Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05698


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Full Text
dLMk. Ja
- /
ANNO DK 1836. SEXTA FR1RA
15 Ofc JULHON. 151.
Pbrhahboco, a* Tvr.n V. P. de Far*. 1836.
das da semana.
11 Strunda 8. Sabino.* Aud. dos Juizs. do Cr.de
m. ede t- se, la Thezouraria Publica e
ChaOc. de t. .
\i Te rea S. Jo: 5 Gnaluerto Bel. de m. aud. do J.
* de t* .
I.S Qnarta S. Aiftcleto P.e. da Thea. P. L. nova
k' 6 h. e 36 min. da m-
14 Qumta s. Koavrntura H Re. dem. aud. do J. do
C. de m. e CMnc de
15 Sexta S. Camillo de Lellis ses. da Th. P. aud.
do J. de O. dei.
16 Sbado Triunfo da S. Cruz. Re. de m. e and.
do V.G. de ein Olinda.
17 Domingo 0 Anjo Custodio do Imperio.
SE
Tt.do ae;ora depende i-ni meamos da nnni prn
deusia. moderacao, e eiieriria.-co'ntinuemits coma
principiamos, e rrejnr. annntadoa rom admira-
gao entre a* Nacoes mais caltas.
Proelamafi ia Autmblta Otral i Brotil
8nocrevee a lOOOrs. mensaes pagos adiantados
nesia Trfoit rafia, ra das Cruzes D. 3, e na P ra-
ra da Inilepeudencia M. .17 e 38 ; onde ne rccebeiu
correspondencias lepalisadas. e annnncins; nterin-
do eie trun sendo dos proprios aaaiguaiitea,
viudo auaignados.
CAMBIOS.
Julho 14.
-LiOndres 36 Ds. St. poi l ctd. ou prata a 60 por
cento de premio Nomina.
Lisboa .").i por n|o premio, por metal, Nora.
Franca 260 .265 Rs. por franco
Rio de Jan. 6 p. c- de prem.
Muertas de 6..40O 13..500 I3..4O0
4000 6..700a6800
Pezos | ,,440
Premio da prata 50 p. o
das ledras, por mw I 2 por o(0
Cobre 25 por cento de descont
PARTIDA DOS COR HUIOS.
OlindaTndos os dias ao mel dia.
Gomia, Albaudra. Paraiba, Villa da Coac, Ma-
manguape,. Pilar, Rea. de S. Joo. Brejo d'Arvia,
Hainha. Pombal. Nora de Sou/a. Cidade do Natal.
ViMas de Onianiiiiiha. e Nora da Priheeia, Cidadt
da Fortaleza, Villas do Aqairss, Monte mor novo,
Aracatv, Cascavel. Canind. Granja, Imperatrix.
S- Bernardo, S. Joao do Principe. Sonrr, Nova d'
ElRer. Ico, S. Matheu*. Reseo do sanpue. S.
Antonio do Jardim, Quexerainnbim. e Parnahiba
Segunda e Sextas letra- ao meio dia por via da
Paraiba. Santo AnioTodas as quintas Tairas ao
meio da. Garanhuns. Bonitonos dias 10 e 4
de lada mei ao meio da. Floresno dia 13 de
cada mez ao meio dia. Cabo. Srrinliaam. Rio Fof-
mozo, e Porto Calvo-no* dias 1, lia ti de cada
mez-
_*
PABTE OFFICfAL.
"RIO DE JANEIRO.
C4IURA DOS DEPOTADOS,
SessaCde 14 de Malo,
Continua?!*) do n. antecedente.
Aqu o nobre orador o Sr. L. de Ab. tra-
ta 'la Sdiirta seguida pelo digno Cid. o Sr.
Joie deArauJo Ribeifo, como Presidente
da Provincia do Rio Grande, e l huma
parte d dous ofli ios que o Governo re-
cebeu de.*te Poesiden'e, huro datado de 18
de Novembro do atino passado, o outr-
de seis de Janeiro dr>te auno,' aonde se
arhio estas palar >9, no pi imeiro reF rin
A se s circunstancias emque se a ha a
Pruvincianao tetemos outro reme lio *e
nio de dar o feito por nio feitoe no se-
gundoque vei estes coma-ari anjarlai
sem que se meta huma s saione'a fora
da Provincia, ou se calle huma baioneta.
PrOiegue o orador dizendo, que sobe qae
se tem felo c-usinas muito spera* po>
nio se ter mndalo torcas do Rio de Ja-
neiro ; ma- o Governo nao havia da dat
crdito a bum humem 'a sua ronfianca,
o que e>lava notht-atro de tod-s esses a-
conterimentos? Ena5seiia o Governo o
respon-avel de todo o mal seataso contra
u votff deste hornern mandasse es qhs pa-a a Provincia do Rio Grande ?..
Mosdaque a amni.-lia concedida fi co-
roada defelizes resultados, e fui causa do
Coronel Bento Ribeird ter seguido o | ar
tido do Governo, e outros que o imitaii ;
porque he natural docoiaca5 do bomem #
que tenha comet do crimes, nio se affa-tar
da tarreia delles, sim lera certeza de que
nio he perseguido.
Responde oulia censura que se fizeia,
sobre a diterie, tem-se pt< cessado con-
fia a leiem crimes de liberdaie de lm-
prcitsa, edefender-se des a arguica5 rom
os art'gos d^ Cdigo, em que mostra que
os reos podem ser pi ocessados no foro o
seu domicilio, ou no foro de culpa. De-
feode igualmente o Governo da injusta
cen-uia que selhe fizeia de influir n-a
eleices, e m.stra que anda que oGovei-
,, fizes-e grandes esforcoa, nao tinha
muilos n.eios pa,a i,,flur nessa"8 elec6es'
e duvida muito que o illustie Diputado
posa pioduzir piovascom que justifique
sua a*serca5: que he principio que re-
cot h.ce, que a maioras deveni ser filhas
de si mesmo, e nio creatinas do Governo;
ecomo ha de enta o Governo ir cotitia
esse principio que reconbece? Julga em
lint que estas loiao a arguices maisgra-
ves que se fitea ao Governo na sestfo de
hontem.
Conclue finalmente o ora lor respon-
dendoaoSm. ( almon, quandodilse, que
,na5 llie pacera poltico que se conser-
*asse no Ministerio bum individuo qae
tinlia vinaulos de parentesco com lium
de-es revolacionarioa do Rio Grande; e
demonstrando, depois de fazer multas ob-
t rracps, que a demissa desse cidada
por se mel ha rites motivos, eem tl occaai-
io poda arruinar o seu crdito c tepu-
taca, por mais bem formada que ella fos-
se j e tuar-se por esta forma o crdito a
lium eidadio, he huma cousa muito me-
lindrosa.
Pelas onse horas annuncia se a chepa-
da do Sor. Minitro do Imperio A sala
inmediata, e >endo introducido com as
formalidades do estilo, toma o lugr com-
tu t nt*. Par-sa a Tero icl.it rio da Repar-
t a> do Imperio, e depois o dos Negocios
Kstrang-ii os; e concluida a leituia de
ambos os relatorios pela meia hora de-
pois de meio da, retira-.se n Sor. Mi-
nistro rom as metnms formalidades cm
que entrn. O* relatnos sao rcmettidos
sCommiites re-pertivas.
(o itinua a discussa adiada.
O S ir. ("almon observa que o Snr. Mi
ni-tio da Justica elaqueoa huma das ex-
p'i ac5;s pedidas. Respondendo s coai.
< taitas do Snr. Ministro n a'guns (opios
do tliscur**>, na sessio antecedente, do S .
Vasconcellos, diz que na qualHade de Pa-
irasen tan te da Naqa deve su-t-ntar liie-
r'lmense a Con>tiiuicio do Imperio, guar-
dada em t"dos os seu- principios eem to-
das assuas consequeneia-; por isso respei-
tava a qireni seacha na c.pula do edifi-
cio social, nemera sua inlerica tocar-lhe;
tola vis tbsena que o Snr. Ministro nao
n'gfu hun e outio facto sobre qnerec-
h rao as cen-ura do Snr. Vasconcellos, i>-
ti he, o eonfundir-se n'ltum.i expsic:o
de prmcipi'S a vontade irresponsivel,
com a responsavel, e qae, presidia esta
vontade icreiponsavel s deliberai-es da
r sponsivel: roas procurava o Snr. Minis-*
to rebater e>ta censura feita pelo Snr. '
Vasconcellos, d zendo que a v<>nt responaabel exercendo o supremo poder
com os Ministros, necesariamente bavia
O mpartir com elles a gerencia osnegr-
c03 a firr de sab-T at que pinto poda
oosar sua confianca nos agentes da admi-
nistracaS. O orador diz que esta coai cia-
da na5 prova o que deseja o Snr. Minis-
tro. Antes de entrar no de envolvimen-
lo desta questio, julga dever dizer que
o ministerio ou vontade* responsaveis nos
Governos como o nosso devem a'mestno
por necessidade trabalhar em certa ditlan-
cia da vontade irreponsavel; que-tal be
i prutic (U Iogb>|eTl e listados-Unidos,
e mesmo o da Franca antes do actual rei-
nado : esta influencia pois, em sua opini-
n ao, he huma coacca, causa damno ao
-uvico publico, e at envolve o que te
acha jja.cpula do edificio social em pe-
queas cousas, etc. etc.; que nunca nos
G i vemos como o* nosso a vontade irrespon-
sivel presidio responsavel; e se n t F< i-
ca se tem alterado esta doutrina ha al
gnus unios paraca, de ve-te isto a serali
o chefe do poder exaculivo o principe
mais hbil que existe no mundo ; que
ni lito ganhou na escola da adversid de,
e nico emigrado franrez a quem nao ca-
be o dito de Napolea a todo ot outr o:
viles nada aprendera, nada esquece-
rad.
0 orador pjsaa a tratar dos oegeciosdo
lii > Giande e principalmente da amnis-
ta, e a responder aos argumentos do Sr.
Limpo. Declara que vai tiatar da ques
tio da conveniencia da amnista, nio en-
trando na do diitito em respeito posi-
cido Snr. Ministro. Entretanto que, co-
mo he duvidosa eta que lio, dir nan-
eara nie, na qualidade de Rapreser tinte
da afio, que o Governo exoibitou de
-uas attrbuice*, (muitos apoiados), vi-
olando a grande Le do Estado, u,ual a
que marca as -Uribuices da Regencia;
deve por tanto ser respon tio a presentar as razeg que leve, asrir
cunstaiicias em que se achou para dar hura
passo desta natureza. Quanto conve-
aiencia daamnitia, insiste sinda as ra-
/.l's bomem a presentadas. Diz que a
ainiiistia nio ioi provocar huma defec-
ca5, dividir os facciosos para assim en-
fraquecellus; pois que OS factos publ'COS
ern os joi n aes asscve que quando chegara a am-
nista, ja Bento Manoel, anependido de
ter sido comp. iendo a separaca da Provincia, havia-se
.separado de Bento Goncalv-s.
O orador passa a observar ap Sor. Mi
oialijo que he manifest engao julgar-
se qui ; para ajuizar da rebellia he rois-
ler a< har-se no tliealro delta, < orno o
S ir. Ministro assevt rara ; ocradorhe de
opiniao totalmente opposta.
O orador continuando a responder ao
Snr. Limpo, diz que n-i he possivel rrer
que aaronisiii fonse recrutar para o par-
tido da legalidade alguns qtieestavadcom
a- armes na mi e victoriosos. Persude-
se que por ootro lado nada ganhou o
partido da ordem com seraelhante medi-
ca, na qual cometa o funesta agouro,
huma especie de pregoeiro das futuras con-
descendencias.
Subte a consevaraS naadrainsIracaS do
actual Ministro da Guerra, noque lallou
arrtecedanlemenle, o orador observa que
o Snr. Mtuistro da Justica defendu a seu
collega, respailando assim como elle (o-
radoi) o fizeia as soa intento-a| edi-
zendo que nio era a primeira ves que as
discordias ci>is vt'em-se iimos contra ir-
mios, etc. O nobre orador julga que tal
defeza prova dermis. Na6 consta que no
Rio de Janeiro baja esta disroidia civil
que aprsente essas odiosidades, etc. A*
pela para exemp'os da hi toi ia acerca de
irmaSs, de parentes que em circunstanci-
as idnticas tem dado suas demisses, t
para o que praticra lium illtie inein-
bro da Cmara poroecasia em que hum
seu prente em que bum seu prente,
marido na revoita de Minas, pedir a sua
demissa, com ludo nad dse ja o orador
que a vontade irresponsavel demitta o Mi-
nistro da Guerra, compromentlendo o
Ministro mas que o Ministro por decoro
se de via ter demitlido, oque est persua-
dido que (ara logo que for melhor aconse
liado, e coril ecer a sua po-ic^ ; quando
conhteer que nao s compromeute o seu
i mi. mas a si mesmo, e, o que mais he,
os interesses do paiz.
Depois de mais a'gumas eaplcac5es, o
liu-te Deputado conclue dizendo q*
julga ter expend lo oeus pensamentos;
e nad ter feito huma opposicad de despei-
to mas sim fundada em justica ; que nin-
gtiem pode accusa-lo de ambicionar en-
T P n admiuistraga) pois, dis el-
e, fia huma longa vigem de mais de
,ri annos no mar tempestuoso da ad-
nini-traca, enjoei, o en;o anda con-
liuua.
OS ir. S-uta eOlvtira falla nosenti-
d> do Snr. Calmon.
O Sur. Vanna no mesmo sentido.
O Snr. Frreii a da Veiga, defeiide o
Ministerio; fui rite'rrompido por grandes
susurros dasgaleiias.itio Sur. Presidente
impoem a ordem, e o Orador acaba o seu
iono discurso.
Dada a hora, fica a discusaio adiada.
O Presidente marca para ordem do da a
tn-sma mateiiadada, e leanla a e.-sa
pelas duas horas da tarde.
OAMAIU DOS SENADOHE.
Sesso de 16 deMaio.
Pi es dencitt do Sr. B nto Barroso Pereira.
A' hora do estilo, acba-se oa sala nu-
mero aufiiciente de Seuadores, o Presi-
dente declara berta a sessa, l-e e ap-
pi-ova-se a ceta da anla ior.
O !. Secretario da conta do expedien-
te.
Ordem do dia.
Entra em discuti e srS s^iprorad-a
i
1T


"V"l
hs^
2
DIARIO DE PERNAMBUCO.
y?
as redaccSes do projectoque coacede cada
hum do* Ministros e Secretarios de Esta-
do interinamente, a gratificarlo annual
de doue ionios e qu-lr acentos mil ris,
le, eresolucSes sobre as mu vas, oifa6
menores de 18 snnos dos Officiae moitoi
antes de completar aO auno do ser vico,
Entra em ultima rlscus>a5 a resposta a
Falla do Trono. O Senado resol ve que
nesla ultima discnssa5 a materia seja ainda
discutida por tpicos.
Discutc-se o primero tpico, e emenda
do Sr. Paula 3.ou*a, an^iovajje. na ante-
cedente sessa.
O Margue* de i?a-a|ta_6Hp.re%inliece coro
o nobre autor da emenda, que aquelUs
actos que poden admiltir censura nao po-
de emanar de hum poder rresponsawl,
mas m dos S/us representantes re*pons.a-
veis, por cujas raiSes julja at convenien-
te ampliir-se alguma cousa a emend-, pois
como aa as-ha concebida nao satisfaz o fm
que ae tero em vista. Nota que a respo-ta
Falla do Trono parece dirig r-se ao Im-
perador, e nao pode dtscobrir as raides
disto. Riostra que durante a menoridade
do Mona cha este nao pode ter exeivicio
algumadminstialivo, he o R. gente quem
em -eu nome exene as suas funeces, be
elle que compete abrir e fechar a set>sa
da Assemblca Geral, etc., he a elle e na5
ao Imperador a quem compete dirigir a
Falla do Trono; e por isso do .mesmo
modo ao Rgentee nao ao Imperador de-
ve ser dirigida a resposta, e por isso julga
conveniente que se empreguem os termo?
Pro pondo oGoverno de S. M. I.
OS, rbuquerqueiu'gaque a lingoa-
gem empregda neste tpico ni he cons-
titucional,- porque, como se acabava de
observar, 0 Imperador nada pr-pSe, e
sin os seUs Ministros, e s a estes, como
re-ponsavjfcis, he que pode caber o eier-
ejeiode propor, ne5 ao Imperador em
quem1 se na6 suppe senaS andidas moit
acertadas ; isto supp iropondodeveser ao Governo e n6 ao
(operador, ouaqem rege o Imperio em
aru nome.
O Sr. Saturnino continua a sustentaras
deasspresentadas na primeira di-.cussa,
eobseiva qe, a pasear a emenda, ser
necesitarlo ha monisar o tpico, porque
qussi no lim delle e acha.a phraae preferio
tlcvando-o, etc., donde se pode colligir
que uaca5 p.refe o o Ministerio, quando
e refiere o Regante.
O Sr. Paula Sonza sustenta a doplrina
do tpico com a su* emenda.
Depois de abnua Senadores fazerem al-
guma* breves observec-free, be post oto-'
pico a votos, eapprovado com a emenda
do Si'. Paula Sonta.
Entra em discossio segundo tpico, e
he a p pro va do sea o'jecca aUgmi.
Ehtfa em discusa5ao lercmo tpico.
O Sr. Albuquerque principa por ob-
servar que este periodo eootem tres pensa-
uientos ou proposicSes ; na primeira se'
mostra o sentimento que o Senado ttm:
deS. Santidadese na6 haver dignado de
confirmar a m-meaca do Bispo que Iha foi
aproen! a da ; na egonda se declara as es-
peranoas que o Senado tem de' que e-te
negocio se concluir, a final satisfactoria-
mente 5 e na terceir finalmente o Sena-
do declara qoe quando as cousa* se n-6 ter-
minem como hade espetar, enta se ocru
para defte negocio, reservand-e por 1-
f'.ira defaxe-lo. Nota que a palavia roe-
iftdrosa suscitou 'discussafi corno vio dos
Jomaes ; e he sua opinia que ella iu
seja empregada.
O Marques de Paranagu mosira o si-
gnifteado-d* pala vea melindrosa, e con-
sidera que ella na6 deve ser im pregada pa
1a ta elevada pessoa, por isso que se po-
de conceber qut be huma especie d- saty-
ra que se diriges Sua San ti da de. Dizque
o Senado ua5 deve apresentar hum senti-
do reseado neste tpico, dando a ente.n
der que se rese va pai a medidas effi ases,
medidas que nao pode conceber qoaes se-
.,5. Supponhaains que Sua Santidade
continua na nao eonfirm*ca5 do Ripo pro-
posto, aliei ar-se-ba a di-ciplina rectbidti ?
rSerenios nos pessoss idneas para entrar-
mos neata materia ? parere-me que nao;
em msleria de disciplina a auto idade com-
ptente be Daos e oh seos Ministros, por-
..ueoCorpo Legislativo ru rcctbeu da
Nacao prderessenapara tratar de obje-
ctos purameote temporaes e Dos nos l-
ete de entrarmos em tees reformas, porque
laes reformas sao como os cometas, tam-
brm tem suas raudas ; esa hoje se altera
Uto, amaubi se procura hum incintivo
paraoulras innovacSes em cousas a5 me-
lindrosas, como as da materia relativa a
religisS do Estado, c benrf ne-ts occaaia
applic.ir o que diz Santo AgosrinhoIpsa
quippemutalio consuetudinal, tiam q1"'
ady'uvat ufilitate, novitate perturba!. E
queremos nos, continua o nobre orador,
augmentar as perturbrces que ha no Es-
tado n*6 basu a* que lem havido, e
continu6 a baver? aggravemos os
nosos malas.
Vem mesa sa aeguintes emendas do
Marques de Paranagu.
Onde se l-de que a prudencia e ss-
bidoiiade V. M. I. diga-se de que a
prudencia e sahedoria do Governo de V.
M. I. e conclua-se o testo do periodo
com a seguinte redaccS ainda acbai
suaves meios que, sem compromWtimen-
to dos interesses da Nacao, e do decoro e
direit.-s do Trono de V.M. I., concilis-
r esta desagradavel desinlelligencia. ^.
R. Foi apoiada e entrn em di*cassa5.
O Sr. Carneiro de campos continua
sustentar o tpico da Falla do Trono, re-
forca as suas razes apresentadas na pri-
meira discisa, e mostra que o Brasil se-
parndole de Portugal se constituio huma
naca livre e independe rite, e que, pela
Constituica do Imperio, nao tem menos
diieitos para se p>oteger os subditos Bra-
zileiros de que aquefles que exerr6 os
Seis dePoitugal. Fas ver que o Re D.
SehasciaS, em 1564, sdmittio o Concilio
deTrcnto, naS s quinto ao dogma, mas
sambem quanto di-ciplin, o que nao
foi julgado mui prudente por muitos ho
solicitarem os sers Ttulos ; o que quinto
ao armamento que requesita fica oaeo for-
. neiimento reservado para qumdo o bou-
ver no ArsenaJ.
Exm. eRm. Sr. Pode V. Ex.
remenee a Secretaria deste Governo, os
officios qie hourer dedeiigir aos Reveren-
dos Parocbos da Biovincia, os quaes se-
ra5 por a nisma dei egidos a seos d. stino?,
na5>osqueeu pedi a V. Ex. delhes fa-
zer para ipresentare.n aos Promotores Pu-
blico'* relaci circunstanciada das pessois
que filleccrem as suas Freguezias, e que
deixarem Orfa6s como outios quaesqner
que sobre difierentes objecos. V. -E*.
baja do qoerer expedir. Ficando sim
respondido o cffioio de V. Ex. J i4 do
correte.
Dos Guarde a V. Ex. Palacio do G.-
verno de Pernambuco 14 de Julbo de
i836Exm. eRm. Sr. Bspo desta Dio-
ce je.Francisco de Paula (Javalcanti de
Albuquerque.
(Continuar-sea-.)
DIVERSAS REPARTiqBNS.
mens iltuMrados ; reprodusoutros muitos
argumentos, e declara que nicamente
conviraem quesesuppiima a pala vi a me-
lindrosa, suhstituindo-se peh escrupulo-
sa'. Esta emenda he apoiida e nira em
discussaS.
Tomad ainda p-rte na discusa5 os Srs.
Marques de Convelas e Paula Soasa, e
a final, pe'a hora, fica a materia adiada.
O Presidente, para ordem do dii da
seguinte8es*a5 designa a mesma mattia, e
levanta sesaa depois das duas horas a
meia tarde.
PERNABMUCO.
OVEKNO DA PROVIMCI*.
Expediente do dia i3.
CFFICIO.
Ao Ten-nte Coronel Engenheiro Fir-
mio Herculan approvando a proposta
que frt de Venancio Pessot de Mello para
enca regado da obra do atierro dos Curva
Ibos; exigindo o regiment dos de ven s
do mesmo.
PORTARAS.
Ao Inspector Geral das Obras Publicas,
para mandar comprar uto sarilho de f 10 de elevar pesos para ser empregado as
Obras da mesma R.-pai tiran.
Ao Administrador Fiscal das Obras
1 uMicas autburisando-o a adquirir peh
menor preco que Ihe fur pos-i vel toda a
pedra, que vier aervindode la-tro a, l'.m-
batca\5es.
Dia i4.
OFFICIOS.
Ao Commandante Superior da Guarda
Nacional o Municipio d> Recitecommu-
nicando-lbe que lendo sido concedida da-
misMd do Posio de Alteres da i.* Consps-
nhiado i. BalalbaS do mesmo Municipio
a Joiquitn Juvencio da Silva pelas mole.
tinque padece ; assim o faga constar ao
respfctivo Commandante para propor ou-
troemseo log-r.
AoTeoente Coronel do BatalhaS da
ALF \NDEGi DE PERNAMBUCO.
A Polaca Hespanhola Dolcin*, vinda de
Barcelona e Santa Cruz de Tenerife,
entrada em 12 de Julho Cspit.5 Jos
Peres, consignada a Antonio AI ves de
Souza Garvalho.
/*
Manifestou o seguinte.
300Quiataes de peixesecco.
(SiOSevias de Blatas.
8000 Retteas de Sebollas.
300 Mullios de Alhos.
11 Caia com bixas.
5 Blhs coro ditas.
AGalioW Sueca, Vaiia, vinda de Rotter-
dam, Capita Lorents Pelter B>mnn,
entrado ero i4 de Julho, consignado a
Francisco Gomes deOliveiea.
Manifestou o seguinte :
150 Cixas com qneijos flamengos.
56 Bai ricas com farinba
6Caixas com lleudas.
1 Ditta com agua de Colonia.
MBS A DAS DIVERSAS RENDA.
A pauta he a mesma do N. 145.
COK KFIO.
O RiigneEscuna Matildes recebe a ma-
la para o Rio Grande do Sul boje (i5) as
.5 horas da tarde.
RIO DE JANEIRO.
Seja qual for o motivo de se censurar ta
infundadamente o Governo, na Cmara
d"S Deputad >s, sohra as Cartas de Gabi-
nete, sempte he rerto que dahi se pdem
seguir pessimas censequenciis, no pensar
dos que nao eti5 so facto do negocios'
.Diplomticos. Sea Tribuna Parlamen-
tar he romo hum Telegrapho, que com
incrival celeridad' leva s roais remotas
Provincias as opiniS s propoladas nss C-
mara.', serviodose da Imprensa peridi-
ca, mormente quando ae poem s ordens
deste ou daquelle Deputado, que d. lia se
-ervo para s.-u fins, claro fica que as inexa-
ct des, 011 alsidades ali nao poueas vezes
ennonciadas, podem ser de funestas cou-
sequencias pocrdito do Governo, se lijes
nao for no encalco a ouvenwnte refuta-
ca6. Tal vez esta se ulgue occiosa no lu-
gar em que n verdade pode ser conhecids,
ou em que a desculpa de ti infundado*
s estos mais se diiiva de, gfnio ancio'so
de patear por facto, do que escrupuloso
em basear as suis censuras em rerdgde ;
mis nem porisso se poder negar que a
G. N. de CimiaMS, COOOCHd Ihel refutaban he necessaria, tanto para de-
queioi approvada a propon para os O- I engao de Leitores longiquos, quanto
ficiaes do mesmo Batalhi, deTcndoawim I para os ignaros do estilo diplomtico, eo-
o f-zer constar aos piomovidos afia da j mo no caso de que gora os oceupamot.
E quem sabe ao certo com qne fim se pro
palara ta5 injusia salira aiespeitodas Car-
tas de Gahinet ? A julgar-se pelo que pa-
rece, naf outioque o lanesr ridiculo
sobre pessoa mui respeitavel NacaS; e
oesse rasoma cumpreasua missaS quem
abre ta5 fumsio exemplo, ciuem falla con-
tra o que sent, contra o que por moilos
motivos deveria sustentar.
A questaS das Cartas de Gabinete divi-
de-se em duas parte*, que pissamos a ex-
plicar. Nell.s se empregra ttulos in-
devilos, que mere -a6 o e>tranhamento
dos Vlonaicas. Re. usa aqoi, por isso,
os Mini-nos E4raneei.ro entregue as res-
p'oklas em outras tuSos, que na6sjao as de
S. M. o Imperador.Eis os dous pontos
principaes da censura feita por bum De-
putado, applaudida por outros, e propa-
Idi com certo abul.o^esitir, i epro-
veitando-se para maior ridiculo a hida de
huma Crvela deGue.ra Brasilei.a Eu-
ropa, improvisando-se-lhe hum fim bem
d.fferente daquelle, que Ihe marcara o Go-
eerno. M quem fezessa censura Hum
Deputado que ja foi Ministro d'Etado,
qoe he p'.r experiencia, que.asCartas de
Gabinete tem hu.n chava. que sent
mudara-, e que ero i83t as suas respostas
era5entregt.es ios Ministros, como hojese
prvtente, i-pesarde ser alterado esse eos-
turnet-ro i833.
Como 11 'de esse Deputado e alguna seus
amigos, e-sranhar s tit.l s que acoopa.
ha5 a aesigoalura do Regente ness.n Car-
las se elle se corresponde em Nome do
Imperador? Porqueei.u6u*a5 as Cma-
ra do Tratammto de Vossa M.gestade na
nsposta ao Tono, que elle Regante rece-
be m Nomo Imperador ? ** ,l"
lulos mais proprios B gencia de a Mem-
brosdoq.iedehumsbj o a Regenc.a
nue tive.se Mni tros, que hoje nao ser-
v.ro? N.nguiMO aira. Ojujus-ocensor
leva a mais a da vp^mo ; elle pire-
ce d.r entender qu os Monaicas se es-
candalis. a6 ds titulo* da, Cartas de Ga-
binetes, e que altribu.ndo isa ao que quer
que seja, queixa5-.se em -uas resuost.,.
Pora preciso para se dar erudito a boma tal
fantasa, que se nao souhesse que sepe
i es-as Cartas sao acompanhadas de copias,
i p.r pnde se conhece oVu contesto antes de
se ahrirun. Ejitem essa copias, e po-
demos assegurai que em nenhuma dellas
e encontmS essss queisa, nem mesmo
exprea5 que indique o quesuppoem o
malicioso censor ; antes de to.lss >e colhe
a mior urbanidade, e pro-ecissa do me-
mo enligo e nunca iulertmpido e.-tilo i-
p'omalico.
" Quinto segunda censura, basta huma
simples excorelo de Tcto paia se devfa-
tt r a sti'peita de quem se aprdveita das me-
nores cousas para engrossar as su's decla-
mace-, com piejuizo n-6 so da verdade,
romo tambero de certas p.ssoas. Co>tu-
me fui desde n Sr. D. Pedro t (porii.5
hirraos mais lotige) entregrem se as Car-
tas de Gabinete aos Mnili"8 de Estado,
poupando se desta arte demora na entre-
ga, eincommodo no recebimento. Qi-
do, ha tres anuos, pareceo coiivenieule
fa/.cr-se o Jovem Imperador mais visivel
aos Diplmalas, e mesrrfb aos Brasileiros,
por motivos que escusam vidra5-se os Ministros EUrangeiros a faxer
cntreg dessast'artas ero puMca.audiencia,
e assim se procedeo al bem pouco einpo.
Agora, ou poique cssssem os motivos
dessa etiqueta, ou paia niais coramodo
d tou-se ao antig costme, e parece que
sem previa psrticipac5. Se tiles se re-
cusra5, tal vez se fundem nesta ultima cir-
cunstancia bem fcil de remediar-se ; a de
qualquer modo nunca a recusa tem por
motivo o escndalo dos Monarcas da
Europa, como satricamente'as-oalhar
quems-tbeda verdade de tdos os la tos, e
que so os desfigura para fin, que de hen-
bum modo secompadecem com os da sua
mi.s-a. Em quanto a sua oppoica se fun-
dar em princpos taesi nema Pattia"co-
Iher della bons fructos, nem a poslerida-
de coroar de gloi ia a quem oceutta verda-
des para fazer mais salientes os seos epi-
giamma. picantes, enteressar mais gente
no ridiculo que lauca sobro quem devera
respciur. "" '
(D Correio Oficial.)
s


DIARIO DE PERNAMBUCO.
s

ELEigO'ES.
Se a prodcelo e a segur.inca sao os
dojns elemento ncessaos qu h>je cons-
titnein as so. edades s>ni OS quites filo
podem ellas existir cumpi ser o nos-
so principal i.bjclo prncrihios os bu',
os maiserfiVates para promoverroos pio-
d ui co e garahtirmos a segu anca'*
S-'tsies-ioos dous objeclds mais subs-
tanciaos que nos conven ler por alvo dos
n<>sos extorco* a que r'>se de* pes-oas
opilaremos o'cuidado de telar intferesse
de lan'lo'Viill"l Entregaremos por ventu-
ra bur lio'importante cargo as que a-
d produtindo nao podem apreciar a pro-
dcelo nem conh-cer o que a pode pro-
mover nem aca'nha-Ia ? Parece que o-
brariainos tnuito indiseretatmnte e con-
tra os nossos pmpos nteresses, se tal fi-
ai-ssemos"', porque dfeixaiimbs de elfger
por nossos Representantes acuelles, que
viteridddd Industiia c>m que Os Estados
se sstrilib prospeilo nenhuma ou-
tra rous mento, "pata birui'os confiar huma incum-
bencia de ta'nto porte quelle* que era
nada coricorindo para o desciment da
produccio faze depender a na sub-
zistencia dos productos dos que trabalhio;
e qual seria" orezliado de huma taln
discpclb? Ventios os interesaos vitaes
d^ so; ied-de tratados cora desleixo e
contrariados pelos de huma ciarse, que
vivendo de salarios publico*, naturalmen-
te se interesso no augmento dos impostos
de que r Ibes pode provr acrescenta-
tnentos de cabedaes. Me da falta de nio
cencebermos bem a organisaclo das so-
ciedades actuaes que tem procedido nio
julgarmos iudispapsavets requisitos, que,
tomando o nwj Diputados nd> pen-
dentes podessrm mais desafrontados ex-
evfcei as suas augusta funccSeS, resist*
rom as peitenc,5es que podem piejiidoar
os i nteresses que representio ; por *m> os
F.st.dos- Unidos da Amrica do Norte,
que perreherio mais claramente d que o*
mais da Europa, que a industria ea
prodcelo erio os objectos a que as socie-
dades deem ter mais em contemplado ,'
ti verlo a cautella em todas as siias Cons
tituices, de excluir das Assemblas Re-
presentativas todos aquellos, que p"los
seus empregos cargos, e lugares podes-
sem d.recta ou indirectamente e^tarem
ligados ao Poder Publico, Execulivo,
Admini teativo ou Judiciao.
Por nos faltar esta saudavel prevencio
tem o* nossos xitaes intereses cabido em
mos dos que erio manos aptos pa.ia os
defender: e daqut tem nascido todos os
males que erradamente havemos atribui-
do ja 0 Senbor D. Pedro'"I. de'saudo-
sa rnemoiia, j ao Ministerio, e ja &
ceutralitaiio do Governo ; queixas que
nio laamos 83 advrrtissimos que ellas
nao podero cabei senio em hnm Gover-
nu absoluto em que Ihe frt|'io os eslrvot
nectSsaiios para 6 rnter e Ihe i oprimir
os aliozos: mas se os tercos as imssas
Cmaras, deveamos antes queixarmo-
nosdetlas, q> e nao cumprem comas su-
as obgaces ou imputarmos a culpa
nos-a na escolha porque se pretende-
mos que os Ministros ou o fin ver no nos
Faca gozar de todos os hens que a Consti-
tuirlo nos promette, entio desn'Cessarias
ellas serian, como imitis, as mesmas
garantas ; assim por nio pensarmos des
ta maneira e nos persuadir que a felici-
dade dos povos provem inteiramente das
qual dad.-s do Principe ou da nMureza
das inliuc5es e nao le razio publica ,
hoque nos haremos a'Vacado com Un-
ta afoiteza excitar revollas para mudan-
cas d Ministros e de Authoridades e a
faer ouiras alteracSes as forma* Cons-
tilucionaes, como se dellas livessemosa
certeza, cu a probabelida e de colhor pro
veitoxo- fructos mas infelz oente a ex-
periencia j nos tem mostrado o quanto
nos havemos engaado.
Os (o ver nos pouco prest io por si as
inslitqii5'a recebem a ua forra do apoie
que Ibes d bum povo moiigerado. As
mesmas Leis que podem em bum Pau
coopeac para o gozo da mais suave h-
berdade em outro podem contribuir pa
'a que domine o mais intoleravel despo-
ismo, e por iso por me!b es q *-
jio as ustituiftVs, te a Nac,|o nio cUtit
ero geral mmcieoiemenle Ilustrada para i
p receber *m lugar de Ihe serem pro- ,
6 cu as Ihe podeiio ser antes perniciosa,
fe o pensar-se de oulia maneira dando-se :
toda a importancia forma de Governo,
e as nstitui;5es, nio as conciderando
Smeute proveilozas quando se precionio
ao estado de civilizacio em que se achar a
Naci a que as quitermos adaptar he
que nos tem vindo o aluvio de males que
ame. ca a ruina do nosso Paii; por lanto-
vnl lugar de nos queixarmos dos nossos
ChefVs e queri-rtnos muda-Ios procure-
mos antes ter bous Ministros que os te-
remos cerlaroente se tivttrmon boas C-
maras, e'as teiefnos necessariaroente se
tivermos hnns Collegios elcitoraes, isto
he, se'a n.Y parte dos nossts Eleitores !
tif erem fodo o procizo discernimento pa
ra conhecerem e distinguirem os leaesos
ii-teressos da Nuci, Jos que os podem
trahif, ou frouxamente difendel-os ou
pospn-los aos seus particulares ; como
bastante firmeza para rezistir s insina-
c6.s de pulidos, sem a qual nio se po-
deros f-zer b as escolhas, e paia con e-
guirmos hum lio'dzejado fim he mi.ster
que conbecautos os nossos verdadeiros in-
terfS8es, e qne os possamos defender:
conh. cimento que al agora nos tem falta-
do poique, se o tivessemos do corto
nioconfiaiemosinterest-es tio sobtaociaes
aos pie menos proprios sao para os M-
lar ero a nossa trinquilidade teiia bido
tio perturbada nem o noaso paiz expos-
to s violencias das fac6. s ou aos alvo-
rolos populares ; ante daramos prefe-
rencia quelles que nio querem toroutras
riquezos senio as que o sou trabalho Ibes
pode grangear, e os Governos que en-
tenderem melhor o que Ibes ron vira para
a sua e-tMidade nio s rodeard.-en-
tras pescas que nio sejia dat que tive-
rem mais parte na formacio da tiqtfea
Nacional : e para nos conveneermo des-
ta vei dade basta-nos lancaf nJos os olhos
sobre o que se pat'soa em Franca desde
que' romicou a reVoltujio em que os de-
magogos tendo a sen fa-or a plebe ter-
io 'i/ario a maioridade da Assembla Na-
cional e levario ao patbulo o Principe
e sut f-milia e a final espslbario o terror
por toda a Franca, e hum E crptor muito
distincto da roesma affi ma dizendo que
se as Assemb'i-as tvessem sido comp>stas
de Lavfadores lieos Fabricantes abasta-
dos Ranqueiros ou Negociantes de gran-
de porte, o jacobinimo nio.podera ter
prevalecido, nem a Fianca Soffrdo tan-
tos males.
Por isso se tivessemos hido a raz dos
nossos males teamos ja descoberto,
que todos el les procedem de nio termos
anda a necessai-ia descpt;! Par- Urar."
mos droveilo de hum Governo lio comph
cado que mal dirigido te torna no
instrumento mis apropriado pra vaxar
e prostar huma Naci ignorante e fraca :
o exemplo da Frantja ainda nos auxilia
em provar o que aseveramos se Carlos
X. encontrou no Franczes resitencia
aos sfus actos aibitrarios, Luiz Filippe
tem infringido a Carta a-sisdo da aulho-
rdade das Cmaras.
Nio vemos o que acontece na America
quando os Estados do Norte fazem rnara-
vhozos progesso-i na carrei'a da pro-
peri'lad^eoin osen republicanismo, os do
Sol, que ajiracario o asesino Governo ,
em que os pvos so menos motigerados ,
que dissenc6-s e guerras intestinas nao
os tem dividido e dilacerado nao poden
do at boje ohter hum Governo estavel ?
Que inferencia podaremos tirar daqui se-
nio a conviccio de que o bum r.gimen
dos povos nos Governos Renrezentativos
nio depende tanto das suas formas como
da llustracio do povo ?
Se os Empregados pblicos m-useoc-
cupio de agradar ao Governo de quem
recebem os seus ordenados como pode-
r5 desapressados telar rauta* que os po-
dem por em collizio de deveres e opi-
niSes, sem qne se exponhio ao risco de
perderem os seus empregos ou de passa-
rem por ingratos ? Alin disto se aos
Empregados pblicos de nenhuma oulra
grangearia lhes vem os seus prove tos se-
nio do E ario pubra, nio dezejaro por
ventura que os rdito dos industrilos
es'eiio ames nelle guardados do que as
I bols'ajdaqueHes? e mais, UodoeUfil
toda a influencia na Administracio pu-
blica au procurarlo naturalmente au-
gmentar oseu numero, e por couseguin-
te nio erescer a precizio de multiplicar
o* irapostos ? Mas nada disto adverti-
mos para os exclu'rrrr.os das nossas Cama-
ras : fceguiiido-se desta inadve tena que
haremos sacrificado o interesse publico ao
particular quam diff rentenr uto se tem
portado os povos em que a industria eo
cormnert io se tem mais desenvolvido,
mais sacazes pievirio que hom depiesa
decahiiiio bons tio vit.es se^io fi'Ssem
repretentados pelos proprios interesados,
o por isso nio os coufiaiio de outros, e
com esta arte medrou a liherdade sempre
nos povos em que a industria e o com-
roeroio tem mais florecido e a Naci a
onde nio hoover este espirito dominar
a ambicio dos Empreg3 pblicos ; o a-
mor do ocio e nio do trabalho a dever
apoquealar, nio se conhorendo outias
viitudes senio o egosmo, a corrupcio ,
e a Cubica procurando-so nicamente a-
montoar caWdaes anda que cusa da
mizoa publica.
Que cargo havei boje entre nos que
o nosso desassizado proceder nio tenlia
convertido em objocto dp cohica ? O lu-
gar de Reprezentonte, que em outras Na-
c5es he mais de boma do que de prove-
to, nio evitando o contagio tem-se tor-
nado er're nos em hum ofi-ornis ren
dozo do que de honra ; cirennstantjas os-
las que naturalmMite tentio a cobica dos
que pretendein*viver em )cio e com d:g
nidade : he com inritnmentos desta uH,u
reta que havemos pervertido mais a Na-
ci desviando o neo espirito do amor do
trabalho e encaminhando-o a a'i bi-
cionar lugares como as unirs ocrupaees
que nos podem dar bomas e riquezas mo
mais descanco e que poderemos esporsr
de huma somelhante tendencia ? He que
todos mais oceupados dos seus interesas
particulares nio tendo em nenbaira
contra o bem publico s pfrtcnder
os lugares para anemontar suas foi lunas,
que paixocs nio podei (Jesperlar oco-
paci Humano hum caryo rom laesatra-
ctive^r? F. a que arrojos nio poderi ser
levado i Nao vimos j hum dos nossos
Deputados, movido talvel da ambicio da
aura popular arrojar-se a enunciar opi-
iii5*s anarchic^s etendenUs a transtornar
a ordem estabelerida ( i ) commettendo
aniquilar a L- fundamental, Le que o
havia constituido Depntado, uio adv*r-
tindo que obrando rom tal temeridade ,
nio s se de-pojava dos poderos que Ihe
furio confaridos poim que aida exce-
da os seus limites esquecendo-se at do
agrado do Juramento com que hvia ra-
t ficado a obgacio de guardar as bates
fundamentaes da Mnnarehia E que se-
a de ni se ellas fbsaedt attendidas .
Veramos era pouco espaco o Brasil na-
dar em Mangue.
Tornando ao nosso assumplo diremos
mais, se tivessemos seguido nutra Irilha
mais bem acrommidada ao bem publico ,
em lugar le rr irnos offivoi rendosos,
que provocassem a cobica os fitessemos
antes verdaderos encargos para nio se-
(1) Veja-eo Projorto do Sr. De Fian-
ca, na SessbSde 16 de Maio do anuo passa-
do,- inserto nonossp.n^ a97 : Que ousadia
e arrojo! Coinmelter denubar aOrd>m
estab licida, abalando todos o fundamen-
tos em que e esti ilnv- a authoridade das
Eeis, e a aeguranca de tod"S, pertenden-
do suhs'iiuir o Republicanismo, Governo
que nao nos send< adaptado,s nos podr la
precipitar em hum abymiode hoirore!
Que violaca de loda< ss Lea, e dos Jura-
mnitos os mais sagrados! Querer que huma
Assembla Legislativa, sem poderes e peei-
aes, aniqoilasse a Constitoicio em virlu-
de da qual legislavio! Que tyrannii 1
Pertender que a vontade de hum Cor--
po podes e prevalecer sobre a de huma
Nac! Q1* poderomos esperar de de-
magogos que assim discurren ? He que
bem depi essa que se apoderassom d<> po-
der, nenhuma outra L reconbecc iio
senio a da >ua propria vonlade. Nio
deixamos de notar que o roesmo Sr. Dr.
Franca, iaqner que o Biasil seja Pa-
trimonio da Familia Imperial talvez
porque jitgue q'te dera sor da uj.
nm apetecidos que alent nio,tomauo
a noa-a industria e commereio? Entio
haveiia patriotismo hum verdadero te-
lo pelo bem geral, o povo se identifica-
i a com o Estado sendo huma e a mesma
consa entio teamos, colhido fructos da
Con-iituico nao -o provocando tantos
niotivos de discordia e de ppoicio de
inteiessos hatera uniio eotie o Estado
e o povo e o Governo rodeado de ho-
mens que tvessem mais parte no ang-
ment da riqueza publica .cenheeea ,
que os seos inteiesses ea'avsO ligados com
os da Necio para lhes d..r toda a proteo-'
ci, e havoiido unioo as Leis adquiririio
forca e seriio executadas em auxilio de
armas.
Nao nos deve merecer meos a nossa
attenco a soollia dos nossos Juites de
Paz ; p is d'elles depende em grande par-
te a boa administracio c'a Jostica, a se-
guanla Interna e o soreg, paia nio
conliaruios cargo de tanta irapoi tanda a
homvns ignor.mtes e despidos de todos os
renhociraentos, a quem lhes falta em fim
acapacidade precisa pira devidamente o
poderem lesemponhiir ou a homens sem
probidade, pobres, e desasados para
giangearemo pao p.ir hum trabalho hon-
rado e s dfspostos a f-zerem fortuna
postei gando as mesmas Leis ; e desta falta
da atteucio na ts.olha de liomons para
hum tal Empngo tem tesuitado cahir
Ms mi, is de alguna, que sao menos capa-
de o homar e d'aqui tem proced-
do que huma parte dos nossos Juizes de
Pz srjao tes que em lugar de ae dis-
tinguirem pela sua nteireza, fose ex-
hume por arbitrariedades e prevarica-
<,-i;> ; e por isso nos parece, que males
semelbantes nio sio de lio pouca monta
para que nio se tenha mais acord as
actuaes Eleices do que ate agora se tem
tido.
Se os nossos Leilores 1. rem com algum
cuidado e sem preverco, as nossas pon-
deac'.s, estamoa peisuadidos, que nel-
las verlo 8 mente transluzir imparciali-
dide que dirigi a nossa penna e que
todo o no-so intuito foi mostrar os est-
mulos qpe leiio os homens a obiarem
iinii em conformidade do seus inleresses,
do que dos do Pub'ico e que toda sa-
bedoria de bum bom Governo consiste
em Saber encamiiiha-ios cora tal arte,
(ji-e p.issio pio-urar o bem proprio sem
que este sa opponba ao da Sociedade.
( Da Gatela Commercial da Babia. )
EXTEUIOH.
Lisboa 5 de Maio.
Recebemos hontem jorn es de Madrid
at ao do pa sado, de que extiahimos o
mais importante. As noticias receidas,
naquolla Capital do thoatroda guerra con-
firmavio as interiore* ceica do movi-
menlos ordenadas pelo geneial m cbef*>,
e prepaiatonos para as grandes operaces
que tem em coniemplaeio. A divisioau-
xiliar poilugueza linba enhado em Vil-
to ia, tule foi sub-ttuir a ioglexa que
no mais complelo. estado de efllccncia e
disciplina e unida a huma foica hespa-
nhola respetavel mai chara para S. Se-
bastiao, qu pir das operaces, pelo grande numero de
trOlM* que a se vio reunindo.
No dia20 i n'n o g-'neial Cordova o-
perado hnm recoMberin.e ito sobie o
campo ntiiiiihe rado do inimigo na es-
trada leal de t)ur.ingo, junto s formi-
da\es posite-d Villa Real de lava ,
com o fim de forcar as suas obras avanca-
das. 0$ rebeldes desampararlo quasi sem
resistencia alguma o ponto (o tincado de
i bine ; e sem disparar hum tiro ai
alturas intrinebeiradas de Gojan. O ge-
neral ero chefe pz ludo era pratica para
os Bttrabir a huma accio geral ; mas ven-
do que erio baldados lodos os seus esfor-
cos, mindou lecolhef as tropas aos seus
a>a'itonameiitos.
Porem, o que mais deve nteressar
nossos leiteres he a noticia positiva de ae
ha ver verificado a entrada no territorio
hespanhol di vanguarda do exercito fran- s~
cez s ordem do general Harispe, em

'


-^
1
mm
m
m *I
DIARIO DGPERNAMBUCO.
nmero de 3,5oo infantes, e 5oo caval-
loe que vera operar divamente com a
tropas da Rainha em camprimento do
tratado da Quadrupla Allanca. O resto
do exercito debaixo do com mando d<>
roa recital, ia seguir successivamente o
mesmo movmento d rendo o total su
bir, segundo diz El Nacin! a 4o,oco
liomen-. Esta resolucao do gabinete fian
ce vai diffundir hum de alent total as
fileiras da fa prompto teirao aos m len que ha tempo
affgem as provincias Vas ongadas, r*a-
tabeleceudo neas o governo legitimo ,
obiecto que se prope com asua gneros*
rooperace as potencias signataria do Ira
tado. os nos congiaiuUmos com n .so-
visinhos por tio plauivel aeontecimcnto
(Do Jornal do Coramercio.)
CAMBIOS.
#
Rio de Janeiro a 7de Junho de 1 36.
Londres...........
Pariz..............
Ham burgo.........
Ouro em barras.....
Dobres Hespanhes.
Pesos.............
Moedas de 6400...
de 4000 ..
Prata.............
Cobre moeda de 80 rs.
Apolicesde6 pe, juro
5a 7.
340
4*8
85 a 88 p. c pre.
23200 a 25400
1450 a 1460
l5500al3630 (
6650 6750
45 a 46
i3 pe.dedos.
87 p. c
(Do Jornal do Commen io )
AVIZOS PARTICULARES.

Responde se o releberr'mo lannuncio
deD. Cat harina Francisca do Espirit- San-
to, incrrlo no Diaria n. i44de9 do cr-
lente), pela maneira seguinte.'Que sen-
do preciso examinar osassentos dos diver-
sos devedores a Trapit" di Coippanla
desd ai de Maio de i835, at 28 de M io
de i836, formar re>umos do de.-embirqi es
decaizas, embarque de'.la*, barricas, &<\ 1 a
ra depoisseextrabirem as conUs, fiii)o tra-
badlo nio sendo da competencia do entlo
administrador Joze Antonio dos Santos e
Silva f .r^oso foi incumb lo a hum Caixei-
ro, que nao tendo aquella assiduidade de
tejada, (oque nao ignora essa Senhora)
nio he muilo que em 31 dias utei- se tenh
iodid > con-eguir aquillo que |ulvei em CO
io se consiga (1) p >da ella e por sao mes-
mo exiguas quando quiser judicialmente,
que ter de pagar as custaa cerno pagou
qaandoexigi oTrapixeqoe nanea se du
?idotMpntregar-tho. Nao admira apresa
qaeseri'quer nessasrontas apes-rdeja es-
tar el'a de po.-se de na i de 2400-2) res (pe
aobra feita nesse predio &..) que exce-
de a i:477$ feis do aloguel delle (atiento
o tempo que esteve parado) a rasio de
i:600$ res por anno (2) epertode 700 reis do seusescravos, como-e^tfie fai vei
em lampo competente, que co oais de
a: 000.JJJ reis despendidos em ordenado*,
iornoes, e comedorias monta a mais de
4:000$ reis os quaes tal vez os meamos de-
' "redores nio ignoren q'ie o Administrador
ainda nio os receheo; nem lio poiico nio
admira, que o inventario de seu falescido
mano Joaede Me'leiros Marel pedo 'e
3 annos nao se lenha feito, apesar das favo-
raveis avalac5 nio se ultimar a parlilha nao h b.-ns pa-
laserem pagos,, os benficos oredores. O
que porem admira he o despejo, e insolen-
cia deate annuncio em diser que nio-se pa-
guem cuntas ao Administrador (4) como
ae elle fove hum mero administrador e of <>
Socio eCaiXS "io '^se j piev-enido
como seu annuncio inserto no Diario 11.
(1) Nio he reformar caldos e pires ve
Un de hum pra outi o dia.
(a) Alerta Sur. Colleclor pois fose pa-
ga 45$ r**" Por semestre.
(3) Alerta Sor. D.'utor Procurador Fis-
cal, quando i he or a mi esse inventario.
(4) He das alminhasque o outro vio no
armario do enfeino, que nem os dubos
dtllaajiau caso.
111 quando essa Senhora llie mandou pe-
dir 200$ reis e elle respondeo que quan-
do se tirassem as coritas ella teiia as que Ihe
pertencessem, parase livrar que algum des
Gaxeiros tirassem e recebeasem alguna
anta pois que elle quera mostrar alinal
que em seu poder nio existiiu dinheiros
-idade havia de entiegar dinhrro poden-
dj-c faser em contas, sendo a nica apre-
zeotadade en i em diantea do Snr. Luiz
Gomes Ferreira, por mandar diser e.-te
Snr. que se ella nio fosse immediatamente
apre-entada, nio a pagara mais (suponha-
miih). Se esce annuncio foi feilo com o n-
loiio de desacreditar, engana-se quem o
man loo f.ser, perqu es-e adinini-iia hu-
be muito conli. cido, e es-a Senhora{ah m
le nio tersi luciente loica para o dcacre-
i ar aparcero a pouco, e muito mal
irincipiada ; se porem lie falta de dinbei-
ro com maneiras recorra ella ao mesmo
\dministrador queelle a favorecer, bem
como quando ella preci.-ou para e*a roesina
bra r. &c. aronslhando-se por ultimo*
e por raridadechristi que nioapareca em
campo com quem tiver a infelidade de a
C"riru cer, porque de certo perdei o ten e-
no, eficai mas conhecida.
J3P" Pi-ecisa-se de urna mulher que
qoeira andar com urna preta vmdendo
fazendis, p>ginJo se por semana 011 mea:
na ra do Lvrameirto sobrado novo D. 17,
lado do nscrn'o, sdir^piem precisa.
yf^ Quem annunriotf querer 300$
res a piuni de doi gor cento, hip ondo urna molatinha de 1 a ano. dirja-
se a rua Diieita sohiado D. i3, 2. and -r.
jr^ Preci-a-se de i00$ rtis^m prata
por empaco de 6 anezes a premio de dois por
cento com boas firmas: quem os quiser
dar annuncie.
yf^ Precisa-se de un caixeiro qtie te-
nha bastante inteligencia de loja deferra-
e n e miudesas para tomar conta de urna
!>ja que se perlende abiir de novo, o que
8' achar nestas cucunslanciat podera en-
t-nder-se -rom Antonio Ricaid > do Reg
ua rua do Collegio em rasa do Cqmmai *
daote das Aranas que se Ihe fai hom inte-
less--.
Ity H ^n 'S caitas,' para se entrega*
urna, ao Sur. Francisco Joze de Giveira,
e nutra, ao Snr. Manoel de Medeiros, <|ue-
rio ter a bondade de nnunciarem as suas
inorada-, parase Ihe entregar e junUraeu-
te .se Ihe fa'lar a negocio de percisio.
%rja Os S-iihoers subsciiptorts do
curso particular de Mnemoteonnia, cu
nn'iD'n ii ariifi-l de Mr. J. J. Gonnet .-o
avivad >s que o numero dos asignantes"en-
io ]k competa lo o dito curso piincipiara
Segunda leira 18 do cor rente as 6 horas da
t 1 de em urna s..lia da casa do ( irur.:io
J id Francisco de Oliveirafua doQueimi-
1I0 D. 3, e continuar as Segunda Qoar-
ta e Si xta feira de cada semana das 6 a'c 8
horas da t. ^ja- Qui m annuncioii querer arrendar
ou comprar un sitio perto d praca, que-
reodo urna casa com dois bons quiuUes
endo um lodo remado e plantado e outro
h(') murado na fic-t-, sitas na Solidade an-
nuncie sua morad paia ser procurada, 011
dii ija-se a rua da Guia n. 59.
aj-y O ib.' xd as-iguado avia*, segon-
da vez ao respeitavcl publico, que ninguem
contrete com seu ogro Antonio Machado
da Rocha a ven la de urna escrava de rime
Via na, Angola, idade pouco mais ou me-
nos de 30 .uinoj, caheca pequea, testa pe*
quena, nariz pequeo, e xalo, boca peque-
a, o beiC'i dtbaixo um tanto crescido,
denles aparados; UBU oielha r.sgada, hom-
bros altos, brabas compridos; batida dos
peitos, estatura regular falla groga, e bem
exprecada, que parece crila, emrasiode
se achar embargada a dita escrava, e ser o
annunciante d> p isilario d> lia, a qual.ten-
do desiparecido da Praia daConcecao
dos Milagrea no Pau amarello, pe o se a
quem deila tiver noticia, que a aprehend,
e a leve a casa do annunci.-nte na rua do
Vigaiij (jue .era iecdmpeiiado: assim
orno roga-seque pela Secretaria da Pre-
feitura d .-t Cidade se Ihe nao de- pas apor-
te a titulo de .se a pretendepveuder, ou
embate-ir para fura da trra/
Antonio Joze de Oliveira Braga.
Prcctsa sede600$ieis a juro de
um e meio por cen'o por tempo de 8 me*
rs, dando-se boas firmas : queraos quiser
dar annuncie.
ijcy- Na rua do Collegio D. 2, a. an-
dar contiguo a casa de quati o andares, pre-
cisa-se de urna ama para acabar de criar u-
ma ciianca, eque tenhi bom leite, prefe-
rindo-se prrda : annuncie, ou dii iji-se a
mesma rasa cima.
- ijy Quem precisai de um mestre car-
pina para faser algum sobrado, ou outr 1
qualquer obra pertencente ao seo officio,
tanto nesta praca cerno fora delta anun
ce.
jry Deseja-se fallar rom o S.ir. Anto-
nio Machado da Rocha; a como se nio sai-
ha onde more ne-ta Cidade, pt-de-se-lhe
q e annuncie a sua rooiada para* negocio
ueseu interesse.
>^" No pateo da Penha sobrado de uro
andar D. 11 continua se a liiar passapoiles
ecorrtr foi has tanto para dentro do lmpe-
1 io como para pizes E&trangeiros por
pi eco com modo.
COMPRAS.
, Urna cabra parida de novo, e que seja
ba leiteira na rua do Mondcgu D. 52,
ou annuncie.
VENDAS.
O Manifeatode Joze da Silva Carvalho
Conselheirod'Evtado, e actual Mini.-troda
Fazenda. feilo aa Cortes ea Naci Portu-
guesa em que mostra o uso que fez do voto
de confluir, e em que priva ao mesmo
lempo, que bem longedepiejodicar a Fa-
znda publica, como maliciosamente espa-
Ihario seus detractares, ella inda lucrou
muilo pe>to de 10 milhes de cruzados.
Vende-se na Praca, da Independencia loja de
1 vros n. 37 e 38.
%rja Meios Brinetes da Lotera que cor-
re no da 9.6, a note pala cas e meia em
prata : i
Wp1 l)us cabras urna costumadtt a ciiar
meninos: narua Dreita D. 3a.
tQP* Caiolasd-; rame por pieco com-
modo; atraz da Matiizda Boa vista n. 10.
tJT^P* Um hicudo, e um curi bons can-
tadores : no NixodoNoia D. a7.
W a vacas paiidas e 3 peenhes todas
maneas de corda, e feitas ao pasto; 1 gir-
rotinha, e 1 garrotinho: na Magdalena
sitio de D. Cathnina.
jO"^ Meos bilhetes a 3$20C em prata:
n< rua doCabug loja de miudvza ao p
do Bandeira.
fcy Meios bilhetes da presente Lote-
ra a 3*g}O0 : na Praca da Independencia
j* 7- .
^9 Um b-m negro mosso e de bonita
figura, ptimo para qualquer seivico: na
rua daCrdeia do Recife n. 59, no 3.an-
dar.
^TJT Um habito de Ghrislo grande de
podras finas; na ruada Cadeia do Recife
n. i2, <|ue ahi se dir quem vende.
*y Meios Bilhetes da L-tei ia a 2gJ880
reis. o palacio a 960^-eis, e 40 as 5 pon tas i >ja defasendas 1). 18.
tjry O muilo velleiro, e bfm constru-
do Pataxo Ameiicano Acora futrado e ca-
vilhado de cobre prompto a seguir viagem:
os peit-ndehtesdirijio-se ao seu consigna-
tario Joio yfihues na rua da Crur. n. 56.
Iff Urna negra de naci de 16 a unos,
cose, engoma, cusinha,eensaboa ; e tam-
bem. se troca p-ir um n-cro que seja moco e
robusto: na 1 ua da S nzalla vtlha sobra-
do da esquina do beco do porto das canoas,
3.* andai.
Ijrja Meios bilhetes da presente Lote-
ra : na Pracinha do Livramento D. 21 e
a4.
ry Bilhetes da Lotera, que corre a
26 do cociente : na praca da Independen-
cia n. 37 e 38.
tyy Panos fobrefinos 6$ e 5$ reis,
cazemias p'e'as sobre fi 'as a i$600,
meiinia 1$200 rada covado, e rcbe-se
dinheiro de cobre Imperial: na esquina
da pracinha do Livramento loja do Hugos
Punce de Len.
Urna casa de 3 andares tu Burro
de Santo Antonio do Recife, livre e desem-
barazada como se fai ver: quem a per ten-
der annuncie para ser procurado.
a/y Bilhetes delicores de todas as qua-
lidades, por preco commodo, conforme a
qoantidade: na Typografia da rua Diiei-
ta D. 20.
jq^ 3 cabras, duas prenhes, e urna pa-
rida com bom leite : o beco do Marisco
D. 10.
%ry Fasendas a praso, com il.mas a
satisfaco doabaixo asrignsdo, assm como
\endese lasendas por dinbeiio de-cobro
Imperial e cambia-se por pi.ata 11a Praci-
nha do Livramento na loja de
Joio Cailos Pe eir de Burgos Ponce de
Len.
Um sobradinho tm Olinda rua do
B .m-fim ; acha-se hipotecado aocufre dos
01 fos : quem o perlender, entregar-se-h
I* re de dita hipoteca : a fallar narua de
S. Berilo sobrado u. 45.
W Um bom moleque crilo de 18
anno*, qua-e oflicial de sapateiro, de mui-
to boa figura, esem viro nem achaques:
quem o quer annuncie.
jW Urna negra cfiola de aa annos,
vende boceta, cosecbao,cosiuha, engoma,
eensaboa, sem vicio algum, e nem acha-
ques: em Olinda rua de S. Berilo n. 45,
se dita quem vende.
PERDAS.
No da ia do co rente desaparece do
sitio de Joio Rafael Cordeiro na Magdale-
na urna panIha de caTalloseUaSes cachi-
tos, frentes abei tas, s<*ndo um com tiev.
pez calsadoj, e com a marca ME; e otHto
cols.idox de um p, e com a marca AC;
quem os achar ou delle tiver notidia diri-
ja se ao mesmo sitio, a entrega-la ao dono,
quesera bem rvcompeusado.
ESCRAVOS FGIDOS.
Mara de naci cassange, meia ful-
la, estatura regular,- reprsenla ter ao an-
nos, levou v.stida camisa de algodaosinho,
e saia azul; fjgida no dia 7 do coi rente do
Mondego: os apr-hendedores levein-uaa
1 ua da Gi oz n. 11 que serio bem recom-
pensados.
Taboas das mares cheias no Porto de
r rrnambuco.
28 Segunda S 4h. 54 m y
.' 29 -T: | 5-i8 a.
j 1-Q: 6 6 Man.
-0 2Q- j 6-54 - .
3S: - 7~4a .
3 4: 303
5 D: a 9-1'*
NOTICIAS MARTIMAS.
Navio entrado no dia \\.
PORTO; 35 das; B Port. Ventuia
Feliz, Cap. Antonio Franc seo dos San-
to->: Vi.no- gneros: Antonio Joze de A"
moiim. Ton. 2i0. Passageiros i5.
Saludo no mesmo dia.
L1SB0\; B. Pot. Es.hpIo, Cap.-Joio
Antonio Vi ira : varios gen* roa. Passa-
geiro Angtlu Baplista do Ni.-cimeuto.
1
Obse vacos.
Sahio para fundiar no Lameirioa Gale-
ra Americana Maudarim.
Pl RV. NA TIP., DE M. F. DE FaRIA 1&36
t


Full Text
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