Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05695


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Full Text
**>
ANNO OK me. TERCA FEIRA
18 RJULHO N. \4.'
uhim.:.i
Pruh MRi-ro, i Trr. dr M. F.de f*l IM6.
DUS DA SEMANA.
II Secunda 8. Sabino. And. do. Jai, dn. Cr. A
Te de t. e*. da Tl.exourana Pnblica c
j^SV Gua,bi,rto RcI-dem-au,ldo J-
rtif < Anaclcto Pa. da The,. P. L. nova
a. 6 h. eStimn. da m- ( ..
14 Quinta S Boavcmura B Re. dem. aud. do J. do
C de ni. e Chue- de t.
15 Sexta*. CamUlo d Lcllis sea. da Th. P. aud-
16dSalTrilmfoda S. Cruz. Bel. de m. e aud.
- dfi V. G. de em -Olinda.
17 Donnro 0 Anjo Custodio do Iniper.o.
V
*
L
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
A8SBMBLK1 GER\r. LEGlSLiTlFAa
CMARA dos defutados.
Gonlinuac.6 do Re-alorio U RfjxTli-
cao dos N doprio respectivo Ministro, Antonio
Paulino Limpo de AbreU.
Ctim o lendamenlo de que a Constitu-
Ci di* .iroplesmerite no $ i. doart. 164,
,.eao Tribunal Supremo de JusUce com
ete conceder, Cu denegar I**-*, em-
e dovid.do dar-lbe a Ur.bu.g.O de mar-
car .. totoi* f iioro. a regr. Jej*
*arem. No direito de eonceder a revista
cu creio e-ur vijtualmente coroprehendi-
da e.. atiriouig.5, *en i. qual u.o.e
consegra jamis ..em uniformidad^ no.
jwlgan.en.c., nem boa adm.n.st.acao da
iusSS. N-M.aoodehever.nai. aturdo,
em rioTo, daquMeconhecerop.ime,-
ro IVibuonl da NacaS que ba .u,ust.ca
1.uma ****** e ser e;ta meso "ten-
ia la, confirmad* na Rol.caS a que.n ae
incumbir avevis 5 do f itc
Nacrea?a5deS:Trb,nalf,.p^rm,m-
do ao Cove.no aposentar os nie.i.br- s de
Sl.o-Tribt.nE, qu." ~m *.-
a5 *e ex.inguir.5, -sendo o fim Des.* di
.,.6 o chamar ao Tribunal Supremo
Suca luagUrioos, qpe, sendo p.o-
oa, e iUu.lr.rfo., .Jo es..ve,-em pela
Ju. dade, moletas, u por uolr. c-u-
2, cuo. opto. P.r. o^ ieur-
rnente a anriguid-de dos membro- das
Sffilea be a Lica ngra de coto.
^n.C-T^!rd:r;i!
ESesrSS
gc-do. Oc rop ioiuslicj J 'Da-
an node recusar-na aero v '
nao poc s.r... so com a el-
C h?. O e" con'r.. .... ''
' o Pe Mn,en1ei,le, en,
KZ i.*3. < ,"" ''" i0 ae"
S^Jar.wHlf'.,"'",,
Ttdo agora depnnde e no, meamo, da noa pro
deiie>. moderacao. t energa icontinueBio com
principiamos, e ,t*r*ino pnntado, com admira
(ao entre a, Na^oes mais cultas.
rroclamufao da Jit*mhlm flrilfo 8ai'
SultcreTe>e lOOOr. manaae pa^o* adiantado,
Mata Tp:rna. ra das Cruze D. .'i, e n. Pra-
ca da Independencia N. .17 e i onde se recebem
c.orrespondenciH, leijaliaaaa. e animiicio: in,erm-
do s i^ Krli ,ndo do proprios a,,ij:naiHe,.
,indn ,a,ie;nado.
CAMBIO*.
[[Julho 10.
XJOndres Sfl D- st. poi l ctd. oa prata a 60 por
cento de premio Nomina. ^
Li*b Franca 26() -;65 Rs. nor l'fauco
Rio de Jan. 6 p. c. >i~: prrm.
M.iedas de 6.,40i> IS..5IK) I3..400
, ., 40O0, 6..7()3a6..800
Pezo, I, .440
Premio da prata 5() p. c
das lettras. por me* I Sporo|0
Cobre 25 por cciHo de uesconto
posenladorla seja approvada pelo Corpo
lg-l.(ivo. Que peiigo pode baver no
reconheciment desle principio? O con-
senso das duas Cmaras LegUla'ivas para
podrr executar-se a resoluco do Gover-
no, garantii fuffixientemente a suaju.ii-
ca eoitcnspeccio. .
Negocios Eccle-iastios. 0 Smtissioao
Padre nao tfm anntiido a conceder as
Bullas deconfirmcaS ao Binpo eleito da
Dioceze do Rio de Janeiro. A anta S
tem cerlamenle.o diielto de recular a c
firtiiHQio ds Bispos, no caso de algnm
impedimento cannico, que nao se i a eos
turne dispensar se, mas n< pelo ampls
motivo de professarem pri . ipposto llcordev dos do Snto Padre,
>o tom tuo apoiados na opinio ds in-
signes Doutores caiholicos, e reoooheci-
dos ba nstiilos .erulos. sem n>_ t* do erro,
o.i nnov>v0, pelos Gi>v-"'nos mais escla-
recidos e orlbcd xos. Fra isio o meamo
que frustr.r rompletarnenie o dneit de
apresentacSo, que nao lemoutro fim mai>
do q' nao .dmilti. no "eio da sori-"la ie ci
vil huma auloridatie de taa influ-mi,
como he bum Bi po, aqual professe pr n-
cipios contrario smaxim- lundani.-
taes de todo o Govcrno regular, enten-
der que o poder temporal tem o dir>io
de e.t.beleier condice- que leguleni a
validada do matrimonio, considerado llu-
ramente como contralto civil, rom e-pe-
cialidade em hmn paircuja Iti fundainen-
tal consagra o principio da t .leraii -ia re-
hi{ioa, beni como que tem o diieit') de
in por no F.stad.jcoTitribuK spara as i.-
peses do culto e de seus tnm stms, exi-
gir nos cninistios ('o co't.i rerlos r-qnsi-
lo-, v servigo, iIk.s proprios do seu mi
nisterio, |MIM podeiem rec ber a C'figioa,
que e Ibes ai bit.-r, i-lo, Sbure, em
terdade r.e.n he contra, oao dogma, ty m
implca iiHftodmedto algum can-ni o,
em que p--ssa asentar a negativa das Bul
las de confirm-tco. Ne-tas cir.'.in.t.mc.
as o overuo trsi este fa to ao coule i
ment daqutdle que possueui os nMio>le-
gaes de te. minar.m a que ta. Entre ai -
lo, na consi.leracio de que o B.azil est a
n.ais deduds mil i.-goas de d slatici* de
Roma, e de que ja sao diffiimos o- re
lando por is o os Prelados ordinarios ao-
torisados pela tri da necessidade a defeii
rem a todas assupplicas- dos fiis, resol-
vtuoGoverno negar a estes licenga pa-
ra recorrerem ao Santo P.id e, ou a se-
as e'egados, em qifaulo nio for reco
nhocida ajustica com que o menino Go-
?erno niorleixar de insistir, pira que
se nao torne nuil. eiiluso.io huno direi-
to que Ibe pertence pelo bam do EslaJo,
-i... nrnn os Caones da Igreja, con-
tinuando ttm embirgo d sto a tr.butoi >
ao Santsimo Padre como Cbefe da Igre-
ja Universal, a obediencia, respeilo e ve-
neraco, que sao de* tido ao alto era-
prego, a que a Divina P-ovidencia sedl-
guou leval-o para dilatar os dominios da
Fe.
Senbores, a religio santa de dorsos pan
he .do Estado, esem religiionaS pode
baver moral i releva transmittir eta pre-
ciosa heranc. em toda a sua pureza aos
nossos descendentes. Os mi ni -ros do cul
tO devero encinar com p.lavra e com o
exemplo as mximas de conducta p. es-
cripias pelo Evangelho ; preciso he h-'bi-
lital-os para huma mii-So tv impoitante-
Sob.e os panchos r.'rahe principalmen-
te o exerricio diste dever, que tanta in-
|1 lencia pode le na so iedide civ l. Re-
gular assuas obrigacSes, definir as ha-
bititacSe. que devem ter, dar ao Go
vMio mtios de p.eciver os males, o es-
c.uidib que pode chis r aos fiis a con-
servarlo dehnm ^aroch'>, op menos pra-
prio par desempenhar o sagrado roinis-
leii que exerre, ou cuja remocSo possa
C-.nvir obe.n das almas. Hg.r em fim,
cuno compre no seculo 19, os pnmipios
de religiio com os interesses do E-tado,
sao -en diiv.da ol:jectOb que devem oc-
cuparavossa atiencao nao menos piedo
za que patrioli'-.
A Gane la Imperial, con ...erada nuan
loaostu p.sod, lem ofrido algnm.
alterado*, pelo ial!cimento dea,lgopsdos
seus emp.egados ; e pelo que i esperta ao
nr.rtenal, acha-.-e m imutis potos em es-
t.do deameag-r ruina, lenlO-W por u0
.i.and-d> peceder ahuma vi.-toria, p^ra
depoi- orgar-se adereza quesera indis
pensavel f*ier-.e etn os rep-ros e cn-
ceilos. A ne.0aidade do cubo anda li
garla doeenvia dos templos.
Ikfomas Cou-litocioil.es. Senho.e--,
parte dakflbUclo derr-t d. t-eias Assem
b'eas Prov.ni.e- est st.bmett.da ao va-
so exanie, e eo..h imenlo. o. formai do
rt. 25 do acto -ddn ional; a vo.p^rfen-
ce .lecidirse algum -s dess-s lea, fivndem
a Con.-trtui a, os iplos 5 raes, os n
re to. de ou tras Proviu-ias ou o- trata-
das. Ao poder legi-la'ivo compete tam-
ben., na f r...a doa.iigo 20, interpretar
o-a.tigs ,1o acto addi lona', t|M loe"
duvidosos. O roen nteec^r ja luwj a
huma de ponderar-fos algumas duvidas
dei-io. O Cover-no tem-se prescr.pto
a'tegra de entender litcalnente o acto
addicional, de que devo er executor e
Dio interprete. Pelo art. 10 ^ 7- P-
dem as Asambleas Provinciaes legislar so-
bre a criacio e suppres so de empregos
pi ovinrUes, e p- lo 11 do roesmo arti>,
iobre. os casos e a lorma por que poderao m
Pie.iiculw djj PfOVUri*? nom.ai. SO-
PART1DA POS CORHRIOS.
Olinda_Todos o da ao meto da.
Goiana, Alhandra. Harailia, Frita do Conda, Ma-
manguape. Pilr, Re.i. de S. Joan. Rrejo d'Areia.
Raioha. Pombal. Nova dt Soaaa. Cidade do Natal.
Vil'as d Goianninha. e Nova da Prinea, Cidade
da Fortaleza. Villas do Afluir*. Monte mor noro,
Aracatv. Cascavel. Canind. Granja, Imperatri.
S- Bernardo, S. Joaodo Principe, Sobrar. Novad'
ElRev. Ico. S. Mathens. Reacho do fn*c- s-
Amonio do Jardim. Queieramobim. e Prnahila
Secundase Sexta leiras o uieio dia por vi'a du
Paraiba. Santo Antio- Toda, a quinta fcira* an
meio da. Garauhuna. e Bonito-no diat 10 t 4
de cada mea ao meio da. Cabo. Setinbacm. Rio Koi
moao, e Porto Calvo-nos dia 1, I La 21 de cada
pender, e ainda mesmo demittir os em-1
pregados pioviiir.iaes. Eu julgo de abso-
luta necesidade definir o que s-ja pro-
priamenteempregoem pregado. as
disposices daqueJles dous compreheo-
de-se por ventura o di'raitu de alterar .s
qualifoacB. dos Jurados e dos Goardas
Nacion.es, qualificagbeS que j esto de-
terminadas por humalei geral? RoderaS
asAssembleab Provinciaes alterar as qua-
lificages e as atlrihiiiges ainda meamo
daquella- Autoridades He que ha recurso
para o^T-ibunaes da Uoo, eautoiiaaf
os Presidentes para remover o JuitW de
Direito ? Humas tem feio tudo isto : oa-
tra no ejulgo com dtilo ftefuNl o,
e nesta incerteza con*em estabelecer huma
regra fixa e inv.riavel. Da combinaco
dos 7 e 11 do artigo 10 do acto addi-
rj-nal resulta literalmente a attribnieio
qoe tem os Presidentes de P.ovincia de
prove.em ..lugares de J. i/.es de D.reito,
mas acontere pie alguns Prefld>ulw, co-
mo toosdeGoi^Z e Matto Gsosso, tem
recorrido ao Gove. no req.nsitaudo Bacha
ris formados, que possa de-pach.r pa-
ra algomas comarcas que estio vagas, cflra
Rravi simo p.eiuizo d adraiustraea5 di
Jusliga, visto bavtr farta delle.-nesJ*sPro*
y:n< i a tses logares, se o Goveri.fpudeise da -
Ibes otilu'odeiioroeacio, mas sem elle
ningurm qu# Oipof se aos traoalhos e
incommodos de huma longa vigem na
continqencia de aeha.em a premios em
outes os lugares que vio p etend. r. Au-
gustos Digoishnos Seoboies Rep eu-
...nles daNacaS, desenvolvei.do op.in.i-
pio federativo da Conslitoieo, vu- cou-
eed-.-tes s Provincias qu.uto elUs neces-
sitatio ; compre agora consolidar a uni-
lo, ecom ella a pea. e a prosperada do
mRod Janri.o, em lOdeYUiode 1836.
-Antonio Paulino Lirapo de Aureu-
Sessafie 15 de Malo.
Presidencia do Sr. Arujo Lima.
Depoisdas 10 horas precdese chi-
mada dos Dep,lados, e chando-se rQUUI
dos rincenta e d us. o Pus dente decl-
ra berta a eaaeaft, lendo-se a acta da an-
tecednte, fica approvada.
O p.imeiro.S-cetario da conta do ex-
Pt Resposra Falla do Throno.
Ordcm do dia.
Continuou a discutjs da i e=po-ta Fal-
lido Trono, sobre o lojco, qe dis res-

T
x


mm
2
DIARIO
ai
DE
PERNA
ii f
*VJP
o.
peito u negociace com a Corte de Ro-
ma : votsra contra o sentido da falla <*
Srs. Rodrigues Torre?: o Sr. Calroorr:
o Sr. Arcebispo da Babia : e pro, o Sra.
Liinpo de Ahreu ; e Venancio. Supri-
Tnindo os extractos que nos da o Jornal d<
Commercio desta bnlmite di-euoa, pdY
que n iorneeem bastantes ideas sobre o
ortjecto, n* daremos no prximo n.a
folla do Sr. Arcebi'po, que completamen-
te satisfaz, eque nao pode hir boje por
ser rauito extenca.
Entra em di-cuss5 o segointe $ :
Igualmente deploro a Camera o esta-
do actual das Provincias do Vi; e Rio Gra-
de de S. Podr du Sul, sendo para lasti-
mar, em verdad*, que huma faccaS ou.a-
da e turbulenta em ambas terina derrama-
do osangoe Braiileiro, c ameacado a iote-
grdade dolmpe/io. No entinto a Cma-
ra nao desespera de ver terminados tan-
tos excessos, dando o Governo de V. M.
I. as providencias que couberem no circulo
desuasattribuicSes, ,e propondo A se re-
clenlo jtrilhmlico para saber o numero
das pessoa8 que te reunira ao Governo,
no entanto apontai o Coronel Bento Ma-
noel, e muir* Cmaras Municipaes e cor-
poral oes do Rio Grande. A respeito do
quarlo qutsiio, >to be, se o Governo
considera os facciosos em eatado de contu-
macia ou n*, responde qoe depois que a
amnista m-6 produtio o effeilo que te es-
perar, nGoveinotem recorrido e conti-
nua a r*correr a medidas de foi cas, a fin
de ohriga-los por este modo. Quanto ao
juico que forma o Governo da administra-
cao do Sr. Braga, hoje roembro da C-
mara, enteade qoe he mclhor reservar es-
te juico a hum tribunal mais comp tente.
Finalmente o Sr. Ministro responde qoe o
Governo su'teitou-se respon-abilidade q*
I be poder a cali ir no caso de du vida, se
podia ou nao conceder a amnisti ; as-im
pos squelles Srs. Depntados que julg5
que o Governo estava autorisado a lancar
ma6 desta medida, podem aecusar o Go-
verno : que elle Ministro tem a eoragem
entender necessaros para restituir -rdern
osespiritos desvairad-, e escarmentar a-
qoelles que tentarem desunir-nos ; Aran-
do certo o Governo de que a me.-ma C-
mara naft poupar estoico algirm para au-
xilia-lo efficacmenle no desemienho destfc
seu rigoroso de ver. Ta pouco n. de-
tesp-ra a Cmara de' que se restabeleca o
respeito s autoridades, cese a impuui-
tlade, e se traqquillise o cidadaS honesto,
ae o Governo I ni pe i al, como quera me*
lliorconbeceaa necessidades publicas, in-
dicar as medidas mais adaptadas s no>sas
circunstancias, e esmersr-se na punta
efceccuab das lrs. Do acord e mutuo
auxilio e franca coopeacaS dos poderes)
legislativo e execulivo, deve provif na
presente con june tura o remedio de que
nevemos mter* (
OSf. Vianon declara, que, conform
eom toda a respo-ta, naS pretende mittir
sua opinit sead syinboliram'nte ; co-
mo porm sobre os negocios do Rio Grande
anguem tem fallado, levanta e para pe-
dir os Srs. Ministros da Co..i algunas
explicacSes a este respeito, visto que hum
dellesdesejara que a resposta ao dis uni
do Trono nao paseaste sem dUcussaS; e
mesmo poi que elle ( Deputado) por alguns
f.ctos a i espato destes negocio* do Rio
Grande, vacila sobre o jujeo que dte
fot mar da adminislraca ; e assim dereja
que a adniii#-traca5 se justifique peante a
Camaia, fiara elle (Deputad.-) ver se lhe
deve pr-'sia- ou nS.eu ap>io. Dirige
poiseokSrs. Ministros aa eguiutes intei-
p4laes: l.' *eo Governo considere e>-
te movimento do Rio Gi ande como huma
simples-edico, ou como huqta nbelli-
>u con-piraca que leuda a Separar' a Pio-
vincia da Aeg'idde do Imperio? 2.a
quaea foraS as medidas conciliadoras a que
alludeo dMursodo trono ?o Seria e aro-
nibtiad^diaosrevoltosos ? Se be, em que
le se fundla a admimsirac. para \t es-
te pa.-s>>, que lhe era vedado pela Ir de
JaJ.e Julho de 1831/ 3.a se ha utas
medidas conciliadoras alero dela ? 4.a at
queorapufi uas estas medidas, e qoe
peesoasellas frieraS abandonara causa de
Beato Gotic (ves? 5.* se j chegou o ponto
do contorna'a, squeallude o Truno no
seu di.-curso, para toe em mvirnento to-
rios os recursos lo Estado ? 6.a finalmen-
te, qual be ocouceio que lrma o G -
verno da adro istraca do ex.f readente
o Sr. Br:.g* ?----.
OSr. Liespe He Abceu, ero r emposta so
Sr. Deputado, dieque quaoto ao priroei
ro quesito, responde com o seu rel.io io,
onde dis que ser onveuiente que s to-
me huma rn-dida espeerel a re-peito do
Rio Grande do Sul, como se tunn.u a res-
peito do Para, o *o Sr. D potado curn-
pce olhsr pare a CoostrtuicaS para saber
quaet & s caaos em que se permitte to-
mar medidas especiae* para huma Pro-
vincia. .Quaotoao agoniio, que por o-
a lie a amnista a medida,conciliadora q*
* Governo tomou, s ins|iucies dads
'elo Goverao o Presidente qusndo foi
da Corte j oudeae recommeadou qoe, a
er pirssivel accwmoaar aquelle movimen-
- j.. i-- j .
rOteiB tiupiffiu **" KIM WCIIKI. M>
que easprvga-la desde logo, c derramar-se
o saegue biaeileiro. Quanto ao teiceird
qeeatto, declara qa* nao poda iaier bur
bla Geral todos os arios legislativos que patritica de sojeitar-sepor isto respon-
stbilidad.
O Sr. Ferreira da'Veiga manda mesa
a rteguinte emenda : Depois dss palavras
etecuca das luis, accresetni-se, a Cma-
ra pelo que Ibe perlence, *tl prompta a
reformar na noss legislacao o que alii po-
de baver de inadequado justa repressa5
do cri.ne, e j as sesses antecedentes tem
ella encelado trabalhut ueste nietrno sen-
tido. He apoiada.
O Sr. Figueira de Mllo estranha
maneira poique o Sr. Ministro responde
s nter pellaces de hum repi-etentante da
daraS ; pois que nao basta que o Sr. Mi-
nistro diga que se Sn'geits responsabili-
dae roinistra, nno ignorando que na
resposta a Falla doTionoque se forma o
fui'io a espeito da roadjuvaca que a Ga-
mira deve prestar ao Goterfto ; e lembca
que nem sempre he possrvel fater chamar
o Ministro responssbilidade. Julgn que
o Ministro que inflingi huma le eoosli-
tucional parador a amnista.aos revoltosos
do Rio Grande est diposto a infringir
tambero a Constituios ; dis que a Cma-
ra n 6 qer a roragem patritica do Sr.
Ministro, mas sim que justifique, seus'so-
tos e execute a lei. Observa que se boje o
Governo dic qu-, fund-fls na lei da na*
ce.'sidade, amnista sos facciosos o Rio
Grande, pleamsiVbi, sobo mesmopie-
texto, dissolver aC-mara dos Deputados.
O i!!ustie Deputado entrando na mate-
ria em disciissao, dic q' d-'sej mais fiique-
ta ueste periodo da respo*l falla do tro-
no ; que se diga que para socegar o cida-
d -6 honesto e pac fice he nece-n ri que o
Governo execute as leis. Ob-erva qoe,
alui da amuisti, ^jueo (J'>verno naS p-
. de conceder, o Governo fer.gueira ira-
pien-a, que milito* peridicos desappa-
rerraS pelas persegoi<;Ses do ministe-
rio ; que al compo-ilores, que nenhuma
responsabrlidade tem pels Joruaes, fono
presos ; e que dests mane ra he impossi-
vverno tianquillita o rtJadaS
pacifico e honesto. Finalmente o Ilus-
tre Deputado, depois de discorrer sobre
e-ta materia de imprvma, conclue dizen
do que he necessariu que a Cmara deca-
le que est de acord na5 tran-igrr cotn
actos que proster g.5 as leis: e que he mis-
ler que o brasil seiba quais taS o seus
defensores ; e be por is>o que igno< arrdo
as HitencSes dos membros da Cocnmi-sa,
sssim explica o su voto sobre este perio-
O S>: Souea Oliveira,- depois de Igu-
alas reflexes do Sr. Ferr>ira i Veiga,
sbiea emenda peta qual vota, dir'ge aO
Sr. M-mstro da Jus ca a srguinte inter
pellaQaS : Como o Governo encaiou os
negocios do Ki > Graud do Sul, quando
leve do lancar ma dasprimeiraa medida?
Se come huma tevolta, hum plano dese-
paraca da Proiincia pochum partido re-
publicano*, ou como hum inovimeit'o q'
tinlia por fimexpellir as pn'meiras auto-
ridades da Prolucia! Se este juico f.r-
mon logo com as pnanuaj noticias, ou
se agra ?
OSr. Lmpo de Abceu responde que,
al
acompanhaS o mesmo movimento qoe
he inegavel que ha muito tempo se falla
que ha no Rio Grande, e i al vez exista em
ou tras Provincias, bm partido que pro-
pende para a sepri'cao da Provincia ;
que porm fravendo hum movimento que
no sen prineipio nao declara este fim, mas
sim depSr as autoridades, podem entre as
pessoasque tenafaS separacaS haver ou-
ti as que para ahi naS va6 ; que o Gover-
no, logo que soube da sediga de Porto
Alegre, julgou que neste movimento ri-
nhaentrado peasoaj que desejavaS a se-
paracaS da Provincia, e mitras que limi-
tavaSsuss vistas a tnmar vinganca malen-
tendida d queentao era Presidente; e por
isso n Sou logo da forca ; temendo qde
essas pessoas que s tinhaS em vista a de-
posica das autoridades, com receio na-
tural do castigo a qoe ficariaS expo-tas, se
unissem s outras para levar avante o pn-
jerto da sepiracaS da Provincia, deu am-
nista ; e estas pessoas que descnhriraS as
intenc&es ulteriores da separacao da Pro-
vincia se retirraS das outras que tnh5
este intento B nto Manoel e oulros mui-
tos que reprnvavaS semelhante idea, reti-
rraS por factos ulteriores que ie-p> ta5 o
Governo geral, e desejaS a uniaS do -Im-
perio.
O Sr. Souza Oveira diz que, vista
doqueouve, convence-ie de que a medi-
da da amnista foi pessimamente emprga-
da quando o Governo Dncou man della *
pois que o Governo sabia que exista na
quena Provincia hum partido nue tendia
\ sepsracaS da Provincia. Observa que
des-te partido tem tido participacaS o Go-
verno por dieersos Presidentes daquella
Provincia, e o Governo venUo este ps< ti-
do, sof preretto de depr hum Presiden-
teque j se stba estar demittido, moler-
se, devia conhecer que tal mnvrmento
ou tro fim nS trnha se n. reilisar ste
plano s-im elle Deputado n. sabe que
proeito vi ter a amnista, que s pode
r animar muito e muito a este partido,
a Calculou o Governo emente, diz o o-
iad.r, cora alguns individuos que entra-
r na revolta de aO de Setemhi-o, eque
poriaSser aTa-tado Helia pela idea de nao
separacao da Provincia, e naS calculou
com tantos defensores da ordem e unia do
Imperi", a quem esta midi la ia desani-
mar, vendo quf-as primerias providencias
do Governo' .eraS hum perdi a faccioso
que que nao a sepa rae i da P r.. vinera ? a
O Ilustre D' putado passa a contestar o
Sr. Ministro, quando attribue amnista
a defereao de Benr Manoel don ficcio-
sos ; pois qrre d r. sabia-se antes disto
nt Corte que Bento Manoel estava em
desbarmonis com Bento Goncalves; nao
fni pois esta separacao devida a esta medi-
da conciliadora do ( averno ; antes esta
medida de nada servio sead de desani-
mar s grande parte de homens infl.rentes
na Provincia e poderosos por aua fortuna.
O illustre 'Deputado, continuando,
dic que o Gverno nio tem laucado mi
de todos 04 meios que podia obviar esta se-
dicio. Not.> que nada t a este respeito
lelo iela'oio do Ministro da Guerra, e
pelo d Marinba apenas huma relacaodot
va os de guerra; no da Justici alguinas
medidas encmtra ; aguarda-re pelo rela-
to io do Ministro dos Negocios Estraugei-
ros que talvec alguma cmisa diga a esle
respeito; no entanto peiguntai ao Mi-
nis'ro da Justica se sabe de alguna .medi-
da adaptada pela Repariicio dos N-gaco*
Estrangf iros a e'ie r- apeito. /ulgo ( coe-
apparecendo hua movimento em .,
q^c" postad r|i>*rirt s p le Ser boro
avaliado por pe.-soas do lugar onde elle s- I
contece, qoetetihaS ao roenov motivo de | obrara com algn aceito demandar para
saber de circujutaueiae aateriors, ou qoe j eeutlia catado^beni diploma babi| que
inu.io orvdor ) que nao he desronh-rido
que Os intereses do G verno Ocenla! es
lio ligados com is do Hraiil para con ter a
faccao insurgente do Rio Grande faccio
i> oppos'o ao actual Presidente da Repblica
Oriental; e por ronseqoencia desta poli-
cio pode o Governo tirar alguma v.mta-
gen para mover toreas de que pMe dris-
por r> sta Provincia e assirn mais fcil-
mente Contar os ficciosos do R o Grande m
O illustre Deputado continua duendo ,
que consta va que o G rverno de Repbli-
ca Oriental oficira ao nosso ha tempo,
expondo que o Encarregado de Negocios
do Brasil naquelle estado era hum pouco
favoratel as opmides ou ao partido da Ls-
valleja ; parece-lhe pois que o Governo
nio seja suspeito de proteger semelhante
partido que possa negociar ou tratar
com o Presidente daquella r epublics al.
grima medida tendente a con ter os faccio-
sos. Conta-lhemas" haver naquelle es.
tado hum grande numero de Brasileiros,.
que o Governo poderis mais lacilmente
orgsnsarem hum corpo de Cayallaria ,
capaz de obrar ua Provincia do Rio Gran*
de do Sul, marchando por este lado de
acord cotn o Preaidente da repblica ,
do que facer marchar huma forca da
Guarda Nacional daqui, da qu; I duvido
que. l chegue hum s soldado. O illustie
Deputado conclue que mui mal entpre-
gsdss foi Jo medidas conciliaiii as para
hura partido que nao tinha o sirupk. fim
de depr o Piesidlot hum plano
muito mais criminoso.
O Sr. Vasroncellos declara desejar of-
ferecer humseroends a este tpico, a qual
dVlara a S. M. I. que a Cmara ter a
mais viva satis'facio se ness'as medidas to-
ntadas para a Provincia d* Rio Grande so
conciliario os princip.* da verdadeira p-
litica com a observancia da Constitoigio
do Estado. Liaonga-se das repo.-iss var-
dadeiiament minisleriaes do Sr. Ministro
da Justica s nter peliaces qu ll\e forio
feitas e des ja abrir aq Sr. Ministio hum
campo mais vasto ao desctivolvimeoto de
seos talentos. O orador depois de lou-
var ao Sr. Mnstro, declara que emprt-
hender mosliar, posto que em mal ar-
.aojado discurso vista do roo estado de
sua saude que o actual Govemo nio tem
marrhsdo com os grandes prinop* q .a
a Naiio reconquistou no dia 7 de Abril
Depois do illustie orador fallar na sua
vida parlamentar anterior ao dia 7 de A-
brl, dis que entenqe.a que daquelle da
em dsnte a Nac seria gove'rnada pela
vontade esponsavel que o Governo se or
gansaria de maneira, que a Naci estivea-
se reita que a respousabilidade dos Mi-
nistros ni era huma mentira, era hu-
ma realidad* : entretanto elle Deputado
pensa que tao grande fim se ui-> ha va
Conseguido. Derla 1 a que nio be echo de
boatos mal fundados, mas s dir aqu No
que pode ser coute-tado pelo mesmo Go*
ern<>. Observa que, nio obstante seaf-
fa>tr da escola dtM doutrinarios da Frau-
ca destinads s sustentar as mniiarcbas
carunchosas da Europa, com tudo le ni-
dia que quando e-ses doulrioarioi rece-
be m as oome 906S da Coros para pre*
' adir aos destinos do Estado apresnlio-
ae as Cmaras com as pastas dsenvl-'
vem < silicio a maicba poltica que
preluidem seguir e que en tendero maia
adoptadas ao pas ; que elle ( Deputado )
nic exige tanto do* nossos V ini.tros; mas
drseja saber se a vontade inesp mfavef
pode responder por lodos os setos eespon*
sa veis ; uto nosso Ministerio tem Confe-
rencia livresnas vontadt-s 1 esunosavois. }
parece-lhe qoe nao que a vat ide ir-
repona vel dirige tem iniciativa tem
voto; e por isso julga nio haver no Mi-
nisterio elemento iudispeussvl de hum
bom conselho, e independencia, a drg-
nidade ; julga pois mal organisadit Mi-
nisterio. O orador declara que calara
esta reflexio se nio fosse provocado pel
Sr. Mmistio que repondra con C da
a cor age rn e talentos qoe o disiingUrm',
s ioter pellarSes que lhe toiio feitas. Qu6
esta sua opiniio he deprehendida da ex-
posicio de principios datada d de
O i tu tiro de i855} onde se v o Regente
confundido com seus Miurbtros; rid'sh
v a vontade irresponsavef diaer : Esta,
he mirilla resoiuco iuimutavel. Oorr-
dor depois de notar que por esta exp cao a vootade irresponsavi decida huma
idea (xa que nio sabe moliUr-s s dn>
versas moJincacSes do Estado, s mobili-
dades da circunstancias ao lempo que
acalma e ai cefece as pai xes nota qh
ninguem dn que hum Govcitio que as-
sim procede e apiesenta-se a face da Na-
ci, seja hum Governo bern constituido,
regulado saudo o espirito constitucio-
nal seguudo as txigecMs da poca e do
piic.em que vivemos. O orador conclue
que he deste ( na sua rpiniao ) peccado
original de confundir-se a vontade res.
pousayeleoro a i.respossvel, quedim-
oo todos os nossus males todas as taitas
de oosso Governo, apsar de riel le entrar
Miaistrs dgaos ptUiojaj, s rt.poua-


Jav
DIARIO DE EBNAMBUCO.
.-..
es como 6 actual Si'. Ministro da Jus-
te*.
O oradbr depois de slgumas r.fle*5es
sobre o principios que dere adoptar ho|h
fadm reJvatfsJ, pasa ana'esef tgumla
x'pVe? es' do discurso do Ti ote onde
todas as ideas sao triste* onde o Trono
'ir. que nada se respeita i mas pedia per-
ni-o de pergubtar o Gowerna o que
tvs|>eta elle? Se huma le apresenta-lne
ilium obstculo insiperavel elle o loss-
ue; e para Justificar sta sua opiniio o
orador aprsenla a amnista que se deu ,
e a interpretaclo feta pelo Governo da
ki da imprensa.
O Governo contiriua 5 orador, pa-
rece qoe erteaie c|ue a imprensa fui
feita t em seu behBcio ; elle jtilga qrifeos
mis e>ci-iptos podem ser o vehculo de sas
ideas, at minia contra expressa deter-
mii.aio da le que os Presidentes promo-
vi bubscripcSes para o seu peridico e
as Cmaras Munieipaes tratio de obedecer,
quando se dit que lili obedece a pro-
curar suhsc ipc6< a; o Governo traa de
pr*egur os calumniadores os perturba-
dores da paz publica, no que obra bem ;
o Goferno oo dveser calumniado impu-
nemente mas esntagar, ufi",car a im-
preusa obrigando hum escriptor no Rio
de Janeiro pdr xeinplo a responder em
Mato Orosso, torcendo o Cdigo do Pro-
re-so de maneira que di^posiiSes especiaes
a tornem geres un todo o Impeiio lie o
que se rito poda esperar de hum Goverio
onde existen tantos bomens illu-tres. Nio
opprima o Goverrio a imprensa que trm
sido victoriosa ein lulas muto mais for-
caidaveis. Sao, nio quero que o Goverrio'
pe mitta a licensa descjo que elle a rep'i-
roa por toda a parte porque ella s j oda
servir para comproriietter deshonrar e*.
ta s primeira das garantas dos hom.ns li-
vres. A e.te re.-pcilo ocrorre-me o que
hum, cehbre esc iptor de giande impor-
tancia disae de Napoleio : NapoUio,
filho da liberdade, tu assassinasts tus
propria mii. Eu direi ao nosso Gover-
iio : Filhq da imprensa e da mprensa
s, rifovoNerb, tu conspiras contra vi-
da detua propna mii.
O oador pasta depois a tratar da amnis-
ta. 'u que sempre pie-tai osea poto
ao Coverno quando.tm occas6es. melan-
clica a oecessdade o ohrigue a franquear
Os limit s legaes; masque nio e que a
amnista para o Rio Grande soja huma
necetihidade para o pair.. 6c.
O Se Calmon orou quase no menno
sentido, e-dix- que o Governo lio injostifi-
ravel a sua opiniio sobre os negocios do
Rio Giande do Sul; I.* sobre a amnista,
que foi fora de rari, que id nada sati-f. t
as viias do Governo : a.* na couservacio
to Ministerio da Guerra delium indivi-
duo ligado pelo sangue a hum dos Che-
fies da i tvolta. ". 6c.
PERNABMUCO*
CU PROVINCIAL.
i*56.N.* 32.
Francisco d Piula Cavalcante de Albu-
queiqu, Presidente da Provincia de Per-
nambuco : Faco saber a todos o* seo Habi-
tantes, que a As emi>l La?gltiva pro-
vincial jbecieou t eus.iucciooeiaLiae-
gajinte. |
es permetti^aa Irma nda-
rf-.s-as-'-nh'-a Jo iviameu"^ uma.
l.onV.ia-Jrnnu.1 para a edfic-<;,JL5l!2
tlSfe "do valor de doccetita cMfWs da
Ait. %,' E-sU Lotera durar cinco an-
uos, e o dote por cento em fifor da Ir-
inand3de,>een.p.eRdo8 de ro.wieira,
nueuofimd*c-darino, se aprsente ao
Juia de Capell-ajo multado do seo empre-
8 Art. 5/ Fica psra islo approvsdo o
pl.no api Mentado pela mma Irmanda-
ia.
Mando por taato a todas as Anctoridsde.
a nuom o coiihecimenC eexecoco da re-
fe.'ida L* pextencei, que s eompr.u,
.r|o cmiimi. tirial.irainei.te, eoma
^hTaacontetn. O SofnUrio deate Pro-
?incis a faca imprimir publicar, e correr.
Cidade do Recife de Pemambuco aoa dse-
te de Junbode mil oito ceios e trinta ,e
seis, Dcimo quinto da Independencia e do
Imperio.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querque.
L. S.
Carta de Le pela qual V. Ex. manda
exectar o Decreto da Assembla Legisla-
tiva Provincial que bou ve por bm sancio-
nar, que concede a lrraandade de Nossa
Senh ra do Liwamenlo, urna Loteiia ari-
nual do valor de cincoenta coutos da reis,
na forma cima declarada.
'ara
V. Ex. Ver.
lose Xavier Faustino Ramos a fez.
/
Regatada a fl 45 ?. do L.- I. de Lew Pro-
vinriaes. Secretaria da Provincia de Per-
nambuco \j de Junhode i836.
Francisco Xavier e Silva.
Foi sellada, piihlicsds esta Le, na Se-
cretaria da Provincia .de Pemambuco em
17 de Juuho de |836.
Vicente Thomaz Pires de Figueredo
Camargo.
f~-------
GOVERNO DA. PROVlaTCIS.
Expedient do da n.
OFICIOS,.
Ao Inspert< r da Alf'odega rommuni-
cando I he que foi nomeado Vi.e Cnsul
de Ba viera ne>ta Cidade o Cid adr Jo/.e
Maiia deJezus Muriit, qiieobteve do Re-
gente em Nome do Imperador, o compe-
tente Beneplcito.
Inuars i-iioiinunicacoes f>>r<5 feitas ao
Administrador da MeZa das Diversas Ren-
da, e ao Com'iiandaq'e Superior da G.
Nacional do Municipio do Recife. .
{(Co/i/rtuar-ie d.)
m
DIVERSAS REPARTICOKNS.
MEZA DAS DIVERSAS RINDAS.
A pauta he mesraa do N. 145.
CHRElO.
A Sumara Emilia recebe a malla para o
Aiaca'y hoje (i2)s 10 horas da manbi.
DIARIO eePERNAMBUCO.
Tmos vista Pe odeos Ingler.es, o
Atlas de 8 de Maio, e o Morning Herald
de 10 do dito mez, dos quaes damos em
resumo aos nossos leiiores, o que encon-
tramos de mais inter-ssante.
O Atlas dizque oGenersI Callista Gar-
ra eocootrou na* alturas de Euguy a Le-
giio Francea debaixo do commando do
General Brnelle que tomou posicio na pr-
xima altura de L^iaiona, qoe o General
Carli-taaltacaraos Francezes ; 'p."qae fo-
ra repetido rom ronsideravel peda. O
hjecto do General CarlisH era coilar a
communicacio do General Francs, e dos
CbiUtinos com as fronteiras de Franca ;
porem a licio que levou o havia. impedido
de renovar o ataque al a8 d'Abiil. O Ge-
neial Brnelle fo frido levemente e teve*
17 Soldado morto e 50 feridos, que se ha-
viio 1 -ecolhido a Pamplona.
Os Estamentos de llespmha consederio
o wu voto de coofanca a M ndirabal ; o
qual prometleu a immediata presenca no
Norte de 70.000 homens para deslrnir os
/ ..:=-c. e a. AKt^r hum novo impresti-
roo para'as despeeas da guerra com con-
djcoea vaotijoets.
Rodil foi nom a lo trinistro da guerra em
legar do Conde d'Almodevar, que pa^sou
para Ministro dos Negocios Estrangeiros.
Fereir tomoa a pasta da Maiioha ; Jus*
tica e Interior contmuavfo oa mesmoa, e
Mendiiab.il foi confirmado na effeclivida-
de de Ministro dae Fiaiacaa e Presidente
doConselho.
Hum corpo da 600 Soldados da marinha,
embarcarle em Inglaterra para o Norte
de Hespanht, paraserem em pregados se*
cmdo os principios d" nio intervnci<>.
O i Duques d'Orh-ies e de Nemours haviio
sabido de Ptiix no l.* de Maio depois do
meio da, rom destine Corte de Berln,
Capital da Prussia.
A Russia consentio em rednir 4-' par-
te somtns qoe s Porta Ibe devia. Esta
somma ser dividida ein dois pagimentos,
e Lgo que a Porta ti ver effei toado o ultimo
pagamento, a Silistria ser evacuada peloi
Russianos. O Governo Ingles offerereu
Porta 8uprla com odinheiro neetssario
para o 1." pagamento. O Governo Aus-
traco tradutriasprecis 18ordens para re-
duzir os seus Eiercitos ao p em que es-
tallo ames de i830, islo he, antes da re-
volugio de Julho; a mesma ordem deu o
Governo Prossiano; por consequencia nio
sofre duvida que a pas nio ser alterada
poraqiislle lado do Continente Europeo.
O Morning Heald, Peridico reconhe-
cido na Europa por hum dos mtiores par-
tidista! do absolutismo, nb seu n. i6:759
de 10 de Maio diz o sega inte : Em 5 do
con ente (Maio) as tropas auxiliares Ingle-
tas fizeio huma sortida de S. Sebastin, e
tornillo sem seria resistencia a ].*linha
das obras qoe o inimigo ha va construido.
(os Carlistas) A 2.* linha porem foi defen-
dida pelos Carlistas com grande coragem e
obstinacio. O Almirante Ingles havrndo
dse in liares do 800 lime ns pertencentes i
Legiio, clles sustentarlo hum vigoroso al-
faque, qaadurou huma ora ; as 9 oas os
Carlistas fugirio abandonando 4 pessts d'ar-
tilharia. O General Evans perseguiu os
inimigos para lem de Hernane, cuja'vil-
la elle ocmpou no da seguinte. Os Auxi-
liares Ingleses attacario e comhalerlo com
grande intiepidet. A sua perda he calcu-
la la em 200moriose dobrado n* de feri-
dos. A perda dos Carlistas he mui cousi-
deravel !
Na Catalnnba os Carlistas tem si(Jo ba-
tidos aucressivamente pelos Christino. A
i.\ d*Abril o General Bretn surprihan-
deu o bando de Temer, tomou-lhe todos
os seus tffeitos, e bagac^ens, eo p-rseguio
por 15 oras. Oiten, e C'aroascuas forioi-
gualmente derrotados dexando 100 pii-
zioneiros alem dos morios e feridos.
As ultimas noticias reeebidas de Pars
dtem que a Lfgiio Francesa na H- spa-
nha hia ser reforcada com 6000 bomens,
que os Ingieres pertendiio continuar a fa-
zer a guerra contra sCarlstas, nao com
o Is.ssoHei.panholcomo at aqui, mas..im
com o seu Usso Nacional. O- fundos Por-
gete em Inglaterra tinbio subido o* de 5
por rento a 87 por cento depois da noti-
cia da entrada o> Joze da Silva Carvalbo,
no Ministerio d Facenda.
INTERIOR
Quando consideramos nos negoc'* do
Brasil actualmente huma m de ferro
parece apeitar-nos o coraco smente
ideas tristes e melanclicas assalto-nos s
im.gin.'ci ; nio que julguemos ludo per-
dido, como alguna porque se tero espa-
ldudo com mi ebeia a sement veiifica-
('dra que a n til reta gravou em todos o
coraioes Libeidade e Igu^ldade -- mas
poique ae a tem plantado bem cuidado;
porque sea ni tem cultivado de maneira
a laxe a proluair pontos de sida em ves
dos que aaemelhanca das arvores de Ba-
bilont.i se desfrttem em cinxa, quando
tocados; Dit-e : nio a>tava ainda o Bie-
sil preparado para tal ou tal instituicio,
mas em vet dse procurar di igir, e es-
clarecer o juico da tio-sa pnpulaco, oque
faseon eases em cujas bocas estio todos os
das taes qurixumes ? Proemio, quanlo
po tem ripear dos nimos do povo loda a
idea de respailo e de moral : com libellos
famosos rom scritos cujo fim hQio
smente schincalbar o que temos de mei
1 e-paita el, vio di vert nd a populacio '
dando lhe a beber em versinhos, em cha-
labas 6c., o escondido veneno da c< rrup-
ci. Outroa atad sem o menor respeto
a vida privada daaCidaiiios inaullloaem
pudor os egentes dejf poder rilo censu-
rando como ihes be permitido, e mullo
convenante em hum pait Iivre ; ms al
tiihuindo-lhes faltas, que nio tem j re-
velando defeitos de homens, e tratando-o*
como os mais ntimos da plebe. Este ve-
neno soi vido gota a gota todos os das de-
ve produtir hum effeito espantosa ; e nio
admira entio, que pparecio ae scenas-do
Par e Rio Grande. He a Liberdade,
( dieem elles ) be aos principios pi ogres-
ivos, que convem impatar-se tantos ma-
les nio : o deseovolvimento o- direitoa
do homem nio pode trater senio bens
paia a Socudadc, de que elle fas parte.
He os ambiciosos., percie as desordena
os meios de se locupletaiem ; que dse-
o ver descer os que estn nos lugares
eminentes para elles subirem, que sao
imputareis os males, qua experimenta
mos, e outros que nos espeiio. O Bra-
iil reconhecto a conveniencia de diminuir
certa classe entre ns, o arbihio mais
prudente que tioha a seguir era a pro-
hihicio da importacio des-es perigoxos ha-
hitadoies para a trra da Santa Crut:
aholigio foi destetada do modo mais con
veniente, porque uio estando, como nio
est inda maduro o espirito publico pa.
ra huma medida mais prompta com i-
nbe eatabelecer-se hum modo de ecaba-
mento pmgressvo essg raea de ma-
neira que o mal te fosse Bumiodo pouco
a pouco, e psrivamente por huma g a-
dacio lenta e instnsivel, e que os bra-
cos africanos fossem substituidos por tra-
L balhadores livres, e de eutra raca pari
pas>u Aos beneficios resultados de hu-
ma Lei que todos os ulereases devO o-
Ihar como a mais lalutar as ciicunifn-
cias, em que ae achara e ainda boje esti
o Brasil, vemoppor-se a desmarcada am-
bicio do ganho de alguns bomens, que
nio duvidlo (bmprometter os inteiesses
graves da Socivdade por hum ganbo pas-
sageiro. Cobrem-se as nossai piis de v*
las, que conduzem huma lio perigosa
tnercadoris o interior se poda, e seco*
che deises entes inrommodoe, e a Lei a
i* m servido para grangear fortuna a al-
gumes authoiidades coi rompidas. Rata
immoralidade ajudada pelos prejuitoa de
nossos agricultores, que jolgio-ao perdi-
dos, quando Ibes fallem os seccorros de
tio perigosos biscos, he no nos o pensa-
mento o facbo mais devastador pata o Bra-
sil. Hum ponen de icfi-xo-basta, para*
ver se o trine futuro ,< qun aparelbio pare
nos, e para a nosaa posteridade os agentes
de hum tal commercio.
Deixemos de paite os incOmmodos.
que peders sobrevir a todos os que pos-
suem huma ta propriedade: os pleitos
immensos, que daqui a alguns annos se
vio suscitar e mil infinidade de rouges ,
que trailo o deassocego, e a perturbacio
n< t para aquellesqueospossueen illici-
tamente, mas ainda para todos que se
veiio na dora neeessidade de a presen lar OS
ttulos de possesslo, dnte desta consi-
derarlo deviio remar os que tem empre-
gado gi os as ommss em hum genero ti >
perecivel. E qual ei a sorte de muitos
I. 7/ ndeiros. em circunslaiicias taes ? Se
a Assemtilt'a Geral nao cuida de oppor
j e j hum remedio a este mal tristes
e bem funestos dias nos aguardio. Quan-
to he para lamentar-Be que oa homeni
por momentneas eautagens nio duvidera
sacrificar seus -mais solidos n'eresses, eo
que he m-s os destinos do pait O que
acabamos de poudeiar ha dn ntresseria-
oiente acontecer; nada uos parece mais
claramente e.-cnto no livio dos futuros ,
do que essas coute.-ta<6es que tero tal-
vet de ser decididas peta liberdade de
muta e. ntenas de homeus f ae a A.sem
bla Geral nio acode com medidas prora-
pas, e iflicates e hum tal mal. Poi.ai
quaes serio os 1 eso liados ? He incontes-
tavelraente certo, que as duaa ra?aa, igual-
mente livres nio podem subsistir, foi*
mando huma Na^io, e nem debaixo de
hum me ni o Governo.
A nalureea os hbitos, a opiniio es-
iicimi o euuo ambas arswaa iG-?-
menlivei. drptnde pois Uos Poderes fiu-


DIARIO DE, PER MAM BUC O.
!
prerooa em quanto ao mal se poder np-
plicar algum remedio cuidar seriamente
de bum objeoto, que pela saa magnitu-
de est ligado com o mais caros inters-
mi do pai'z. O t?ropo he cbegadi em
que lie raistr, que nojso-< Concidadios
se esforcem quanto ern cada bum cabe,
para affastar de n cssa sement de hor-
rocosos desafies sobre pena das mais fu-
tiesta cousequsncias, <]ue nao cahirio
menos, que sobre as prop edades e as
vidas. Se acaso se espera que a fo> c ,
o curso das cousas traga a nectssidade
de nos privarmos de (o importunos
ompanheiros, a oalureca humana se ar-
ripia ao esperto dos males que se nos
reparad .' Nos nao podemos considerar
un tal ol'jectu sem que se* nos pre-
senten) a ira< nem se diga que ser dificultoso etilre
n* o dosenvoivimento e progressos He
hum. tal plano. Concordaremos, que
por agora poneos cuidados nos causan e
muito poucos recejos as ... mu* nao, es*
tamos ro vendo to 'os o das derrapas
parciaesem bum ou outro ponto da Pro-
viucia ? E sao esses males de to peque
na cou->idti scio para se despreeaiem ? De
rnais a continuara introducto, como ues-
tes ltimos anuos, la I vez em pouco lem-
po seja necessria abandonar o paiz aos
novo* habitadores E nao sabemos que
antas denaturalbados tem ptetendido lan- J
car raid desse recurso para se ajudaiem
m seus planos? E-.ta materia he suscepti-
va de hura grande desenvolvimenlo ; mas
a prudencia nos aconselha o silencio sobre
cl'a paja no aggravalos talve* em lu-
gar de remediar os males da Patria (..ha
memos Jiorm a alien cao dos uussos Cem-
proviucaoos sobre seos meamos inters
es. A allucinacfio por hum ganho pre-
saota os conduz ao abysmo : melbor he
legar aos seos successores huma pus^esslu
traniquia e segura po>to que menor do
que deixar-lbes rebanhus idojnito que
deforaia o Pastor ; ou huma fortuna in-
cario f varillante.

( Do Astro de Minas. ,)
que por aquella estrada transita o eft*
cmodo de verem-se privados de passa-
rem para sitas diarias >ccupa.6s. para es-
ta Cidade por huma fjlta, a da p.rIVica
da estrada, que bem se pode leraediar,
sem granrfe dispendio, e sem grande de-
trimento dos propietarios dos piedios
fronteiros mesma estrada. Ne*tes ter-
rijos, esprimo que as Estradas entrad na
Imita das obras publicas, os abaixo asig-
nados confio ser aHendidos e. deferidos
com a providencia que i ec lami, e que
dejusliga for.F. M. da S. T vares, A.
da Sila S*nli*go, Francisco de Oliveha
Guimar.s. M. P. Quintilla, J. P. de
Mimada, F. J. de Paula, R. da S Vlaia,
J. R. de Olirtira, F. M. C. da F, L
A. H. E.sti!ve-, A. tos S. Ribeiro, J. C.
Teixeira, L. de VI. e Albuquerque, \. S-
G. R., BentoJ. JaC, A. J. Pires, F. J.
da C. sta, IVt. J. da Costa, J. 15. da Cot,
VV. E. Smiih, o^o G, J. C. M. Ris.
F. de O Cbacon, F. C. Seixas, B J.
A Ivs, J. F. deP. Esjeves, J. Al. Fer-
reira, V|. G. S. Lima, A. J. di Costa,
A. P. Si Florencio C. M., J. R. da S-
Ramos, J. deS. Cune, J. X. C. da C,
J. L. da.S. Jnior, M. J. RibeT A.
daS. G.iimaiie-, F, da R. P. Bu rete,
A. L. Caldas, VV. M. F. P. da Silva,
II. S dantt.
SouSurs. Re'actores
Seo cons'ante Leitor
l'm dos AsaigUadol.
aa?^i
CORRESPONDENCIA.
' Sis. Redactores.
Crende he a desgraca da nossa trra !
Os abaixo asignados fuerio hum r qneri-
mento nossa Assemblea Provincial o
Ioal foi remetlido ao Exm. Sur. Presi-
inte, o al agora nao tem appareciio
nenh.jm resultado, e|o publieo continua
a pad-cer. A estrada do Manguind t-m
de largura 27 palmos; a Le roa re 40 pal-
mos o Snr. Anecia diz que nao sane
qual seja a estrada Provincial, e dcsta
ooaneira na".> se.atiende a 4< Cidadios qu
requeren) prov dencss < oaip-truie Au
toridade para remediar os gi..ves incem-
modos que sof>e o pub ico. Que g SeoExaa. Sm. Prei lente n8 encana
gr a ouira pessoa, que com mais inteie-.-
ae olbe pata a tstrada do Manguinho, o
anal continuar do mesmo modo que ate
agora, visto que o Snr. Anco-a tarre*
dai-Ihe pouco ou nenhum cuidado os ?>
commodcs que sofre o povo que tem da
passar pata dita ertrada. Es aqu ore
queiimeoto :
illm. eExms. Snrs." -Os abaixo ass-
nados prop. letaiio-, e Reti,deir..s dos siti-
os, qjc fco as Estrada da Ponte de U-
choa, e Afl co, e ali' moradores, vem
reverentem uta espora W Ekcs., o,ue
na actual estadio inverm>.-a, >auemex're-
mo encamino lados no transito para e-ta
praca, por o- mao estado do cn>inho na
feo ia do sitio do De/.e mbagad ,r Tn-nuz
Antonio M-ci-l Monteiro, que da maior
pobliiihide be. fi'-ar todos os anuos new-e
tempo nao <> muito lamoso, ttus at i cm
atoieiros, apentu, que nao pinte passar
cavallos, ecarros; u bem publico EtM.
Snrs. exige que Vv. Exea, ianrem sua
vi|s providentes sobie o que osab-ixo
assignados vem representar, a fim de or-
dessrtti refe'ca do caminho, dando >t
a estrada a necesaria escosc as agoas,
e mesmo alai gura quejusta for para se
tornar traniael em qualquet et-taco :
Snrs. Redactores.
Anda nfo passou fpocha dos patro-
natos e se Vm. ou algueru dveiem me
que nii>, eu insisto si.bie a mioba propo-
^co, e taiei por prova-la.
Quem dina, Sis. Radaclpres, que a
despeito das repetidas reelamaces do Go-
verno, e in< siuo da .eitsura publica cerra
da* relaxacoe, e ignorancia < 1 **Ip.11n* Pro-
fessores puMico* de P'imeiras Letras se
pretende que ellascontituem e aburirb-m ,
aprovaiido-se gente coja supina ignoran
iris ressumbra m.loda a estenso do ter-
mo !' E o que mais aioda me admia Sis.
Redacto es sor roe.-mo no tempo do
Exm. Si-. Francisco de Paula cuja in-
teresa (!- cirai t"r asas conliecida : dei-
ebando^ocem Srs. Redactares, de mais
perifivsiai, eu referiiei o que sei. Certcs
mandriles preteudem ir ( por prome-sas
de serena (irovado- ) no da 13 do cor-
rente a roncen o das Cadenas vagas e co
nto para ato piet i o que v examtna.do-
rtsejio benvolos, e '.uno elie nio con-
t^m coni ega excessiva btnevoleucia di
parle do Prolessor do Eumuo mutuo, nio
sen1 o pais este convidado para examina-
dos, dessolvido est por Unto o n gor-
dio, f-*ito < milagre, o publico roiAiado,
e a Lf i i'ludida para <|ue pois rao succe-
da o que s-projecta e p. (|uc co miuha l'atiia, c nrorren lo p ir des>i r
de precetores dt moc pase-de s r>-m que conelirei esta a-
lertand-' o Exn> Si. rresi ente sobra os
esptrtalh Sou
Uun que ja fui leproTado.
LOTERA.
.......
O Padre Joo Rodri-
gues de Araujo, Reilor do
Seminario Episcopal de O-
linda, aviza ao respeita-
vel Publico, que no dia 26
do corrente Julho ando
infalivelmenle as rodas da
2.a parte da 13.a Lotera
no consistorio da Jgreja do
Rozari.
ANN UNCI.
AV1ZOS PARTICULARES.
O Sur. Francisco Joie Duarte qneira
annurciar a sus mofada, ou dirigir-sea ra
Nova sobrado D. 32, no segundo andar,
para pegocio de seu interes'e, por pedido
do urna pessoa do Rto de Janeiro.
fe0 Quero anunciou pore.ite Diario de
q do corrate querer 800$ reis apremio
dando boas firmas, dirija-se a roa da ca-
dera velba primeiro andar da casa de A. C.
de'Q'ue'i'Oz Fonrceca.
t^ Roga-se ao Snr. que veqdeo urna
porciode medeirs de louroem serraria
que foi de Antonio Kebello ha ra da praia,
em Fevereiro do anuo corrente, queira ir
pagar* quantia de i6$960 reis que selhe
abonou, alem do pjganiento da mesma rqa-
deira, e o nao fasendo por lodo este mei,
se far publico.
\OT" Hum caixeiro,, que sabe bern ler,
escrever, e contar deseja arruniar-se era
algumacasa de negorao; ou para caixeiro
de roa ; da fiador a sua conducta quem
o qui.-er anrjuncie por esta to'ha, ou diri-
ja-se a Foi.i de Portas a venda de Antonio
Joaquim d Silva Azevedo, em qualquer
hora do dia.
f/^r* Precisa-ee de urna preti forra pa-
ra cosinhar para bomem solteiro no beco
do aznilede Peixevenda da esquina.
?j^p*1 O abaixo a>i>riadn faz setente ao
respeitavcl publico que F.ancis.o de Paula
deixou dcsirsu caixeiro desde "dia 11
de Julho de 1836.
Joo Cal ".n.
Alngio-se serven.m para eb^a de
p*edreiro, a 4^0 ri" Vor dia: noatteuo
da Boa-vi-ta sobrado D. 16.
WP" A pessoa que annunriou por esta
folha no dia 9 do 'corrente para ser admi-
nistrador de Engenbo nu de fabrica de j;.l-
fiodao, quereudo ir para uro Kigenh dis-
tante de I a pracaseis legoas, dirij^-se a ra
doRangel s -bndo de oois a-idaios D. l8,
no ("andar achata coni quem tratar.
boa conducta seofFer-ce para caixeiro de
loja, ou venda, do que lempratica,a quera
convier dtriji-sea ra do mes 4- 1u#
lase dir quem pertor**. '
19r* Precisa-ae de 300$ reis a p*emio
de 2 por ceoto, por tempo de A meses, com
hipoteca em uiii molatmlia, de ia annos,
e j faz todo ser vico de esa : quem os q>ti-
zer dar annuneie.
jrjr* Preoiva-se ee orna pret para l o^ervicode urna caa, uagando-se a^0 reis
ni i i tos: quem a ti'er. nnunci. "'
Boa.-vista, Iddo'e-querdadp sobrado de un
andar D. 8.
IXjr L mesera vo crilo, bonita figura,
deaoa 23 nnos, sem vicio algum, eavis-
to do comprador se dii aporque se vende:
lia loja de miudsas de jEuzebio Pinto & C,
ruado Queitnado D. 5.
.t/^ Vm esrravo mosso, e posant^,
proprio para qualquer servido : na ra do
Vigario D. 16.' .
fXy* Cartas francezis muito fina, L.
.douradas, papel de pezo branco a azul de
coroinba, e dito almaco, a lamparinas ; u
toja do Bandeira de Mello, ra do Cabu-
fer^s* Veode se, ou tioca-se por urna
casa terrea, a terca paite do sobrado de
oro andar, silo na ra do LivramenU
D. 9 : na mesnaa ra, armasem D. 4.
tJT* Um sobrado de dois andares na
ra daSanzalla nova: atraz da Matn* da
Boa-vista, dibaixo do sobrado 1). io.
%& Urna venda com poucos fundos ua
ra do Livramento D. 6 : n mesma.
^jV A posse de um Urreno no lugar
do Manguinho, ptrto da ponte, c*>ni Zj
palmos e meio, a 200 reis cada uro : %
ra de Domingos Pirts D. 3.
<^r* Urna preta de angola, de 28 a 30
annos, cusinha o diario de urna casa. Uva
desabo, eengoma lizo: em fora de Por-
tas iv. 17O do lado da mar* grande.
%& Obras de muito bom go-to, fl re
grandes de diversas qualidades pare 1.be-
ca, e brincos de aria qualidade, ludo da
filagra de prata fina,e da ultima moda che-
gadas prximamente: na loja de Joze Ig-
nacio do Monte, atierro da Boa-vista D.
47.
VJ~ A !oja de miude.as da ra da ca-
dria do Recife defronte de Joo Carcioa.o'
Ayies.jcom uHa cont de reis do rebate : m
roa da Alfaudeg* vaJbs a. 1, segundo an-
dar.
ALUGXJEI&.
Aluga-sa um andar de um a-, b. ado no at
Ierro dos Albgados, rom b stantes eoin.no-
dos, quintil fraude murado, e porto de
emb.rque j 11 j roa do Ciesjo b.ja D. 4.
COMPRAS.
Umaradflla de filia tendo a cauda tor-
ta, sendo nova : aunuticte por esta folha
parai-er pi'ocoTado. I.
^t9* Um canoeiro, assim como tima ee-
11 a em b m estado; quero liVef dnija-s*
a 1 ua da C d<:ia no R-- le Jt)o da Cunb .
Vlagalbe u annunciepara ser procura-
do.
jjiiiouh. 4 ua oaixa uc vjueita. ven-
de ua i'utNov.i padaria delroute da Botica
do^in'o; aunie iamb*m se con'.inuaia a
perqu oia he de Jurtice, que solrafl 00 vender o Gumenho Poltico
VENDAS.
.
Dois n*gro propios pra todo -er vico:
no Forte do Mallos Prenda oeCoido Lei-
te.
fejfc Urna n"Binh crila de i4 15
anu s, -hii uc es, nem achaques, ba teu-
dei'S, e ac(>-tiinid a tabula* c >ro enan-
cas : ua 1 La da, l gria prim-ira casa a
e-i| nenia quem en lia peo beco da rus
velba.
rtP" Por linlieiro de va'or corrente
e n Po togal, urna morada decaa de doi
andares, e *oto, Coro cacimba, em cli>-
proprios, sita na ra ds Crur.es, D. 5 da
parte do nascenle, no Bairro de Santo An-
tonio : qu-m a peitendei-dir ja tea ra do
C espo II- 5.
. ir^ Uma negra, bem robu-.a, e hbil
r ara todo o sei vico : na ra da cadeia |do
Rocife loia a. 19. \ .
%jjr Uma moiaia ii.m parecida que- \
be coaer, eng mar, e cosmba, e junta-
mente os pertences para um soldado Je cal -
lana daaGuardas Nacioua.es: oo atierro da
PERDAS.
Ao amanliaeerdodia 9 do crrante d.^.
pareco dtoamlxu da Viuva de KftOd
Francisco Vlonte.ro junto ao lauque d'ago,
urna canoa arandeabt-rla que pega em 600
ttjollo deaUenana, c que seacba em mui-
to bin esl,do^ quem d'ell* auber, ou ti-
\frnoti.-ia arinuiwie, ou piocitre ames,
ma viu*a nosobrado do beco da ra detraU
da do Palacete, que ser recompensado.
Taboat das mares cheias no Pone de
reran/ribuco.
2& -Segunda 5 4h. 54 n
29.T:
J l.Q:
3 >-Q=
5D:
lai?
3- 18 9.
a. 6- 6
- r 6 54
4 14*
03 m
tS ? 9-J8 J
M''!iriA3MArtmiiA9. J p
Navio entrarlo no dia n.J
BARCELONA ; 56 das, Pobca Heapa-
nhola Dulcin-a, Cap. Jote P. ret. Tuu
89. *
Sahido no mesmo dia.
LIVERPOOL; B. Ing. Hawsrd, CapJ
F. W. Rpaibv : .fcnr.r. A. Ai.-.
FkRM. a a Tit?., V M. F. DB Faria, i8j.


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