Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05691


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Full Text
1
ANNO DgJHLJS^^i^^"
7 DE JULHO N. 144.
Pfrwaiiboco. Tvr.nn M. F.V Fa n. I8S6-
DAS DA SEMANA-'
i <* rihelR. Aml. rio Jni**. >o Cr. de
4 r^dc i 2 -i Theao-mri. Palluca c
Chano, de M. Re). de m- a-.d. do t-
6 urw S. Do...s. V. sea. dJ IThea. r. .
7 QuBU S. Pulq-eria V. Hcl. dcm. aud. do J. do
A^'So^- daTh. P.and-
,J5f lfr-SiS de m- c aud-
,1 V. O. de t. m linda.
10 Domingo S. Januario.
Ttdoa^ordepende cnme>mni dimos pru
nthe. moderacao. e energa:coiilinuemos com
principiamoa, .-remo, .poniado OM admira-
cao entre a Nacoet mais culta.
Proolamafi da JtttmbUa flirnl d Brni.l
8nli*cree- a 1000 m. mensa*. p*o' adiantado
nema TTPugrana. ra das Crnzos D. S, e na Ira-
c da Independencia N. : S receben.
i-..>rrcfcpni..!-nciai Ipg.ilisart'i.. an......cins, _mser.ii-
,| eM rrati endn d proprio astignanie.
rindo :*Knado.
CAMBIOS.
JiiW 5.
JLiOndrc 30 a S7* Ds. t. Poi 1 ctrf. ou prata a 50
por eruto de premio nomina .
Lisboa 55 poroio premio, por metal, Notn.
Franca 00 -<55 Rs. por franco
Hio de Jan. (i p. cde prem
Mocitas de 6..400 S..800 i:..400
4..000 :..0:K):i7.,'200
Pozo I..4W
Premio da prata 50 p. c
rla letfras por ni ex 1 2poro|0
Cobre 2 por cento de descouto
P4HT1DA DOS COUHR10S.
OlindaTodosos dianao nieio da.
(ioiana, Alhandra. Paraiba. Villa dn Conde, Ma-
ma.iguape. P'1". Ke* de S. Juan., Braja 4 Arela.
Kninba. Pombnl, Nova de So.uia. ( idade do Natal.
Vil'asde Gotanninha. e Nova da Prineea, CnU.le
da Fortaleza. Villas do Aquir. Monte mor novo,
Arac.lv. CaseaveK Canind. Granja ""'^ralnz.
S. Uernardo, S. Joilo do Principe. Sobrar. Novad
BlHcv. Ico, S. Matheiu. Heaclio do sangne. S.
Antonio do Jardim. Q.iexera.nobim. e Par.ial.iba
-Secundas e Sextas leiras 90 rheio da por va la
Paraiba. Santo Antao-Todan as .nimia MwN
meio d.a. (aranhuns, e Bonito-nos d.a. 10 e 4
de .ada Dl ao u.e.o di*. Fb.res-no di* I de
cada niez ao meio mozo, e Porto Calvo-nos das 1, M c -I de cad.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEl GERAL LEGISLATIVA.
CMARA DOS DEPUTADOS.
Continuac.6 do Relatorio da RepiMi-
ci dos Negocios da Jost.c., apre*uta-
do pelo repectieo Ministro, Anioaio
p.,uiino Limpo de Abreu.
Senhores, e tes objectos emque t.nho
. \T .er5 previstos e acautelada em
M .0 vSsso" exame, qual joropreheo
der eregular: Primeir, .tn.nposic-o
dos Conchos dequ.lific.c.5, e os recur-
t queuolo as parle, intereslas, como
05 roeseno Commandaule powao MJ-
1 deliberares do Comelho, quendo
Foru ellas ..6 e -nod.rea.po Ihe
parecer* Ten os ,hU. -Segundo n
eacio do.Officiaes do, Corpos d. Gua.-
d Sarionar, podendo escoher^e, ou d
MirecaroeainSi Guarda,, ou den.re os
OH ciaes de primeira liaba avuUos ou
hUa gratiBc.9.5, que se,a raso^el, e
proporcionada .0^0 que deve.. pre
far; Tetciro, as penas em que devero
iucrrer os Guardas Nacionaesque s au-
naremsemlioenga, ou ..cederem a q,
Tibes tiver concedido, !im como qoe
SBa6E.rd.,re.n dentro dehuem.fi, pe
ns que s.1.0 effira.es para que .Ilesn^o
Ti d a J8po.^a5 dalei, cone.U-ndo
por propo .Wedrio ero espontaneo e vo-
Curio hum : tico que a mean* le. de9
cUra obriga.orio. **** !al.Vei.C"
corri par. en.ar a imti.u.cao da G.
Nnueeu consilero hurn grande ele-
ento e orden, e de seguran,. que ero
"otas Provincias tero prendo, eo-aHe-
riveise relevantes se. vivos, e qMfl ne.la
bie ena, c" ial(ja, e
nPiviro de rondas o uc &
^;r;Rep"ti,ospuHier depo.qne
^mbarcou pa.a o Rio Grande do ba p^r
f d 1 de primeira buha, que .,1
!via toando-e por lacs mot.v.s ce
d:;rd'8 elogios oGove.no, e da co,.b-
B^?r9Wdri>e.maneI,e,-
O Co po de Municipaes Permanente.
constVconforme o mapp, qoe receb. e
deAb.il, de 456 p.acas alem de hu-
!:V'o,n,a..VK. .ddia.de 130 pra^Ul-
.do concg'i.tcmente Muti- P,a*"l
;:;;! o"u efudo ***** w. %<*-
cao e rondas da rid.de, e em%diversas de-
licrncias entiio de Fervico di*riamei'e
^76 prac.s, de maneiiv que os soldad 'S
n6 tem mais dbque'racio dia de folg,
sendo lias muito pesdo o hervipo que
fazem. bevo declarar vos, nao soque
e.\te Corpo conserva-se na mais exacta
disciplina e subordin.ga, como tambero
que tero dado provas da mais exmp'ar
couducta, oque se deve principalmente
ao escrpulo que tem havllo na admissa
dos soldados, e .0 zelo e actividade incan-
.avel do seu digno Commandante e OUi-
ciaes. Sem embargo disto, preciso be
confessar o meuio tempo que, segundo
o methodo porque se fazem as rorjd.s n
humi capital j* ta extensa e popi.rosa
como etJ.nu he possivel prevenir os fur-
tos e outros Crimea que denciie se perp -
trio. A cada huma das potrulhas I e des-
ignado hum grande esp^co para vigiar e
percorrer, e os que e di.poen. a rommet
ter o c.ime aproeilio quasi sem nsro a
dccasiio em quea pat'-ulha terode af..stir-
se do lug*r onde el les pretendero com
melUl-o. Htindi-'pensavel, para conter
osbom'ens turbulentos e perversos que
elles receem coro algorra p>-obabi'idade
primeiramenle serem desrobe." t^_ero u-
, cilmente p'irfo. Esle dom fir.s nao
pode. obler se sT^na peta creico de ron
.las, quaes'iede>if?ne para puTrdarern
bum espado que ellas possio comprehen-
der com a vi ta, eque percorrlo coni-
temeite, sem delle se afaslarem. Alem
de ser obvia a utilid de de^ia medida, a~-
cre^ceseria'abnad* pela experiencia et.
atgunt paieea da Europa e d'. Amm-a.
Nrstd onvicca, o Guferno prefende en-
,iar este mrtln.do de policir a caoiUl,
para o que expedio o Decreto de 4 de Fe-
vereiro, mandando coosiderar adtl.do-ao
Corpo de Mnnicipaes Permanentes du-
cffntos hume. pira faierem osenpo das
ror.d-s, na forma que oca indicada, e da-
doll.es asinslrucc.s que consUO'O m--s-
moeiieto} eco.no Ihe.ilKces em m-ios
pecunia, i p..ra occorrer a es'a deapeta,
por uto que us rentu e oitenta conloa de
reis consignados p.ra o Ccrpo de Muni-
ripaea Permanentes siu consumidos no
seu estado effeclivo. recorr.u a huma su-
^TTpTa voluntaria, quera abe
dio os fins de prevenir os delictos, reco-
Ihrr e.collig:.- todas as provas do que se
commeitem, e preparar o. proce^sos pa-
ra serem plgados coro justica no frrnde
t.ibunal dos Jurados, tendo a sociedade
igual inieresse no castigo do criminoso e
na absolvicio do innocente. Huma Poli-
ca assiro montada, longe de ser inconsis-
tente com a liberdade, be a-sua m*ior e
mais poderosa alliada. A rolicia, que
existia entre^ni, desconhecia limites as
su.s ttribuicoes, era o instrumento que
executava a vontada, os caprichos do
poder absoluto para violentar aconcien-
cia, eopprimir a liberdade. Daqui pro-
\eio oodioso com quesemprefoi olhada,
e u ancia 1 cor qi.<- f. 1> >d*r panas as-
swmou bum momentoopportuno. Apru-
dencia pedia que se difinissem, e roarras-
sem as suasatiribuices, e que secor.ig.s-
sem os abusos, conservndole ludo qui-
to ella pudesse ter de til. Nao se fez i<-
to, .bolio-se, em Tugar de emendar-se.
Hoja nao cro, apenas o noroe em bum magistrado
que sealcunhaChefeoVPbTeVwaMioe
nio tem altribuhres Igumas, alem das
que Ihe confe.io o decreto de 29 de Marco
de 1833, altribuices que em somma re-
du7.em.se a receber, e a fer participa-
cus, eafiscalisar a execucaS dos deve-
,s inherentes a outrel autoridades.^ Lile
nao t.-rn seco elfiioM |v>na. So bu-
roa aciividade, que alo cansa, hum Mo
que nao desmaia, podem, podem expli-
car lguma importantes diligencias que
,e le... feito nesta caRUl. Alem das pn-
s5es le mo.tos facinoro.so-, apprehen-
deii se no mes de Dnembro dointiJ pro
ximo p ssado, a hum Fc.nce/, erca de
noventa rontoaAireaenota lal.M. a
f.brica' i vigiada constantemente pela Fo
liciaporespse de mais de hum met, e
aapprelun-io das netas cff Huou-seji.e.
Ci-a.nente na occaso ero que ellas isoser
Otroduiid;.s na ci-culaco. Huma d.U-
f,ca deliaeada rom tanta perspicacia,
goida com Unta perseveran^, e execu-
Uo- eomtiofe .esult.do. biU honra
Polica mais bcmmonta'a. Eot-etan-
to, Snhores, he misten que ludo venha
las lea, e pouco lo homens. A l'olicia
necesita de que vos habilitis om me.-
o-, ealt. bures para preeneber os tins
da in>lituica, e isto smente podera o>-
Bttr-se: i. e-tabeleceo.lo-se huma Conoi-
gnacio raseavel para as desperas que a Po
regularidade e de celo. As tl.ibu.c6es
deltas autoridades deveraS i.r definida
n.s leis respectivas, dem.neira que a sua
influencia nunca pa ser damnosa, e
sempre benfica a-s cidadi-s, ncurobn-
Jc-se Ibes alera disto todos os trabalbos
preparatorios que sao necessarios para p-
dennos obUihuma estatistica que nos ha-
bite para podermos iW* leis )us,as' !^a"
propriadas s nossas circunstancias. Tis-
te obieclo pacece-me de vital mteresse pa-
nomi/, e eu me reservo deseovolve-lo
naspVopostas, que tre a hoor. de sub-
metter vos a Ilustrad., deliberacio, cort-
cluindo esle artigo com a apresent.c.o
do mappaaob n. 1, que contem os cri-
mes commettidos no municipio d^ta ci-
dadeT nos metes de Fe^reuo cMarco,
com declararlo do augmento e diminu-
cao que houve, a reapeito de cada, hum
dosmezes, Iral.alho que eu julgo pouco
fompltto, mas que podera pnp.rar ou-
tros que sejaS pela sua pciTe.ca m.is di-
gao de vos serem prsenle.
( Continuarse o.)
0ldem publica, que vos dj.neis C<.IUJg-
to.r-lhe asomma de ciocoenU coates de
reis par. lomar estavel e permaneule tao
proficua imititilgo.
Po'ici.. -TodWas nacues cultas reco-
nliecem a neco^dade de huma Polnia,
coro tanto q"c ^-u< fuqus*i ex*..
L-',egueas da Gidade. c com que se per-
suade poder levar a vfl'eto 0 menos em
p,te referido ensaio, e-perando com f,"^/^;^-^Vbiectr.. que fica-
&o doTO-o p^U^o -^rerpe- fe^^aViueidapicdoi 2. ere-
r< m debaixo de sta inspe.cio j 2. cre-
ando se magistrados de Polica com orde-
nado, e com as qualilicaces dos Ju.zes^
deireito, os qoaes exercao nos termos
cumulativ.mei.to a joiisdicfio c..mnale
policial, que compete ao-.Ji.nei de I at,
e dndose Ihe bum centro de ordrm, de
GOVRRNO DA PBOViftClA.
Expediento do dia A.
Illm. e Ex. Snr. Lurga arntnbt
d'este Porto o Paquete Braulio que ..elle
leve consideran! demora |Mf cauZa do
prande fabrico de que preci/.ava, e que se
Ihe le Felos.u Con.imndsnte seraoeti-
t.eguesa desposicio de V. Ex. os obje-
,tes constantes da ReUdO inclusa, que
havo sido requesilados pelo Antecessor de
V Ex para a B.ig/da d.sla Provincia,
f,candoaridahunsque DIoCObe.io no
Paquete, e que i-io depo.s. Ha muiio
tempo que nos f-ltam noticias d ah, e per-
mita Den que esta demora nio s<). cauza-
da por novas desagradavew ocrorreoria.
AcccJte V. Ex. os prole-tos. de conllnu-
acio da minha estima e consideracic
Dees Guarde a V. Ex Palacio do
Governode Pem.mburo 4 de ulho do
l856.-IUm. ,Exm. Snr.P.eztden.ed.
Froviiiciado Par.-Francco de Paula
Cavalcanti d'Alb-iquerque.
Os lemitcs do TeTmo de Serenbarm rr nt
04 do Termo do Cabo esli cU. a roen te
marcados na Uivi/.io, nM das Commai-
c< e Termos da Provincia le?, n exmete
Cmselbodo Gove.no nos ?.." dos a.is.
. e 6." Observando pois essa Cmara
nueUa dimio nao Carece dos otvtrOs es
cirecimeiito dados por este Goaei no .juo
Miro iesporrdoo cftcle de v do pas-
tado.
I
^

^ er
vr


^
2
DIARIO DE P E B N A M B U C O.
Dos Guarde Vais. Palacio do Go-
verno de Pernambuco4 de Julhode i836.
Francisco de Paul Cavalcanli de Al-
boqurque. Snra. Prezidente e Mein-
bros da Camamra Municipal de Seie-
nhaem.
Oficio ; Ao Dezembargador Vellzo,
dizendolbe que vislo ter ceasado o em-
pedimento do Dezembargador Lrbanio a
este vai jffieiar para comparecer na sessio
da Junta de Justict.
Ao Dezen barga do r Libanio para
assistir a ses-io da Junta de Justica do da
6 do con ente.
A' todos os F.xms. Prezidentes das
Provincias do Imperio, remetiendo a cada
um doisExemplares daa Leis Piovncies
de Pemambuco.
Ao Inspector da Thezouraria envi-
and'i-lhe por copia o officio do Mrquez de
Kai liaren, a escriplura, e as condices
pelas quaes fui engaj do paca servir -por
tres anuos n'esta P.oiucia o Engenheiio
civil Tiomaz VVood, as rellacoecs das va r-
rumas para descubrir *goa ; e dos instru-
mentos e tubos de Curros para a manufactu-
ra das Fontes Artesianas.
Ao ine.smo dzeado-lbe que para o
Governo esolver stbie o objectu de que
ti acta o seu cilicio de 30 do mez prximo
passado prerizo he que elle Inspector in-
forme qul foi o rendimenlo em cada um
dos tres prximos pretritos annos finan-
ceiros da conti ibuicio da Juula do Com-
niercio de 20 rs. por cd coi ro em rabel
lo secco, ou salgado, e por cada roeio de
solfaj e decem reis por scca, ou volunte
de algoda em rama, ou em caroco ; e
para em Rm informar, por que deixou de
contemplar estas conliibuicoens no orca-
jnento da Receita Provincial que remetteo
no Governo para ser presente a Assem-
blea Legislativa Provincial.
Ao Inspector Geral das Obras Pu-
blicas, apprvadoa arn-matcio feita por
Joaquim Cavalcanti d Albuquerqtte das
obras dos atierros dos Ca valhoj.
Portara'; Ao Inspector Geral das Obras
Publicas, para addir sua Reparticio o
Engenheiro Tbon az VVood, e dar-ie um
it.terpreie, e tret>, ou quad'o pessoas ap-
tas para f prender m us Irbalhos da aber-
tuia'de Fon te Artesianas,
Ao Inspector d Alfandega pura (a-
xer desembarcar de bordo do Navio S lVlaria, eentregar ao Inspector Geral das
Obras Publicas as varrumas, etnaisinstru-
mentos, e tubos de ferro remettidos de
Iuglaterra pelo Ministro Bratileiro para as
Fontes Artesianas.
Ao Inspector Geral das Obras Publi-
cas para mandar receber do Inspector da
Alfandega osobjectos cu listantes da pre-
cedente Portara.
Ao Engenheiro civil Thomaz Wond
Eai a aprezentar-se aos Inspectores das O-
as Publicas, a cuja reparticio Rea ad-
dido.
Ao Inspector Geral das Obras Pu-
blicas, para nf renar circunstanciadamen-
te sobre os trabalhos feitos por cada um dos
tin prega dos no levanUmento de plantas,
e se coiivem a contuuaca de taes ero p re-
ges.
Ao mesmo para que, eutendendo-
se com o Inspector da Thezouraria, man-
de fazer na casa destinada para a Conta-
dura Provincial os an aojos precitos.
Ao Inspector do Arsenal*de Mari-
-nba, parasatisfazer a requesica do Pro-
curador Fiscal, que llie foi enviado com
um officio do Inspector da Thetooraria.
Ao Coronel Ch< fi da Legia do Mu-
nicipio d'Olinda, para mandar despensar
lo ser vico activo os ndeviduos constan-
tes de urna relace5 que se llie remetteu por
estrem nomeados Commissarios de Poli-
cia, como partecipa o Prtfeito da Com-
marca.
Pela Secretaria da Previdencia se pissa-
r5 carias aos seguales Cidadas a saber
Para Juiz de Direito da 5.a vara do Civel
ao Bacharel lenlo Joapuim de Miranda
Henriqoe, Juis de Direito di *.a Vara do
Crime, o Jaiz de Direito da i.' Vara do
Crime da Commarca do Recife, ao Dou-
tor Manoel Mendesda Cunha Acevedo, Ju-
iz do Crime da Commaica do Rio Form-
lo. Para Juiz doCivel do Rio Formozo,
ao Bacharel Antonio Affonso Ferreira. Pa-
ra Juiz do Crime deGaranbunsao Bacha-
rel Luiz Angelo Viclorio do Nascimento
Crespo. Para Juir. doCiveldeQaianhuns,
a Bacharel J0.-8 Paulo de Carvalho, Pie
feito da Commarca de Goiana. Para Pro-
motor da Commarca do Rio Foi mozo ao
Bacharel Eduardo Soares *de Albergara.
Para Promotor de S. Anta ao Bacharel
Vicente Ferreira Lima. Para Promotor
de Garanliuns, ao Bacharel Joaquim Jor-
ge I "S Santos Promotor de S. Anta.
Palacio do Gove no de Peina m buco 6
de Julhode 1836. Cavalcanti.
(Continur-se-.)
DIVERSAS REPARTICOENS.
EDITAU
O Illm. Inspector da Thiouraiia de
Fazendi, manda fazer publico, pue em
cumplimento Lei Provincial N. 24 de 8
de Junho do presente anno, sehio de ar-
rematar pecante a mesma Thesouraria dos
di..s 5,6,07 do mex de Agosfo proiimo
Futuro. as-Rnds seguinte.
1.a Vinte por rento d'agoardente do con-
sumo.
2.a Dous mil res por rabeca de Gado
ViVum.. que for consumido.
3.* Gado de Evento e Captivos.
4." Thxa daspassagens dos Rios no Mu-
nicipio do Recife.
5.a Dizimo das Muricas nos Municipios
do Recife, eOlinda, incluindoo capimde
planta.
6.a Dizimo do Gado vacum, e cavallar.
A an ematacao te cada hum destes ren-
dimentns ser v lid conforme os diver-
sos Mnieipos da Provincia, separndo-
se do d Flores os Julgados de Cabrah e
Tai'aral : a dos rendimeiilos N. 1, 2, 3,
e 4' sei afeita por tempo de 10 meces con-
tados do !. de Setembrodo rente anno
a 30 de Junho de 1837 ; a do N. 5 com-
pren* ndei as prod uceo ns do corren le an-
uo fin.ini.eii o \ ea do N. 6 aapaiicio d8
Gado nascido no anno (luanceiro de 1835
a 1836.
E para constai se mandn affixar o pre-
sente, e publica-lo pelo Prelo. Contado*
riada Provincia de Pernambuco 5 de Ju-
lhode i836.
Joio Baptisla Pereira Lobo Jnior.
Comissario Assistente da exlinrta Thetou-
raiia das Tropas, servindo do Contador.
MBf.A DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a mama do. N* 120.
CORREIO.
O Rrgue Importador recebe a malla pa-
ra o Porto no da aO do crtente.
A Escuna Mucuripe re para o Cear hoje (7) t- 4 horas da tarjie.
EXTEKIOH.
Da 6.
Inclusa achara essa Cmara as Posturas
que.remeti a Assemhltja Legislativa Pro-
vincial, S quaes forad approvadas.
Dos Guarde a Vms. Palacio do Gv
*rnn rie Peinamhurn tt t\/> lullio de 1836.'
Francisco de Paula Ca raiceo ti de Alhu-
querque.Snrs. Mcmbroa da Canjara d-
kreohaem.
PORT a6 de ABRIL.
HouveraS nontem serios tumultos ires-
ta Cida'de, mas nenhuma cc poltica os
arompanhavaera a miseria e a fome a
guerrear a indolencia do Gqveruo. He
esTe o ra>o.
Souhera os Sambladores que estavaS
desembarcando de hum Biigoe Hambur-
guez muitos lia tes, como mezas, cora-
modas, re!' os, p'aouo. e outras cousas /
de rano d'obra estrangeira. Fora6 ter-se
com o Excel. Govetnador Civil represen-
tando-lhe, que ds^e M providencias ne-
ressarias para cessar o desembarque de
semelhantes movis, que vinha -fazer a
sua miseria, por viremiempatar a venda
dos narionaes, sogeitar por consegunte
mil liares de pessoas morle. Soregou-os
o Excel. Governador Civil, dizendo-lhes
(que nao podia violara Lei, suspendendo
o desembarque, masque estivessem certo
quehia'representar a S. M., e quehavia
de obter o remedio pata esus males. Par-
ta o povd, m quando a necesidade urge, foi fazer ao
Illm. Administrador d'Alfandega a mesma
pelicao, queso Excel. Governador Civil
tinha feito, no que tambem nao foi at-
tendido.
Exasperra5-se enta os pretendentes,
e determinra fazer-se justica por suas
proprias roaos. Fota s barcas que con-
duzia os movis, e quebrarlo toda aquel-
la quinquilhari, nao deixando hum c-
vico direito.Na5 contentes com islo fo-
ra5 aoarmazem la Icreja velha de S. Do-
mingos, e fizeraoouiro tanto 'OS que ahi
se tinha j recolhido. Quizera ir tam-
bem a tasa de Mr. Guichard, tnasnExctl.
Governador Civil que ahi se achava pre-
sente, pode conseguir que se retirassem sem
barulho a!gum.-Dizem que alguns pe-
queos grupos quizera far.er o mesmo
por diversas parts. Na Allandega quize-
ra tambem entrar por fim, mas appa-
recendo o Excel. Gi-vernador Civil, e
huma pstiuHia da Guarda Municipal Jan-
eando fra o grupeo e fechando as portas,
poz fim aquella pertenc5.
Tanto na Igieja velha de S. Domingos,
como na Alfandega appareceo o Excel.
Governador das Arm ro, e dando com elle vivas Rainha
Carla.
Na Calcada dos Clrigos foi aonde os tu-
multos durra at noite, defronte das
lojas de Guichar I e Tallone.
Chegada que foi a noite ti do se retirou a
suas casas soceg. damente, isto he.sem
finca alguma que a isso osobrigasse.
Digase homa vez eof ibono do povo
nt consta que alfjuem fosse offendido em
sua pessoa, nem qua se commelles e mu-
lo uem anda do mais pequeo no valor
era huma rr.ultida inerme que nao usou
de outras armas ale'm das que Ihe deu o fu-
ror destinado.
Ediga se tambem em justo louvor do
Excel. Gov mador das Armas, que s a
sua prudencia salvou oPoito hontem dos
horrores da ananhia. Nenhuma violen-
cia usou para rom o povo a sua p esen-
caa persuasa, e o bom modo, fora as
nicas armas que empregou para com a
multida, que Ihe pedia pao, ou meios
honestos de oganhar. Huir Authorida-
de, que cariegasseopovo, ou que ousas-
se contra elle arrancar a espada, faria cor-
r> r ros de sangue, e nao cunsegueria tai-
vez > dse jado fim.
Sao i Obi ras, e tudo goza completo so-
ceg.
He certo, que hum erro cooduz a mui
tos trrof. Ninguem achara legal o pro-
cedimento do povo- mas tudo se teria
muitobem prevenido seas supplicas, que
elle tem Teilo, tivessem sido attendidas.
Ei a voz geral, que o Governo nao admit-
tia o pao, sustento ndspensavel para as
tlasses indigentes e industriosas, e que
smente adraittiso que podia fazer mal
sua industria.
Nos j dissemos, que a necessida le nao
tem lei, equea fome levava o povo a cotu-
mttteresces*o8 incalculavisni bem al-
to o lepelirnos, e huma triste experiencia-
veio conii mar a nossa asserc-'. O fa-
bricante quer trabalbar nao tem pao
com que sustente os operarios, e quando o
tenha, tem de vender tamb-m muito ca-
ra a sua ma d'ubi a. E como hade elle
vendl-a na concurrencia d'outra viuda
d'hum paiz abastado, onde se tem alten-
didn a todos os interesses ?
Tome dsqui exemplo o Governo, e l-
tente bem, pois quando O poro Porluen-
se, o mas dcil Jo mundo, rompe n'estes
excessos, he por qqflhe gr..nde a sua all -
c5, e nao pode poMnai tempo solfrer a
intensidade de stus males.
(Da Vedeta.)
Por Decreto de ai de Abril, foi nome-
adooDuquede Plmela Plenipotenciario,
para ajustar, e concluir tanto as negocia-
ces pendentes entre Portugal e Inglater-
ra, relativas ao Tratado de Commercio,
como as mais de que houver por bem en-
carrega-lo junto a outras Potencias, na&
percebendo vencimento algum em quanto
nao esliver em Commissa fra do Reino.
Por Decreto de 22 do mesmo mez a Ra-
inha manda convocar extraordinariamente
as Cortes Gerats da Naca, pra se abr-
rem no da a9 de Maio, fim de se oceu-
parem dos seguintes obpctos, a saber:
Orcamento gerai da ReceiU e Despera,
apresentado na Se sao ordina.ia -do pr-
senle anno, medidas sobre Fazenda Pu-
blica, Registo de Hypothecas, e Proposi-
ce do Poder Execntivo ercade mate-
rias ingentes.
A Cmara Municipal de Lisboa dirigi a
Sua Magestade o seguiute Discurso.
Senbora O Consorcio que Vosa Ma-
gestade acaba de ratificar com Sua Alteza
Real oPiincipe Dom Femando Augusto,
Duque de SaX"nia Coburg-Gotha, mais
bura leslimunho dj quanto Vossa Mages-
tade se desvela pelo bem e felicidad dos
Porluguezes. Sensivel, e sempre grota a
t^ extremada sollic lude, a Cmara Mu-
nicipal de Lisboa tem por isso honra de
felicitar hojea Vossa Magestade, e assegu-
rar-lbe os arden tes votos que fzem os se-
us Concidadas, pira que o Reinado de
Vossa Magestade prospr-re, e se dilate por
tantos anuos, quanlos eles sinceramente
desejam que sua Carla, e suas Liberdades
sejam mantidos, eduradouras.
Sua Magestade se Dignou responder :
Receben lo com inteira satisfaca fls
etpresses de felicitaca pela ratiBcaca do
Meu Consorcio com o Prncipe Dom Fer-
nando, Meo muito Amado e Presado Es-
poso, que Me dirige a Cmara Municipal
da Cidadede Lisboa, Reconheco nellas os
nobrea, honrados, e patriticos sentimen-
tus de que a Cmara tem sempre dado nao
nterrompidas proras. 1
Serenissimo Senhor A Cmara Mun'-
cipal de Lisboa, em nome dos habitantes
que representa, tem a honra d felicitar a
Vossa A Iteza Real pela sua feiix chegada aos
muros d.-ita Cidade. Entre pois Vossa
Alteza nesta bella Capital do Reino, e ta
feliz seja dentro della, quanto os Poitu-
guezes desejam. que a sua Rainha, a sua
Carta, e as sus Liberdades sejam nanti-
das, e duiadouras.
Senhores: Penhordo sobre manei-
ra pelas vossas ex prestes, eu as agiadco
com a mais plena e cordial satisfaca.
Os seutimentos dos habitantes da muito
nobre e sempre le.il Cidade de Lisboa, de
que a sua Cmara Municipal acaba de ser
interprete, erara j por mm condecidos
antes de ter a ventura de entrar nos seus
muros, pela leitura da Historia deste Rei-
no, de que a mesma nobre Cidade a for-
mosa a digna Capital; Historia ta. glo-
riosa nos feitos quanto pora e bullante pe-
los seutimentos patriticos e leaes, que
nella resplandecem.
O (.'eo, derrame sobre a Rainha, Minha
Augusta Esposa, sobre a Naca Poitu-
gueza, e sobre esta nobre e leal Cidade to-
dos os bens, e venturas ; e possa Eu, Se-
nhores, contribuir lanto para a ventura
de Sua Magestade, Minha Augusta Con-
sorte, romo para a fu meza de Seu Thro-
no, e da Carta, em que elle se estriba ; e
para gloria e prosperidade da Naca gene-
rosa, de que hoje Me gloi io de ser Cidada
(Da Revista.)
M razao as repaiiuas rejwiiiavoena
queda El ropa se tem feito ao Corpudo
Commercio Brizileiro, e das que em par-


DIARIO DE PERNAMBCO.
S
tirular lodos os dias recebemos de d fe-
rentes pracas ronta a fraude de .algn a-
#gricultores que introduzera nis sacas de
algodo em pluma bastante quantdade do
mesmo algodo em raroco, oa outrasHaia-
, ferias, cujo procedimento leni cantada
Imu depreciampnto tal no nosso algodo
nos mercados da Europa que d'ante tendo
igual valor ao de Pernambuco hoje vale
meaos dote a vinte por cento os abaixo
asignados negociantes da Villa do Aracaty
em quanto nao obtem da Assernbla Le-
gislaiiva providencias que pos io evitar
lio abjecta fraude tem tomado o accor-
do de nlo compraren! mais algodo ensa-
cado sem que as pessoas que o trouxei era
o mercado se sugeilem "as seguidles con-
dcSes as quaes mandio publicar pela,
imprenca para que possio chegar ao co-
nbecimento de todos.
i.* Urna pessoa de reconliecida probi-
dade e intelligencia da materia ser no-
tn dos para lazer um rigorozo exame as
sacas de algodo que chegarem ao Mer-
cado de.-ta Villa.
2. A pes-oa assim encarregada do ex-
ame depois de o Ur feito marcar as sacas
com o destinetivo de 1 sorte-- quando
o algodo for batido limpo, e livre ab-
solutamente de caroco ; com o de 2/
soi te -- quando o algodo nao ti ver sido
batido e bem limpo ou tiver algum ou-
1ro defeito ; e com a letra -- R -- quando
as sacas bou ver fraude ou grande quan-
tidade de algodo em caroqo.
3. Ao vendedor do algodo a psima
encarregada do exorne dar nota por elle
asignada na qaal declare que F. tem no
armazem tantas sacas 1.a sorte tantas -
2.' s >rte -- e tantas Refago.
4. Os abaixo assignadoa protesdo que
s vista das notas assim paasadas pelo
encarregido do exame ajusfarlo otprec>
-com os vendedores de algodo estipu-
lando desde j o abatimento de mil res
de menos do prego corrente para o algo-
do 2.a sorte -- applicada esta diffe-
renc.a para as despezas que terio de fater
fim de poder meiecr a nota de i.a
sorte ~ pois gmenle neste estado expor-
taro o algodo d'ora em diante. Oaabai-
XO assignados nao este puli j a diffe.-
re(a de prego para o algodo qualificado
de Refugio porque vista do esta-
do em que se adiar podero convencio-
narem com os vendedores
5. Este exame ser feito no armazem
que pera isto destinaren! os al-aixo assig-
nados ou na meama caza do despacho se
o Governo para i-so com eder faruldade.
6. A pessoa encarregada do exame te-
r por cada saca que examinar e marcar
8o is. qu lhe serio pagos p-lo compra-
dor.
Aracaty 6 de Abril de i830.
Pamplina e^Maya.
Joo Cbrisosioma d'Oliveira.
Bento Jos Domado e G.
Jos Pen ira da Grc.
Maooel Goncilves Valente.
Silvestre Ferrtira dos Santos.
Custodio Jos Alv.s.
Domingos Jo94Prreir Pacheco,
ApolinarioJ Ferreira de Payv.
' Antonio Cardozo da Cota Lobo.
Luis Francisco S. Pao.
Reconlieco verdadeiras a9 firmas retro ,
e supra dos propiios assignados; dou fe
Aracaty 10 de Maio de i 836.
Em testemunho de verdade R. C. F.
C. OTabelio Public.
llaymundo Candido Ferreira Cbaves.
----------------( Do Con to do Cear._)-
CORRESrONDENGIA.
Sis. Redactores.
Li cm o sro Diario huma celebre cor-
respondencia assignada pelo inimigo dos
facciosos e como quer que elle roe cha-
me a ierren o, nao s pelos insultos e im-
properios qo **um se derigem se nao
tambem pelas mentiia, qneo seosuthor
descaradamente exsrou eoasua folha, nao
tenho remedio senio p-'gar da pena para
escrevinhar quatro couzas respondendo
ao Sr. inimigo dos facciozos ; mas pro-
testando logo ser esta a primeira e a ul-
tima vez que tal faca nao s porque os
meos afateres me n dio tempo a dar tral-
la a quem rae nao vale a pena seno por
que entre roim e o Sr. inimigo dos f-c
ciozos lia sem a menor-duvida grande des-
paridade e me nio be honrozo argu-
mentar pela penna com quem t poder*
ter razio tal vez pelas vias de. laclo.....
Cretira o Sr. Correspondente do meo
Ollicio deiigido a S. E\a. o Sr. Presi-
dente, em consequencia dis noticias al-
ten adoias ,q'ie apparecero no Bonito,
de que se preparava huma deso d. m no
cazo da extinco, ou mudanca da Comar-
ca o que eu nunca aprovei nem apro-
varei pOrque, Formado em Leis, ja-
mis podem ser o meo Norte as dezor-
dens que somente aproveilo a quem can-
ta muito .... bem como o Sr. rones-
pondente e depois de huma lenga-lenga,
que me parece a historia da rarouxinha ,
sem tom nem som muilo mal arranj da
obra sem duvida de quem fica quem de
Paja de Flores e alem da Serra da Rus-
sa conclue pedindo a S. Fxa. o Sni.
Presidente que nao empregue a inexper-
to- &c. &c. e mais algumas parvoices
dignas smente dode.-p.eto. Pois bem
como o Sr. con e-poudente o quer ouc
me, e fique ento tazado de falsario,
mentirozo, einti gante.
Quando cheguei ao Bonito e entrei
no exerricio das fnnciS s de Piefeifo,
senti Io*o hum grande desgoslo nos Po-
vos d'aquella Comarca em cofisequencia
da noticia que por ali grassava, deque
s pretenda mudar a sede da Villa |a a
Bizerros e d< Comarca para Garanhuns,
e officiando o Exm. Sr. Presidente a
eertos respeilos, is'o mesmo lhe commu-
niqaei. Mas a principio tudo ero flo-
res o dsgosto que bavia era ainda pouco
relativamente ao estado em que ao de-
pois se puzero os habitantes da Villa e
Povoacoens que lhe fico anexas, sendo
estas alem da Grtala e Caruar Bebe-
dor e Altinho exceptos a Povoaco de
Bizerro, em a qual algumas pe alias piohai e capaZes, que por hum oa*
prixo mal entendido ehurn espiritocri-
minozo de vinganc querem antes p< r-
tencer a Santo Aiito, a Limoeiro, e
mesmo ao Brejo da Madre de Dos do
que ao Bonito. A presentou-se rom effei-
to na Assernbla o Projecto N. 48 Pars
mudanca da Comarca do Bonito e foi
justamente nesse tempo, que eu ali sem
'forca sem hum hornero despunivel para
sustar qtialquer procedimento ciiminoto
que a tal respeito houvesse deapparecer,
OiTiriei a S. Exa. o Sr, Presidente cora-
municando o que havia e operando su-
as sabias providencias.
Mas porque ? porque as pessoas mais
abastadas do Bonito os horoens de mais
algiin>a represent. ci, e teres, habitan-
tes nao s da Villa mas tioliem do Alti-
uho de Beb dor, de Cumai; Carua-
r, Grtala &. &. &. me asseguravlo
que no instante que a Comarca se mu-
dasse, a desordem djl inevitavel. Eu vi,
eu ouvi, a muitos homens de todos essis
lugares, eo que mais he de admirar,
mesmo da Povoacio de Bizerros, diilrem
e asseveiarem que a mudanca da Comar-
ca de Bonito paia Garanhuns, ou que a
sua extinga, acarrelaria com sigo mil de-
savencs odios iiidispov alguma re>isteneia o q-ie eu nunca -
prove como ja disse antes muito e mui-
to proru.ei desvanerer, como sio lala
munhas osDouto.es Antonio Baptista Ga-
tiranna HenriqueFelis de Dacia o Ma-
jor Jote Joaqnim Biterra de Mello, o
fadie Mannel Clemente Torres Galindo,
o Capito Pedio Ferreira Leile o Es-
crrvo da Colletoria Vicente Ferreira da
Assenco e o Advogado Joaquim Joi
Eleves, alvo a que in|ustissimamenle
atira venenozas seltas o Sr# coi respn-
deme. E dir-se-ba que obrei mal ? Si
eu nlo olhciasse ao Exm. Sor. Presiden-
te couimunicando todos os passos da Co-
marca do Bonito a tal respeito o Sni.
inimigo dos facciozos que pelo que in-
culca bem pouco se lhe d do crdito, e
boma aibeia, jatMnte ckaar-fneM
connivente com os Agitadores_d. Comar-
ca influente em tal negocio, e athe reo
de morte conforme a sua opinu, que
nlo he das mais seguidas, porque nao
poden lo ser formada sob juizos ceitos, e
evidentes, tem por isso mesmo de ser er-
rnea roa, pessima e bem pode ser
que algunas vez- s insuportavel ; mas co-
mo officiei ao Exm. Prezidente e cootti
vii idicamenle o que na ielidade havia son
louco sou inexperto, nao tenho probida-
de, sou Ajudsnte do Snr. Esteves e tu-
do quanto quizer o Sr. correspondente.
(VJa-t porque ? tudo porque a Comarca do
Bonito ficou segura porque os Digni-si-
moa Deputados Assembla Provincial,
atiendendo a representaco que a ella fi-
zerio subir os Povos d'aquelle lugar, sa-
biamente resolverlo, que emhora se rri-
aste a Comarca de Garanhuns devia to-
dava conservarte a Ao Bonito.
E achara com effeito o Sr. correspon-
dente que o Bonito nlo he capaz de ser
Villa e Cabeca de Commarca ? adiar ,
que ali falto as commodidades da vida
para os empiegados, paia os Jurados,
que em tempo deSesso tem de demorar-
se algum temp.na Villa, e mesmo para
os Povos da Commarca que ali procu-
raren! juslic^ ? pois engana-se porque o
Bonito vista de Garanhuns que hoje
he cabeca de Commarca per misericor-
diam Dei, e pe decel fieri volunta-
ttm tuam he como agua para vinho,
he como hum para tero, em fim nlo se
podem comparar porque sao teimos he-
terogneos. Porem o Sr. correspondente
chama a Gravata, invoca a Biseno< ,
grita por Caruar e semelhante a hum
Mes-ionario que prepa ao Povo as verda-
des Evanglicas, liesortando-a pi tica
da virtude, e ao arrependiinento de seos
peccados pede lhes e roga-lhes que sai-
hio Campo e diffendio a sua honra
ultrajada.' Partmiens mona nasreinr
ridiculus mu. Nio tenha susto o Sr.
correspondente de que tal succeda -alvo
se um ou outro apaixonado e levado
do tenivel eapirito da vinganca qui-er
representar pelo Povo, faser figura de
Entremez e sahir com alguma quixota-
da porque os homens de Grvala que
todos ou quasi todos so bons, e o pa-
se conhecero melhor o seo interesse que
oS'. correspondente, e sabem mu bem
que hir ao Bonito procurar justica he
mulo melhor pelo camjnho Ser mais a-
grad.vel e frtil, alem de ser o mesmo
que para S. Anto e a re peito de Bis.r
ro<, e Caruar' d-me vontade denr,
quando leio o papeluxo do S correspon-
dente ^que arteiramente in. ulca ser p-
lbo ou desta Praca ou de Provinciaex-
tranha porque ignora que de Bsenos
S. Anto -o desasseis legoas pelo me-
nos e o Bonito sao oilo que de CaiH-
aru' a S. Anto sio mais de vinte e ao
Bonito siodez, e quenng;em a nao
estar louco rematado ou ap..ixonado em
extremo prefirir ser Comn arcano de
hum lugar, onde os recursos ea)usti-
ca ero Bn tud" quan'o pode prestar hu-
ma Vjlla e Cabeca de Commaica lhe li-
ca longe dois tantos.
T. nho pois respondido ao churnlno de
asneiras, que o Sr. correspondente apr-
senla em sua Garabunl.at.ca e quanto a
recommendac.. que faz ao Exm. Presi-
dente, que nao desp.che inexpertos .rao.
eos c. Dar os lugares tenho a d.ser-
lhe que asdesgracas de Pernambuco nao
tem nascido d-. nfum e mocos antes
develhos, e alguna j maduros e que
os homens expe-imeniados, 6ce. de |ue
trata o Sr. correspondente algxins "a-
sao os melhoies para governar nao sO
per serem muito ignorantes se nao-tan_-
bem por seren os mais viciosos pelo habi-
to que tem contrahido com o mao pro-
cedimento e pralica das valentas er-
lanejaticas, ir das qoaea-me-hvfe DeO
per omnia scula aeculorem.
Recife 5 de Julho de 183G.
Doulor Jernimo ViHela de Castro T.
Publicaca a pedido.
lima Snrs.Em desempenho de meus |
de veres cumpre-mc representara Vr. Ss. !
os obstculos, e mesmo aimpossibilidade,
que existem# para que eu romo Fiscal des-
te Bairro, possa exe'cutar umitas das Pos-
turas Municipaes. Sabido he que os Fis- '
caes propriamente fallando sao os agentes
encarregados da Policia a cargo das Cama-
ras ; e nao he menos sabido que esta se
nao pode I ornar effectiva em muitos ca-
sos sem o apoio de huma f< rea qualquer,
e d'ahi a indispen.-abiiidade de terem os
Fiscaes que Os coadjuve com a forca, na
pratica dessas Posturas.
Ora, nao tendo s Cmara cssa forca pa-
ra uiinistiai em os Fisrats, n*5 tendo el-
les a quem p di la, segu se infallivel-
mente que essas pustur.i e tornaS inva-
lidas, efonseguintiinmute inexequiveis.
Eisoque se verifica principalmente
com ros ^. 3. dolt. 5., i. do it. 6., 5.
e 7. don. 8., 4. e6. do at. 9., r., 3. e
4. do it. O i. do tt. 11., a. do tt. ia.
Nao fin" debalde que ou sempre represen-
te i a Vv. Ss. aneres idadequetinlu tem
e rempre ter a Cmara de criar Fetores
Municipaes, a semelhanca da do Rio de
Janeiro, a fim de ter Polipia sua ; nas es-
sa minha lembranca com quanto fosas
aceita, e sepapoiada pelas vantagens que
essa criaca apresenta, todavia ficou se-
pultada no esque imen'o. Anda a-siin :
se aos Fiscaes se (ive-.se dado a concidera-
ca, que lhes d>vida; e com elles se
tivesse entendido literalmente a dsposipa
do art. 85 tt. 4. da Le do 1. deOutobro
de 1828, que serve de regiment s C-
maras, sem duvida que os-negocios Mu-
nicipaes terio seguido huma mar xa mais
vantajoza as mesmas Cmaras e mais me-
thodica : elles gosariio de outro respeito,
e melhor desempenhario as obrig. ces a
seu cargo ; mas Iliustrissimos Senhores,
o contrario se tem visto, e os Fiscaes re-
dusidos a meros factores de tem s de a-
chadas n-da podem obrar e por conse-
qw nria o meiecimento ecapacidade de al-
gum se obscurece e elle se torna quasi
geralmente odiado, por isso que toda sua
anthoridade se limita em faser termos de
adiadas, o que at hoje he repotado como
huma offinsa a aquelles que do lugar a
isso, emhora estrjo convencidos da sem
rasio com que falli.
E com effeito ; oa seja por hum mo
fado que.ns persegue j ou seja porque as
Cmaras t hoje nio se tenbio colocado
na posico que lhes d a Lei, o certo ho
que se observa que os bens que a mesura
Lei nos otorgnu nao lein sido realda-
des.
Taes sao Iliustrissimos Sen Lores ss
ra.-5is que eu julguei conveniente subme-
ter a coucideracao de Vs. Ss. alim de
que prestando se-lhes a allencio que llaes
for de vida Vs. S-. tomem as medidas
que julgarem mais consentaneas com o es-
lad > d.i> couzas Municipaes.
Dos guarde a Vs. Ss. Bairro de San-
to Antonio 23 dejuuho de i83.
Iliustrissimos Senhores Presidente e
Vereadores da Camaia Municipal desta
Cidade.
O Fiscal Rodolfo Jlo Barata de
Almeida.
Bellaca) dos habitantes do Termo da Vil-
la do Cabo que com orrero at hoje pa-
ra as desgi ajadas familias Paracn>es.
Os Snrs.
R ufino Coelho da Silva....... 50ffl000
Paulo pe eir S:m5es.......... 6o)000
Joaiiuiro AmelioPereira de Car-
valho....................505JOOO
Jure Francisco da Bocha Gu.dts /iO^jOCO
Joze Robeitode Vloraes Silva... 4J5000
JyzeCatalcanti d'Lacorda Cam-
pello................;>- 50&000
Pedro u'Albuquerqe e Mello. .. 28$iOO
Francisco Xatier Carneiro da
Cunha...................25^000
Paulo Caelanod'Albuquerque. .. 5$000
Bernardo d'Ahmio Sisneiio. .. 20)00O
Manuel Neto Carneiro Leio.... 20JO0O
Filippe da Conceicio.......... 20^000
Bra Carneiro Leo........... 18<3)0
Joze Antonio da Bocha........ i4#oc
Ignacio Gomes Ferrat..........10$000
Andi Biterra d' Albuqueique. 8000
J ze Fr aneldo da Silva........ 8^000
IT


arfataJ
DIARIO DE PERhlAMHCO.
Joie da Silva Guimaraens...... 7 #200.1
Padre Antonio Pedro de Soma.. 6$400
Joaquim Maxdo Portella...... 6$000
Joaquim Mrnoel Rodrigues Cam-
pello................... ^000
Mathias A ntonio de Menexs.... 5$000
Luciano Joze Cabral.......' 4$0
Vicente Elias d'Abuquerque----- 4$000
Antonio Dioiz Bandt ira....... 4&000
Antonio Fernandes de Barros. .. 4#>000
Manoel Carneiro Leo Jnior.. 4#000
Pedro Joaquim Gomes........ 4&000
Padre Manuel Joze d'Oliveira Ac-
ciolli.................... 4^000
Joze Alves da Foiiceca........ 3$000
Filippe Fgoeira de Menezes... 20C0
Joze Andr Gomes........... 2&000
Pedro Alves da SJva......... 2$000
Francisco Joaquim Cabra!..... 2&K80
Agostinho Fernandes da Cosa. 2$880
Joze Gomes F-rraz........... 2<2JO
B.inadtfFei iudes da Cniz----- #>480
Rs. 55i640
Recebi do IHir. c Exm. Sur. Marquw
doRccifca quantia de quinhent'scincoen-
ta e hum mil eiscentos e quarenta res em
sdalas, producto dasub.scricio promovi-
da no Termo da Villa do Cabo, a favor
das familias desgranadas pelos acotitecimen-
tos anarchicojda provincia do para. The-
souraria de- pernamburo 28 de Jonho de
1836Domingos Aflbnco Neri Femira
Thesoureiro da SociedadBeneficeote.
AVIZQS PARTICULARES.
noel Bvnto de Macelo morador nesta
Praca que declare a sua morada para ser
procurado negocio de seu interase.
A pessoa qu percizar de huma ama
spea para huma caza de homem. aolteiro
que saib bem cozinhar, engomar e lavar
e todo o servico ; e tambem hum pa-
lanquim : na ra de Hortas D. i9.
ARRFMATACAO.
N da 7 do rorrente pelo Juiz di Civel
da 2." vara na ra Nova tfs qualro horas da
larde, vai em praca por arrendamenlo an-
nual iinia casa de sobrado sita na 1 ua Di-
reila desla Cidade D. 53 (na qual mora o
consenhor Lua Joze de Sampaio,)( le-
querimrnto do consenhor Ca.tano Pinto
de Vera-) com dois andares, so'io e mi-
rante, tendofente para a ra ireila, e
- Ag"as verdes, quema pertender compare-
ca as horas assima marradas, no arlo da
mesma ai rt roa lacio, com seu fiador xo e
abonado.
COMPRAS.
Urna canoa de cainita em bom uso, e
que possa carregar ate seis ppssois; em O-
linda rasa que foi do padrn Mestre P gad<.
ou no Rerife ra Dircita D. 11 3.' andor.
}&* Um Magnum Lexicn cm roeiou-
zo ; quem o tiver, annuricie para ser pro-
curado*.
ra do Rosario larga D. 7: M ra do Vi-
gario casa de Elias Coelho Cintra, *"n-
dar, a fallar comNuno Alfonso de Mello.
flqp" Taboadasde Adcedaiios das pn
meiras. letras, um livro'roa comedias em
liogua Castilhana vellas de esperncele
de 5e 6 por libra, vinhodo porto, dito de
Lisboa, dito de Selle., e de oulras mais
qualidades, gembra em botijas, licores en-
gawafados.macarro, letiia, presuntos e
paios do Poito e de Lisboa, ppel el maco
branco easul ero porcoens e letalho, dito
de pezo branco razul, um candieiro usa-
do proprio para venda, .copos pan* taber-
na, loucinho de Sinlos, milh > alpista, cha
hisson, e sequim, cebo dtOlanfla, tartas
de traques, soda, biscoilo, serveja, e to-
dos os 03ais gneros por p- eco commodo:
na venda D. 2 d fronte do beco do Padre
pegado a Joio Carlos.
gqp Um picto de naci, idade 24
anuos ^be cosinhar e bom oflicial de
capateiro : na ra do Fogo D. il.
%ry Um escravo de JNacio Angola ,
proprio para o servico de campo p'>r
preco commodo : ua ra do Cabuga
D. 5.
\fj* Bixis de tolo o lamanho por pie-
co cmodo : na Praga da Boa-Vists, jun-
io da I5ot;ci de Braulio D. 9.
Wp? U conVier ao comprador : na ra das 5poti-
tis D. 48 onde he sita a mema venda.
A pessoaque se offerece para raixeiro de
hija, ou venda, no Diaiio n. i43 sendo
queira r p3ra a Villa dol, prncuie a lo-
ja de urna porta na ra da cadeia no Reci-
te n. 4, que dir quem precisa.
Tjry A pessoa que annunciou precisar
de dois contos e quatro cent-s mil reis a"
premio dirija-sa a esta Typografia que
se dir quem os d.
yp Precisa-'o de uro portueuez de i
daJe para ir ser feilor de urna fasenda de
algodio distante desta Praca 30 lego*.-; an-
nuncie.
ary Precisa-se de um caixeiro P01 tu-
gues que tenha de 12 a pannos, equeira
ir para a Villa do c ; quem perlendrr
dirija-te a ra da cad ia loia de Joo da
Cunha Magalhaens, que se 'he dir quem
pie isa.
yy Preci a-se de um caixeiro portu-
gus, de i2a 14 annos, pra a loja fran-
c?za do largo do Livramnto.
yy Quem quiserir ao lugar denomi-
nado Ridiho fazrr urna sitacc, dinja-se
ao paleo de S. Pedio 2." andar do sobra-
do que teni venda, para tractar do ajuste.
yy A pessoa que tenha por penhor,
ou tomado por divida escrava da annuu-
ciante denome Mara, estatura alta, que
vende po-del, 5 varas de co.' lo de ou -
ro, e urna cruz lamiera de ouro oitavada,
dirija.se a ruada Sen/alia nova D. 27, 2-
andar elevando ditas pessas pagar qu quantia quea dita esciava deva, tficai
muito agradecida.
fry Precisa-e de urna ama para casa
de um homem solleiro: na ra Direita por
sima da Typogra6a.
yy ollector das Diversas Rendas
do Deslricto do Recife avi.-a aos colltcta-
dos, que devem os direitos de 20 por rento
soJie o consueno das agoas ardent compareci a pagarem o que esli deven-
do; e queda dala dea te a oito das aquel-
l.-sque nao coroparecerem fai a cobran-'
ca judi' i-il. Assiin como avisa a quem per-
tender aVencar a Passagem da Magdalena
compareci na casa da sua residencia ra
doRangl D. 20 no dia 8 do rorrete mez
vindocom os sena fiadores ahuilados.
V^r* Ti oca-sea moradia de urna bea cr-
xa terrea no a'.terro da Boa-v.->ta por am
sobrado de dois andar-fs em Santo Antonio,
quem o tiver, e quser troca', dnoncl pa-
ra Iractar-se do ajuste s<>b>e o aluguel.
IP3P* P'ec;sa se d 600$ res a juros de
am e mcio por Cento sobre boa firma :
ALUGUEIS.
Aluga-se um pelo robusto, proprio pa-
ra solvente: quem o pe tender dirija- se
a esla Typografia.
Perciz-se huta negro ou. dos
p.deiros para alugar-se na padaiia da
jua Direita D. i3.
Novam-nte roa-se ao Si. Ma-
VENDAS.
A Typografia da ra Dire'ta com todos
os seus utencilios : a fallar com nsseus pro-
prieti-riosM. Marques Viannf &Coinp.
iy Smenles de ortalice muito boas,
prximamente chegadas de Franca: na
Soledaden.450.
iftT Um pi-mo f re de muito boas vo-
tes, chegado ltimamente, por preco com-
modo : na ra Nova n. 1 e 2.
)fW Urna cama de Jacaranda embuti-
da, em meiouso, que acomoda duas pesso-'
as : na ra da Cruz bero que fica em
frente ao porto das canoas, go a entiada
n. 46, siendo andar do ladodireito.
%^T Barricas de gr^xa, b >lhoens pe-
queos 11. 97, a i$300 a duzia, e o> fcu-
Ihoensa i40: na loj deferragem da pra-
cinha do Livraroento D. 3a.
*jry Fumo Americano, firinha de mi-
Iho, carne de porro salgado em meias b.r-
ricas: em rasa de Hemique Porster & C.,
na da S-n/.alla\elba.
^t^" Urna venda c< locada em caa de
\nlonio Cardoso de Quiroz Fonieca no
lug^rda Pitpmbeira principio da Estrada
doMontciro; na misma.
%3f Paeusa ro por 4 vinlejis, per
toda moeda -'e euire marcada : em caa
de Lu i na I\ l i deLima.
IL9* Urna negra da Costa, cosinba, l -
va de v.inella, esabSo, e boa quitandei
ra'' na ra Nova lubrica de caldeireiio D.
i4.
Iiy Cazeroiras pretas sobre finas oco-
vodoa i$600, pao-de lo'as as core-fi'-
nos a 5$000 5 e recebe-se cobre Imperial,
na esquina da pracinha do Livramnto, lo-
ja de Bu1 gos pone.- de Len.
%3^ ptimos licores de varias qualida-
des a 180 a garrafa em porco g> ande ep -
quena, e sendo de mil para sima se dar a
160 : na ra Ha II. ti D. 15 lado do sul.
|T3* 100 parearle socos de vaqueta gro-
ca para qualqur Btalbio, po> preco com-
modo : na ra do Livraroenlo D. 9.
fc^T Um refe com seo Iracado, barre-
lar, t- b rreCtia ludo cm l>om estado, pro-
prio para Inferior de G. N. : no paleo do
Terco D. i2.
iy Um sobrado cora 40 palmos e
frente e )0 de fundo, de um t andar e so-
lio, com niuilos cmodos, grande quintal,
um banheiro de pedia ecal afenle da
m'sm i; rom 7 niifimJUm terreno mora-
do no correr da mesroa casa 200 palmos de
fundo, no lu:;.r doBaldo em Olinda : na
ra do> Quarles D. 4.
^y venda muito alregurzada ua
ACIIADOS.
Achou-se um pu com 50 palmos de
cumplido e roaisde palmo de (juina viva;
quem forseu dono comparece em Fora de
portas em rasa do Coniissario Geral do
mesmo Bairro.
ESCRAVOS FGIDOS.
lOO^JOOO reis d* gralifiracio.
A quem aprehender o escravo Jur cri-
lo, que representa ler de idade a5a30an-
nos, pouco m<-.sou menos, oorfull>, sem
b-rba, estatura alia, corpo em proporco,
bracos muito giQcos, o qual levou vestido
c-Isa de brim pardo, e camisa branca, e le-
vu maii oulras pessas de roupa echapeos;
e le escravo fugio no dia 8 de Ab.il do cor
r 'ule anno, natural de Terra Ouca na
Fieguezia de S. H' ni o em Porto Calvo, or
de lem irmtos* mais prenles, e aonde h
rociaaest : foi escr.ivo de Mtnoel Joze
ds Alnieida Gavante, tendo sido antes de
An onio Paes da iiva. Q.ialquer pessoa
que o aprehender Iranio a ra da Cruz
n. 2b, lereber a quanti) cima Hp
Roza Se Ii mi.
ondusir ao Engenho Camaragibe fiegue-
zia de S. Lourenco na casa da Engenhoca
que ahiachario quem muito bem lhe re-
compra o seu irabalho. -,
yy Joan na, mossa, bor bastante pre-
la, pez apalhetados, baixa, e seca do cor-,
po', e peito sahido para fora 5 fgida na
noitede 3 do correntercom veslido de ris-
cado assentado em cassa de lstras verdes,
e cor de rosa j debutado, e baeta verde*:
os aprehendedorea ^vern-ria a ra do Fo-
go, i.* sobrado, lado direilo vindo do pa-
leo de S. Pedro, ero cuja casa estava sin-
gada, eape^-oa que alugou logo no dia
imnedialu pailicipou a su senhora a di-
ta fuga.
mi Fogiro do Engenho Pender m*
rro dia ib* de Junho do correte auno dois-
esrravos preos: um de nome Antonio
Benguella, ladino, mosso, de estatura re-
gular, e representa ler 35 annos de idade ;,
o outro de nome Jorge, crilo, baixo e gro-
90 do corpo, bem preto, olhos papudos, e
lera de idade 20 annos; esles dois escla-
vos snpoero-se que viessem para esta Ci-
dade : os apreh- ndedores os poder levar
ao mesmo Engenho Pendern, ou a ra
do Vigario casa,de Elias Coelho Cintra t.
andar, a Nuno Aff.nsode Mello que serio
bem recompensados : assira romo se pro-
testa usar com o rigor da Le a o u Ira quem
quer que os tiver ocultos.
JPJP* Francisco do grntio de Angola,
boae.stalura, rosto romprido, echeio, ore-
Ihas pequeas, olhos roeios vermelhos, bar-
ba pequea, coipo dob ado,'pescoco gros-
so, pez chatos, e tem i:m dedo tanto arrebi-
lado, com urnas marcas pela* peinas, etem
oulras as costas, eduas pequeas em sima
do peito esquerdo, e tiobem traz do pea-
coco um coes\?ira que parece calor de fi-
gado; fagido no dia 26 de Junho p. p.:
os prehendedore? poder leva-lo a ra Ve-
lha Di a7,'queserio b-m recompensados.
JT Mara Benguella idade 16 a 18
annos alta e seca do corpo bastante
pela, denles largos e alvos, olhos fun-
dos 'bracos compridos e finos, mios
grandes e os dedos mui delgados, per-
ra-, finas ps grandes e finos 5 sabio no
dia 5 do coi rente a vender hum rsto de
verduras levou vestida de chita de as-
sento branco, com ramage ruiudas, e
hum pao da costa ozido. Consta que
anda comprando e vendendo por caas
dei.u.1 amizades. Quem fi/er a deli-
genvia de aprehend .la ou denunciar a
caza, onde ella cstiver acoitada ser bem
rtc impensado : ua ra de S. Theieza
D. 9.
Taboas das mares chems no Pono de
Pernambuco.
21Segunda 5 10b. 30 m
- 22T:

No da 24 de Junho p. p fugio um
cabra negro c iolo de nome Anselmo, de
idade de 8 a 10 anuos pouco. mais ou me-
rros, cem cals. e camisa branca, e aqueta
i<: lem *\\v visto por vese di-fr ule
da cadeia, e atraz do Carino velho &c. :
O.ialijii r pessoa que o aprehender levan-
do a rua da Cruz n. 38, ser bem recom-
pensado.
trtp" No dia 26 do mez p. p. fugio um
m d..to de, nomeSdvador, de 28 a 30 an-
uas, eom os signaes seguintes : cor desfal-
s ila, de bo i e-iat.ira, cheio do coi pos eos-
t ni a tra/iT as barbas com suicas, e tam-
bem por baixo da queixo, fallo de denles
ua fente, quebrado de rotura da parte
direita, levou con.sigo um cavallo alasio,
com os signaes seguintes, fenle alu-rta, 3
pez arregacados, com marcas de varios fer-
ros marcado da cangalha com um calla em
s ma da p Ciijuerda. e novamenle fera-
do na queixada direila,coni o f-rro C ; ro-
ga-sea todos os s po tanto desla Commarca como de oulra
qualqur parle o podero aprehender e
- II 18
E - rs- 6
- - 0-54
X - i4
c E - a-03
ES - 3- 18
Tide
Man.
W NOTICIA MARTIMAS.
Navio entrado no da 6.
PAILADELPHIA; 42 das dias; P.-
ta-xo Ameiicano Acoru, Cap. Sn> w : va-
rios gneros: Joio Matbeus. Ton. i3.
ERRATAS.
No Diario de hontsm pag. 2, rol. 2, lin.
2se adimtis-e re-p indi r ^eia-se__se a-
diantasse em responder : na mesma pag.,
col. 3, lin. 31tres lidos; leia-setiesli-
dos : lin. 81da Corte 5 leia-sedasCoi-
tes: na pag. 3, rol. 1, lin. 12diletrear ;
!eia-se dtieliear :* iin. 13 da pulavra 3
leia-seda polvosa.
finti. na tu., pe \l. F. j Paria, ih3(L


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