Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05694


This item is only available as the following downloads:


Full Text
. MI

*
ANNO PE 1835. SEGUNDA FttlRA

II E JLHON. 147.
FiNAviiHf o, Ti. di M. F.de Fai. 1836-
DAS DA SEMANA.
11 Segunda 8. SaUao. Aud. do Juixs. do Cr. de
m. de v tes. da Thezouraria Publica c
,9CS?;dSe,o.5 Gualberto Re- den,, and. do J.
|S Qiwriafs. Anacleto P.sea. da The*. P. L. ora
. 6 h. o 36 mn. da m> ,, i _i
14 Qu.a Boaventura B Hel. detn. and. do J. do
C. de m. C'l.anc de t -
15 Sexta S. Camillo de Lellia *** da Th. P. aud.
IftSatado Triu'nfo da 9. Cru*. Re. de m. e aud.
i1\.V. O. de em Olmda.
17 l)min*o O Anjo Cuntodio do Imperio.
Ttdo acora depende e non rnesino da nom pr
denos, innrieracao. e energa.coiitimiemii coma
uriucipiamos. e remn spontadot com admira
<;ao inri- a Na<;oe tnai culta.
ProclamaciQ da JliembUa Otral i* Brs.il
hscrere>e a lOOOra. mensae pago adiantado
nta Tpu(tr6a. ra das Cruxes D. 3, e na Pru-
C da Independencia N. 37 e 3H i onde e recehera
correspondencia* epalitada, e annuncium inser.
d rindo asignado.
CAMBIOS.
Julho 9.
jLiOnflirs S6 Ds. St. poi l ctd. ou prata B 50 por
cento He [irruir, Nomina.
Lisboa 55 por n|o premio.* por metal, N'om.
Franca 560 -?C5 R>. por francu
Rio de Jan. 6 p. c- de prcm.
Moedag de fl..40O I3..500 llO
40U (..TOl 6800
Pezos I ,,440
Premio da prata 50 p. c*
da Icttras, por mea I a 9 por o|0
Cobre 25 por ccnto de aesconto
PARTIDA DOS CORRSIOS.
Olmda _Todn* o dia ao ineio dia.
Goiana, Albandra. I'araiba, ViMa do Conde, Ma-
manguape. Pilar, Ra. de S. Juio. Brejo d'Aroia,
Rainha, Pombal. Nora de Soma. Cidade do Natal,
Villa de Goianninha. e Nora da Prineeta, Cldada
da fortaleza, Villa do Aquir, Monte mor novo,
Aiacatr, Cascarel. Caniud, Granja, Imperatrix,
S. Bernardo, S. JoSodo Pnncipe. Sobrar, Novad'
ElRer, Ico, S. Matheo. Reschodo langae. S.
Antonio do Jardim, Quexeramobim. e'Parnahiba
Secunda e Sexta feira ao mel dia por ia da
Paraiba. Santo A ntioTodas a quinta fe i ras a o
meio dia. Garanhun, e Bonitono dia 10 4
de tada mez ao meio da. Floreno da 13 da
cada mez ao meio dia. Cabo, Serinharai. Rio For-
moxo, Porto Cairono dia* I, II.o 81 dcada
mea- _______'_____________. ,
PARTE OFFICIAL.
RIO DE JANEIRO.
Ministerio SaJustiga.
lila), e Exm. Senhor- Tando o Mi-
nistro do* Negocios Estrangeiros de S.
M. o Re dos Francete* proposto ao nos-
o Ministro Plenipotenciario a)jquel.a
Corte que em ambos os paiies se adoptas-
ae a medida de enviaren, as Autborida Jes
competentes eos respectivoa Ministros
e Secretario* d'Estado de Reprtalo o-
bredita as ceitides de bito dos mdividu-
o, pertencentesasduaaNace* fWJ*?
eerem no territorio. da outta, a fim de
aabaver mais fcilmente conhecimento de
taea factoa, eann-iodo o Regente era No-
me do Impelida* o Senhor D. Pedro Se-
srundo e to justa medida, he por bem
que V. Exe. exigindo dos respeciiros Ju
{zea de Pat deaia Provincia certides u-
- tbentiras de todos os Freneeaes, que pos-
alo faltecer em aeus respectivos Districlos,
as enri a Secretaria d'Ebtado dos Nego-
cio* Esttangeiros, a a fm de serem por
ella tienemittidas para Franca na conlor-
fuidade de proposta referida
Dos Guaide a V. Esc. Palacio do Rio
de Janeiro em i5 de Juoho de i836~Gus-
lavo Adolfo d'Agnilar Pantoja-Snr. Pre-
sidente da Proviirria de p^rnamhnco.
Cumple e Registe ^e. P-lacio do
Govenio de Pernambuco 7 de Julho de
,836.--Ceva.cauti.
Ministerio d* Fe zenda.
Illrn. eExm. ^or.-ConsUndo por ol-
ffcios dos nossos Ministros ero Pana, e
Londres, que na piimeira daquellas Oda-
d,.8 ,e e^t^mpara grande qoantidade de
adulas falsas de i00# res .que e p.eten-
dem introducir ueste Irope,.o,e deque
^eaunpae vir parle no N.,o-Bom Ai-
Inic-qne estava a partir de Bordeaux ; e
nest. se prepara porfio bastante dechepi-
h par. moeda de cobre, cupr. qoe
V Exc alem das recoramendacoe j*
La Ha circuale, de ,4 e22 de Ou-
uhro e 13 de Novembro doanno pasado,
de !d.s lprovidencia -o ^^1
1\ qoe tanto aqnelle Nav.o, (fuando
S. pqro.inr. sediriia, como qu.esquer
outrr, sejio rigorosamente examinado.
a iitn de se evitar a inlioducao das ditas
sedlas, e cliapinhas, e puturem-se con-
forme as Uis o,eus iiiliodottores. A-
}_ d-,.,. ,.rlU. de 100$ re conale
tanibwn ao Gorerno que aialvro Ia em
circolacaS sdalas falsas de 20$ res $ a
por i "so recotnmendo rouito a V. Exc.
tome todas as medidas couvenientes, para
que o publica se acautele de humas, e ou*
tras.
Deus Guarde a V. Exc. Palacio do Rio
de Janeiro em 16 de Junho de i836-Ma-
noel do Nai-cimento Cat-o e Silva.
Snr. Presidente da Provincia de Pernam-
buco.
Cumpra-se, a regi-le-se. Palacio do
Gobern de Pernambuco 7 da Julho de
i836Cavalcajiti.
Cmara dos Deputadot.
Senhor. Encarregados pela Gamara
dos Deputados de a presentarnos a Vossa
Mageslade Impeiial o Voto de Grc#s
Coia pelo acto da Abertura da prsenle
Sessio da A-s-mbla Geral Legislativa,
permitta-nos Vossa Magestade Imp-rial ,
que inceteroos o cumpriniento de tio hon-
roso mandato pela sincera expressio dos
sentimenlos de lesldade ,.e amor, que a
mesma Cmara consagra ao nosso Joren
Monarrha grato dos nossos deveres com-
pre-nos tamiienj expressar mui respeto-
samente a Vossa Magostada Imperial ao-
piniio da no-sa Cmara ,' acerca dos as-
aumptos que se conlm na Fallado Th ro-
o.
Com effeitn, Senhor, he sempre o
dia 3 de Maio o das esnerancas da Ncao ;
e romo estas rio repouaena aoro'nte na
Assoroblca Geral, mas umbem no Go-
vemo Imperial, de cuja ac^io e experi-
encia depende a boa exececo das Leis e
a indicacio dos aains mais conveniente*
publica pro-peridade, a Cmara dos Di-
putados se lisongea de que,, *endo auxi-
liada e mesmo esclarecida por hura Mi-
Pistcrio Ilustrado, poder ella contribuir
para que nao fiquem t*es espt-raneas mal-
logradas e teji curado os males da Pa
tai*.
- A Cmara ouvio com prazer, n reco-
nhecimentoa agradavel communiccio do
interesse que todas as Potencias amigas
tem manifestado pela aonservaciodoThro-
no Gonslilucional de Vossa Mage.-ta fe Im-
perial assim como do citado de pal, em
que se acha o Brasil com todo o Mundo.
Lamenti porm a Cmara a colli;io,
em que est o Governo Imperial com Sua
Sanlidade e espera qae sem qoebra das
Regabas da Coi6a e sem comprometti-
mento dos interesses Nacion^es o mesmo
Governo consegui evitar que ae alte-
ren as nos-as relacoes com o Chefe da
Igreia Uoiveral; a por iaso entende', que
por gora no lhe cumpre toiar medida
liguma.
Igualmente deplora a Cmara o estado
actual da Provincias do Para, Rio Gran-
de de S. Pedro do Sul 5 sendo para lasti-
mar em verdade que huma faeco oti-
lada, e turbulenta em ambas tenba der-
ramado o sangue B/asileiro e arneacado
a iotegridade do Imperio. No entanto a
Cmara nao desespera da ver terminados
tantos excessos dando o Governo de Vos-
sa Magestade Imperial as providoncias,
que couberem no circuid de suas attribui*
ces, e propondo Assemhla G ral to-
dos os actos Legislativos, que entender
necessarjts para restituir ordena os es-
ritos desvairados a f searroenlar tquel-
*, que teriiarem desunirnos: ficando
cei to o Governo de que a mesma.Cmara
nio poupar e-forco algum para auxilia lo
etlicaimente no desempenho des se seu ri-
goroso dever* Tio pouco nio desespera
a Cmara de que se restabeieca o respeito
s Authmidsdes e cese a impunidade, e
se Iraoqoillise e Cidadio honesto, se o
Governo Imperial, como qi>em melhor
conhece ai necesidades publicas, indicar
as medidas mais adoptadas s noasas cir-
cunstancias, e esmerar-se na pontual exe-
cucio ds Leis. A Cmara pelo que lhe
pertenee,, est prompa a reformar na
oo^sa Lpgislaco o que ahi possa haver c'e
inadequado justa reprcasio do crime,
eja as Ses 5-s antecedentes tem ella in-
citado trabalhos ne>se mesmo sentido. Do
accordo, e mutoo auxilio e franca co-
ope. acio d"8 Poderes Legislativo e Execu-
tivo deve provir na presente conjumtura,
o remedio de que baveroos mister.
A Cmara dos Deputados, Senbor re-
conhecendo a conveniencia de organisar
humexercito disciplinado, e de elevar a
Marinha Militar ao grao de forca qoe
convem ostentar e de utidade, que
deve presta n'hum maritimo como o
nosso se aprar. deassegurar Vossa Ma-
gestade Imperial que ella concorreri pa-
ra hnm e outro fim com todos os meiO'
aua disposcio.
E ainda que a educacio Nacional pro-
veniente da ns'ruccio elementar e do
'ensitio da Moral rligio-a esleja con6ada
a Assemblas Provinciaes, a quero per-
tenee crear e dotaras encolas primariai ,e
dar-llies os regulamenios mais conducen-
tes ao fim importantsimo de instruir e
moralisar o geial da populagio todava
a Cunara, penetrada, como Vossa Ma
gestad- I.nperial daug-ule neces-idade
de fortificar quanto antes esse rrlmeiro
anpel da cada dos melhoi amentos soci-
aes tomar piessurosa na devida consi-
Jeracio qualquer novo aibitrio que o
overno Imperial bou ver de suggenr-lhe
sobre tio relevante assiimplo.
Sollicita ser a Cmara dos Deputados
em prevenir os conflicto* piovaveis entre
os Poderes Nacionaes ; e as Assemblas
Provinciaes cuja institoicio vat *endo
de vantagem local, e ser de nquestio-
navel utilidade quando explicadas pelo
Poder Legislativo Geral e so por elle,
as duvidas oerurrentt-s sobre o exereicio
dasatlribuic5s ; que Ibes cabera., posaio
as mesmas Assemblas deliberar, com
mais segoranca e sera risco de exorbita-
rem e invadirero os Poderes do Estado ,
e destruirem d'eata arte os fundamentos
da Uniio do^mperio.
Finalmente Senhor, a Cmara dea
Deputados examinar os Relatorioa dos
Mim'-troa e Secretarios de Estado para
nfurmai-.se das necewidades publicaa ; a
asegurar a Vossa Mageslade Imperial,
que nio deixar de oceupar-se com aolli-
ciiude e fervor do efame dos meios que
o Governo Imperial tem julgado ou jal-
gar convenientes para maoter a ord.ru
publica, e promover a (elicidade da Pa-
tria que he a base mais solida do Thro-
no e da Gloria de Vossa Magestade Im-
perial.
Paco da Cama'a dos Deputados em aO
drt Maio de i836. Franciaco de Soa^a
Martin.

Resposta.
Fieo certo dea sentimentoe da Camera
dos Sra. Deputados.
( Do Correio Offieia!:}
ASSKMBLEa GERAL LGlSLaTlVA.
CMARA DO DEVUTADOa.
GontinuaeaS do Relatorio da Rcparti-
cao den Negocios da Justica, apiesenta-
do pelo respectivo Minisli o, Antonio
Paulino Limpo de Abreu.
O individuo que be pronunciado en-
coatra por toda aparte fechadas as por-^
tas das prises a que devera ser recolbido,
a o quanto nio se juslificasse. Em piimei-
10 lugar, tile ni pode, em vrtude do
art. I79 9 da Constituica, ser preso
antes de sentenca final, nos ni me* que
nio liverem maior pena do que a do eeie
tnezrs de pi i io, ou de*terro para fora r!
tomarca, a o Cdigo penal impondo esta
pena a cei tos crimes que entre nos lo
muito frequentes, e de pessimo exemplo
e resultados, nao marchen em harmona
e..m a Conslituicio. Esta pena devia de-
via applcar-se somenle a delictos quefoa-
sem de muilo pouca iroportinoia. Em
segundo lugar, Senhoras, mar?ilha a fa-
cuidada com
f
.


m
*
2

Procedo, podem concederse as.fiancasi;
nasO em altoncio aos crimes que corisi-
deVou affiancavis, se n-5 lnibem no que
pe fcnre maneira de se admittiiem fian-
c. Entre outros, sao affiancavis os cri-
mes de conspirscio, resistencia tirada de
presos do poder da Jutica,T*ls<'dade, pe-
ulato, p ita, soborno, concusi-io, furto,
fabrico e uto de indumentos para rou-
bar, crimes estes dos quaes buns pela
' bus gravidade, eoutros pela sua fiequen-
cia, nao esto certamente no caso Heme-
recerem fianoV O modo O** amiyirern
*s Raneas can.enrre tamban) para .facilta-
las excemjaineiiV' : os reos podem dar
hura fiadjr que seonrigoe, por hum ter-
mo, a pagar huma certa quantia deMgna-
da; podem hypotecar hens de rain livres
e disembaracados, podem em fim deposi- J
tar o valr da fia tica em moeda, apoli-
ces da vida publica, trastea de ouro ou
prata, ou Jojs preciosas.' Quem naa-
char hum, entre tantos meios para sub-
trabir-se prisio, cotilinuaudo a inpom-
uiuda- sociedado, que ja huma ves se
presume ter offendido Aa nda depois dis-
to pode o reo ser solt por huma ordem
debabeas Corpuspsssada por qualquer
Juiz de Direito, ou Juit Municipal, ou
tribunal de Justica, dentro dos limites
da sua jui isdiccio, e he tal a amplida cora
que seacha concebido o titulo 6. do Co-
dito do Processo, qoe traUi deste mate-
ria, que rarissimo er o ido que nao se
considere com odireito a ble-la.
jplgamento por Jurados deu a prin-
cipio esperanzas de serem os reos casliga-
ioscom m..ior brevidade, de maneira que
ii punicio seguase dc.pertq o delicio pa-
ra poyder produzir hum exemplo benfico
e salutai ; o> intei mo veisrecursos que o
Cdigo parece permi'tr,. ja 4e protesto
n'r" bum novo Jury, ja de pellaca, j
de revista, maogirafresta esperanca : o
o ota" Cba as cadcV, antes de ouvir
urna sentenca in evogave|| se eal preso,
ou se evade, della, cqjdo tem acontecido
a alguna grandes faccinorosos, tanto ues-
te municipio como em diversas Provin-
cia*. O Promotor Publico, qu lem o-
bigacio deaecusar enli e outros crian su--
pblicos, e de resposabilidade, nao he da
nomea'o do Gowno, nem recebe sa-
lario alguin da naci, entretanto que o
Cove up deve executar e fter executar
as Ui-, Senhores, os males que vos tenho
deeciiptp, to reae?, obvias eptenles;
nao ha laIve* huma pesaos que os nao
recooheca, e perneas que os nio tenhib
sentido por propria experiencia.,. Vos-
sat lutes, vosvo patriotismo devem dar-sB
'a mos para extingu! os de huma vez.
Eu tomarei a iniciativa de lembrar-vos al
guows andidas que me p,recem mais ur-
ntes. Nao to peo lei* exceperionaes,
soas influentes podeo/xereer grande pre-
dominio sobre os Jurados, e arrastal osa
decebes pouco conformes coro a jostiija,
ai-crescendo a tudo istp a experiencia de
ha ver termos em que nio tem sido possi-
vel euuir sessenta durados. Naspovoa-
ces em que nio honver'Jurado?, deve-
r osJuizesde Dirito cowhecer tamben
dofacto, com appellaco ex offl.ir para
Relacio do Di.stricto, oustja no caso de
absolveren!, ou no de coudemnarero ; 5.
que se ampli a escala dos crimes inafian-
caviis, eque u* po^sa dar-se outra fi-
anfaVio-i crimes qu continuo a ser ifi-
ancaveis, senio por meio da deposito do
valor dellaern moeda, apolire da divida
publica, trastes de oure ou prata, ou jol-
as preciosas; assim como que se re^tnjio
os casos, *ese marque a forma de se con-
cederetn ordena dehabas cnrpo*$ 6.
qoe a attribuigio de passar ordens de-ba-
beas Corpuspertenca exclusivamente s
relaco*R', no* logares em que as houver,
aos Juie* de Dii eito onde nao houver re-
Uces, e aos Juizcs'Municipses onde nio
houver Jues I | Direito; 7. que deve
e*'abelecer-sp a aleada dentro da qual os
esJuizes de Paz, p's" Juntas de Paz, e os
Juzes de Direito possio julgar as causas
crimes sem recurso algurrs assim como as
d tencas proferidas pelo Jury, ou pelos Ju-
izes de.DJeto; 8. que quinao as relaces^
revogarem a de- isio do Jury, eemviitu-
de di-to for a cau.^a revista, e decidid? por
b'iim rioVo Jury, n.q se permita outro al-
cum recurso desta segunda decisio. Etss
dtias disposiebes contiibuir rouito para
que a Js'ica se admir.tre com maior
bitvidade, e.nr perigo algtitn de'arris-
car a innocencia, p. r quaut. s jutgatnen-
tos deve orto passar 'para dr-^e a cr-
fle' t'r couirriet'ttdo dciim?
ger
peco-vos unir raen te leis repressivas qOe
eio capa tea de por termo a tfntos ma-
les, e de proteger o Cidado honesto, pa
citico e indusliioso. m
Smhores, eti emendo : 1. qae o Go-
venio deve notuear magistrados p> li< iaea,
qoe exerco cumulativativamente a jurii
ciica ci" ioal que compe'ea<>s Juites de
Pat, como ja indiqnei etn ou i0 lugr, e
i quem exclusivamente ge commetta a
fu-micao da cu'pa em lgi'iusdelirios ma-
is graves, e que demandem-exai'ies ma
s complicado: a que em cada Fregu-
ara baja bum Juit de Pat eleito pela
maneira e tenipo que determina o Cdi-
go do Proceaso; 3. qu ijos-io noroear, sem dependencia de *p-
provacie daCmaras Moncipses, pesso-
m de sua" confianc para serviiem de
n peclores geraea dos di trilos, ed<* Ins-
pectores parciaes de quaiteiri. Eu'me
lisonjt-io daacredilar q'-e por este modo
aera mata ftcil adiar cidados idneos que
qieiiio acceitar o rargo de Juizes de Pst,
jorque em parte alliviase o pe-o de SUas
biigaces, n'Oiita pait augment i-se o
cirWo dos elegives, e ltimamente re-
movem-se alguna obstculos que porlem
mpecer, ed-morar o e'xrcicio le suas
uneves; 4. qe os Juradas entiniiain
somenle mate naunii pi, Ass capitaes *s
Pioviacias, <- as cidades e vlfa* qu ti-
terera huma ceita e di terminad- pppu- \
laca. que deveieis hxar como, b-se. A
' i Ilustra ci nao esta ainda den amad- em
abrumas de nos as povuaces, aonde hum
advocado babil eouaado, e a!g>ima< pea-
ta moral t
Senho'res, besnir human' ainda ni
resolteu este grande problemr Daitfos
acensados Juir.es ntegros e n'tefligenles,
dai-lhes a puhlicida'de dos Julgamntos,
eeii creio que tefeis estab1icido por este
modo huma fegMacM s'dbi, juita e libe-
ral {.9." que'os'Promotores Publico* seiio
o'trreailos pe/lo Goveruo, escolhitros den-
tre os Bichareis formados tn direito. mde
vbbuv, e dntre os advodo de knllior
Pota onde nao houver BacKareis forma-
dos em direito; e qu* se Ibes arbitr Orde-
nadoJ Nto h certamer.te nfuitos cargos
que tenho tanto trabdho e responsabili-
dade, como o do Promotor Poblicr, que
quizr"bem desempenhar os multiplicad >
detetes qoe Ihe imp8e o Cdigo do Pmses-
so Criminal. O Promotor Public tem de i
examinar, colgir as proras d- todos os
dilictos pblicos, edemuitos particulares,
lern de denunciar, de accasar em Juico
grande numero d delnquenos, tem em
fim de sustentar huma lula constante e per-
fiada entre o crime que ieluta para niosr
instiei'lo, nem punido, ea ju^tica que d-
re esforcar-se por castic*-lo. Ora, alm
do patriotismo e amor da justica, nenhuris
otros estmulosX.tem que convidem a
fc:eitar tarefa tio penivel, e-tio cheia de
desabores e compromettimentos.
Si.horis, seas medidas qutenhoesho-
cado v< unirdes, em deS i58 da Constituigio, a rreacio de relac-
esem algutnas Provincias do Impe io, que
pelas suas circunstancias parecem exig-
las, eo ireio que tnuito ha de melhorar a
admiuistracio da jnlica c imtnal, e que
setei p".stu huma grande baire'Ta im-
petuosa torrente de crimes que am*aca
inundar-nus e submergir-ns na Vcrgfm
daanarchia
Eu chamarei agora a vossa altenclo so
bre a dministi ato da ju>tica civil. A dis-
P'-sca provisoria pro-creve os aggravosde
pelicoedeinilru.n nio, substituuidoa es-
tes recursos o de aggravo no auto do pro
ces0. Olive"* hum clamor qoasi geral
cont-a a taita daquelle* recursos em cases
que muitas vezes contm daim-o irrepara-
vi-1 as paVtes, ou de muito difficif repara-
ca. .A maior brevidsde das deci-6<"-s fina-
es riab Corrpen a os prejuir.oa q'ue'as- partes
p dem experimentar em seus diieitos, *m
dOhumdtilesa incerteza e vacill*c<6 do
pleito, em quanto naseconhecena segun-
da instancia dos aggraos mi auio u pro-
cesso. pora talieconvenientarestabele-
cer o-de petica e instrumento, conimet-
lendo-seasua deci-a, sem outio algum
recurso, nem msroo; o de erabarg'W bum
M Juizde segunda intancia, e aAotelan-
do-se asdelongas e tortuosidades da chi-
cara. *
Pelo decreto-de'So de Outubro do ao- ^
110 prximo piafado vos reconbecestes a
necessidade dhom Juiz dos Orfios letra-
do na corte evsn municipio, e estou que
e^ta altera^. ha do melhorar consideravel-
mente a condica dos orfios, e facilitar a
aricadaca5 e fi.calisaca de suas hei ancas,
rlaverido de ora em d'ante maior cuidado e
vigilancia na sup educacab moral e civil,
e na sua conservaca e augm." de seftsfcens^
O Governo sa,nccionou este decreto e 00-
irieou'paTa exercer o cargode Juffcdos Or-
laos a hum magistrado que l m dado sobe-
jas provas de intelligtncia e probidade;
mas ainda me parece necessaria, para com-
plemento de vossas intences philantropi-
cas, adivisioe reforma do regiment dos
Juizes do Orfios, accommodando algn-
mas de suas dispoH'ces s circunstancias
do paiz, s lutes do lempo, e aos hbitos
se ues, que muito tem variado no decur-
so de tantos annos. Na execucio do refe-
rido decreto vn-se nio ler elle designado
a p.ssoaqu* deveria sub-titnir o Juiz dos
Orfios na sua falta ou impedimentos. For-
coso era ou dar huma providencia, ou parar
todo o expediente do Juito. Nesta alter-
nativa o Governo julgou dever regular a
substituica, declarando por decietos 12 de Fevereiro e de i5 de Marco, que
ella perteoce primeiro aos J.iizes du Civel,
e depois a Joit Municipal.
Curhpre igualmente filar o nomero de
Desembargadores qoe deve ter cada Rela-
ca5. Entendeu-se serem precisos quator-
Zf para podrrem jnlgr-se os processo* de
esponsabilidade'de qbeas Relac--s devem
ctmhecer. Anda assim slgumas ha que
tem muito'rriaioj numero do que este, eo-
pjoa do Rio de Jariheiro, e nutras emqne
ha falta, como sao as de Pernamhuco e
Maranhio. O Governo 'tem exercidoo di-
reilo de remover Desembargadores debu-
mas para as outras RelacOes. O estado em
que ell.'8seacha reclama esta medida, que
se tornar anda mais urgente, se Jiouve*
remde cr^r-se outras; mas eu quizera
que huma le ra-arcassea maneira d faze
lo sem resaibos dearbiti io, e fom meios de
levar a effeito a remocho.
(Continuar-se d.)
BS
PERNABMUCO.
GOVERNO DA PROVlHCt*. .
Expedient do da ft.
OFFK IOS.

Ao In-pector da Tbetoursna nviando-
Ihe asordeni doTbetour Fublico Nacio-
nal aob os n." 59, 61, e 63.
Ao mesmofarendo remessa de iguaes
od ns sobos n.* 60, 64, 66, e 67.
Illm. Sr. V. S. a vista lo Aviso
iocluso porcop;a expedido pelo Exm. M-
uistro e !>ecrttai o d'fi-tado dos Negocios
da Fatenda dar todas as providencias, e
tomar as ute!as necessarias afifii de
obstar a introdocca d-s sedlas falsas, e
chapinhas 4pccb>ede que fat mencaC a
referida ordem, e que consta fora faWi-
cadas em Parir, edevem vir no Navraa
Bonne Aime Oulio sim procurar ?-
vitar que se recthjseduUs falcas de aOjft
reis que pelo mesmo Aviso tambem consta
ji existrem em cu-culac >o, c enmmullica-
r este Aviso a todas as I-.tac5fs por as
qiues ie arrecada dinlieiros pul Iros.
DeosGuaidea V. S. Palacio do Go-
verno de Pernambucc 8 de Julhode i8.36.
Francisco de Paula Cav alean ti de Albu-
qut-rque.Sur. Inspector da Thezoura-
r.a Jo5 Goncalvcs da Silva. >
Ao Prefeito da Comarca do Recif e
mettemlo Ihe copia do Aviso referido, e
cummunica:ido-llie o conteudo 110 officio
precedente.
Circular aos Prefeitos das; Comar-
cas para em eumprmentodo que ordena o
Aviso de 15 de Junho proxi.no pasaado
l:\|JCIIUI UCia tl^UCMIM u ni.iv ..c, 1U-
gocos da JuMc, em viitu le de reclama-
cao 1I0 Ministro dos Negocios E(rangeiros
de S. M. o Ktfi das Fraaceze| remella *
^ ...a
SecretariJ da Provincia afim da serem en-
viadas a dos Negocios dos Estrangeiros na
Coi te Cerlidea aulhenticas de todos oa
Francezcs que fallecgreai Tas suas Gomar
CBS.
A o Inspector Geral das Obras Po-
blicas em respeta o seo officio de 6 do
correte mez dizendo-lhe que pode fazer
Isvrar o- termo de arrematacaS da obra
da Ponte da Magdalena de que he Licitante
Manoel Claudio de Qaeiros, e qoanlo ao
Macaco deve ser somentefornecido o cepo
urna vz que a respectiva armaga tem de
ser Ceita pelo referido licitante conforme
o orea ment.
. -1- Ao Director inririno do Curso Jur-
dico de Ofinda cnvandd-lh o requeri-
mentode Vicente Jote de Carvalho, que
pede ser prvido em ura dos lugares de
Bedel do mesmo Curso Jurdico, alhn de
o nforin:ir.
PORTARA.
O Prezdenteda Provincia ordena que
o S.'. Inspector Geral das Obras Publicas
ordene ao Engenlieiro Thomaz Wood, q'
eioabiir Kontes Artesianas nesta Provin-
cia se dirija com o seo interprete a Alfan-
dega d'onde (enlendendo-se com o respe-
ctivo Inspector) receber todos os objectos
perlencentesr machina de abrir taes Fon-
tes, os quaes segundo informa e-te Iq-'pe-
clor talvez se tenhaS confundido com ma-
rhinas de Engenho de assucar -por terem
sido entre estas depositadas n"hum dos Pa-
teos d'AHandrga ; o que cunipre e'xami-
nar com cuidado, e faser tepaiac.
Palacio do Governo de Pernambuco 8
deJulbodel856. Cavalcaute.
Dia 9.
CFFlCIO.
Illm. Smo- Stcom Guarda Nacbna-
es VolunU ios na6 poder V. f. rgatusir
0 l'.sqnadra de Cflvallaria deste Munici-
pio, j|raaoctoii>ado a ali.-tar para o tnrs-
nto BquadraS, e obligar a servir aqul-
les individuos que esljverem as circuns-
tancias de s'isttntar o Cavallo, nad obstan-
ie pertenctrem aos Corpot de Infanlaria.
Fice assim respondido o seo offii io de
hontem, e solvida a sua duvida.
Ueos Guarde a V. S. Palacio do Co-
vernode Pernambuco 9de Julho de i85(.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querque.+-Sr. Comm*.ndanie Superior da
Guarda Nacional de*te Municipio Eran*
cisco Jaciuto Pereira.. .
PORTARA.
O Pi^s;dcatedi Provine a a quem conv
ton por p.u enpaca do In-pector Gral
d-s O'u-as Publicas queoSr. Iiopector da
Alfandega duvida entregar sem que pag"*
os < o up-tentes direitus as Vari urnas, e
' lij-i los pertencenti-s ao mquinismo da
al 1 tina da, Foutes Artesianas, que vie-
nto de I -'glaterra, e al i se- acha, pois de-
vem peit ncer taes objectos a EsUcad Pro-
vincial, e serem apulicadis as obras tam-'
h m Piovinciaes; tem de significar ao Sr.
1 ns pee ter que a abertura de taes .Fontas
torre por conta da despega ge-al havendo
a respectiva Le do Quanumo consignado
dinheiros para es>e fim ; e que por con-
seguinte, se outra duvida nao se lha> ofTe-
ieie, pode entregar os referidos instru-
mentas. ...
Palacio do Governo de Pernambuco
de Julhode 186.Cavalcanti.
O Presidente da Provincia 'partici-
pa ao Sr. Inspector Geral das' Obras Pu-
blicas eni respo-ta ao seo officio de hon-
tem, que (em expedido ordem ao Ii-d e'tor
da Alfandega sobre o despacho dos oB|ecios
pertencenie a abertura das Fon tes Arte-
sianas, fatendo-lhe ver que tal aberluia
corre por con'a da d-.-peza Geral.
JVt'i> do Governo de Pemimbuco 9
de Julhode i856.Cavalcanti.
pi .
Di VEB> AS, REPARTICOHNS.
y
RBLL\e0.
Sessa de a de Julho de 1836.
Se Ju'gara
AppellitS crime do Juico de Diieilo


dk

WK.-M
I A R
I O
DE PE R N A M B CO.

3
" 'I

*desta Comarca Appelante Sdiistia An-
tonio d B'g0 Barros, e Appellado o Jui-
20. W'5 se lomou conhecimeiilo dp Re-
curco por ser o Tribunal, ucoinpeteote.
S.'ssaS de 5.
i
Appel'ac5 Civel do Juifco dos Orfa5s
d.'ta Ci'Jade Appellanle Fr. Joze Jacinto
Mavignier. Appellado a Viuva/e filho de
Manoe! de Oliven-a Miranda, e outios:
fot confirmada a Senleusa appellada. y
Sessa5dc7.
AppelIscaS Civel do JuMdo Civel des-
taCidade Appellante o Proodiador da Ca-
ntara Municipal do Recife, Appellado Jo-
r* Francisco Xavier de Lima : foi refor-
mada a Senten>a.
Dita do mesmo Juizo Appellane Anto
nio Jore de Almeida, e Appellado Anlo-
nio Muni Pereira : foi confirmada aS*n-
tenss. .
O Embargos oppistos por Sehasli; niodo Reg Barros o Accordao, que;ul-
goii a AppellacaSCrime: foi -5 despeza-
dos mandando-* cumprir o dito Accor-
Scssao de 9.
SebastisS Antonio do Reg Barro, pe-
dio rlebesa Corpus elhe foi iod ffei ida ma
neitenw. ,
Andre Smett 1*6 bem pedio Habeos
Corpus__f se mandoi oovroJuiz de ui-
\to da i.'Varado crine effl termo bre-
ve.
'
ALFANDEG1 DB PERNA.BBTCO*
O Brigoe Injlet Weteber, viudo- de Li-
verPool,(**pito William Nicoby, en-
trado ueste porto em 7 de lulbo, con-
signado a M. Calroont & Crop.
Mauifestou o seguiute i #
a3a Ca iift Fardos(
5 CiXas rom couros .
900 Ditasde9ib*5 t
3 i Barra do Servejs
40 Gigos de luca
/, Pipa coa f-dha de flaadrea
1 Barrica com dita-'
a 4 Caixaseom queijoa
i\ Barra com azeite
lOO Taboasdep uho
40 Toneladas de CsrvaS de pedra
aOO Barricas dce, farinha
i Sextos c<>m qeijof
2 Bail com carne
A Barnrascom louca
t Sexto cm dita
a5 Volumes coro trajea
10 Sextos com Vinho
20 Cajxas com dito
2 Cofres
1 Caixa coro ferrajem
i Barricas com papel elivios
5'/, Pipe* com Vraho
O Brigue Ingh-1 Corolina, vindo de Tii-
e.sto, e Cagari, Capiti Jobn Valrent,
entrado m o i.* do curente, consi-
gnado a M. Calmont & Comp. : ma-
iiiltouos>gunte.
aO Pipas de -Arene doce.
ia8''aixs omasso.
7O Dita* coin reta de Sebo.
266 Sal mas com SaJ.
6 Ca xas com licor.
6 Redomas com lin..gena de S ra.
1 lis pe I h o.
6 Casticaefcde video.
a Ciix.ascotn%000 pezos.
HEZ A DAS DIVERSAS RENDAS.

A pauta he a mesma do N. 115.
COR RE IO.
O Brigue Esperto recebe a malla para
I,i boa itiMiih i do curente pelas 8 bo-
las do dia.'
VARIEDADES.
Cliaciim suit: dans le monde une rout Inccrtain,
Sclou que son er.-eur le joue ct le promene ;
Et te j i'ait Phabile et nous traite de fous ,
Qui sous le non de sage e^t le plus foude de tous.
Boil, Sat. 4.
Si, em verdade, como dizEr?mo,
em cada' um dos sysmas Planetarios ex-
iste um mundo reservado exclusivamen-
te para os lour s, eu me inclino a cifnca,
de que i<* habitamos as casis dos doidos
do nosso universo.
' Tous Icshommes sent fous, et malgre tous leurs
(sorns
Ne diOerent entr'euxque du plus, ou du moios."
....
Estas rtfl'ioes que alguns dias ba ,
me occupuao na estrada de Charenton ,
qaando me diriga casa doa doidos me
tronxerio memoria a aventura d'um
Fakir, da qual d noticia o M.|.miat ,
ou resumo das obras do Filosofo Sandi.
Um Fkir, por nomo Meli k pro-
senlou-.se na ( orto de Nous Chirv^n S^ha,
onde gotava da alta faina de reconhectrr os
, loucos ao'primeiro laucar d'olbos e cu-
ralo* com eflicscia. O Monarcha, qu
renda que a primeira experiencia fosse
feita em auajresenea ordenou que Yia
manlii seflj^e lhe leva-vem a Palacio cer-
to numero de loucos, escolbidos d'entre
aquellas, cojo estado dsse menos espe-
ranqas de melho. a. Metirk hora apra-
,tda, dirigio.se ao Dican e entrado qoe
foi, esperou pela aud>en< ia do Prinuipe
ti'uma asila espaco-a onde j muitas
psosSlavioreunidas, e ahiuoenianto
se oceupou era examinar com muita al-
tencio tssas pes'soasuma por urna, inttr-
ro^ando-aa, e faiendo accentos de sms
respistas : at que appaiectn logo Sul-
ti, ebegoose p d^pois de beijar tres vetes a trra falluu
nV-la substancia.
Sol (le equidad*-! Os poucos momentos,
que arabo de pascar com of loucos, qne
por toa oidem me forio presentados, me
derio bstanles e*clarecinentos da natore-
1* e cauta do seu mal ee>tou prompto
para fuer sobre essa gente ( apuntando
p*ra aquelles com quera tinha conversa-
do ) a experiencia d'um tralamenlo, cujo
uitado deve ser urna cura nfallivel.
O B. imie Americano Acorn, qdo de Phi-
ladrUibia, Capita Carlos SnoWden,
entrado em 7 do rorrele consignado a
Joa6 Matbeos: raanife.-/.u o seguinU.
I .
iOO Barricas deariahade trigo.
20, Ditas de bolaxinba.
2O Duziai deCadeiras.
a8t Ca xas de Chv.
\in Birria de Potaasa.
I9I9 Bariicashbiridar.
S7 Vleis han icas ditas.
C00 BnicssdePohora.
Enfialea ah poderla gozar do descanco,
nica fvlicidsde da vclhice, e deixar
Keu filho o bonrozo emptego que oceupa
sera deaempenbar; mas, de eu-moto pro-
prio sacrifu a seus gastos, e n^.ce^sid.^-
des e ("oque he roai .' ) os interesses do
sen Principe e a estima p-iblica raite-
raveis consideraifs d ciadas por urna
vaidade pne-il ; em Gm a um pcrUnlido
crdito doqal f lem vans apparen-
cias. E-le born m be louco e eu nao te-
mo de confirmar raeu primcirnayuie.
E-te outro conlinuou o Fakir desig-
nando urna personagem coja tez plida,
e a vista caneada da vio a reconhecer por
um sabio fatigado pelo estado; este, Sv
nbor he,um dos sabios de mais nomea
da nos teos Estados : que possue das sci-
encM fizicas conherimenlos immenso",
adquirido- em trinta anuos de estutfos con-
tinuos, e recebe-de tua Munificencia m/
Boleas ( ) por annn para applicar
uleis (Xperieniiis o fructo dos us eslu-
dos: e era quanto Tu,- Magnifico Sul-
tso julgas que o nos-o Sabio procura ,
na pplicaci de novos pi oces?oi chimicos,
ineioa de fazer pro-perar as las manufa-
clurAs; no esludo da anatoma e de bo-
tnica desrobertas appliraveis ai te de
curar (^ que na veidade he coua beb di-
versa da Medicina ) na Astronoma me-
thodos que regulando melhor oscahulos
nuticos ape feicoeni a maiinha e faci
segura a naveg;o ; seus tcballios sao
mui diOsientes, e lem por fim exami-
nar, emqueordem esto dispostas asea
madas de torra de que se com por m as
monUnhss do Canoazo ; de que metal era
fe ta a tspada do conqui>tador S. ander,
( A'exandre ) qoaes erio os animaes que
povoavo a ilha de Taprobana an'esdo
Diluvio Uuiversal ; quantos tonis de -
gna salgada contem eano e mui.las
qutras verdades de tal valor : julga agota
|.Tuv Senlior, si eu tenho sido injusto,
meleodo na clas-e doa louro* a ura ho-
ra em que fas lio mo uzo do seu lem-
po do seu genio, e dos leus beneficio*.
Qne q'ieres Tu Grinde Rei, que eu
pense d'e&te H-uka Bardar, (*) q-ie se
persuade ser urna person.igero da mais al-
ia importancia s porque a sua familia
goza, ha qudtro secul-s, do bonrozo pri-
vilegio de acender caxinibos? Que era
oulra ronza nio falla seo no celebre
memorial que te deve apiescntar, para
que no D01 bar ( ** ) e as feslas publi-
cas lhe concedas lugar mais dislin. to que
o dosGmerafS, que c>mmsnlo o< teus
exeicilos, o d w primeiros Magistrados,
orgios da tua Justca r
S'iia preci.o que eu nao fireae uzo
da minba lazan, para nio perciber o
desarraigo da cabepa d'este horneen gordo,
e imberbe quem a la suhlimidide se
dignou confiar a guarda do seu harem e
que se lu arruinado querendo uten.ar
um seo pcoprio. No seu e-lado outro,
que'um louco nofoise,- nio f.-llaria das
.uas mulhtres ds seus amichos d'eMe
p.vilbio mysteiiozo que maudou levan-
tar no meio dos seus Jacdins.
a Em quanto o Ardil mandita que
genlis gsbos me lia dado das stlas fac.nhas,
da sua meza, de seus cavaH-s, e das in-
lrias da Corle, no meio das q.-aesse leem
rti doseusecu'o. A Historia ten confir-
mado este joizo, em cujo bono podemos
citar o testamento autbentico deste Prnci-
pe que o Abbade Foormont tradutio*
d'um manascripto Turco. Eis abi as ul-
tima liuhaa, que Nous Cbirvan digio*
seu filbo II01 nir dis.
Meu Filho.' Vos des reinar, o si
quiserdei ser digno do Throno qne vos>
Oeixo fazei jtroica reprim a insolen-
cia consolai a pobreza, amai as letras,
prot-gei as scienrias escolai aos vdhos ,
e empregai aos mocos : para cooherer o
merecimento nio vos fiis seriaos dos ros-
sos pr. prios 0II108. Se obset vai/les cor 11
exactiuio estas regras, o Ceo vos auxilia-
r os vossos inimigo-i vos hio de temer ,
ser' vos hio fiis vossos amigos, e \s la-
rri- a iVIicidade de vossos subditos, assim"
como elles lacio a vossa.
Traduzido prr V. B.
( Do Diario da Babia.)
QUIZITO.
eNo"rrvar7i "ao" ver os seus Corle-J su^enlado forca de BWlba e de impo-
zo-. Mini-tros, eOlTiciaes'de Palacio
tratados de loucos, nio pode l.vrar-se
d'um iir'peto de colera do q velmeute ae4a victima o l'iedo/.o solitaiio,
si este sera se dar por achado da sua falla,
nem do furor do Monarca fazendo a de-
vida ronlinenria, nao se explicasse da
maneira seguinte : Principe lembra-te
do pieceito de Z roastro -- hornero
qua obra sem discernimento, he simi-
Ihante ao bruto e nunca lera lugar no
campo da Luz : digua-le pos de me
escutar c > se eu soiresse que Z010-
astro conderana. Fui chamado ao leu
Palacio, para examinar e curar louco:
a primeira |ieiooa que se me apresentou
fui este velho Seubor, que al e>ta por de-
trs do leu Tbrono; os annos, e as en-
foiojidades o em acabtunliado de tal aor-
te que eiuto suas rasos trmulas sus-
tenlio o alfarje com que esli ai ma las ,
rara a la d !irr. de :zpy-n r.bama para o reliro :
posauidor do f.rlun. irnmensi d'iiB
palacio rosgnifico naa deliciots ribas do
\ .
dencia eu o ponbo na ordem dos loucos,
smeniepor nio desempenhar o carartm
dequeiiidigniroerite seadn revestido ; e
este he u nico de cuja cura nio me en-
canego, pois que para o su mal que
vem lio corado, eu nio couherjo reme-
dio.
Nous Cbirvan dando por completa a
justtficacio do F.kir que cdle havia es-
cotado com muita atlencio lotige de se
r.fferider rom um slica eng'-nhcza cu-
ja verdade bem reconbecia quiz cliamal-
o para junto de si, e eonlerir-lhe todas
aquellas honras de que pareca digno ;
porm o Medico dos loncos lio chr io le
reoonheciment como itera po d? ambi-
cio nio aceitou os beneficios do Monar-
cha quem r.a toa retirada proclama
como o mais sabio dos homens, e o uiaior
( ) |i ,lca moeda Turca ; correa-
p .nde a4 000 na nosia moed. I os ra .
( I Porta -Calimbo. horas n
\ '...; V____K
( *+ ) L6;le OOSlHJUaica *
dios.
Intera/sa se moito saberSi do caes do
Ribeira ao caes doLessa haalgum juit, (ou
cousaqoe valliu)aucloiisadopara impediu
a que se lance ao mar, neata ou narradla
pmia, o lixo das casas, e Ontrsa imundi-
cts proprias da natu eta humana,: si tem
iiibtruccoes particulares para espancar-i
caerte, al tirar ;angue, 09 pelos, que al-
l vara mandados por seus senhures, ou I-
I ngadas: si os ditos prelos ham de deixar
um lugar mais prrto por outro mais longo:
si nio ser ra.'s rasoaVt I. (no cazo d'allir-
mativa) que este juz do lixo (quem ? Uso
P.) aimiita-se do lugar que ora oceupa, o
que Unto o desrarecterisa,! e que lhe poda
ser mui prejudicial: quaudo nio, que fa-
ca das trez cou-ss urnaou abra a beca, ou
tape o nariz, ou tome tabaco, que he con-
tra a peste. Mas em parte so desculpe t,
poi que seis cousas pieponderam boje mu
to o amor da riquesa, e da grande ; e
pedantismo, e a dalieadesa; a desenvolm-
ra, ea crpula tudo sobre a pal, e a ig-
nwrancra Irabqurlla / Aquel 'ea tudo qua-
rem inventar, ea.-er; estas tudo-bram,
e tudo coasentem. Dograoa...,
Um A-signan'o.
. AV1ZOS PARTICULARES.
Qualquer Mestre de meninos, 'qoe so
qni-erencarregar de por elle mandar eoj-
piarsetenta Comedia, a jj^GOOeida u-
ma, ou qualqner oulra p'-ssoa que qiieira
copiar rom toda a bievidade, compreos
no Theat- o a fllsr cora o Director.
Tiibunal doJuiy, com apello para a Rel-
laciodesta Cidade e a quem, por ser po-
bre, se nomeou para Advogato o Sur.
Dutor Guimaraen- e para solicitador o Sr..
Amaral, e que assignou Apudauta 110 dia
15 de Abril do presente anno, achando-se
sera sabr de seu dt atino, e gravemente
doenle, e nio temi oulros n cios de faser
chegar ao cnlierimento do Exm. Sor. Pce-
zidenle di Rellacio o seu estado, e roga-
tivas da decisio do su processo, aprovri-
ta e-ta folha p- a solucio d'elle.
SjrJT Um Brasileiro que iabe bem 1er,
esrre^ec e contar, c'm as piincipaes re-
gras de gramtica, Orlhografia, earlhme
ca ; bem ronhecido nesta Cidade: pro-
poem-se asercaixeiio de escipturacin,
ou de cobranes de qualquer casada nego-
cio, e da fiadora sua conducta : quem do
mesmo se qujser utilisar afl^racie, ou di-
rij-searua do Manoel Coco terceira casa
do lado esquecdo vindo da Foilalesa.
TW Quera annunciou querer GOO^JJ rs.
a juros df ura e meio por rento ao mez com
boas firmas: procure na ra do Cabug
loja de miudeas n. 5.
ty Um escravo ofEcial ^
nila figura, anda me.--
e"rvico por s timo para pngem : '
na ra do Collegi
horas tm dianle
."
tecaem um
ka 1 itii a r n


mm**gm
t
DIARIO l> E P E U M A VI B V t O.
negro pelos juro do dioheiro: annuncir, I
para ser procurado.
jr^T Quena precisar de 2oo$000 reis
a tirosde dois por cento, com boas Cimas;
annuncie para ser procurado.
W Quem annunciou querer um M?g-
num Lexicn em meio uso ; dirij-*m iui
deS. GoncaloD. 10.
jp Offerece-se um portugus hbil
para aerfeilor de algum sitio, ou mesmo
para copeiro : annuncir.
W Quem precisar de um mosso para
. oaueiro de ra, sabe bein ler, escrever e
contar, dirija-se a Botica d fronte triz do Sacramento da Boa- vista D. 4
Quem annuncioa querer vender
m laxo, dirija-se a ra da C* uz n. *,
rmasem de assucar, de manhi at as ho-
ras, e de tardeadas a as 3 e meia.
yflp A eenhora que anhunciou pelo
Diario n. i46 prop se a ser ama de ea-
ra de hurn homem olteiro queira appa-
recer na raa do Livrararnto esquina do
beco do Fadisobrado D. i.
9 No Patio da Penha defronte
praca da frinha sobrado D. 11 continua-
se a correr folhas e tirar passapxirtes tanto
para dentro do Imperio como fura del le ;
fazer consiliocoes furo da cidade e co-
brar por preco cmodo.
%CP* As pessoas que anunciarlo no Dia-
rio da sabbado 9 do correte que- a em hy
potrear bnm escravo, a bum rau(equ
proenrem a Joaquim Elias de Moura na
ra do Hospicio sabiadode ra andas d*
fr.o do ladodireito ; ou na reparticio do
alio dos papis.
fjQP" A pessoa queanunciou ter che-
gado i ponoo de Portug.il e ter l talu-
dado em um dos melhores aollegios, pro
pondo-te ensinar fra ou dentro deata
piafa, M anda nia est em pregado, quei-
ra derigir-te ao principio da ra da Pe-
nha ao lado do Lirrameato D. *.\ segn -
dio andar.
: JOP Precita te de urna ou dnas pre-
tat para cortos trricos de caza ; quem aa
tiver, e quizer alugar dirija-se a niesma
asaa cima ou anuncie.
IjLP Pereita-se de urna Ama forra ,
u eaptira que tenha bastante leift a pes-
soa que ettiver nestas circunstaa ja-te a ra ora D. 26. ou anuncie.
tflp* A petsoa que percizar de urna
parda forra para ama de iaite procure no
A Bogado ra deS. Miguel lado os]uerdo
n. i45.
%gr Quem quiser dar a50<$ res a pi e-
raio de dois porceoto sobre hipoteca em u
raa meiata de a6 annos de idade ; annu -
ce. *
I4P" A S'n'iora de borisj costura es, que
nnuncioe, para ser ama de casa de
lem tolleiro ; eu outra em iguaes circu a
tanciss, procure no atterro dos Affogdos o
armasem de sal junto ao sobrado dejo >
Ferreira defronte do viv i o, que ach r<
eom qnem tractar.
WP" Quem annunciou precisar um
Portugus de idade para feilor de urna fa
senda de algodio di.taoie desta pi ac 30
legoas: annuncie sua morada para ser
procurado. *
ifW Torfi<-se por arrendamento bu
ma olaria na margem do Capibaiihe ate*
o monten o, com pieferenci* a que tiver
barro perto, e caza para familia : na ra
dos Quarteis D. 4.
tPOP De/eja-se tallar nest praca com
hu Sr. que he Portugus, por mime Fe-
lippe Neri, e juntamente aoSnr. Luis Jo-
s Cabial, queirao ter a bondade de an-
uunciar as suds moradas, por estl Dia
no.
ITJP* O abaiio asignado jaz vera quem
quer fallar com a Sara. D. Arma Joa-
quina Theodora da Gama, que com ella
se deve entender, e na5 com o abao
asignado poQao ter ingerencia algurna
rom a dita Stmhora, e se*-*eio assigna-e
no annuucio qqe a dita Sara, fez pela fa -
la do nio em ana e ira va, fui a pdulo
da dita Snr. o mandar inserir poi ser do
as ignanUs desU l'.llia.
tV Precisa-se fallar rom o Snrs An-
tonio Soares de Mello, de prfisio La-
tueiro fundiJor, natural da Pregues de
Santa Maria de Marcelles, no Reino de
Poi tugal, e Bibo da Cu todia Teixeira
Mendes. o qual a eateve no Rio de Janei
ro aonue oliegou emj8ai e como consta
ter-se mudado para esta Provincia,
n5 seaaiba do lugar de sua morada, faz-se
o prevente annuucio para qi'C se dirija a
i aa do Qucimado D. 16, ou annuncie pa-
ra ter procurado.
#5p jjrecis-se de om preto para todo
oserviro de urna casa de pa^o: a tratar
com o seu dono na mesma por dtiraz do
Corpo Smto D. 66.
fc9* A pe soa que annunriou no Di-
ario de Segunda lena precizar de 300$
rj. a premio dando por seguranca una
negra boa rosinheira e roslureira, ou fir-
ma sendo anda qotiia anuncie a sua mo-
rada.'
Antonio da Costa Ferreira.
'ado Oriental, ra do
Tacita te llar com
:. .____i j.
ll, Uliuim uc
'a de stu nteres-
Quem precisar He 250$ rs. a
juros dirjase a foia de Portas na venda
D. 95.
/y* Quem precisar de um raxeiro ,
para venda ou psdaiia donde ja fui Ira-
balh.-dor anuncie.
NAVIOS A CABGa.
Para Ti este.
Sabe con brevidade o Brigue Sirdo
Hypocrate, Capillo L. Banessa: quem nel-
le quiser eai regar pelo frete eommpdo de
3 t por tonelloda, dirija-se ae consignata-
rio A. Schiamra,
Para o Havre
%>" Segu Tiagem impreterivelmente
ate* o dia 20 do corrente mes o Brigue Ca
cique o qual tem quase toda a ffUa caigo
dealgodio prompia, e s rereber aindu
algunscnuro; edemuita boa mareba,
e tem bons cmodo para pas>ageiros:
qiem nelle qurierc<u ir de pa>s*
gem di'ijt-sa a Elias Baptiza da Silva na
ra da Crus.
COMPRAS.
Um caballo de aella que lenha bons n-
date*: fia rui Velha lado do Norte D. 8.
V9' Cna quariiis podantes, e que se
achem em boas carnes: na mesma casa a-
cimt.
%!9" Larangeieas p d'Aguas verdes, sobrado D. ao.
tQP* Nesta Typografia romprSo-se os
nmeros do Diaiio, oude qualqmr ou'ra
gaeia, a>m que vendi hs falla rom qie
-mi D lenib o de 1 cj.' i abri o Cona-lho
Geial da Provincia o ex Presidente Fran
csco de Carvabo Pas d' \ndrade, a cm
que o es-Vioe-Fiezidente Felin Joze Ta-
Vrties He L'raabiino niesmo Conselho em
D"f.eml>ro de 1834e e lam't-em a falla do
es-Piesidente Man-iel de" Caivalbo no.
beriii'a do A--*einbl > Pri vincial em Abiil
de (835. ou cornpio se as mesmas fallas
imp e-sasepai admente.
LEILAO.
Rozai & B aga l'a/em leilio de tima por-
lo defaseiida de linho e aljjodio S'gun-
da feira i i do correte pelas 10 botas da
manli na ra do Queimado noaimasem
da, casa nova de Ant >n o J>ze de Maga-
Ihaens Bastos, por conta da quem perlen-
cer.
parte da cana terrea da ra da Gloria da
da Boa-vista D. ao : a f.lvtr com o dono
na ruado Livraraento indo para a Penbi
sobrado D. 23.
yy Duas moradas de caza'* no Atter-
ro dos atfogadosconfioota o Viveiro, D.
lo o il ; quera as per tender derija-se 5>or
detraz da Iijiej de Sao Joz confronte o
beco caza D. 8, que otila acbai com
quem tractar.
^r^p Superiores chapeos branros da ul-
tima moda na ra da Cadeia n. 4?
WW Para fora da Provincia urna es-
crava de angola de idade pouco mais ou
menos a5 annos ; lava de sabio," engoma,
ecozealguma cou-a ; dirija se a Ra do
Vigario rasa D. i3 segundo andar.
fSP* Muito boa riiita para emprimir,
p >r pi eco cmodo em barriz na roa do
Livramento i-rmazem de \ov Antonio Goncalve.
tr^T* lloma pela do Gento de idade
de 25 annos engoma lava cozinha quem
a perlender dei ija-se a ma da Pcnba so-
brado novo de dois andares no 1.
fcy Huma venda no largo de N. S. do
Terco rom os fundos que o comprador
quiser ; quem a perlmderdirija-se a mes-
ma venda I). 5. qut (ai todo negocio.
Huma pela bonita figura sem acha-
que'nem vicio algum, idade i9 annos,
cozinha engoma e coze sofrivlmente:
na ra das larangeiras D. 7, primtiro
andai.
%r^ Huma escra va parda o de boa 6-
gura : rose engoma : na roa do Rosario
D. 7.
%W Ummnlequede 10a 1a annossem
vii lo algum por ser criado no mato pro-
prio para lodo ki vico : na ra velha lado
do norte D. 8.
W* Huma negra d naci moga coro
prirnipios de engomado, e quitandeira.,
ou llorase por bum negro quem a per
tender dirija-se a Ra da Guia caza n. 59
10P" Duascanoaa de amarelo muito gro-
cas coro scenla e tantos palmoa de compri-
das, proprias para barcacas : na rna do
Colegio D. lo primeiro andar.
fjQP" Huma eacrava de nacfo angola ,
- com 18 a n n< t de idade, engoma coro per-
fiicio e cozinha o diario de urna caza :
da mesma caza assima. ^_
^ty* Urna venda no lartQUe N. S. do
Terco junto a eaza de 2 andares fallecido Syprianr: na menma.
WT" Urna eacrava de Naea, engoma
o inhaelava: na ra da Penha D. 5 i
in 'ar.
W9* 6 Portada* ti pe ira de Liiboa
n* caza D. 8 em N. Senhora do Terco :
Na mesma caza cima om escravo cosi-
nheiro per timo,
tQP> Urna bairitina de Guarda-IV--ro-
naes com os sru* aparelbos lodos qii'm a
qoiaer dirija-se ad Trapixe da A lf-niega
velh .
*UP" Taboado de pinho preco mui co-
raod *: no Armasem de Sal do falecido
liento Joz d.i Costa.
WP" Urna espingarda de dois canos
lornrhala amhor Alemo muito boa ; di.
ripTse ao Bithar da Praca do Commerrio
que se dir. -
|ty ma preta naci, idade 18 an-
nos bonita figura sabe roMnhar en-
g)inar, e todooserti^ > deuma casa. Um
preto naci idade a4 annos sabe cos-
nhar hebom oflicial de capateiro : na
ra do F"go D. 11.
flrjp Urna caza terrea de pdra e cal ,
cita na oza f.irte defronte de raza onde
leve venda o finado Francisco Alve; quem
ajpertender diiija-ae a casa da viuva do
Loctier, noCuitume, que achai com
quera tratar/
FURTO,
No dia 5 do corrente, do sitio de Fran-
cisco Xavier Correia no Engenho S. Joio
da Vania furtario um carato cistanho
de mediano tamanho, carregador ardi-
go bastante, calcado de ambos os pez e
da mi esquerda, com unte relladura na
testa ; ed descarnado ; quem delle ti ver
noticia ou o apprehender dirija-se ao
segundo andar do sobrado do Chagas na
ra dos Martirios, ou na VarZea ao dito
Xavier, quesera bem recompensado.
ESCRA VOS FGIDOS.
Jo.Tina de afio Angola, fgida no dia 3
do rorrente mez, com os siguaes segointe
olhob afuma^ados, pea grandes e mal feiio-'
com os dedos grandes dos ditos muito mail
ores a propoi'cio dos oulros, muito mole-
rona, representa ter 20 anuos, Jepou ves-
tido de xita azul e maco de micangas asues:
oh apreheiidedoret levem-na a ra rfo Li-
n iroenio casa de Joaquim Jze Ferreira,
ou era sua prenca no Fui te do Mallos que
se pagsr generosamente o seu trabaIho.
%rjp Joio crilo, baixo, groco, de idade
pouco miisou meno, 20 ann* a, pes feios
pe na esquerda torta, quepaia andar ro.
ga peladireita, eo faz coro cusi; fgido
do Engenho Cunibj de baixo no dia deS.
Pedro, e piesume-se ter procurado ese-
guido urna das duas estradas doRecife, ou
Goianna ; os api elieudedores levem-no a#
menmo Eugenbo, onde seri mui bem ra-.
compensados.
^rj^ Suzaru naci Angola, idade pa
co mais ou menos 60 auoos, alta asaca do
corpo, beicos i osses, com Um dedo de u-
ma das raaos aleijado, fgido no dia i9 da-
Junho p. p., com um taboleiro de laran-
jas que anda ya .vendendo, le^u dois vesti-
dos de riscadioho rozo, o outro de xita j
desbotada, e sem pie anda com um lenao a
ma 1 rado 11a cabeca com um pao d ootU
em mfio uso : os apiehendedores poderd
levalla a ra Velha sobrado n. i9, que se-
rio gratificados.
|t^ Gregorio, rriola, estatura regular,
cheio do corpo, rom ma* aa de feridasiia
pernas ; levou v.sidocamina de es"pa no
va, e calta de la parda; fgido no dia 7 do
oorr.nle: os prehend'dorea levem-no a
n-a doCollegio D. J.
Taboa$ Pernambuco.
28Segunda 5
59-T:
j IO:
!-9:
3^S:
5 D:
e
03 *
4b. 54 m)
5-i8 i.
6- 6
6- 54 a
7-4 t
3-03 a
9-18 e )
1 1
Man.
j
VENDAS.
Umi e>ciwa crida roossa; na ra do
Livrouieoio lado do ponte i2, i." an-
dar.
Vjfl^ A* 3* parte do sobrado de frezan-
J...... J -_. A*. f\.-~--J. 1__:.._^ -
heco da C*ongiegricao. ea 8.* parte da ca-
sa teuea da ra do Rangel D. 10, e a 3.'
ARRBNOA MIENTO.
A r nda-se, ou vende-s^o E g nho L-
tagem situado duas leguas da ViiN do r .
i Calvo sobre as maigens do rio Caiio
distante tio somente legoa, e meia do Por-
t> doembaiq ie; com Ierras muianhsian-
eioias, matas sufficientef, e partidos mui
Tastos, eanoexas ao mesmo Engenho; < 5.
pretendentes dirijio-se i ma Velha lado
.Ia..,iu n o ..j-..l...------_ 1 .
tr.
NOTICIAa m A H iriM.a-8.
Navio entrado no dia 9,
I*OVAOL\NDA; 78 das; Bar*-. Ing.
Lnaoeiis, <:ap. Bobe.toSonm: azeite:ao
-nsul Ipgle/.. Pa^ageuoa 8.
Dia 10.
ILHAda MADEIRA; aSdasjB.Ing.
rr.qx.oii, Cap. j,.si p^iju f Deroi: a Calmont de Corap.
Saludos no dia 9.
PORTOS nK 1NGLATER RA j Paque-
t- Ing. Galdfiuch, Com. o Tueote Eduard
Co'her. Passapeiros 10.
PHIUDELPHiA; B. Amr. Rowlba,
Cap. Robut Ry : acucar.
PARAHIBA ; B. I.,g. Sarah Mara, Cap.
ThomazJob : lastro.
CAB\'j Esc. Muturipe, M. Maooel
Gongalves da Costa t o...
--.- o-
sageiros 7.
n.
r*Rai. na tip., de M. F. de Fama lBdJti,
ka 11 t 11 Ann L
i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EAUUX5EA9_KHKRO5 INGEST_TIME 2013-04-12T21:36:44Z PACKAGE AA00011611_05694
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES