Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05687


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Full Text
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ANNO OK 1836. SU33ADO
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2 UK JULII N. MO.
A
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muco. Trr.ni W. p. a..- Ptn,,. jm(6
DI\S D* seviana.
57 Sepuiida 8. Ladislao A mi los Juila, do Cr.de
m. r de ti ses. da Tijezourana Publica e
C'h.'inr. de t.
SS Terca S. Lefio 2. P. jt-j. Re. tlu'm. aud. do J.
ilp 0 ili'' L. cli a<> 54 ni. da ni.
29 (iu-irtj >ff S. Prd o e S. Paulo Ap.
30 Quima S. Margal B. It el. dem. aud. do J. do
(,'. de IB. < Cf -me de
1 Sexta s. 1 de Jullio S. Theoitoro ses. da Tli. P. aud.
lo J.de O iiei.
3 Salimlti Visiiaeao de X. .e. Rel.de ni. c aud.
' do V. O. de enl lllimla.
3 Domingo S. Jacinto-
Ttdo suri depende c ho rnesmon rta ansia pru
rfeuoia. ni-.niracao. e enerara-onn tinueMo r.oia
principiamos, e remna ipnntadoi cota admira-
i;hd entre na ,\jrnr> maisculta. I ,,
Proclnmu^ao ra Jtitmhlen Gtrnl rl* Brasil
8itl.cree-*e IlluOrs. Mientes pago- adianradot.
nauta l^uoy-rafia. rjia da* Cruzc D. 3, e. na Pra-
(a da liiil.-iu-mlencia N. .,; erSM < oinre ,,. lc.,.H|lpnj
corre>pi>iidencias lefraliaada.e annuncintt i; "S rin-
da .. ip ,.,.,.. sendo do profiri! aanignaiiiei).
r tiiH ai jimios.
L,
A.MUIOS.
/Me 1.
lOndres 36 a S7 I)-. Si. or l ctd. ou pr.va a 50
pir rento il,' premio Nomina .
LMmm :-.") por n|o premio, por metal, Nom.
Franca 860 -'.'55 U>. por franco
liia da Jan. (i p,c. de prcan
Montas e (..400 I3..200 I9400
4O0 :..())!)a 7.,200
j"** I..II0
Premio da prata 50 p. c.
., da lettra*, por me I ?poro|o
(obre 25 por cunto de descont
PARTIDA DOS COIIKKIOS.
Olinda_Ti.ilo< m das ao inru. da.
Goiaia. Alhandra, Caraiba, Villad Conde, M.
nianifiape. i' lar. Re de S. Joio. RrWfo ct'Areia
Hainlia. Pombal. Nota de Souaa.Cidadedo Natal.
\ ilia- de Goianninha. e Nova da Priacea, Cidade
da fortaleza. Villas ,1,, Aqnir. Monte mor novo,
Araeatr, Ca-eavel. Caiiiml. (irania. Imperatrix.
f. Bernardo, S. Joan do Prineipe, Sobrar. Novad'
ElKe>. lo, S. Matnenm Itearhodo Miijriie. S.
Antonio do Jiirdim. Qiicxeramnhim. Pamahlbu
- M-amida e .Sextas felfa* ao mein dia por via d i
Paraiba. Sanio A nio Todas as atlinMM fnraaan
meiodia. Garaifas, Bonito nos .as 10 e34
te cada me anuipio da. Plore-'no da 13 dn
cada mea ao nieto dia< Cabo. Serinliaem. Bio I r-
mozo, e Porto C. No-nos di as 1, lie 21 de cada
mea-
PARTE OFFICAL.
RIODEJANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA,
CMARA 1)S DISPUTADOS.
CuntintiHfio da -gi-ssao tia ii deVLio.
f 0 Sr. Ctrneiro L'io roritnuaiuo, diz
que'S. Suitiidc ofo foi be'ier a boas
i'ontfs as iiifoi m.a<.5' i que leve sobre o Biu-
po Elt'ilo $ que ero tul c*o ei ia ttieltior
q le a Cuna Romana sediiigis-e aonubre
Metropolitano do Brasil, ique sei iao as
sua* inl'orraaces erita limna melhu bi-
se m que a Curia Knmain fuud,i>se o .sen
j 'i/o, e nao |iiocutar ajuitar Hispo E-
leito pi 1.1 que dizio rerla-i foilu- em -
di ao eleilo, nio porque elle profrt-e
tal ou tl doutiina, que parecessem con-
liiiria disciplina da lrej;i, porque taes
nomens que e.scievio t outra o e^ilo pi o-
fessavu a nspejto dj rtbgi 6. g- ande iu
tiifferenQe, huu puro atleijn<. ; mtssiin
por espirito de paitido, e porque o ellti- .
tu uso era buin accio.ii': lai he a rza
principal e ein que se fundo t.'daa aica*
lumnijs que se prop.'gu- Cunta > bi.spo
leito. Finalmenle.o illusite orador oo
c'ue di.tndo tpie nao deconliecc o P= i-
iad d^ t. Pedio, e asu-res-io dtlieein
S. Siiiilidade u Fof.a, mas que nao quer
-que elle ^e sriogue diivitus que nao
teto, ou abuse cajueTes que lite .-a iou-
eri(]cs. l
Otiur. Paula Ai aojo observa que, co
n.o parece baver duvida a respeiio de
cellos pontos*, ea m a loria he de suma im-
portauc'a, de-^eja coos.Jt.ir ao Piisidmle
aobre mandar i meza huma emenda av-ie-
sentada em outic empo : emitida cinal
elle Deputado se up omioirn^, masque
pude melhor elucidar a questa, visto o
grande importancia da mattiia.
Q orador p s,-a a 1er a kfginf6 emen
da, que lora olereiida em la de Julio e
iBiy.
Rerotniuende-sc ao Governo que faca
huma concrdala cum a Curia Romane
fundada nas eeguttile bases: i. A nac-<5
Riazileira teconhece o Pontifice l'.-mai o
como chtfe da lg>eja Universal; 2. A
naci Urazileii-a guarda eguardaa o di-
reito dos concilios ecumnicos rtlativos
aos dogrois d*s doulrina ; quant p i m
ao* pontos le disciplina* ficar salvo o
d r.iio das Igrejas e naci Brazileira ; 3.
A' Asembieu Geral compele ngulir o
exercicio do direito de Padroado ; 4. O
Arccbi-po da Pabia regulla e desmembia-
r ss Lhocezes corforme ?s dimaosfOvf
rivis saiict-ionadas pela As-.emlilea Geral ;
5. O niesino Aic.bispo, e a sua falta o
maiaaot'go dos Bupos, co'lirjoar os Ris-
pos, erst.s oArrebisptj 6. Os Bispos
podei proceder seculariaacao dos te-
gul.res de hum e oulto sexo que, asso-
li< itarein ; 7. Nenlium estrngeiro exer-
.ceia acto algum'de juri.dicc.a5 eccle.sias-
tca DO I tn patio, nem aitida em virtiide
de rornmissio; 8. Se dar circitnstsnciada
corita no Puntillee Romano, de quanlo se
fi'.er de novo no Impeiio en materi* ec-
clsigstica ; 9. S a corte de Roma Ve re-
cusar a huma la8 urthud<>x como inte
essaatP negociacio, o Governo <.b-er-
var a disciplina dos bo.:s eculoa da I-
g'^ia.
Esta emenda, d' o Sr. P-ula A aojo,
foi oF-recida pelo Dep taJo o Sr. Va0n-
cellos. ( Vjuitas lisail.-.)
O Sur. Vasconctlloa.*Peco aj p^la-
Via.
OS.'. I.impo de Abru declara nio vo-
tar ^jelo periodo em dlscussio, ape.-ar da
rnagnifra redarcio era que el corioebi-
do: jolga melhor que a Cxmtia franca-
citado durante rloiM anuos rom a Curia
Romana a confirmadlo do Bispo eleito, e
responde quelles quedizetu que esla ne-
RociaQo tem sido mal dirigida que elle
(Orador) nio ouvio. ainda as ra2e3 que ha
para sto se dizer ; por quanto a repe-
lo du nota que burn honrado Deputado
disse jiiefoi por hum dos ntssos Encar-
regados de negocios dirigida Curia Ro-
mana, e que o mesuro Ilustre Deputado
diz que fora cepiada de huma nota de Lord
s 'angfoid J'i.rla Olli.mrfoa. O ora.Jor
diz que nao et so f>cto de semeliante
nota, mas que nao pode capacitar-se que
huma nota dirigida Perla Ot'omana,
sobre hum assumpto lio diverso, piules-
se cupiai-se para ser dirigaild Cuiia Ro-
mana. Nao duvida que exp es-oes me-
nos b.-m pensadas re encontrem ne-s* no-
la ; que porrm elle (orador) nao lar in-
juria ao S. Padre, acrefliando que t
por expre-ses mil pensadas recosi.-se
as bullas deconfirmaco: < uiros mol vos,
e uo isie. pud'i.'i lar inlluido na ronsci
nicia do S-tito Padie para i\;lo. Declara
rtaia o orador, que lr*s agentes duCovcr-
inenle ero'tl.i a sua opuiuo. ConroidaJiio tem sido eneaire ;au
queinuito bom he esperar que nao baja a;enlis f onhecidoM-por
rompimt rilo rom a o rcia que boro s r nd'Cir hum mtio eli
caz e proprio, que concie o exerciiio
das pierogativa i Coroa com a perfila
paz e hnraonia con a C*u> i.i Romana, <
i-o di-ixar o Governo na niesn-a duida
porque e-te estada de duvida he opeor
em que r Governo se pude adiar. Qui
to ceiiaurai feitas ao Gofei no por algot'
nembtOH da Cmara, diz que ja se mos-
trou que a cunliiniac tos Biaposnin foi
devolvida ao< Suromos Poolifi-s sen>,
ou Doteculo XIV, ou poucoaot-s im vir-
tu le das rese vas pontifn ie>; a*ijn i o no
nao he verdade dizer se que ete direito
tem sido exercido pelos Metropolitas rom
os Bi-pos sufragneos em dude de d -
legaces da S Apoto-a, por i-.su pie
nao ha nenlium Canon don >e Uto .-e po--
sa deduzii ; eanda que se ap nlem al
gutis caaoj em que da confirmacio dos
Bispoi se apellas-e para a GTnia ["man.,
estes casus especian tnostrlu a egra ge.
ral. Logo cuiiclae o Ilustre Deputado
(pie qualquer alteracio que hotivee a esle
respeito nao Sfll lium dogma da I'.', s-ra
bilma muddin,M na ni. ijJina da Igreja !
e julga que para lauto esta autur.sidi a
A>aemblea Geral, ape.-ar de ni > ser con-
cilio, porque mudar de disciplina nio
compete ao Poder espirlual, mas >im tem
poral, poique mudar de disni^llna tisohe
estabelecrcdi-iip.ini nova, o que cl-
meme seria da competencia do Poder es-
piritual.
epois d- tmis algumas reflox'S, o
Orador ob crvj que o G o venia tem solli-
os de-te negocio,
pessoas de bstan-
le liabiiidadc, P jolga naS se poder attri-
boir falla elle-, o n. 5 he conceder as
bollas, Ooiach>r. observa pie esla reco-
sa po le continuar por tanto lempo qui
lobasle para persuadir sa'gtuis Ilustres
Dvpuladua que.-e d> ve sustentar as rega-
liag da O roa, e, ueste caso, ju'gt que se
dt-ve daralguma espennea
O tinbie 01 ador pa sa a no IrT que
nao eria !i ni exeniplo n-vo de ler a le-
gislatura d > B axil aitc-rada a discplioa d-
lg>eja. Cita p'r so dona exf rapios:
linmqiando huma lei estabeltce que se
julgue nullo o ni'tiimenio unicameni''
p-jr tluas instancias, quando antea iio
precisas lies instancias, a tarceira "enten-
ca proferida cunaCuia IWimaua ou na
N inicia lora ; umra le he a dos e-p-nisae-,
ea lrtiulia 1). Mara i, que ninguem ar-
rugar de heu-lica, altern a diseplina
dalgieja a ete nspeito. Conclue queja ,
secnaiso bastantes autoridades, e a disto-
ria eccleiv-iiea o coiilirma que he lium
ponto disciplinar a < oul -'.i>:.aaw dos lis
pa pelos Metropolitas, e t|ue para sto
hasta que se condece qie alguna (i-rapo OS
Bispoa rao confirma los de hum molo
dili-rente, e tendo materia disciplinar, ao
Poder Temporal comjieie na dai o sey
beneplcito a essas leis ou reprova-las; e
seudo assim nio se pode di/erque a MIa
du trono he hum convite para hum acis
ma.
O Sr. Henrique de Resende falla larga-
mente ubre a materia ; diz que o Con-
cilio de Lenlo nao podendo It applica-
cio para o no-so caso, o que elle Deputa-
do julga, be seguirmot os melhoies tem.
pos daigrej', e 'izermos com que os Me-
tropolitas entiem nos mis direitos, nio
rompetido com a Cura Romana.
O Sur. Vasconcelos admira se de que,
pedindo se a palavra pela ordem para .-
ler huma indicacu sua, quem sto fe/,
nao reparou as palavraa entaholar ne-
gociaces com a Curia Romana : quees-
la palavra-entabolar--mottra que a suj o-
piniio 'daquelle lempo he a mema de ho-
je. Declara que nio tem o orgul.ho de
/ser itifj/i'vef; que modifica a ana opim-
io ja pela experiencia, ja pela contralla-
da licio : e se hoje melhor informado en-
tunde que e-l ern ei ro, emendar-se, pros-
crevendo o erro. Pergunta-se os enlhu-
siastas do progresso, qiterendo quu ludo
progrida, desejariio que s elle Deputado
lioasse no tslaiu quo, que mus i Iras fi-
cassem semjire mergulhadas no erro. Jul-
ga que nenlium hornera publico pode ser
bem julgado sera que se ajuize sobro*as
circunstancias porque elle obra. Decla-
ra que a presen tou apt-pseuiou cssa indiT
c.ic iju.m lo a Curia Romana desenvol-
va p.elenccs exoi hitantes sobre onos-
so guver.no, e este pareca dispostos a tf-
quitscer a t'do quanlo a Curia Romana
q i/e se. Jolgou entao que rabia fiar
huma L-uiotistiaco que tae> prelenees
havio encontrar no Corpo Legislativo *
ulgnma reaislencla ; tal fui huma das
grandes ra/oes que leve para so. En-
ire'anto julga (pie nenlium i contradircio
ha entre* oque diste^ha duus dias e o tpn
di-se a 6 ou 7 annos ( reuilas 1 isadas. ) O
Huslre orador obse va que n..5 quer e)i-
riar risadas, que se tienda ao que diz;
e prgunta-e nos boas seculua da Igreja
nao extistia Primado, a-que pretende o
g iverno he t|ue se n reo*nheea mais o
l'n'iiadt. Nao dir ,-.t: i.sto be b 1111 ou
mo, ma- di' que, eaUbeiecida a dou-
trina do governo, a Reiigiio ( e.tholna A-
postolica tmana peidciaasua pureza, e
p.s-.na a haver liznn scisma ; pois que o
g.v,rno (diz o Ilustre orad ) nao quer
reci.nliecer a auU 1 idade da Curia Romata
nem sobre a toofirn;ac nem sohte
qu 1 (i 11 1 ohjeclo. Depos >'e inai-. algumai
r li.xes o i lusiie Depulad pasa aro-
pelir os o esinos aiguuiento que ja pro-
tlu/.iu naaeatoo-antefior.
Dada a hora lira a discussa adiada ; o
Presidenta marca para a ordem do dia a
misma materia, e levanta a sesa5 pelas
duas hora) e hura quado.
Re'atorio da Rtp.srticio dos Negocios da
Jatiea} apiesentado pelo respeoiivo
Miui-.lio, Au!o.iio Paulino Limpo de
Ahteu.
Augu.tose ignissimos Sars. Repxe-
aeotiutes d. Njco. _____


t^r
-.
S
DIARIO DE
E R N A M B

r7
Tendo, em virtude do artigo Ai di lei
de 15 Je Dezembro de l830, le pn sen-
tar vos o relaloiioda repartic6 da Jusilla
a'meucargo, eu venho hojedesempuohar
este dever rom Hl,to ni8or salisfaca, |
quantomaislisoiigeira e'bem fundada he
espf\nca de que, entrelazando o eslu-
do da poltica com as lices de huma loii-
ga experiencia, nos prest.reisa consolidar
or huma vez, por meio de andidas sa-
bias, justas, e prudentes, a paz e a or-
dem publica t5 profundamente alteradas,
e apertar os vnculos da unia do Impe-
rio que infelizmente eta8, sena dissolvi-
dos, ao menos relaxados em quasi ledas
as Provincias.
Secretaria de Budu.O estado do pes-
soh! des* repartiao he o mesmo que cons-
ta d<* relator!,' que vos fui apres>nlado
noahnode 18^4 Pe'a" promulga-ca do
Acto Adrlicional a Constituirn do Impe-
rio diminua cousidnavaljnente o expe-
diente dt StceUiia, por isso que lod sos
obiectos piovinciaes sao actualmente Ina-
lados e decididos* as P.ovicias. Esta
,. usid'-iac.' rnoveu o Governo a dispen-
sar cinco ddiJos que liavia na Secretara,
os quaes, podia considerar nVesaiios
quando a iffl.iern.ia dos negociosera inaor,
e oexpediente mais laborioso, tomra-se
upoifluoj, desde que aquelle tiaballio e
espediente diminu.a pelo inuicado mo-
tivo, i esu liando dista andida poupar-se
annua'aiente a despeza de dous routos e
Irezentos mil risseui detrimento alguiu do
' servico publico, que continua a pieencher-
seta completa e sutisfatoriamente como
dantes. Sem embago disto pareee-roe
inquestionavel a neces-idade de huma te-
fortna na oigaui-aca da Secretaria. He
certo que esta lefoiuua pode depender na
opio'ad e alguem de huma lei orgnica
do Ministerio, a qual msique os obiectos
que dev.m ficar pertencendo sos din' ren-
tes Ministerios, para, que depois de feito
. ato, cada huma dasSecielarijspos'.a, con-
forme os ramos de adminislracsQ a mu
raigo, dividir-seein diversas classes, sen-
do cada bum.i destas cJasses pfesdida por
hum Oflicial com os amanuenses uecess^a-
i ios pera coddjnv*'lo as copian, legislo^,
e oulios trahalho que de^em conservar-se
no archivo. Alcm disto, a experiencia
iem me convencido de que compre que
lei defina as habilitares que devem re-
ouerer-se nos Olficiaes da Secretoria, a
ti de que seje5, quanto possa desejai-se,
idneo* para preeruherenj os de veres que
Ihes-au inherente?', dataran em verdade
muito importante, e que no estado era q'
guacha montada a repartc>5, lecahem
quasi serapratj oo sobre o Oflicial Maior,
oh sobre o Miniado, e Ihe absorvem a
ni. paite do ttmpoque deveriaernpregar
i m assnmptos de maior tran-c ndencia.
Sem pretender contestar o nif rer intento e
a rapaci'adede muitrs dos OfhViaes que
actualmente exiaiem na S cretaria, os
quafs pcd-;r5 ser aprovei'aios na refor-
ma que houver de faier-se, direi apenas
que o conhe ment da le^islaca patria
me parece huma coudica5 es-encial para
cx-rcer o lugar de Oflici! da Secretaria
deEstad>doa Negocios1 da Juslica. A par
disto h robrarei, que, leudo o deci elo de
25 de O-ilubro de 1831 'auado a cada
Oflicial da Secretaria, ak'm do ten orde-
nado, a gratificado de oiiocenlos mil iis,
e devendo esta giat ficgj ronsi 'fiar se
como premio do traba Ibo que eflec ti va-
mente se presta, acon'e^e repaitir-se Ha
igualmente entre o ( Ricial reconhecioa
rneiite toao e diligente no deseo, penho
dos seus deveres, eaquelle que, sob pre-
tezlos s vezes bem frivolos, decampara
pordiasesemanas inleiras asna rep.rtic,
eutendendo por i-.-o que, no intuito de
desviar huma medida mas forte, a lei de-
ve estabelerer o mximo, o miuim > da
gradficaca que o Ministro pJe cohee*
der, eautoiisa lo a di'lribui-l* segundo
a assiduidade e bom servico do Offioial.
Bta medida tei a vai/tagem de excitar
huma nobie emuL-ca rutee todos os Of-
lic'aes da S< crean, sem o receio de abuso
ii.i suaapphraca, huma vez que a .-oTi-
ma que lficial omisso deixar de receber,
n* leverta en beiieticio dos outroi, mas
teuhada ceder favor ao lesouro.
Tranqulidade e segara oca publica.
II aoobicaiandra doloiojoter de ammn-1 de Agosto! ao PresK
riar-vos que o espirita de desordem e a-
narchia continua.a laviar e fazer estragos
horrorosos emalguraas Provincias do Im-
perio com espantosa celehridade. A' se-
dicB que leve logar na cidade de B Provincia do Para, em 7 de Janeiro de
i835, tem-se seguido novas 'sedices, a-
comnauhadasde crimes de toda a especie.
Pelo as-assinatodo Pieaidenle Lobo, e do
Commandante das Armas Santiago, os re-
voltoss do Para elevra naquele mesrao
da 7 de Janeiro Flix Antonio Clemente
Malcher Presidencia la Provincia, e
Francisco Pedro Vinagrr ao Commandan-
te das Ai mas, leudo declarado em huma
acta que lavrra, jue nao acrilana ou-
iroPiesidente, durante a mnoridade do
Impera:,. o Senhor D. Pedro II. 0 no-
vo Pre*ideiite pouco lempo leve de pozar
os Irados do teu rrime. Tendo-se desd-
visdocom o Commandinle drfs Arma, de
quem tiflha uido amigo e socio no cnnie
d- sedicao de 7 d* Janeiro, e recelndo-
la dalia, inandou-o prender. E-te des >-
b^deceu, e preparou-se par* resistir, e
tendo ambos reunido a gente lo seu part
do, At,iera-se hum ao outro, result'iiuo
desta lucta a moi te de Malcher qua se bata
refugiado ni fortaleza da Barra. Depois
dj morto, os soldados perrorr^rad com
seu cadver as ras da rpita], e ver.-o
pre^enta-lo diante da familia desolada o<
ana victima, francisco Pedro ViiiHg,e'ul
cleito nos comicios d. s facciosos. Presi-
dente e ( omniandante tas A" na* da Pro-
vincia, e dedsrou que rebeba a Pn'-iden-
cie para leualisara sedicao de 7 de Janei-
ro, e restitua: a Provincia do Pai lihl-
,a5 do Imperio, protestando ao mesmo trm-
poque entregaria a Presidencia logo que
alichegasseo Presidente que o Governo
Imperial houvessepor bem nmear.
OGovemo, logo que recebeu a nolicia
da sedicao de 7 de Janeiro, nomeon e fez
partir para aquella Provincia como Presi-
dente, ao Marechal Manuel Jorge Rodri-
gue, Official de honra e ex pe mentado,
levando comsigo granri forc* de mar. e
alguina de Ierra que pode condozir do M-
reoda. Chegandn ao Para, tomoi com
eleito posse da Presidencia no da 26 de
Junho de 1835, eioioseu prinieiio cui-
dado c-ncil.r og nimos, e acalmara fo-
lia dos partidos por meios de branduraa
prudencia, sem que jamis revelasse in-
lences de hostilisar os rompromettidos as
anteriores seiiices. Com lodo, este -vs
ma nao picduiio eff ilo Igurn. Hum ir-
ma do intruso Presidente, Fianciaco Pe-
dro Vinagre, seguio apz de hum Lan-
rh5 amado ede alpuma gente que se ti
nha letiradopara o Distric'o do Acai, lo-
go que tomara posse o Presidente enviado
da Lrte, o quefessu-peitar de tus deM-
(nios. Ao mesmo temp que i-to acon-
leieu, o partido anarchi>ta agitava-se na
capilal, e o Piesidente recebia todos osdias
denuncias deque huma nova sedicao se pre-
para va, e pitenda levar a fTeito. Ape-
aar destas denuncias que era5 confirmadas
pelas reurrts armadas qu appai ecia suc-
c.s-ivamen'e noa di-ti ict...s \isinbos ca-
pital, < que pe petrava toda 3 especie de
> i lencias contra a prop ieilade e a vida cidadas p-.cifieos e industriosos, o Pi-esi-
udente nao -t al-sl. u dosy-.lenia deconci-
Iiac.a e Inandina que aclo,.tra para paci-
ficara Provincia, sead quando o- revol-
tosos quese (11.I1..0 retirado para o Aca>,
unidos a oulros pie tinbaS aluciado, ac-
commet'ra iioeia3 de Julbo, ano mi-
tu-1 o de 8uO, a Villa da Visia, e ahi de-
pois de tris doras de fogo, pissr.t a e-pa-
da todoa os habitantes que se opputera as
suas depridaces e fuior, rouliando lodo
qoanlo encont'ra, sem re-paitafart) ow
elf itos, e asioupasque as seulioras tinhad
seus cor pos.
Coma n.-licia desle trgico acontec-
mwnio^esoKeu-se em 11 m o Pieaidentea
mandar piender, no dia 27, o ex Presi-
dente inli aso Vinagre, e varas pessoas do
seu sequilo, que a voz publica indigitava
como envolvidas nosvnovos piojentos de
lebellia que se tiamavwi, e (pie enlreti-
nh5 correspondencias,! e coadjuvava os
facciosos que se leunia pelas ciicumvisi-
nhmcas da cidade^/ Foi nesta occa-ia
que o> rebeldes tiraa a mascara, paten-
teando suas "isttal de roabos^ e cariugem.
O irma de YiuagredirigujJcgo. no dia 2
da Provincia,
bina ufficO em forma de itilimacaS. para
que soliasse inmiediaiameiite a tod^s as pes
sosa que tinba piendido, ameacaudo, no
caso de o na,5 faZ'T, atcalo, e na5 dei-
xar na cidade pediasebre piden, Das de-
pois desta injimaca, que por certo mus
ignominioso lora cumprir do que arrisca-
do despiezar,, fo.i accommetdda a cidade
pelas forcasdos rebeldes, capitaneado por
An'onio Pedro Vinagre, empenbando se
entie ellas e as do Governo hum poi fiado
combate, que durou por espaco de oito
(lias. Dur.nte esta luta fora demolidos
muilos edificios, acidade esteve entregue
tfo saque, p. rque o Presidente teve de lor-
tiftcar se, e reunir s foicas que tinlia ''O
Palacio do Governo, emuitos cidad^8. fo-
ra merlos a ferro fiio, e Feus membros
entrangulados. Dep is de tantos horro-
-re e CxUmdades, o Presidente, a quem
lodos os dias d niinuia as focas, j p. las
moriese ferimenlos que sora,' j pela
deseica6 de qua>i lodo hum bilalha de
Viduntaiios, que orginsra para pofcia
c deTe/ da capital, vio-se na dura neces-
sidade de abandona-la, retirndose para
bordo da Fragata Camp'Sta, nondu aioda
se cui eivava, segundo as ultimas noticias
olli< iaes (|oe o Cov< 1110 recebeu. Coma
retirada do Presidente os rebeldes fiera
inleiramenle scnhjjres do campo, e livres
da obediencia e suave jugo das leis, res-
pirando nicamente vingancas e depreca-
c6e>, Iralra de levar a 1 ff.-ilo a brutal e
lerocissima ain ac que fizera Antonio Pe-
dro Vinagre, de nao deixar na cidade pe-
dra sobre pedia, spesar de que eate ebef-
de partido morresse no combate antes de
entrar comasua gent". Comrnetlrao-se
a snnsue ii io s mas espantosos e inauditos
atieutados; nem a ida le, nem o sexo fo
ra5 espeitados ; ludo suctnmbio indistin-
clamenle debaixodo punhal, ea maisalro
persegnica e vyiannia.romecu desde en-
ta5 a dominaeem nome da liberdade, so-
bre montSes de ruinas e de cadveres.
Todos estes horrores tem-se pratiesdo
e repetido ero diversas povoaresdo mu-
nicipio da cidade, na5 constando pnrlm
que o resto da Provincia Leiiba s guido i; O
despizcado cxemplo ; parece antes que 1
maior parte della reconhece o Governo
legalmente estabelecido : masas tentativas
dos lebe'de.a para estenderem sua domi-
naca loi i.i 5 se cada vez mais frequenles
e tenazes, e ltimamente elles pudr.,5
conseguir senhorearem se da ilha de Ma-
ra. que abasteca a esquadra de carne
fre-ca cuja falta tero sido muilo sen.-ivele
p perniciosa, concn endo p violento de diversos contagios que tem
all gido e morto a muia g. rite.
No meio de tantos horrore, devem ao
m'nO'i sirvir de alu'nma, posto que tiiat^,
c iiaolaQj as provasde valor e deherois-
in.> que lem dado a fijiesceole e opulenta
villa ie Camela, assira corno a fregnezia
do Abaelh, aoude os leheldes nao lem
podido penetrar, soffrendo lantas derrotas,
quantas tem sido as tentativas para a. com-
m<.tter aqueHes dous baluartes do patriotis-
mo e da legalidade, que se tem conservado
firme e unid' s causa da ordem, sustan-
tando a, aiiHa as crises mais arriscadas,
com a maior constancia e fortaleza.
Com efTeito, em prineipros do mez de
Novembro, os rebeldes !ora5, c 111 considi-
-ravel perda, balidos no Abath, e esle
trihunipho milito tem c< ntribu do paia
diiimr os dcfeusoie' das bis, do Governo
c da civi!>aca, e d'ahi tem-se concebido
esperangas lisoogeira's do mais piosp.ros
resultados. Estes succes^os s5 deviil.aem
grande pai le ao p .tri- lsmOv eriei gia e-zelo
uicancavel de hum Juiz te Paz o a la de
Cunel, o Pacho Prudeneo 'Jos 'dg
Mercs Tavares, conforme exp o Pre i-
denl da Provincia, e he por este m tivo
que eu me julgo na grata obn'gica de
menrioiar o s-11 nom4nivossa auguata
presenca, como hum liibulo de reconhec-
meuto puldico, e como premio de serfcos
distiriclos e rel va ules que toa na6 podereis
deixar de apreciar.
(Continuar se-ha )
mm
PKRNABMCO.
LBI PRaViNCtAL.
j856. N.8 a8.
que* que, P.esidente 'da Provincia de Per,
ua ni buco : Faco saber a todos os seos Ha hi-
lantes, que a Asaembla Legislativa Pro.
vincial ecieou e eu sduccionei a Reso-
lucio segainte.
Artigo i.' O Presidendente da Pro.
vincia licaaulorisadoaoigauisar a Secre-
taria da Presidencia.
Arl. 2." Deiterminal- o numero dos
E upregados preciso, earbilraia os seos
ordenados, dando-Ibes logo exercici, e
hubmettendo ludo a aprovacio da Assem-
bla Provincial naSessio futura.
Arl. 5." A presente Lei s ter vigor
do primeiro de Julho do crreme anuo em
diante.
Art. A.' Firio retogadas as Lea, e dis-
poces em contrario.
Mando pottanloa todas as Auctoiidades
a quem o conhecimento, e execucio da re-
ferida Lei periencer, que a cumpro,
e lacio cumplir lio tidirauente, cmno
nella se conten. U Secretario desta Pro-
vincia a faca imprimir pub'ic. Cidade do Recife de Pernamhuco ao doze
de Junho de mil oilo ct-ulos e trinta e
seis. Dcimo quinto da Iodepeodetlcia e do
Imperio.
Francisco da Paula Cavalcanti de Albu*
querque.
L. S.
Carta de Lr pela qual V. F.l. manda
executar a Rezolucio da AssemblJ Legisla*
tiva Provincial que hpute por heos sanrei-
onar, sobre ficar o Presidente da Pioviucia
a^ct uisado para oiganisar a Secretaria da
PiesiJeilcia, ns iuruia cima declarada.
. Para V. Ex. Ver.
Jote Xavier Faustino Ramos a tero
Regi-tada a fl Ai v. do L.* 1. de Lei Pro
vinciaes. Secretara da Provincia de Pe
nambueo 14 de Junho de i836.
Francisco Xavier a Silva.
Foi liada, publicada esta Lei, na Se-
cretaria da Provincia de Peroambuco mi
14 de Juuho de i836.
Vicente Thonuz Piras da Figueiedo
Camargo.
ri lili ma\
PARECER APPROVADO.
A Commissa de Pelicoens leo tenta-
mtntep requerimenlo de Veinte Ferrei-
ra dos Gtiiiuaiaena Peixot^Cn'iirgia do
pai tido da Cmara Municip! de.'la Vajji-
tflt, e conhecendo as razeos em que se
funda a meaina Cmara p..ra denegar o or-
denado vencido pelu Sup icante que pire-
ce seren eitivhidas do parecer da Coin-
I misaa, queem lvor di reintegraca do
Suplcame foi o auno p a sitado aprovdo
poi esta Assemblea, com o memo pare-
cer, e com iyar.fi 69 da L' i de i." de Ou-
lubro de 1828. Peiisa.quea Cmara deve
deser compelida ao pag.menlo do orde-
na lo vencito pelo Suplicante, e que paia
o desein^enho da ubi igaca, queso a C-
mara he imposta pdo ref ri.io artigo de
seu Regiment, deve ella ou convidar ao
Suplicante para hum n.Vo contracto,
poique hurn novo orius, que n5 est es-
eriptoeiii seus titiilos vita icios Ihe rVnpor,,
ou aouno qualqer que 1 islo se queira
obr.gai.
Sdladas Secoers da A-serob|a Provin-
cial de Fevuarabuco 27 de Maio de 1836.
Peix'-to de Brito.
Joc IMles de Menezes. (l)
Francisco ie Paula Cavalcaate de Albu- j
DIVERSAS REPARTICpfclaS.
MEZA. DAS DIVERSAS RENDAS.
A pauta he a meima do N' 120.
(I) Foi este parecer aprobado em s*
sa5 do me-rrio dia, cuja acta foi transen*
ptanoN. 154 desta fblbi.
. -


HP
'
f
DIARIO DE PERNAMBUCO.
CBRA6 PUBLICAS.
A Admiaittraco FUcal das Obras Pu-
blioS compra carne fiesia diariamente,
m pesos de 4 libras: quem perleud r ven-
der pode.comparecer no casa da dita Ad-
miiiist raciono dia. 4 do crvenle Julho pa-
ra tratar do >eo ajuste.
BEPRESENTAgAO'.
Exm. R. "Snr. JNs *bxo at-
ediados liab tantea na P-rochia de S. C*
dos Becerros, observantes, pdr convic-
ca das no.vas nstitoicoens Religiozis, le-
vamos ao roiiberimento^ ejaos nao sur-
do* ouvidos da V. Ex. as nosios pun-
gen le i la rooie-.- Poique a nos.-a in.li-
ciaXega-que V. Ex. tencioriaa mandar
para e~ta Fnguezia a Beverendo Manoel
de Mello Falc.5 e Menare.% trlu*! Paro-
dio. Exm. Snr. a Provincia nos deo
hmn Parucho com quem sjmpatizava-mos
(foieaie o Remiendo Jo*e Jo-quim Bar.-
boza desaudoza roeT.ioi ) e o tornou a ti-
rar, e por castigo nosao o Substituto 'o Re-
verendo, rujo he o objerto de nossa repre-
rentaca5, e.queem nada se parece com
oseuaiit-ce>9or ; como he pos.-ive Exm.
Sin. simpatizar-mos Com' hum Parodio
tem caridad-, para suas ovelhas, fen uio-
ral civil, e Religioza, e ignoraotissimo as
obrigaiena de seo Ministerio, .V. Ex.
nad ignota que elle se ara procesando, e
a pronuncia o olpriga a pt iza, e livrainen-
to ; por este motivo fazem quani dous ati-
no que elle e x au/.cnte de "-na IpreI}* e
o seo Processo inda existe ua ViMa do Bo-
nilO: romo Exm. Sor. consentiremos
qoe huen Paiocho ci rumoro, mo m lu-
do, e por ludo, administre a vicha do Snr.
e por certo qoe nao : e. de-de j o protes-
tamos, inda a custard'algurti'sacriliciono-
ao. E por tanto confiad que4e|o-> hmn
Bispo verdadeirarmnte Pastor, theio de
cardade, e \irlude, im 6m hum Bip
sabio, redo, e juslict-iro, que temos, na6
f de levaremos ao conhecimento de V.
F.x. o que acabamos de dzer, c- mo ta
bem o It-mbrar-mosa V. Ex., qoe uesla
Fieguezia < isle hum Sacerdote residente,
na Povoac5, e Matriz, digno de ser lem-
hrado por V. Ex.; poiq'aelle existe con-
dola Religioza, boa moral, virtude, e
raridsde, poi* q't o pi exente naS^e pou-
pa a obrigacaS alguma de seo Ministerio,
e podemos afii mar a V. F.X., aem receio
deenaimos, que dos que V. Ex, tem or-
denado, este de quem faltamos (o Padre
ManoelEsperiiliaoi MuiiisJ, faz a honra
do vo e>Udo Sirerd".tal, pois nO* o te'te-
munhamosa maisde dous auno, que a-
qoi xegou, e se tem por isso rce.-mo Jeito
digno de nos-a simpa1 ia. Avista do ex-
posto esperamos que V. Ex. tomando ein
con>ideraca5 oque levamos expressadoj #
as providencias que sabiamente cocuma,
fim dej rao acontecer algum rezuliadu
funesto: por tanto. P. P. a V. Ex. que
avista do expostnotdelira como for de jus-
tica, e os Supplicantes o esperad. E
R. M..
O '1 htzouieito do Orago, Serafiro dos
Anjos Bicerra,
OThezooreiro do Sacramento Luis Jo*
le de Vasconcelos.
OThrsoureiro de N. Sra, dad Dores
A ex a odie Joze de Lira.
lrmas da Ii mandados.
Antonio Felis d CaoUlicio |
Jote Faustino Paes'de Li'a.
Manuel Gomes da Silva.
Quei ino Rodrigues Lima.
L.jureucn loZePaesde Lira.''
Antonio P*-Hr o.de Mll-'.
Frarteiscp Xavier Lim-.
Pedro Pars de Lira.
Manoel d*Asiumpcs Azevedo Silva.
Jo.' Francisco de Vasconcellos.
Ignacio Francisco Lima Jin-ior.
Cosme Antonio de Mello S Iva.
Jod da Silva L la.
Antonio Martin Monteiro.
Miguel Bizena da'Silva.
Antonio Manuel N'po.
Francisco Xavier Torres Galin Jo.
Pedro Soares de Souza.
Joze Antonio dos Santos.
THEATRO do RECIPE.
Ao Grande Dia 2 de Julbo. '
IJoje Sahbado 2 d* Julho A nm versa rio
da Feliz Independencia da Cidade da Ba-
hia se representar oeste Theatro buin ex-
peliente Drama, com posicio de um bene-
mrito ImIi.uio, o qual-era adornado com
toda a magnifii enca! apareCendo a augus
la Eligiede S. M. I C. o Snr. D. Pedro
2. Cantan Jo-t>e o llymno Patritico com
letras ann:dogis ao brilhante assumpto des-
te da. Seguir .se-h^ representaco de
urna Peca nova clt'garrf da Cid-de da Ba-
ha aqual >eintituldParaguass Princeza
Americana --Pareceier fssaz sublime esta
P$i, visto que os Snrs. Joze S.lamim, I-
zidorojote de Lima, Man o Rev endo Padre Mestre Jnz Clemente
Ribeiio, Pi-anriaeo de Menezts Carlos
Antonio de Sirqueia, #e q Reverendo* Pa-
dre Meslre Joaquim Jo/.e da Roxa Mnntei-
10 todo-i pessoas cl.-i-ilii'adas daquea Ci-
dade, euchem as mi autlior dos maiores el-
Ionios, como se > em Cartas, Odes, e S>-
net-'Squeoiuio o IVontespicio da Peta co-
mo sejio Osseguilltes :
Q SOIF.TOS.
Da pompeza li.l.iao rod estado
A barbara a inculta nalu^za
\ os r-os pal'nieaescoiM mor hebra
tiu 'Ztsa'bum poema dedicado:
Nelh uoadaes a ver. Condecorado
O *eu priineiro hroe, que a dora empreca
(.'uusvguio, de domar toda a lereza
Da incgnita Noco com doce agrtdo :
Dilatado pi azer, a vossa pena,
Nusiofiuide, no metro que polido
Engt-nliuzo escieveis com v*ua atnena :
Sim meu Paula, veris enxgiau sabido
O vossu Dr Uo povo expecladur ser aplaudido.
(De Joze S..lamiui V
A Tragedia que sabio compuzeste
Quatito prasi'i- te da, e gloria quauts !
Oogosto q1 anda a Grecia aplaude, o cauta,
Hum petfeito mo'1 Un fu nos deste.
Voar por todo r. .iiundo as mi fizeste
O ir o nome que a mesrnafdma espanta t
Sun, Apolo hum i Esliim (e levanta
Em honra do ouvur, que mereceste.
To ditozo chegaste aquella meta
(Dificultosa empieza) dezejada
Por todo, que se julqa bom Poeta,
A Tragedia entre nos lie celebrada
Mas lia beiu merece por completa,
Digna de em toda lingua ser cantada.
(De Izidoro Joze de Lima.)
Outios muitos eJogi is .lo prodigalisa-
dos a seu author; porseicrn di-eisde exa-
rar no CUtu espaco de um* Noliiia nao po*
demos dellvs lser mencao.
No 6m da Peca se Cantara a belis-ima ai ia
que diz T^uli C' udrli ematando o es-
pectculo com o 'anlomimo denominado
--Amante Estatua.
Ocamarotes N.M 4. 5, 6, i3, i4,e 15
estaro coioados de Mu tas, e todos dedi-
cados pjra o* benemritos Acadmico- Ba-
rrenees, i} Emprezarioespera queS. Exr.
O uiais iitliori lades {se digueiu honrar
este acto que priucipiai as bora do eos-
tu me.
ANiNNCI.
Domingo 3 de Julho, sahe o Gamenho
P.diiico Contendo tantos artigas, to vana-
das materias, que parece hum Missal!
prego he mesmo 40 res de pezo, e fundo.
AVIZOS PARTICULARES.
Deseja-sa fallar para negocio de seu in^
teresse com Joaquiui Francisco Bal niea-
da ou a quem fixer Mas vezes, natural da
Cidade do porto,' viudo do Rio de Janeiro
pira esta Praca, aonde se estabeleceu com lo-
i. de miudeaas: se exi tir n.sia Cidade
ijiieira indicar a sna murada, para ser
p.oeurado, ese algueip souber aonile elle
e*iie q.iir.; po: Juvor- p'.rttcipa-l no Es-
(ii.i'oio da Administracio da Companhi&
CcraJ eXtijlClai 40 Gu.irda livios da uicaiaai
j^P* O P4di-e Joio Rodrigues de Ara-
ojo, Reitoi-do Seminario Episcopal d0-
inda avisa ao respeitavt-l publico, que as
rodasda L iteria audo impreierivelmente
por todo o presente mez de Julho, cujo
dia inf iliv'el .era brevemente marcado.
'JT Quem q'uiser una mulher para a-
ma de casa, e esta capaz, para servir aho-
rnen! solleiro declare a sua morada para
ser 'procurada.
1f&' Pieciza-se de 300$ res a dois par
cento, por lempo de 4 mezes, com hipote-
ca em urna ii.ulaluiha de laannus tema*
chaqu : annuncie.
^ O Snr. Francisco Esteves Chape-
lpm dirija-se a ra do Fagundes D. |o, pois
se llie desija fallar com alguna breidade.
jrjT* Quem annunriou queier hipote-
iar urna negra por lO^J veis, dinja-se a
ra Direia I). a7.
DTS^ Quem annunriou querer servir de
ama, dirija-ae a Onda laueira da mzci-
cordia n. 5.
W9* Quemannnnciou querer comprar
alguna pez de coqueiros proprii.s para
plantar: queii i piocrraloi n i i ua d,.sCru-
zes, sobradn D. 18 pela marihi at s 9 ho-
ras, e a tarde das 3 em diaute, que ah se
Ihe dir aonde estio.
?ARREMATADO.
N.- dia 7 do rorfente pelo Juiz do Civel
da a.* vara na ra Nova tsquairo horas da
tarde, vi em praca por ai readamento an-
nual urna casi de sobrado sita na ruaDi-
ivita desla Cidade D. 53 (na qual ipora o
consenlior Luiz Joze de Sampaio,)(a te-
querimento do conseuhir Cactar.o Pinto
de Veas) com dois andares, co o e mi-
raute, tendo frente para a ra ireita, c
Agoas verdes, quema pertender CtiiBpare-
ga as horas assima marcadas, uo a, lo da
mesma ai rematado.
13P" No dia i> d? correte se hade arre-
matar de rend? .i.,. .:!, em praca, aporta
do Doufor Juizd Diraito o Snr. Basto, u-
ma casa, e sitio no lugar do Moud Viuva de Gaetano Car^alho Rapzo, por
execuco de Agostiuho Hemique da Silva.
COMPRAS.
tima morada de casa terrea nasprinci-
paes ras de S. Antonio, ou Boa-vista :
quem liver annuncie.
argp A>obra intitulada Theoria dos seres
inensiveis, on Curso completo de Melapii-
zica; pelo Abbe Para Du Platijas: quem
ali ver onnuocie. ~
Wjy 800 pez de limio para plantar : na
rua do Cabug toja de Joaquim Joze da
Co-U.
%~y Prata v- Un tioto em obras como
de outra forim: ua rua do Rosario estrel-
la I). 2G.
jr^ Um negro que saiba trepar em
coqueiros, p-ir todu opreco: qu>tll o li-
ver procure a Joaquim F. is de Moura, na
rua que vai para o Qutriel do Hospicio;
no i.e'illimo sobra lo do lado direilo.
n lu-
gar : quaiD a tive-r annuucie para A'--v pro-
curado.
VENDAS.
s
A Typogr^fia da rua Direita, rom lodos
os seus pir lenees: quvm a pie eirVr I,lie
asen proprietario Mauocl MaiquiS Viauna
& Comp.
.y Roas b'x*s por prpci commodo:
na rua do Livrainenlo venda de Ca dial
D. i.
a/Jp" Um ptimo cavallo russo bffm
mantiudo proprio para puxar carnnlio
do queja tem bastante eXerricio, mais urna
parel'.ia melLda, igualmente exercida, e3
quartaus mui bous crregadires: na rua
da Aurora segundo sobrado de 3 andires.
iJJf Um moleque offiSil ^e sapateiro
de idade de 15 aun .t: tut rua das Aguas
verdea D. 3. ,
vJ~ DiMsescravasdo genlio de ango-
la aiud mocas, um i pi'"P i para oservi-
codscampn, oura propria pira negodo
de rua por ser u.uito fiel, e sera vicios: na
rua Nova D, 32.
jry Urna eacrava mossa bastante sa-
dia o sim vicio, cosinba, e entendede en-
saboadoa: na travs da Florentina1 ao p
da niji ultima casaVo finado Juo Zar-
rick.
y Urna escrava crila de 22 anuos,
skb'.- coser, engon ar. lavar, e cosinbor :
na r .a doColegio n. 9, 3. andar. .
WT" 2 esi raros de muilo boa figura da
16annos: naruaue Hoitas D. 48.
WJ Urna pequea morada de casa ter-
rea na tua de S Joze; na rua larga do
Rosario v-nda |). 6.
V^ Vinlio do Reino de superior qua-
lidadeeim caixas d'umaduzia de garrafas,
assuca rtfinado em paena, e candil: ua.
rua da Cruz n. 60.
FURTO.

& Na madrugada do 1. d Julho, fuftaro
do Hospr-iouin cavallo graude, castauho,
de carrinhocom os sigiio-s seguintes; tes-
la branca, os quatro pez calcados de blan-
co, a cauda e cimas curiadas, com cabellos
blancos, e o topete cortado. Quem o eo-
tiegar na rua da Cadeia do Rccile n. 18, au-
ra bem premiado.
| 718
,: 8 6 a
4 8-54 a
$-4*
2 10- 03
Tarda
NOTICIA BTAIt ITIMAS.
na vio entrado no dia 30.
TR1FSTE; 50 dias; B. Ing. Carolina,
Cap. M. John Vleme: aal, e azeile:
Calmonl &Comp. Tn. 152.
Saludos no dia 29.
MONTVIDEO; S. Boa-fii, M. Antonio
Jo/.e Vieira Rebebo : aucr.
LIVEBPOL ; B. Ing. Rapde, M. Si-
m 111 : asfcucar, e algodio.
BOSTON ; B. Ilerrules; Cp. Narcizo
Jo'.e de S. Auna : asaucar.
Dia 30.
LISBOA; B. Triunfo Ameirano, Cap.'
Mano?I bimo-s: :-s-ucar.
T9M >A Tir., I E W. F- nB^ARIA. 136,
A
ESCR A VOS FGIDOS.
No da 18 de Junho p. p. fugio do lu-
g r do B..rballw um pardo, alto, barbado
bem parecido, coin chopeo de couro, calsa
e camina dealgodo, cativo deua loel Jo*-
nuim Fe reir Braga morador na S r*a da
Teixeia, cujo prdu tendo i'ladu a .esla
praca oui|>a'iliaiirJo um eomhoy da lat
do proprio arobor. lia retirada peruoitan-
do no rele ido lugar do Barbalbo fugio;
uustaandar nesta Praca, e seos suburbios
procurando senhor, por no querer servir
aoSerto : qualquer pessoaa quem o mes*
mu pa do O qual se chama Ramualdo, pro-
curar para o ser > i-, j.n'era dirigir- ao
Ricife ruada cadtia a fallar com Joze Go-
mes Leal ese pegar sera o>m g-.-nero-ida-
de pgo do seo traholbo.
jejr Joaquim crilo da 16 a 18 annos,
altura pegular, levou camisa de algodaosi-
iibo, e calca de brini velha, e lapeo de fa-
llid, tem um talho em sima da sobrance
Ihi; fgido a i2 de Junbo: os aprehen-
dedoreslevem-no a Boa-T'sta venda defron-
le da Ribeira D.-jS, que serio recompe#-
ados.
Taboas das mares cheias no fono de
Pernambuco,
14Segunda i 5h. 4% m
i r5 -T: 1 6-30 .
r


A
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veces correntia pevnambnco
MX99W9A9A9* IMPORTATIOIM________
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GNEROS.
A.go d Milo.
4* d* Suecia
Agoa caz.
Agurdente de Franca at. ..
t, do Mediterrneo,,
Aieati *o Sueco.............
Americano.........
Alfazema...................
Alvaiade..................
Amanas de Trro conf. snas v.
de linho Ing. pat
, da Russia......
Amendoa doce com casca molr
Ancoras e ancoi etas........
Aniagem ordinaria...........
,, ina j.............
rame de ferro.............
,, de lato.............
Arcos de ferro........,.....
Arroz pilado eslrangeiro......
Azare;* o....................
Azeilc doc# de Portugal......
de Mediterrneo..
de pcixe ...
BACALHAU peq. seco.
Bacas de lalSo........
Batatas................
Bezerros Francezes.....
Breu..................
Bri.n da R;issia largo ...
,, cstreito..
Inglez largo
ARTICLES.
Slccl Al Han.. .
,, Swedish
pREgo
PRICE
iigooo i3#ojo
Siiirils ojturpentine....
Brandy Freuh 26. ...
,, Spanish ,,.....
'Par Swedisch ........
,, A menean........
Lavander.............
trilelead............
Cbles-chain acc. lo tizel
,, Jlemp Hiiii,. pal. .
,, Rustan.........
Sweet talmonds sojt slie/i
Anchor* and grapnels..
Crcqudhs.............
> fine.........
[ron Irire assored.....
liras*,, ..........
ron /loops......'......
Rice whte............
Kedlead..............
OH olive Portugal.....fa
Mediterrnea/!
18o
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Carne secca do Rio-grande ....
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Carvo de pedra.............
Cera ama re! a..............
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Cerveja branca.....
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Chitas azuesda fabrica de Lisb.
Chumbo em barras..........
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,, riemunico.........
Cubre para Caldereiro.......
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ENCHADAS do Porto.......
Ervadoce...................
Espingardas lazarinas........
Estando...............,
Brast basins
Polaloes..............
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Ravens duck.....
Fugl, sheeting wide ...
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Cracktrs ........
C'ordage Eng. pat
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Garrafoens empalhados....
Genebra em pipas.........
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LONAS da Russia largas...
,, eslreitas....
Iftglczas largas.
cstreitas.......
MAMTE1GA In-leza......
,, Fraaceza ....
Ma.-isas sortidas
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,, Swedish.....
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Gin in pipes .....
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Papel Hollaiida grnde.....^
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1, almaco 1. qualniade.
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,, florete......'........
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TABACO maependiio......
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Vinagre de Portugal......
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de Liiboa tinto P R R
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Assticar blanco, sob ferro
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I Rli95o, BB8oo"B16u ....
AssucariMaft.v. sobreferros..Sagar musc'S'abv'.'.''.
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Assucar B. em bar. novo.....\. .
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1 Caras palmos, 1 palmo = me x. jj6, 8 o n /
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