Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05688


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Full Text

'
ANNO DE 1836. StGUNDA FEIR.A
4 i JULHO N. 141.
A
P-.-MHUCO. !,, Ttmik M. F.'de Fauia. 18361
'
n
US DA SEMANA.
4 Sejrnnda 8. 1 Rabel H. Aud. dos Jliiss, do Cr. de
m. e di* l- se, da Thezouraria Pul)lica c
(liana de t.
5 Terca S. Athanazio M. Re- de m- aml. do J.
de O. de t Q- ming;. a 9 h e 4i ni. da m.
Qu.ru S. Donii. ga. V. >es. da The/. P.
.
7 Qainta S. Pulquera V. Hel. dem. aud. do J. di)
C. de ni. e Ci.*nc de t- '
b Sexta S. P roe i pi M. ses. da Th. P. aud.
do .'. de O. de U
9 Salina S. Cvrilto B. Bel. de m. e aud.
di) V. G. de t ein Olinda.
II) Dcmini^o S. Januario. '
Tr.do a^ora depende e nos memos da nonsa oru
rit-iiei*. nioile raC-o, e energa .-continuemos coma
principiamos, e rrimo ai>r.ntarloB coni admira*
C-ao entre as Nacoes mascullas. i
Proclomaco da Jiirmteta Qtrr.l da Bratil
Suliscreve-sea lOOOrs. niensaes rapos diantados
nema Tipografa, ra das Cruzes I). 3, e na l'ra-
Ca da Indi-pendencia^!. -S7 SU : ondee receben)
correspondencia* legMifUirias. c aiiiiiincios: mserin-
ri o e estes emtia-iendo don urounos BRiipnaiites.
rindo *.i kiniiIoi..

(A MUIOS.
Julho 1.
-LdOndres 36 a 37 Ds. St. po, 1 ct d. 0u prala a 50
por cento de premio Nomina .
I.ivlxj.t;, j ,mr o|o premio, por meta!, Nora.
Franca860 -9A5 IU por fr.ioco
lno|de Jan. (j p. q de Drem.
Moeilas de 6,,40D 13.. 0 I.'.U!0
4..000 T..0K)a 7.,200
Pezos I..440
Premio da prata 50 p. c.
., las lottras, por me7 I 2poro(0
Cobre 25 por cinto de aetconio

PAKTIIU DOS COllKRIOS.
()liiida_Toito> os diasan meio dia.
ouna. Alliamira. Parailia. Villa do Conde, Ma-
maoiruape, Piar. Rea. de S. Jo :1o. Brejo d'Ateia,
Rainl.a, Pomlial. Nova de Son/a. Dfdkde do Natal.
Villas de Goianninha, e Nova da Prineein, Cidado
da Fortaleza. Villas do Anuirs, Monte mor noro.
Araran. Cascavcl. Caniude. Grania, Iftapcratris,
8 Bernardo, S. Joao do l'iinri(ie. Sntirar. Novad1
EIRe.T.leq, S. Uatbeum Ueniiodo Mogac. s.
Antonio do Jardim. Qaexerainobim. e Parnabiba
PepnnHase Sextas feiras ao meio-di.i por via da
Paniba, Santo Aman- Todas as nnlnm t'eiras a<>
meio da. (iaranliiins. e Bonito nos das 10 e,84
de i nda me* ao meio da. Floresno dia l.'i de
cada tei ao meii, dia. Cabo, Serinliaem. Rio Por-
mozo, e Porto Calvo nos ilias 1, II e 21 decadat
mez-
PARTE OFFICIAL.
RJO DE JANEIRO.
ASSKMBLF.* GEIIAI. LEGISLATIVA,,
CABUR A DOS DEBITADOS.
GontinuacaS do Relatoi io da Repart-
cao dos Negocios da Justca, prsenla,
do pelo respectivo i Ministro, Aalonio
Paulino Limpo de Abreu.
A '0 de Selembro do anno passarlo re
bmtou buma sedicio na ridade de Porlo
Alegie, capital da Previnria de 5. Perlro
do Rio C raime do Sul. O Presidente fez
a principio alguns esforco> para malogra-
la, toas nao pudendo raotuM* pelo aban-
dono e-m que odeixaro a fo>c* de pri-
meira linha e a Guarda Nacional, leve de
--i'etirai>se, primeiro para a cidade do Rio
Gr..nde, e depois- para esta, capital, para
oode embarcou'com varios comprme! ti-
do* que emisario, trazendo conmigo va-
sos de gnena, e ludo o mais que p i sal-
var peil.enceote naci. Os ptetextos
des'a sedicio acbic-se exarados n'num
manifest, que; corre iuipitsso, do Coro-
nel R' nlo Goncaivesrda Silva, dotado de
u5 daquelie mez, e cosislem na aignicia
de arbitrariedades commetiidas pe'o Pre-
sideole da Pro*iocia..i \i sabis, Snho-
is, Mf.eta ling"a{em a ai ina fjvoriti
oom quecostiiiuo^ilestijlpcii-te os, ma'
its atlfulades. E te tjuo acabo d-- rl'. -
i ir, est ieve-ldo de Iwun cara'It laut.|
mais criminoso, quajilo eia,publico na
Piovincia deS. Pedro, qoe.aquelle Pop
6dente eslava ja di:mitii::o, e qmo o si ti
surcessor nao lardara a rhegar ali < oni
o tai de tomar- pos^e da Pie.-iilencia. Cyi\
esta < erteza deviso c.^ear lodos esses pie-
textos que se ai j.oo para aluno.ir a l;ui
vidade do ailentddo. Eiilietaolo he h-j
ma veid.de que, no iihiho rpcir-nit' m
que o Presidenle embarcou no Rio'Gran-
de, omovimento revolucionaiio de 20 d<;
Srlembro generalisou-se ern loa a Pio-
vincia, todas as suus ioflueuci.s o npplau-
dirao, ab'racario esi-guirao,. e ao Gjvver-
iio nao ficou bum t pen(o que puds e
ervir-lhe de ctnlro a muJuas e-opea-
^es, que teiitloisem a subm*ller os sedi-
ciosos por meio da forca. Esta nflexao
exp'ira as piovidencias a que o Governo
recorren era tal cojuiiclni-a,*para |>*cili-
car aquella interessaute Provincia do Im-
perio, que n bum ni dia de commocio
peideu nu i nais do que h>via gaoho
etn auatro idos de tranquillidade. asom-
bra da qu.ii o seu commercio 6 industria
. ,prorj>eMiao rapidimenle, e aeivili-
sacio caminhou de^assombrr a das agila-
c5e que tinhio abalado onlris Piovin-
cia. ....
Por noticias qiiese rccebeiio ha pon-
eos dias, rala ter havido hum choque
entr as forcas do Goterno e as dos sedi-
ciosos na cid.de de S. Francisco de P^u-
la esnas visinlmncas: ali foia surpre*
hendidos sessenla caca do res que o Presi-
dente conserva va deslacados; e o Coronel
Albano queparlia emSeu soccorro, sen-
do accomtiido 'por forcas muito superio-
res, leva de ceder o campo c.-m bastante
perda de gente. A par diito lia toda a
probabilidade de baver o Coronel Rento
Manoel Ribeiro batido huma partida de
loicas de Rento Goncalves, e lomado ul-
limamente, wm-rckistrncia, o potito das
Toi vs.
Depois da macanea honivel que h^uve
naciode deCuisb, capital da Provim a
de Malo Grosso, em 50 de Maio de 1834,
como vos loi coromuriii adn no relilo'io
do meu antere^or, esta Provincia foi,
segundo infoima o Presid rile, em prin-
cipios do mes de Janeiio de.-te anuo, a-
meacada de novas de-orderis. Teudo *\nt
do .poca esta corle loragidos algons indi,
viduos que se diziio envolvido* rtaqiii I'es
acunUeiriientos a^sa^txaso^ as sedun-Ses
ctmecario. Estes individuo ligMa-se a!
alguns desdes descoriten les que ba, e qufl
havera empre eni ttdos o psi/e-e em to-
dos os Covernos por raelliotes e maii benl
administrados que sej e cori.e>.indii
alliciar o Comni uidantu d. Vxvi rnantQfs -e algw-n'ias pravas ,, co p- i?n
lara deuur iidaninvilte o i'ri -- -He
dj Provincia, e reproduzir liorroies s -
ineUiantcs quelles que *.li .,> linlio 'pr.i-
ti>ao. Felizmenie a tentativa na5 chei
gou a elVciuai'-se, p rme 0 Piesi lei.tcj
as.i.ado a lempo prevalo o mal, demit-
tiiido o Comuidndante do Co> pn, desar-
mandu aruns Guardan wisp lo, e dan-
do ouIras' pio-vi Jencus denl o do circu-
,1 i teve osecego publico e i c.-t.b-ler'eii or-
dei. que p'incipiavj a aterar-ae-, tnido-
sc ja itcebido partee i pucea' cffi-Ku's pos-
tenoies a e te aconlenm-nlo, .-das fuaed
cou.la que o socego, tal qual pode espe-i
rarse, ron ti r. nava inalleivel na Provinj
cu, cuja ad linitraca fra, naf.rma or-
deruda pel Go*eaio, entregue ao Vice-
presidente.
Segundo as pirticipaces da Provincia
dsAlagoas, nao pote reputarse mu;to
consolidado ali o socego publico. V> Ib.-
tes informados ein onno passado dades-
ordem que eai Novcmbro dmesmo"an-
no leve lugar naquella Provincia por
occa.-iao das eleices dos membros da As-
sembloa Legislativa Provincial, eos papis
e docuTientos relativos a este assampto (o-
r o Governo julgou api oposito e acertado
expedir. Nanhuma deei'si definitiva se
tomou anda a tal respeto, e en deioque,
romo ambos os pai tidos julga5etar a jus-
tica dasua parte, como acontece ordina-
riamente, o que foi vencido em Novem-
bro traa de siipplaatar o outro. Os fui*
m de Dire.to fora5 os que drigra o
part'do, esepuzera.atesta do movimento
de Novembro : he contra elles qoe agora
principia a apparecer a rargio. Cc-tri o
fundamento de ter se recusad ao cum-
plimento de ordens d habeas corpas,
passadas a alguns cn'minusos de morle pe-
lo Juiz Municipal da .Capital, foi p..r este
denunciado o Juiz de Direito da Gomarca
das Alagoas, e pronunciado pelo reapeo
livo Juiz de Paz., C'-ntra o Juiz de Di-
leito da Comarca do Penedo tem o Presi-
dente recebido muits queizas representa-
c5es ; e clamores se levantas .ili de e^tar
a aduinii-iraca da jitica entregue ras
raaos de huma familia, em rasafi de se-
r- m irmaos dous dos referidos Jties (je
Direilo, e os outios dous cunhados dsles.
E-las riMnuates porfe-n t'r^ consequen-
ciis de.-,iiraaei, se nlo* Ocem obstadas
a prin.ipio, e inte tmente nem remo-
Cii dentro dime^ma l'roviiia p le ser
e.li.az ni.le caso, n.eni o gveino geral
! ,n meos d.'ii mover a algom delles pa-
ra aou.tr' Prui ca, cb-rvando "o mal
sem "' t lajmedia-lo ou preteni lo. En-
trehii'o os J-Os| avinimisdes crescem
se e'xAK'p r., c qijasi siempre radsa
pobia vem a lin.it a tr c'onttirorneti-
i\ l'ioviti'ii' i'e Pernarr.buo es' rt i-
almenle em t'.inquillnlade, s grilo i. f..
re o seu Prc?ileut' iris coiwmunlcCOe!,
cffieiaes. C-m ludo em 4 de 'Jbroo >lo
anno pa-sdo leve logar no Rif hum
crime p- la pri'iia vez acont cid que
iia duxara em lempo -Ijura de a< r red r
4mlj ifiiii a mais pofnnti ron teinac-'O
pelos amigos da-- n>3Htuc6t)9 livres, e dd
. civni ac;i6 do^ povo.*. Arharao-se b$ Ju-
ridos regnrd is naqiolle da, paia j"lgar
huir caiiM de almo d' I b-.rdatle ce lii
pren.a que seagl'av.i. Va ocas a5 eui
que ariozoav o alvogido do autor, s-
ria 10 bbrns d.i noile, par'io Imiu tiro
de pi-tola d'rtiire o immenso concurso de
pe-^oas. que se achatan ri.s gale as, lss.-t
lindo a e-te lu^a'nieiif.o, do q >al lir r
MI ton a merlo uinii.di.tia de hum dos^s-
sistentes, e o fe ireoia mortal de outro.
Osconcorrenles fVgira$ espavoi i-Jos, pr.-
cipiando-g^ alguns pe'as escadas, emit >i
pelas janella-, sendo hura de tes ltimos
o proprio Juiz de Direito que pre-idia a
sessi. Ruta facto inii.. i-1,,1, por tat'fa
na osJurados, que eoi oficio de ia'de
Ouinbro o Presidente pirU-crnu a Ga- |
verno, que al essa epoco nao fra poisi-'
vel haver reunido de Jurados nem no Re-
efe, nem emOnda. Gora effeto, Snrs.,
he preci 9 que a deitnoraljsaca tenha
chegado ao seu auge, para que hija de
deappaiecer hura hommcjue i atreva
no i-anctuaiio da Justca a commetterbum
attentado desta ordem, e mais he anda
para lastimar que, a despeito de eflicajes
esforcos da autoridade, elle tenha esca-
pado s pesquisas da ju-itica, recreando-se
do seu ejrne, e por ventura preparando-
ae para outros.
Na cidade da Fortaleza, capital da Pro-
vincia do Cea i, receben o Juiz de Direi-
to da Comarca, no dia 20 de Junho, hum
gravissimo insulto irrogado por hum Jn
pedj, por ocrasia de ter aquef/e Juiz de
Direito dissolvido o Gm.-ellio de Jurado
para formal-o com oulros, que livssam
certas condices deelegibildade marca-
das n'liiim i le provincial, havcndnalte-
racis e olFcnsas de parte a parle entre os
membros do conseibo, depois de dissol-
vido.
A Provincia de Sergipe d'EI-Rei foi em
o anno passado lliealro de huma tedie,
co. Huma le provincia] ar>ori?a- a anliga
villa de Santo Anu o das Brota-, transfe-
rindo- para a povoaQao de Man.im. E^la
Le encoulrou jogo grande oppo-ica no
animo dos povos, mas asdjfliciildades.au-.
dero vencer-se, e os ca torios lbri tras-
'a-'ados da villa rpie se exliuguia, para a
de .Maioim. Nt> > n'relanW' a dcsordeni
cunliniiava a fernn rilar em s'ffiedo, e no
da 25 de Ju'ho hura uomeroso grupo de
gente armada a.v-altou a vi |., J Vlaroim,
traii-po lou para S.nHo Amiro osearlo*
res eaiejiives, e permanece!) m armas
com o [i,n !. dt tender a consei'vaca del-
les naquell > lugar, e abolir calbegoria
'de villa. Em laea cirrunstaociaa, depois
de md gradas p ovideticias do Presiden-
te da Provincia, COnvocdu e-te exliaoi-
dnariamente a As-eo-blea L-gidaliva
Prvincitl, a < tal por le de i i de Agos-
to, restabi'!cccu a eiiliiM villa de Santo A-
maio, como que seac.ilmou, he certo, a
pubhca irritaco, mas a o mesmo lempo se
acmocou por outra parte oespiiV" dedes-
obedi-ocia. t- resistencia as fel, que fura
ui li-pensaV!-! com.irin.ir.
Na Pri.viii. i.i rio Rio Grande do Norte
nio I nha a tula o Presidente podido eje-
cutar h na lei provincial, que esringui-
ra a villk'de ngicoi Conselho la pr sidenci. c posto que ni
tive-se riiiv' ppne. it!o-huuia lesi-tencia
iguil a que cVe lugar na Piovincia de Ser-
gpe, retejo com ludo que islo venha ufe-
lizmente'a veiific.r fe'.
Co!'.l:r.:iar-sc a.
"<
IWIIITII Ano




3
frji J^/AMVyC O.

GOVERNO DA FBCVlBCIA.
Expediento do da 30.
Principiando a correr amanli o anuo
financeiro de i836, 1837, e duendo
poreon-egointe a Can loria Provincial *ii-
sdaporLef de 10 de Juriho boje findo
principiar tambero lercxercicio emanh,
A ordeoa o Prndenle da Provincia, que o
"^ Snr. Inspector da Thezrorara, a faga
org.uii.iai, e estabelecer na Salla de Pala-
cio d'.ste Gove no, ondeem outio lempo
existi o Archivo d'Engenheiros, cnrn os
Empregsdos das extintas Repntit&es Joa6
Baplista Pereira Lobo, Manuel Francisco
Duaite, Juaquioi filias de Moma, Jo 6
eponiocerio de Mello, e Francisco Ale-
xaodrino de Vasvoncellos Calaca, os qua-
cs irad sei vindo interinamente, ou como
addidos, ele que se potas conhecer da sua
aptida, einteligeni ia para se Ibis pasar
provimento definitivo.
Palacio do G<>vei no de Pernambuc 30
deJuuliode i836. Cavaicaiiti.
Remetiendo essa Cmara o incluso
Exeroplar da Ley do orcamento Provin-
cial do ano, que lem de deccorrer do 1."
" Julbode 1836 o ultimo de Junho de
1817 tenho de Ihe lecommendar delligen-
cia, eexartidaSna arrecadacaS das Rendas
de que tratt os 2. e 3.* do art. 8 da c-
tadi Ley que lite (lea pertencendo, para
o que. empreara as providencias do art.
11. E este Govtrno d.n parte de qu-
to pi.xdi ir estas imposicoens al o finada
Dezcmbro desteanno.
Dos Guarde a Vms. Palacio do Co-
rpino de Pernarobucb 50 de Junbo de
1836. Francisco de Paula Cavalcant
d'Albuqueqne. Surs. Presidente e
Mernbros da Cmara Municipal do Recfei,
ffici do theor do precedente se eri'de-
regou a Cmara d'Olbda.

Offico; o inspector da T^ezouraiia,
p^r mandir en (regir aoOfticTida Sec re-
tara do Governo Joae Xavier Faustino
liamos a quantia de quatro cerifo* e dtnu$
mil reis em moeda de prala importancia
dos da idmoii Secretaria no ultimo semes-
tre do auno financeiro que acaba.
Ao Exm. Bispo, Commandante das
Arma!, s a lodos os mais chec d Repar-
ticoens. Cmaras, Preftituras Ve, re-
metiendo acida um exempUres das Le*
Piovinc*sde n.a ai a n.3i.
_ Ao Comu.andante do Corno Policial,
communicindo-lhe que ao Inspector d
Tliczom aria se expediu ordem para man-
dar enlngar-lhe a quantia de 5:Ol3$20O
rs. para a C"mpre de cavallos, Se'lins,
pistolas, espadas, e esporas para o dicto
Corpo.
Ao mesmo remetiendo Ihe para sua
ttiencis, e execuc- a Le i da finag.- da
Forca Poli' al para o atino fiuanceiro de
i836 a 1837.
Ao Administrador da Meza d.-s D.
versas Rendas dizeado-lhe que n< la infor-
macadqueao Governo deregiu <> Inspe-
ctor da Thezouraria cerra do olfivio do
mesmo Adroistrador de 18 do pasado Ju-
nbo jnlga o Governo resol vid -s \<-d.'S as
duvidas queaprezeuta no mencionado ci-
licio.
mL Ao Prefeito da Comma na para informar com urgencia e circuns-
tanciad-mente se concern fazerse algtuna
alterarlo no* limites actualmente existen-
tes entre esta Provincia, e a confinante em
< Deslricto de sua Comman a, para ser
levada esta informaca a Cmara dos Se-
nhore* Senadores, como foi ordenado por
Avizo Impeiia!.
Offiio ; Ao Tenente Coronel do Bita-
lh6 de G. N de Garanhuns Lourenco
Brzerra Caualcanti d'Aib'querqwe, di-
iendo*llie, que tendo sido approvada a
Propta_d^s-Offi'iiaj Suhal.reos para
odito Batalha lh'o com mu rica para o fa-
xercobstar sos promovidos, u>fim de que
Mes pela Secretaria do Govif no oolicjiem
os com pe tente* Ttulos.
Portara : Ao Commindante Jo PaQtte-
fe Brasilia, para reoeber do Cominandan-
1 di Escuna Vitoria um* prac dooertada
da Escuna Flaimioen, e cAttrs duas per-
lencentes ao Paquete Patagonia que ha-
\iamficidn doenfes, a eondzir cada urna
ao deslino competente.
AoCommandanle da Escuna Vito*
ria, para entregar ao Commandante do
Paquete B-a/i lia as pracas de que ti ata a
precedente Portara.
Para pela Secretaria do Governo se pas-
sarem Provisoens a Joa6 Manoel Mndes
da CunhaeAzevedo: paia ocoupar inteii-
namente o lugar de Tbezomeiro das Ren-
das Pro*'inciaes, e Francisco Antonio Ca-
valcanti Cosseiro para occopar laSbein in-
tirrnausne o lugar de continuo da The-
souraria Piovincial, servindo de Porteiro.
Ao dmistradbr do Correio. inle-
ligencianrlo-o, de q-ie a ssh>da do Paque-
te Brasilia fica transfer Ja para o dia 3 do
rorrete Julho.
Ao Inspector da Thezouraria, para
mandar entregar a Beparlica das Obras
Publicas a quantia de 5:000^000 rs. pa-
ra augmento di eolia, e airan jo das cazas
para necadaca de mel, milho, e ca-
pim, e da guarda da cavalharice, tudo do
Corpo Policial.
Ao Administrador Eiscal das Obras
Publicas, para mandar receber acuantia
de que trata a precedente Petara, e dar-
Ihe a applicacio n'ella mencionada.
-- Ao Inspieior da '1 heZouiaiii a fim
de fazer transferir para a caza da Praca da
Ribeira que *e preparou pra a Meza das
Rendas Piovinciaes, a Rprebedoria do
Sello, e todas as ColUclorias d'esta Cid-
des.
Ao mesmo, para mandar entregtr
ao Almoxarife do Arsenal de Guaira a
quantia de i:G7L184i> rs. para compra
de gneros e mais objertos precizos ao
Hospital e (uaiteis do Corpo Policial; as-
sim como para mandar entregar ao Al-
moxarife das <>hras Publicase quantia pre-
ciza para o augmento da Coxia do mismo
Corpo. w
,prector, dp Arsenal de Guerra, pa-
ra mandar lereber a quintia 1:672^5840
13. deque trata a precedente Portara, e
dar-lhe a competente applicac.'..
Ao Inspector Gerat das obras Pu-
blica?, pai que, eniendendo-se com o
Ccm.ipan<<" Geral do Gorpo Policial, pro-
ceda a! orsamento dad>speza que fe de ve
fazer rom o accretsantamento da Coxia do
mesmo Corpo.
Ao Inspector da Tbezooraria, a fim
de fater passar para o Cofre Provincial a
quant'arque he ne essria paia o pagamen-
to dos ordenados dos Em pregados Provin-
eiaes.
Ao mesmo, para mandar entre-
gar so Commanr'ante Geral do Corpo Po
licial a quantia de 5:0i3$200 rs. para
compra de sellins, pilollas, espadas^ e
esporas.
Dia 1.* de Julho.
Ofllcio ; AoCommandanle Superi-
or da G. N. do Municipio do Recite, com-
municando-lbe, que a propona dos Clu-
cia es pata o Csquadrad de Ca vallar ia foi ai-
provada, e que s piopostos devein solici-
lar o respectivo Titulo.
Ao Inspector da Thezouraiia, re-
mettendo-llie cem Liinpiares da Le do
orcammlo Provincial do < orrenle auno
financeiro, para os d-tnbuir por quem
competir sua execucad.
Ao mesmo, para nnpregar na Con-
tadoria Provincial o EscriraS do extincto
Ho-pilal Militar Joze Mara da Crus, para
servir intii inamente.
Para ordenar que pela Contabilida-
de Mil tar se remeta com urgencia a Se-
cretaria do Governo urna Tabella de todot
e (lUde.-quer direi'os e emulementos que
por si>is Patentes patam os Coronis, Te-
nentts Coronis, e Mejores de 2.a Linha.
A' Cmara de Lamarac, dizendo-
Ihe que depoisda Instrucoeus de 16 de A-
bnl prximo pa-s do para a boa execocad
da Lei Piovincial de li do mesmo mea,
nem um esciaiecimento tem o Goveroo a
dar sebre o artigo 1 1 da rele ida Lei, que
be claro, e nafiofTeieceoutrasdii vidas aleru
das que (brain previstas, e removidas no
Artigo9.* das mencionadas Instrucoens.
AoP.ovedor de Saude da Porto ;
Hixenda-lbe. que n o Govsrftv J-"
providencias rjue elle pede, quando par-
ticips acbar-it gf-afemeulc doente o Se-
cretario da Repa^flao da Saude que ta5
bem serve de Interprete, fa,-se mister que
o mesmo Pi ovedor iriforme por que Titu-
lo se acha servindo esse Secretario, quaes
.a osseMsvencimenlos, eas suU obliga*
coeris, e como se chama.
Portara ; Ab Commante Geral do Cor-
po Policial para' prestar hom% ordenan-
ea a c vallo ao 1. Tenente de Engenbei-
ros Antonio Carneiro. Lea6, que vai em
servico a Jaboata.
Ao Inspector do Arsenal de Mari-
nba para informar, a vista do ofllcio -do
Provedor de Saude. queb serve de Blrter-
petre na ver.ilas da Polica do Porto, que
venermentos percelw, por que titulo
serv.
Dia 9.
OITRcio ; A o Commante das Armas, re-
mcttendo-lbe para >ua sciencia,* os valores
da Etaipes, e Forragens que se vencem no
i. semestre do coi renta armo financeiro.
-- Ao inspector da Thezouraria ap-
P'ovando as Euipes, e Forragens men-
cionadas no piecedente.
Ao Commandante Superior da G.
N. piua despensar do servico os Guar-
das constantes de urna relaci, que se Ihe
remelteu por esta re ni no mea dos agentes de
Policia, como participa^ erequesita'o Pre-
feito da Commar'-a.
Ao Administrador do Corre, com
municando-lhe que a sabida do Paquete
Brasilia Pica transferida para o da 5 do
corrente.
Paricipaca'guala precedente se fezao
Commandante do dito Paquete.
Ao Procurador Fiscal,1 duendo Ihe
que, como elle expoem, nao pode satis-
fazer a exig* ocia frita pelo- Coa/erno* pava
responder ao sen ohVi datado-em lo de
Marco p: p: por nao tr deixado Copia
d'elle, Ihereuretteurna copia authentieado
original que eziste na See> otaria.
my. A Inspector Geral das Obras Publ*
^ca^eK^indo-lbequedA' cumplimento sem
delongar a ordem que Ihejfoi dervgtda em
Poilariade 8 de Abril prximo passado.
fContinuar-se-.)
DIVERSAS REPARTICOENS.
f.ORI'O PULICIAL.
1.* de Julho de 183b.
Ordem do dia.
As anlicui'lades do corpo regu'a-ce lin
em virtud.- di Ley Provinciol de 9 do
mez fiado da mane-ira s-guiule
1.a* Com mandan! is.
1.* Em anliguidade o Snr. Antonio Liba
Caldas.
a O Snr. Manoel Bicerra do Valle
3. O Sor, Pedro Alexandriuo de Barros
Cavalcanti.
4-* O Snr. Francisco Manoel Acciole.
2.a* Commandantes.
1.a Em anliguidade o Snr. Ajudante Mi-
guel Alfou-o Ferreira.
2.a O Snr. iow Rebello Padilba.
3.a O Sur. Manjel Florencio AlVes ^e
M "raes.
4.a O Sol [,u*k da Costa Portocarreiro.
5.a O Snr. Sererino Hvsnique da Castro
Pinentel.
3.a* Commandaules.
1.a Em anliguidade o Snr. Joce Bernar-
do ioj Rea Lima.
a.a O Snr. Tito F.. k Romano
3.a O Sur. Joro do Reg Bai ros.
4.a O que for moneado ptra a 4.a Com-
panhia a no vir de 1/ Linha.
O Commandante Geral se congratula
com as pracas de Ptet de seo Cuiumaudo
por ler a dita Ley de 9 do mee \>: p: man-
dsdg dsr psr-- zi saja p-Ci ZS^pOv
rs. annual para um fardamento, e i0^)000
rs, para m Capole de dou> em doua ao-
oos, alera dos so'dos que venciaS, e pr0
porciooar-lhes meios para qae *'}*& cu-
ra dos de suas infermidadea em um Hospi-
tal do mesmo Corpo onde acharad com-
modidades para serem tratados, dando
com >to os nossos dignos Denotados Pro-
vinciaesuma prova de eslima ao Gorpo
pelo interesseque os indeviduos que o for-
ma6 bao tomado em manter, a boa ordem
e seguranza Publica, e espera o mesmo
Commandante Geral que sirt-a esta rezolu-
cada Afembira Piovincial de um et-
mulo mais as indeviduos de seo Comman-
do*para cada vez mais de de.-vellarem era
prehenxeiem as riatase detsjottia Asiem-
Snr. Aldante fara deatrwir uro et-
emp'arda Lei por caifa um db-Snrs'. Com-
maodaniesdeCompanhias, Quaitel Mes-
tre e Cirurgia Mor.
Fraocisco A. de S Brrelo,
Commandante Geral.
HEZ A DA8 DIVERSAS RENDA!.
A pauta he a mesrna do N* 120.
COBREI.
A Sumara Belmira de que be -Mratre
Jos Joaquim tai naraud.eaada u da 8 do
coi rente.
CaRAS PL'BLICi*.
A InipwcaGeral d*i O'-ras Publicas
tem de empregar Enrarregados por par-
te doGove neds afguraas chas, que v.5
ser arrematadas : outrorsm preciza de
um Inlipreteda lirigue inglesa para ac-
compaoriar oEiigdiihoirode pocos artesi-
anos, a* m,como de quatro a seis MoqoI
para o aj darem uoa (rabalboa da abertu-
ra desloa pocos, ese instruirem no uzo dos
instrumento*; empregados nesta op'-raca,
e^nos conhecimentos que Ihe .-a relativos.
As peshoasque estiwerem as circunstan-
cias de serem em pregadas em algutn dea-
tes misteres f-ao convidadas comparecer
na Caza da laspeeca todos os das uteis
do meio dia a duas huras da tarde para
tiatarem dos rwssaiio ajuste
I os jwrca das Obi a Publicas 5o de Ju-
11 lio de 1836.
Moraes Ancora.
DISRIPCAO' DA PONTE PEQUEA
^-----d90^CARVALHOS.
A Ponte deve ter 1 iO palmos da com-
primelo it. de larg e i7 1/2 de alto
sobre a linha da baixa-abar.
A pon-te ser formada rom 4 earaletes
de 3 Enteios cada hum enterrados de i8
aO palmos ;. lera por Unto 5 vaos, que
seiio dois de %b palmos na parte mais im-
v ga vel do rio e 3 de 20 na parte menos
navegavel : ter (res ordena de Linhas
postas equidistantes humas das .ufa-,
tendo as cabecas dos extremos finadas de
laboas de loiro, para serem craradas dois
palmos dentro do caes.
As Estivas seiso intermediadas com for-
ras de 5/4 de groaso e tecortadas nos !>-
pos para escoan ent'i das aguas da chuva,
intermisro do ar neressario pal a a ronsr-
vaco dis madeirag e ooosvodidade dos
viandantes.
As Pilastras *-eio postas com o interva-
lo de iO paluiOs de huma uutra para
sustentar os rorrerofos.-
A ponte d!*' tft leita em formo alab-
iada no sentido longitudinal tendo a mai-
or sltuia no meto, e declinando inseusi-
velmente para I111111 e outio lado athe
terminar na altura do caes.
A la constrneio ser segundo a% A imen -
sftes, e qualidades das madeifas exigidas
DO aeguitite O cimento.
llavera em cuela extremo da Ponte liun.
caes colocado eru cada huo.a dis maigeni
do rio.
a Cd hum dos cae* ter hum aiiceini
de 30palmos de frente ; 18 dcada Iro'nf
dos latljs para 04 rasases, toado 40 pal-
I


M
I


DA RIO DE PEBNAMnuCC.
mos de distancia hum do oulro na aa,
rnaor abertura ; e 46 pafrtos em serui-
aaeuto de cada rama para os moro* de
erro: todo o alicerce (era 8 palmos de
Unn, e 8 de funda.
Sobre 0 11 cerce da frente llavera" huma
apata de cantara lavrada coa 30 pal-
mos deextncio, i de airo, e 3 de largo ,
lerendo ficar dol* palmos enterrado* na
fttrede, que ae levan lar e hura alero
tlessa parede : esta sapata voltar* rom a
tnesroa construeio 6 palmos para cada
liamriosiamae*.
Sobre o alicerce haver hum muro de
enc<.'L'. o com 28 pe'mos de ex tenca o na
apata o terminando com 4 17 de alto,
1 de trainel 011 caimenio ; e hum ramal
de cada lado com a mema altura e ca-
vento, 18 do" exte rujio ,'pegando coro 6
de grostura e acabando com 4 palmos :
Codo o muro de encontr aera revestido de
cinlarii lunada que'amarrar os cantos
do raroae* e volt ar com 6 palmos de
exttneio.
Ein sepuimento dos ramaes rumio
doisj muro-, distando Itum do ootro a
largura do atterro com ^0 palmos de ex-
tertcio, 17 de arto 5 de largo : este*
muros leio da parte do atterro hum mu-
so de apoio da mesrna atura com 10 pal*
mos de extencio e 6 de grosso dentro do
atterro cavando com 4 palmos dentro
dos muro*.
Os caes serio att errados athe a altura
da Ponte terminando cm rampa no ler-
leao natural da Estrada.
Insl roce oes para o Arrematante.
1. Todos os msteriaes serio das quali-
da les declaradas ueste OrcanteWo.
2. As'snadeirasseiib 3atripenada*, e
(aviadas em esquadria de quina viva li-
vres defeudVs, f-ir< s pininos branco ,
e bro.iio e as dimeii 6es mencionadas
110 Oiga atento.'
3. O Arrematante ter* os materiaes co-
hertos para resguardar dorempo, a fim
de nio racharem ou empearem e de
nao terem precitos mais Pernetes, Cavi-
ttnrs e prego* do que os oreado-. Ter
tambem a su* casta a guarda necessaria
paia evt*r qualquer roubu ou incendio
co* materaes durante a factura da obra.
Condicoes da Arrematarlo. '

v
1. A Ponte soi frita deliaixo da n-
peerio e dirercin de hum OfBcial En-
gpnheiro na conformidad*.' do O cntenlo,
e fiistnicces aqu exar.das, sendo o Ar-
re ni a tan la obrigadr a fazer o que por elle
Ihe for determinado no que rtspeiis tanto
a fm tura da obra como s qealidade*
dos materiaes. x
3. O Arrematante desmanchar a ua
costa a Ponte velha e os cae* que eais-
tem ; e em retribuido ter todo* os ma-
tenaes. He poietn absolutamente prohi-
bido ao Arremataalco ernpregar na l'oute
nova alguma d'a-pieiia madeira.
3. O Arrematante concluir a Ponte
m doze metes contados desde o da em
que receber a priiueira prestacio do pa-
gamento; s.'b pena depeider hum cont
de reis a beneficio do Cofre da* Obras
Publicas, e de ser acabada a obra por
Adminstracio a uata do mes ni o Arrema-
tante.
4. Jk Ponte de roadea s comensal a
d ficar se qoando hum dos enconfros ,
pelo senos, estiver feito athe melade da
ba altura.
5.0 Arrematante prestar fianca idnea
pa qu.iiiia de 0:i95$04Q r.-.
6. A importancia da arrematacio sr
entregue ao Arrem tante em ti es prest a-
tdesiguaes; aprimeira athe iSdiasde-
pnis do acto da arrematacio a segunda
logo que a obra estiver em meio a ter-
ceira depois de concluida a factura da
Ponte.
- f. A Inspeccio Geral da* Ob'-.s Puhli-
cas euipie-tai ao Ai rematante hum Ma-
caco, e Maquinas precitas que as en-
trgala peifeitas depois de coocluida a o-
8. Depois de ultimada a arrematacio
o .lera direito o Arrematante de exigir
ti alguma sobre qualquer pretexto e
' esgfi&SSSSs! ""- .s-sHsts.id-ds -"
*oa*c (he tres meze* dei ola sua. coa*-. 1
tinelo. f
IfispercaS das Obra* Publica* 30 de
Main de 18S6. Asignado Antonio
Carneiro Lead 1.* Teen te 4o I. Cupo
d'Engeaheiroa.
' N Diario d amanhi se pahcar
o 01 cament dos Materiaes precizoa te .
relativo* a esta Discripeio.
3
CONSULADO DA PS9IA EM
NA M BUCO.
PER-
Ao Consulado da Rustra em Pernam-
huco foi determinado a pobacio do se-
guinte Regulamento para a admissio do*
Narrios mercante* cariegados d'algudio
os pono i fiussoc do Bal'ico.
Da pa-sapem dos Navios peln* Mares da
Dinamarca !. O Navios* carregado-dal-
gudio com de-tino para os porto* Ru-aios
do Bltico pacsando pelo Sand, pe'o can-
de ou pequeo Bell ou pelo canal de H >l-
'*'n e negando de hum lugar que pelo
* kse de *a de. Maodei8t8, nio ja
1 ecorihecido inteiramente sadio o obli-
gados a apresentarem antes de poder en-
trar no Bltico huma certidao em devida
forma, expedida pelos e6tabelermentos
de quarentena dinaynarqaeKa,e con-laudo
sua puii6cacio ou sen estado sanitario sa-
tisfactorio em virtu'le do regulamento de
25 deMaio de i836.
*.- Todo o Navio earregado d'algudio
que chegue sos porto* Russos do Bltico de
hum tugar que/foi recoahecid'i inteira-
mente sadio pelo Vitase do a2 de Maio
de 18*28 deve exhibir na occasio de
sua passagem p-|i> mares da Dinamarca ,
piovas especiaes do entado salUiactoiio do
algudio.
3.* Sio reputados provs* do estado sa-
tisf*ctorio do Igudio. 1.* Oa passaprtes
d'Alfandega expedidos em porto* livres de
supi i las, com s indica rio da quantidade
e ot {-em do algudio carregado no* ditos
porios a* Dos aUestados do mesmo (he-
or exned'do* por oosmw Cnsules ou o*
Contales das potencia* s quaes pertencem
os navios se estes document. s tiverem
tido expedidos no* portos onde o algudio
foi rarregado.
4.* Tendo s do estes atte-tados ejibidos
pelo navio a alfandegs dinamiiqueZa at-
iesta no mesmo lempo na quitacio que
ella expede sobre o pairamento dos direitos
do Sund que as provis nquizitadas
forfio a presentadas.
5.* Quando osnavios nfoforem muni-
do* nem de hum pasaporte d'Alfaodrgr,
nem de hum aitestado Consular, cons-
tando a quantidade do algudio e sua ori-
gem de hum lugar nao suspeto ou sua
puricacio n'huma quarentena e qoan-
do esles navios nio tiverem certidio de
quarentena ferio abrigados (rfcom es-
te algudio se dei ijirem de algum lug >r in-
teiramente sadio a hum porto russo) a fi-
caie-n de quarentena na Dinamarca e
d'ahi provem-se dos altestados ern devida
forma, aem o que nao se Ibes deixar pro-
seguir sua viajera pas nio serio admet-
tido* nos mais poitos da Ru Sobre a adnn-co do* navios no* portos
da Russia.
6* Em conteqaeacia das regra* prece-
dentes nio serio receblos not portos
ru>sot nem admettido* descaiga se nio
a 1 uriles dos navios earregdos d'algudio
que exbibirem, ou hurn ait-.-.-tjdo de bum
dos estabelic>mentos de qu.oeaiena drnt-
m rqueta ou buaia quitacio d'alfaudega ,
certiicando que forio producidas as pro*
vas fe piisitadas sobre o e^taJo satisfatorio
do algudio.
7.* Faltando as declar^eo s acim nio
seiio (idas por ^u(lcientes simples quita-
fiesdo pagamento dos diieilo do Sund,
quando forem exhibido por navios car-
regados d'algudio e se ter para estes
navios o procedimento que se usa com to-
do* aquellos que nio a presentao all>s.t-
doi suIGcieote* relativo* o seu estado S:i-
niiario ; isto he serio reenviados a Ebe-
neur.
Pernambuco 33 de Junho de i856.
Guadino Agostinho de Barro*.
CORRESPONDENCIAS.
Snrs. Redactores.
Estando ae ladrlhando alguma* ra* do
Bairro de S. Antonio desta Cid.de he de
admirar como alguraas tem sido ladrilba-
das como a ra Direita que est toda cheia
de lama, poique nio havemo- ter ras la-
drilhadas romo ia Inglaterra, Estados-U-
nidos, alguraas na Cidade do Porto, abru-
tadas coi rendo as aguas o pe! das calladas
do ambo* o* lados, pois os mais Pai/.es
podem tt'a>ruaalimpa9, e n* pelo con-
trari !
Sor*. Redactores se aeharem que stas
mal tricadas linhas poderio servir de bem,
d itai :ia sua bem conretuada foi ha, para
ser se as Auctqridades dio attencao isto e
sou
De Vine*. Astignantevenerador.
Snrs. Redactores.
SoSr. Joio Baptista Correia Nunes,
morador no Atterio do* Aff g-do-; aa-
tigo Soldado da Poliria ; m- faria abalan-
zar e publicar pela imprenca o que Ihe
vou contar, e Ihe rogo publique para o
publico sencato para quem apelo me fassa
justica, vamos ao cato virendoeu.de ser
caxeiro, como tal fui ser eaxeiro de hu-
ma pequea venda sita no Atterro do dito,
Sr. Baptista a quem servi 5 metes como
eaxeiro, no fim dos quaes estando a venda
descurtida offerecto me o dito Baptista a
venda para eu licar com ella caa eu de-
via pagar ao* credores do Sr. Baptiza e
como o nigocio nio era dos que desse ce-
mita antes tira va nio qut estar por is*o ,
vendeu ao Sr. AlfeiesB.ay.il por 4aO$000
em i3 de Maio do corrate anuo sso a
olbo sem darem bataneo; eu que vi que
venia de (| fundo nio acredita eaxeiro;
desped me mais o Si. Baptiza e Bratil
a rogos me fieerio ficar dieendo-me este
que comproa a venda com e.*ta vistas por
iss que o faptist.t ihe tiaha segurado
queeu era muito fiele bom eaxeirc; logo
que tive novo patiio tratei de pedir ao
ao Baptista que me mostraste o bataneo
qiianlo tinha perdido ou gando em o lem-
po em que o serv por isso que eu quera
meu ordenado, etinbem mustiara quem
eritendes.se de coritas ( porque eu nio sei
contar ) a ver se O tal Bapti-ta tiiih- lan-
c-'do 50^000 que cu dei a soa Mulber
quando elle Baptiza se achava em Ma-
ca e n dinluii o que se apurou na ven-
da em 15 dias que eu estive dueute e o Sr.
Bptista es'eve de pusse da venda com ella
berta ; por isso que eu ja tinha observa-
do diferentes engaos em meu bom ami-
go i como por ex*mplo comprava boma
arroba de sabio duia que era arroba e
mera secustava a ifiO i*, por lib. ditia
era a liO eassiin langa va em seu mi-te-
rioto quadei rio que era *o d'tlle cujo en-
{anos eu dava por el les quando por mi-
agre vinlia a minha mi alguma cunta
dos acredores du Sr. B-lista que qu.-ze
nunca confera com a quantidade e pezo
que me ditia o Sr. Baptista o qual como
nio tinha bataneo nio me poda mostrar
e me dava em resposta logo mostr, elogo
Ihe pago; e assim me ntrete** 2? dia*
que no fiu do-i quaes me desped da venda
do Sr. Brasil por-Ole me querer tratar
como escravo e nao como eaxeiro eolio
nio hove rem-dio svOio vear o Sr. B\ip-
tista que me deu em resposta que no ou-
tro da em sua caza nos ajustaramos coti-
las fui no outro da acata do Si'- Bip-
ti-ta que j aiu estava descaigo e tal ba-
taneo me m>.it''ou, com o mistiiioxo ly-
derno de entrada, que fet huma cmta ,
que 01 fosse porque eu de cunta nio in-
tendi, e 0 Sr. Baptista sabe muita coi-
aa ; qae por fim me desse elle que tinha
tido de piejuizo 200^000 e.taatos rail r*.
e que como elle sabia que eu nio tinha
dinheiro pois nio tinha furtado ( nio se
enganot ) por caridade me peidoav al-
guma coiza e apiezentou me huma letra
contra mi tu de i^O^OOOque me obrigou
a assignar, que assim fit por conbecer
que o houieai era bom e eu ie-p'iio meu
liic> co'''ra dita letra pioteato
Redactor a pelotrca do Sr. Baptista!
como be sabidinho! como paga b
caveiros! beato-te Dos toma liga : sir-
va-so Sr. Redactor publicar eite cato qoo
muito obligar a seu venerador Criado,
Tbeotonio de Sonsa e Silva.
e_ '' m it
Sis. Redactores.
Tanto ouvifa'arem un Olficio que
ao Exro. Sr. Pretid?nte dirigir o Pro-
motor da Comarca do Bonito o Sr. Jer-
nimo Vlela que o pedi por Certidao ;
rujo tlieor da maneira seguate Mtn.
e Exm. Sr. EncaiTegado da Polica desta
Comarca se bem que inteirairente, o seo-
do por consequeacia do meu mais sagrado
deter promover a segura rica e a tran-
qollidade Publica eu nio poseo ser atn
por um momento morzo om part'cipar
V.-Jfa. o pengo em que se teba a Co-
marca pela noticia que ha de que so-
muda a sede da Villa do Bonito para Bo-
vei ros, e da Comarca para Gaianhans.
Ja em um Olicio que iV, Ex*, dirji,
e do qual nio tive ate o presente resposta.
alguma psrtecipei o desgpsto ^- que aqu
vim encontrar em cousequemffr de urna
tal noticia; mas entre tanto nunca me
persuad, que o negocio se figuraste ti o
mal como presentemente vai appacessen-
do. O Povoda Villa, ePovoacd-s, que
Ihe (icio anexa* se piepaiio pode-te **
sim diser com armamento e municio
para resistir a urna mudenca que tanto
prejiidica os teu* interesses eeu sem for-
cas, tem gente capaz de suffocar qual-
quer tentativa que teoha de appaaeaaer
a um tal respeito tenho necessaramenie
de ter um mudo espectador de quaoto te
praticar. Etna. Sr. o Povo desta Comar-
ca he muito manco; teui obedecido as Or-
dena da Polica com tanta presteza, que
eu nunca espere!; poiem acbo-o di -posto
a romper em algum excesso se por ven-
tura mudarse a Comarca para Gara-
uhuns. Quise todos esli armados; neo
b* ama Povoscio que aio tenba seu in-
fluente a quem obd.ee cegamente iiina
iomentidade de lubitates, por taso
paitiipo a f. Exa. todo* estes pstsos, a
fim de salvando-me da respoosabeliJade,
que tem de eabir sobre mira no cas de
cahir sobre mim no caso de Oaimis&io de
meus deveres, em esperar que V. Esa.
provdencei sobre negocio lio urgente co-
mo justo Ihe parecer, tomando a Liber-
dade de lembrar a V. Esa. que qual
quer, que seja a forca, que V. Pxa. quei-
a mandar tiara aqu, a /ira d sufcar
1.111 ti procedimrnlo nio ter rapaz de o
fazei, antes accendea cada vez mais o (
dio da guerra. Villa do Bonito 12 de
Maio de 1836. I lu. e Exm. Sr. Fien-
ci.-co de Paula Cavalcsnli d'Albuqurquo
Piezidente da Pioviuca -- Di. Jernimo
Vilella de Castro Tavares Pretiio Interi-
no. Estava ai-signada peloSr. S-cretario
('amargo. Quio pasmado eco neo oo
ti.) iei o ler este tresloucado Olficio Peo-
atva the entio que se um Estev* seria
capas de enderessar laes ei-crevnhados t
qual o que derigio a > Capitio-mor Toire*
Ga.ido, que li no Diario de 17 do cor-
rente; escrevinhado insultante, e crmi-
uozo, que jaodevia ter levado a poni-
gio; maseog nti-me pois vejo um Sr.
Doutor Promotor e Prefeto interino e
aeder a (udu quan'o se pode xainar lou-
cuia extravagancia, eousadia, e quae-
toavauso aja vista ao Ollcio eru quesiio.
Quem dira que o Sr. Vilella fotse ca-
paz de aseverar ao Goverao que as Po-
voaces visinba* fsiio causa coinuin coa
os seus disvario* e de l*lc*et, quando
60 sabe e publico que Caruaiu B-
ter ros, e Cravat tangi-se com a Villa
em Bjnito .' Diga, Sr. Vilella quaex
sio at outras Povoaces? Porsoatlise. Tal
nio ade lser porque a Villa e Povoe-
c5ei, em armas, .sio o Sr. Vilella e Es-
lev. f. Nada, Sr. Vilella de criminar -
ao Povo para colorar a malvadeta de seu a-
paKOuado E>leves. Porera Snrs. Bedac*
lores, nada to insultante como a couclu-
tio do Oflicio em questio.
Cuno se atreveo o Sur. Vilella a diser ao
Goveiuo, que qnalquerfurca, queS. Ex.
M

que uio me axu ein eoecio j e que tal Sr 1 outessedo naatadar para Bonito afim dcoba-
... "SI
*-!*


irsr
y
/
DIARIO DE PE fitNA M B C O.
tar tai procedimento, que nada consegue-
xi, antes atceudeiia o fax'da guerra?
Que sandice, que blasfemia Nao se
len.bra o Sor. Vella do resultad da Ca-
banageni? Sim de*e lembrar-:e; e de
mais deve saber, queosChtfes dos Cuba-
nos de Panellas e Jaruipe, ero no essenr-
al de mais monta, do que qualquer, que
e a presentase a frente da f-icco do Boni-
* to ; que nem un outro sera', se nao o ge-
^f neralCollector Esteves, e sen Ajudante
Sor. Promotor'Vdelta, o Governo tena for-
fas para acabar com qualquer f.oco ; que
queira levantar o eolio insta RrovMicia. se-
ja'qual for o Quixote em Chefe. Bom
lempo, Snrs. Redactores, en que oGo.ver-
no sufre to insultantes ataqu'-s, a"e z fi
carena impunes, ai de nos! HomEi pre-
gado, que no comesso de sua ca reir pu-
blica, deixa a estrada dao.deii, e se brenha nos'terriv is matas da rebelda.
Povoacoesd C ruar, Bherros, eCiaua-
ta defend a vessa honra, contestando as
falcas impulaces, que Hialinos mente
vos arguem Esteves, e Vilella. Exna. nr.
Presidente i Justina contia gente lo.rn ;
nada deempregar inexpertos, queae diixio
levar pelas roais f> acas torrentes ; ocrupem
os lugares pblicos homeus expe minia-
dos, e probos. Surs. Redactores dignena-
ae a dar noveanto em o seu Diario a estas
nbas, no que muito obzequiaro ao
Seu assignan'e, e Veueiedor.
ioimigo dos facciosos.
THEATRE du RECIF.
Lundi 4 Juillet Anniversaire. <# la glo-
rieuse et toujourrs memorable Ind- pendan
ce dea Eiat Unis de l'Amerque du Nord.
Le Direeteur du theatre ayant promis
de feter les Anniyer.-aiiea de tes nations,
qui par sympathie amour tt uoanimit de
sen limea a'uniesent au systeme Constitu-
lionnel qui Ireui eusement nous rfit, va
Peltre en scene pvdr la premiere Ibis, en
l'honoeor de nos invencibles freres de l'A
anerique du nord, un brhant spectacle
uniquemeot analogue ius fas tes de cette
insume et memorable nalioo.te *pectacle
comnaencera par l.i fameuse ouveitme le
Califede Bagdad apres l'oueture, ou re-
resentea le non vea u Drame a p pel la Li-
erl uiomphante a la lim du rame ap-
paitra l'Efigie emblematique de Plndepen-
dance de le Amerique et an cllantera .'nyuv
n'e Patrictique Americain. Aprea le Dra-
me M.* Louise chauter un exctllent ir
de Rssini ensuite on representara une ex,
allente rt magnifique Piece, purem o-
Aroericaine, appele le si^o de PhiladeHiet
ou l'urpbeline duChateau de Maiar.d.
Personnages.
VVaehintoneornmandant en en. f Jes A-
mericain. Lord Bntter Gerr i..l ng'sis.
Lord Seydno^r colbnef Anglais. M.-dtl-
son, Solvignes, Cudie olli.iers Angla 3,
prisomners des Amei k\.iis Wi|Jias.j
J'j'hnsort, officiers (Ymericains) de S-ei etiii-
rie. SyJney cffi ier de troupe, Ame.fi-
cain. amith, Jjrdiiiier du Pal-isdu %<**
vernenaent. Amelie, filie du Colonel Wil-
Mn. Eugnie domestique d'Amelie de, <>f-
fi. iers Anglais et Americain*.' Des Sidas
el Cit03'ens des E'ats Un i.
La scenese figurea Plifadelfi *, et l'acti
onse passeapres la prise du forl uicirilaud.
La Direeteur du tbeatra pereque eeit
Piece satisLira les P.'trioles Acmricains,
aaix quelj il dedie ce spectscle aiusique, toos
/* les specrateur, qui verront dans la subli-
mit de cette piece llionneur ti le P.iti tis-
mede not fieres,'du nord, de I'merique
qui se distinguen! lant par l'inlegriiet
TEg-lit de hus Luis qniJs soivnt si tve-
ligieusement.
Cette Piece est compone par leFamnix
Auteur de celle intilule l'Auneau de fer
l'insigoe Ferdinand Jozep! de Que>i'o,
(|iii connaissant paifu'tement b-sceio', nous
presente de ce^ moceaitx qui meuvent ls
eseara et font 1'adiniration des spaciateuis.
Le spectacle se terminis par le g-acieux
et juli panlomime, le* Kasards nociuuns.
La Loge n. %1 a cote d.cee da Gauver
nement est d-idie au R-prejeniant de la
Nalion Ameiicaine dans cette P.ovince,
e Directetir espete qujl rondrabien Ibono
re* de a* presenre le naeme Direiteur a
n aiissi l'honneur d'inviler, en partieulier,
tous tas Ameii'aifis, et les citojens des
deQx Mondes qui professent tas vrais sen-
tfireus que peuvenl uniquement inspirer
une bien enten-lue et Verilable L berle,
telle que i'entendaient les mmurtels Was-
liinton eLataiete.
AVIZOS PARTICULARES.
J c 'inprr; a Antonio Joze de Magalhaetii
Bast'f hum eseeavoile neme P d-o a qi'etn
o mi.-ujo M lestia algnma, ma faltou a boa f, pn' o
mesmo negro doenle, e hem doente, e
P"r es'e motivo oVkou de ci.mpar Do-
mingo* Anlunes ViH >ca Joaqnim J'>/e,
Pinto Guinidraens. e Aniono de Tal Fia-
de, por taoVp faz o prrzenle aviso paia que
outio cmoiador nao sofra o naesfno, ppis
ste momoSfir. tem huma e-^rrava a ven-
da que'st veidide o que diz o escravo,
qoe lo i pelo ennunciin'e comprada, ain-
da pjfior do qu-' doenle. .
Joze Feij de Mello.
Precsa-se de um naosso PorluRnet
del5a 16 anuos que tenh bom .talho de
letra com alguma pratiea de esc riptorio:
quem efliver nesta^ circunslancias filie na
Botica de. Vi< ente Joze de Brito na ra da
cadeia vellia do Recjfe.
jry Quemandupcou querer comprar
peje decoqueiriis para mudar, dipa-seaa
atierro dos Aff'gados sobrado do Lima.
HV Quen precisar de um bom Caixei-
ro para luj de fei,ragem, escripia, ou pa-
ra outro qualquer negocio, excepto, ven-
da de molhado, procure na iua das Cru-
zes LL i3, ou aniinncie.
H3^ Quem perciaar de um horpem pa-
ra feitor de sitio, o a pratica :
un nuil, ie, ou diria-se atraz da Guaida da
Boa vi-ta ?m nmi tepda de tapateiro.
tpry Quena, annunciou qneiar lber
onde mora J a ra direila, entrando pelo Livramento
da pirte direila, pa^nd o beco que vai
para S. Pedro, o segundo sobrado andar
que fie* confrontando com umaloja de Bar
be no.
V3P 0!Terece-se um rapaz porlnguez
para iaixeiro de qualqmr ca^a d,-. nego'io,
e d'fiador a 8ua c,,fiid"C.ta ; annunsie.
^y R.ig-s>* a nma senliora que mora
no Caxang uva, por nome Mari^, que
por ob/.equto queira naand-ar a sua n<|gr*
por norne Muia lavnd.ira, enir-gara r<>u-
pa que teman paialavjr, na iua.duM'*n-
dego D. 40 ecomo mais eje um ir.tl que
nao h.i noticia da dita oscrava laz-se opie-
ente ,.iin"i)' o.
'2C5* No paleo da Penoa sobrado de um
au dar defioie da l'rac* d.i f-a i i ri 11 a eonli-
iiu i-se a lirar passapni tea f\ correr filba*,
lauto paia dentro do Imu^i o, como ,pjra
fura delle, e lambem cobrar lniiUs f,n
i.-l. Cidide, e las-r C0!|ciliac5es porpi<
jo eooiMMdij.
$-.-- Qi- id j ecwM^S i.rin caxeio pa
irtbij. (I f,.'f"n,llis, mioi-/.a-,. o me mo en la, dn ijj-si; i pidai a da ru >
dos Ouarteis D. 6 jndo fnder a sua
conducta.
f^f Precisa-se de 300^ reis a juros de
dois porcent* ao mez, poi p-Qo d un.
simo sobre hipoteca de u-na escrava de l5
anuos, que cosinlia, e cose o diario de n-
ina casa, ou sobre boa firma : quem liver
anriiiici''.
^ry O S ir. J -aquim Jo/e Ferreira,
quena dirigirse ao pjt^o do Hospital i o
p.ir.-i-'O I). 16, a nvg co de seu inierts-e.
*tf-^ AlgH'tW pea-oas desejanJo apio-
veiiar, es u linus (lias de as isteneia ne.-ta
Cida ie do P: fessor de Mnemole hnia o
Snr. J. J. Gor.net tena-s'' reunid' s pn'i se-
(jur hum curso psntirutar 'esta .-ciencia
em cas* .le una (VOire elle*, situada no
e tio do II jij de S uto Antonio. as 6
ai as 8 da tarde, e c uno para completar o
numero ex'gido pelo profesaor'fcindaLi-
tio 2 pessoas, se ouver a'guem que queira
seguii o dito cini, prticuar, pode fallar
com o profes-or na ra da saozalla velha
por cima do a masem do Snr. Franco, o
fjual llies c nojunicar as couJioocns, aa-
simeomoos nomes dos outros concorren-
te, f
VJr- Huma aenhora de bons coslnmes,-
de.-einbara?da, propoem-se a ensinar lo-
ra da praca a 1er, eseiever, conlar, e co-
ier : as pessoas que do seo pi estimo pre -
zarem dirijo se a ra da Flores D. 4, que
se Ibes dir quem pertende.
fcar viaa-e ao rpspeitavel |Miblico
que a'parle da casa de un? sobrado sito na
ra do Collegio D. 6 de-que eon-enbora
Antonia Bernarda deSouza, se achab'po
teeada^desdo i4de Junlio do co> rente au-
no ; e faz-se o prsenle, aviso para previ-
nir o fuluio, e ao me mo lempo para co-
nbecimvnto de quem se julgar prejudica-
d\> soJire tal negocio.
afry A'J'yp. Fidedigna precisa d'Offi-
eiae-. Compositoes, e o seu fmpiessor, J.
N. de M., se cumpr .roete h dar lrab < teclivn aosque qui-erem w Ha ser adroe
lidos, pagando-les pelo cqiv'UO d.o costil-
me no timdecada semana, ou mez. To-
bem.se admitem praticantos, on apren li-
zcs, e se les promete justa recompetica, bx.
que niostrena aplicaco e adianlamenlo
'ai le.
NAVIOS A CARGA.
Para Trieste.
Sahe com brevidade o Rr'g'te Srdo
Hypocrte, Capillo L. Ban^-ssa : quem nel-
le luiser carregar pelo fre comnio.lo de
3 por tonelloda, dii ija-rse ao consignata-
rio A. Sihramm.
----------
COMPRAS.

Um molatinho, ou molequede idadede
toa 12 annos, sem vicios e nem asaques:
na roa das Cruie por baixo do Thesourei-
roda Lotera".

VENDAS.
.
Urna negra robu t com urna cria de 10
mezes, muito .adia, sem vicio, sabe cosi
nbar o diario, engoma li-o, e ensboa : na
ra de. S. Francisco sobrado D. 16.
%Cjf Lima casa'rt' s Afolados na tai do
\lotocolorul faltando acabar, por preco
commodo : annuneie.
93T Duai canoas de.amarello, cad o-1
ma com sese>>t-i e cii.eo palmos du cum-
plido, propiits pora baicapa : up es'alei-
ro de Jqio Thqmaz, se d>r quena vende.
^ry L'ma xieg'i da oos-ta j de jii.tde,
boa vede'lera,,e p'-r pi ecp commodo:
na iua do Af'gio D. 37.
%&". Bimoos de bataneas de diversos- ta-
ma ribos : na rtw a Cruz ^CST' Chapeo, do X I, desup*i ior qua-
i la de : na Praca da liiti-.peudeiicit taja u.
40;
XW .Um escravo oejmio de 95 a 26
cohj;i,|1.io i-, gipateire,,* pr.priopar.
iodo o sei \ ico : no b'ii.o do Mai i.-co D. io.
Vepde-se por pirei^.'.
*f$P" Una pret* boa lava '< i.a de vr-
relia : u .-is Vrrombiios A'asa n.!.
VT'" Ura preto Aiuieo. do 25 anuo.-
pomo in.iii yu menos, iiiuito pr..pi io para '
nni.-vm deasoca e -tit- nde caa no atierro da He. viu Lillri- rom o
\lajor F jrjpr D'is-au oas i'e bnale 1', rala li-
ma rom sessenla e lant os pilmos de ruu'pri-
do, p opri.'S para b -r assis : no i.i iro
de J'i?o Thoma onlo ao arma em do fi-
oi-di li'-nto J"iu di C'sta, se di- quem
vt n ie.
*fiF l'.n rouro de Pe>xe boi rom 26 'i-
bi as : na ra da C.ojri.i do Utciic ai mi.>em
ii. 6.
^3^" Dirimente capim de planta em
hqo leixesa i20 reis, e bia- (llegada uU
timameute de todos os tananbo por p eco
cmodo, Ervilhas novas e todo o mais de
venda por commodo preco : na venda da
ra Nova junio ponte D. 50.
r^* Una venda com poucos fundos,
epteco commodo, sita ni praca da Boa-
vista : ni ra lm Arago D. 26 das 6 as f)
da oaaahi, e de uqia as di tarde.
Ji' i
Ty. Una marmota com Ii9 vistas da
Inglaterra, Franga, Italia #c.: na ruados
Quarteisn. 8, l."andar. 4
^^r Dois escravos/um pardo, de 24
26 annos, bom para lavouras, eandar omaf
gados, outro de Angola de a8 5 anuos,
bom socador deassucr, a traballiar de en-
xada, para qualquir Engenho: na ra dos
Marririos D. 8, lado da ljreja.
^y IJm escravo querepresenta ao an
uos bom ofiicial de pedreiro; do gento
de Angola : no atierro da Boa-vista ern
casa de BVrn#rdo .Toze Carneiro Monteiro.
&f* Um polJromoito grande, e honi-
to, por preg coinmoda: na ra do Aljube
(em Onda) D. 10.
lyy Um se im bstanle nH.dQi Peco
commodo: na mcsruav'nda cima.
^3" 2 rsciavos,,jde, boas nuabdades e
mos: naruadtlloirasD. 4^.
|rjr" Bini prela n.oca, boi figura, sem
vicios, s porque tila mesuaa quer mu Jar
des-nhoiio, sabe trababar em otaria, e
faz tedias, e todo servico de cosioha : na
padaria da ra dos Quarteis D. 6.
tjqy Potista da Hussajern meias barri-
uasi taboado d' piuho, ba.i riz de plvora,
efaiiuha de Tugo: uw armasem da ra
da Cruz n. lG.
|ry Bixas 1 llegadas ltimamente, por
prego commodo : n* ra do Collegio'O. 8,
sobrado do Cazado Lima.
Cy Urna eacrava crila de 22 annos,
boB'figuid, sabe lavar, engomar, coser,
cosiuliar : na ra do Co 1 gio n. 9 S.* ani-
dar.
V3^ Um escravo, dotado de mu boas
qualidades, fiel, sem vicio, mogo, robus-
to, sadio, e preste para lodo oservigo; e
l&ii.bem se liypoteca soboe i5^ re 2 na
cadeia do Seguro. '
fley Urna cadeira nova da Babia : na
ra da Cruz armasem 0. 10. 1 -
^dh .Urna porcio da charutos, ebega-
dosda Babia, por prego commodo, e-pio-
gardas de doiscinns, clavinoies, rap pri*.
reza fresco, e barricas de graxa sortida 11,
97, por preco commodo : na luja de ferrar
geni D.'i 1,ra Nova.
ALUGUEIS*
.Aluga-ie ama casa terrea com sotfo, m*-
taemGnda, 1 ua das Mangueims ; afalbu-
no Recife ra da Gadei'a n. 1.
ESCRA VOS FGIDOS.
Joquim, de af a 50 anrros, seco, alto,
cor neta, .-em buba, e muito ladino; f-
gido n > da 27 dejunho p. p!, e'levou no
corpo urna camia calsa de bi im sojas do
ak-aiio; as-im'como as mais sojas dea!-
calij; os apiehendedores leven'-no a Ibja
de rabos no Mecife 11. 5, qeslCo bem re-
cojiipensdd s.
...
Tnloas das mares cftttas np t^ono ti*
fe nambuco.
21- -Seguuda 3
22 -T:. a
.3 23- 1
$*o -Q: V
!.> -S: 4
r% T5
^27 2 0 n
NDirCtASMARITlM iS.
Kavtas sahides no da 2.
PARAHI6A; P. Inp. Sevallont,. Cap.
Kean : lastro. Paasageiro Leandio'J^ze
da Silva.
PI nu.nNF.iaO; Pataio Pernambu-
cano, M. .Toze Ignacio Pimenta: varios ge-
nero-. Passageiros o DepQlado Padre
Luiz Carlos Perei'a da Silva, Florencio
Jaze Carntiro Moni iro, Bernardo Miran-
da Fon tora r Jo*V Neto Nev p sga Irma.

rgy. ka TiP., du .VI. F; Be frii. ittif&
i**->


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