Russia.. ..*.....
'Amendoa doce com casca mole
"Ancoras e ancoretas........
Aniagcm ordinaria..........
""..............
rame de ferro.............
,, de Ulo.............
Arcos de foro..............
; Arroz pilado estrangeiro......
! Azarco....................
Azefte doce de Portugal.....,.
, de Mediterrneo..
de peixe........
.BACALHAU peq. seco......
Bacas de lalo...........
: Batatas.....................
j Bezerros Francezes..........
I Bren..............,.........
Bren da Russia largo"........
j, 1, estreito.......
Inglettargo........
estreito......
Rol a xa fina...........-.....
,, ordinal .* ..........
Bolatinha................
CABOS de Jinho Jng. pat...
,, ,, da Russia.
Cafle'...;................
(Carne secca do Rio-grande-----
de Monte-video...
ARTICLES.
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Steel Milinn--
,, Swedish
Spirits ojturpentine...'.
Brandy Frenh 26. ...
,,. Sp (lili \ll
Tar Swcdisch .
,, American .
Lavandcr......
White lead.....
Cables-chain acc: tosize
,, Hemp Eng. ni..
,, Russion .........
Sweet talmonds so] l shelt
Anchors and grapnels..
Crcquillas.............
,, fine............
Iron ir re assoiied.....
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Iron hoops............
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>
de vaca salgada (1'Irlanda
d'America
de Porco ,, ,, ......
d'lrlanda
Carneiras Francezas decores..
Carvo de pedra.............
Cera amarella.....
,, branca.......
Cha Hisson superior
Uxim.........
perola ........
Cerveja branca.....
prela.......
Chitas azuesefa fabrica de Li.sb.
Chumbo ern barras.....
ein lencol.....
,, damunico.....
Cobre para Caldere'iro..
' fof*......
ENCHAPAS do.Porto.....,.
Ervadoce.........:..........
Espingardas laza rias........
Estando....................
FAWN11A de Trigo Ame...
de outra parte...
'i'
Codfish S'mall and di y.
Brats basins..........
Potaloets .. ..,.........
Caif skins, French.....
Rossin ...............
Russia sheeting wide...
' Ravens duck.....
Engl, sheeting wide ...
duck..
Bread pilot...........
navy.........
Crackers .............
Cordage Eng. pat.....jn0
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Assucar mascav. sobre ferros.
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Moediis de 6?4oo a l'Sf5ito i3#4oo
4,0000 6^700 6^800
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Premio da prata 5o p. c.
das lettras por mez 1 a por 0/0
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Assucar 5 n por Ton. & 10 ,
I*ranea Algodo 600 rs. ar & 10 por 0/0
Assucar 70 fr. noin.
Cornos it>'.> a 200 res
Mn.nburgo, Assucar 3 L. 5--e5>. 0I0
Hollanda 5 L. 5 3 L. 5 Noin
J'i ieste 3 L. c\ 5 por olo
Portugal, Algodo 600 Ks.'por Ar. I
(i Assucar 5oo ....
Genova, dito 5 & 5 por olo
CAMBIOS.
Rio de Janeiro a de Junho Londres 39 ija Pariz a4Q Hamburgo 448 Ouro em barras 85 a 83 p. c. pro. -
>46o -- Moedas de 6400 i'^5oo a i306oo -- Ditas de 4000 6^600 a 6750' Pr.ila 45 a 46 -- Cobre nioeda de 80 rs i5 p. c. de dos. *im>Ic
Baha 4 de Jujbo -- Londres 33 e i|a Ds It. contra papel e 5i Ds It. contra cobie Franca 85 Rs. o franco Lisboa 80 por c. Rio de Janeiro 18 a 20 por c. --
, i'ti.iia it %**, m'"v-----.^... .0 w^ *, 1 1 a_,a lfc. i.uiili ,1 imuu V JI U3 H. i.miii rl till"t i 1 IJ'.ft i KJ*J tu- w n *<- j-i.^i/i..
a8 a 3O0OI-O -- Pecas de 604oo i60ooo ditas de 4#ooo 805oo Pittta cunliada 90 por c. moeiia papel o, por c.,
1 N. B. Do primeiro do correte em diante todos os espii tos e vinhos pajjp 4 p01' U>edida de imposto provincial.
cobre 20 por c
Dobr&es ilespauhoes a30ioo a a34oo Pesos I05O a
-_ \ iiiili,>nL- iia fi -. :-------I>_ *"*
Dobres Espanhoes
s Je 6 p. c. ', juro 87 p. c.


1 Quintal =: i arrobas. 1 ar. 3a Lb.
100 Lb. = 93 ibcos kii ,, = 101 Lb. Iiigs. = g5 Ham.
1 Canad (medida veihaj^z 1 3/5 galn = 6/7 velle.
1 Corado = 5 palmos, 1 Yaid. 4 palmos.
1 y ara 5 palmos, 1 palmo = me x. a .16, =r 8 p. ij Ing.
Ql. quintal LW. libra, Ar. arroba, To. tonelada Ba. barrea,
B. barril Cx. caita, Gl. galo Pp. pipa Alq. alqueire Va. vara, \
Ccocovado, hu. huma Dz. duza Cl. ce uto (ir. groza, Ni. mi i
O'M.ru Pa-, Re. resma} -Fa. falta, ab. auuuJiuc, fr. procara.ie,
Ikio ha, Ye- Jarda.
"Tirri r -i 1 y*
"iTi'irTiiiTii
US direitos sao d?.i5 p. c- sobre s avwiacoens, mais 1 i,a de npedMbtel
^ A Agurdente paga 7 por cento d'exportaco sobre o valor de Ano
rs. a caada. <*uui
8pSubscreve-sena Typografia do Diario, pateo da Matriz i i3#ooo por mno
70OOO por muestre 40ooo poi trimesti e ; vende-se avulso no mesmo Inaar a
400 Un. cada ba eseuuopaia osassignales 80 Rs.
LYIPRESSO POR M. F. DE FAR1A.
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