Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05696


This item is only available as the following downloads:


Full Text
M *. &
*~

1
i
<
ANNO DR 1836. QUARTA FR1RA
aplfll. I I
SS"""?
13 DE JULHO N. 14*
Hf^^a

Pbkm.u.o, W* Ttp.o* M. F.de PI4. |83.
das da semana.
iualbrrtD Re- m- and. do J.
11 Sajen % 8, Sabino. Auit do Juiz. do Cr.de
n. e de t. se, da Thezourana Publica c
Chanc. de t.
r* Terca S. Joao O.t
de O. de t.
IS Qnaru I. Anacleto P.iea. da Thea. P. L. nova
m* 6 h. t 36 min. da m-
14 -imuia ." Boa ventura B Ral. deni. and. do J. do
C. de ni. e Chae- de t-
15 Sexta S. Camillo de Lellia e. da Tu. P. aud-
do J. de O. de i.
)6 Sbado Triaafo da S. Crnc. Re. de m. aad.
d<> V. 0. de I. mn Olinda.
)7 Domingo O Anjo Custodio do Imperio.
SP
Tcdo afora depende e no mcinoi da nona prn
(lena'. (uorieracCo, energa .-continenlo, coma
priiieipiamoi, e .-remo aromado, cu tu .admira*
Qao entre ai Naque ir. -.i culta.
Protlmmafi da J$tmhltm Otral de AVanl
\
Snlucree.e a IO(H)r. meniaei PafOl adiantadn
ueta Tvpuicra&a. ra das Cruzei D, S, e na Pra-
ca da Independencia**!. 3 e HH : onde te recebein
oorre.u enca leifatiiitaa. r aniiuncio.: inseriu-
do a a.t- (mil irado do oroprio. aasignaine.
\'
e eindo ruado.
=*
CAMBIOS.
Jutho 12.
ct d. ou prata a SO por
-1-dOndres 36 D. St. poi I
eento de premio Nomina.
Lisboa .S5 por 010 premio, por metal, Nota,
Franca S60 -V65 Rs. por fnneo
Rio de Jun. 6 p. c de prem.
Mondas de C.,400 13..5HO IS..400
4..IKX) 6..7O0a6jo0
Pezo I ,,440
Premio da prata 50 p. c.
da Icttrai. por mes I 'Jporo\o
Cobre 5 por cento de descanto
\ PARTIDA DOS CORRRIOS.
V>linda_Tod(n o di a ao meio da.
Gniana, Alhandra. Parailm, Villa do Coa**, *fa-
m*nr.,Ape. Mar, Rea: de S. Joao. Breio d'Areia.
Rwulia. Pombal, Nora de Sonsa. Cldaie do Natal,
F||ld de Goianninha, e Nora da Prineeza, Cudade
da Porlalexa, Villn do A jaira*. Monte mor aove,
Aracat.r, Ca*ow>. Canind, Granja. Impcratrit,
> Bernardo, S. Joao do Principe. Sobrar, Novad1
BlRey. Jco, S. Mathen. Heacho do a(ru, *.
Antonio do Jardim, Quexeraumbim, c Parnahiba
SejrundasAe Sexta* feir a meio dia por va da
Paraiha. SAnto AntoToda "a quin'n IV i rateo
meio da. Garanhmi. e Bonito001 dia 10 e 44
de cada mee ao inio dia. Cabo. Serinliaem. Rio For*
moao, e Porto\Calvo-not dia 1, II e ti de cada
mea*
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
CAVARA DOS DEHTTADOt.
Decurso do Sor. Arcebispo pronunciado
ua Sesslo de...Maio de 18S6, em
diicus.ju da r.ipmta Filia do
Tfarono.
5nr. Presidente. Eu ma levantei u com
xnais gosto para fallar sobre' materia em
diiiuss6, se os Ilustren Deputados, que
me iniei polla1 podessem tambem en
pres'ar-mo .sa b'lhante eloquenria, e
copioso aaber de que fono re.'beados o
teti dscur.-os.: ma ohriga do a << nper o
ilefteo, rc'niiido com a indu'gencia di
Cmara direi do mudo poy-ivel, e com
f 1 anqueza, a mi 11 ha opinia. encarando
a mteria mlis p-lo lado poltico e dis-
lorico, do que pelo theologico e cannico.
Antes porem deent-ar na qursla, peco
licenca o Ilustre Orador, que ptimeiro
filluij, equedeo ao Pontfice Romano o
ttulo de Prncipe estranpeiro, para lem-
b'at-lii"1, que esta detioniOi da, segundo n>e parece, por Voltaire, nem
beelaela, nem d gnu d ata C*. O P>-
mdo de Honra Jurisdirca, que por
Dirnio Difino rmpete ao Surcessor de
S. Pedro, faz huma parte atenrial d
Gou.'iiuica dalgrrja leconhcida e g-
raniid. pela Le Fundamente d< Impe
rio. Gilieca vi-wrl da Igreja Universal,
e cent'" de. Uni-Jade Catholca, donde
parteui, n.i t'raee de B ssnet, todos os ra-
os do Govemo Bogleritalfii elle nao
pode ser estrangeiro a hum e-udo, que
ae gloria de pinies-ar Religa5 C^tholica
Ap 'stolira Romana.
Pdssando agora ix pergontas dirigida
pelomem. illft'e Dept.tat'o nobre Cfi-
misiao que redigio a Kespo-is Falla do
Tltrono, enaaquaes narere cSpr-hender-
e toda a presente disrusso, tornare! a li
Bfti-dade de lajer-lhc tambetn as seguutes
perguntaa: 1. e o Poder temporal temo
dirriio de revogar qaalquer poni da Dis-
ciplina Geral, estabelecida por om Con-
cilio E amenice; e pela prati'a e appro-
vacio de toda a Igreja, para ..ubst tuir-llie
nutra qualquer, que elle julgue melli< r,
avm o accordo, oo assenso da mesara Ig_e-
j.: 2. e as Concordatis ou Oonrences
com a $ .na S, poden. er rompidas, ou
d.feila> s pelo Poder temporal, $em o
concurso do oto Poder ; 3. e pode ou
deve alterar-se huma disciplina, que se
rlia incorporad! no Direito Pub'ico de
-", i- _l..~. a (..a ..amon-
tOHOS Ol CdllOU ^n.... v-, -,-------------
(0 toberco da Monujuia e Igrejs Lusi-
tana, donde proceder a do Brasil. Q,il-
to primeira questa, be innegavel, que
oDiieito doSummo l'oniifice na in-titui-
ca cannica dos Bispos. he hoje un pon
to de Disciplina C.erl, fixado pelo S-gra
do Cout lio Trideniino, e rec bi todos os pai/.es Calholitos. ja desde es
fius do eecuio i3, medida se allei^va
afirma das elec5e, eu que estas ofleie
c 5 mas graves inronvenntes, 01 Pap
cuiados pelo maior bem e uliidade da I-
greja fhjA reaSsumindo, ou reservando
a si o Direito de instituir e confirmar os
Rispos, que at eata elles esercie indi
rectamente p> lo mioiaterio dos Palrar-
rilss, e Metropolitas instituidos e confir-
mados immedatamnte por elles.
Mjt$ f..i o Supradito Concilio de Tren-
lo que fimou est.i rli.rip iii>, ja recebi
da em toda a Igreja, nfo <\- finindo do
Canon 8. da Ses>a5 23, qee o Summo
Pontfice he competente Autoiiiade para
lar mihsio cannicaas Pastores da Igreja
de D. os, ms tambem declarando no cap.
I. daSessin a4 deReformatioue, qn* ti-
le he o nico Juiz da i imieidade dos F.lei
tos, mediante as iuf.irmare- ptesciiptas
pelos Catones; e recotnniend.indo-.lhe, .-oh
a mais tremenda re empiegas-e esperialmet .*e, em dar cada
huma da> Igrejas bons e dneos Pastores,
aquella soUictudo e vigilancia, que Ihe
incumbe sohre toda a Ii;r.-jj, ex mime
1 is sui officio, isto he, em virtude do#eu
primado de Honra e Jtlrisdiefp. Que es
ta lora a mente dos Padrei de Tienf-jj
< omprora >e anda pelas Aelaa e Mono
ruent a do Concilio, eat pelo tes'emu
1 ko nao suspeito do e'ebre Fra Paulo,
qo>, n lii.pu to o histoi idur como oinimigo declara-
ba por un Concilio E-umenico; se ella
fni adoptada e sanecionada por todos os
Estados Catholcos, e t re-peitada pelos
Solieran.* Protestantes, que teto subditos
pertencenles a esta CommunhaS: como
he que o Poder temporal no Brasil, que
sempee a ieconhec-o, pretende agora sus
p- niel -a ou 1 eroga I-a asen arbitrio? Co-
rno, sem oll'.'nsa da Autboridade indepen-
dente e Divina, qne a mtsrna Igreja re-
rebent doseu Fundador nio s pua pro-
nunciar sobre o Dogma, como tambem
para f'azer les DisC'plinares, sem ss qua-
es elf nao podet ia reger se, e ficara t os rnuios Estados, e com a mesmi Re-
.
do do tnesino Concilio; euue com ludo
nio pode negar ao P.pa odi ignar o cada Bi'po o reh.t h >e a Dioeese,
que el'e deve reger e apascentu-. Sohre
ste ponto nio houvedrergem ia, eos Pa-
dres do Concilio, tendo sua frente o in-
signe Carde*I de Lorena, re onherera
qurtsi onatienomenle, q< e ao Summo
Fonlifice e s a elle compele insliiuir os
Bispos, e cnnferir-llies a ii JivensavH|
misio : versando toda a tmida, ou di-
fe 1 erica de opiuies sub e a m gem do Po
der da o'denj, ou da jniisdiecio radical,
mu uistiti, lo d> exercicio da mesma Ju-
risdcca5, limitada a hum reto territo-
011 Dioeese. Eolio mesmo .-emostiou
vicloi iosaiii..iik-, que o I) reito, de qi.a
seachava deposse os Metropolita, nio
era proprio, mas nina emanac<<5 ou pri-
?ilegio diiivado da Plunitude do Poder
Apostlico, ou do Piitnado do Pontfice
Romano
imperfeto e defetiuoso o mai arilh-uo f js-
tema 'do seu governo, como, digo eu, se
i.ode pretender, que huma ^siemblea Po-
ltica alteie hum ponto tio impoitante,
que fc [)ut da Constiloo;>5 da mesm
Icieja, esem qual se tornara de certo
illusoria a Unidade Calholca ? O ie mi ia
das tn-is -antas regias e Leis da Jg'ep. se
'lias fossem de endent* da upni ,
das Tontades, oa riosmprichnt de cada um
os (overwo- ? N< m se nos diga, que se
niofaltai jamis ao resoeito e en-
ci debida ao Cbefe da Igreja Uairenal,
,10 me-uio pssso se dt-sconhet e a stiaAu-
hordade, earaais rii.hi" prerogitiva do
seu Divino Primado. He e-te em verda
de, hum extranho modo de respeitar e
obedece', q'-e o Go-eino Beasileiro nao
n Tena pora m", e qne, na frase de um
abro ecritor, hem te pode chamar um
cisnfia respeitoso. A Disciplina da Igreja
pode sem rftrfida virisr, segundo as div-r-
-as ne e-sdsdi'i dos lempos e lugurcs;
iaa nao he s< n- a ella mes peie l'er qinesquer alierace-: a omai-
ttoda ngeiencia do Poder t-mpora!, h
illega', vilenla, e dbersia da lliem -
cliia in tituida por |MI Chr-to, e da
oidem que e/le estabelecc, confiando,
nio aoa Principes e Governo. mas ao le-
gtimos Ps'oies ocuidtd' de teger al
g-eia de Di'oa. PJa cabe por tanto as
tt. ibuic-Vs to Poder temporal .mudar
a fuma da iqst luica cannica dos Bi pos,
prw ri| la por Iv. i-latv e p> ai'-a geral
da Igreja; e a mis-io, <|ue qualquer elei-
td recehesse por oulia m-n.-i/, #e ia mil-
la, aac ilega, e causadora de mil duvidas
e de hum funesto desa.-socego das coas-
ciencia-,
Tratare agora da segunda questio, i-t<>
he, .e a^ Coiict>rd.ttas, ou ronvengSes com
a S.-nta S, sobre a materia sujeila. po-
d -til ser in validadas ou modificadas s pe-
1 ('(>vi ru, sem o as enlodo Suman Pon-
t fice, F nio seespantem os Senhres, ao
0 1 vir o iiome de Concordatas. Ellas sao
verdadeiros Ti atados ohrigatorios, ou bis
lateraes, cujis estipulaeftc-s inrestem o-
gac&es. Eu naGse, seei-te i este-rra
peito concordato ou couveocao expressa
do anligoGoremb Portugus com a Cu-
ii Romana; masheinnegave], que exis-
tia >.e faci hum parieiu accordo, e ex-
plcito rcoonbecimento da Prerogaiiva da
Santa S, antes mesmo, que f isse formal-
me ti le abrogada a anterior Disciplina, em
virtude da famosa Condordata aire Lelo
10, e Francisco !., que, peta unnime
acqniescencia de todas as Naces C.tholi-
cas, se tornoo huma Lei geral, etem ser-
vido de base a iguaes Concordatas com pu
noinano- .v.-^., ~-, -,------^.^ ._ .
O.a. asesta Disciplina lio ulil e saoda- I contraanles de recprocos direito, e im-
Tel Igreja foi legtimamente eafataaleei- | p-;m coneesaintcmentt; rts.it.va. o'uii-
publica Francesa er 18O1. E era licito a
hum Governo esclarecido rescindir por
sua propria auihoridade hum contrato ta&
respeitavel, e hum. ponto de Disciplina,
que echa eneorporado no Diieiio Publi-
10 Ecclesiasico Llniver.ai; sobre tudo
nu*n S faltaste por sua parte as eundicoe* es-
tipuladas, poia que, ao contrario, araba
deoueirdier, qae a n>'goriac6 Ara mal
diu'gida, equeo nlrmo Eucarregadu de
Negocios se condOs'ra de hum modo in-
pi menle, eoffensro do resptilo e. vene-
rac6, com que d-veser tratado o 4ugnat
Chtfeds Igreja Calholca? Poder* dler-
j t que o Gobern lem por t> a L-.-i a a
Jislicar* Ign ro qual seja cia Lei, poli
nao 1 -onliec 1 potra sm*aquella, que con-
fe S >beraoo Padroado, a Nomeac5 e Api e-
enlacaS dos Di'pos, asi is da Igrij perlence eiclusivamente ao
PapM a sua confirmaca. Heis'e o accor-
do snhsi-ienie a mmtos seculos entre oa
dous Podere-: o temporal nao pode de
modo algum nlervir na iustituica canoni-
. ou confirmaesd, nem o E escolha dease ou daquelje individuo : hum
e outro s*5 livies no eaercrio rogaiieas : nem o Papa ple eligir, que
o Principe ou o Goveroo noraeie urna aee-
soa determinada, nem este violentar 0
Capa pira que confirme o eleilo, eunlra
dicumes tia sua ceusciencia e u regias
Ca-ionioa-. Se pois a Falla do Throno
euonhece, que o Sanio Padre obedeoe
sus couscienrie, como preten'ende punil-
o subtraiudo- Ihe as suas cpud *i emleiicin
(que em verdade tiaSse quaes seja6), eo* .
mo se f iss'- crime obeiecer vos da coaa-
cienca, em hum negocio que he todo da
con-cimeia ? Acaso esiai6 reservadas as
condescend-. niias e tavoies do Governo
para os que nao liverem ennsciencia ? Se-
r isto justica ?... A juslica, Sis., cpn-
i;ste em respeitar os direilos dos i-uiro i,
o Santo Padre nao fez sen>6 usar do seu,
f.iendo depender a confirmaca do Pre-
lado Nomeado, de ceitas condii6-a, que
sao mu conformes ao espirito dos Sagra-
dos csuocs, c .-uc, ~-xiy> ** sc^rsri.


^
I*
riM
2
DIARIO BBPERNAMBUCO.
nadi lem de incoropativel cora ai flegalias
da Coi61, e cora os principio*, da Consti-
tualo do Imperio. Aqu cumpre notar,
'que nes'la di^cu-sa n>5 tenbo era vista re -
"ferir-me individualidades: 'fallo em ge-
ral, e sem a'pseunr allusa ao etimsvel
Prelado E!o, de quem sou araig >, e ca-
jas hnax qualidades respeito.
Sis(eiitrtido a doulrina, de qoe o Po-
der temporal ufo pode por si > desfase r
ni annullar concordatas ou cbnvencSes es
tabelecid Chefe nao repetir a opiuio dos mais I Ilustres Pu-
blicirtas, entre os quaeg, nao p'osso dispen-
sar-roe de mencionar/) voto de Mr. Du-
pin, Membruda Carrj'r^Francea. e un
dos maiores Ju-isconsultos da Europa,
quarido na Sesstde 26 de Abril de 1851
fe prelendeo revogar a Concordata com a
-Santa h, relativa, nfo confinnacio dos
Rispos, que ninguem ah duvida perten-
rer, ao Summo Pontfice, mas a circuns-
cripclo de algumas Dioceses. Depois de
ssentar como mxima fundamental, -que
nem o Clero deve involverse em negocio
ciya e polticos, nem o Poder temporal
atacar a Hiera 1 cha do Clero, molestar a
sua orgariisactS e inquietar o que te pode
comidera- como seo i ulerese legitimo e
seo direito } elle jilo duvida a(Iirmar que,
ae pode ha ver alguma mudanza nos pontos,
que nio s. o sema de Disciplina, a Autho-
ridadelegislativa pode ser charanda to-
mar parte nelles de concert com oGover-
no; Comtudo poim que as formas hgae.s,
as formas regulares seja respoitadas, e
preencbdas p >r cada hura : que nao se
deve d'sconbecer o concurso dos dileren-
tes Poderes, chamados a trataras quea-
tesEccLsiastic^s,, que ha por tanto cau-
sas, que de pende (D de concordatas, e que
este caso nem um Poder pode por si >
irapor a le aos outros, a reciprocamente
nena um pode desfaser por si a le, que
foifeitacom o concurro de mu tos : por
quanto, accrescenta elle, umacoisa feta
Icglrente na5 pode d< slast r-se sena5 pe-
lo modo porque foi feita ; a e acontece a
reraeito da lei o mesmo, que a respeito
dos contratos, que quahdo se fa sera sao
vo'untaiios, eque, huma ver feitos e,con-
cluidos, sao oecessidades, que urna s das
Partes n*5 pode romper e destruir.
Fiis a estes principios os mais Ilustres
e poderosos Gabinetes da Europa respeila-
ra sempre religiosamente a prerogativa
do Sumrao Pon.(ice, consagrada pela Dis-
ciplina Geral da.lgieja, e Concordatas es-
ieiiaes. Luis foi um dos mais abso-
uios Monarchas da sua poca : o Estado e
%Nacan es<*ao cifrados na sua pessoa
PEtai'ft'est moi;. e a mesma Corte de Ro-
raase vio um dia humil1 ada aseos p, eo
proprio sobriuho do Papa foi a Verstiles
dar urna satisfago solemne pelo multo,
que em Roma soifrera o Embaxador Fran-
gen. Tudatia, quandoo Papa Innncen-
cio 12<* rtcusou a in-tiliiica dos Bisprs
comeados, que na famosa Assemhla do
Clero d 16*82 havia approvado os qualro
Arle,, que tanlo desagradav. a ('una Ro.
mana, aquello Grande Rei, louge de fia.-er
Buracas, nao M) insinuou, que os referi-
dos Bieposdirigisem ao Sanio Padre ex-
p.aces reepeitosas em urna caria, que
fui id gida pela ma de Bossuet; como
trtuibrui es'crrveo elle mermo S. Sanli-
dade oeste sentido," piomellendo nao in-
sistir na adopca da doulrina d- s mencio-
nados Arts. Log'i depois, na menordade
di Lui a i5-' e Regen-ia do Duque d'Or-
leans suscilai a-.se novas coulesUces
coma Corte de Roma, era con*quencia
dehaveio Papa Clemente ii.*deeg.
do as Bullas a aiguns Bispoa Momeados,
coja doulrina Ibe era suspeita pela sua op-
|i -sica Bulla Unigenilus. Depois de
sobmeKer-se este negocio ao exame de u-
ma Comrfjisea, cu jos Memoro* se mos-
traras pouco tavoraves a Curia Romai a,
sendo ini.i notavel e jingolu-, que *>n(i
elle- sea- hassem dois Marecliaes do JExer-
cito, e nem hum < fScclesasti<- eu Ma-
gistrado ; O Regente, spesar da sua c>-
nhecida cunaivi-naia com os Filosofse i-
nimigosda Igreja Romana, resalio a to-1 circulo d Popilio, duer calhegorica-
da.assuggestespaia o rofflpimento com j mente ao Sanio Padre, u dai a con-
Siw?r "-" *'uv*a'aA *it;^>4s2 i: P--T- \ ^f^i?*" no nra de tantos das Ou o
te dos Bi pos, e as Bullas ti 6concedidas. I Brasil vae rasgar lodos os Caones da ac-
Civil do Clero, mqdstraosa preducc<-5. do
Jansenismo e da Filosofa, mudou iniei-
ramente a Disciplina recebida sobre a no-
meaca e confirmaca dos Rispos .*. no-
roeacnO do Re substituio-se a eleica em
Asscmbleas Seculares, onde entrava a-
quelles mesmosque nao prnfeasava a dou-
trina Catbo'ira 5 e confirmaca5 do P<-
pa substituto se a do M tiupolitano, ou do
Bispo mais antigo da Provincia, com a U-
nicacondica, de que o Bispo a.-sim insti-
tuido escrev ra ao Summo Pontfice, em
testemiinho de (Jnidade da F e de Com-
munhi, urna carta de simples con pri-
meo to, ou antes de insulto, e eecarneo
Suprema AuthoiidadedoCbefe da Igreja,
que haia declarado nullas, criminosas e
sacrilegas eemelbantes eleicoes e confir-
maces. He desta unte impura, que sur-
gi a Ig'cja Scismatica denominada Cons-
titucional, que transpondo os sagrados
lmites das antigs Regias da Igreja, eseai
o-itra miss, qu.e a conleiita peo lamo-
so Bi>po de Autum Mr. Talley-and, en-
tregue a o seo proprio espirito, d-oao
mundo iriteiro o deploravcl espectculo da
mais escandalosa apostasia, e preparen o
pavoroso reinado do atbeismoe do terror.
Napoleio qoe fra destinado nos con
seibos da Providencia para instaurar o
Cuito Calholco e levantar os Altares da
Franca, uni sua Authoridade aos laioc
da l^reja para proscrever es^a Constitui-
co Civil, cujo menor defeito era o'ser
impoltica e ab-urda como leconhece-
rio qoatro annns depois os proprios che
fea da nova Igreja ; substitundo-lhe, ou
tras formas nio menos- viciosas mi ridi-
culas, e contestando mesmo a AssemLiea
Conslituinte o direito de legislar cbie es-
te ponto de Disciplina. Mas Napoleio ,
restabe|ecndo o Summo Pontfice nos Di-
retos do Primado sobre a inslituico ca-
nnica dos Bispos da France nio tsca-
pnu toiavia ao contagio das mximas ex-
sggeradas cerca das regalial.da Coroa ,
as n,alrias da chamada Disciplina ex-
teiinr(da Igreja e suscitando-se'desa-
vengas entre elle, e o Immortal Pontfi-
ce Pi 7,*, pretende, nio iterar por
sua propria Aulhoiidade as lea Canni-
cas e (orco 1 datas respectivas qu para
tanto nio se julgou elle authorisedo ; mas
que um Concilio Nacional prescrevesse
hura novo mido de iusttuicio <>u con-
firmacio que, aO menos p-ovisoria-
mente podesse occorrer vacancia das
Igi-jae. Vos sabis Senhores, qual foi
o resultado desse msmoravel Synodo de
Prir., celebrado em 1811.; a heroica
resistencia, que (l-< ri s vontades do
Dominador da Europa os mais Ulmtres
Bi-pos cujo zelo apostlico e iaveucivel
firmesa lorio coroados por urna gloriosa
perseguicio; e que depois de iuuU-is ten-
tativas Napoleio se vi < bi gado a desistir
da sua empresa -dissolveud > o Concilio ,
que alias pan ca muito mais competente
para decidir desta materia, duque a ira-
mediata nter venci do Poder temporal.
Deixo em siJeucio|os tartos mu recen-
tes da Fianca e o*Austria. Lmz Febpp.,
Munarcba tio esclarecido e Liberal ,
quanto poderoso e espeitado na Europa,
nio hesita em ceder consciencia do So-
berano Pontifi e no momento em que
ete Ihe declara, que ino pode confirmar
im Bispo, que elle Ihe apreaentava e
que se fasia suspeito por sua duutiina. A
Franca e a Europa vio cora edificcio
o Re dos Franceses ornear outro l'c-
clesiasiico, sem quejulgaese menoscaba-la
a D'gnidade da sua Coi a. Outro tanto
acornee*o por duas vt-.es com o fallecido
Imperador d'Austria nao sendo confir-
mados os Bispos que elle orneara seno
depois de*daici satefacturias explicaces
dos seos sentimeato's sobre varios pontos
de doutriua.
Ora Senhores, vis'a de taes e\em
po. poder o Gjvem do Brasil blaso-
nar que teui da sua parte a Lei e a Jus-
tia aecusar a Santa S pelo orgao do
seo Eticarrtgado, de pretences violentas,
cegueira e pieleilos capciusos e, tia-
cirid-.i em tomo da Cadeira Apostlica o
Seguio-sea Revoluca, qoe tudodevia i tual Disciplina,
10 tornar confundir. A Conttitqicad I BoaWiaa ? 'feria
(aao tornar
e separar-se da Igreja
o Gtferlio f mesma uleg
lingoagen e o mesmo procedimento rom
s Franca ou Inglaterra ? .... Nio nos
Iludamos, Senhores; se o Chtfe da 1-
creja nao tero nem deve ter canhdese.
Eiquadrss que nos'a>sustem ; elle tem
na Fe e na docilidade dos Poros huma
defesa- e huma arma a que nem sempre
se pode resistir. Tal he o pensamentode
hum dos niaf eloquenles Oradores da
Cmara dos Deputados da Franca Me
Lamartine, trotando da abolicioda Con-
cordata, de que ha piuco fallei e que
elle cQnsiderava funesta as suas ron>e-
qiieucias. Eu peco a Cmara q-ie me
permtta'rep*(r ks suas roeamas pfavrasj
que sem duvida fario muito mais impres-
o do que as minhas. --Roma diz
o Orador Francs est longe Rnrna he
fraca j mas Roma tera imelligencias pro-
fundas, sagradas enraizadas na consci-
encia das nossas Populacoes. Sua voz
falla moi alto no coraco das massas ; seu
silencio mesmo, seo desconlentamenlo
secrlo nio he sem i< fluencia sobre a pai
do P. agita va de um s gesto o mundo poltico:
mas e.-sa mesma mi, que riscava da Car-
ta os Thronos e os Povos, nio se dedig'
nava de a-signar urna concordata muslo
mais humilde do que aquella que se vos
propoem abrogar. Sua vista d'aguia sa-
bia ao masmo tempo julgar a po>icio fr*-
cn de hum i ni migo sobre um campo de
batalha, e a foica occulia de Roms no
fundo das consciencias. Mas elle esque
ceo um dia dieis v*: assim Senho-
res :. elle levantou a mi sobie o Pontfi-
ce violou essa mi que o tinha sagrado ;
mas elle cabio tambera, e foi essa urna das
causas do se. abandono e da sua queda.
Quanto mais novo -o vosso poder polti-
co, mais recen-te a vftss liherdade tan-
to maioros respeil s dev(mos guardar para
com a Corte de Roma ; tanto mais deve-
nios convencel-a, He que o ha inimi.-a-
de natural entre a Religiio e a liherdade ,
entre s mais nobres facuida-les que a
Providencia tem dado ao homem.
Eu diese, que a Disciplina Geral acerca
da in.stiujcio do> Biepos pelo Sumn o Pon-
tfice se acha va fundada na pratica anti-
quiss-ma e maisque inmemorial da Mu-
an lia Lusitana, de que nos usemos par-
te, da quai herdamos a mesma Religi-
io < o.tuine.s e Disciplina. Com < fiei-
to desde os principios d'aquella Monar-
chia foi re onhei d > e respeitadoo Diieito
impresc iplivel do Soberano Pontfice na
con fu macan dos Bip> S ( au) e nio se p
dei a mostrar huma poca em que o Po-
der temporal abolisse semelhante Pratica;
Nunca tal vea foi mais neces-aiio e urgen-
te a sua alteraco e o regresso Disci-
plina dos primeiros seclo- da Igreja, co-
mo no Reinado d'EI-Rei D. Joiu IV ,
q lindo recusando o Papa lunocencu X
as Bullas aos Bispos (lomeados nio por
a ) Assim o ailirmao o-le- re Juii-
con 'lio Portugus Poscoal Jo.-d-* Mello
n Liv. 5. 3*das suas In-.ti'uiQoens de
Direito Civil ibe varia fuit pro ratio-
ne len-porum disciplina ciica elecliones
Episcopoi um quam lecencere institu!
nostri non cst ; illud vero ad firnio I.usi
tan-m Reges statim init o Impert Eci le-iis
gubernandis Ep.- summo Pontfice ut ab eo confirmarenttir,
di-ignas.se. He verdade que o Hstoiia-
dr da Igreja Lusitana I). Thomat de
Eucarnagio i>o tom. 4.* cap. i. pag.
7* e 75 parece estar em ronir-adiccio com
o testauuobo d> citado Mello, refern-
do como piatica eotabeleci-la nos pri-
meiros tem pos da Monarqua, a confie-
rnacao dos Bispos pelos respectivos Me-
tropolitas: o que he mais huma prova d#
ince 1 tesa e obscuridade da HistoriM des-es
tem pos remotsimos. Mas se he prefer -
vel a autoridade do Autor da Historia Ec-
clesiasiica he preciso tambem acredita!-
lo quando d por certo, que nessa mes
11-a poca e anda depois do Reinado aje
D. Afonso V. os PoiitiHies Romanos ie-
servavao multas veses si a propria No-
.meaciodos Bispos, o que todos os Me-
tcopolitas ero coufiin.aiJoi pela Santa S,
e io ordinal ament Roma recebera
Institiaicio e o Pallium : donde se collige,
que lies nio coniirmavio oa seos suffr- j
gneos, se nio eom o consenso ou pr- I
io do Pocti&ct Romsao. i
que estes Ihe fossem suspeitos (no'e-se
bem) mas por oonsiderafoes polticas,
qfte .-io sabidas de todos, e que eu estou
looge doapprovar, bem persuadido, de
que os interesees da Relif-iio nio devein
ser sac ificados raso d'Estado, ou aos
manejos da Diplomacia ; e felismente nio
faltio em rrossos dias exemplos de Ilu-
minada prudencia, com que a Sf.nta Sd
tem sabido conciliar as conveniencias pu-
blicas com o bem espiilual das Igrejas.
Nio ex istia em iodo o Portugal mais do
que um Bspo octogenario, e todas as
Dioce es gemio edeploravio sem recur-
'so a'ea'lo'giT viu-et'. Era tal apuro,
mallogiada toas a nrgocia^oes, o novo
Rei cousuliou a (Jniversidade de Cum-
bra, a qual foi de parecer que resta-
belecida a pratica das e!eic5es cannicas ,
fossem os eleitos confirmados pelo res-
pectivo Metropolitano, ou pelo Bispo m lis
antigo: e aqui observare de paseagem ,
que a Univeisidade de C-imbra nio jul-
gou que podesse ter lugar este modo da
institoicio sem que houvesse precedida
a forma de elegi, que outi'ora 'se pra-
tica ra ; porque, em verdade, a ingeren-
cia d" Principes na cieacio dos Bispoa
fui altamente reprobarla pelos antigos Ca-
ones e os que pretendem instaurara
Disciplina da confirmacio pelos Metro-
politas evito tambem, para sereno eon-
sequentes reclamara in-tauracio da Dis
cipliua das eleicSes cannicas.
(Contiouar-se-.)
PERNABMUCO.
GOVKRNO DA FROVnCIA,
Expediente do dia il
OFFKIOS.
Inspector da Thcxouraria dicendo-
Ihe que naft pode s>rapprovado o rontia-
to -lo anendamento Ua FortaUca, e Quar-
tel do Sr.'Bom lezus das Portas feito eom
Francisco Mamede d'Almeid, cujo ter-
mo remetteo por falta a clausala de poder
a Facenda Publica maular o contiaeto
qnando honver de precisar d'aquelle Ede-
ficio ; clausula que Ihe foi determinado se
meiicionasse; e ordenando que o mesmo
Inspector declare e iuforme se peitence a
Fa/.enda Publica o espaco de terruio de-
baiaodetres aicos, que antigamente ser-
via de Caza da Guai da.
A Commandantedat Armas com-
municando-lheque lacutpe he Ponto psr-
teocenle a Pmviocia das Alagoa>, e que
por ella he ou deve ser guainecido de for
ca segundo a intelligencia havida com o
r. spet ti*o Piesidenie, quando do Aiatn-
p.mento se rtiiiou o Major Joaquim JoZe
Luis de SoOM, e as Tropas do seo Com-
manrlo ; e qoe anteriormente, e tambem
por cilicio de *5 do p. p. mee se Ihe fes
ver que nada mais tinbamos com aquello
| Ponto) e por s o admira que *ainda agora
nquesite Guardas Naeionaes para o guar-
iKCerf
A' Csmara Municipal de O inda,
para informar sobie os objectus de que
ti ata um oflicio do Coi -riel Ch fe da Le-
giaddo mesmo Municipio.
Ao Coi onel Chele da Legia de O-
linda, ditendo-.he que lira approvad O
legulament que para o Sei vico oidina-
rio do lit-lli o de Gualdas N-cionaes da
mesma Cidade fiz o eeo 'Pnente Coronel
Couimaudante.; e que da Cmara Muni-
cipal fumo agora eligidas informac/es so-
loe os objeclosde que trata o outro ofi-
cio do rel riel o Commandante.
Ao Gommandante das Armas, eoro-
rouiiicando-lhe que o Rigente mi Nomo
do Imperador houve por l'em que o Co-
ronel Reformado Jos de Brto Ingles po-
desse residir nesta Piovimia, seudo por
aqu p -gos de seos soldoe.
A Cmara Municipal coasr-unican-
do-lhe para sua ntelligemia e execuca
que ficad-intiiinamenteapprovadasaa Pos-
turas que fez paia tornar efTectiva a co-
branca da imposica que pelo 5 no Art.
8.*da Lei do O eament rrovmcul tem de
pagaras Boceteirss e Mscales.
~ Ao Coronel Ghefe da J>gia5 de G


-e -

DIARIO DEi
*
PEBNAMBICC.
I a
s

Nacionacs de Santo Ahta, duendo-Ihe
que constando por informaos do Com-
mandante das Armas q' o Destacamento do
Ponte de. Agoa prela nao tem sido rendi-
do mensalmenle por falta de rcme.w de
igual foi-Qa qtie osubstilu, elle Ch.fe de
LegiaS fara exeru'ar as ordena da Presi-
dencia a semelhanti- respeito, re-pon-a-
belisandoo Tenente Coronel do Teneute
do Batdth.-o da E-cada p- las faltas que lem
commetido, erando parte do que proce-
der.
AoCommindantr da< Guardas Naci-
onaes do Municipio do Refe commuui-
cando Iheqnetendosiddapprovada Pro-
postad >Ofltciaesdo 2." Baiatalha; cam-
pee que ass ni o faca constar a os prorro
vidosafim de solicitremos seos Tilul<*,
Ao Coromandantc Superior da G.
Nacional de G i.tnna communicando-lhe
que foippro to Batalh.. He Goianinha, e que as-ira o
faca constar os promovidos afim de sori-
citarem o* eos Ttulos.
Ao Juiz de Oiieito do Cirel da Co
marrar de Goienna, para que stfUsfiea a
requesica do Director intiiino do C rso.
Juri ico que representa i vista do Aviso
de a6 de Fevereiro deste anoo de'er o
mismo Juiz de Direito optar entre este
Empregoeo de Substituto das Cadenas d*
i'ilozulia e Comet ia do Collegio das Ar-
te?.
PORTARAS.
O Presidente da Provincia ordena que
e Sr. O Ricial Maior dd Secretaria da Pre-
sidencia arrerade os omolumenirs de que
trata5os 18 e a4do Ait. 3.* da "Le
Provincial de 8 de Junho p. p. Uzeado
a devida escriplurae. em Livro separado.
OutiMsirn ordena que entre para os Co-
fres da Thezou caria Provincial rom os
rendimentosd- taes emolumentos nos dias
maic-doa no Regulameto de 4 do cor
rente me-.
Palacio.lo Governo de Pernambaoe 11
-sfej.tlho-de 1836Cavalcauti.
. 'O Presidente da Provincia ordena que
na Secretaria da Piesideiicia se rrecad-'m
pelas PaU-niesdosOfficiaes da Guarda N,v
osmestnns'Einolumentos que p.-gavs pe-
la* suas Patenta os Officiae* das Extinctas
Milicias, n Secretaria distados dos Ne-
gocios da Guerra, que constad da Pau-
ta lem-'ttida a e*te Goierno pela Secreta-
ria (PEstado dos Negocios da F^zend* em.
Foi t*na de 9 de Salera bro de 18a5.
Palacio do Goverrio de Pi nambueo o,
de J./llio de i836. Cavalcanti.
O Sr. inspector G-ra| das Obras Pu-
bl'C'S .n.mde assoalhar de taboas de costa
dinbo os A< mareas da Alfandega das Fa-
eendasna formado Pareaer do respectivo
in peclor.
Pal teto do Governo de Peroamhuco li
de iulho de 1836.Cavalcaoti.
DIVERSAS REPABTICOKNS.
1 """" "11 i"T7 1.....""'
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta be a mesma do N. 145.
COItRFlO.
A Sumara B-trelia Mut-itina rectbe a
malla pafa o Aracaty boje (13) do corren-
teas 11 horas do dii.
A Barca" Poriagueza Activa recebe a
malla para Lisboa no dia 14 do crrente as
5 horas da tarde. ^
1 mu
ARSENAL DB GUERRA.

O Arsenal de Guerra rompa papel bran-
ro rorioxirilio do milbor paia o fabrico do
Laboratorio : quera o tiver dirija-se aodi-
1o Arsenal das 10 horas por diante para
t'aclar se doseu ajuste*
Publica<;a6 h pedido.
Illa, e Eira, Snr.Acuso recepcfo
do Ol ci de V. Ese. dac tado de 11 do
correte oqwal bastante sencivel me f i
porverqoe V. Exc. cmiranlmu nio ter cu
procedido na forma da Lei contra of influ-
entes ag.tadores dos Poros desla Commar-
ca, que pira fins sinstr>a tem desfigurado,
e alterado as resol ucoens da Assemblea Le-
gislativa Provincial, relativas Coromar-
ca de Giranhiins; e porque me compete
na qualidadede Embregado Pnblico justi-
ficar as minhasarcoena, mormenle quan-
d< ellas merecem a desaprovaco d'A utho-
ridade Superi. r : sou a dizer a V. Exc,
que logo que me foi denunciado, o por
pessoas fidedignas o prooedimento que
deo motivo ao meocffi.iode 2J do mez p.
.p., bfliciei ao SuUPreleito, aos Comman-
dantesdos Bata hoens de G. N. desta C5-
ma> ca e aos Notarios de Ca uar, Bizerro',
e Crava' fasendo-lhes ver a conduela,
que devia'o elles ter a ul respeito, protes-
tando cumprlr o meo dever, quand. elles
jwrqualquer mot.vo.berrassem do esmi-
hho, que as Lfis Ibes baviio marcado; e
porque nesla Villa nao havia (e nem h)
foica alguma diponivel, comoj fia ver a
V. Ex.'-q.jando requisitei hum destaca-
menio, e V. Exc. nao ignora que huma
Aulhoiidade, mrmente Policial sem ter
Torcas, de que p' sa dispr, nada pode o-
biar ; porjsso dirigi a V. Exc. o Oficio de
22 do me?, p. p,, qUe tftr,to i. coreo no,
desagrado de V. "Exc. Particpoja V. Exc.
os parros da Commarca pi ovidenciei,
quanlo'mefoi pos,ivfe|, 0 que se prepara
va tanto que bera longe de ter havido
qualquer moiim, 0u des- rdem, vivemos
Povoa ronlentes, e hedientes a Lei por
veiemreaiisadas asmas esperanzas,,onde
poi^estomeo proc. diraen lo estranhayel?
Eim. Snr. vozes vagas nio devem servir
de prova, as notician, que V. Ese. obteve
a este respeito nio foro mu cx meo cimi.ortamento na qualid ide de pre-
feito io-terino desla Commarca he tal, que
tenboaconscienria segura d lerde^emp*
nhado meos deveres, e obrigaeoens. H-
o queae me cnTerece der a V. Exc. Bo
rito 20 de J mhode i836
Illm. e Evm. Snr. Fiaticisro de Paula
Cavbanle de A buqueique Presidented.-
Provinria Douior Jernimo Vi I lela de
Castro Tavares Prefuto Interino da Com-
marca.
emOnda, (a qui; foi do falescido lanua-
iio) avisa ao Snr. Sebasto dos Oculos Ar-
co-Verde, que em das do mez passsado
viera uro irolato rom UTO cav*ll%alasio, e
pedio agatalho, e no OUtro d a p.gou as
despefas; ale o dia iodo coirente O fllo
vio mata, e elle, dono doranxono da quin-
to da estada do dito cavallo denunriou ao
S b-Prefeiio (da Fieguetia de S. Pedro a
quem compete) e logo anuunciou
por esta folha, o qnal a^nda nio sabio ,
quando h je dia 10 aparecen dito niolato
procurando dito cavallo, disendo ser do
Snr. Arco Verde, e elle arinunoi.mte foi
logo ter coro o Sor. Gued ., e elle dase ser
tudoVerdade, e que o ffiolato se chamava
Salvador, etinba negado ao Sr. A ico Ver-
de saber do cavallt, agora o annuminte
avisa ao Sor. Arro Verde para mandar pa-
gar as despezas feitas co,n ditoc^vallo, e
mandar receblo do dito annunciante na
presenil do S -b-Preeito o seo cavallo, e
declara que da p.-blicacio desle em diante
se nio le-ponsabilisa pelo dito.
Copia do Plano de que faz mencaS a Lei
Provnrial, que concedeo ama Lotera
anuual, por cinco aunos, no va|..r de
cinc na cont.'S le reis, a fav r das 0
' bras dalgreja de Nossa S nhora do Li-
vrainenio da Cidade do Recife.
PLANO
10:000 Bilhetes 5^)000 rs. 50-.000$
Premio de 12 por % a benefi-
cio de dilas Obras.......-. 6:000^
1 Blheted-.
1
2
a
4
<
30
40
80
llO
200
a8d5
1
1

- a




a

c

1:000$......
800$......
600$......
350$......
11*0$.......
100$......
50$......
25$......
15$......
i0$......
6$......
Ultimo di
10.
Liquido 44:000$
4:000$
2 600$
2:000$
i:600$
2:400$
1:500$
1.-800$
3:000$
a:000$
2 000$
1:800$
2:000$
i7.0i0$
145$
.45$
3:333 Premiados
6:667* Brancos
Bilhet<-s.
iO.OOO Bilbetea
44'00d$
Vicente Ferreir Mai inluH
Wr Wo da 11 do corren te chegou a
este porto huma Pola, a Hespanhola vinda
de Barcellona. Com a noticia da sua rhe-
gadaalvo.acoii-seo inchame Miguelista, e
quaes abelhas sabidas do cortisso, voaro a
cercar o Capilio e iquipagem d dita Pola
ca, para 8ab*tera noticias do To de seu
Sor., e at hum de-tes imperradus irracio-
naes, conJuzio hum marinheiro Hespa-
nhol paraj.into da sua Tarerna, aonde
con^oi reri m os da Sucia, ealri foi miud.-
mete ii.quei id > respeito da quantidade
dai tropas de. Carlos, e da R.uha &e ,
e houve Ulqna Ihe asseveroa q' quando el
le voltasse Barcellcna; j l haviaachar
D. Carlos Masas respoatas do Matnhei-
ro parece ufo contentarlo o irracionaea,
e elle tee de voltar sem beber hum trago ;
porque quein nao mente par satisfaser esta
qualidade deanimaes, he d'ell.es aborreci-
1o, ed'Spresado. Grande he na verdade
* arotsade que e-tes amigos profuio a D.
Cirios, e grande he o cuidado que lites (l
sua orle futura I S*ra melhor qoe el-
les cuidas-em na ma vida, e nio se emba-
aiem cora oquesepassa na H spanba, mas
eu bem os emendo; elles desejio otiiun-
l.i da cansa de D. Carlos; porque oimme-
lito resultado seria vir 011 Ira ves para Por-
tugal (de que eos nos livre ) o R--i race-
; teiro. Mi vo- in. ommod is pois almas
clholicas, em perguolar m*is pela >orle
i de D, Cariosa tripularlo dos Navios H-S-
panhoes ; poiseu vo-lodigo sem de lvir.
A sortede D. Carlos hade ser a m-sma, se
' ni for peor, que a que teve seu digno So-
brinho Mijel. Se elle se tem conser-
vado tanto tempo sem ser lancado fura do
territorio H spanhol, isso he devido as for-
tis-imas posiges que oceupa. A guerra
dos facciosos em Hesp panellas em ponto grande, mas afina! elles
hio de secumbir ; porque lem da maioi ia
da Naci nao querer por sea H ei a D. Car-
los, a Fianca,#Inglateira, e Portucal, nio
largio as aru-a- sem o lancarem pira longe
di Pininsula, cujosolo elle tem inundado
de sangue afim de ingir huma corea,
que de mam-ira nenhiima Ihe perlence, de-
poisdaabolicio da L> V Slica ; e he por is-
so que nio con ta al boje haer ell^ sido
reconbei ido por Polen, ia nenhuraa da Eu-
ropa, anda ine-mo por aquellas, que se-
guindo o Despotism >, descj'riio o seu tri-
unfo na Hespauha. Por tanto convertei-
vosm us impetrados, chegai-vos a ras 5,
esede i-niantes da legal, e bem entendida l-
berd-d e^ea aborrec'is e preli ri/ o d s-
poti-mo emin hid> pa aonde acharis hum governo a vos>a satis
faci ; isto vos aconselba
ero o lugar de Apipucos, onde costuB hi-
var-; quem do dito raubo tiver noticia di-
rija-se a ra Nova, sobrado junto a botica
do Pinto. O Snr. da dita esciava adverte
as pessoas pivjudn a-Jas, que neiibuma res-
ponsdbilidade tem re-pito roups, nio t
porque o rauho foi publico, como me.-mo
por a imior parte das pessoas ihe darem
1 oupa, sem comunicaren a elle annuncian-
te.
___
fcj>" O Almoxarife do Arsenal de Mn-
ima ..visa aos Snr. Francisco Lui* Manee!
Vianna, e Joze Jo-iinp de Sonsa, que exis-
te era ten poder duai Letras; buraa da
quaniia de360$600 reis do Snr. Viann,
vencida no mes de Junho p. p., e oulri do
Snr. Souza, da quantia da 7)$0O0 reis,
taobm v*nciJa 110 ditomeideJunbo, qo
receb 00 mesrao AlmoxarfedoSnr. The-
zoureiro Gial para as d.sp. tas de sua Re-
pattivio.
*y Quem annuuciou querer lOO^j
res a juros com hipoteca em ura moleque,
do cl.-boiico d. r.yita 'a casa do P. ixoto.
VTJP* Quem annanciou querer comprar
larangeiras p.quenas pira mudar, dirija*
se ao atierioda Bja-victa D. 16.
-ty* NopaleodaSinta Ctux renda da
esquina que volta paras ra Ve ha recebe*
ae a troco de effriios toda quafidade da
moe.l. leudo o paJM que m-rca a Lei.
W O Impresor ds Typ. Fidedigna
pede ao Musir Snr. ex-Redaclor do Pa-
tuscoluleressante, e Simplicio Moco que
baja de ter a beudade de se (ornar roait
interesante eom dita Typ., do que foi eom
8 jas de^fru:aveis produ.c-is, pagando no
prazo de oitodias (r tanto for preciso) o
que a mesma ficuu leslanddde suas patui-
Cts, e i'i'.er. s-antes in presses &c. c. O
mesrao Impresor promete, no caso desta
nio servir de ferrio despertador, ser por
outra Vt-z mai estenc, deca raudo-le o seo
Nome por ioteiro, e bem assim signos b
qin'nhos u'obra que vierem ao caso.
jrjp* A pessoa a quem se furtott una o-
bra truncada de Leg alacio civil, e penal
de Bntham comentada pelo Jurisconsulto
H.'-panhol Ramn Sallas, dirija-se a casa
do piofessor de Geographia em Olt'nda que
lliasei entregue disendo quaes to os to-
mos, e dando a diminuta quantia que o
annunciante deo por ella para livrar do
raais prejniso ao seo legitimo don >.
fjr^r* Quem tiver e quiser alogar por
armo-, urna casa boa de 3 coro bomarmasem, e bem situada uoBair-
rodoRecife, annun ie por tote Diario ou
dirija-se com bievid de a ruada Cruz casa
deM. Calmoni & Comp.
^Pf* OvSnrs Joze Gomes d* S Ira, An- >
Ionio redro de Alcntara e Francisco
Carn. iio da Silva, dinjio se atrs do mu-
ro da penha I). 16, para receberm irez
caffa.s viudas ou pedas d- Fogo.
jy Vicei te Fenejra de FigueredoCi-
dadio Pernambucann prttende em aplau-
so do memoravel Di 7 de Setembro, A11-
niveisTio da nossj feli Independencia a-
niesentar ao respeitavel -publico o Espec-
tculo segiiii.te Huma Maquina de seda,
e.de, eamarella; em cujas fac^s se re-
presentarn est.mp dos os veneiavtis En-
blemasdo Brazil; e sobre os ngulos da
me-ma Maquina ira5 figuradoa qoalro
Conforme
Rufino JuzeCoir.i.i d'Almeida.
Oficial Maior. .
AV1ZOS PARTICULARES.
O abaiio asignado com easa de ranxo
Hum amante da Liberdade legal.
A quem tiverem sido offerecidas
urnas esporas do de ao do mez passado at boje, e cons-
cioso denunciar terem-lhe sido offerecid.>s,
ou telas comprado, pode dirigir-se a ra
da Roda casa de dois andares, certo dse
Ihe pgar a quantia que por ellas tiver da-
do, ou gustosamente .saber-sequero as offe-
receo-
fXar^ No dia 1.* de Junho, foi rouhada
orna lavadeirade oome Bits, pratacscrava,
pomb.s ; os quaes ao pas-o que a Ma-
quina se for elevando lancaiio do ar."-
0 i. joii'ios anlogos ao mesmo dia.'
O 2.* rodas de fogo. O 3 flores.
0 4.- 2 pombinhos, que IrarS nos bi-
cul lac/.s nacionaes. E como falte ao Aa-
ctor a poss'bilidade necessaria, paraaefei-
luaco do mencionado especial ulo roga'
sos neos beuem* ritos Luncidadios, a-
n soles da Liberdade se dignem concor-
rer cada hura coro o tanto j ou quanto ,
que Ibes for possivel. Esta Srena ser
representada solemnemente na Praca da
Inilependenria as qtiatro horas da larde,
com a pompa e expleodor condignos
lio faustoso dia.
%OP Acabou de chegar a este porto
Joshua Pollett Capilio do brigue Inglea
Prareller que em o anno passado nao do-
vi.Ion transportar para Inglaterra An-
drew Young engajado na FundicsS de
f.nodo Annunciante nesta Cidade aera
consenlimento o com piejaizo desta,
sendo dito Capita5 equarto que tem osa-
do da hum tai procedjmento \b ibjuste
I
.
tr



^
4
DIARIO D B P k R I A M B U C O,
repievado e prohibido. Roga o abxo
. ass gaado as uthoi'idaid do Paie p*ra
. aopregaiein as nece.-sarias providencias
a reaprito para que na5 continu a appa
VOCer taes procedimeutos qoe por cauta
4* -ataco dalles est o annunciante com
huma di-manda na qual defrza que o
CapiiaS lem epreteotado h q<>e procure
o annunciante .r.er T>ltr o Engajado e
.obligue a trabalhar s'.gundo a Le dos
R0ot:ctu8 dos Engajados e entro lauto
. que eocooimodos que pre'piizos que
demoras na5 sufre o nnum jante ?
Quem Ihe i eearoir todas estas c uzas ?
.Devii i o Capitad ou Capitaens qu taei
.engajados coudutem ocltamete ficar im-
punes, e appareCerem aqu livramtnii'.'
CbrisloiaS Starr.
1f9* Ubi rapaz Brazileiro que sabe ler,
esct'tver e contar; propoeni se a ser ca-
xeiro d'escrita ou de poitas*f*>ra ou
d algum armazem ; a pessoa que quizer ,
anuncie a sua morada pata ser procura
da ; oa.dirja-se a ra Direita b itica do
Sr. Vietoiiro Ignacio da Silvcira que la
at dir quem be.
yfW P eci/.a-ve de huma embarracio
para Capital do Cear coro aquella
brevidade possivel quem a quiz-r aire*
trr : dirija. ra ra Cadeia N. 4, por
sima da botica de Pacheco.
}fW Algum homem solteiro, qn per
cixar de urna ama da caza qoe cozinha, e
compra na ra, e de bons costumes, aquil
d fiador a sus couducta ; dirija-se straz
do Martirio, raa do Calderviro D. 14.
IfW* Caetano da Sil-a Azevedo annuo*
ca que Jote Antonio de Atevedo Giras-
raena deixou de'sar seu Caixsiro desde o
da i a dj corren te,
*J9' Pereiaa-se de urna sras, que sai-
ba cozinhar, e fater todo o sei vico de por-
te* a den ti o, e fora, para cata de hn-nam
solteiro : rus do Celebooco sobrado de un
andar, defroote da cata I). 1Y*
VIa* Ha mais de dou*annos f> entre-
fue soJuizda Pstdtsla Villa de S. Joao
no Rio de Janeiro, e rerolhido a Cadma,
edepoia entregue ao Juizq de Ausentas
oto pardo claro de estatura ordinaria,
que diz se chamar Simplicio, lilho de Es-
tvi5, Anua pardos, casado com Isa-
bel, todos enera vos de Ignacio Ake Mu-
riqrca, borneen blanco, negociante de
gados, morador na Hha de Iiamaraca dis-
tante 4 legoaa da Capital de Pernmbuco,
dis ello que viera Mugido como mari-
nheiroparao Rio de Janeiro* e que dali
*"grra : moiii ler mais de 3o amo, e
inda se acba na Cadeia.
NAVIOS CARGA.
Pars o Aracaty
A Sumaos S. Jote Vencedor com a ma-
or brevidade possivel por ter a maior par-
te da carga prompta : quem oella qdser
carregar ou ir de pas-agem dirija-se ao
propietario Manuel Sooi>s B telho ou ao
nreatre da me,ma Antonio de Souza Car-
neiro abordo.
COMPRAS.
Dm estillo desella que tenha honsan-
daies: na nu Velha lado do Norte O. 8.
%cy Uos quaitns postantes, e que se
sebean em boas carnes: na mesma esas a
cima.
jCaT^ Urna obra de Moral em bom.uao
de qoalquer de-des Authores Larraga,
Cunitiati, ou Penafid: na ruada Madre
de Desca.
S. ou em Olinda defronte da S sobrado
que foido dvfunto padre Pegado.
aflB" Urna escravssem vicios,eque en-
tepda de cosinha: na ra do Queimade
d. y
QP S Gramticas (Mestre Frenrez), a
Telemacns, ium Diccionario Porttil: tu-
dc2be?2 USO *?**!!f>'"'" : na Iota do en*
Um escravo otlicial de pedreiro :
quem o tiver annoncie.
LEILAO.
H-'je iS do correte fxem|lelao de urna
porco de fumo viudo do Rio de Janeiro no
Brigue'EfCuna Pampeo Machado & So-
toar o irmanm de Antonio J. aquim Pe
reir, junto aoces da Alfandega.
VENDAS.
Dms escrava mossa, por preco (ora"io-
do: ama Novas>btado pegado a Botica
do Pinto.
Ur* A metade no ettaheleriinento da
serrara do Monteiro, ou mesmo tojo o es-
tahtlerimento se mr-lbor rorivier so com-
prador. Esta ferrara guiada n'um do
mais bellos lugares, fftiece grandes van-
J^gens a pebsoa que delta se pode oceupar
mteiramente, e vende-se a um preco sssaz
comtnodo, poso proprietario da ametade
seud au.-enie d'e&ta praca deseja liquidar
os s ua fundos; quero puiser tractar d'eta
compra appar;.i a Ecriptorio de N. O.
& Comp. ra da Cruc n. 93.
JaT Omuito velleiro, e bem construi-
do Pataxo Ameirano Acoro forrado eca-
vilhado de cobre pompio a segairjvagem:
os peit-ndfnleadi:ijo-se ao sen consigna-
tario Joso Malhues na roa da Cruz n. 56.
Jt^ Urna preta de 1\ a 26 annos, co-
ainluir, lava de ssdfo, e|engoma liso ; no
largo do Collegio psrede meia da casa do
M.ig Ih.u'nt Bo.stos, segundo attdsr,
jiy Rap Princesa da Babia, ebrgado
pioximamente da Hah : na ra do Cres-
po |..j.is de Seali'ii D. 6e8.
14P1 Um r. fci com seu competente trs-
cado, na praca da Boa >>ta em ca a do Ra-
poo.
*JHv* Urna vends com poneos fondo na
ra da Gonceies" > ds B"? i-ta D. 50, e
tim rain i para matntn. ; o mesma.
jrjr Urna preta de Angola, que repre-
senta ao a 21 iioos de idade ; I oa e< s-
nbeir ; Uva de sabio, e engoma: no pi-
teo de S. Pedro D. 8.
|a9 Una fileirospeqiienos para mule-
Zs, por 3i ti: ao p da loj do Bandei'S
ra d Cboga.
fjr^p* 5 barras de ferros para forro de
poita a 100 reisa libra : ns mearos rasa a-
ciroa.
|Kaf* Urna escraTa do cent o de Angola,
de aa a 23 annos, e aadia : as 5 pona.
D. 18. lo ja de fasendas.
tasa Urna negra de angoli de 24 anuo-,
sem vicios, vende, cesinba, e lava de sa-
bio e bar ella : no principio do atterro do
Alocados t-obrsdo de um andar defronte
do vi veiro.
*jry Dois <"cravos um pardo cora ida-
de dea4, a6, annos, |muito bom para la
vouras, e andar c m gados; um escravo.
de Angola com a8 a 30 anita-, bom aoca-
dor de assucsr, e trabalha de enx Ha, para
qualquer Englobo : na ra dos Martirio
lado da Igreja D. 8.
jas Uromulrquflde loa ia annos sem
TcMalgum por er criada no mato pro-
' prnr para lod servido : na ra velba lado
do norte D. 8.
Huma pela bonita figura sem acha-
que era vicio algum, idade jO annos,
coinba, engoma, e cose sofnvelmente:
na ra das laraogeiras D. 7, pritnriro
andai. >
IfWT Diariamente capim de p'anta em
bona f ixes ai 60 teisofeixe. Imm se
lim ja nzado t-rvilba e bixa* de todos
os tsmanbos aM'ii como efleitoi de ven-
da e ludo por preco commodo na ven-
da da roa Nova junto a Ponte na casa
D. 36.
Cf" Um refe proprio para inferior
de G. N. quem o quizer dirija-se a ra da
S. Jote lado direito da Igreje. procurando
bir pars Sants Rita D. 4.
ypfT Um preto oficial decarpnteiro,
qu-rn o perteuder dnija-se ao Eseiipto-
110 a cima.
proprios cita na ra das cruiss D. 5.
os p'itvndeate.i dirijo-se a roa doCrepo
a tratar com Jote Lopes d'Albuquer-
que. '
U^ Urna venda na Cidado de Ollin-
da em a 1 na de S. Bento N. a7 c>m
poneos fundos e algum abs'e no balanc ,
quem s prrtander falle em a Jila vends ,
que la achai com quem tratar o seu ne.
gocio.
%9 ai Mi-ios de sola da piimeirs
qualidade viuda do Caral no armazem
d assucar na ra da Cacimba cata N.. *
5.
jQ^ Ura preto Ncio idade >ite
annos bonita figura e proprio pars todo
o servio tanto da pisca cmodo ramp
em vicio algum : na 1 ua de S.nls Tbere-
D. a7.
Wr Um preto robusto e de muito
boa Gg'-r.i bom oilicial de Allaiate, e
timbeo entende de p'antacoens quem o
p.i tender dirija se ao Eacriptorio de Ma-
nuel Joaqitim Ramos e Silva.
j^ Dous sitio-* em Paratibe ^nira
denominado Brandio, e outro Quenno ,
com boas trras d" plantar; e algunas
fiuteiras! ra do Pires D. 3, junio ao
capeteiro,
jrjP Obras de muito bom gosio, 11 -res
grandes de diversas qualidades parecabe-
ca, e brincos de arias qualidade?, tudo de
a|jagri de ptata fina, e da ultima .ov.la che-
gadas prximamente; naloj.daJoze Ie-
nacio do Monte, atierro da Boa-vista D.
47.
V9< A loja de roiudesas da ra da ca-
deia do Recife defronte de Jlo Cardoao
Ayi es,rom um cont de res do rebate: m-
ra da Alfandega velba o. 1, segundo an-
dar.
VT^** A posse-de um terreno do lugar
do Manguind, prrtn da ponte, com 37
palmos a meio, a 200 res cada um : ns
ra de Domingos rir. D. 3.
W" \irta8 ftancezaa miii'o finas, e
douivda, papel de peto branca e azul c!c
coroinbs,edito atmaco, a lamparinai: ns
loja do Baudejra de Mello, rus dw Cabu*
Um esrrivo mosso, e poMaot^,
proprio ptraquslquerservido: na ra do
Viga rio I). 16.
AGUADOS.
Achou-se perto da Igrej; Matriz de So. *
to Antonio urna poli eir '- onro coa p*>-
d a tiver p.rdidosirvs-se de recorrer a Car-
ias Vanes prufcjw dis lingoas Franretaa e
Inglesas lo Lii> d-sta Ci ale, onde Ibe
sei entregue dando oaranaai ceitos tanto
do metal de que feita como igualmente
Ja* goainicoep^queaeompsuht, ns roa de
S. Frauciaco defronte do beco do tanque
o'agna.
PERDAS.
N*o dia todocorrentea urna orada lar-
depeflapareceocm preto que vinba acorr-
panbado p-r um menino do Reeife oar
Santi Antonio com urna bandrja c as pe-san de ron eguintea: ao petsas de
b> i 1 n ti a nc 1I0 i\o de 1 varas redi pesa
z8pe-satde brim trancado branco, 5 pes-
cas de brim rxo de lala, 7 pessaa de bi im
bramo lio, todas salas pes-.as f tfljto a total
de 50 calcas, por fastr, levando mais pira
fon o das mesmas obras la ovados e u>io
demadipoi, assiin como li h< n mar-
cas : qufin o iiWr ou der notii ia 49 taes
obras queira mi igii-se s rus ds cadeia loja
0. 30, queera gial lie.-do.
INo dia i3 de luubo p. p. fu&io da
loja de can-ocas um negro >de Angola d
iiome Joio de idade 25 annos pouco m.
ou menos, com calca de ciscado asul, c ja-
qui'ta de rucado aiuareilo, e xapao peque-
no ola 'Io de verd j : alto, e seco do coi po,
nariz xato, e julgs-se ter sido sedusido 5
e por seo sao seobor pi otesta contra qu.J -
quer pe.aoa que o tiver : os aprclieujedo-
es levem-no asCoicuraaassositio de Mi.
noel roze N mes de Medeicos, ou na ra
de S. Goncalo 11. l4, que serio geuero.-a-
me ite lecompcn a Jos.
/y No da Quarta feira 6 do con en-
de Jiil'io logio urna esciava de nome Maiia
naci Cal'unda, alta pez apalhatadoa, per-
rus givs as, e um p-u-o e. ch.idas, vest-
io de sita*, ecostun.a andar com elle amar-
rado pela cintura, pao da co.ta, a ven-
'J
ga-la a Cir.io Maques de Araujoa quem
a dita escrava pertence, o qual mora na
ra Direita aonde lem padaria.
W AleXandiina de afio cassauge,
de an annos poucu maisou m- nos, pieube
de 6 para 7 meses, estatura regular, cor
bastante preta, gaguja um pomo, mul-
lo condecida como bjceleii a, tendo de eos
turne vender fanendas ; fgida no dia j6 do
corren te: os apreheudedores levem-na a
ua da Gloiia tabriua de destilado, que se-
oiecompensados.
tqsp- Joio crilo, bsixo, groco, d idde
pouco maisou meno, a > aun- s, pi-z fe:os e
perna esquerda torta, que para andar ro-
ca pela direita, eo faz com custo; fgido
do EngenhoCumba de baixo no da del.
Pedro, e p guido uma das duas estradas do Recife, ou
Goianna ; os ap.ehendudores levem-no au
me mo Engenbo, onde serio mui bem re-
compensados.
trjP* Aviza-tea todae qualquer pessoa
a quem for ofLiecida urna escrava, cu jos
signaess5 os seguinles : Jacinta, crila,
bonita, sita, narizcbatoy olhos .ura tan-
to vermt Ihos, idade de aO annos: fugio
com um vestido de xita encarnada, e .hu-
ma saia de xit-< branca, e 1 om baba do por
cima do vesiid"; pjno da. costa azul, 9
brstico, que uad comp em, pois a dita
escrava dezapareceo no dia 8 do corrate
as 6 horas da tarde, e julga-ae ter sido *o-
duzida pars a v- nderem para fora da Pro*
vinria : .0 aouui :iaole desde ja pruUsia
pi oceder contra qu.m tsl urgocio litec ou
mestuo contra qualquer p.sjoa dr casa
onde ella for pegada, aaaim como se dat
magraliticaca a quem der noticia deila :
na ra de Rozario etreiu i, a.
sudar.
Taboot das mart cheiai no Pone d*
Fernambueo,
28 Segunda i
9T:
3Q:
39-T:
hj
I
-o
3Si:
S 4S:
5D:
5
I
4 "
I
m *
4b. 54 m
5- -18 a.
6V- 6 a
6 54
7- -4a
3- -03
9- 18
Man,

NOTICIAS WARITllf AS.
m
V^ Por dinheiro de valor rffectivo
ademador na praca da Independencia, I em Portugal, uraa caza de dou andares e
lado da roa dcsQjaiitisD. a(. { tatfo com ch>g*ion, e carimba, em chaos
E8CRA VOS FGIDOS.

Luiz, naci Angola, e-la tina regular,
be p de baixo ca'd >, e de 24 a 26 anuos :
fngido no dia 7 do oriente, a levou ca-
misa de madapolio, e calas de aiJa aiul
risesda: os aorebeiideioraa levem-n a
rus Direita paiaria D. 3, quj seria e-
compensados.
Nano* ahidet no dia la.
Para Baltimore o B, Am. Niobe. M.
Theob < art>a assucar.
Para Aracaiy a Sum. Estrella Ma-
tutina. M, Antonio Leonardo de Men-
douca carga varios genei o .
Paia Aiacaty a Snm, N. Euridia,
M. Francisco Joze das Neves, carga va-
rios gneros
Obseivages,
Cahio para fora do Lamerio a Barro
ativa, e fez-se de vela a barcas Inale-
sai. D
Pt*s. ia TtT., d M, F/rjiB Fau 4834,


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EU4U2RCUE_TYUSMW INGEST_TIME 2013-04-13T03:18:08Z PACKAGE AA00011611_05696
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES